RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Boulos diz que é possível que governo Lula revogue a ‘taxa das blusinhas’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/04/2026 16:09

Política Blog da Andréia Sadi Boulos diz que é possível que governo Lula revogue a 'taxa das blusinhas' A declaração foi dada ao ser questionado sobre o tema. A menos de seis meses das eleições, o presidente Lula e representantes da ala política do governo federal passaram a defender a revogação da taxação. Por Redação g1

O ministro Guilherme Boulos, da Secretaria-Geral da Presidência, afirmou, nesta sexta-feira (17), em entrevista ao Estúdio i, da GloboNews, que é possível que a chamada “taxa das blusinhas” seja revogada.

A declaração foi dada ao ser questionado sobre o tema. A menos de seis meses das eleições, o presidente Lula e representantes da ala política do governo federal passaram a defender a revogação da taxação.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) chegou a dizer que taxar compras internacionais era "irracional", mas sancionou a lei que estabelecia a cobrança.

Quando questionado sobre a relação do governo com a proposta, Boulos rebateu, afirmando que o presidente apenas sancionou uma lei aprovada pelo Legislativo.

O ministro Guilherme Boulos, da Secretaria-Geral da Presidência, afirmou, nesta sexta-feira (17), em entrevista ao Estúdio i, da GloboNews, que é possível que a chamada “taxa das blusinhas” seja revogada.

A declaração foi dada após o ministro da Secretaria-Geral da Presidência ser questionado sobre o tema. A menos de seis meses das eleições, o presidente Lula e representantes da ala política do governo federal passaram a defender a revogação da taxação.

“Olha, é possível. É importante dizer que a ‘taxa das blusinhas’ não foi uma iniciativa do governo. Quem colocou a ‘taxa das blusinhas’ foi o Parlamento, a partir de uma pressão e de um lobby de empresas varejistas”, disse o ministro do governo Lula.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) chegou a dizer que taxar compras internacionais era "irracional", mas sancionou a lei que estabelecia a cobrança.

Quando questionado sobre a relação do governo com a proposta, Boulos rebateu, afirmando que o presidente apenas sancionou uma lei aprovada pelo Legislativo.

“O governo sancionou uma lei aprovada pelo Parlamento. O que eu disse aqui não é que o governo não tem responsabilidade na sanção. O que eu disse aqui é que não foi uma lei de iniciativa do governo. O texto que o governo mandou para o Congresso não tinha ‘taxa das blusinhas’. Isso foi incluído pelo relator e, infelizmente, isso é pouco dito no debate sobre a ‘taxa das blusinhas’.”

Ao comentar a possível revisão da medida, Boulos defendeu a necessidade de avaliar os impactos da taxação antes de qualquer decisão. Segundo o ministro, é preciso considerar tanto os efeitos no mercado de trabalho quanto os custos para os consumidores.

“Vendo a situação, é preciso fazer um balanço. Quantos empregos gerou ou preservou? Qual foi o custo que isso trouxe para as milhões de pessoas que fazem essas compras por plataformas digitais? Com esse balanço em mãos, com números em mãos, nós podemos tomar uma decisão mais efetiva. Acho plenamente razoável que se coloque na mesa a revogação da taxa. Agora, isso é uma definição do presidente Lula.”

A "taxa das blusinhas" trata-se da taxação de compras internacionais de até US$ 50 sancionada em 2024 pelo presidente Lula e proposta pelo Legislativo. 

De janeiro a março deste ano, o governo federal arrecadou R$ 1,28 bilhão com o imposto de importação sobre encomendas internacionais, a chamada 'taxa das blusinhas'. 

De acordo com a Receita Federal, o número representa um avanço de 21,8% em relação ao mesmo período de 2025, quando a arrecadação com o imposto somou R$ 1,05 bilhão.

Se por um lado a medida tem ajudado na arrecadação federal, por outro ela tem resultado em prejuízo aos Correios e em preocupação na ala política do governo.

O aumento da taxação era um pleito da indústria nacional para garantir condições de igualdade no comércio exterior.  

O novo ministro da Secretaria de Relações Institucionais (SRI), José Guimarães (PT), disse em café com jornalistas nesta quinta-feira (16) que achava "uma boa" revogar a medida. "Minha opinião se eu for consultado", disse o ministro.

Os ministérios da Fazenda e o do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (Mdic) são contra o fim da taxa das blusinhas.

Geraldo Alckmin, que até o mês passado estava à frente do Mdic, defendeu o imposto e disse que não há decisão do governo sobre revogar a taxação.

Empresários e trabalhadores de 67 associações chegaram a enviar um ofício ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em protesto contra o possível fim da taxa.  

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Escala 6×1: ministro da Fazenda diz que pode haver transição para ‘alguns setores’, mas que conta não pode sobrar para o Tesouro

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/04/2026 16:09

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,984-0,18%Dólar TurismoR$ 5,181-0,09%Euro ComercialR$ 5,873-0,17%Euro TurismoR$ 6,116-0,11%B3Ibovespa195.578 pts-0,63%MoedasDólar ComercialR$ 4,984-0,18%Dólar TurismoR$ 5,181-0,09%Euro ComercialR$ 5,873-0,17%Euro TurismoR$ 6,116-0,11%B3Ibovespa195.578 pts-0,63%MoedasDólar ComercialR$ 4,984-0,18%Dólar TurismoR$ 5,181-0,09%Euro ComercialR$ 5,873-0,17%Euro TurismoR$ 6,116-0,11%B3Ibovespa195.578 pts-0,63%Oferecido por

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, admitiu nesta sexta-feira (17) que pode ser necessário, na discussão e eventual implementação do fim da escala 6×1, a transição para alguns setores da economia. Mas ponderou, também, que a "conta" não pode sobrar para o Tesouro Nacional.

