RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Opep+ aumenta produção de petróleo após ataques ao Irã e na região

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/03/2026 00:48

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,134-0,1%Dólar TurismoR$ 5,3440,08%Euro ComercialR$ 6,0690,1%Euro TurismoR$ 6,3250,26%B3Ibovespa188.899 pts-1,1%MoedasDólar ComercialR$ 5,134-0,1%Dólar TurismoR$ 5,3440,08%Euro ComercialR$ 6,0690,1%Euro TurismoR$ 6,3250,26%B3Ibovespa188.899 pts-1,1%MoedasDólar ComercialR$ 5,134-0,1%Dólar TurismoR$ 5,3440,08%Euro ComercialR$ 6,0690,1%Euro TurismoR$ 6,3250,26%B3Ibovespa188.899 pts-1,1%Oferecido por

Oito países que fazem parte da OPEP+ anunciaram neste domingo (1º) que vão aumentar a produção de petróleo. A decisão foi divulgada no mesmo momento em que forças dos Estados Unidos e de Israel atacavam o Irã, que reagiu com ofensivas contra Israel e contra bases militares americanas no Golfo.

A Organização dos Países Exportadores de Petróleo informou, em reunião já prevista antes do início da guerra, que a produção será elevada em 206 mil barris por dia a partir de abril.

O volume é maior do que o esperado por analistas. Vão ampliar a oferta Arábia Saudita, Rússia, Iraque, Emirados Árabes Unidos, Kuwait, Cazaquistão, Argélia e Omã.

Petróleo sobe 10% por conflito no Irã e pode atingir US$ 100 por barrilComo o ataque dos EUA ao Irã pode afetar dólar, petróleo e o mercado financeiro

Os ataques atingiram diferentes pontos da região, inclusive duas embarcações que atravessavam o Estreito de Ormuz, principal rota de saída do petróleo do Golfo Pérsico para outros países.

Problemas nessa passagem podem dificultar as exportações e reduzir a oferta global, o que costuma pressionar os preços do petróleo e da gasolina.

Cerca de 15 milhões de barris por dia — aproximadamente 20% de toda a produção mundial — passam pelo Estreito de Ormuz, segundo a Rystad Energy.

Navios que cruzam o estreito, ao norte do qual fica o Irã, transportam petróleo e gás produzidos por Arábia Saudita, Kuwait, Iraque, Catar, Bahrein, Emirados Árabes Unidos e pelo próprio Irã.

Em meados de fevereiro, o Irã fechou temporariamente partes do estreito, alegando a realização de exercícios militares. Novas interrupções nessa rota podem diminuir a oferta de petróleo no mercado internacional e elevar ainda mais os preços.

“Cerca de um quinto da oferta global de petróleo passa pelo Estreito de Ormuz, uma artéria vital para o comércio mundial, o que significa que o mercado está mais preocupado com a circulação efetiva dos barris do que com a capacidade disponível no papel”, afirmou Jorge León, vice-presidente sênior e chefe de análise geopolítica da Rystad.

“Se os fluxos pelo Golfo forem limitados, a produção adicional oferecerá alívio imediato limitado, tornando o acesso às rotas de exportação muito mais importante do que as metas formais de produção.”

O Irã exporta cerca de 1,6 milhão de barris por dia, principalmente para a China. Se essas vendas forem afetadas, o país asiático poderá buscar outros fornecedores, o que também pode pressionar os preços da energia.

Especialistas avaliam que os preços do petróleo podem subir com força quando as negociações forem retomadas no fim da noite de domingo. Analistas da Rystad estimam que o barril do tipo Brent, referência internacional, pode avançar US$ 20 na abertura do mercado.

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Bolsa Família 2026: veja calendário de pagamentos em março

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/03/2026 00:48

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,134-0,1%Dólar TurismoR$ 5,3440,08%Euro ComercialR$ 6,0690,1%Euro TurismoR$ 6,3250,26%B3Ibovespa188.899 pts-1,1%MoedasDólar ComercialR$ 5,134-0,1%Dólar TurismoR$ 5,3440,08%Euro ComercialR$ 6,0690,1%Euro TurismoR$ 6,3250,26%B3Ibovespa188.899 pts-1,1%MoedasDólar ComercialR$ 5,134-0,1%Dólar TurismoR$ 5,3440,08%Euro ComercialR$ 6,0690,1%Euro TurismoR$ 6,3250,26%B3Ibovespa188.899 pts-1,1%Oferecido por

Os pagamentos de março de 2026 serão liberados de forma escalonada nos últimos 10 dias úteis do mês, começando pelos beneficiários com NIS final 1.

A principal regra de elegibilidade exige que a renda mensal familiar seja de até R$ 218 por pessoa, calculada pela soma total dividida pelo número de membros.

Para manter o benefício, as famílias devem cumprir contrapartidas como vacinação em dia, frequência escolar para crianças e adolescentes, e acompanhamento pré-natal.

O programa garante um valor mínimo de R$ 600 por família, com adicionais para crianças de até seis anos, jovens e gestantes.

A inscrição no Cadastro Único (CadÚnico) é pré-requisito para avaliação, e os valores podem ser movimentados via Caixa TEM, cartão do programa ou saques em diversos pontos.

A Caixa Econômica Federal inicia os pagamentos de março do Bolsa Família 2026 no dia 18. Os primeiros a receber serão os beneficiários com Número de Identificação Social (NIS) com final 1. (veja mais abaixo o calendário completo)

O dinheiro será disponibilizado nos últimos 10 dias úteis de cada mês, de forma escalonada. A exceção é o mês de dezembro, quando os pagamentos são antecipados.

