RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Dólar abre em alta de olho em tensões no Oriente Médio e decisões de juros

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 09:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,982-0,01%Dólar TurismoR$ 5,1820,02%Euro ComercialR$ 5,833-0,11%Euro TurismoR$ 6,082-0,06%B3Ibovespa188.619 pts-0,51%MoedasDólar ComercialR$ 4,982-0,01%Dólar TurismoR$ 5,1820,02%Euro ComercialR$ 5,833-0,11%Euro TurismoR$ 6,082-0,06%B3Ibovespa188.619 pts-0,51%MoedasDólar ComercialR$ 4,982-0,01%Dólar TurismoR$ 5,1820,02%Euro ComercialR$ 5,833-0,11%Euro TurismoR$ 6,082-0,06%B3Ibovespa188.619 pts-0,51%Oferecido por

O dólar iniciou a sessão desta quarta-feira (29) em alta de 0,15%, cotado a R$ 4,9888 por volta das 9h27. O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

Os investidores acompanham um dia marcado por tensões geopolíticas e decisões de política monetária. Enquanto o impasse entre Estados Unidos e Irã mantém o Oriente Médio no centro das atenções, os mercados também aguardam as definições de juros nos EUA e no Brasil.

▶️ O presidente Donald Trump voltou a ameaçar o Irã em uma publicação nas redes sociais, na qual afirmou que “chega de bancar o bonzinho” e compartilhou uma montagem em que aparece segurando um fuzil, com explosões ao fundo.

▶️ Mais cedo, o Irã afirmou que só permitirá novamente a passagem de navios comerciais pelo Estreito de Ormuz após o fim definitivo da guerra com Estados Unidos e Israel. A retomada do trânsito dependerá ainda do cumprimento de protocolos de segurança definidos por Teerã.

Por volta das 8h30, o barril do Brent, referência internacional, marcava alta de 3,01%, cotado a US$ 114,61. Já o West Texas Intermediate (WTI), dos Estados Unidos, avançava 3,23% no mesmo horário, a US$ 103,16.

▶️ Apesar do foco no Oriente Médio, o principal evento econômico do dia são as decisões de juros nos EUA e no Brasil. Nos EUA, o Federal Reserve divulga sua decisão às 15h, seguida pela coletiva do presidente Jerome Powell, às 15h30. As projeções são de que os juros sejam mantidos entre 3,50% e 3,75%.

▶️ No Brasil, a expectativa é que o Banco Central do Brasil mantenha o ciclo de aperto monetário e reduza a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, para 14,5%.

▶️ Ainda na agenda nacional, o Ministério do Trabalho divulga às 14h30 os dados do Caged, que foram antecipados para esta quarta-feira. A publicação estava inicialmente prevista para quinta-feira (30).

O presidente Donald Trump voltou a ameaçar o Irã publicamente, demonstrando insatisfação com as propostas apresentadas nas negociações e indicando a possibilidade de novos ataques militares.

As conversas para encerrar o conflito seguem travadas, sem avanço concreto. Ao mesmo tempo, os EUA avaliam diferentes estratégias, incluindo declarar vitória e reduzir sua presença militar na região.

Do lado iraniano, o país afirma que a guerra não acabou e que responderá com mais intensidade caso seja atacado novamente. Durante o cessar-fogo, Teerã tem aproveitado para reorganizar sua capacidade militar, incluindo a recuperação de equipamentos e a produção de drones.

Outro ponto central da crise é o Estreito de Ormuz, uma das principais rotas de transporte de petróleo do mundo. O Irã mantém restrições à passagem de navios e condiciona a reabertura total ao fim definitivo da guerra e a garantias de segurança.

🛢️ A passagem permanece, na prática, fechada, o que impede que petroleiros sigam viagem até seus destinos.⏳ A interrupção já dura semanas e ocorre mesmo após um cessar-fogo frágil no conflito regional, mantendo investidores em alerta.

O mercado financeiro espera que o Banco Central do Brasil realize um novo corte na taxa básica de juros nesta quarta-feira (29), durante reunião do Comitê de Política Monetária (Copom).

🔎A projeção majoritária é de redução de 0,25 ponto percentual, levando a Selic de 14,75% para 14,5% ao ano — o que marcaria o segundo corte consecutivo.

A decisão ocorre em um cenário mais delicado. A guerra no Oriente Médio tem pressionado a inflação global, principalmente por meio da alta do petróleo, que já impacta os preços dos combustíveis no Brasil.

Esse contexto faz com que parte dos analistas defenda mais cautela ou até uma pausa no ciclo de queda dos juros.

O Banco Central, no entanto, toma suas decisões com base nas projeções futuras de inflação. Com a meta contínua fixada em 3% (com tolerância entre 1,5% e 4,5%), a autoridade monetária avalia se há espaço para estimular a economia sem perder o controle dos preços.

Os mercados globais tiveram um dia misto, com desempenho positivo na Ásia e queda na Europa, refletindo tanto fatores internos quanto o aumento das tensões geopolíticas no Oriente Médio.

Na Ásia, as bolsas fecharam majoritariamente em alta, puxadas por setores ligados a tecnologia e transição energética. Em Xangai, o índice SSEC subiu 0,71%, aos 4.107 pontos, enquanto o CSI300 avançou 1,10%, aos 4.810 pontos. Em Hong Kong, o Hang Seng teve alta de 1,68%, aos 26.111 pontos.

Em Seul, o Kospi subiu 0,75%, aos 6.690 pontos. Já Taiwan registrou queda de 0,55%, aos 39.303 pontos, e Singapura também caiu 0,55%, aos 4.860 pontos. Em Sydney, o S&P/ASX 200 recuou 0,27%, aos 8.687 pontos, enquanto o mercado de Tóquio permaneceu fechado.

O desempenho positivo na China foi impulsionado principalmente por ações de terras raras, baterias e energia limpa, com ganhos expressivos após resultados fortes de empresas do setor.

Ainda assim, investidores mostraram cautela após o Politburo do Partido Comunista Chinês sinalizar continuidade das políticas atuais, sem novos estímulos imediatos.

Na Europa, o cenário é negativo. Nesta manhã, o índice pan-europeu STOXX 600 caía 0,3%, aos 605 pontos, pressionado tanto por balanços corporativos quanto pela aversão ao risco ligada à guerra no Oriente Médio. Em Londres, o FTSE 100 recuava 0,82%, aos 10.248 pontos.

Em Frankfurt, o DAX caía 0,39%, aos 23.924 pontos. O CAC-40, de Paris, perdia 0,82%, aos 8.038 pontos. Em Milão, o FTSE MIB recuava 0,72%, aos 47.695 pontos, enquanto em Madri o Ibex-35 caía 1,06%, aos 17.587 pontos. Já em Lisboa, o PSI20 recuava 0,72%, aos 9.198 pontos.

Há 2 horas Eleições 2026 na Bahia Rui Costa e Jaques Wagner lideram a disputa para o SenadoHá 2 horas56% dos baianos aprovam o governo Jerônimo; 33% desaprovamHá 2 horasIndicado de LulaASSISTA: Messias chega à CCJ do Senado para ser sabatinado

Agora Política Disputa promete ser voto a voto entre governo e oposiçãoAgoraAborto, 8 de janeiro, ‘Bessias’: as polêmicas que devem ser abordadasAgoraSaiba quem indicou cada ministro do STFAgoraServidor de carreira, AGU de Lula: quem é o indicado a ministro do STF

Há 12 minutos Política Relembre os indicados à Corte desde a redemocratizaçãoHá 12 minutosBlog do Valdo CruzMessias e dosimetria: oposição tenta impor derrota dupla a Lula na semana

Há 16 minutos Blog do Valdo Cruz Oposição quer desmembrar veto de Lula ao PL da DosimetriaHá 16 minutosPonto a pontoEntenda o caso das malas sem raio-X em voo com Ciro Nogueira e Motta

Há 7 horas Política FOTOS mostram momento em que bagagens passam sem fiscalizaçãoHá 7 horasDesigualdade no BrasilObrigatória há 13 anos, pré‑escola não chega a todas as crianças

Há 4 horas Educação Crime organizadoOruam, mãe e irmão são alvos de operação contra o Comando Vermelho

Há 2 horas Rio de Janeiro 🎧 PodcastO ASSUNTO: os impactos no petróleo da saída dos Emirados Árabes da Opep

Há 4 horas O Assunto Saída dos Emirados Árabes é um duro golpe para Arábia SauditaHá 4 horasGuerra no Oriente MédioIrã diz que só reabrirá Estreito de Ormuz após fim definitivo da guerra

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Tecnologia lançada no interior de SP pode transformar colheita de pimenta-do-reino; entenda

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 08:53

RIBEIRÃO E FRANCA Agrishow 2026 Tecnologia lançada no interior de SP pode transformar colheita de pimenta-do-reino; entenda Máquina apresentada na Agrishow mecaniza colheita da especiaria e pode reduzir pela metade custos com mão de obra. Brasil é o segundo maior produtor mundial da pimenta e movimenta R$ 3,6 milhões por ano, de acordo com o IBGE. Por Ana Beatriz Fogaça, g1 Ribeirão Preto e Franca

O Brasil é o segundo maior produtor e exportador de pimenta-do-reino do mundo, atrás apenas do Vietnã.

Com uma produção estimada em cerca de 125 mil toneladas em 2024 e valor de R$ 3,67 bilhões, a cultura vem ganhando espaço como alternativa de diversificação no campo.

