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O paradoxo da Noruega, país que ganha bilhões com aumento do petróleo mas o consome cada vez menos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/05/2026 04:44

Mundo O paradoxo da Noruega, país que ganha bilhões com aumento do petróleo mas o consome cada vez menos O próspero país nórdico tem uma das redes de energia menos poluentes do mundo, mas ganha muito dinheiro com a exportação de combustíveis fósseis. Por BBC

A Noruega produz e exporta petróleo e gás, mas seu consumo interno é baseado principalmente na energia limpa. — Foto: GETTY IMAGES

As bicicletas são onipresentes nas suas cidades, 98% da sua eletricidade provém de fontes renováveis e nove em cada 10 carros novos vendidos em 2024 foram veículos elétricos.

A Noruega é também o país membro da Agência Internacional de Energia em que a eletricidade representa a maior proporção do consumo total de energia. E foi um dos primeiros a criar impostos sobre as emissões de carbono.

Mas, ao mesmo tempo, o país não deixa de aumentar sua produção de gás e petróleo e exportar massivamente os combustíveis fósseis contaminantes.

Esses recursos representam a maior fonte de receita do Estado norueguês e formam o pilar do famoso fundo soberano, o chamado "Fundo do Petróleo", que garante a solvência do generoso sistema de aposentadorias e bem-estar do país.

Essa contradição entre a descarbonização interna e seu papel como grande exportador global de combustíveis fósseis é conhecida como "paradoxo norueguês" e gera, há anos, um intenso debate político e social.

De um lado, grupos ambientalistas e jovens ativistas exigem compromissos concretos e um calendário para reduzir a atividade petrolífera. Do outro, o setor do petróleo e gás defende sua importância para a economia e as centenas de milhares de empregos gerados por ele.

A guerra no Oriente Médio e o aumento dos preços globais do petróleo e gás causado pelo bloqueio do estratégico Estreito de Ormuz geraram enormes e inesperados benefícios para a Noruega, mas também reabriram um dos seus debates internos mais incômodos.

"Para um ambientalista norueguês como eu, é claro que essa é uma situação vergonhosa", declarou à BBC News Mundo (o serviço em espanhol da BBC) o presidente da associação ecologista Amigos da Terra Noruega, Truls Gulowsen.

A Noruega é um dos países mais desenvolvidos do mundo, segundo o Índice de Desenvolvimento Humano das Nações Unidas. E o setor de energia é a sua principal fonte de riqueza.

As exportações do setor representam mais de 60% do total dos produtos vendidos para o exterior e somam mais de 20% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional.

O Estado mantém participação majoritária no conglomerado Equinor, o principal operador da plataforma continental norueguesa, e destina a maior parte dos seus benefícios ao fundo soberano.

No final de 2025, o fundo contava com ativos no valor estimado de US$ 1,9 trilhão (cerca de R$ 9,4 trilhões), o equivalente a US$ 350 mil (R$ 1,7 milhão) por cidadão do país.

As exportações de petróleo e gás desempenham papel fundamental na economia da próspera Noruega — Foto: KRISTIAN HELGESEN/GETTY IMAGES

No contexto atual de 2026, as tensões no Oriente Médio indicam que esses números continuarão aumentando.

O Estado norueguês recebeu US$ 5 bilhões (cerca de R$ 24,7 bilhões) a mais desde o início da guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã. E a Bolsa de Valores da capital norueguesa, Oslo, bateu recordes graças às companhias locais do setor de energia.

O governo trabalhista tentou neutralizar a ideia de que o país que concede o Prêmio Nobel da Paz vem enriquecendo com os transtornos da guerra.

O ministro das Finanças norueguês e ex-secretário-geral da Otan, Jens Stoltenberg, destacou que esse é um paradoxo, já que a Noruega "se beneficia mais da paz".

Mas, como afirmou a colunista da rede pública norueguesa de rádio e televisão NRK, Cecilie Langum Becker, "a dura realidade é que, quando o mundo está em chamas, o dinheiro flui para o nosso orçamento estatal".

Essa dinâmica já havia ficado clara em 2022, quando a invasão da Ucrânia pela Rússia reduziu drasticamente as exportações de Moscou para a Europa. Desde então, a Noruega surgiu como o último fornecedor confiável de um continente assolado pela crise energética.

"Fornecemos, hoje, cerca de 30% do gás e 15% do petróleo que é consumido na Europa, para onde enviamos 90% das nossas exportações", explica à BBC a analista Thina Saltvedt, da empresa financeira Nordea.

O debate sobre as exportações de combustíveis fósseis está presente na Noruega há anos. — Foto: PAUL S. AMUNDSEN/GETTY IMAGES

Apesar das suas jazidas petrolíferas, a Noruega possui, há décadas, uma das infraestruturas mais limpas da Europa, graças à sua rede hidrelétrica.

Em 1991, o governo norueguês criou um imposto ao carbono, para promover a energia limpa. Em 2005, incentivos transformaram o país no líder mundial em carros elétricos. E, em 2017, o Parlamento da Noruega aprovou a Lei do Clima, para reduzir as emissões em 50% até 2030.

Os conflitos na Ucrânia e no Irã obrigaram até mesmo os partidos mais "verdes" a aceitar que o gás norueguês é um "mal necessário" para a segurança energética da Europa.

Para Gulowsen, a narrativa dominante, agora, é que a instabilidade global justifica a aposta nos hidrocarbonetos.

"Fala-se em abrir áreas em águas profundas do Ártico, que são ambientes vulneráveis onde não deveria haver exploração, em nenhuma hipótese."

O governo norueguês quer continuar desenvolvendo a indústria petrolífera e aprovou novas licenças de exploração. — Foto: CHRIS RATCLIFFE/GETTY IMAGES

O governo do primeiro-ministro norueguês, Jonas Gahr Støre, ofereceu recentemente 57 novas licenças de exploração.

