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Banco Master: FGC começou ressarcimentos nesta segunda; saiba como reaver seu dinheiro

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 22:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) começou a receber os pedidos de ressarcimento dos investidores que compraram Certificados de Crédito Bancário (CDBs) do Banco Master.

Os saldos de correntistas e investidores são protegidos pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC) até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, por instituição.

O FGC só atua em casos de intervenção ou liquidação de uma instituição financeira. A indenização considera o valor investido somado aos rendimentos acumulados até a data da liquidação, limitado ao teto de R$ 250 mil.

O processo só teve início depois que o liquidante enviou ao fundo a lista completa de credores do banco. Com a lista consolidada, o FGC libera o acesso aos valores cobertos.

O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) já está recebendo os pedidos de ressarcimento dos investidores que compraram Certificados de Crédito Bancário (CDBs) do Banco Master.

O FGC é uma associação privada, sem fins lucrativos, que integra o Sistema Financeiro Nacional e atua na manutenção da estabilidade do sistema, na prevenção de crises bancárias e na proteção de depositantes e investidores.Na prática, funciona como um fundo privado que atua como um seguro. É ele quem garante que os recursos depositados ou investidos em um banco permaneçam protegidos caso a instituição financeira enfrente alguma crise ou dificuldade.

Os saldos de correntistas e investidores são protegidos pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC) até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, por instituição.

Segundo o FGC, os ressarcimentos começaram nesta segunda-feira (19). Cerca de 600 mil credores do Banco Master já fizeram o pedido, de acordo com o balanço divulgado na noite desta segunda.

Desses, 400 mil concluíram o pedido (fizeram o trâmite completo). O FGC estima que 800 mil credores do Banco Master têm direito ao ressarcimento.

No caso dos investidores, a cobertura varia conforme o tipo de aplicação. Estão dentro das regras do FGC:

CDB e Recibo de Depósito Bancário (RDB);Letra de Crédito Imobiliário (LCIs) e Letra de Crédito do Agronegócio (LCAs).

O FGC só atua em casos de intervenção ou liquidação de uma instituição financeira. A indenização considera o valor investido somado aos rendimentos acumulados até a data da liquidação, limitado ao teto de R$ 250 mil.

ENTENDA: O que é FGC e qual seu papel no caso do Banco Master?📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça

FGC começou a receber pedidos de ressarcimento de credores que tinham investimentos no Banco Master. — Foto: Reprodução/g1

O processo só começou depois que o liquidante enviou ao fundo a lista completa de credores do banco. Com a lista consolidada, o FGC libera o acesso aos valores cobertos.

o número de credores da garantia, inicialmente estimado em 1,6 milhão, é da ordem de 800 mil.o valor total a ser pago em garantias será de R$ 40,6 bilhões, contra a estimativa inicial de R$ 41,3 bilhões.

Com as informações recebidas, o FGC liberou neste sábado (17) a solicitação no aplicativo para que os credores cadastrem a conta bancária, façam a validação da biometria e o envio de documentos.

Pessoas físicas: devem usar o aplicativo do FGC. Após realizar um cadastro básico, é necessário solicitar o pagamento da garantia;Pessoas jurídicas: devem fazer o pedido diretamente pelo site da instituição.

Após a assinatura do termo de solicitação, o FGC informa que a liberação costuma ocorrer em até 48 horas úteis, desde que os dados estejam corretos.

Ainda assim, o período entre a decretação da liquidação e o pagamento aos investidores variou entre 14 e 40 dias nas operações mais recentes.

Para eventuais dúvidas, o FGC orienta que correntistas e investidores entrem em contato pelo e-mail atendimento.credores@fgc.org.br.

Segundo o FGC, o pedido de pagamento da garantia para pessoas físicas deve ser feito pelo aplicativo do fundo, disponível no Google Play e na Apple Store.

"No aplicativo do FGC, você pode conferir as instituições em regime especial decretado pelo Banco Central e se já é possível solicitar o pagamento de garantia, além de receber notificações para acompanhar o seu pedido", informou o fundo.

Baixe o aplicativo do FGC e complete o cadastro, informando nome completo, CPF e data de nascimento;Solicite o pagamento de garantia. Essa etapa só ficará disponível após o envio, pelo liquidante, da lista completa de credores e valores devidos ao fundo.Depois, basta informar uma conta bancária de sua titularidade para receber os recursos, realizar a validação biométrica e enviar eventuais documentos solicitados.

Para pessoas jurídicas, o FGC informa que o representante legal da empresa deve solicitar a garantia por meio do Portal do Investidor. Após o preenchimento das informações, o fundo envia um e-mail com o passo a passo necessário.

"O pagamento é feito por transferência para uma conta-corrente ou poupança, de mesmo CNPJ, em nome da empresa", informa o FGC.

Nos casos em que o pagamento precisar ser feito a inventariantes ou ao espólio, o FGC tratará diretamente com os beneficiários, não sendo possível fazer a solicitação pelo aplicativo.

⚠️ATENÇÃO: Valores que ultrapassarem o limite de cobertura do FGC, de R$ 250 mil, permanecerão sujeitos ao processo de liquidação do Banco Master. Nessa situação, o credor passa a integrar a massa falida como credor quirografário, sem garantia de recebimento dos valores.

🔎 A liquidação extrajudicial ocorre quando o Banco Central encerra as atividades de um banco que não tem mais condições de operar. Um liquidante assume o controle, fecha as operações, vende os bens e paga os credores na ordem prevista em lei, até extinguir a instituição. Nessa fase, as operações são finalizadas e o banco deixa de integrar o sistema financeiro nacional.

O Banco Master já enfrentava risco de falência devido ao alto custo de captação e a investimentos considerados arriscados. O caso mais conhecido era a emissão títulos de renda fixa, os CDBs, que pagavam até 40% acima da taxa média do mercado. (veja aqui o que acontece com investidores)

O presidente do banco, Daniel Vorcaro, foi preso em uma operação da Polícia Federal que investiga um suposto esquema de fraudes financeiras no Master. Na última semana, a Polícia Federal realizou uma segunda fase da operação, que incluiu buscas em endereços ligados a Daniel Vorcaro, dono do banco, e parentes dele, incluindo o pai, a irmã e o cunhado dele.

O empresário Nelson Tanure e o investidor João Carlos Mansur, ex-presidente da gestora de fundos Reag Investimentos, também estavam entre os alvos.

