RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Ações europeias sobem com a onda de alívio após o cessar-fogo no Oriente Médio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/04/2026 05:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1550,17%Dólar TurismoR$ 5,3610,3%Euro ComercialR$ 5,9770,62%Euro TurismoR$ 6,2240,64%B3Ibovespa188.259 pts0,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,1550,17%Dólar TurismoR$ 5,3610,3%Euro ComercialR$ 5,9770,62%Euro TurismoR$ 6,2240,64%B3Ibovespa188.259 pts0,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,1550,17%Dólar TurismoR$ 5,3610,3%Euro ComercialR$ 5,9770,62%Euro TurismoR$ 6,2240,64%B3Ibovespa188.259 pts0,05%Oferecido por

As ações europeias subiram mais de 3% nesta quarta-feira (8), após uma trégua de duas semanas no Oriente Médio desencadear um rali de alívio nos mercados globais, aumentando as esperanças de que o fluxo de petróleo e gás pelo Estreito de Hormuz possa ser retomado em breve.

O índice pan-europeu STOXX 600 avançou 3,6%, para 611,73 pontos às 07h13 GMT, caminhando para sua melhor sessão em um ano, caso o ritmo atual se mantenha.

Os mercados regionais também acompanharam o movimento: o DAX da Alemanha subiu 4,6%, enquanto o FTSE 100 de Londres avançou 2,3%.

A reação foi imediata após o presidente dos EUA, Donald Trump, concordar com uma trégua de duas semanas com o Irã, menos de duas horas antes do prazo dado a Teerã para reabrir o Estreito de Hormuz — por onde transita 20% do petróleo mundial — ou enfrentar ataques devastadores à sua infraestrutura civil.

Além do alívio imediato, investidores aguardam para ver se a trégua pode abrir caminho para uma resolução duradoura.

Os mercados de energia também reagiram rapidamente: os futuros do Brent caíram 15%, ficando abaixo de US$ 100 por barril, trazendo algum alívio após semanas de preços elevados.

As ações europeias vinham sob forte pressão desde o início da campanha militar EUA-Israel contra o Irã em 28 de fevereiro, com a dependência do continente de importações de petróleo pelo estreito bloqueado ampliando os impactos.

Setores ligados a viagens, indústria e bancos avançaram entre 5% e 7%, já que costumam ser os principais beneficiados pela queda nos custos de energia e nos rendimentos dos títulos.

Investidores agora voltam a atenção para os dados de vendas no varejo e preços ao produtor da zona do euro, previstos para mais tarde, que podem oferecer mais pistas sobre o impacto econômico da recente volatilidade nos mercados de energia.

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ASAP, brainstorming, mindset: entenda os principais termos do ‘corporativês’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/04/2026 05:08

Trabalho e Carreira ASAP, brainstorming, mindset: entenda os principais termos do ‘corporativês’ Lista reúne expressões comuns no trabalho e explica seus significados; especialistas avaliam quando o uso ajuda ou atrapalha a comunicação. Por Rayane Moura, g1 — São Paulo

O “corporativês” é uma linguagem marcada por jargões e expressões, muitas vezes em inglês, usadas no dia a dia do trabalho.

Termos como asap, brainstorming, mindset, call, feedback e deadline se tornaram comuns em empresas brasileiras.

Segundo especialistas, o uso de expressões em inglês no ambiente corporativo é reflexo da globalização e da influência de multinacionais.

Esses termos foram incorporados à rotina das empresas como atalhos para conceitos complexos, mas nem sempre são compreendidos por todos.

Veja o que significam os termos do ‘corporativês’ usados no ambiente de trabalho — Foto: Reprodução/Freepik

Quem acessou as redes sociais nos últimos dias provavelmente se deparou com uma ferramenta de tradução que viralizou: o “LinkedIn Speak”, do Kagi Translate. A função usa inteligência artificial (IA) para transformar frases do cotidiano em versões mais formais, no estilo da linguagem corporativa.

O recurso reacendeu o debate sobre o chamado “corporativês” — linguagem marcada por jargões e expressões, muitas vezes em inglês, usadas no dia a dia do trabalho. Termos como ASAP, brainstorming, mindset, call, feedback e deadline se tornaram comuns em empresas brasileiras.

🤔 Mas por que essas palavras se popularizaram tanto – e até que ponto ajudam ou atrapalham a comunicação no trabalho?

Segundo especialistas ouvidos pelo g1, o uso de expressões em inglês no ambiente corporativo é reflexo da globalização e da influência de multinacionais, especialmente dos Estados Unidos, onde surgem grande parte das metodologias de gestão e inovação.

Com o inglês consolidado como língua dos negócios, muitos termos acabam sendo incorporados ao ambiente de trabalho sem tradução. Mas esse hábito, apesar de comum, pode prejudicar a compreensão e criar barreiras internas.

O uso de jargões corporativos em inglês se consolidou no Brasil com a chegada de multinacionais e com a influência de conteúdos sobre gestão e negócios – como livros, cursos e metodologias – produzidos majoritariamente nesse idioma.

Com o avanço da globalização, essas expressões passaram a fazer parte da rotina das empresas como uma forma rápida de resumir conceitos mais complexos.

O fenômeno também está ligado à cultura organizacional e, em alguns casos, à insegurança profissional — e já impacta diretamente o engajamento, a produtividade e até a saúde mental dos trabalhadores.

Apesar de funcionarem como atalhos na comunicação, esses termos nem sempre são compreendidos por todos. Isso pode gerar ruído e até exclusão dentro das equipes.

