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Projeto que põe fim à escala 6×1 deve ser votado em até três meses, dizem ministros

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 18/04/2026 04:59

Trabalho e Carreira Projeto que põe fim à escala 6×1 deve ser votado em até três meses, dizem ministros Texto enviado com urgência constitucional limita a tramitação a até 45 dias em cada Casa e pode virar lei ainda neste semestre. Por Lisandra Paraguassu — Brasília

O projeto de lei enviado pelo governo que põe fim à escala de trabalho 6×1 deve ser analisado pelo Congresso em até três meses para depois ser sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, disse na última quarta-feira (15) o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos. 

“O projeto de lei com regime de urgência garante, no máximo, 45 dias de tramitação na Câmara e outros 45 dias no Senado. Estamos falando de cerca de três meses para que isso seja aprovado, vire lei e seja sancionado pelo presidente Lula”, disse.

A mensagem ao Congresso sobre o projeto foi enviada na noite de terça (14), e o texto foi protocolado na manhã da última quarta-feira (15), após uma conversa do governo com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).

O parlamentar patrocinava uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) sobre o mesmo tema, mas, como esse tipo de proposta tem uma tramitação mais demorada — com risco de não ser aprovada antes das eleições —, o governo optou por enviar o projeto de lei com urgência.

Boulos afirma que governo pode impor urgência para votar fim da escala 6×1 em até 45 dias — Foto: Divulgação

O texto do projeto de lei prevê a redução da carga horária semanal de trabalho de 44 para 40 horas, com a escala limitada a, no máximo, cinco dias de trabalho e dois de folga.

“Se for uma escala 4×3, serão 10 horas de trabalho diárias, mas isso passa a ser objeto de negociação em convenção coletiva”, disse o ministro do Trabalho, Luiz Marinho.

A PEC em tramitação na Câmara reduz a quantidade de horas de trabalho prevista na Constituição. Segundo os ministros, não há problema em a proposta continuar tramitando paralelamente, mas o governo quer dar celeridade à redução da escala, e uma PEC tem um processo mais demorado.

Segundo Marinho, apesar de a jornada de 44 horas semanais estar prevista na Constituição, ela pode ser reduzida por meio de projeto de lei — mas não ampliada —, o que, segundo ele, resolve a situação.

“Pode ser que, com a entrada em vigor do projeto de lei, a redução da jornada passe a valer e, depois, seja consolidada por meio de uma PEC, para impedir que governos futuros tentem aumentar a carga horária”, disse o ministro, citando o caso da Argentina, onde o governo de Javier Milei aprovou um aumento da jornada de trabalho para 12 horas diárias.

Mudança da escala 6×1 teve grande adesão nas redes sociais e impulsionou projetos no Congresso — Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

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‘Padrão Mercosul’: como são as placas de carro de cada país? Veja modelos e entenda projeto de mudança no Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 18/04/2026 04:59

Carros 'Padrão Mercosul': como são as placas de carro de cada país? Veja modelos e entenda projeto de mudança no Brasil Apenas quatro países usam o modelo: Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai. A principal diferença entre elas fica na sequência de letras e números. Projeto de lei em comissão propõe mudar placa brasileira. Por Redação g1

Apesar do bloco econômico ter seis membros, só quatro deles utilizam as identificações em veículos: Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai.

Cada um dos quatro países implantou o modelo em momentos diferentes. O primeiro deles foi o Uruguai, ainda em 2015.

Desde 2014, países que fazem parte do Mercosul podem adotar a placa veicular padronizada. Apesar do bloco econômico ter seis membros, só quatro deles utilizam as identificações em veículos: Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai.

Cada um dos quatro países implantou o modelo em momentos diferentes. O primeiro deles foi o Uruguai, ainda em 2015. Em seguida, veio a Argentina, em 2016. O Brasil só começou a implementar o padrão em 2018. O último a passar a usar as novas placas foi o Paraguai, padronizando o modelo a partir de 2024.

As variações são poucas, e acontecem mais no padrão de ordem de letras e números. Todas têm a identificação do Mercosul, além do o nome e a bandeira do país acima, sem identificação de estado ou cidade, como propõe o projeto brasileiro (veja mais abaixo).

No Brasil, as placas do Mercosul começaram a ser implementadas em 1º de dezembro de 2018 para início obrigatório em veículos novos e casos de mudança de domicílio. O Rio de Janeiro foi o primeiro estado a implantar o modelo.

No início, a placa tinha a bandeira do estado e o brasão do município no qual o veículo estava registrado. Mas na época, o Ministério das Cidades, durante o governo Temer, decidiu retirar esses marcadores com o objetivo de reduzir custos para o proprietário do veiculo.

