RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Receita da Alphabet cresce mais de 20%, com melhor trimestre da história de unidade de nuvem após boom de IA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 19:53

Tecnologia Receita da Alphabet cresce mais de 20%, com melhor trimestre da história de unidade de nuvem após boom de IA Controladora do Google disse que o crescimento foi impulsionado pelo aumento dos gastos com produtos e infraestrutura de IA para empresas. Por Reuters

A Alphabet, empresa controladora do Google, reportou nesta quarta-feira (29) lucro e receita trimestrais que superaram as estimativas de Wall Street.

O crescimento de 22% acontece depois de investimentos corporativos em inteligência artificial proporcionando à sua divisão de computação em nuvem a melhor alta em um trimestre desde o início do boom da IA.

A receita total atingiu US$ 109,9 bilhões no primeiro trimestre do ano, enquanto previsões compiladas pela LSEG apontavam US$ 107,2 bilhões.

A receita do Google Cloud cresceu 63%, para US$ 20 bilhões no período, acima da expansão de 50,1% apontadaxa0pela média das projeçõesxa0de analistas compiladas pela LSEG.

Essa taxa de crescimento é a maior desde que a empresa passou a divulgar separadamente a receita do segmento, em 2020, segundo dados da LSEG.

A Alphabet, empresa controladora do Google, reportou nesta quarta-feira (29) lucro e receita trimestrais que superaram as estimativas de Wall Street.

O crescimento de 22% acontece depois de investimentos corporativos em inteligência artificial proporcionando à sua divisão de computação em nuvem a melhor alta em um trimestre desde o início do boom da IA.

A receita total atingiu US$ 109,9 bilhões no primeiro trimestre do ano, enquanto previsões compiladas pela LSEG apontavam US$ 107,2 bilhões.

O lucro operacional da unidade de nuvem triplicou, passando para US$ 6,6 bilhões no primeiro trimestre, de US$ 2,2 bilhões um ano antes.

A receita do Google Cloud cresceu 63%, para US$ 20 bilhões no período, acima da expansão de 50,1% apontada pela média das projeções de analistas compiladas pela LSEG.

Essa taxa de crescimento é a maior desde que a empresa passou a divulgar separadamente a receita do segmento, em 2020, segundo dados da LSEG.

“2026 começou de forma extraordinária. Nossos investimentos em IA e nossa abordagem integrada de ponta a ponta estão impulsionando todas as áreas do negócio”, afirmou o CEO Sundar Pichai, referindo-se a todas as camadas da cadeia de tecnologia de IA, incluindo chips, data centers, modelos de IA e ferramentas para desenvolvedores.

A carteira de contratos da unidade de nuvem quase dobrou na comparação trimestral, de acordo com a empresa, para mais de US$ 460 bilhões.

A companhia disse que contava com 350 milhões de assinaturas pagas distribuídas entre o YouTube, seu serviço de armazenamento em nuvem, o serviço avançado de IA Google One e outros produtos.

A carteira de pedidos da unidade de nuvem quase dobrou em relação ao trimestre anterior, segundo a empresa, ultrapassando US$460 bilhões.

A forte demanda por serviços de IA baseados em nuvem continua superando a oferta em todo o setor, levando as gigantes de tecnologia a acelerar investimentos em data centers, chips avançados e equipamentos de rede.

Os investimentos (capex) da Alphabet mais do que dobraram em relação a um ano antes, para US$ 35,67 bilhões, mas ficaram ligeiramente abaixo da estimativa de US$ 36,06 bilhões.

A empresa informou no trimestre passado que planeja investir entre US$ 175 bilhões e US$ 185 bilhões em capex neste ano.

Alphabet, Microsoft, Amazon e Meta devem gastar juntas bem mais de US$600 bilhões neste ano para expandir a capacidade de IA.

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Powell diz que permanecerá no Fed como diretor após o fim do mandato como presidente

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 17:07

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0010,4%Dólar TurismoR$ 5,2120,58%Euro ComercialR$ 5,8400,11%Euro TurismoR$ 6,0970,25%B3Ibovespa184.533 pts-2,17%MoedasDólar ComercialR$ 5,0010,4%Dólar TurismoR$ 5,2120,58%Euro ComercialR$ 5,8400,11%Euro TurismoR$ 6,0970,25%B3Ibovespa184.533 pts-2,17%MoedasDólar ComercialR$ 5,0010,4%Dólar TurismoR$ 5,2120,58%Euro ComercialR$ 5,8400,11%Euro TurismoR$ 6,0970,25%B3Ibovespa184.533 pts-2,17%Oferecido por

O presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, afirmou nesta quarta-feira (29) que permanecerá como diretor do banco central dos Estados Unidos após 15 de maio, quando seu mandato se encerra.

O anúncio foi feito em coletiva de imprensa após o Fed revelar sua decisão de manter a taxa básica de juros do país inalterada na faixa de 3,50% a 3,75% ao ano.

Esta foi a última reunião em que o Fed definiu os juros com Powell à frente da instituição, após oito anos no cargo.

A expectativa é que o economista Kevin Warsh, indicado pelo presidente Donald Trump, esteja no comando do Fed já na próxima reunião, marcada para os dias 16 e 17 de junho.

