RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Ações de viagens despencam após conflito entre EUA e Irã provocar pior interrupção desde a pandemia

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/03/2026 15:06

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1720,74%Dólar TurismoR$ 5,3810,69%Euro ComercialR$ 6,051-0,3%Euro TurismoR$ 6,313-0,19%B3Ibovespa188.832 pts0,02%MoedasDólar ComercialR$ 5,1720,74%Dólar TurismoR$ 5,3810,69%Euro ComercialR$ 6,051-0,3%Euro TurismoR$ 6,313-0,19%B3Ibovespa188.832 pts0,02%MoedasDólar ComercialR$ 5,1720,74%Dólar TurismoR$ 5,3810,69%Euro ComercialR$ 6,051-0,3%Euro TurismoR$ 6,313-0,19%B3Ibovespa188.832 pts0,02%Oferecido por

Telão mostra voos cancelados para o Oriente Médio no aeroporto internacional de Hong Kong. — Foto: Tyrone Siu/Reuters

As ações do setor de viagens despencavam nesta segunda-feira (2), acumulando perdas de US$ 22,6 bilhões (R$ 117,5 bilhões) segundo a Reuters. O conflito entre Estados Unidos, Israel e Irã afetou voos em todo o mundo, levou ao fechamento de importantes hubs no Oriente Médio e provocou a disparada nos preços do petróleo.

Dubai, o hub internacional mais movimentado do mundo, e Doha permaneceram fechados pelo terceiro dia consecutivo, deixando dezenas de milhares de passageiros retidos. O setor aéreo enfrenta seu maior desafio desde a pandemia de Covid-19. Nesta segunda-feira (2), a Jordânia se tornou o mais recente país da região a fechar parcialmente seu espaço aéreo.

Os preços do petróleo chegaram a saltar 13%, atingindo o nível mais alto desde janeiro de 2025, à medida que Irã e Israel intensificavam os ataques, aumentando a expectativa de custos mais altos de combustível para as companhias aéreas.

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As ações das companhias aéreas americanas caíram na abertura dos mercados nesta segunda-feira, com American Airlines e United Airlines recuando mais de 6%.

Um grupo de 29 companhias aéreas, redes hoteleiras e agências de viagens líderes da Europa, Ásia e América do Norte perdeu um total de US$ 22,6 bilhões (R$ 117,5 bilhões) em valor de mercado nesta segunda-feira, segundo cálculos da Reuters.

A empresa de análise de aviação Cirium informou que pelo menos 1,5 mil voos foram cancelados nesta segunda-feira, totalizando mais de 4 mil cancelamentos desde sábado.

As ações da TUI, a maior empresa de viagens da Europa, caíam 9,6%, enquanto a Lufthansa recuava 5,7% e a IAG, controladora da British Airways, perdia 5,4%. A rede hoteleira Accor e a empresa de cruzeiros Carnival também registravam quedas acentuadas.

“Todas as companhias aéreas estão lotadas e todos os voos estão lotados porque as pessoas estão tendo que aceitar o que podem”, disse Paul Charles, chefe da consultoria de viagens PC Agency, que ficou preso no exterior à Reuters. Charles disse que as aeronaves e as tripulações estavam espalhadas pelo mundo nos lugares errados, em um “cenário de pesadelo”.

Analistas destacam o aumento dos custos com combustível, os cancelamentos e as despesas com redirecionamentos como os principais pontos de pressão para as companhias aéreas. JPMorgan, Goodbody e Citi apontam a Wizz Air como a companhia aérea europeia mais exposta devido à sua grande presença em Israel. As ações da empresa caíam 7% nesta segunda-feira.

A Etihad, de Abu Dhabi, retomou alguns voos, enquanto o Aeroporto Ben Gurion, em Israel, informou que reabrirá de forma limitada.

A autoridade de aviação civil dos Emirados Árabes Unidos começará a operar “voos especiais” nos aeroportos do país, informou a agência estatal WAM, como parte dos esforços para permitir que parte das dezenas de milhares de passageiros retidos no Oriente Médio deixe a região.

Mesmo antes do conflito, o setor já estava sob pressão, já que viajantes preocupados com os custos vinham evitando viagens mais caras. A Norwegian Cruise Line Holdings previu, nesta segunda-feira, lucro em 2026 abaixo do esperado.

Muitas companhias aéreas do Oriente Médio continuavam cancelando voos. A flydubai suspendeu todos os voos de e para Dubai até as 15h (8h, no horário de Brasília) de terça-feira.

As ações das companhias aéreas asiáticas também foram afetadas: a japonesa ANA Holdings, a Air China, a China Eastern Airlines e a malaia AirAsia X caíram pelo menos 4%. A Cathay Pacific cancelou todos os voos para o Oriente Médio — incluindo Dubai e Riad — e isentou as taxas de remarcação.

A Singapore Airlines cancelou voos de e para Dubai até 7 de março, enquanto a Japan Airlines suspendeu os serviços entre Tóquio e Doha.

O analista independente de aviação Brendan Sobie afirmou à Reuters que as companhias aéreas indianas estão particularmente expostas devido às frequências intensas de voos para o Oriente Médio — que atendem trabalhadores migrantes — e à proibição do uso do espaço aéreo do Paquistão em voos de e para a Europa.

A Air India cancelou voos entre a Índia e Zurique, Copenhague, Birmingham, Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Israel e Catar, e informou que voos para Nova York e Newark farão reabastecimento em Roma.

Os efeitos em cadeia afetaram viajantes em todo o mundo. Dubai foi o aeroporto internacional mais movimentado do mundo em 2024, com 92 milhões de passageiros, de acordo com o Conselho Internacional de Aeroportos, à frente de Heathrow, em Londres, por 13 milhões. Doha ficou em 10º lugar.

A Lufthansa cancelou voos de passageiros de e para os Emirados Árabes Unidos, mas tentou deslocar um jato Airbus de Dubai para Munique sem passageiros.

Passageiros da Qatar Airways em Sydney disseram à Reuters que se apressaram para reorganizar suas viagens com pouca informação. Ascanio Giorgetti, 16, e sua mãe, Alessandra Giorgetti, italianos, descobriram que seu voo para Milão via Doha havia sido cancelado. Eles conseguiram uma rota alternativa para casa via Los Angeles, em outra companhia aérea.

“Não temos nenhuma informação, nenhuma resposta no telefone da Catar (Airways)”, disse ela, acrescentando que as passagens custaram 4 mil euros.

