Negócios

‘Não queremos perder o mercado americano’, diz presidente da ApexBrasil ao anunciar plano de diversificação

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

‘Não queremos perder o mercado americano’, diz presidente da ApexBrasil ao anunciar plano de diversificação

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/07/2026 20:51

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1220,2%Dólar TurismoR$ 5,3250,17%Euro ComercialR$ 5,8320,35%Euro TurismoR$ 6,0780,32%B3Ibovespa176.565 pts0,7%MoedasDólar ComercialR$ 5,1220,2%Dólar TurismoR$ 5,3250,17%Euro ComercialR$ 5,8320,35%Euro TurismoR$ 6,0780,32%B3Ibovespa176.565 pts0,7%MoedasDólar ComercialR$ 5,1220,2%Dólar TurismoR$ 5,3250,17%Euro ComercialR$ 5,8320,35%Euro TurismoR$ 6,0780,32%B3Ibovespa176.565 pts0,7%Oferecido por

Laudemir Müller , presidente da agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), afirmou que a estratégia comercial do Brasil, neste momento, não é de abandono do mercado norte-americano, mas de ampliação a presença brasileira em outros destinos.

"Não queremos perder o mercado americano. Estamos trabalhando para aumentar nossa participação nos produtos que foram isentos, mas, ao mesmo tempo, fazendo um trabalho forte de diversificação", afirmou.

Durante o evento Brazil-Korea Business Roundtable, realizado nesta terça-feira (28), em São Paulo, Laudemir foi questionado sobre a estratégia brasileira para reduzir a dependência de mercados específicos, como o norte-americano.

Além de demonstrar otimismo com a balança comercial e futuras parcerias, anunciou que a agência lançará, em 11 de agosto, um plano de diversificação voltado aos setores afetados pelas tarifas impostas pelos Estados Unidos.

Presidente da ApexBrasil, Laudemir Müller (à direita), ao lado de Márcio Elias Rosa, Ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (à esqueda), durante evento Brazil-Korea Business Roundtable. — Foto: Isabela Ortiz/g1

Segundo ele, a iniciativa reunirá ações específicas para ampliar a presença de produtos brasileiros em novos mercados, com base em estudos de inteligência comercial realizados em parceria com entidades setoriais e o setor produtivo.

"No dia 11, em São Paulo, vamos lançar um plano de diversificação junto com os setores empresariais. Para cada um dos 43 setores afetados pelas tarifas, vamos apontar quais são as prioridades e onde vamos investir para ampliar a diversificação dos mercados", afirmou.

Müller explicou que a estratégia faz parte de um movimento mais amplo da ApexBrasil para reduzir a concentração das exportações brasileiras e ampliar a presença do país em mercados considerados estratégicos.

"É isso que a gente vai acelerar daqui para frente: trabalhar para diversificar os nossos parceiros e os nossos mercados", disse.

De acordo com o presidente da agência, esse processo já começou entre empresas que exportam para os Estados Unidos. Segundo ele, 72% das 2.400 empresas atendidas pela ApexBrasil que exportam para o mercado americano já passaram a atuar em pelo menos um mercado adicional, como forma de reduzir riscos.

A instabilidade no comércio internacional tem levado empresas e governos a buscar parceiros considerados mais previsíveis.

China reconhece que Brasil está livre da febre aftosa e suspende restrições à exportação de carne bovina brasileira — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

"Essa instabilidade no comércio internacional não ajuda as empresas. Ela faz com que todo mundo reveja quem são os seus parceiros e trabalhe a diversificação. Bons parceiros, estáveis, confiáveis e capazes de desenvolver uma relação de longo prazo", disse.

Ao citar a Coreia do Sul como exemplo dessa estratégia, Müller afirmou que o país asiático reúne oportunidades relevantes para ampliar as exportações brasileiras, especialmente em alimentos, biocombustíveis, minerais críticos e tecnologia. Hoje, o Brasil responde por cerca de 1% das importações sul-coreanas, apesar de a Coreia importar aproximadamente US$ 600 bilhões por ano.

O presidente da ApexBrasil acrescentou que o objetivo brasileiro é atrair investimentos para desenvolver a cadeia de minerais críticos no país, em vez de apenas exportar matérias-primas.

"O Brasil espera construir a cadeia de minerais críticos e raros aqui. Para isso, precisamos principalmente de investimento internacional e de mercado. A Coreia tem tecnologia, capital e demanda, o que torna esse diálogo estratégico", afirmou.

Ex-artilheiro do Gauchão revela vício em apostas: "Doença me fez tomar atitudes horríveis"

Há 49 minutos Mundo Loterias 🍀🍀🍀DAQUI A POUCO: Caixa sorteia Mega-Sena; prêmio estimado é de R$ 78 milhões

Há 7 minutos Sorteios Caixa Programa para endividadosGoverno prorroga o Desenrola 2.0 até o dia 31 de agosto; veja os detalhes

Há 2 horas Economia Fundo de GarantiaFGTS vai distribuir R$ 13 bilhões do lucro; veja todos os detalhes

Há 8 horas Economia Gastos de brasileiros no exterior batem recorde no 1º semestreHá 8 horasPrévia da inflação sobe 0,06% em julho puxada por energia elétricaHá 8 horasEm evento do SUS no Rio’Saúde não é para rico’: Lula pede para diretor da OMS levar recado a Trump

Há 3 horas Rio de Janeiro Crise diplomáticaAtitude de Milei é ‘lamentável’ e um desserviço à Argentina, diz Alckmin

Há 1 hora Economia Crise diplomáticaA comparação entre as economias de Brasil e Argentina em 8 gráficos

Há 11 horas Economia Após falas de Milei, Fundação Cacique Cobra Coral suspende assistência climática à ArgentinaHá 11 horasConfiança dos argentinos em Milei é a menor desde eleição, diz pesquisaHá 11 horasVídeo com lista de quem a Argentina vai processar por ‘argentinofobia’ é FAKEHá 11 horas’Não queremos perder o mercado americano’Agência de exportações anuncia plano de ampliação para novos mercados após tarifaço