RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Como pequenos negócios aproveitaram show de Shakira para lucrar com camisetas, bonés e viagens

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 05/05/2026 02:52

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Como pequenos negócios aproveitaram show de Shakira para lucrar com camisetas, bonés e viagens Megaevento em Copacabana gerou faturamento de empreendedores e prestadores de serviços para fãs de todo o país. Por Pegn

O show de Shakira na Praia de Copacabana impulsionou os negócios de pequenos empreendedores dentro e fora do Rio de Janeiro.

Com público estimado em até 2,5 milhões de pessoas, o megaevento gerou uma onda de consumo que começou antes da apresentação e se espalhou por diferentes setores.

No comércio popular, a empreendedora Lorrana Lica apostou em produtos temáticos para aproveitar o momento.

No interior de São Paulo, a agente de viagens Camila Meira organizou um pacote especial para levar fãs até Copacabana.

O show de Shakira na Praia de Copacabana não movimentou apenas fãs — também impulsionou os negócios de pequenos empreendedores dentro e fora do Rio de Janeiro.

Com público estimado em até 2,5 milhões de pessoas, o megaevento gerou uma onda de consumo que começou antes da apresentação e se espalhou por diferentes setores.

No comércio popular, a empreendedora Lorrana Lica apostou em produtos temáticos para aproveitar o momento. Dona de uma loja no Saara, no centro da capital fluminense, ela já explorava o nicho de cultura pop desde 2022 e repetiu a estratégia em grandes shows anteriores.

Para o evento, a coleção foi lançada com cerca de 50 dias de antecedência, o que permitiu testar a aceitação do público e ajustar a produção. Entre os itens vendidos estavam camisetas, bonés, tops e leques personalizados, com preços a partir de R$ 49,90.

O histórico de faturamento mostra o potencial desse mercado. Após experiências com shows como RBD, Madonna e Lady Gaga, a empresária já havia alcançado receitas de até R$ 600 mil em eventos anteriores — e apostou no show da cantora colombiana para ampliar ainda mais os ganhos.

Mas não foi só no Rio que os negócios aqueceram. No interior de São Paulo, a agente de viagens Camila Meira organizou um pacote especial para levar fãs até Copacabana.

A empreendedora investiu cerca de R$ 20 mil na operação, incluindo aluguel de ônibus e custos de preparação, para transportar 64 pessoas em uma viagem bate-volta.

Com passagens vendidas por cerca de R$ 300, a viagem foi estruturada com apoio de estratégias digitais e parcerias com comunidades de fãs nas redes sociais, fundamentais para garantir a adesão do público.

Além do retorno financeiro, o projeto também marcou um passo importante na trajetória da empresária, que uniu negócio e paixão pela artista para consolidar sua atuação no setor de turismo.

Casos como esses ilustram um movimento típico de grandes eventos: a economia criativa ganha força e transforma fãs em consumidores — e, muitas vezes, em empreendedores. No embalo de Shakira, a música não foi o único espetáculo em cena: os negócios também entraram no ritmo.

📍Endereço: Rua Senhor dos Passos, 187 – Saara Rio de Janeiro/RJ – CEP: 23057-112📞Telefone: (21) 99488-4498📧 E-mail: lixcriandorj@gmail.com🌐 Site: https://www.lojalix.com.br/📸 Instagram: https://www.instagram.com/usealix

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Elon Musk pagará multa de US$ 1,5 milhão por não divulgar compra de ações do Twitter

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/05/2026 01:56

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,9680,32%Dólar TurismoR$ 5,1710,3%Euro ComercialR$ 5,810-0,03%Euro TurismoR$ 6,059-0,09%B3Ibovespa185.600 pts-0,92%MoedasDólar ComercialR$ 4,9680,32%Dólar TurismoR$ 5,1710,3%Euro ComercialR$ 5,810-0,03%Euro TurismoR$ 6,059-0,09%B3Ibovespa185.600 pts-0,92%MoedasDólar ComercialR$ 4,9680,32%Dólar TurismoR$ 5,1710,3%Euro ComercialR$ 5,810-0,03%Euro TurismoR$ 6,059-0,09%B3Ibovespa185.600 pts-0,92%Oferecido por

Elon Musk chega ao tribunal para o julgamento contra a OpenAI. — Foto: Godofredo A. Vásquez/AP Photo

Elon Musk fechou um acordo na ação civil movida pela Securities and Exchange Commission (SEC), que acusava o acusa de demorar para divulgar suas primeiras compras de ações do Twitter (atual X), em 2022.

Um fundo em nome de Musk pagará uma multa civil de US$ 1,5 milhão, segundo o acordo divulgado nesta segunda-feira (4) em um tribunal federal de Washington, D.C.

🔎 A Securities and Exchange Commission (SEC) é a agência do governo dos Estados Unidos responsável por regular e fiscalizar o mercado financeiro.

Musk não admitiu irregularidades e não terá que devolver os US$ 150 milhões que supostamente economizou com o atraso. O acordo ainda precisa ser aprovado pela juíza distrital Sparkle Sooknanan, que em fevereiro rejeitou o pedido de Musk para encerrar o caso.

A decisão encerra mais de sete anos de disputas entre Musk e o regulador, iniciadas em setembro de 2018, quando a SEC o acusou de fraude por publicar que havia garantido financiamento para fechar o capital da Tesla.

Musk resolveu aquele caso pagando US$ 20 milhões, permitindo que advogados da Tesla revisassem alguns de seus posts no Twitter e deixando o cargo de presidente do conselho da empresa.

“O sr. Musk agora foi inocentado de todas as questões relacionadas ao atraso no envio de formulários na aquisição do Twitter, como dissemos desde o início”, afirmou seu advogado, Alex Spiro, em nota.

Na ação de janeiro de 2025, a SEC afirmou que o atraso de 11 dias na divulgação da participação inicial de 5% no Twitter, no fim de março e início de abril de 2022, permitiu a Musk comprar mais de US$ 500 milhões em ações a preços artificialmente baixos, antes de revelar uma fatia de 9,2%.

O órgão defendia que Musk pagasse multa e devolvesse os US$ 150 milhões supostamente economizados às custas de investidores.

Musk alegou que o atraso foi involuntário e acusou a SEC de violar sua liberdade de expressão ao persegui-lo.

