RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

De projeto escolar a negócio milionário: jovem cria tecnologia que leva água a 16 estados

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 02/05/2026 02:44

Pequenas Empresas & Grandes Negócios De projeto escolar a negócio milionário: jovem cria tecnologia que leva água a 16 estados Startup fundada por empreendedora baiana transforma tecnologia simples em impacto social e já atende 16 estados. Por Pegn — São Paulo

A baiana Anna Luísa Besserra criou um sistema capaz de tornar a água potável usando apenas a luz do sol.

A virada veio com a conquista de um prêmio internacional da Organização das Nações Unidas (ONU). Em seis anos, a produção de filtros saltou de 100 unidades em 2019 para 900 em 2025.

Hoje, a empresa impacta cerca de 40 mil pessoas e está presente em 16 estados brasileiros, além de países como Equador e Porto Rico.

Ter acesso à água potável ainda está longe de ser realidade para milhões de brasileiros. Segundo o Instituto Trata Brasil, cerca de 35 milhões de pessoas vivem sem água limpa no país.

Foi diante desse cenário que uma ideia nascida dentro da escola se transformou em um negócio de impacto – e em uma empresa que hoje leva água segura a comunidades em todo o Brasil.

Aos 15 anos, a baiana Anna Luísa Besserra decidiu que queria usar a ciência para transformar vidas. A partir de pesquisas, desenvolveu um sistema capaz de tornar a água potável usando apenas a luz do sol.

“Eu queria ser alguém que pudesse transformar a vida das pessoas. E, para mim, a ciência era a única forma possível de fazer isso”, afirma.

Com investimento inicial de cerca de R$ 5 mil, o projeto evoluiu de protótipo para produto. Mas, para escalar a tecnologia, a jovem precisou ir além da ciência e aprender a empreender.

Ainda adolescente, começou a testar modelos de negócio até encontrar o caminho: parcerias com empresas interessadas em financiar a distribuição dos equipamentos como parte de projetos de responsabilidade social.

De projeto escolar a negócio milionário: jovem leva água potável a 16 estados — Foto: Reprodução/PEGN

A virada veio com a conquista de um prêmio internacional da Organização das Nações Unidas (ONU), que deu visibilidade à solução e facilitou o acesso a novos clientes.

A partir daí, a startup passou a atuar principalmente no modelo B2B (venda para empresas) e começou a estruturar também a atuação com governos, ampliando o alcance da tecnologia.

Em seis anos, a produção de filtros saltou de 100 unidades em 2019 para 900 em 2025 — um crescimento de nove vezes. Ao todo, já são cerca de 2.800 equipamentos distribuídos.

Hoje, a empresa impacta cerca de 40 mil pessoas e está presente em 16 estados brasileiros, além de países como Equador e Porto Rico. O faturamento acompanha a expansão: a expectativa é fechar 2025 com cerca de R$ 2 milhões.

Na Bahia, uma das comunidades beneficiadas é o Quilombo do Dandá, em Simões Filho. Com a instalação dos filtros, moradores passaram a ter acesso regular à água de qualidade, com melhora direta na saúde e na rotina.

Apesar do crescimento, a empreendedora afirma que o principal objetivo ainda é ampliar o impacto. Isso porque o problema está longe de ser resolvido: mais de 2 bilhões de pessoas no mundo ainda não têm acesso adequado à água potável e saneamento.

“Claro que o faturamento é importante, mas ele é consequência do impacto que a gente gera. O que a gente quer é crescer esse impacto”, diz.

De projeto escolar a negócio milionário: jovem leva água potável a 16 estados — Foto: Reprodução/PEGN

📍 Endereço: Av. Jequitaia, 104 – Água de Meninos Salvador – BA, CEP: 40.460-120📞Telefone: 75 983207-5543📧 E-mail: contato@sdwforall.com🌐 Site: sdwforall.com📸 Instagram: https://www.instagram.com/sdwforall/📘 Facebook: https://www.facebook.com/sdwforall📶 Linkedin: https://www.linkedin.com/company/sdwforall/

📍Endereço: Av. Washington Soares, 55 – 9º andar – Água Fria Fortaleza/CE – CEP: 60811-341📞Telefone: (85) 3266-6300📧E-mail: imprensa.solar@fsb.com.br🌐 Site: www.solarbr.com.br📸 Instagram: https://www.instagram.com/solarcocacola/📘 Facebook: https://www.facebook.com/solarcocacolaoficial📶 Linkedin: https://www.linkedin.com/company/solar-coca-cola

Há 3 horas Mundo Após fala de chancelerEUA anunciam saída de 5 mil soldados da Alemanha em ‘punição’ a Berlim

Há 6 horas Mundo Trump diz ao Congresso que ‘hostilidades’ com Irã ‘foram encerradas’Há 6 horasIrã avalia usar golfinhos com minas em ataques a navios, diz jornalHá 6 horasEm poça de águaFuncionários de organização de corrida morrem por descarga elétrica na PB

Há 5 horas Jornal Nacional Incidente em CongonhasFAB investiga aviões que ficaram próximos no ar; entenda gravidade

Há 13 horas São Paulo Reajuste atinge gás canalizado e GNVPetrobras eleva preço do gás natural em 19,2% a partir desta sexta-feira

Há 3 horas Economia Destino final de série especial 🤖Shenzhen: ‘Vale do Silício da China’ está na vanguarda da criação de robôs

Há 4 horas Jornal Nacional Eleições 2026Governadores: veja como estão as disputas em 11 estados, segundo a Quaest

Há 1 hora Eleições 2026 Caiado, Ratinho Jr e Casagrande têm maior aprovação entre 11 governos Há 1 horaZema defende que crianças possam trabalhar no Brasil: ‘Nós vamos mudar’

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

‘Iguarias banhadas em sangue’: caçadores de trufas arriscam a vida em meio a minas terrestres na Síria

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/05/2026 01:44

Mundo ‘Iguarias banhadas em sangue’: caçadores de trufas arriscam a vida em meio a minas terrestres na Síria Trufas são vendidas por até US$ 50 kg e se tornaram uma importante forma de sobrevivência para moradores da região de Deir El-Zour, no nordeste do país. Por Deutsche Welle

Conhecidas no país como a “iguaria banhada em sangue”, as trufas podem ser vendidas por até US$ 50 o quilo e se tornaram uma das poucas formas de sobrevivência para moradores da região de Deir El-Zour, no nordeste sírio.

Caçadores na Síria se arriscam apra encontrar trufas em meio a minas terrestres — Foto: Reprodução/DW

Diante de uma paz ainda frágil, os caçadores enfrentam ataques de grupos armados, como o Estado Islâmico. Mas o maior risco continua sendo o das minas terrestres espalhadas pelo território após anos de guerra.

"A gente vê as minas com os nossos próprios olhos. Ou seja, andamos e recolhemos trufas em meio a minas espalhadas pelo chão. Mas fazer o quê? Uma mina explodiu a nossa caminhonete. Agora o meu braço está quebrado e as minhas costas, cheias de estilhaços", contou o caçador de trufas Hassan Al-Daham Al-Hassan.

Outro caçador, Hamza Al-Mohammad, também ficou gravemente ferido após a explosão de uma mina terrestre. Segundo ele, não havia nenhum aviso sobre o perigo na área.

"Onde eu estava coletando trufas não tinha nenhum aviso,ninguém nos disse para não nos aproximarmos daquela área. Espero que o governo encontre uma solução para esse problema das minas terrestres, porque todos os dias há explosões que atingem pessoas. Isso virou um desastre", disse Hamza.

