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Petróleo volta a atingir US$ 100 com guerra no Oriente Médio e derruba bolsas globais

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/03/2026 08:52

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,220-0,65%Dólar TurismoR$ 5,430-0,73%Euro ComercialR$ 6,035-0,86%Euro TurismoR$ 6,282-1,05%B3Ibovespa185.424 pts1,6%MoedasDólar ComercialR$ 5,220-0,65%Dólar TurismoR$ 5,430-0,73%Euro ComercialR$ 6,035-0,86%Euro TurismoR$ 6,282-1,05%B3Ibovespa185.424 pts1,6%MoedasDólar ComercialR$ 5,220-0,65%Dólar TurismoR$ 5,430-0,73%Euro ComercialR$ 6,035-0,86%Euro TurismoR$ 6,282-1,05%B3Ibovespa185.424 pts1,6%Oferecido por

A escalada da guerra no Oriente Médio voltou a impactar os mercados globais nesta quinta-feira (26). O preço do petróleo subiu, enquanto bolsas ao redor do mundo registraram queda, refletindo a incerteza sobre um possível fim do conflito.

🔎 Por volta das 7h49, o barril de petróleo tipo Brent operava em alta de 3,26%, a US$ 100,43, enquanto o West Texas Intermediate (WTI) avançava 3,27%, a US$ 93,27.

Apesar de sinais de negociação, Estados Unidos e Irã não chegaram a um acordo. Na quarta-feira (25), ambos apresentaram propostas diferentes para encerrar a guerra, que completa um mês no próximo sábado (28).

A Casa Branca enviou ao Irã um plano de paz com 15 pontos, incluindo a proibição de armas nucleares, limitação de mísseis, desativação de usinas de urânio e suspensão do financiamento a grupos como Hamas e Hezbollah.

O Irã rejeitou a proposta, chamando-a de “excessiva”, e apresentou sua própria contraproposta com cinco condições, como o fim das agressões, reparação de danos e controle sobre o Estreito de Ormuz.

Apesar das declarações, autoridades iranianas indicam alguma abertura para negociações, enquanto os EUA intensificam a pressão militar e diplomática na região.

Um dos principais pontos de preocupação é o Estreito de Ormuz, passagem estratégica por onde circula cerca de 20% do petróleo mundial. Desde o início da guerra, no fim de fevereiro, o tráfego na região praticamente parou, elevando o risco de escassez de energia e pressionando os preços.

Além disso, ataques recentes a estruturas de energia, tanto por Israel quanto pelo Irã, aumentaram o temor de impactos duradouros na oferta global de petróleo e gás.

Nesta quinta, Irã e Israel voltaram a trocar ataques. O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, informou que o comandante da Marinha da Guarda Revolucionária do Irã, Alireza Tangsiri, foi morto em um ataque aéreo em Bandar Abbas.

Tangsiri era apontado como responsável pelo fechamento do Estreito de Ormuz. O Irã ainda não confirmou oficialmente a morte.

Caso seja confirmada, a ação se soma à série de ataques contra autoridades iranianas de alto escalão realizados por Israel e EUA desde o início do conflito.

O governo iraniano, por sua vez, acusou EUA e Israel de bombardearem a Universidade de Tecnologia de Isfahan durante a madrugada, segundo comunicado divulgado pela agência estatal Tasnim, atribuído ao setor de imprensa da instituição.

Com esse cenário, as bolsas internacionais registraram queda. Na Europa, os principais índices recuaram cerca de 1%.

Na Ásia, todos os mercados fecharam em baixa: em Hong Kong, o índice caiu 1,9%, Xangai recuou 1,1% e o CSI300 perdeu 1,3%. No Japão, o Nikkei caiu 0,27%, enquanto na Coreia do Sul, o Kospi teve a maior baixa, de 3,22%.

Nos Estados Unidos, os futuros de ações também caíam, refletindo a cautela dos investidores diante das incertezas geopolíticas.

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Dario Durigan: o que esperar do ministro da Fazenda, em meio à guerra, diesel caro e ano eleitoral

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/03/2026 05:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,220-0,65%Dólar TurismoR$ 5,430-0,73%Euro ComercialR$ 6,035-0,86%Euro TurismoR$ 6,282-1,05%B3Ibovespa185.424 pts1,6%MoedasDólar ComercialR$ 5,220-0,65%Dólar TurismoR$ 5,430-0,73%Euro ComercialR$ 6,035-0,86%Euro TurismoR$ 6,282-1,05%B3Ibovespa185.424 pts1,6%MoedasDólar ComercialR$ 5,220-0,65%Dólar TurismoR$ 5,430-0,73%Euro ComercialR$ 6,035-0,86%Euro TurismoR$ 6,282-1,05%B3Ibovespa185.424 pts1,6%Oferecido por

Dario Durigan, nomeado na semana passada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para comandar o Ministério da Fazenda, assume o cargo sem causar surpresa no mercado. Ex-número dois da pasta, ele substitui Fernando Haddad, que deixou Brasília para disputar o governo de São Paulo.

Ao menos por enquanto, a notícia foi bem recebida pelo mercado. Para especialistas ouvidos pelo g1, o principal papel de Durigan será priorizar as contas públicas em ano eleitoral e executar as diretrizes já estabelecidas.

“O Durigan participou ativamente da agenda econômica desde o início. Agora, à frente do ministério, ele deve manter o legado de Haddad, principalmente na sustentação fiscal”, afirma Erich Decat, analista político.

Com passagem pela Advocacia-Geral da União (AGU) e pelo setor privado, Durigan participou de medidas de aumento de arrecadação — como o aumento de impostos —, além da articulação da reforma tributária sobre o consumo e da renegociação da dívida dos estados.

Mas um novo desafio deve marcar sua gestão. Com a guerra no Oriente Médio pressionando os preços do petróleo e do diesel, ele terá a missão de evitar um novo repique da inflação que possa prejudicar a campanha de Lula por um quarto mandato no Palácio do Planalto.

Dario Durigan, novo ministro da Fazenda, durante Trilha de Finanças do G20 em 2024 — Foto: Diogo Zacarias/MF

Entre os principais desafios está assegurar o cumprimento das metas e evitar ruídos que possam afetar a confiança do mercado.

“A prioridade é previsibilidade. O mercado não reage bem a mudanças abruptas, então o foco precisa estar na continuidade das diretrizes fiscais e na clareza da execução”, avalia Raphael Costa, administrador de empresas e especialista em gestão empresarial do Grupo 220.

“Mais do que anunciar novas medidas, o momento pede reforço do compromisso com metas já definidas, especialmente no controle de gastos. Em cenários de curto prazo, consistência costuma valer mais do que inovação.”

Como o g1 já mostrou, o espaço para os gastos livres dos ministérios será apertado neste ano, o que tende a levar a bloqueios de despesas dos ministérios.

💵 Isso porque o arcabouço fiscal limita o crescimento real das despesas do governo até 2,5% ao ano. Como gastos obrigatórios crescem acima desse ritmo, o espaço para investimentos e despesas livres fica cada vez menor.