Apesar da relevância no cenário global, a produção ainda carrega um desafio histórico, a colheita manual.

É justamente nesse ponto que uma inovação apresentada durante a Agrishow, em Ribeirão Preto (SP), aposta na transformação da dinâmica do setor e impulsionar a atividade no Brasil.

O Espírito Santo é o maior produtor de pimenta-do-reino do país, responsável por cerca de 60% da safra nacional, seguido pelo Pará e pela Bahia.

Uma tecnologia nacional lançada na Agrishow, em Ribeirão Preto (SP), promete transformar a produção de pimenta-do-reino por meio de um processo de mecanização da colheita.

"O equipamento vem atender uma demanda muito clara do mercado, dos produtores, que é uma eficiência operacional, um aumento de rentabilidade, de produtividade e o cuidado com o grão", afirma Joel Backes, diretor comercial da MIAC, empresa responsável pela inovação.

O Brasil é o segundo maior produtor e exportador de pimenta-do-reino do mundo, atrás apenas do Vietnã, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE). Com uma produção estimada em 125 mil toneladas em 2024 e valor de R$ 3,67 bilhões, a cultura vem ganhando espaço como alternativa de diversificação no campo.

O Espírito Santo é o maior produtor de pimenta-do-reino do país, responsável por cerca de 60% da safra nacional, seguido pelo Pará e pela Bahia.

Apesar da relevância no cenário global, a produção ainda carrega um desafio histórico, a colheita manual. É justamente nesse ponto que uma inovação aposta na transformação da dinâmica do setor e impulsionar a atividade no Brasil.

“Atendendo a esse mercado, a gente teve um desenvolvimento de três anos focado nesse nicho. A gente teve a experiência com o cliente, de escutar as dores e desenvolver o produto”, afirma.

Máquina lançada na Agrishow mecaniza colheita de pimenta-do-reino e pode reduzir custos com mão de obra. — Foto: Divulgação/MIAC

A produção da pimenta-do-reino começa a partir do segundo ano após o plantio, com maior produtividade a partir do terceiro. A colheita acontece entre julho e novembro e geralmente é feita quase totalmente de forma manual.

“Era totalmente manual, não existia nenhuma mecanização da colheita. O produtor colhe, coloca em baldes para depois transportar todo o produto até o beneficiamento”, explica Backes.

Esse modelo exige grande quantidade de mão de obra e eleva os custos de produção, além de impactar a eficiência logística dentro das propriedades.

Para enfrentar esse gargalo, a empresa lançou a BP Master, uma recolhedora trilhadora de pimenta-do-reino considerada inédita no mundo. O equipamento é acoplado ao trator e realiza, de forma mecanizada, etapas que antes eram feitas manualmente

“A máquina tem um sistema de alimentação contínua, através de uma lona, colocada entre as ruas das plantas de pimenta. Os operadores colhem o cacho da pimenta, jogam sobre a lona e através de um cilindro de trilha, uma peneira, a gente faz toda a trilha do grão, separando o grão de toda a massa folhar, trazendo um ganho operacional imenso”, explica Backes.

Além disso, como o equipamento mantém a integridade do grão de pimenta, há um aumento na qualidade do produto e consequentemente um ganho logístico na propriedade.

Isso porque ele transporta apenas o grão, e não mais o caule e toda a massa folhar que acompanha o momento da colheita.

O CEO explica que, em um hectare, que hoje pode exigir até 100 pessoas trabalhando, a máquina permite fazer o mesmo trabalho com cerca de 20 pessoas.

“O produtor sente no bolso imediatamente, porque, por exemplo, reduzindo 50% da mão de obra, e além, até 20% de ganha de produtividade nessa operação, o custo cai pela metade só na mão de obra, então ele rentabiliza de forma imediata”, afirma Backes.

Equipamento nacional lançado na Agrishow mecaniza colheita de pimenta-do-reino — Foto: Divulgação/MIAC

Atualmente, cerca de 90% da pimenta-do-reino produzida no Brasil é exportada, principalmente para mercados asiáticos e europeus. O setor movimenta bilhões e vem crescendo nos últimos anos, mesmo sem mecanização.

Apesar do avanço, um dos principais desafios ainda é a adaptação dos produtores à nova tecnologia, já que muitos estão acostumados ao modelo tradicional.

“Nos últimos três anos, a produção praticamente dobrou. Com a mecanização, a tendência é crescer ainda mais. A maior barreira é a quebra de paradigma, um produtor que estava acostumado a vida toda fazer isso de forma manual, mas com suporte técnico e assistência no campo, essa transição tende a acontecer”, afirma Backes.

Agrishow 2026: Maior feira de tecnologia agrícola da América Latina tem 900 expositores este ano — Foto: Érico Andrade/g1

Há 36 minutos Eleições 2026 na Bahia Rui Costa e Jaques Wagner lideram a disputa para o SenadoHá 36 minutos56% dos baianos aprovam o governo Jerônimo; 33% desaprovamHá 36 minutosVaga no STFMessias será sabatinado hoje com voto a voto entre governo e oposição

Há 4 horas Política Messias precisa de 41 votos para chegar ao STF; relembre placaresHá 4 horasCCJ, plenário, votação secreta: entenda o ritoHá 4 horasBlog do Octavio GuedesAborto, 8 de janeiro, ‘Bessias’… As polêmicas que devem ser abordadas

Há 10 minutos Blog do Octavio Guedes Relembre os indicados à Corte desde a redemocratizaçãoHá 10 minutosSTF é formado por 11 ministros indicados pelos presidentesHá 10 minutosPonto a pontoEntenda o caso das malas sem raio-X em voo com Ciro Nogueira e Motta

Há 5 horas Política FOTOS mostram momento em que bagagens passam sem fiscalizaçãoHá 5 horasDesigualdade no BrasilObrigatória há 13 anos, pré‑escola não chega a todas as crianças

Há 2 horas Educação Crime organizadoOruam, mãe e irmão são alvos de operação contra o Comando Vermelho

Há 1 hora Rio de Janeiro 🎧 PodcastO ASSUNTO: os impactos no petróleo da saída dos Emirados Árabes da Opep

Há 2 horas O Assunto Saída dos Emirados Árabes é um duro golpe para Arábia SauditaHá 2 horasGuerra no Oriente MédioIrã diz que só reabrirá Estreito de Ormuz após fim definitivo da guerra

Há 4 horas Mundo ‘Chega de bancar o bonzinho’, diz Trump em nova ameaçaHá 4 horasTrump diz que o rei Charles não quer o Irã com armas nuclearesHá 4 horasPassaporte, moeda e prédiosComo Trump tem estampado o próprio rosto em símbolos públicos

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

BYD se prepara para lançar nova picape no Brasil para competir com Fiat Toro; veja modelo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 08:53

RIBEIRÃO E FRANCA Agrishow 2026 BYD se prepara para lançar nova picape no Brasil para competir com Fiat Toro; veja modelo Marca expõe maquete do novo utilitário na Agrishow em Ribeirão Preto (SP). Expectativa de lançamento é para o final de 2026. Por Beatriz Jacomini, g1 Ribeirão e Franca

Uma maquete em tamanho natural do modelo que vem sendo chamado de Mako pode ser vista no estande da montadora na Agrishow, em Ribeirão Preto.

O utilitário com caçamba terá variações que visam atender tanto o público do campo quanto da cidade.

O lançamento amplia o leque de picapes da montadora no país. Atualmente, a BYD tem o modelo Shark, vendido a R$ 316,8 mil.

A Mako deve estar nas lojas com preço mais acessível. A ideia é que ela concorra com modelos como Fiat Toro e Ford Maverick, que custam a partir de R$ 159 mil.

A BYD colocou no radar do público o lançamento de uma nova picape durante a Agrishow, principal feira de tecnologia para o agronegócio do Brasil, que acontece até sexta-feira (1º) em Ribeirão Preto (SP).

Uma maquete em tamanho natural do modelo que vem sendo chamado de Mako pode ser vista no estande da montadora no evento. Ela será lançada para brigar com modelos da Fiat e da Ford.

Segundo o supervisor de comunicação da BYD Victor François, o protótipo é uma espécie de spoiler e ainda pode passar por alterações. O utilitário com caçamba terá variações que visam atender tanto o público do campo quanto da cidade.

"A ideia é que a partir da Shark, nosso showcase de caminhonetes, a gente vá desdobrando outros modelos para outros nichos de mercado, com diferentes enfoques e posicionamentos", diz.

BYD exibe modelo da nova picape Mako, que será lançada no segundo semestre de 2026 — Foto: Matheus Vinícius/g1

O lançamento amplia o leque de picapes da montadora no país. Atualmente, a BYD tem o modelo Shark, vendido a R$ 316,8 mil, segundo a tabela FIPE de 2026. Shark, em inglês, quer dizer tubarão. Mako é uma raça veloz da espécie.

De acordo com François, a Mako deve estar nas lojas com preço mais acessível. A ideia é que ela concorra com modelos como Fiat Toro e Ford Maverick, que custam a partir de R$ 159 mil nas concessionárias.

A Shark é a única do mercado das picapes que segue o formato híbrido. A previsão é que a Mako tenha a mesma característica e uma versão 4×4.

"Por enquanto, informações técnicas eu não posso abrir ainda, mas o mercado vai gostar muito do que a BYD vai lançar. A princípio, a marca só trabalha com carros elétricos e híbridos, então, seguindo a linha da Shark, a gente está falando aí de um modelo híbrido", afirma.