A ação foi apresentada seis dias antes de o ex-presidente Joe Biden deixar a Casa Branca e ser substituído por Donald Trump. O atual presidente da SEC, Paul Atkins, tem redirecionado as prioridades do órgão.

“É um dia embaraçoso para a SEC”, disse Amanda Fischer, ex-chefe de gabinete de Gary Gensler. Segundo ela, o acordo “deveria levar o público a questionar se a SEC está protegendo aliados da Casa Branca em detrimento de investidores comuns”.

Musk liderou o Departamento de Eficiência Governamental no governo Trump, voltado à redução de custos, antes de deixar o cargo em maio passado.

Robert Frenchman, sócio do escritório Dynamis, em Nova York, disse que a multa de US$ 1,5 milhão é “modesta para a pessoa mais rica do planeta”, mas pode desestimular violações semelhantes.

“É uma mensagem ao mercado de que as regras se aplicam a todos, inclusive a Elon Musk”, afirmou.

Musk concluiu a compra do Twitter por US$ 44 bilhões em outubro de 2022. Posteriormente, integrou o Twitter à sua empresa de inteligência artificial xAI e, depois, incorporou a xAI à sua empresa espacial SpaceX. A revista Forbes estima que Musk tenha patrimônio de US$ 789,9 bilhões.

As duas partes informaram em 17 de março que estavam em negociações para um acordo, um dia após a chefe de fiscalização da SEC, Margaret Ryan, deixar o cargo após pouco mais de seis meses.

A saída ocorreu após divergências com outros líderes da agência sobre a condução de casos, segundo fontes. Um advogado de Ryan não respondeu imediatamente a pedidos de comentário.

A multa aplicada a Musk é a maior já imposta pela SEC para esse tipo de infração, segundo uma fonte com conhecimento do acordo.

O caso é separado de outra ação civil, na qual um júri de San Francisco considerou Musk responsável, em 20 de março, por fraudar acionistas do Twitter após anunciar a compra da empresa.

Os acionistas alegaram que Musk questionou a quantidade de contas falsas e de spam na plataforma, os chamados bots, para forçar uma renegociação do preço ou desistir da aquisição.

Segundo eles, as declarações derrubaram o valor das ações, causando prejuízos. As perdas podem chegar a US$ 2,5 bilhões.

Os advogados de Musk, incluindo Spiro, pedem a anulação da decisão ou um novo julgamento, classificando o veredito como “resultado de viés e preconceito contra um réu polarizador”.

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Já posso renegociar dívidas no Desenrola 2.0? Bancos dizem que vão iniciar após ajustar operações

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/05/2026 00:55

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,9680,32%Dólar TurismoR$ 5,1710,3%Euro ComercialR$ 5,810-0,03%Euro TurismoR$ 6,059-0,09%B3Ibovespa185.600 pts-0,92%MoedasDólar ComercialR$ 4,9680,32%Dólar TurismoR$ 5,1710,3%Euro ComercialR$ 5,810-0,03%Euro TurismoR$ 6,059-0,09%B3Ibovespa185.600 pts-0,92%MoedasDólar ComercialR$ 4,9680,32%Dólar TurismoR$ 5,1710,3%Euro ComercialR$ 5,810-0,03%Euro TurismoR$ 6,059-0,09%B3Ibovespa185.600 pts-0,92%Oferecido por

Bancos consultados pelo g1 informaram que vão aderir ao Novo Desenrola Brasil, mas ainda aguardavam definições operacionais para iniciar, de fato, a renegociação de dívidas.

O programa foi lançado oficialmente pelo governo federal na manhã de segunda-feira (4), com o objetivo de reduzir o endividamento das famílias e reorganizar o acesso ao crédito no país.

A Medida Provisória que estabelece as regras foi publicada no fim do dia — e, com isso, já passou a valer.

Até então, os bancos procurados pelo g1 não tinham data definida para o início das operações e aguardavam o detalhamento para adaptar seus processos.

O acesso ao programa será feito pelos canais oficiais das instituições financeiras, como aplicativos, sites ou agências.

Bancos consultados pelo g1 informaram que vão aderir ao Novo Desenrola Brasil, mas ainda aguardavam definições operacionais para iniciar, de fato, a renegociação de dívidas. As instituições também ajustavam seus sistemas para viabilizar a implementação.

O programa foi lançado oficialmente pelo governo federal na manhã de segunda-feira (4), com o objetivo de reduzir o endividamento das famílias e reorganizar o acesso ao crédito no país. A Medida Provisória que estabelece as regras foi publicada no fim do dia — e, com isso, já passou a valer.

Até então, os bancos procurados pelo g1 não tinham data definida para o início das operações e aguardavam o detalhamento para adaptar seus processos. O acesso ao programa será feito pelos canais oficiais das instituições financeiras, como aplicativos, sites ou agências.

O g1 também entrou em contato com o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal e o Nubank, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. Já o Banco Inter informou estar em período de silêncio por causa de seu balanço financeiro e que, por isso, não poderia comentar.

O Novo Desenrola prevê a renegociação de dívidas com descontos e condições facilitadas de pagamento, incluindo juros menores. Podem aderir pessoas com renda mensal de até cinco salários mínimos, o equivalente a R$ 8.105. (leia mais abaixo)

A expectativa do governo é que até R$ 58 bilhões em débitos sejam renegociados, incluindo dívidas antigas e recentes.

O presidente Lula, acompanhado dos ministros Paulo Henrique Rodrigues, Miriam Belchior, Dário Durigan e Bruno Moretti, assina Medida Provisória que cria o Novo Desenrola Brasil. — Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

"O Itaú Unibanco trabalha na implementação do Novo Desenrola e, com a publicação da Medida Provisória, disponibilizará as ofertas de renegociação aos clientes elegíveis em todos os seus canais — Superapp, WhatsApp (11 4004 1144), site (itau.com.br/renegociacao) e parceiros credenciados de renegociação.

As condições de renegociação seguem os parâmetros estabelecidos pelo programa, sendo elegíveis pessoas físicas com renda de até cinco salários mínimos e dívidas de até R$ 15 mil em atraso entre 90 dias e dois anos, contratadas até 31 de janeiro de 2026, nas modalidades de cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal, com descontos que podem chegar a 90% do valor da dívida, juros de até 1,99% ao mês e prazo de pagamento de até 48 meses."