Além disso, há outro desafio relevante no horizonte: o arcabouço fiscal perdeu força e há a possibilidade de uma discussão de um novo modelo a partir de 2027. Na avaliação de Decat, o modelo atual já dá sinais de esgotamento por ter sido sustentado, em grande parte, por aumento de impostos.

“Esse é um dos pontos mais frágeis do legado de Haddad. O arcabouço teve duração curta e dependeu fortemente da arrecadação. Por isso, o debate eleitoral deve girar em torno de qual será o novo modelo fiscal a partir de 2027”, afirma.

Segundo o analista, Durigan deve participar dessas discussões, mas sem protagonismo. “A tendência é que ele atue na linha da continuidade, sem força política para liderar esse debate ou definir o novo desenho.”

Apesar da experiência técnica, há dúvidas sobre o peso político de Durigan para conduzir agendas mais complexas. “Vejo o Durigan mais na linha da continuidade, mas sem muito espaço para liderar grandes reformas estruturais”, diz Decat.

Esse cenário pode dificultar negociações com o Congresso, especialmente em um ambiente mais fragmentado e próximo das eleições.

No curto prazo, a tramitação de pautas econômicas deve avançar lentamente. O calendário eleitoral tende a esvaziar o Congresso e reduzir o espaço para temas mais sensíveis.

Entre os assuntos em andamento está a Proposta de Emendas à Constituição (PEC) que reduz a jornada de trabalho, conhecida como PEC do 6×1. A expectativa é que o debate se arraste e só ganhe força após o período eleitoral.

Outro tema com baixa chance de avanço é o chamado “imposto do pecado”, que enfrenta resistência de setores econômicos e falta de consenso político.

🔎 O Imposto Seletivo (IS), criado na reforma tributária, tem como objetivo desestimular o consumo de produtos prejudiciais à saúde e ao meio ambiente. A cobrança deve atingir itens como cigarros, bebidas alcoólicas e açucaradas, veículos poluentes, mineração e apostas, com previsão de entrada em vigor em 2027.

A alta do petróleo, impulsionada pela guerra no Oriente Médio, é a situação em que o ministro será testado de fato. O governo avalia alternativas para conter o impacto nos preços.

Na terça-feira (24), Durigan informou que o governo propôs um subsídio aos importadores de diesel para tentar segurar o preço nas bombas. A medida prevê o pagamento de R$ 1,20 por litro até o fim de maio, sendo metade bancada pela União e metade pelos estados.

Como cerca de 30% do diesel consumido no Brasil é importado, a alta internacional é rapidamente repassada às bombas e pode elevar o custo do transporte e a inflação.

A redução de impostos ou novos programas de incentivo, porém, dependem de articulação com os estados, o que torna o processo mais complexo.

Até o momento, a troca no comando da Fazenda não provocou turbulências, já que a expectativa é de continuidade. Para especialistas, o mercado entende que não há mudanças relevantes no curto prazo.

Ainda assim, há cautela em relação ao futuro. A partir de 2027, caso o atual governo seja reeleito, devem ganhar força dúvidas sobre a capacidade de Durigan de liderar uma agenda mais ampla — ou até mesmo de que ele será o ministro escolhido.

Outro desafio será lidar com a pressão por medidas imediatas em ano eleitoral, o que pode entrar em conflito com a responsabilidade com as contas públicas.

“Historicamente, isso ocorre em diferentes ciclos e não é exclusivo de um governo. O impacto depende de como essas medidas são estruturadas”, avalia Raphael Costa.

“Se houver desalinhamento com a sustentabilidade fiscal, o mercado reage rapidamente. Por outro lado, quando há equilíbrio entre a agenda econômica e as demandas sociais, os efeitos podem ser administrados. O ponto-chave é entender até que ponto decisões de curto prazo comprometem o médio e o longo prazo.”

Com perfil técnico e discreto, Durigan assume a Fazenda como um nome de continuidade. No curto prazo, o desafio será manter a previsibilidade e atravessar o período eleitoral sem rupturas.

Já no médio prazo, o cenário é mais incerto e dependerá tanto do ambiente político quanto das decisões que serão tomadas a partir de 2027.

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Café brasileiro, dono estrangeiro: quem controla as marcas mais populares no país

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/03/2026 05:44

Agro Café brasileiro, dono estrangeiro: quem controla as marcas mais populares no país Quatro empresas com capital estrangeiro controlam mais da metade do mercado no país, incluindo marcas como Pilão, 3 Corações, Melitta e Nescafé. Por Marcelo Tuvuca

Quatro empresas que têm capital estrangeiro (3 Corações, JDE Peet’s, Melitta e Nestlé) dominam 55,6% do mercado de café no Brasil.

Marcas populares como Pilão, Melitta, Café do Ponto e Caboclo pertencem a multinacionais com fábricas no país.

A entrada de estrangeiras cresceu com a expansão dos supermercados e a nacionalização das marcas regionais, nas décadas de 1990 e 2000.

Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), o café moído vendido no Brasil é feito com grãos 100% nacionais, comprados de produtores e cooperativas locais.

O Brasil é o maior produtor de café do mundo e os grãos cultivados no país abastecem não apenas o mercado externo, mas também as marcas vendidas aqui.

Apesar disso, muitos dos cafés encontrados nas prateleiras dos supermercados brasileiros pertencem a empresas estrangeiras.

É o caso do Café Pilão, da holandesa JDE Peet’s, gigante do setor que foi adquirida em agosto de 2025 pela norte-americana Keurig Dr Pepper.

Outras marcas populares, como Melitta, 3 Corações, Café Brasileiro, Café do Ponto e Caboclo, também são controladas por empresas com capital estrangeiro. A suíça Nestlé, dona do Nescafé e do Nespresso, também atua fortemente no país.

O ☕conversou com Celírio Inácio, diretor executivo da Associação Brasileira da Indústria do Café (Abic), para entender o cenário.

Segundo a Abic, com base em dados da Nielsen, quatro empresas concentram 55,6% do mercado de café no Brasil:

☕3 Corações: Líder do mercado, a empresa é uma joint-venture entre a brasileira São Miguel Holding e a israelense Strauss, com 50% de participação cada. Controla marcas como 3 Corações, Café Brasileiro, Iguaçu e Santa Clara, e tem nove fábricas no Brasil.

☕JDE Peet’s: A holandesa JDE (de Jacobs Douwe Egberts) está no Brasil desde 1998 e é dona do Café Pilão, L’OR, Café do Ponto, Café Pelé e Caboclo. Tem quatro fábricas e ocupa a segunda posição no mercado.

☕Melitta: Dona do café do mesmo nome, a Melitta é uma empresa alemã que chegou ao Brasil em 1968 como fabricante de filtros de café. Em 1980, passou a vender o café com a marca própria; hoje, tem quatro fábricas e ocupa o terceiro lugar no mercado.

☕Nestlé: A multinacional suíça está no Brasil desde 1921. Lançou o Nescafé no país nos anos 1950 e hoje lidera o mercado de cápsulas com o Nespresso. Tem uma fábrica dedicada ao café no Brasil e é quarta maior empresa do setor.

☕Camil: A empresa brasileira de alimentos tem participação significativa no mercado de café, no qual entrou em 2021. Ela detém as marcas Bom Dia, Seleto e União, com uma fábrica em Varginha (MG).