BYD exibe modelo da nova picape Mako, que será lançada no segundo semestre de 2026 — Foto: Matheus Vinícius/g1

A expectativa é que a Mako também seja produzida em Camaçari (BA), como o Dolphin Mini e o Song Pro.

"A princípio, a nossa fábrica na Bahia tem capacidade para produzir todos os modelos, então a gente vai estudando a aceitação de mercado. A ideia é que a gente possa produzir todos os modelos dos top sellers na Bahia, mas a princípio está no radar."

Zema afirma que equilíbrio de poderes depende de Supremo 'sem rabo preso'Robôs movidos a energia solar 'moram' no campo e combatem pragas com IATecnologia que mede ‘suor’ das plantas ajuda a salvar colheitas; entendaAgrishow 2026: Veja FOTOS da maior feira de tecnologia agrícola da América Latina

BYD exibe modelo da nova picape Mako, que será lançada no segundo semestre de 2026 — Foto: Matheus Vinícius/g1

Há 7 minutos Eleições 2026 na Bahia Rui Costa e Jaques Wagner lideram a disputa para o SenadoHá 7 minutos56% dos baianos aprovam o governo Jerônimo; 33% desaprovamHá 7 minutosEntenda investigação da PF sobre malas sem raio-X em voo com Ciro Nogueira e Motta

Caso aconteceu no retorno de viagem a ilha caribenha em avião de empresário investigado na CPI das Bets. Moraes pede para a PGR se manifestar.

Há 54 minutos Política Vaga no STFMessias será sabatinado hoje com voto a voto entre governo e oposição

Há 3 horas Política Messias precisa de 41 votos para chegar ao STF; relembre placaresHá 3 horasCCJ, plenário, votação secreta: entenda o ritoHá 3 horasBlog do Octavio Guedes5 temas polêmicos que devem ser questionados na sabatina de Messias

Há 3 horas Blog do Octavio Guedes Relembre os indicados à Corte desde a redemocratizaçãoHá 3 horasSTF é formado por 11 ministros indicados pelos presidentesHá 3 horasDesigualdade no BrasilObrigatória há 13 anos, pré‑escola não chega a todas as crianças

Há 2 horas Educação Crime organizadoOruam, mãe e irmão são alvos de operação contra o Comando Vermelho

Há 46 minutos Rio de Janeiro 🎧 PodcastO ASSUNTO: os impactos no petróleo da saída dos Emirados Árabes da Opep

Há 2 horas O Assunto Saída dos Emirados Árabes é um duro golpe para Arábia SauditaHá 2 horasGuerra no Oriente MédioIrã diz que só reabrirá Estreito de Ormuz após fim definitivo da guerra

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Agrishow 2026: robôs movidos a energia solar ‘moram’ no campo e combatem pragas com IA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 08:53

RIBEIRÃO E FRANCA Agrishow 2026 Agrishow 2026: robôs movidos a energia solar 'moram' no campo e combatem pragas com IA Tecnologia nacional apresentada em Ribeirão Preto auxilia na redução de herbicidas, na produtividade e análise de campo. Empresa aposta em opções para pequeno e médio produtor. Por Ana Beatriz Fogaça, g1 Ribeirão Preto e Franca

Robôs autônomos que 'vivem' nas lavouras prometem transformar a forma como o produtor monitora, cuida e protege as plantações.

Uma tecnologia brasileira foi criada para atuar diretamente no campo, com o uso de inteligência artificial e energia solar.

Tecnologias estão entre os lançamentos da Agrishow, maior feira de agronegócio da América Latina, em Ribeirão Preto.

O avanço da tecnologia no agronegócio brasileiro já não está apenas nos tratores ou softwares de gestão. Robôs autônomos, apresentados como novidades da Agrishow, a maior feira de tecnologia agrícola do país, em Ribeirão Preto (SP), começam a ganhar espaço nas lavouras, prometendo transformar como o produtor monitora, cuida e protege suas plantações.

Entre as inovações está uma tecnologia desenvolvida com inteligência artificial e energia solar para diminuir custos com mão de obra e insumos, além de promover a sustentabilidade.

“Hoje, a gente sai de uma agricultura de precisão para uma agricultura autônoma. Nós chamamos essa máquina popularmente de robô, mas é uma Inteligência Artificial física, responsável não só por entender todo o cenário que acontece no campo, mas também agir. Essa é a grande disrupção, que é conseguir entender, analisar, tomar as melhores decisões e agir”, explica Léo Carvalho, diretor de estratégia global da Solinftec.

Atualmente, a "família" de robôs é composta por quatro máquinas, duas lançadas na Agrishow. A tecnologia atua no cultivo de soja, milho, algodão e cana-de-açúcar.

Robô que 'mora' no campo promete combater pragas e reduzir custos para o produtor rural — Foto: Divulgação/Solinftec

Diferente de máquinas tradicionais, que entram e saem da área de produção, os robôs ficam no campo 24 horas por dia, sete dias por semana. Movidos a energia solar, monitoram continuamente cada parte da lavoura e de forma remota.

Na prática, isso significa que uma área de 200 hectares pode ser analisada como se fosse dividida em 2 mil pequenos talhões, permitindo um acompanhamento detalhado e individualizado.

“Eles moram no campo. Isso permite constantemente capturar informações e atingir a necessidade em tempo real. Esse conceito traz autonomia e liberdade para o produtor para que ele possa tomar decisões mais rapidamente”, afirma Carvalho.

Essa presença constante permite identificar problemas ainda no início, como falhas no plantio, surgimento de plantas daninhas ou infestação de pragas.

Um dos principais ganhos da tecnologia está na redução do uso de herbicidas. Com câmeras de alta precisão e sistemas de visão computacional, os robôs conseguem diferenciar a cultura principal das plantas daninhas e aplicar o produto apenas onde é necessário.

“O produtor precisa de alguma forma conseguir produzir mais com menos insumos, menos tempo e menos gasto de energia. Os nossos robôs fazem essa aplicação localizada, reduzindo o uso de insumos de uma forma sustentável, já que hoje a sustentabilidade é um grande diferencial”, explica o diretor.

Além da economia, a prática reduz impactos ambientais, preservando a microbiologia do solo e diminuindo a pegada de carbono da produção.

Agrishow: entenda por que Índia virou 'cliente de ouro' do agro paulistaAgrishow: Tecnologia que mede ‘suor’ das plantas ajuda a salvar colheitas; entendaAgrishow 2026: Veja FOTOS da maior feira de tecnologia agrícola da América Latina

Robô que 'mora' no campo é uma das novidades da Agrishow, em Ribeirão Preto (SP). — Foto: Divulgação/Solinftec

O desenvolvimento da tecnologia levou em conta não apenas a inovação, mas também o retorno financeiro para o produtor. Além disso, a proposta é oferecer equipamentos de fácil manutenção e operação, reduzindo a dependência de assistência técnica especializada.

“A gente trabalha com a lógica de payback em até um ano ou um ano e meio. Hoje, o produtor só investe em tecnologia se ele vê resultado claro”, explica.

Com a combinação de inteligência artificial, robótica e energia limpa, a tecnologia representa um novo passo na evolução do agronegócio, que busca aumentar a produtividade sem ampliar a área plantada.

“A agricultura do futuro não depende de máquinas maiores, mas de soluções mais eficientes. O produtor está mais criterioso e busca tecnologias que realmente façam diferença no custo e na produção”, conclui Carvalho.

Agrishow 2026: Feira em Ribeirão Preto, SP, acontece até o dia 1º de maio — Foto: Érico Andrade/g1

Há 51 minutos Eleições 2026 na Bahia Rui Costa e Jaques Wagner lideram a disputa para o SenadoHá 51 minutos56% dos baianos aprovam o governo Jerônimo; 33% desaprovamHá 51 minutosVaga no STFMessias será sabatinado hoje com voto a voto entre governo e oposição

Há 4 horas Política Messias precisa de 41 votos para chegar ao STF; relembre placaresHá 4 horasCCJ, plenário, votação secreta: entenda o ritoHá 4 horasBlog do Octavio GuedesAborto, 8 de janeiro, ‘Bessias’… As polêmicas que devem ser abordadas

Há 25 minutos Blog do Octavio Guedes Relembre os indicados à Corte desde a redemocratizaçãoHá 25 minutosSTF é formado por 11 ministros indicados pelos presidentesHá 25 minutosPonto a pontoEntenda o caso das malas sem raio-X em voo com Ciro Nogueira e Motta

Há 6 horas Política FOTOS mostram momento em que bagagens passam sem fiscalizaçãoHá 6 horasDesigualdade no BrasilObrigatória há 13 anos, pré‑escola não chega a todas as crianças

Há 3 horas Educação Crime organizadoOruam, mãe e irmão são alvos de operação contra o Comando Vermelho

Há 1 hora Rio de Janeiro 🎧 PodcastO ASSUNTO: os impactos no petróleo da saída dos Emirados Árabes da Opep

Há 3 horas O Assunto Saída dos Emirados Árabes é um duro golpe para Arábia SauditaHá 3 horasGuerra no Oriente MédioIrã diz que só reabrirá Estreito de Ormuz após fim definitivo da guerra

Há 4 horas Mundo ‘Chega de bancar o bonzinho’, diz Trump em nova ameaçaHá 4 horasTrump diz que o rei Charles não quer o Irã com armas nuclearesHá 4 horasPassaporte, moeda e prédiosComo Trump tem estampado o próprio rosto em símbolos públicos

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Por que a saída dos Emirados Árabes Unidos da Opep é importante

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 08:00

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,982-0,01%Dólar TurismoR$ 5,1820,02%Euro ComercialR$ 5,833-0,11%Euro TurismoR$ 6,082-0,06%B3Ibovespa188.619 pts-0,51%MoedasDólar ComercialR$ 4,982-0,01%Dólar TurismoR$ 5,1820,02%Euro ComercialR$ 5,833-0,11%Euro TurismoR$ 6,082-0,06%B3Ibovespa188.619 pts-0,51%MoedasDólar ComercialR$ 4,982-0,01%Dólar TurismoR$ 5,1820,02%Euro ComercialR$ 5,833-0,11%Euro TurismoR$ 6,082-0,06%B3Ibovespa188.619 pts-0,51%Oferecido por

A saída abrupta dos Emirados Árabes Unidos (EAU) da Opep, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo, é um movimento relevante.