Jenni e Doug Stewart, ambos com 78 anos, estavam voando de Sydney para a Escócia via Doha quando seu voo voltou para Melbourne, antes de seguir para Sydney. “Fomos informados de que o espaço aéreo havia sido fechado”, disse Jenni. “Estava caótico em Melbourne, centenas de pessoas procurando até mesmo a mais vaga informação”, disse Doug à Reuters.

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Link Brazil Miami desembarca nos EUA com planos de crescimento

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/03/2026 13:16

Economia Especial Publicitário Link Brazil Miami desembarca nos EUA com planos de crescimento Primeira unidade em Miami já opera com varejo, atacado e e-commerce, conectando tradição brasileira ao mercado americano. Por LINK BRAZIL MIAMI

A Link Brazil, rede de mercado brasileiro especializada em produtos brasileiros e latinos que conta com mais de 20 lojas na Europa, inaugurou, em dezembro de 2025 sua primeira unidade nos Estados Unidos, localizada na região norte de Miami. Com investimento em estrutura moderna e atendimento diferenciado, a empresa familiar aposta no mercado norte-americano e já planeja expandir as operações para Orlando.

"Miami foi a escolha natural para nossa entrada nos EUA. É uma região com forte presença latina, onde identificamos uma demanda real por um mercado completo, que oferecesse produtos de qualidade com aquele atendimento brasileiro, carinhoso e personalizado", afirma Felipe Alves Camargo, um dos sócios da empresa ao lado de Cecília Alves Camargo e Sirlei Alves Camargo.

À frente do marketing da Link Brazil Miami, Ariele Camargo lidera a estratégia de comunicação da marca com foco em inovação e proximidade com o público. A proposta é ir além das campanhas tradicionais, criando conteúdos interativos, ações nas redes sociais e experiências que conectem a comunidade ao dia a dia da loja, fortalecendo o relacionamento com os clientes e tornando a marca cada vez mais presente na rotina dos brasileiros e latinos da região.

Sobre a atuação na Europa, Gustavo Facipieri e a mulher, Mônica Martinazzo, foram os responsáveis pela criação do modelo e aplicação no continente. São, ao todo, 20 lojas.

A Link Brazil Miami opera com um modelo de negócio diversificado, atuando em três frentes: loja física para o consumidor final, atacado e distribuição B2B. "Queremos atender desde a família que vem fazer a compra do mês, o restaurante brasileiro que precisa de fornecedor confiável até a grande rede de Churrascaria com altas demandas", explica Ademir Mendes Jr., responsável pela operação da loja em Miami. “E quem quiser praticidade, a opção é o delivery através do site para comprar online”, acrescenta.

O mix de produtos é pensado estrategicamente para unir o melhor dos dois mundos: itens que os latinos sentem falta de suas terras natais e produtos americanos de qualidade. "Temos chimarrão, tererê, churrasco, picanha brasileira, argentina e australiana. É um pedaço do Brasil misturado com o que a América tem de melhor", destaca Mendes.

Entre os diferenciais da loja estão parcerias com marcas consolidadas como Goya Foods e Alimentos Zaeli. “Neste mês, fechamos uma importante parceria com um relevante distribuidor de carne para atendermos à região de Miami, do cliente final até as grandes redes. E não paramos por aí. Em breve, deveremos também contar com frutas típicas do Brasil e com nosso saboroso açaí da nossa marca” reforça Facipieri.

"Não queríamos ser apenas mais um mercado, e sim criar um ambiente onde as pessoas se sentissem bem, acolhidas. Por isso investimos em limpeza, organização, preço justo e cumprimento rigoroso de todas as normas e legislações americanas", ressalta Cecilia.

Para fidelizar os clientes, a Link Brazil criou um programa de pontos que oferece descontos progressivos. "Queremos que nossos clientes se sintam em casa e sejam recompensados pela confiança em nossa marca. O cadastro é super fácil e rápido e feito no caixa ou através do nosso site", explica Sirlei.

A localização estratégica na região norte de Miami foi escolhida justamente por atender uma população latina ampla que estava carente de um mercado completo com essas características. "Identificamos que faltava aqui um lugar que combinasse variedade, qualidade e preço justo. E isso tem chamado atenção não só dos latinos, mas também dos americanos que querem conhecer novos sabores e produtos", completa Mendes Jr.

Mercearia completa: Desde temperos específicos até massas, molhos, conservas, grãos e cereais. Tudo de que você precisa para preparar um almoço de domingo como se estivesse no Brasil ou em qualquer outro país da América do Sul.Bebidas autênticas: Refrigerantes brasileiros, sucos de marcas conhecidas, água de coco, mate, chás, guaraná e todas aquelas bebidas que fazem parte da rotina.Congelados: Pães congelados, do francês até a baguete cubana. A loja também com pão de queijo, coxinhas, kibes, taquitos, tostones croquettes e plátanos.Café e Queijos: Queijos brasileiros e o incomparável café brasileiro para dar aquela animada no dia da agitada Miami.Biscoitos e Doces: A loja conta com os produtos de toda lembrança dos brasileiros, desde o biscoito de coco até aquele recheado de chocolate.Churrasco: Cortes tradicionais e conhecidos pelo público latino, Picanhas, Maminhas, Costelas, T-bone Steak, Tomahawk e as melhores linguiças que não podem faltar no churrasco. Os clientes encontram também diversas marcas de farofas, sal grosso e utensílios para o seu churrasco perfeito.Higiene e limpeza: Produtos de marcas conhecidas para cuidados pessoais e limpeza doméstica, porque às vezes até o cheiro do sabão em pó faz diferença. Com uma grande atenção à nova linha de produtos eco-friendly para a limpeza pesada, que pode ir de casas até grandes estabelecimentos.

A loja de Miami está localizada na 20252 NE 15th Ct, Miami, FL 33179!, região de North Miami Beach, ao norte da cidade de Miami, em um bairro predominantemente residencial e comercial com fácil acesso às principais vias da área metropolitana. Fica próxima à fronteira com o Condado de Broward e o Condado de Miami-Dade.

A região tem boa conectividade viária, especialmente por meio de grandes corredores que facilitam deslocamentos para o centro de Miami, o norte do condado e outras cidades próximas:

I-95. Uma das principais rodovias do leste dos Estados Unidos, passa a uma curta distância da área e é a principal ligação para o centro de Miami ao sul e Fort Lauderdale ao norte.NE 163rd Street / Miami Gardens Drive. Via importante que corta o bairro de East Little River e conecta bairros residenciais a áreas comerciais.Biscayne Boulevard (U.S. 1). A poucos minutos de carro, é uma das áreas urbanas mais tradicionais de Miami, ligando diversas comunidades.

