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Como chatbot de IA descobriu condição rara de mulher após anos de diagnósticos errados

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/04/2026 02:55

Tecnologia Como chatbot de IA descobriu condição rara de mulher após anos de diagnósticos errados Os médicos alertaram Phoebe Tesoriere que ela seria tratada como paciente de saúde mental se retornasse ao pronto atendimento, até que o ChatGPT a ajudou a receber o diagnóstico da sua condição. Por Danielle Herbert

Phoebe Tesoriere, de 23 anos, foi diagnosticada com ansiedade, depressão, epilepsia e foi alertada que seria tratada como paciente de saúde mental, se continuasse retornando ao pronto atendimento.

Ela sofreu uma convulsão e passou três dias em coma. E, ao sair do hospital, ela colocou seus sintomas no chatbot de inteligência artificial.

Ela conta que a ferramenta sugeriu diversas condições, incluindo paraplegia espástica hereditária. Tesoriere apresentou a condição para seu clínico geral e testes genéticos confirmaram o diagnóstico.

O Conselho de Saúde da Universidade de Cardiff e Vale declarou que "lamenta saber da experiência de Phoebe no nosso atendimento.".

Phoebe Tesoriere passou quatro anos recebendo diagnósticos errados de diversas condições de saúde, incluindo ansiedade — Foto: Arquivo pessoal via BBC

O ChatGPT ajudou uma jovem no País de Gales a descobrir sua rara condição de saúde, após anos de diagnósticos errados por parte dos médicos.

Phoebe Tesoriere é da capital galesa, Cardiff, e tem 23 anos. Ela conta ter sido diagnosticada com ansiedade, depressão, epilepsia e foi alertada que seria tratada como paciente de saúde mental, se continuasse retornando ao pronto atendimento.

Tesoriere sofreu uma convulsão e passou três dias em coma. E, ao sair do hospital, ela colocou seus sintomas no chatbot de inteligência artificial.

Ela conta que a ferramenta sugeriu diversas condições, incluindo paraplegia espástica hereditária. Tesoriere apresentou a condição para seu clínico geral e testes genéticos confirmaram o diagnóstico.

O Conselho de Saúde da Universidade de Cardiff e Vale declarou que "lamenta saber da experiência de Phoebe no nosso atendimento."

A clínica geral Rebeccah Tomlinson orienta as pessoas que pesquisarem sobre problemas de saúde com ferramentas como chatbots de IA a discutir os resultados com profissionais de medicina.

Um recente estudo da Universidade de Oxford, no Reino Unido, concluiu que as pessoas que usam IA para conselhos de saúde recebem resultados bons e ruins, o que dificulta a identificação de quais são os aconselhamentos confiáveis.

Tesoriere entende a dificuldade enfrentada pelo hospital no seu diagnóstico, mas conta que precisou recorrer à IA porque sua experiência foi "muito solitária".

"Manquei por toda a infância. Nasci sem um soquete no quadril e passei por cirurgias quando era bebê. Por isso, achei que tivesse a ver com aquilo."

Ela também tinha problemas de equilíbrio quando era criança e foi testada para dispraxia, que afeta a coordenação física. Mas ela não tem esta condição.

Quando tinha 19 anos, Tesoriere desmaiou e teve uma convulsão no trabalho. Mas ela conta que os médicos disseram que era ansiedade, o que foi acrescentado aos seus registros médicos.

"Eu não tinha histórico de ansiedade, era uma pessoa muito feliz e vibrante", segundo ela.

Mas, em dezembro de 2024, ela voltou a se sentir mal. E não conseguia continuar com sua medicação para epilepsia, o que causou mais convulsões.

Tesoriere tinha dificuldade para andar e foi diagnosticada erroneamente com paralisia de Todd, uma condição neurológica vivenciada por indivíduos com epilepsia. Nela, as convulsões são seguidas por um breve período de paralisia temporária.

Em janeiro de 2025, ela caiu de uma escada, o que a levou a três meses no hospital, com exames inconclusivos.

