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Irã: Estreito de Ormuz está fechado e qualquer navio que tentar passar será incendiado

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/03/2026 17:51

Mundo Irã: Estreito de Ormuz está fechado e qualquer navio que tentar passar será incendiado Comunicado foi feito pelo comandante da Guarda Revolucionária nesta segunda-feira (2) como retaliação pela morte do líder supremo iraniano. Estreito é uma das rotas mais importantes do mundo para a exportação de petróleo. Por Redação g1

O Irã anunciou nesta segunda-feira (2) que o Estreito de Ormuz está fechado e que incendiará qualquer navio que tentar passar pelo local, informou a mídia iraniana.

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O comunicado foi feito em nome do comandante da Guarda Revolucionária do país na mídia estatal, que afirmou que a medida é uma retaliação pela morte do líder supremo do país, o aiatolá Ali Khamenei.

"O estreito (de Ormuz) está fechado. Se alguém tentar passar, os heróis da Guarda Revolucionária e da Marinha regular incendiarão esses navios", disse Ebrahim Jabari, um dos principais assessores do comandante-em-chefe da Guarda.

O Estreito de Ormuz é uma das rotas mais importantes do mundo para a exportação de petróleo. Seu fechamento ameaça interromper um quinto do fluxo global do produto e elevar drasticamente os preços do petróleo bruto.

Mais cedo, a Guarda Revolucionária iraniana fez um ataque com drones a um petroleiro que passava pelo estreito. Fontes ouvidas pela agência de notícias Reuters confirmaram o anúncio feito pelos militares e informaram o nome da embarcação atingida: Athen Nova.

Antes do fechamento do estreito, a força militar iraniana já havia feito ameaças. A unidade de elite do Corpo da Guarda Revolucionária afirmou que os "inimigos que mataram" o antigo líder supremo do Irã Ali Khamenei não estarão seguros "nem mesmo em casa".

A ameaça foi vinculada pela mídia estatal iraniana, pouco depois do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, garantir que está confiante na vitória do país em sua ofensiva contra Teerã em discurso em Washington.

"Não descansaremos até que o inimigo seja derrotado. Não estarão mais a salvo em nenhum lugar do mundo, nem mesmo em seus próprios lares", afirma comunicado.

Em um post no X, também nesta segunda, o presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, pediu que os Estados Unidos e Israel sejam responsabilizados por ataques realizados contra uma escola e um hospital iranianos.

Os bombardeios citados por Pezeshkian foram contra uma escola de meninas no sul do país, que deixou 168 mortos no sábado (28), e contra um hospital de Teerã, a capital do país, no domingo (1º). Nem os EUA nem Israel, no entanto, confirmam ser responsáveis por ambos.

"Um ataque a um hospital é um ataque à vida, e um ataque a uma escola é um ataque ao futuro de uma nação. Atacar pacientes e crianças é uma clara violação de todos os princípios humanitários e o mundo deve condená-lo. Manifesto minha solidariedade à nação enlutada; a República Islâmica do Irã não se calará nem se renderá diante de tais crimes", escreveu o presidente iraniano.

Em seu discurso nesta segunda, Trump defendeu sua ofensiva no Irã. Disse que os ataques eram "a nossa última e melhor chance de eliminar a ameaça do regime iraniano" e que o conflito deve durar "quatro ou cinco semanas ou mais".

Em sua primeira fala pública sobre o conflito, Trump afirmou ainda que seu objetivo é destruir mísseis, desmantelar a Marinha iraniana e interromper as "ambições nucleares" do país do Oriente Médio e o financiamento do governo do Irã a grupos terroristas.

O norte-americano indicou ainda não estar disposto a voltar a dialogar com Teerã — EUA e Irã vinham travando negociações para assinar um acordo de não proliferação de armas nucleares.

"Não dá lidar com essas pessoas", discursou Trump durante uma cerimônia para a concessão de medalhas a veteranos das guerras do Vietnã e do Afeganistão, na Casa Branca.

A fala ocorreu em um evento de entrega de medalhas de honra a soldados mortos no conflito. Até o momento, quatro militares tiveram suas mortes confirmadas pelas Forças Armadas norte-americanas. Outros 18 soldados estão feridos em estado grave após ataques retaliatórios iranianos, segundo a rede CNN Internacional.

Trump reiterou argumentos de que o Irã tentou reconstruir seu programa nuclear e afirmou que o país expandia "rapida e dramaticamente" seu programa de mísseis, que representavam uma ameaça colossal aos EUA, às bases militares dos EUA no Oriente Médio e à Europa.

O presidente norte-americano reiterou estar "muito feliz de ter derrubado o horrível acordo nuclear" feito pelo ex-presidente Barack Obama com os iranianos.

Trump disse que a guerra era "nossa última e melhor chance para atacar e eliminar a ameaça intolerável representada pelo Irã". "Eliminamos a liderança [iraniana] em 1 hora", completou.

O presidente dos EUA, Donald Trump, durante cerimônia de entrega de medalhas a veteranos de guerra na Casa Branca, em 2 de março de 2026. — Foto: Jonathan Ernst/ Reuters

Segundo ele, os EUA estão destruindo as capacidades de mísseis do Irã, tanto os já feitos quanto a produção de novos mísseis, e afundaram pelo menos 10 navios iranianos.

"Garantir que o Irã nunca tenha uma arma nuclear""Garantir que o regime do Irã não consiga mais financiar os grupos terroristas do Oriente Médio"

"Achamos que tínhamos um acordo, aí eles deram para trás. De novo, achamos que tínhamos fechado um acordo, e eles novamente deram para trás. Uma hora falamos chega", afirmou.

Mais cedo, Trump disse à rede CNN Internacional que a "grande leva de ataques ao Irã ainda está por vir".

