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Usuários do WhatsApp relatam conta bloqueada pela plataforma

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/08/2026 12:51

Tecnologia Usuários do WhatsApp relatam conta bloqueada pela plataforma Perfis teriam entrado em análise para verificar se os termos de serviço estão sendo seguidos. Acesso deve ser devolvido após 24 horas. Por Redação g1

Os perfis afetados recebem avisos de que estão sob análise para verificação dos termos de serviço.

De acordo com a mensagem exibida, o resultado da análise será divulgado em até 24 horas. Os afetados afirmam que não violaram as políticas da rede.

Os perfis bloqueados exibem uma mensagem informando que estão em análise para verificar se seguem os termos de serviço da plataforma.

Nas redes sociais, usuários afetados dizem que não fizeram nada que viole as políticas da plataforma.

Os bloqueios não acontecem apenas no Brasil. Na rede social X, usuários que falam outros idiomas, como espanhol, também estão reclamando do problema.

O g1 entrou em contato com a Meta, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.

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Amazon atinge US$ 3 trilhões em valor de mercado pela primeira vez

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/08/2026 12:51

Tecnologia Amazon atinge US$ 3 trilhões em valor de mercado pela primeira vez Alta das ações após o balanço trimestral levou a companhia ao grupo das empresas mais valiosas do mundo. Por Redação g1 — São Paulo

A Amazon alcançou pela primeira vez a marca de US$ 3 trilhões (R$ 15,2 trilhões) em valor de mercado nesta segunda-feira (3), impulsionada por mais um dia de alta das ações da companhia.

No início do pregão, as ações da empresa avançavam quase 5%, para US$ 284,49 (R$ 1,4 mil), elevando seu valor de mercado para cerca de US$ 3,1 trilhões.

Com a marca, a Amazon passa a integrar o grupo de empresas que já superaram os US$ 3 trilhões em valor de mercado, consolidando a força das gigantes de tecnologia impulsionadas pela corrida da inteligência artificial.

A valorização veio após a divulgação dos resultados do segundo trimestre. A Amazon registrou lucro superior a US$ 62 bilhões (R$ 314,8 bilhões), impulsionado pelo avanço de negócios ligados à inteligência artificial, como computação em nuvem e chips.

A companhia também registrou o maior crescimento de sua divisão de computação em nuvem em mais de quatro anos, reforçando a percepção dos investidores de que os bilhões investidos em inteligência artificial estão gerando uma nova onda de demanda.

A receita da Amazon Web Services (AWS), divisão de computação em nuvem da empresa, saltou 37% no segundo trimestre, para US$ 42,2 bilhões (R$ 214,3 bilhões). O resultado ficou acima da expectativa dos analistas, que projetavam crescimento de 31,21%, segundo dados da LSEG.

Ao comentar os resultados, o presidente-executivo da Amazon, Andy Jassy, afirmou que a demanda por serviços de inteligência artificial continua tão forte que a capacidade de computação da empresa ainda não é suficiente para atender todos os clientes, apesar do aumento dos investimentos.

Após a divulgação do balanço, pelo menos cinco corretoras elevaram suas projeções para as ações da Amazon.

“Estamos otimistas com a solidez do negócio principal da AWS, que apresenta alta correlação com a receita de IA, e esperamos que essa relação se fortaleça ainda mais com o tempo, à medida que mais cargas de trabalho de IA passem para a produção em grande escala e impulsionem uma demanda adicional por serviços essenciais”, afirmou o J.P. Morgan em uma nota.

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Auxiliar de Flávio Bolsonaro para área econômica propõe cortes equivalentes a 1,5% do PIB

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/08/2026 11:54

Eleições 2026 Auxiliar de Flávio Bolsonaro para área econômica propõe cortes equivalentes a 1,5% do PIB Daniella Marques falou ainda sobre revisão do arcabouço fiscal e modernização da administração pública como parte das propostas do candidato a presidente. Ela é cotada para vice de Flávio. Por Redação g1

Auxiliar da área econômica de Flávio Bolsonaro disse que candidato pretende cortar gastos equivalentes a 1,5% do PIB, rever o arcabouço fiscal e enxugar a estrutura do governo, caso seja eleito presidente.

Para alcançar a meta, o plano prevê a criação de um Conselho Superior de Governança Fiscal e um “choque de gestão”.

Além disso, Daniella citou a securitização da dívida ativa, a antecipação de royalties e a criação de um fundo imobiliário com imóveis da União.