Segundo a Abic, a entrada das multinacionais no setor de café foi gradual. Nestlé e Melitta, por exemplo, começaram no Brasil com outros produtos antes de investir no café.

Já a holandesa JDE Peet’s chegou ao Brasil no fim da década de 1990 adquirindo marcas já consolidadas, como Café do Ponto e Pilão.

A multinacional israelense Strauss Group, por sua vez, entrou no país em 2000 ao comprar a Café Três Corações. Cinco anos depois, se juntou ao São Miguel Holding, do café Santa Clara, para formar o grupo 3 Corações.

A presença das multinacionais coincidiu com a disseminação de grandes supermercados pelo país nas décadas de 1990 e 2000, que popularizou marcas de café antes restritas a algumas regiões.

“Até então, o mercado de café era regional e caseiro”, diz o diretor da Abic. “Mas com os supermercados chegando a quase todos os estados e cidades, o café acompanhou esse movimento, tornando as marcas regionais conhecidas em outros lugares.”

Com o mercado mais estruturado, as empresas estrangeiras passaram a investir no setor. “Elas são atraídas pelo grande faturamento interno, pelas vendas e pela facilidade de matéria-prima à disposição”, diz Celírio.

Sim. No caso do café torrado e moído, 100% do produto vendido no Brasil é nacional, segundo a Abic. Cerca de 22 milhões de sacas de café são destinadas ao consumo interno.

As empresas compram os grãos diretamente dos produtores ou de cooperativas, buscando os grãos adequados para cada marca. Depois, o café é industrializado nas fábricas e distribuído para os pontos de venda.

“As empresas precisam ter várias fontes de compra para oferecer aquele tipo de café específico que será produzido. É um mercado muito disputado”, resume Celírio.

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Galinha leva 25 horas para produzir um ovo; entenda o processo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/03/2026 05:44

GLOBO RURAL Galinha leva 25 horas para produzir um ovo; entenda o processo Ovo tem diferentes tamanhos ao longo da vida da ave. Por Globo Rural

A formação de um ovo passa por várias etapas e leva, em média, 25 horas. Por isso, a galinha costuma botar apenas um ovo por dia.

Você sabe o que é a gema? Ela é um óvulo da ave, liberado pelo ovário. Esse é o primeiro passo na formação do ovo.

Quando a ave inicia a postura, ela ainda é jovem. Por isso, o oviduto é estreito, gerando ovos pequenos, explica a zootecnista da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), Bruna Belosoff.

A medida que a ave cresce, o canal se dilata. Com isso, os ovos ficam maiores e passam a pesar entre 60 e 65 gramas, que é a média.

Essa mudança acontece porque, no desenvolvimento da ave, os hormônios ainda não estão totalmente regulados.

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Receita Federal já recebeu mais de 100 mil declarações do IR no início do prazo

Fonte: G1 Imposto de Renda | Publicado em: 26/03/2026 04:45

Economia Imposto de renda Receita Federal já recebeu mais de 100 mil declarações do IR no início do prazo Prazo de envio começou nesta segunda-feira (17), às 8h, e se estende até 30 de maio. O Fisco espera receber 46,2 milhões de declarações do Imposto de Renda 2025, ano-base 2024, dentro do prazo legal. Por Alexandro Martello, g1 — Brasília

Quem não entregar dentro do prazo fixado está sujeito a uma multa mínima de R$ 165,74 e a um valor máximo correspondente a 20% do imposto sobre a renda devido.

Fisco informou que espera receber 46,2 milhões de declarações do IR 2025, ano-base 2024, contra 42,4 milhões no ano passado.

Nas primeiras horas de apresentação do Imposto de Renda 2025, ano-base 2024, a Receita Federal já recebeu mais de 100 mil declarações das pessoas físicas.

💻 O prazo de envio começou nesta segunda-feira (17), às 8h, e se estende até 30 de maio. O recebimento de 100 mil declarações foi registrado às 9h15.

Quem não entregar dentro do prazo fixado está sujeito a uma multa mínima de R$ 165,74 e a um valor máximo correspondente a 20% do imposto sobre a renda devido.

➡️O Fisco informou que espera receber 46,2 milhões de declarações do Imposto de Renda 2025, ano-base 2024, contra 42,4 milhões no ano passado.

De acordo com o supervisor do programa do Imposto de Renda 2025, José Carlos da Fonseca, pagamentos e rendimentos já estão disponíveis na declaração pré-preenchida a partir desta segunda-feira.

As demais informações dos contribuintes, entretanto, como previdência, saldos bancários e de investimentos, informações dos cartórios, contas e novas aplicações financeiras, estão previstas para serem informadas pelo Fisco na declaração pré-preenchida a partir do dia 1º de abril.

🔎Na declaração pré-preenchida, a Receita Federal mostra ao contribuinte informações de rendimentos, deduções, bens e direitos e dívidas e ônus reais – que são carregadas automaticamente, sem a necessidade de digitação.

A Receita prioriza a data de entrega das declarações e também observa uma fila de prioridades para alguns grupos, que recebem a restituição antes de todo o resto (mesmo que tenham entregado a declaração nos últimos dias do prazo).

Quem envia a declaração mais cedo recebe a restituição primeiro. Por outro lado, se houver erros ou omissões na entrega, o contribuinte perde a posição na fila — ou seja, vai para o fim do calendário de restituições.

idosos acima de 80 anos;idosos entre 60 e 79 anos;contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave;contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério;utilizaram a pré-preenchida E optaram por receber a restituição por PIX;contribuintes que adotarem a declaração pré-preenchida OU optarem por receber a restituição via PIX.

Para receber via PIX, é preciso que a chave informada no momento da declaração seja o CPF do contribuinte. PIX vinculados ao e-mail ou ao telefone, por exemplo, não podem ser usados.

1º LOTE: 30 de maio;2º LOTE: 30 de junho;3º LOTE: 31 de julho;4º LOTE: 29 de agosto;5º LOTE: 30 de setembro.

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Imposto de Renda 2025: como declarar renda obtida por ‘freelas’, trabalho autônomo ou informal?

Fonte: G1 Imposto de Renda | Publicado em: 26/03/2026 04:45

Economia Imposto de renda Imposto de Renda 2025: como declarar renda obtida por 'freelas', trabalho autônomo ou informal? Todas as pessoas físicas têm a obrigação de declarar o IR se os seus rendimentos tributáveis ultrapassaram o valor de R$ 33.888 em 2024; o prazo termina no dia 30 de maio. Por Júlia Nunes, g1

Profissionais autônomos, informais e "freelancers" também têm a obrigação de declarar o IR quando seus rendimentos tributáveis ultrapassam o valor estipulado pelo governo.

Quem não entregar a declaração dentro do prazo fixado está sujeito a uma multa mínima de R$ 165,74 e a um valor máximo correspondente a 20% do imposto sobre a renda devido.

Virar MEI é uma opção para empreendedores, autônomos e freelancers que ganham até R$ 81 mil por ano.

Abrir uma microempresa (ME) é indicado para quem fatura acima de R$ 81 mil e até R$ 360 mil por ano.