“O Santander considera positivas iniciativas que favoreçam a saúde financeira da população brasileira e informa que irá aderir ao Desenrola 2.0. O Banco está realizando os testes necessários para iniciar a oferta do serviço aos clientes o mais brevemente possível, dentro das condições definidas pelo Governo. A Instituição coloca seus canais à disposição dos clientes para atendimento e esclarecimento de eventuais dúvidas.”

"O Bradesco informa que vai aderir à nova fase do programa de renegociação de dívidas lançado hoje pelo governo federal, o Novo Desenrola Brasil. O banco está aguardando as autorizações do Fundo de Garantia de Operações (FGO) para iniciar as renegociações dentro do novo programa. Enquanto isso, clientes interessados podem realizar um pré-cadastro, mediante o preenchimento do formulário já disponível no portal https://renegocie.bradesco.com.br

Adicionalmente, o Bradesco disponibilizará um programa com condições próprias de renegociação para os clientes que não se enquadrem no programa do governo, seja por atraso menor ou maior do que o previsto ou por renda superior ao estabelecido como elegível. Com a iniciativa, o banco pretende ampliar os efeitos do processo de alívio do endividamento da população.

O Bradesco também irá habilitar os canais de atendimento telefônico e a rede de agências para oferecer suporte ao programa. Os demais clientes que não estiverem enquadrados no Desenrola 2 terão acesso a ofertas de renegociação disponíveis no mesmo portal."

"O BTG Pactual e o Banco Pan informam que irão aderir ao programa Desenrola 2.0. As instituições acompanham o andamento da medida provisória publicada hoje e a regulamentação do programa, e manterão seus clientes informados sobre prazos, funcionamento e critérios de adesão assim que houver definições adicionais."

"O C6 Bank confirma que vai aderir ao programa Novo Desenrola Brasil. Assim que estiverem devidamente estabelecidas as ferramentas tecnológicas (APIs) que permitem a conexão das instituições financeiras com o FGTS e o FGO, o C6 Bank oferecerá ao cliente a possibilidade de renegociação de dívida por meio do programa.

Os requisitos para aderir ao Novo Desenrola são os determinados pelo governo – a pessoa precisa ter renda de até 5 salários-mínimos (R$ 8.105) e dívidas, contratadas até 31 de janeiro de 2026, atrasadas entre 90 dias e 2 anos com cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal.

O cliente que desejar renegociar dívidas e se enquadrar nessa faixa poderá procurar o banco nos canais oficiais de atendimento: no app ou no telefone (3003-6116 para capitais e regiões metropolitanas e 0800-660-6116 para demais localidades)."

Quem pode participarQuais são as frentes do programaQuais dívidas entram na renegociaçãoQuais são as condições oferecidasFGTS na renegociaçãoPequenas dívidasBloqueio em bets

Poderão participar do Desenrola Famílias todos os brasileiros endividados e que tenham renda máxima de até cinco salários-mínimos (R$ 8.105).

Além disso, estudantes que tenham dívidas em atraso há mais de 90 dias também poderão renegociar débitos por meio do Desenrola Fies.

O Desenrola 2.0 reúne diferentes iniciativas, cada uma voltada a um público específico. Entre elas estão:

Além disso, o pacote inclui mudanças nas regras do crédito consignado para aposentados, pensionistas do INSS e servidores públicos.

Contratadas até 31 de janeiro de 2026;Com atraso entre 90 dias e dois anos;Relacionadas a cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal (CDC).

O programa prevê uma combinação de descontos, prazos alongados e juros limitados para facilitar a renegociação de dívidas. Na prática, a proposta tenta equilibrar duas frentes: reduzir o valor devido e tornar o pagamento possível dentro da renda do consumidor.

Descontos entre 30% e 90% sobre o valor da dívida;Parcelamento em até 48 meses;Prazo de até 35 dias para começar a pagar;A nova dívida renegociada não pode ultrapassar R$ 15 mil por CPF, por instituição financeira, já considerando os descontos aplicados;Juros de até 1,99% ao mês.

Pessoas com dívidas de até R$ 100 terão o nome retirado automaticamente dos cadastros de inadimplência. Quem renegociar também terá o nome limpo após o acordo.

O programa também prevê o bloqueio do CPF do beneficiário em plataformas de apostas por 12 meses, como forma de reduzir o risco de novo endividamento.

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Inadimplência cresce e afeta 12,3% das famílias; governo lança Desenrola 2.0 com ajuda para pagamento de dívidas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/05/2026 00:55

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,9680,32%Dólar TurismoR$ 5,1710,3%Euro ComercialR$ 5,810-0,03%Euro TurismoR$ 6,059-0,09%B3Ibovespa185.600 pts-0,92%MoedasDólar ComercialR$ 4,9680,32%Dólar TurismoR$ 5,1710,3%Euro ComercialR$ 5,810-0,03%Euro TurismoR$ 6,059-0,09%B3Ibovespa185.600 pts-0,92%MoedasDólar ComercialR$ 4,9680,32%Dólar TurismoR$ 5,1710,3%Euro ComercialR$ 5,810-0,03%Euro TurismoR$ 6,059-0,09%B3Ibovespa185.600 pts-0,92%Oferecido por

O percentual de famílias que não conseguem pagar dívidas em atraso chegou a 12,3% em março de 2026, segundo a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), da Confederação Nacional do Comércio (CNC).

O indicador mantém trajetória de alta nos últimos anos. Em março de 2023, era de 11,5%; em 2025, passou a 12,2%.

Ao mesmo tempo, o endividamento total das famílias também bateu recorde histórico e chegou a 80,4%, acima dos 77,1% registrados em março de 2025.

Diante desse quadro, o governo federal lançou o Desenrola 2.0, nova versão do programa de renegociação de dívidas com uso do FGTS.

O percentual de famílias que não conseguem pagar dívidas em atraso chegou a 12,3% em março, segundo a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), da Confederação Nacional do Comércio (CNC).

O indicador mantém trajetória de alta nos últimos anos. Em março de 2023, o índice era de 11,5%; em 2025, passou a 12,2%.

