RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Governo publica portaria que define alertas de publicidade de bets: ‘apostar pode causar dependência’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/07/2026 22:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,108-0,28%Dólar TurismoR$ 5,314-0,26%Euro ComercialR$ 5,832-0,38%Euro TurismoR$ 6,080-0,4%B3Ibovespa177.866 pts2,97%MoedasDólar ComercialR$ 5,108-0,28%Dólar TurismoR$ 5,314-0,26%Euro ComercialR$ 5,832-0,38%Euro TurismoR$ 6,080-0,4%B3Ibovespa177.866 pts2,97%MoedasDólar ComercialR$ 5,108-0,28%Dólar TurismoR$ 5,314-0,26%Euro ComercialR$ 5,832-0,38%Euro TurismoR$ 6,080-0,4%B3Ibovespa177.866 pts2,97%Oferecido por

"Ministério da Fazenda adverte: Apostar pode causar dependência";"Ministério da Fazenda adverte: Apostar faz você perder dinheiro"; ou "Ministério da Fazenda adverte: Aposta não é investimento".

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta quinta-feira (9) que veículos de comunicação estão proibidos de veicular empresas não autorizadas a operar no mercado.

Com as portarias, informou Durigan, empresas ficam proibidas de criar senso de urgência, apresentar apostas como investimento ou solução financeira, mostrar ganhos ou histórico de premiações como incentivo e induzir o consumidor a erro.

"[Não é lícito misturar] um comentário de alguém que é especialista, comentarista, especializado em um determinado jogo, determinado assunto. Ele dizendo que a melhor aposta é uma, ou que o caminho a ser adotado é aquele, portanto induzindo o consumidor a adotar uma certa prática com um verniz de respaldo técnico. Então, isso não deve ser feito", disse Dario Durigan.

sugiram a obtenção de ganho fácil ou apresentem a aposta como sinal de virtude, de êxito pessoal, social ou financeiro, como prioridade na vida ou como conduta socialmente atraente, inclusive por meio de afirmações de personalidades conhecidas ou de celebridades;apresentem a aposta como fonte de renda, forma de investimento, alternativa ao emprego, solução para problemas pessoais, sociais ou financeiros ou meio de recuperação de valores perdidos em apostas anteriores ou de outras perdas financeiras;encorajem práticas excessivas de aposta ou contenham chamadas para ação, inclusive com mecânicas promocionais, que sugiram ato imediato por parte do apostador;contenham informação falsa ou enganosa, inclusive quanto às probabilidades de ganhar ou quanto à possibilidade de a habilidade, a destreza ou a experiência do apostador influenciar o resultado da aposta;vinculem apostas a atitudes ou comportamentos ilegais ou discriminatórios, utilizem mensagens de cunho sexual ou de objetificação de atributos físicos ou ofendam crenças culturais ou tradições do País; esejam dirigidas, direta ou indiretamente, a crianças e adolescentes.

Segundo Durigan, em caso de descumprimento das regras, as penalidades previstas são multas, que podem chegar a 20% do faturamento da empresa que opera a bet. E, também, a suspensão por 180 dias.

Em caso de reincidência grave, pode haver a cassação da autorização para atuação no mercado de apostas online.

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Apple processa OpenAI e acusa rival de roubar informações secretas para criar novos produtos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/07/2026 18:48

Tecnologia Apple processa OpenAI e acusa rival de roubar informações secretas para criar novos produtos Processo afirma que ex-funcionários levaram dados sobre componentes, fornecedores e processos de fabricação da gigante de tecnologia. Por Isabela Ortiz, g1 — São Paulo

A Apple entrou com uma ação judicial nesta sexta-feira (10) contra a OpenAI e dois ex-funcionários, acusando a empresa responsável pelo ChatGPT de se beneficiar de informações confidenciais da fabricante do iPhone para avançar em sua entrada no mercado de dispositivos eletrônicos.

O processo, apresentado no Tribunal Distrital dos Estados Unidos para o Distrito Norte da Califórnia, alega que houve uma ação coordenada para obter segredos comerciais da Apple, incluindo informações sobre projetos de produtos, processos de fabricação e estratégias da cadeia de fornecedores.

A ação envolve a OpenAI Foundation, a OpenAI Group PBC e a io Products, além de dois ex-funcionários da Apple: Chang Liu, que atuava como engenheiro sênior de sistemas elétricos, e Tang Yew Tan, ex-vice-presidente de design de produtos do iPhone e do Apple Watch.

Segundo a Apple, Liu teria deixado de devolver um notebook corporativo fornecido pela empresa e, posteriormente, teria explorado uma falha no sistema de autenticação para acessar a rede interna da companhia.

A fabricante afirma que ele baixou "dezenas de arquivos confidenciais relacionados a hardware" antes de deixar a empresa e ingressar na OpenAI.

A Apple também acusa Tan de ter usado informações internas da companhia em benefício da OpenAI. De acordo com a ação, o ex-executivo teria enviado para si próprio dados sobre fornecedores da Apple e análises internas do setor antes de sua saída da empresa.