O nome de Warsh foi aprovado por um comitê do Senado nesta quarta, antes de seguir para votação no plenário.

Jerome Powell durante uma coletiva de imprensa após decisão sobre taxas de juros, em 17 de setembro de 2025. — Foto: Reuters

O presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, afirmou nesta quarta-feira (29) que permanecerá como diretor do banco central dos Estados Unidos após 15 de maio, quando seu mandato se encerra.

"Após o término do meu mandato como presidente, continuarei a atuar como diretor por um período a ser determinado", afirmou, acrescentando que pretende manter "um perfil discreto" no cargo.

O anúncio foi feito em coletiva de imprensa após o Fed revelar sua decisão de manter a taxa básica de juros do país inalterada na faixa de 3,50% a 3,75% ao ano.

Esta foi a última reunião em que o Fed definiu os juros com Powell à frente da instituição, após oito anos no cargo.

A expectativa é que o economista Kevin Warsh, indicado pelo presidente Donald Trump, esteja no comando do Fed já na próxima reunião, marcada para os dias 16 e 17 de junho.

O nome de Warsh foi aprovado por um comitê do Senado nesta quarta, antes de seguir para votação no plenário.

“Só existe um presidente do conselho do Federal Reserve. Quando Kevin Warsh for confirmado e tomar posse, ele será o presidente”, afirmou Powell, reforçando que a intenção dele não é "interferir" na liderança.

A afirmação tem um contexto: é praxe que presidentes do Fed também deixem o cargo de diretor ao fim do mandato. Neste caso, a decisão de Powell foge ao padrão.

O atual presidente do BC tem mandato na instituição até 2028 e, portanto, pode seguir na diretoria até o término do governo Trump.

Ao longo dos últimos anos, o presidente dos EUA elevou o tom das críticas a Powell, com xingamentos frequentes como “mula”, “cabeça oca” e “estúpido”.

Sua trajetória foi marcada por grandes choques econômicos, como a pandemia de Covid-19 — que, além das perdas humanitárias, desorganizou a economia global e provocou uma disparada nos preços ao redor do mundo.

Mais recentemente, outros fatores ampliaram a pressão sobre o banqueiro central. Entre eles estão a guerra entre Rússia e Ucrânia, iniciada em 2022, o tarifaço global promovido por Trump e a recente escalada das tensões no Oriente Médio, com EUA e Israel em conflito contra o Irã.

Em comum, esses episódios sustentam um ambiente de inflação persistente — dor de cabeça constante para os chefes dos bancos centrais.

🔎 O Fed tem um mandato duplo: controlar a inflação e sustentar o mercado de trabalho. Sua principal ferramenta é a taxa de juros. Quando os preços aceleram, o banco central sobe os juros para conter o consumo e o crédito. Quando a economia perde força, a estratégia é reduzir as taxas para estimular a atividade.

Diante desse cenário, os juros do país atingiram, em 2023, o maior nível desde 2001. A partir do fim de 2024, o referencial passou a cair, e hoje está na faixa de 3,50% a 3,75% ao ano.

É nesse contexto que Donald Trump passou a disparar críticas contra Powell. O presidente dos EUA fez sucessivas investidas e pressões públicas para que o Fed reduzisse os juros.

A lógica é simples: juros mais altos encarecem o crédito e reduzem o consumo, o que tende a esfriar a atividade econômica — efeito que pode se traduzir em maior insatisfação dos consumidores e impacto político na popularidade do governo.

Como mostrou o g1, críticas a presidentes de bancos centrais não são exclusividade de Trump. No Brasil, o presidente Lula (PT) também se posicionou contra o ex-presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto — ainda que sem o tom de ofensas adotado pelo republicano.

O Departamento de Justiça dos EUA decidiu, na última sexta-feira (24), encerrar a investigação sobre os custos das reformas na sede do Fed, sob a gestão de Jerome Powell.

A decisão, anunciada pela procuradora federal Jeanine Pirro, elimina um dos fatores que vinham sendo usados como justificativa para travar a confirmação, no Senado, de Kevin Warsh para o comando do banco central.

O senador republicano Thom Tillis, da Carolina do Norte, chegou a prometer bloquear todas as nomeações para o Fed enquanto o inquérito não fosse encerrado, classificando-o como infundado.

Powell foi investigado por suspeita de ter mentido ao Congresso sobre os custos e características da reforma da sede do Fed, especialmente após o aumento relevante do valor do projeto, estimado em cerca de US$ 2,5 bilhões (R$ 12,5 bilhões). Nenhuma acusação formal foi apresentada.

A investigação foi iniciada pelo governo Trump justamente em um momento de escalada da pressão do republicano por cortes nos juros.

Após a decisão de juros nesta quarta-feira, a atenção se volta para os rumos da política monetária americana com a saída de Powell do comando da instituição.