“Embora a intenção original seja criar uma linguagem comum que agilize processos, o efeito prático frequentemente resulta em ruído e exclusão”, afirma Eliane Aere, presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-SP).

Segundo a especialista, sem o chamado letramento corporativo, essas expressões deixam de facilitar a comunicação e passam a criar barreiras internas. “Na prática, elas funcionam como ‘atalhos mentais’ para conceitos complexos, mas, sem compreensão adequada, acabam prejudicando a comunicação”, diz.

Eliane afirma que é comum que profissionais cometam erros ou enfrentem dificuldades por não entenderem expressões usadas no trabalho. Para ela, o problema se agrava quando o funcionário precisa tentar adivinhar o que o líder quis dizer, o que gera perda de tempo e dificulta o trabalho em equipe.

A especialista explica que há uma diferença entre usar termos técnicos quando necessário e exagerar no uso de jargões. Segundo ela, o problema está no uso por modismo.

Palavras como “feedback”, por exemplo, muitas vezes são usadas de forma vaga no dia a dia, como uma simples opinião. No entanto, em métodos de gestão, o termo tem um significado mais estruturado, ligado ao desenvolvimento do profissional.

“Quando o RH não explica bem esses conceitos, cria-se confusão sobre o que é feedback de verdade e sobre o desempenho do colaborador”, afirma.

Segundo ela, o uso do “corporativês” também pode estar ligado à busca por status ou à insegurança no ambiente profissional.

Os efeitos aparecem na produtividade: falhas na comunicação geram retrabalho, desencontro de expectativas e perda de eficiência.

Para a especialista, usar uma linguagem mais simples e clara é essencial para criar ambientes de trabalho mais inclusivos e produtivos.

“É essencial investir em comunicação clara e adaptar a forma de falar ao nível de entendimento de cada pessoa”, explica.

Preferir o português sempre que houver tradução direta e clara;Explicar conceitos técnicos quando forem inevitáveis;Criar um ambiente em que fazer perguntas não gere constrangimento.

O executivo Denis Caldeira, da área de tecnologia e negócios, afirma que, apesar de o inglês ter se tornado a principal língua dos negócios, é recomendável que, sempre que possível, os termos sejam explicados — justamente para não excluir quem não está familiarizado com esse vocabulário.

“O comunicador deve saber com quem está falando e adaptar a linguagem. Não o contrário”, afirma.

Caldeira alerta ainda que esse tipo de linguagem pode gerar confusão. Expressões como “mindset de ownership”, por exemplo, podem ter significados diferentes para cada pessoa, o que causa frustração quando as expectativas não estão claras.

Para o executivo, simplificar a comunicação é possível – e necessário. “O líder moderno é aquele que consegue explicar ideias complexas de forma simples”, afirma.

Uma das estratégias, diz Caldeira, é o chamado “filtro da vovó”: explicar o trabalho de um jeito que qualquer pessoa consiga entender.

O executivo explica, ainda, que o uso excessivo de jargões também acende um alerta para a saúde mental no trabalho.

“O sentimento de ‘não falar a língua da empresa’ pode gerar ansiedade e síndrome do impostor”, diz.

Apesar disso, o executivo reconhece que o “corporativês” faz parte da cultura de muitas organizações. “A simplicidade é inclusiva e acolhedora, mas, na prática, muitas vezes é mais fácil buscar adaptação do que mudar a cultura da empresa”, conclui.

A seguir, o g1 lista os principais termos do “corporativês” e explica seus significados com a ajuda de especialistas:

Alignment (Alinhamento) – É quando todos estão na mesma página sobre objetivos e prioridades.ASAP (o mais rápido possível) – Usado para indicar urgência, mas pode ser vago, por isso o ideal é definir um prazo claro.Backlog (Lista de pendências) – É uma lista organizada de tudo o que precisa ser feito.Benchmark (Referência de mercado) – Comparação com outras empresas para melhorar resultados.Brainstorm (Tempestade de ideias) – Momento para sugerir ideias livremente, sem críticas.Briefing (Resumo do projeto) – Documento ou conversa inicial com as informações essenciais para executar um trabalho.Budget (Orçamento) – Planejamento de quanto dinheiro pode ser gasto.Call (Reunião) – Conversa, geralmente online, para tratar de assuntos de trabalho.Compliance (Conformidade) – Cumprimento de leis, normas e regras internas da empresa.Deadline (Prazo final) – Data limite para entregar algo.Deep dive (Análise aprofundada) – Análise detalhada de um tema.Deliverable (Entregável) – Resultado final de um trabalho.Feedback (Retorno) – Retorno ou orientação para melhorar um trabalho ou desempenho.Follow-up (Acompanhamento) – Verificação sobre o andamento de uma tarefa ou demanda.Go-live (Entrar no ar) – Momento em que um projeto começa a funcionar.Hands-off (Pouca intervenção) – Quando o gestor dá autonomia e interfere pouco.Hands-on (Mão na massa) – Quando o profissional participa diretamente da execução.Headcount (Número de funcionários) – Quantidade de pessoas em uma equipe.High level (Visão geral) – Explicação ampla, sem entrar em detalhes.Hiring (Contratação) – Processo de contratar novos funcionários.Kick-off (Início do projeto) – Primeira reunião para começar um trabalho.KPI (Indicador de desempenho) – Métrica usada para medir resultados.Layoff (Demissão em massa) – Corte de vários funcionários ao mesmo tempo.Mindset (Mentalidade) – Forma de pensar e agir diante do trabalho.Networking (Rede de contatos) – Construção e manutenção de relações profissionais.OKR (Metas e resultados) – Sistema para definir objetivos e medir resultados.Onboarding (Integração) – Processo de adaptação de novos funcionários.One-on-one / 1:1 (Reunião individual) – Reunião entre gestor e colaborador.Ownership (Responsabilidade) – Assumir responsabilidade por uma tarefa ou projeto.Pipeline (Fluxo de processos) – Conjunto de etapas de um processo, geralmente relacionado a vendas ou projetos.Quick win (Ganho rápido) – Resultado positivo obtido em pouco tempo.Report (Relatório) – Documento com dados e análises.Roadmap (Plano futuro) – Planejamento das próximas etapas de um projeto.Sprint (Período curto de trabalho) – Intervalo definido para executar tarefas específicas.Soft skills (Habilidades comportamentais) – Competências pessoais, como comunicação e liderança.Stakeholder (Parte interessada) – Pessoa ou grupo impactado por um projeto.Top-down (De cima para baixo) – Modelo em que decisões partem da liderança.Touch base (Alinhar rapidamente) – Contato rápido para atualização de informações.Turnover (Rotatividade) – Entrada e saída de funcionários.Workflow (Fluxo de trabalho) – Sequência de etapas para realizar uma tarefa.

