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IA impulsiona exportações mexicanas para EUA e dificulta cruzada comercial de Trump

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 21/07/2026 12:56

Tecnologia IA impulsiona exportações mexicanas para EUA e dificulta cruzada comercial de Trump A alta acontece em um momento em que Trump tenta reduzir a dependência do país em relação ao acordo de livre comércio da América do Norte, o T-MEC. Por France Presse

Presidente dos EUA, Donald Trump, durante pronunciamento em 16 de julho de 2026 — Foto: Saul Loeb/Pool via AP

O avanço da inteligência artificial (IA) nos Estados Unidos impulsionou as exportações mexicanas de equipamentos de alta tecnologia.

A alta acontece em um momento em que o governo de Donald Trump tenta reduzir a dependência do paíse relação aos parceiros do acordo de livre comércio da América do Norte, o T-MEC.

Trump pressiona por uma reformulação do tratado para diminuir o déficit comercial americano com Canadá e México.

No entanto, o forte crescimento das exportações mexicanas de equipamentos de informática tem produzido o efeito contrário. Ao ampliar o superávit comercial do México, o setor aumenta tensão a uma nova rodada de negociações do T-MEC, que começa nesta terça-feira (21), na Cidade do México.

Entre janeiro e abril, o México triplicou as vendas desses equipamentos aos Estados Unidos na comparação com o mesmo período de 2025.

As exportações superaram US$ 50 bilhões — cerca de R$ 254 bilhões, na cotação atual —, enquanto as importações somaram US$ 2,23 bilhões, ou R$ 11,3 bilhões, segundo cálculos da AFP com base em dados oficiais.

O setor já responde por mais de 30% das exportações mexicanas para os Estados Unidos, principal parceiro comercial do país. Com isso, ultrapassou a indústria automobilística, que durante anos foi a maior beneficiária do T-MEC e hoje é afetada pelas tarifas impostas por Trump.

“É um marco, em grande medida devido à demanda da indústria eletrônica avançada ligada à IA”, afirmou à AFP Diego Flores, responsável pelas indústrias eletrônicas e digitais da Secretaria de Economia do México.

O segmento, que inclui tecnologias como unidades de processamento e equipamentos para centros de dados, não está na pauta desta rodada de negociações.

Entre os produtos mais procurados estão os chassis que abrigam as placas de processamento de IA, componentes essenciais para os centros de dados que se multiplicam em estados americanos como Arizona e Texas.

O principal polo exportador é Jalisco, conhecido como o “Vale do Silício mexicano”. O estado reúne grandes empresas globais do setor e um ecossistema de startups, segundo Flores.

A taiwanesa Foxconn monta chassis em Jalisco e é parceira estratégica da fabricante americana de chips Nvidia. Em março, a empresa anunciou investimentos de US$ 137 milhões — cerca de R$ 697 milhões — em duas subsidiárias mexicanas, após estimar que sua produção poderá dobrar neste ano.

“Estados Unidos e México continuarão sendo nossos principais centros de produção”, afirmou o diretor-executivo da empresa, Michael Chiang. Ele anunciou que a companhia investirá 30% a mais do que em 2025 para ampliar sua capacidade ligada à inteligência artificial.

Com a explosão da demanda, a Flextronics, outra empresa do setor instalada em Jalisco, precisou usar áreas de estacionamento para expandir sua capacidade de produção, segundo Flores.

O crescimento, porém, ocorre em meio a um cenário político incerto. O governo Trump rejeitou a prorrogação do T-MEC por mais 16 anos e decidiu submeter o acordo a revisões anuais.

Além disso, o governo americano insiste que mais produtos sejam fabricados nos Estados Unidos, embora continue aumentando a dependência das importações do México, de Taiwan e da China para impulsionar o avanço da inteligência artificial.

Washington também tenta restringir o uso de tecnologia asiática na América do Norte, segundo William Jackson, economista da Capital Economics.

“O governo Trump precisa equilibrar a demanda por essas tecnologias com a necessidade de manter o país na vanguarda do desenvolvimento da IA”, afirmou Jackson à AFP. Para ele, “as tarifas poderiam prejudicar esse objetivo”.

O desafio de conciliar a preservação de uma indústria em rápida expansão com o discurso protecionista deixa o setor “muito facilmente na linha de fogo”, acrescentou.

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GM, dona da Chevrolet, eleva previsão de lucro após alta nas vendas de picapes e SUVs nos EUA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 21/07/2026 12:56

Carros GM, dona da Chevrolet, eleva previsão de lucro após alta nas vendas de picapes e SUVs nos EUA Lucro operacional da empresa no segundo trimestre cresceu 30% em relação a 2025; GM atribuiu o resultado à demanda por veículos mais caros, apesar de tarifas e inflação. Por Redação g1

A General Motors (GM), dona das marcas Chevrolet e Cadillac no Brasil, elevou nesta terça-feira (21), pela segunda vez neste ano, sua projeção de lucro para 2026. As informações são da agência Reuters.