🤔 Para saber a data correta de recebimento, a família deve verificar o último dígito do NIS, impresso no cartão do programa. Assim, é possível consultar o dia correspondente no calendário oficial de pagamentos.

Final do NIS: 1 – pagamento em 18/3Final do NIS: 2 – pagamento em 19/3Final do NIS: 3 – pagamento em 20/3Final do NIS: 4 – pagamento em 23/3Final do NIS: 5 – pagamento em 24/3Final do NIS: 6 – pagamento em 25/3Final do NIS: 7 – pagamento em 26/3Final do NIS: 8 – pagamento em 27/3Final do NIS: 9 – pagamento em 30/3Final do NIS: 0 – pagamento em 31/3

Abril: de 16/4 a 30/4;Maio: de 18/5 a 29/5;Junho: de 17/6 a 30/6;Julho: de 20/7 a 31/7;Agosto: de 18/8 a 31/8;Setembro: de 17/9 a 30/9;Outubro: de 19/10 a 30/10;Novembro: de 16/11 a 30/11;Dezembro: de 10/12 a 23/12.

Para se enquadrar do programa, é preciso somar a renda total e dividir pelo número de pessoas. Caso o valor fique abaixo dos R$ 218, a família está elegível ao Bolsa Família.

manter crianças e adolescentes na escola;fazer o acompanhamento pré-natal (no caso de gestantes);manter as carteiras de vacinação atualizadas.

O Bolsa Família prevê o pagamento de, no mínimo, R$ 600 por família. Há também os adicionais de:

R$ 150 por criança de até 6 anos;R$ 50 por gestantes e crianças e adolescentes de 7 a 17 anos;R$ 50 por bebê de até seis meses.

Os beneficiários precisam se inscrever no Cadastro Único (CadÚnico) — principal instrumento do governo federal para a inclusão de famílias de baixa renda em programas sociais — e aguardar uma análise de enquadramento.

Estar no Cadastro Único não significa a entrada automática nos programas sociais do governo, uma vez que cada um deles tem regras específicas. Mas o cadastro é pré-requisito para que a inscrição seja avaliada.

Os beneficiários recebem e podem movimentar os valores pelo aplicativo Caixa TEM e internet banking. Assim, não é necessário ir até uma agência da Caixa Econômica Federal — que é responsável pelo pagamento do Bolsa Família — para realizar o saque.

Segundo a Caixa, os beneficiários também podem utilizar o cartão do programa para realizar compras nos estabelecimentos comerciais, por meio da função de débito.

Além disso, há a opção de realizar saques nos terminais de autoatendimento, casas lotéricas e correspondentes Caixa Aqui, além das agências da Caixa.

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Petróleo sobe 10% por conflito no Irã e pode atingir US$ 100 por barril

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/03/2026 14:52

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1400,03%Dólar TurismoR$ 5,3490,17%Euro ComercialR$ 6,0720,17%Euro TurismoR$ 6,3290,32%B3Ibovespa191.118 pts-0,07%MoedasDólar ComercialR$ 5,1400,03%Dólar TurismoR$ 5,3490,17%Euro ComercialR$ 6,0720,17%Euro TurismoR$ 6,3290,32%B3Ibovespa191.118 pts-0,07%MoedasDólar ComercialR$ 5,1400,03%Dólar TurismoR$ 5,3490,17%Euro ComercialR$ 6,0720,17%Euro TurismoR$ 6,3290,32%B3Ibovespa191.118 pts-0,07%Oferecido por

O petróleo do tipo Brent, referência internacional, avançou 10% neste domingo no mercado de balcão, alcançando cerca de US$ 80 por barril, segundo operadores do setor.

Analistas passaram a projetar que a cotação pode chegar a US$ 100 após os ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irã, que ampliaram o conflito no Oriente Médio.

Na sexta-feira, o Brent já havia fechado a US$ 73 por barril, o maior nível desde julho. A alta vinha sendo impulsionada pela preocupação com a possibilidade de ataques, que se confirmaram no dia seguinte.

👉 O mercado futuro, onde são negociados contratos com liquidação em datas posteriores, permanece fechado durante o fim de semana.

"Embora os ataques militares sejam, por si só, favoráveis aos preços do petróleo, o fator-chave aqui é o fechamento do Estreito de Ormuz", disse Ajay Parmar, diretor de energia e refino da ICIS.

Segundo fontes do mercado, após Teerã alertar embarcações sobre a travessia, a maioria dos armadores de petroleiros, grandes companhias de petróleo e empresas comerciais interrompeu o transporte de petróleo, combustíveis e gás natural liquefeito pelo Estreito de Ormuz. Mais de 20% do petróleo consumido globalmente passa por essa rota.

"Esperamos que os preços abram (após o fim de semana) muito mais próximos de US$100 por barril e talvez excedam esse nível se houver uma interrupção prolongada no Estreito", disse Parmar.

A analista Helima Croft, do RBC, afirmou que líderes do Oriente Médio alertaram Washington de que uma guerra contra o Irã pode levar o barril a superar US$ 100. Já o Rabobank tem uma projeção menos intensa, mas ainda prevê preços acima de US$ 90 por barril no curto prazo, descrevendo sua visão como menos "altista".

No domingo, a Opep+ — grupo que reúne países produtores de petróleo e aliados — decidiu elevar a produção em 206.000 barris por dia (bpd) a partir de abril. Esse acréscimo representa menos de 0,2% da demanda global.

De acordo com Jorge Leon, economista de energia da Rystad, mesmo que parte do fluxo seja redirecionada por rotas alternativas, como o oleoduto Este-Oeste da Arábia Saudita e o oleoduto de Abu Dhabi, um eventual fechamento do Estreito de Ormuz retiraria entre 8 milhões e 10 milhões de bpd da oferta global.