As declarações foram dadas durante entrevista coletiva a jornalistas em Washington (Estados Unidos), onde Durigan participa das reuniões de Primavera do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial.

"Discussão tem que se dar no âmbito do Congresso para que ouça todos setores da economia. Acho importante, e tenho visto nos estudos mais recentes, é que são cada vez menos os setores impactados. Muitos setores já têm dinâmicas de escalas diferentes de 5×2, 4×3. Sou muito favorável a debater, entender com os setores como se adaptar, ter alguma transição a alguns setores, para ter tempo de adaptação", disse o ministro.

Nesta semana, o deputado federal Paulo Azi (União-BA) apresentou, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados, relatório favorável ao avanço de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem a redução da jornada semanal de trabalho no Brasil. A votação foi adiada por pedidos de vista.

Antes disso, entretanto, o parlamentar sugeriu a discussão sobre uma regra de transição, progressiva, para a entrada das novas regras em vigor e a adaptação do setor produtivo.

Azi propôs também uma compensação para as empresas, com a redução de tributos, especialmente sobre a folha de pagamentos, considerando a possibilidade de elevação de gastos com pessoal caso a redução de jornada entre em vigor.

🔎As discussões no Congresso Nacional tratam de propostas que envolvem redução da jornada de trabalho para quatro dias por semana, com prazo de 360 dias para entrada em vigor da nova regra, mas o próprio relator admite que, posteriormente, isso pode ser alterado para uma jornada máxima maior, de 40 horas — em linha com a proposta do governo federal.

O ministro da Fazenda se posicionou contrário a uma eventual compensação a setores da economia por conta da adoção de compensação para as empresas por eventuais aumentos de gastos com a folha de pagamentos.

"Tem ganhado apelo a pauta, acho uma pauta muito meritória. Tenho ressaltado que, como se fez no passado, que não pode sobrar uma conta para o Tesouro. Tem que ser reconhecimento de um ganho civilizacional, geracional para os trabalhadores. Não é possível que se queira financiar com recursos públicos, da sociedade como um todo, um avanço como esse", acrescentou Durigan

À GloboNews, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, disse nesta sexta no entanto que o governo quer "que a escala 6×1 acabe já" e fez críticas à proposta apresentada pelo relator do projeto na Câmara.

"Uma transição pode ser de adaptação, de 90 dias, não é? É preciso dar um prazo mínimo para as empresas se adaptarem, organizarem as escalas de trabalho. Agora, nós não admitimos nenhum tipo de transição como foi pensada na CCJ pelo relator Paulo Azi. Aí não é transição, é postergação, né?", disse Boulos.

Representantes do setor produtivo consideram que a redução da jornada de trabalho implica aumento de custos para o empregador, com prejuízos à competitividade das empresas e impactos sobre a geração de novas vagas.

Na avaliação de economistas, o debate no governo federal e no Congresso Nacional precisa ser acompanhado de discussões sobre ganhos de produtividade que, segundo eles, virão principalmente com o aumento da qualificação dos trabalhadores, inovação e investimentos em melhorias em infraestrutura e logística.

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Escala 6×1: governo admite mudança gradual, mas descarta benefício a empresários

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/04/2026 16:09

Trabalho e Carreira Escala 6×1: governo admite mudança gradual, mas descarta benefício a empresários Governo admite transição para fim da escala 6×1, mas descarta desoneração e adia votação de projeto sobre aplicativos em meio à falta de consenso no Congresso. Por Lisandra Paraguassu — Brasília

O governo admite a possibilidade de incluir no projeto que termina com a escala de trabalho 6×1 uma transição, mas não há espaço para uma nova desoneração para compensar os empresários, disse na última quarta-feira (15) o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães. 

Em conversa com jornalistas no Palácio do Planalto, Guimarães afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pretende anunciar a redução da escala de trabalho em maio, quando se comemora o mês dos trabalhadores. 

"Nunca se votou matérias polêmicas sem que os dois lados não cedessem. Estamos abertos a discutir. Transição é possível, mas desoneração acho que não tem mais espaço", disse o ministro, que tomou posse no cargo nesta semana.

Essas são duas alternativas discutidas no Congresso para tentar conter a resistência dos empresários à medida, que reduz em um dia a escala de trabalho e passa de 44 horas para 40 horas semanais. 

Na quarta-feira (15), o governo protocolou o texto de um projeto de lei com regime de urgência, depois de uma conversa entre Lula e o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB). Motta defende a tramitação de uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) sobre o mesmo tema, mas o governo considera que a tramitação da PEC é mais lenta. 

Mudança da escala 6×1 teve grande adesão nas redes sociais e impulsionou projetos no Congresso — Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

Guimarães disse ainda que o projeto que regulamenta o trabalho por aplicativos de entregas e transporte deverá ser votado pelo Congresso apenas depois das eleições, já que não houve acordo. 

Essa é uma das apostas do governo para atrair um grupo de trabalhadores que Lula tem tido dificuldade de atingir, mas a proposta que tramita no Congresso, depois das modificações, perdeu o apoio do governo. 

