RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Caiado diz que é ‘agro raiz’ e critica políticos que se aproximam do setor por conveniência

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 14:49

RIBEIRÃO E FRANCA Agrishow 2026 Caiado diz que é 'agro raiz' e critica políticos que se aproximam do setor por conveniência Em visita a Ribeirão Preto (SP) para a Agrishow, pré-candidato à presidência disse ter relação verdadeira com o segmento, diferente de outros políticos. Nomes pré-cotados para as eleições como Flávio Bolsonaro e Romeu Zema também passaram pela feira no interior de São Paulo. Por Rodolfo Tiengo, g1 Ribeirão Preto e Franca

Ronaldo Caiado (PSD) criticou políticos que se dizem alinhados com o agro por conveniência em época de eleição.

A declaração foi dada em Ribeirão Preto (SP), onde Caiado esteve para visitar a Agrishow, maior feira de tecnologia agrícola do país.

Ao longo desta semana, outros nomes que se pré-candidataram à presidência, como Flávio Bolsonaro e Romeu Zema, também estiveram na feira do interior de São Paulo.

Pela representatividade no agro, a Agrishow se tornou uma parada quase obrigatória para aqueles que buscam uma maior proximidade com o setor na corrida eleitoral de 2026.

Sem mencionar nomes, o pré-candidato à presidente Ronaldo Caiado (PSD) criticou nesta quarta-feira (29) os políticos que, por conveniência, se dizem alinhados com o agronegócio em época de eleição.

"Eu posso dizer a você que eu sou um agro raiz. Eu não sou uma geração que tem sabor de agro, mas não é agro raiz, entendeu? Alguns que se propõem a entender do agro em períodos de campanhas eleitorais, são aqueles que eu os denomino sabor agro", disse o ex-governador de Goiás.

A declaração foi dada em Ribeirão Preto (SP), onde Caiado esteve para visitar a Agrishow, maior feira de tecnologia agrícola do país que, assim como outros grandes eventos do setor, tem sido frequentada por pré-candidatos que buscam apoio do segmento nas eleições 2026.

Ao longo desta semana, os pré-candidatos Flávio Bolsonaro (PL) e Romeu Zema (Novo-MG) também estiveram na feira do interior de São Paulo.

O ex-governador de Goiás disse que atua em defesa do setor há décadas, desde quando, segundo ele, o agronegócio era demonizado, e reiterou que não é a primeira vez que visita a Agrishow.

"Estou nessa luta em defesa do setor produtivo primário da agropecuária brasileira no direito de propriedade desde 1986. Depois na Constituinte, depois mais 24 anos no Congresso, depois como governador do Estado. (…) Agro raiz mesmo, na essência, aí realmente, nós começamos essa luta há muitos anos e vimos aí a superação da classe."

Ronaldo Caiado, pré-candidato à presidência da República pelo PSD, durante passagem pela Agrishow em Ribeirão Preto, SP — Foto: Érico Andrade/g1

Durante a visita, o ex-governador também criticou os políticos que se utilizam do prestígio nas redes sociais para se eleger, mas que, segundo ele, não têm competência para governar.

"Espero que as pessoas que muitas vezes alimentam a sua popularidade por rede social e TikTok, que aquele que está assistindo, faça uma reflexão e pesquise o que ele já fez. Porque você, para se sentar na cadeira da Presidência da República, não pode ser apenas você dizer na rede social que você vai consertar as coisas. Vem cá, mas você já fez alguma coisa? Você já mostrou que você é capaz disso? Porque escrever no papel ou falando é muito fácil."

Nesse contexto, ele mencionou que Lula voltou ao poder por problemas na gestão depois de 2018, quando o Brasil estava sob o comando de Jair Bolsonaro.

"Você não aprende a governar na cadeira da Presidência da República. Você tem que ter mais responsabilidade com isso. Então, este é o momento. Por que nós perdemos as eleições em 2022? Porque não tiveram as entregas. Então, você já aprovou esses dois modelos. Você quer repetí-los?"

Ronaldo Caiado, pré-candidato à presidência da República pelo PSD, durante passagem pela Agrishow em Ribeirão Preto, SP — Foto: Érico Andrade/g1

Ainda durante a passagem pelo interior de São Paulo, Caiado defendeu um memorando que assinou com grupos estrangeiros para a exploração das terras raras, com minérios visados por potências como EUA e China, em Goiás, estado que governou até o fim de março.

"Terras raras é o que é mais demandado no mundo hoje. Então, calma lá, isso não pode ser assim, eu não posso estar vendendo uma tonelada de minério concentrado por 50 dólares", disse.

Segundo ele, o objetivo foi garantir que a atividade resulte em um maior valor agregado para as exportações a partir da separação de materiais, em vez da comercialização que já ocorre com minérios brutos como nióbio e cobre.

O ex-governador argumentou que, antes de dar autorização ambiental para a atividade no estado, foi o próprio governo federal quem deu a concessão para a mineradora Serra Verde, e que apenas buscou dar uma melhor destinação econômica para a exploração por meio de tecnologia própria.

"O que Goiás está fazendo é dizer: 'Olha, o minério que está saindo aqui do subsolo foi autorizado pelo governo federal a uma empresa de capital americano e inglês e vocês, governo federal, autorizaram. A hora que ela sai daqui, ela vai de forma bruta para a China. Eu falei: 'Calma lá. O que eu quero é que vocês separem o produto aqui no Brasil."

Caido foi o um dos políticos que, nesta semana, visitaram a Agrishow, considerada a maior feira de tecnologia agrícola do país. Pela representatividade no agro, o evento se tornou uma parada quase obrigatória para aqueles que buscam uma maior proximidade com o setor na corrida eleitoral de 2026.

Antes dele, também passaram pelo evento o vice-presidente da República Geraldo Alckmin (PSB). Acompanhado por autoridades, e diante de críticas do segmento com relação a problemas como altas taxas de juros e endividamento, ele anunciou uma linha de crédito de R$ 10 bilhões para a compra de equipamentos agrícolas.

Zema afirma que equilíbrio de poderes depende de Supremo 'sem rabo preso'Em primeira agenda conjunta com Tarcísio, Flávio Bolsonaro critica atuação de Lula no agroAlckmin anuncia programa para diminuir juros em financiamentos de máquinas agrícolas

Na segunda-feira (27), foi a vez de Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Flávio Bolsonaro (PL) visitarem a feira, em um primeiro ato pré-eleitoral conjunto entre o governador, que acena com a tentativa de buscar a reeleição, e do senador, que anunciou sua pré-candidatura à presidência da República.

Durante o evento, eles fizeram críticas ao governo federal, principalmente às políticas voltadas para o setor agropecuário.

Na terça-feira (28) foi a vez de Romeu Zema (Novo-MG), que reiterou críticas ao STF e rebateu declarações do ministro Gilmar Mendes, que ironizou o sotaque mineiro dele.

Agrishow 2026: Visitantes poderão encontrar o que há de mais novo em máquinas e implementos agrícolas em Ribeirão Preto, SP — Foto: Érico Andrade/g1

Há 22 minutos Política Senador questiona indicações ‘jovens’ ao STF: ‘Não é republicano’Há 22 minutos’Sou totalmente contra o aborto’, diz Messias a senadores

Há 3 horas Política Messias: STF não deve ser ‘Procon da política’, mas ‘não pode ser omisso’Há 3 horasMessias embarga a voz, se emociona e pede lenço em sabatina no SenadoHá 3 horasPróximos passos: o que acontece se Messias for aprovado? E rejeitado?