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Criação de pacas para produção de carne exige autorização ambiental; investimento pode chegar a R$ 400 mil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/04/2026 04:05

GLOBO RURAL Criação de pacas para produção de carne exige autorização ambiental; investimento pode chegar a R$ 400 mil Animais devem ser adquiridos exclusivamente de criadores autorizados. A captura na natureza é proibida. Por Redação g1, Globo Rural

A paca (Cuniculus paca), um roedor nativo do continente americano e parente da capivara e da cutia, tem despertado interesse crescente entre produtores rurais que buscam diversificar suas atividades por meio da criação comercial de animais silvestres.

Diferente da cutia, a paca é maior, tem listras características na barriga e hábitos estritamente noturnos, descansando durante o dia.

Para iniciar um criadouro, a etapa mais importante é obter autorização oficial, já que se trata de um animal da fauna silvestre.

O investimento inicial estimado para uma criação com 15 matrizes, incluindo instalações, assessoria técnica e aquisição dos animais, é de cerca de R$ 60 mil.

A paca (Cuniculus paca), um roedor nativo do continente americano e parente da capivara e da cutia, tem despertado interesse crescente entre produtores rurais que buscam diversificar suas atividades por meio da criação comercial de animais silvestres.

Diferente da cutia, a paca é maior, tem listras características na barriga e hábitos estritamente noturnos, descansando durante o dia.

Para iniciar um criadouro, a etapa mais importante é obter autorização oficial, já que se trata de um animal da fauna silvestre.

Em Minas Gerais, por exemplo, o órgão responsável é o Instituto Estadual de Florestas (IEF). O processo exige a elaboração de um projeto técnico, assinado por um profissional habilitado — como biólogo, zootecnista ou veterinário — e pode levar cerca de um ano para ser concluído.

Os animais que vão formar o plantel inicial devem ser adquiridos exclusivamente de criadores autorizados. A captura na natureza é proibida.

O investimento inicial estimado para uma criação com 15 matrizes, incluindo instalações, assessoria técnica e aquisição dos animais, é de cerca de R$ 60 mil.

Projetos maiores, com galpões estruturados, podem alcançar custos de construção na ordem de R$ 400 mil.

Recintos: as baias recomendadas têm cerca de 30 m², com capacidade para seis a oito animais;Bem-estar: cada recinto deve ter uma mini piscina, com limpeza diária, importante para a regulação da temperatura corporal e o comportamento social das pacas;Ambiente: é necessária uma caixa-ninho com duas saídas, simulando tocas, além de galhos disponíveis para roedura, já que os dentes dos animais crescem continuamente.

Parte in natura: frutas, legumes, tubérculos e verduras — estas últimas limitadas a duas vezes por semana para evitar diarreias;Parte seca: mistura de farelos com 40% de milho, 40% de trigo e 20% de soja, para garantir aporte proteico;Grãos: milho em grão oferecido separadamente, para auxiliar no desgaste dos dentes.

O manejo sanitário inclui vermifugação a cada três meses, para prevenir problemas digestivos e perda de peso.

As pacas vivem em grupos familiares, geralmente com duas fêmeas para cada macho. A introdução de novos animais deve ser feita de forma gradual, com adaptação ao cheiro, para evitar brigas.

A reprodução é considerada lenta. A gestação dura até quatro meses e normalmente resulta em apenas um filhote por cria.

O desmame ocorre aos três meses. Depois, o animal passa pelas fases de recria (até os 7 meses) e engorda (até os 12 meses), quando atinge peso entre 7 kg e 9 kg, considerado adequado para abate.

O controle do plantel é feito por meio da aplicação obrigatória de um microchip, com 15 dígitos, sob a pele do animal, permitindo identificação individual.

Carne: frigoríficos pagam cerca de R$ 100 por quilo do animal vivo. No entanto, a viabilidade depende de escala, já que é necessário um volume mínimo de animais;

Reprodutores: a venda de matrizes para outros criadores pode ser mais lucrativa, com preços entre R$ 2.500 e R$ 3.000 por animal.