A Rystad estima que, na reabertura do mercado, os preços possam subir US$ 20, alcançando cerca de US$ 92 por barril.

A crise também levou governos e refinarias da Ásia a revisar estoques e buscar rotas e fontes alternativas de abastecimento.

Em um webinar no domingo, analistas da Kpler disseram que a Índia pode recorrer ao petróleo russo para compensar uma eventual redução de fornecimento do Oriente Médio.

Uma tocha de gás em uma plataforma de produção de petróleo nos campos de petróleo de Soroush é vista ao lado de uma bandeira iraniana no Golfo Pérsico, no Irã — Foto: Raheb Homavandi/File Photo/Reuters

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Produtores colhem a safra do tomate

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/03/2026 07:44

Sorocaba e Jundiaí Nosso Campo Produtores colhem a safra do tomate Produtores de Tabatinga e Pirajuí (SP) preveem uma safra de tomate mais vigorosa, apesar do calor intenso nas estufas, que pode abortar flores. Por Nosso Campo, TV TEM

Produtores de Tabatinga e Pirajuí (SP) preveem uma safra de tomate mais vigorosa, apesar do calor intenso nas estufas, que pode abortar flores.

O cultivo em estufas e o controle biológico rigoroso garantem tomates orgânicos, vendidos por até R$ 7/kg no mercado paulista.

O produtor Bruno Henrique Marcato aposta no tomate por ser "mais resistente a viroses que o pepino", buscando uma renda razoável com a cultura.

Produtores de Tabatinga e Pirajuí (SP) preveem uma safra de tomate mais vigorosa, apesar do calor intenso nas estufas, que pode abortar flores. — Foto: Reprodução/TV TEM

A safra de tomates anima o produtor Luciano Donizete Capana, de Tabatinga (SP), que observa um desenvolvimento promissor em sua lavoura. "A gente já tem uma expectativa positiva. As plantas este ano parecem estar mais vigorosas, então arriscamos dizer que teremos uma produção melhor do que a da safra passada", diz.

Luciano cultiva 20 mil pés de variedades como salada, italiano e grape, todos em estufas para garantir mais qualidade e proteção contra clima e pragas. Contudo, o sistema enfrenta um grande desafio no verão, o calor excessivo.

"Dentro da estufa, a temperatura chega a 48, 50 graus no pico do dia. Com isso, as flores abortam, o que reduz a produção das plantas", explica.

Na safra passada, a produtividade foi afetada por um verme, mas o problema foi solucionado com um controle biológico rigoroso. Essa abordagem se alinha à sua produção orgânica, sem defensivos químicos, que agrega valor e permite vender o quilo do tomate por até R$ 7 para o mercado da capital paulista.

Seguindo a mesma tendência, o produtor Bruno Henrique Marcato, de Pirajuí (SP), também está investindo no tomate. Com experiência em pepino e pimentão, ele agora cultiva 6 mil pés do tipo italiano em estufa, atraído pela rusticidade da cultura.

"O tomate é mais resistente a viroses que o pepino, e o trato cultural é um pouco mais simples que o do pimentão. Acredito que possa gerar uma renda razoável", avalia.

Os resultados já são visíveis. Os pés estão bonitos e carregados, prontos para a colheita. Uma técnica crucial para garantir a longevidade do fruto é colhê-lo quando ainda apresenta uma coloração mais verde.

Isso assegura que ele resista ao transporte e chegue com a qualidade exigida pelos compradores. Com parceiros já estabelecidos, Bruno visa um preço mínimo de R$ 50 por caixa.

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Calor pode comprometer produção de alface em muitas regiões

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/03/2026 07:44

Sorocaba e Jundiaí Nosso Campo Calor pode comprometer produção de alface em muitas regiões Estudo da Embrapa aponta que 97% do país pode ter alto risco climático para o cultivo no verão até o fim do século Por Nosso Campo, TV TEM

O cultivo de alface no Brasil enfrenta sérios desafios devido ao aumento das temperaturas, impactando diretamente a qualidade e produtividade da hortaliça.

Um estudo da Embrapa projeta que 97% do território nacional terá alto risco climático para a alface no verão até 2100, intensificando problemas como a "queima de borda".

Agricultores, como Damião dos Reis Freitas e Luiz Herculano Zampollo, implementam medidas como sombreamento e regas frequentes para proteger as plantações do calor excessivo.

Mudanças climáticas preocupam e afetam a produção de alface no interior de SP — Foto: Reprodução/TV TEM

Suas folhas são finas, sensíveis e se desenvolvem melhor em temperaturas amenas. A alface, uma das hortaliças mais consumidas pelos brasileiros, enfrenta cada vez mais dificuldades para crescer em meio ao aumento das temperaturas.

Em Guapiaçu (SP), o agricultor Damião dos Reis Freitas vem sentindo na produção essa mudança climática. Ele começou a plantar no início da década de 1990 e afirma que, de lá para cá, a elevação das temperaturas tem causado impactos. Com os verões mais longos e intensos, está tendo que adaptar a rotina da lavoura para evitar prejuízos.

De acordo com um estudo da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o aumento da temperatura provocado pelas mudanças climáticas representa uma ameaça significativa ao cultivo de alface no Brasil, principalmente nas produções a céu aberto.

O estudo mostra que, entre 2071 e 2100, ainda em um cenário considerado otimista, 97% do território nacional poderá apresentar risco climático alto ou muito alto para o plantio da hortaliça durante o verão.

Segundo o engenheiro ambiental Carlos Eduardo Pacheco, da instituição, a alface é uma cultura sensível ao estresse térmico, e temperaturas elevadas comprometem tanto a qualidade quanto a produtividade.