Estamos caminhando para a Terceira Guerra Mundial ou este é um receio exagerado?Como a guerra no Irã quebrou a imagem de segurança de locais do Golfo como Dubai e Catar — e o que isso está custando

Há 2 horas Mundo Após fala de chancelerEUA anunciam saída de 5 mil soldados da Alemanha em ‘punição’ a Berlim

Há 6 horas Mundo Trump diz ao Congresso que ‘hostilidades’ com Irã ‘foram encerradas’Há 6 horasIrã avalia usar golfinhos com minas em ataques a navios, diz jornalHá 6 horasEm poça de águaFuncionários de organização de corrida morrem por descarga elétrica na PB

Há 4 horas Jornal Nacional Incidente em CongonhasFAB investiga aviões que ficaram próximos no ar; entenda gravidade

Há 12 horas São Paulo Reajuste atinge gás canalizado e GNVPetrobras eleva preço do gás natural em 19,2% a partir desta sexta-feira

Há 3 horas Economia Destino final de série especial 🤖Shenzhen: ‘Vale do Silício da China’ está na vanguarda da criação de robôs

Há 3 horas Jornal Nacional Eleições 2026Governadores: veja como estão as disputas em 11 estados, segundo a Quaest

Há 42 minutos Eleições 2026 Caiado, Ratinho Jr e Casagrande têm maior aprovação entre 11 governos Há 42 minutosZema defende que crianças possam trabalhar no Brasil: ‘Nós vamos mudar’

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Acordo UE-Mercosul: veja os produtos protegidos contra imitação — e que podem deixar de ser feitos no Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/05/2026 00:44

Agro Acordo UE-Mercosul: veja os produtos protegidos contra imitação — e que podem deixar de ser feitos no Brasil Produtos são protegidos por indicação geográfica (IG). Champanhe, conhaque e presunto tipo Parma estão na lista, mas as empresas terão tempo para se adaptar. Alimentos tradicionais do Brasil também passam a ter proteção contra falsificação. Por Vivian Souza, g1 — São Paulo

O acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia começou a valer nesta sexta-feira (29).

Alimentos que são considerados tradicionais dos países membros dos dois blocos passam a ser considerados propriedade intelectual, protegidos contra imitação.

Com isso, produtos como champagne, conhaque e presunto tipo parma devem deixar de ser fabricados no Brasil, por terem indicação geográfica de países europeus.

Contudo, o acordo também prevê um período para as empresas se adaptarem, que pode durar até 10 anos.

O acordo de livre comércio entre Mercosul e União Europeia começou a valer nesta sexta-feira (29). Com isso, alimentos tradicionais dos países-membros dos dois blocos passam a ser considerados propriedade intelectual e ficam protegidos contra imitações.

Essa proteção é chamada de indicação geográfica (IG). Na prática, nenhum outro país poderá fabricar ou comercializar produtos com o mesmo nome.

Produtos como champanhe, conhaque e presunto tipo Parma devem deixar de ser fabricados no Brasil, por terem indicação geográfica de países europeus. O acordo, porém, prevê um período de adaptação para as empresas, que pode chegar a 10 anos.(veja mais abaixo)

O Brasil também tem alimentos com indicação geográfica na lista do acordo. Ao todo, são 37 produtos, entre eles a cachaça e o queijo Canastra.

Os outros países do Mercosul têm principalmente vinhos na lista, como o 25 de Mayo, da Argentina, e o Bella Unión, do Uruguai.

O registro é concedido por cada país, conforme suas próprias leis, a produtos ou serviços característicos de seu local de origem.

Para entrar no acordo, o Estado precisa solicitar a inclusão do item na lista de proteção. Esses produtos constam na versão final do acordo divulgada pelo governo em dezembro de 2024.

A fiscalização para prevenir fraudes cabe a cada país-membro dos blocos. Eles devem combater produtos enganosos — tanto os que não vêm do local de origem, mas usam o mesmo nome, quanto os fabricados na região fora das regras.

Também será proibido o uso de termos como “tipo”, “estilo”, “imitação” ou “semelhante” nas embalagens.

Por outro lado, o acordo prevê exceções. Elas se aplicam a casos em que o nome do produto é amplamente usado, sem relação direta com o local de origem protegido.

Nesse caso, o termo pode continuar a ser usado por empresas que já têm a marca registrada. Porém, há condições: elas não podem fazer referência à indicação geográfica, seja por meio de imagens, bandeiras ou nomes.

⚠️ EXEMPLO: O queijo italiano “Parmigiano Reggiano” não impedirá o uso do termo "parmesão" no Brasil, desde que o produto não se passe pelo original.A mesma regra vale para os queijos gorgonzola, fontina, grana e gruyère, além das bebidas genebra e steinhaeger.

O documento lista as empresas autorizadas a continuar usando esses nomes, conforme as condições previstas para cada produto. Essas marcas terão 12 meses, após a entrada em vigor do acordo, para se adaptar às novas regras.

Nessa exceção, o nome poderá continuar sendo usado por um prazo determinado, contado a partir da validação do acordo. Nesse caso, a embalagem deve indicar a origem do produto, como informar que foi feito no Brasil.

5 anos: Münchener Bier; Pont-l'Évêque; Reblochon ou Rebleusson; Asiago; Taleggio; Tokaj, tokaji ou Tocai; Margot.7 anos: Feta; Roquefort; Saint-Marcellin; Bordô; Conhaque; Presunto tipo Parma; Grappa ou Grapa.10 anos: Champagne; Mortadela Bologna ou Mortadela tipo Bologna; Prosecco ou Proseco.

Essas proteções são comuns entre países. O Brasil já prevê em lei, independentemente do acordo entre os dois blocos, regras próprias de indicação geográfica.

Na legislação, trata-se de alimentos que apresentam qualidade "única" por causa de recursos naturais (como solo, vegetação e clima) e do modo de produção, segundo o Ministério da Agricultura.

➡️ Indicação de procedência: nome geográfico de país, cidade, região ou localidade que se tornou conhecido como centro de extração, produção ou fabricação de determinado produto ou serviço.➡️ Denominação de origem: nome geográfico que identifica produto ou serviço cujas características são exclusivas ou essencialmente determinadas pelo local, incluindo fatores naturais e humanos.

O Ministério da Agricultura é uma das instâncias responsáveis por conceder a indicação geográfica.