Ao mesmo tempo, o endividamento total das famílias bateu recorde e chegou a 80,4%, acima dos 77,1% registrados em março de 2025.

Apesar de uma leve melhora na comparação mensal, o nível de inadimplência segue elevado. Em março, 29,6% das famílias tinham contas em atraso, percentual superior ao de um ano antes, quando era de 28,6% .

A pesquisa é realizada mensalmente pela CNC com cerca de 18 mil consumidores nas capitais dos estados e no Distrito Federal.

Diante desse quadro, o governo federal lançou o Desenrola 2.0, nova versão do programa de renegociação de dívidas (leia mais abaixo).

O cartão de crédito saiu de 86% da principal fonte de endividamento em março de 2023, para 84,9% em março deste ano.

O movimento mais relevante no mesmo período está no avanço do crédito pessoal, cuja participação no total das dívidas subiu de 8,6% para 12,6%.

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O mesmo acontece com crédito imobiliário, que saiu de 8,7% para 9,7%, e financiamento automotivo, que aumentou de 8,7% para 9,1%.

Ao mesmo tempo, houve mudanças no perfil dessas dívidas, com redução da parcela de atrasos muito longos e aumento dos prazos médios de pagamento. Ainda assim, o comprometimento da renda permanece elevado.

Em média, as famílias destinam 29,6% da renda mensal ao pagamento de dívidas e levam cerca de 7,2 meses para quitá-las, o que indica um ciclo prolongado de endividamento, segundo a CNC.

Nesse contexto, o Desenrola 2.0 foi apresentado como tentativa de conter o avanço da inadimplência. O programa prevê renegociação de dívidas com descontos que podem chegar a 90% e juros limitados a 1,99% ao mês.

Também permite o uso de até 20% do saldo do FGTS, ou um mínimo de R$ 1 mil, para pagamento de débitos. A iniciativa é voltada principalmente a trabalhadores com renda de até cinco salários mínimos e inclui dívidas como cartão de crédito, cheque especial, crédito pessoal e Fies.

Desenrola 2.0: governo vai usar dinheiro esquecido em bancos para garantir renegociação de dívidas

Para garantir que os recursos sejam usados na quitação de dívidas, o valor do FGTS será transferido diretamente ao banco credor. Quem aderir ao programa também ficará impedido de fazer apostas online por um ano.

A primeira edição do Desenrola, lançada em 2023, renegociou R$ 53,2 bilhões em dívidas de 15 milhões de pessoas.

Também houve a retirada de cerca de 10 milhões de registros negativos relacionados a débitos de até R$ 100. Segundo o governo, o programa ajudou a reduzir a inadimplência no período em que esteve ativo, mas o efeito perdeu força ao longo do tempo.

Há 3 horas Minas Gerais Fernando Moreira Souto deixa esposa e dois filhosHá 3 horasPiloto de avião, que também morreu em acidente, era do PRHá 3 horas3ª vítima de acidente era empresário e tinha 50 anosHá 3 horas’Estava com vocês’: amigo mostra mensagem trocada com vítima antes de queda

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Há 4 horas Economia Mulheres de baixa renda e com dívida no cartão: o raio-x dos endividados no BrasilHá 4 horas5 salários mínimosPessoas que ganham até R$ 8.105 por mês podem renegociar dívidas

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Desenrola 2.0 inclui empresas: veja como funciona e quem pode acessar o programa

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/05/2026 00:55

Empreendedorismo Guia do empreendedor Desenrola 2.0 inclui empresas: veja como funciona e quem pode acessar o programa Programa amplia renegociação de dívidas e passa a atender empresas com faturamento de até R$ 4,8 milhões. Por Rafaela Zem, g1 — São Paulo

O Desenrola 2.0 amplia seu alcance e passa a atender não apenas pessoas físicas, mas também empresas, estudantes com dívidas do Fies e agricultores familiares.

A iniciativa cria novas formas de renegociação de dívidas, amplia prazos de pagamento e facilita o acesso ao crédito.

O Desenrola Empresas opera a partir de mudanças em políticas já existentes, principalmente no Pronampe e no Procred, que passam a ter regras mais flexíveis.

O Novo Desenrola Brasil, lançado nesta segunda-feira (4) cria novas formas de renegociação de dívidas, amplia prazos de pagamento e facilita o acesso ao crédito. Nesta edição, passa a atender também empresas.

Segundo o governo, o endividamento elevado afeta o consumo e compromete a atividade produtiva quando atinge pequenos negócios. Esse grupo concentra a maior parte dos empregos no país e costuma enfrentar mais dificuldades para acessar crédito em momentos de aperto financeiro.

O Desenrola Empresas opera a partir de mudanças em políticas já existentes, principalmente no Pronampe e no Procred, que passam a ter regras mais flexíveis, prazos maiores e maior tolerância a atrasos.

A mudança inclui negócios negativados ou com pequenos atrasos, possibilitando a troca de dívidas de curto prazo e juros elevados por financiamentos mais fáceis de administrar.

📎 O público-alvo inclui microempresas, empresas de pequeno porte e microempreendedores individuais, dentro dos limites de faturamento estabelecidos em lei. As condições de acesso variam de acordo com o porte do negócio.

Para negócios com faturamento anual de até R$ 360 mil, atendidas principalmente pelo Procred, o novo Desenrola prevê mudanças na estrutura dos financiamentos.

Uma das principais alterações é a ampliação do prazo de carência, período em que a empresa ainda não começa a pagar as parcelas. Esse intervalo passa de até 12 para até 24 meses, criando uma margem maior para que o empreendedor reorganize as finanças.O prazo total do financiamento também foi ampliado. Antes limitado a 72 meses, agora pode chegar a 96 meses. Com isso, o valor das parcelas é diluído ao longo do tempo, reduzindo a pressão mensal sobre o caixa do negócio.Outro ponto é o aumento da tolerância a atrasos. Pelas regras anteriores, empresas com mais de 14 dias de atraso já encontravam obstáculos para contratar novas operações. Com o novo Desenrola, o limite passa a ser de 90 dias, levando em conta que oscilações temporárias de caixa são comuns entre pequenos negócios.O limite de crédito disponível também foi ampliado. O teto deixa de ser 30% do faturamento anual e passa para 50%, com valor máximo de R$ 180 mil por empresa.