A carne de paca é valorizada pela maciez e suculência, com sabor levemente adocicado, frequentemente comparado ao da carne suína.

O preparo costuma incluir marinadas com alho, limão e especiarias, geralmente feitas de um dia para o outro, antes de ser frita ou assada.

Antes de iniciar a atividade, especialistas recomendam estudar o mercado local e identificar potenciais compradores.

Criação de pacas para produção de carne exige autorização ambiental; veja como funciona — Foto: Reprodução/Globo Rural

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

‘É guerra, não ganância’: o que ameaça o pacote de Lula para segurar o preço do diesel

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/04/2026 04:05

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1550,17%Dólar TurismoR$ 5,3610,3%Euro ComercialR$ 5,9770,62%Euro TurismoR$ 6,2240,64%B3Ibovespa188.259 pts0,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,1550,17%Dólar TurismoR$ 5,3610,3%Euro ComercialR$ 5,9770,62%Euro TurismoR$ 6,2240,64%B3Ibovespa188.259 pts0,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,1550,17%Dólar TurismoR$ 5,3610,3%Euro ComercialR$ 5,9770,62%Euro TurismoR$ 6,2240,64%B3Ibovespa188.259 pts0,05%Oferecido por

O presidente Lula anunciou na segunda-feira (6/4) um novo conjunto de medidas para tentar segurar o encarecimento dos combustíveis no país.

O diesel é foco especial de preocupação, por ser o principal combustível que alimenta o transporte de mercadorias e da safra agrícola do Brasil.

Especialistas do setor dizem que as medidas anunciadas devem mitigar a alta do produto, mas terão efeito limitado pela incerteza do cenário internacional.

No caso do diesel, o Palácio do Planalto já havia anunciado em 12 de março um pacote de R$ 30 bilhões para mitigar seu encarecimento.

A subvenção é um incentivo dado diretamente às empresas pelo governo. Nesse segundo conjunto de ações anunciado agora, a gestão Lula ampliou esse subsídio, que chegará a R$ 1,12 para o litro produzido no país.

Especialistas dizem que as medidas anunciadas pelo governo devem mitigar a alta do combustível, mas terão efeito limitado. — Foto: Agência Brasil via BBC

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou na segunda-feira (6/4) um novo conjunto de medidas para tentar segurar o encarecimento dos combustíveis no país e o impacto da alta do querosene no preço das passagens aéreas, devido à disparada internacional do valor do petróleo após o conflito envolvendo Estados Unidos e Irã.

O diesel é foco especial de preocupação, por ser o principal combustível que alimenta o transporte de mercadorias e da safra agrícola do Brasil. Em 2018, uma greve dos caminhoneiros em protesto contra o encarecimento do diesel provocou um tombo na atividade econômica.

Especialistas do setor dizem que as medidas anunciadas devem mitigar a alta do produto, mas terão efeito limitado pela incerteza do cenário internacional e a resistência de grandes importadoras a aderir aos subsídios oferecidos pelo governo e aceitar limites aos preços praticados.

No caso do diesel, o Palácio do Planalto já havia anunciado em 12 de março um pacote de R$ 30 bilhões para mitigar seu encarecimento. O objetivo era garantir um desconto de R$ 0,64 por litro no preço na bomba, ao aliar redução de impostos e uma subvenção de R$ 0,32 por litro produzido no Brasil ou importado.

A subvenção é um incentivo dado diretamente às empresas pelo governo. Nesse segundo conjunto de ações anunciado agora, a gestão Lula ampliou esse subsídio, que chegará a R$ 1,12 para o litro produzido no país.

Já no caso do importado, o desconto subirá para R$ 1,52 nos Estados que aderirem à proposta e bancarem metade do subsídio extra de R$ 1,20.

O efeito do primeiro pacote, no entanto, ainda não chegou integralmente aos consumidores, justamente por limitações na implementação da subvenção.

Isso porque três grandes empresas do setor (Vibra — antiga BR Distribuidora —, Ipiranga e Raízen), responsáveis por metade das importações privadas de diesel, não aderiram à política.

A falta de adesão das maiores distribuidoras estaria relacionada à obrigação de seguir limites para o preço do diesel, estabelecidos pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) a partir de valores de mercado.

Segundo o ex-presidente da ANP David Zylbersztajn, que também já atuou no conselho de administração da Vibra, as empresas teriam receio de não poder elevar seus preços no patamar que julgarem necessário, caso o petróleo continue subindo.

A cotação internacional do barril já avançou mais de 50% desde o fim de fevereiro, quando o conflito teve início, voltando a superar US$ 110 nesta semana.

"As distribuidoras dizem que não querem fechar o valor porque não sabem quanto vai custar o preço de importação. Se elas aderirem, elas têm obrigação, quase como se fosse um tabelamento. E aí, no caso, não faz o menor sentido você tomar um risco de mercado com um valor pré-fixado", disse Zylbersztajn à BBC News Brasil.

"Todo mundo tem direito de ganhar dinheiro, todo mundo tem direito de ter sua empresa, seu posto de gasolina, ter o seu lucro, agora, ninguém pode ter lucro às custas do sofrimento dos outros", disse o presidente, no dia 20 de março.

Pouco depois, no dia 26, Lula afirmou que "estão aumentando o óleo diesel, mesmo com a gente dando subsídio".

