Imposto de Renda
Haddad diz que Brasil agiu ‘de forma impecável’ após tarifaço e que decisão da Justiça americana favorece países afetados
RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica
Haddad diz que Brasil agiu ‘de forma impecável’ após tarifaço e que decisão da Justiça americana favorece países afetados
Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 03:46
Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por
O ministro Fernando Haddad destacou a atuação diplomática brasileira como "impecável" frente às tarifas dos Estados Unidos.
A Suprema Corte dos EUA considerou ilegais as tarifas aplicadas a produtos importados, beneficiando nações afetadas.
Haddad reforçou que a decisão judicial americana favorece diretamente os países que sofreram sanções comerciais.
As tarifas, impostas por Donald Trump em 2025, iniciaram com 10% e foram elevadas para 50% sobre produtos brasileiros.
Após negociações entre Trump e Lula, produtos como café, carnes e frutas foram isentos de parte da taxação adicional.
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta sexta-feira (20) que o Brasil agiu "de forma impecável" enquanto vigorou o aumento de tarifas sobre importações dos Estados Unidos, conhecido como "tarifaço".
Haddad também destacou os benefícios da decisão da Suprema Corte dos EUA que entendeu pela ilegalidade da medida tomada pelo governo do presidente Donald Trump.
O ministro usou as redes sociais para exaltar a diplomacia brasileira em meio ao tarifaço e reforçar o discurso sobre os benefícios da decisão da Corte americana (leia mais abaixo).
“O Brasil, em todos os momentos, se comportou diplomaticamente da maneira mais correta. Acreditou no diálogo, acreditou na disputa pelos canais competentes. Na contestação pelos canais competentes. Tanto na OMC [Organização Mundial do Comércio] quanto no judiciário americano", disse.
"Estabeleceu uma relação diplomática, uma conversa direta para falar de temas relevantes. Então, o Brasil, do ponto de vista da sua relação bilateral, ele agiu de uma forma impecável. Essa é a verdade. Dito isso, o efeito imediato, evidentemente, é favorável aos países que foram sancionados”, prosseguiu o ministro da Fazenda.
Haddad está na Índia acompanhando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em agenda no país. O posicionamento do ministro foi dado após ficar sabendo da decisão da Justiça americana.
Haddad fez uma publicação em suas redes sociais no mesmo sentido de sua declaração pública. O texto é praticamente o mesmo da sua fala.
"O Brasil, em todos os momentos se comportou diplomaticamente da maneira mais correta. Acreditou no diálogo, na disputa pelos canais competentes tanto na OMC quanto no Judiciário americano, estabelecendo uma conversa direta para falar de temas relevantes', escreveu.
"O Brasil, do ponto de vista de sua relação bilateral, agiu de forma impecável. Dito isso, o efeito imediato é evidentemente favorável aos países", completou.
Em maio, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, apresentou em Los Angeles, nos EUA, uma política nacional de data centers que prevê a desoneração de investimentos no setor — Foto: Getty Images
Em abril de 2025, ao anunciar as chamadas tarifas recíprocas, o presidente americano Donald Trump aplicou uma taxa adicional de 10% sobre produtos brasileiros importados pelos EUA. Em julho, o republicano impôs um novo aumento de 40%, elevando a alíquota total para 50%.
A medida, no entanto, veio acompanhada de uma extensa lista de exceções, que deixou de fora da alíquota adicional de 40% itens como suco de laranja, aeronaves civis, petróleo, veículos e autopeças, fertilizantes e produtos do setor energético. A taxação entrou em vigor em 6 de agosto.
Já em novembro, após Trump iniciar negociações diretas com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), os EUA retiraram a tarifa de 40% de novos itens, incluindo café, carnes e frutas. Meses antes da decisão, em discurso na ONU, o republicano afirmou ter tido uma “química excelente” com Lula.
➡️Paralelamente, nos bastidores, um grupo composto por autoridades brasileiras, incluindo Haddad, articulava para negociar as tarifas e diminuir o impacto delas ao Brasil.
Vale destacar que as tarifas específicas sobre importações de aço e alumínio, incluindo produtos brasileiros, não são afetadas pela decisão, pois foram aplicadas com base na Seção 232 da Lei do Comércio dos EUA.
Há 12 horas Mundo País segue em alerta após morte de traficanteHá 12 horasTrump diz que México ‘precisa intensificar esforços’ contra cartéisHá 12 horasTensão no Oriente MédioTrump foi alertado para risco de falta de munição se atacar Irã, diz jornal
Há 5 horas Mundo Comércio internacionalTarifaço de Trump: veja os produtos brasileiros isentos a partir de hoje
Há 30 minutos Economia Relembre como tudo começou e entenda efeitos da taxa de 15%Há 30 minutos’Voltamos para o jogo’: setores do agro esperam retomar vendas para os EUA
Há 27 minutos Agronegócios Brasil deve ser o país mais beneficiado pelas mudanças no tarifaço; entendaHá 27 minutosPrevisão do tempo ⛈️Temporais se espalham e última semana do mês deve ser de chuva no país
Há 8 minutos Meio Ambiente Confira a previsão na sua cidadeHá 8 minutosSuspeita de fraude bilionáriaMendonça recebe atualização da PF sobre investigações do Master
Há 4 horas Política Presidente da CPI do INSS descarta ouvir dono do Master em reunião fechadaHá 4 horasGoverno do DF quer usar imóveis públicos como garantia para salvar o BRB
Há 3 horas Jornal Nacional Mercado imobiliárioCom boom no Minha Casa Minha Vida, venda de imóveis bate recorde em 2025
