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Mega-Sena, concurso 3037: confira os números sorteados

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/07/2026 22:03

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena, concurso 3037: confira os números sorteados Caso alguém tivesse acertado a edição desta terça (28), levaria o prêmio de R$ 76.925.464,64. Por Redação g1 — São Paulo

O sorteio do concurso 3037 da Mega-Sena foi realizado na noite desta terça (28), em São Paulo. Nenhuma aposta acertou as seis dezenas e prêmio acumulado para o próximo sorteio está estimado em R$ 86 milhões.

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Nenhuma aposta acertou as seis dezenas38 apostas acertaram 5 dezenas e levaram R$ 63.121,17 cada3.447 apostas acertaram as 4 dezenas e levaram R$ 1.147,01 cada

O g1 passou a transmitir, desde abril, todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube.

A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

A aposta mínima custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

Os jogos podem ser realizados até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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Governo Trump proíbe novos robôs humanoides chineses para proteger desenvolvimento de IA nos EUA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/07/2026 22:03

Tecnologia Governo Trump proíbe novos robôs humanoides chineses para proteger desenvolvimento de IA nos EUA Medida também restringe equipamentos usados em sistemas de energia renovável e mira riscos de espionagem, ataques cibernéticos e dependência tecnológica. Por Reuters — São Paulo

Robôs humanoides são exibidos durante o lançamento do robô humanoide U1, produzido pela UWORLD, uma marca da UBTECH Robotics, em Shenzhen, na província de Guangdong, na China, em 30 de junho de 2026. — Foto: Adek Berry/AFP

Os Estados Unidos divulgaram nesta terça-feira (28) medidas que restringem a importação de novos robôs e inversores de energia chineses. Segundo o governo de Donald Trump, o objetivo é proteger o avanço da inteligência artificial (IA) no país contra riscos à segurança nacional e trazer de volta indústrias estratégicas com forte potencial de crescimento.

As regras, divulgadas pela Comissão Federal de Comunicações (FCC), proíbem a importação de novos robôs humanoides e quadrúpedes fabricados na China, além de inversores de energia conectados — equipamentos que permitem a integração de fontes renováveis e baterias às redes elétricas e aos sistemas de data centers.

As restrições indicam que o governo Trump busca proteger a cadeia de produção ligada à inteligência artificial nos EUA contra riscos de interrupções, roubo de dados e ataques cibernéticos atribuídos à China, além de incentivar empresas a transferirem suas fábricas para o país.

“Esses dispositivos poderiam criar vulnerabilidades na cadeia de suprimentos que poderiam prejudicar a segurança econômica e nacional dos EUA e gerar um risco à segurança cibernética que ameaçaria a infraestrutura crítica americana”, afirmou a comissão em comunicado.

“A FCC continuará a fazer sua parte para proteger as cadeias de suprimentos críticas dos Estados Unidos”, acrescentou o presidente da FCC, Brendan Carr, em nota à imprensa.

A embaixada da China em Washington não respondeu imediatamente a um pedido de comentário da Reuters.

Robôs humanoides, equipados com “cérebros” baseados em IA, devem ser amplamente adotados nos setores de consumo e industrial, segundo previsões de analistas. Ao mesmo tempo, a rápida expansão dos data centers nos EUA dependerá de fontes confiáveis de inversores de energia.

O secretário do Tesouro americano, Scott Bessent, alertou que empresas chinesas de IA podem sofrer sanções dos EUA por suposto roubo de propriedade intelectual americana.

Autoridades norte-americanas também buscam evitar um cenário semelhante ao dos minerais de terras raras — insumos essenciais para a fabricação de tecnologias e amplamente controlados pela China. Pequim tem usado esse domínio para obter vantagens no cenário internacional.

Após as medidas anunciadas nesta terça-feira, a expectativa é que a FCC isente muitos fornecedores não chineses das restrições, assim como fez com as recentes proibições envolvendo drones e roteadores estrangeiros, segundo quatro fontes ouvidas pela Reuters.

As medidas entraram em vigor assim que foram publicadas e se aplicam apenas a modelos de robôs e inversores que ainda não chegaram ao mercado. No entanto, a FCC também tem autoridade para revogar autorizações de venda de modelos já aprovados para comercialização nos EUA.

O presidente Donald Trump é apontado como responsável por ampliar a atenção internacional sobre o desafio tecnológico representado pela China durante seu primeiro mandato, ao reforçar preocupações sobre o roubo de propriedade intelectual por empresas chinesas e possíveis casos de espionagem estatal envolvendo gigantes chinesas de telecomunicações, como a Huawei.

Mas, até o momento, Trump tem adotado uma abordagem mais moderada em seu segundo mandato, apesar do uso agressivo de controles de exportação sobre minerais de terras raras por Pequim no ano passado.

A expectativa é que a proibição afete a Unitree, líder mundial no segmento de robôs humanoides, com pouco menos de um quinto da participação no mercado global, segundo a Counterpoint Research.

A empresa, uma das três companhias chinesas que dominam um setor emergente e em rápida expansão, foi recentemente incluída na lista do Pentágono de supostas empresas chinesas apoiadas pelas Forças Armadas, um possível sinal de medidas mais duras por parte dos EUA.

A Unitree firmou recentemente uma parceria com a Nvidia para usar o chip Blackwell, de última geração, da fabricante de chips de IA como o “cérebro” de um de seus robôs. A Nvidia afirmou que os dados coletados pelos robôs permanecerão nos EUA e que os principais clientes da Unitree são instituições acadêmicas e de pesquisa americanas.