A GM elevou sua expectativa de lucro para 2026 em US$ 500 milhões (R$ 2,54 bilhões), passando para uma faixa entre US$ 14 bilhões (R$ 71,12 bilhões) e US$ 16 bilhões (R$ 81,28 bilhões).

A GM cita, entre outros fatores, a manutenção de preços elevados nos Estados Unidos de picapes e SUVs de maior valor, os veículos mais lucrativos da empresa.

O lucro operacional da companhia no segundo trimestre cresceu 30% em relação ao mesmo período do ano passado.

Os resultados da montadora de Detroit, EUA, superaram com folga as estimativas de lucro dos analistas, apesar de um ambiente econômico instável, enquanto consumidores enfrentaram preços mais altos dos combustíveis, inflação persistente e desaceleração na geração de empregos durante o trimestre.

O forte lucro no mercado da América do Norte, o maior da companhia, foi impulsionado pelos preços elevados.

O preço médio de venda de um veículo da GM nos EUA ficou em cerca de US$ 52 mil (R$ 264.160, em conversão direta) no trimestre, ligeiramente acima do registrado um ano antes.

"Conseguimos superar parte dessa incerteza", afirmou o diretor financeiro da GM, Paul Jacobson, à CNBC nesta terça-feira pela manhã, acrescentando que os clientes da empresa "têm demonstrado muita resiliência".

Executivos da GM demonstraram confiança de que esse ritmo poderá continuar em 2027, com expectativa de crescimento da receita, do lucro operacional e da geração de caixa.

Um dos motores desse crescimento é o negócio de equipamentos de defesa, que deve gerar quase US$ 700 milhões (R$ 3,56 bilhões) em receita neste ano e crescer, em média, 30% ao longo dos próximos anos.

Em relatório a investidores divulgado nesta terça-feira, o analista Chris McNally, da Evercore ISI, afirmou que a GM tem apresentado uma execução consistente, mesmo enquanto algumas concorrentes globais enfrentam dificuldades.

O lucro antes de juros e impostos (Ebit) da companhia no trimestre subiu para US$ 3,9 bilhões (R$ 19,81 bilhões), ante cerca de US$ 3 bilhões (R$ 15,24 bilhões) um ano antes.

Em base ajustada, o lucro foi de US$ 3,57 por ação (R$ 18,14 por ação), acima da expectativa dos analistas, de US$ 3,20 por ação (R$ 16,26 por ação), segundo dados da LSEG.

A GM elevou sua projeção de lucro para 2026 em US$ 500 milhões (R$ 2,54 bilhões), passando para uma faixa entre US$ 14 bilhões (R$ 71,12 bilhões) e US$ 16 bilhões (R$ 81,28 bilhões), após já ter aumentado essa estimativa no mesmo valor anteriormente neste ano.

A demanda aquecida dos consumidores americanos ajudou a empresa a compensar as pressões provocadas pelo aumento dos custos de matérias-primas e das despesas relacionadas ao comércio exterior, incluindo os gastos adicionais com a transferência de parte da produção de veículos para os Estados Unidos para evitar as tarifas impostas pelo governo de Donald Trump.

A GM começará a produzir o Chevrolet Equinox e o Chevrolet Blazer nos Estados Unidos a partir de 2027.

Atualmente, esses SUVs da Chevrolet são fabricados no México. A montadora também está transferindo parte da produção de picapes para uma fábrica no estado de Michigan.

Segundo a empresa, a transferência da produção do exterior para os Estados Unidos, somada ao aumento dos gastos com software, gerou custos adicionais entre US$ 1 bilhão (R$ 5,08 bilhões) e US$ 1,5 bilhão (R$ 7,62 bilhões).

Ao mesmo tempo, a montadora foi beneficiada pelo aumento das vendas de veículos movidos a combustão e por uma forte queda nas vendas de veículos elétricos, segmento que historicamente gera prejuízo para a empresa.

A GM afirmou que as perdas com veículos elétricos deverão cair entre US$ 1 bilhão (R$ 5,08 bilhões) e US$ 1,5 bilhão (R$ 7,62 bilhões) neste ano.

Desde o segundo trimestre de 2025, a empresa registrou US$ 10,9 bilhões (R$ 55,37 bilhões) em despesas relacionadas aos veículos elétricos, incluindo US$ 2,3 bilhões (R$ 11,68 bilhões) neste trimestre.

Jacobson afirmou que a montadora concluiu as despesas em caixa relacionadas à redução de investimentos em veículos elétricos.