Daniella Marques, integrante da equipe econômica do plano de governo de Flávio Bolsonaro, durante entrevista ao programa Radar, da GloboNews, nesta segunda-feira (3) — Foto: Reprodução/GloboNews

Auxiliar de Flávio Bolsonaro (PL) para a área econômica, Daniella Marques disse nesta segunda-feira (3) que o plano do candidato do PL a presidente prevê cortar gastos equivalentes a 1,5% do Produto Interno Bruto (PIB), rever o arcabouço fiscal e enxugar a estrutura do governo.

“O Brasil precisa, antes de qualquer corte, recuperar a credibilidade”, disse Daniella em entrevista ao Radar GloboNews.

Segundo Daniella, o plano tem quatro etapas: criar um Conselho Superior de Governança Fiscal; rever o arcabouço para controlar a trajetória da dívida em relação ao PIB; promover o corte de 1,5%; e realizar um “choque de gestão”, com redução e modernização da estrutura administrativa.

Questionada sobre como pretende alcançar o corte, Daniella citou a securitização da dívida ativa, a criação de um fundo imobiliário com imóveis da União, a antecipação de royalties, a revisão das estatais dependentes e a ampliação de concessões e parcerias público-privadas.

Daniella estimou que a securitização, que permite antecipar o recebimento de dívidas devidas ao governo, poderia gerar de R$ 200 bilhões a R$ 400 bilhões. Ela também defendeu a exploração econômica de parte dos mais de 700 mil imóveis que, segundo ela, pertencem à União.

“A gente vai fazer um fundo imobiliário para conseguir monetizar parte desses ativos”, disse. “Por fim, [vamos] fortalecer a segurança jurídica e encurtar caminhos com um amplo programa de concessões e parcerias público-privadas.”

Ao defender a revisão das estatais, Daniella citou os Correios, que fecharam 2025 com prejuízo de R$ 8,5 bilhões, segundo balanço divulgado pela empresa.

Ela, porém, não detalhou quanto cada medida contribuiria para o corte de 1,5% do PIB nem quais despesas permanentes seriam reduzidas.

Daniella é cotada para ser vice na chapa de Flávio Bolsonaro. Questionada sobre o assunto, disse ser "uma honra ter o nome lembrado". O candidato ainda não definiu que estará na vice dele.

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Japão e EUA compram ienes para conter queda da moeda japonesa

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/08/2026 11:54

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0810,22%Dólar TurismoR$ 5,277-0,01%Euro ComercialR$ 5,8490,07%Euro TurismoR$ 6,083-0,26%B3Ibovespa177.480 pts-0,29%MoedasDólar ComercialR$ 5,0810,22%Dólar TurismoR$ 5,277-0,01%Euro ComercialR$ 5,8490,07%Euro TurismoR$ 6,083-0,26%B3Ibovespa177.480 pts-0,29%MoedasDólar ComercialR$ 5,0810,22%Dólar TurismoR$ 5,277-0,01%Euro ComercialR$ 5,8490,07%Euro TurismoR$ 6,083-0,26%B3Ibovespa177.480 pts-0,29%Oferecido por

O Japão e os Estados Unidos entraram juntos no mercado para comprar ienes e tentar frear a queda da moeda japonesa, que ia rumo ao menor nível em 40 anos. Segundo o Ministério das Finanças do Japão, os dois países não hesitarão em tomar novas medidas.

A medida, considerada incomum, foi feita na última sexta-feira (31), e aconteceu com o objetivo de evitar que a forte queda do iene e dos título públicos japoneses causassem repercussões globais.

Analistas afirmam que uma forte desvalorização do iene pode provocar instabilidade nos mercados globais e elevar os custos de financiamento do governo dos Estados Unidos.

Essa foi a primeira ação coordenada entre Japão e Estados Unidos desde 2011, quando os dois países atuaram juntos após o terremoto e o tsunami que devastaram o leste japonês.

Dados divulgados pelo banco central do Japão indicam que o país pode ter gasto até US$ 36,58 bilhões (R$ 185,7 bilhões) na compra de ienes durante a operação de sexta-feira.

No domingo, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o apoio ao iene é um gesto de amizade ao Japão e uma forma de contribuir para a estabilidade da economia mundial.

Analistas afirmam que a medida beneficia um aliado estratégico dos Estados Unidos na Ásia e também ajuda Washington a lidar com a forte desvalorização do iene. Isso porque uma moeda japonesa mais fraca torna os produtos do país mais competitivos no exterior, reduzindo parte do efeito das tarifas adotadas por Trump.