O prazo para declaração do Imposto de Renda 2025 já começou. As pessoas que receberam rendimentos tributáveis acima de R$ 33.888 em 2024 têm até o dia 30 de maio para informá-los à Receita Federal.

Quem não entregar a declaração dentro do prazo fixado está sujeito a uma multa mínima de R$ 165,74 e a um valor máximo correspondente a 20% do imposto sobre a renda devido.

Como qualquer trabalhador, profissionais autônomos, informais e "freelancers" também têm a obrigação de declarar o IR quando seus rendimentos tributáveis ultrapassam o valor estipulado pelo governo. E isso pode ser feito de várias formas.

Uma opção recomendada pelos especialistas para simplificar e reduzir a tributação é abrir um CNPJ, seja de Microempreendedor Individual (MEI) ou Microempresa (ME), dependendo do faturamento e tipo de atividade exercida. Outra possibilidade é declarar os ganhos somente como pessoa física mesmo, com o carnê-leão.

⚠️ Caso a pessoa não tenha aberto um CNPJ ou preenchido o carnê-leão ao longo de 2024, ela ainda precisa informar seus ganhos no Imposto de Renda para evitar problemas com a Receita.

Ela deverá reunir todos os valores que recebeu ao longo do ano, independentemente do meio de pagamento, como PIX, dinheiro ou transferência bancária, e informá-los nos seus respectivos campos da declaração, ensina o advogado tributarista Gabriel Santana Vieira, sócio da GSV Contabilidade.

"O próprio programa da Receita Federal calculará o imposto devido sobre os rendimentos declarados. Caso haja imposto a pagar, será gerado um DARF (Documento de Arrecadação de Receitas Federais) para quitação", afirma o especialista.

Virar MEI é uma opção para empreendedores, autônomos e freelancers que ganham até R$ 81 mil por ano (cerca de R$ 6.750 por mês) e exercem uma das atividades enquadradas na categoria, que passam por vendedores de doces, cabeleireiros e motoristas de aplicativo.

Além de facilitar a emissão de notas fiscais, a formalização como MEI permite o pagamento simplificado de tributos e garante benefícios previdenciários do INSS, como aposentadoria, auxílio-doença e salário-maternidade.

Nesta categoria, os impostos da empresa são pagos através do DAS, o Documento de Arrecadação do Simples Nacional, que tem um valor fixo todos os meses. Neste ano, ele varia de R$ 75,90, para o MEI em geral, a R$ 188,16, para o MEI Caminhoneiro.

Mas, ainda assim, o empreendedor precisa declarar o Imposto de Renda da Pessoa Física se os seus rendimentos tributáveis (dentro e fora da empresa) ultrapassarem o teto de isenção.

"Soma-se o lucro da empresa, salários, aluguéis, aposentadorias, dividendos…", exemplifica Camila Boscov, professora de contabilidade financeira do Insper.

No caso do MEI, uma parte dos rendimentos da empresa é isenta de impostos. Por isso, o empreendedor precisa aprender a calcular a parcela dos ganhos que é tributável, explica Kályta Caetano, head de Contabilidade da plataforma de gestão MaisMei.

A parcela isenta varia conforme a atividade do MEI. Ela será de 8% do faturamento para comércio, indústria e transporte de cargas; de 16% para transporte de passageiros; e de 32% para prestação de serviços.Além disso, o MEI pode deduzir da conta as despesas do seu negócio, de modo que a parcela tributável será o lucro evidenciado da empresa (faturamento menos despesas), menos o percentual isento calculado anteriormente.

Assim, se a parcela tributável for menor que o limite de isenção do IR (R$ 33.888), e o MEI não tiver outras fontes de renda, não será necessário fazer a declaração.

Caso contrário, o procedimento é obrigatório. A parcela isenta deverá ser informada na ficha “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis” e, a tributável, na ficha “Rendimentos Tributáveis Recebidos de PJ pelo Titular”.

Para o cálculo ficar mais simples, a especialista orienta que o MEI envie a Declaração Anual do Simples Nacional (DASN-SIMEI) com antecedência, para ter tempo suficiente para organizar e revisar os dados financeiros do negócio.

🔎 A DASN é um documento que precisa ser entregue anualmente pelo MEI com informações sobre as contribuições e o faturamento da empresa no ano anterior, além de empregados que ele eventualmente tenha tido.

Além do lucro da empresa, o MEI precisa estar atento para declarar outros possíveis ganhos que ele teve por fora do negócio. Se, além da empresa, ele também tiver um emprego com carteira assinada, deve informar os dois rendimentos.

tenha tido rendimentos isentos, tributáveis na fonte ou não tributáveis acima de R$ 200 mil (como FGTS, indenização trabalhista, pensão alimentícia, entre outros); tenha passado a condição de residente no Brasil a qualquer tempo em 2024; tenha realizado operações em bolsa com valores superiores a R$ 40 mil; possua bens ou direitos acima de R$ 800 mil.

Abrir uma microempresa (ME) é indicado para quem fatura acima de R$ 81 mil e até R$ 360 mil por ano. Pode ser uma opção para um médico, por exemplo, que trabalha de forma autônoma e recebe o dinheiro das consultas diretamente de seus pacientes.

O regime "permite maior flexibilidade, contratação de funcionários e acesso a outros regimes tributários [mais simples ou vantajosos], como o Lucro Presumido", explica o advogado Gabriel Santana Vieira.

O dono de uma microempresa precisa retirar um pró-labore, ou seja, uma remuneração própria pelo trabalho que exerce dentro dela.

Esse valor é pago mensalmente e, assim como no salário de um trabalhador com carteira assinada, o Imposto de Renda precisa ser recolhido na fonte caso ultrapasse o limite de isenção, ensina o contador Francisco Arrighi, da Fradema Consultoria Tributária.

Assim, na hora da declaração do IR, esse rendimento deve ser informado normalmente, na aba “Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoa Jurídica”.

Além disso, o empresário precisa declarar os dividendos — a parte do lucro da empresa que é distribuída aos acionistas —, mesmo que atualmente eles sejam isentos de IR.

Nesse caso, os valores devem ser descritos no item “Rendimento de sócio ou titular de microempresa ou empresa de pequeno porte optante pelo Simples Nacional, exceto pró-labore, aluguéis e serviços prestados”.

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Com ele, o contribuinte paga os impostos relativos aos seus ganhos todos os meses, como se fosse um recolhimento retido na fonte, igual a salários de empregos com carteira assinada ou pró-labore.

Ele é um meio bastante utilizado por profissionais autônomos e liberais, pessoas que recebem pensão alimentícia, valores do exterior ou aluguel de imóveis.

Todo mês, o trabalhador precisa preencher o carne-leão com as suas receitas e despesas relacionadas à atividade (veja aqui como fazer) e o próprio sistema da Receita Federal vai indicar o valor que se deve pagar de imposto, explica Camila Boscov, do Insper.

"Geralmente é uma boa opção abrir uma ME, mas é ideal uma análise mais minuciosa já que o valor a ser pago no carnê-leão varia de acordo com a renda tributável do profissional autônomo", pontua o contador Francisco Arrighi.