No campo, os efeitos já são sentidos. No verão, a chamada “queima de borda” se torna mais frequente. Com excesso de calor e umidade, as folhas crescem rapidamente, mas o transporte de cálcio na planta é prejudicado, provocando manchas escuras nas extremidades e perda de qualidade comercial.

Na busca por amenizar esse cenário, os produtores procuram alternativas para reduzir os impactos. O produtor Damião, por exemplo, passou a cobrir os canteiros com uma lona específica durante o verão para manter a umidade do solo e diminuir a intensidade direta do sol. Também aumentou a frequência das regas ao longo do dia para amenizar o estresse das plantas.

Outro agricultor da região, Luiz Herculano Zampollo, decidiu investir em uma estrutura de sombreamento após registrar perdas de até 45% da produção nos meses mais quentes.

Atualmente, ele cultiva alface em bandejas no sistema hidropônico, dentro de estufas, mas afirma que o calor intenso ainda representa um desafio e que pretende aprimorar o ambiente para garantir maior estabilidade na produção.

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Plantio de figo atrai produtores do Sudoeste de SP

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/03/2026 07:44

Sorocaba e Jundiaí Nosso Campo Plantio de figo atrai produtores do Sudoeste de SP Safra do figo enfrenta chuvas antecipadas, mas produtores apostam em manejo e qualidade para garantir produtividade na região. Por Nosso Campo, TV TEM

A safra de figo na região de Itapetininga (SP) enfrenta desafios devido às chuvas antecipadas, exigindo estratégias dos produtores.

Agricultores como José Ronaldo Serigioli e Daniel Nache adotam medidas como uso de cal e colheita diária para proteger a produção.

Apesar das dificuldades climáticas, a expectativa é colher toneladas de figo até maio, com foco na qualidade para competir no mercado.

Chuva antecipada desafia produtores de figo na região de Itapetininga (SP) — Foto: Reprodução/TV TEM

Um fruto pequeno e muito versátil para vários cardápios, que vão desde doces até mesmo combinações salgadas. O figo tem uma boa produção na região de Itapetininga (SP). A safra começou em dezembro e segue até abril e início de maio. Porém, a chuva que veio cedo em 2026 tem afetado um pouco a hora de colher os frutos e tem exigido estratégias para não ter prejuízo.

José Ronaldo Serigioli, que há quatro anos cultiva figo em sua propriedade, acorda às 5h da manhã para fazer a colheita, que é feita duas vezes na semana, de maneira manual. É uma das fontes de renda da família, que vende frutas na feira livre da cidade. São 200 pés em uma área de 2 mil metros.

Uma das maneiras que José Ronaldo encontrou foi colocar cal nas figueiras para fortalecer a plantação. Mesmo com as dificuldades que o clima vem causando, ele tem expectativa de colher aproximadamente duas toneladas até o início de maio. A preocupação é manter uma produção uniforme, apesar das condições climáticas desfavoráveis.

Em Alambari (SP), a realidade é idêntica. Nos quatro mil metros quadrados do produtor Daniel Nache, ele produz 500 pés de figo e espera colher 7,5 toneladas até maio. O produtor sabe que terá que lidar com o volume maior de chuva. Uma maneira que ele também encontrou para não perder o fruto é realizar uma colheita diária e adubação.

Dados da Produção Agrícola Municipal apontam que, em 2024, o município registrou produtividade de 17 toneladas por hectare. Ainda assim, produtores afirmam que o principal desafio é enfrentar a concorrência de outras regiões e do mercado externo, apostando na qualidade para fidelizar o consumidor.

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Preço do cacau cai no campo, mas chocolate seguirá caro na Páscoa; entenda

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/03/2026 07:07

Agro Preço do cacau cai no campo, mas chocolate seguirá caro na Páscoa; entenda Governo brasileiro proibiu importação de cacau da Costa do Marfim, maior produtor mundial, mas medida não vai gerar falta de amêndoa e nem impactar preço. Entenda quando o chocolate pode baratear. Por Paula Salati

A indústria de chocolate comprou o cacau com meses de antecedência, quando os preços internacionais ainda estavam em patamares recordes.

A queda do preço do cacau para produtores é atribuída à recuperação das colheitas e à menor demanda da indústria de confeitaria.

Enquanto o produtor recebe menos pelo cacau e o consumidor paga mais pelo chocolate, a indústria tem aproveitado o momento para aumentar os seus lucros.

O governo suspendeu a importação de cacau da Costa do Marfim, mas analistas não preveem falta do produto no Brasil.

A expectativa é que os preços do chocolate para o consumidor final comecem a cair a partir do segundo semestre deste ano.

Na prévia da inflação de fevereiro, o chocolate em barra e o bombom acumulam alta de 26%, em 12 meses, segundo o IBGE.

No campo, as cotações do cacau já estão em queda, mas as amêndoas usadas pela indústria na produção dos ovos foram compradas quando os preços ainda batiam recordes de alta no mercado internacional, explica o analista da StoneX, Lucca Bezzon.

Nesta semana, o governo brasileiro decidiu suspender a importação de cacau da Costa do Marfim, principal fornecedor do Brasil e maior produtor mundial.

Mas, segundo Bezzon, a medida não deve provocar falta de amêndoas nem pressionar os preços no Brasil, principalmente porque a demanda da indústria por cacau está enfraquecida.

Além disso, o mercado brasileiro é abastecido majoritariamente pela produção nacional, recorrendo à importação de amêndoas de forma sazonal, sobretudo no início do ano, durante a entressafra, diz o analista.

"E, no caso de o Brasil precisar de cacau, pode recorrer ao Equador, que está com uma grande safra", diz o sócio-diretor da Cogo Inteligência em Agronegócio, Carlos Cogo.

por que o chocolate está caro e quando vai baixar;o que motivou a disparada de preço;por que o preço do cacau caiu no campo.