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Trump comemora saída dos Emirados Árabes Unidos da Opep

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 15:59

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0100,56%Dólar TurismoR$ 5,2190,71%Euro ComercialR$ 5,8480,24%Euro TurismoR$ 6,1000,3%B3Ibovespa185.086 pts-1,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,0100,56%Dólar TurismoR$ 5,2190,71%Euro ComercialR$ 5,8480,24%Euro TurismoR$ 6,1000,3%B3Ibovespa185.086 pts-1,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,0100,56%Dólar TurismoR$ 5,2190,71%Euro ComercialR$ 5,8480,24%Euro TurismoR$ 6,1000,3%B3Ibovespa185.086 pts-1,87%Oferecido por

O presidente dos EUA, Donald Trump, disse a repórteres na Casa Branca, na quarta-feira (29), que considera ótimo que os Emirados Árabes Unidos estejam saindo da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP).

Os Emirados Árabes Unidos anunciaram na terça-feira que deixarão a Opep e a Opep+ a partir de 1º de maio.

A decisão foi tomada após os Emirados Árabes Unidos, importante centro de negócios e um dos principais aliados dos Estados Unidos, criticarem outros países árabes por não fazerem o suficiente para defendê-los de ataques do Irã durante o conflito.

A saída do país da Opep é vista como uma vitória para o presidente Donald Trump, que já acusou a organização de “roubar o resto do mundo” ao elevar os preços do petróleo.

A inesperada saída dos Emirados, membro da Opep desde 1967, ocorre em um período em que o conflito com o Irã provocou uma crise energética sem precedentes e afetou a economia mundial.

O presidente dos EUA, Donald Trump, disse a repórteres na Casa Branca, na quarta-feira (29), que considera ótimo que os Emirados Árabes Unidos estejam saindo da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), informou a agência de notícias Reuters.

Os Emirados Árabes Unidos anunciaram na terça-feira que deixarão a Opep e a Opep+ a partir de 1º de maio. (saiba mais abaixo)

A decisão foi tomada após os Emirados Árabes Unidos, importante centro de negócios e um dos principais aliados dos Estados Unidos, criticarem outros países árabes por não fazerem o suficiente para defendê-los de ataques do Irã durante o conflito.

A Opep foi criada em 1960 para controlar a quantidade de petróleo disponível no mundo e influenciar seu preço. Hoje, reúne 12 membros, principalmente do Oriente Médio e da África.Já a Opep+ (Organização dos Países Exportadores de Petróleo e Aliados), criada em 2016, reúne esse grupo e mais 11 países produtores, que se encontram regularmente para decidir sobre a oferta de petróleo no mercado internacional.

A saída do país da Opep é vista como uma vitória para o presidente Donald Trump, que já acusou a organização de “roubar o resto do mundo” ao elevar os preços do petróleo.

Trump também relacionou o apoio militar dos Estados Unidos à região do Golfo aos preços do petróleo, afirmando que, enquanto os americanos protegem os países da Opep, eles “exploram isso impondo preços altos do petróleo”.

Anwar Gargash, conselheiro diplomático do presidente dos Emirados Árabes Unidos, também criticou a resposta dos países árabes e do Golfo aos ataques do Irã durante uma reunião no Fórum de Influenciadores do Golfo, na segunda-feira.

“Os países do Conselho de Cooperação do Golfo se apoiaram logisticamente, mas política e militarmente, acho que sua posição tem sido historicamente a mais fraca”, disse Gargash

“Eu esperava essa postura fraca da Liga Árabe, e não me surpreende, mas não esperava isso do Conselho de Cooperação do Golfo. Estou surpreso”, afirmou.

Leia também: Petróleo sobe mais de 6% e tem maior patamar em quase quatro anos, com Oriente Médio no radar

A inesperada saída dos Emirados, membro da Opep desde 1967, ocorre em um período em que o conflito com o Irã provocou uma crise energética sem precedentes e afetou a economia mundial.

A decisão pode gerar instabilidade e enfraquecer o grupo, que costuma manter uma imagem de união, apesar de divergências internas sobre temas como política internacional e limites de produção.

Os países do Golfo que fazem parte da Opep já enfrentavam dificuldades para exportar pelo Estreito de Ormuz, que fica entre o Irã e Omã.

Por esse local passa cerca de 20% do petróleo e do gás natural liquefeito do mundo, mas as exportações foram prejudicadas por ameaças e ataques de iranianos a navios.

Como fica a Opep depois de os Emirados Árabes Unidos saírem do grupoEmirados Árabes têm a 5ª maior reserva conhecida de petróleo no mundo; veja MAPA

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Tesouro cobra dados para analisar garantia da União em empréstimo para o BRB, mas já indica que pedido deve ser rejeitado

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 15:59

Distrito Federal Tesouro diz que faltam dados para União garantir crédito para o BRB, mas indica que pedido será rejeitado Governo do DF, que é acionista majoritário do banco, enviou pedido de crédito R$ 6,6 bilhões ao FGC. Nota baixa do DF em gestão fiscal pode impedir que a União entre como garantia. Por Alexandro Martello, g1 DF — Brasília

O secretário do Tesouro Nacional, Daniel Cardoso Leal, informou nesta quarta-feira (29) que foi recebido, de fato, um pedido de operação de crédito ao Banco Regional de Brasília com aval da instituição, mas que ainda faltam informações para ser possa ser formalmente analisada.