👩🏻‍💼 No caso de microempresas comandadas por mulheres, esse percentual pode chegar a 60% do faturamento, como forma de incentivo ao empreendedorismo feminino.

Para micro e pequenas empresas com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões, as mudanças se concentram no Pronampe, linha criada durante a pandemia e que se consolidou como uma das principais fontes de crédito para esse segmento.

O prazo de carência foi ampliado para até 24 meses, e o prazo máximo de pagamento passou de 72 para 96 meses. A proposta é dar fôlego para que empresas endividadas consigam se reorganizar antes de retomar os desembolsos.A tolerância a atrasos também foi ampliada, passando de 14 para 90 dias. A medida evita o bloqueio automático do acesso ao crédito em situações de dificuldade financeira temporária.Outra mudança é o aumento do limite máximo de crédito, que sobe de R$ 250 mil para R$ 500 mil.

Segundo o governo, a intenção é ampliar o acesso a recursos para capital de giro e criar condições para que empresas substituam dívidas mais caras, como cheque especial empresarial ou empréstimos de curto prazo, por financiamentos com juros menores e prazos mais longos.

Um dos principais elementos do Desenrola Empresas é o uso do Fundo Garantidor de Operações (FGO). O fundo funciona como uma proteção para os bancos, ao assumir parte das perdas em caso de inadimplência. Com isso, o risco das operações diminui.

Com menor risco, as instituições financeiras conseguem oferecer juros mais baixos e prazos mais longos, mesmo para empresas com histórico recente de atrasos ou com restrições no nome.

Esse modelo diferencia o novo Desenrola de uma renegociação comum entre banco e cliente. Ao assumir parte do risco, o governo tenta ampliar o acesso ao crédito para quem enfrenta mais barreiras no mercado.

As empresas interessadas não precisam acessar um site do governo nem se cadastrar em uma plataforma centralizada. O acesso ocorre diretamente nas instituições financeiras participantes, pelos canais habituais de crédito.

Cabe ao banco verificar se a empresa se enquadra nos critérios, como faturamento, programa aplicável e tipo de operação, e apresentar as condições previstas nas novas regras.

O governo não renegocia as dívidas diretamente, mas estabelece os parâmetros para que esse redesenho do crédito seja feito.

No caso dos microempreendedores individuais, a situação pode variar. Dependendo do tipo de dívida, o MEI pode acessar tanto as condições destinadas a pessoas físicas quanto as linhas voltadas a empresas, desde que cumpra os critérios de cada frente.

Além da linha empresarial, o programa mantém frentes voltadas às famílias, com renegociação de dívidas de consumo e descontos que podem chegar a 90%, aos estudantes com débitos do Fies, com abatimentos que podem alcançar 99% para inscritos no CadÚnico, e aos agricultores familiares, com a prorrogação do Desenrola Rural até 2026.

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Corpus Christi é feriado? Veja em quais capitais a data garante folga

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/05/2026 00:55

Trabalho e Carreira Corpus Christi é feriado? Veja em quais capitais a data garante folga Embora seja ponto facultativo nacional, municípios podem decretar a data como feriado religioso. Confira a lista e o calendário. Por Redação g1 — São Paulo

Corpus Christi é celebrado em 4 de junho, uma quinta-feira. A data é considerada ponto facultativo nacional, ou seja, estados e municípios podem decretá-la como feriado religioso.

Nas cidades onde Corpus Christi é feriado, a regra geral é a dispensa do trabalho. Caso o funcionário seja escalado, tem direito a receber em dobro ou a uma folga compensatória.

Das 27 capitais brasileiras, 19 decretaram Corpus Christi como feriado, 4 adotaram o ponto facultativo e 4 ainda não publicaram decretos sobre o assunto.

Após o feriado do Dia do Trabalhador, na sexta-feira (1º de maio), que rendeu a muitos um descanso prolongado de três dias, já há quem esteja de olho no próximo período de folga.

Ao todo, ainda restam seis feriados nacionais em 2026 – e cinco deles podem ser emendados, prolongando os dias de descanso.

A oportunidade mais próxima é o Corpus Christi, em 4 de junho. A data cai em uma quinta-feira e é considerada ponto facultativo nacional, ou seja, estados e municípios podem decretá-la como feriado religioso, desde que haja regulamentação local — o que pode permitir a emenda e prolongar o descanso.

Nas cidades onde Corpus Christi é feriado, a regra geral é a dispensa do trabalho. Caso o funcionário seja escalado, tem direito a receber em dobro ou a uma folga compensatória.

Das 27 capitais brasileiras, 19 decretaram Corpus Christi como feriado, 4 adotaram o ponto facultativo e 4 ainda não publicaram decretos sobre o assunto. (veja a lista abaixo)

Macapá (AP)Manaus (AM)Salvador (BA)Fortaleza (CE)Brasília (DF)Vitória (ES)Goiânia (GO)São Luís (MA)Cuiabá (MT)Campo Grande (MS)Belo Horizonte (MG)Curitiba (PR)Teresina (PI)Rio de Janeiro (RJ)Natal (RN)Boa Vista (RR)Florianópolis (SC)São Paulo (SP)Aracaju (SE)

Corpus Christi: ruas do país ganham tapetes coloridos confeccionados por fiéis — Foto: Reprodução/TV Globo

Em dias de ponto facultativo, os servidores públicos são dispensados do trabalho sem prejuízo na remuneração. Essa medida costuma ser adotada em dias úteis que ficam entre feriados e fins de semana.

No setor privado, como a data é considerada ponto facultativo e não feriado, as empresas não são obrigadas a dispensar seus funcionários.

Ao todo, 2026 terá 10 feriados nacionais, sendo que 9 cairão em dias úteis. Este é um dos calendários mais favoráveis dos últimos anos para quem deseja planejar folgas prolongadas ao longo do ano.

Depois de Corpus Christi, que é ponto facultativo nacional, os próximos feriados são 7 de setembro (Independência do Brasil) e 12 de outubro (Nossa Senhora Aparecida).

Ambos caem em uma segunda-feira e podem render um descanso prolongado para quem folga aos fins de semana.