O Banco Master emitiu R$ 50 bilhões em certificados de depósito bancário (CDBs) prometendo juros acima das taxas de mercado e sem comprovar que tinha liquidez, ou seja, que conseguiria pagar esses títulos no futuro.Ao comprar um CDB, o cliente empresta o dinheiro ao banco e recebe juros em troca.Para reforçar essa impressão de liquidez, o Master aplicou parte desses R$ 50 bilhões em ativos que não existem, comprando créditos de uma empresa chamada Tirreno.O Master não pagou nada por essa compra, mas logo em seguida vendeu esses mesmos créditos ao BRB — que pagou R$ 12,2 bilhões, sem documentação, para "socorrer" o caixa do Banco Master.Essas transações aconteceram no mesmo período em que o BRB tentava comprar o próprio Banco Master — e convencer os órgãos de fiscalização de que a transação era viável e não geraria risco aos acionistas do BRB, incluindo o governo do DF.

Para evitar a quebra, foram realizadas tentativas de venda do banco, o que inclui uma proposta do BRB. Todas acabaram canceladas, envoltas em questionamentos, pressões políticas e falta de transparência.

A EFB Regimes Especiais de Empresas foi designada para conduzir a administração especial. Com a liquidação, qualquer negociação de compra em andamento é automaticamente interrompida.

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Elon Musk se aproxima de patrimônio inédito de US$ 800 bilhões

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 22:46

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Elon Musk está prestes a alcançar um marco inédito na história das grandes fortunas globais, com um patrimônio estimado em US$ 800 bilhões (cerca de R$ 4,3 trilhões). O avanço ocorre em meio a uma forte valorização de seus negócios ligados à tecnologia, especialmente na área de inteligência artificial.

Nas últimas semanas, investidores privados mais do que dobraram a avaliação da xAI Holdings, empresa que reúne as operações de inteligência artificial e mídia social do empresário, levando o valor da companhia a US$ 250 bilhões. Esse movimento acrescentou cerca de US$ 62 bilhões à fortuna pessoal de Musk em um curto espaço de tempo.

De acordo com a "Forbes", a nova rodada de captação elevou o valor da participação de 49% de Musk na xAI Holdings para US$ 122 bilhões. O montante supera os US$ 113 bilhões atribuídos à empresa no momento em que a startup de IA foi incorporada à rede social X, antigo Twitter, em março do ano passado.

Com esse ganho, o patrimônio total de Musk chegou a aproximadamente US$ 780 bilhões, reforçando sua posição isolada como a pessoa mais rica do mundo. O empresário agora está a poucos passos de se tornar o primeiro bilionário da história a ultrapassar a marca de US$ 800 bilhões.

A valorização recente da xAI Holdings não beneficiou apenas Musk. Outros bilionários que investiram na empresa de inteligência artificial também viram suas fortunas crescerem com a nova rodada de avaliação.

Entre eles estão o príncipe saudita Alwaleed Bin Talal Alsaud, um dos primeiros investidores do Twitter, além de Jack Dorsey, cofundador da rede social, e Larry Ellison, cofundador da Oracle.

Príncipe Alwaleed Bin Talal Alsaud: detém cerca de 1,6% da xAI Holdings, participação avaliada em aproximadamente US$ 4 bilhões, sem considerar uma fatia maior mantida por meio da Kingdom Holding Company. Com isso, seu patrimônio pessoal é estimado em cerca de US$ 19,4 bilhões.Jack Dorsey: possui uma participação estimada de 0,8% na empresa, avaliada em torno de US$ 2,1 bilhões, o que elevou sua fortuna para aproximadamente US$ 6 bilhões.Larry Ellison: também detém cerca de 0,8% da xAI Holdings, com participação avaliada em aproximadamente US$ 2,1 bilhões, elevando seu patrimônio total para cerca de US$ 241 bilhões.

Em meio à corrida global por avanços em inteligência artificial, a xAI tem ampliado seus investimentos de forma agressiva e, segundo documentos internos, queimou cerca de US$ 7,8 bilhões nos primeiros nove meses de 2024.

Além da pressão sobre as finanças, a xAI enfrenta controvérsias que ampliam os desafios do negócio.

O chatbot Grok, desenvolvido pela companhia, foi alvo de críticas após gerar imagens falsas de mulheres reais em trajes íntimos, sem consentimento.

O caso ganhou dimensão jurídica com o ajuizamento de uma ação por Ashley St. Clair, mãe de um dos filhos de Musk. No Brasil, o g1 também mostrou o relato de uma mulher que teve fotos usadas no antigo Twitter para criar imagens que simulavam nudez ou o uso de roupas íntimas.

Com a repercussão negativa internacional, a xAI anunciou, na quarta-feira (14), que o chatbot deixaria de editar imagens de pessoas reais com roupas reveladoras em países onde esse tipo de conteúdo é ilegal.

A empresa informou ainda que está adotando novas medidas de segurança, como a restrição da criação e edição de imagens a contas pagas — iniciativa que, segundo a companhia, busca aumentar a responsabilização dos usuários pelo uso da ferramenta.

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Fortuna de bilionários bate recorde em 2025, aponta relatório da Oxfam

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 22:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

A fortuna dos bilionários atingiu um recorde em 2025, “minando a liberdade política” e aumentando a desigualdade, segundo o relatório anual "Resistir ao domínio dos mais ricos", divulgado nesta segunda-feira (19) pela ONG Oxfam.

O documento denuncia a política do presidente americano Donald Trump e coincide com o início do Fórum Econômico em Davos, na Suíça.

Segundo o documento, os 12 bilionários mais ricos “possuem mais riqueza do que a metade mais pobre da humanidade”, o equivalente a cerca de quatro bilhões de pessoas.

No ano passado, o mundo contabilizou pela primeira vez mais de 3.000 bilionários, que, juntos, somavam uma fortuna de US$ 18,3 trilhões, de acordo com a ONG.

O valor de seus patrimônios aumentou 16,2%, três vezes mais rápido do que nos cinco anos anteriores, enquanto a redução da pobreza desacelera desde a pandemia de 2020.

A fortuna dos bilionários atingiu um recorde em 2025, “minando a liberdade política” e aumentando a desigualdade, segundo o relatório anual "Resistir ao domínio dos mais ricos", divulgado nesta segunda-feira (19) pela ONG Oxfam. O documento denuncia a política do presidente americano Donald Trump e coincide com o início do Fórum Econômico em Davos, na Suíça.

Segundo o documento, os 12 bilionários mais ricos “possuem mais riqueza do que a metade mais pobre da humanidade”, o equivalente a cerca de quatro bilhões de pessoas.

No ano passado, o mundo contabilizou pela primeira vez mais de 3.000 bilionários, que, juntos, somavam uma fortuna de US$ 18,3 trilhões, de acordo com a ONG.