Ele indicou, porém, que a operação será rejeitada, pelo fato de o governo do Distrito Federal ter a chamada "capacidade de pagamento", uma análise que apura a situação fiscal dos estados nacionais que querem contrair novos empréstimos com garantia da União, inferior à possível pela legislação.

De acordo com ele, o governo do Distrito Federal tem capacidade de pagamento classificada com nota "C", enquanto o aval do Tesouro Nacional para operações de crédito só é possível para estados ou municípios com um índice melhor, de "A" ou "B".

Para melhorar essa capacidade de pagamento, o secretário do Tesouro Nacional explicou que o Distrito Federal teria de ingressar no chamado Plano de Promoção do Equilíbrio Fiscal (PEF), pelo qual os entes federativos são incentivados a implementar medidas de ajuste para equilibrar suas contas e retomarem os investimentos por meio de operações de crédito com garantia da União.

Daniel Cardoso Leal explicou, porém, que como esse é o último ano do mandato, sendo também um ano eleitoral, também não é permitido, pelas regras, que o Distrito Federal ingresse no PEF para melhorar sua capacidade de pagamento e, consequentemente, conseguir o empréstimo com aval da União.

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DF envia ao Ministério da Fazenda pedido de garantia para empréstimo de R$ 6,6 bilhões do FGC ao BRB

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 15:59

Distrito Federal DF envia ao Ministério da Fazenda pedido de garantia para empréstimo de R$ 6,6 bilhões do FGC ao BRB Ofício pede que União seja garantidora do empréstimo, o que melhora as condições do crédito; 'nota baixa' do DF em gestão fiscal é entrave. Banco enfrenta crise após perdas ligadas ao Banco Master. Por Isabela Camargo, Ana Lídia Araújo, TV Globo e g1 DF — Brasília

A governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), formalizou ao governo federal o pedido de garantia da União para um empréstimo de R$ 6,6 bilhões destinado ao Banco de Brasília (BRB).

O pedido consta em ofício enviado ao Ministério da Fazenda na terça-feira (28), ao qual o g1 teve acesso. No documento, o GDF solicita aval para contratar a operação de crédito junto ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC), com objetivo de reforçar o capital do banco público.

A movimentação ocorre em meio à crise enfrentada pela instituição após prejuízos relacionados às operações com o Banco Master e à operação Compliance Zero.

A governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), formalizou ao governo federal o pedido de garantia da União para um empréstimo de R$ 6,6 bilhões destinado ao Banco de Brasília (BRB).

O pedido consta em ofício enviado ao Ministério da Fazenda na terça-feira (28), ao qual o g1 teve acesso. No documento, o DF solicita aval para contratar a operação de crédito junto ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC), com objetivo de reforçar o capital do banco público.

➡️ Celina Leão também enviou um ofício ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta terça-feira (28) para pedir uma reunião, ainda esta semana, sobre a crise do BRB. Até a tarde desta quarta, não havia confirmação do encontro.

A movimentação ocorre em meio à crise enfrentada pela instituição após prejuízos relacionados às operações com o Banco Master e à operação Compliance Zero.

"Esses eventos produziram efeitos diretos sobre a geração de caixa esperada e demandaram reforço de provisões, pressionando a posição de liquidez e os indicadores prudenciais da instituição", diz o documento assinado por Celina e pelo secretário de Economia do DF, Valdivino Oliveira.

O empréstimo seria tomado pelo governo do DF, acionista controlador do BRB, e repassado ao banco para sanear a crise patrimonial vivida pela instituição desde as transações malsucedidas com o Banco Master.

Em nota, o GDF afirmou que a iniciativa integra uma lista de medidas para “garantir a estabilidade do BRB” (veja a nota na íntegra abaixo).

A movimentação ocorre apesar de o Distrito Federal estar atualmente com nota C na Capacidade de Pagamento (Capag), indicador do Tesouro Nacional que avalia a saúde fiscal de estados e municípios.

➡️ Como mostrou o g1, essa classificação impede que a União atue como garantidora em novas operações de crédito — prerrogativa restrita a entes com notas A ou B.

Na prática, a ausência de garantia federal dificulta a obtenção de empréstimos em condições mais vantajosas, com juros menores e prazos mais longos.

O Capag se baseia em critérios de endividamento, poupança e liquidez (veja detalhes abaixo) que, juntos, definem a "saúde fiscal" de cada ente. Na prática, indicam o risco de aquele governo dar o calote em um empréstimo.

➡️ A União só entra como avalista em empréstimos de Estados e municípios que tenham nota alta (A ou B).

➡️ O DF tinha nota B em 2023 e 2024, mas caiu para C na avaliação feita em 2025 e divulgada no início deste mês.

"O Governo do Distrito Federal informa que a governadora Celina Leão irá encaminhar ao Tesouro Nacional ofício solicitando aval do governo federal para avançar nas tratativas relacionadas a uma operação junto ao Fundo Garantidor de Créditos. A iniciativa integra as medidas que vêm sendo conduzidas com transparência, responsabilidade e diálogo institucional para garantir a estabilidade do BRB. O documento está em fase final de formalização."