"Continuaremos buscando mais petróleo para fornecer à Europa, prometeu Støre. Ele aposta no "desenvolvimento" da indústria, em vez de estabelecer "fases de saída".

Apesar da pressão dos setores mais jovens do seu partido, Støre não tem intenção de defender um calendário de abandono. Pelo contrário, ele aposta na zona menos explorada do país (o mar de Barents) para compensar a queda das jazidas atuais.

Frode Alfheim, do sindicato Industri Energi, relembrou à BBC News Mundo a importância social do setor.

"Estamos falando de mais de 200 mil postos de trabalho diretos", destaca ele. "Não é o momento de deixar a Europa sem fornecimento."

"Cada vez mais pessoas se dão conta de que há um pôr do sol no horizonte. Mas será doloroso."

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Governo alerta para impacto do envelhecimento da população sobre sistemas previdenciário e de saúde

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/05/2026 04:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,977-0,48%Dólar TurismoR$ 5,182-0,56%Euro ComercialR$ 5,836-0,06%Euro TurismoR$ 6,091-0,1%B3Ibovespa184.750 pts-2,05%MoedasDólar ComercialR$ 4,977-0,48%Dólar TurismoR$ 5,182-0,56%Euro ComercialR$ 5,836-0,06%Euro TurismoR$ 6,091-0,1%B3Ibovespa184.750 pts-2,05%MoedasDólar ComercialR$ 4,977-0,48%Dólar TurismoR$ 5,182-0,56%Euro ComercialR$ 5,836-0,06%Euro TurismoR$ 6,091-0,1%B3Ibovespa184.750 pts-2,05%Oferecido por

Idosos na fila para se vacinar contra a gripe, em Goiânia, Goiás — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

O envelhecimento da população brasileira pressionará o sistema previdenciário brasileiro e, também, a área de saúde no futuro. Por outro lado, será possível gastar menos com educação.

🔎As informações constam no projeto de lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2027, enviado ao Congresso Nacional em abril deste ano.

De acordo com as estimativas do governo, o sistema previdenciário será fortemente afetado, com o déficit do INSS quadruplicando até 2100. Governo e especialistas apontam a necessidade de uma nova reforma da Previdência (veja mais abaixo).

O sistema de saúde, por sua vez, demandará recursos já nos próximos anos. A estimativa do governo é de que serão necessários mais R$ 121 bilhões até 2036. A lógica é que a população de maior idade "demanda proporcionalmente" mais serviços de saúde.

Ao mesmo tempo, o governo diz que o setor de educação poderá contar com R$ 30,2 bilhões a menos pelo fato de que o "tamanho da população jovem tem caído não apenas em termos relativos, mas também em termos absolutos".

"Nas próximas décadas, o Brasil passará por profunda modificação de sua estrutura etária, com aumento do número de idosos na população e redução do número de jovens. Tal transformação demográfica impõe desafios às políticas públicas, na medida em que influi diretamente sobre a demanda por diferentes formas de atuação estatal", diz o governo, na LDO.

O Sistema Único de Saúde (SUS) foi foi consolidado no texto da Constituição Federal de 1988, sendo que sua gestão é "solidária e participativa" entre os três entes da Federação: a União, os Estados e os municípios.

➡️Ao mesmo tempo em que oferece acesso universal à saúde no Brasil, o SUS enfrenta problemas de financiamento e, também, de acesso, ou seja, dificuldade na marcação de consultas e exames.

Estudo da Instituição Fiscal Independente (IFI), órgão ligado ao Senado Federal, concluiu que o Brasil possui "crônico subfinanciamento" do Sistema Único de Saúde (SUS) na comparação com os países mais ricos — que formam a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

Falta em consultas chegam a 57 mil no SUS em Piracicaba; vagas perdidas poderiam ter zerado fila, diz Saúde — Foto: Reprodução/EPTV

A educação pública, por sua vez, também funciona em regime de colaboração entre municípios, estados, Distrito Federal e a União (governo federal).

🔎Os municípios atuam principalmente na educação infantil e no ensino fundamental, sobretudo nos anos iniciais. Os estados se concentram mais nos últimos anos do ensino fundamental, e no ensino médio. E o governo federal fica, principalmente, com o ensino superior, além de coordenar as políticas e definir diretrizes.

Desde a aprovação do arcabouço fiscal, em 2023, as despesas de saúde e educação da União voltaram a estar atreladas à arrecadação federal (15% da receita líquida e as de educação, a 18%), com alta acima da inflação. Estados e municípios também têm um piso de aplicação de recursos nestas áreas.

No sistema previdenciário de repartição, usado no Brasil, as contribuições dos trabalhadores ativos são utilizadas para pagar os benefícios dos aposentados e pensionistas, sem a formação de um fundo individual para cada segurado.

Por isso, o governo avalia que o envelhecimento populacional vai gerar problemas maiores de financiamento nas próximas décadas, quando haverá menos trabalhadores na ativa para financiar um contingente maior de aposentados.

Para 2026, a previsão é de que o déficit do INSS atingirá 2,49% do PIB, ou R$ 338 bilhões;Para 2100, a expectativa é de que o rombo totalizará 10,41% do PIB, ou R$ 28,44 trilhões.A comparação na proporção com o PIB é considerada mais apropriada por especialistas.

O governo estima que, em 2060, para cada pessoa com mais de 60 anos, teremos 1,6 pessoa com idade entre 16 e 59 anos. Essa relação, diz a LDO, é "substancialmente inferior à atual, que está em 4,6 indicando um progressivo comprometimento da base de sustentação da previdência social".

"Embora o Brasil ainda tenha uma estrutura etária relativamente jovem, a forte queda nas taxas de fecundidade associadas às quedas nas taxas de mortalidade levarão a um rápido processo de envelhecimento da população e a uma redução acentuada da participação dos jovens no total da população, gerando grandes pressões por mudanças nas políticas públicas de forma geral e especificamente na previdenciária", avalia o governo federal.