O valor de seus patrimônios aumentou 16,2%, três vezes mais rápido do que nos cinco anos anteriores, enquanto a redução da pobreza desacelera desde a pandemia de 2020.

O acúmulo de riqueza, lembra a Oxfam, permite aos ultrarricos garantir acesso às instituições e adquirir veículos de comunicação, “minando a liberdade política e corroendo os direitos da maioria”, lamenta a organização.

A ONG também estima que os ultrarricos “têm cerca de 4.000 vezes mais chances de ocupar um cargo político” do que cidadãos comuns. Ela cita especialmente os Estados Unidos, primeira potência mundial, onde o governo de Donald Trump conta com vários bilionários.

“Isso pode ser observado nos EUA com o envolvimento de bilionários, em particular o de Elon Musk, nas eleições americanas. Estima-se que 1 em cada 6 dólares gastos por candidatos e partidos políticos em 2024 nos Estados Unidos venha de doadores bilionários”, diz Layla Abdelké Yakoub, representante da ONG.

“Também percebemos que, nos EUA, uma política que conta com o apoio dos mais ricos tem 45% de probabilidade de ser adotada, enquanto, quando eles se opõem, ela tem apenas 18%. Isso está ligado a uma série de medidas tomadas ao longo do tempo, mas também ao monopólio da mídia, das redes sociais e da inteligência artificial”, diz a OXFAM.

No domingo, em Davos, o presidente americano foi alvo de um protesto organizado pela Juventude Socialista Suíça sob o lema “No World Economic Forum – Stop Trump”.

Alguns dos 300 manifestantes usavam máscaras — incluindo as do bilionário Elon Musk, do chanceler alemão Friedrich Merz e do vice-presidente americano JD Vance — e seguravam notas gigantes de euro feitas de papelão.

O Fórum “é o lugar onde as pessoas mais poderosas e ricas do mundo se reúnem para discutir o nosso futuro, tomar decisões sobre ele — sobre a economia ou o clima, que afetam todos — e fazem isso sem qualquer legitimidade democrática”, denunciou Nathalie Ruoss, vice-presidente da Juventude Socialista, presente na manifestação.

Ela considerou “inaceitável receber fascistas como Donald Trump, já que isso também contribui para legitimar suas ações”, disse.

“As desigualdades econômicas e políticas podem acelerar a erosão dos direitos e da segurança das pessoas a uma velocidade assustadora”, denuncia no relatório da Oxfam seu diretor-geral, Amitabh Behar, que cita um “círculo vicioso”.

À medida que se aproximam as eleições legislativas americanas de novembro, reduções massivas de impostos estão previstas para empresas e famílias, enquanto as multinacionais americanas conseguiram isenção da taxa mínima de 15% prevista em um acordo internacional.

“As medidas tomadas durante a presidência Trump beneficiaram os mais ricos em todo o mundo”, destaca a Oxfam, que pede limitar o poder dos ultrarricos, tributando-os “de verdade” e proibindo-os de financiar campanhas políticas.

“Diante dessas reações da população exausta e irritada com tanta desigualdade, ocorreram respostas autoritárias e violentas. O X é usado para rastrear, punir, sequestrar e torturar críticos do governo. Até onde alguns governos estão dispostos a ir para proteger os interesses dos ultrarricos às custas de sua população?”, questiona Abdelké Yakoub.

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Will Bank: clientes relatam falhas para fazer movimentações financeiras

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 22:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

Reclamações se intensificaram na manhã desta quarta-feira (21), por volta das 7h, após Banco Central (BC) decretar a liquidação extrajudicial do Will Bank.

Entre os principais problemas apontados estão falhas no cartão de crédito, no internet banking e em transferências.

Will Bank: liquidado pelo BC, banco digital cresceu com foco em clientes de baixa renda — Foto: Divulgação

Após o Banco Central (BC) decretar a liquidação extrajudicial do Will Bank, diversos clientes da instituição relataram nas redes sociais dificuldades para realizar pagamentos e movimentações financeiras nesta quarta-feira (21).

De acordo com o Downdetector, plataforma que monitora instabilidades em serviços digitais, ao menos 500 notificações de erro foram registradas por clientes já na noite desta terça-feira (20).

As reclamações se intensificaram na manhã desta quarta, por volta das 7h. Entre os principais problemas apontados estão falhas no cartão de crédito, no internet banking e em transferências.

Os clientes já relatam dificuldades operacionais: embora ainda seja possível acessar o aplicativo e visualizar limites disponíveis, as transações não estão sendo concluídas. Compras, pagamentos e transferências via PIX estão indisponíveis.

Usuários do Will Bank reclamam de problemas em compras e movimentações — Foto: Reprodução/Downdetector

Clientes do Will Bank ainda conseguem acessar o aplicativo, mas não realizam operações financeiras após a liquidação. — Foto: Reprodução

Com a liquidação extrajudicial, as atividades do Will Bank são interrompidas. Isso significa que contas correntes, contas de pagamento e demais serviços deixam de operar normalmente.

De acordo com as regras do Banco Central, os valores mantidos por clientes passam a integrar o processo de liquidação e serão pagos conforme as garantias existentes e a ordem legal de preferência entre credores.

O liquidante nomeado será o responsável por apurar os valores devidos e conduzir os pagamentos possíveis.

Vale lembrar que quem tem dinheiro em conta corrente ou aplicações simples está protegido, mas dentro dos limites previstos.

O Banco Central informa que, em casos de intervenção ou liquidação de bancos, os depositantes contam com a proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), que cobre até R$ 250 mil por pessoa, considerando o conjunto de depósitos e produtos elegíveis mantidos na instituição.

Essa garantia se aplica aos clientes do Will Bank que se enquadram nas regras do fundo, respeitado o limite estabelecido. Veja mais sobre na reportagem abaixo:

Há 10 horas Mundo País segue em alerta após morte de traficanteHá 10 horasTrump diz que México ‘precisa intensificar esforços’ contra cartéisHá 10 horasTensão no Oriente MédioTrump foi alertado para risco de falta de munição se atacar Irã, diz jornal

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Há 34 minutos Jornal Nacional Mercado imobiliárioCom boom no Minha Casa Minha Vida, venda de imóveis bate recorde em 2025

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Will Bank: entenda a ligação do banco digital com o Banco Master

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 22:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

O Banco Central (BC) decretou nesta quarta-feira (21) a liquidação extrajudicial da Will Financeira, nome fantasia do Will Bank.

A instituição integra o conglomerado do Banco Master, e a medida também interrompe suas atividades.