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Brasil cria 228,2 mil vagas de emprego formal em março, quase três vezes mais que 2025

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 15:59

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0100,56%Dólar TurismoR$ 5,2190,71%Euro ComercialR$ 5,8480,24%Euro TurismoR$ 6,1000,3%B3Ibovespa185.086 pts-1,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,0100,56%Dólar TurismoR$ 5,2190,71%Euro ComercialR$ 5,8480,24%Euro TurismoR$ 6,1000,3%B3Ibovespa185.086 pts-1,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,0100,56%Dólar TurismoR$ 5,2190,71%Euro ComercialR$ 5,8480,24%Euro TurismoR$ 6,1000,3%B3Ibovespa185.086 pts-1,87%Oferecido por

O Ministério do Trabalho divulgou nesta quarta-feira (29) a criação de mais de 228 mil empregos com carteira assinada em março.

O resultado é quase três vezes maior que o saldo registrado em março do ano passado, quando foram registrados 79.994 empregos, e o segundo melhor desempenho para o mês na série histórica, iniciada em 2020.

O setor de serviços foi o que mais criou emprego com carteira assinada no mês passado (152.391 vagas), seguido por construção civil (38.316 vagas).

No acumulado de janeiro a março, o Brasil gerou mais de 613 mil vagas formais de trabalho neste ano. Isso representa uma queda em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram criadas 675.119 vagas.

2020: – 294.960 (negativo, fechamento de vagas)2021: 154.2262022: 99.1682023: 195.0282024: 245.5992025: 79.994

Em março, as unidades da federação que tiveram maior número de vagas formais criadas foram São Paulo, com 67.876 postos criados; Minas Gerais, com 38.845; e Rio de Janeiro, com 23.914 postos. No acumulado do ano, o resultado foi maior em São Paulo, com 183,1 mil vagas criadas; Minas Gerais, com 70,6 mil; e Santa Catarina, com 59,4 mil.

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Contas do governo têm déficit de R$ 73,7 bilhões em março, pior resultado para o mês da história

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 14:49

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,9970,32%Dólar TurismoR$ 5,2020,38%Euro ComercialR$ 5,8390,09%Euro TurismoR$ 6,0960,24%B3Ibovespa185.769 pts-1,51%MoedasDólar ComercialR$ 4,9970,32%Dólar TurismoR$ 5,2020,38%Euro ComercialR$ 5,8390,09%Euro TurismoR$ 6,0960,24%B3Ibovespa185.769 pts-1,51%MoedasDólar ComercialR$ 4,9970,32%Dólar TurismoR$ 5,2020,38%Euro ComercialR$ 5,8390,09%Euro TurismoR$ 6,0960,24%B3Ibovespa185.769 pts-1,51%Oferecido por

As contas do governo registraram um déficit primário de R$ 73,7 bilhões em março, informou Tesouro Nacional nesta quarta-feira (29).

🔎 O déficit primário ocorre quando as receitas com tributos e impostos ficam abaixo das despesas do governo. Se as receitas ficam acima as despesas, o resultado é um superávit primário. Esses valores não englobam os juros da dívida pública.

➡️Houve uma piora na comparação com o mesmo mês do ano passado, quando o resultado positivo foi de R$ 1,52 bilhão (valor corrigido pela inflação).

➡️Esse também foi o pior resultado para meses de março desde o início da série histórica do Tesouro Nacional, em 1997, ou seja, em 30 anos.

➡️De acordo com o governo, a piora no resultado negativo está relacionada, principalmente, pela antecipação no pagamento de precatórios (sentenças judiciais) neste ano.

📈Segundo o Tesouro Nacional, as despesas totais do governo somaram R$ 269,88 bilhões em março deste ano, com uma alta real de 49,2% no período.

Esse forte aumento de despesas, por sua vez, está relacionada, principalmente, pelo cronograma de pagamentos de precatórios (sentenças judiciais).

"Em 2026, esses pagamentos concentraram-se em março, enquanto no ano anterior ocorreram majoritariamente em julho", informou o Tesouro Nacional.

Sentenças Judiciais e Precatórios (+R$ 34,9 bilhões), Benefícios Previdenciários (+R$ 28,6 bilhões), e dePessoal e Encargos Sociais (+R$ 11,3 bilhões).

A elevação nos gastos com benefícios previdenciários e pessoal também foram influenciadas, em menor proporção, pelo aumento na base de segurados, pela política de valorização do salário mínimo e pelos reajustes salariais concedidos ao funcionalismo público.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Caiado diz que é ‘agro raiz’ e critica políticos que se aproximam do setor por conveniência

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 14:49

RIBEIRÃO E FRANCA Agrishow 2026 Caiado diz que é 'agro raiz' e critica políticos que se aproximam do setor por conveniência Em visita a Ribeirão Preto (SP) para a Agrishow, pré-candidato à presidência disse ter relação verdadeira com o segmento, diferente de outros políticos. Nomes pré-cotados para as eleições como Flávio Bolsonaro e Romeu Zema também passaram pela feira no interior de São Paulo. Por Rodolfo Tiengo, g1 Ribeirão Preto e Franca

Ronaldo Caiado (PSD) criticou políticos que se dizem alinhados com o agro por conveniência em época de eleição.

A declaração foi dada em Ribeirão Preto (SP), onde Caiado esteve para visitar a Agrishow, maior feira de tecnologia agrícola do país.