O preço do cacau pago ao agricultor começou a cair no campo no ano passado, mas a queda ainda não chegou ao consumidor. Segundo Bezzon, isso ocorre porque a indústria trabalha com compras antecipadas da matéria-prima.

"As fabricantes de chocolate compram a manteiga e o pó de cacau das moageiras com uma antecedência de 6 a 12 meses", diz o analista.

“Para a produção dos chocolates desta Páscoa, a indústria chegou a pagar entre US$ 6 mil e US$ 10 mil por tonelada pelos subprodutos do cacau. Hoje, esse valor já caiu para cerca de US$ 3 mil.”

Enquanto o produtor recebe menos pelo cacau e o consumidor paga mais pelo chocolate, a indústria tem aproveitado esse momento para aumentar os seus lucros.

"A indústria de chocolate passou por anos de margens apertadas devido ao déficit global de cacau e, agora, está priorizando a recuperação de suas margens de lucro antes de repassar qualquer redução ao consumidor", diz o sócio-diretor da Cogo Inteligência em Agronegócio, Carlos Cogo.

Segundo ele, a queda de preço no supermercado deve acontecer a partir do segundo semestre deste ano.

Bezzon, da StoneX Brasil, tem uma visão semelhante. "Se os preços internacionais e domésticos do cacau se mantiverem baixos, haverá uma normalização gradual ao longo do ano", diz.

Antes de virar chocolate, semente do cacau sangra e morre; entendaDe resto de açougue a iguaria valorizada, pé de galinha virou 'negócio da China' para o Brasil

Na prévia da inflação de fevereiro, o chocolate em barra e o bombom acumulam alta de 26%, em 12 meses, segundo o IBGE. — Foto: Unsplash/ Tetiana Bykovets

O preço alto do chocolate na prateleira ainda é resultado de uma forte diminuição da colheita de cacau que aconteceu no Brasil e nos principais produtores africanos, como Costa do Marfim e Gana, em 2024.

Os países produtores sofreram com o El Niño, que provocou secas e excesso de chuvas no momento errado, além de pragas e doenças.

A indústria brasileira conta, principalmente, com as amêndoas nacionais para produzir chocolate, mas recorre aos países africanos para suprir parte da sua demanda.

"Sem essas duas fontes de fornecimento, os preços domésticos subiram até mais rápido do que os preços internacionais em 2024", diz Bezzon.

"As regiões de maior poder aquisitivo, como a Europa e os Estados Unidos, competiram pelo pouco cacau africano disponível, agravando a escassez para outros mercados", destaca.

Em janeiro de 2025, o preço do cacau chegou a US$ 10 mil por tonelada na Bolsa de Nova York, considerando a média mensal. Um ano antes, a cotação girava em torno de US$ 4 mil por tonelada.

Ainda no ano passado, os preços do cacau começaram a cair para o produtor, principalmente depois de julho, puxados por uma recuperação das colheitas no Brasil e em países africanos, diz Cogo.

"Além disso, o volume de importação começou a crescer com a queda do dólar", acrescenta.

O analista da StoneX Brasil tem uma visão diferente. Para ele, "a queda de preços no Brasil é muito mais por falta de demanda do que realmente por uma recuperação da produção".

"A alta excessiva do preço do cacau gerou uma mudança estrutural nas fórmulas dos chocolates: as indústrias reduziram o tamanho das barras e substituíram a manteiga de cacau por outras gorduras e óleos", afirma.

"Como as indústrias de confeitaria diminuíram a compra de subprodutos [do cacau], as moageiras (processadoras) também reduziram as compras de amêndoas, fazendo os preços no Brasil despencarem", destaca.

Na Bahia, por exemplo, os agricultores estão recebendo R$ 200, em média, pela arroba do cacau, valor 70% abaixo do que há um ano, segundo reportagem do Globo Rural (veja vídeo no final da reportagem).

A situação tem gerado protestos. No dia 18 de fevereiro produtores rurais interditaram, mais uma vez, a BR 101 em Ibirapitanga, no sul da Bahia, contra a importação e os preços baixos do cacau, exigindo do governo maior controle sanitário sobre a amêndoa que vem de outros países.

A resposta veio dias depois. Nesta semana, o Ministério da Agricultura suspendeu temporariamente a importação de cacau da Costa do Marfim, alegando riscos de introdução de pragas e doenças.

Segundo o governo, esse risco existe porque há uma "possibilidade" de que grãos de cacau da Libéria e de Guiné – que não têm autorização para exportação para o Brasil – estariam sendo misturados aos lotes da Costa do Marfim importados pela indústria nacional.

"Se de fato isto está acontecendo, começamos a correr risco sanitário da amêndoa que entra no Brasil. […] Tem que ter certeza do que está entrando, para não ter risco de trazer doença para a nossa cultura cacaueira", afirmou o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, em entrevista à GloboNews na sexta-feira (27).

Carlos Cogo diz que a decisão do governo é "soberana" e que "deve ser respeitada", mas interpreta a medida como uma resposta à forte pressão do setor produtivo para conter a queda dos preços domésticos.

Bezzon, da StoneX Brasil, afirma que, atualmente, há excesso de cacau na Costa do Marfim, que também enfrenta dificuldades para escoar a própria produção.

“Hoje, não existe incentivo financeiro para que a Costa do Marfim compre cacau de países vizinhos para revendê-lo ao Brasil”, ressalta.

Em 2025, a produção brasileira de cacau alcançou 186.137 toneladas, enquanto as importações chegaram a 42.199 toneladas, segundo dados da StoneX Brasil.