A instituição faz parte do conglomerado do Banco Master, liquidado pelo BC em 18 de novembro. Desde então, o Will Bank vinha operando sob Regime Especial de Administração Temporária (Raet) do BC.

Criado com foco em inclusão financeira, o Will Bank era um banco digital voltado principalmente a pessoas com pouco acesso ao sistema financeiro tradicional, especialmente clientes de renda média e baixa.

A fintech surgiu em 2017, no Espírito Santo, a partir do pag!, emissor de cartões de crédito fundado por Felipe Felix — atual CEO — ao lado dos irmãos Giovanni e Walter Piana.

O Banco Central (BC) decretou nesta quarta-feira (21) a liquidação extrajudicial da Will Financeira, nome fantasia do Will Bank. A instituição integra o conglomerado do Banco Master, e a medida também interrompe suas atividades.

A instituição faz parte do conglomerado do Banco Master, liquidado pelo BC em 18 de novembro. Desde então, o Will Bank vinha operando sob Regime Especial de Administração Temporária (Raet) do BC.

🔎 Quando uma instituição está em Raet, o Banco Central assume temporariamente o controle para evitar que a situação piore e cause prejuízos maiores aos clientes e ao sistema financeiro.

Criado com foco em inclusão financeira, o Will Bank era um banco digital voltado principalmente a pessoas com pouco acesso ao sistema financeiro tradicional, especialmente clientes de renda média e baixa.

A fintech surgiu em 2017, no Espírito Santo, a partir do pag!, emissor de cartões de crédito fundado por Felipe Felix — atual CEO — ao lado dos irmãos Giovanni e Walter Piana.

Em 2020, a empresa passou por uma reformulação e adotou a marca Will Bank, ampliando sua atuação para além do cartão de crédito e se consolidando como banco digital.

Ao longo dos anos, a fintech expandiu seu portfólio de produtos, incluindo conta digital remunerada, pagamentos via PIX e boletos, empréstimo pessoal, antecipação do saque-aniversário do FGTS e um marketplace com sistema de cashback.

A comunicação da marca sempre destacou uma linguagem simples e acessível, reforçando o discurso de democratização do crédito.

Em 2021, a instituição recebeu um aporte de R$ 250 milhões do fundo de private equity da XP e da Atmos Capital, que passaram a deter uma participação minoritária de 24,9%.

No ano seguinte, o banco incorporou a equipe e as parcerias da startup de cashback Getmore, acelerando a estratégia de vendas online e de marketplace.

Em 2024, o grupo passou por uma reestruturação societária relevante. Após aval do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e do Banco Central, o controle da Will Instituição de Pagamentos foi transferido ao Grupo Reag, enquanto a Will Financeira passou para o controle do Grupo Master.

Como parte do processo, ativos e passivos ligados ao arranjo de pagamentos começaram a ser transferidos da instituição de pagamentos para a financeira.

O Will Bank havia registrado melhora em seus resultados recentes. No primeiro semestre de 2024, a companhia reverteu prejuízos acumulados e apurou lucro líquido de R$ 47,4 milhões, segundo dados divulgados pela própria instituição.

BC decreta liquidação extrajudicial do Will Bank, ligado ao Banco MasterO que acontece com contas, cartões e CDBs dos clientes do Will BankPor que a liquidação do Will Bank veio só dois meses após o caso MasterClientes relatam falhas para realizar movimentações após intervenção do BC

A decisão do BC levantou a seguinte dúvida: por que o desfecho veio apenas agora, se o Master havia sido liquidado em novembro? A resposta está em uma combinação de fatores.

Após a liquidação do Master, o Will Bank passou a operar sob gestão do Banco Central, que assumiu temporariamente o controle da instituição para evitar o agravamento da situação e prejuízos maiores aos clientes e ao sistema financeiro.

Segundo o BC, houve uma tentativa de preservar a operação da instituição, visando ao interesse público.

De acordo com apurações do blog do Valdo Cruz, o Will Bank ainda não havia sido liquidado para permitir a venda a um novo investidor de origem árabe, que demonstrava interesse na compra. O negócio, porém, não foi concluído.

Somado a isso, a instituição descumpriu a grade de pagamentos com a Mastercard, o que agravou a situação. No dia seguinte, a empresa anunciou a suspensão da aceitação de cartões emitidos pelo Will Bank em razão das dívidas.

Em nota, o BC citou o impasse para justificar a liquidação. No comunicado, o órgão afirma que o cenário comprometeu a “situação econômico-financeira” da instituição e caracterizou sua insolvência.

Segundo a TV Globo apurou, Maurício Antônio Quadrado, ligado ao Will Bank, foi alvo da segunda fase da Operação Compliance Zero, deflagrada na última quarta-feira (14). De acordo com fontes da PF, ele é sócio oculto de Daniel Vorcaro, dono do banco Master.

O Banco Master, controlado por Daniel Vorcaro, foi liquidado em 18 de dezembro de 2025 pelo Banco Central. A instituição enfrentava dificuldades financeiras, com alto custo de captação e forte exposição a investimentos considerados arriscados.

Tentativas de venda, como a proposta do Banco de Brasília (BRB), não avançaram diante de questionamentos de órgãos de controle, falta de transparência e menções ao banco em investigações. O alerta no mercado se intensificou quando o Master passou a oferecer CDBs com rentabilidades muito acima do padrão.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Liquidação do Will Bank: o que acontece com quem tem conta, cartão e CDB?

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 22:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,153-0,45%Dólar TurismoR$ 5,349-0,53%Euro ComercialR$ 6,083-0,23%Euro TurismoR$ 6,327-0,34%B3Ibovespa188.858 pts-0,88%MoedasDólar ComercialR$ 5,153-0,45%Dólar TurismoR$ 5,349-0,53%Euro ComercialR$ 6,083-0,23%Euro TurismoR$ 6,327-0,34%B3Ibovespa188.858 pts-0,88%MoedasDólar ComercialR$ 5,153-0,45%Dólar TurismoR$ 5,349-0,53%Euro ComercialR$ 6,083-0,23%Euro TurismoR$ 6,327-0,34%B3Ibovespa188.858 pts-0,88%Oferecido por

A medida marca o desfecho de um processo iniciado após a liquidação do Banco Master, controlador do banco digital.

Os clientes já relatam dificuldades operacionais: embora ainda seja possível acessar o aplicativo e visualizar limites disponíveis, as transações não estão sendo concluídas.

Com a liquidação extrajudicial, as atividades do Will Bank são interrompidas. Isso significa que contas correntes, contas de pagamento e demais serviços deixam de operar normalmente.