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Guerra no Irã pode causar maior choque do petróleo em anos, diz The Economist

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/03/2026 16:59

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1650,6%Dólar TurismoR$ 5,3670,42%Euro ComercialR$ 6,050-0,32%Euro TurismoR$ 6,293-0,5%B3Ibovespa189.948 pts0,61%MoedasDólar ComercialR$ 5,1650,6%Dólar TurismoR$ 5,3670,42%Euro ComercialR$ 6,050-0,32%Euro TurismoR$ 6,293-0,5%B3Ibovespa189.948 pts0,61%MoedasDólar ComercialR$ 5,1650,6%Dólar TurismoR$ 5,3670,42%Euro ComercialR$ 6,050-0,32%Euro TurismoR$ 6,293-0,5%B3Ibovespa189.948 pts0,61%Oferecido por

Colunas de fumaça sobem após explosões registradas em Teerã, em 1º de março de 2026. — Foto: Atta Kenare/AFP

A revista britânica "The Economist" afirmou nesta segunda-feira (2) que a guerra no Irã — iniciada no último sábado (28), após uma série de ataques coordenados entre Estados Unidos e Israel — pode causar o maior choque visto no mercado de petróleo em anos.

De acordo com a reportagem, em 1º de março, um dia depois de o presidente Donald Trump mandar as forças americanas bombardearem as instalações nucleares iranianas, os preços do petróleo Brent — referência internacional da commodity — chegaram a ultrapassar os US$ 82 (R$ 426,41) por barril, um aumento de 13% desde 27 de fevereiro.

Ao final da sessão, os preços da commodity se acomodaram perto de US$ 80 (R$ 416), marcando a maior alta de preço em quatro anos. E a depender de quanto o conflito se estenda, a percepção é que os preços podem subir muito mais.

Segundo a revista, os mercados de petróleo já estavam preocupados desde antes do fim de semana que marcou o início da guerra.

Na semana passada, o petróleo chegou a fechar em US$ 72 (R$ 374,40) o barril, no maior valor desde julho do ano passado e cerca de US$ 10 (R$ 52) acima do que os fundamentos de oferta e demanda justificariam, segundo afirmou Tom Reed, da Argus Media, à revista britânica.

Isso porque, no início do ano, a maior parte dos analistas do mercado financeiro previam uma abundância de petróleo nos mercados internacionais, em meio ao aumento da oferta por países produtores da commodity e à demanda fraca.

A revista pondera, no entanto, que o aumento das tensões no Golfo e as sanções mais rigorosas de países ocidentais, fizeram com que os preços do petróleo subissem cerca de 20% neste ano.

E o conflito entre EUA, Israel e Irã, por sua vez, só aumenta a preocupação entre os mercados, uma vez que traz o risco de bloqueio do Estreito de Ormuz — por onde passa cerca de 20% do comércio global de petróleo. Segundo a "The Economist", todo esse cenário pode fazer com que os preços do barril cheguem aos US$ 100 (R$ 520).

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Vendas globais da BYD caem 41% em fevereiro e marcam pior resultado em seis anos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/03/2026 16:59

Carros Vendas globais da BYD caem 41% em fevereiro e marcam pior resultado em seis anos Queda no acumulado do ano foi menor que apenas em fevereiro. No Brasil, o cenário é diferente: o BYD Dolphin Mini foi o carro mais vendido do país no varejo. Por André Fogaça, g1 — São Paulo

As vendas globais de carros da BYD caíram 41% em fevereiro deste ano, na comparação com os emplacamentos do mesmo mês do ano passado. Os dados foram divulgados pela fabricante no último domingo (1º).

Em fevereiro de 2025, a BYD comercializou 322.846 veículos no mundo. Já no mesmo mês de 2026, o volume caiu para 190.190 unidades – redução de 41,09%.

Vendas entre janeiro e fevereiro de 2025: 623.384 unidades;Vendas entre janeiro e fevereiro de 2026: 400.241 unidades.

Especialistas ouvidos pelo g1 afirmam que, embora o relatório trate das vendas globais, a queda está ligada à redução dos emplacamentos no mercado chinês.

“Fevereiro de 2026 foi impulsionado por uma desaceleração significativa da demanda no mercado doméstico chinês, onde consumidores estão menos estimulados a comprar veículos elétricos após anos de crescimento explosivo”, revela Murilo Briganti, sócio da Bright Consulting.

Ele e Milad Kalume Neto, consultor independente do setor automotivo, apontam ações do governo como um dos fatores para a queda nas vendas dentro da própria China, como a redução de incentivos para a compra de modelos eletrificados ou movidos a combustíveis alternativos ao petróleo.

Ela cria “uma guerra de preços no próprio país para controle dos estoques como um mecanismo de proteção das fabricantes que preferem vender logo com prejuízos menores do que amargaram prejuízos maiores em manterem os veículos por longo prazo em seus estoques”, diz Milad.

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Por que Trump, Putin e guerras fizeram o ouro e outros ativos seguros dispararem — e vale investir agora?

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/03/2026 15:06

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1690,68%Dólar TurismoR$ 5,3810,68%Euro ComercialR$ 6,050-0,31%Euro TurismoR$ 6,311-0,22%B3Ibovespa188.782 pts0%%MoedasDólar ComercialR$ 5,1690,68%Dólar TurismoR$ 5,3810,68%Euro ComercialR$ 6,050-0,31%Euro TurismoR$ 6,311-0,22%B3Ibovespa188.782 pts0%%MoedasDólar ComercialR$ 5,1690,68%Dólar TurismoR$ 5,3810,68%Euro ComercialR$ 6,050-0,31%Euro TurismoR$ 6,311-0,22%B3Ibovespa188.782 pts0%%Oferecido por

Com a escalada da guerra no Oriente Médio após ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irã, o ouro voltou a disparar nos mercados internacionais nesta segunda-feira (2).

Considerado um investimento de proteção em momentos de crise, o metal passou a ser mais procurado à medida que ações e outros ativos mais arriscados recuavam.

🥇 Movimentos semelhantes já foram vistos em outras grandes crises recentes, como a guerra na Ucrânia, conflitos no Oriente Médio, tensões entre EUA e Irã, a guerra comercial entre EUA e China, e também durante a pandemia.

Nos últimos meses, no entanto, a cotação do metal precioso tem chegado a patamares históricos. Desde o início de 2026, o ouro já vinha em trajetória de alta, impulsionado por incertezas políticas, dúvidas sobre os juros americanos e aumento das compras por bancos centrais.