7 de setembro, Independência do Brasil (segunda-feira)12 de outubro, Nossa Senhora Aparecida (segunda-feira)2 de novembro, Finados (segunda-feira)15 de novembro, Proclamação da República (domingo)20 de novembro, Dia da Consciência Negra (sexta-feira)25 de dezembro, Natal (sexta-feira)

4 de junho, Corpus Christi (quinta-feira)5 de junho (sexta-feira)28 de outubro, Dia do Servidor Público (quarta-feira)24 de dezembro, véspera de Natal (após 13h) (quinta-feira)31 de dezembro, véspera de Ano Novo (após 13h) (quinta-feira)

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Desenrola 2.0: FGTS também poderá ser usado para reduzir o tamanho das dívidas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/05/2026 00:55

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,9680,32%Dólar TurismoR$ 5,1710,3%Euro ComercialR$ 5,810-0,03%Euro TurismoR$ 6,059-0,09%B3Ibovespa185.600 pts-0,92%MoedasDólar ComercialR$ 4,9680,32%Dólar TurismoR$ 5,1710,3%Euro ComercialR$ 5,810-0,03%Euro TurismoR$ 6,059-0,09%B3Ibovespa185.600 pts-0,92%MoedasDólar ComercialR$ 4,9680,32%Dólar TurismoR$ 5,1710,3%Euro ComercialR$ 5,810-0,03%Euro TurismoR$ 6,059-0,09%B3Ibovespa185.600 pts-0,92%Oferecido por

Governo federal anuncia nova fase do Desenrola, programa para renegociação de dívidas — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

O Novo Desenrola, programa de renegociação de dívidas anunciado nesta segunda-feira (4) pelo governo federal, traz como novidade a possibilidade de os trabalhadores usarem parcela da sua poupança no FGTS não somente para quitar dívidas, mas também para reduzir seu endividamento.

O trabalhador poderá usar até 20% do saldo da conta ou até R$ 1 mil, o que for maior, para pagar parcial ou integralmente dívidas.

💰 Para garantir que os recursos serão mesmo usados para quitar dívidas, a Caixa Econômica Federal deverá transferir o dinheiro do FGTS direto para o banco em que o trabalhador tem débitos.

Antes de usar o FGTS, porém, o trabalhador deverá aderir ao programa de refinanciamento de sua dívida, em contaro com as instituições financeiras.

De acordo com o governo, essa regra tem como objetivo proteger o trabalhador, uma vez que obriga o banco a dar os descontos sobre a dívida original.

O Ministério da Fazenda informou que o programa entrou em vigor e os interessados poderão procurar seus bancos e instituições financeiras para a renegociação das dívidas com a publicação da Medida Provisória nesta segunda-feira (4).

O programa prevê a renegociação de dívida, com descontos, e a troca por uma dívida mais barata, tendo como público-alvo os brasileiros que ganham até cinco salários-mínimos, ou seja, R$ 8.105.

“Estamos falando de mais de 90% da população. Estamos falando da classe média. Se incluir mais gente, vai colocar pouca gente a mais com dívidas muito grandes”, disse o ministro da Fazenda, Dario Durigan.

Segundo ele, a expectativa é de que sejam renegociados até R$ 58 bilhões em dívidas antigas e novas.

Será possível negociar dívidas do cartão de crédito, cheque especial, rotativo, crédito pessoal e do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), adiantou, na última semana, o presidente Lula.

➡️Os juros serão de, no máximo, 1,99% ao mês, com descontos de 30% a 90% no valor principal da dívida. Os descontos variarão de acordo com a linha de crédito e com o prazo. Será disponibilizada uma calculadora para os trabalhadores saberem o desconto.

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Doris Fisher, cofundadora da rede Gap, morre aos 94 anos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 04/05/2026 23:56

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,9680,32%Dólar TurismoR$ 5,1710,3%Euro ComercialR$ 5,810-0,03%Euro TurismoR$ 6,059-0,09%B3Ibovespa185.600 pts-0,92%MoedasDólar ComercialR$ 4,9680,32%Dólar TurismoR$ 5,1710,3%Euro ComercialR$ 5,810-0,03%Euro TurismoR$ 6,059-0,09%B3Ibovespa185.600 pts-0,92%MoedasDólar ComercialR$ 4,9680,32%Dólar TurismoR$ 5,1710,3%Euro ComercialR$ 5,810-0,03%Euro TurismoR$ 6,059-0,09%B3Ibovespa185.600 pts-0,92%Oferecido por

Foto de arquivo da primeira-dama da Califórnia, Anne Gust Brown (à esquerda) ao lado de Doris Fisher, fundadora da rede de lojas de roupas Gap Inc. — Foto: Hector Amezcua/Pool/Reuters

Doris Fisher, que cofundou a icônica rede de roupas Gap Inc. em 1969 ao lado de seu marido Don Fisher, morreu aos 94 anos. Fisher morreu no sábado (2) cercada por sua família, confirmou um porta-voz da empresa na segunda-feira. A companhia, com sede em San Francisco, não informou a causa da morte.

O casal fundou a Gap após uma experiência frustrante de compra, quando Don Fisher não conseguiu encontrar um jeans que servisse, segundo a varejista. Eles abriram uma pequena loja na Ocean Avenue, em San Francisco.

Inicialmente, apenas jeans masculinos da Levi's e fitas de música eram vendidos. Com o tempo, a marca se tornou a base de um império global do varejo e ajudou a moldar a moda americana com foco em roupas casuais simples, como calças cáqui, jeans, camisetas e conjuntos de suéter.

A rede se expandiu posteriormente para outras marcas, como Banana Republic e Old Navy, e hoje gera mais de US$ 15 bilhões em vendas globais.

Fisher atuou como responsável pela área de moda da empresa por quase quatro décadas, enquanto seu marido cuidava do lado empresarial. Segundo a companhia, foi ela quem criou o nome da marca, com a ideia de reduzir o “gap geracional” entre pais e filhos. Don Fisher morreu em 2009.

“Simplesmente não há igual a Doris Fisher”, afirmou o CEO e presidente da Gap, Richard Dickson, em comunicado divulgado na segunda-feira (4).

“Ela foi uma verdadeira original. Doris foi parceira integral na fundação da empresa e uma empreendedora pioneira em uma época em que isso era altamente incomum para mulheres. Ela entendia de perto o valor da autoexpressão, diversidade e inclusão.”