O entorno inclui bairros como North Miami Beach, Miami Gardens, Aventura e Sunny Isles. Há concentrações de estabelecimentos comerciais de bairros próximos, incluindo mercados, restaurantes e serviços locais. Além disso, a região está perto de vários shopping centers e pontos turísticos conhecidos pelo público Brasileiro, próxima ao Aventura Mall, Skylake Mall, Gulfstream Park Racing and Casino, Dania Pointe, Hollywood Beach Broadwalk e Sunny Isles Beach.

Os próximos passos direcionam a Link Brazil para Orlando. “A Link Brazil Miami reafirma o compromisso de levar o modelo de negócio que deu certo na Europa com a Link Brazil para o mercado norte-americano, sempre mantendo o DNA familiar e o atendimento que faz a diferença”, comenta Felipe Camargo.

Assim como movimentou a economia de Miami, a expansão promoverá oportunidades de emprego em Orlando e a instalação da loja física em local estratégico.

O melhor do Brasil não precisa ficar só nas lembranças. Pode estar bem pertinho, ao alcance de uma visita ao mercado. O melhor do Brasil bem perto de você.

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Estreito de Ormuz: guerra no Oriente Médio coloca em risco rota vital do petróleo mundial; conheça

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/03/2026 12:40

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1971,22%Dólar TurismoR$ 5,3930,92%Euro ComercialR$ 6,0780,13%Euro TurismoR$ 6,3260,02%B3Ibovespa188.551 pts-0,12%MoedasDólar ComercialR$ 5,1971,22%Dólar TurismoR$ 5,3930,92%Euro ComercialR$ 6,0780,13%Euro TurismoR$ 6,3260,02%B3Ibovespa188.551 pts-0,12%MoedasDólar ComercialR$ 5,1971,22%Dólar TurismoR$ 5,3930,92%Euro ComercialR$ 6,0780,13%Euro TurismoR$ 6,3260,02%B3Ibovespa188.551 pts-0,12%Oferecido por

Ataques dos Estados Unidos e Israel ao Irã levaram à interrupção da navegação no Estreito de Ormuz, crucial para o escoamento de petróleo.

A guerra provocou uma alta de 13% no preço do petróleo, que superou US$ 82 por barril, o maior nível desde janeiro de 2025.

Localizado entre Omã e Irã, o estreito é responsável pelo transporte de até 20,8 milhões de barris de petróleo e gás diariamente.

O Irã já ameaçou fechar a passagem em outros conflitos, mas historicamente evita bloqueios prolongados devido a retaliações.

Os Estados Unidos mantêm uma forte presença militar no Golfo Pérsico desde os anos 1980 para garantir a segurança da navegação.

Os ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irã no último fim de semana levaram ao fechamento do Estreito de Ormuz, a principal rota marítima para o escoamento do petróleo do Oriente Médio.

A interrupção da navegação acendeu um alerta nos mercados internacionais, já que pode elevar o preço dos combustíveis e encarecer produtos e serviços em vários países.

Localizada entre Omã e o Irã, essa passagem é responsável pelo transporte de cerca de 20% de todo o petróleo comercializado no mundo e serve de rota para os navios que saem da região produtora rumo à Ásia, à Europa e às Américas.

O agravamento do conflito no Oriente Médio levou países da região a interromper, por precaução, a produção de petróleo e gás, o que provocou forte alta nos preços da energia.

Na abertura dos mercados internacionais, na noite de domingo (1), o petróleo disparou cerca de 13% e superou US$ 82 por barril — o maior nível desde janeiro de 2025 — diante do temor de bloqueios no Estreito de Ormuz, uma das rotas mais importantes do comércio mundial de energia.

Conheça o Estreito de Ormuz e entenda por que ele é crucial para o abastecimento global de petróleo.

A história do Estreito de Ormuz é marcada por sua importância como corredor comercial e, mais recentemente, como ponto estratégico da energia mundial.

Nos séculos 16 e 17, potências europeias disputaram o controle da região para proteger suas rotas marítimas.

No século 20, a descoberta de grandes reservas de petróleo no Golfo Pérsico ampliou a relevância do estreito. Após a Segunda Guerra Mundial, ele se consolidou como via essencial para o transporte de petróleo do Oriente Médio para outros continentes.

Durante a guerra entre Irã e Iraque (1980–1988), navios petroleiros foram atacados, e os Estados Unidos passaram a escoltar embarcações.

Desde então, o estreito é um dos principais focos de tensão geopolítica. O Irã já ameaçou fechá-lo em resposta a sanções e conflitos com os Estados Unidos e Israel, embora nunca tenha interrompido a navegação por longos períodos.

Atualmente, uma fatia expressiva do petróleo consumido no mundo passa por Ormuz, além de grande parte do gás exportado pelo Catar, o que faz qualquer conflito na região impactar os preços da energia e os mercados globais.

Entre o início de 2022 e maio deste ano, passaram diariamente pela região entre 17,8 milhões e 20,8 milhões de barris de petróleo bruto, condensado ou combustíveis, segundo dados da plataforma de monitoramento marítimo Vortexa.

Países da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) como Arábia Saudita, Irã, Emirados Árabes Unidos, Kuwait e Iraque escoam a maior parte de sua produção por essa rota, sobretudo para a Ásia.

Para reduzir a dependência do estreito, Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita investem em alternativas terrestres.

O Catar, um dos maiores exportadores de gás natural liquefeito do mundo, envia quase toda a sua produção por Ormuz.

De acordo com a Administração de Informação de Energia dos Estados Unidos, os oleodutos existentes nesses países tinham capacidade ociosa de cerca de 2,6 milhões de barris por dia, que poderia ser usada para contornar o estreito (dados de junho do ano passado).

Os Estados Unidos são o principal país responsável por garantir a segurança da navegação comercial no Estreito de Ormuz, mas atuam junto com aliados.

Desde os anos 1980, após ataques a petroleiros na guerra entre Irã e Iraque, os EUA mantêm uma forte presença militar no Golfo Pérsico por meio da Marinha dos Estados Unidos.

Nesta segunda-feira (2), os mercados iniciaram a semana em clima de tensão diante do agravamento do conflito no Oriente Médio, após ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã. O impacto mais imediato foi sobre os preços da energia.

Na abertura dos mercados, o petróleo disparou cerca de 13%, ultrapassando os US$ 82 por barril, o maior patamar desde janeiro de 2025. Por volta das 10h18 (horário de Brasília), o Brent subia 8,30%, cotado a US$ 78,92, e o WTI ganhava 7,74%, negociado a US$ 72,19.

Após bombardeios e ataques com drones envolvendo Israel, Estados Unidos e Irã, diversos países da região interromperam preventivamente suas operações no setor de energia.