As medidas adotadas pelo governo do presidente Donald Trump no ano passado para flexibilizar as regras de eficiência energética e emissões de veículos, permitindo que as empresas comercializem mais carros com motores a combustão, devem beneficiar o resultado financeiro da GM entre US$ 500 milhões (R$ 2,54 bilhões) e US$ 750 milhões (R$ 3,81 bilhões) neste ano.

A maior montadora dos Estados Unidos em volume de vendas afirmou que seus resultados continuarão pressionados pelas tarifas e pelo aumento dos custos da cadeia de suprimentos.

A GM manteve a previsão anterior de que as tarifas terão um impacto negativo entre US$ 2,5 bilhões (R$ 12,70 bilhões) e US$ 3,5 bilhões (R$ 17,78 bilhões) em seus resultados.

A empresa também afirmou que a inflação dos custos de matérias-primas, semicondutores e logística deverá reduzir seus lucros entre US$ 1,5 bilhão (R$ 7,62 bilhões) e US$ 2 bilhões (R$ 10,16 bilhões) neste ano.

Na América do Norte, a margem de lucro aumentou para 8,6%, ante 6,1% no mesmo período do ano anterior, apesar da queda de 4% nas vendas trimestrais.

Na China, onde a GM passa por um processo de reestruturação, a empresa registrou ganho de equivalência patrimonial de US$ 83 milhões (R$ 421,64 milhões), acima dos US$ 71 milhões (R$ 360,68 milhões) registrados um ano antes.

Já os negócios internacionais, excluindo a China, registraram queda de 7% no lucro operacional, para US$ 190 milhões (R$ 965,20 milhões).

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INSS começa a analisar pedidos de pensão a órfãos de feminicídio; veja as regras e como pedir

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 21/07/2026 11:51

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,079-0,22%Dólar TurismoR$ 5,284-0,21%Euro ComercialR$ 5,792-0,31%Euro TurismoR$ 6,044-0,24%B3Ibovespa172.884 pts-0,28%MoedasDólar ComercialR$ 5,079-0,22%Dólar TurismoR$ 5,284-0,21%Euro ComercialR$ 5,792-0,31%Euro TurismoR$ 6,044-0,24%B3Ibovespa172.884 pts-0,28%MoedasDólar ComercialR$ 5,079-0,22%Dólar TurismoR$ 5,284-0,21%Euro ComercialR$ 5,792-0,31%Euro TurismoR$ 6,044-0,24%B3Ibovespa172.884 pts-0,28%Oferecido por

O INSS começará a analisar este mês mais de 400 pedidos de pensão para órfãos de vítimas de feminicídio, acumulados desde o início dos requerimentos.

O benefício de 1 salário mínimo mensal é destinado a menores de 18 anos, cuja renda familiar por pessoa seja de até R$ 405,25.

Para solicitar, o responsável deve atualizar o CadÚnico e fazer o pedido pelo aplicativo Meu INSS, pelo telefone 135 ou nas agências físicas.

Aprovada em outubro de 2023, a lei que criou o auxílio teve sua regulamentação finalizada apenas em maio, após a publicação de portaria do órgão.

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) promete analisar, ainda neste mês, o estoque de pedidos de pensão a crianças e adolescentes que perderam as mães vítimas de feminicídio.

São mais de 400 requerimentos parados. A partir de agora, o INSS diz que vai analisar o estoque de pedidos e também as novas solicitações para a pensão.

A lei que garante o benefício é de 2023, mas faltava uma etapa da regulamentação da lei que criou o auxílio a esses órfãos.

📄 O INSS começou a receber os pedidos em dezembro de 2025. Mas a portaria com detalhes do processo e critérios para que os requerimentos sejam analisados pelos técnicos da Previdência Social foi publicada no fim de maio.

🗓️ O INSS afirmou que, se os requerimentos apresentados desde dezembro forem aprovados, a pensão será paga de maneira retroativa a partir da data da solicitação do auxílio.

A pensão é destinada às crianças que perderam as mães vítimas de feminicídio. O valor corresponde a um salário mínimo por mês e será dividido entre os dependentes, caso haja mais de um beneficiário.

O pagamento é garantido até os 18 anos de idade e ser direcionado ao responsável legal cuja renda familiar seja de até R$ 405,25 por pessoa — o equivalente a um quarto do salário mínimo.

A comprovação do crime é feita com documentos do inquérito policial ou de decisão judicial sobre o caso.

Para fazer a solicitação da pensão, o Cadastro Único (CadÚnico) deve ter sido atualizado nos últimos dois anos e com o CPF de todas as pessoas da família.

O pedido deve ser feito pelo representante legal da criança ou do adolescente, diretamente ao INSS, seja em uma agência, pela central telefônica 135 ou pelo aplicativo Meu INSS.