O aumento no rombo previdenciário, estimado pelo governo, ocorrerá mesmo após a reforma da Previdência Social feita em 2019 no primeiro ano do governo Jair Bolsonaro.

Entre as mudanças, foi instituída uma idade mínima de aposentadoria de 62 anos mulheres e de 65 anos homens. Também foi fixado um tempo mínimo de contribuição de 15 anos para mulheres e de 20 anos para homens.Foi determinado um sistema de pontos na regra de transição, que combina o tempo mínimo de contribuição e a idade, além de mudanças no cálculo para o benefício integral.

No ano passado, o então secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron, afirmou que que o sistema previdenciário brasileiro está pressionado e que esse tema precisará ser discutido, inevitavelmente, em até dez anos.

Analistas do setor privado avaliam que uma nova reforma da Previdência é inevitável. Entre as medidas necessárias, eles elencam:

aumento da idade mínima na aposentadoria rural (hoje, de 55 anos para mulheres e de 60 para homens);mudanças no regime do Microempreendedor Individual (MEI), que paga contribuição menor;criação de um mecanismo de ajuste automático (por exemplo, elevar a idade mínima ou reduzir benefícios conforme sobe a expectativa de vida);fim das regras especiais para aposentadoria de servidores estaduais e municipais;fim da paridade e da integralidade para militares.

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Lavanderia no Japão viraliza ao dar ‘banho de spa’ em bichos de pelúcia

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 02/05/2026 03:44

Empreendedorismo Guia do empreendedor Lavanderia no Japão viraliza ao dar ‘banho de spa’ em bichos de pelúcia Serviço japonês viraliza ao restaurar pelúcias com técnica delicada e atrai clientes do mundo todo em busca de limpeza que preserva memórias afetivas. Por France Presse

Um serviço de lavanderia no Japão viralizou ao restaurar bichos de pelúcia com técnicas delicadas, tratando cada peça quase como um objeto de cuidado afetivo.

Com 30 anos de experiência, o profissional Masakazu Shimura limpa manualmente os brinquedos, avaliando material e estado para preservar suas fibras e características originais.

A repercussão nas redes sociais impulsionou o negócio, que hoje atende mais de 10 mil pelúcias por ano e atrai clientes de diversos países.

Muitos clientes buscam não só a limpeza, mas a preservação de marcas e memórias, já que veem os brinquedos como parte da família.

Empresa de limpeza viraliza no Japão por serviço de 'spa para pelúcias' — Foto: PHILIP FONG / AFP

Um Pikachu surrado, ursos de pelúcia gastos ou animais felpudos manchados são os clientes VIP de um meticuloso serviço de lavanderia japonês que viralizou nas redes sociais por deixar estes brinquedos brilhando como novos.

Masakazu Shimura, profissional de limpeza com 30 anos de experiência deu um bom banho a vapor a um boneco de Pokémon, escovando-o com cuidado após esfregá-lo delicadamente com espuma, quase como se estivesse cuidando de um bebê recém-nascido.

Os vídeos dos rigorosos cuidados que os bichos de pelúcia recebem em seu local de trabalho, a Cleaning Yonmarusan, conquistaram fãs na internet e atraíram clientes de todo o mundo para este serviço especializado em tecidos de alta qualidade.

Com base em sua perícia e experiência na limpeza de todo tipo de item, de camisas sociais a barracas de acampamento, Shimura lava e restaura as delicadas fibras dos bichos de pelúcia.

"Enquanto lavo à mão, sinto com cuidado que tipo de material é e avalio o seu estado, entre outras coisas, massageando-o suavemente com as mãos", explicou à AFP.

Shimura é um dos 12 profissionais de limpeza certificados da Yonmarusan, uma rede regional de Yamanashi, a oeste de Tóquio.

Embora a empresa limpe bichos de pelúcia há décadas, o negócio viveu um boom graças a publicações virais nas redes sociais nos últimos anos, impulsionado pela adoração da Geração Z por pelúcias e pelo amor do Japão por tudo o que é "lindo e fofo".

Atualmente, o serviço limpa mais de 10.000 pelúcias por ano, em comparação com cerca de 1.200 há uma década.

Empresa de limpeza viraliza no Japão por serviço de 'spa para pelúcias' — Foto: PHILIP FONG / AFP

Algumas pessoas chegam até a "vir ao Japão especificamente com o propósito de mandar limpar seus bichos de pelúcia", conta Hisako Mori, gerente de relações públicas da empresa.

"Enquanto a limpeza é feita, elas aproveitam para viajar pelo Japão. Ao final da viagem, recolhem seus bichos de pelúcia antes de voltar para casa", explicou.

Shimura relata que alguns clientes querem conservar arranhões ou rabiscos específicos, já que essas marcas por vezes carregam lembranças preciosas.

"Estes itens guardam memórias especiais. Isso também é verdade para as roupas, mas ainda mais para os bichos de pelúcia, que sabemos que nossos clientes veem como membros da família", destacou.

Empresa de limpeza viraliza no Japão por serviço de 'spa para pelúcias' — Foto: PHILIP FONG / AFP

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Spirit Airlines se prepara para encerrar suas operações neste sábado

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/05/2026 02:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,977-0,48%Dólar TurismoR$ 5,182-0,56%Euro ComercialR$ 5,836-0,06%Euro TurismoR$ 6,091-0,1%B3Ibovespa184.750 pts-2,05%MoedasDólar ComercialR$ 4,977-0,48%Dólar TurismoR$ 5,182-0,56%Euro ComercialR$ 5,836-0,06%Euro TurismoR$ 6,091-0,1%B3Ibovespa184.750 pts-2,05%MoedasDólar ComercialR$ 4,977-0,48%Dólar TurismoR$ 5,182-0,56%Euro ComercialR$ 5,836-0,06%Euro TurismoR$ 6,091-0,1%B3Ibovespa184.750 pts-2,05%Oferecido por

Um Airbus A319 da Spirit Airlines se aproxima do Aeroporto Regional de Manchester Boston para pouso, em 2 de junho de 2023 — Foto: Charles Krupa / AP

A companhia aérea de baixo custo em falência Spirit Airlines está se preparando para encerrar as operações por volta das 4h da manhã (horário de Brasília) deste sábado (2), disseram à Reuters duas pessoas próximas às negociações na noite de sexta-feira (1).