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Mega-Sena, concurso 2.978: resultado

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/02/2026 21:47

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena, concurso 2.978: resultado Veja os números sorteados: 06 – 09 – 13 – 20 – 42 – 50. Por Redação g1 — São Paulo

O sorteio do concurso 2.978 da Mega-Sena foi realizado na noite deste sábado (28), em São Paulo. O prêmio previsto é de R$ 142 milhões.

As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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Conheça a barbearia especializada em prótese capilar que fatura R$ 250 mil por mês

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 28/02/2026 07:48

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Conheça a barbearia especializada em prótese capilar que fatura R$ 250 mil por mês Em Santa Catarina, Oberdã Luz transformou uma técnica quase inexistente no Brasil em um estúdio com três unidades, 20 colaboradores e impacto direto na autoestima de homens e mulheres negros. Por PEGN

O empreendimento de Oberdã Luz preencheu uma lacuna no mercado, oferecendo próteses capilares para cabelos afros, técnica rara no Brasil.

Clientes relatam profunda transformação na autoestima, com o ex-BBB Ricardo Camargo descrevendo o efeito como "o silicone no homem".

A entrada da esposa Natielle Barbosa como sócia foi crucial, reposicionando a marca e atraindo 40% de clientela feminina.

O empreendedor planeja criar uma ONG para doar próteses capilares a pessoas em vulnerabilidade ou em tratamento de saúde.

O cabelo sempre foi mais do que estética. É identidade, pertencimento e autoestima. Foi a partir dessa compreensão que o cabeleireiro e empreendedor Oberdã Luz construiu um negócio pioneiro no Brasil: a prótese capilar desenvolvida especialmente para cabelos afros.

O que começou de forma improvisada, na garagem da casa de um primo, hoje se tornou um estúdio com três unidades, faturamento mensal de cerca de R$ 250 mil e uma fila de clientes em busca de transformação — externa e interna.

Natural do Rio de Janeiro e radicado em São José, na região metropolitana de Florianópolis, Oberdã teve contato com o universo da beleza ainda criança. Aos oito anos, ao fazer o primeiro corte de cabelo em um salão, percebeu o impacto que aquele momento teve em sua vida.

Após a separação dos pais e a mudança para o Sul, sentiu a falta de profissionais especializados em cabelos negros — lacuna que, anos depois, se transformaria em oportunidade de negócio.

Aos 18 anos, trancou a faculdade de design e decidiu se dedicar integralmente à profissão de cabeleireiro. Investiu em cursos, especializações e técnicas voltadas para cortes, tranças, coloração e, mais tarde, próteses capilares.

“O cabelo é a moldura do rosto”, ouviu de uma professora de história da arte — frase que passou a guiar seu trabalho.

Empreendedor cria negócio pioneiro de prótese capilar para cabelos afros — Foto: Reprodução/PEGN

O primeiro passo como empreendedor veio com um investimento inicial de cerca de R$ 20 mil, bancado a partir da rescisão trabalhista de um primo, que se tornou sócio do negócio.

Sem experiência prévia em gestão, Oberdã precisou aprender na prática sobre administração, finanças, marketing e estruturação de equipe. Três anos depois, com o salão já pequeno para os planos de crescimento, veio a expansão. Nesse momento, a entrada da esposa, Natielle Barbosa, como sócia foi decisiva.

Com 15 anos de experiência na área comercial, ela liderou o reposicionamento da marca, que deixou de se apresentar como barbearia para se tornar um estúdio — mudança estratégica que ampliou o público e fez com que 40% da clientela passasse a ser feminina.

O investimento em expansão chegou a R$ 50 mil. Outro diferencial do negócio está no atendimento personalizado. Antes de qualquer procedimento, os clientes são ouvidos.

“Nem sempre o que é tecnicamente perfeito para o profissional é o que aquela pessoa quer ou precisa naquele momento”, explica Natielle.

A estrutura hoje conta com 20 colaboradores, incluindo recepção, equipe administrativa e profissionais especializados — estratégia que permitiu a Oberdã focar no que sabe fazer melhor.

A especialização em próteses capilares para cabelos afros colocou o estúdio em um mercado praticamente inexplorado no país. Enquanto técnicas para cabelos lisos existem desde a década de 1940, soluções voltadas para cabelos crespos e afro eram raras.

As manutenções variam entre 15 e 30 dias, e o resultado vai além da estética. Clientes relatam mudanças profundas na autoestima. Alguns chegam emocionados, outros choram antes mesmo de se sentar na cadeira.

Entre eles está Jari Carvalho, que passou por três transformações no estúdio.“É uma sensação de total renascimento. A identidade do homem preto volta”, afirma.

O impacto também chegou a figuras públicas, como Ricardo Camargo, o Alface, ex-participante do Big Brother Brasil 23, que associou a mudança visual a um novo momento de confiança pessoal. "É o silicone no homem", conta.

Empreendedor cria negócio pioneiro de prótese capilar para cabelos afros — Foto: Reprodução/PEGN

As redes sociais tiveram papel central na expansão do negócio. Um dos primeiros vídeos publicados viralizou — inicialmente por críticas — e ultrapassou dois milhões de visualizações. O resultado foram mais de cinco mil mensagens diretas de interessados na técnica.

A partir daí, o investimento em marketing digital se tornou estratégico. Hoje, o estúdio tem unidades em São José (SC), no Rio de Janeiro e São Paulo. Mais do que números, Oberdã vê o negócio como uma ferramenta de transformação social.

Ele já planeja a criação de uma ONG para doação de próteses capilares a pessoas em situação de vulnerabilidade, em tratamento de saúde ou vítimas de acidentes. “Minha empresa é um grande negócio porque transforma vidas”, resume.