Por aqui, a placa tem fundo branco, faixa azul, o nome Brasil com a bandeira ao lado direito. Também é obrigatório o emblema do Mercosul, um QR Code que serve para garantir a autenticidade, rastreabilidade e segurança do veículo, funcionando com uma espécie de "impressão digital eletrônica".

A placa possui uma sequência três letras, um número, outra letra e mais dois números, no formato ABC 1D23. As cores dos caracteres variam a depender da categoria: preta (veículo particular), vermelha (comercial/aluguel), azul (oficial), verde (especial/teste), dourada (Diplomático) e cinza/prata (coleção/antigo).

No primeiro país do bloco a mudar suas placas veiculares, o modelo possui o mesmo padrão de faixa azul superior, com o nome do país no meio, o símbolo do Mercosul à esquerda e a bandeira do país à direita, além do QR Code para acesso de informações sobre o veículo.

A diferença para a brasileira é a sequência de letras e números. São três letras e quatro números para particulares e variantes por categoria, no formato ABC 1234.

A placa argentina segue o mesmo padrão visual do bloco — fundo branco, faixa azul com nome do país centralizado, bandeira à direita e emblema à esquerda. O QR Code para acesso de informações sobre o veículo também está presente.

O que a diferencia é a sequência alfanumérica: duas letras, quatro números e mais duas letras, no formato AB 123 CD, escolha feita para evitar a formação de palavras.

O Paraguai também adota o padrão visual comum: fundo branco, faixa azul superior com emblema do bloco no lado esquerdo e a bandeira do país no lado direito com o nome Paraguay centralizado acrescentando um QR Code para consulta de informações do veículo.

Na combinação alfanumérica, o país usa ABCD 123 para automóveis e inverte a ordem — 123 ABCD — para motocicletas.

Um projeto de lei quer recolocar nomes de estado e município nas placas dos veículos, além da bandeira da unidade da federação.

A matéria foi aprovada na última terça-feira (14) na Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados e segue para análise na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para o autor do projeto, senador Esperidião Amin (PP-SC), a medida pode ajudar autoridades a identificar a origem dos veículos em casos de infrações, furtos e roubos.

Segundo o autor do projeto, a identificação pode ajudar autoridades de trânsito e policiais a identificarem com facilidade a origem de um veículo em casos de infrações furtos, roubos e outros crimes envolvendo veículos.

O relator na comissão, deputado Hugo Leal (PSD-RJ), argumentou que a medida pode resgatar o significado cultural e identitário das placas, reforçando o senso de pertencimento regional.

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Rodízio de brigadeiros lota confeitaria e faz faturamento crescer mais de 200%

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 18/04/2026 04:59

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Rodízio de brigadeiros lota confeitaria e faz faturamento crescer mais de 200% Ideia de criar um rodízio de brigadeiro transformou pequena confeitaria, impulsionou produção para 10 mil doces por dia e levou empreendedora a faturar R$ 108 mil por mês. Por PEGN

A inovadora ideia de um rodízio de brigadeiros, que se expandiu para incluir salgados, foi o diferencial que alavancou o negócio.

Após abrir a primeira loja sozinha, a mãe de Leandra, Lili Schaefer, tornou-se funcionária fixa devido à demanda inesperada.

Um vídeo gravado por amigos influenciadores viralizou, gerando um aumento massivo de clientes e desafios iniciais de atendimento.

O faturamento mensal de R$ 108 mil é reinvestido na ampliação e melhorias, com Leandra aconselhando: "Se tu não tentar, como é que tu vai saber que deu certo?".

🍫 Um rodízio de brigadeiros tem lotado uma pequena confeitaria na Cidade Baixa, em Porto Alegre, e transformado completamente o negócio da confeiteira Leandra Winck.

A ideia, criada como alternativa para atrair mais clientes à loja física, impulsionou a produção diária para até 10 mil brigadeiros e aumentou o faturamento em mais de 200%.

O negócio começou quando Leandra, ainda estudante de engenharia de minas, percebeu que sua verdadeira paixão era a cozinha. Para complementar a renda, vendia brigadeiros pela cidade.

"Eu saía com uma caixinha", lembra a empreendedora, contando que com um dedicação de dez minutos para a venda, conseguia esvaziar o estoque.

A saudade da confeitaria falou mais alto e ela abandonou a faculdade para transformar o hobby em profissão. Entre vendas na rua e encomendas, juntou R$ 20 mil para abrir a primeira loja — sozinha.

O começo foi caótico. Na inauguração, a loja encheu além do esperado, e a mãe de Leandra, Lili Schaefer, que tinha ido apenas para ajudar por uma semana, nunca mais saiu. Hoje, é funcionária fixa.