O Catar suspendeu a produção de gás natural liquefeito depois que uma instalação foi atingida por drones;A Arábia Saudita fechou temporariamente, por motivos de segurança, sua maior refinaria, em Ras Tanura;No Curdistão iraquiano, quase toda a produção de petróleo foi paralisada;Em Israel, o governo determinou a interrupção das atividades em grandes campos de gás no mar, como Leviatã e Tamar;No Irã, explosões foram registradas nas proximidades da ilha de Kharg, responsável pela maior parte das exportações de petróleo do país.

Em momentos de crise, Teerã costuma ameaçar bloquear o Estreito de Ormuz, mas historicamente evita manter a medida por longos períodos devido ao risco de retaliação internacional.

Desta vez, porém, analistas consideram o cenário mais sensível em razão da intensidade dos confrontos e do envolvimento direto de grandes potências.

Para os mercados, a principal incógnita é o tempo de duração da interrupção da navegação. Se o tráfego for normalizado rapidamente, os preços tendem a recuar, embora devam permanecer elevados.

Caso contrário, cresce o risco de que o barril atinja novas máximas e de que o gás natural volte a níveis observados em conflitos anteriores.

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Cinco dias podem transformar um negócio? Empreendedores contam o impacto do Empretec

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 02/03/2026 12:40

Empreenda com Sebrae Especial Publicitário Cinco dias podem transformar um negócio? Empreendedores contam o impacto do Empretec Voltada a quem busca sair da inércia, imersão estimula o desenvolvimento de habilidades práticas e de um olhar mais estratégico para os negócios. Por Sebrae

Josi Oliveira, empreendedora do setor de beleza e bem-estar, transformou seu negócio após o Empretec, seminário prático criado pela ONU e aplicado pelo Sebrae — Foto: divulgação

Em cinco dias comuns, de segunda a sexta, o empreendedor reage: resolve problemas, delega tarefas, apaga incêndios… Mas, quando não encontra espaço no dia a dia para planejar o negócio e olhar além do curto prazo, acaba inovando pouco e corre o risco de perder eficiência e visão de futuro. Era nesse ritmo intenso que Josi Oliveira, de 37 anos, se via. A pernambucana, que vive em São Paulo há 17 anos, buscava o crescimento de seu negócio, a JLR Beauty House.

Sua jornada empreendedora começou em janeiro de 2020, como sócia de uma esmalteria. Três meses depois, assumiu o negócio integralmente. Enfrentou a pandemia e consolidou os serviços em um conceito três em um: salão de beleza, esmalteria e estética corporal e facial. A mudança foi ditada pelo público: inserida em um ambiente corporativo, Josi percebeu que suas clientes precisavam otimizar tempo. Assim, o espaço foi desenhado para oferecer serviços rápidos com qualidade.

Cinco anos se passaram, e Josi estava cheia de incertezas: seu sonho, a formatação de franquias, permanecia parado. Foi quando um amigo lhe perguntou: “Você já pensou em fazer o Empretec?” Aquela pergunta, junto com um pouco de coragem, foi o que ela precisava para pausar a rotina e se dedicar. À época, em seis dias de imersão, Josi conseguiu fazer aquilo que estava parado não apenas andar, mas correr

Criado em 1988 pela Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD), órgão da ONU, o Empretec não é um curso comum. Essa imersão para empreendedores é totalmente prática. A metodologia se estrutura nas 10 Características do Comportamento Empreendedor (CCEs), vivenciadas de forma intensa ao longo do seminário: busca de oportunidades, persistência, comprometimento, exigência de qualidade e eficiência, riscos calculados, definição de metas, busca de informações, planejamento e monitoramento sistemático, persuasão e rede de contatos e, por fim, independência e autoconfiança.

“O Empretec dá a noção dos desafios do dia a dia de um empresário e mostra as áreas que você precisa entender: planejamento, comercial, finanças, marketing, fornecedores… Posso até chamar de um test drive empresarial. No fim, você tem duas opções: encarar o negócio ou perceber que ele não é para você”, conta Josi.

No Brasil, o Empretec é executado com exclusividade pelo Sebrae, sendo o país mais bem-sucedido no mundo na aplicação da metodologia, concentrando cerca de 70% de todas as formações globais. Atualizado para acompanhar o ritmo do mercado, o programa passou de seis para cinco dias de duração, com dez horas de atividades on-line e 50 horas presenciais, somadas a um diferencial: ambientes interativos e jogos digitais.

Durante esse período, não basta assistir a palestras: é preciso planejar, executar e tomar decisões sob pressão. Para Josi, o choque de realidade abriu a mente não só para o sonho das franquias sair do papel, mas também para novas possibilidades. “O meu maior aprendizado com o Empretec foi enxergar as oportunidades que a gente deixa passar e perceber como um olhar diferente pode tirar você da estagnação. Fiz a imersão em junho de 2025 e, em outubro, já estava lançando a franquia e quatro produtos próprios na Feira do Empreendedor", lembra.

Manicure tradicional, escova expressa, design de sobrancelha e limpeza de pele são os carros-chefes do negócio 3 em 1 de Josi — Foto: divulgação

Os efeitos da imersão não terminaram no último dia. Josi passou a assumir, de fato, o papel de gestora. O planejamento virou regra, com metas anuais, revisões semestrais e ajustes trimestrais. Assim, unindo processos internos mais claros e uma estratégia de marketing estruturada, o resultado apareceu rápido: do fim de 2025 até agora, o número de interessados na franquia saltou de oito para 12 pessoas. Embora a atuação seja na capital paulista, a expansão do negócio já mira o interior do estado e a região santista.

O modelo da JLR Beauty House projeta uma margem de lucro entre 30% e 35% aos franqueados, além de diferenciais competitivos: suporte humanizado desde a implantação, apoio na formação de equipe, treinamento dos profissionais, entradas flexíveis e parcerias de financiamento. Paralelamente, a empresa investe em inovação, com uso de inteligência artificial para automação e autoatendimento, bem como o desenvolvimento de um aplicativo próprio. Convicta do impacto da metodologia, Josi tornou a participação no Empretec um pré-requisito para qualquer franqueado da rede.

E essa experiência transformadora em cinco dias intensos não se encerra nessa história. Natalia Fogaça e Davi Amorim, casal à frente de uma hamburgueria temática inspirada em séries e filmes, também viveram o Empretec como um processo de autoconhecimento e definição de metas. Veja!