Ao longo desta semana, outros nomes que se pré-candidataram à presidência, como Flávio Bolsonaro e Romeu Zema, também estiveram na feira do interior de São Paulo.

Pela representatividade no agro, a Agrishow se tornou uma parada quase obrigatória para aqueles que buscam uma maior proximidade com o setor na corrida eleitoral de 2026.

Sem mencionar nomes, o pré-candidato à presidente Ronaldo Caiado (PSD) criticou nesta quarta-feira (29) os políticos que, por conveniência, se dizem alinhados com o agronegócio em época de eleição.

"Eu posso dizer a você que eu sou um agro raiz. Eu não sou uma geração que tem sabor de agro, mas não é agro raiz, entendeu? Alguns que se propõem a entender do agro em períodos de campanhas eleitorais, são aqueles que eu os denomino sabor agro", disse o ex-governador de Goiás.

A declaração foi dada em Ribeirão Preto (SP), onde Caiado esteve para visitar a Agrishow, maior feira de tecnologia agrícola do país que, assim como outros grandes eventos do setor, tem sido frequentada por pré-candidatos que buscam apoio do segmento nas eleições 2026.

Ao longo desta semana, os pré-candidatos Flávio Bolsonaro (PL) e Romeu Zema (Novo-MG) também estiveram na feira do interior de São Paulo.

O ex-governador de Goiás disse que atua em defesa do setor há décadas, desde quando, segundo ele, o agronegócio era demonizado, e reiterou que não é a primeira vez que visita a Agrishow.

"Estou nessa luta em defesa do setor produtivo primário da agropecuária brasileira no direito de propriedade desde 1986. Depois na Constituinte, depois mais 24 anos no Congresso, depois como governador do Estado. (…) Agro raiz mesmo, na essência, aí realmente, nós começamos essa luta há muitos anos e vimos aí a superação da classe."

Ronaldo Caiado, pré-candidato à presidência da República pelo PSD, durante passagem pela Agrishow em Ribeirão Preto, SP — Foto: Érico Andrade/g1

Durante a visita, o ex-governador também criticou os políticos que se utilizam do prestígio nas redes sociais para se eleger, mas que, segundo ele, não têm competência para governar.

"Espero que as pessoas que muitas vezes alimentam a sua popularidade por rede social e TikTok, que aquele que está assistindo, faça uma reflexão e pesquise o que ele já fez. Porque você, para se sentar na cadeira da Presidência da República, não pode ser apenas você dizer na rede social que você vai consertar as coisas. Vem cá, mas você já fez alguma coisa? Você já mostrou que você é capaz disso? Porque escrever no papel ou falando é muito fácil."

Nesse contexto, ele mencionou que Lula voltou ao poder por problemas na gestão depois de 2018, quando o Brasil estava sob o comando de Jair Bolsonaro.

"Você não aprende a governar na cadeira da Presidência da República. Você tem que ter mais responsabilidade com isso. Então, este é o momento. Por que nós perdemos as eleições em 2022? Porque não tiveram as entregas. Então, você já aprovou esses dois modelos. Você quer repetí-los?"

Ronaldo Caiado, pré-candidato à presidência da República pelo PSD, durante passagem pela Agrishow em Ribeirão Preto, SP — Foto: Érico Andrade/g1

Ainda durante a passagem pelo interior de São Paulo, Caiado defendeu um memorando que assinou com grupos estrangeiros para a exploração das terras raras, com minérios visados por potências como EUA e China, em Goiás, estado que governou até o fim de março.

"Terras raras é o que é mais demandado no mundo hoje. Então, calma lá, isso não pode ser assim, eu não posso estar vendendo uma tonelada de minério concentrado por 50 dólares", disse.

Segundo ele, o objetivo foi garantir que a atividade resulte em um maior valor agregado para as exportações a partir da separação de materiais, em vez da comercialização que já ocorre com minérios brutos como nióbio e cobre.

O ex-governador argumentou que, antes de dar autorização ambiental para a atividade no estado, foi o próprio governo federal quem deu a concessão para a mineradora Serra Verde, e que apenas buscou dar uma melhor destinação econômica para a exploração por meio de tecnologia própria.

"O que Goiás está fazendo é dizer: 'Olha, o minério que está saindo aqui do subsolo foi autorizado pelo governo federal a uma empresa de capital americano e inglês e vocês, governo federal, autorizaram. A hora que ela sai daqui, ela vai de forma bruta para a China. Eu falei: 'Calma lá. O que eu quero é que vocês separem o produto aqui no Brasil."

Caido foi o um dos políticos que, nesta semana, visitaram a Agrishow, considerada a maior feira de tecnologia agrícola do país. Pela representatividade no agro, o evento se tornou uma parada quase obrigatória para aqueles que buscam uma maior proximidade com o setor na corrida eleitoral de 2026.

Antes dele, também passaram pelo evento o vice-presidente da República Geraldo Alckmin (PSB). Acompanhado por autoridades, e diante de críticas do segmento com relação a problemas como altas taxas de juros e endividamento, ele anunciou uma linha de crédito de R$ 10 bilhões para a compra de equipamentos agrícolas.