“Eu sou responsável pelas massas, pelos brigadeiros, fazer as massas, os salgados, as tortas”, diz.

Com a demanda crescente, Lili se dedicou até a aprender o básico de panificação em uma padaria da cidade: Ela lembra o salto: "Se eu fazia 100 salgados, hoje eu faço 1.000, 2.000".

A virada veio quando Leandra decidiu criar o rodízio, inicialmente só de brigadeiros. O formato ganhou reforço com salgados e itens variados, como batata frita, cachorro-quente e pizza.

A operação exige cerca de 20 funcionários nos fins de semana e uma preparação que começa já na quinta-feira. O rodízio adulto custa R$ 54,90.

"A gente viu potencial naquilo", conta Rodrigo Martins, que, ao lado de Andressa Tacques, publicou o conteúdo de forma espontânea.

O post viralizou em dois dias. “Acho que foi a principal virada de chave”, afirma Rodrigo ao destacar a combinação inusitada de doces e salgados no mesmo rodízio.

A repercussão trouxe tanto elogios quanto dificuldades. No primeiro fim de semana, houve falhas no atendimento. Leandra reconheceu rapidamente os erros.

"A gente entra em contato com os clientes e fala de novo que a gente sabe que errou, a gente admite". Ela destaca a importância de aprender com as críticas: "Às vezes, para ti conseguir um cliente é muito difícil e pra ti perder, uma coisinha basta".

💰 O sucesso repentino levou à necessidade de investimento. O faturamento mensal passou a R$ 108 mil, e Leandra decidiu reinvestir tudo na operação: troca de fiação, novas fritadeiras, ampliação do espaço e reforma completa do prédio.

'Vai dar certo. Às vezes a gente pensa em desistir, muitas vezes. Mas segue, que vai dar certo, vai ter sucesso, vai fazer o que tu gosta, que tu ama"

Para quem pensa em empreender, ela também deixa um conselho: "Se tu não tentar, como é que tu vai saber que deu certo?"

O rodízio funciona apenas aos sábados, estratégia para manter a exclusividade e controlar a operação, embora Leandra estude ampliar para sextas-feiras.

Rua General Lima e Silva, 1345, Cidade Baixa, Porto Alegre/RS – CEP: 30050103 Telefone: (51) 99759-0708 E-mail: liwinck21@gmail.com Site: https://pedido.anota.ai/loja/brigadeiros-da-li Instagram: https://www.instagram.com/brigadeirosli/ Facebook: https://www.facebook.com/brigadeirodali

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Agro brasileiro abre mercados para 29 produtos em 9 países nos primeiros dias de abril

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 18/04/2026 03:45

Agro Agro brasileiro abre mercados para 29 produtos em 9 países nos primeiros dias de abril Exportações do setor somaram US$ 38,1 bilhões no primeiro trimestre, registrando crescimento de 0,9% em relação ao mesmo período do ano anterior. Por Redação g1

O agronegócio brasileiro abriu mercados em nove países para pelo menos 29 produtos diferentes nos 17 primeiros dias de abril, segundo o Ministério da Agricultura.

O país concluiu acordos para exportar proteína animal, frutas, grãos e outros itens para mercados como Vietnã, Arábia Saudita, Etiópia e El Salvador, entre outros.

O resultado se soma à abertura de 30 mercados para produtos do agronegócio brasileiro nos três primeiros meses do ano, de acordo com o ministério.

Segundo a pasta, as exportações do setor no primeiro trimestre chegaram a US$ 38,1 bilhões, um valor recorde para o período de janeiro a março.

Brasil abriu mercado para exportação de bovinos vivos para a Etiópia em abril de 2026 — Foto: NELSON ALMEIDA / AFP

O agronegócio brasileiro abriu mercados em nove países para pelo menos 29 produtos diferentes nos 17 primeiros dias de abril, segundo o Ministério da Agricultura.

O país concluiu acordos para exportar proteína animal, frutas, grãos e outros itens para mercados como Vietnã, Arábia Saudita, Etiópia e El Salvador, entre outros (veja lista abaixo).

O resultado se soma à abertura de 30 mercados para produtos do agronegócio brasileiro nos três primeiros meses do ano, de acordo com o ministério.

Brasil deve bater recorde de exportação e produção de soja em 2026🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1

Segundo a pasta, as exportações do setor no primeiro trimestre chegaram a US$ 38,1 bilhões, um valor recorde para o período de janeiro a março.

Esse desempenho também significou um crescimento de 0,9% nas vendas do agronegócio brasileiro em comparação com o primeiro trimestre de 2025.