Em janeiro, o ouro atingiu o recorde histórico de US$ 5.595 por onça, alcançando o maior valor de sua história logo após superar, pela primeira vez, a marca dos US$ 5 mil.

Nos últimos 12 meses até fevereiro, o preço do ouro acumulou valorização de mais de 85%, desempenho muito superior ao da bolsa brasileira e de outros investimentos populares.

No mesmo período, o Ibovespa subiu cerca de 54%, o índice de ações que pagam dividendos avançou quase 49% e as ações de empresas menores, as chamadas small caps, tiveram alta de aproximadamente 44%.

Segundo analistas, a busca por segurança explica grande parte desse movimento. Para Thiago Azevedo, sócio-fundador da Guardian Capital, a disparada é resultado de uma combinação de fatores globais.

“O ouro atingiu níveis recordes principalmente por causa da expectativa de queda dos juros nas principais economias, do aumento das tensões geopolíticas e da procura por proteção do patrimônio. Em cenários assim, os investidores costumam reduzir a exposição a aplicações mais arriscadas e aumentar a presença em investimentos considerados mais seguros”, afirma.

A atuação dos bancos centrais também tem sustentado os preços. De acordo com o economista Mauriciano Cavalcante, da Ourominas, vários países vêm trocando parte de suas reservas em dólar por ouro.

Isso porque o ouro não depende de nenhum país específico, ao contrário do dólar, que está ligado à economia dos EUA. Por isso, em períodos de guerra, sanções ou instabilidade financeira, o ouro tende a manter valor melhor que moedas.

“O preço do ouro sobe por diversos motivos, mas hoje o fator mais relevante é a procura dos bancos centrais, que estão ampliando suas reservas em ouro e diminuindo a dependência do dólar”, diz.

Além disso, a escalada de tensões entre EUA e Irã, que culminou nos ataques do último sábado, e as dúvidas sobre a política monetária americana contribuem para a valorização.

Quando há expectativa de juros mais baixos, investimentos que pagam rendimento se tornam menos atrativos, e o ouro ganha espaço. Taxas menores tendem a enfraquecer o dólar, tornando o metal mais barato para investidores de outros países.

Após atingir recordes, o preço passou por ajustes pontuais, considerados naturais por especialistas.

“Vejo esse recuo como uma realização de lucros por parte de quem entrou antes da alta, além de ajustes provocados pelo fortalecimento do dólar e pela oscilação dos juros americanos. Esse tipo de comportamento é comum em ativos globais como o ouro”, explica Thiago Azevedo.

Ramiro Gomes Ferreira, cofundador do Clube do Valor, destaca que o metal funciona como um “termômetro do medo”.

“Quando os piores cenários não se confirmam ou muitos investidores decidem vender para garantir o lucro, o preço costuma cair um pouco. Como o ouro não gera renda, seu valor depende da oferta, da demanda e do grau de incerteza dos investidores”, afirma.

Uma vendedora exibe joias de ouro dentro de uma loja da Senco Gold & Diamonds em Calcutá, Índia — Foto: Reuters

O ouro continua sendo procurado como porto seguro em tempos de crise e instabilidade econômica. Investidores recorrem ao metal porque, ao contrário de ações ou títulos, ele tende a manter seu valor mesmo em momentos de turbulência nos mercados financeiros.

Guerras, conflitos internacionais e altas nos preços de commodities, como petróleo e gás, aumentam a demanda pelo ouro, que funciona como uma “proteção” contra perdas em ativos mais arriscados.

Além disso, o metal ajuda a diversificar investimentos: em carteiras com ações, fundos imobiliários e renda fixa, ele pode reduzir riscos, evitando perdas maiores quando outros ativos caem.

Para Mauriciano Cavalcante, apesar das oscilações recentes, ainda há espaço para novas altas. “Vale a pena investir em ouro porque a tendência é que o preço continue subindo diante do cenário geopolítico e econômico. Além disso, o metal preserva seu valor ao longo do tempo”, diz.

Segundo ele, o ouro pode atender a diferentes perfis, e a fatia do patrimônio destinada ao metal pode variar entre 15% e 30%, de acordo com a tolerância ao risco do investidor.

Já Thiago Azevedo vê o ouro principalmente como um instrumento de proteção, e não como uma aposta de curto prazo.

“A questão não é se o ouro está caro ou barato, mas qual é o papel dele na carteira. Ele serve para proteção e diversificação. Para quem quer começar, faz mais sentido comprar aos poucos, ao longo do tempo”, afirma.

Ramiro Ferreira ressalta que o ouro não gera renda e não tem um valor justo fácil de calcular. Historicamente, fica atrás de ativos produtivos, como ações, no longo prazo. “Comprar no topo [na alta] é, na prática, comprar o medo do mercado”, diz.

Por não render juros, o ganho ocorre apenas se o preço subir. Por isso, quem optar por ter ouro deve limitar a exposição. “O ideal é que não passe de 3% a 5% da carteira, para não comprometer o crescimento do patrimônio”, afirma.

Ouro físico: compra de barras ou lâminas em empresas autorizadas (a partir de cerca de 1 grama).ETFs, ou Exchange Traded Funds (fundos negociados em Bolsa), como o GOLD11, negociado na B3;Fundos de investimento: com aplicação em ouro ou em empresas do setor;Contratos futuros: indicados apenas para investidores experientes.

Para Thiago Azevedo, o metal continua relevante no médio e longo prazo. “O mundo ainda convive com alto endividamento público, riscos fiscais e conflitos geopolíticos. Por isso, o ouro segue cumprindo um papel importante como proteção contra choques e perda do poder de compra das moedas”, afirma.

A expectativa do mercado é de que o preço continue volátil no curto prazo, mas mantenha uma tendência de alta no médio e longo prazo, caso persistam as incertezas globais e a perspectiva de cortes de juros nos Estados Unidos.