Ao utilizar esse método, na hora de declarar o Imposto de Renda, o profissional vai conseguir importar os dados do carnê-leão, para demonstrar à Receita os seus rendimentos e o que já foi pago de imposto.

A declaração pré-preenchida, que estará disponível a partir do dia 1º de abril, já vem com essas informações.

"É importante entender que não há um pagamento duplicado. O carnê-leão é uma forma de distribuir o pagamento ao longo do ano. A declaração do IRPF serve para consolidar as informações e garantir que o valor final do imposto esteja correto", explica Arrighi.

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Receita Federal já recebeu mais de 1,5 milhão de declarações do IR 2025

Fonte: G1 Imposto de Renda | Publicado em: 26/03/2026 04:45

Economia Imposto de renda Receita Federal já recebeu mais de 1,5 milhão de declarações do IR 2025 Prazo de envio começou nesta segunda-feira (17), às 8h, e se estende até 30 de maio. O Fisco espera receber 46,2 milhões de declarações do Imposto de Renda 2025, ano-base 2024, dentro do prazo legal. Por Alexandro Martello, g1 — Brasília

Quem não entregar dentro do prazo fixado está sujeito a uma multa mínima de R$ 165,74 e a um valor máximo correspondente a 20% do imposto sobre a renda devido.

Fisco informou que espera receber 46,2 milhões de declarações do IR 2025, ano-base 2024, contra 42,4 milhões no ano passado.

A Receita Federal recebeu até as 10h desta quarta-feira (19) mais de 1,5 milhão de declarações do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) 2025, ano-base 2024.

💻 O prazo de envio começou nesta segunda-feira (17), às 8h, e se estende até 30 de maio. O total exato computado pela Receita nesta manhã foi de 1.538.536.

Nas primeiras horas de abertura do prazo para envio da declaração, por volta das 9h15 de segunda, a Receita já tinha recebido 100 mil declarações.

Quem não entregar dentro do prazo fixado está sujeito a uma multa mínima de R$ 165,74 e a um valor máximo correspondente a 20% do imposto sobre a renda devido.

➡️O Fisco informou que espera receber 46,2 milhões de declarações do Imposto de Renda 2025, ano-base 2024, contra 42,4 milhões no ano passado.

De acordo com o supervisor do programa do Imposto de Renda 2025, José Carlos da Fonseca, pagamentos e rendimentos estão disponíveis na declaração pré-preenchida.

As demais informações dos contribuintes, entretanto, como previdência, saldos bancários e de investimentos, informações dos cartórios, contas e novas aplicações financeiras, estão previstas para serem informadas pelo Fisco na declaração pré-preenchida a partir do dia 1º de abril.

🔎Na declaração pré-preenchida, a Receita Federal mostra ao contribuinte informações de rendimentos, deduções, bens e direitos e dívidas e ônus reais – que são carregadas automaticamente, sem a necessidade de digitação.

A Receita prioriza a data de entrega das declarações e também observa uma fila de prioridades para alguns grupos, que recebem a restituição antes de todo o resto (mesmo que tenham entregado a declaração nos últimos dias do prazo).

Quem envia a declaração mais cedo recebe a restituição primeiro. Por outro lado, se houver erros ou omissões na entrega, o contribuinte perde a posição na fila — ou seja, vai para o fim do calendário de restituições.

idosos acima de 80 anos;idosos entre 60 e 79 anos;contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave;contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério;utilizaram a pré-preenchida E optaram por receber a restituição por PIX;contribuintes que adotarem a declaração pré-preenchida OU optarem por receber a restituição via PIX.

Para receber via PIX, é preciso que a chave informada no momento da declaração seja o CPF do contribuinte. PIX vinculados ao e-mail ou ao telefone, por exemplo, não podem ser usados.

1º LOTE: 30 de maio;2º LOTE: 30 de junho;3º LOTE: 31 de julho;4º LOTE: 29 de agosto;5º LOTE: 30 de setembro.

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Isenção de IR até R$ 5 mil: meu salário vai aumentar? Saiba o que muda na vida do trabalhador

Fonte: G1 Imposto de Renda | Publicado em: 26/03/2026 04:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,220-0,65%Dólar TurismoR$ 5,430-0,73%Euro ComercialR$ 6,035-0,86%Euro TurismoR$ 6,282-1,05%B3Ibovespa185.424 pts1,6%MoedasDólar ComercialR$ 5,220-0,65%Dólar TurismoR$ 5,430-0,73%Euro ComercialR$ 6,035-0,86%Euro TurismoR$ 6,282-1,05%B3Ibovespa185.424 pts1,6%MoedasDólar ComercialR$ 5,220-0,65%Dólar TurismoR$ 5,430-0,73%Euro ComercialR$ 6,035-0,86%Euro TurismoR$ 6,282-1,05%B3Ibovespa185.424 pts1,6%Oferecido por

O governo federal apresentou nesta terça-feira (18) um projeto de lei que amplia a faixa de isenção do Imposto de Renda da Pessoa Física para quem ganha até R$ 5 mil.

O projeto ainda precisa passar pelo crivo do Congresso Nacional. Se for aprovado neste ano, a nova faixa de isenção entra em vigor em 2026.

Com a isenção, o patrão precisaria “ajustar a folha de pagamento para garantir a aplicação correta da isenção, sem que haja qualquer cobrança adicional sobre o salário do trabalhador”, explica a advogada trabalhista Paula Borges.

Tecnicamente, a mudança não pode ser chamada de aumento salarial. Mas, sim, o valor líquido recebido pelo trabalhador ficaria maior.

Além de ampliar a faixa de isenção para quem ganha até R$ 5 mil por mês, a equipe econômica também propôs uma isenção parcial para valores entre R$ 5 mil e R$ 7 mil por mês.

‘Estamos mexendo numa questão mais sensível ainda, que é a questão da renda’, diz Haddad sobre projeto que amplia isenção do IR

O governo federal apresentou nesta terça-feira (18) um projeto de lei que amplia a faixa de isenção do Imposto de Renda da Pessoa Física para quem ganha até R$ 5 mil.

O projeto ainda precisa passar pelo crivo do Congresso Nacional. Se for aprovado neste ano, a nova faixa de isenção entra em vigor em 2026.

💭 Mas como essa isenção impacta o bolso dos trabalhadores? Sem o desconto do IR na folha de pagamento, o salário ficará maior? E como fica quem recebe mais de R$ 5 mil?

O trabalhador vai ganhar mais? Quem será beneficiado? Como funciona para quem recebe entre R$ 5 mil e R$ 7 mil por mês? Como funciona atualmente?

O Imposto de Renda é, em geral, recolhido na fonte — ou seja, descontado diretamente do salário dos trabalhadores.

A cada ano, o contribuinte ajusta suas contas com a Receita Federal por meio da declaração do IR, e pode ser restituído ou pagar ainda mais imposto.

➡️ Com o projeto, o que mudaria para o trabalhador que ganha até R$ 5 mil por mês? Segundo a advogada trabalhista Paula Borges, da Ferraz dos Passos Advocacia e Consultoria, o empregado passará a receber um salário líquido maior.

Isso porque o desconto aplicado em folha referente ao Imposto de Renda será extinto para esse grupo.