Sementes de forrageiras (espécies Brachiaria spp., Panicum spp., Setaria spp.)Carne bovinaCarne suínaCarne de avesProdutos cárneos e miúdosAlimentos para animais de companhiaProdutos lácteosPescado extrativo e de cultivoProdutos para alimentação animal de origem não animalPalatabilizantes (aditivos que melhoram aroma, sabor, textura e atratividade de rações animais)AlevinosOvos férteisBovinos vivos para abate, engorda e reproduçãoSêmen e embriões de caprinos e ovinosPintos de um dia

Sementes de pimenta (espécie capsicum baccatum, incluindo variedades como dedo-de-moça, pimenta-cumari, cambuci)

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Mega-Sena pode pagar R$ 60 milhões neste sábado

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 18/04/2026 00:51

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena pode pagar R$ 60 milhões neste sábado Apostas podem ser feitas até as 20h em lotéricas ou pela internet. Por Redação g1 — São Paulo

O concurso 2.998 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 60 milhões para os acertadores das seis dezenas. O sorteio ocorre às 21h deste sábado (18), em São Paulo.

A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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EUA renovam alívio de sanções ao petróleo russo por mais 30 dias

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/04/2026 22:53

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,983-0,19%Dólar TurismoR$ 5,181-0,1%Euro ComercialR$ 5,864-0,3%Euro TurismoR$ 6,112-0,17%B3Ibovespa195.734 pts-0,55%MoedasDólar ComercialR$ 4,983-0,19%Dólar TurismoR$ 5,181-0,1%Euro ComercialR$ 5,864-0,3%Euro TurismoR$ 6,112-0,17%B3Ibovespa195.734 pts-0,55%MoedasDólar ComercialR$ 4,983-0,19%Dólar TurismoR$ 5,181-0,1%Euro ComercialR$ 5,864-0,3%Euro TurismoR$ 6,112-0,17%B3Ibovespa195.734 pts-0,55%Oferecido por

Os Estados Unidos renovaram nesta sexta-feira (17) uma autorização que permite a países comprarem petróleo e derivados russos no mar, apesar das sanções contra Moscou. A decisão foi publicada pelo Departamento do Tesouro e vale para cargas embarcadas até 16 de maio.

A medida substitui uma autorização anterior, de 30 dias, que havia expirado em 11 de abril. O texto exclui transações que envolvam Irã, Cuba e Coreia do Norte. A renovação faz parte da estratégia dos EUA para conter a alta dos preços globais de energia, pressionados pela guerra no Oriente Médio.

A flexibilização das sanções pode dificultar os esforços do Ocidente para reduzir as receitas da Rússia na guerra contra a Ucrânia e gerar atritos com aliados. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, afirmou que este não é o momento de aliviar as sanções contra Moscou.

Na quarta-feira (15), o secretário do Tesouro, Scott Bessent, havia afirmado que Washington não pretendia renovar essa autorização nem outra semelhante, relacionada ao petróleo iraniano, que vence no domingo (19).

Essa autorização para o Irã, emitida em 20 de março, permitiu que cerca de 140 milhões de barris chegassem ao mercado global, ajudando a aliviar a pressão sobre a oferta durante o conflito, segundo Bessent.

Parlamentares dos dois partidos criticaram as medidas, afirmando que elas beneficiam economias adversárias: a da Rússia, em guerra com a Ucrânia, e a do Irã, em confronto com os Estados Unidos.

Para Brett Erickson, especialista em sanções da consultoria Obsidian Risk Advisors, a decisão não deve ser a última.

"O conflito causou danos duradouros aos mercados globais de energia, e os instrumentos disponíveis para estabilizá-los estão perto do limite", disse.

O enviado do Kremlin, Kirill Dmitriev, afirmou anteriormente que a primeira autorização permitiria liberar 100 milhões de barris de petróleo russo — volume equivalente a quase um dia da produção global.

Apesar do alívio temporário na oferta, os preços seguem pressionados. O motivo é o fechamento parcial do Estreito de Ormuz pelo Irã, rota por onde passava cerca de 20% do petróleo e gás do mundo antes da guerra.