A Opep reúne principalmente exportadores de petróleo do Golfo e, por décadas, influenciou o preço do barril ao ajustar a produção e estabelecer cotas entre seus membros.

Teve papel central nas crises do petróleo dos anos 1970, que transformaram a política energética global.

A saída abrupta dos Emirados Árabes Unidos (EAU) da Opep, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo, é um movimento relevante. O país aderiu à Opep em 1967, antes mesmo de se tornar um Estado-nação, em 1971.

A Opep reúne principalmente exportadores de petróleo do Golfo e, por décadas, influenciou o preço do barril ao ajustar a produção e estabelecer cotas entre seus membros.

Teve papel central nas crises do petróleo dos anos 1970, que transformaram a política energética global. A Opep foi formada em 1960 como um cartel, com o objetivo de controlar a oferta mundial de petróleo e seu preço.

Hoje, as nações da Opep produzem cerca de 30% do petróleo bruto do mundo. Em 2016, quando os preços do petróleo estavam particularmente baixos, a Opep se uniu a 10 outros produtores de petróleo para criar a Opep+, com 23 membros que somam cerca de 40% da produção global. O Brasil participa de discussões da Opep+, mas não aderiu aos compromissos do grupo.

Embora a produção da Opep seja liderada pela Arábia Saudita, os Emirados Árabes Unidos detêm a segunda maior capacidade ociosa de produção. Em outras palavras, são o segundo principal "produtor de ajuste", com capacidade de elevar a produção para ajudar a conter eventuais aumentos dos preços, por exemplo.

Foi justamente esse papel que levou a reavaliar sua posição no longo prazo. Em termos simples, os Emirados Árabes Unidos querem usar a capacidade em que investiram.

As cotas da Opep limitavam a produção dos Emirados Árabes Unidos a algo entre 3 milhões e 3,5 milhões de barris por dia. Na prática, o país vinha se sacrificando, com perda de receita, por causa de exigências do acordo com a Opep.

O momento da decisão indica impactos da guerra com o Irã. A tensão crescente no Golfo afetou a relação dos Emirados Árabes Unidos com o Irã e pode agravar o desgaste com a Arábia Saudita.

Para a Opep, este é um golpe relevante, num momento em que já se questiona a coesão do grupo no longo prazo.

Não é só uma questão de os Emirados Árabes Unidos buscarem níveis próximos de 5 milhões de barris por dia, caso consigam escoar plenamente sua produção por mar ou oleodutos. Há também o risco de reação da Arábia Saudita, possivelmente com uma guerra de preços, algo que a economia mais diversificada dos Emirados Árabes Unidos poderia suportar, mas que outros membros mais pobres não conseguiriam.

Autoridades dos Emirados Árabes Unidos discutem a construção de novos oleodutos a partir dos campos de Abu Dhabi, contornando o estreito de Ormuz e direcionando a produção ao porto de Fujairah, hoje subutilizado.

Já existe um oleoduto em operação, mas será preciso ampliar a capacidade para dar conta do aumento da produção e de mudanças duradouras na circulação e no custo do transporte de petróleo no Golfo.

No momento, com o tráfego marítimo no estreito de Ormuz afetado por um bloqueio duplo, esse não é o principal fator a influenciar os mercados, que impactam os preços de petróleo, gás, combustíveis, plásticos e alimentos.

Embora o foco esteja no barril a US$ 110 (cerca de R$ 550), não se pode descartar a possibilidade de queda para perto de US$ 50 (aproximadamente R$ 250) no próximo ano, por exemplo, se a situação no estreito for resolvida a tempo das eleições legislativas nos EUA ainda este ano.

A Opep hoje tem menos peso no mercado global do que nos anos 1970. Sua participação no comércio internacional de petróleo caiu cerca de 85% para cerca de 50%. O petróleo também é menos central para a economia mundial. A organização ainda exerce influência, mas não tem mais o poder de impor suas condições ao restante do mundo.

Lembro-me de ouvir do líder da Opep, o ex-ministro do petróleo da Arábia Saudita, Sheikh Yamani: "A Idade da Pedra não terminou porque o mundo ficou sem pedras. A era do petróleo não vai terminar porque o mundo ficará sem petróleo". A frase antecipa um cenário em que os hidrocarbonetos são substituídos por outras fontes de energia.

Uma forma de entender a saída dos Emirados Árabes Unidos da Opep é como um sinal da redução da dependência global em relação ao petróleo. Há outros sinais à vista: os investimentos da China em eletrificação ajudaram a aliviar no país o impacto do aumento dos preços do petróleo e do gás durante a guerra dos EUA e de Israel contra o Irã.

Segundo algumas estimativas do mercado, o processo de eletrificação na China de carros, caminhões e trens reduziu a demanda por petróleo em 1 milhão de barris por dia. Vale lembrar que a China é a segunda maior economia do mundo, atrás apenas dos EUA. Como essa tendência de eletrificação tem acelerado em outros países, a demanda global por petróleo pode atingir seu ápice em breve.

Sob esse ponto de vista, faz sentido extrair o máximo valor possível (e o mais rápido possível) das reservas de petróleo antes que a demanda despenque. Os Emirados Árabes Unidos têm poder de fogo financeiro e uma economia parcialmente diversificada por meio de serviços financeiros e do turismo.

A saída dos Emirados Árabes Unidos da Opep pode desencadear um efeito dominó em outros países do grupo, elevando a pressão sobre a Arábia Saudita.

Quando os cargueiros voltarem a transitar pelo estreito de Ormuz novamente, ou se os Emirados Árabes Unidos redobrarem suas tentativas de construir novos oleodutos, o petróleo vai fluir dos Emirados Árabes Unidos como nunca, sem qualquer restrição ligada a compromissos com a Opep.

A saída dos Emirados Árabes Unidos da Opep pode redefinir o mercado global de petróleo. Os efeitos podem, a médio prazo, derrubar o preço do barril.

Como disse, no curto prazo, os preços continuarão atrelados à crise no Golfo, especialmente no estreito de Ormuz. O bloqueio marítimo é hoje o principal fator de pressão sobre o mercado.

Mas o cenário pode mudar rapidamente. Caso a situação se normalize, há espaço para uma queda relevante nos preços.

Por isso, não se descarta a possibilidade de que ele possa estar mais próximo de US$ 50 (cerca de R$ 250) em algum momento no próximo ano — se a situação no estreito for resolvida, por exemplo, a tempo das eleições de meio de mandato nos EUA ainda este ano, quando o controle do Congresso americano pode passar das mãos do Partido Republicano (ao qual o presidente Donald Trump pertence) para o Partido Democrata (de oposição ao governo Trump). O preço dos combustíveis e a inflação serão centrais nessa disputa eleitoral.

Existe, portanto, a possibilidade de o barril recuar significativamente em relação aos níveis atuais.

Para ampliar a discussão sobre a saída dos Emirados Árabes da Opep, Renata Lo Prete entrevista Edmar Almeida, professor do Instituto de Energia da PUC-Rio

Há 23 minutos Política Vaga no STFMessias será sabatinado hoje com voto a voto entre governo e oposição

Há 3 horas Política Messias precisa de 41 votos para chegar ao STF; relembre placaresHá 3 horasCCJ, plenário, votação secreta: entenda o ritoHá 3 horasBlog do Octavio Guedes5 temas polêmicos que devem ser questionados na sabatina de Messias

Há 2 horas Blog do Octavio Guedes Relembre os indicados à Corte desde a redemocratizaçãoHá 2 horasSTF é formado por 11 ministros indicados pelos presidentesHá 2 horasDesigualdade no BrasilObrigatória há 13 anos, pré‑escola não chega a todas as crianças

Há 1 hora Educação Crime organizadoOruam, mãe e irmão são alvos de operação contra o Comando Vermelho

Há 15 minutos Rio de Janeiro 🎧 PodcastO ASSUNTO: os impactos no petróleo da saída dos Emirados Árabes da Opep

Há 1 hora O Assunto Saída dos Emirados Árabes é um duro golpe para Arábia SauditaHá 1 horaGuerra no Oriente MédioIrã diz que só reabrirá Estreito de Ormuz após fim definitivo da guerra

Há 3 horas Mundo ‘Chega de bancar o bonzinho’, diz Trump em nova ameaçaHá 3 horasTrump diz que o rei Charles não quer que o Irã tenha armas nuclearesHá 3 horasPassaporte, moeda e prédiosComo Trump tem estampado o próprio rosto em símbolos públicos

Há 1 hora Mundo Trump e Melania trocam presentes com rei Charles e rainha CamillaHá 1 horaVídeos curtos do g1

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

O que está por trás da disputa entre os ex-amigos Elon Musk e Sam Altman, do ChatGPT, nos tribunais dos EUA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 08:00

Tecnologia O que está por trás da disputa entre os ex-amigos Elon Musk e Sam Altman, do ChatGPT, nos tribunais dos EUA A disputa entre os pesos-pesados da inteligência artificial aconteceu, em grande parte, nas redes sociais. Agora, chega à Justiça. Por BBC

A amarga rivalidade entre Elon Musk e o CEO da OpenAI, Sam Altman, já dura anos, mas tem se manifestado principalmente nas redes sociais na forma de acusações, respostas e provocações.