Em comunicado, o Ministério das Finanças do Japão afirmou que a operação realizada em conjunto com o Departamento do Tesouro dos Estados Unidos ajudou a conter as fortes oscilações do iene registradas nos últimos meses.

"Não hesitaremos em realizar novas ações conjuntas, se necessário", afirmou a ministra das Finanças do Japão, Satsuki Katayama, nesta segunda-feira (3).

Após o anúncio, o iene se valorizou mais de 1% e passou a ser negociado a 155,20 por dólar, o nível mais forte desde o início de maio. A moeda se afastou da mínima de cerca de 40 anos registrada no mês passado, quando chegou perto de 164 ienes por dólar. Mesmo assim, investidores continuaram atentos à possibilidade de novas ações das autoridades.

Questionada sobre uma possível nova atuação do governo nesta segunda-feira, Katayama se recusou a comentar.

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Entenda o que são o IBS e a CBS, novas siglas que chegam às notas fiscais a partir desta segunda-feira

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/08/2026 11:54

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0790,19%Dólar TurismoR$ 5,277-0,02%Euro ComercialR$ 5,8470,04%Euro TurismoR$ 6,082-0,28%B3Ibovespa177.514 pts-0,27%MoedasDólar ComercialR$ 5,0790,19%Dólar TurismoR$ 5,277-0,02%Euro ComercialR$ 5,8470,04%Euro TurismoR$ 6,082-0,28%B3Ibovespa177.514 pts-0,27%MoedasDólar ComercialR$ 5,0790,19%Dólar TurismoR$ 5,277-0,02%Euro ComercialR$ 5,8470,04%Euro TurismoR$ 6,082-0,28%B3Ibovespa177.514 pts-0,27%Oferecido por

A partir desta segunda-feira (3), empresas começam a adaptar as notas fiscais eletrônicas para incluir informações sobre dois novos tributos criados pela reforma tributária, a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).

A medida faz parte da transição para o novo sistema de tributação sobre o consumo e tem como objetivo preparar empresas e órgãos públicos para a substituição gradual dos impostos atuais.

Apesar de o cronograma ter começado nesta segunda, a Receita Federal informou que, neste primeiro momento, notas fiscais sem o preenchimento dos novos campos do IBS e da CBS não serão rejeitadas automaticamente, enquanto os sistemas passam por adaptação.

A Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) será um tributo federal que substituirá o PIS/Pasep e Cofins.Já o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) será compartilhado entre estados e municípios e substituirá o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e o Imposto Sobre Serviços (ISS).

Os dois tributos fazem parte do novo modelo de Imposto sobre Valor Agregado (IVA), criado pela reforma tributária para simplificar a cobrança de impostos sobre o consumo.

Em 2026, as empresas que cumprirem as novas exigências da reforma tributária, como informar corretamente os dados nas notas fiscais, não precisarão pagar os novos tributos.

Caso seja necessário recolher os valores de teste — 0,9% de CBS e 0,1% de IBS — a legislação prevê mecanismos de compensação com tributos federais, evitando aumento permanente da carga tributária nessa fase de transição.

A primeira etapa da implementação atinge empresas que não fazem parte do Simples Nacional e que emitem determinados documentos fiscais eletrônicos, como a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), a Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e) e o Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e).

Esses documentos passam a ter campos específicos para informar dados relacionados ao IBS e à CBS. A mudança envolve diferentes tipos de documentos fiscais usados pelas empresas para registrar vendas de produtos, prestação de serviços e operações de transporte.

A Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) é utilizada principalmente nas vendas de produtos entre empresas. É o documento emitido, por exemplo, quando uma indústria vende mercadorias para um supermercado ou quando uma empresa fornece produtos para outra empresa;Já a Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e) é a nota mais comum nas compras do dia a dia. Ela registra vendas feitas diretamente ao consumidor final, como a compra de alimentos em um supermercado, roupas em uma loja ou medicamentos em uma farmácia;O Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e) não registra a venda de um produto, mas sim a prestação de um serviço de transporte de cargas. É o documento emitido por uma transportadora contratada para levar mercadorias de uma fábrica até uma loja ou outro estabelecimento.

O cronograma também contempla documentos utilizados em outras atividades, como transporte de passageiros, fornecimento de energia elétrica e cobrança de pedágios.

Segundo o advogado tributarista Mateus Pontalti, sócio do escritório Feitosa, Rodrigues e Pontalti, a principal mudança para as empresas é tecnológica.

"Os sistemas das empresas devem estar preparados para gerar os novos leiautes e informar corretamente os dados relativos ao IBS e à CBS."