"Não votamos porque não tem acordo sobre nada. Plataformas não concordam, os trabalhadores também não, e a oposição está esperando um vacilo para dizer que o governo vai prejudicar os trabalhadores", disse. "Minha posição e do governo é de deixar para depois da eleição."

O ministro afirmou ainda na entrevista que as medidas em estudo pelo governo para combater o endividamento das famílias também devem ser apresentadas por Lula nos próximos dias e devem incluir algo em relação às apostas online conhecidas como "bets".

Ele pontuou, no entanto, que não há ainda um consenso dentro do governo. Recentemente, em entrevista, Lula afirmou que, por ele, as "bets" seriam novamente proibidas no país. 

"Eu sei a posição do presidente, mas precisamos levar em conta a correlação de forças no Congresso", disse Guimarães. "O que sinto é que o Congresso topa regulamentar."

A atuação das "bets" já foi regulamentada, mas o governo estudaria agora um texto mais duro, já que a situação atual tem impactado o endividamento da população. A proibição, no entanto, dificilmente passaria.

Fim da escala 6×1: por que empresários resistem à redução da jornada de trabalho? — Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

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Como reabertura do Estreito de Ormuz e queda no valor do petróleo podem afetar o Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/04/2026 16:09

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,984-0,18%Dólar TurismoR$ 5,181-0,09%Euro ComercialR$ 5,873-0,17%Euro TurismoR$ 6,116-0,11%B3Ibovespa195.578 pts-0,63%MoedasDólar ComercialR$ 4,984-0,18%Dólar TurismoR$ 5,181-0,09%Euro ComercialR$ 5,873-0,17%Euro TurismoR$ 6,116-0,11%B3Ibovespa195.578 pts-0,63%MoedasDólar ComercialR$ 4,984-0,18%Dólar TurismoR$ 5,181-0,09%Euro ComercialR$ 5,873-0,17%Euro TurismoR$ 6,116-0,11%B3Ibovespa195.578 pts-0,63%Oferecido por

Os preços do petróleo despencaram em todo o mundo nesta sexta-feira (17/04) após o Irã anunciar a reabertura do Estreito de Ormuz durante o cessar-fogo acordado com os Estados Unidos.

O preço do petróleo Brent, referência internacional, caiu cerca de 10%, para US$ 89,43 (R$444,04) o barril nesta manhã.

Os preços ainda permanecem mais altos do que antes do início do conflito, em 28 de fevereiro — na época, o barril era negociado a cerca de US$ 70 (R$ 360,97) —, mas a queda atual é considerada bastante significativa.

O Estreito de Ormuz é uma rota marítima crucial por onde passam cerca de 20% do petróleo e do gás natural liquefeito (GNL) do mundo.

Os EUA chegaram a anunciar que iniciariam um bloqueio naval no local no início desta semana, depois de o Irã ter efetivamente fechado o canal de transporte por semanas, em resposta ao ataque dos Estados Unidos e Israel ao Irã em fevereiro.

Nesta sexta, entretanto, o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, disse que o estreito seria "declarado completamente aberto" pelo "período restante do cessar-fogo".

"Em consonância com o cessar-fogo no Líbano, a passagem de todas as embarcações comerciais pelo Estreito de Ormuz está declarada completamente aberta pelo período restante do cessar-fogo, na rota coordenada já anunciada pela Organização de Portos e Assuntos Marítimos da República Islâmica do Irã", disse Araghchi em um comunicado divulgado pela rede social X (antigo Twitter).

O Brasil pode se beneficiar desse novo cenário, já que a baixa do petróleo Brent invariavelmente deve atingir o mercado nacional, que contava, até então, com ajuda apenas de um pacote do governo federal para segurar o encarecimento dos combustíveis no país e o impacto da alta do querosene de aviação no preço das passagens aéreas.

O diesel preocupa o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), por ser o principal combustível que alimenta o transporte de mercadorias e da safra agrícola do Brasil. O Palácio do Planalto já havia anunciado, em 12 de março, R$ 30 bilhões para mitigar seu encarecimento.

O objetivo era garantir um desconto de R$ 0,64 por litro no preço na bomba, ao aliar redução de impostos e uma subvenção de R$ 0,32 por litro produzido no Brasil ou importado.

A subvenção é um incentivo dado diretamente às empresas pelo governo. Em um segundo conjunto de ações anunciado em abril, a gestão Lula ampliou esse subsídio, que chegará a R$ 1,12 para o litro produzido no país.

Há ainda a isenção dos impostos federais (PIS e Cofins) para o querosene de aviação (QAV) — gerando economia de R$ 0,07 por litro de combustível —, duas linhas de crédito no valor de R$ 9 bilhões para o setor e a prorrogação para dezembro das tarifas de navegação da Força Aérea Brasileira referentes a abril, maio e junho.

O problema é que este pacote se vê ameaçado, principalmente as medidas ligadas ao diesel, que demoram a chegar integralmente aos consumidores por limitações na implementação da subvenção.

Isso porque duas grandes empresas do setor (Ipiranga e Raízen), responsáveis por grande parte das importações privadas de diesel, se recusaram a aderir à política em um primeiro momento.

A falta de adesão estaria relacionada à obrigação de seguir limites para o preço do diesel estabelecidos pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) a partir de valores de mercado.

A Vibra — a antiga BR Distribuidora — também não participou da primeira fase do projeto, mas mudou de ideia em decisão tomada no último dia 9.

Nesse sentido, portanto, uma queda dos preços globais pode ajudar a contornar a falta de adesão do pacote governamental.