Defensores de uma postura mais dura em relação à China temem que os robôs possam ser usados para espionar setores estratégicos dos EUA, coletando dados para Pequim ou comprometendo funções essenciais.

Os robôs “coletam dados que poderiam ser usados por agentes mal-intencionados para vigiar americanos, aprimorar as capacidades de serviços de inteligência estrangeiros ou assumir o controle remoto dos equipamentos”, disse a FCC nesta terça-feira.

A China é a maior fabricante mundial de inversores, com o setor liderado pela Sungrow Power Supply e pela Huawei, empresas que já sofrem pesadas sanções dos EUA. Pequim vem ampliando sua presença no mercado ocidental de inversores ao reduzir os preços.

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‘Não queremos perder o mercado americano’, diz presidente da ApexBrasil ao anunciar plano de diversificação

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/07/2026 20:51

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1220,2%Dólar TurismoR$ 5,3250,17%Euro ComercialR$ 5,8320,35%Euro TurismoR$ 6,0780,32%B3Ibovespa176.565 pts0,7%MoedasDólar ComercialR$ 5,1220,2%Dólar TurismoR$ 5,3250,17%Euro ComercialR$ 5,8320,35%Euro TurismoR$ 6,0780,32%B3Ibovespa176.565 pts0,7%MoedasDólar ComercialR$ 5,1220,2%Dólar TurismoR$ 5,3250,17%Euro ComercialR$ 5,8320,35%Euro TurismoR$ 6,0780,32%B3Ibovespa176.565 pts0,7%Oferecido por

Laudemir Müller , presidente da agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), afirmou que a estratégia comercial do Brasil, neste momento, não é de abandono do mercado norte-americano, mas de ampliação a presença brasileira em outros destinos.

"Não queremos perder o mercado americano. Estamos trabalhando para aumentar nossa participação nos produtos que foram isentos, mas, ao mesmo tempo, fazendo um trabalho forte de diversificação", afirmou.

Durante o evento Brazil-Korea Business Roundtable, realizado nesta terça-feira (28), em São Paulo, Laudemir foi questionado sobre a estratégia brasileira para reduzir a dependência de mercados específicos, como o norte-americano.

Além de demonstrar otimismo com a balança comercial e futuras parcerias, anunciou que a agência lançará, em 11 de agosto, um plano de diversificação voltado aos setores afetados pelas tarifas impostas pelos Estados Unidos.

Presidente da ApexBrasil, Laudemir Müller (à direita), ao lado de Márcio Elias Rosa, Ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (à esqueda), durante evento Brazil-Korea Business Roundtable. — Foto: Isabela Ortiz/g1

Segundo ele, a iniciativa reunirá ações específicas para ampliar a presença de produtos brasileiros em novos mercados, com base em estudos de inteligência comercial realizados em parceria com entidades setoriais e o setor produtivo.

"No dia 11, em São Paulo, vamos lançar um plano de diversificação junto com os setores empresariais. Para cada um dos 43 setores afetados pelas tarifas, vamos apontar quais são as prioridades e onde vamos investir para ampliar a diversificação dos mercados", afirmou.

Müller explicou que a estratégia faz parte de um movimento mais amplo da ApexBrasil para reduzir a concentração das exportações brasileiras e ampliar a presença do país em mercados considerados estratégicos.

"É isso que a gente vai acelerar daqui para frente: trabalhar para diversificar os nossos parceiros e os nossos mercados", disse.

De acordo com o presidente da agência, esse processo já começou entre empresas que exportam para os Estados Unidos. Segundo ele, 72% das 2.400 empresas atendidas pela ApexBrasil que exportam para o mercado americano já passaram a atuar em pelo menos um mercado adicional, como forma de reduzir riscos.

A instabilidade no comércio internacional tem levado empresas e governos a buscar parceiros considerados mais previsíveis.

China reconhece que Brasil está livre da febre aftosa e suspende restrições à exportação de carne bovina brasileira — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

"Essa instabilidade no comércio internacional não ajuda as empresas. Ela faz com que todo mundo reveja quem são os seus parceiros e trabalhe a diversificação. Bons parceiros, estáveis, confiáveis e capazes de desenvolver uma relação de longo prazo", disse.

Ao citar a Coreia do Sul como exemplo dessa estratégia, Müller afirmou que o país asiático reúne oportunidades relevantes para ampliar as exportações brasileiras, especialmente em alimentos, biocombustíveis, minerais críticos e tecnologia. Hoje, o Brasil responde por cerca de 1% das importações sul-coreanas, apesar de a Coreia importar aproximadamente US$ 600 bilhões por ano.

O presidente da ApexBrasil acrescentou que o objetivo brasileiro é atrair investimentos para desenvolver a cadeia de minerais críticos no país, em vez de apenas exportar matérias-primas.

"O Brasil espera construir a cadeia de minerais críticos e raros aqui. Para isso, precisamos principalmente de investimento internacional e de mercado. A Coreia tem tecnologia, capital e demanda, o que torna esse diálogo estratégico", afirmou.

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IA da OpenAI invadiu outra empresa antes de fazer ataque ‘sem precedentes’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/07/2026 19:53

Tecnologia IA da OpenAI invadiu outra empresa antes de fazer ataque 'sem precedentes' Infraestrutura de cliente da Model Labs serviu de intermediário para comprometer sistema da plataforma de IA Hugging Face. Por Redação g1 — São Paulo

O ataque virtual "sem precedentes" realizado por modelos de inteligência artificial da OpenAI, dona do ChaGPT, exigiu a invasão de um sistema intermediário mantido por outra empresa, informou a Reuters nesta terça-feira (28).