Uma reunião do conselho da empresa terminou sem acordo para salvar a companhia, segundo uma das fontes.

O colapso da Spirit resultará em milhares de demissões e marca a primeira falência de uma aérea, em parte, devido à duplicação dos preços do combustível de aviação durante a guerra com o Irã, iniciada há dois meses.

É também um revés para o presidente Donald Trump, que havia proposto US$ 500 milhões para salvar a empresa, apesar da oposição de aliados e de muitos republicanos no Congresso.

Nenhuma companhia aérea americana do porte da Spirit — que já respondeu por 5% dos voos nos EUA — foi liquidada nas últimas duas décadas. A empresa ajudava a manter tarifas mais baixas nos mercados em que competia com grandes companhias.

O secretário de Transportes, Sean Duffy, disse à Reuters que tentou encontrar compradores para a Spirit, sem sucesso. “O que alguém compraria?”, questionou.

A empresa deve iniciar um encerramento ordenado das atividades, suspendendo voos durante a noite, reposicionando aeronaves para devolução e liberando tripulações, disse uma das fontes.

“O governo Trump fez um esforço extraordinário para tentar salvar a Spirit, mas não se pode dar vida a um cadáver. Diante disso, a empresa deve deixar claras suas intenções pelo bem de clientes e funcionários”, afirmou um credor envolvido nas negociações.

Na sexta-feira, Trump afirmou que a Casa Branca apresentou uma proposta final à Spirit e seus credores para tentar resgatar a empresa.

O presidente Donald Trump caminha para falar com repórteres enquanto se prepara para embarcar no helicóptero Marine One no gramado sul da Casa Branca, na sexta-feira, 1º de maio de 2026, em Washington — Foto: Mark Schiefelbein / AP

O governo também entrou em contato com outras companhias para discutir como acomodar passageiros com passagens da Spirit. United Airlines, American Airlines, Frontier Airlines e JetBlue Airways informaram que estão se preparando para atender esses clientes.

A presidente da Associação de Comissários de Bordo, Sara Nelson, afirmou que o destino da Spirit estava nas mãos de Trump e que um fechamento pode eliminar quase 20 mil empregos.

O governo chegou a propor um financiamento de US$ 500 milhões em troca de participação equivalente a 90% da empresa, mas houve divergências internas e nem todos os credores concordaram com o plano.

A Spirit havia negociado um acordo com credores para sair da recuperação judicial até meados de 2026, mas os planos foram frustrados após a guerra elevar os preços do combustível.

A companhia projetava custos de cerca de US$ 2,24 por galão em 2026, mas até o fim de abril o valor havia subido para aproximadamente US$ 4,51 — mais que o dobro do previsto.

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De projeto escolar a negócio milionário: jovem cria tecnologia que leva água a 16 estados

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 02/05/2026 02:44

Pequenas Empresas & Grandes Negócios De projeto escolar a negócio milionário: jovem cria tecnologia que leva água a 16 estados Startup fundada por empreendedora baiana transforma tecnologia simples em impacto social e já atende 16 estados. Por Pegn — São Paulo

A baiana Anna Luísa Besserra criou um sistema capaz de tornar a água potável usando apenas a luz do sol.

A virada veio com a conquista de um prêmio internacional da Organização das Nações Unidas (ONU). Em seis anos, a produção de filtros saltou de 100 unidades em 2019 para 900 em 2025.

Hoje, a empresa impacta cerca de 40 mil pessoas e está presente em 16 estados brasileiros, além de países como Equador e Porto Rico.

Ter acesso à água potável ainda está longe de ser realidade para milhões de brasileiros. Segundo o Instituto Trata Brasil, cerca de 35 milhões de pessoas vivem sem água limpa no país.

Foi diante desse cenário que uma ideia nascida dentro da escola se transformou em um negócio de impacto – e em uma empresa que hoje leva água segura a comunidades em todo o Brasil.

Aos 15 anos, a baiana Anna Luísa Besserra decidiu que queria usar a ciência para transformar vidas. A partir de pesquisas, desenvolveu um sistema capaz de tornar a água potável usando apenas a luz do sol.

“Eu queria ser alguém que pudesse transformar a vida das pessoas. E, para mim, a ciência era a única forma possível de fazer isso”, afirma.

Com investimento inicial de cerca de R$ 5 mil, o projeto evoluiu de protótipo para produto. Mas, para escalar a tecnologia, a jovem precisou ir além da ciência e aprender a empreender.

Ainda adolescente, começou a testar modelos de negócio até encontrar o caminho: parcerias com empresas interessadas em financiar a distribuição dos equipamentos como parte de projetos de responsabilidade social.

De projeto escolar a negócio milionário: jovem leva água potável a 16 estados — Foto: Reprodução/PEGN

A virada veio com a conquista de um prêmio internacional da Organização das Nações Unidas (ONU), que deu visibilidade à solução e facilitou o acesso a novos clientes.

A partir daí, a startup passou a atuar principalmente no modelo B2B (venda para empresas) e começou a estruturar também a atuação com governos, ampliando o alcance da tecnologia.

Em seis anos, a produção de filtros saltou de 100 unidades em 2019 para 900 em 2025 — um crescimento de nove vezes. Ao todo, já são cerca de 2.800 equipamentos distribuídos.

Hoje, a empresa impacta cerca de 40 mil pessoas e está presente em 16 estados brasileiros, além de países como Equador e Porto Rico. O faturamento acompanha a expansão: a expectativa é fechar 2025 com cerca de R$ 2 milhões.