Zema afirma que equilíbrio de poderes depende de Supremo 'sem rabo preso'Em primeira agenda conjunta com Tarcísio, Flávio Bolsonaro critica atuação de Lula no agroAlckmin anuncia programa para diminuir juros em financiamentos de máquinas agrícolas

Na segunda-feira (27), foi a vez de Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Flávio Bolsonaro (PL) visitarem a feira, em um primeiro ato pré-eleitoral conjunto entre o governador, que acena com a tentativa de buscar a reeleição, e do senador, que anunciou sua pré-candidatura à presidência da República.

Durante o evento, eles fizeram críticas ao governo federal, principalmente às políticas voltadas para o setor agropecuário.

Na terça-feira (28) foi a vez de Romeu Zema (Novo-MG), que reiterou críticas ao STF e rebateu declarações do ministro Gilmar Mendes, que ironizou o sotaque mineiro dele.

Agrishow 2026: Visitantes poderão encontrar o que há de mais novo em máquinas e implementos agrícolas em Ribeirão Preto, SP — Foto: Érico Andrade/g1

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Petróleo sobe mais de 7% e tem maior patamar em quase quatro anos, com Oriente Médio no radar

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 13:57

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Os preços do petróleo subiam pelo 8º dia seguido nesta quarta-feira (28) e alcançavam o maior patamar em quase quatro anos, impulsionado pelas tensões no Oriente Médio.

Além do impasse nas negociações de paz entre os Estados Unidos e o Irã, investidores também continuavam a avaliar a saída dos Emirados Árabes Unidos da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e da Opep+, que reúne aliados estratégicos do grupo.

Segundo dados da Bloomberg, o petróleo tipo Brent, referência internacional, tinha alta de 7,09% perto das 13h10, cotado a US$ 119,15 o barril — maior patamar desde 10 de junho de 2022, quando alcançou US$ 122,01.

Já o West Texas Intermediate (WTI), dos Estados Unidos, subia 6,62% no mesmo horário, a US$ 106,55.

🔍 O tipo Brent é a principal classificação de petróleo cru para os mercados europeu e asiático. É a referência utilizada pela Petrobras para definir os preços dos combustíveis no mercado interno. Extraído principalmente no Mar do Norte, classificado como "leve" e "doce" devido à sua baixa densidade e baixo teor de enxofre, o que facilita o refino em gasolina e diesel.

O avanço nos preços da commodity ganharam força pela manhã, após o presidente dos EUA, Donald Trump, voltar a ameaçar o Irã. Em uma publicação nas suas redes sociais, o republicano compartilhou uma montagem em que aparece segurando um fuzil, com explosões ao fundo, com a mensagem "chega de bancar o bonzinho".

"O Irã não consegue se organizar. Eles não sabem como assinar um acordo que não seja nuclear. É melhor ficarem espertos logo!", afirmou Trump.

Segundo a mídia internacional, o presidente dos EUA está insatisfeito com a proposta do Irã para encerrar a guerra. A expectativa é que o governo americano dê uma resposta ainda nos próximos dias.

Já o Irã afirmou que só permitirá novamente a passagem de navios comerciais pelo Estreito de Ormuz após o fim definitivo da guerra com Estados Unidos e Israel. A retomada do trânsito dependerá ainda do cumprimento de protocolos de segurança definidos por Teerã.

A escalada das tensões se soma, ainda, à saída dos Emirados Árabes Unidos da Opep e da Opep+ a partir de 1º de maio, anunciada na véspera. A decisão causou um grande golpe ao grupo e para a Arábia Saudita, seu principal líder.

O ministro de Energia dos Emirados Árabes Unidos, Suhail Mohamed al-Mazrouei, confirmou a saída à Reuters e explicou que a decisão foi tomada após uma análise detalhada das estratégias de energia do país na região.

A inesperada saída dos Emirados, membro da Opep desde 1967, acontece em um período em que o conflito com o Irã causou uma crise energética sem precedentes e afetou a economia mundial.

A decisão pode gerar instabilidade e enfraquecer o grupo, que geralmente tenta manter uma imagem de união, mesmo com divergências internas sobre temas como política internacional e limites de produção.

Quando perguntado se os Emirados Árabes Unidos conversaram com a Arábia Saudita sobre a decisão, Suhail Mohamed al-Mazrouei disse que o país não tratou do tema com nenhuma outra nação.

"Esta é uma decisão sobre política, tomada após uma análise cuidadosa das políticas atuais e futuras relacionadas ao nível de produção", disse o ministro de Energia.

Os países do Golfo que fazem parte da Opep já estavam tendo problemas para exportar pelo Estreito de Ormuz, que fica entre o Irã e Omã.

Por esse local passa cerca de um quinto do petróleo e do gás natural liquefeito do mundo, mas as exportações foram prejudicadas por ameaças e ataques de iranianos a navios.

Mazrouei disse que a saída dos Emirados Árabes Unidos não deve causar grande impacto no mercado, por causa da situação no estreito.

A decisão foi tomada depois que os Emirados Árabes Unidos, que são um importante centro de negócios e um dos principais aliados dos Estados Unidos, criticaram outros países árabes por não fazerem o suficiente para defendê-los de vários ataques do Irã durante o conflito.