Na segunda-feira (27), Musk voltou a atacar Altman em uma publicação no X, chamando-o de "Scam Altman" (Altman golpista, em tradução livre).

Contudo, desde a terça-feira (28), o confronto entre os bilionários da tecnologia passou a ganhar um palco de maior repercussão: um tribunal federal na Califórnia, onde a disputa deve concentrar atenções em um julgamento com duração de um mês.

O tribunal vai analisar a ação movida por Musk, que acusa Altman — com quem cofundou a OpenAI — de tê-lo enganado em milhões de dólares e de ter traído a missão original sem fins lucrativos da empresa responsável pelo ChatGPT.

O próprio Musk e Altman estão entre os que devem depor em um caso no qual o futuro da inteligência artificial pode estar em jogo. E, embora um deles deva sair vencedor, é bem possível que nenhum dos dois saia ileso.

A batalha já foi comparada a dois boxeadores pesos-pesados subindo ao ringue. Um observador, inclusive, a descreve como um confronto entre King Kong e Godzilla.

"Musk e Altman são figuras gigantescas, colossais e tão distantes da realidade cotidiana", afirma Sarah Federman, professora da Universidade de San Diego e especialista em resolução de conflitos.

Um júri composto por nove pessoas, que prestaram juramento na segunda-feira, ajudará a definir o desfecho do caso sob a supervisão da juíza Yvonne Gonzalez Rogers.

A magistrada afirmou que a enorme riqueza, o poder e a fama que Musk e Altman levam ao tribunal federal de Oakland não lhes garantirão "nenhum tratamento especial".

Musk também entrou com ações contra a OpenAI, seu cofundador e presidente Greg Brockman, além da Microsoft, que, segundo ele, ajudou no plano de monetizar a empresa.

Musk pede bilhões de dólares no que seus advogados chamam de "ganhos indevidos", valor que ele quer destinar ao financiamento do braço sem fins lucrativos da OpenAI, além de mudanças na empresa, incluindo a saída de Altman.

A OpenAI, por sua vez, afirma que Musk é movido por inveja e arrependimento por ter deixado a empresa.

E, com a corrida rumo à inteligência artificial geral (AGI) avançando a todo vapor, a empresa acusa Musk de tentar atrapalhar um de seus principais concorrentes.

Musk e Altman cofundaram a OpenAI em 2015 como uma organização sem fins lucrativos, com a missão de garantir que a AGI beneficiasse toda a humanidade.

A AGI é, em termos gerais, definida como uma inteligência artificial capaz de superar a inteligência humana.

Na época da fundação da OpenAI, Musk já era uma figura de enorme destaque. Era visto como um tecnólogo incansável que, à frente da Tesla, ajudou a popularizar os veículos elétricos, enquanto desenvolvia tecnologias inovadoras de foguetes reutilizáveis na SpaceX.

Altman, por sua vez, era bastante conhecido dentro do Vale do Silício, embora ainda pouco fora dele. Como líder da influente incubadora Y Combinator, suas opiniões — frequentemente publicadas nas redes sociais, em tom quase oracular — eram acompanhadas de perto por fundadores de startups.

Os dois foram apresentados por um investidor do Vale do Silício em 2012. Altman, então na casa dos 20 anos, e 14 anos mais jovem que Musk, acabou apresentando a ideia da OpenAI ao empresário.

Dentro da OpenAI, os dois mantiveram uma relação cordial, unidos pela crença no potencial da tecnologia.

Durante uma participação conjunta em uma conferência em 2015, Musk afirmou que a IA era a tecnologia que "mais poderia transformar a humanidade", mas alertou que também era "realmente obscura" e "repleta de desafios".

Mas o que começou como uma organização sem fins lucrativos acabou sendo transformado em uma entidade com fins lucrativos — de forma ilegal, segundo Musk.

Já a OpenAI afirma que, em 2017, houve um acordo entre Musk e os demais envolvidos de que a criação de uma estrutura com fins lucrativos seria o próximo passo lógico "para avançar a missão".

A empresa diz que rejeitou a proposta de Musk de assumir o cargo de CEO com "controle absoluto".

"Pessoal, já me cansei disso", escreveu Musk em um e-mail alguns meses antes de sua saída.

"Ou vocês seguem por conta própria ou continuam com a OpenAI como uma organização sem fins lucrativos. Não vou mais financiar a OpenAI até que haja um compromisso firme de vocês em permanecer assim, ou então serei apenas um tolo basicamente bancando gratuitamente a criação de uma startup."

Em 2022, a OpenAI deu início à revolução da IA voltada ao consumidor com o lançamento do ChatGPT, que rapidamente ganhou popularidade e alcançou 100 milhões de usuários ativos mensais em poucos meses.

Desde então, Musk criou sua própria startup de inteligência artificial, a xAI, responsável pelo chatbot Grok, que ficou atrás dos concorrentes.

Ao entrar com a ação em 2024, Musk alegou que a OpenAI havia se desviado de sua missão original e passado a priorizar a "maximização de lucros" para a Microsoft.

Ele afirmou ter doado cerca de US$ 40 milhões à OpenAI, após ter sido manipulado pelos envolvidos, que, segundo ele, o traíram ao tentar transformar a organização em uma entidade majoritariamente com fins lucrativos.

Desde que a ação foi movida, a animosidade entre Musk e Altman tem vindo a público com frequência.

No ano passado, Musk e um consórcio de investidores ofereceram US$ 97,4 bilhões para comprar os ativos da OpenAI.

A empresa havia sido avaliada em US$ 157 bilhões em uma rodada recente de financiamento (e agora se aproxima de uma possível abertura de capital, ou IPO, com valor estimado em cerca de US$ 850 bilhões).

A OpenAI rejeitou a oferta, e Altman respondeu na plataforma X — rede social de Musk, anteriormente conhecida como Twitter —: "não, obrigado, mas compramos o Twitter por US$ 9,74 bilhões, se você quiser".

Mensagens privadas com Mark Zuckerberg também mostram Musk perguntando ao chefe da Meta se ele estaria "aberto à ideia de fazer uma oferta pela propriedade intelectual da OpenAI comigo e outros?".

O interesse de Musk em comprar a empresa pode acabar confundindo o cenário do julgamento, afirma Dorothy Lund, professora da Faculdade de Direito da Universidade de Columbia.

"Por isso, não é absurdo pensar que suas motivações possam ser um pouco questionáveis neste caso. A própria juíza responsável pelo processo, Yvonne Gonzalez Rogers, já chamou atenção para isso."

Também é esperado que o tribunal ouça o depoimento do CEO da Microsoft, Satya Nadella, dos ex-cientistas da OpenAI Mira Murati e Ilya Sutskever, e da ex-integrante do conselho da OpenAI Shivon Zilis, que é mãe de quatro dos filhos de Musk.

Nos preparativos para o julgamento, vieram à tona detalhes curiosos da vida privada dos bilionários envolvidos, enquanto seus advogados travam disputas acaloradas sobre quais provas e testemunhos devem ou não ser apresentados ao júri.

Por exemplo, a juíza decidiu que não será permitido mencionar no tribunal o suposto uso, pelo chefe da Tesla, de "rhino ket" — como a ketamina é chamada na gíria do Vale do Silício.

A equipe jurídica de Musk também virou notícia. Um de seus advogados tem trabalhado como palhaço nas horas vagas, segundo o Business Insider.

Outro, que também atua como produtor em Hollywood, teve o perfil publicado recentemente pela revista Vanity Fair.

O que está em jogo neste caso é de grande magnitude para Musk e para a OpenAI — e, potencialmente, para todos nós.

Em meio a essa onda de preocupação com o ritmo acelerado dos avanços tecnológicos, Altman chegou a ser afastado temporariamente do cargo de CEO da OpenAI, após suspeitas de que teria enganado membros do conselho.

Agora, com a xAI — empresa que foi recentemente adquirida pela SpaceX, sua companhia de foguetes que se prepara para abrir capital —, Musk está profundamente envolvido na corrida rumo à inteligência artificial geral (AGI).

"Se Musk vencer, isso pode significar a derrota de um concorrente-chave na corrida pela AGI", afirmou Rose Chan Loui, diretora executiva do Centro Lowell Milken de Filantropia e Organizações Sem Fins Lucrativos da UCLA.

Chan Loui avalia que Musk tenta se posicionar como a pessoa mais adequada para representar, de forma justa, os interesses da OpenAI enquanto organização sem fins lucrativos.

"Embora eu reconheça que ele trouxe visibilidade ao tema, há preocupação de que não seja imparcial, já que lidera sua própria e grande empresa de IA", disse.

Para Sarah Federman, autora do livro Corporate Reckoning, a credibilidade de quem move esse tipo de ação é um fator central.