Com a ampliação da subvenção, o governo também anunciou na segunda-feira o fortalecimento da fiscalização da ANP. Uma medida provisória (MP) inclui penalidades maiores para elevação abusiva de preço e recusa de fornecimento de combustível em contextos de conflitos geopolíticos ou de calamidade.

Além disso, um projeto de lei encaminhado em regime de urgência constitucional cria um novo tipo penal para coibir o aumento abusivo de preços, podendo acarretar de dois a cinco anos de prisão.

Para David Zylbersztajn, ex-presidente da ANP, os rumos do conflito entre EUA e Irã são incertos e Lula está errado em sua crítica no setor.

"Tem [analista com] expectativa de que o barril vai chegar a US$ 200. Eu acho que não, você tem fluxos ainda de petróleo que estão acontecendo [apesar do bloqueio do Irã ao Estreito de Ormuz]. Mas é totalmente imprevisível", avalia.

"O governo está atribuindo culpas a quem não tem culpa. O governo deveria estar sendo mais transparente com a sociedade, no sentido de que tem uma situação de guerra, e não dizer que a culpa é da ganância [das empresas]. Não tem ganância porque você não tem cartel."

Segundo dados da ANP, o preço médio do diesel S10 no país subiu 16% em março, para R$ 7,06. Já o preço da gasolina comum cresceu 4,6%, chegando a R$ 6,59 o litro.

O engenheiro químico Felipe Coutinho, presidente da Associação dos Engenheiros da Petrobras (AEPET), critica o papel das grandes distribuidoras.

Na sua visão, foi um erro a privatização da BR Distribuidora durante os governos de Michel Temer e Jair Bolsonaro, quando a empresa ligada à Petrobras foi vendida e se tornou Vibra.

"A não adesão das grandes distribuidoras à primeira subvenção significa exatamente o que tenho alertado sistematicamente: o mercado de distribuição de combustíveis no Brasil é um oligopólio que, após a privatização da antiga BR Distribuidora, perdeu qualquer agente moderador que pudesse forçar a concorrência em benefício do consumidor", disse.

Na visão dele, as grandes distribuidoras calcularam que valia mais a pena não receber o subsídio e manter suas margens de lucro elevadas, do que repassar o desconto ao consumidor final.

"Elas têm poder de mercado suficiente para ditar as regras. A medida foi desenhada de forma ingênua, ao acreditar que o mercado se autorregularia".

Para Coutinho, a solução estrutural para a vulnerabilidade brasileira à volatilidade internacional do petróleo passaria por ampliar a capacidade de refino de combustíveis da Petrobras e reverter a privatização da BR Distribuidora.

A ideia de ampliar o refino da estatal é alvo antigo de controvérsias, algo que se intensificou após as denúncias de desvios na construção de refinarias pela Operação Lava Jato durante governos passados do PT.

Para além das investigações de corrupção, especialistas se dividem sobre a vantagem econômica de a Petrobras investir em mais capacidade de refino, sendo que a exploração de petróleo é uma atividade mais lucrativa.

"Entre exploração, refino e distribuição, refino é o que tem a menor margem de retorno. Se você tem um mercado predominantemente atendido pela produção doméstica e uma parte importada, esse é o melhor dos mundos. Para que você vai alocar capital numa coisa que dá um retorno três vezes menor do que o outro [exploração]? É ruim para o país", argumenta Zylbersztajn.

Felipe Coutinho, da AEPET, reconhece que hoje a lucratividade da Petrobras com exploração de petróleo é bem superior à do refino, mas discorda que isso seja determinante para estabelecer as prioridades da empresa.

Além disso, argumenta que o refino pode ser uma atividade lucrativa se a estatal investir em tecnologia da mesma forma que fez para explorar o pré-sal.

Na sua leitura, isso não foi feito nos últimos anos porque a gestão da empresa optou por distribuir um volume grande de dividendos a acionistas, em vez de investir em tecnologia de refino mais lucrativa.

"A Petrobras não é uma empresa privada qualquer. Ela é uma estatal com obrigação de soberania energética. A empresa tem a obrigação de garantir que o diesel, a gasolina e o GLP cheguem ao consumidor brasileiro a preços justos e com segurança de suprimento", defende.

Outro ponto antigo de controvérsia é o valor praticado pela Petrobras na venda de combustíveis no país. Em momentos de disparada do petróleo, a empresa, controlada pelo governo federal, costuma comercializar gasolina e diesel a preços mais baixos que os produtos importados, minimizando o impacto da crise externa no bolso dos brasileiros.

Críticos dessa política dizem que isso desestimula outras empresas a importar o produto, o que poderia causar desabastecimento no país. Além disso, a política de manter preços artificialmente baixos no passado provocou prejuízos à empresa, principalmente no governo Dilma Rousseff.

"No passado, ela foi muito usada e deu no que deu. Foi uma tragédia. A Petrobras quase quebrou, teve a maior dívida corporativa do mundo", lembra Zylbersztajn.

Segundo levantamento da consultoria StoneX, na segunda-feira (6/4) o litro do diesel estava sendo vendido a R$ 3,04 pela Petrobras, 84% mais barato que o valor do importado.

Já no caso da gasolina, o preço do litro da estatal estava em R$ 1,98, ou 78% mais barato que o trazido de fora.

Apesar disso, não há sinais de risco de desabastecimento por enquanto, afirmou Bruno Cordeiro, especialista em inteligência de mercado da StoneX.