Há 55 minutos Política SADI: expectativa é de aprovação, mas com placar apertadoHá 55 minutosPainel é aberto, e senadores já podem votar; SIGA

Há 57 minutos Política Tropa de choque governista vai ao Senado apoiar Messias em sabatinaHá 57 minutosSenador do PL diz que Caetano ‘pegou em armas’ e é corrigido: ‘Só no violão’

Há 3 horas Política Rui Barbosa, Ariano Suassuna e mais: as personalidades citadas em sabatina Há 3 horasServidor de carreira, AGU de Lula: quem é o indicado a ministro do STFHá 3 horas8 de janeiro, aborto, religião e mais VÍDEOS da sabatina de Messias

Há 2 horas Política EconomiaContas do governo têm déficit de R$ 73,7 bilhões em março, pior resultado para o mês

Há 2 horas Política Entenda PONTO a PONTO o caso das bagagensHá 2 horasFOTOS mostram bagagens passando sem fiscalizaçãoHá 2 horasPreso por suspeita de crimes sexuaisÁUDIO: Melqui Galvão confessa ter tido ‘comportamento’ impróprio com vítima

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Contas do governo têm déficit de R$ 73,7 bilhões em março, pior resultado para o mês da história

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 14:49

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,9970,32%Dólar TurismoR$ 5,2020,38%Euro ComercialR$ 5,8390,09%Euro TurismoR$ 6,0960,24%B3Ibovespa185.769 pts-1,51%MoedasDólar ComercialR$ 4,9970,32%Dólar TurismoR$ 5,2020,38%Euro ComercialR$ 5,8390,09%Euro TurismoR$ 6,0960,24%B3Ibovespa185.769 pts-1,51%MoedasDólar ComercialR$ 4,9970,32%Dólar TurismoR$ 5,2020,38%Euro ComercialR$ 5,8390,09%Euro TurismoR$ 6,0960,24%B3Ibovespa185.769 pts-1,51%Oferecido por

As contas do governo registraram um déficit primário de R$ 73,7 bilhões em março, informou Tesouro Nacional nesta quarta-feira (29).

🔎 O déficit primário ocorre quando as receitas com tributos e impostos ficam abaixo das despesas do governo. Se as receitas ficam acima as despesas, o resultado é um superávit primário. Esses valores não englobam os juros da dívida pública.

➡️Houve uma piora na comparação com o mesmo mês do ano passado, quando o resultado positivo foi de R$ 1,52 bilhão (valor corrigido pela inflação).

➡️Esse também foi o pior resultado para meses de março desde o início da série histórica do Tesouro Nacional, em 1997, ou seja, em 30 anos.

➡️De acordo com o governo, a piora no resultado negativo está relacionada, principalmente, pela antecipação no pagamento de precatórios (sentenças judiciais) neste ano.

📈Segundo o Tesouro Nacional, as despesas totais do governo somaram R$ 269,88 bilhões em março deste ano, com uma alta real de 49,2% no período.

Esse forte aumento de despesas, por sua vez, está relacionada, principalmente, pelo cronograma de pagamentos de precatórios (sentenças judiciais).

"Em 2026, esses pagamentos concentraram-se em março, enquanto no ano anterior ocorreram majoritariamente em julho", informou o Tesouro Nacional.

Sentenças Judiciais e Precatórios (+R$ 34,9 bilhões), Benefícios Previdenciários (+R$ 28,6 bilhões), e dePessoal e Encargos Sociais (+R$ 11,3 bilhões).

A elevação nos gastos com benefícios previdenciários e pessoal também foram influenciadas, em menor proporção, pelo aumento na base de segurados, pela política de valorização do salário mínimo e pelos reajustes salariais concedidos ao funcionalismo público.

Há 22 minutos Política Senador questiona indicações ‘jovens’ ao STF: ‘Não é republicano’Há 22 minutos’Sou totalmente contra o aborto’, diz Messias a senadores

Há 3 horas Política Messias: STF não deve ser ‘Procon da política’, mas ‘não pode ser omisso’Há 3 horasMessias embarga a voz, se emociona e pede lenço em sabatina no SenadoHá 3 horasPróximos passos: o que acontece se Messias for aprovado? E rejeitado?

Há 55 minutos Política SADI: expectativa é de aprovação, mas com placar apertadoHá 55 minutosPainel é aberto, e senadores já podem votar; SIGA

Há 57 minutos Política Tropa de choque governista vai ao Senado apoiar Messias em sabatinaHá 57 minutosSenador do PL diz que Caetano ‘pegou em armas’ e é corrigido: ‘Só no violão’

Há 3 horas Política Rui Barbosa, Ariano Suassuna e mais: as personalidades citadas em sabatina Há 3 horasServidor de carreira, AGU de Lula: quem é o indicado a ministro do STFHá 3 horas8 de janeiro, aborto, religião e mais VÍDEOS da sabatina de Messias

Há 2 horas Política EconomiaContas do governo têm déficit de R$ 73,7 bilhões em março, pior resultado para o mês

Há 2 horas Política Entenda PONTO a PONTO o caso das bagagensHá 2 horasFOTOS mostram bagagens passando sem fiscalizaçãoHá 2 horasPreso por suspeita de crimes sexuaisÁUDIO: Melqui Galvão confessa ter tido ‘comportamento’ impróprio com vítima

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Petróleo sobe mais de 7% e tem maior patamar em quase quatro anos, com Oriente Médio no radar

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 13:57

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0040,45%Dólar TurismoR$ 5,2050,44%Euro ComercialR$ 5,8470,24%Euro TurismoR$ 6,1000,3%B3Ibovespa185.747 pts-1,52%MoedasDólar ComercialR$ 5,0040,45%Dólar TurismoR$ 5,2050,44%Euro ComercialR$ 5,8470,24%Euro TurismoR$ 6,1000,3%B3Ibovespa185.747 pts-1,52%MoedasDólar ComercialR$ 5,0040,45%Dólar TurismoR$ 5,2050,44%Euro ComercialR$ 5,8470,24%Euro TurismoR$ 6,1000,3%B3Ibovespa185.747 pts-1,52%Oferecido por

Os preços do petróleo subiam pelo 8º dia seguido nesta quarta-feira (28) e alcançavam o maior patamar em quase quatro anos, impulsionado pelas tensões no Oriente Médio.

Além do impasse nas negociações de paz entre os Estados Unidos e o Irã, investidores também continuavam a avaliar a saída dos Emirados Árabes Unidos da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e da Opep+, que reúne aliados estratégicos do grupo.

Segundo dados da Bloomberg, o petróleo tipo Brent, referência internacional, tinha alta de 7,09% perto das 13h10, cotado a US$ 119,15 o barril — maior patamar desde 10 de junho de 2022, quando alcançou US$ 122,01.

Já o West Texas Intermediate (WTI), dos Estados Unidos, subia 6,62% no mesmo horário, a US$ 106,55.

🔍 O tipo Brent é a principal classificação de petróleo cru para os mercados europeu e asiático. É a referência utilizada pela Petrobras para definir os preços dos combustíveis no mercado interno. Extraído principalmente no Mar do Norte, classificado como "leve" e "doce" devido à sua baixa densidade e baixo teor de enxofre, o que facilita o refino em gasolina e diesel.

O avanço nos preços da commodity ganharam força pela manhã, após o presidente dos EUA, Donald Trump, voltar a ameaçar o Irã. Em uma publicação nas suas redes sociais, o republicano compartilhou uma montagem em que aparece segurando um fuzil, com explosões ao fundo, com a mensagem "chega de bancar o bonzinho".

"O Irã não consegue se organizar. Eles não sabem como assinar um acordo que não seja nuclear. É melhor ficarem espertos logo!", afirmou Trump.

Segundo a mídia internacional, o presidente dos EUA está insatisfeito com a proposta do Irã para encerrar a guerra. A expectativa é que o governo americano dê uma resposta ainda nos próximos dias.

Já o Irã afirmou que só permitirá novamente a passagem de navios comerciais pelo Estreito de Ormuz após o fim definitivo da guerra com Estados Unidos e Israel. A retomada do trânsito dependerá ainda do cumprimento de protocolos de segurança definidos por Teerã.

A escalada das tensões se soma, ainda, à saída dos Emirados Árabes Unidos da Opep e da Opep+ a partir de 1º de maio, anunciada na véspera. A decisão causou um grande golpe ao grupo e para a Arábia Saudita, seu principal líder.

O ministro de Energia dos Emirados Árabes Unidos, Suhail Mohamed al-Mazrouei, confirmou a saída à Reuters e explicou que a decisão foi tomada após uma análise detalhada das estratégias de energia do país na região.

A inesperada saída dos Emirados, membro da Opep desde 1967, acontece em um período em que o conflito com o Irã causou uma crise energética sem precedentes e afetou a economia mundial.

A decisão pode gerar instabilidade e enfraquecer o grupo, que geralmente tenta manter uma imagem de união, mesmo com divergências internas sobre temas como política internacional e limites de produção.

Quando perguntado se os Emirados Árabes Unidos conversaram com a Arábia Saudita sobre a decisão, Suhail Mohamed al-Mazrouei disse que o país não tratou do tema com nenhuma outra nação.