Entre no Meu INSS;Informe o CPF e senha do gov.br;Siga para: "Do que você precisa?";Digite: "Pensão Especial – Dependentes de Vítimas de Feminicídio". Siga as orientações.

Auxílio a órfãos do feminicídio atende 18 crianças e adolescentes no Acre — Foto: Reprodução

A lei que criou a pensão foi aprovada pelo Congresso, em outubro de 2023, e sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no mesmo mês.

Mas a regulamentação – etapa que detalha os procedimentos para pagamento do benefício – demorou mais de dois anos e meio.

Primeiro, foi necessário um decreto presidencial para regulamentar a lei. O decreto foi publicado no fim do ano passado. A partir daí, o INSS começou a receber os requerimentos da pensão.

Mas ainda faltava outra regulamentação: uma portaria do INSS. Essa norma só foi publicada no fim de maio.

Em nota, o Palácio do Planalto disse que, para elaborar o decreto, vários ministérios foram envolvidos e que “essas definições exigiram estudos aprofundados e análises técnicas detalhadas”.

“Assim, o período transcorrido entre a sanção da lei e a edição do decreto regulamentador correspondeu ao tempo necessário para o tratamento criterioso da matéria, para assegurar a efetividade e a adequada implementação da política”, afirmou o governo.

“Qualquer novo benefício exige uma série de adaptações por parte da instituição”, declarou.

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Governo prepara ajuda em etapas a empresas afetadas por tarifaço

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 21/07/2026 11:51

O governo federal fecha nos próximos dias uma série de medidas para conter o impacto econômico tanto do novo tarifaço imposto pelos Estados Unidos ao Brasil quanto da alta do preço dos insumos de fertilizantes — impactado pela guerra no Oriente Médio e necessários para o agronegócio.

Segundo informou ao blog o ministro da Fazenda, Dario Durigan, as medidas a serem anunciadas nas duas frentes lidam com impactos aqui no Brasil de medidas externas.

➡️O tarifaço de 25% para mais de 2 mil produtos exportados aos EUA começa a valer nesta quarta-feira (22). Nesse contexto, o vice-presidente Geraldo Alckmin e os ministros da Fazenda e da Indústria e Comércio se reúnem nesta terça (21) com setores afetados.

Entre os setores mais atingidos pelas novas tarifas estão o de móveis, calçados e máquinas e equipamentos.

O objetivo do governo é ouvir as necessidades dos empresários e ajudar na busca de novos mercados e na sobrevivência de empresas (leia mais abaixo).

Agro brasileiro estima em mais de 36% o impacto do novo tarifaço de Trump; governo fala em manter diálogo e negociação — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

A ajuda anunciada pelo governo deve ocorrer em etapas, de forma pontual e com entrega de contrapartidas pelas empresas, como manutenção de pelo menos parte dos empregos.

Segundo integrantes do governo, a ajuda não deve ocorrer com cotas para exportação ou desonerações.

Isso quer dizer que a estratégia não deve girar em torno da definição de limites para quantidade de produtos exportados ou na redução ou retirada de impostos para amenizar custos das empresas.

Além do tarifaço que entra em vigor nesta quarta, ministros já se preparam para a nova tarifa adicional de 12,5%, que, segundo integrantes do governo, pode já ser anunciada nesta quarta e que deve afetar Brasil e outros 59 países.

Em outra frente, o governo também prepara medidas para reduzir o impacto da alta dos insumos para fertilizantes utilizados pelo agronegócio brasileiro.

O que está em estudo é uma linha de crédito para as empresas misturadoras, responsáveis pelo produto final utilizado na agricultura brasileira.

Essas empresas são responsáveis por comprar matérias-primas, como nitrogênio, fósforo e potássio, e fazer as combinações adequadas para produzir os fertilizantes usados nas lavouras brasileiras.

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Tarifaço: setor de máquinas diz não apoiar reciprocidade e defende ampliação de programa de crédito para empresas afetadas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 21/07/2026 11:51

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,078-0,24%Dólar TurismoR$ 5,283-0,24%Euro ComercialR$ 5,791-0,34%Euro TurismoR$ 6,042-0,27%B3Ibovespa172.866 pts-0,29%MoedasDólar ComercialR$ 5,078-0,24%Dólar TurismoR$ 5,283-0,24%Euro ComercialR$ 5,791-0,34%Euro TurismoR$ 6,042-0,27%B3Ibovespa172.866 pts-0,29%MoedasDólar ComercialR$ 5,078-0,24%Dólar TurismoR$ 5,283-0,24%Euro ComercialR$ 5,791-0,34%Euro TurismoR$ 6,042-0,27%B3Ibovespa172.866 pts-0,29%Oferecido por

Representantes da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) afirmaram nesta terça-feira (21) que são contra a aplicação, pelo Brasil, de reciprocidade tarifária sobre produtos americanos importados pelas empresas brasileiras.