Na Bahia, uma das comunidades beneficiadas é o Quilombo do Dandá, em Simões Filho. Com a instalação dos filtros, moradores passaram a ter acesso regular à água de qualidade, com melhora direta na saúde e na rotina.

Apesar do crescimento, a empreendedora afirma que o principal objetivo ainda é ampliar o impacto. Isso porque o problema está longe de ser resolvido: mais de 2 bilhões de pessoas no mundo ainda não têm acesso adequado à água potável e saneamento.

“Claro que o faturamento é importante, mas ele é consequência do impacto que a gente gera. O que a gente quer é crescer esse impacto”, diz.

De projeto escolar a negócio milionário: jovem leva água potável a 16 estados — Foto: Reprodução/PEGN

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‘Iguarias banhadas em sangue’: caçadores de trufas arriscam a vida em meio a minas terrestres na Síria

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/05/2026 01:44

Mundo ‘Iguarias banhadas em sangue’: caçadores de trufas arriscam a vida em meio a minas terrestres na Síria Trufas são vendidas por até US$ 50 kg e se tornaram uma importante forma de sobrevivência para moradores da região de Deir El-Zour, no nordeste do país. Por Deutsche Welle

Conhecidas no país como a “iguaria banhada em sangue”, as trufas podem ser vendidas por até US$ 50 o quilo e se tornaram uma das poucas formas de sobrevivência para moradores da região de Deir El-Zour, no nordeste sírio.

Caçadores na Síria se arriscam apra encontrar trufas em meio a minas terrestres — Foto: Reprodução/DW

Diante de uma paz ainda frágil, os caçadores enfrentam ataques de grupos armados, como o Estado Islâmico. Mas o maior risco continua sendo o das minas terrestres espalhadas pelo território após anos de guerra.

"A gente vê as minas com os nossos próprios olhos. Ou seja, andamos e recolhemos trufas em meio a minas espalhadas pelo chão. Mas fazer o quê? Uma mina explodiu a nossa caminhonete. Agora o meu braço está quebrado e as minhas costas, cheias de estilhaços", contou o caçador de trufas Hassan Al-Daham Al-Hassan.

Outro caçador, Hamza Al-Mohammad, também ficou gravemente ferido após a explosão de uma mina terrestre. Segundo ele, não havia nenhum aviso sobre o perigo na área.

"Onde eu estava coletando trufas não tinha nenhum aviso,ninguém nos disse para não nos aproximarmos daquela área. Espero que o governo encontre uma solução para esse problema das minas terrestres, porque todos os dias há explosões que atingem pessoas. Isso virou um desastre", disse Hamza.

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Acordo UE-Mercosul: veja os produtos protegidos contra imitação — e que podem deixar de ser feitos no Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/05/2026 00:44

Agro Acordo UE-Mercosul: veja os produtos protegidos contra imitação — e que podem deixar de ser feitos no Brasil Produtos são protegidos por indicação geográfica (IG). Champanhe, conhaque e presunto tipo Parma estão na lista, mas as empresas terão tempo para se adaptar. Alimentos tradicionais do Brasil também passam a ter proteção contra falsificação. Por Vivian Souza, g1 — São Paulo

O acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia começou a valer nesta sexta-feira (29).

Alimentos que são considerados tradicionais dos países membros dos dois blocos passam a ser considerados propriedade intelectual, protegidos contra imitação.

Com isso, produtos como champagne, conhaque e presunto tipo parma devem deixar de ser fabricados no Brasil, por terem indicação geográfica de países europeus.

Contudo, o acordo também prevê um período para as empresas se adaptarem, que pode durar até 10 anos.

O acordo de livre comércio entre Mercosul e União Europeia começou a valer nesta sexta-feira (29). Com isso, alimentos tradicionais dos países-membros dos dois blocos passam a ser considerados propriedade intelectual e ficam protegidos contra imitações.

Essa proteção é chamada de indicação geográfica (IG). Na prática, nenhum outro país poderá fabricar ou comercializar produtos com o mesmo nome.

Produtos como champanhe, conhaque e presunto tipo Parma devem deixar de ser fabricados no Brasil, por terem indicação geográfica de países europeus. O acordo, porém, prevê um período de adaptação para as empresas, que pode chegar a 10 anos.(veja mais abaixo)

O Brasil também tem alimentos com indicação geográfica na lista do acordo. Ao todo, são 37 produtos, entre eles a cachaça e o queijo Canastra.

Os outros países do Mercosul têm principalmente vinhos na lista, como o 25 de Mayo, da Argentina, e o Bella Unión, do Uruguai.

O registro é concedido por cada país, conforme suas próprias leis, a produtos ou serviços característicos de seu local de origem.

Para entrar no acordo, o Estado precisa solicitar a inclusão do item na lista de proteção. Esses produtos constam na versão final do acordo divulgada pelo governo em dezembro de 2024.

A fiscalização para prevenir fraudes cabe a cada país-membro dos blocos. Eles devem combater produtos enganosos — tanto os que não vêm do local de origem, mas usam o mesmo nome, quanto os fabricados na região fora das regras.

Também será proibido o uso de termos como “tipo”, “estilo”, “imitação” ou “semelhante” nas embalagens.

Por outro lado, o acordo prevê exceções. Elas se aplicam a casos em que o nome do produto é amplamente usado, sem relação direta com o local de origem protegido.

Nesse caso, o termo pode continuar a ser usado por empresas que já têm a marca registrada. Porém, há condições: elas não podem fazer referência à indicação geográfica, seja por meio de imagens, bandeiras ou nomes.

⚠️ EXEMPLO: O queijo italiano “Parmigiano Reggiano” não impedirá o uso do termo "parmesão" no Brasil, desde que o produto não se passe pelo original.A mesma regra vale para os queijos gorgonzola, fontina, grana e gruyère, além das bebidas genebra e steinhaeger.