Crise dos fertilizantes: quase metade do adubo importado vem de países em conflito, diz relatórioMistura maior de etanol na gasolina deve elevar demanda pelo combustível em 1 bilhão de litros, diz Unica

Há 3 horas Jornal Nacional Brincadeira ou não?’Será quase imediatamente’: Trump fala em assumir Cuba após ação no Irã

Há 1 hora Mundo Após fala de chancelerEUA anunciam saída de 5 mil soldados da Alemanha em ‘punição’ a Berlim

Há 5 horas Mundo Trump diz ao Congresso que ‘hostilidades’ com Irã ‘foram encerradas’Há 5 horasIrã avalia usar golfinhos com minas em ataques a navios, diz jornalHá 5 horasIncidente em CongonhasFAB investiga aviões que ficaram próximos no ar; entenda gravidade

Há 11 horas São Paulo Reajuste atinge gás canalizado e GNVPetrobras eleva preço do gás natural em 19,2% a partir desta sexta-feira

Há 2 horas Economia Destino final de série especial 🤖Shenzhen: ‘Vale do Silício da China’ está na vanguarda da criação de robôs

Há 2 horas Jornal Nacional Eleições 2026Governadores: veja como estão as disputas em 11 estados, segundo a Quaest

Há 18 minutos Eleições 2026 Zema defende que crianças possam trabalhar no Brasil: ‘Nós vamos mudar’

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Petrobras eleva preço do gás natural em 19,2% a partir desta sexta-feira

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/05/2026 23:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,952-0,99%Dólar TurismoR$ 5,155-1,09%Euro ComercialR$ 5,811-0,48%Euro TurismoR$ 6,064-0,54%B3Ibovespa187.318 pts1,39%MoedasDólar ComercialR$ 4,952-0,99%Dólar TurismoR$ 5,155-1,09%Euro ComercialR$ 5,811-0,48%Euro TurismoR$ 6,064-0,54%B3Ibovespa187.318 pts1,39%MoedasDólar ComercialR$ 4,952-0,99%Dólar TurismoR$ 5,155-1,09%Euro ComercialR$ 5,811-0,48%Euro TurismoR$ 6,064-0,54%B3Ibovespa187.318 pts1,39%Oferecido por

A Petrobras anunciou um aumento médio de 19,2% no preço da molécula do gás natural vendido às distribuidoras, a partir desta sexta-feira (1º).

O reajuste afeta o gás canalizado e o GNV usado em veículos. O impacto ao consumidor, no entanto, varia conforme tributos e as tarifas das distribuidoras.

Segundo a Petrobras, os contratos de venda de gás natural acompanham a variação do petróleo tipo Brent, do câmbio e, desde o início do ano, também do índice Henry Hub.

A Petrobras anunciou um aumento médio de 19,2% no preço da molécula do gás natural vendido às distribuidoras, com vigência a partir desta sexta-feira (1º). Os valores são ajustados a cada três meses.

A alta afeta o gás canalizado e o GNV usado em veículos. O impacto ao consumidor, no entanto, varia conforme tributos e as tarifas das distribuidoras. O aumento não atinge o gás de botijão (GLP), que segue outras regras de reajuste.

A Petrobras informou que os contratos de venda de gás natural acompanham a variação do petróleo tipo Brent, do câmbio e, desde o início do ano, também do índice Henry Hub.

🔎 O Henry Hub é o principal índice de referência do preço do gás natural nos Estados Unidos, baseado nas negociações em um ponto de distribuição na Louisiana e amplamente usado como referência global de preços.

No período considerado, o preço do Brent subiu cerca de 24,3%, enquanto o gás natural nos EUA, medido pelo Henry Hub, caiu 14,1%, informou a Petrobras. Já o real se valorizou 2,5% frente ao dólar.

"As efetivas variações finais dos preços por distribuidora dependerão dos produtos contratados e dos volumes efetivamente retirados, considerando os prêmios de Incentivo à Demanda e Performance criados pela Petrobras a partir de 2024", afirmou, em nota, a estatal.

Ainda segundo a Petrobras, o preço médio da molécula vendido às distribuidoras acumula uma redução de 26% desde dezembro 2022, incluindo o efeito da atualização desta sexta-feira. (veja a nota na íntegra mais abaixo)

A Petrobras também elevou nesta sexta-feira o preço médio de venda de querosene de aviação (QAV) às distribuidoras. A companhia informou o reajuste citando um “contexto excepcional causado por questões geopolíticas”.

O aumento corresponde a um acréscimo de R$ 1 por litro em relação ao preço do mês anterior. O comunicado informa ainda que a Petrobras seguirá oferecendo ao mercado a opção de parcelar parte do reajuste em seis vezes, com a primeira parcela a ser paga em julho de 2026.

"Essa medida visa preservar a demanda pelo produto e mitigar os efeitos do reajuste no setor de aviação brasileiro, assegurando o bom funcionamento do mercado", completou.

Os preços do petróleo vêm subindo desde que EUA e Israel atacaram o Irã em 28 de fevereiro, o que levou ao fechamento do Estreito de Ormuz e à interrupção do transporte de cerca de um quinto do fornecimento mundial de petróleo e gás natural liquefeito.

A partir de 01/05/26 os preços de venda da molécula de gás natural da Petrobras para as distribuidoras serão atualizados, com aumento médio de cerca de 19,2% em relação ao trimestre anterior.

Os contratos de venda de gás natural às distribuidoras preveem atualizações trimestrais da parcela do preço relacionada à molécula do gás e tradicionalmente vinculam esta variação, para cima ou para baixo, às oscilações do petróleo Brent, da taxa de câmbio R$/US$ e, desde o início do ano, também para variação do Henry Hub. 

No período de aferição, a referência do petróleo Brent subiu aproximadamente 24,3%, a referência do Henry Hub caiu aproximadamente 14,1% e o câmbio teve apreciação de 2,5% (isto é, a quantia em reais para se converter em um dólar reduziu 2,5%). 

Os contratos de venda de gás natural celebrados pela Petrobras com as distribuidoras já contam com dispositivo comercial (média trimestral de variação dos índices) que tem o objetivo de mitigar a volatilidade de curto prazo das variáveis de indexação. As efetivas variações finais dos preços por distribuidora dependerão dos produtos contratados e dos volumes efetivamente retirados, considerando os prêmios de Incentivo à Demanda e Performance criados pela Petrobras a partir de 2024.

Importante destacar que, desde dezembro 2022, o preço médio da molécula vendido às distribuidoras acumula uma redução da ordem de 26%, incluindo o efeito da atualização de maio.

Há 2 horas Jornal Nacional Brincadeira ou não?’Será quase imediatamente’: Trump fala em assumir Cuba após ação no Irã

Há 19 minutos Mundo Após fala de chancelerEUA anunciam saída de 5 mil soldados da Alemanha em ‘punição’ a Berlim

Há 4 horas Mundo Trump diz ao Congresso que ‘hostilidades’ com Irã ‘foram encerradas’Há 4 horasIrã avalia usar golfinhos com minas em ataques a navios, diz jornalHá 4 horasIncidente em CongonhasFAB investiga aviões que ficaram próximos no ar; entenda gravidade

Há 10 horas São Paulo Reajuste atinge gás canalizado e GNVPetrobras eleva preço do gás natural em 19,2% a partir desta sexta-feira

Há 32 minutos Economia ‘Territórios – Sob o Domínio do Crime’Como fuzil virou símbolo das facções no Brasil? Beira-Mar conta em documentário

Há 4 horas Rio de Janeiro Globoplay estreia documentário sobre o avanço das facçõesHá 4 horasDestino final de série especial 🤖Shenzhen: ‘Vale do Silício da China’ está na vanguarda da criação de robôs

Há 1 hora Jornal Nacional Senador fala em ‘falha técnica’Técnica de enfermagem diz ter sido agredida por Magno Malta em exame

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Governo Trump estima que bloqueio no Golfo de Omã já custa US$ 4,8 bilhões ao Irã, diz site

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/05/2026 19:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,952-0,99%Dólar TurismoR$ 5,155-1,09%Euro ComercialR$ 5,811-0,48%Euro TurismoR$ 6,064-0,54%B3Ibovespa187.318 pts1,39%MoedasDólar ComercialR$ 4,952-0,99%Dólar TurismoR$ 5,155-1,09%Euro ComercialR$ 5,811-0,48%Euro TurismoR$ 6,064-0,54%B3Ibovespa187.318 pts1,39%MoedasDólar ComercialR$ 4,952-0,99%Dólar TurismoR$ 5,155-1,09%Euro ComercialR$ 5,811-0,48%Euro TurismoR$ 6,064-0,54%B3Ibovespa187.318 pts1,39%Oferecido por

O governo do presidente Donald Trump estima que o Irã deixou de arrecadar US$ 4,8 bilhões em receitas de petróleo devido às restrições impostas pelos Estados Unidos no Golfo de Omã.