O Empretec é aplicado em diferentes formatos, conforme o perfil do empreendedor. O modelo tradicional é voltado a líderes de negócios; o Empretec Rural, com 60 horas presenciais, atende quem atua no agronegócio; e o Startup, com 50 horas de imersão, é direcionado a quem busca escalar modelos inovadores. Para quem já passou pela experiência, o Arena propõe soluções ágeis, com foco em inovação e resultados práticos, reunindo 10 horas de atividades on-line e 40 horas de imersão presencial.

“Esta iniciativa visa ao desenvolvimento do comportamento empreendedor com a identificação de novas oportunidades de negócios e proporciona aos participantes melhoria no desempenho empresarial, maior segurança na tomada de decisões e ampliação da visão de oportunidades. É uma ferramenta ideal para que os participantes possam desenvolver suas competências empreendedoras na prática”, destaca Décio Lima, presidente do Sebrae.

Para participar do Empretec é preciso realizar um processo seletivo conduzido pelo Sebrae em cada estado e considerar a disponibilidade de turmas, datas e possíveis subsídios. A seleção inclui uma entrevista comportamental de cerca de 50 minutos, que hoje pode contar com apoio de inteligência artificial para maior agilidade. Mais do que analisar o negócio, o processo busca entender se o empreendedor está em um momento adequado para vivenciar a intensidade da imersão e extrair dela o máximo potencial.

Ao olhar para trajetórias como a de Josi e para os mais de 400 mil empreendedores formados pelo Empretec ao longo de seus 32 anos no Brasil, fica evidente que, sim: cinco dias podem significar um despertar profundo para o empreendedor.

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Governo proíbe comercialização de marca de palmito em conserva; veja qual

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/03/2026 11:02

Agro Governo proíbe comercialização de marca de palmito em conserva; veja qual Empresa Palmito Lemos não tinha licença sanitária para funcionar ou comprovação de boas práticas de produção. Por Vivian Souza

A agência identificou ausência de boas práticas de fabricação e controle de qualidade do produto.

A marca Palmito Lemos foi proibida de comercializar qualquer lote do produto. A medida foi determinada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e divulgada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (2).

Segundo a Anvisa, a empresa não tinha licença sanitária para funcionar ou comprovações de boas práticas de produção.

Também foi identificada a ausência de análise de riscos, controles de garantia e registros dos lotes e do nível de acidez no palmito em conserva, conforme os padrões de identidade e qualidade exigidos.

Além da comercialização, a empresa não pode fabricar, distribuir, usar ou realizar propagandas do produto.

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Liquidez está preservada, mas BRB precisa incrementar capital para se proteger, diz parecer

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/03/2026 10:05

Distrito Federal Liquidez está preservada, mas BRB precisa incrementar capital para se proteger, diz parecer Documento recomenda aprovação de PL que autoriza uso de nove imóveis públicos do DF para ajudar a recapitalizar o banco. Por Thiago Resende, Iana Caramori, TV Globo e g1 DF

Um parecer interno do Banco de Brasília (BRB), assinado neste domingo (1º) pela Associação de Advogados do banco, aponta que a liquidez da instituição está "preservada", mas que há necessidade de incrementar o capital do BRB.

O documento a qual o g1 teve acesso recomenda a aprovação pela Câmara Legislativa (CLDF) do projeto de lei que autoriza o uso de nove imóveis públicos do DF para ajudar a recapitalizar o banco.

"Trata-se menos de “salvar” o BRB e mais de proteger e capitalizar um ativo público rentável e essencial ao DF — preservando empregos, empresas e programas sociais — contra um evento extraordinário, com salvaguardas robustas e fiscalização contínua", aponta a nota técnica.

Ainda de acordo com o parecer, "o banco mantém liquidez para honrar compromissos de curto prazo e operar normalmente".

O presidente do BRB, Nelson Antônio de Souza, está na CLDF para detalhar a situação patrimonial do banco. Os deputados devem voltar a se reunir no período da tarde para discutir o PL.

Entre 2024 e 2025, o BRB injetou R$ 16,7 bilhões para o Master. Desses, segundo a Polícia Federal, pelo menos R$ 12,2 bilhões envolvem operações em que há fortes indícios de fraude.

➡️Ao longo de meses, o BRB tentou fechar um acordo para comprar o Banco Master. A operação tinha o apoio do governador do DF, Ibaneis Rocha (MDB), mas foi barrada pelo Banco Central.

➡️O Ministério Público Federal identificou "indícios de participação consciente dos dirigentes do BRB no suposto esquema fraudulento engendrado pelos gestores do Banco Master".

➡️ Nelson Antônio de Souza assumiu o BRB após a operação Compliance Zero, em novembro de 2025, mirar o então presidente do banco, Paulo Henrique Costa. A atual gestão do BRB e uma auditoria independente seguem investigando a situação interna da instituição.

Apesar de dizer que não é uma operação de salvamento, a associação não descarta o pior cenário: a liquidação do banco pelo Banco Central se os níveis prudenciais de capital não forem recompostos.

Banco Central determina que BRB reserve R$ 3 bilhões para manter operações em segurança — Foto: Reprodução/TV Globo

Se houver acordo, o projeto de lei de autoria do governador Ibaneis Rocha (MDB) sobre o uso dos imóveis para reforçar o capital do BRB pode ser pautado para votação nesta terça (3). Deputados de oposição e até aliados de Ibaneis, no entanto, vêm expressando resistência ao tema.

Do ponto de vista dos parlamentares de oposição, o projeto é visto como uma manobra para "salvar o calendário eleitoral" dos agentes políticos — Ibaneis Rocha, Celina Leão e aliados —, e não para salvar o patrimônio do BRB.

O governo Ibaneis esperava ter aprovado o projeto ainda em fevereiro. Quanto maior o "atraso", mais complicadas ficam as condições do BRB para captar dinheiro no mercado financeiro.

🔎 O governador Ibaneis nunca enfrentou dificuldades para aprovar os projetos que enviou à Câmara Legislativa desde que assumiu o Palácio do Buriti, em 2019.

🔎 O texto sobre os imóveis é visto como "teste" para saber o quanto o escândalo do Banco Master abalou o apoio de Ibaneis junto a seus aliados.

Enquanto aguarda o aval da Câmara Legislativa para usar esses imóveis, o BRB já convocou uma assembleia de acionistas para "incorporar" esses valores ao patrimônio. A reunião virtual está marcada para 18 de março.

A proposta que será levada aos investidores prevê emitir até 1,67 bilhão de ações ordinárias para captar dinheiro no mercado e reforçar o patrimônio da instituição.

💰Com essa emissão, o BRB espera aumentar o próprio capital social do banco em, no mínimo R$ 529 milhões – e, no máximo, R$ 8,86 bilhões de reais.