Dickson, que lidera um processo de recuperação da empresa após anos de queda nas vendas, disse ainda que Fisher “trabalhou incansavelmente para garantir que a Gap fosse mais do que uma vendedora de roupas”.

Os Fishers também atuaram em iniciativas filantrópicas. O casal reuniu uma das maiores coleções privadas de arte moderna e contemporânea dos Estados Unidos. Em 2009, a família doou mais de 1.100 obras ao San Francisco Museum of Modern Art, uma das maiores doações do tipo.

Doris Fisher também defendia o acesso à educação para estudantes de baixa renda. Ela integrou o conselho do Knowledge Is Power Program, uma rede de escolas charter voltada a ampliar oportunidades para alunos em situação de vulnerabilidade.

Nascida em San Francisco em 1931 como Doris Feigenbaum, cresceu em uma família “marcada por valores de empreendedorismo, cultura e serviço comunitário”, segundo a empresa. Formou-se em economia pela Stanford University em 1953.

Ela deixa três filhos – Robert, William e John — que deram continuidade aos compromissos empresariais e filantrópicos da família, além de 10 netos e 13 bisnetos.

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Terras Raras: relator propõe fundo com participação da União e incentivo fiscal para processar minério no país

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 04/05/2026 20:44

Política Terras Raras: relator propõe fundo com participação da União e incentivo fiscal para processar minério no país Texto está na pauta da Câmara desta semana. União participará com até R$ 2 bilhões em fundo para estimular projetos na área. Crédito fiscal será proporcional à agregação de valor. Por Luiz Felipe Barbiéri, Guilherme Balza, g1 e GloboNews — Brasília

O relator do projeto que regulamenta a exploração de minerais críticos e estratégicos, deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), apresentou nesta segunda-feira (4) um relatório que autoriza a criação de um fundo garantidor de até R$5 bilhões para estimular projetos na área.

O texto teve a urgência aprovada e está na pauta da Câmara dos Deputados desta semana, com previsão para ser analisado na terça-feira (5).

O texto autoriza a União a criar um fundo, do qual participará como cotista, no limite de R$2 bilhões. O fundo terá natureza privada.

Também serão cotistas outras empresas que tiverem receita a partir da pesquisa, lavra, beneficiamento e transformação dos minerais críticos e estratégicos.

O relator do projeto que regulamenta a exploração de minerais críticos e estratégicos, deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), apresentou nesta segunda-feira (4) um relatório que autoriza a criação de um fundo garantidor de até R$5 bilhões para estimular projetos na área.

O texto teve a urgência aprovada e está na pauta da Câmara dos Deputados desta semana, com previsão para ser analisado na terça-feira (5).

💰 O texto autoriza a União a criar um fundo, do qual participará como cotista, no limite de R$2 bilhões. O fundo terá natureza privada.

🚜 Também serão cotistas outras empresas que tiverem receita a partir da pesquisa, lavra, beneficiamento e transformação dos minerais críticos e estratégicos.

“Esse fundo é muito importante. Quando recentemente o BNDES fez uma chamada sobre projetos vinculados a processamento e beneficiamento de minerais críticos, o volume foi muito significativo”, afirmou o relator.

Mina de terras raras em Minaçu (GO) é alvo de acordo bilionário entre empresa brasileira e americana; operação prevê expansão da produção e fornecimento por 15 anos — Foto: Divulgação/Serra Verde

O governo pediu ao presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), que tente aprovar nessa semana o projeto sobre as terras raras e um projeto sobre o excedente de arrecadação com a alta do petróleo, em função da alta nos preços nos últimos dias.

Segundo fontes do governo, Lula quer chegar na reunião com Donald Trump, esta semana em Washignton, com o projeto das terras raras aprovado pelos deputados, pelo menos. O governo apoia o texto de Arnaldo Jardim.

Motta disse ao governo que vai avaliar a viabilidade. Argumentou que ainda está na fase de construção dos relatórios e que não poderia garantir que o texto fosse votado ainda esta semana.

Conforme o relator, o projeto cria condicionantes para desestimular a exportação de commodities e incentivar o processamento e agregação de valor no Brasil.

O texto não define, mas segundo o relator, abre a possibilidade de ser criar impostos para inibir a exportação

“Isso não é uma novidade. Hoje, pela legislação, o governo tem a possibilidade de estabelecer imposto sobre exportação. A legislação permite. Isso pode ser visto (Conselho Especial de Minerais Críticos e Estratégicos – CMCE) pontualmente para alguns minerais e outros não”, disse Jardim.

De acordo com o relator, os créditos podem ser concedidos para empresas que firmem contrato de longo prazo, de no mínimo cinco anos.

Somente terão acesso aos créditos os projetos considerados prioritários e o percentual do crédito fiscal concedido poderá ser proporcional à agregação de valor na cadeia dos minerais.

concentrados;concentrados em grau bateria;concentrados em grau adequado para a produção de ímãs permanentes para motores elétricos.

O texto fixa o que considera princípios de soberania nacional, da supremacia do interesse público e da segurança jurídica.

Segundo a proposta, o Conselho Especial de Minerais Críticos e Estratégicos (CMCE), instituído pelo projeto, fará uma análise prévia de operações societárias que impliquem a venda de mineradoras que atuam em áreas de minerais críticos e estratégicos.

contratos, acordos ou parcerias internacionais que envolvam fornecimento dos minerais críticos e estratégicos em condições que possam afetar a segurança econômica ou geopolítica do Brasil; alienação, cessão ou oneração de ativos minerais críticos e estratégicos pertencentes, direta ou indiretamente, à União.

As chamadas terras raras formam um grupo de 17 elementos químicos essenciais para o funcionamento de uma série de produtos modernos.

Conforme o texto, a lista de minerais será elaborada pelo Conselho Especial de Minerais Críticos e Estratégicos e revisada a cada 4 anos.

Apesar do nome, elas não são exatamente raras: estão espalhadas pelo mundo, mas geralmente em baixas concentrações, o que torna a extração economicamente desafiadora.

As terras raras fazem parte de um grupo mais amplo conhecido como minerais críticos. Entre eles estão o lítio, o cobalto, o níquel e o grafite, fundamentais para baterias de veículos elétricos, turbinas eólicas, painéis solares e semicondutores.