"Esta é uma decisão sobre política, tomada após uma análise cuidadosa das políticas atuais e futuras relacionadas ao nível de produção", disse o ministro de Energia.

Os países do Golfo que fazem parte da Opep já estavam tendo problemas para exportar pelo Estreito de Ormuz, que fica entre o Irã e Omã.

Por esse local passa cerca de um quinto do petróleo e do gás natural liquefeito do mundo, mas as exportações foram prejudicadas por ameaças e ataques de iranianos a navios.

Mazrouei disse que a saída dos Emirados Árabes Unidos não deve causar grande impacto no mercado, por causa da situação no estreito.

A decisão foi tomada depois que os Emirados Árabes Unidos, que são um importante centro de negócios e um dos principais aliados dos Estados Unidos, criticaram outros países árabes por não fazerem o suficiente para defendê-los de vários ataques do Irã durante o conflito.

A saída do país da Opep é vista como uma vitória para o presidente Donald Trump, que já acusou a organização de “roubar o resto do mundo” ao aumentar os preços do petróleo.

Trump também relacionou o apoio militar dos Estados Unidos à região do Golfo aos valores do petróleo, dizendo que, enquanto os americanos protegem os países da Opep, eles “exploram isso impondo preços altos do petróleo”.

Anwar Gargash, conselheiro diplomático do presidente dos Emirados Árabes Unidos, também criticou a resposta dos países árabes e do Golfo aos ataques do Irã, durante uma reunião no Fórum de Influenciadores do Golfo, na segunda-feira.

“Os países do Conselho de Cooperação do Golfo se apoiaram logisticamente, mas política e militarmente, acho que sua posição tem sido historicamente a mais fraca”, disse Gargash.

“Eu esperava essa postura fraca da Liga Árabe, e não me surpreende, mas não esperava isso do Conselho de Cooperação do Golfo. Estou surpreso”, afirmou.

Há 2 horas Política Messias: STF não deve ser ‘Procon da política’, mas ‘não pode ser omisso’Há 2 horasPróximos passos: o que acontece se Messias for aprovado? E rejeitado?

Há 5 minutos Política SADI: expectativa é de aprovação, mas com placar apertadoHá 5 minutosPainel é aberto, e senadores já podem votar; SIGA

Há 6 minutos Política Tropa de choque governista vai ao Senado apoiar Messias em sabatinaHá 6 minutosSenador do PL diz que Caetano ‘pegou em armas’ e é corrigido: ‘Só no violão’

Há 2 horas Política Rui Barbosa, Ariano Suassuna e mais: as personalidades citadas em sabatina Há 2 horasServidor de carreira, AGU de Lula: quem é o indicado a ministro do STFHá 2 horas8 de janeiro, aborto, religião e mais VÍDEOS da sabatina de Messias

Há 1 hora Política Jatinho de empresárioVoo com Motta e Ciro Nogueira: bilhete registra liberação de malas sem raio-X

Há 1 hora Política Entenda PONTO a PONTO o caso das bagagensHá 1 horaFOTOS mostram bagagens passando sem fiscalizaçãoHá 1 horaPreso por suspeita de crimes sexuaisÁUDIO: Melqui Galvão confessa ter tido ‘comportamento’ impróprio com vítima

Há 24 minutos Sorocaba e Jundiaí Guerra no Oriente MédioTrump considera manter bloqueio naval no Estreito de Ormuz por ‘vários meses’

Há 54 minutos Mundo Petróleo sobe mais de 5% e bate US$ 117 o barrilHá 54 minutosBanco Central americanoComissão do Senado dos EUA aprova indicação de Trump para o Fed

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Comissão do Senado dos EUA aprova indicação de Trump para o Fed

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 13:57

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0030,42%Dólar TurismoR$ 5,2040,43%Euro ComercialR$ 5,8460,22%Euro TurismoR$ 6,1000,3%B3Ibovespa185.837 pts-1,47%MoedasDólar ComercialR$ 5,0030,42%Dólar TurismoR$ 5,2040,43%Euro ComercialR$ 5,8460,22%Euro TurismoR$ 6,1000,3%B3Ibovespa185.837 pts-1,47%MoedasDólar ComercialR$ 5,0030,42%Dólar TurismoR$ 5,2040,43%Euro ComercialR$ 5,8460,22%Euro TurismoR$ 6,1000,3%B3Ibovespa185.837 pts-1,47%Oferecido por

Kevin Warsh, indicado por Trump para a presidência do Federal Reserve, o Fed — Foto: Kevork Djansezian/AFP

Kevin Warsh, escolhido pelo presidente dos EUA, Donald Trump, para liderar o Federal Reserve, abriu caminho nesta quarta-feira (29) para suceder Jerome Powell, em meio aos esforços da Casa Branca para exercer controle sobre o banco central mais poderoso do mundo.

A Comissão Bancária do Senado aprovou o encaminhamento da indicação de Warsh ao plenário da Casa, que é controlado pelos republicanos.

Todos os 13 republicanos do comitê apoiaram Warsh. O senador Thom Tillis, da Carolina do Norte, retirou sua oposição após o Departamento de Justiça encerrar, na sexta-feira (24), uma investigação criminal contra Powell, que Tillis considerava uma ameaça à independência política do Fed.

Os 11 democratas do comitê, que dizem duvidar da promessa de Warsh de definir políticas sem levar em conta os desejos do presidente, votaram contra ele.

A votação ocorreu no momento em que Powell lidera o que provavelmente será sua última reunião de definição de política monetária como chefe do Fed.

Espera-se que o Comitê Federal de Mercado Aberto deixe sua taxa básica de juros inalterada, na faixa atual de 3,50% a 3,75%, dada a inflação ainda elevada e a pressão de alta sobre os preços decorrente da interrupção do fornecimento global de petróleo devido à guerra do Irã.

Há poucas dúvidas de que o Senado confirmará a indicação de Warsh, um advogado de 56 anos. Financista e ex-diretor do Fed, ele prometeu uma "mudança de regime" para o banco central. Segundo Trump, ele executará fará os cortes de juros que o presidente americano deseja.

O mais cedo que o Senado poderá votar a indicação de Warsh será na semana de 11 de maio. Se a votação for realizada nessa data, Warsh poderá tomar posse em 15 de maio, quando termina o mandato de liderança de Powell.

O que não está claro é se a ascensão de Warsh significaria a saída de Powell do Fed, ou se o atual chefe do banco central permanecerá como membro da sua diretoria — e, se o fizer, se Trump levará adiante sua ameaça de tentar demiti-lo.

Uma medida desse tipo certamente atrairia uma contestação legal, assim como a tentativa do presidente, no verão passado, de demitir a diretora do Fed Lisa Cook. O mandato de Powell na diretoria vai até janeiro de 2028.

Os chefes do Fed quase sempre deixam o cargo para dar lugar a seus sucessores, e Powell é um advogado cuja adesão à regularidade é profunda.

Mas ele considerou que a investigação criminal do governo era uma intimidação política e parte dos esforços do governo Trump para influenciar a forma como o Fed define as taxas de juros.

Powell disse no mês passado que não deixará o Fed até que a investigação criminal seja concluída com "finalidade", e que ele ainda pode permanecer no cargo se achar que isso é melhor para o banco central e para o país.

A Procuradora dos EUA para o Distrito de Columbia, Jeanine Pirro, disse na sexta-feira que não hesitará em retomar sua investigação "caso os fatos o justifiquem".

Os democratas do Senado Elizabeth Warren e Dick Durbin classificaram essa declaração na sexta-feira como uma ameaça de "futuras investigações infundadas" sobre Powell ou qualquer outro diretor do Fed.

Há 2 horas Política Messias: STF não deve ser ‘Procon da política’, mas ‘não pode ser omisso’Há 2 horasPróximos passos: o que acontece se Messias for aprovado? E rejeitado?