Segundo a big tech, Tan incentivou funcionários da companhia a levarem componentes da Apple para entrevistas de emprego na OpenAI, em sessões de “mostrar e contar” (“show and tell”).

No processo, a empresa cita um episódio em que um candidato a uma vaga na OpenAI teria dito que “nem sabia que podíamos pegar essas coisas do escritório”.

Mais de 400 ex-funcionários da Apple agora trabalham na OpenAI, segundo a empresa no processo, afirmando que “não é surpreendente” que alguns deles tenham conhecimento de informações confidenciais.

A companhia afirma ainda que a OpenAI teria feito perguntas altamente específicas a fornecedores sobre processos de fabricação e componentes usados pela Apple – informações que, segundo a empresa, só poderiam ser obtidas por alguém com conhecimento interno.

A Apple também alega que a OpenAI teria convencido um de seus parceiros comerciais a realizar técnicas de acabamento em metal desenvolvidas pela fabricante do iPhone para projetos de hardware da empresa de inteligência artificial, apesar de limitações contratuais.

“Só porque a OpenAI agora emprega pessoas que antes eram responsáveis pelos segredos comerciais da Apple, isso não dá à empresa o direito de usar essas informações para acelerar seus esforços em hardware”, escreveu a fabricante do iPhone na ação.

Modelos da linha iPhone 17 em loja da Apple nos EUA, em foto de 19 de setembro de 2025 — Foto: Reuters/Shannon Stapleton

O processo aumenta significativamente a tensão entre Apple e OpenAI, uma relação que já vinha sendo pressionada nos últimos meses pela disputa por talentos e tecnologias estratégicas no setor de inteligência artificial.

A rivalidade entre as duas empresas ocorre em meio à corrida para desenvolver novos produtos baseados em inteligência artificial. Em 2024, a Apple anunciou a integração da sua plataforma "Apple Intelligence" em aplicativos como a Siri e também incorporou o ChatGPT aos seus dispositivos.

A parceria permite que usuários do iPhone acessem respostas do ChatGPT por meio da Siri e também assinem planos pagos da OpenAI diretamente pelas configurações do sistema iOS.

A OpenAI ampliou sua atuação além dos softwares ao comprar, no ano passado, a startup de hardware io Products, fundada pelo ex-designer da Apple Jony Ive, em um negócio avaliado em US$ 6,5 bilhões.

O acordo reforçou a estratégia da empresa de criar produtos físicos voltados ao consumidor. Ive, porém, não é citado como réu no processo.

No mês passado, a Apple lançou uma atualização da Siri que estava atrasada há meses. A empresa havia prometido grandes melhorias para a assistente virtual há dois anos, mas os recursos foram adiados repetidamente.

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Governo Trump impõe novas sanções ao Irã e inclui banqueiro entre os alvos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/07/2026 17:48

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,108-0,28%Dólar TurismoR$ 5,314-0,26%Euro ComercialR$ 5,832-0,38%Euro TurismoR$ 6,080-0,4%B3Ibovespa177.866 pts2,97%MoedasDólar ComercialR$ 5,108-0,28%Dólar TurismoR$ 5,314-0,26%Euro ComercialR$ 5,832-0,38%Euro TurismoR$ 6,080-0,4%B3Ibovespa177.866 pts2,97%MoedasDólar ComercialR$ 5,108-0,28%Dólar TurismoR$ 5,314-0,26%Euro ComercialR$ 5,832-0,38%Euro TurismoR$ 6,080-0,4%B3Ibovespa177.866 pts2,97%Oferecido por

O presidente dos EUA, Donald Trump, reage enquanto fala com a imprensa no dia da cúpula de líderes da OTAN em Ancara, Turquia, em 8 de julho de 2026 — Foto: REUTERS/Umit Bektas

Os Estados Unidos anunciaram nesta sexta-feira (10) novas sanções relacionadas ao Irã em meio à escalada das tensões no Oriente Médio. As medidas têm como alvo Ali Ansari, banqueiro e empresário iraniano radicado em Dubai, além de outras 13 pessoas e entidades.

O Departamento do Tesouro dos EUA afirmou que as sanções foram adotadas após a retomada de ataques de Teerã contra petroleiros no Estreito de Ormuz, canal marítimo por onde passa cerca de 20% do consumo global de petróleo.

Principal alvo, o banqueiro Ansari já havia sido sancionado pelo Reino Unido por seu suposto papel no apoio financeiro às atividades da Guarda Revolucionária do Irã. Essa sanção anterior foi citada pelo governo americano ao anunciar a nova medida.

A gestão Trump também descreveu o banqueiro como um "importante financiador" do novo líder iraniano, Mojtaba Khamenei, e afirmou que ele teria desviado recursos públicos para construir um amplo portfólio de imóveis e participações comerciais no exterior.

Ainda segundo as autoridades americanas, os recursos teriam beneficiado o próprio empresário, integrantes da elite do governo e a Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC, na sigla em inglês).

Em geral, as sanções americanas incluem o bloqueio de ativos sob jurisdição dos EUA, a proibição de que cidadãos e empresas americanas realizem transações com os alvos e a possibilidade de punições contra estrangeiros que mantenham relações comerciais com essas entidades.

O Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros do Tesouro americano (OFAC, na sigla em inglês) também sancionou casas de câmbio iranianas e empresas estrangeiras "de fachada".

Segundo o governo dos EUA, essas entidades movimentavam bilhões de dólares por ano em nome de bancos iranianos sancionados e usavam uma rede de intermediários para ocultar as operações.

A OFAC também anunciou medidas contra indivíduos e empresas ligados às operações dessas casas de câmbio. Entre os alvos estão a CDM Trading Limited, sediada em Hong Kong, que, segundo o órgão, realizava transações financeiras por meio dessas instituições, e a Naba Alzaki Raw Materials Trading LLC, dos Emirados Árabes Unidos.

As novas sanções foram anunciadas após uma semana de retomada dos confrontos. No período, três navios-tanque comerciais do Catar e da Arábia Saudita foram atingidos por disparos iranianos, segundo os EUA.

O episódio levou Washington a atacar alvos no Irã, que respondeu com ataques contra instalações militares americanas em países do Golfo.

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira que o cessar-fogo acordado com o Irã havia terminado, mas disse que Washington concordou em manter as negociações a pedido de Teerã.

Em comunicado sobre as novas sanções, o secretário do Tesouro americano, Scott Bessent, afirmou que o departamento continuaria "usando todas as ferramentas à sua disposição" para isolar Khamenei e outros altos funcionários iranianos do sistema financeiro global.

O Irã afirmou estar preparado para uma "defesa total" caso os EUA violem o memorando de entendimento firmado no mês passado. Em uma publicação no Telegram, o principal negociador do país, Mohammad Baqer Qalibaf, declarou que a guerra nunca terminará com a rendição de Teerã.

Para Brett Erickson, diretor-gerente da Obsidian Risk Advisors, as novas sanções enviaram uma mensagem clara a Teerã. "Washington não está mais tentando preservar a estrutura existente. Está se preparando para substituí-la completamente", afirmou.

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SK Hynix: fabricante de chips para IA estreia na Nasdaq e consolida a maior oferta estrangeira nos EUA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/07/2026 17:48

Tecnologia SK Hynix: fabricante de chips para IA estreia na Nasdaq e consolida a maior oferta estrangeira nos EUA Empresa sul-coreana é líder em chips de memória usados por sistemas de inteligência artificial e movimentou oferta de US$ 26,5 bilhões em sua estreia, perdendo apenas para a SpaceX. Por Isabela Ortiz, g1 — São Paulo

A fabricante sul-coreana de chips SK Hynix estreou nesta sexta-feira (10) na Nasdaq como uma das maiores ofertas já realizadas nos Estados Unidos por uma empresa estrangeira. A operação movimentou US$ 26,5 bilhões (R$ 135,6 bilhões) e ficou atrás apenas da oferta de recorde da SpaceX, que levantou US$ 86 bilhões (R$ 440,1 bilhões) no mês passado.

A SK Hynix já era negociada na bolsa de Seul há anos. O que ocorreu nesta sexta-feira foi a estreia dos papéis da companhia nos EUA por meio dos chamados American Depositary Receipts (ADRs), recibos que representam ações de empresas estrangeiras e permitem sua negociação no mercado americano.

🔎 Ou seja, a empresa não realizou uma abertura de capital nos EUA. Ela apenas passou a oferecer uma nova forma para investidores americanos acessarem suas ações.

Os papéis negociados nos EUA abriram com valorização de 14%, a US$ 170 (R$ 870,40) por ação, acima do preço definido na oferta, de US$ 149 (R$ 762,88).

A operação colocou a companhia entre as maiores empresas estrangeiras a acessar diretamente investidores americanos e reforça o interesse do mercado por empresas ligadas ao avanço da inteligência artificial (IA).

A oferta deve ajudar a SK Hynix a ampliar seus investimentos, incluindo a construção de novas fábricas, além de dar à companhia acesso direto a uma das maiores bases de investidores do mundo.

🔎 Coreia do Sul e China têm ampliado seus investimentos para fortalecer suas indústrias de chips e reduzir a dependência de tecnologia estrangeira. Enquanto a Coreia do Sul busca consolidar sua liderança em semicondutores, com grandes aportes de empresas como SK Hynix e Samsung, a China também acelera seus planos para desenvolver uma cadeia própria de inteligência artificial e chips avançados.

A SK Hynix é uma das principais fabricantes mundiais de chips de memória, componentes responsáveis por armazenar e processar grandes volumes de dados.

A companhia, sediada em Icheon, na Coreia do Sul, é a maior fabricante mundial de chips de memória de alta largura de banda (HBM, na sigla em inglês), tecnologia essencial para o processamento de grandes volumes de dados em sistemas de inteligência artificial.

Esses componentes são usados em equipamentos de computação avançada, incluindo unidades de processamento gráfico (GPUs) desenvolvidas por empresas como Nvidia e AMD para alimentar modelos de IA cada vez mais sofisticados.

Nos últimos anos, a corrida pela IA fez empresas de tecnologia investirem centenas de bilhões de dólares na construção de infraestrutura para suportar essa nova geração de sistemas.