Os valores mantidos por clientes passam a integrar o processo de liquidação e serão pagos conforme as garantias existentes e a ordem legal de preferência entre credores.

A liquidação extrajudicial do Will Bank, decretada pelo Banco Central nesta quarta-feira (21), interrompe o funcionamento da instituição financeira e e gera dúvidas entre correntistas e investidores sobre o destino de seus recursos.

A medida marca o desfecho de um processo iniciado após a liquidação do Banco Master, controlador do banco digital, e segue os procedimentos previstos para a retirada organizada de uma instituição do Sistema Financeiro Nacional.

Os clientes já relatam dificuldades operacionais: embora ainda seja possível acessar o aplicativo e visualizar limites disponíveis, as transações não estão sendo concluídas. Compras, pagamentos e transferências via PIX estão indisponíveis.

O que muda para quem tinha conta no Will Bank?Quem tinha dinheiro em conta corrente ou aplicações simples está protegido?É possível movimentar o saldo em conta depois da liquidação?E quem investiu em CDBs emitidos pelo Will Bank?Existe diferença entre ser correntista e ser investidor no processo de liquidação?O que acontece com os cartões de crédito após a liquidação?E a fatura do cartão que já foi gerada, precisa ser paga?Posso ser cobrado ou negativado por não pagar a fatura?O Will Bank já estava sob algum tipo de intervenção antes da liquidação?O que levou à decisão final pela liquidação?

Com a liquidação extrajudicial, as atividades do Will Bank são interrompidas. Isso significa que contas correntes, contas de pagamento e demais serviços deixam de operar normalmente.

De acordo com as regras do BC, os valores mantidos por clientes passam a integrar o processo de liquidação e serão pagos conforme as garantias existentes e a ordem legal de preferência entre credores.

O liquidante nomeado será o responsável por apurar os valores devidos e conduzir os pagamentos possíveis.

O BC informa que, em casos de intervenção ou liquidação de bancos, os depositantes contam com a proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), que cobre até R$ 250 mil por pessoa, considerando o conjunto de depósitos e produtos elegíveis mantidos na instituição.

Essa garantia se aplica aos clientes do Will Bank que se enquadram nas regras do fundo, respeitado o limite estabelecido.

Como o Will operava como financeira e não disponibilizava conta corrente tradicional, os valores dos clientes ficavam alocados em contas de pagamento pré-pagas — um modelo que exige que a instituição transfira diariamente esses recursos para uma conta própria mantida no BC.

Nesse formato, a devolução dos saldos não passa pelo FGC. O ressarcimento deverá ser feito diretamente pela própria Will, utilizando os valores que permanecem depositados no Banco Central.

Não. Se o cliente mantinha saldo em conta no banco, esse valor fica bloqueado a partir da decretação da liquidação. Nesse período, não é possível movimentar os recursos livremente.

Segundo Lucas Girão, economista e especialista em investimentos com MBA em Finanças pela Faculdade Brasileira de Negócios e Finanças (FBNF), a possibilidade de recuperar esse dinheiro depende do tipo de saldo e das garantias associadas à aplicação.

Ele reforça que depósitos e produtos cobertos pelo FGC têm proteção de até R$ 250 mil por CPF, por instituição.

“Valores acima do limite garantido entram no processo de liquidação e só poderão ser recuperados, parcial ou totalmente, ao longo do tempo, conforme o rateio entre credores”, afirma Girão.

Segundo apurações do Jornal Nacional, por se tratar de uma financeira, a instituição não oferecia conta corrente, mas sim conta de pagamento pré-paga. Nesse modelo, a empresa é obrigada a depositar diariamente os recursos dos clientes em uma conta própria no Banco Central.

Clientes do Willbank que não tinham investimentos ficam fora da cobertura do Fundo Garantidor de Crédito

Por essa razão, o ressarcimento do saldo não será feito pelo FGC, mas pela própria Will, com base nos valores mantidos no Banco Central.

Nessa modalidade, não há limite de valor por cliente. Ainda assim, para reaver o dinheiro, o titular da conta deverá aguardar as orientações que serão divulgadas pelo liquidante.

Os Certificados de Depósito Bancário (CDBs) emitidos por bancos também estão entre os produtos cobertos pelo Fundo Garantidor de Créditos, dentro do limite de até R$ 250 mil por pessoa.

Assim, investidores do Will Bank que possuíam CDBs elegíveis devem ter seus recursos protegidos até esse teto, conforme as regras gerais do FGC, aplicadas ao caso da instituição liquidada.

Do ponto de vista da proteção oferecida, a principal diferença está no tipo de instituição e de produto contratado. O Banco Central destaca que o mecanismo de ressarcimento varia conforme essa classificação.

No caso da Will, que atuava como financeira e não oferecia conta corrente, os clientes mantinham recursos em contas de pagamento pré-pagas. Nessa modalidade, a instituição é obrigada a depositar diariamente os valores dos clientes em uma conta própria no BC.

Por essa razão, o ressarcimento dos saldos não será feito pelo FGC, mas pela própria Will, com base nos recursos mantidos no BC. Pelas regras aplicáveis às contas de pagamento, não há limite de valor por cliente. Ainda assim, a devolução dos recursos depende das orientações que serão divulgadas pelo liquidante.

Quando um banco entra em liquidação extrajudicial, suas atividades são interrompidas e a instituição é retirada do Sistema Financeiro Nacional de forma organizada pelo BC.

Isso inclui a suspensão de serviços operacionais, como a emissão e processamento de cartões de crédito.

Na prática, o cartão deixa de funcionar normalmente após a decretação da liquidação, pois a instituição que o emitia não está mais em operação.

Embora não haja orientação específica do BC para o caso de cartões de crédito em liquidação, a regra geral no sistema financeiro brasileiro é que as obrigações contratuais existentes continuam válidas até que sejam quitadas ou resolvidas por vias legais.

Em situações de liquidação de bancos, não existe qualquer norma que isente automaticamente o cliente do pagamento de sua dívida de cartão de crédito apenas porque o banco foi liquidado.

Segundo Lucas Girão, bandeiras — como Mastercard, Visa e Elo — tendem a suspender a aceitação imediatamente, impedindo novas compras. No entanto, as faturas já geradas e os gastos realizados antes da liquidação continuam válidos e devem ser pagos pelo cliente.

Ou seja, se havia saldo devedor na fatura do cartão emitido pela instituição que foi liquidada, a dívida não deixa de existir por causa da liquidação.

Mesmo com a liquidação da instituição financeira, as dívidas já assumidas pelos clientes não são automaticamente anuladas. Isso significa que valores em aberto no cartão de crédito continuam existindo e podem ser cobrados normalmente.