A medida é a principal e mais recente estratégia de pressão de Trump para tentar negociar o fim da guerra com o Irã.

Ao divulgar os dados, o Departamento de Defesa dos EUA busca mostrar o impacto dessa ação enquanto as negociações de paz seguem sem um acordo definitivo.

O presidente americano iniciou a operação na região do Golfo de Omã em 13 de abril. A área fica ligada ao Estreito de Ormuz — uma das rotas marítimas mais estratégicas do mundo, por onde passa 20% do petróleo global — e se conecta ao Mar Arábico, que dá acesso ao Oceano Índico.

A ação da Marinha dos EUA foi adotada após o Irã restringir o tráfego no Estreito de Ormuz. Na prática, a passagem nunca foi totalmente interrompida: navios ligados a Teerã continuaram a cruzar a região, enquanto outras embarcações enfrentaram limitações.

Petroleiros e navios de carga alinhados no Estreito de Ormuz em 11 de março de 2026, vistos de Khor Fakkan, Emirados Árabes Unidos. — Foto: AP/Altaf Qadri, Arquivo

O governo do presidente Donald Trump estima que o Irã deixou de arrecadar US$ 4,8 bilhões em receitas de petróleo devido às restrições impostas pelos Estados Unidos no Golfo de Omã, exercendo forte pressão econômica sobre Teerã. A informação é do site de notícias americano Axios.

A medida é a principal e mais recente estratégia de pressão de Trump para tentar negociar o fim da guerra com o Irã. Ao divulgar os dados, o Departamento de Defesa dos EUA busca mostrar o impacto dessa ação enquanto as negociações de paz seguem sem um acordo definitivo. (leia mais abaixo)

O presidente americano iniciou a operação na região do Golfo de Omã em 13 de abril. A área fica ligada ao Estreito de Ormuz — uma das rotas marítimas mais estratégicas do mundo, por onde passa 20% do petróleo global — e se conecta ao Mar Arábico, que dá acesso ao Oceano Índico.

A ação da Marinha dos EUA foi adotada após o Irã restringir o tráfego no Estreito de Ormuz. Na prática, a passagem nunca foi totalmente interrompida: navios ligados a Teerã continuaram a cruzar a região, enquanto outras embarcações enfrentaram limitações.

A estratégia do presidente norte-americano de bloquear a passagem de navios ligados a Teerã segue a lógica de pressão econômica adotada em outros contextos, como no caso da Venezuela neste ano.

Segundo o portal Axios, a chave da campanha de pressão dos EUA é forçar o Irã a atingir sua capacidade máxima de armazenamento, o que levaria ao fechamento de poços de petróleo.

“Eles provavelmente estão a várias semanas — ou talvez até um mês — de esgotar a capacidade de armazenamento”, disse Gregory Brew, analista da Eurasia Group, ao Axios.

Ao impedir ou dificultar a circulação de petroleiros, os EUA atingem uma das principais fontes de receita do Irã, já que o petróleo responde por cerca de 10% a 15% do Produto Interno Bruto (PIB) do país.

A escalada das tensões e as incertezas em torno do Estreito de Ormuz impulsionaram o preço do petróleo, que já acumula alta de mais de 50% desde o início da guerra entre EUA e Irã. Na tarde desta sexta-feira (1º), o barril do tipo Brent, referência global, era cotado a US$ 109,12.

Donald Trump afirmou nesta sexta-feira que não está satisfeito com a mais recente proposta de acordo de paz do regime iraniano.

“Eles querem fazer um acordo, mas eu não estou satisfeito com isso, então veremos o que acontece”, disse.

"Tivemos uma conversa com o Irã. Vamos ver o que acontece, mas eu diria que não estou satisfeito. Eles precisam apresentar o acordo certo. Neste momento, não estou satisfeito com o que estão oferecendo", acrescentou.

Trump também afirmou a repórteres que não está preocupado com a situação dos estoques de mísseis dos EUA, em meio a relatos de apreensão sobre o ritmo de uso de armamentos durante o conflito com o Irã.

Na noite de quinta-feira (30), o Irã entregou sua proposta mais recente de negociação a mediadores no Paquistão, segundo informou a agência estatal iraniana IRNA.

O frágil cessar-fogo de três semanas entre os EUA e o Irã parece ainda estar sendo mantido, embora ambos os países tenham trocado acusações de violações.

Também nesta sexta, Trump informou ao Congresso que as hostilidades com o Irã “foram encerradas”, apesar de tropas americanas manterem um bloqueio naval contra o país, o que é considerado ato de guerra pelo direito internacional.

Na prática, a medida tenta contornar o prazo legal que terminou na quinta-feira para que o Congresso autorizasse a continuidade da guerra. Nos EUA, o presidente pode iniciar ações militares sozinho, mas precisa do aval do Congresso em até 60 dias para manter o conflito.

Como o Congresso não votou o tema, o governo passou a afirmar que a regra não se aplica porque o conflito teria terminado com um cessar-fogo iniciado no começo de abril.

“As hostilidades que começaram em 28 de fevereiro de 2026 foram encerradas”, escreveu Trump ao presidente da Câmara, Mike Johnson, e ao presidente pro tempore do Senado, Chuck Grassley.

Ainda na carta, o próprio presidente indicou que a crise está longe do fim. Ele justificou a permanência de militares no Oriente Médio ao afirmar que o Irã ainda representa uma “ameaça significativa” aos EUA e às Forças Armadas.

Há 8 horas Mundo EUA anunciam retirada de 5 mil soldados da Alemanha em meio à crise diplomáticaHá 8 horasNarges MohammadiPresa no Irã, vencedora do Nobel tem piora e é transferida para hospital

Há 5 horas Mundo Temporais em PEMãe e filho de 6 anos morrem após deslizamento de barreira no Recife

Há 3 horas Pernambuco Mãe e bebê de 6 meses morrem soterrados em OlindaHá 3 horasMercadinho desaba em comunidade e dono fica feridoHá 3 horasLula determina apoio federal a autoridades de PEHá 3 horasChuvas pelo BrasilRio transborda e moradores ficam ilhados no interior da Paraíba

Há 3 horas Paraíba SC tem alerta para tempestades e ventos acima de 100 km/hHá 3 horasTemporal causa alagamentos e chuva de granizo no RSHá 3 horas’Territórios – Sob o Domínio do Crime’Como fuzil virou símbolo das facções no Brasil? Beira-Mar diz em documentário

Há 4 minutos Rio de Janeiro Globoplay estreia documentário sobre o avanço das facçõesHá 4 minutosPL da DosimetriaAtos golpistas: veja os partidos que votaram 100% a favor de reduzir penas

Há 11 horas Política Veto de Lula cai, mas discussão sobre redução deve voltar ao STFHá 11 horasCrise com Alcolumbre ameaça agenda prioritária de LulaHá 11 horasVALDO: Lula não deve promulgar PL da Dosimetria; tarefa caberá a Alcolumbre

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

‘Não dá para muita coisa’: Venezuela aumenta salário para R$ 1.200 e divide opiniões

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/05/2026 17:44

Mundo 'Não dá para muita coisa': Venezuela aumenta salário para R$ 1.200 e divide opiniões Governo aumentou pagamento de bônus aos trabalhadores sem ajustar a chamada 'renda mínima', que continua em cerca de R$ 1,50. Trabalhadores pedem mais direitos. Por Víctor Amaya — Caracas

O reajuste é o primeiro desde a queda de Nicolás Maduro e foi recebido com uma mistura de satisfação e críticas pelos venezuelanos.