A Nota Fiscal de Serviço Eletrônica (NFS-e), usada por empresas e profissionais que prestam serviços, como escritórios de advocacia, consultorias, clínicas médicas e empresas de arquitetura, segue um calendário diferente. Para a maior parte dos serviços atualmente tributados pelo ISS, a inclusão dos novos campos começa em 1º de outubro de 2026.

Embora o cronograma tenha entrado em vigor, a Receita Federal e o Comitê Gestor do IBS anunciaram que a ausência ou inconsistência das informações sobre IBS e CBS não provocará, neste primeiro momento, a rejeição automática das notas fiscais.

Segundo os órgãos, um Ato Técnico Conjunto formalizará a suspensão temporária da obrigatoriedade do preenchimento dessas informações em documentos como NF-e, NFC-e, CT-e, BP-e, NF3-e e NFCom, além de atualizar as regras técnicas para a implementação da reforma.

"Embora já exista a obrigação de adaptação da Nota Fiscal Eletrônica, da Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica, do Conhecimento de Transporte Eletrônico e dos demais documentos abrangidos por essa etapa, o contribuinte poderá, neste primeiro momento, continuar emitindo os documentos sem o preenchimento dos novos campos do IBS e da CBS, sem que o sistema os rejeite automaticamente."

🔎 Para o consumidor, neste primeiro momento, a principal mudança será na forma como os impostos aparecem na nota fiscal. Os documentos passarão a trazer informações sobre o IBS e a CBS, novos tributos criados pela reforma tributária. Isso não significa que o consumidor começará a pagar esses impostos imediatamente, já que a substituição dos tributos atuais ocorrerá de forma gradual até 2033. (veja mais abaixo o cronograma da reforma tributária)

Antes da flexibilização anunciada pela Receita, o principal risco era ter notas fiscais rejeitadas, o que poderia impedir vendas e outras operações. Agora, esse risco foi adiado. Segundo Pontalti, também não haverá aplicação imediata de multas.

Durante o período de adaptação, em 2026, empresas que deixarem de cumprir as novas exigências relacionadas ao IBS e à CBS não serão multadas imediatamente.

Primeiro, serão notificadas pela Receita para corrigir o problema em até 60 dias. Se fizerem a regularização dentro desse prazo, a multa será cancelada.

"A flexibilização atual é apenas transitória. Em algum momento, o preenchimento correto dos campos do IBS e da CBS e a utilização dos novos leiautes serão exigidos de forma definitiva", afirma.

"A empresa que adiar a adaptação poderá ter de corrigir, em pouco tempo, sistemas, cadastros e processos internos, o que tende a gerar mais trabalho, custos adicionais e maior risco de erros no futuro."

3 de agosto de 2026: começam as novas regras para a maior parte dos documentos fiscais eletrônicos.1º de outubro de 2026: entram as Notas Fiscais de Serviços Eletrônicas (NFS-e).1º de dezembro de 2026: começam as mudanças para operações de locação de bens e administração de condomínios.1º de janeiro de 2027: empresas do Simples Nacional passam a informar IBS e CBS nas notas fiscais. Também entram em vigor a CBS em substituição ao PIS e à Cofins e o Imposto Seletivo.Entre 2029 e 2032: ocorre a substituição gradual do ICMS e do ISS pelo IBS.2033: o novo modelo da reforma tributária passa a funcionar integralmente, com a extinção do ICMS e do ISS.

Empresas começam 2026 com o desafio de se adaptarem às novas regras da reforma tributária — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

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Plano de saúde dos Correios tem prejuízo de R$ 844 milhões em 2025

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/08/2026 11:54

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0810,22%Dólar TurismoR$ 5,277-0,01%Euro ComercialR$ 5,8490,07%Euro TurismoR$ 6,083-0,26%B3Ibovespa177.480 pts-0,29%MoedasDólar ComercialR$ 5,0810,22%Dólar TurismoR$ 5,277-0,01%Euro ComercialR$ 5,8490,07%Euro TurismoR$ 6,083-0,26%B3Ibovespa177.480 pts-0,29%MoedasDólar ComercialR$ 5,0810,22%Dólar TurismoR$ 5,277-0,01%Euro ComercialR$ 5,8490,07%Euro TurismoR$ 6,083-0,26%B3Ibovespa177.480 pts-0,29%Oferecido por

O plano de saúde dos funcionários dos Correios, a Postal Saúde, registrou prejuízo de R$ 844 milhões em 2025. Segundo a operadora, o resultado foi impactado principalmente pela falta de repasses financeiros da estatal, que enfrenta sucessivos resultados negativos.