“A mudança pode resultar em um aumento no valor líquido, ou seja, no valor efetivamente recebido após os descontos”, explica a especialista.

Com a isenção, o patrão precisaria “ajustar a folha de pagamento para garantir a aplicação correta da isenção, sem que haja qualquer cobrança adicional sobre o salário do trabalhador”, completa Borges.

🚨 Tecnicamente, a mudança não pode ser chamada de aumento salarial. Mas, sim, o valor líquido recebido pelo trabalhador ficaria maior. (veja exemplos abaixo)

Segundo o Ministério da Fazenda, 90% dos brasileiros que pagam o Imposto de Renda (o correspondente a mais de 90 milhões de pessoas) estarão na faixa da isenção total ou parcial.

Além disso, cerca 65% dos declarantes do IR pessoa física (cerca de 26 milhões de pessoas) serão totalmente isentos.

Como compensação, o governo vai elevar o imposto para os mais ricos, que ganham mais de R$ 50 mil por mês (o equivalente a R$ 600 mil por ano).

Segundo o Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, a ideia "é mirar naquelas pessoas que tenham uma renda superior a R$1 milhão".

Além de ampliar a faixa de isenção para quem ganha até R$ 5 mil por mês, a equipe econômica também propôs uma isenção parcial para valores entre R$ 5 mil e R$ 7 mil por mês.

Para essas faixas de renda, será concedido um desconto progressivo que vai diminuindo gradualmente – conforme a renda vai aumentando.

Um motorista que recebe R$ 3.650,66 e atualmente paga por mês R$ 81,44 referente ao Imposto de Renda. Em 2026 pagará zero, uma economia de R$1.058,71 por ano; Uma professora que recebe R$ 4.867,77 e atualmente paga por mês R$ 305,40 referente ao imposto de renda. Em 2026 pagará zero, uma economia de R$ 3.970,18 por ano;Um profissional autônomo que tem um rendimento de R$ 5.450 e atualmente paga por mês R$ 447,43 referente ao imposto de renda. Em 2026 pagará por mês R$ 180,56 uma economia de R$ 3.202,50 por ano; Uma enfermeira que ganha R$ 6.260, e atualmente paga por mês R$ 670,18 referente ao imposto de renda. Em 2026 pagará por mês R$ 530, uma economia de R$ 1.822,01 por ano.

Atualmente, a tabela do IR estabelece que quem ganha até R$ 2.259,20 está isento de pagar o imposto. Além disso, o governo oferece um desconto de R$ 564,80 para garantir que quem ganha até dois salários mínimos (R$ 2.824) também não declare o imposto.

É importante lembrar que o imposto não é cobrado sobre o salário total. Por exemplo, o valor descontado para o INSS não entra na conta. As alíquotas do IR não são aplicadas de forma integral sobre toda a renda.

Neste ano, por exemplo, a Receita Federal espera receber 46,2 milhões de declarações do Imposto de Renda 2025, ano-base 2024.

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Imposto de Renda 2025: não consegue fazer declaração online? Entenda por que e o que fazer

Fonte: G1 Imposto de Renda | Publicado em: 26/03/2026 04:45

Economia Imposto de renda Imposto de Renda 2025: não consegue fazer declaração online? Entenda por que e o que fazer Por enquanto, as declarações só poderão ser feitas por meio do programa gerador do IR 2025, já disponível para download. As entregas online, por site e aplicativo, serão possíveis a partir de 1º de abril, segundo a Receita Federal. Por André Catto, g1

Contribuintes foram às redes sociais relatar dificuldades para declarar o Imposto de Renda 2025 (ano-base 2024) tanto pelo site quanto pelo aplicativo da Receita Federal.

As queixas começaram logo na segunda-feira (17), primeiro dia do prazo para a entrega da declaração.

Procurada pelo g1, a Receita Federal esclareceu o seguinte: por enquanto, as declarações só podem ser feitas por meio do programa gerador do IR 2025, já disponível para download em computadores.

Contribuintes foram às redes sociais relatar dificuldades para declarar o Imposto de Renda 2025 (ano-base 2024) tanto pelo site quanto pelo aplicativo da Receita Federal. As queixas começaram logo na segunda-feira (17), primeiro dia do prazo para a entrega da declaração.

No X (antigo Twitter), internautas disseram não encontrar a opção para o preenchimento e envio dos dados atualizados — apenas a alternativa de enviar retificadoras de anos anteriores.

"Tentando fazer a declaração do Imposto de Renda, mas não aparece a opção de 2025", reclamou um deles. "Como fazer a declaração se o site não funciona?", questionou outro.

Procurada pelo g1, a Receita Federal esclareceu o seguinte: por enquanto, as declarações só podem ser feitas por meio do programa gerador do IR 2025, já disponível para download em computadores. As entregas online (app e site) serão possíveis apenas a partir de 1º de abril.

O órgão afirmou que, neste ano, o aplicativo "Meu Imposto de Renda" ficou indisponível para download. Agora, portanto, os contribuintes que preferem fazer a declaração por dispositivos móveis precisarão utilizar o aplicativo da Receita Federal.

"O antigo app IRPF foi descontinuado, junto com outros aplicativos específicos da Receita Federal. Todas essas funcionalidades estão sendo centralizadas em um app único, o app Receita Federal", esclareceu o órgão.

Quem tentou pelo app, contudo, ainda não conseguiu fazer a declaração. Ao clicar em "Meu Imposto de Renda", o contribuinte encontrou o ícone "IRPF 2025", no qual não há a opção de declarar. A única mensagem na tela é a de IR "não entregue". O mesmo aconteceu com quem tentou pelo site.

Página do 'Meu Imposto de Renda', no app da Receita Federal, em acesso no dia 18 de março. — Foto: Reprodução

Além das entregas online, também ficou para 1º de abril o início do período em que os contribuintes poderão passar a usar a declaração pré-preenchida — modelo em que as informações são inseridas automaticamente no sistema, sem a necessidade de digitação.

Até a data, quem tentar fazer a declaração do IR 2025 por meio da modalidade conseguirá incorporar apenas informações básicas.

Segundo o subsecretário de Gestão Corporativa da Receita Federal, Juliano Neves, "dificuldades internas", incluindo a greve de servidores do órgão, prejudicaram os trabalhos e impossibilitaram que o órgão disponibilizasse a versão pré-preenchida logo no início do prazo de declaração.

O prazo para entrega do IR 2025, que começou na segunda-feira (17), vai até o dia 30 de maio. (veja abaixo as mudanças e quem precisa declarar)

Os contribuintes que já querem entregar a declaração têm como alternativa baixar o programa disponibilizado pela Receita.