Petroleiro Vladimir Arsenyev é visto no terminal de petróleo Kozmino, na Rússia, em 12 de agosto de 2022 — Foto: REUTERS/Tatiana Meel

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Petrobras deixa de atender 10% do pedido de diesel de distribuidoras para maio, diz agência

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/04/2026 22:02

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,983-0,19%Dólar TurismoR$ 5,181-0,1%Euro ComercialR$ 5,864-0,3%Euro TurismoR$ 6,112-0,17%B3Ibovespa195.734 pts-0,55%MoedasDólar ComercialR$ 4,983-0,19%Dólar TurismoR$ 5,181-0,1%Euro ComercialR$ 5,864-0,3%Euro TurismoR$ 6,112-0,17%B3Ibovespa195.734 pts-0,55%MoedasDólar ComercialR$ 4,983-0,19%Dólar TurismoR$ 5,181-0,1%Euro ComercialR$ 5,864-0,3%Euro TurismoR$ 6,112-0,17%B3Ibovespa195.734 pts-0,55%Oferecido por

A Petrobras voltou a não atender integralmente à demanda de diesel de grandes distribuidoras, desta vez para entregas previstas para maio.

A restrição gira em torno de 10% do volume demandado, segundo duas fontes de empresas diferentes ouvidas pela agência sob condição de anonimato.

Os pedidos das distribuidoras se baseiam em contratos firmados com a Petrobras nos últimos três meses e são ajustados ao longo do período seguinte.

Em abril, a estatal havia negado cerca de 20% de uma cota solicitada pelas empresas, segundo fontes do mercado.

A Petrobras voltou a não atender integralmente à demanda de diesel de grandes distribuidoras, desta vez para entregas previstas para maio, enquanto busca evitar a importação do combustível em meio aos altos preços no mercado internacional. A informação é da Reuters.

A restrição gira em torno de 10% do volume demandado, segundo duas fontes de empresas diferentes ouvidas pela agência sob condição de anonimato.

Os pedidos das distribuidoras se baseiam em contratos firmados com a Petrobras nos últimos três meses e são ajustados ao longo do período seguinte. Em abril, a estatal havia negado cerca de 20% de uma cota solicitada pelas empresas, segundo fontes do mercado.

Procurada, a Petrobras não comentou o assunto de imediato. Duas pessoas da empresa com conhecimento da situação, no entanto, afirmaram à Reuters que grandes distribuidoras estariam pedindo volumes acima da demanda, numa tentativa de ganhar mercado de concorrentes menores.

O mercado brasileiro de diesel — o combustível mais negociado do país — enfrenta tensão desde o início da guerra, já que o Brasil importa cerca de 25% da demanda. A Petrobras, maior produtora local, também responde por parte dessas importações. Para conter a alta de preços provocada pelo conflito no Golfo Pérsico, o governo lançou um programa de subsídios, entre outras medidas.

Uma fonte ponderou que as distribuidoras estão acostumadas aos chamados “cortes” nas cotas, já que o contrato com a Petrobras prevê certa flexibilidade. “Mas não eram cortes tão fortes, às vezes de 5%, por aí”, afirmou.

Em março, para entrega em abril, os cortes superaram 20%, segundo fontes, o que levou as maiores distribuidoras a dobrar as importações para cumprir seus contratos.

"Como ela não está importando, então ela está com mais dificuldade de produto, por isso que ela está tendo que cortar alguns pedidos", afirmou.

Sobre as compras externas, a Petrobras reiterou por email, no início da semana, que não fará importações em abril e maio.

Na ocasião, a empresa afirmou que adiou uma parada programada em uma unidade de produção de diesel da Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), no Paraná, o que melhorou o balanço do produto no sistema da companhia, "reduzindo a necessidade de importações diante dos compromissos previstos para abril e maio de 2026".

A oferta mais restrita ocorre em meio a críticas de ministros do governo, que acusam distribuidoras e outros agentes da cadeia de combustíveis de elevarem os preços ao consumidor por oportunismo.

Duas fontes da Petrobras afirmaram à Reuters que a companhia tem atendido à média de volumes dos últimos três meses. Uma delas disse que o mercado tem demandado “muito mais do que é capaz de absorver”.

Sob condição de anonimato, a fonte acrescentou que as grandes distribuidoras querem ganhar com mais volumes de vendas.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Ford faz recall de 1,4 milhão de picapes F-150 nos Estados Unidos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/04/2026 20:49

Carros Ford faz recall de 1,4 milhão de picapes F-150 nos Estados Unidos Investigação indicou que unidades feitas entre 2015 e 2017 podem ter reduções repentinas de marcha. Documento diz que já há acidentes que podem ter sido causados pela falha. Por Redação g1

A Ford anunciou o recall de aproximadamente 1,4 milhão de unidades da picape Ford F-150 nos Estados Unidos.

A campanha foi convocada após relatos de reduções inesperadas de marcha na transmissão da picape.

A Ford do Brasil só começou a vender a F-150 no país em 2023. Portanto, não há unidades da picape envolvidas neste recall.