Há 4 minutos Política SADI: expectativa é de aprovação, mas com placar apertadoHá 4 minutosPainel é aberto, e senadores já podem votar; SIGA

Há 5 minutos Política Tropa de choque governista vai ao Senado apoiar Messias em sabatinaHá 5 minutosSenador do PL diz que Caetano ‘pegou em armas’ e é corrigido: ‘Só no violão’

Há 2 horas Política Rui Barbosa, Ariano Suassuna e mais: as personalidades citadas em sabatina Há 2 horasServidor de carreira, AGU de Lula: quem é o indicado a ministro do STFHá 2 horas8 de janeiro, aborto, religião e mais VÍDEOS da sabatina de Messias

Há 1 hora Política Jatinho de empresárioVoo com Motta e Ciro Nogueira: bilhete registra liberação de malas sem raio-X

Há 1 hora Política Entenda PONTO a PONTO o caso das bagagensHá 1 horaFOTOS mostram bagagens passando sem fiscalizaçãoHá 1 horaPreso por suspeita de crimes sexuaisÁUDIO: Melqui Galvão confessa ter tido ‘comportamento’ impróprio com vítima

Há 23 minutos Sorocaba e Jundiaí Guerra no Oriente MédioTrump considera manter bloqueio naval no Estreito de Ormuz por ‘vários meses’

Há 53 minutos Mundo Petróleo sobe mais de 5% e bate US$ 117 o barrilHá 53 minutosBanco Central americanoComissão do Senado dos EUA aprova indicação de Trump para o Fed

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Documentos mostram que apenas Elon Musk pode demitir Elon Musk da SpaceX, diz agência

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 12:05

Tecnologia Documentos mostram que apenas Elon Musk pode demitir Elon Musk da SpaceX, diz agência Trecho do pedido de abertura de capital da SpaceX indica que Musk manterá ações com poder de voto dominante, o que lhe permitiria bloquear tentativas de destituição e manter influência direta sobre o conselho. Por Echo Wang, Isla Binnie

Documento do IPO da SpaceX indica que apenas Elon Musk poderia autorizar sua própria destituição dos cargos de CEO e presidente do conselho.

A regra decorre da estrutura de ações com classes diferentes, em que os papéis Classe B têm mais poder de voto.

Após a abertura de capital, essas ações permaneceriam sob controle de Musk, garantindo a ele maioria decisória.

Especialistas em governança afirmam que esse nível de proteção ao fundador é incomum, já que conselhos normalmente podem substituir o CEO.

Estruturas com múltiplas classes de ações já são usadas por empresas de tecnologia, como Facebook e Figma, mas o modelo da SpaceX concentraria ainda mais o poder no fundador.

Ninguém pode destituir Elon Musk dos cargos de diretor-executivo (CEO) e presidente do conselho da SpaceX sem o consentimento do próprio bilionário.

A informação aparece em um trecho do documento preparado pela empresa para sua abertura de capital (IPO, na sigla em ingês), analisado pela Reuters.

Segundo o documento, Musk “só pode ser removido do nosso conselho ou dessas posições pelo voto dos detentores de ações Classe B” — papéis com direito a dez votos cada.

Após o IPO, essas ações ficarão sob controle dele. Na prática, isso significa que qualquer decisão sobre sua saída dependeria de uma votação dominada pelo próprio Musk.

O documento acrescenta que, se ele “mantiver uma parcela significativa de suas ações ordinárias Classe B por um longo período, poderá continuar controlando a eleição e a destituição da maioria do nosso conselho”.

Nesse modelo, a empresa terá duas classes de ações — uma para investidores do mercado e outra com maior poder de voto, destinada a pessoas ligadas à companhia (entenda mais abaixo). Esse tipo de estrutura é comum em empresas de tecnologia lideradas por fundadores.

Mesmo nesses casos, porém, o conselho de administração normalmente mantém a autoridade formal para substituir o diretor-executivo.

Especialistas em governança corporativa dizem que o impacto da regra dependerá dos detalhes dos documentos legais da empresa.

Consideradas em conjunto, as disposições dariam a Musk poder para barrar qualquer tentativa de removê-lo do comando da empresa.

Elon Musk no Fórum Econômico Mundial, em Davos (Suíça), em janeiro de 2026 — Foto: AP Photo/Markus Schreiber

A própria SpaceX alertou investidores de que essa estrutura “limitará ou impedirá sua capacidade de influenciar questões corporativas e a eleição de nossos diretores.”

“Essa disposição não é comum. Normalmente, a remoção do CEO é uma decisão do conselho, e controladores contam com seu poder para substituir o conselho”, afirmou Lucian Bebchuk, professor da Faculdade de Direito de Harvard que pesquisa governança corporativa, direito e finanças.

Estruturas com diferentes classes de ações tornaram-se frequentes em empresas de tecnologia que abriram capital nos últimos anos.

O Facebook, que estreou na bolsa em 2012, concedeu ações com maior poder de voto a investidores pré-IPO, incluindo Mark Zuckerberg. Com o tempo, esse poder ficou mais concentrado à medida que alguns investidores venderam suas participações.

Aberturas de capital mais recentes, como a da Figma, concentraram ainda mais essas ações com maior poder de voto diretamente nos fundadores.

🚀 No caso da SpaceX, as ações serão divididas entre Classe A, destinadas aos investidores do mercado, e Classe B, com maior poder de voto para pessoas ligadas à empresa.

Musk manterá a maioria dos votos, o que liga o controle do conselho e da gestão às ações que ele possui, informou a Reuters anteriormente.

A SpaceX está registrada no Texas, seguindo o movimento da Tesla, que Musk transferiu para o estado depois que um tribunal de Delaware anulou seu pacote de remuneração de US$ 56 bilhões por comandar a montadora.

Há 1 hora Política Flávio pergunta se presos por tentativa de golpe são ameaça à democraciaHá 1 horaMessias: STF não deve ser ‘Procon da política’, mas ‘não pode ser omisso’Há 1 horaServidor de carreira, AGU de Lula: quem é o indicado a ministro do STFHá 1 horaSADI: expectativa é de que Messias seja aprovado, mas com placar apertado

Há 41 minutos Blog da Andréia Sadi VALDO: oposição tenta impor derrota dupla a Lula na semanaHá 41 minutosSaiba quem indicou cada ministro do STFHá 41 minutosEleições 2026Quaest em SP: Tarcísio lidera no 1º e 2º turno contra Haddad

Há 2 horas Eleições 2026 em São Paulo 54% aprovam e 29% desaprovam governo Tarcísio em SPHá 2 horasPara o Senado, Tebet, Marina Silva, Márcio França e Derrite lideramHá 2 horasQuaest na Bahia: ACM Neto e Jerônimo Rodrigues têm empate técnico

Há 4 horas Eleições 2026 na Bahia Rui Costa e Jaques Wagner lideram a disputa para o SenadoHá 4 horas56% dos baianos aprovam o governo Jerônimo; 33% desaprovamHá 4 horasPonto a pontoEntenda o caso das malas sem raio-X em voo com Ciro Nogueira e Motta

Há 9 horas Política FOTOS mostram bagagens passando sem fiscalizaçãoHá 9 horasA diva já está aquiShakira chega ao Brasil para megashow na Praia de Copacabana

Há 53 minutos Todo mundo no rio Saiba como concorrer a ingressos para assistir ao show na área VIPHá 53 minutosShow da Shakira no Rio 👱🏼‍♀️🐺🎤

Há 2 horas Tecnologia O que explica a treta entre os ex-amigos Musk e Sam Altman, do ChatGPTHá 2 horasCrítica a bilionários da tecnologiaMuseu põe Musk e Zuckerberg como cães-robôs que fazem ‘cocô artístico’

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Famílias de vítimas processam dona do ChatGPT por massacre que deixou 8 mortos no Canadá

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 12:05

Tecnologia Famílias de vítimas processam dona do ChatGPT por massacre que deixou 8 mortos no Canadá Tiroteio em Tumbler Ridge, em fevereiro, matou várias crianças. Ações judiciais dizem que o ChatGPT identificou a atiradora como uma possível ameaça, meses antes do ataque, mas não alertou a polícia. Por Reuters

Homenagem às vítimas do massacre que deixou nove mortos em uma escola de Tumbler Ridge, no Canadá, em fevereiro de 2026 — Foto: Christinne Muschi/The Canadian Press via AP

Familiares das vítimas de um dos massacres mais mortais da história do Canadá entraram com um processo contra a OpenAI, dona do ChatGPT, e o CEO Altman, em um tribunal dos EUA, nesta quarta-feira (29).

No massacre ocorrido em fevereiro em Tumbler Ridge, na Colúmbia Britânica, uma atiradora matou oito pessoas, muitas deles crianças, e cometeu suicídio em seguida.