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Ações de viagens despencam após conflito entre EUA e Irã provocar pior interrupção desde a pandemia

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/03/2026 15:06

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1720,74%Dólar TurismoR$ 5,3810,69%Euro ComercialR$ 6,051-0,3%Euro TurismoR$ 6,313-0,19%B3Ibovespa188.832 pts0,02%MoedasDólar ComercialR$ 5,1720,74%Dólar TurismoR$ 5,3810,69%Euro ComercialR$ 6,051-0,3%Euro TurismoR$ 6,313-0,19%B3Ibovespa188.832 pts0,02%MoedasDólar ComercialR$ 5,1720,74%Dólar TurismoR$ 5,3810,69%Euro ComercialR$ 6,051-0,3%Euro TurismoR$ 6,313-0,19%B3Ibovespa188.832 pts0,02%Oferecido por

Telão mostra voos cancelados para o Oriente Médio no aeroporto internacional de Hong Kong. — Foto: Tyrone Siu/Reuters

As ações do setor de viagens despencavam nesta segunda-feira (2), acumulando perdas de US$ 22,6 bilhões (R$ 117,5 bilhões) segundo a Reuters. O conflito entre Estados Unidos, Israel e Irã afetou voos em todo o mundo, levou ao fechamento de importantes hubs no Oriente Médio e provocou a disparada nos preços do petróleo.

Dubai, o hub internacional mais movimentado do mundo, e Doha permaneceram fechados pelo terceiro dia consecutivo, deixando dezenas de milhares de passageiros retidos. O setor aéreo enfrenta seu maior desafio desde a pandemia de Covid-19. Nesta segunda-feira (2), a Jordânia se tornou o mais recente país da região a fechar parcialmente seu espaço aéreo.

Os preços do petróleo chegaram a saltar 13%, atingindo o nível mais alto desde janeiro de 2025, à medida que Irã e Israel intensificavam os ataques, aumentando a expectativa de custos mais altos de combustível para as companhias aéreas.

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As ações das companhias aéreas americanas caíram na abertura dos mercados nesta segunda-feira, com American Airlines e United Airlines recuando mais de 6%.

Um grupo de 29 companhias aéreas, redes hoteleiras e agências de viagens líderes da Europa, Ásia e América do Norte perdeu um total de US$ 22,6 bilhões (R$ 117,5 bilhões) em valor de mercado nesta segunda-feira, segundo cálculos da Reuters.

A empresa de análise de aviação Cirium informou que pelo menos 1,5 mil voos foram cancelados nesta segunda-feira, totalizando mais de 4 mil cancelamentos desde sábado.

As ações da TUI, a maior empresa de viagens da Europa, caíam 9,6%, enquanto a Lufthansa recuava 5,7% e a IAG, controladora da British Airways, perdia 5,4%. A rede hoteleira Accor e a empresa de cruzeiros Carnival também registravam quedas acentuadas.

“Todas as companhias aéreas estão lotadas e todos os voos estão lotados porque as pessoas estão tendo que aceitar o que podem”, disse Paul Charles, chefe da consultoria de viagens PC Agency, que ficou preso no exterior à Reuters. Charles disse que as aeronaves e as tripulações estavam espalhadas pelo mundo nos lugares errados, em um “cenário de pesadelo”.

Analistas destacam o aumento dos custos com combustível, os cancelamentos e as despesas com redirecionamentos como os principais pontos de pressão para as companhias aéreas. JPMorgan, Goodbody e Citi apontam a Wizz Air como a companhia aérea europeia mais exposta devido à sua grande presença em Israel. As ações da empresa caíam 7% nesta segunda-feira.

A Etihad, de Abu Dhabi, retomou alguns voos, enquanto o Aeroporto Ben Gurion, em Israel, informou que reabrirá de forma limitada.

A autoridade de aviação civil dos Emirados Árabes Unidos começará a operar “voos especiais” nos aeroportos do país, informou a agência estatal WAM, como parte dos esforços para permitir que parte das dezenas de milhares de passageiros retidos no Oriente Médio deixe a região.

Mesmo antes do conflito, o setor já estava sob pressão, já que viajantes preocupados com os custos vinham evitando viagens mais caras. A Norwegian Cruise Line Holdings previu, nesta segunda-feira, lucro em 2026 abaixo do esperado.

Muitas companhias aéreas do Oriente Médio continuavam cancelando voos. A flydubai suspendeu todos os voos de e para Dubai até as 15h (8h, no horário de Brasília) de terça-feira.

As ações das companhias aéreas asiáticas também foram afetadas: a japonesa ANA Holdings, a Air China, a China Eastern Airlines e a malaia AirAsia X caíram pelo menos 4%. A Cathay Pacific cancelou todos os voos para o Oriente Médio — incluindo Dubai e Riad — e isentou as taxas de remarcação.

A Singapore Airlines cancelou voos de e para Dubai até 7 de março, enquanto a Japan Airlines suspendeu os serviços entre Tóquio e Doha.

O analista independente de aviação Brendan Sobie afirmou à Reuters que as companhias aéreas indianas estão particularmente expostas devido às frequências intensas de voos para o Oriente Médio — que atendem trabalhadores migrantes — e à proibição do uso do espaço aéreo do Paquistão em voos de e para a Europa.

A Air India cancelou voos entre a Índia e Zurique, Copenhague, Birmingham, Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Israel e Catar, e informou que voos para Nova York e Newark farão reabastecimento em Roma.

Os efeitos em cadeia afetaram viajantes em todo o mundo. Dubai foi o aeroporto internacional mais movimentado do mundo em 2024, com 92 milhões de passageiros, de acordo com o Conselho Internacional de Aeroportos, à frente de Heathrow, em Londres, por 13 milhões. Doha ficou em 10º lugar.

A Lufthansa cancelou voos de passageiros de e para os Emirados Árabes Unidos, mas tentou deslocar um jato Airbus de Dubai para Munique sem passageiros.

Passageiros da Qatar Airways em Sydney disseram à Reuters que se apressaram para reorganizar suas viagens com pouca informação. Ascanio Giorgetti, 16, e sua mãe, Alessandra Giorgetti, italianos, descobriram que seu voo para Milão via Doha havia sido cancelado. Eles conseguiram uma rota alternativa para casa via Los Angeles, em outra companhia aérea.