💰Hoje, o capital social do BRB é de R$ 2,34 bilhões. Ou seja: se conseguir captar o montante máximo, o BRB passaria a um capital de R$ 11,2 bilhões – cifra quase quatro vezes maior que o valor atual.

➡️ No início de fevereiro, o BRB entregou ao Banco Central um "plano preventivo" com medidas para recompor seu patrimônio e evitar o descumprimento de regras de solidez do mercado financeiro brasileiro.️ O documento é mantido sob sigilo.

O empréstimo, que pode inclusive ser tomado junto ao Fundo Garantidor de Crédito, é uma das hipóteses citadas pelo BRB no plano "preventivo" entregue ao Banco Central há duas semanas, segundo apurou o g1.

Se o empréstimo for tomado, esses recursos vão ajudar o BRB a melhorar o perfil de seus ativos – ou seja, reduzir o risco atrelado a seu patrimônio.

O objetivo é garantir que o banco permaneça sólido e não gere desconfianças no mercado. Ou seja: evitar abalos à credibilidade do BRB.

⬆️ Com essa garantia do governo do DF, o BRB teria condições de captar recursos em condições mais favoráveis – com juros menores, por exemplo – para dar mais consistência ao balanço patrimonial do banco, abalado após as transações mal-sucedidas para a compra do Banco Master, nos últimos anos.

⬇️ Em compensação, caso não consigam honrar o empréstimo no futuro, o BRB e o governo do DF podem se ver obrigados a alienar (vender) esses imóveis para pagar o compromisso assumido.

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Conflito deve atrasar visita de Lula a Washington, dizem assessores do presidente

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/03/2026 10:05

Integrantes do governo brasileiro já dão como certo o adiamento da visita de Estado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a Washington, por conta do conflito entre Estados Unidos e Irã.

Três assessores próximos de Lula confirmaram ao blog que agora o mais provável é que se aguarde "dias ou semanas".

Segundo o blog apurou com auxiliares de Lula e com o próprio Itamaraty, não havia data definida, mas se trabalhava com o mês de março.

Agora, eles já reconhecem que pode ficar para o fim do mês ou para abril, a depender do conflito no oriente médio.

Os EUA também não haviam sugerido datas, apesar da menção de Trump, na última conversa com Lula, para que fosse uma visita de Estado a Washington.

Neste sábado (28), logo após os primeiros ataques dos EUA e Israel, o governo brasileiro divulgou duas notas condenando a ação em meio a negociações e defendendo o respeito ao direito internacional.

Apesar disso, as fontes do governo brasileiro afirmam que o diálogo com o governo Trump não foi afetado e os dois presidentes seguem com canal direto de conversações.

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Os Estados Unidos e Israel realizaram neste sábado (28) uma grande ofensiva aérea contra alvos militares e estratégicos no Irã, alegando ser necessário destruir o programa nuclear iraniano e responder a ameaças do regime.

Em retaliação, o Irã lançou mísseis e drones contra Israel e contra bases norte‑americanas em diversos países do Oriente Médio.

Os ataques atingiram o topo da liderança iraniana e resultaram na morte do líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, confirmada pelo próprio governo iraniano horas depois.

Outras altas autoridades militares, incluindo o chefe do Estado‑Maior e o ministro da Defesa, também morreram.

O conflito ampliou drasticamente as tensões regionais, fechou o Estreito de Ormuz, provocou centenas de mortes no Irã e desencadeou ondas de ataques em vários países do Oriente Médio.

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Milei promete mais reformas e quer ‘aliança estratégica duradoura’ com EUA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/03/2026 08:05

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,134-0,1%Dólar TurismoR$ 5,3440,08%Euro ComercialR$ 6,0690,1%Euro TurismoR$ 6,3250,26%B3Ibovespa188.899 pts-1,1%MoedasDólar ComercialR$ 5,134-0,1%Dólar TurismoR$ 5,3440,08%Euro ComercialR$ 6,0690,1%Euro TurismoR$ 6,3250,26%B3Ibovespa188.899 pts-1,1%MoedasDólar ComercialR$ 5,134-0,1%Dólar TurismoR$ 5,3440,08%Euro ComercialR$ 6,0690,1%Euro TurismoR$ 6,3250,26%B3Ibovespa188.899 pts-1,1%Oferecido por

O presidente da Argentina, Javier Milei, afirmou no domingo (1) que busca “uma aliança estratégica duradoura” com os Estados Unidos, que funcione como “política de Estado”.

A declaração foi feita em discurso no Congresso que marcou o início da segunda metade de seu mandato, no qual prometeu 90 reformas para “redesenhar” o país.

Alinhado geopoliticamente a Estados Unidos e Israel, o governo Milei celebrou no sábado a operação dos dois países contra o Irã e voltou a acusar Teerã de participação no atentado contra a associação judaica AMIA, em 1994.

Como parte de sua aproximação com o presidente Donald Trump, Milei afirmou no Congresso que “o Atlântico Sul é o terreno de disputa estratégica das próximas décadas” e que a Argentina atuará em sintonia com os Estados Unidos.

“Rotas comerciais, recursos naturais, soberania marítima e a presença crescente de atores que não compartilham nossos valores estão em jogo. Quem controlar essa região controlará uma parte-chave do comércio global. A Argentina tem de ser esse ator”, disse, ao apresentar seu plano de governo para 2026.

“Temos os minerais críticos de que o Ocidente precisa. Temos energia, gás, petróleo, energia nuclear e fontes renováveis para abastecer cadeias de produção em larga escala. Além disso, estamos no extremo sul do continente, com saída para dois oceanos e presença na Antártida”, acrescentou.

Milei anunciou que pretende promover “90 reformas estruturais” em 2026 para construir “a arquitetura do Estado argentino para os próximos 50 anos, com a moral ocidental como política de Estado”.

Segundo o presidente, as propostas incluirão mudanças nas áreas de economia, impostos, código penal, sistema eleitoral, educação, Justiça e defesa, entre outras.

O discurso de quase duas horas marcou o início do novo ciclo legislativo, após um 2025 turbulento, com denúncias de corrupção envolvendo integrantes do governo e episódios de instabilidade cambial.

Ainda assim, a vitória nas eleições legislativas de outubro ampliou a base governista no Parlamento e permitiu avançar com seu programa. Na sexta-feira, o Congresso aprovou a reforma trabalhista, apesar da oposição dos sindicatos.

“Milei só pode ir para frente”, afirmou à AFP o cientista político Pablo Touzón. “Seu movimento é bastante disruptivo, e a agenda de reformas é necessária para sustentar seu modelo econômico.