Segundo uma análise do Bank of America Securities divulgada nesta semana, os investimentos globais em infraestrutura de nuvem e inteligência artificial podem se aproximar de US$ 1,5 trilhão (R$ 7,68 trilhões) até 2027, com crescimento anual entre 40% e 50%.

Esse movimento elevou a demanda por chips mais avançados e transformou fabricantes de componentes, como a SK Hynix, em algumas das empresas mais acompanhadas pelo mercado.

Inteligência artificial ganha espaço como diferencial competitivo nas empresas — Foto: Inteligência Artificial

A entrada na Nasdaq permite que a SK Hynix amplie sua exposição entre investidores internacionais, especialmente nos EUA, onde estão algumas das maiores empresas de tecnologia do mundo.

A oferta recebeu uma procura mais de sete vezes superior ao número de ações disponíveis, segundo uma fonte ouvida pela Reuters.

Para Giuseppe Sette, cofundador da plataforma de análise de investimentos Reflexivity, a listagem americana representa uma forma de aproveitar o interesse dos investidores pelo setor de inteligência artificial e reduzir a diferença de avaliação em relação a concorrentes americanas.

Apesar da forte demanda, analistas avaliam que empresas que tentarem seguir o mesmo caminho podem encontrar um mercado mais seletivo, especialmente diante das preocupações com os preços elevados das ações de tecnologia e com a possibilidade de desaceleração dos investimentos em IA.

Logo da Micron em ilustração. A empresa superou Meta e Tesla em valor de mercado impulsionada pela demanda por chips para inteligência artificial. — Foto: Dado Ruvic/Reuters

A demanda por chips HBM aumentou nos últimos anos porque empresas que desenvolvem computadores e servidores voltados para inteligência artificial precisam desses componentes para ampliar a capacidade de processamento.

A alta procura transformou esses semicondutores em produtos disputados e beneficiou fabricantes que atuam nesse segmento.

A concorrente americana Micron também teve forte valorização no último ano, com alta de 711% em 12 meses. A SK Hynix registrou alta de 630% no mesmo período.

Antes da estreia nos EUA, porém, as ações da SK Hynix haviam recuado cerca de 25% desde o recorde atingido duas semanas antes, acompanhando uma perda de ritmo recente dos papéis ligados a semicondutores.

Mesmo sendo líder no segmento de memória para IA, a SK Hynix negocia atualmente por cerca de 5,8 vezes o lucro esperado para os próximos anos, enquanto a Micron está avaliada em aproximadamente sete vezes esse indicador, segundo dados da LSEG.

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TikTok diz que vai testar sistema para identificar contas que usam IA para criar spam na plataforma

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/07/2026 15:47

Tecnologia TikTok diz que vai testar sistema para identificar contas que usam IA para criar spam na plataforma Rede social anunciou novos recursos para identificar conteúdos gerados por inteligência artificial; empresa diz que já classificou mais de 3 bilhões de vídeos como AIGC. Por Isabela Ortiz, g1 — São Paulo

O TikTok informou nesta sexta-feira (10) que irá fortalecer suas ferramentas, parcerias e mecanismos de segurança para ajudar seus usuários a identificar conteúdos gerados por inteligência artificial (IA).

Novos recursos educacionais e mais investimentos no fundo de letramento em IA;Testes de sistemas aprimorados de detecção para identificar contas dedicadas à publicação de spam gerado por IA, que prejudicam criadores originais; eFortalecimento dos padrões técnicos que adicionam metadados criptografados a imagens, vídeos e áudios. Chamado de “selo de procedência”, o recurso permite verificar a autoria, a data e todas as ferramentas de edição utilizadas na criação do conteúdo.

“À medida que essa tecnologia evolui, há também o risco de que ela seja utilizada indevidamente para produzir conteúdo de spam em grande escala, o que acaba ofuscando criadores autênticos”, explicou o TikTok em nota.

Segundo a empresa, a rede social já trabalha há algum tempo no combate ao spam e utiliza tecnologia para remover esse tipo de publicação. “Só no primeiro trimestre deste ano, removemos mais de 86 milhões de contas falsas”, acrescentou a companhia.

Nas próximas semanas, especificamente, o TikTok testará melhorias nos sistemas de detecção de contas dedicadas à publicação de spam gerado por IA em temas que possam representar riscos à confiança ou ao bem-estar do público.

“Até o momento, classificamos mais de 3 bilhões de vídeos como AIGC [conteúdo gerado por inteligência artificial] por meio de uma combinação das Credenciais de Conteúdo, ferramentas de identificação de criadores e nossa tecnologia de marca d’água invisível”, explicou a empresa.