O documento lista as empresas autorizadas a continuar usando esses nomes, conforme as condições previstas para cada produto. Essas marcas terão 12 meses, após a entrada em vigor do acordo, para se adaptar às novas regras.

Nessa exceção, o nome poderá continuar sendo usado por um prazo determinado, contado a partir da validação do acordo. Nesse caso, a embalagem deve indicar a origem do produto, como informar que foi feito no Brasil.

5 anos: Münchener Bier; Pont-l'Évêque; Reblochon ou Rebleusson; Asiago; Taleggio; Tokaj, tokaji ou Tocai; Margot.7 anos: Feta; Roquefort; Saint-Marcellin; Bordô; Conhaque; Presunto tipo Parma; Grappa ou Grapa.10 anos: Champagne; Mortadela Bologna ou Mortadela tipo Bologna; Prosecco ou Proseco.

Essas proteções são comuns entre países. O Brasil já prevê em lei, independentemente do acordo entre os dois blocos, regras próprias de indicação geográfica.

Na legislação, trata-se de alimentos que apresentam qualidade "única" por causa de recursos naturais (como solo, vegetação e clima) e do modo de produção, segundo o Ministério da Agricultura.

➡️ Indicação de procedência: nome geográfico de país, cidade, região ou localidade que se tornou conhecido como centro de extração, produção ou fabricação de determinado produto ou serviço.➡️ Denominação de origem: nome geográfico que identifica produto ou serviço cujas características são exclusivas ou essencialmente determinadas pelo local, incluindo fatores naturais e humanos.

O Ministério da Agricultura é uma das instâncias responsáveis por conceder a indicação geográfica.

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Petrobras eleva preço do gás natural em 19,2% a partir desta sexta-feira

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/05/2026 23:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,952-0,99%Dólar TurismoR$ 5,155-1,09%Euro ComercialR$ 5,811-0,48%Euro TurismoR$ 6,064-0,54%B3Ibovespa187.318 pts1,39%MoedasDólar ComercialR$ 4,952-0,99%Dólar TurismoR$ 5,155-1,09%Euro ComercialR$ 5,811-0,48%Euro TurismoR$ 6,064-0,54%B3Ibovespa187.318 pts1,39%MoedasDólar ComercialR$ 4,952-0,99%Dólar TurismoR$ 5,155-1,09%Euro ComercialR$ 5,811-0,48%Euro TurismoR$ 6,064-0,54%B3Ibovespa187.318 pts1,39%Oferecido por

A Petrobras anunciou um aumento médio de 19,2% no preço da molécula do gás natural vendido às distribuidoras, a partir desta sexta-feira (1º).

O reajuste afeta o gás canalizado e o GNV usado em veículos. O impacto ao consumidor, no entanto, varia conforme tributos e as tarifas das distribuidoras.

Segundo a Petrobras, os contratos de venda de gás natural acompanham a variação do petróleo tipo Brent, do câmbio e, desde o início do ano, também do índice Henry Hub.

A Petrobras anunciou um aumento médio de 19,2% no preço da molécula do gás natural vendido às distribuidoras, com vigência a partir desta sexta-feira (1º). Os valores são ajustados a cada três meses.

A alta afeta o gás canalizado e o GNV usado em veículos. O impacto ao consumidor, no entanto, varia conforme tributos e as tarifas das distribuidoras. O aumento não atinge o gás de botijão (GLP), que segue outras regras de reajuste.

A Petrobras informou que os contratos de venda de gás natural acompanham a variação do petróleo tipo Brent, do câmbio e, desde o início do ano, também do índice Henry Hub.

🔎 O Henry Hub é o principal índice de referência do preço do gás natural nos Estados Unidos, baseado nas negociações em um ponto de distribuição na Louisiana e amplamente usado como referência global de preços.

No período considerado, o preço do Brent subiu cerca de 24,3%, enquanto o gás natural nos EUA, medido pelo Henry Hub, caiu 14,1%, informou a Petrobras. Já o real se valorizou 2,5% frente ao dólar.

"As efetivas variações finais dos preços por distribuidora dependerão dos produtos contratados e dos volumes efetivamente retirados, considerando os prêmios de Incentivo à Demanda e Performance criados pela Petrobras a partir de 2024", afirmou, em nota, a estatal.

Ainda segundo a Petrobras, o preço médio da molécula vendido às distribuidoras acumula uma redução de 26% desde dezembro 2022, incluindo o efeito da atualização desta sexta-feira. (veja a nota na íntegra mais abaixo)

A Petrobras também elevou nesta sexta-feira o preço médio de venda de querosene de aviação (QAV) às distribuidoras. A companhia informou o reajuste citando um “contexto excepcional causado por questões geopolíticas”.

O aumento corresponde a um acréscimo de R$ 1 por litro em relação ao preço do mês anterior. O comunicado informa ainda que a Petrobras seguirá oferecendo ao mercado a opção de parcelar parte do reajuste em seis vezes, com a primeira parcela a ser paga em julho de 2026.

"Essa medida visa preservar a demanda pelo produto e mitigar os efeitos do reajuste no setor de aviação brasileiro, assegurando o bom funcionamento do mercado", completou.

Os preços do petróleo vêm subindo desde que EUA e Israel atacaram o Irã em 28 de fevereiro, o que levou ao fechamento do Estreito de Ormuz e à interrupção do transporte de cerca de um quinto do fornecimento mundial de petróleo e gás natural liquefeito.

A partir de 01/05/26 os preços de venda da molécula de gás natural da Petrobras para as distribuidoras serão atualizados, com aumento médio de cerca de 19,2% em relação ao trimestre anterior.

Os contratos de venda de gás natural às distribuidoras preveem atualizações trimestrais da parcela do preço relacionada à molécula do gás e tradicionalmente vinculam esta variação, para cima ou para baixo, às oscilações do petróleo Brent, da taxa de câmbio R$/US$ e, desde o início do ano, também para variação do Henry Hub. 