Os representantes do setor de máquinas e equipamentos se reuniram com o vice-presidente Geraldo Alckmin e com os ministros Márcio Elias Rosa (Desenvolvimento, Indústria e Comércio) e Dario Durigan (Fazenda).

O Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio (MDIC) está realizando uma série de reuniões com setores que devem ser mais afetados pelo tarifaço imposto pelo governo Donald Trump contra produtos brasileiros. O objetivo é encontrar medidas para diminuir os efeitos da taxação norte-americana na economia do país.

Após o encontro, representantes da Abimaq defenderam a ampliação do programa Brasil Soberano, que prevê linhas de crédito com melhores condições para os setores afetados pelo tarifaço. O governo já indicou que deve reforçar esse programa.

O setor de máquinas e equipamentos também pede o reforço das negociações diplomáticas e da busca por novos mercados, além da adoção de medidas para ampliar a competitividade da indústria nacional.

Indústria de máquinas agrícolas da região de Ribeirão Preto (SP) — Foto: Thiago Aureliano/EPTV

Na semana passada, o governo dos Estados Unidos confirmou a aplicação de uma nova tarifa de 25% sobre produtos brasileiros após concluir uma investigação comercial conduzida pelo Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR, sigla em inglês).

🔎A medida foi adotada com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, mecanismo usado pelo governo americano para apurar práticas consideradas prejudiciais ao comércio do país.

Apesar da nova taxa, uma extensa lista de produtos foi excluída da sobretaxa. O governo brasileiro reagiu afirmando que a medida não tem justificativa econômica e foi motivada por razões políticas.

Em nota, o governo Lula classificou a decisão como um "marco lastimável" na relação bilateral e afirmou que poderá recorrer à Lei da Reciprocidade Econômica. A tarifa começa a ser aplicada nesta quarta-feira (22).

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Conselho deve liberar R$ 13 bilhões do lucro do FGTS a 138 milhões de trabalhadores até agosto; entenda

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 21/07/2026 10:51

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,076-0,27%Dólar TurismoR$ 5,283-0,23%Euro ComercialR$ 5,792-0,32%Euro TurismoR$ 6,045-0,21%B3Ibovespa173.433 pts0,04%MoedasDólar ComercialR$ 5,076-0,27%Dólar TurismoR$ 5,283-0,23%Euro ComercialR$ 5,792-0,32%Euro TurismoR$ 6,045-0,21%B3Ibovespa173.433 pts0,04%MoedasDólar ComercialR$ 5,076-0,27%Dólar TurismoR$ 5,283-0,23%Euro ComercialR$ 5,792-0,32%Euro TurismoR$ 6,045-0,21%B3Ibovespa173.433 pts0,04%Oferecido por

O Conselho Curador do FGTS deve liberar, até o final do mês de agosto, o pagamento de R$ 13,04 bilhões relativos ao lucro do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) em 2025 a 138,2 milhões de trabalhadores com saldo em conta vinculada.

A decisão sobre o pagamento será formalizada na próxima terça-feira (28), quando está marcada uma reunião do Conselho — formado por representantes do governo, dos patrões e dos trabalhadores.

➡️Os valores devem ser creditados nas contas dos trabalhadores até 31 de agosto de 2026. As consultas serão liberadas no site da Caixa ou pelo aplicativo do FGTS no celular.

No ano passado, o FGTS registrou resultado positivo de cerca de R$ 14,6 bilhões. O valor a ser distribuído representa 89% do lucro registrado no período.

Com a distribuição do lucro, a rentabilidade total das contas, em 2025, atingirá 6,90% — o que representa um ganho real (acima da inflação) de 2,53 pontos percentuais. No ano passado, o IPCA, a inflação oficial do país, somou 4,26%.

Pela proposta, o crédito será equivalente a um acréscimo de 1,87% na rentabilidade de cada conta, proporcional ao saldo individual. Se um trabalhador tiver um saldo R$ 1 mil, por exemplo, terá um crédito, em sua conta vinculada, de R$ 18,68, e assim por diante.

De acordo com decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), a remuneração do FGTS deve garantir, no mínimo, a correção pelo IPCA em todos os anos.

💲Todas as pessoas com contas (ativas ou inativas) vinculadas ao FGTS em 2025, com saldo em dezembro, terão direito a receber uma parcela dos lucros.💲A divisão é proporcional ao saldo em cada conta. Quanto maior o saldo do trabalhador, mais ele irá receber de parte do lucro do FGTS.💲Para calcular o valor a ser creditado, o trabalhador deve multiplicar o saldo existente na conta de FGTS em 31/12/2025 pelo índice de 0,01868341.