Segundo a alegação dos familiares, a empresa identificou a atiradora, chamada Jesse Van Rootselaar, como uma potencial ameaça oito meses antes do ataque, mas não alertou a polícia.

Na semana passada, um jornal local de Tumbler Ridge publicou uma carta aberta na qual Altman disse estar “profundamente arrependido” pelo fato de a conta da atiradora não ter sido sinalizada às autoridades.

As ações judiciais, apresentadas no tribunal federal de São Francisco, acusam os líderes da OpenAI de não alertarem a polícia porque isso iria expor o volume de conversas relacionadas à violência no ChatGPT e poderia colocar em risco o caminho da empresa de buscar uma oferta pública inicial de quase US$ 1 trilhão.

Um porta-voz da OpenAI classificou o tiroteio como “uma tragédia” e disse que a empresa tem uma política de tolerância zero para o uso de suas ferramentas na facilitação de atos violentos.

“Como compartilhamos com as autoridades canadenses, já fortalecemos nossas salvaguardas, incluindo a melhoria de como o ChatGPT responde a sinais de angústia, conectando pessoas com suporte local e recursos de saúde mental, reforçando como avaliamos e escalamos ameaças potenciais de violência e aprimorando a detecção de reincidência de violadores de políticas”, disse o porta-voz em comunicado.

Os casos fazem parte de uma onda crescente de processos acusando empresas de inteligência artificial de não prevenirem interações em chatbots que, segundo os autores, contribuem para automutilação, doenças mentais e violência.

Essas acusações são as primeiras, nos EUA, a alegar que o ChatGPT teve um papel na facilitação de um massacre.

Jay Edelson, que representa os autores do processo, disse que planeja apresentar mais duas dezenas de ações judiciais nas próximas semanas contra a OpenAI, em nome de outras pessoas impactadas pelo tiroteio.

Jesse Van Rootselaar, cujas interações com o ChatGPT estão no centro dos processos, atirou em sua mãe e meio-irmão em casa antes de matar uma assistente educacional e cinco alunos de 12 a 13 anos em sua antiga escola em 10 de fevereiro, segundo a polícia.

Os autores do processo incluem familiares dos mortos na escola e uma menina de 12 anos que sobreviveu após ser baleada três vezes, mas permanece em terapia intensiva.

De acordo com uma das queixas, os sistemas automatizados da OpenAI, em junho de 2025, sinalizaram conversas no ChatGPT nas quais a atiradora descrevia cenários de violência armada.

Membros da equipe de segurança recomendaram contatar a polícia após concluírem que ela representava uma ameaça crível e iminente de dano, segundo a queixa, que cita um artigo do Wall Street Journal de fevereiro sobre discussões internas da empresa.

Mas Sam Altman e outros líderes da OpenAI teriam ignorado a recomendação da equipe de segurança e a polícia nunca foi chamada, alega o processo.

A conta da atiradora foi desativada, mas ela conseguiu criar uma nova conta e continuar usando a plataforma para planejar o ataque, afirma o processo.

Após a publicação do artigo do Wall Street Journal, a empresa disse que a conta foi sinalizada por sistemas que identificam “usos indevidos de nossos modelos para atividades violentas”, mas que as questões não atenderam aos critérios internos para notificação às autoridades.

Em um blog publicado na terça-feira (28), a OpenAI disse que treina seus modelos para recusar solicitações que possam “facilitar significativamente a violência” e notifica as autoridades quando conversas sugerem “um risco iminente e crível de dano a outros”, com especialistas em saúde mental ajudando a avaliar casos limítrofes.

A empresa afirmou que continuamente aprimora seus modelos e métodos de detecção com base no uso e em opiniões de especialistas.

Os processos buscam uma quantia não revelada publicamente em indenizações e uma ordem judicial exigindo que a OpenAI reformule suas práticas de segurança, incluindo protocolos obrigatórios de notificação às autoridades.

Uma das vítimas inicialmente entrou com uma ação no Canadá, mas desistiu e acabou decidindo processar na Califórnia, segundo Edelson.

Os processos relacionados ao tiroteio em Tumbler Ridge ocorrem após várias ações judiciais terem sido movidas contra a OpenAI em tribunais estaduais e federais dos EUA nos últimos meses, alegando que o ChatGPT facilitou comportamentos prejudiciais, suicídio e, em pelo menos um caso, um assassinato seguido de suicídio.

Os processos, que ainda estão em fases iniciais, pressionarão os tribunais a lidar com o papel que uma plataforma de IA pode desempenhar na promoção da violência e se a empresa pode ser responsabilizada por suas ações ou pelas ações de seus usuários.

A OpenAI negou as alegações nos processos, argumentando, no caso do assassinato-suicídio, que o autor tinha um longo histórico de doença mental.

O procurador-geral da Flórida, James Uthmeier, anunciou no início deste mês uma investigação criminal sobre o papel do ChatGPT em um tiroteio ocorrido em 2025 na Universidade Estadual da Flórida.

Há 1 hora Política Flávio pergunta se presos por tentativa de golpe são ameaça à democraciaHá 1 horaMessias: STF não deve ser ‘Procon da política’, mas ‘não pode ser omisso’Há 1 horaServidor de carreira, AGU de Lula: quem é o indicado a ministro do STFHá 1 horaSADI: expectativa é de que Messias seja aprovado, mas com placar apertado

Há 38 minutos Blog da Andréia Sadi VALDO: oposição tenta impor derrota dupla a Lula na semanaHá 38 minutosSaiba quem indicou cada ministro do STFHá 38 minutosEleições 2026Quaest em SP: Tarcísio lidera no 1º e 2º turno contra Haddad

Há 2 horas Eleições 2026 em São Paulo 54% aprovam e 29% desaprovam governo Tarcísio em SPHá 2 horasPara o Senado, Tebet, Marina Silva, Márcio França e Derrite lideramHá 2 horasQuaest na Bahia: ACM Neto e Jerônimo Rodrigues têm empate técnico

Há 4 horas Eleições 2026 na Bahia Rui Costa e Jaques Wagner lideram a disputa para o SenadoHá 4 horas56% dos baianos aprovam o governo Jerônimo; 33% desaprovamHá 4 horasPonto a pontoEntenda o caso das malas sem raio-X em voo com Ciro Nogueira e Motta

Há 9 horas Política FOTOS mostram bagagens passando sem fiscalizaçãoHá 9 horasA diva já está aquiShakira chega ao Brasil para megashow na Praia de Copacabana

Há 51 minutos Todo mundo no rio Saiba como concorrer a ingressos para assistir ao show na área VIPHá 51 minutosShow da Shakira no Rio 👱🏼‍♀️🐺🎤

Há 2 horas Tecnologia O que explica a treta entre os ex-amigos Musk e Sam Altman, do ChatGPTHá 2 horasCrítica a bilionários da tecnologiaMuseu põe Musk e Zuckerberg como cães-robôs que fazem ‘cocô artístico’

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Itaú anuncia ex-diretor do Banco Central como novo economista-chefe

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 11:06

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0060,47%Dólar TurismoR$ 5,2000,34%Euro ComercialR$ 5,8500,26%Euro TurismoR$ 6,0950,22%B3Ibovespa186.578 pts-1,08%MoedasDólar ComercialR$ 5,0060,47%Dólar TurismoR$ 5,2000,34%Euro ComercialR$ 5,8500,26%Euro TurismoR$ 6,0950,22%B3Ibovespa186.578 pts-1,08%MoedasDólar ComercialR$ 5,0060,47%Dólar TurismoR$ 5,2000,34%Euro ComercialR$ 5,8500,26%Euro TurismoR$ 6,0950,22%B3Ibovespa186.578 pts-1,08%Oferecido por

Diogo Guillen, ex-diretor do Banco Central do Brasil, será o novo economista-chefe do Itaú Unibanco a partir de 1º de julho de 2026.

Ele substituirá Mário Mesquita, que deixa o cargo após quase dez anos à frente das áreas de Macroeconomia e Research.

Guillen assume a função após cumprir período de quarentena. Formado pela PUC-Rio e com doutorado pela Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, o economista tem passagem recente pelo setor público.

Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central, e Diogo Guillen, ex-diretor de política econômica, durante a apresentação do Relatório de Política Monetária. — Foto: Raphael Ribeiro/BC

O Itaú Unibanco anunciou nesta terça-feira (28) uma mudança no comando de sua área de pesquisa econômica. Diogo Guillen, ex-diretor do Banco Central do Brasil, será o novo economista-chefe do banco a partir de 1º de julho de 2026.

Ele substituirá Mário Mesquita, que deixa o cargo após quase dez anos à frente das áreas de Macroeconomia e Research.

Guillen assume a função após cumprir período de quarentena. Formado pela PUC-Rio e com doutorado pela Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, o economista tem passagem recente pelo setor público, onde atuou como diretor de Política Econômica do Banco Central entre 2022 e 2025.

De acordo com o tanco, a transição prevê que Mesquita permaneça como consultor, contribuindo com as funções macroeconômicas durante o período de adaptação.

Sócio do banco e economista-chefe desde julho de 2016, ele foi responsável por fortalecer a reputação da instituição em análises econômicas, liderando a consolidação do time de macroeconomia e a reestruturação da área de research.

"Ao longo de sua trajetória no banco, Mário desempenhou papel central no fortalecimento da reputação do Itaú em análises econômicas, liderando a consolidação do time de Macro e a reestruturação do Research, sendo reconhecido pela profundidade, equilíbrio e credibilidade junto a clientes e investidores, no Brasil e nos mercados internacionais", afirmou o Itaú, em nota.

A atuação de Diogo Guillen como diretor de Política Econômica do Banco Central do Brasil, entre 2022 e 2025, foi marcada por um perfil técnico e discreto, com foco na formulação de cenários e no suporte às decisões de política monetária.

Indicado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, Diogo Guillen integrou a diretoria de política econômica Banco Central do Brasil até dezembro de 2025, quando se encerrou seu mandato.

À frente de uma das áreas mais estratégicas da autoridade monetária, foi responsável por coordenar análises de inflação, atividade econômica e expectativas de mercado — insumos que orientam as decisões do Comitê de Política Monetária (Copom) sobre a taxa Selic.

Sua gestão coincidiu com um período de transição na política monetária, marcado pela passagem do ciclo de alta de juros no pós-pandemia para o debate sobre o início dos cortes na taxa básica.

Nesse contexto, a diretoria teve papel relevante na construção do cenário base utilizado pelo BC para calibrar o ritmo e o momento das mudanças nos juros.

Guillen foi um dos últimos integrantes da diretoria indicados ainda no governo Bolsonaro. Com a autonomia do Banco Central, aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada em 2021, o presidente e os diretores da instituição passaram a ter mandatos fixos de quatro anos, sem possibilidade de substituição antes do término.

Há 30 minutos Política Servidor de carreira, AGU de Lula: quem é o indicado a ministro do STFHá 30 minutosSaiba quem indicou cada ministro do STFHá 30 minutosBlog do Valdo CruzMessias e dosimetria: oposição tenta impor derrota dupla a Lula na semana

Há 2 horas Blog do Valdo Cruz Oposição quer desmembrar veto de Lula ao PL da DosimetriaHá 2 horasEleições 2026Quaest em SP: Tarcísio lidera no 1º e 2º turno contra Haddad

Há 1 hora Eleições 2026 em São Paulo 54% aprovam e 29% desaprovam governo Tarcísio em SPHá 1 horaPara o Senado, Tebet, Marina Silva, Márcio França e Derrite lideramHá 1 horaQuaest na Bahia: ACM Neto e Jerônimo Rodrigues têm empate técnico

Há 3 horas Eleições 2026 na Bahia Rui Costa e Jaques Wagner lideram a disputa para o SenadoHá 3 horas56% dos baianos aprovam o governo Jerônimo; 33% desaprovamHá 3 horasPonto a pontoEntenda o caso das malas sem raio-X em voo com Ciro Nogueira e Motta

Há 8 horas Política FOTOS mostram momento em que bagagens passam sem fiscalizaçãoHá 8 horasJulgamento nos EUAMusk diz que OpenAI, dona do ChatGPT, era sua ideia e que não buscava lucro

Há 46 minutos Tecnologia O que explica a treta entre os ex-amigos Musk e Sam Altman, do ChatGPTHá 46 minutosVídeos curtos do g1

Há 5 horas Educação Crime organizadoOruam, mãe e irmão são alvos de operação contra o Comando Vermelho

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Em julgamento, Musk diz que OpenAI, dona do ChatGPT, era sua ideia e que não buscava lucro

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 09:46

Tecnologia Em julgamento, Musk diz que OpenAI, dona do ChatGPT, era sua ideia e que não buscava lucro Disputa judicial gira em torno da mudança de rumo da OpenAI; Musk acusa a empresa de abandonar caráter sem fins lucrativos, enquanto advogados da organização contestam versão do bilionário. Por Redação g1

Elon Musk é interrogado por seu advogado Steven Molo durante o processo de Musk sobre a conversão da OpenAI para lucro em um tribunal federal em Oakland, Califórnia, EUA, em 28 de abril de 2026, em um retrato no tribunal. — Foto: REUTERS/Vicki Behringer

Em depoimento na terça-feira (28), no julgamento que opõe Elon Musk à OpenAI, o bilionário afirmou ser o criador do projeto que hoje controla o ChatGPT e disse que nunca pensou em lucrar com a empresa, segundo informações da agência Reuters.

A disputa judicial, iniciada por Musk em 2024, gira em torno da alegação de que a organização teria traído sua missão original de atuar como entidade sem fins lucrativos.

"Eu tive a ideia, o nome, recrutei as pessoas-chave, ensinei tudo o que sei e forneci todo o financiamento inicial", disse Musk.

"Foi especificamente concebido como uma instituição de caridade que não beneficia nenhuma pessoa individual. Eu poderia ter criado uma empresa com fins lucrativos, mas escolhi não fazer isso", completou ele.

"Se permitirmos o saque de uma instituição de caridade, toda a base da filantropia nos Estados Unidos será destruída", afirmou Musk no primeiro dia do julgamento. "Essa é a minha preocupação."

William Savitt, advogado da OpenAI, disse que Musk queria "as chaves do reino" e só entrou com o processo após fracassar em seus objetivos. Segundo ele, o bilionário iniciou, em 2023, seu próprio negócio de inteligência artificial, a xAI, hoje parte da SpaceX.

"O que importa para ele é estar no topo", disse Savitt em sua declaração inicial. "Estamos aqui porque o Sr. Musk não conseguiu o que queria", completou.

Já o advogado de Musk, Steven Molo, afirmou aos jurados que os réus da OpenAI é que estariam motivados por interesses financeiros, à medida que a empresa passou a atrair investidores, incluindo a Microsoft, que investiu US$ 10 bilhões em janeiro de 2023.

Elon Musk reage em um tribunal federal durante um intervalo do julgamento em seu processo sobre a conversão da OpenAI para lucro e conversão com fins lucrativos, em Oakland, Califórnia. — Foto: REUTERS/Manuel Orbegozo

Um dos cofundadores originais da OpenAI, Musk afirma que a empresa, liderada por Sam Altman e Greg Brockman, abandonou o foco no benefício da humanidade para se tornar uma "máquina de riqueza".

Musk pede US$ 150 bilhões em danos da OpenAI e da Microsoft. Segundo pessoas ligadas ao caso, o valor seria destinado ao braço filantrópico da OpenAI.

Além do valor financeiro, o bilionário quer que a OpenAI volte a ser estritamente sem fins lucrativos e que Altman e Brockman sejam removidos de seus cargos executivos.

O empresário sustenta que foi mantido no escuro sobre a criação de uma estrutura comercial em 2019 e que seu nome e apoio financeiro foram usados indevidamente para atrair investidores. Musk investiu cerca de US$ 38 milhões na OpenAI entre 2016 e 2020.

Os advogados da OpenAI rebatem as acusações afirmando que Musk é motivado pelo desejo de controle e pelo interesse em impulsionar sua própria empresa de inteligência artificial, a xAI, fundada por ele em 2023.

A empresa afirma que Musk participou das discussões para a mudança de estrutura e que ele mesmo exigiu ser o CEO na época. A Microsoft, também ré no processo, nega qualquer conspiração e afirma que sua parceria com a OpenAI só ocorreu após a saída de Musk do conselho da empresa.