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Linha de crédito do Move Brasil para entregadores e motoristas de app é adiada para 27 de julho

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/07/2026 11:48

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,112-0,22%Dólar TurismoR$ 5,320-0,14%Euro ComercialR$ 5,839-0,29%Euro TurismoR$ 6,091-0,22%B3Ibovespa176.756 pts2,32%MoedasDólar ComercialR$ 5,112-0,22%Dólar TurismoR$ 5,320-0,14%Euro ComercialR$ 5,839-0,29%Euro TurismoR$ 6,091-0,22%B3Ibovespa176.756 pts2,32%MoedasDólar ComercialR$ 5,112-0,22%Dólar TurismoR$ 5,320-0,14%Euro ComercialR$ 5,839-0,29%Euro TurismoR$ 6,091-0,22%B3Ibovespa176.756 pts2,32%Oferecido por

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) adiou para 27 de julho o início das operações da linha de crédito, em bancos públicos, destinada a entregadores e motoristas de aplicativos, dentro do programa Move Brasil.

Segundo o governo, o financiamento, que começaria em 13 de julho, teve o cronograma alterado para permitir a conclusão de testes tecnológicos e operacionais entre os sistemas envolvidos.

"O ajuste no cronograma foi necessário para a finalização de testes tecnológicos e operacionais entre os sistemas envolvidos, com o objetivo de garantir segurança e estabilidade no atendimento aos trabalhadores", afirmou a pasta, em nota divulgada nesta manhã.

Com isso, a partir do dia 27 de julho, os trabalhadores que tiverem a participação confirmada no programa devem procurar a Caixa, Banco do Brasil ou instituições financeiras habilitadas para análise de crédito e contratação do financiamento.

A aprovação do cadastro apenas confirma que o trabalhador cumpre os requisitos do programa. A liberação do financiamento, porém, dependerá da análise de crédito feita pelos bancos.

A linha de crédito é destinada a entregadores ciclistas e motociclistas, motofretistas e mototaxistas que usam motos ou bicicletas como instrumento de trabalho, por aplicativo ou com vínculo formal de emprego.

O programa permite financiar, sem entrada, um veículo zero-quilômetro por beneficiário, entre bicicletas elétricas, motonetas, ciclomotores, motos elétricas e motos flex, conforme as regras do programa.

O financiamento, garantido pelo Fundo Garantidor de Operações (FGO), tem prazo de até 48 meses e carência de dois meses para início do pagamento.

Motociclistas de app cobram mais ações educativas para passageiros para melhorar segurança — Foto: Thiago Gadelha/SVM

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Trabalhadores barram plano de reestruturação da Volkswagen, diz agência

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/07/2026 10:48

Carros Trabalhadores barram plano de reestruturação da Volkswagen, diz agência Proposta defendida pelo CEO Oliver Blume previa cortes profundos para aumentar a competitividade da montadora, mas foi rejeitada após oposição dos representantes dos trabalhadores. Por Reuters

Fábrica da Volkswagen em São Bernardo do Campo (SP), onde são produzidos quatro modelos da marca. — Foto: Celso Tavares/g1

Representantes dos trabalhadores da Volkswagen bloquearam um amplo plano de reestruturação da empresa, disseram duas fontes à Reuters nesta sexta-feira. O episódio evidencia as dificuldades enfrentadas pelo presidente-executivo Oliver Blume para reformular a maior montadora da Europa.

Blume tenta tornar o grupo mais eficiente em um momento em que a Volkswagen enfrenta o avanço da concorrência chinesa, bilhões de euros em custos associados às tarifas impostas pelos Estados Unidos e dúvidas sobre a competitividade de suas fábricas na Alemanha.

A estrutura de governança da Volkswagen, porém, torna a tomada de decisões mais complexa. Isso porque representantes dos trabalhadores e o Estado da Baixa Saxônia controlam a maioria dos assentos no conselho de supervisão da empresa.

Em reunião realizada na quinta-feira (9), o conselho de supervisão rejeitou por 12 votos a 7 a proposta de reestruturação apresentada pela diretoria, após a oposição dos representantes dos trabalhadores, segundo as fontes.

Fontes familiarizadas com as discussões haviam informado anteriormente à Reuters que a proposta de Blume incluía o corte de até 100 mil postos de trabalho e o possível fechamento de quatro fábricas na Alemanha.

Em meio à pressão sobre a empresa, a Volkswagen informou nesta sexta-feira uma queda de 8,6% nas entregas do segundo trimestre, a maior retração em quatro anos.

Após a reunião, a Volkswagen divulgou um comunicado. Analistas, porém, afirmaram que o chamado "plano para o futuro" traz poucas medidas concretas e evidencia a dificuldade da diretoria em avançar com mudanças mais profundas.

No comunicado divulgado na noite de quinta-feira, a Volkswagen não mencionou cortes de empregos nem fechamento de fábricas. Em vez disso, reiterou metas já conhecidas para simplificar suas operações, medidas que nem sequer dependiam da aprovação do conselho de supervisão.

Analistas do Jefferies afirmaram que "não há indicação de progresso rumo a um acordo". Já analistas da Bernstein disseram que o plano está "repleto de ideais, mas muito pobre em medidas concretas".

Alguns analistas, no entanto, avaliaram positivamente as propostas de simplificação, que incluem reduzir a capacidade global de produção de 10 milhões para 9 milhões de veículos por ano e cortar em até 50% o número de modelos oferecidos.