Histórias como a de Oberdã Luz reforçam um dos pilares do programa Pequenas Empresas & Grandes Negócios: empreender não é apenas gerar lucro, mas criar impacto real na vida das pessoas — começando, muitas vezes, pelo espelho.

Empreendedor cria negócio pioneiro de prótese capilar para cabelos afros — Foto: Reprodução/PEGN

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‘Prejuízo Master’: o que o colapso do banco mostrou sobre os limites da garantia do FGC

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/02/2026 04:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,134-0,1%Dólar TurismoR$ 5,3440,08%Euro ComercialR$ 6,0690,1%Euro TurismoR$ 6,3250,26%B3Ibovespa188.899 pts-1,1%MoedasDólar ComercialR$ 5,134-0,1%Dólar TurismoR$ 5,3440,08%Euro ComercialR$ 6,0690,1%Euro TurismoR$ 6,3250,26%B3Ibovespa188.899 pts-1,1%MoedasDólar ComercialR$ 5,134-0,1%Dólar TurismoR$ 5,3440,08%Euro ComercialR$ 6,0690,1%Euro TurismoR$ 6,3250,26%B3Ibovespa188.899 pts-1,1%Oferecido por

O colapso do Banco Master, Will Bank e Banco Pleno levará o FGC a desembolsar mais de R$ 50 bilhões.

Especialistas criticam o uso do FGC como "argumento de venda" por bancos e corretoras, incentivando investimentos de maior risco.

Investidores, mesmo com a garantia do FGC, enfrentaram meses de espera para reaver seus valores após a liquidação do Master. De Will e Pleno nem chegaram a receber.

A necessidade de recompor o caixa do FGC, que perdeu quase um terço de seus recursos, pode gerar tarifas e juros mais altos para os consumidores.

O Conselho Monetário Nacional (CMN) já implementou cobranças adicionais para instituições financeiras de maior risco, buscando um modelo de financiamento mais justo.

Morando em Nova York há quatro anos, onde trabalha como au pair, Marina*, de 27 anos, decidiu investir os R$ 10 mil que havia economizado para voltar ao Brasil.

Sem experiência no mercado financeiro, recorreu ao ChatGPT em busca de orientações para iniciantes. Atraída pela promessa de retorno elevado e pelo prazo curto de resgate, optou por um Certificado de Depósito Bancário (CDB) do Banco Master.

Em novembro do ano passado, quando o Banco Central decretou a liquidação da instituição, Marina descobriu que praticamente todo o valor que tinha guardado estava comprometido.

Apesar do susto, conseguiu reaver o montante por meio do Fundo Garantidor de Créditos (FGC). Segundo ela, o processo foi rápido e levou menos de 24 horas. Mas milhares de outros clientes ainda aguardam ressarcimento.

“Quando vi o valor creditado, fiquei muito aliviada”, disse Marina. “Quero continuar investindo, mas preciso entender melhor. Estou começando a assistir a aulas e a procurar informações sobre os melhores tipos de investimento.”

Para especialistas ouvidos pelo g1, a quebra do Banco Master expõe fragilidades de um modelo de expansão amplamente adotado por bancos, corretoras e fintechs, que se apoiaram na garantia do FGC para vender CDBs e outros títulos supostamente seguros a investidores com pouco conhecimento sobre o mercado.

O episódio gerou abalo na confiança e levou investidores a adotar uma postura mais conservadora. Já os bancos precisarão destinar mais recursos para recompor o fundo, o que pode afetar até a concessão de crédito aos clientes.

🔎 Este texto faz parte de uma série especial do g1 que investiga as repercussões do caso do Banco Master e seus desdobramentos. A apuração analisa as causas da liquidação, o funcionamento e limites do FGC, bem como os efeitos que vão além das perdas imediatas.

O FGC foi criado em 1995 e funciona como um seguro. É ele quem garante que o dinheiro depositado ou aplicado em um banco esteja protegido caso a instituição enfrente crise ou quebre, como ocorreu com o Banco Master.

O fundo garante a devolução de até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ em cada grupo financeiro. Também há um limite total de R$ 1 milhão a cada quatro anos, somando o valor aplicado e os rendimentos acumulados até a data da liquidação ou falência.

Mas a economista Ione Amorim, do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec), afirma que o fundo passou a ser usado como “argumento de venda” por corretoras e bancos para diminuir a percepção de risco dos CDBs e de outros investimentos de renda fixa.

Além do selo de “protegido pelo FGC”, esses títulos ganhavam ainda mais credibilidade ao serem oferecidos por grandes plataformas de investimento.

“O FGC foi apresentado como garantia absoluta para atrair investidores menos experientes. Todo investimento envolve risco, mesmo com a proteção do fundo, e isso, pelo visto, nem sempre foi explicado de forma clara pelas corretoras”, afirma.

Nesse mercado, também há incentivos comerciais que influenciavam a oferta desses produtos por gerentes e assessores de investimento, que recebem comissões pela indicação de determinados títulos.

Para clientes que não utilizavam serviços de recomendação, as corretoras davam destaque aos papéis do Master, posicionando os CDBs do banco “na altura dos olhos” entre as opções disponíveis.

Alexandre Gonçalves, de 29 anos, já investia em fundos multimercado e imobiliários. Decidiu diversificar com a aplicação de parte do dinheiro em títulos de renda fixa, uma modalidade geralmente associada a investidores mais conservadores.

Ele investiu R$ 15 mil em CDBs do Banco Master. Segundo ele, o que o convenceu a aplicar dinheiro no Master foi a combinação de “segurança e rentabilidade” de uma campanha de marketing de sua corretora, enviada por e-mail.

Enquanto bancos saudáveis pagam em torno de 100% a 110% do CDI, o Master chegou a oferecer até 140% — um demonstrativo de que havia mais risco atrelado. Com a quebra do banco, ele passou a depender do FGC para recuperar o valor.