Mas o efeito da queda mundial do preço do barril de petróleo pode levar semanas para chegar às bombas.

Ao mesmo tempo, a bolsa e o real exibem apreciação nesta sexta diante do alívio na percepção de risco global com a reabertura do Estreito de Ormuz e a expectativa pelo fim dos embates no Oriente Médio.

Perto das 10h50, o dólar à vista era negociado em queda de 0,52%, a R$ 4,9667, depois de ter batido na mínima de R$ 4,9502, o menor patamar ao longo do próprio dia de negociação desde março de 2024.

Análise do banco BTG Pactual assinado pela economista Iana Ferrão, porém, afirma que nos últimos 10 anos o Brasil passa por uma mudança estrutural que fez com que o choque do petróleo reforçasse o cenário externo do Brasil.

"No início dos anos 2000, o país ainda se caracterizava, do ponto de vista do setor externo, como importador líquido de petróleo e derivados. Nesse contexto, altas no Brent deterioravam a balança comercial e ampliavam o déficit em transações correntes", diz Ferrão em sua análise.

"A partir de 2016, contudo, observa-se uma inflexão estrutural. O saldo da balança de petróleo e derivados torna-se consistentemente positivo e crescente, e os choques altistas no Brent passam a exercer efeito favorável sobre as contas externas, refletindo a transição do Brasil para exportador líquido de petróleo."

Ou seja, a alta no preço do petróleo nas ultimas semanas estava reforçando, em vez de prejudicar, o cenário externo brasileiro, com melhora nas projeções de balança comercial e transações correntes.

Segundo o relatório do BTG, no início dos anos 2000, um aumento de 10% no preço do barril de petróleo Brent ampliava o déficit nas transações correntes do Brasil — resultado das trocas comerciais, de serviços e rendas entre residentes e não residentes no país — em 0,05 ponto percentual (p.p.) do PIB. Em 2026, no entanto, esse mesmo choque reduz o déficit em conta corrente em 0,16 p.p. do PIB.

No caso da balança comercial, enquanto um aumento de 10% do petróleo diminuiu o saldo da balança comercial do Brasil em US$ 300 milhões no início dos anos 2000, hoje esse movimento engorda o saldo em US$ 3,7 bilhões.

"O Brasil hoje se beneficia de uma alta do preço do petróleo porque a exposição positiva em petróleo bruto exportado domina a exposição negativa via derivados importados", diz. A alta recente do Brent reforçava essa tendência, segundo ela.

O relatório do BTG, publicado em 13 de abril, ainda apontava que se o preço do petróleo Brent se mantivesse em torno de US$100 até o fim do próximo ano, sem grandes mudanças no cenário, o saldo da balança comercial total do Brasil subiria para algo próximo de US$93 bilhões.

No oposto, uma volta rápida do Brent para US$70 reduziria o saldo para perto de US$80 bilhões em 2026 e US$85 bilhões em 2027.

Como reabertura do Estreito de Ormuz e queda no valor do petróleo podem afetar o Brasil — Foto: Costfoto/NurPhoto via Getty Images/BBC

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Argentinos e chilenos lideram maior entrada de turistas estrangeiros no Brasil em 2026

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/04/2026 14:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,989-0,08%Dólar TurismoR$ 5,175-0,2%Euro ComercialR$ 5,8820,000%Euro TurismoR$ 6,122-0,02%B3Ibovespa196.346 pts-0,24%MoedasDólar ComercialR$ 4,989-0,08%Dólar TurismoR$ 5,175-0,2%Euro ComercialR$ 5,8820,000%Euro TurismoR$ 6,122-0,02%B3Ibovespa196.346 pts-0,24%MoedasDólar ComercialR$ 4,989-0,08%Dólar TurismoR$ 5,175-0,2%Euro ComercialR$ 5,8820,000%Euro TurismoR$ 6,122-0,02%B3Ibovespa196.346 pts-0,24%Oferecido por

O Brasil registrou recorde de turistas internacionais no primeiro trimestre de 2026. Cerca de 2,33 milhões de visitantes estrangeiros desembarcaram no país por via aérea, um crescimento de 19,4% em relação ao mesmo período de 2025.

Os dados fazem parte de um levantamento da Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo (Embratur) e foram divulgados nesta sexta-feira (17).

Considerando todos os meios de transporte — aéreo, terrestre, marítimo e fluvial — o país também alcançou o melhor resultado da série histórica para o período, com 3,74 milhões de chegadas nos três primeiros meses do ano.

Entre as nacionalidades, os argentinos lideram o fluxo de turistas, com 780.578 visitantes, seguidos por chilenos, com 316.252, e norte-americanos, com 213.401 (leia mais abaixo).

O Brasil também atraiu europeus, com destaque para portugueses, que representaram 113.765 visitas, e alemães, com 74.409.

Na distribuição por estados, São Paulo (855.191) e Rio de Janeiro (843.615) concentram a maior parte das entradas de estrangeiros.

Santa Catarina aparece na sequência, com mais de 328 mil chegadas, seguido por Bahia, com 83.570, e Pernambuco, com 52.031.

Segundo o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, o resultado já corresponde a 50% da meta projetada para o ano.

“Nosso objetivo é alcançar 7,5 milhões de turistas internacionais até o fim de 2026. Apenas no primeiro trimestre, já atingimos metade dessa meta”, afirmou.