"Isso (a diferença de preço) acaba gerando um desincentivo à importação. É claro que em um contexto de safras grandes, de indústria aquecida, o mercado tem que buscar garantir o pleno abastecimento. E a gente vê que os indicadores de importação, apesar de estarem abaixo do normal, seguem operando em um patamar em que não há risco de desabastecimento".

Justamente para tentar minimizar o impacto dessa diferença de preço, o governo está oferecendo um subsídio um pouco maior para o litro importado.

O primeiro pacote de medidas, que reduziu impostos federais e ofereceu o subsídio de R$ 0,32 ao litro de diesel tem custo estimado de R$ 30 bilhões, caso vigore até o fim do ano, valor que será bancado com um novo imposto sobre exportação de petróleo.

Já a subvenção extra de R$ 0,80 para o litro produzido no país terá um custo de até R$ 12 bilhões, caso dure quatro meses, prazo máximo inicial previsto.

E o subsídio adicional de R$ 1,20 para o diesel importado deve durar dois meses, segundo previsão do governo federal, ao custo de R$ 4 bilhões, que serão igualmente divididos entre a União e os Estados beneficiados.

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Governo adia novamente exigência de biometria para benefícios sociais; veja novos prazos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/04/2026 02:54

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1550,17%Dólar TurismoR$ 5,3610,3%Euro ComercialR$ 5,9770,62%Euro TurismoR$ 6,2240,64%B3Ibovespa188.259 pts0,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,1550,17%Dólar TurismoR$ 5,3610,3%Euro ComercialR$ 5,9770,62%Euro TurismoR$ 6,2240,64%B3Ibovespa188.259 pts0,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,1550,17%Dólar TurismoR$ 5,3610,3%Euro ComercialR$ 5,9770,62%Euro TurismoR$ 6,2240,64%B3Ibovespa188.259 pts0,05%Oferecido por

O governo federal adiou, mais uma vez, o prazo para que o cadastro biométrico seja exigido na hora de pedir benefícios sociais. Essa medida havia sido anunciada em novembro de 2024 como uma forma de combater fraudes e cortar despesas ineficientes.

💵 À época, a previsão era que esse aumento do controle no pagamento de benefícios geraria uma economia de R$ 2,5 bilhões por ano, incluindo 2025 e 2026.

Em novembro do ano passado, ou seja, um ano após o anúncio da medida, o decreto com regras para a biometria entrou em vigor.

Mas, na prática, a exigência passou a valer apenas para alguns pedidos feitos ao INSS, como aposentadorias.

Outros requerimentos ficaram para uma próxima fase, prevista para maio de 2026. O governo, porém, adiou para 2027.

pedidos de novos benefícios de incapacidade temporária (antigo auxílio-doença);pensão por morte;seguro desemprego;abono salarial;Bolsa Família; esalário maternidade.

Quem já recebe algum benefício social só precisará de biometria no caso de renovação. Nesses casos, a biometria também será exigida apenas a partir de 2027.

Segundo o governo, a mudança serve para que os cidadãos tenham mais tempo para fazer o cadastro biométrico de forma gratuita a partir da CIN. Além disso, garante que nenhuma pessoa será prejudicada.

O adiamento foi feito pelo Ministério da Gestão, que revogou a portaria de novembro e publicou novas regras nesta semana.

A pasta informou que foi estabelecido um novo cronograma para o uso das bases biométricas na concessão ou renovação de benefícios sociais.

De acordo com o Ministério, os beneficiários de programas sociais que ainda não têm nenhum cadastro biométrico terão de emitir a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) até janeiro de 2027.

Já quem é beneficiário ou tem cadastro biométrico do Tribunal Superior Eleitoral ou da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) ou passaporte, a CIN só passará a ser obrigatória em janeiro de 2028.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Bolsas asiáticas saltam após queda nos preços do petróleo em resposta ao cessar-fogo no Irã

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/04/2026 02:54

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1550,17%Dólar TurismoR$ 5,3610,3%Euro ComercialR$ 5,9770,62%Euro TurismoR$ 6,2240,64%B3Ibovespa188.259 pts0,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,1550,17%Dólar TurismoR$ 5,3610,3%Euro ComercialR$ 5,9770,62%Euro TurismoR$ 6,2240,64%B3Ibovespa188.259 pts0,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,1550,17%Dólar TurismoR$ 5,3610,3%Euro ComercialR$ 5,9770,62%Euro TurismoR$ 6,2240,64%B3Ibovespa188.259 pts0,05%Oferecido por

As ações asiáticas subiram fortemente nas negociações de manhã de quarta-feira (8) com a queda nos preços do petróleo após os EUA e o Irã concordarem com um cessar-fogo de duas semanas que inclui a reabertura do Estreito de Ormuz.

O índice japonês Nikkei 225 subiu 5,0%, atingindo 56.106,18. Na Austrália, o S&P/ASX 200 saltou 2,6% para 8.952,30. O Kospi da Coreia do Sul disparou 5,9% para 5.819,97. O índice Hang Seng de Hong Kong subiu 2,6% para 25.767,42, enquanto o Shanghai Composite somou 1,7%, chegando a 3.957,55.

O petróleo bruto de referência dos EUA caiu US$ 16,84, para US$ 96,11 o barril. O petróleo Brent, o padrão internacional, caiu US$ 14,51, para US$ 94,76 o barril.

Essa foi a reação ao cessar-fogo, uma vez que o recente aumento nos preços foi uma resposta direta à guerra, que efetivamente bloqueou a passagem pelo Estreito de Ormuz. Grande parte do suprimento mundial de petróleo é transportado pelo estreito, incluindo o petróleo destinado ao Japão, que é carente de recursos.