Confirmando a distribuição do lucro neste ano, o Conselho do FGTS manterá uma rotina que vigorou nos últimos anos.

Em 2025, o Conselho do FGTS aprovou a divisão de 95% do lucro obtido em 2024 aos trabalhadores. Ao todo, foram repassados R$ 12,9 bilhões.Em 2024, o conselho do FGTS aprovou a distribuição de R$ 15,2 bilhões aos trabalhadores relativos a parte do lucro registrado no ano anterior. A decisão foi unânime.Em 2023, o FGTS registrou um lucro recorde de R$ 23,4 bilhões. Mas, pela proposta do Ministério do Trabalho, somente parte desse valor, cerca de 65%, foi destinado aos trabalhadores.

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Embraer fecha acordo para vender até 45 aviões ao grupo controlador da Gol e da Avianca

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 21/07/2026 10:51

Vale do Paraíba e Região Embraer fecha acordo para vender até 45 aviões ao grupo controlador da Gol e da Avianca Acordo prevê a compra de 20 aeronaves E195-E2, além de opções e direitos de compra para outras 25. Fabricante também anunciou novos negócios com empresas da Espanha, Luxemburgo e Estados Unidos durante feira no Reino Unido. Por g1 Vale do Paraíba e Região

A Embraer anunciou nesta terça-feira (21) um acordo para vender até 45 aeronaves E195-E2 ao Grupo Abra. O negócio ocorreu na feira Farnborough Airshow, no Reino Unido.

O contrato prevê 20 compras firmes, 10 opções e 15 direitos de compra, com entregas a partir de 2027. O valor da transação não foi revelado pela fabricante.

Segundo o Grupo Abra, as aeronaves vão ampliar a flexibilidade da frota na América Latina. O modelo E195-E2 promete menor consumo de combustível e menos emissões.

Durante o evento, a Embraer também fechou acordos de vendas com as companhias Binter e Luxair, além de conversão de 30 cargueiros com a empresa Azorra.

A Embraer anunciou nesta terça-feira (21) a venda de até 45 aeronaves E195-E2 para o Grupo Abra, controlador das companhias aéreas Gol, Avianca e Wamos Air. O anúncio foi feito durante o Farnborough Airshow, uma das principais feiras de aviação do mundo, realizada no Reino Unido.

O acordo prevê a compra de 20 aeronaves, além de 10 opções de compra e 15 direitos de compra, o que pode elevar o negócio para até 45 aviões. O valor do acordo não foi revelado.

As primeiras entregas estão previstas para o quarto trimestre de 2027. Segundo a Embraer, o pedido será incluído na carteira de encomendas do terceiro trimestre de 2026 assim que o contrato for concluído.

De acordo com o Grupo Abra, as novas aeronaves vão ampliar a flexibilidade da frota, permitindo abrir novas rotas, aumentar a frequência de voos e atender a demanda de mercados domésticos e regionais da América Latina.

O E195-E2 é o maior avião comercial fabricado pela Embraer. O modelo é equipado com motores de nova geração, com redução das emissões de carbono e menos ruído em comparação com aeronaves da geração anterior.

Além da venda para o Grupo Abra, a Embraer anunciou outros três acordos durante a feira de Farnborough. A companhia aérea espanhola Binter encomendou mais cinco aeronaves E195-E2 e garantiu quatro direitos de compra.

A Luxair, companhia aérea de Luxemburgo, converteu direitos de compra em um pedido firme de três aeronaves E190-E2 e tem um novo direito de compra. A empresa já opera quatro aviões E195-E2 da Embraer e passará a contar com nove aeronaves da família E2 encomendadas.

Embraer anuncia acordo para venda de até 30 cargueiros à empresa dos EUA especializada em em aluguel de aeronaves — Foto: Divulgação/Embraer

Já a empresa norte-americana Azorra anunciou um acordo para converter até 30 aeronaves E190 de passageiros em cargueiros. O contrato inclui 20 pedidos firmes de conversão e outros 10 direitos de compra. Os cargueiros serão destinados ao mercado de transporte expresso de cargas.

Os anúncios reforçam a série de novos negócios fechados pela Embraer durante o Farnborough Airshow, um dos principais eventos da indústria aeronáutica mundial.

A Azorra já é cliente da Embraer. Em junho deste ano, a empresa anunciou a compra de 15 jatos E195-E2, com opção para adquirir outras 15 aeronaves do mesmo modelo.