Movimento de passageiros no Aeroporto Internacional Tom Jobim, o Galeão. — Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

O transporte aéreo manteve desempenho positivo ao longo do período. Em janeiro, foram registradas 742.848 entradas de turistas internacionais por via aérea, alta de 22,15% na comparação com o mesmo mês de 2025. Em fevereiro, o volume chegou a 835.464 visitantes e, em março, a 750.934.

“Mesmo em meses em que o total geral de chegadas por todos os modais apresentou leve retração em relação ao ano anterior, como janeiro e fevereiro, o transporte aéreo seguiu em expansão, consolidando-se como a principal porta de entrada de turistas estrangeiros no Brasil”, destacou o governo federal.

O levantamento da Embratur considera somente pessoas que moram fora do Brasil, tanto estrangeiros quanto brasileiros que vivem no exterior.

"Esse recorte permite medir com mais precisão o fluxo internacional de visitantes que ingressam no país, sem incluir brasileiros que retornam de viagens, oferecendo um retrato mais fiel do turismo internacional", complementa o informe.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Quaest: 29% dos brasileiros dizem que costumam apostar em bets, e 71% dizem que não

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/04/2026 12:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,986-0,14%Dólar TurismoR$ 5,173-0,25%Euro ComercialR$ 5,8840,03%Euro TurismoR$ 6,122-0,02%B3Ibovespa196.272 pts-0,28%MoedasDólar ComercialR$ 4,986-0,14%Dólar TurismoR$ 5,173-0,25%Euro ComercialR$ 5,8840,03%Euro TurismoR$ 6,122-0,02%B3Ibovespa196.272 pts-0,28%MoedasDólar ComercialR$ 4,986-0,14%Dólar TurismoR$ 5,173-0,25%Euro ComercialR$ 5,8840,03%Euro TurismoR$ 6,122-0,02%B3Ibovespa196.272 pts-0,28%Oferecido por

Pesquisa Quaest divulgada nesta sexta-feira (17) aponta que 29% dos brasileiros dizem ter o costume de fazer apostas esportivas pela internet, em bets.

Levantamento verificou prática de apostas esportivas em diferentes recortes, como região, sexo, faixa etária e renda.

Pesquisa Quaest divulgada nesta sexta-feira (17) aponta que 29% dos brasileiros dizem ter o costume de fazer apostas esportivas pela internet, em bets. Outros 71% dos entrevistados responderam que não costumam apostar.

O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 9 e 13 de abril. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

Infográfico da pesquisa Quaest de abril de 2026 sobre o consumo de apostas esportivas no Brasil — Foto: Arte/g1

A pesquisa também verificou sobre a prática de apostas esportivas em diferentes recortes, como região, sexo, faixa etária e renda.

Veja abaixo os percentuais de respostas para a pergunta "Você tem costume de fazer apostas esportivas pela internet?" em diferentes estratos:

Sul: Sim (37%) | Não (63%)Sudeste: Sim (29%) | Não (71%)Centro-Oeste / Norte: Sim (27%) | Não (73%)Nordeste: Sim (25%) | Não (75%)

No recorte por gênero, 33% dos homens costumam apostar, enquanto entre as mulheres o índice é de 21%.

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Em relação a idade, o percentual de quem diz ter costume de apostar em bets é de 27% entre pessoas com entre 16 e 34 anos; 30% entre 35 e 59 anos; e 30% entre aqueles com 60 anos ou mais.

Entre quem tem renda familiar de 2 a 5 salários mínimos, 32% responderam ter costume de fazer apostas. O índice é de 26% entre quem recebe mais de 5 salários mínimos e de 24% entre quem ganha até 2 salários mínimos.

A religião também interfere no resultado da pesquisa. Um percentual menor de evangélicos (23%) disse apostar em bets, na comparação com católicos (34%).

Quando se compara a resposta dada de acordo com o posicionamento político do entrevistado, 33% dos bolsonaristas afirmam fazer apostas esportivas pela internet. 

O número é de 31% entre eleitores independentes – que não se identificam como esquerda, esquerda, lulista ou bolsonarista.

Entre a esquerda não-lulista, 27% responderam que costumam apostar, e entre os lulistas, 26%. A direita não-bolsonarista registrou 25% de adeptos a bets.

Brasil é o quinto maior mercado mundial de bets, segundo levantamento recente. — Foto: Getty Images via BBC

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Ações da Netflix caem mais de 10% após projeções fracas e saída de Hastings ampliar dúvidas sobre crescimento

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/04/2026 12:04

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,979-0,29%Dólar TurismoR$ 5,169-0,33%Euro ComercialR$ 5,882-0,01%Euro TurismoR$ 6,122-0,02%B3Ibovespa196.349 pts-0,24%MoedasDólar ComercialR$ 4,979-0,29%Dólar TurismoR$ 5,169-0,33%Euro ComercialR$ 5,882-0,01%Euro TurismoR$ 6,122-0,02%B3Ibovespa196.349 pts-0,24%MoedasDólar ComercialR$ 4,979-0,29%Dólar TurismoR$ 5,169-0,33%Euro ComercialR$ 5,882-0,01%Euro TurismoR$ 6,122-0,02%B3Ibovespa196.349 pts-0,24%Oferecido por

As ações da Netflix caíram mais de 10% nas negociações iniciais desta sexta-feira (17), enquanto investidores digeriam uma projeção considerada morna e a saída inesperada do cofundador e presidente Reed Hastings, em meio a dúvidas sobre o próximo motor de crescimento da pioneira do streaming.