Criada em 2013, durante o governo da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), a Postal Saúde é responsável pela assistência médica, hospitalar e odontológica dos empregados dos Correios e de seus dependentes.

De acordo com as demonstrações financeiras de 2025, a maior parte do prejuízo decorre da decisão de reconhecer como perda valores que a operadora não espera mais receber dos Correios.

A medida foi adotada diante da crise financeira enfrentada pela estatal, que acumula 15 trimestres consecutivos de prejuízo.

Prejuízo dos Correios triplica em 2025 e fica em R$ 8,5 bilhões — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

Ao todo, a Postal Saúde deixou de contabilizar R$ 865 milhões em receitas após concluir que não há expectativa de receber esses valores dos Correios.

Nas demonstrações financeiras, a administração da operadora afirma que a despesa com provisão para perdas saltou de R$ 350,3 milhões em 2024 para R$ 857,5 milhões em 2025, principalmente em razão da ausência de repasses por parte dos Correios.

"No exercício de 2025, a despesa com provisão de perda alcançou R$ 857.466.468 milhões contra R$ 350.341 mil de 2024. A variação no grupo deve-se, sobretudo, à ausência de repasses financeiro por parte do Mantenedor, obrigando a Operadora reconhecer a possível perda", disse a administração da Postal Saúde.

Apesar do resultado, a Postal Saúde informou que, em 13 de janeiro deste ano, recebeu dos Correios um aporte correspondente a cerca de 50% dos passivos em aberto. A operadora, no entanto, não informou o valor transferido.

Segundo a administração, o repasse representa "uma sinalização de regularidade nos repasses" e permitiu o início das negociações para pagamento de débitos junto à rede credenciada.

A Postal Saúde é financiada por repasses mensais dos Correios e pelas contribuições dos cerca de 189 mil beneficiários, entre empregados da estatal e seus dependentes.

Nos últimos meses, usuários relataram dificuldades para utilizar o plano em parte da rede credenciada, e as reclamações registradas na Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) aumentaram 44% na comparação com o primeiro semestre de 2024.

As demonstrações financeiras mostram uma redução dos ativos da operadora — que incluem bens e direitos, como dinheiro em caixa e valores a receber — e um aumento das dívidas.

O total de ativos caiu de R$ 557 milhões, em 2024, para R$ 193 milhões, em 2025, uma redução de 65%, equivalente a R$ 364 milhões. Segundo a operadora, os recursos disponíveis foram utilizados para manter pagamentos e garantir o funcionamento dos serviços diante da ausência dos repasses.

Ao mesmo tempo, o passivo, que reúne as obrigações financeiras da empresa, passou de R$ 568 milhões para R$ 1,1 bilhão no período, um aumento de cerca de 85%.

Nas notas explicativas das demonstrações financeiras, a administração da Postal Saúde afirma que há risco para a continuidade das operações em razão da dependência financeira da operadora em relação aos Correios.

Segundo o documento, a interrupção ou atraso nos repasses pode provocar aumento das despesas assistenciais, ações judiciais, reclamações de beneficiários e maior fiscalização por parte da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), comprometendo a estrutura operacional da empresa.

A operadora também afirma que a sustentabilidade do plano depende da capacidade financeira dos Correios de manter os aportes necessários.

De acordo com a Postal Saúde, o crescimento ocorreu porque nem todos os compromissos financeiros puderam ser quitados sem os recursos dos Correios.

"Observando o atual cenário econômico do Mantenedor [Correios], é imprescindível manter a análise em contextos gerais, sobre a possibilidade de os riscos não serem integralmente garantidos. Deste modo, entende-se que a Empresa Pública deve garantir legalmente e financeiramente os riscos da Postal Saúde perante a Autarquia reguladora", justificou a operadora.

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Brasil bate recorde na produção de petróleo em junho, diz ANP

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/08/2026 10:52

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Uma vista de drone mostra uma plataforma de petróleo offshore na Baía de Guanabara, em Niterói, no estado do Rio de Janeiro. — Foto: Pilar Olivares / Reuters

A produção de petróleo do Brasil em junho somou um recorde de 4,475 milhões de barris ao dia (bpd), alta de 4,0% ante o mês anterior e de 19,1% no comparativo com o mesmo mês do ano passado, de acordo com dados publicados pela agência reguladora ANP nesta segunda-feira.