O presidente dedicou a primeira parte do discurso a criticar o “Estado falido” que disse ter herdado, ao assumir um país “preso a uma teia de regulações”.

Ele defendeu a abertura comercial como um dos pilares de seu projeto. “Depois de décadas de proteção, o resultado foi uma indústria pequena, cara, dependente de subsídios e com salários em dólares muito baixos”, afirmou, antes de atacar empresários que o criticaram nas últimas semanas pela liberação das importações, que afeta a produção nacional.

Em vários momentos, o discurso foi interrompido por protestos de parlamentares da oposição. Milei respondeu chamando-os de “ladrões” e “delinquentes” que “têm sua líder presa”, em referência à ex-presidente Cristina Kirchner, que cumpre prisão domiciliar por acusações de corrupção.

O resultado das eleições legislativas de outubro — nas quais o partido de Milei, A Liberdade Avança, obteve 40% dos votos — consolidou seu poder, após ter chegado à Presidência com uma base minoritária no Congresso.

Milei é o político com maior índice de imagem positiva no país, com 41,5% de aprovação e 55,3% de rejeição, segundo a consultoria AtlasIntel.

Desde que sucedeu o governo peronista de centro-esquerda de Alberto Fernández, Milei conseguiu uma forte desaceleração da inflação e promoveu um ajuste fiscal. A taxa anual caiu de 211,4% em 2023 — ano em que o peso foi desvalorizado pela metade — para 31,5% em 2025. Além disso, a Argentina registrou superávit fiscal por dois anos consecutivos pela primeira vez desde 2008.

O ajuste, porém, teve custos elevados: queda no consumo, maior abertura às importações e o fechamento de mais de 21 mil empresas em dois anos, com perda estimada de 300 mil empregos, segundo sindicatos.

A economia cresceu 4,4% em 2025, impulsionada pela agricultura e pelo setor financeiro, enquanto a indústria e o comércio — dois dos maiores empregadores — encolheram.

“Milei faz as coisas bem para um setor, mas não se importa se isso prejudica outro”, afirmou Emanuel, de 29 anos, funcionário de uma empresa de energia. “O problema é quando a maioria acaba ficando em situação pior”, disse à AFP.

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Preço do petróleo dispara após ataques ao Irã

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/03/2026 08:05

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,134-0,1%Dólar TurismoR$ 5,3440,08%Euro ComercialR$ 6,0690,1%Euro TurismoR$ 6,3250,26%B3Ibovespa188.899 pts-1,1%MoedasDólar ComercialR$ 5,134-0,1%Dólar TurismoR$ 5,3440,08%Euro ComercialR$ 6,0690,1%Euro TurismoR$ 6,3250,26%B3Ibovespa188.899 pts-1,1%MoedasDólar ComercialR$ 5,134-0,1%Dólar TurismoR$ 5,3440,08%Euro ComercialR$ 6,0690,1%Euro TurismoR$ 6,3250,26%B3Ibovespa188.899 pts-1,1%Oferecido por

Os preços do petróleo e do gás dispararam e as Bolsas operavam em queda nesta segunda-feira (2) em consequência do conflito no Oriente Médio, desencadeado pelos ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, e a resposta de Teerã.

Nas Bolsas, o principal afetado foi o setor aéreo e de turismo, cujas empresas registraram quedas expressivas.

O preço do barril de Brent chegou a operar em alta de quase 14%, enquanto o do West Texas Intermediate subiu 12% na abertura dos mercados após o ataque que matou o guia supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei, e outros dirigentes do país.

O conflito regional afeta o transporte marítimo pelo Estreito de Ormuz, por onde transita quase 20% do petróleo mundial.

O Brent, referência internacional do petróleo, já havia incorporado progressivamente um valor de risco geopolítico até chegar a 72 dólares na sexta-feira, distante dos 61 dólares do início do ano.

Às 8h15 GMT (5h15 de Brasília), o barril de Brent do Mar do Norte subia 9,7%, a 79,95 dólares, e o WTI americano avançava 9%, a 73,04 dólares.

O preço do gás europeu disparou mais de 20%, já que a guerra coloca em risco as exportações de gás natural liquefeito do Golfo, em particular as vendas do Catar.

Às 8h00 GMT (5h00 de Brasília), o contrato futuro do TTF holandês, considerado a referência europeia, operava em alta de mais de 20%, depois de avançar 22%, a 38.885 euros, um preço ainda assim inferior ao registrado em janeiro devido a uma onda de frio.

Quase todas as Bolsas na Ásia fecharam em queda: Tóquio perdeu 1,4% e Hong Kong recuou 2,1%. A única exceção no continente foi a Bolsa de Xangai, que terminou a sessão com leve alta de 0,5%.

Na Europa, os mercados também abriram em baixa: às 8h05 GMT (5h05 de Brasília), Paris perdia 1,96%, Frankfurt 1,99%, Milão 2,13%, Londres 0,55% e Madri 2,58%.

O grande prejudicado foi o setor aéreo e de turismo. As companhias aéreas japonesas ANA e JAL perderam mais de 5%, a franco-holandesa AirFrance-KLM recuava 7,24% e a alemã Lufthansa, 5,77%.

As empresas de energia seguiram a tendência oposta, com fortes ganhos na abertura das Bolsas europeias: Shell (5,32%), BP (4,70%), Repsol (4,29%) e TotalEnergies (3,97%).

Após o ataque de domingo a vários navios na região do Golfo, a Organização Marítima Internacional (OMI) pediu às empresas de navegação que "evitem" a região.

O preço dos seguros tornou-se proibitivo e as principais empresas confirmaram a suspensão da passagem de seus navios pelo Estreito de Ormuz.

Em teoria, os países importadores de petróleo dispõem de reservas, já que os membros da OCDE devem manter 90 dias de estoques de petróleo bruto, mas não se descarta que os preços superem os 100 dólares.

"Em caso de uma interrupção prolongada do abastecimento através de Ormuz, o petróleo bruto poderia subir rapidamente para 100 dólares por barril (…) em particular se ocorressem ataques contra as instalações petrolíferas da região", afirmou o Eurasia Group.

A última vez que os preços do petróleo superaram os 100 dólares foi no início da guerra na Ucrânia, de modo simultâneo com os preços do gás, o que contribuiu para um ciclo inflacionista prolongado.

Em resposta à guerra no Irã, Arábia Saudita, Rússia e outros seis membros da Opep+ aumentaram no domingo suas cotas de produção de petróleo em 206 mil barris por dia para o mês de abril, um volume superior ao previsto.