O “aumento” não elevou de fato o salário mínimo. Isso porque a chamada “renda mínima” não corresponde apenas ao salário base: ela é composta por um salário mínimo oficial de cerca de US$ 0,30 (aproximadamente R$ 1,50), acrescido de bônus pagos pelo governo.

Esses bônus não são considerados salário formal e, por isso, não entram no cálculo de direitos trabalhistas, como férias, aposentadoria ou décimo terceiro.

Na prática, o governo injeta mais dinheiro por meio desses bônus para melhorar a renda dos trabalhadores que recebem o menor salário mínimo da região, congelado há quatro anos e corroído por uma inflação elevada e persistente.

A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, anunciou na quinta-feira (30) um aumento de 26% na chamada renda mínima integral, que passou de US$ 190 (cerca de R$ 950) para US$ 240 (cerca de R$ 1.200) por mês.

O reajuste é o primeiro desde a queda de Nicolás Maduro e foi recebido com uma mistura de satisfação e críticas pelos venezuelanos.

O “aumento” não elevou de fato o salário mínimo. Isso porque a chamada “renda mínima” não corresponde apenas ao salário base: ela é composta por um salário mínimo oficial de cerca de US$ 0,30 (aproximadamente R$ 1,50), acrescido de bônus pagos pelo governo.

Esses bônus não são considerados salário formal e, por isso, não entram no cálculo de direitos trabalhistas, como férias, aposentadoria ou décimo terceiro.

Na prática, o governo injeta mais dinheiro por meio desses bônus para melhorar a renda dos trabalhadores que recebem o menor salário mínimo da região, congelado há quatro anos e corroído por uma inflação elevada e persistente.

“O primeiro anúncio que quero fazer é que a renda mínima integral chegará ao equivalente a US$ 240”, declarou Rodríguez, sem dar mais detalhes.

“Devo enfatizar que este é o aumento mais significativo dos últimos anos”, afirmou, em discurso em um palanque montado na principal avenida de Caracas.

Rodríguez já havia prometido um aumento salarial “responsável” no início de abril, após uma série de manifestações de trabalhadores que pediam reajuste.

O anúncio foi recebido com aplausos e gritos de comemoração entre milhares de apoiadores do chavismo reunidos em Caracas, ao fim de uma marcha que exigia o fim das sanções contra o país.

Ainda assim, o novo valor está longe dos US$ 677 (cerca de R$ 3.385) que, segundo estimativas privadas, são necessários para cobrir a cesta básica de uma família de cinco pessoas.

Trump diz não estar satisfeito com acordo de paz proposto pelo Irã para encerrar a guerraComo decisão da Suprema Corte pode reduzir a representação de negros e latinos nos EUAPapa Leão XIV nomeia ex-imigrante irregular como bispo nos EUA

A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, em 30 de abril de 2026 — Foto: REUTERS/Leonardo Fernandez Viloria

“É suficiente apenas para sobreviver, não dá para muita coisa”, disse uma pessoa.“Tenho esperança, mas isso não basta”, afirmou outra.“Não é suficiente, mas por enquanto cobre o básico.”“Para mim, por enquanto, dá.”

Mais cedo, entre os participantes da marcha convocada por Rodríguez, o discurso era de cautela. “Aos poucos, os problemas estão sendo resolvidos, e precisamos entender o momento atual. Muitos querem aumentos exorbitantes”, diziam manifestantes alinhados ao governo.

A Coalizão Trabalhista, uma ampla articulação popular, havia convocado uma marcha até a sede do governo para reivindicar direitos trabalhistas, mas os manifestantes foram impedidos de avançar. Segundo o líder do grupo, José Patines, policiais armados cercaram o ponto de partida.

“Eles não nos permitiram protestar por um direito básico, que é um salário digno. Quanto custa uma cesta básica? Esse deveria ser o salário mínimo: US$ 1.500 (cerca de R$ 7.500). Se não têm como pagar, o problema é deles. Vamos convocar eleições e resolver isso”, afirmou.

Os manifestantes não conseguiram chegar ao destino, já que Caracas amanheceu com diversos bloqueios de ruas determinados pelas autoridades, o que paralisou o trânsito na capital.

50 vídeos Venezuela Resumo do dia De segunda a sábado, as notícias que você não pode perder diretamente no seu e-mail.

Há 3 horas Mundo Temporais em PEMãe e filho de 6 anos morrem após deslizamento de barreira no Recife

Há 36 minutos Pernambuco Lula determina apoio federal a autoridades de PEHá 36 minutosMais de 10 voos são desviados do Aeroporto do RecifeHá 36 minutosChuvas pelo BrasilRio transborda e moradores ficam ilhados no interior da Paraíba

Há 52 minutos Paraíba Temporal causa alagamentos e chuva de granizo no RSHá 52 minutosPL da DosimetriaAtos golpistas: veja os partidos que votaram 100% a favor de reduzir penas

Há 9 horas Política Crise com Alcolumbre ameaça agenda prioritária de LulaHá 9 horasVeto de Lula cai, mas discussão sobre redução deve voltar ao STFHá 9 horasVALDO: Lula não deve promulgar PL da Dosimetria; tarefa caberá a Alcolumbre

Há 3 horas Blog do Valdo Cruz Bastidores de BrasíliaNATUZA: Moraes é o sujeito oculto do combo Messias-Dosimetria

Há 10 horas Blog da Natuza Nery SADI: Messias está indignado com ‘golpe’ de Moraes e DinoHá 10 horasCAMAROTTI: Pacheco não quer nem vaga no STF nem o governo de MG

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Agrishow tem queda de 22% no volume de negócios em meio a guerra no Oriente Médio e altas taxas de juros

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/05/2026 16:02

RIBEIRÃO E FRANCA Agrishow 2026 Agrishow tem queda de 22% no volume de negócios em meio a guerra no Oriente Médio e altas taxas de juros Segundo organização, feira em Ribeirão Preto (SP) ajudou a prospectar R$ 11,4 bilhões em intenções de negócios. Por Ana Beatriz Fogaça, Rodolfo Tiengo, g1 Ribeirão Preto e Franca

A Agrishow, maior feira de tecnologia agrícola do país, encerrou a edição de 2026 com uma queda de 22% no volume de negócios.

Segundo dados divulgados pela organização nesta sexta-feira (1º), o evento ajudou a prospectar R$ 11,4 bilhões, R$ 3,2 bilhões a menos do que em 2025.

O resultado confirma o cenário de queda de 20% nas vendas do setor de máquinas e implementos agrícolas no país no primeiro trimestre.

Apesar de ter sido comum ver ruas esvaziadas na feira, a organização confirmou que o número de visitantes foi o mesmo do ano passado, de 197 mil pessoas.

Pela representatividade no agro, o evento se tornou uma parada quase obrigatória para aqueles que buscam uma maior proximidade com o setor na corrida a presidente nas eleições 2026.

A Agrishow, maior feira de tecnologia agrícola do país, encerrou a edição de 2026 com uma queda de 22% no volume de negócios.