A nova melhor marca da produção de petróleo supera a registrada em abril, quando o país produziu 4,340 milhões de bpd.

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Truth Social, de Trump, começa a vender acesso antecipado a publicações da plataforma

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/08/2026 10:52

Tecnologia Truth Social, de Trump, começa a vender acesso antecipado a publicações da plataforma Ferramenta oferece acesso acelerado às publicações mais influentes da plataforma. Por Redação g1 — São Paulo

Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante reunião de cúpula da Otan em Ancara, na Turquia, em 8 de julho de 2026. — Foto: REUTERS/Jonathan Ernst

O Truth Social, rede social criada pelo presidente americano, Donald Trump, lançou o Truth API, um serviço pago que oferece acesso mais rápido às publicações das contas mais influentes da plataforma. A ferramenta passou a ser disponibilizada para clientes institucionais no último sábado (1º).

Segundo a Trump Media & Technology Group (TMTG), controladora do Truth Social, a empresa já havia fechado contratos com clientes antes do lançamento do produto.

"O Truth API oferece um feed direto, licenciado e em tempo real das publicações com maior potencial de movimentar os mercados na plataforma, ao mesmo tempo em que avança nossa estratégia de monetizar ativos proprietários por meio de uma fonte de receita recorrente e com alta margem", afirmou o CEO interino da TMTG, Kevin McGurn, em comunicado divulgado no anúncio do serviço.

"À medida que a adoção cresce, esperamos que o Truth API se torne uma fonte relevante e contínua de receita para a empresa, gerando valor duradouro para os acionistas", acrescentou.

Segundo a empresa, o Truth API foi desenvolvido para "organizações mais impactadas pelo custo de atrasos no acesso à informação" e utiliza métodos de distribuição capazes de entregar as publicações da Truth Social em "milissegundos".

A expectativa é que o serviço ofereça cobertura contínua, 24 horas por dia, sete dias por semana, além de incluir um arquivo histórico de publicações que remonta a 2022. Segundo a Reuters, a Trump Media chegou a discutir a cobrança de até US$ 100 mil por mês pelo acesso ao Truth API.

Após o anúncio do serviço, em julho, senadores democratas solicitaram à SEC, órgão regulador do mercado de capitais dos Estados Unidos, que investigasse o Truth API. Segundo os parlamentares, a ferramenta ampliaria riscos legais, políticos e regulatórios.

"Isso parece ser um abuso escandaloso do cargo de presidente para benefício pessoal, que prejudica os investidores comuns e a integridade dos mercados, ao mesmo tempo em que enriquece Wall Street e outros participantes privilegiados e abastados", escreveram os senadores Elizabeth Warren e Adam Schiff em carta dirigida ao presidente da SEC, Paul Atkins.

O lançamento chamou a atenção de analistas porque publicações de Trump nas redes sociais frequentemente provocam oscilações em ações, moedas e títulos públicos, especialmente quando tratam de tarifas comerciais, política econômica ou relações internacionais.

Um porta-voz da SEC e o próprio Atkins confirmaram o recebimento da carta, mas se recusaram a comentar o assunto. Indicado por Trump, o republicano é defensor do livre mercado e tem adotado uma postura considerada mais branda em relação à regulação do setor financeiro.

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‘Investimos anos para atender à Europa’, ‘é frustrante’: pecuaristas buscam novos mercados e correm para exportar antes do veto da UE

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/08/2026 10:52

Agro 'Investimos anos para atender à Europa', 'é frustrante': pecuaristas buscam novos mercados e correm para exportar antes do veto da UE UE retirou Brasil da lista de países que cumprem suas regras de antimicrobianos e vão interromper compras em 3 de setembro. Por Paula Salati, g1 — São Paulo

A UE excluiu o Brasil da lista de países que seguem as suas regras sobre o uso de antimicrobianos na pecuária. Com isso, vai interromper as suas compras de produtores de origem animal a partir de 3 de setembro.

Com a decisão, pecuaristas estudam redirecionar vendas para o mercado interno e para outros países.

Mesmo que o embargo seja revertido, a retomada das exportações para a Europa pode demorar até dois anos devido ao ciclo de produção dos animais.

À esquerda, o pecuarista Rafael Andrade Asato; à direita, André Bartocci. Ambos têm fazendas em Mato Grosso do Sul. — Foto: Arquivo pessoal

As falas dos pecuaristas Rafael Andrade Asato e André Bartocci, do Mato Grosso do Sul, refletem o sentimento do setor a um mês de a União Europeia interromper as compras de produtos de origem animal do Brasil.