Em comunicado intitulado "A verdade sobre Elon Musk e a OpenAI", divulgado nesta segunda (27), a OpenAI contra-atacou. No texto, a empresa afirma que as ações do bilionário são motivadas por "ciúmes, arrependimento por ter abandonado a OpenAI e desejo de descarrilar uma concorrente".

"Elon passou anos assediando a OpenAI por meio de processos infundados e ataques públicos. Ele está usando seu processo para atacar a fundação sem fins lucrativos OpenAI, que é focada em trabalhos em áreas como ciências da vida e na cura de doenças para o benefício de todos", diz o comunicado.

Documentos internos revelados no processo oferecem detalhes sobre a evolução da empresa, que nasceu em um laboratório de pesquisa no apartamento de Greg Brockman e hoje é avaliada em mais de US$ 850 bilhões.

Altman apresentou a ideia a Musk em 2015, descrevendo-a como o "Projeto Manhattan da IA". O apoio de Musk foi fundamental para atrair cientistas de elite.

Em 2017, tensões surgiram quando Musk questionou a viabilidade do projeto e tentou assumir o controle como CEO. Na mesma época, anotações do diário de Brockman revelavam o desejo de "se livrar" de Musk, chamando-o de "líder glorioso" de forma irônica.

Musk deixou o conselho em 2018, prevendo que a OpenAI fracassaria diante do Google. Em 2019, a empresa se reestruturou para aceitar investimentos externos, e o lançamento do ChatGPT no fim de 2022 consolidou seu sucesso global.

O desfecho do caso ocorre em um momento crítico. A OpenAI prepara uma possível abertura de capital que pode elevar seu valor de mercado para US$ 1 trilhão.

Do outro lado, a xAI de Musk tenta diminuir a distância tecnológica para o ChatGPT, enquanto a SpaceX também planeja seu IPO (oferta pública de ações).

Há 2 horas Eleições 2026 na Bahia Rui Costa e Jaques Wagner lideram a disputa para o SenadoHá 2 horas56% dos baianos aprovam o governo Jerônimo; 33% desaprovamHá 2 horasIndicado de LulaASSISTA: Messias chega à CCJ do Senado para ser sabatinado

Agora Política Disputa promete ser voto a voto entre governo e oposiçãoAgoraAborto, 8 de janeiro, ‘Bessias’: as polêmicas que devem ser abordadasAgoraSaiba quem indicou cada ministro do STFAgoraServidor de carreira, AGU de Lula: quem é o indicado a ministro do STF

Há 13 minutos Política Relembre os indicados à Corte desde a redemocratizaçãoHá 13 minutosBlog do Valdo CruzMessias e dosimetria: oposição tenta impor derrota dupla a Lula na semana

Há 16 minutos Blog do Valdo Cruz Oposição quer desmembrar veto de Lula ao PL da DosimetriaHá 16 minutosPonto a pontoEntenda o caso das malas sem raio-X em voo com Ciro Nogueira e Motta

Há 7 horas Política FOTOS mostram momento em que bagagens passam sem fiscalizaçãoHá 7 horasDesigualdade no BrasilObrigatória há 13 anos, pré‑escola não chega a todas as crianças

Há 4 horas Educação Crime organizadoOruam, mãe e irmão são alvos de operação contra o Comando Vermelho

Há 2 horas Rio de Janeiro 🎧 PodcastO ASSUNTO: os impactos no petróleo da saída dos Emirados Árabes da Opep

Há 4 horas O Assunto Saída dos Emirados Árabes é um duro golpe para Arábia SauditaHá 4 horasGuerra no Oriente MédioIrã diz que só reabrirá Estreito de Ormuz após fim definitivo da guerra

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Tecnologia lançada no interior de SP pode transformar colheita de pimenta-do-reino; entenda

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 08:53

RIBEIRÃO E FRANCA Agrishow 2026 Tecnologia lançada no interior de SP pode transformar colheita de pimenta-do-reino; entenda Máquina apresentada na Agrishow mecaniza colheita da especiaria e pode reduzir pela metade custos com mão de obra. Brasil é o segundo maior produtor mundial da pimenta e movimenta R$ 3,6 milhões por ano, de acordo com o IBGE. Por Ana Beatriz Fogaça, g1 Ribeirão Preto e Franca

O Brasil é o segundo maior produtor e exportador de pimenta-do-reino do mundo, atrás apenas do Vietnã.

Com uma produção estimada em cerca de 125 mil toneladas em 2024 e valor de R$ 3,67 bilhões, a cultura vem ganhando espaço como alternativa de diversificação no campo.

Apesar da relevância no cenário global, a produção ainda carrega um desafio histórico, a colheita manual.

É justamente nesse ponto que uma inovação apresentada durante a Agrishow, em Ribeirão Preto (SP), aposta na transformação da dinâmica do setor e impulsionar a atividade no Brasil.

O Espírito Santo é o maior produtor de pimenta-do-reino do país, responsável por cerca de 60% da safra nacional, seguido pelo Pará e pela Bahia.

Uma tecnologia nacional lançada na Agrishow, em Ribeirão Preto (SP), promete transformar a produção de pimenta-do-reino por meio de um processo de mecanização da colheita.

"O equipamento vem atender uma demanda muito clara do mercado, dos produtores, que é uma eficiência operacional, um aumento de rentabilidade, de produtividade e o cuidado com o grão", afirma Joel Backes, diretor comercial da MIAC, empresa responsável pela inovação.

O Brasil é o segundo maior produtor e exportador de pimenta-do-reino do mundo, atrás apenas do Vietnã, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE). Com uma produção estimada em 125 mil toneladas em 2024 e valor de R$ 3,67 bilhões, a cultura vem ganhando espaço como alternativa de diversificação no campo.

O Espírito Santo é o maior produtor de pimenta-do-reino do país, responsável por cerca de 60% da safra nacional, seguido pelo Pará e pela Bahia.

Apesar da relevância no cenário global, a produção ainda carrega um desafio histórico, a colheita manual. É justamente nesse ponto que uma inovação aposta na transformação da dinâmica do setor e impulsionar a atividade no Brasil.

“Atendendo a esse mercado, a gente teve um desenvolvimento de três anos focado nesse nicho. A gente teve a experiência com o cliente, de escutar as dores e desenvolver o produto”, afirma.

Máquina lançada na Agrishow mecaniza colheita de pimenta-do-reino e pode reduzir custos com mão de obra. — Foto: Divulgação/MIAC

A produção da pimenta-do-reino começa a partir do segundo ano após o plantio, com maior produtividade a partir do terceiro. A colheita acontece entre julho e novembro e geralmente é feita quase totalmente de forma manual.

“Era totalmente manual, não existia nenhuma mecanização da colheita. O produtor colhe, coloca em baldes para depois transportar todo o produto até o beneficiamento”, explica Backes.

Esse modelo exige grande quantidade de mão de obra e eleva os custos de produção, além de impactar a eficiência logística dentro das propriedades.

Para enfrentar esse gargalo, a empresa lançou a BP Master, uma recolhedora trilhadora de pimenta-do-reino considerada inédita no mundo. O equipamento é acoplado ao trator e realiza, de forma mecanizada, etapas que antes eram feitas manualmente

“A máquina tem um sistema de alimentação contínua, através de uma lona, colocada entre as ruas das plantas de pimenta. Os operadores colhem o cacho da pimenta, jogam sobre a lona e através de um cilindro de trilha, uma peneira, a gente faz toda a trilha do grão, separando o grão de toda a massa folhar, trazendo um ganho operacional imenso”, explica Backes.

Além disso, como o equipamento mantém a integridade do grão de pimenta, há um aumento na qualidade do produto e consequentemente um ganho logístico na propriedade.

Isso porque ele transporta apenas o grão, e não mais o caule e toda a massa folhar que acompanha o momento da colheita.

O CEO explica que, em um hectare, que hoje pode exigir até 100 pessoas trabalhando, a máquina permite fazer o mesmo trabalho com cerca de 20 pessoas.

“O produtor sente no bolso imediatamente, porque, por exemplo, reduzindo 50% da mão de obra, e além, até 20% de ganha de produtividade nessa operação, o custo cai pela metade só na mão de obra, então ele rentabiliza de forma imediata”, afirma Backes.