Até que, em julho de 2025, uma grave convulsão deixou Phoebe Tesoriere em coma por três dias. E ela conta que, quando se recuperou, um médico disse que ela não tinha epilepsia, mas sim ansiedade.

Foi então que Tesoriere colocou seus sintomas no ChatGPT. O chatbot respondeu com uma lista de possíveis condições, incluindo paraplegia espástica hereditária.

"Analisei a questão várias vezes com a minha parceira, perguntando 'vou ao médico?', 'não vou?', 'o que devo fazer?', 'com certeza, não pode ser isso'", relembra ela.

Felizmente, o clínico geral concordou que poderia ser uma "razão plausível". E os testes genéticos confirmaram a sugestão da IA.

Em julho de 2025, Phoebe Tesoriere teve uma convulsão que a deixou em coma por três dias — Foto: Arquivo pessoal via BBC

O NHS (serviço de saúde pública do Reino Unido) afirma que não se sabe quantas pessoas sofrem de paraplegia espástica hereditária porque esta condição, muitas vezes, não é diagnosticada.

Tesoriere não consegue mais trabalhar como professora de alunos com necessidades educacionais especiais devido aos seus sintomas e usa uma cadeira de rodas.

Agora, ela busca um novo caminho na sua carreira, cursando um mestrado em psicologia. Ela afirma que ainda quer "fazer algo que ajude as pessoas".

Um porta-voz do Conselho de Saúde de Cardiff e Vale declarou que "comentar o caso de uma paciente individual seria inadequado e, por isso, não podemos emitir mais comentários".

"Convidamos Phoebe a entrar em contato com nossa equipe de relacionamento, caso deseje discutir qualquer aspecto do atendimento que ela recebeu do Conselho de Saúde da Universidade de Cardiff e Vale."

A clínica geral Rebeccah Tomlinson atende a região de Cardiff e do condado de Vale of Glamorgan, no País de Gales. Ela destaca que "é difícil para os clínicos gerais conhecer tudo. E, com as pressões sobre o NHS, precisamos saber ainda mais."

"Os pacientes que trazem informações ajudam a entender o que eles estão pensando e orientar a discussão com mais clareza", prossegue ela.

Para Tomlinson, as ferramentas de IA "são um bom ponto de partida, que deve ser seguido por uma consulta a um profissional médico para discutir as preocupações com mais detalhes".

"É útil que os pacientes venham munidos de informações, mas o médico precisa estar aberto e receptivo para o paciente. O atendimento médico precisa ser uma conversa de duas vias."

A IA vem se tornando cada vez mais parte do nosso dia a dia, mas o seu uso para fins de assistência médica divide opiniões.

No início do ano, um estudo da Universidade de Oxford concluiu que os chatbots de IA fornecem aconselhamento médico impreciso e inconsistente, que poderia representar riscos aos usuários.

A pesquisa concluiu que pessoas que usam IA para assistência médica receberam algumas respostas boas e outras ruins, o que dificulta a identificação de quais aconselhamentos elas devem seguir.

Em janeiro, foi lançado nos Estados Unidos o ChatGPT Health, uma nova função do chatbot para analisar os registros médicos das pessoas e oferecer "melhores respostas", segundo a empresa desenvolvedora, a OpenAI.

A companhia declarou que a função não se destina a "diagnóstico ou tratamento", mas 230 milhões de pessoas enviam semanalmente ao chatbot perguntas sobre sua saúde e bem-estar.

Ativistas levantam preocupações sobre o acesso do ChatGPT Health a dados de saúde confidenciais. Mas a OpenAI afirma que a função foi projetada para "auxiliar, não para substituir a assistência médica".

Enquanto o debate sobre seu uso segue acalorado, milhões de pessoas, incluindo Phoebe Tesoriere, usam cada vez mais as ferramentas de IA para tarefas como personalizar seus feeds nas redes sociais, encontrar amigos e familiares em fotos no smartphone e pedir conselhos sobre questões do dia a dia.