O bloco é destino de apenas 5,8% das exportações brasileiras de carne bovina, mas, na fazenda de Asato e Bartocci, 100% do rebanho é criado para atender às exigências do mercado europeu.

A UE tomou essa decisão após alegar que o Brasil não segue as suas regras sobre o uso de antimicrobianos na pecuária. A medida não foi motivada por irregularidades encontradas na carne nacional, mas porque a União Europeia considera insuficiente o controle que o Brasil faz sobre o uso dessas substâncias.

🔎Antimicrobianos são substâncias utilizadas para tratar e prevenir infecções em animais. Alguns desses medicamentos também podem ser usados como promotores de crescimento, prática restringida pela legislação europeia. (entenda aqui).

O embargo está previsto para começar em 3 de setembro, mas, mesmo que o bloco volte a autorizar o Brasil, as exportações não serão retomadas de imediato.

"A Europa disse que não volta a comprar carne [bovina] do Brasil antes de 2 anos", diz Bartocci, que também preside a Câmara Setorial da Carne Bovina, órgão consultivo do Ministério da Agricultura.

Ele conta que recebeu essa informação em uma reunião com integrantes do Ministério, há duas semanas, e explica que o período de 2 anos está ligado ao ciclo de vida do boi. O entendimento é de que, se um animal começar a seguir, hoje, novos protocolos sobre antimicrobianos, ele vai levar cerca de 24 meses para ficar pronto dentro dos novos padrões.

Ao g1, o escritório de Saúde e Bem-Estar Animal da Comissão Europeia não citou o prazo de dois anos, mas confirmou que a retomada das exportações "dependerá dos ciclos de produção dos animais". O Ministério da Agricultura não respondeu ao pedido de entrevista da reportagem.

Desde maio, quando a UE anunciou a decisão, o governo brasileiro negocia com os europeus para reverter a medida. Em junho, o Ministério da Agricultura criou novas regras para atender às exigências do bloco, mas, até o momento, os europeus não voltaram atrás. Enquanto isso, o prazo aperta para os exportadores, que precisam colocar a carne no navio bem antes do dia 3 de setembro.

"Se eu conseguir vender os animais para o frigorífico até 21 de agosto, ainda recebo o prêmio pago pelo boi padrão Europa. A partir do dia 22, esse prêmio deixa de existir", conta Asato, diretor da Fazenda Campanário.

O prêmio a que ele se refere é o quanto se paga a mais por um boi criado para atender às normas da UE em relação à cotação nacional. "Geralmente um boi Europa recebe até 10% de premiação", diz Thiago Bernardino de Carvalho, pesquisador do mercado de pecuária do Cepea.

Tudo isso porque além de a União Europeia ser um destino de cortes nobres, como filé-mignon e alcatra, as normas para exportar para lá são mais exigentes em comparação a outros mercados. Exemplo disso é a obrigatoriedade de rastrear cada boi individualmente.

"Aqui na fazenda, cada animal recebe um brinco com chip na orelha e isso permite acompanhar toda a vida dele, incluindo o registro de cada medicamento aplicado, o manejo realizado e a dieta", conta Asato.

Inclusive, tanto ele como Bartocci afirmam que não usam antimicrobianos em seus rebanhos há anos porque exportam pela Cota Hilton, uma modalidade de exportação de carnes nobres com tarifa reduzida que proíbe o uso dessas substâncias durante toda a vida do animal.

"Quem faz cota Hilton não usa antimicrobiano há muito tempo. Mas a maioria da carne que vai para a Europa não é Hilton, é lista Trace, uma categoria [de exportação] onde o produtor só precisa comprovar que não usou antimicrobiano nos últimos 100 dias [de vida do animal]. Agora vai mudar, todo o ciclo vai precisar de comprovação", diz Bartocci.

Sem expectativa de que a União Europeia volte a comprar carne do Brasil tão cedo, pecuaristas já começam a redesenhar seus planos para reduzir os impactos do embargo. Rafael Asato, por exemplo, conta que tem conversado com frigoríficos próximos para tentar não perder o prêmio pago pelo boi Europa.

A ideia dele é encaixar o gado de padrão europeu em programas de exportação para os Estados Unidos ou em protocolos de carnes nobres voltados para o consumo interno, como o mercado de carne Angus.

"Temos uma conversa bem aberta com os frigoríficos porque isso impacta não só a nossa margem de lucro, como a margem deles também", diz o pecuarista.