🖥️ Pelo computador, o contribuinte poderá baixar os programas do Windows, Multiplataforma (zip) e Outros (Mac, Linux, Solaris). O programa está disponível no próprio site da Receita Federal (clique aqui para acessar). Veja o passo a passo:

Acesse o site da Receita Federal e clique na opção "Baixar programa" para baixar a versão para Windows ou escolher uma das demais opções;Depois que o computador fizer o download do programa de instalação, uma caixa de introdução será aberta. Nessa aba, a orientação da Receita é que você finalize todos os programas em execução antes de prosseguir. Feito isso, basta clicar em "Avançar";Em seguida, selecione a pasta onde pretende instalar o programa no seu computador. Você também tem a opção de criar uma pasta própria para o download, se quiser. Depois, clique em "Avançar" novamente;Confirme as configurações para a pasta de destino. Para facilitar, selecione a opção de "criar atalho na área de trabalho" — dessa forma, um ícone para o programa será criado. Em seguida, clique em "Avançar";Pronto! A Instalação está concluída. Agora, basta clicar em "Terminar".

quem recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 33.888,00 em 2024. O valor é um pouco maior do que o da declaração do IR do ano passado (R$ 30.639,90) por conta da ampliação da faixa de isenção;contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 200 mil no ano passado;quem obteve, em qualquer mês de 2024, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas cuja soma foi superior a R$ 40 mil, ou com apuração de ganhos líquidos sujeitas à incidência do imposto;quem teve isenção de imposto sobre o ganho de capital na venda de imóveis residenciais, seguido de aquisição de outro imóvel residencial no prazo de 180 dias;quem teve, em 2024, receita bruta em valor superior a R$ 169.440,00 em atividade rural;quem tinha, até 31 de dezembro de 2024, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 800 mil;quem passou para a condição de residente no Brasil em qualquer mês e se encontrava nessa condição até 31 de dezembro de 2024;quem optou por declarar os bens, direitos e obrigações detidos pela entidade controlada, direta ou indireta, no exterior como se fossem detidos diretamente pela pessoa física;possui trust no exterior;quem atualizou bens imóveis pagando ganho de capital diferenciado em dezembro/2024 (Lei nº 14.973/2024);quem auferiu rendimentos no exterior de aplicações financeiras e de lucros e dividendos;deseja atualizar bens no exterior.

Há 8 horas Política Inelegível pelo TSECastro ainda pode disputar o Senado? Entenda os recursos possíveis

Há 3 horas Eleições 2026 TSE confirma eleição indireta para governador do Rio de JaneiroHá 3 horasOperação FallaxPF diz que Grupo Fictor e CV usavam mesma estrutura para lavar dinheiro

Há 3 horas São Paulo Análise do plenárioSTF analisa hoje a decisão de Mendonça de prorrogar CPI do INSS; entenda

Há 4 horas Política Previsão do tempo 🌧️Com altas temperaturas, chuva deve atingir grande parte do Brasil hoje

Há 4 horas Meio Ambiente Veja a previsão na sua cidadeHá 4 horasJustiça EleitoralEleições 2026: partidos têm até 15 de agosto para registrar candidatos

Há 2 horas Eleições 2026 Preso em Nova YorkDefesa de Maduro tenta derrubar acusações de tráfico em nova audiência

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Imposto de Renda 2025: veja como baixar o programa para declaração

Fonte: G1 Imposto de Renda | Publicado em: 26/03/2026 04:45

Economia Imposto de renda Imposto de Renda 2025: veja como baixar o programa para declaração Prazo para declaração do IR vai de 17 de março a 30 de maio. Programa já está disponível para download. Por Redação g1 — Brasília e São Paulo

O prazo para entrega da declaração do Imposto de Renda 2025 começa nesta segunda-feira (17) e se estende até 30 de maio.

Quem não entregar a declaração dentro do prazo fixado está sujeito a uma multa, que varia de um valor mínimo de R$ 165,74 até um montante máximo, que corresponde a 20% do imposto devido.

A Receita Federal passou a dar prioridade para os contribuintes que escolherem a declaração pré-preenchida e também optarem por receber a restituição via PIX. Até o ano passado, a prioridade para os pagamentos acontecia apenas quem tinha escolhido uma ou outra opção; eO aplicativo "Meu Imposto de Renda" não está mais disponível para download. Agora, os contribuintes que preferirem fazer a declaração por dispositivos móveis precisarão baixar o aplicativo da Receita Federal. Veja mais detalhes dessas mudanças abaixo.

A Receita costuma priorizar a data de entrega das declarações para o pagamento das restituições, bem como observa uma fila de prioridades para alguns grupos, que recebem a restituição antes de todo o resto (mesmo que tenham entregado a declaração nos últimos dias do prazo).

Assim, quem envia a declaração mais cedo recebe a restituição primeiro. Por outro lado, se houver erros ou omissões na entrega, o contribuinte perde a posição na fila — ou seja, vai para o fim do calendário de restituições.

Como baixar o programaQuem é obrigado a declarar o Imposto de Renda?Até quando vai o prazo de declaração do Imposto de Renda 2025?Quando vou poder fazer a declaração pré-preenchida?Quando vou receber a restituição?Quem tem prioridade para receber a restituição?Qual é a tabela do Imposto de Renda 2025?Quais os documentos necessários para fazer a declaração do Imposto de Renda?

🖥️ Pelo computador, o contribuinte poderá baixar os programas do Windows, Multiplataforma (zip) e Outros (Mac, Linux, Solaris). O programa está disponível no próprio site da Receita Federal (clique aqui para acessar). Veja o passo a passo:

Acesse o site da Receita Federal e clique na opção "Baixar programa" para baixar a versão para Windows ou escolher uma das demais opções;Depois que o computador fizer o download do programa de instalação, uma caixa de introdução será aberta. Nessa aba, a orientação da Receita é que você finalize todos os programas em execução antes de prosseguir. Feito isso, basta clicar em "Avançar";Em seguida, selecione a pasta onde pretende instalar o programa no seu computador. Você também tem a opção de criar uma pasta própria para o download, se quiser. Depois, clique em "Avançar" novamente;Confirme as configurações para a pasta de destino. Para facilitar, selecione a opção de "criar atalho na área de trabalho" — dessa forma, um ícone para o programa será criado. Em seguida, clique em "Avançar";Pronto! A Instalação está concluída. Agora, basta clicar em "Terminar".

📱Pelo celular, houve uma mudança neste ano: o aplicativo "Meu Imposto de Renda" não está mais disponível para download. Assim, os contribuintes que preferirem fazer a declaração por dispositivos móveis precisarão baixar o aplicativo da Receita Federal.

▶️ ATENÇÃO: Essa opção não pode ser usada, entre outros, por contribuintes que tenham recebido rendimento:

de rendimentos tributáveis recebidos do exterior;que tenham ganhos de capital na alienação de bens ou direitos;que tenham ganhos de capital na alienação de bens ou direitos adquiridos em moeda estrangeira;que tenham ganhos de capital na alienação de moeda estrangeira em espécie; entre outros. Para ver todos os limites da declaração online e por aplicativo, clique aqui.

quem recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 33.888,00 em 2024. O valor é um pouco maior do que o da declaração do IR do ano passado (R$ 30.639,90) por conta da ampliação da faixa de isenção;contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 200 mil no ano passado;quem obteve, em qualquer mês de 2024, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas cuja soma foi superior a R$ 40 mil, ou com apuração de ganhos líquidos sujeitas à incidência do imposto;quem teve isenção de imposto sobre o ganho de capital na venda de imóveis residenciais, seguido de aquisição de outro imóvel residencial no prazo de 180 dias;quem teve, em 2024, receita bruta em valor superior a R$ 169.440,00 em atividade rural;quem tinha, até 31 de dezembro de 2024, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 800 mil;quem passou para a condição de residente no Brasil em qualquer mês e se encontrava nessa condição até 31 de dezembro de 2024;quem optou por declarar os bens, direitos e obrigações detidos por entidade controlada no exterior (ou seja, uma empresa ou organização no exterior que é controlada direta ou indiretamente por uma pessoa física ou jurídica residente no Brasil), como se fossem detidos diretamente pela pessoa física;quem possui a titularidade de trust e demais contratos regidos por lei estrangeira com características similares;quem atualizou bens imóveis pagando ganho de capital diferenciado (forma específica de tributação sobre o lucro obtido na venda de vens ou direitos) em dezembro/2024;quem auferiu rendimentos no exterior de aplicações financeiras e de lucros e dividendos;quem deseja atualizar bens no exterior.