No período de aferição, a referência do petróleo Brent subiu aproximadamente 24,3%, a referência do Henry Hub caiu aproximadamente 14,1% e o câmbio teve apreciação de 2,5% (isto é, a quantia em reais para se converter em um dólar reduziu 2,5%). 

Os contratos de venda de gás natural celebrados pela Petrobras com as distribuidoras já contam com dispositivo comercial (média trimestral de variação dos índices) que tem o objetivo de mitigar a volatilidade de curto prazo das variáveis de indexação. As efetivas variações finais dos preços por distribuidora dependerão dos produtos contratados e dos volumes efetivamente retirados, considerando os prêmios de Incentivo à Demanda e Performance criados pela Petrobras a partir de 2024.

Importante destacar que, desde dezembro 2022, o preço médio da molécula vendido às distribuidoras acumula uma redução da ordem de 26%, incluindo o efeito da atualização de maio.

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Governo Trump estima que bloqueio no Golfo de Omã já custa US$ 4,8 bilhões ao Irã, diz site

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/05/2026 19:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,952-0,99%Dólar TurismoR$ 5,155-1,09%Euro ComercialR$ 5,811-0,48%Euro TurismoR$ 6,064-0,54%B3Ibovespa187.318 pts1,39%MoedasDólar ComercialR$ 4,952-0,99%Dólar TurismoR$ 5,155-1,09%Euro ComercialR$ 5,811-0,48%Euro TurismoR$ 6,064-0,54%B3Ibovespa187.318 pts1,39%MoedasDólar ComercialR$ 4,952-0,99%Dólar TurismoR$ 5,155-1,09%Euro ComercialR$ 5,811-0,48%Euro TurismoR$ 6,064-0,54%B3Ibovespa187.318 pts1,39%Oferecido por

O governo do presidente Donald Trump estima que o Irã deixou de arrecadar US$ 4,8 bilhões em receitas de petróleo devido às restrições impostas pelos Estados Unidos no Golfo de Omã.

A medida é a principal e mais recente estratégia de pressão de Trump para tentar negociar o fim da guerra com o Irã.

Ao divulgar os dados, o Departamento de Defesa dos EUA busca mostrar o impacto dessa ação enquanto as negociações de paz seguem sem um acordo definitivo.

O presidente americano iniciou a operação na região do Golfo de Omã em 13 de abril. A área fica ligada ao Estreito de Ormuz — uma das rotas marítimas mais estratégicas do mundo, por onde passa 20% do petróleo global — e se conecta ao Mar Arábico, que dá acesso ao Oceano Índico.

A ação da Marinha dos EUA foi adotada após o Irã restringir o tráfego no Estreito de Ormuz. Na prática, a passagem nunca foi totalmente interrompida: navios ligados a Teerã continuaram a cruzar a região, enquanto outras embarcações enfrentaram limitações.

Petroleiros e navios de carga alinhados no Estreito de Ormuz em 11 de março de 2026, vistos de Khor Fakkan, Emirados Árabes Unidos. — Foto: AP/Altaf Qadri, Arquivo

O governo do presidente Donald Trump estima que o Irã deixou de arrecadar US$ 4,8 bilhões em receitas de petróleo devido às restrições impostas pelos Estados Unidos no Golfo de Omã, exercendo forte pressão econômica sobre Teerã. A informação é do site de notícias americano Axios.

A medida é a principal e mais recente estratégia de pressão de Trump para tentar negociar o fim da guerra com o Irã. Ao divulgar os dados, o Departamento de Defesa dos EUA busca mostrar o impacto dessa ação enquanto as negociações de paz seguem sem um acordo definitivo. (leia mais abaixo)

O presidente americano iniciou a operação na região do Golfo de Omã em 13 de abril. A área fica ligada ao Estreito de Ormuz — uma das rotas marítimas mais estratégicas do mundo, por onde passa 20% do petróleo global — e se conecta ao Mar Arábico, que dá acesso ao Oceano Índico.

A ação da Marinha dos EUA foi adotada após o Irã restringir o tráfego no Estreito de Ormuz. Na prática, a passagem nunca foi totalmente interrompida: navios ligados a Teerã continuaram a cruzar a região, enquanto outras embarcações enfrentaram limitações.

A estratégia do presidente norte-americano de bloquear a passagem de navios ligados a Teerã segue a lógica de pressão econômica adotada em outros contextos, como no caso da Venezuela neste ano.

Segundo o portal Axios, a chave da campanha de pressão dos EUA é forçar o Irã a atingir sua capacidade máxima de armazenamento, o que levaria ao fechamento de poços de petróleo.

“Eles provavelmente estão a várias semanas — ou talvez até um mês — de esgotar a capacidade de armazenamento”, disse Gregory Brew, analista da Eurasia Group, ao Axios.

Ao impedir ou dificultar a circulação de petroleiros, os EUA atingem uma das principais fontes de receita do Irã, já que o petróleo responde por cerca de 10% a 15% do Produto Interno Bruto (PIB) do país.

A escalada das tensões e as incertezas em torno do Estreito de Ormuz impulsionaram o preço do petróleo, que já acumula alta de mais de 50% desde o início da guerra entre EUA e Irã. Na tarde desta sexta-feira (1º), o barril do tipo Brent, referência global, era cotado a US$ 109,12.

Donald Trump afirmou nesta sexta-feira que não está satisfeito com a mais recente proposta de acordo de paz do regime iraniano.

“Eles querem fazer um acordo, mas eu não estou satisfeito com isso, então veremos o que acontece”, disse.

"Tivemos uma conversa com o Irã. Vamos ver o que acontece, mas eu diria que não estou satisfeito. Eles precisam apresentar o acordo certo. Neste momento, não estou satisfeito com o que estão oferecendo", acrescentou.

Trump também afirmou a repórteres que não está preocupado com a situação dos estoques de mísseis dos EUA, em meio a relatos de apreensão sobre o ritmo de uso de armamentos durante o conflito com o Irã.