Segundo dados divulgados pela organização nesta sexta-feira (1º), o evento ajudou a prospectar R$ 11,4 bilhões, R$ 3,2 bilhões a menos do que em 2025.

O resultado confirma o cenário de queda de 20% nas vendas do setor de máquinas e implementos agrícolas no país no primeiro trimestre, diante de problemas como altas taxas de juros que dificultam o acesso ao crédito, além de desdobramentos da guerra no Oriente Médio que encarecem os custos de produção e reduzem o capital dos produtores para fazer investimentos.

Apesar de ter sido comum ver ruas esvaziadas na feira, a organização confirmou que o número de visitantes foi o mesmo do ano passado, de 197 mil pessoas. A próxima edição está prevista para acontecer entre 26 e 30 de abril de 2027.

AGRISHOW 2026 – QUINTA-FEIRA (30) – RIBEIRÃO PRETO (SP) – Sol predominou ao longo do dia na feira. — Foto: Érico Andrade/g1

"Muito embora nós estejamos vivendo, há três anos, um mercado desfavorável, continuamos investindo no que há de melhor para a agricultura tropical no Brasil. E para tanto, acreditamos que este país e o futuro dele vem do agronegócio. E não importa o momento que estamos vivendo, pois sabemos que a agricultura vive de ciclos e este é desfavorável, mas temos convicção que este e os próximos anos serão favoráveis"afirmou João Carlos Marchesan, presidente da Agrishow.

Mesmo com a queda divulgada pela organização da Agrishow, representantes de empresas entrevistados pelo g1 fizeram um balanço oposto sobre o evento.

Diretor de marketing da Massey Ferguson, Breno Cavalcanti afirma que as visitações em alta ao estande da marca, com máquinas como tratores e colheitadeiras, foram na contramão dos resultados negativos apontados pelo setor de máquinas agrícolas este ano.

"O mercado está em um momento um pouco mais complexo. A gente sempre se orienta pelos indicadores como Fenabrave e Abimaq. Eles reportam um percentual de queda, mas pra nós a movimentação no estande e as negociações foram muito positivas", afirmou.

Para atrair os clientes, a fabricante apostou em condições especiais para adesão a consórcios, bem como descontos, redução em taxas e benefícios.

"A gente trouxe uma série de campanhas ao longo do mês de abril que vão se estender até maio (…). Um determinado produto que o cliente comprava, por exemplo, ganhava as três primeiras revisões."

De 'trator que fala' a 'trator fantasma', veja máquinas com IA que operam sozinhasComando de trator que se assemelha a 'videogame' torna rotina do produtor mais intuitiva Agrishow 2026: máquinas com inteligência artificial 'de fábrica' são destaques; veja novidades

Linhas de financiamento especiais, produtos a pronta entrega e alternativas como o "barter", em que o produtor utiliza a safra futura de grãos como forma de pagamento para insumos como fertilizantes, foram algumas das opções oferecidas pela Coopercitrus na feira.

"Nós organizamos ônibus, vans, para trazer produtores de regiões mais distantes, porque a gente quer que ele aproveite a oportunidade", afirma o CEO Fernando Degobbi.

A estratégia, segundo ele, deu certo e resultou em uma movimentação recorde no estande do evento, que representa até 20% do faturamento anual da cooperativa.

“Não sabemos quanto tempo a guerra vai durar, mas alguns produtos, obviamente, pós-guerra, vão cair de preço. Eles estão afetados por esse cenário, só que ninguém sabe até quando. E aí você tem o tempo para poder plantar, para poder colocar os insumos, e essa é a questão que o produtor tem que estar atento e eu acho que ele está entendendo isso. Você pode conferir aqui, é um fluxo bastante grande de produtores", afirma.

Se os números não foram positivos para todos, o retorno surpreendeu a equipe da Tritucap, empresa de Sertãozinho (SP) que voltou à feira após sete anos com uma tecnologia que faz a erradicação de lavouras de café de maneira sustentável.

"Esperávamos um bom desempenho com o lançamento voltado ao café, que vive um momento positivo, mas o volume de vendas foi três vezes maior do que o previsto", diz.

Equipamentos voltados para a citricultura, fruticultura, pastagens e trato florestal também tiveram boa aceitação. "Já avaliamos ampliar nossa área de exposição em 2027”, afirma.

Nas palavras de Luís Pio, presidente da Herbicat, que desenvolve tecnologias de aplicação de insumos como um pulverizador inteligente para plantas novas, essa foi a melhor Agrishow da história da empresa mesmo com o cenário desafiador na economia e com os resultados gerais apontados como negativos pelos organizadores.

"Nesta edição, registramos mais de 300 contatos de interessados em nossas soluções, o que estimamos gerar um retorno de vendas entre 10% a 20% no pós-evento. Saímos dessa feira com uma carteira de prospecção mais robusta que a edição passada. Sem dúvida, foi a melhor Agrishow de toda a nossa história."

AGRISHOW 2026 – QUINTA-FEIRA (30) – RIBEIRÃO PRETO (SP) – Visitante confere máquina agrícola no interior de São Paulo. — Foto: Érico Andrade/g1

A Agrishow é considerada a maior feira de tecnologia agrícola do país, com uma área de exposição maior do que a de 50 campos de futebol que ajudou a movimentar R$ 5 milhões somente com ativações e ações promocionais nos estandes que fecharam contrato com a BP One, especializada em live marketing.

“O stand é uma plataforma de relacionamento. É o espaço onde a marca se posiciona, traduz a solução, a inovação e ela se tornou uma ferramenta estratégica da geração de valor para a marca. A interação foi extremamente positiva", afirma Tânia Noguchi, diretora de estratégia e gestão da Live Retail Marketing da BP One.

A empresa é que esteve por trás da operação de grandes marcas como a Valtra, que tinha um espaço próprio de 3,5 mil metros quadrados, e da Baldan, com 4 mil metros quadrados.

"O produtor plural está cada vez mais técnico e objetivo. Então, as marcas, nós como representantes das marcas e como agência, a gente tem que ficar cada vez mais atento para que essas interações façam sentido e sejam cada vez mais relevantes.”

AGRISHOW 2026 – QUINTA-FEIRA (30) – RIBEIRÃO PRETO (SP) – Estande com tratores em exposição na feira. — Foto: Érico Andrade/g1

Pela representatividade no agro, o evento se tornou uma parada quase obrigatória para aqueles que buscam uma maior proximidade com o setor na corrida a presidente nas eleições 2026.

No domingo (26), como uma das autoridades participantes da cerimônia oficial de abertura, a feira recebeu o vice-presidente da República Geraldo Alckmin (PSB), que anunciou uma linha de crédito de R$ 10 bilhões para a compra de equipamentos agrícolas.

Agrishow 2026: Flávio Bolsonaro e Tarcisio de Freitas visitam estande de tratores em evento que acontece em Ribeirão Preto, SP — Foto: Érico Andrade/g1

Na segunda-feira (27), foi a vez de Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Flávio Bolsonaro (PL) visitarem a feira e fazerem críticas ao governo federal, principalmente às políticas voltadas para o setor agropecuário.

Na terça-feira (28) foi a vez de Romeu Zema (Novo-MG), que reiterou críticas ao STF e rebateu declarações do ministro Gilmar Mendes, que ironizou o sotaque mineiro dele.

Na quarta-feira (29), o evento recebeu Ronaldo Caiado (PSD), que questionou a proximidade de outros políticos com o segmento agro apenas em épocas de eleição, e Aldo Rebelo (DC), que sugeriu a criação de um "emendão" para desbloquear obras travadas pelo STF e outras instituições.