No início deste ano, a Netflix abandonou uma tentativa de alto perfil de adquirir a Warner Bros Discovery, desistindo do que poderia ser um negócio transformador em troca de uma multa de rescisão de US$ 2,8 bilhões.

“O próximo desafio da Netflix será diversificar de fato suas receitas, reduzindo a dependência quase total das assinaturas”, disse Ross Benes, analista da eMarketer.

A saída de Hastings já era amplamente esperada desde que ele deixou o cargo de co-CEO em 2023, passando a gestão do dia a dia para Ted Sarandos e Greg Peters. Ainda assim, o anúncio ocorreu em um momento sensível para a empresa, segundo analistas.

Com o crescimento de assinantes atingindo um teto em mercados mais maduros, analistas dizem que aumentos de preço podem compensar a desaceleração — mas não por muito tempo.

“Gerar mais receita por usuário será a principal chave para manter o crescimento elevado, mas não acreditamos que a empresa consiga continuar aumentando preços no ritmo recente todos os anos”, disse Matthew Dolgin, analista da Morningstar. “E isso não acontece no vácuo.”

Reed Hastings, cofundador da Netflix, em foto de 18 de outubro de 2021 — Foto: Reuters/David Swanson

Se as perdas se mantiverem, mais de US$ 44 bilhões podem ser eliminados do valor de mercado da empresa nesta sexta-feira.

As ações acumulam queda de mais de 18% desde o início de dezembro, quando a Netflix apresentou a proposta pela Warner Bros Discovery. Elas haviam se recuperado cerca de 21% até o fechamento de quinta-feira, após o negócio ser abandonado no fim de fevereiro.

“Apesar de preços mais fortes no curto prazo, a ausência de uma revisão para cima nas projeções anuais provavelmente decepcionou o mercado e reduz a visibilidade sobre uma aceleração significativa até 2027”, disse Parth Talsania, CEO da Equisights Research.

A Netflix superou as expectativas de receita e lucro no primeiro trimestre, mas projetou lucro por ação para o trimestre atual abaixo das estimativas dos analistas, alertando que o crescimento da receita deve desacelerar para o ritmo mais fraco em um ano, segundo dados da LSEG.

“Os investidores entraram no resultado com expectativas elevadas que a Netflix não conseguiu atingir totalmente”, disse Ralph Schackart, analista da William Blair. “Não houve nada que mudasse a tese.”

Analistas da Raymond James afirmaram que a forte valorização das ações antes do balanço deixou pouco espaço para decepções.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Mais aluguel, menos casas quitadas e cidades mais verticais: como mudou a moradia no Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/04/2026 11:04

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,963-0,6%Dólar TurismoR$ 5,161-0,48%Euro ComercialR$ 5,872-0,18%Euro TurismoR$ 6,111-0,19%B3Ibovespa197.645 pts0,42%MoedasDólar ComercialR$ 4,963-0,6%Dólar TurismoR$ 5,161-0,48%Euro ComercialR$ 5,872-0,18%Euro TurismoR$ 6,111-0,19%B3Ibovespa197.645 pts0,42%MoedasDólar ComercialR$ 4,963-0,6%Dólar TurismoR$ 5,161-0,48%Euro ComercialR$ 5,872-0,18%Euro TurismoR$ 6,111-0,19%B3Ibovespa197.645 pts0,42%Oferecido por

O Brasil ultrapassou 79 milhões de domicílios em 2025, mas o crescimento das moradias na última década veio acompanhado de uma mudança no perfil de ocupação: menos casas próprias quitadas, mais imóveis alugados e avanço dos apartamentos nas cidades.

Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgada nesta sexta-feira (17) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatistica (IBGE).

No ano passado, 23,8% dos domicílios do país — o equivalente a 18,9 milhões de moradias — eram alugados. Em 2016, essa proporção era de 18,4% (12,3 milhões). Na prática, isso significa que o número de imóveis alugados cresceu 54,1% em nove anos.

Na direção contrária, a participação das moradias próprias já quitadas caiu de 66,8% para 60,2% no mesmo período, mantendo uma tendência de redução ao longo da série histórica.

Os imóveis próprios ainda em pagamento permaneceram relativamente estáveis ao longo da série histórica, passando de 6,2% para 6,8% entre 2016 e 2025. Apenas no último ano da série, entre 2024 e 2025, esse grupo cresceu 15,9%, indicando maior dependência do financiamento imobiliário.

🏠 Com a taxa básica de juros (Selic) em 15% ao ano em meados de 2025, o crédito imobiliário ficou mais caro, o que dificultou o acesso à casa própria. Nesse cenário, muitas famílias passaram a adiar a compra do imóvel ou enfrentaram mais dificuldades para pagar o financiamento. Esse movimento ajuda a explicar o avanço das moradias alugadas e a redução da participação das casas próprias já quitadas.

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William Kratochwill, analista da PNAD Contínua, afirma que os dados indicam uma mudança na forma de acesso à moradia no país. Embora a renda dos brasileiros tenha crescido de forma consistente ao longo dos últimos anos, ele frisa que o avanço não tem sido suficiente para permitir a entrada de muitas famílias no sistema formal de habitação.

“O que nós vemos é um aumento de rendimento ao longo dos anos que tem sido consistente, mas talvez não seja suficiente para que as pessoas tenham acesso ao sistema de habitação”, explicou.

O avanço do aluguel também aparece de forma clara nas capitais brasileiras, embora com intensidades diferentes entre as cidades.