“No entanto, o clima continua sendo de otimismo cauteloso, em vez de celebração total. O cessar-fogo dura apenas duas semanas, e os mercados observarão de perto se o transporte pelo Estreito de Ormuz se normalizará como prometido e se a trégua frágil pode abrir caminho para um acordo de paz mais duradouro”, disse Tim Waterer, analista-chefe de mercado da KCM Trade.

O navio cargueiro de GLP Jag Vasant, de bandeira indiana, transportando gás liquefeito de petróleo, é visto no Porto de Mumbai, na Índia, após cruzar o Estreito de Ormuz, na quarta-feira, 1º de abril de 2026 — Foto: Rafiq Maqbool/AP

No final da terça-feira (7), Trump disse que estava adiando seus ataques ameaçados a pontes iranianas, usinas de energia e outros alvos civis. O ministro das Relações Exteriores do Irã disse que a passagem pelo estreito seria permitida pelas próximas duas semanas sob gestão militar iraniana.

As ações globais oscilaram nas últimas semanas desde que a guerra começou, no final de fevereiro. O prazo de Trump para abrir o Estreito de Ormuz encerrou-se às 20h, horário do Leste.

Mais cedo em Wall Street, as ações subiram no final do pregão depois que o primeiro-ministro do Paquistão instou Trump a estender seu prazo por mais duas semanas e pediu ao Irã que abrisse o estreito. O S&P 500 apagou todas as suas perdas e terminou com um ganho modesto de 0,1%. O Dow Jones Industrial Average caiu 85 pontos, ou 0,2%, e o Nasdaq composite subiu 0,1%.

No mercado de títulos, os rendimentos do Tesouro caíram com a notícia de um potencial cessar-fogo. O rendimento do Tesouro de 10 anos caiu para 4,24%, ante 4,30% no início de terça-feira.

No mercado de câmbio, o dólar americano caiu para 158,54 ienes japoneses, ante 159,52 ienes na quarta-feira. O euro custava US$ 1,1671, ante US$ 1,1597.

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Governo publica MP com medidas para tentar frear alta nos preços de combustíveis

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/04/2026 00:51

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1550,17%Dólar TurismoR$ 5,3610,3%Euro ComercialR$ 5,9770,62%Euro TurismoR$ 6,2240,64%B3Ibovespa188.259 pts0,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,1550,17%Dólar TurismoR$ 5,3610,3%Euro ComercialR$ 5,9770,62%Euro TurismoR$ 6,2240,64%B3Ibovespa188.259 pts0,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,1550,17%Dólar TurismoR$ 5,3610,3%Euro ComercialR$ 5,9770,62%Euro TurismoR$ 6,2240,64%B3Ibovespa188.259 pts0,05%Oferecido por

O governo federal publicou a Medida Provisória nº 1.349, de 7 de abril de 2026, na edição extra do Diário Oficial da União, para instituir o Regime Emergencial de Abastecimento Interno de Combustíveis. A medida visa garantir a soberania energética e o abastecimento nacional diante de incertezas no mercado internacional provocadas pela guerra entre EUA-Israel e Irã.

O foco central da norma é o óleo diesel de uso rodoviário, estabelecendo um sistema de subvenção econômica para suavizar o impacto dos preços ao consumidor e garantir que os importadores mantenham o fluxo de combustível para o país.

A medida autoriza a União a conceder uma subvenção de R$ 1,20 por litro de óleo diesel de uso rodoviário importado. O modelo adotado prevê uma cooperação financeira entre os União e estados e distrito federal:

União: Contribui com R$ 0,60 por litro.Estados e Distrito Federal: Contribuem com os outros R$ 0,60 por litro, mediante adesão voluntária.

Para os estados que aderirem, o pagamento será feito por meio da retenção de valores do Fundo de Participação dos Estados (FPE), que serão repassados à União para custear o benefício. Caso um estado não realize o pagamento integral, ficará proibido de celebrar operações de crédito com garantia da União por doze meses.

➡️ O limite total de gastos com esta subvenção é de R$ 4 bilhões, sendo R$ 2 bilhões da União e R$ 2 bilhões dos estados aderentes.➡️ O objetivo central é blindar o setor produtivo, especialmente o agronegócio, contra a disparada de preços causada pelo conflito entre Estados Unidos e Irã.⛽ O diesel é o principal combustível usado no transporte de cargas no Brasil. Por isso, quando seu preço sobe, há um efeito em cadeia na economia. O custo maior do frete, por sua vez, tende a ser repassado para alimentos, produtos industrializados e serviços, pressionando a inflação.

A MP 1.349 também altera a legislação anterior (MP nº 1.340), estabelecendo que a subvenção já existente será acrescida de R$ 0,80 por litro até o fim de maio. As medidas têm validade imediata e seguem até 31 de maio de 2026.

Prorrogação: O governo poderá prorrogar o prazo por mais dois meses caso a guerra no Oriente Médio siga impactanto os preços dos combustíveis.

Para garantir que o benefício chegue ao consumidor, a Medida Provisória estabelece obrigações rígidas para as empresas do setor. Inicialmente, importadores e distribuidores precisam se habilitar na Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para receber o subsídio.

Repasse de Desconto: Os importadores devem exigir que os distribuidores comprovem o repasse do desconto da subvenção para os postos de revenda.Penalidades: O distribuidor que não realizar o repasse do benefício estará sujeito a multas e penalidades previstas na Lei nº 9.847/1999.