A infraestrutura de um cliente da empresa de tecnologia Model Labs foi usada pelos modelos de IA da OpenAI para comprometer o sistema da Hugging Face, uma plataforma para compartilhamento de modelos de inteligência artificial.

"Estamos cientes de que um cliente da Modal publicou um ponto de acesso sem autenticação que permitia a qualquer pessoa na internet usar seus ambientes isolados de execução de código", disse Akshat Bubna, diretor de tecnologia da Model Labs, em comunicado.

A Hugging Face disse na segunda-feira (27) que um agente malicioso explorou um ambiente de teste controlado "hospedado na infraestrutura de um provedor terceirizado", mas não havia revelado o nome da empresa.

O logotipo da OpenAI é visto em um telefone celular em frente a uma tela de computador que exibe a tela inicial do ChatGPT — Foto: AP/Michael Dwyer, Arquivo

Ainda segundo a Hugging Face, esse ambiente controlado foi transformado em uma plataforma de lançamento de ataques que permitiu uma invasão durante dois dias e meio à sua infraestrutura.

A Model Labs afirmou que a ação na conta de seu cliente foi explorada por um agente malicioso e que sua plataforma principal não foi comprometida.

IA pode decidir atacar empresas? Entenda como foi a invasão 'sem precedentes' por modelo da OpenAI

A OpenAI revelou que o GPT-5.6 Sol, lançado no início de julho, e em um modelo ainda não divulgado conseguiram invadir o sistema da Hugging Face, uma plataforma para compartilhamento de modelos de inteligência artificial.

A própria Hugging Face já havia revelado na última quinta-feira (16) que detectou uma invasão feita por um agente de IA. A empresa afirmou que ação permitiu acesso indevido a dados e credenciais.

O incidente aconteceu durante testes em que OpenAI faz os modelos de IA buscarem falhas em outros sistemas para melhorarem suas capacidade de segurança.

Esses experimentos costumam acontecer em ambientes controlados, mas com uma versão sem as barreiras de proteção que costumam existir em modelos disponíveis para usuários comuns.

Em seu comunicado, a OpenAI afirmou que o GPT-5.6-Sol e o sistema que ainda será lançado atuaram em conjunto para encontrar brechas no ambiente de pesquisa da empresa e na infraestrutura da Hugging Face.

A Hugging Face, por sua vez, disse que sua plataforma executou dois códigos enviados por um agente de IA, que então conseguiu aumentar suas permissões na infraestrutura da empresa e obter credenciais para atacar outros sistemas internos.

Esse tipo de ataque deverá se tornar mais comum com o avanço de modelos de IA que entendem de cibersegurança, avaliou a OpenAI ao revelar o ataque. "Consideramos este um incidente cibernético sem precedentes, envolvendo recursos de última geração", afirmou.

Para a Hugging Face, a invasão alerta para o cenário de ataques virtuais conduzidos por agentes como já vinha sendo projetado por especialistas. "Foi diferente de tudo que havíamos enfrentado antes", disse a companhia, em sua primeira manifestação sobre o caso.

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Governo prorroga adesão ao Desenrola 2.0 até 31 de agosto; programa renegocia dívidas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/07/2026 19:53

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1220,2%Dólar TurismoR$ 5,3250,17%Euro ComercialR$ 5,8320,35%Euro TurismoR$ 6,0780,32%B3Ibovespa176.565 pts0,7%MoedasDólar ComercialR$ 5,1220,2%Dólar TurismoR$ 5,3250,17%Euro ComercialR$ 5,8320,35%Euro TurismoR$ 6,0780,32%B3Ibovespa176.565 pts0,7%MoedasDólar ComercialR$ 5,1220,2%Dólar TurismoR$ 5,3250,17%Euro ComercialR$ 5,8320,35%Euro TurismoR$ 6,0780,32%B3Ibovespa176.565 pts0,7%Oferecido por

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta terça-feira (28) que o governo federal vai prorrogar a adesão ao Desenrola 2.0 até 31 de agosto, fim do prazo da medida provisória (MP) que criou o programa.

Segundo o ministério da Fazenda, o programa já renegociou mais de R$ 22 bilhões e foram feitas cerca de 3,6 milhões de renegociações até o final de junho. Com isso, a dívida recuou de R$ 22 bilhões para cerca de R$ 4 bilhões.

De acordo com o ministro, a ampliação do prazo vai permitir que mais pessoas acessem ao programa, inclusive quem está em busca de crédito para compra de carros e motos. 

"Esse prazo adicional vai ser importante, inclusive, para que as pessoas que hoje estão tendo de acessar os programas de moto, carro, para trocar a sua moto, o seu carro, possam resolver eventuais pendências previamente, que é usar o desenrola, para depois se enquadrar nas condições para as operações de carro e moto e também poderem fazer jus a essas obrigações", afirmou o ministro.

A prorrogação do programa será formalizada em um ato, que será publicado até esta sexta-feira (31).

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Além disso, Durigan afirmou que a prorrogação não vai demandar novos aportes do Fundo de Garantia de Operações (FGO) e não terá impacto econômico para o governo.

Até o momento, segundo o ministro, mais de 9 milhões de famílias já usaram o programa. Com a prorrogação do Desenrola, a expectativa é que, no total, 10 milhões de famílias sejam beneficiadas.

Ainda segundo ele, mais de 1,6 milhão de pessoas que aderiram ao programa estão pagando de forma parcelada. 


Lançado em maio, o programa prevê a renegociação de dívida, com descontos, e troca por uma dívida mais barata, tendo como público-alvo os brasileiros que ganham até cinco salários-mínimos, ou seja, R$ 8.105.