“Não temos nenhuma informação, nenhuma resposta no telefone da Catar (Airways)”, disse ela, acrescentando que as passagens custaram 4 mil euros.

Jenni e Doug Stewart, ambos com 78 anos, estavam voando de Sydney para a Escócia via Doha quando seu voo voltou para Melbourne, antes de seguir para Sydney. “Fomos informados de que o espaço aéreo havia sido fechado”, disse Jenni. “Estava caótico em Melbourne, centenas de pessoas procurando até mesmo a mais vaga informação”, disse Doug à Reuters.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Link Brazil Miami desembarca nos EUA com planos de crescimento

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/03/2026 13:16

Economia Especial Publicitário Link Brazil Miami desembarca nos EUA com planos de crescimento Primeira unidade em Miami já opera com varejo, atacado e e-commerce, conectando tradição brasileira ao mercado americano. Por LINK BRAZIL MIAMI

A Link Brazil, rede de mercado brasileiro especializada em produtos brasileiros e latinos que conta com mais de 20 lojas na Europa, inaugurou, em dezembro de 2025 sua primeira unidade nos Estados Unidos, localizada na região norte de Miami. Com investimento em estrutura moderna e atendimento diferenciado, a empresa familiar aposta no mercado norte-americano e já planeja expandir as operações para Orlando.

"Miami foi a escolha natural para nossa entrada nos EUA. É uma região com forte presença latina, onde identificamos uma demanda real por um mercado completo, que oferecesse produtos de qualidade com aquele atendimento brasileiro, carinhoso e personalizado", afirma Felipe Alves Camargo, um dos sócios da empresa ao lado de Cecília Alves Camargo e Sirlei Alves Camargo.

À frente do marketing da Link Brazil Miami, Ariele Camargo lidera a estratégia de comunicação da marca com foco em inovação e proximidade com o público. A proposta é ir além das campanhas tradicionais, criando conteúdos interativos, ações nas redes sociais e experiências que conectem a comunidade ao dia a dia da loja, fortalecendo o relacionamento com os clientes e tornando a marca cada vez mais presente na rotina dos brasileiros e latinos da região.

Sobre a atuação na Europa, Gustavo Facipieri e a mulher, Mônica Martinazzo, foram os responsáveis pela criação do modelo e aplicação no continente. São, ao todo, 20 lojas.

A Link Brazil Miami opera com um modelo de negócio diversificado, atuando em três frentes: loja física para o consumidor final, atacado e distribuição B2B. "Queremos atender desde a família que vem fazer a compra do mês, o restaurante brasileiro que precisa de fornecedor confiável até a grande rede de Churrascaria com altas demandas", explica Ademir Mendes Jr., responsável pela operação da loja em Miami. “E quem quiser praticidade, a opção é o delivery através do site para comprar online”, acrescenta.

O mix de produtos é pensado estrategicamente para unir o melhor dos dois mundos: itens que os latinos sentem falta de suas terras natais e produtos americanos de qualidade. "Temos chimarrão, tererê, churrasco, picanha brasileira, argentina e australiana. É um pedaço do Brasil misturado com o que a América tem de melhor", destaca Mendes.

Entre os diferenciais da loja estão parcerias com marcas consolidadas como Goya Foods e Alimentos Zaeli. “Neste mês, fechamos uma importante parceria com um relevante distribuidor de carne para atendermos à região de Miami, do cliente final até as grandes redes. E não paramos por aí. Em breve, deveremos também contar com frutas típicas do Brasil e com nosso saboroso açaí da nossa marca” reforça Facipieri.

"Não queríamos ser apenas mais um mercado, e sim criar um ambiente onde as pessoas se sentissem bem, acolhidas. Por isso investimos em limpeza, organização, preço justo e cumprimento rigoroso de todas as normas e legislações americanas", ressalta Cecilia.

Para fidelizar os clientes, a Link Brazil criou um programa de pontos que oferece descontos progressivos. "Queremos que nossos clientes se sintam em casa e sejam recompensados pela confiança em nossa marca. O cadastro é super fácil e rápido e feito no caixa ou através do nosso site", explica Sirlei.

A localização estratégica na região norte de Miami foi escolhida justamente por atender uma população latina ampla que estava carente de um mercado completo com essas características. "Identificamos que faltava aqui um lugar que combinasse variedade, qualidade e preço justo. E isso tem chamado atenção não só dos latinos, mas também dos americanos que querem conhecer novos sabores e produtos", completa Mendes Jr.

Mercearia completa: Desde temperos específicos até massas, molhos, conservas, grãos e cereais. Tudo de que você precisa para preparar um almoço de domingo como se estivesse no Brasil ou em qualquer outro país da América do Sul.Bebidas autênticas: Refrigerantes brasileiros, sucos de marcas conhecidas, água de coco, mate, chás, guaraná e todas aquelas bebidas que fazem parte da rotina.Congelados: Pães congelados, do francês até a baguete cubana. A loja também com pão de queijo, coxinhas, kibes, taquitos, tostones croquettes e plátanos.Café e Queijos: Queijos brasileiros e o incomparável café brasileiro para dar aquela animada no dia da agitada Miami.Biscoitos e Doces: A loja conta com os produtos de toda lembrança dos brasileiros, desde o biscoito de coco até aquele recheado de chocolate.Churrasco: Cortes tradicionais e conhecidos pelo público latino, Picanhas, Maminhas, Costelas, T-bone Steak, Tomahawk e as melhores linguiças que não podem faltar no churrasco. Os clientes encontram também diversas marcas de farofas, sal grosso e utensílios para o seu churrasco perfeito.Higiene e limpeza: Produtos de marcas conhecidas para cuidados pessoais e limpeza doméstica, porque às vezes até o cheiro do sabão em pó faz diferença. Com uma grande atenção à nova linha de produtos eco-friendly para a limpeza pesada, que pode ir de casas até grandes estabelecimentos.

A loja de Miami está localizada na 20252 NE 15th Ct, Miami, FL 33179!, região de North Miami Beach, ao norte da cidade de Miami, em um bairro predominantemente residencial e comercial com fácil acesso às principais vias da área metropolitana. Fica próxima à fronteira com o Condado de Broward e o Condado de Miami-Dade.