AGRISHOW 2026 – QUARTA-FEIRA (29) – RIBEIRÃO PRETO (SP) – O ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), pré-candidato à presidência da República, concede entrevista durante visita a feira — Foto: Érico Andrade/g1

Há 8 minutos Mundo Incidente em CongonhasFAB investiga aviões que ficaram próximos no ar; entenda gravidade

Há 1 hora São Paulo ‘Territórios – Sob o Domínio do Crime’Como fuzil virou símbolo das facções no Brasil? Fernandinho Beira-Mar explica

Há 11 horas Rio de Janeiro Facções chegam até a garimpo ilegal em terra indígenaHá 11 horasGloboplay estreia documentário sobre o avanço das facçõesHá 11 horasPL da DosimetriaAtos golpistas: veja os partidos que votaram 100% a favor de reduzir penas

Há 6 horas Política Crise com Alcolumbre ameaça agenda prioritária de LulaHá 6 horasVeto de Lula cai, mas discussão sobre redução deve voltar ao STFHá 6 horasVALDO: Lula não deve promulgar PL da Dosimetria; tarefa caberá a Alcolumbre

Há 27 minutos Blog do Valdo Cruz Bastidores de BrasíliaNATUZA: Moraes é o sujeito oculto do combo Messias-Dosimetria

Há 7 horas Blog da Natuza Nery SADI: Messias está indignado com ‘golpe’ de Moraes e DinoHá 7 horasCAMAROTTI: Pacheco não quer nem vaga no STF nem o governo de MG

Há 3 horas Blog do Gerson Camarotti Temporais em PEChuvas deixam moradores soterrados no Grande Recife

Há 58 minutos Pernambuco Mais de 80 pessoas estão desalojadas na regiãoHá 58 minutosInsatisfeito com o blocoTrump anuncia que vai elevar para 25% tarifa sobre carros da União Europeia

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Acordo Mercosul-UE: Brasil deve ampliar exportações em até US$ 1 bilhão em um ano, estima agência

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/05/2026 14:53

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,952-0,99%Dólar TurismoR$ 5,155-1,09%Euro ComercialR$ 5,811-0,48%Euro TurismoR$ 6,064-0,54%B3Ibovespa187.318 pts1,39%MoedasDólar ComercialR$ 4,952-0,99%Dólar TurismoR$ 5,155-1,09%Euro ComercialR$ 5,811-0,48%Euro TurismoR$ 6,064-0,54%B3Ibovespa187.318 pts1,39%MoedasDólar ComercialR$ 4,952-0,99%Dólar TurismoR$ 5,155-1,09%Euro ComercialR$ 5,811-0,48%Euro TurismoR$ 6,064-0,54%B3Ibovespa187.318 pts1,39%Oferecido por

A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) projeta que, já no primeiro ano de vigência do Acordo Mercosul-União Europeia, o Brasil poderá ampliar suas exportações em até US$ 1 bilhão.

A estimativa considera 543 produtos com maior potencial de ganho imediato, dentro de um universo de cerca de 5 mil itens do Mercosul que passam a ter tarifa zerada a partir desta sexta-feira (1º).

Na prática, cerca de 54% das exportações do bloco passam a contar com tarifa zero, enquanto aproximadamente 10% dos produtos europeus terão o mesmo benefício no acesso ao mercado sul-americano.

“Uma tarifa de 3% ou 7% pode definir se o negócio acontece ou não. A eliminação desses custos abre espaço imediato para o produto brasileiro ganhar participação”, destacou o presidente da Apex, Laudemir Muller, a jornalistas.

Ele acrescentou que o segmento de aeronaves, com a tarifa zerada, pode acessar um mercado estimado em cerca de US$ 16 bilhões.

A União Europeia é o segundo maior importador do mundo. Somados, os países do bloco movimentam cerca de US$ 7,4 trilhões em importações, sendo mais de US$ 3 trilhões provenientes de mercados externos ao próprio bloco.

O mercado europeu é cerca de nove vezes maior que o do Mercosul, e sua abertura ocorre em ritmo até cinco vezes mais acelerado, o que pode ampliar o potencial de inserção internacional das empresas brasileiras.

A redução de preços para os consumidores, no entanto, não deve ser imediata. O impacto inicial tende a se concentrar nas empresas exportadoras, enquanto os efeitos para o consumidor final devem ocorrer de forma gradual, à medida que os fluxos comerciais se ajustam e os produtos passem a chegar mais baratos aos mercados.

Agora Mundo Incidente em CongonhasFAB investiga aviões que ficaram próximos no ar; entenda gravidade

Há 1 hora São Paulo ‘Territórios – Sob o Domínio do Crime’Como fuzil virou símbolo das facções no Brasil? Fernandinho Beira-Mar explica

Há 11 horas Rio de Janeiro Facções chegam até a garimpo ilegal em terra indígenaHá 11 horasGloboplay estreia documentário sobre o avanço das facçõesHá 11 horasPL da DosimetriaAtos golpistas: veja os partidos que votaram 100% a favor de reduzir penas

Há 6 horas Política Crise com Alcolumbre ameaça agenda prioritária de LulaHá 6 horasVeto de Lula cai, mas discussão sobre redução deve voltar ao STFHá 6 horasVALDO: Lula não deve promulgar PL da Dosimetria; tarefa caberá a Alcolumbre

Há 40 minutos Blog do Valdo Cruz Bastidores de BrasíliaNATUZA: Moraes é o sujeito oculto do combo Messias-Dosimetria

Há 7 horas Blog da Natuza Nery SADI: Messias está indignado com ‘golpe’ de Moraes e DinoHá 7 horasCAMAROTTI: Pacheco não quer nem vaga no STF nem o governo de MG

Há 3 horas Blog do Gerson Camarotti Temporais em PEChuvas deixam moradores soterrados no Grande Recife

Há 1 hora Pernambuco Mais de 80 pessoas estão desalojadas na regiãoHá 1 horaInsatisfeito com o blocoTrump anuncia que vai elevar para 25% tarifa sobre carros da União Europeia

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Associação Internacional de Radiodifusão cobra proteção a jornalistas no Dia Mundial da Liberdade de Imprensa

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/05/2026 14:53

Economia Midia e Marketing Associação Internacional de Radiodifusão cobra proteção a jornalistas no Dia Mundial da Liberdade de Imprensa Entidade homenageia jornalistas e reforça a necessidade de proteção contra censura, intimidação e violência, além de defender o jornalismo independente e o acesso à informação. Por Redação g1 — São Paulo

Às vésperas do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, celebrado neste domingo (3), a Associação Internacional de Radiodifusão (AIR) divulgou uma mensagem em homenagem a jornalistas e veículos de comunicação de vários países, ressaltando o papel do jornalismo na democracia e no Estado de Direito. (veja a nota na íntegra ao fim desta reportagem)

Segundo o presidente da AIR, Paulo Tonet Camargo, profissionais da imprensa seguem atuando “com coragem, independência e compromisso com a liberdade”, mesmo diante de cenários adversos em várias partes do mundo.

A associação lembra que a data foi instituída pelas Nações Unidas (ONU) com base na Declaração de Windhoek e funciona como um marco para destacar a relevância de uma imprensa livre, plural e independente.

No comunicado, a AIR ressalta que a liberdade de expressão não é um privilégio de jornalistas ou empresas de mídia, mas um direito fundamental de toda a sociedade, previsto no artigo 19 da Declaração Universal dos Direitos Humanos.