Segundo o Fisco, o prazo para entrega da declaração começa em 17 de março e se estende até 30 de maio.

Quem não entregar a declaração dentro do prazo fixado está sujeito a uma multa, que varia de um valor mínimo de R$ 165,74 até um montante máximo, que corresponde a 20% do imposto devido.

A Secretaria da Receita Federal informou que a declaração pré-preenchida só começará a ser recebida em 1º de abril, ou seja, 13 dias depois do início do prazo, que começa nesta segunda-feira.

Assim, quem tentar fazer a declaração por meio da modalidade antes desse prazo verá apenas informações básicas. As demais informações, como rendimentos e recibos médicos, por exemplo, serão liberadas apenas em abril.

🔎Na declaração pré-preenchida, a Receita Federal mostra ao contribuinte informações de rendimentos, deduções, bens e direitos e dívidas e ônus reais – que são carregadas automaticamente, sem a necessidade de digitação.

Segundo o subsecretário de Gestão Corporativa da Receita Federal, Juliano Neves, o órgão gostaria de disponibilizar a declaração pré-preenchida logo no início do prazo, em 17 de março, mas "dificuldades internas", entre elas a greve dos servidores do Fisco, prejudicaram os trabalhos.

"Não foi porque a gente achou que era melhor [começar depois com a pré-preenchida]. O melhor era lançar tudo junto. Foi por questões de dificuldades internas. Movimento reivindicatório [de servidores da Receita por reajuste salarial] obviamente não ajuda", disse Juliano Neves, da Receita Federal.

A Receita Federal garantiu, no entanto, que mesmo com a liberação posterior da pré-preenchida, o contribuinte que optar pela modalidade terá prioridade no pagamento da restituição sobre quem não a utiliza, independente da data que entregue a declaração.

Os pagamentos da restituição do Imposto de Renda 2025 começam em 30 de maio, que é, também, o último dia para entrega da declaração. Veja o calendário completo:

1º LOTE: 30 de maio;2º LOTE: 30 de junho;3º LOTE: 31 de julho;4º LOTE: 20 de agosto;5º LOTE: 30 de setembro.

A Receita prioriza a data de entrega das declarações e também observa uma fila de prioridades para alguns grupos, que recebem a restituição antes de todo o resto (mesmo que tenham entregado a declaração nos últimos dias do prazo).

Quem envia a declaração mais cedo recebe a restituição primeiro. Por outro lado, se houver erros ou omissões na entrega, o contribuinte perde a posição na fila — ou seja, vai para o fim do calendário de restituições.

Uma das mudanças vistas no Imposto de Renda deste ano foi a maior prioridade para os contribuintes que escolheram a declaração pré-preenchida e optaram por receber a restituição via PIX. Até o ano passado, a prioridade para os pagamentos acontecia apenas quem tinha escolhido uma ou outra opção.

Agora, a prioridade no recebimento das restituições do Imposto de Renda acontece na seguinte ordem:

idosos acima de 80 anos;idosos entre 60 e 79 anos;contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave;contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério;contribuintes que adotarem a declaração pré-preenchida e optarem por receber a restituição via PIX;contribuintes que adotarem a declaração pré-preenchida ou optarem por receber a restituição via PIX.

Até o momento, a Receita Federal ainda não anunciou nenhuma mudança na tabela do Imposto de Renda, embora já haja uma sinalização do Ministério da Fazenda de que a equipe econômica quer tentar ampliar a faixa de isenção dos atuais R$ 2.824 para R$ 3.036.

Essa mudança viria para manter o benefício para quem recebe até dois salários mínimos, que foi reajustado para R$ 1.518 no começo deste ano.

Além disso, o governo também discute internamente como cumprir a promessa de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de isentar rendas de até R$ 5 mil do Imposto de Renda. A ideia, no entanto, é que isso comece a valer somente em 2026.

Você precisará ter em mãos informes de rendimentos da empresa em que trabalha, de instituições financeiras e de outras rendas recebidas no ano passado. Veja a lista de documentos necessários:

Informes de rendimentos de instituições financeiras, inclusive corretora de valores;Informes de rendimentos de salários, pró-labore, distribuição de lucros, aposentadoria, pensões etc.;Informes de rendimentos de aluguéis de bens móveis e imóveis recebidos de jurídicas etc.;Informações e documentos de outras rendas recebidas, tais como doações, heranças, dentre outras;Livro Caixa e DARFs de Carnê-Leão;Informes de rendimentos de participações de programas fiscais (Nota Fiscal Paulista, Nota Fiscal Paulistana, dentre outros).

Documentos que comprovem a compra e venda de bens e direitos ocorridas no ano-calendário;Cópia da matrícula do imóvel e/ou escritura de compra e venda;Boleto do IPTU;Documentos que comprovem a posição acionária de cada empresa, se houver.

Controle de compra e venda de ações, inclusive com a apuração mensal de imposto (indispensável para o cálculo do Imposto de Renda sobre Renda Variável);DARFs de Renda Variável;Informes de rendimento auferido em renda variável.

Recibos de pagamentos de plano de saúde (com CNPJ da empresa emissora);Despesas médicas e odontológicas em geral (com CNPJ da empresa emissora);Comprovantes de despesas com educação (com CNPJ da empresa emissora, com a indicação do aluno);Comprovante de pagamento de previdência social e privada (com CNPJ da empresa emissora);Recibos de doações efetuadas;Recibos de empregada doméstica (apenas uma), contendo número NIT;Recibos de pagamentos efetuados a prestadores de serviços.

Nome, CPF, grau de parentesco e data de nascimento dos dependentes;Endereços atualizados;Cópia completa da última Declaração de Imposto de Renda Pessoas Física entregue;Dados da conta para restituição ou débitos das cotas de imposto apurado, caso haja;Atividade profissional exercida atualmente.

O contribuinte também pode precisar incluir informações complementares sobre alguns tipos de bens — como imóveis e veículos, por exemplo —, além de dados de conta-corrente e aplicações financeiras. Veja quais são essas informações:

Imóveis: data de aquisição, área do imóvel, Inscrição municipal (IPTU), registro de inscrição no órgão público e registro no cartório de Imóveis;Veículo, aeronaves e embarcações: número do Renavam e/ou registro no correspondente órgão fiscalizador;Contas correntes e aplicações financeiras: CNPJ da instituição financeira.

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