A região tem boa conectividade viária, especialmente por meio de grandes corredores que facilitam deslocamentos para o centro de Miami, o norte do condado e outras cidades próximas:

I-95. Uma das principais rodovias do leste dos Estados Unidos, passa a uma curta distância da área e é a principal ligação para o centro de Miami ao sul e Fort Lauderdale ao norte.NE 163rd Street / Miami Gardens Drive. Via importante que corta o bairro de East Little River e conecta bairros residenciais a áreas comerciais.Biscayne Boulevard (U.S. 1). A poucos minutos de carro, é uma das áreas urbanas mais tradicionais de Miami, ligando diversas comunidades.

O entorno inclui bairros como North Miami Beach, Miami Gardens, Aventura e Sunny Isles. Há concentrações de estabelecimentos comerciais de bairros próximos, incluindo mercados, restaurantes e serviços locais. Além disso, a região está perto de vários shopping centers e pontos turísticos conhecidos pelo público Brasileiro, próxima ao Aventura Mall, Skylake Mall, Gulfstream Park Racing and Casino, Dania Pointe, Hollywood Beach Broadwalk e Sunny Isles Beach.

Os próximos passos direcionam a Link Brazil para Orlando. “A Link Brazil Miami reafirma o compromisso de levar o modelo de negócio que deu certo na Europa com a Link Brazil para o mercado norte-americano, sempre mantendo o DNA familiar e o atendimento que faz a diferença”, comenta Felipe Camargo.

Assim como movimentou a economia de Miami, a expansão promoverá oportunidades de emprego em Orlando e a instalação da loja física em local estratégico.

O melhor do Brasil não precisa ficar só nas lembranças. Pode estar bem pertinho, ao alcance de uma visita ao mercado. O melhor do Brasil bem perto de você.

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Estreito de Ormuz: guerra no Oriente Médio coloca em risco rota vital do petróleo mundial; conheça

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/03/2026 12:40

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1971,22%Dólar TurismoR$ 5,3930,92%Euro ComercialR$ 6,0780,13%Euro TurismoR$ 6,3260,02%B3Ibovespa188.551 pts-0,12%MoedasDólar ComercialR$ 5,1971,22%Dólar TurismoR$ 5,3930,92%Euro ComercialR$ 6,0780,13%Euro TurismoR$ 6,3260,02%B3Ibovespa188.551 pts-0,12%MoedasDólar ComercialR$ 5,1971,22%Dólar TurismoR$ 5,3930,92%Euro ComercialR$ 6,0780,13%Euro TurismoR$ 6,3260,02%B3Ibovespa188.551 pts-0,12%Oferecido por

Ataques dos Estados Unidos e Israel ao Irã levaram à interrupção da navegação no Estreito de Ormuz, crucial para o escoamento de petróleo.

A guerra provocou uma alta de 13% no preço do petróleo, que superou US$ 82 por barril, o maior nível desde janeiro de 2025.

Localizado entre Omã e Irã, o estreito é responsável pelo transporte de até 20,8 milhões de barris de petróleo e gás diariamente.

O Irã já ameaçou fechar a passagem em outros conflitos, mas historicamente evita bloqueios prolongados devido a retaliações.

Os Estados Unidos mantêm uma forte presença militar no Golfo Pérsico desde os anos 1980 para garantir a segurança da navegação.

Os ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irã no último fim de semana levaram ao fechamento do Estreito de Ormuz, a principal rota marítima para o escoamento do petróleo do Oriente Médio.

A interrupção da navegação acendeu um alerta nos mercados internacionais, já que pode elevar o preço dos combustíveis e encarecer produtos e serviços em vários países.

Localizada entre Omã e o Irã, essa passagem é responsável pelo transporte de cerca de 20% de todo o petróleo comercializado no mundo e serve de rota para os navios que saem da região produtora rumo à Ásia, à Europa e às Américas.

O agravamento do conflito no Oriente Médio levou países da região a interromper, por precaução, a produção de petróleo e gás, o que provocou forte alta nos preços da energia.

Na abertura dos mercados internacionais, na noite de domingo (1), o petróleo disparou cerca de 13% e superou US$ 82 por barril — o maior nível desde janeiro de 2025 — diante do temor de bloqueios no Estreito de Ormuz, uma das rotas mais importantes do comércio mundial de energia.

Conheça o Estreito de Ormuz e entenda por que ele é crucial para o abastecimento global de petróleo.

A história do Estreito de Ormuz é marcada por sua importância como corredor comercial e, mais recentemente, como ponto estratégico da energia mundial.

Nos séculos 16 e 17, potências europeias disputaram o controle da região para proteger suas rotas marítimas.

No século 20, a descoberta de grandes reservas de petróleo no Golfo Pérsico ampliou a relevância do estreito. Após a Segunda Guerra Mundial, ele se consolidou como via essencial para o transporte de petróleo do Oriente Médio para outros continentes.

Durante a guerra entre Irã e Iraque (1980–1988), navios petroleiros foram atacados, e os Estados Unidos passaram a escoltar embarcações.

Desde então, o estreito é um dos principais focos de tensão geopolítica. O Irã já ameaçou fechá-lo em resposta a sanções e conflitos com os Estados Unidos e Israel, embora nunca tenha interrompido a navegação por longos períodos.

Atualmente, uma fatia expressiva do petróleo consumido no mundo passa por Ormuz, além de grande parte do gás exportado pelo Catar, o que faz qualquer conflito na região impactar os preços da energia e os mercados globais.

Entre o início de 2022 e maio deste ano, passaram diariamente pela região entre 17,8 milhões e 20,8 milhões de barris de petróleo bruto, condensado ou combustíveis, segundo dados da plataforma de monitoramento marítimo Vortexa.

Países da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) como Arábia Saudita, Irã, Emirados Árabes Unidos, Kuwait e Iraque escoam a maior parte de sua produção por essa rota, sobretudo para a Ásia.

Para reduzir a dependência do estreito, Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita investem em alternativas terrestres.