O julgamento entre Musk e Altman ocorre justamente no momento em que o público começa a compreender melhor como a inteligência artificial está sendo integrada ao dia a dia.

O processo pode lançar nova luz sobre suas ambições e intenções em relação ao desenvolvimento de uma tecnologia que já é utilizada por uma parcela crescente da população mundial.

Em King Kong contra Godzilla, "todos os mortais lá embaixo tentam escapar enquanto esses gigantes se enfrentam", diz Federman.

"No fim, um vence, mas o que fica é um rastro com o qual o resto de nós terá de conviver."

Há 44 minutos Política Vaga no STFMessias será sabatinado hoje com voto a voto entre governo e oposição

Há 3 horas Política Messias precisa de 41 votos para chegar ao STF; relembre placaresHá 3 horasCCJ, plenário, votação secreta: entenda o ritoHá 3 horasBlog do Octavio Guedes5 temas polêmicos que devem ser questionados na sabatina de Messias

Há 2 horas Blog do Octavio Guedes Relembre os indicados à Corte desde a redemocratizaçãoHá 2 horasSTF é formado por 11 ministros indicados pelos presidentesHá 2 horasDesigualdade no BrasilObrigatória há 13 anos, pré‑escola não chega a todas as crianças

Há 2 horas Educação Crime organizadoOruam, mãe e irmão são alvos de operação contra o Comando Vermelho

Há 37 minutos Rio de Janeiro 🎧 PodcastO ASSUNTO: os impactos no petróleo da saída dos Emirados Árabes da Opep

Há 2 horas O Assunto Saída dos Emirados Árabes é um duro golpe para Arábia SauditaHá 2 horasGuerra no Oriente MédioIrã diz que só reabrirá Estreito de Ormuz após fim definitivo da guerra

Há 3 horas Mundo ‘Chega de bancar o bonzinho’, diz Trump em nova ameaçaHá 3 horasTrump diz que o rei Charles não quer o Irã com armas nuclearesHá 3 horasPassaporte, moeda e prédiosComo Trump tem estampado o próprio rosto em símbolos públicos

Há 2 horas Mundo Trump e Melania trocam presentes com rei Charles e rainha CamillaHá 2 horasVídeos curtos do g1

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Lembra dele? Honda Civic desaparece das lojas e o g1 descobre quem são os culpados; VÍDEO

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 05:32

Carros Lembra dele? Honda Civic desaparece das lojas e o g1 descobre quem são os culpados; VÍDEO Ícone entre sedãs já foi referência em custo-benefício, mas hoje custa R$ 266 mil. Mercado para o modelo e seus concorrentes encolheu e preferência de brasileiros por SUVs disparou. Por Carlos Cereijo, g1 — São Paulo

O Honda Civic continua nas lojas e ainda aparece no site da marca por R$ 266 mil. Porém, em 2026, apenas sete unidades foram emplacadas, segundo números da Fenabrave.

O que aconteceu com ele? Um carro que já foi produzido no Brasil, que esteve entre os sedãs médios mais vendidos e desejados do país, é hoje apenas uma lembrança do que já foi.

Para entender essa história, o g1 vai mostrar a nova geração do sedã, que agora é híbrida, e explicar quem são os responsáveis por fazer o Civic deixar de ser aquela figurinha fácil que a gente sempre via no trânsito.

E o Honda Civic, hein? Essa é uma pergunta que se ouve desde o ano passado, como se o sedã fosse aquele primo que sempre estava nas festas de família e, de repente, sumiu. Todo mundo quer saber por onde ele anda.

Pois bem: o Honda Civic continua nas lojas e ainda aparece no site da marca por R$ 266 mil. Porém, em 2026, apenas sete unidades foram emplacadas, segundo números da Fenabrave. A versão esportiva, Type-R, vendeu oito unidades no mesmo período.

O que aconteceu com ele? Um carro que já foi produzido no Brasil, que esteve entre os sedãs médios mais vendidos e desejados do país, é hoje apenas uma lembrança do que já foi.

Para entender essa história, o g1 vai mostrar a nova geração do sedã, que agora é híbrida, e explicar quem são os responsáveis por fazer o Civic deixar de ser aquela figurinha fácil que a gente sempre via no trânsito. E já adiantamos: há mais que um responsável.

Antes de qualquer coisa, é preciso dizer que o Civic vem muito bem equipado e com muita tecnologia. Basta observar as listas para ver os equipamentos de segurança e tudo que vem de série no veículo. Não deve em nada para qualquer outro modelo na mesma faixa de preço de R$ 260 mil.

Mas é justamente aí que a Honda se torna responsável pelo baixo desempenho de vendas do Civic. O cliente imagina o sedã competindo ombro a ombro em preço com o Corolla, seu rival histórico. Mas agora a diferença de preço é de R$ 60 mil.

Então, a Honda colocou o Civic numa prateleira que os clientes não alcançam. E o g1 perguntou para a marca justamente a razão dessa estratégia.

“Os projetos de desenvolvimento seguem uma estratégia global e, dentro desse contexto, a nova geração do Civic passou a ser oferecida exclusivamente com tecnologia híbrida no Brasil.

A opção por essa estratégia evidenciou os diferenciais do sistema e:HEV, elevando significativamente o nível de eficiência, desempenho e sofisticação do Civic. Por consequência, a percepção do consumidor em relação ao produto também foi alçada a um patamar muito superior.

O conjunto híbrido da Honda é reconhecido por entregar um equilíbrio excepcional entre performance e baixo consumo, posicionando o Civic como uma referência em seu segmento por conta do nível mais elevado de tecnologia, segurança e experiência.

Assim, o reposicionamento ocorreu não apenas em função de uma decisão comercial, mas também por refletir a evolução tecnológica do modelo e do alinhamento global da marca.”

A cabine transmite uma paz instantânea. Em poucos minutos todos os comandos já fazem sentido. Os materiais em tom escuro dão seriedade à experiência. Isso combina com as opções de cores para a carroceria oferecidas no Brasil: preto, azul muito escuro e… só.

O espaço no banco traseiro é bom, mas dá para entender o consumidor que prefere um SUV mais generoso. O porta-malas tem trava com acionamento elétrico que abre sozinho, mas não fecha como vários utilitários esportivos. Outro atributo que já está ficando comum nessa faixa de preço.

O que é legal ao dirigir o Civic é perceber o DNA da Honda na construção, na solidez e no acerto da suspensão. Porém, se você tem na memória o Civic da geração anterior, talvez fique desencantado com este modelo.

Ela seguia um projeto mais tradicional e simples, com motor 2.0 de 150 cavalos, mas era muito focada em proporcionar uma sensação de condução diferente da oferecida pelo campeão Corolla. E essa era uma estratégia que fazia sentido.

Quando existe um líder disparado, a melhor tática nem sempre é tentar imitá-lo, mas sim oferecer uma alternativa para um público que busca características diferentes.

Honda Civic Advanced Hybrid 2026 tem ótima calibração de direção e suspensão — Foto: Divulgação / Honda

O Corolla sempre foi um carro voltado para uma direção neutra, extremamente confortável e pensado para passar despercebido em suas sensações. Está claro que o brasileiro gosta dessa proposta, tanto que o modelo vende muito bem.

Já o Civic anterior seguia outro caminho. Não era necessariamente mais potente ou mais forte. A diferença estava na sensação ao volante, na calibração, na suspensão, na forma como a carroceria se comportava nas curvas.

Além disso, o design também reforçava essa proposta: linhas mais ousadas, caimento de teto quase de cupê e uma proporção de porta-malas mais curta. Tudo isso entregava uma opção mais jovial para quem não se identificava com o visual mais sisudo do Corolla.

Agora, com este novo Civic, essa história mudou. Ele parece quase uma versão em escala menor do Accord. (compare com o sedã modelo 2021 abaixo)

Honda Accord 2021 visto de perfil foi a inspiração para o Honda Civic — Foto: Divulgação / Honda

E não foi apenas o design e a proporção que ele herdou do irmão maior. Também adotou uma postura mais "aristocrática", mais voltada a transportar seus passageiros com conforto, quase como um chofer, do que a oferecer uma experiência marcante ao motorista.

Talvez, ao considerar preço e posicionamento, o Civic tenha renunciado a parte da sua essência. E, por isso, abriu mão de um de seus argumentos para ser uma alternativa ao Corolla.

Honda Civic Advanced Hybrid 2026 tem proporções mais sóbrias nesta geração — Foto: Divulgação / Honda

Debaixo do capô está um dos principais responsáveis por aumentar o preço do Civic: um excelente conjunto híbrido. Ele combina um motor 2.0 com injeção direta e ciclo Atkinson (mais voltado para eficiência de combustível) que gera 143 cavalos, com um motor elétrico de 184 cavalos.

Além disso, há ainda um segundo motor elétrico, responsável pela recuperação de energia durante as desacelerações, recarregando as baterias de íon de lítio.

Na prática, o carro alterna entre três modos de funcionamento: o modo totalmente elétrico, o modo híbrido, em que os dois motores trabalham juntos, e o modo somente a combustão. Essa variação depende do relevo, da intensidade com que o motorista acelera e também do nível de carga das baterias.

Dentro do carro, com ele em movimento, tudo funciona muito bem, e os números de consumo são realmente impressionantes, comparáveis aos de carros 1.0.

O único ponto que causa estranheza aparece em situações de trânsito intenso, como engarrafamentos. O motor a combustão entra em funcionamento apenas para manter o nível de carga das baterias, mesmo com o carro parado.