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Abono salarial PIS/Pasep 2026 terá novo pagamento na quarta-feira; veja quem tem direito

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/04/2026 02:55

Trabalho e Carreira Abono salarial PIS/Pasep 2026 terá novo pagamento na quarta-feira; veja quem tem direito Benefício no valor de até um salário-mínimo é concedido anualmente a trabalhadores e servidores que atendem aos requisitos do programa; entenda. Por Redação g1 — São Paulo

O pagamento do abono salarial PIS/Pasep 2026, referente ao ano-base 2024, terá novo pagamento na quarta-feira (15).

Os valores ficarão disponíveis para saque até o encerramento do calendário em 30 de dezembro de 2026.

Para ter direito ao benefício, o trabalhador precisa ter recebido, no ano-base de 2024, remuneração média mensal de até R$ 2.765,93.

O pagamento do abono salarial PIS/Pasep 2026, referente ao ano-base 2024, terá novo pagamento nesta quarta-feira (15). Desta vez, o benefício será destinado aos trabalhadores que nasceram nos meses de março e abril.

Os valores ficarão disponíveis para saque até o encerramento do calendário em 30 de dezembro de 2026.

➡️ O abono salarial é um benefício no valor de até um salário-mínimo concedido anualmente a trabalhadores da iniciativa privada (PIS) e a servidores públicos (Pasep) que atendem aos requisitos do programa.

Para ter direito ao benefício, o trabalhador precisa ter recebido, no ano-base de 2024, remuneração média mensal de até R$ 2.765,93.

O banco de recebimento, data e os valores, inclusive de anos anteriores, estão disponíveis para consulta no aplicativo Carteira de Trabalho Digital e no portal gov.br.

Em fevereiro, o Ministério do Trabalho efetuou o pagamento para os trabalhadores nascidos em janeiro. Em março, foi a vez dos aniversariantes de fevereiro.

Estar inscrito no programa há pelo menos cinco anos;Ter trabalhado com carteira assinada por, no mínimo, 30 dias no ano-base (2024);Ter recebido até o limite de renda estipulado para o ano (neste caso, R$ 2.765,93);E ter os dados informados corretamente pelo empregador na RAIS ou no eSocial.

O benefício é pago a trabalhadores da iniciativa privada (PIS) e a servidores públicos (Pasep) que cumpram essas condições.

Empregado doméstico;Trabalhadores rurais empregados por pessoa física;Trabalhadores urbanos empregados por pessoa física;Trabalhadores empregados por pessoa física equiparada a jurídica.

De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego, a estimativa é de que 26,9 milhões de trabalhadores sejam beneficiados em 2026, com um total de R$ 33,5 bilhões em pagamentos.

A partir deste ano, o pagamento do PIS/Pasep passa a seguir datas fixas. Os valores serão liberados sempre no dia 15 do mês correspondente ao mês de nascimento — ou no primeiro dia útil seguinte, caso a data caia em fim de semana ou feriado.

O encerramento anual dos pagamentos ocorrerá no último dia útil bancário do ano, conforme as regras do Banco Central, que passa a ser a data-limite para o saque do abono.

O abono salarial é um benefício no valor de até um salário-mínimo concedido anualmente a trabalhadores. — Foto: Marcello Casal Jr.

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Bloqueio do Estreito de Ormuz pode pressionar petróleo e afetar preços de combustíveis no Brasil; entenda

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/04/2026 01:17

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,997-0,29%Dólar TurismoR$ 5,192-0,21%Euro ComercialR$ 5,876-0,02%Euro TurismoR$ 6,1160,000%B3Ibovespa198.001 pts0,34%MoedasDólar ComercialR$ 4,997-0,29%Dólar TurismoR$ 5,192-0,21%Euro ComercialR$ 5,876-0,02%Euro TurismoR$ 6,1160,000%B3Ibovespa198.001 pts0,34%MoedasDólar ComercialR$ 4,997-0,29%Dólar TurismoR$ 5,192-0,21%Euro ComercialR$ 5,876-0,02%Euro TurismoR$ 6,1160,000%B3Ibovespa198.001 pts0,34%Oferecido por

O bloqueio do Estreito de Ormuz pelos Estados Unidos nesta segunda-feira (13) voltou a preocupar analistas do mercado financeiro, diante dos possíveis efeitos nos preços do petróleo e de eventuais riscos para os combustíveis no Brasil.