"As faturas continuam existindo como obrigação financeira do cliente. O que pode ocorrer é uma dificuldade operacional temporária para acessar boletos, faturas ou o aplicativo", explica Girão.

Por isso, se a fatura não for paga, o cliente pode enfrentar as mesmas consequências de qualquer atraso, como a incidência de juros e a inclusão do nome em cadastros de inadimplentes.

Isso ocorre porque o cartão de crédito funciona como um empréstimo de curto prazo: o banco paga a compra no momento da transação e o cliente se compromete a quitar esse valor depois.

Até o momento, não há regra do Banco Central que determine o cancelamento dessas dívidas apenas porque a instituição foi liquidada. A medida atinge o funcionamento do banco, mas não extingue, por si só, os compromissos financeiros assumidos pelos clientes.

Clientes do Will Bank ainda conseguem acessar o aplicativo, mas não realizam operações financeiras após a liquidação. — Foto: Reprodução

Sim. Antes da liquidação extrajudicial, o Will Bank operava sob o Regime Especial de Administração Temporária (Raet). Nesse modelo, o Banco Central substitui os dirigentes da instituição por um conselho diretor ou gestor indicado, mas permite a continuidade das atividades normais.

Segundo o próprio BC, o objetivo do Raet é evitar que a situação financeira se deteriore ainda mais e preservar os interesses dos clientes.

No caso do Will Bank, o regime foi adotado após a liquidação do Banco Master e tinha como uma das possibilidades a venda da instituição a um novo investidor, o que acabou não se concretizando.

Segundo o BC, a liquidação foi decretada após a constatação de que a situação econômica do Will Bank estava comprometida e de que a instituição não conseguia mais honrar suas dívidas.

O banco vinha sob administração temporária, mas a tentativa de venda para um novo investidor não avançou.

Além disso, houve acúmulo de obrigações não pagas, o que inviabilizou a continuidade das operações e levou à adoção da medida mais severa prevista nos regimes de resolução.

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Liquidado pelo BC, Will Bank cresceu com foco em clientes de baixa renda; conheça o banco digital

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 22:46

Economia Negócios Liquidado pelo BC, Will Bank cresceu com foco em clientes de baixa renda; conheça o banco digital Parte do grupo Master, a empresa afirmava ter alcançado a marca de 12 milhões de clientes. Ainda houve uma tentativa de venda da operação para outro controlador, mas o negócio não foi concluído. Por Micaela Santos, g1 — São Paulo

O Banco Central decretou nesta quarta-feira (21) a liquidação extrajudicial da Will Financeira, nome fantasia do Will Bank.

A instituição integra o conglomerado do Banco Master, e a medida também interrompe suas atividades.

Criado com foco em inclusão financeira, o Will Bank era um banco digital voltado principalmente a pessoas com pouco acesso ao sistema financeiro tradicional, especialmente clientes de renda média e baixa.

A instituição construiu uma base concentrada no Nordeste, região que abriga cerca de 60% de seus usuários, muitos deles residentes de cidades de pequeno porte.

Segundo o BC, o quadro financeiro da instituição se deteriorou após a liquidação do Banco Master, há dois meses.

O Banco Central (BC) decretou nesta quarta-feira (21) a liquidação extrajudicial da Will Financeira, nome fantasia do Will Bank. A instituição integra o conglomerado do Banco Master, e a medida também interrompe suas atividades.

Criado com foco em inclusão financeira, o Will Bank era um banco digital voltado principalmente a pessoas com pouco acesso ao sistema financeiro tradicional, especialmente clientes de renda média e baixa.

A instituição construiu uma base concentrada no Nordeste, região que abriga cerca de 60% de seus usuários, muitos deles residentes de cidades de pequeno porte. A empresa afirmava, em seu material promocional, ter alcançado a marca de 12 milhões de clientes.

Segundo o BC, o quadro financeiro da instituição se deteriorou após a liquidação do Banco Master, há dois meses. O Will acumulava cerca de R$ 7 bilhões em passivos e aproximadamente R$ 8 bilhões em transações correntes com a bandeira Mastercard.

Segundo apurou o blog do Valdo Cruz, o Will Bank estava sob regime de administração temporária do Banco Central e ainda não havia sido liquidado para permitir a venda a um novo investidor de origem árabe, que demonstrava interesse na compra. O negócio, porém, não foi fechado.

Na última segunda-feira (19), a Mastercard informou que a Will Financeira não honrou os pagamentos devidos. No dia seguinte, a empresa anunciou a suspensão da aceitação de cartões emitidos pelo Will Bank em razão das dívidas.

O BC, então, constatou que não restaram alternativas viáveis para a reestruturação, tornando inevitável a liquidação do Will Bank.

BC decreta liquidação extrajudicial do Will Bank, ligado ao Banco MasterO que acontece com contas, cartões e CDBs dos clientes do Will BankPor que a liquidação do Will Bank veio só dois meses após o caso MasterClientes relatam falhas para realizar movimentações após intervenção do BC

A fintech surgiu em 2017, no Espírito Santo, a partir do pag!, emissor de cartões de crédito fundado por Felipe Felix — atual CEO — ao lado dos irmãos Giovanni e Walter Piana.

Em 2020, a empresa passou por uma reformulação e adotou a marca Will Bank, ampliando sua atuação para além do cartão de crédito e se consolidando como banco digital.

Ao longo dos anos, a fintech expandiu seu portfólio de produtos, incluindo conta digital remunerada, pagamentos via PIX e boletos, empréstimo pessoal, antecipação do saque-aniversário do FGTS e um marketplace com sistema de cashback.

A comunicação da marca sempre destacou uma linguagem simples e acessível, reforçando o discurso de democratização do crédito.

Em 2021, a instituição recebeu um aporte de R$ 250 milhões do fundo de private equity da XP e da Atmos Capital, que passaram a deter uma participação minoritária de 24,9%.

No ano seguinte, o banco incorporou a equipe e as parcerias da startup de cashback Getmore, acelerando a estratégia de vendas online e de marketplace.

Em 2024, o grupo passou por uma reestruturação societária relevante. Após aval do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e do Banco Central, o controle da Will Instituição de Pagamentos foi transferido ao Grupo Reag, enquanto a Will Financeira passou para o controle do Grupo Master.

Como parte do processo, ativos e passivos ligados ao arranjo de pagamentos começaram a ser transferidos da instituição de pagamentos para a financeira.