Nele, são renegociadas dívidas contratadas até 31 de janeiro de 2026 que estejam atrasadas entre 90 dias e 2 anos, com cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal (CDC).

➡️ Os juros são de, no máximo, 1,99% ao mês, com descontos de 30% a 90% no valor principal da dívida. Os descontos variarão de acordo com a linha de crédito e com o prazo. Será disponibilizada uma calculadora para os trabalhadores saberem o desconto.

Além disso, o trabalhador também poderá usar recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para quitar suas dívidas.

Pelas regras, será possível usar até 20% do saldo disponível do FGTS, ou até R$ 1 mil (o que for maior), para pagar débitos.

Prazo para renegociar dívidas no Desenrola Brasil termina nesta segunda (20) — Foto: Luis Lima Jr./Fotoarena/Estadão Conteúdo

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➡️O governo está usando um fundo com recursos públicos para oferecer garantias às instituições financeiras, ou seja, o dinheiro da União vai cobrir eventual calote dos tomadores de crédito. Foram transferidos R$ 5,7 bilhões até o fim de maio, mas a operação está sendo investigada pelo Tribunal de Contas da União (TCU).

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Atitude de Milei é ‘lamentável’ e um desserviço à Argentina, diz Alckmin

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/07/2026 19:53

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1220,2%Dólar TurismoR$ 5,3250,17%Euro ComercialR$ 5,8320,35%Euro TurismoR$ 6,0780,32%B3Ibovespa176.565 pts0,7%MoedasDólar ComercialR$ 5,1220,2%Dólar TurismoR$ 5,3250,17%Euro ComercialR$ 5,8320,35%Euro TurismoR$ 6,0780,32%B3Ibovespa176.565 pts0,7%MoedasDólar ComercialR$ 5,1220,2%Dólar TurismoR$ 5,3250,17%Euro ComercialR$ 5,8320,35%Euro TurismoR$ 6,0780,32%B3Ibovespa176.565 pts0,7%Oferecido por

vice-presidente brasileiro Geraldo Alckmin discursa durante uma mesa-redonda empresarial com líderes empresariais sul-coreanos e brasileiros em um hotel de São Paulo, em 28 de julho de 2026 — Foto: Divulgação

O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, classificou nesta terça-feira (28) como "lamentáveis" as declarações do presidente da Argentina, Javier Milei contra o governo brasileiro e afirmou que a postura não compromete o avanço da integração econômica do Mercosul.

Segundo ele, o bloco vive um momento favorável, com acordos comerciais já concluídos com Singapura, os países da EFTA e a União Europeia, além do interesse da Coreia do Sul em avançar nas negociações de um acordo comercial com o grupo.

"É lamentável. Um presidente de um país vizinho e amigo presta um desserviço ao seu próprio país ao se envolver de maneira absolutamente grosseira nos assuntos internos do Brasil".

A fala aconteceu ao final do evento Brazil-Korea Business Roundtable, em São Paulo. O objetivo foi tratar de novos acordos de cooperação em comércio, tecnologia e investimentos com o país asiático.

Vice-presidente Geraldo Alckmin participa do Brazil-Korea Business Roundtable, em São Paulo — Foto: Isabela Ortiz/g1

"Aproximar-nos não é uma opção conveniente, é uma necessidade estratégica", afirmou o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin.

"Esse pode ser o momento em que nossos dois países, usando a metáfora de nossa cooperação espacial, podem decolar e mirar objetivos mais altos", afirmou Alckmin.

A iniciativa, organizada pela ApexBrasil e pela Federação das Indústrias da Coreia (FKI), integra a agenda da visita oficial do presidente sul-coreano, Lee Jae Myung, e busca aprofundar a parceria econômica entre os dois países.

Em 2025, o comércio bilateral movimentou US$ 10,8 bilhões, enquanto os investimentos sul-coreanos no Brasil somam US$ 8,9 bilhões. "Nós podemos dar a meta de quase dobrar isso", disse Alckmin.

O evento também teve presença do ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, além de representantes dos dois governos e empresários dos setores automotivo, de tecnologia, saúde, alimentos e indústria pesada.

Na abertura do encontro, Alckmin destacou que os sete memorandos assinados na segunda-feira (27), em Brasília, nas áreas de minerais críticos, educação, audiovisual, esportes, energia, tecnologia industrial, atividades espaciais e segurança de redes representam uma oportunidade para ampliar a cooperação entre os dois países.

O vice-presidente também mencionou a visita sanitária exigida pela Coreia do Sul a produtores de carne no Brasil. "O Brasil tem o maior rebanho comercial do mundo, com alta sustentabilidade e rigor sanitário. Estamos muito otimistas com a visita sanitária agora em agosto", disse.

Sobre as negociações entre Mercosul e Coreia do Sul, Alckmin disse que as duas partes pretendem intensificar o diálogo e informou que o Brasil iniciou consultas internas sobre o tema.

O vice-presidente defendeu ainda o fortalecimento da cooperação em infraestrutura, tecnologia e minerais críticos. Segundo ele, o Brasil quer deixar de apenas exportar matérias-primas e avançar para uma parceria baseada em industrialização, transferência de tecnologia e engenharia compartilhada.

"Não queremos apenas exportar minério bruto. Queremos processar, industrializar e investir juntos ao longo da cadeia", afirmou.

Alckmin também destacou o potencial do Brasil para receber investimentos em inteligência artificial e centros de dados, citando como vantagens competitivas a matriz elétrica predominantemente renovável, a disponibilidade de água e a estabilidade regulatória.