🔎 O estreito é uma das principais vias marítimas para o comércio global de petróleo, e a interrupção do transporte pelo canal pode limitar a oferta e pressionar os preços da commodity no mercado mundial.

De acordo com a CEO da Magno Investimentos, Olívia Flôres de Brás, o aumento da tensão entre os Estados Unidos e o Irã deixou de ser um fator secundário e passou a "influenciar diretamente a formação de preços globais", principalmente por atingir um ponto crítico da cadeia de energia.

"Como uma parcela relevante do petróleo global passa por essa região que, agora, está sob risco, o mercado passa a lidar com maior incerteza sobre oferta, o que se traduz em juros mais pressionados", diz.

Ainda segundo a executiva, esse cenário também se reflete nas expectativas para os preços do petróleo.

"O Brent [referência internacional] vinha sendo projetado entre US$ 75 e US$ 85 ao longo de 2026. Esse era o cenário de normalidade: crescimento moderado, oferta ajustada e sem grandes rupturas. Mas esse cenário não existe mais", afirma.

"Com o aumento da tensão envolvendo Irã e o Estreito de Ormuz, o mercado passa a precificar a possibilidade de interrupção. Quando o risco entra, o preço sobe antes do problema acontecer. Hoje, as revisões já começam a apontar para um intervalo mais próximo de US$ 85 a US$ 95 neste ano", completa.

Segundo especialistas consultados pelo g1, apesar de não haver projeção de desabastecimento de combustíveis no Brasil, o aumento dos preços do petróleo no mercado internacional já começa a pressionar a inflação — cenário que pode piorar caso a guerra se estenda.

"Entendemos que não haverá desabastecimento, mas, conforme mostram os preços atuais, cresce a expectativa de um petróleo mais caro por mais tempo", avalia Felipe Oliveira, economista-chefe da MAG Investimentos.

“O IPCA [inflação oficial do país] já mostrou impacto da guerra, especialmente com o aumento dos preços dos combustíveis. Esse efeito tende a se intensificar se o conflito perdurar, devido ao impacto indireto da alta do diesel sobre a cadeia de distribuição no Brasil”, completa.

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados na última semana, indicaram que a inflação de março subiu 0,88% em relação ao mês anterior, acima do esperado por economistas (0,7%).

O principal impacto veio do grupo Transportes (1,64%), pressionado pela alta dos combustíveis, de 4,59%.

“A combinação entre restrições de oferta no mercado internacional e repasses domésticos acabou se refletindo nos preços ao consumidor e já aparece nos dados da inflação de março”, disse o gerente do IPCA do IBGE, Fernando Gonçalves, durante a divulgação do índice.

Segundo Brás, da Magno Investimentos, o impacto sobre os preços dos combustíveis tende a depender mais da duração do conflito do que das oscilações diárias do petróleo.

“No curto prazo, pode haver estabilidade, com ajustes contidos e comunicação mais cautelosa. Já no médio prazo, entre um e três meses, o repasse começa a aparecer, primeiro de forma parcial e depois de maneira mais direta. No longo prazo, o repasse é inevitável, seja via preço na bomba ou via inflação”, conclui.

Desde que os bombardeios começaram, na madrugada de 28 de fevereiro, as incertezas sobre a duração e a intensidade do conflito fizeram o preço do barril do petróleo subir de forma acentuada e já se refletiram no Brasil.

Dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) mostraram que o preço do diesel ao consumidor subiu R$ 0,05 na primeira semana de março, para R$ 6,08. No dia 14 do mesmo mês, o valor já havia alcançado R$ 6,80.

Na última sexta-feira, dados da agência indicaram que os preços médios do diesel na bomba caíram pela primeira vez desde o início do conflito, mas seguem em patamares elevados. De acordo com a ANP, o recuo foi de 0,2%, para R$ 7,43. Na gasolina, a redução foi de apenas R$ 0,01, para R$ 6,77.