Vista da sede da Embraer, em São José dos Campos, interior de SP — Foto: Luis Lima Jr./Futura Press/Estadão Conteúdo

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Ford faz recall no Brasil, mas defeito em Mustang só será consertado em 2027

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 21/07/2026 10:51

Carros Ford faz recall no Brasil, mas defeito em Mustang só será consertado em 2027 Falha pode comprometer o funcionamento dos limpadores e do esguicho de água em temperaturas de 0°C ou inferiores. Proprietários terão de esperar até 2027 pela solução. Por Redação g1

A Ford do Brasil anunciou nesta terça-feira (21) um recall para o Mustang por falha nos limpadores do para-brisa. Os modelos envolvidos foram fabricados entre 2024 e 2026.

Segundo a marca, existe o risco de o esguicho de água e os limpadores não funcionarem e, por isso, pode haver a diminuição ou perda de visibilidade.

De acordo com a Ford, esta condição acaba “aumentando o risco de acidente com possíveis danos físicos aos ocupantes do veículo e a terceiros”.

O motivo do possível defeito é uma falha na programação que pode afetar o funcionamento do motor do limpador quando a temperatura atinge 0 grau Celsius ou menos.

“Nessa condição, os limpadores podem funcionar apenas na velocidade alta, e o esguicho de água do para-brisa pode não funcionar, sem aviso prévio ao condutor”, diz a Ford em nota.

A Ford só vai começar a atender este recall no segundo trimestre de 2027. Segundo o comunicado, a solução para o problema só vai estar disponível nesta data.

A reportagem do g1 entrou em contato com a Ford para entender a razão da demora em arrumar os modelos. Também foi perguntado se os Mustang envolvidos no recall podem trafegar sem a solução do recall.

Mustang – Modelo 2024 – Chassis: de R5433555 até R5434492.Mustang – Modelo 2025 – Chassis: de S5405308 até S5504022.Mustang – Modelo 2026 – Chassis: de T5501127 até T5501731.

Em junho deste ano, a Ford já havia feito um outro recall e pediu para os proprietários não conduzirem os veículos envolvidos no recall.

Os modelos Bronco Sport, fabricados entre 2021 e 2025, e Maverick, produzidos entre 2022 e 2025, poderiam apresentar um problema na fixação do braço inferior da suspensão dianteira. Segundo a Ford, 237 unidades dos dois veículos fazem parte deste recall.

A montadora, na ocasião, recomendou que os proprietários dos veículos afetados evitassem conduzir os carros até que o atendimento seja realizado em uma concessionária.

O chamado ocorreu devido a uma falha detectada no processo de montagem. Segundo a Ford, o braço inferior da suspensão dianteira, em ambos os lados dos veículos, poderia não estar fixado de maneira correta no suporte da roda dianteira.

Caso ocorra a falha de fixação, a peça poderá se soltar do suporte da roda. O defeito acarreta o risco de o motorista perder o controle do veículo em movimento, o que eleva a possibilidade de acidentes com danos físicos e riscos fatais aos ocupantes do automóvel e a terceiros.

O tempo estimado para a execução do serviço é de cerca de 20 minutos, embora o prazo possa variar segundo o fluxo da concessionária escolhida.

O atendimento aos proprietários do Bronco Sport e da Maverick já está aberto. Os clientes devem realizar o agendamento do serviço, disponível de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.

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Dólar abre em queda, com conflito no Oriente Médio no radar

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 21/07/2026 09:53

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,089-0,43%Dólar TurismoR$ 5,295-0,41%Euro ComercialR$ 5,810-0,65%Euro TurismoR$ 6,058-0,63%B3Ibovespa173.371 pts-0,2%MoedasDólar ComercialR$ 5,089-0,43%Dólar TurismoR$ 5,295-0,41%Euro ComercialR$ 5,810-0,65%Euro TurismoR$ 6,058-0,63%B3Ibovespa173.371 pts-0,2%MoedasDólar ComercialR$ 5,089-0,43%Dólar TurismoR$ 5,295-0,41%Euro ComercialR$ 5,810-0,65%Euro TurismoR$ 6,058-0,63%B3Ibovespa173.371 pts-0,2%Oferecido por

O dólar abriu a sessão desta terça-feira (21) em queda, com recuo de 0,14% perto das 9h, cotado a R$ 5,0829, conforme investidores acompanham os desdobramentos do conflito no Oriente Médio. Já as negociações do Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, começam às 10h.

▶️ O aumento das tensões no Oriente Médio segue pressionando os preços do petróleo no mercado internacional. Apesar de mediadores terem pedido um cessar-fogo entre os Estados Unidos e o Irã para negociações, os ataques continuam. Na véspera, os EUA lançaram uma nova ofensiva, e explosões foram ouvidas em Bandar Abbas, perto do Estreito de Ormuz.