O Will Bank havia registrado melhora em seus resultados recentes. No primeiro semestre de 2024, a companhia reverteu prejuízos acumulados e apurou lucro líquido de R$ 47,4 milhões, segundo dados divulgados pela própria instituição.

O Will Bank apostou em campanhas publicitárias com famosos e influenciadores para ampliar sua visibilidade e reforçar o posicionamento voltado à inclusão financeira.

A estratégia do banco incluiu campanhas nas redes sociais com a participação de nomes conhecidos do grande público, como Whindersson Nunes, Maísa, Pabllo Vittar, Simone, Thelminha e o jogador de futebol Vinícius Jr., com ações voltadas principalmente ao público jovem no TikTok.

O banco também realizou ações de marketing com influenciadores digitais e clientes, usando humor e linguagem acessível para ampliar o alcance da marca nas redes sociais.

Uma das iniciativas mais comentadas foi uma campanha com Whindersson no Dia do Nordestino, em sintonia com o fato de que boa parte dos clientes do banco vive na região.

🔎 A liquidação extrajudicial significa o encerramento das atividades de uma instituição que não tem mais condições de continuar funcionando, realizado sem processo judicial e que prevê o pagamento organizado dos credores.

Na intervenção no Will Bank, o BC ressaltou que a insolvência do banco digital estava ligada ao vínculo com o Banco Master S.A., controlador do conglomerado financeiro.

Após a liquidação do Master, em novembro, o Will Bank passou a operar sob gestão do BC, que assumiu temporariamente o controle da instituição para evitar o agravamento da situação e prejuízos maiores aos clientes e ao sistema financeiro.

Como a venda a um novo investidor não se concretizou e diante do acúmulo de dívidas, o funcionamento da instituição financeira tornou-se inviável, o que levou à decisão pela liquidação extrajudicial.

"​O Banco Central decretou hoje, 21 de janeiro de 2026, a liquidação extrajudicial da Will Financeira S.A. Crédito, Financiamento e Investimento, controlada pelo Banco Master Múltiplo S/A, o qual vem operando sob Regime Especial de Administração Temporária (RAET) no contexto da liquidação extrajudicial do Banco Master S/A, decretada em 18 de novembro de 2025.

O Conglomerado Master era classificado como de crédito diversificado, porte pequeno e enquadrado no segmento S3 da regulação prudencial, tendo como instituição líder o Banco Master S/A.

O conglomerado detinha 0,57% do ativo total e 0,55% das captações totais do Sistema Financeiro Nacional (SFN).

Na ocasião da decretação da liquidação extrajudicial do Banco Master, entendeu-se adequada e aderente ao interesse público a imposição do RAET ao Master Múltiplo S/A, ante a possibilidade de uma solução que preservasse o funcionamento de sua controlada Will Financeira. Tal solução, contudo, não se mostrou viável, verificando-se no dia 19 de janeiro de 2026 o descumprimento pela Will Financeira da grade de pagamentos com o arranjo de pagamentos Mastercard (Mastercard Brasil Soluções de Pagamentos Ltda.) e o consequente bloqueio de sua participação nesse arranjo.

Assim, tornou-se inevitável a liquidação extrajudicial da Will Financeira, em razão do comprometimento da sua situação econômico-financeira, da sua insolvência e do vínculo evidenciado pelo exercício do poder de controle do Banco Master S.A., já sob liquidação extrajudicial.

O Banco Central continuará tomando todas as medidas cabíveis para apurar as responsabilidades nos termos de suas competências legais. O resultado das apurações poderá levar à aplicação de medidas sancionadoras de caráter administrativo e a comunicações às autoridades competentes, observadas as disposições legais aplicáveis. Nos termos da lei, ficam indisponíveis os bens dos controladores e dos ex-administradores da instituição objeto da liquidação decretada."

Há 10 horas Mundo País segue em alerta após morte de traficanteHá 10 horasTrump diz que México ‘precisa intensificar esforços’ contra cartéisHá 10 horasTensão no Oriente MédioTrump foi alertado para risco de falta de munição se atacar Irã, diz jornal

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PicPay marca data e será a primeira empresa do Brasil a fazer IPO desde 2021

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 22:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,154-0,42%Dólar TurismoR$ 5,353-0,44%Euro ComercialR$ 6,081-0,26%Euro TurismoR$ 6,329-0,31%B3Ibovespa188.903 pts-0,86%MoedasDólar ComercialR$ 5,154-0,42%Dólar TurismoR$ 5,353-0,44%Euro ComercialR$ 6,081-0,26%Euro TurismoR$ 6,329-0,31%B3Ibovespa188.903 pts-0,86%MoedasDólar ComercialR$ 5,154-0,42%Dólar TurismoR$ 5,353-0,44%Euro ComercialR$ 6,081-0,26%Euro TurismoR$ 6,329-0,31%B3Ibovespa188.903 pts-0,86%Oferecido por

O banco digital PicPay afirmou nesta terça-feira (20) que pretende levantar até US$ 434,3 milhões em sua oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês) nos Estados Unidos, prevista para 29 de janeiro.

A companhia sediada em São Paulo está oferecendo cerca de 22,9 milhões de ações, com preços entre US$ 16 e US$ 19 cada.

A fintech, apoiada pela J&F Investimentos, dos irmãos Wesley e Joesley Batista, busca realizar sua listagem nos EUA, após ter planejado a operação originalmente para 2021.

A gestora de capital de crescimento voltada para a América Latina, Bicycle Capital, lidera a oferta pública inicial e pretende adquirir US$ 75 milhões em ações do PicPay.

O banco digital PicPay será a primeira empresa brasileira a se lançar na bolsa de valores desde 2021. A empresa afirmou nesta terça-feira (20) que fará sua oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês) nos Estados Unidos no próximo dia 29 de janeiro.

🔎 Um IPO (Initial Public Offering) é a primeira oferta pública de ações de uma empresa, quando parte do capital é vendida a investidores. O objetivo é captar recursos para expandir operações, investir em projetos ou reduzir dívidas.

O banco digital será listado na Nasdaq com o código “PICS”. O PicPay pretende levantar até US$ 434,3 milhões, com a oferta de cerca de 22,9 milhões de ações, a preços entre US$ 16 e US$ 19 cada.

A fintech, apoiada pela J&F Investimentos, dos irmãos Wesley e Joesley Batista, realiza sua listagem nos EUA após ter planejado a operação originalmente para 2021.

Em comunicado, o PicPay informou que o Citigroup, o BofA Securities e o RBC Capital Markets atuam como coordenadores globais da oferta pública inicial.

A gestora de capital de crescimento voltada para a América Latina, Bicycle Capital, lidera a oferta pública inicial e pretende adquirir US$ 75 milhões em ações do PicPay.