A reestruturação remodelaria gradualmente o portfólio do grupo, que reúne marcas de grande volume, como Volkswagen e Skoda, além da fabricante de carros esportivos Porsche e da marca de luxo Lamborghini.

O IG Metall, maior sindicato industrial da Alemanha, realizou manifestações em unidades da Volkswagen em todo o país nesta quinta-feira e cobrou da empresa uma estratégia clara para garantir a produção no futuro.

O conselho de trabalhadores exigiu que a empresa esclarecesse, até o fim desta sexta-feira, seus planos de redução de custos.

O atual acordo trabalhista da Volkswagen limita a realização de greves, mas os sindicatos ameaçaram ampliar os protestos caso a empresa tente rever os compromissos assumidos em relação à segurança no emprego.

Apesar das tensões, ambos os lados concordam quanto à dimensão dos desafios enfrentados pela Volkswagen, cujas margens de lucro caíram pela metade nos últimos cinco anos devido à fraqueza do mercado chinês, aos custos da eletrificação e às tarifas comerciais.

O chanceler alemão Friedrich Merz prometeu implementar reformas para aumentar a competitividade do país em meio às dificuldades enfrentadas por setores-chave da indústria.

"Todos os envolvidos têm consciência de que a Volkswagen e a indústria automobilística enfrentam um momento crítico em um ambiente de competição internacional cada vez mais desafiador", afirmou Olaf Lies, primeiro-ministro do Estado da Baixa Saxônia.

Fontes familiarizadas com o assunto disseram que a Baixa Saxônia, onde fica a sede da Volkswagen em Wolfsburg, tentou intermediar um compromisso durante as discussões do conselho de supervisão.

Segundo uma das fontes, o governo estadual chegou a planejar apresentar sua própria proposta, mas a ideia acabou sendo abandonada. A fonte não forneceu mais detalhes. O governo da Baixa Saxônia se recusou a comentar o assunto.

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Sensores, IA e VAR: aposta da Fifa em tecnologia gera polêmicas na Copa do Mundo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/07/2026 10:48

Tecnologia Sensores, IA e VAR: aposta da Fifa em tecnologia gera polêmicas na Copa do Mundo Fifa ampliou o uso de sensores, inteligência artificial e do VAR no torneio, mas decisões seguem gerando críticas de jogadores, técnicos e torcedores. Por Reuters

Folarin Balogun, dos EUA, recebe cartão vermelho do árbitro Raphael Claus. — Foto: Phil Noble/Reuters

Se o presidente da Fifa, Gianni Infantino, esperava que a tecnologia ajudasse a reduzir as controvérsias da arbitragem, a Copa do Mundo mostrou que o debate está longe de terminar.

O uso da tecnologia esteve no centro das principais polêmicas do torneio, incluindo a expulsão de Folarin Balogun, caso que chegou a chamar a atenção do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

As críticas variaram de acusações de excesso de interferência e falta de critério uniforme na aplicação do VAR a teorias conspiratórias de que a tecnologia estaria favorecendo determinadas seleções ou jogadores.

O técnico do Egito, Hossam Hassan, reuniu essas críticas após a derrota por 3 a 2 para a Argentina nas oitavas de final. Na partida, sua equipe teve um gol anulado pelo VAR devido a uma falta na outra ponta do campo e um pedido de pênalti que não foi atendido.

O chefe de arbitragem da Fifa, Pierluigi Collina, afirmou em uma entrevista na quarta-feira que estava satisfeito com o andamento das coisas e, em particular, defendeu a decisão de anular o gol do Egito por causa de uma falta na jogada que antecedeu o gol.

"Não existe um limite pré-estabelecido para a distância da jogada em relação ao gol nem para o tempo transcorrido até a conclusão da jogada", afirmou Collina.

“Acreditamos que uma falta é uma falta. Independentemente de a falta parecer ‘óbvia’, se o árbitro não a viu em campo, o VAR pode intervir.”

O Árbitro Assistente de Vídeo (VAR) foi criado para corrigir erros considerados claros e evidentes, como o famoso gol marcado com a mão por Diego Maradona contra a Inglaterra na Copa de 1986.

A introdução do VAR na Copa do Mundo enfrentou resistência de Joseph Blatter quando ele era presidente da Fifa, mas foi rapidamente adotada por Infantino quando assumiu o cargo em 2016.

Houve 20 intervenções do VAR nos 64 jogos da Copa de 2018 e menos de 30 no mesmo número de partidas no Catar, em 2022. Já na edição de 2026, esses números foram superados ainda nas fases iniciais da competição, que passou a contar com 104 jogos.

O aumento das intervenções não ocorreu por acaso. A ampliação do papel dos quatro árbitros responsáveis pelo VAR é um dos pilares da estratégia adotada por Collina para esta Copa do Mundo.

Em parceria com o International Football Association Board (IFAB), órgão responsável pelas regras do futebol, Collina ampliou as situações em que o VAR pode intervir, acrescentando quatro novas categorias de revisão.