Na área aeroespacial, Alckmin lembrou que a Coreia do Sul foi o primeiro país asiático a adquirir o cargueiro KC-390, da Embraer, e mencionou o lançamento de um foguete sul-coreano previsto para setembro, a partir do Centro Espacial de Alcântara.

O presidente da ApexBrasil, Laudemir Müller, afirmou que o cenário internacional exige previsibilidade para o avanço das relações comerciais e defendeu o fortalecimento da parceria entre Brasil e Coreia do Sul.

"Vemos, cada vez mais, um cenário de fragmentação. O que nós precisamos é estabilidade, confiança e crescimento", disse.

A Coreia importa cerca de US$ 600 bilhões por ano, mas o Brasil responde por aproximadamente 1% desse mercado, o que, segundo Müller, demonstra o potencial de crescimento da participação brasileira.

Ele destacou que há espaço para ampliar a cooperação em diversos setores, como proteínas animais, frutas, café, biocombustíveis, aeronáutica, defesa, mineração, minerais críticos, indústrias farmacêutica e química e tecnologia.

Ao comentar o comércio de café, Müller afirmou que cerca de 40% do café consumido na Coreia do Sul é do tipo especial e produzido no Brasil. Ele ressaltou que o país asiático é um dos maiores consumidores per capita da bebida.

"O governo coreano pode continuar contando com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações do Brasil nessa relação tão importante junto às empresas brasileiras e ao setor privado", concluiu.

Ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, durante o programa “Bom Dia, Ministro”, na EBC — Foto: Júlio César Silva/MDIC

O ministro do MDIC, Márcio Elias Rosa, citou a atuação de empresas sul-coreanas instaladas no Brasil, como Samsung, LG e Posco, e destacou os investimentos e a geração de empregos no país. Também mencionou as parcerias já existentes nos setores de petróleo, defesa e construção naval, além da cooperação entre a Embraer e a Korea Aerospace Industries (KAI).

Ao abordar a área de inovação, Elias Rosa afirmou que inteligência artificial e soberania digital estão entre as prioridades do governo brasileiro e disse que o Plano Brasileiro de Inteligência Artificial tem objetivos alinhados aos interesses da Coreia do Sul.

Ele também colocou o ministério à disposição para aprofundar o diálogo sobre propriedade intelectual, tema que, segundo o ministro, foi apresentado como uma preocupação da delegação sul-coreana.

Durante o discurso, Elias Rosa também ressaltou oportunidades de cooperação em descarbonização, biocombustíveis e agronegócio. Citou iniciativas de empresas do setor de proteína animal e destacou que o etanol, o bioetanol e o biogás combinam competitividade econômica e redução das emissões de gases de efeito estufa.

"O etanol, o bioetanol e o biogás têm competitividade porque oferecem sustentabilidade e menor emissão de gases de efeito estufa, além de um custo mais baixo quando associados aos combustíveis fósseis", afirmou.

O ministro também apontou potencial para ampliar a integração no setor de cosméticos. Segundo ele, a indústria brasileira ainda exporta pouco para a Coreia do Sul, apesar da relevância do mercado do país, o que abre espaço para uma parceria maior entre os dois países.

Questionado se a relação comercial com a Coreia do Sul foi influenciada pelas tarifas anunciadas pelos Estados Unidos, Alckmin respondeu que o tema não foi discutido durante a reunião.

"Não falaram sobre o Trump. Não esteve na pauta. A pauta foi apenas Brasil e Coreia do Sul", afirmou.

Alckmin destacou que o Mercosul vive um momento positivo e lembrou a conclusão de acordos comerciais com Singapura, os países da Associação Europeia de Livre Comércio (EFTA) e a União Europeia. Também afirmou que a Coreia do Sul mantém interesse em avançar nas negociações de um acordo comercial com o bloco.

Alckmin acrescentou que o Brasil continuará negociando para reverter as tarifas consideradas injustas impostas pelos Estados Unidos e ressaltou que o país "não saiu da mesa de negociação".

Ao comentar a possibilidade de adoção da chamada reciprocidade comercial, Alckmin afirmou que a medida não deve ser interpretada como retaliação. "Reciprocidade é uma possibilidade. Não é retaliação", disse.

"O Brasil defende o multilateralismo e regras para o comércio internacional. Abrir mercados beneficia a sociedade com produtos melhores, mais baratos e maior competitividade", concluiu.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Receita atualiza informações e lista 22 empresas classificadas como devedoras contumazes

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/07/2026 18:57

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1220,2%Dólar TurismoR$ 5,3250,17%Euro ComercialR$ 5,8320,35%Euro TurismoR$ 6,0780,32%B3Ibovespa176.565 pts0,7%MoedasDólar ComercialR$ 5,1220,2%Dólar TurismoR$ 5,3250,17%Euro ComercialR$ 5,8320,35%Euro TurismoR$ 6,0780,32%B3Ibovespa176.565 pts0,7%MoedasDólar ComercialR$ 5,1220,2%Dólar TurismoR$ 5,3250,17%Euro ComercialR$ 5,8320,35%Euro TurismoR$ 6,0780,32%B3Ibovespa176.565 pts0,7%Oferecido por

A Receita Federal informou nesta terça-feira (28) que subiu para 22 o número de empresas classificadas como devedoras contumazes.

A classificação identifica empresas que deixam de pagar tributos de forma planejada. A prática é adotada como estratégia de negócio.

A listagem pública está disponível no site da Receita Federal. O objetivo é combater a inadimplência tributária considerada substancial.

Atualmente, as corporações pertencem principalmente aos setores de cigarros e combustíveis. A Receita pretende ampliar a fiscalização.