Equipamento nacional lançado na Agrishow mecaniza colheita de pimenta-do-reino — Foto: Divulgação/MIAC

Atualmente, cerca de 90% da pimenta-do-reino produzida no Brasil é exportada, principalmente para mercados asiáticos e europeus. O setor movimenta bilhões e vem crescendo nos últimos anos, mesmo sem mecanização.

Apesar do avanço, um dos principais desafios ainda é a adaptação dos produtores à nova tecnologia, já que muitos estão acostumados ao modelo tradicional.

“Nos últimos três anos, a produção praticamente dobrou. Com a mecanização, a tendência é crescer ainda mais. A maior barreira é a quebra de paradigma, um produtor que estava acostumado a vida toda fazer isso de forma manual, mas com suporte técnico e assistência no campo, essa transição tende a acontecer”, afirma Backes.

Agrishow 2026: Maior feira de tecnologia agrícola da América Latina tem 900 expositores este ano — Foto: Érico Andrade/g1

Há 36 minutos Eleições 2026 na Bahia Rui Costa e Jaques Wagner lideram a disputa para o SenadoHá 36 minutos56% dos baianos aprovam o governo Jerônimo; 33% desaprovamHá 36 minutosVaga no STFMessias será sabatinado hoje com voto a voto entre governo e oposição

Há 4 horas Política Messias precisa de 41 votos para chegar ao STF; relembre placaresHá 4 horasCCJ, plenário, votação secreta: entenda o ritoHá 4 horasBlog do Octavio GuedesAborto, 8 de janeiro, ‘Bessias’… As polêmicas que devem ser abordadas

Há 10 minutos Blog do Octavio Guedes Relembre os indicados à Corte desde a redemocratizaçãoHá 10 minutosSTF é formado por 11 ministros indicados pelos presidentesHá 10 minutosPonto a pontoEntenda o caso das malas sem raio-X em voo com Ciro Nogueira e Motta

Há 5 horas Política FOTOS mostram momento em que bagagens passam sem fiscalizaçãoHá 5 horasDesigualdade no BrasilObrigatória há 13 anos, pré‑escola não chega a todas as crianças

Há 2 horas Educação Crime organizadoOruam, mãe e irmão são alvos de operação contra o Comando Vermelho

Há 1 hora Rio de Janeiro 🎧 PodcastO ASSUNTO: os impactos no petróleo da saída dos Emirados Árabes da Opep

Há 2 horas O Assunto Saída dos Emirados Árabes é um duro golpe para Arábia SauditaHá 2 horasGuerra no Oriente MédioIrã diz que só reabrirá Estreito de Ormuz após fim definitivo da guerra

Há 4 horas Mundo ‘Chega de bancar o bonzinho’, diz Trump em nova ameaçaHá 4 horasTrump diz que o rei Charles não quer o Irã com armas nuclearesHá 4 horasPassaporte, moeda e prédiosComo Trump tem estampado o próprio rosto em símbolos públicos

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

BYD se prepara para lançar nova picape no Brasil para competir com Fiat Toro; veja modelo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 08:53

RIBEIRÃO E FRANCA Agrishow 2026 BYD se prepara para lançar nova picape no Brasil para competir com Fiat Toro; veja modelo Marca expõe maquete do novo utilitário na Agrishow em Ribeirão Preto (SP). Expectativa de lançamento é para o final de 2026. Por Beatriz Jacomini, g1 Ribeirão e Franca

Uma maquete em tamanho natural do modelo que vem sendo chamado de Mako pode ser vista no estande da montadora na Agrishow, em Ribeirão Preto.

O utilitário com caçamba terá variações que visam atender tanto o público do campo quanto da cidade.

O lançamento amplia o leque de picapes da montadora no país. Atualmente, a BYD tem o modelo Shark, vendido a R$ 316,8 mil.

A Mako deve estar nas lojas com preço mais acessível. A ideia é que ela concorra com modelos como Fiat Toro e Ford Maverick, que custam a partir de R$ 159 mil.

A BYD colocou no radar do público o lançamento de uma nova picape durante a Agrishow, principal feira de tecnologia para o agronegócio do Brasil, que acontece até sexta-feira (1º) em Ribeirão Preto (SP).

Uma maquete em tamanho natural do modelo que vem sendo chamado de Mako pode ser vista no estande da montadora no evento. Ela será lançada para brigar com modelos da Fiat e da Ford.

Segundo o supervisor de comunicação da BYD Victor François, o protótipo é uma espécie de spoiler e ainda pode passar por alterações. O utilitário com caçamba terá variações que visam atender tanto o público do campo quanto da cidade.

"A ideia é que a partir da Shark, nosso showcase de caminhonetes, a gente vá desdobrando outros modelos para outros nichos de mercado, com diferentes enfoques e posicionamentos", diz.

BYD exibe modelo da nova picape Mako, que será lançada no segundo semestre de 2026 — Foto: Matheus Vinícius/g1

O lançamento amplia o leque de picapes da montadora no país. Atualmente, a BYD tem o modelo Shark, vendido a R$ 316,8 mil, segundo a tabela FIPE de 2026. Shark, em inglês, quer dizer tubarão. Mako é uma raça veloz da espécie.

De acordo com François, a Mako deve estar nas lojas com preço mais acessível. A ideia é que ela concorra com modelos como Fiat Toro e Ford Maverick, que custam a partir de R$ 159 mil nas concessionárias.

A Shark é a única do mercado das picapes que segue o formato híbrido. A previsão é que a Mako tenha a mesma característica e uma versão 4×4.

"Por enquanto, informações técnicas eu não posso abrir ainda, mas o mercado vai gostar muito do que a BYD vai lançar. A princípio, a marca só trabalha com carros elétricos e híbridos, então, seguindo a linha da Shark, a gente está falando aí de um modelo híbrido", afirma.

BYD exibe modelo da nova picape Mako, que será lançada no segundo semestre de 2026 — Foto: Matheus Vinícius/g1

A expectativa é que a Mako também seja produzida em Camaçari (BA), como o Dolphin Mini e o Song Pro.

"A princípio, a nossa fábrica na Bahia tem capacidade para produzir todos os modelos, então a gente vai estudando a aceitação de mercado. A ideia é que a gente possa produzir todos os modelos dos top sellers na Bahia, mas a princípio está no radar."

Zema afirma que equilíbrio de poderes depende de Supremo 'sem rabo preso'Robôs movidos a energia solar 'moram' no campo e combatem pragas com IATecnologia que mede ‘suor’ das plantas ajuda a salvar colheitas; entendaAgrishow 2026: Veja FOTOS da maior feira de tecnologia agrícola da América Latina

BYD exibe modelo da nova picape Mako, que será lançada no segundo semestre de 2026 — Foto: Matheus Vinícius/g1

Há 7 minutos Eleições 2026 na Bahia Rui Costa e Jaques Wagner lideram a disputa para o SenadoHá 7 minutos56% dos baianos aprovam o governo Jerônimo; 33% desaprovamHá 7 minutosEntenda investigação da PF sobre malas sem raio-X em voo com Ciro Nogueira e Motta

Caso aconteceu no retorno de viagem a ilha caribenha em avião de empresário investigado na CPI das Bets. Moraes pede para a PGR se manifestar.

Há 54 minutos Política Vaga no STFMessias será sabatinado hoje com voto a voto entre governo e oposição

Há 3 horas Política Messias precisa de 41 votos para chegar ao STF; relembre placaresHá 3 horasCCJ, plenário, votação secreta: entenda o ritoHá 3 horasBlog do Octavio Guedes5 temas polêmicos que devem ser questionados na sabatina de Messias

Há 3 horas Blog do Octavio Guedes Relembre os indicados à Corte desde a redemocratizaçãoHá 3 horasSTF é formado por 11 ministros indicados pelos presidentesHá 3 horasDesigualdade no BrasilObrigatória há 13 anos, pré‑escola não chega a todas as crianças

Há 2 horas Educação Crime organizadoOruam, mãe e irmão são alvos de operação contra o Comando Vermelho

Há 46 minutos Rio de Janeiro 🎧 PodcastO ASSUNTO: os impactos no petróleo da saída dos Emirados Árabes da Opep

Há 2 horas O Assunto Saída dos Emirados Árabes é um duro golpe para Arábia SauditaHá 2 horasGuerra no Oriente MédioIrã diz que só reabrirá Estreito de Ormuz após fim definitivo da guerra

0

PREVIOUS POSTSPage 10 of 147NEXT POSTS