O especialista em ciência de redes Brennan Klein afirmou que um futuro no qual uma rede cada vez maior de câmeras e sistemas de inteligência artificial assumisse parte das decisões de arbitragem em tempo real — embora possível — era improvável, simplesmente porque os torcedores parecem cada vez menos dispostos a aceitar um nível maior de intervenção tecnológica.

"Esse tipo de futuro distópico, de excesso de arbitragem em tudo, acaba não abordando a questão que motivou a intervenção inicial", disse à Reuters Klein, que vem analisando dados ao longo do torneio com sua equipe na Universidade Northeastern.

"Tenho a impressão de que, de modo geral, os torcedores no estádio simplesmente detestam isso. Eles foram informados de que essa é a maneira correta de fazer as coisas, mas não tiveram realmente voz ativa na decisão."

Se a partida entre Croácia e Portugal tivesse acontecido na Copa do Mundo de 2014, provavelmente teria terminado empatada por 2 a 2 no tempo regulamentar.

Josko Gvardiol marcou aos 13 minutos dos acréscimos e empatou o jogo para a Croácia. No entanto, o VAR apontou que a bola havia tocado em Igor Matanovic antes de chegar ao defensor, o que colocou um companheiro de equipe em posição irregular.

O toque não pôde ser percebido a olho nu e tampouco alterou visivelmente a trajetória da bola. Ainda assim, um sensor instalado no equipamento registrou o contato, possivelmente até com o cabelo de Matanovic.

"(O sensor) é capaz de detectar até os contatos mais leves, fornecendo aos árbitros informações sem precedentes para tomar decisões rápidas e precisas", afirmou a Fifa em uma publicação nas redes sociais.

Luka Modric, croata que se despediu das Copas do Mundo após a derrota por 2 a 1, não ficou impressionado com a decisão.

"A tecnologia é útil em determinadas situações, mas está sendo usada de forma incorreta ou seletiva, dependendo da equipe envolvida ou de outros fatores", afirmou o jogador.

"Se for um erro evidente, a intervenção faz sentido. Mas, quando a jogada está em uma área cinzenta e sujeita à interpretação, não há motivo para interferir."

A Federação Croata de Futebol (HNS), que apoia o uso do VAR, enviou um ofício à Fifa pedindo explicações sobre a decisão e classificando o episódio como "um abuso da tecnologia".

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Após pedido de empresários, Itamaraty diz que segue ‘empenhado’ em negociações sobre tarifaço

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/07/2026 09:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,123-0,5%Dólar TurismoR$ 5,328-0,47%Euro ComercialR$ 5,855-0,48%Euro TurismoR$ 6,105-0,43%B3Ibovespa172.742 pts1,22%MoedasDólar ComercialR$ 5,123-0,5%Dólar TurismoR$ 5,328-0,47%Euro ComercialR$ 5,855-0,48%Euro TurismoR$ 6,105-0,43%B3Ibovespa172.742 pts1,22%MoedasDólar ComercialR$ 5,123-0,5%Dólar TurismoR$ 5,328-0,47%Euro ComercialR$ 5,855-0,48%Euro TurismoR$ 6,105-0,43%B3Ibovespa172.742 pts1,22%Oferecido por

O Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty) afirmou nesta sexta-feira (10) que segue “empenhado” nas negociações com autoridades dos Estados Unidos para tentar reverter o tarifaço proposto pelo escritório do representante comercial do país (USTR, na sigla em inglês) contra produtos brasileiros vendidos no mercado americano.

O prazo para um acordo entre os dois países acaba em 15 de julho. A afirmação foi enviada à Globonews após entidades que representam empresários brasileiros e americanos terem pedido que haja uma nova rodada de negociação, e defenderem que os dois países cheguem a um acordo para evitar a aplicação da tarifa de 25% (leia detalhes mais abaixo).

“Agradecemos as sugestões do setor privado e continuamos empenhados na negociação e no diálogo com as autoridades norte-americanas, diálogo que já dura um ano, em defesa do interesse nacional”, informou o Ministério das Relações Exteriores.

Estimativas da Confederação Nacional da Indústria (CNI) apontam que cerca de 4,2 mil produtos brasileiros podem ser impactados caso o tarifaço entre em vigor, entre os quais ferro gusa, molduras de madeiras e álcool etílico.

Juntos, segundo a CNI, esses 4,2 mil produtos somam US$ 15 bilhões em exportações brasileiras para os EUA.

No Palácio do Planalto e no Ministério das Relações Exteriores, a percepção é que a decisão do USTR tem caráter político e desconsidera os argumentos apresentados ao longo do último ano sobre desmatamento e PIX, por exemplo.

Diante disso, a avaliação de momento do governo Lula é que o governo americano tem se mostrado “inflexível”, apresentado questões “inegociáveis”.

Nesta quinta (9), entidades que representam empresários brasileiros e americanos divulgaram uma carta conjunta para pedir que Brasil e Estados Unidos sigam em negociação.

Assinam a carta a CNI, a Câmara Americana de Comércio para o Brasil (AmCham) e a U.S Chamber of Commerce.

Mauro Vieira, ministro das Relações Exteriores;Márcio Elias Rosa, ministro da Indústria e Comércio;Jamieson Greer, chefe do escritório comercial (USTR);Marco Rubio, secretário de Estado americano.