A Receita Federal informou nesta terça-feira (28) que subiu para 22 o número de empresas classificadas como devedoras contumazes, ou seja, aquelas que deixam de pagar tributos de forma planejada e recorrente para obter vantagem competitiva e driblar a legislação tributária.

A classificação foi criada para identificar empresas que fazem do não pagamento de impostos uma estratégia de negócio.

🔎O objetivo da lista é combater a inadimplência tributária considerada substancial, reiterada e injustificada, além de fortalecer a conformidade fiscal, estimular a concorrência leal entre empresas e ampliar a transparência das ações da administração tributária, de acordo com o Fisco.

🖥️A relação de devedores contumazes é pública e está disponível no site da Receita Federal. A lista é atualizada periodicamente e reúne apenas empresas que concluíram todo o processo administrativo previsto na legislação complementar e tiveram o enquadramento formalizado.

Segundo a Receita, a lista é dinâmica e continuará sendo ampliada à medida que novos processos administrativos forem concluídos.

Atualmente, as empresas listadas pertencem, principalmente, aos setores de cigarros e combustíveis. De acordo com o Fisco, há previsão de estender a fiscalização para outros segmentos da economia com histórico de inadimplência tributária, que ainda estão em análise.

"Embora não haja cronograma definido, novas notificações deverão ocorrer ao longo dos próximos meses", informou a Receita Federal, em nota.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Alckmin fala em dobrar comércio com a Coreia do Sul após novos acordos: ‘É uma necessidade estratégica’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/07/2026 18:57

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1220,2%Dólar TurismoR$ 5,3250,17%Euro ComercialR$ 5,8320,35%Euro TurismoR$ 6,0780,32%B3Ibovespa176.565 pts0,7%MoedasDólar ComercialR$ 5,1220,2%Dólar TurismoR$ 5,3250,17%Euro ComercialR$ 5,8320,35%Euro TurismoR$ 6,0780,32%B3Ibovespa176.565 pts0,7%MoedasDólar ComercialR$ 5,1220,2%Dólar TurismoR$ 5,3250,17%Euro ComercialR$ 5,8320,35%Euro TurismoR$ 6,0780,32%B3Ibovespa176.565 pts0,7%Oferecido por

Vice-presidente Geraldo Alckmin participa do Brazil-Korea Business Roundtable, em São Paulo — Foto: Isabela Ortiz/g1

Brasil e Coreia do Sul assinaram nesta terça-feira (28) novos acordos de cooperação em comércio, tecnologia e investimentos durante o Brazil-Korea Business Roundtable, em São Paulo. "Aproximar-nos não é uma opção conveniente, é uma necessidade estratégica", afirmou o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin.

"Esse pode ser o momento em que nossos dois países, usando a metáfora de nossa cooperação espacial, podem decolar e mirar objetivos mais altos", afirmou Alckmin.

A iniciativa, organizada pela ApexBrasil e pela Federação das Indústrias da Coreia (FKI), integra a agenda da visita oficial do presidente sul-coreano, Lee Jae Myung, e busca aprofundar a parceria econômica entre os dois países.

Em 2025, o comércio bilateral movimentou US$ 10,8 bilhões, enquanto os investimentos sul-coreanos no Brasil somam US$ 8,9 bilhões. "Nós podemos dar a meta de quase dobrar isso", disse Alckmin.

O evento também teve presença do ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, além de representantes dos dois governos e empresários dos setores automotivo, de tecnologia, saúde, alimentos e indústria pesada.

Na abertura do encontro, Alckmin destacou que os sete memorandos assinados na segunda-feira (27), em Brasília, nas áreas de minerais críticos, educação, audiovisual, esportes, energia, tecnologia industrial, atividades espaciais e segurança de redes representam uma oportunidade para ampliar a cooperação entre os dois países.

O vice-presidente também mencionou a visita sanitária exigida pela Coreia do Sul a produtores de carne no Brasil. "O Brasil tem o maior rebanho comercial do mundo, com alta sustentabilidade e rigor sanitário. Estamos muito otimistas com a visita sanitária agora em agosto", disse.

Sobre as negociações entre Mercosul e Coreia do Sul, Alckmin disse que as duas partes pretendem intensificar o diálogo e informou que o Brasil iniciou consultas internas sobre o tema.

O vice-presidente defendeu ainda o fortalecimento da cooperação em infraestrutura, tecnologia e minerais críticos. Segundo ele, o Brasil quer deixar de apenas exportar matérias-primas e avançar para uma parceria baseada em industrialização, transferência de tecnologia e engenharia compartilhada.

"Não queremos apenas exportar minério bruto. Queremos processar, industrializar e investir juntos ao longo da cadeia", afirmou.

Alckmin também destacou o potencial do Brasil para receber investimentos em inteligência artificial e centros de dados, citando como vantagens competitivas a matriz elétrica predominantemente renovável, a disponibilidade de água e a estabilidade regulatória.

Na área aeroespacial, Alckmin lembrou que a Coreia do Sul foi o primeiro país asiático a adquirir o cargueiro KC-390, da Embraer, e mencionou o lançamento de um foguete sul-coreano previsto para setembro, a partir do Centro Espacial de Alcântara.

O presidente da ApexBrasil, Laudemir Müller, afirmou que o cenário internacional exige previsibilidade para o avanço das relações comerciais e defendeu o fortalecimento da parceria entre Brasil e Coreia do Sul.

"Vemos, cada vez mais, um cenário de fragmentação. O que nós precisamos é estabilidade, confiança e crescimento", disse.