Além disso, ele estuda redirecionar parte da produção para a China e aproveitar as cotas de importação com isenção de tarifa no próximo ano. "Como o transporte para a China demora entre 60 e 70 dias, a ideia é retomar os abates com força na segunda quinzena de setembro para a carne chegar ao destino em janeiro", afirma.

Caso o mercado não pague um valor adicional pelo seu rebanho, Asato diz que vai parar de seguir os protocolos da Europa.

"Não faz sentido eu agregar um custo de rastreabilidade, de chip, se eu não tiver um prêmio por isso", diz.

Já André Bartocci afirma que pretende manter os protocolos de rastreabilidade por pelo menos seis meses, enquanto acompanha o andamento das negociações entre o governo brasileiro e a União Europeia. A avaliação dele é que, quando a UE voltar a importar carne brasileira, quem já estiver preparado terá vantagem para conquistar os melhores contratos.

"Em vez, por exemplo, de terminar os animais em 6 meses, a gente pode passar a terminá-los em 10 meses. A ideia é não acelerar muito a produção justamente para esperar essa reabertura da Europa", destaca.

Caso o bloqueio se prolongue, porém, ele cogita voltar a utilizar antimicrobianos como a monensina, substância permitida no Brasil e em diversos mercados, mas proibida pela União Europeia como promotora de crescimento.

Segundo ele, a medida aumentaria a produtividade e ajudaria a recuperar parte da rentabilidade perdida.

Bartocci afirma que o veto frustra um momento em que o Brasil negocia para ampliar o acesso a mercados internacionais. "A gente tinha tudo para acessar os grandes mercados hoje. Então esse veto da Europa frustra", diz.

"Estar no mercado europeu funciona como um selo de qualidade para abrir portas em outros mercados de elite, como o Japão e a Coreia do Sul", explica.

Para os dois pecuaristas, a decisão da UE vai além da discussão sobre o uso de antimicrobianos e tem motivação política.

Na avaliação dele, a medida funciona como um pretexto comercial após o acordo entre Mercosul e União Europeia. "Eu realmente acho que a questão dos antimicrobianos é um pano de fundo. É uma estratégia para segurar essa carga", afirma.

"A gente acredita que é algo parecido com o que aconteceu com a imposição de cotas por parte da China. É uma questão política, é um protecionismo dos produtores", acrescenta Asato.

O pecuarista também questiona o fato de a União Europeia manter outros países entre seus fornecedores de carne. "Não faz muito sentido você ter países como o Irã [na lista de fornecedores] e tirar o Brasil", afirma.

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Petrobras anuncia descoberta de gás na Colômbia

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/08/2026 10:52

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A Petrobras anunciou nesta segunda-feira (3) uma nova descoberta de acumulação de gás natural no poço exploratório Sandia-1, localizado no bloco GUA-OFF-0, em águas profundas da Colômbia.

Segundo a companhia, a descoberta reforça os indícios de que a região tem potencial para produzir grandes volumes de gás natural. Se os estudos confirmarem esse potencial, o combustível poderá ajudar a aumentar a oferta de gás e fortalecer a segurança energética da Colômbia.

🛢️ A Petrobras atua na Colômbia na exploração de petróleo e gás natural. No bloco onde foi feita a nova descoberta, a estatal brasileira opera um consórcio com a Ecopetrol, do qual detém 44,44% de participação.

O poço Sandia-1 está localizado a cerca de 42 quilômetros da costa colombiana, em uma lâmina d'água de 1.251 metros.

A área fica próxima de outras descobertas feitas anteriormente pela Petrobras: está a 18 quilômetros dos poços Sirius-1 e Sirius-2 e a 9 quilômetros do poço Copoazu-1, o que, segundo a empresa, reforça o potencial exploratório da região.

De acordo com a Petrobras, os intervalos onde foi identificada a presença de gás passam por análises com perfis de poço e ainda serão submetidos a estudos laboratoriais para caracterizar o volume e as propriedades da descoberta.

No comunicado, a Petrobras afirma que a atuação no bloco GUA-OFF-0 faz parte da estratégia de recompor as reservas de petróleo e gás por meio da exploração de novas fronteiras, em parceria com outras empresas.

A companhia ressalta ainda que a iniciativa busca atender à demanda global por energia durante o processo de transição energética.

No bloco, a Petrobras atua por meio da subsidiária Petrobras International Braspetro B.V. – Sucursal Colômbia (PIB-COL), como operadora do consórcio, com participação de 44,44%. A parceira é a Ecopetrol, que detém os 55,56% restantes.

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