O encarecimento do petróleo pode alimentar fortes pressões sobre a inflação e abalar a conjuntura econômica.

"A geopolítica e a situação relativa ao Irã, aos Estados Unidos e ao Oriente Médio em sentido amplo dominarão os mercados financeiros nesta segunda-feira", confirmou Kathleen Brooks, da corretora XTB.

O ouro, um ativo-chave em tempos turbulentos, subiu 2% e o dólar também registrou uma valorização.

"Enquanto os Estados Unidos deslocavam tropas, aviões e navios de guerra para a região nas últimas semanas, os metais preciosos já vinham se recuperando: o ouro e a prata avançaram, respectivamente, 3,3% e 10,8% na semana passada", afirmou Brooks.

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Caso Master: Presidente do BRB vai à Câmara do DF nesta segunda para detalhar situação do banco

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/03/2026 00:49

Distrito Federal Caso Master: Presidente do BRB vai à Câmara do DF nesta segunda para detalhar situação do banco BRB tem até o fim do mês para reforçar patrimônio, abalado por transações malsucedidas com o Master. Governo do DF quer transferir imóveis para o banco; distritais resistem. Por g1 DF — Brasília

O presidente do Banco de Brasília (BRB), Nelson Antônio de Souza, vai à Câmara Legislativa do Distrito Federal na manhã desta segunda-feira (2) para detalhar a situação patrimonial do banco.

A reunião, marcada para as 9h, será a portas fechadas. Nela, o BRB deve detalhar aos deputados distritais a dimensão do rombo deixado no patrimônio do banco pela série de transações malsucedidas e sob suspeita com o Banco Master.

Os deputados devem voltar a se reunir à tarde – desta vez, para discutir o projeto de lei enviado pelo governador Ibaneis Rocha (MDB) que autoriza o uso de nove imóveis públicos do DF para ajudar a recapitalizar o banco, seja vendendo os lotes ou usando-os como garantia em um empréstimo de até R$ 6,6 bilhões.

Entre 2024 e 2025, o BRB injetou R$ 16,7 bilhões para o Master. Desses, segundo a Polícia Federal, pelo menos R$ 12,2 bilhões envolvem operações em que há fortes indícios de fraude.

➡️Ao longo de meses, o BRB tentou fechar um acordo para comprar o Banco Master. A operação tinha o apoio do governador do DF, Ibaneis Rocha (MDB), mas foi barrada pelo Banco Central.

➡️O Ministério Público Federal identificou "indícios de participação consciente dos dirigentes do BRB no suposto esquema fraudulento engendrado pelos gestores do Banco Master".

➡️ Nelson Antônio de Souza assumiu o BRB após a operação Compliance Zero, em novembro de 2025, mirar o então presidente do banco, Paulo Henrique Costa. A atual gestão do BRB e uma auditoria independente seguem investigando a situação interna da instituição.

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Se houver acordo, o projeto de lei sobre o uso dos imóveis para reforçar o capital do BRB pode ser pautado para votação nesta terça (3). Deputados de oposição e até aliados de Ibaneis, no entanto, vêm expressando resistência ao tema.

Do ponto de vista dos parlamentares de oposição, o projeto é visto como uma manobra para "salvar o calendário eleitoral" dos agentes políticos — Ibaneis Rocha, Celina Leão e aliados —, e não para salvar o patrimônio do BRB.

O governo Ibaneis esperava ter aprovado o projeto ainda em fevereiro. Quanto maior o "atraso", mais complicadas ficam as condições do BRB para captar dinheiro no mercado financeiro.

🔎 O governador Ibaneis nunca enfrentou dificuldades para aprovar os projetos que enviou à Câmara Legislativa desde que assumiu o Palácio do Buriti, em 2019.

🔎 O texto sobre os imóveis é visto como "teste" para saber o quanto o escândalo do Banco Master abalou o apoio de Ibaneis junto a seus aliados.

Enquanto aguarda o aval da Câmara Legislativa para usar esses imóveis, o BRB já convocou uma assembleia de acionistas para "incorporar" esses valores ao patrimônio. A reunião virtual está marcada para 18 de março.

A proposta que será levada aos investidores prevê emitir até 1,67 bilhão de ações ordinárias para captar dinheiro no mercado e reforçar o patrimônio da instituição.

💰Com essa emissão, o BRB espera aumentar o próprio capital social do banco em, no mínimo R$ 529 milhões – e, no máximo, R$ 8,86 bilhões de reais.

💰Hoje, o capital social do BRB é de R$ 2,34 bilhões. Ou seja: se conseguir captar o montante máximo, o BRB passaria a um capital de R$ 11,2 bilhões – cifra quase quatro vezes maior que o valor atual.

➡️No início de fevereiro, o BRB entregou ao Banco Central um "plano preventivo" com medidas para recompor seu patrimônio e evitar o descumprimento de regras de solidez do mercado financeiro brasileiro.️ O documento é mantido sob sigilo.

SIA, Trecho Serviço Público, Lote F – área pertencente à Companhia de Saneamento Ambiental do DF (Caesb)SIA, Trecho Serviço Público, Lote GSIA, Trecho Serviço Público, Lote ISIA, Trecho Serviço Público, Lote HSIA, Trecho Serviço Público, Lote C – pertencente à CEB;SIA, Trecho Serviço Público, Lote B – pertencente à Novacap;Centro Metropolitano, Quadra 03, Conjunto A, Lote 01, em Taguatinga – é a sede do Centro Administrativo do DF, abandonada há mais de uma década;"Gleba A" de 716 hectares, pertencentes à Terracap – o documento não diz o endereço com precisão.

O empréstimo, que pode inclusive ser tomado junto ao Fundo Garantidor de Crédito, é uma das hipóteses citadas pelo BRB no plano "preventivo" entregue ao Banco Central há duas semanas, segundo apurou o g1.

Se o empréstimo for tomado, esses recursos vão ajudar o BRB a melhorar o perfil de seus ativos – ou seja, reduzir o risco atrelado a seu patrimônio.

O objetivo é garantir que o banco permaneça sólido e não gere desconfianças no mercado. Ou seja: evitar abalos à credibilidade do BRB.

⬆️ Com essa garantia do governo do DF, o BRB teria condições de captar recursos em condições mais favoráveis – com juros menores, por exemplo – para dar mais consistência ao balanço patrimonial do banco, abalado após as transações mal-sucedidas para a compra do Banco Master, nos últimos anos.

⬇️ Em compensação, caso não consigam honrar o empréstimo no futuro, o BRB e o governo do DF podem se ver obrigados a alienar (vender) esses imóveis para pagar o compromisso assumido.

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