A Coreia importa cerca de US$ 600 bilhões por ano, mas o Brasil responde por aproximadamente 1% desse mercado, o que, segundo Müller, demonstra o potencial de crescimento da participação brasileira.

Ele destacou que há espaço para ampliar a cooperação em diversos setores, como proteínas animais, frutas, café, biocombustíveis, aeronáutica, defesa, mineração, minerais críticos, indústrias farmacêutica e química e tecnologia.

Ao comentar o comércio de café, Müller afirmou que cerca de 40% do café consumido na Coreia do Sul é do tipo especial e produzido no Brasil. Ele ressaltou que o país asiático é um dos maiores consumidores per capita da bebida.

"O governo coreano pode continuar contando com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações do Brasil nessa relação tão importante junto às empresas brasileiras e ao setor privado", concluiu.

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Ao abordar a área de inovação, Elias Rosa afirmou que inteligência artificial e soberania digital estão entre as prioridades do governo brasileiro e disse que o Plano Brasileiro de Inteligência Artificial tem objetivos alinhados aos interesses da Coreia do Sul.

Ele também colocou o ministério à disposição para aprofundar o diálogo sobre propriedade intelectual, tema que, segundo o ministro, foi apresentado como uma preocupação da delegação sul-coreana.

Durante o discurso, Elias Rosa também ressaltou oportunidades de cooperação em descarbonização, biocombustíveis e agronegócio. Citou iniciativas de empresas do setor de proteína animal e destacou que o etanol, o bioetanol e o biogás combinam competitividade econômica e redução das emissões de gases de efeito estufa.

"O etanol, o bioetanol e o biogás têm competitividade porque oferecem sustentabilidade e menor emissão de gases de efeito estufa, além de um custo mais baixo quando associados aos combustíveis fósseis", afirmou.

O ministro também apontou potencial para ampliar a integração no setor de cosméticos. Segundo ele, a indústria brasileira ainda exporta pouco para a Coreia do Sul, apesar da relevância do mercado do país, o que abre espaço para uma parceria maior entre os dois países.

Questionado se a relação comercial com a Coreia do Sul foi influenciada pelas tarifas anunciadas pelos Estados Unidos, Alckmin respondeu que o tema não foi discutido durante a reunião.

"Não falaram sobre o Trump. Não esteve na pauta. A pauta foi apenas Brasil e Coreia do Sul", afirmou.

Alckmin destacou que o Mercosul vive um momento positivo e lembrou a conclusão de acordos comerciais com Singapura, os países da Associação Europeia de Livre Comércio (EFTA) e a União Europeia. Também afirmou que a Coreia do Sul mantém interesse em avançar nas negociações de um acordo comercial com o bloco.

Alckmin acrescentou que o Brasil continuará negociando para reverter as tarifas consideradas injustas impostas pelos Estados Unidos e ressaltou que o país "não saiu da mesa de negociação".

Ao comentar a possibilidade de adoção da chamada reciprocidade comercial, Alckmin afirmou que a medida não deve ser interpretada como retaliação. "Reciprocidade é uma possibilidade. Não é retaliação", disse.

"O Brasil defende o multilateralismo e regras para o comércio internacional. Abrir mercados beneficia a sociedade com produtos melhores, mais baratos e maior competitividade", concluiu.

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Avião de rota mais longa do mundo bate recorde com voo direto de 24 horas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/07/2026 16:51

Inovação Avião de rota mais longa do mundo bate recorde com voo direto de 24 horas Aeronave fabricada pela Airbus fez trajeto de mais de 23 mil km. Ele é projetado para permitir futuros voos comerciais sem escalas entre a Austrália e destinos como Reino Unido e EUA. Por Redação g1 — São Paulo

O avião projetado para fazer a rota comercial mais longa do mundo bateu um recorde nesta terça-feira (24) ao completar um voo direto de 24 horas e 24 minutos, informou a fabricante europeia Airbus.

Segundo a companhia, a A350-1000ULR fez um trajeto de 23.075 km, entre Melbourne, na Austrália, e Toulouse, na França. A aeronave cruzou três continentes, dois oceanos e acompanhar o nascer e o por do Sol duas vezes.

A Airbus tem um acordo para vender 12 unidades do A350-1000ULR para companhia aérea australiana Qantas, que será capaz de fazer voos sem paradas entre a Austrália e destinos como o Reino Unido e os Estados Unidos.

O voo comercial mais longo em operação neste momento é o da Singapore Airlines, entre Singapura e Nova York, com aproximadamente 15.350 km e mais de 18 horas de duração. O voo entre Sidney, na Austrália, e Londres, no Reino Unido, por exemplo, alcançaria 18.500 km.

A aeronave identificada pelo código MSN707 já tinha completado na última sexta-feira (24) um voo de 19 horas e 12 minutos no sentido inverso, de Toulouse e Melbourne. Seu primeiro voo de teste foi feito no início de junho, com um voo de 3 horas e 43 minutos.

O A350-1000ULR (ULR é a sigla em inglês para "alcance ultralongo") é uma variação do A350-1000. Uma das diferenças para a versão padrão é um tanque adicional com capacidade para mais 20 mil litros de combustível, o que aumenta a autonomia em mais de 1.800 km, segundo a Airbus.

Após atrasos na entrega, a Qantas espera começar a operação comercial da aeronave em outubro de 2027 – o prazo inicial para inaugurar a rota era 2025 e já tinha sido adiado para o final de 2026.

O investimento faz parte do que a empresa chamou de Projeto Sunrise ("nascer do Sol"). Ele ganhou esse nome porque, devido à diferença do fuso horário entre a Austrália e o restante do mundo, os passageiros poderão ver o nascer do sol duas vezes nos voos mais longos.