Em 2025, algumas capitais já registravam mais de um terço dos domicílios ocupados por locação. Palmas liderava com folga, com 47,3% das moradias alugadas — praticamente metade do total. Em seguida aparecem Florianópolis (36%), Goiânia (35,3%) e Brasília (34,5%).

Nas grandes metrópoles, o aluguel também ganhou espaço ao longo da última década. Em São Paulo, a proporção de domicílios alugados passou de 26,4% em 2016 para 29,9% em 2025. No Rio de Janeiro, subiu de 20,3% para 28,2%. Em Belo Horizonte, o avanço foi ainda maior, de 19,5% para 29,6%.

Mesmo nas cidades onde a casa própria ainda predomina, a presença do aluguel vem aumentando. Em Belém, por exemplo, a proporção de domicílios alugados quase dobrou em nove anos, passando de 11,1% para 21,2%.

Segundo o analista da PNAD Contínua, o crescimento do aluguel também está ligado a um processo de concentração do patrimônio imobiliário. Isso porque uma fatia relevante dos novos apartamentos construídos não é ocupada pelos próprios donos, mas destinada ao mercado de locação.

Na prática, uma mesma pessoa pode ser proprietária de mais de um imóvel, alugando essas unidades para outras famílias. Com isso, a posse desse tipo de patrimônio tende a ficar concentrada entre menos proprietários.

“Grande parte desses novos apartamentos pertence a alguém que não os utiliza como moradia e está alugando”, explicou Kratochwill.

Na avaliação dele, esse cenário indica que a riqueza associada à propriedade de imóveis acaba ficando “na mão de proporcionalmente menos pessoas”.

Os dados da pesquisa do IBGE mostram que o crescimento dos apartamentos tem sido um dos principais fatores de transformação no perfil das moradias no país — especialmente nas capitais.

Entre as grandes cidades, Porto Alegre já tem maioria de apartamentos: em 2025, eles representam 52,1% dos domicílios da capital gaúcha. Vitória aparece logo atrás, com 49,9%, praticamente metade das moradias. Em Belo Horizonte, os apartamentos também já se aproximam da metade do total, com 45,1%.

Algumas capitais registraram mudanças ainda mais rápidas. João Pessoa teve um dos maiores saltos: a participação de apartamentos passou de 30% para 45,9% dos domicílios. Aracaju também apresentou crescimento expressivo, de 26,8% para 39,6%. Em Brasília, a proporção passou de 26,7% para 38,5%.

Mesmo em capitais onde as casas ainda predominam, os apartamentos vêm ganhando espaço. Em Manaus, por exemplo, a participação passou de 18,8% para 24,5%. Em Fortaleza, subiu de 21,8% para 25,9%.

Já algumas capitais permanecem mais horizontalizadas. Campo Grande tem apenas 9,8% de apartamentos, enquanto Porto Velho registra 13% e Rio Branco, 13,2%.

No Brasil, a parcela de moradores que vivem em apartamentos passou de 11,6% em 2016 para 15% em 2025. Nas capitais mais verticalizadas, essa proporção é muito maior: em Porto Alegre, por exemplo, 45,9% dos moradores vivem em apartamentos; em Belo Horizonte, são 42,2%; e no Rio de Janeiro, 39,9%.

Segundo o analista da PNAD Contínua William Kratochwill, esse processo reflete a forma como as cidades vêm se expandindo. A verticalização permite concentrar mais moradias em áreas urbanas onde o espaço é limitado.

“Colocam-se 20 ou 30 famílias em um terreno onde antes cabiam duas casas”, observa o pesquisador.

Esse modelo também acompanha a lógica do mercado imobiliário. De acordo com o pesquisador, edifícios tendem a oferecer maior potencial de rentabilidade para incorporadoras do que construções horizontais, o que reforça a expansão desse tipo de empreendimento nas áreas urbanas.

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Rio de Janeiro já tentou implantar placas com bandeira do estado, mas ministério foi contra; relembre

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/04/2026 11:04

Carros Rio de Janeiro já tentou implantar placas com bandeira do estado, mas ministério foi contra; relembre Em 2018, durante a implementação do novo modelo, o estado usava a bandeira do RJ e o brasão do município onde acontecia o emplacamento. Ministério das Cidades derrubou medida para reduzir custos. Por Redação g1

Projeto de lei quer recolocar nomes de estados e municípios nas placas dos veículos, além da bandeira da unidade da federação.

Em 2018, durante a implantação das placas Mercosul, o Rio de Janeiro tentou colocar a bandeira do estado, além do brasão do município, mas o Ministério das Cidades foi contrário.

Um projeto de lei quer recolocar nomes de estados e municípios nas placas dos veículos, além da bandeira da unidade da federação. A medida é uma proposta do senador Esperidião Amin (PP-SC).

Em 2018, durante a implantação das placas Mercosul, o Rio de Janeiro tentou colocar a bandeira do estado, além do brasão dos municípios, mas o Ministério das Cidades foi contrário.

A medida, segundo a pasta, tinha como objetivo reduzir custos, mas manteria outros itens de segurança na placa.

"Após análise técnica de viabilidade e impacto, decidimos retirar os brasões das novas Placas Padrão Mercosul. Com isso, evitaremos qualquer despesa extra aos condutores de nosso país, embora o objetivo tenha sido desde o início apenas adotar um modelo mundial de identificação veicular e proporcionar mais agilidade por parte da polícia e segurança a todos", afirmou o então ministro das Cidades, Alexandre Baldy.