“Uma imprensa livre, plural e independente é condição essencial para a democracia e o Estado de Direito.”

A entidade também destacou a responsabilidade dos governos na proteção do jornalismo. Segundo a associação, cabe aos Estados garantir a segurança dos profissionais de imprensa e enfrentar práticas como censura, intimidação e violência.

“Hoje, mais do que nunca, é necessário reafirmar o dever dos Estados de proteger os jornalistas, garantir sua segurança e evitar toda forma de censura, intimidação ou violência.”

A AIR ainda defende o fortalecimento do jornalismo independente e o acesso da população a informações diversas e sem interferências. Para a entidade, o livre fluxo de informações é essencial para o funcionamento de sociedades abertas.

"No Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, a Associação Internacional de Radiodifusão presta homenagem a todos os jornalistas e meios de comunicação que, em cada canto do mundo, exercem sua atividade com coragem, independência e compromisso com a liberdade.

Esta data, proclamada pelas Nações Unidas em comemoração à Declaração de Windhoek, nos lembra que uma imprensa livre, plural e independente é condição essencial para a democracia e o Estado de Direito.

A liberdade de expressão, consagrada no artigo 19 da Declaração Universal dos Direitos Humanos, não é um privilégio: é um direito fundamental de toda pessoa e uma garantia indispensável para sociedades abertas.

Hoje, mais do que nunca, é necessário reafirmar o dever dos Estados de proteger os jornalistas, garantir sua segurança e evitar toda forma de censura, intimidação ou violência.

A AIR faz um chamado para fortalecer o jornalismo livre e independente e para defender o direito dos cidadãos de receber informação plural e sem interferências.

Protesto em defesa da liberdade de imprensa nas Filipinas em foto de arquivo em 19 de janeiro de 2018 — Foto: Bullit Marquez/AP

Agora Mundo Incidente em CongonhasFAB investiga aviões que ficaram próximos no ar; entenda gravidade

Há 1 hora São Paulo ‘Territórios – Sob o Domínio do Crime’Como fuzil virou símbolo das facções no Brasil? Fernandinho Beira-Mar explica

Há 11 horas Rio de Janeiro Facções chegam até a garimpo ilegal em terra indígenaHá 11 horasGloboplay estreia documentário sobre o avanço das facçõesHá 11 horasPL da DosimetriaAtos golpistas: veja os partidos que votaram 100% a favor de reduzir penas

Há 6 horas Política Crise com Alcolumbre ameaça agenda prioritária de LulaHá 6 horasVeto de Lula cai, mas discussão sobre redução deve voltar ao STFHá 6 horasVALDO: Lula não deve promulgar PL da Dosimetria; tarefa caberá a Alcolumbre

Há 40 minutos Blog do Valdo Cruz Bastidores de BrasíliaNATUZA: Moraes é o sujeito oculto do combo Messias-Dosimetria

Há 7 horas Blog da Natuza Nery SADI: Messias está indignado com ‘golpe’ de Moraes e DinoHá 7 horasCAMAROTTI: Pacheco não quer nem vaga no STF nem o governo de MG

Há 3 horas Blog do Gerson Camarotti Temporais em PEChuvas deixam moradores soterrados no Grande Recife

Há 1 hora Pernambuco Mais de 80 pessoas estão desalojadas na regiãoHá 1 horaInsatisfeito com o blocoTrump anuncia que vai elevar para 25% tarifa sobre carros da União Europeia

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Trump diz que vai elevar tarifas sobre carros e caminhões da União Europeia para 25%

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/05/2026 14:01

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,952-0,99%Dólar TurismoR$ 5,155-1,09%Euro ComercialR$ 5,811-0,48%Euro TurismoR$ 6,064-0,54%B3Ibovespa187.318 pts1,39%MoedasDólar ComercialR$ 4,952-0,99%Dólar TurismoR$ 5,155-1,09%Euro ComercialR$ 5,811-0,48%Euro TurismoR$ 6,064-0,54%B3Ibovespa187.318 pts1,39%MoedasDólar ComercialR$ 4,952-0,99%Dólar TurismoR$ 5,155-1,09%Euro ComercialR$ 5,811-0,48%Euro TurismoR$ 6,064-0,54%B3Ibovespa187.318 pts1,39%Oferecido por

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante conversa com jornalistas na Casa Branca em 30 de abril de 2026 — Foto: REUTERS/Jonathan Ernst

Donald Trump anunciou nesta sexta-feira (1º) que vai elevar para 25% as tarifas sobre carros e caminhões importados da União Europeia a partir da "próxima semana".

Segundo ele, a medida ocorre porque o bloco não estaria cumprindo integralmente o acordo comercial firmado com os EUA.

"Tenho o prazer de anunciar que, com base no fato de que a União Europeia não está cumprindo nosso Acordo Comercial totalmente acordado, na próxima semana aumentarei as tarifas cobradas à União Europeia para carros e caminhões que entram nos EUA. A tarifa será aumentada para 25%", escreveu Trump em sua rede social, a Truth Social.

Trump afirmou que a tarifa não será aplicada a empresas europeias que produzem carros e caminhões nos EUA.

"Muitas fábricas de automóveis e caminhões estão atualmente em construção, com mais de 100 bilhões de dólares investidos, um RECORDE na história da fabricação de carros e caminhões", escreveu.

A decisão ocorre um dia depois de Trump anunciar a retirada de tarifas e restrições que dificultam o comércio de uísque entre a Escócia e o estado americano de Kentucky, onde é produzido o bourbon.

“As pessoas querem isso há muito tempo, já que havia um grande comércio entre países, especialmente no que diz respeito aos barris de madeira utilizados”, disse Trump em uma publicação na Truth Social.

A declaração veio após o republicano se reunir com o rei Charles III e a rainha Camilla, em visita oficial aos EUA nesta semana. Durante a passagem pelo país, o monarca fez um discurso histórico no Congresso.

Segundo Trump, a medida foi adotada "em homenagem ao Rei e à Rainha do Reino Unido, que acabam de deixar a Casa Branca e em breve retornam ao seu maravilhoso país".

Há 6 horas Blog da Natuza Nery SADI: Messias está indignado com ‘golpe’ de Moraes e DinoHá 6 horasCAMAROTTI: Pacheco não quer nem vaga no STF nem o governo de MG

Há 2 horas Blog do Gerson Camarotti Incidente em CongonhasFAB investiga aviões que ficaram próximo no ar; entenda gravidade

Há 19 minutos Pernambuco Mais de 80 pessoas estão desalojadas na regiãoHá 19 minutosInsatisfeito com o blocoTrump anuncia que vai elevar para 25% tarifa sobre carros da União Europeia

Há 58 minutos Economia ‘Rodada de insultos’: os ataques de Trump aos aliados europeusHá 58 minutosConflito no Oriente MédioIrã apresenta nova proposta para encerrar a guerra contra os EUA

Há 4 horas Mundo Prazo acaba, e Trump indica que seguirá com a guerraHá 4 horasEstreito de OrmuzIrã avalia usar golfinhos com minas em ataques a navios, diz jornal

Há 2 horas Mundo Reflexo da guerra no IrãPetrobras eleva querosene de aviação em 18% a partir de hoje

Há 3 horas Economia Guerra e alta de preços prejudicam ajuda a refugiados, alerta ONUHá 3 horasDia do Trabalhador1º de Maio: atos em SP pedem fim da escala 6 x 1 e redução de jornada

0

PREVIOUS POSTSPage 6 of 200NEXT POSTS