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Mega-Sena pode pagar R$ 45 milhões nesta terça-feira

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/04/2026 01:17

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena pode pagar R$ 45 milhões nesta terça-feira Apostas podem ser feitas até as 20h em lotéricas ou pela internet. Por Redação g1 — São Paulo

O concurso 2.996 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 45 milhões para os acertadores das seis dezenas. O sorteio ocorre às 21h desta terça-feira (14), em São Paulo.

A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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União Europeia concorda em dobrar tarifas para importação de aço

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/04/2026 21:58

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,997-0,29%Dólar TurismoR$ 5,192-0,21%Euro ComercialR$ 5,876-0,02%Euro TurismoR$ 6,1160,000%B3Ibovespa198.001 pts0,34%MoedasDólar ComercialR$ 4,997-0,29%Dólar TurismoR$ 5,192-0,21%Euro ComercialR$ 5,876-0,02%Euro TurismoR$ 6,1160,000%B3Ibovespa198.001 pts0,34%MoedasDólar ComercialR$ 4,997-0,29%Dólar TurismoR$ 5,192-0,21%Euro ComercialR$ 5,876-0,02%Euro TurismoR$ 6,1160,000%B3Ibovespa198.001 pts0,34%Oferecido por

A União Europeia chegou a um acordo preliminar para reduzir as importações de aço quase pela metade e impor tarifas de 50% sobre embarques excedentes.

Hoje, o aço da União Europeia é protegido por salvaguardas que impõem tarifas de 25% a embarques excedentes.

O objetivo da nova medida é proteger a indústria siderúrgica europeia contra a produção elevada de outros países, informou a Reuters.

O bloco espera que o aumento de tarifas contribua para a indústria europeia ampliar a atividade operar com 80% da capacidade, e não mais 65%, como acontece atualmente.

A União Europeia chegou a um acordo preliminar nesta segunda-feira (13) para reduzir as importações de aço quase pela metade e impor tarifas de 50% sobre embarques excedentes.

Hoje, o aço da União Europeia é protegido por salvaguardas que impõem tarifas de 25% a embarques excedentes. A regra foi criada durante o primeiro mandado do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, mas valem até 30 de junho.

O objetivo da medida é proteger a indústria siderúrgica europeia contra a produção elevada de outros países, informou a Reuters.

O bloco espera que o seu aumento de tarifas contribua para a indústria europeia ampliar a atividade operar com 80% da capacidade.

As principais fontes de importação de aço para a União Europeia em 2025 foram Turquia, Coreia do Sul, Indonésia, China, Índia, Ucrânia e Taiwan.

Os produtores de aço da União Europeia estão operando com apenas 65% da capacidade total devido ao aumento de importações e às tarifas de 50% impostas por Trump sobre parte dos envios aos EUA.

A Comissão Europeia, que tinha proposto novas medidas em outubro, disse que o setor siderúrgico do bloco perdeu cerca de 100 mil empregos desde 2008 e que a produção continuaria diminuindo sem a prorrogação das restrições.

Representantes do Parlamento Europeu e do Conselho da União Europeia, que representa os governos do bloco, concordaram em limitar as importações isentas a 18,3 milhões de toneladas métricas por ano, uma redução de 47% em relação a 2024.

As novas medidas levarão mais em consideração o local onde o aço importado foi originalmente fundido e moldado para evitar a evasão fiscal e serão revisadas regularmente para garantir sua eficácia.

As partes também se comprometeram a eliminar gradualmente as importações de aço da Rússia, possivelmente até setembro de 2028. Cerca de 3,7 milhões de toneladas de placas de aço vieram da Rússia para a UE no ano passado.

O Parlamento e o Conselho precisarão votar o acordo de segunda-feira para que as medidas entrem em vigor.