A Qantas informou em 2025 que, para oferecer mais conforto, levará até 238 passageiros por voo, abaixo dos cerca de 300 lugares da versão padrão da aeronave.

O projeto da Qantas inclui uma zona de bem-estar com opções para passageiros alongarem as pernas, se alimentarem e se hidratarem. Além disso, todos terão acesso a Wi-Fi durante o voo.

O avião terá 6 assentos na primeira classe, 52 na classe executiva, 40 na classe econômica premium e 140 na classe econômica. Saiba mais sobre cada uma delas:

Primeira classe com quarto privativo com poltrona reclinável, cama, TV de 32", seis áreas para armazenar objetos, guarda-roupa e espaço para trabalhar e comer;Classe executiva com poltrona larga de 2 metros de comprimento (que pode virar cama), TV de 18", mesa de apoio, carregador sem fio, área de armazenamento e opção para fechar a cabine;Classe econômica premium com apoios para pernas e cabeça, tela de 13,3" e porta-luvas pessoal;Classe econômica com apoio para cabeça, espaço extra para pernas, tela de 13,3".

A empresa também disse ter trabalhado com especialistas em sono para reduzir os efeitos do jet lag com a adoção de iluminação e horários de refeição mais adequados.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Governo Trump alega que Brasil interfere na economia dos EUA e prorroga por 1 ano de tarifa de 50%

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/07/2026 16:51

Mundo Governo Trump alega que Brasil interfere na economia dos EUA e prorroga sanções por 1 ano 28/07/2026 16h08 Atualizado 28/07/2026

O presidente dos EUA, Donald Trump, aponta enquanto discursa sobre a economia no Campo de Provas da General Motors em Milford, Michigan, EUA — Foto: REUTERS/Carlos Osorio

O governo dos Estados Unidos anunciou nesta quarta-feira (28) a prorrogação por mais um ano da ordem executiva assinada contra o Brasil no dia 30 de julho de 2025, com base na chamada Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional.

A medida de 2025 impunha uma tarifa de 50% sobre os produtos importados do Brasil, mas acabou derrubada pela Suprema Corte.

No comunicado desta quarta, publicado pela Casa Branca, o governo Trump alega que o governo do Brasil adota práticas que "interferem na economia dos Estados Unidos, infringem os direitos de livre expressão de cidadãos norte-americanos, violam os direitos humanos e minam o interesse dos EUA em proteger seus cidadãos e empresas".

A documento também acusa membros do governo brasileiro de "perseguir politicamente um ex-presidente, sua família e seus apoiadores" e cita o STF como "promotor de censura".

Um levantamento realizado pelo Projeto Presidência Americana da Universidade da Califórnia, em Santa Bárbara, indica que Trump é o presidente norte-americano que emitiu mais ordens executivas em uma média por ano.

Durante o primeiro semestre desse segundo mandato, ele já assinou 176 ordens – o que dá uma média ponderada por ano de 342.

Atrás dele está Franklin D. Roosevelt, que governou o país após a crise de 1929 e durante a Segunda Guerra, eu um período extraordinário, e teve uma média de 307 ordens.

Só nos seis primeiros meses do segundo mandato, Trump já assinou mais ordens executivas do que Joe Biden durante seus quatro anos completos no poder (162).

Essa medida funciona como um instrumento do governo federal que não requer aprovação do Congresso.

Segundo a BBC, uma ordem executiva precisa funcionar nos limites da lei, sendo, em teoria, cada uma delas revisada pelo Gabinete de Assessoria Jurídica quanto à forma e legalidade – porém, isso nem sempre acontece.

Se uma ordem for considerada fora dos limites do que é aceitável, ela poderá estar sujeita a uma revisão legal. O Congresso também pode aprovar uma lei para anular a ordem executiva, mas o presidente ainda tem poder de veto sobre essa lei.

Em 30 de julho de 2025, por meio da Ordem Executiva 14323, declarei emergência nacional em relação ao Brasil, nos termos da Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional, para enfrentar a ameaça incomum e extraordinária, cuja origem está total ou substancialmente fora dos Estados Unidos, à segurança nacional, à política externa e à economia dos Estados Unidos, representada pelas políticas, práticas e ações do Governo do Brasil que interferem na economia dos Estados Unidos, restringem os direitos à liberdade de expressão de pessoas dos Estados Unidos, violam os direitos humanos e prejudicam o interesse dos Estados Unidos em proteger seus cidadãos e empresas.

Membros do Governo do Brasil também estão perseguindo politicamente um ex-Presidente do Brasil, sua família e seus apoiadores, o que está contribuindo para o deliberado enfraquecimento do Estado de Direito no Brasil, para a intimidação por motivação política naquele país e para abusos de direitos humanos.

Determinadas atividades, como a censura promovida pelo Supremo Tribunal Federal do Brasil e a prisão de pessoas que exercem a liberdade de expressão, bem como a censura de conteúdos na internet, continuam a representar uma ameaça incomum e extraordinária, cuja origem está total ou substancialmente fora dos Estados Unidos, à segurança nacional, à política externa e à economia dos Estados Unidos.

Por esse motivo, a emergência nacional declarada na Ordem Executiva 14323, de 30 de julho de 2025, deve permanecer em vigor após 30 de julho de 2026. Portanto, em conformidade com a seção 202(d) da Lei de Emergências Nacionais (National Emergencies Act – 50 U.S.C. 1622(d)), estou prorrogando por mais um ano a emergência nacional em relação ao Brasil declarada na Ordem Executiva 14323.

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