Além disso, os produtores de combustíveis que utilizam petróleo nacional próprio deverão adotar mecanismos de suavização de choques externos para mitigar variações bruscas de preço no mercado interno.

➡️ O que são Medidas Provisórias? As MPs têm força de lei assim que publicadas, mas precisam ser confirmadas pelo Congresso Nacional em até 120 dias para não perderem a validade. O Legislativo tem a prerrogativa de alterar ou rejeitar o texto proposto pelo Executivo.

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Dólar fraco ou real forte? Entenda por que a moeda americana está caindo no ano

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/04/2026 00:08

Dólar fraco ou real forte? Entenda por que a moeda americana está caindo no ano No g1 Explica, a repórter Renata Ribeiro explica e simplifica os temas que dominam o noticiário econômico e mexem diretamente com o nosso bolso. Por Renata Ribeiro, TV Globo — São Paulo

As incertezas em torno das decisões de política externa do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, têm levado investidores a buscar alternativas de investimento em outros mercados globais. Esse movimento não apenas tem fortalecido o real no Brasil, como também enfraquecido o dólar em relação a outras moedas ao redor do mundo.

Isso acontece porque, quando entra mais dinheiro do que sai do país — como nos casos em que companhias exportadoras vendem mais para o exterior ou quando investidores veem oportunidades na bolsa ou em outros ativos brasileiros —, há uma maior venda de dólares em troca de reais. Com isso, aumenta a oferta da moeda americana no mercado, o que pressiona o preço do dólar para baixo.

Neste vídeo, você vai entender como os acontecimentos mais recentes no cenário internacional têm influenciado a cotação do dólar. Toda semana, o g1 Explica simplifica a economia, o mercado financeiro e a educação financeira, mostrando como tudo isso afeta o seu bolso.

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Mega-Sena, concurso 2.993: prêmio acumula e vai a R$ 20 milhões

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 07/04/2026 22:07

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena, concurso 2.993: prêmio acumula e vai a R$ 20 milhões Veja os números sorteados: 03 – 15 – 31 – 42 – 43 – 51. Quina teve 31 apostas ganhadoras; cada uma vai levar R$ 46.749,60. Por Redação g1 — São Paulo

O sorteio do concurso 2.993 da Mega-Sena foi realizado na noite desta terça-feira (7), em São Paulo. Nenhuma aposta acertou as seis dezenas, e o prêmio para o próximo sorteio acumulou em R$ 20 milhões.

As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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PDV dos Correios: 3 mil funcionários aderem; número representa cerca de 30% da meta anunciada pela empresa

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 07/04/2026 20:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1550,17%Dólar TurismoR$ 5,3610,3%Euro ComercialR$ 5,9770,62%Euro TurismoR$ 6,2240,64%B3Ibovespa188.259 pts0,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,1550,17%Dólar TurismoR$ 5,3610,3%Euro ComercialR$ 5,9770,62%Euro TurismoR$ 6,2240,64%B3Ibovespa188.259 pts0,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,1550,17%Dólar TurismoR$ 5,3610,3%Euro ComercialR$ 5,9770,62%Euro TurismoR$ 6,2240,64%B3Ibovespa188.259 pts0,05%Oferecido por

Pouco mais de 3 mil funcionários dos Correios aderiram ao plano de demissão voluntária (PDV) dos Correios até o início da noite desta terça-feira (7), último dia do prazo.

🎯Até o momento, 3.075 empregados aderiram ao PDV – um pouco acima de 30% do público-alvo projetado com o programa de demissão voluntária.

Os Correios informaram que não haverá nova prorrogação do prazo. Inicialmente, a data limite era dia 31 de março.

Em resposta à TV Globo, os Correios informaram ainda que, além do PDV, a estatal tem adotado outras medidas.

No primeiro trimestre deste ano, por exemplo, a estatal disse que deu início ao processo de otimização de rotas logísticas e de controle de produtividade. E que negociou um acordo coletivo 2025/2026 e começou a discutir novas opções de jornada de trabalho.

“Essas ações, aliadas à redução orgânica do quadro, asseguram o cumprimento integral das metas do Plano de Reestruturação”, afirmaram os Correios.

O plano de reestruturação, que tem o objetivo de tentar tirar a estatal da crise financeira, foi apresentado no dia 29 de dezembro. Já são 100 dias desde a apresentação das medidas.

Nos dois primeiros leilões, realizados em fevereiro, por exemplo, os Correios colocaram 21 unidades à venda, mas apenas 4 foram arrematadas.

Nesta terça, a estatal informou que, até agora, garantiu uma arrecadação de cerca de R$ 11,3 milhões pela venda de 11 imóveis.

E que prepara novos leilões nos dias 9 e 16 de abril, quando 42 propriedades estarão disponíveis para lances em todo o país.

“Como estratégia de mercado para acelerar as vendas, parte desses imóveis será ofertada com deságio de até 25%. A iniciativa faz parte do plano de gestão de ativos da estatal, que busca dar uma destinação eficiente a imóveis que não são mais fundamentais para a operação logística”, informaram os Correios.

Outra medida do plano prevê o fechamento, até o fim deste ano, de 1000 unidades, incluindo agências, sem impactar a universalização –prestação do serviço em todo o país.

O rombo em 2024 cresceu e foi de R$ 2,5 bilhões. De janeiro a setembro do ano passado, o prejuízo foi de R$ 6 bilhões.

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