A projeto atual foi aprovado na última terça-feira (14) na Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados e segue para análise na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para o autor do projeto, a medida pode ajudar autoridades a identificar a origem dos veículos em casos de infrações, furtos e roubos.

O relator na comissão, deputado Hugo Leal (PSD-RJ), afirmou que a mudança pode reforçar o senso de pertencimento regional e facilitar a identificação de veículos “de fora”.

Segundo o autor do projeto, a identificação pode ajudar autoridades de trânsito e policiais a identificarem com facilidade a origem de um veículo em casos de infrações furtos, roubos e outros crimes envolvendo veículos.

O relator na comissão, deputado Hugo Leal (PSD-RJ), argumentou que a medida pode resgatar o significado cultural e identitário das placas, reforçando o senso de pertencimento regional.

A placa padrão Mercosul passou a ser obrigatória no Brasil no início de 2020 e, além de tirar o estado e o município do veículo, trouxe mudanças como:

combinação de letras e números em um novo formato;aumento da quantidade de combinações possíveis;uso de QR Code para consulta de dados.

À época da implementação, o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) justificou a mudança afirmando que o sistema antigo estava próximo de atingir seu limite de combinações possíveis.

Com o novo formato alfanumérico da placa Mercosul, a capacidade foi expandida para cerca de 450 milhões de combinações.

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Preço do petróleo cai 10% após reabertura do Estreito de Ormuz

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/04/2026 11:04

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,963-0,6%Dólar TurismoR$ 5,161-0,48%Euro ComercialR$ 5,872-0,18%Euro TurismoR$ 6,111-0,19%B3Ibovespa197.645 pts0,42%MoedasDólar ComercialR$ 4,963-0,6%Dólar TurismoR$ 5,161-0,48%Euro ComercialR$ 5,872-0,18%Euro TurismoR$ 6,111-0,19%B3Ibovespa197.645 pts0,42%MoedasDólar ComercialR$ 4,963-0,6%Dólar TurismoR$ 5,161-0,48%Euro ComercialR$ 5,872-0,18%Euro TurismoR$ 6,111-0,19%B3Ibovespa197.645 pts0,42%Oferecido por

O preço do petróleo caiu 10%, nesta sexta-feira (17), após a reabertura do Estreito de Ormuz, segundo a agência France-Presse.

Por volta das 10h10 no horário de Brasília, o preço do barril de Brent do Mar do Norte, para entrega em junho, caía 10,42%, a US$ 89,03.

Já o equivalente americano, o barril de West Texas Intermediate, para entrega em maio, recuava 11,11%, a US$ 84,17.

Embarcação no Estreito de Ormuz, ao largo da costa da província de Musandam, Omã, 12 de abril de 2026. — Foto: Reuters

O preço do petróleo caiu 10%, nesta sexta-feira (17), após a reabertura do Estreito de Ormuz, segundo a agência France-Presse.

Por volta das 10h10 no horário de Brasília, o preço do barril de Brent do Mar do Norte, para entrega em junho, caía 10,42%, a US$ 89,03. Já o equivalente americano, o barril de West Texas Intermediate, para entrega em maio, recuava 11,11%, a US$ 84,17.

Mais cedo, o Irã anunciou a reabertura total da passagem para embarcações nquanto durar o cessar-fogo com os Estados Unidos.

Todos os navios poderão circular livremente pela passagem pelo período restante da trégua, que expira na quarta-feira (22).

"De acordo com o cessar-fogo no Líbano, a passagem para todos os navios comerciais pelo Estreito de Ormuz é declarada completamente aberta pelo período restante do cessar-fogo, na rota coordenada já anunciada pela Organização de Portos e Marítima da República Islâmica do Irã", declarou o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, que anunciou a reabertura.

Após o anúncio, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, agradeceu o Irã pela abertura total do Estreito de Ormuz.

"O Irã acaba de anunciar que o Estreito do Irã está totalmente aberto e pronto para a livre passagem. Obrigado!", disse na Truth Social.

A reabertura do Estreito de Ormuz ocorre em meio a uma tentativa de redução das tensões no Oriente Médio, após o anúncio de um cessar-fogo de dez dias entre Israel e Líbano, mediado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

O acordo envolve indiretamente o Hezbollah, apoiado pelo Irã, e ainda enfrenta incertezas sobre sua implementação.

Nesse cenário, a liberação da principal rota de escoamento de petróleo do mundo sinaliza um alívio temporário nas preocupações com o fornecimento global de energia.

Nos últimos dias, restrições e tensões envolvendo o Irã e os Estados Unidos haviam elevado o risco de interrupções no tráfego marítimo, afetando diretamente os mercados internacionais de petróleo.

A passagem de um primeiro petroleiro pelo estreito desde o início do bloqueio reforça a percepção de normalização parcial das operações, embora analistas apontem que a situação permanece frágil e dependente da manutenção da trégua na região.

O Estreito de Ormuz é uma faixa estreita de mar que liga o Golfo Pérsico ao Golfo de Omã — e, consequentemente, ao oceano aberto.

Ele é considerado uma das rotas marítimas mais importantes do mundo porque por ali passa uma grande parte do petróleo exportado por países do Oriente Médio, como Arábia Saudita, Irã, Iraque e Emirados Árabes Unidos.

A região funciona como um “corredor” obrigatório para navios petroleiros: qualquer bloqueio ou tensão na região pode afetar diretamente o preço do petróleo e a economia global.

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