Na noite de quinta-feira (30), o Irã entregou sua proposta mais recente de negociação a mediadores no Paquistão, segundo informou a agência estatal iraniana IRNA.

O frágil cessar-fogo de três semanas entre os EUA e o Irã parece ainda estar sendo mantido, embora ambos os países tenham trocado acusações de violações.

Também nesta sexta, Trump informou ao Congresso que as hostilidades com o Irã “foram encerradas”, apesar de tropas americanas manterem um bloqueio naval contra o país, o que é considerado ato de guerra pelo direito internacional.

Na prática, a medida tenta contornar o prazo legal que terminou na quinta-feira para que o Congresso autorizasse a continuidade da guerra. Nos EUA, o presidente pode iniciar ações militares sozinho, mas precisa do aval do Congresso em até 60 dias para manter o conflito.

Como o Congresso não votou o tema, o governo passou a afirmar que a regra não se aplica porque o conflito teria terminado com um cessar-fogo iniciado no começo de abril.

“As hostilidades que começaram em 28 de fevereiro de 2026 foram encerradas”, escreveu Trump ao presidente da Câmara, Mike Johnson, e ao presidente pro tempore do Senado, Chuck Grassley.

Ainda na carta, o próprio presidente indicou que a crise está longe do fim. Ele justificou a permanência de militares no Oriente Médio ao afirmar que o Irã ainda representa uma “ameaça significativa” aos EUA e às Forças Armadas.

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‘Não dá para muita coisa’: Venezuela aumenta salário para R$ 1.200 e divide opiniões

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/05/2026 17:44

Mundo 'Não dá para muita coisa': Venezuela aumenta salário para R$ 1.200 e divide opiniões Governo aumentou pagamento de bônus aos trabalhadores sem ajustar a chamada 'renda mínima', que continua em cerca de R$ 1,50. Trabalhadores pedem mais direitos. Por Víctor Amaya — Caracas

O reajuste é o primeiro desde a queda de Nicolás Maduro e foi recebido com uma mistura de satisfação e críticas pelos venezuelanos.

O “aumento” não elevou de fato o salário mínimo. Isso porque a chamada “renda mínima” não corresponde apenas ao salário base: ela é composta por um salário mínimo oficial de cerca de US$ 0,30 (aproximadamente R$ 1,50), acrescido de bônus pagos pelo governo.

Esses bônus não são considerados salário formal e, por isso, não entram no cálculo de direitos trabalhistas, como férias, aposentadoria ou décimo terceiro.

Na prática, o governo injeta mais dinheiro por meio desses bônus para melhorar a renda dos trabalhadores que recebem o menor salário mínimo da região, congelado há quatro anos e corroído por uma inflação elevada e persistente.

A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, anunciou na quinta-feira (30) um aumento de 26% na chamada renda mínima integral, que passou de US$ 190 (cerca de R$ 950) para US$ 240 (cerca de R$ 1.200) por mês.

O reajuste é o primeiro desde a queda de Nicolás Maduro e foi recebido com uma mistura de satisfação e críticas pelos venezuelanos.

O “aumento” não elevou de fato o salário mínimo. Isso porque a chamada “renda mínima” não corresponde apenas ao salário base: ela é composta por um salário mínimo oficial de cerca de US$ 0,30 (aproximadamente R$ 1,50), acrescido de bônus pagos pelo governo.

Esses bônus não são considerados salário formal e, por isso, não entram no cálculo de direitos trabalhistas, como férias, aposentadoria ou décimo terceiro.

Na prática, o governo injeta mais dinheiro por meio desses bônus para melhorar a renda dos trabalhadores que recebem o menor salário mínimo da região, congelado há quatro anos e corroído por uma inflação elevada e persistente.

“O primeiro anúncio que quero fazer é que a renda mínima integral chegará ao equivalente a US$ 240”, declarou Rodríguez, sem dar mais detalhes.

“Devo enfatizar que este é o aumento mais significativo dos últimos anos”, afirmou, em discurso em um palanque montado na principal avenida de Caracas.

Rodríguez já havia prometido um aumento salarial “responsável” no início de abril, após uma série de manifestações de trabalhadores que pediam reajuste.

O anúncio foi recebido com aplausos e gritos de comemoração entre milhares de apoiadores do chavismo reunidos em Caracas, ao fim de uma marcha que exigia o fim das sanções contra o país.

Ainda assim, o novo valor está longe dos US$ 677 (cerca de R$ 3.385) que, segundo estimativas privadas, são necessários para cobrir a cesta básica de uma família de cinco pessoas.

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A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, em 30 de abril de 2026 — Foto: REUTERS/Leonardo Fernandez Viloria

“É suficiente apenas para sobreviver, não dá para muita coisa”, disse uma pessoa.“Tenho esperança, mas isso não basta”, afirmou outra.“Não é suficiente, mas por enquanto cobre o básico.”“Para mim, por enquanto, dá.”

Mais cedo, entre os participantes da marcha convocada por Rodríguez, o discurso era de cautela. “Aos poucos, os problemas estão sendo resolvidos, e precisamos entender o momento atual. Muitos querem aumentos exorbitantes”, diziam manifestantes alinhados ao governo.

A Coalizão Trabalhista, uma ampla articulação popular, havia convocado uma marcha até a sede do governo para reivindicar direitos trabalhistas, mas os manifestantes foram impedidos de avançar. Segundo o líder do grupo, José Patines, policiais armados cercaram o ponto de partida.

“Eles não nos permitiram protestar por um direito básico, que é um salário digno. Quanto custa uma cesta básica? Esse deveria ser o salário mínimo: US$ 1.500 (cerca de R$ 7.500). Se não têm como pagar, o problema é deles. Vamos convocar eleições e resolver isso”, afirmou.

Os manifestantes não conseguiram chegar ao destino, já que Caracas amanheceu com diversos bloqueios de ruas determinados pelas autoridades, o que paralisou o trânsito na capital.

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