O giro mais alto causa a sensação de que o motorista está acelerando sem sair do lugar, o que pode parecer um pouco estranho para quem passa na calçada.

Se observarmos o último ano de fabricação da geração anterior do Civic no Brasil, em 2021, o sedã vendeu pouco mais de 19 mil unidades.Naquele mesmo ano, o HR-V, SUV da Honda, mesmo em sua geração anterior, já vendia 38,4 mil unidades. Bem mais que o Civic.

No ano passado, em 2025, a nova geração do HR-V ultrapassou mais de 60 mil unidades vendidas. E agora a Honda também conta com o WR-V, que tem dimensões muito próximas, utiliza o mesmo motor e câmbio das versões de entrada do HR-V e já chama atenção no showroom.

Ou seja: o cliente brasileiro não deixou de comprar Honda. Ele apenas deixou de comprar o Civic. Agora, esse consumidor prefere os SUVs da marca japonesa.

A explicação, portanto, é simples e dispensa qualquer teoria da conspiração: a Honda apenas tomou a decisão de concentrar esforços no tipo de produto que percebeu que o brasileiro realmente quer comprar.

E, nesse contexto, coincidiu o fato de que o Civic, nesta nova geração, já não fazer tanto sentido econômico para o mercado brasileiro, especialmente considerando o baixo volume de vendas.

"Globalmente — e isso já há vários anos —, os SUVs de diferentes portes, estilos e faixas de preço passaram a dominar a preferência dos consumidores. No Brasil, seguimos a mesma tendência, com os SUVs ganhando cada vez mais espaço no mercado. Em retrospecto, sim, é possível dizer que o mercado de sedãs médios é um dos que foram alterados com a popularização dos SUVs."

Esse, aliás, não é um fenômeno exclusivo da Honda. A Toyota já vê o Corolla Cross vender significativamente mais que o Corolla sedã. Não por acaso, também lançou o Yaris Cross como uma alternativa de SUV posicionada logo abaixo.

Da mesma forma, não é coincidência que a Toyota tenha lançado o novo RAV4 com preço reduzido em sua versão de entrada.

Afinal, o consumidor brasileiro que está disposto a pagar na faixa dos R$ 300 mil, hoje, em grande parte não está mais buscando sedãs. Está comprando SUVs e, principalmente, SUVs de marcas chinesas.

Portanto, muitas pessoas que passaram os últimos 30 anos admirando o Civic terão de se resignar. Viam o Honda como um dos carros mais vendidos do Brasil. Usavam o Civic como referência de sedã ideal para quem gosta de uma tocada mais esportiva. Agora, resta manter essa fantasia no imaginário.

Com isso, sobra ao Civic Type-R carregar a bandeira do modelo. Ele é inacessível para a maioria, e acaba servindo mais como pôster ou papel de parede de celular.

Ver o nome Civic adormecer na preferência popular (quem sabe, ele ainda pode voltar no futuro) não é exatamente uma novidade.

Nos últimos anos, vimos o nome Gol ser colocado na geladeira pela Volkswagen. A Fiat já não produz mais o Uno. E a General Motors abandonou nomes como Corsa, Astra, Vectra, Cruze e tantos outros carros que fizeram sucesso, marcaram época e hoje já não estão mais presentes.

Também é importante lembrar que, atualmente, nomes têm muito mais função estratégica e de marketing para as montadoras do que necessariamente ligação com a essência original.

A Toyota, por exemplo, já não vê problema em usar o nome Corolla tanto em versões esportivas quanto em um SUV com o sobrenome Cross.

A Chevrolet resgata nomes conhecidos e os reposiciona em novas propostas. Sonic era nome de hatch e agora é usado num SUV compacto. A Ford faz o mesmo ao colocar Mustang em um carro elétrico e transformar Maverick em uma picape híbrida.

Talvez esse sentimento de saudosismo e decepção ao ver o Civic nessa condição seja apenas um sinal de que nós, estamos nos tornando uma geração “antiga” dentro do mercado automotivo.

Há 38 minutos Política Entenda rito de sabatinaHá 38 minutosMessias precisa de 41 votos para chegar ao STF; relembre outros placares

Há 3 horas Política Relembre os indicados à Corte desde a redemocratização Há 3 horasSTF é formado por 11 ministros indicados pelos presidentes da RepúblicaHá 3 horas🎧 PodcastO ASSUNTO: os impactos no petróleo com saída dos Emirados Árabes da Opep

Há 1 hora O Assunto Guerra no Oriente MédioIrã diz que só reabrirá Estreito de Ormuz após fim definitivo da guerra

Há 50 minutos Mundo Trump orienta equipe para bloqueio prolongado ao Irã, diz jornalHá 50 minutosTrump diz que o Rei Charles III não quer que o Irã tenha armas nuclearesHá 50 minutosSem impactar Lei AntifacçãoOposição quer desmembrar veto de Lula ao PL da Dosimetria

Há 1 hora Política DiplomaciaCaso Ramagem: PF devolve credenciais de agente dos EUA que atua no Brasil

Há 12 horas Política Post com ’86 47’Justiça dos EUA manda prender ex-chefe do FBI por suposta ameaça a Trump

Há 9 horas Mundo Loterias 🍀💰Mega-Sena acumula novamente e prêmio vai a R$ 130 milhões; resultado

Há 8 horas Mega-Sena Caixa também sorteia Quina, Lotofácil e Timemania e maisHá 8 horasMercado financeiroBC deve cortar taxa de juros, mesmo com riscos e guerra no Oriente Médio

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Jornadas longas, insegurança e assédio no trabalho causam mais de 840 mil mortes por ano, diz OIT

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 03:53

Trabalho e Carreira Jornadas longas, insegurança e assédio no trabalho causam mais de 840 mil mortes por ano, diz OIT Estudo da organização mostra impacto do trabalho na saúde das pessoas e estima perdas de 1,37% do Produto Interno Bruto (PIB) global ao ano. Por Redação g1 — São Paulo

Mais de 840 mil pessoas morrem todos os anos no mundo devido a problemas de saúde associados a riscos psicossociais no trabalho, como jornadas longas, insegurança no emprego e assédio.

O dado é de um relatório global divulgado na quarta-feira (22) pela Organização Internacional do Trabalho (OIT).

Segundo o estudo, esses fatores estão ligados a doenças cardiovasculares e transtornos mentais, incluindo casos de suicídio.

Ao todo, os riscos psicossociais levam à perda de quase 45 milhões de anos de vida saudável por ano, considerando doença, incapacidade ou morte prematura.

Problemas como estresse, assédio e jornadas longas causam mais de 840 mil mortes por ano, diz OIT — Foto: Freepik/Reprodução

Mais de 840 mil pessoas morrem todos os anos no mundo por problemas de saúde associados a riscos psicossociais no trabalho, como jornadas longas, insegurança no emprego e assédio. O dado é de um relatório global da Organização Internacional do Trabalho (OIT).

Segundo o estudo, esses fatores estão diretamente relacionados a doenças cardiovasculares e transtornos mentais, incluindo casos de suicídio. Ao todo, os riscos psicossociais levam à perda de quase 45 milhões de anos de vida saudável por ano, considerando doença, incapacidade ou morte prematura.

Além do impacto na saúde, o problema também pesa na economia. A OIT estima que esses riscos gerem perdas equivalentes a 1,37% do Produto Interno Bruto (PIB) global por ano.

O relatório, intitulado “O ambiente psicossocial de trabalho: tendências globais e orientações para a ação”, foi preparado para o Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho, celebrado em 28 de abril.

O documento destaca o impacto crescente da forma como o trabalho é planejado, organizado e gerido na saúde dos trabalhadores.

De acordo com a organização, o ambiente psicossocial envolve a estrutura do trabalho, a forma de gestão, as relações interpessoais e as políticas adotadas pelas empresas — elementos que influenciam diretamente a saúde física e mental dos trabalhadores.

A natureza do trabalho, como nível de exigência e adequação às habilidades;A organização e gestão, incluindo carga de trabalho, autonomia e apoio;E as políticas e práticas do ambiente profissional, como jornadas, remuneração e prevenção ao assédio.

A OIT também destaca que mudanças recentes, como a digitalização, o uso de inteligência artificial e a expansão do trabalho remoto, estão transformando o ambiente profissional. Essas transformações podem agravar riscos existentes ou criar novos desafios caso não sejam acompanhadas por políticas adequadas.

“Os riscos psicossociais estão se tornando um dos desafios mais significativos para a segurança e saúde no trabalho no mundo moderno”, afirmou Manal Azzi, líder da equipe de políticas de segurança e saúde da OIT.

Segundo ela, melhorar o ambiente de trabalho é essencial não só para proteger a saúde física e mental dos trabalhadores, mas também para fortalecer a produtividade, o desempenho das organizações e o desenvolvimento econômico sustentável.

O relatório reforça que esses riscos podem ser prevenidos, desde que suas causas estruturais sejam enfrentadas. Entre as recomendações estão a melhoria da organização do trabalho, o fortalecimento das políticas de saúde e segurança e o incentivo ao diálogo entre governos, empregadores e trabalhadores.

No Brasil, o governo já reconheceu o avanço desses riscos com a atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que trata do gerenciamento de riscos ocupacionais.

A medida estava prevista para entrar em vigor em maio de 2025 — ano em que, como o g1 mostrou, o país bateu recorde de afastamentos por transtornos mentais, com custo bilionário aos cofres públicos.