“Demorou, mas deu certo. Depois que liberaram o pedido de ressarcimento, o dinheiro caiu na conta em quatro dias. Mas, desde a liquidação do banco, foram meses de espera”, afirmou Alexandre.

“Foi um alerta para entender melhor a origem dos investimentos e as instituições com as quais estou lidando.”

Segundo o advogado Adilson Bolico, sócio do Mortari Bolico Advogados, essa dinâmica pode ter gerado uma “quebra do dever fiduciário” — isto é, da obrigação dos bancos e corretoras de agir no melhor interesse do cliente.

“As corretoras, como intermediárias e distribuidoras de investimentos, têm obrigações regulatórias e de controle interno”, diz.

Já para o advogado Roberto Panucci, especialista em direito bancário, o fato de os valores garantidos terem sido devolvidos não é suficiente para medir o impacto econômico real do episódio. Segundo ele, recuperar o dinheiro não significa que o investimento tenha sido vantajoso.

“Um título que, no papel, prometia rendimento acima do CDI pode, após meses de espera, render muito pouco ou até gerar perda real, quando se considera a inflação e o tempo em que o dinheiro ficou parado”, afirma.

Entre a decretação da liquidação e o pagamento, o investidor não tem acesso aos recursos, o que elimina a vantagem de ter aceitado taxas mais altas.

Marina e Alexandre estão longe de ser casos isolados. Eles fazem parte dos cerca de 800 mil investidores com direito à garantia do FGC apenas por causa do Banco Master.

Somando Master, Will Bank e Banco Pleno, que fazem parte do mesmo grupo e entraram em liquidação desde novembro, o FGC deverá pagar cerca de R$ 51 bilhões para ressarcir clientes e investidores afetados.

O fundo informou que já desembolsou R$ 37,2 bilhões. Ao todo, 653 mil credores do Master receberam os valores, o que representa 84% dos beneficiários.

O FGC afirma que os casos pendentes envolvem empresas e situações específicas, como menores de idade e inventários. Esses pagamentos costumam demorar mais porque exigem documentos adicionais para comprovar o direito ao ressarcimento.

As listas de credores do Will e do Pleno ainda não foram finalizadas, uma condição necessária para que o fundo inicie os pagamentos.

Como mostrou o g1 na primeira reportagem desta série, o caso mais dramático é o do Will Bank, pois os clientes, de renda média e baixa, precisam do dinheiro para o pagamento de despesas básicas.

Os recursos do FGC vêm dos próprios bancos associados, que fazem contribuições mensais. Antes do caso Master, o fundo tinha mais de R$ 140 bilhões em caixa para cobrir emergências e preservar a estabilidade do sistema financeiro.

💰 Antecipar contribuições dos bancos que seriam pagas nos próximos anos — o plano prevê adiantar o equivalente a 60 meses de contribuições ainda em 2026, além de mais 12 meses em 2027 e outros 12 meses em 2028.📈 Criar uma cobrança extra, sem prazo definido, a ser paga pelas instituições financeiras associadas.🏦 Negociar com o Banco Central o uso de parte do compulsório para reforçar os recursos do FGC, reduzindo a pressão direta sobre o caixa das instituições.

Especialistas ouvidos pelo g1 defendem uma revisão ainda mais profunda do modelo de financiamento do FGC, para que instituições mais arriscadas contribuam com valores maiores.

“A contribuição deveria refletir o risco da instituição”, afirma o economista Armando Castelar, pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre).

Segundo ele, a cobrança igual para todos buscava estimular a entrada de bancos menores, mas essa fase de incentivo à concorrência já foi superada.

Hoje, os bancos pagam uma taxa mensal de 0,01% sobre o saldo dos depósitos cobertos pelo fundo — caso de CDBs, poupança, Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e Letras de Crédito do Agronegócio (LCA), por exemplo.

Em agosto, o Conselho Monetário Nacional (CMN) criou uma cobrança adicional para instituições mais expostas a riscos, elevando a taxa para 0,02%, e determinou que mantenham uma parcela maior de recursos aplicada em títulos públicos.

Para o advogado Roberto Panucci, as medidas aumentam o custo para bancos que assumem riscos excessivos, mas não resolvem o problema central.

“Ao encarecer o uso da cobertura do FGC, o regulador reconhece que o modelo atual gera incentivos distorcidos. A reforma é, na prática, uma admissão de que a garantia estimula comportamentos de risco.”

Segundo ele, a lógica permanece a mesma, sem mecanismos que levem o cliente a dividir parte do risco ou avaliar melhor a instituição que quer investir. Para o advogado, não há medidas que façam o investidor refletir sobre o risco de o banco não ter dinheiro para honrar os compromissos.

A grande consequência é que parte desse custo tende a ser repassada aos demais consumidores, por meio de tarifas mais altas, juros maiores nos empréstimos ou menor rendimento nas aplicações financeiras.

Ou seja, até quem não investiu nos bancos em dificuldade pode sentir os efeitos indiretos da crise.

Além disso, a necessidade de destinar recursos ao fundo pode levar bancos e fintechs a adotar uma postura mais cautelosa na concessão de crédito.

Para Ione Amorim, do Idec, com menos capital disponível, as instituições devem “apertar os critérios”, reduzindo a oferta ou encarecendo financiamentos para pessoas físicas e empresas.

“Enquanto os controladores não sentem o impacto da quebra, os prejuízos recaem sobre os mais vulneráveis”, diz.

Fachada do Banco Master na cidade de São Paulo, nesta terça-feira, 18 de novembro de 2025. — Foto: Werther Santana/Estadão Conteúdo

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