O Catar, um dos maiores exportadores de gás natural liquefeito do mundo, envia quase toda a sua produção por Ormuz.

De acordo com a Administração de Informação de Energia dos Estados Unidos, os oleodutos existentes nesses países tinham capacidade ociosa de cerca de 2,6 milhões de barris por dia, que poderia ser usada para contornar o estreito (dados de junho do ano passado).

Os Estados Unidos são o principal país responsável por garantir a segurança da navegação comercial no Estreito de Ormuz, mas atuam junto com aliados.

Desde os anos 1980, após ataques a petroleiros na guerra entre Irã e Iraque, os EUA mantêm uma forte presença militar no Golfo Pérsico por meio da Marinha dos Estados Unidos.

Nesta segunda-feira (2), os mercados iniciaram a semana em clima de tensão diante do agravamento do conflito no Oriente Médio, após ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã. O impacto mais imediato foi sobre os preços da energia.

Na abertura dos mercados, o petróleo disparou cerca de 13%, ultrapassando os US$ 82 por barril, o maior patamar desde janeiro de 2025. Por volta das 10h18 (horário de Brasília), o Brent subia 8,30%, cotado a US$ 78,92, e o WTI ganhava 7,74%, negociado a US$ 72,19.

Após bombardeios e ataques com drones envolvendo Israel, Estados Unidos e Irã, diversos países da região interromperam preventivamente suas operações no setor de energia.

O Catar suspendeu a produção de gás natural liquefeito depois que uma instalação foi atingida por drones;A Arábia Saudita fechou temporariamente, por motivos de segurança, sua maior refinaria, em Ras Tanura;No Curdistão iraquiano, quase toda a produção de petróleo foi paralisada;Em Israel, o governo determinou a interrupção das atividades em grandes campos de gás no mar, como Leviatã e Tamar;No Irã, explosões foram registradas nas proximidades da ilha de Kharg, responsável pela maior parte das exportações de petróleo do país.

Em momentos de crise, Teerã costuma ameaçar bloquear o Estreito de Ormuz, mas historicamente evita manter a medida por longos períodos devido ao risco de retaliação internacional.

Desta vez, porém, analistas consideram o cenário mais sensível em razão da intensidade dos confrontos e do envolvimento direto de grandes potências.

Para os mercados, a principal incógnita é o tempo de duração da interrupção da navegação. Se o tráfego for normalizado rapidamente, os preços tendem a recuar, embora devam permanecer elevados.

Caso contrário, cresce o risco de que o barril atinja novas máximas e de que o gás natural volte a níveis observados em conflitos anteriores.

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Cinco dias podem transformar um negócio? Empreendedores contam o impacto do Empretec

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 02/03/2026 12:40

Empreenda com Sebrae Especial Publicitário Cinco dias podem transformar um negócio? Empreendedores contam o impacto do Empretec Voltada a quem busca sair da inércia, imersão estimula o desenvolvimento de habilidades práticas e de um olhar mais estratégico para os negócios. Por Sebrae

Josi Oliveira, empreendedora do setor de beleza e bem-estar, transformou seu negócio após o Empretec, seminário prático criado pela ONU e aplicado pelo Sebrae — Foto: divulgação

Em cinco dias comuns, de segunda a sexta, o empreendedor reage: resolve problemas, delega tarefas, apaga incêndios… Mas, quando não encontra espaço no dia a dia para planejar o negócio e olhar além do curto prazo, acaba inovando pouco e corre o risco de perder eficiência e visão de futuro. Era nesse ritmo intenso que Josi Oliveira, de 37 anos, se via. A pernambucana, que vive em São Paulo há 17 anos, buscava o crescimento de seu negócio, a JLR Beauty House.

Sua jornada empreendedora começou em janeiro de 2020, como sócia de uma esmalteria. Três meses depois, assumiu o negócio integralmente. Enfrentou a pandemia e consolidou os serviços em um conceito três em um: salão de beleza, esmalteria e estética corporal e facial. A mudança foi ditada pelo público: inserida em um ambiente corporativo, Josi percebeu que suas clientes precisavam otimizar tempo. Assim, o espaço foi desenhado para oferecer serviços rápidos com qualidade.

Cinco anos se passaram, e Josi estava cheia de incertezas: seu sonho, a formatação de franquias, permanecia parado. Foi quando um amigo lhe perguntou: “Você já pensou em fazer o Empretec?” Aquela pergunta, junto com um pouco de coragem, foi o que ela precisava para pausar a rotina e se dedicar. À época, em seis dias de imersão, Josi conseguiu fazer aquilo que estava parado não apenas andar, mas correr

Criado em 1988 pela Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD), órgão da ONU, o Empretec não é um curso comum. Essa imersão para empreendedores é totalmente prática. A metodologia se estrutura nas 10 Características do Comportamento Empreendedor (CCEs), vivenciadas de forma intensa ao longo do seminário: busca de oportunidades, persistência, comprometimento, exigência de qualidade e eficiência, riscos calculados, definição de metas, busca de informações, planejamento e monitoramento sistemático, persuasão e rede de contatos e, por fim, independência e autoconfiança.

“O Empretec dá a noção dos desafios do dia a dia de um empresário e mostra as áreas que você precisa entender: planejamento, comercial, finanças, marketing, fornecedores… Posso até chamar de um test drive empresarial. No fim, você tem duas opções: encarar o negócio ou perceber que ele não é para você”, conta Josi.

No Brasil, o Empretec é executado com exclusividade pelo Sebrae, sendo o país mais bem-sucedido no mundo na aplicação da metodologia, concentrando cerca de 70% de todas as formações globais. Atualizado para acompanhar o ritmo do mercado, o programa passou de seis para cinco dias de duração, com dez horas de atividades on-line e 50 horas presenciais, somadas a um diferencial: ambientes interativos e jogos digitais.

Durante esse período, não basta assistir a palestras: é preciso planejar, executar e tomar decisões sob pressão. Para Josi, o choque de realidade abriu a mente não só para o sonho das franquias sair do papel, mas também para novas possibilidades. “O meu maior aprendizado com o Empretec foi enxergar as oportunidades que a gente deixa passar e perceber como um olhar diferente pode tirar você da estagnação. Fiz a imersão em junho de 2025 e, em outubro, já estava lançando a franquia e quatro produtos próprios na Feira do Empreendedor", lembra.