Esses minerais se tornaram ainda mais vitais para a economia global, porque podem ser usados no contexto da transição energética, incluída a mobilidade de baixo carbono, e do avanço da inteligência artificial e da digitalização das empresas.

Hoje, cerca de 70% da produção global de terras raras está concentrada na China, segundo dados do Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS). A principal mina do mundo é Bayan Obo, no norte do país.

Atualmente, o Brasil tem a maior reserva de nióbio do mundo, é o segundo em reservas de grafita, segundo em terras raras, com 21 milhões de toneladas e o terceiro maior em reservas de níquel.

Há 4 horas Minas Gerais Fernando Moreira Souto deixa esposa e dois filhosHá 4 horasPiloto de avião que bateu em prédio era do ParanáHá 4 horas’Ai, caiu, caiu o avião’: repórter se desespera ao ver acidente; VÍDEO

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Há 9 minutos Economia Mulheres de baixa renda e com dívida no cartão: o raio-x dos endividados no BrasilHá 9 minutos5 salários mínimosPessoas que ganham até R$ 8.105 por mês podem renegociar dívidas

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‘Tarde demais’: Trump publica imagem do presidente do banco central dos EUA sendo jogado no lixo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 04/05/2026 18:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,9680,32%Dólar TurismoR$ 5,1710,3%Euro ComercialR$ 5,810-0,03%Euro TurismoR$ 6,059-0,09%B3Ibovespa185.600 pts-0,92%MoedasDólar ComercialR$ 4,9680,32%Dólar TurismoR$ 5,1710,3%Euro ComercialR$ 5,810-0,03%Euro TurismoR$ 6,059-0,09%B3Ibovespa185.600 pts-0,92%MoedasDólar ComercialR$ 4,9680,32%Dólar TurismoR$ 5,1710,3%Euro ComercialR$ 5,810-0,03%Euro TurismoR$ 6,059-0,09%B3Ibovespa185.600 pts-0,92%Oferecido por

Donald Trump publicou, nesta segunda-feira (4), uma imagem de Jerome Powell caindo dentro de uma lata de lixo.

A relação entre Powell e o presidente norte-americano foi um verdadeiro cabo de guerra. Desde que o republicano tomou posse de seu segundo mandato, em janeiro de 2025, não poupou críticas ao banqueiro.

Trump insistiu diversas vezes em juros menores nos EUA, enquanto Powell se manteve resiliente às pressões. Em um ano e cinco meses, promoveu apenas três reduções — a última em dezembro do ano passado.

Pouco menos de uma semana após a última decisão de juros de Jerome Powell à frente do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), Donald Trump publicou, nesta segunda-feira (4), uma imagem de Powell caindo dentro de uma lata de lixo.

"“Tarde demais” é um DESASTRE para os EUA! Juros altos demais!", escreveu Trump na Truth Social.

LEIA MAIS: Fed mantém juros dos EUA na faixa de 3,50% a 3,75% ao ano em última decisão com Powell na presidência

A relação entre Powell e o presidente norte-americano foi um verdadeiro cabo de guerra. Desde que o republicano tomou posse de seu segundo mandato, em janeiro de 2025, não poupou críticas ao banqueiro.

Trump insistiu diversas vezes em juros menores nos EUA, enquanto Powell se manteve resiliente às pressões. Em um ano e cinco meses, promoveu apenas três reduções — a última em dezembro do ano passado.

Trump criticou a decisão do Fed de manter os juros estáveis e afirmou que a instituição estaria “muito melhor se cortasse as taxas”.

No chamado “Dia da Libertação”, defendeu que juros menores ajudariam a economia a lidar com novas tarifas de importação.

Durante o primeiro encontro presencial na Casa Branca, Trump disse a Powell que ele cometia um “erro” ao não reduzir os juros.

Resposta de Powell: Ressaltou que decisões sobre a política monetária dependeriam apenas de dados econômicos e reafirmou em comunicado que o Fed age “conforme determina a lei… isento de influência política”.

Foto de arquivo: O presidente dos EUA, Donald Trump, observa Jerome Powell, seu indicado para presidir o Federal Reserve (Fed), durante discurso na Casa Branca, em Washington, EUA, em 2 de novembro de 2017. — Foto: REUTERS/Carlos Barria/Foto de arquivo

Trump intensificou ataques em redes sociais, chamando Powell de “burro” e “teimoso”, e sugeriu que o Congresso deveria agir contra ele.

Resposta de Powell: Em audiência no Congresso, ignorou os ataques pessoais e disse que “não precisamos ter pressa” para reduzir os juros devido à incerteza inflacionária.

Trump chamou Powell de “estúpido” e “cabeça oca”, afirmando que a política monetária estava “prejudicando as pessoas”.

Referiu-se a Powell como “chefe incompetente do Fed” e “cara ruim”, afirmando que ele sairia do cargo em poucos meses.

A Casa Branca classificou Powell como “mula de teimosia” por não reduzir as taxas enquanto a inflação permanecia acima da meta.

O conflito atingiu um novo patamar com a abertura de investigação criminal pelo Departamento de Justiça (DOJ) contra Powell, por suposta má administração e mentiras ao Congresso sobre reformas nos prédios do Fed.

Trump negou envolvimento direto na ação do DOJ, mas criticou Powell: “ele certamente não é muito bom no Fed e não é muito bom na construção de edifícios”.

Resposta de Powell: Em vídeo, acusou o governo de usar a investigação como “pretexto” para intimidação política e afirmou que “a ameaça de processos criminais é consequência do Fed definir as taxas com base no interesse público, não nas preferências do presidente”.

Trump disse à Reuters que não tinha planos imediatos de demitir Powell, mas que era “muito cedo” para decidir.

Após o Fed manter os juros entre 3,50% e 3,75%, Trump chamou Powell de “idiota” e disse que ele estava “prejudicando o país e a segurança nacional”, afirmando ainda que o Fed “está custando aos Estados Unidos centenas de bilhões de dólares por ano em juros totalmente desnecessários”.

Trump anunciou que indicaria um sucessor para Powell, cujo mandato termina em maio, com Kevin Warsh como principal cotado.

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