As ofensivas voltam a levantar preocupações sobre eventuais impactos na oferta global de petróleo. Perto das 8h40, o barril do Brent, referência internacional, tinha alta de 1,33%, cotado a US$ 90,41. Já o West Texas Intermediate (WTI), dos EUA, subia 1,59% no mesmo horário, cotado a US$ 84,55 por barril.

O conflito entre os Estados Unidos e o Irã continua a preocupar investidores globais. Na véspera, após novos ataques dos EUA, a mídia iraniana reportou explosões e Bandar Abbas, perto do Estreito de Ormuz, rota por onde passa cerca de 20% de todo o comércio global de petróleo.

Segundo o Comando Central americano, a ofensiva "visa degradar ainda mais as capacidades militares iranianas usadas para atacar a navegação comercial no Estreito de Ormuz". Durante o final de semana, pelo menos quatro militares americanos morreram durante ataques iranianos.

Ainda na segunda-feira, o presidente dos EUA, Donald Trump, renovou a promessa de retaliação contra a morte de militares americanos.

A escalada das tensões volta a trazer preocupações sobre o Estreito de Ormuz, uma das principais rotas marítimas para o transporte global de petróleo.

O dia era positivo na Europa, onde os principais índices da região operavam em alta. Investidores continuavam a avaliar o novo ministro de finanças do Reino Unido e seguiam atentos aos desdobramentos da guerra no Irã.

Entre os principais índices da região, o DAX, da Alemanha, subia 0,15%, enquanto o CAC-40, da França, avançava 0,10% e o FTSE 100, do Reino Unido, tinha alta de 0,15%. O Ibex 35, da Espanha, tinha fanhos de 0,73%.

Na Ásia, as ações de tecnologia chinesas subiram nesta terça-feira (21) e ajudaram a impulsionar os principias índices de referência da região, conforme os papéis de semicondutores se recuperaram das perdas registradas na véspera.

O CSI 300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzen, avançou 3,06%, enquanto o índice composto de Xangai, o SSEC, teve alta de 1,79%.

Entre as demais bolsas da região, o Hang Seng, de Hong Kong, caiu 0,04%, enquanto o Kospi, da Coreia do Sul teve uma valorização de 3,56% e o Nikkei, do Japão, subiu 3,26%.

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Sabre de luz de Luke Skywalker é leiloado por US$ 3,75 milhões

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 21/07/2026 09:53

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,089-0,43%Dólar TurismoR$ 5,295-0,41%Euro ComercialR$ 5,810-0,65%Euro TurismoR$ 6,058-0,63%B3Ibovespa173.371 pts-0,2%MoedasDólar ComercialR$ 5,089-0,43%Dólar TurismoR$ 5,295-0,41%Euro ComercialR$ 5,810-0,65%Euro TurismoR$ 6,058-0,63%B3Ibovespa173.371 pts-0,2%MoedasDólar ComercialR$ 5,089-0,43%Dólar TurismoR$ 5,295-0,41%Euro ComercialR$ 5,810-0,65%Euro TurismoR$ 6,058-0,63%B3Ibovespa173.371 pts-0,2%Oferecido por

Sabre de luz de Luke Skywalker, acompanhado de mão decepada, foi usado por Mark Hamill em "O Império Contra-Ataca". — Foto: Heritage Auctions

Um sabre de luz de Luke Skywalker acompanhado de uma mão decepada foi vendido por R$ 19 milhões (US$ 3,75 milhões) em um leilão da Heritage Auctions, em Dallas, no Texas, no dia 15 deste mês. O resultado só foi divulgado na segunda-feira (20).

O objeto foi usado por Mark Hamill na cena do duelo final entre Luke Skywalker e Darth Vader em "O Império Contra-Ataca" (1980), segundo filme da saga "Star Wars". É nesse momento que Vader revela a icônica frase "Eu sou seu pai" e corta a mão de Luke.

Segundo a Heritage, esse foi o maior valor já pago por um objeto de cena utilizado em um filme da franquia "Star Wars", destacou a agência de notícias Associated Press.

A venda fez parte do leilão Hollywood & Entertainment Signature, que também reuniu outros itens icônicos do cinema.

Um chapéu da Bruxa Má do Oeste, usado pela atriz Margaret Hamilton em "O Mágico de Oz" (1939), foi vendido por US$ 550 mil. Já a cartola marrom usada por Gene Wilder em "A Fantástica Fábrica de Chocolate" (1971) foi arrematada por US$ 350 mil.

O baú de Daenerys Targaryen, com os ovos de dragão em seu interior, usado na primeira temporada de "Game of Thrones", foi vendido por US$ 312,5 mil.

O ator Mark Hamill, conhecido pelo papel de Luke Skywalker, na pré-estreia em Hollywood de 'Star Wars: Episódio VII – O despertar da força' nesta segunda-feira (14) — Foto: Mario Anzuoni/Reuters

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