Manicure tradicional, escova expressa, design de sobrancelha e limpeza de pele são os carros-chefes do negócio 3 em 1 de Josi — Foto: divulgação

Os efeitos da imersão não terminaram no último dia. Josi passou a assumir, de fato, o papel de gestora. O planejamento virou regra, com metas anuais, revisões semestrais e ajustes trimestrais. Assim, unindo processos internos mais claros e uma estratégia de marketing estruturada, o resultado apareceu rápido: do fim de 2025 até agora, o número de interessados na franquia saltou de oito para 12 pessoas. Embora a atuação seja na capital paulista, a expansão do negócio já mira o interior do estado e a região santista.

O modelo da JLR Beauty House projeta uma margem de lucro entre 30% e 35% aos franqueados, além de diferenciais competitivos: suporte humanizado desde a implantação, apoio na formação de equipe, treinamento dos profissionais, entradas flexíveis e parcerias de financiamento. Paralelamente, a empresa investe em inovação, com uso de inteligência artificial para automação e autoatendimento, bem como o desenvolvimento de um aplicativo próprio. Convicta do impacto da metodologia, Josi tornou a participação no Empretec um pré-requisito para qualquer franqueado da rede.

E essa experiência transformadora em cinco dias intensos não se encerra nessa história. Natalia Fogaça e Davi Amorim, casal à frente de uma hamburgueria temática inspirada em séries e filmes, também viveram o Empretec como um processo de autoconhecimento e definição de metas. Veja!

O Empretec é aplicado em diferentes formatos, conforme o perfil do empreendedor. O modelo tradicional é voltado a líderes de negócios; o Empretec Rural, com 60 horas presenciais, atende quem atua no agronegócio; e o Startup, com 50 horas de imersão, é direcionado a quem busca escalar modelos inovadores. Para quem já passou pela experiência, o Arena propõe soluções ágeis, com foco em inovação e resultados práticos, reunindo 10 horas de atividades on-line e 40 horas de imersão presencial.

“Esta iniciativa visa ao desenvolvimento do comportamento empreendedor com a identificação de novas oportunidades de negócios e proporciona aos participantes melhoria no desempenho empresarial, maior segurança na tomada de decisões e ampliação da visão de oportunidades. É uma ferramenta ideal para que os participantes possam desenvolver suas competências empreendedoras na prática”, destaca Décio Lima, presidente do Sebrae.

Para participar do Empretec é preciso realizar um processo seletivo conduzido pelo Sebrae em cada estado e considerar a disponibilidade de turmas, datas e possíveis subsídios. A seleção inclui uma entrevista comportamental de cerca de 50 minutos, que hoje pode contar com apoio de inteligência artificial para maior agilidade. Mais do que analisar o negócio, o processo busca entender se o empreendedor está em um momento adequado para vivenciar a intensidade da imersão e extrair dela o máximo potencial.

Ao olhar para trajetórias como a de Josi e para os mais de 400 mil empreendedores formados pelo Empretec ao longo de seus 32 anos no Brasil, fica evidente que, sim: cinco dias podem significar um despertar profundo para o empreendedor.

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Governo proíbe comercialização de marca de palmito em conserva; veja qual

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/03/2026 11:02

Agro Governo proíbe comercialização de marca de palmito em conserva; veja qual Empresa Palmito Lemos não tinha licença sanitária para funcionar ou comprovação de boas práticas de produção. Por Vivian Souza

A agência identificou ausência de boas práticas de fabricação e controle de qualidade do produto.

A marca Palmito Lemos foi proibida de comercializar qualquer lote do produto. A medida foi determinada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e divulgada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (2).

Segundo a Anvisa, a empresa não tinha licença sanitária para funcionar ou comprovações de boas práticas de produção.

Também foi identificada a ausência de análise de riscos, controles de garantia e registros dos lotes e do nível de acidez no palmito em conserva, conforme os padrões de identidade e qualidade exigidos.

Além da comercialização, a empresa não pode fabricar, distribuir, usar ou realizar propagandas do produto.

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Conflito deve atrasar visita de Lula a Washington, dizem assessores do presidente

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/03/2026 10:05

Integrantes do governo brasileiro já dão como certo o adiamento da visita de Estado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a Washington, por conta do conflito entre Estados Unidos e Irã.

Três assessores próximos de Lula confirmaram ao blog que agora o mais provável é que se aguarde "dias ou semanas".

Segundo o blog apurou com auxiliares de Lula e com o próprio Itamaraty, não havia data definida, mas se trabalhava com o mês de março.

Agora, eles já reconhecem que pode ficar para o fim do mês ou para abril, a depender do conflito no oriente médio.

Os EUA também não haviam sugerido datas, apesar da menção de Trump, na última conversa com Lula, para que fosse uma visita de Estado a Washington.

Neste sábado (28), logo após os primeiros ataques dos EUA e Israel, o governo brasileiro divulgou duas notas condenando a ação em meio a negociações e defendendo o respeito ao direito internacional.

Apesar disso, as fontes do governo brasileiro afirmam que o diálogo com o governo Trump não foi afetado e os dois presidentes seguem com canal direto de conversações.

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Os Estados Unidos e Israel realizaram neste sábado (28) uma grande ofensiva aérea contra alvos militares e estratégicos no Irã, alegando ser necessário destruir o programa nuclear iraniano e responder a ameaças do regime.

Em retaliação, o Irã lançou mísseis e drones contra Israel e contra bases norte‑americanas em diversos países do Oriente Médio.

Os ataques atingiram o topo da liderança iraniana e resultaram na morte do líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, confirmada pelo próprio governo iraniano horas depois.

Outras altas autoridades militares, incluindo o chefe do Estado‑Maior e o ministro da Defesa, também morreram.

O conflito ampliou drasticamente as tensões regionais, fechou o Estreito de Ormuz, provocou centenas de mortes no Irã e desencadeou ondas de ataques em vários países do Oriente Médio.

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