A saída do país da Opep é vista como uma vitória para o presidente Donald Trump, que já acusou a organização de “roubar o resto do mundo” ao aumentar os preços do petróleo.

Trump também relacionou o apoio militar dos Estados Unidos à região do Golfo aos valores do petróleo, dizendo que, enquanto os americanos protegem os países da Opep, eles “exploram isso impondo preços altos do petróleo”.

Anwar Gargash, conselheiro diplomático do presidente dos Emirados Árabes Unidos, também criticou a resposta dos países árabes e do Golfo aos ataques do Irã, durante uma reunião no Fórum de Influenciadores do Golfo, na segunda-feira.

“Os países do Conselho de Cooperação do Golfo se apoiaram logisticamente, mas política e militarmente, acho que sua posição tem sido historicamente a mais fraca”, disse Gargash.

“Eu esperava essa postura fraca da Liga Árabe, e não me surpreende, mas não esperava isso do Conselho de Cooperação do Golfo. Estou surpreso”, afirmou.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Comissão do Senado dos EUA aprova indicação de Trump para o Fed

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 13:57

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0030,42%Dólar TurismoR$ 5,2040,43%Euro ComercialR$ 5,8460,22%Euro TurismoR$ 6,1000,3%B3Ibovespa185.837 pts-1,47%MoedasDólar ComercialR$ 5,0030,42%Dólar TurismoR$ 5,2040,43%Euro ComercialR$ 5,8460,22%Euro TurismoR$ 6,1000,3%B3Ibovespa185.837 pts-1,47%MoedasDólar ComercialR$ 5,0030,42%Dólar TurismoR$ 5,2040,43%Euro ComercialR$ 5,8460,22%Euro TurismoR$ 6,1000,3%B3Ibovespa185.837 pts-1,47%Oferecido por

Kevin Warsh, indicado por Trump para a presidência do Federal Reserve, o Fed — Foto: Kevork Djansezian/AFP

Kevin Warsh, escolhido pelo presidente dos EUA, Donald Trump, para liderar o Federal Reserve, abriu caminho nesta quarta-feira (29) para suceder Jerome Powell, em meio aos esforços da Casa Branca para exercer controle sobre o banco central mais poderoso do mundo.

A Comissão Bancária do Senado aprovou o encaminhamento da indicação de Warsh ao plenário da Casa, que é controlado pelos republicanos.

Todos os 13 republicanos do comitê apoiaram Warsh. O senador Thom Tillis, da Carolina do Norte, retirou sua oposição após o Departamento de Justiça encerrar, na sexta-feira (24), uma investigação criminal contra Powell, que Tillis considerava uma ameaça à independência política do Fed.

Os 11 democratas do comitê, que dizem duvidar da promessa de Warsh de definir políticas sem levar em conta os desejos do presidente, votaram contra ele.

A votação ocorreu no momento em que Powell lidera o que provavelmente será sua última reunião de definição de política monetária como chefe do Fed.

Espera-se que o Comitê Federal de Mercado Aberto deixe sua taxa básica de juros inalterada, na faixa atual de 3,50% a 3,75%, dada a inflação ainda elevada e a pressão de alta sobre os preços decorrente da interrupção do fornecimento global de petróleo devido à guerra do Irã.

Há poucas dúvidas de que o Senado confirmará a indicação de Warsh, um advogado de 56 anos. Financista e ex-diretor do Fed, ele prometeu uma "mudança de regime" para o banco central. Segundo Trump, ele executará fará os cortes de juros que o presidente americano deseja.

O mais cedo que o Senado poderá votar a indicação de Warsh será na semana de 11 de maio. Se a votação for realizada nessa data, Warsh poderá tomar posse em 15 de maio, quando termina o mandato de liderança de Powell.

O que não está claro é se a ascensão de Warsh significaria a saída de Powell do Fed, ou se o atual chefe do banco central permanecerá como membro da sua diretoria — e, se o fizer, se Trump levará adiante sua ameaça de tentar demiti-lo.

Uma medida desse tipo certamente atrairia uma contestação legal, assim como a tentativa do presidente, no verão passado, de demitir a diretora do Fed Lisa Cook. O mandato de Powell na diretoria vai até janeiro de 2028.

Os chefes do Fed quase sempre deixam o cargo para dar lugar a seus sucessores, e Powell é um advogado cuja adesão à regularidade é profunda.

Mas ele considerou que a investigação criminal do governo era uma intimidação política e parte dos esforços do governo Trump para influenciar a forma como o Fed define as taxas de juros.

Powell disse no mês passado que não deixará o Fed até que a investigação criminal seja concluída com "finalidade", e que ele ainda pode permanecer no cargo se achar que isso é melhor para o banco central e para o país.

A Procuradora dos EUA para o Distrito de Columbia, Jeanine Pirro, disse na sexta-feira que não hesitará em retomar sua investigação "caso os fatos o justifiquem".

Os democratas do Senado Elizabeth Warren e Dick Durbin classificaram essa declaração na sexta-feira como uma ameaça de "futuras investigações infundadas" sobre Powell ou qualquer outro diretor do Fed.

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