Após pressão de entidades empresariais, a implementação foi adiada para maio de 2026. Agora, o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) avalia um novo adiamento.

O que mudaria com a NR-1? Com a atualização da norma, auditores do trabalho poderiam fiscalizar e aplicar multas caso fossem identificadas questões como metas excessivas, jornadas extensas, ausência de suporte, assédio moral, conflitos interpessoais, falta de autonomia no trabalho e condições precárias de trabalho.➡️ Ou seja, isso passaria a ter o mesmo peso de fiscalização de pontos como questões que envolvem acidente de trabalho ou doença.

A decisão de adiamento vai na contramão do cenário do trabalho no país. Em 2025, quando a norma já deveria estar em vigor, o quadro de afastamentos piorou: mais de meio milhão de licenças foram concedidas por transtornos mentais.

Há 29 minutos Política Vaga no STFMessias será sabatinado hoje com disputa entre governo e oposição

Há 3 horas Política Entenda rito de sabatinaHá 3 horasMessias precisa de 41 votos para chegar ao STF; relembre outros placares

Há 1 hora Política Relembre os indicados à Corte desde a redemocratização Há 1 horaDiplomaciaCaso Ramagem: PF devolve credenciais de agente dos EUA que atua no Brasil

Há 11 horas Política Post com ’86 47’Justiça dos EUA manda prender ex-chefe do FBI por suposta ameaça a Trump

Há 7 horas Mundo Comércio internacionalAcordo Mercosul-UE é oficializado e passa a valer em 1º de maio

Há 7 horas Política Motta anuncia deputados do PT e Republicanos como presidente e relator de comissãoHá 7 horasMercado financeiroBC deve cortar taxa de juros, mesmo com riscos e guerra no Oriente Médio

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

O que é a taxa Selic — e como ela afeta juros, emprego e investimentos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 03:53

O que é a taxa Selic — e como ela afeta juros, emprego e investimentos No g1 Explica, a repórter Renata Ribeiro explica e simplifica os temas que dominam o noticiário econômico e mexem diretamente com o nosso bolso. Por Renata Ribeiro, TV Globo — São Paulo

A Selic é a taxa básica de juros da economia brasileira. A sigla significa “Sistema Especial de Liquidação e de Custódia”, mas, na prática, representa os juros cobrados entre bancos e serve de referência para diversas taxas aplicadas ao consumidor.

Quando a Selic sobe, o crédito fica mais caro. Isso reduz empréstimos, investimentos e contratações, esfria o consumo e ajuda a conter a inflação. Quando ela cai, o crédito fica mais barato e estimula investimentos, contratações e o consumo.

Neste vídeo, você vai entender como a Selic afeta a sua vida — e, às vezes, você nem percebe. Toda semana, o g1 Explica simplifica a economia, o mercado financeiro e a educação financeira, mostrando como tudo isso afeta o seu bolso.

Há 32 minutos Política Vaga no STFMessias será sabatinado hoje com disputa entre governo e oposição

Há 3 horas Política Entenda rito de sabatinaHá 3 horasMessias precisa de 41 votos para chegar ao STF; relembre outros placares

Há 1 hora Política Relembre os indicados à Corte desde a redemocratização Há 1 horaDiplomaciaCaso Ramagem: PF devolve credenciais de agente dos EUA que atua no Brasil

Há 11 horas Política Post com ’86 47’Justiça dos EUA manda prender ex-chefe do FBI por suposta ameaça a Trump

Há 7 horas Mundo Comércio internacionalAcordo Mercosul-UE é oficializado e passa a valer em 1º de maio

Há 7 horas Política Motta anuncia deputados do PT e Republicanos como presidente e relator de comissãoHá 7 horasMercado financeiroBC deve cortar taxa de juros, mesmo com riscos e guerra no Oriente Médio

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Como um problema com hamster virou uma empresa que fatura quase R$ 500 mil por ano

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 29/04/2026 02:50

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Como um problema com hamster virou uma empresa que fatura quase R$ 500 mil por ano Ideia surgiu após adoção de um pet. Loja online aposta em nicho pouco explorado e cresce com produção própria e redes sociais. Por PEGN

Yann Vergari criou uma loja online de produtos para pequenos roedores após dificuldade de encontrar itens adequados no Brasil.

Ele começou produzindo peças artesanais, como rodinhas, e passou a vender online ao identificar demanda.

Com materiais simples, como PVC e rolamentos, desenvolveu os primeiros produtos e ampliou o portfólio.

O negócio cresceu com foco em nicho pouco explorado, produção própria e vendas digitais; hoje soma cerca de 950 pedidos mensais e fatura R$ 480 mil por ano.

Um mercado pouco explorado no Brasil virou oportunidade de negócio para um empreendedor em São Paulo.

A partir da adoção de um hamster durante a pandemia, Yann Vergari criou uma loja online especializada em produtos para pequenos roedores — e transformou uma necessidade pessoal em uma empresa que hoje fatura cerca de R$ 480 mil por ano.

A ideia nasceu de um problema comum: a dificuldade de encontrar itens adequados para o bem-estar desses animais. Ao pesquisar sobre criação e cuidados, Yann percebeu que havia pouca oferta no país, principalmente de produtos com tamanho e segurança adequados.

Sem encontrar o que precisava, ele decidiu criar. Com materiais simples, como canos de PVC e rolamentos, desenvolveu a primeira rodinha de exercício para o hamster — silenciosa e funcional. O produto começou a chamar atenção em grupos e comunidades online.

Sem achar produtos para hamster, empreendedor cria negócio que fatura R$ 480 mil — Foto: Reprodução/PEGN

A partir daí, o empreendedor começou a produzir pequenas quantidades e vender em marketplaces. Com o aumento dos pedidos, ampliou o portfólio: casas, acessórios de madeira, substratos e itens para enriquecimento ambiental dos animais.

Hoje, a loja conta com mais de 200 produtos e cerca de 950 pedidos por mês. O negócio também cresceu rápido: o faturamento aumentou cerca de 80% nos últimos meses.

A estratégia foi clara desde o início: focar em um nicho pouco explorado e usar o digital como principal canal de vendas. Cerca de 70% das vendas vêm de marketplaces, que funcionam como vitrine para todo o país.

Para ganhar espaço, o empreendedor apostou em preços competitivos no começo e em um posicionamento claro. “Como era um mercado com pouca oferta, conseguimos atrair público com mais facilidade”, afirma.

Com o amadurecimento da empresa, a estratégia evoluiu. Além de vender, a marca passou a investir em conteúdo educativo sobre cuidados com pequenos roedores — tanto no site quanto nas redes sociais.

Sem achar produtos para hamster, empreendedor cria negócio que fatura R$ 480 mil — Foto: Reprodução/PEGN

A ideia é orientar os consumidores e, ao mesmo tempo, criar autoridade no segmento. Parcerias com influenciadores do nicho também ajudaram a impulsionar o alcance e as vendas. “Quando começamos a trabalhar com criadores de conteúdo, vimos o impacto direto no faturamento”, diz.

Outro diferencial do negócio é a fabricação própria de parte dos produtos, especialmente itens de madeira. Isso permite maior controle de qualidade e adaptação às necessidades dos animais — um ponto valorizado pelos clientes.

Com o crescimento, a empresa já conta com equipe e começa a explorar novos caminhos, como produtos voltados também para os tutores.

Para Yann, o principal aprendizado é simples: problemas do dia a dia podem esconder boas ideias de negócio. “Muitas vezes, uma dor que você tem é compartilhada por outras pessoas. Quando você resolve isso, pode criar uma empresa”, afirma.

O que começou como uma solução para cuidar melhor de um hamster virou um negócio em expansão — e mostra que, mesmo em nichos pouco óbvios, há espaço para crescer.

Sem achar produtos para hamster, empreendedor cria negócio que fatura R$ 480 mil — Foto: Reprodução/PEGN

📍 Endereço: Rua Chapecó, 60, Vila Amabile Pezzolo – Santo André/SP – CEP: 09120-420📞 Telefone: (11) 95698-5219🌐Site: www.vergariroedores.com.br📧 E-mail: yannvergari@gmail.com📘Facebook: https://www.facebook.com/share/1GxecmYqwh/?mibextid=wwXIfr📸Instagram: https://www.instagram.com/vergari_roedores

Há 2 horas Política Entenda rito de sabatinaHá 2 horasMessias precisa de 41 votos para chegar ao STF; relembre outros placares

Há 21 minutos Política Relembre os indicados à Corte desde a redemocratização Há 21 minutosDiplomaciaCaso Ramagem: PF devolve credenciais de agente dos EUA que atua no Brasil

Há 10 horas Política Post com ’86 47’Justiça dos EUA manda prender ex-chefe do FBI por suposta ameaça a Trump

Há 6 horas Mundo Comércio internacionalAcordo Mercosul-UE é oficializado e passa a valer em 1º de maio

Há 6 horas Política Motta anuncia deputados do PT e Republicanos como presidente e relator de comissãoHá 6 horasRecorde 💸Famílias brasileiras nunca estiveram tão endividadas, aponta relatório do BC

Há 4 horas Jornal Nacional Cade investiga Gol e Latam por possível combinação de preçosHá 4 horasReceita notifica empresas de cigarros por dívidas de R$ 25 bilhõesHá 4 horasMercado financeiroBC deve cortar taxa de juros, mesmo com riscos e guerra no Oriente Médio

0

PREVIOUS POSTSPage 256 of 441NEXT POSTS