💵 Como essas intenções não representam compromissos de compra, os investidores podem acabar adquirindo mais, menos ou até nenhuma ação. Da mesma forma, o PicPay e os coordenadores da oferta podem ajustar a quantidade de ações vendidas a esses investidores.

📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1

O PicPay apresentou, em 5 de janeiro, o pedido para realizar um IPO na Nasdaq. A iniciativa veio após a empresa registrar lucro de R$ 313,8 milhões nos nove meses encerrados em 30 de setembro de 2025, ante R$ 172 milhões no mesmo período do ano anterior.

A receita total atingiu R$ 7,26 bilhões no período, ante R$ 3,78 bilhões no ano anterior. O número de clientes ativos também cresceu, passando de 37,5 milhões para 42,1 milhões em setembro de 2025.

Com o lançamento da oferta pública inicial, o PicPay tenta pela segunda vez abrir capital nos EUA, após ter desistido de um IPO em 2021 devido a condições desfavoráveis de mercado.

No entanto, a expectativa de uma recuperação mais consistente foi limitada pela volatilidade provocada pelo tarifaço do governo de Donald Trump, pela paralisação prolongada do governo dos EUA (shutdown) e pela queda das ações de empresas de inteligência artificial no fim do ano passado.

Analistas projetam que o mercado de IPOs volte a ganhar força em 2026, com mais empresas de criptomoedas e do setor financeiro digital anunciando planos de abertura de capital.

Entre elas estão o banco digital britânico Revolut, a plataforma de ativos digitais Kraken e o aplicativo japonês de pagamentos PayPay.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Clientes do Itaú reclamam de falhas no PIX: ‘Dinheiro não chegou’

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 22:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

Clientes do Itaú relataram problemas ao realizar operações via PIX pelo aplicativo do banco nesta sexta-feira (23).

Segundo o site DownDetector, que monitora falhas em serviços online, o banco registrou 539 reclamações por volta das 15h50.

Nas redes sociais, usuários afirmaram que, embora o PIX seja processado, os valores não chegam à conta de destino.

Procurado pelo g1, o banco informou que identificou uma instabilidade pontual na tarde desta sexta-feira e que o problema já foi resolvido.

Agência do Itaú em Poços de Caldas que foi a primeira agência do Unibanco — Foto: Fabiana Assis/g1

Clientes do Itaú relataram problemas ao realizar operações via PIX pelo aplicativo do banco nesta sexta-feira (23).

Segundo o site DownDetector, que monitora falhas em serviços online, o banco registrou 539 reclamações por volta das 15h50. As notificações sobre o PIX chegaram a 238 no mesmo horário.

Nas redes sociais, usuários afirmaram que, embora o PIX seja processado, os valores não chegam à conta de destino.

Procurado pelo g1, o banco informou que identificou uma instabilidade pontual na tarde desta sexta-feira e que o problema já foi resolvido.

"O Itaú Unibanco informa que identificou uma instabilidade pontual no início da tarde desta sexta-feira (23), que impactou uma parcela de clientes para transações via Pix. O banco ressalta que as operações já foram totalmente restabelecidas e pede desculpas aos clientes pelo inconveniente" afirmou, em nota, a instituição.

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Fortuna de Elon Musk bate recorde e alcança US$ 788 bilhões com alta das ações da Tesla

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 22:46

Economia Negócios Fortuna de Elon Musk bate recorde e alcança US$ 788 bilhões com alta das ações da Tesla Bilionário se aproxima de um marco inédito ao atingir patrimônio estimado em US$ 800 bilhões, impulsionado pela valorização de seus negócios em tecnologia, especialmente em inteligência artificial. Por Redação g1 — São Paulo

Elon Musk no Fórum Econômico Mundial, em Davos (Suíça), em janeiro de 2026 — Foto: FABRICE COFFRINI / AFP

A riqueza de Elon Musk voltou a atingir um patamar histórico nesta quinta-feira (22), impulsionada pela valorização das ações da Tesla e por novas apostas do empresário no mercado de tecnologia.

Segundo estimativas da Forbes, o patrimônio líquido do CEO chegou a US$ 788,1 bilhões (cerca de R$ 4,1 trilhões), o maior já registrado, colocando Musk a poucos passos de romper a marca inédita de US$ 800 bilhões (cerca de R$ 4,3 trilhões).

🔎O avanço ocorreu após uma forte alta dos papéis da Tesla, que subiram mais de 4% no mercado de ações dos Estados Unidos, refletindo o otimismo do mercado com as declarações do empresário sobre o futuro do serviço de robotáxis da montadora.

Durante participação no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, Musk afirmou que a frota de veículos autônomos da empresa deve estar “muito difundida” nos Estados Unidos até o fim deste ano, após o lançamento inicial em Austin, no Texas, previsto para junho de 2025.

Ele afirmou também que a Tesla deve começar a vender seus robôs para o público até o final de 2027 e avaliou que, no futuro, todas as pessoas terão um humanoide como assistente.

"Provavelmente em algum momento do próximo ano, até o final do próximo ano, acho que estaremos vendendo robôs humanoides ao público", disse o bilionário.

Com a valorização das ações, a fortuna de Musk cresceu cerca de US$ 13 bilhões em um único dia, consolidando sua liderança isolada no ranking das pessoas mais ricas do mundo, segundo a Forbes.

Ele mantém ampla vantagem sobre os cofundadores do Google, Larry Page e Sergey Brin, que ocupam a segunda e a terceira posições, respectivamente. Na sequência aparecem nomes como Jeff Bezos, Larry Ellison e Mark Zuckerberg.

Nos últimos meses, Musk acumulou uma sequência de recordes pessoais. Em outubro, tornou-se a primeira pessoa a alcançar um patrimônio de US$ 500 bilhões. Em dezembro, ultrapassou os US$ 600 bilhões e, poucos dias depois, rompeu a barreira dos US$ 700 bilhões.

Esse salto foi impulsionado, principalmente, pela valorização da SpaceX, reavaliada em cerca de US$ 800 bilhões, e por decisões judiciais que restauraram pacotes de opções de ações da Tesla, hoje estimados em US$ 126 bilhões.

Mais recentemente, a captação de recursos da xAI Holdings, que alcançou uma avaliação de US$ 250 bilhões, adicionou dezenas de bilhões de dólares à fortuna do empresário.

Com novos planos de remuneração atrelados a metas financeiras e de produção da Tesla, analistas avaliam que Musk pode se tornar, em um futuro próximo, o primeiro trilionário da história.

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