A Ford anunciou o recall de aproximadamente 1,4 milhão de unidades da picape Ford F-150 nos Estados Unidos, após uma investigação conduzida pela National Highway Traffic Safety Administration (NHTSA).

A campanha foi convocada após relatos de reduções inesperadas de marcha na transmissão da picape.

Segundo a NHTSA, a montadora tem conhecimento de dois casos de ferimentos “potencialmente” relacionados ao problema, além de um acidente. Como medida corretiva, as concessionárias irão atualizar o software do módulo de controle do motor e câmbio dos veículos afetados.

Ainda de acordo com a NHTSA, a investigação sobre o defeito foi ampliada no início deste ano. A apuração preliminar havia sido aberta em março do ano passado, após o recebimento de diversas reclamações envolvendo picapes F-150 dos anos modelo 2015 a 2017, equipadas com a transmissão “6R80”.

A Ford já havia informado anteriormente que a falha pode estar relacionada ao desgaste de conexões elétricas ao longo do tempo, causado por calor e vibração. Esse desgaste pode provocar perda de sinal do sensor de faixa da transmissão.

A NHTSA aponta que sinais incorretos enviados por esse sensor podem levar à redução involuntária de marcha, aumentando o risco de acidentes.

A Ford do Brasil só começou a vender a F-150 no país em 2023. Portanto, não há unidades da picape envolvidas neste recall.

Recentemente a picape já havia passado por outro recall no Brasil. Desta vez, por problema no módulo do reboque. Segundo a marca, luzes de freio, luzes indicadoras de direção e sistema de freios do reboque podem não funcionar se o módulo apresentar falha.

"O sistema de reboque pode não funcionar corretamente devido à possibilidade de falha na calibração do módulo do reboque", explicou a Ford no comunicado.

Nessas condições, segundo a marca, essa falha pode causar aumento do risco de acidentes, com possibilidade de danos físicos aos ocupantes do veículo e a terceiros.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

TRF-2 derruba decisão que impedia cobrança de imposto sobre exportação de petróleo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/04/2026 20:01

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,983-0,19%Dólar TurismoR$ 5,181-0,1%Euro ComercialR$ 5,864-0,3%Euro TurismoR$ 6,112-0,17%B3Ibovespa195.734 pts-0,55%MoedasDólar ComercialR$ 4,983-0,19%Dólar TurismoR$ 5,181-0,1%Euro ComercialR$ 5,864-0,3%Euro TurismoR$ 6,112-0,17%B3Ibovespa195.734 pts-0,55%MoedasDólar ComercialR$ 4,983-0,19%Dólar TurismoR$ 5,181-0,1%Euro ComercialR$ 5,864-0,3%Euro TurismoR$ 6,112-0,17%B3Ibovespa195.734 pts-0,55%Oferecido por

O presidente do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2) suspendeu uma decisão liminar que impedia a cobrança de um imposto sobre as exportações de petróleo bruto para as petroleiras TotalEnergies, Repsol Sinopec, Petrogal (da Galp), Shell e Equinor.

A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) afirmou que a decisão o juiz federal Humberto de Vasconcelos Sampaio, da 1ª Vara Federal do Rio de Janeiro, que concedeu a liminar que suspendeu o imposto de exportação de petróleo bruto citou um trecho de uma medida provisória (MP) que não existe.

Segundo a PGFN, a decisão que atendeu um pedido das empresas Equinor, TotalEnergies, Petrogal, Shell e Repsol-Sinopec se baseou em um trecho de norma que não existe na legislação vigente.

A alíquota de 12% foi instituída por MP pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como parte de um conjunto de ações voltadas a reduzir os efeitos da alta nos preços internacionais do petróleo e dos combustíveis sobre os consumidores brasileiros, em meio ao conflito no Oriente Médio.

De acordo com a PGFN, o magistrado fundamentou a concessão da liminar em um suposto artigo da MP da subvenção do diesel, que vincularia a arrecadação do imposto de exportação ao atendimento de necessidades fiscais emergenciais da União.

PGFN recorreu da decisão; ao analisar o recurso, juiz admitiu "erro material grave", mas não reviu decisão por considerar que "conclusões" não foram afetadas.

O presidente do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2), desembargador Luiz Paulo da Silva Araújo Filho, suspendeu, nesta sexta-feira (17), uma decisão liminar que impedia a cobrança de um imposto sobre as exportações de petróleo bruto para as petroleiras TotalEnergies, Repsol Sinopec, Petrogal (da Galp), Shell e Equinor.

O presidente acatou um pedido da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), que apresentou recurso ao tribunal. O governo federal sustenta que o tributo foi instituído como forma de compensar o subsídio de R$ 1,20 concedido ao diesel.