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O Globo entra para o Guinness com edição de 526 páginas, a maior da história dos jornais

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/04/2026 19:47

Economia Midia e Marketing O Globo entra para o Guinness com edição de 526 páginas, a maior da história dos jornais Especial de 100 anos teve 14 cadernos e foi feita por 350 jornalistas durante 2 anos. 'A redação está muito orgulhosa do prêmio', disse o diretor-geral do jornal, Frederic Kachar. Por Erick Rianelli, RJ2

A edição que celebrou o centenário é a maior já produzida em todos os tempos e garantiu ao veículo um lugar no Guinness World Records.

Foram 526 páginas e 14 cadernos especiais, o que rendeu ao Globo o certificado de maior número de páginas em uma única edição comercial de jornal da história.

Mais de 350 jornalistas participaram da produção do material especial. Foram dois anos de trabalho e um mês dedicado exclusivamente à edição.

O jornal O Globo entrou para o livro dos recordes. A edição que celebrou o centenário é a maior já produzida em todos os tempos e garantiu ao veículo um lugar no Guinness World Records.

A edição recordista é a dos 100 anos do jornal, publicada em 27 de julho de 2025. Foram 526 páginas e 14 cadernos especiais, o que rendeu ao Globo o certificado de maior número de páginas em uma única edição comercial de jornal da história.

“É mais amplo que o jornalismo. A gente ganha muitos prêmios jornalísticos, mas ali, claro, o jornalismo é a nossa razão de existir. Aquilo representa literalmente o trabalho da empresa inteira. Só conseguimos construir essa edição por uma coesão e uma cumplicidade de muitas áreas, cujo resultado é esse marco que vamos carregar pelos próximos 100 anos”, afirmou Frederic Kachar, diretor-geral da Editora Globo e do Sistema Globo de Rádio.

Certificado do Guinness entregue ao jornal O Globo pela edição histórica de 100 anos — Foto: Reprodução/TV Globo

Mais de 350 jornalistas participaram da produção do material especial. Foram dois anos de trabalho e um mês dedicado exclusivamente à edição.

“A redação está muito orgulhosa do prêmio. A gente coroou esse ano com o que faz no dia a dia: conteúdo de alta qualidade”, disse Alan Gripp, diretor de redação de O Globo. “É uma gratificação, a coroação de um trabalho que levou anos. A edição foi o ápice disso, o momento em que reunimos todo o legado de 100 anos em um produto feito com o máximo de cuidado.”

Depois da publicação da edição — considerada incomum até pelo tamanho —, a equipe iniciou uma nova etapa: descobrir se aquele era, de fato, o maior jornal já produzido na história.

“No primeiro momento, fizemos uma investigação no Arquivo Nacional para ver se já havia circulado no Brasil algum jornal daquele tamanho. Constatamos que não. Era o maior já produzido aqui”, afirmou Kachar. “Mas a ambição falou mais alto e resolvemos checar se, internacionalmente, aquilo também era uma marca.”

Edição de 100 anos de O Globo, a maior da história dos jornais, segundo o Guinness Book — Foto: Reprodução/TV Globo

Segundo a organização do Guinness World Records, foi necessário criar uma categoria específica para reconhecer o feito.

“O que fizemos foi criar um novo título com base no material recebido, a partir de uma investigação em nível mundial”, explicou Natalia Ramirez, juíza do Guinness.

Quem quiser ler ou reler a edição recordista pode acessar o acervo de O Globo, disponível no Com 526 páginas, O Globo entra para o Guinness com a maior edição já feita, que reúne todas as páginas de todas as edições.

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Delegado brasileiro que atua no ICE contribuiu para prisão de Ramagem nos EUA, diz PF

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/04/2026 17:44

A Polícia Federal afirmou nesta segunda-feira (13) que um delegado da corporação que atua no Serviço de Imigração e Controle de Aduanas (ICE) contribuiu para a prisão do ex-deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ), em Orlando, cidade da Flórida, nos Estados Unidos.

Ao blog, o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, confirmou a informação e disse que o trabalho do delegado brasileiro junto ao ICE faz parte de uma cooperação das autoridades brasileiras com agências norte-americanas.