➡️dizem que a relação Brasil-EUA é estratégica nas áreas de comércio, investimentos, tecnologia, inovação;

➡️pedem que as negociações do tarifaço levem a resultados que reforcem a previsibilidade, ampliem oportunidades e e fortaleçam a confiança mútua.

"Encorajamos ambos os governos a alcançar entendimentos concretos no curto prazo, que contribuam para uma solução negociada no âmbito das investigações da Seção 301 envolvendo o Brasil e evitem a proposta de aplicação de tarifas adicionais sobre determinados produtos brasileiros”, afirma a carta.

“O avanço […] por meio da negociação, em vez da imposição de tarifas, tende a produzir resultados mais duradouros e evitar efeitos indesejados para empresas, trabalhadores e consumidores dos dois países”, concluíram as entidades.

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Dólar abre em queda, de olho em inflação no Brasil e tensões no Oriente Médio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/07/2026 09:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,123-0,5%Dólar TurismoR$ 5,328-0,47%Euro ComercialR$ 5,855-0,48%Euro TurismoR$ 6,105-0,43%B3Ibovespa172.742 pts1,22%MoedasDólar ComercialR$ 5,123-0,5%Dólar TurismoR$ 5,328-0,47%Euro ComercialR$ 5,855-0,48%Euro TurismoR$ 6,105-0,43%B3Ibovespa172.742 pts1,22%MoedasDólar ComercialR$ 5,123-0,5%Dólar TurismoR$ 5,328-0,47%Euro ComercialR$ 5,855-0,48%Euro TurismoR$ 6,105-0,43%B3Ibovespa172.742 pts1,22%Oferecido por

O dólar abriu a sessão desta sexta-feira (10) em queda, com um recuo de 0,24% perto das 9h, cotado a R$ 5,1103. Já as negociações do Ibovespa, principal índice da bolsa de valores brasileira, começam às 10h.

▶️ Os novos dados da inflação brasileira são o grande destaque do dia. Segundo o IBGE, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 0,16% em junho, acumulando um avanço de 4,64% em 12 meses. O indicador é acompanhado de perto pelo Banco Central do Brasil (BC) na avaliação das perspectivas para o futuro dos juros do país.

▶️ Além disso, a escalada das tensões no Oriente Médio também segue no radar. Na quinta-feira, os Estados Unidos e o Irã anunciaram novos ataques em meio à disputa pelo controle do Estreito de Ormuz, uma das rotas marítimas mais importantes do mundo para o transporte de petróleo e gás. Ainda assim, o presidente americano, Donald Trump, afirmou que o país "busca um acordo" para encerrar o conflito.

Diante das incertezas em relação à guerra, o petróleo operava em alta nesta sexta-feira. Perto das 9h, o barril do Brent, referência internacional, tinha alta de 0,30%, cotado a US$ 76,53. Já o West Texas Intermediate (WTI), negociado nos EUA, subia 0,19%, a US$ 72,22 por barril.

Na noite de quarta-feira (8), as forças do Comando Central dos EUA realizaram uma nova rodada de ataques contra o Irã, com o objetivo de reduzir a capacidade do país de atacar navios no Estreito de Ormuz.

A ação militar atingiu cerca de 90 alvos estratégicos ao longo da costa iraniana. Entre as estruturas destruídas ou danificadas estão sistemas de defesa aérea, ativos de vigilância costeira, locais de armazenamento de mísseis e drones, capacidades navais e infraestrutura de logística militar.

💡 O Estreito de Ormuz é um corredor marítimo de cerca de 50 quilômetros de largura que liga o Golfo Pérsico ao Golfo de Omã e ao Oceano Índico. Antes da guerra, cerca de 20% de todo o petróleo e gás comercializado no mundo passava pela área.

Embora o Irã não seja o proprietário da via marítima, ele controla a costa norte do estreito, além de diversas ilhas e posições militares. Isso permite o país a monitorar praticamente todo o tráfego de embarcações da região.

Nos últimos anos, o Irã transformou essa posição geográfica em um instrumento de pressão política e militar. Após o início da guerra, o país fechou o estreito para obter vantagem na mesa de negociações.

Atualmente, o governo do Irã defende que o mundo reconheça a soberania do país sobre a rota marítima.

Na Europa, a preocupação com o conflito no Oriente Médio pesava nos mercados, que operavam mistos nesta sexta-feira (10).

Entre os principais índices, o DAX, da Alemanha, tinha queda de 0,01% perto das 9h, enquanto o CAC-40, da França, recuava 0,03% e o FTSE 100, do Reino Unido, subia 0,11%.

Na Ásia, a maioria das bolsas fechou em alta, impulsionadas pelo maior otimismo em relação às empresas chinesas de internet.

O CSI 300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzen, caiu 1,96%, enquanto o índice composto de Xangai, o SSEC, perdeu 1%.

O Hang Seng, de Hong Kong, subiu 0,60%, enquanto o Nikkei, do Japão, avançou 1,20% e o Kospi, da Coreia do Sul, teve uma valorização de 2,52%.

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