No recurso, a PGFN afirmou que a decisão o juiz federal Humberto de Vasconcelos Sampaio, da 1ª Vara Federal do Rio de Janeiro, que concedeu a liminar que suspendeu o imposto de exportação de petróleo bruto citou um trecho de uma medida provisória (MP) que não existe.

Segundo a Procuradoria, a decisão que atendeu um pedido das empresas Equinor, TotalEnergies, Petrogal, Shell e Repsol-Sinopec se baseou em um trecho de norma que não existe na legislação vigente.

🔎 A alíquota de 12% foi instituída por MP pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como parte de um conjunto de ações voltadas a reduzir os efeitos da alta nos preços internacionais do petróleo e dos combustíveis sobre os consumidores brasileiros, em meio ao conflito no Oriente Médio.

De acordo com a PGFN, o magistrado fundamentou a concessão da liminar em um suposto artigo da MP da subvenção do diesel, que vincularia a arrecadação do imposto de exportação ao atendimento de necessidades fiscais emergenciais da União.

Em resposta à alegação de que a decisão usa um trecho da MP que não existe, o juiz admite que a decisão levou em conta "três parágrafos que não integram o texto da referida medida provisória. Porém, não reviu a decisão. O caso deve ir para análise colegiada no tribunal.

"Foi um erro material grave, mas que não afeta as conclusões extraídas do processo de interpretação segundo o qual a exposição de motivos deve ser levada em conta, máxime por ser tratar de uma medida executiva (portanto, eminentemente administrativa), ainda que com força de lei", escreveu Vasconcelos.

A desembargadora havia mantido a decisão de Sampaio e direcionado o assunto para referendo em um orgão colegiado do TRF2. Nesta sexta-feira (10), Arruda enviou o tema para "correção de erro material". O que suspende a análise da decisão na turma que vai julgar o caso.

Nos bastidores do governo, a avaliação de integrantes é de que a decisão foi tomada com base em um texto falso. Para a PGFN, esse equívoco compromete a base da decisão e evidência uma "fragilidade jurídica" na concessão da liminar.

Segundo esses relatos, o governo suspeitava que o erro teria sido causado com a anexação de uma versão modificada da MP por parte das petroleiras, e que o juiz não teria conferido a autenticidade do documento antes de utilizá-lo como fundamento.

Entretanto, a petição inicial das empresas no processo, à qual o g1 teve acesso, não menciona os trechos citados pelo juiz Humberto de Vasconcelos Sampaio que não fazem parte do texto da MP.

Uma vista de drone mostra uma plataforma de petróleo offshore na Baía de Guanabara, em Niterói, no estado do Rio de Janeiro. — Foto: Pilar Olivares / Reuters

O governo federal sustenta que o tributo foi instituído como forma de compensar o subsídio de R$ 1,20 concedido ao diesel.

A decisão afirma que o imposto de 12%, instituído há cerca de um mês após o salto nos preços do petróleo devido à guerra entre Estados Unidos-Israel e o Irã, pode ser inconstitucional.

O magistrado também destacou que o próprio governo reconheceu que a cobrança tinha objetivo arrecadatório, o que, segundo ele, caracteriza um “verdadeiro desvio de finalidade”.

A isenção pode criar um problema para o governo, uma vez que a taxa visava cobrir perdas de arrecadação decorrentes de cortes de impostos sobre combustíveis. A estatal brasileira Petrobras, maior exportadora de petróleo do país, não é afetada pela decisão.

As críticas ao imposto ganharam força nesta quarta-feira (8). Segundo a Reuters, o Instituto Brasileiro do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (IBP), que representa o setor, afirmou que a cobrança pode se tornar um obstáculo a novos investimentos no país.

Executivos das grandes petroleiras também reforçaram a necessidade de maior previsibilidade, defendendo que o Brasil mantenha estabilidade fiscal e regulatória para atrair capital ao setor.

"Este imposto não é oportuno, especialmente diante da necessidade de demonstrar que o Brasil é um destino atraente para investimentos de longo prazo no setor de petróleo e gás", disse o chefe do IBP, Roberto Ardenghy, em um evento na quarta-feira.

O Ministério de Minas e Energia do Brasil não respondeu imediatamente a um pedido de comentário da Reuters. No início da quarta-feira, o ministro Alexandre Silveira defendeu o imposto como uma medida excepcional devido ao impacto do conflito no Oriente Médio nos preços dos combustíveis no Brasil.

No mesmo evento em que o IBP e as petrolíferas criticaram o imposto, Silveira disse que as empresas estão lucrando com o conflito no Oriente Médio e podem "pagar um pouco mais" para ajudar o governo a subsidiar o combustível.

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Boulos diz que é possível que governo Lula revogue a ‘taxa das blusinhas’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/04/2026 16:09

Política Blog da Andréia Sadi Boulos diz que é possível que governo Lula revogue a 'taxa das blusinhas' A declaração foi dada ao ser questionado sobre o tema. A menos de seis meses das eleições, o presidente Lula e representantes da ala política do governo federal passaram a defender a revogação da taxação. Por Redação g1

O ministro Guilherme Boulos, da Secretaria-Geral da Presidência, afirmou, nesta sexta-feira (17), em entrevista ao Estúdio i, da GloboNews, que é possível que a chamada “taxa das blusinhas” seja revogada.

A declaração foi dada ao ser questionado sobre o tema. A menos de seis meses das eleições, o presidente Lula e representantes da ala política do governo federal passaram a defender a revogação da taxação.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) chegou a dizer que taxar compras internacionais era "irracional", mas sancionou a lei que estabelecia a cobrança.

Quando questionado sobre a relação do governo com a proposta, Boulos rebateu, afirmando que o presidente apenas sancionou uma lei aprovada pelo Legislativo.

O ministro Guilherme Boulos, da Secretaria-Geral da Presidência, afirmou, nesta sexta-feira (17), em entrevista ao Estúdio i, da GloboNews, que é possível que a chamada “taxa das blusinhas” seja revogada.

A declaração foi dada após o ministro da Secretaria-Geral da Presidência ser questionado sobre o tema. A menos de seis meses das eleições, o presidente Lula e representantes da ala política do governo federal passaram a defender a revogação da taxação.

“Olha, é possível. É importante dizer que a ‘taxa das blusinhas’ não foi uma iniciativa do governo. Quem colocou a ‘taxa das blusinhas’ foi o Parlamento, a partir de uma pressão e de um lobby de empresas varejistas”, disse o ministro do governo Lula.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) chegou a dizer que taxar compras internacionais era "irracional", mas sancionou a lei que estabelecia a cobrança.

Quando questionado sobre a relação do governo com a proposta, Boulos rebateu, afirmando que o presidente apenas sancionou uma lei aprovada pelo Legislativo.

“O governo sancionou uma lei aprovada pelo Parlamento. O que eu disse aqui não é que o governo não tem responsabilidade na sanção. O que eu disse aqui é que não foi uma lei de iniciativa do governo. O texto que o governo mandou para o Congresso não tinha ‘taxa das blusinhas’. Isso foi incluído pelo relator e, infelizmente, isso é pouco dito no debate sobre a ‘taxa das blusinhas’.”

Ao comentar a possível revisão da medida, Boulos defendeu a necessidade de avaliar os impactos da taxação antes de qualquer decisão. Segundo o ministro, é preciso considerar tanto os efeitos no mercado de trabalho quanto os custos para os consumidores.

“Vendo a situação, é preciso fazer um balanço. Quantos empregos gerou ou preservou? Qual foi o custo que isso trouxe para as milhões de pessoas que fazem essas compras por plataformas digitais? Com esse balanço em mãos, com números em mãos, nós podemos tomar uma decisão mais efetiva. Acho plenamente razoável que se coloque na mesa a revogação da taxa. Agora, isso é uma definição do presidente Lula.”

A "taxa das blusinhas" trata-se da taxação de compras internacionais de até US$ 50 sancionada em 2024 pelo presidente Lula e proposta pelo Legislativo. 

De janeiro a março deste ano, o governo federal arrecadou R$ 1,28 bilhão com o imposto de importação sobre encomendas internacionais, a chamada 'taxa das blusinhas'. 

De acordo com a Receita Federal, o número representa um avanço de 21,8% em relação ao mesmo período de 2025, quando a arrecadação com o imposto somou R$ 1,05 bilhão.

Se por um lado a medida tem ajudado na arrecadação federal, por outro ela tem resultado em prejuízo aos Correios e em preocupação na ala política do governo.

O aumento da taxação era um pleito da indústria nacional para garantir condições de igualdade no comércio exterior.  

O novo ministro da Secretaria de Relações Institucionais (SRI), José Guimarães (PT), disse em café com jornalistas nesta quinta-feira (16) que achava "uma boa" revogar a medida. "Minha opinião se eu for consultado", disse o ministro.

Os ministérios da Fazenda e o do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (Mdic) são contra o fim da taxa das blusinhas.

Geraldo Alckmin, que até o mês passado estava à frente do Mdic, defendeu o imposto e disse que não há decisão do governo sobre revogar a taxação.

Empresários e trabalhadores de 67 associações chegaram a enviar um ofício ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em protesto contra o possível fim da taxa.  

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