Conforme Andrei Rodrigues, o delegado brasileiro atua em Miami, também na Flórida, e deu alertas sobre Ramagem, que auxiliaram na detenção dele.

Segundo informações preliminares, Ramagem foi preso em Orlando, na Flórida, e levado a um centro de detenção na cidade. Autoridades brasileiras foram informadas da prisão por volta de 12h (horário de Brasília).

O ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) foi detido por questões migratórias, e o governo brasileiro aguarda mais informações sobre possível retorno ao Brasil.

Ramagem deixou o país após ser condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a uma pena de 16 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado. Ele é acusado de integrar o núcleo crucial da trama golpista, que tinha como objetivo manter o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no poder.

Segundo as investigações da Polícia Federal, Ramagem deixou o Brasil de forma clandestina antes do término do julgamento, atravessando a fronteira de Roraima com a Guiana para evitar a prisão, seguindo depois para os Estados Unidos.

Em janeiro de 2026, o Ministério da Justiça informou ao STF que o pedido de extradição foi formalmente encaminhado ao governo norte-americano. A Embaixada do Brasil em Washington enviou a documentação ao Departamento de Estado dos EUA em 30 de dezembro de 2025.

Em 18 de dezembro de 2025, ele teve o mandato como deputado federal cassado pela Câmara dos Deputados;Em seguida, a Câmara cancelou o passaporte diplomático dele;Por determinação do STF, a Câmara também efetuou o bloqueio dos seus vencimentos parlamentares.

Interrogatório de Alexandre Ramagem ao STF em julgamento sobre trama golpista — Foto: Fellipe Sampaio/STF

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Por que gigantes de tecnologia estão investindo em energia nuclear

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/04/2026 16:44

Tecnologia Por que gigantes de tecnologia estão investindo em energia nuclear Meta, Amazon e Google já anunciaram acordos para financiar a construção de pequenos reatores modulares em meio à corrida das big techs para ampliar a oferta de energia. Por Reuters

Gigantes de tecnologia estão investindo em empresas de energia para acelerar a criação de pequenos reatores nucleares.

O interesse no setor cresceu devido à busca das empresas para ampliar a oferta de eletricidade aos data centers de inteligência artificial.

Os data centers estão na mira de projetos que buscam proibir a construção desses empreendimentos nos EUA.

O uso de eletricidade nos EUA deve aumentar 1% este ano e 3% no próximo, segundo a Administração de Informação Energética (EIA).

Imagem de conceito de pequeno reator modular (SMR) da agência pública americana Energy Northwest — Foto: Divulgação/Energy Northwest

Gigantes de tecnologia estão investindo em empresas americanas de energia para acelerar a criação de reatores menores, mais avançados e mais escaláveis do que usinas nucleares convencionais.

O interesse nos chamados pequenos reatores modulares (SMRs, na sigla em inglês) cresceu devido à busca de empresas para ampliar a oferta de eletricidade aos data centers de inteligência artificial.

❓ Um data center ("centro de dados", em inglês) é um local que armazena e processa informações. Entre os tipos, estão os de nuvem (cloud), que operam serviços online, e de inteligência artificial, que treinam modelos de linguagem complexos.

Os data centers estão na mira de projetos que buscam proibir a construção desses empreendimentos nos EUA. Alguns estados americanos já discutem suspender temporariamente a construção desses espaços.

Em janeiro, a Meta fez um acordo para financiar a criação de duas unidades nucleares da Terrapower capazes de fornecer até 690 megawatts de potência.

A dona de Instagram, Facebook e WhatsApp fez ainda um acordo com a Oklo para criar um campus de energia nuclear de 1,2 gigawatts nos EUA.

A Amazon, por sua vez, está trabalhando com a X-energy para colocar em operação pequenos reatores nucleares nos Estados Unidos que somarão 5 GW de potência até 2039.

E o Google anunciou um compromisso com a Kairos Power para colocar seu primeiro pequeno reator nuclear modular em operação até 2030.

Nenhuma geradora de energia nuclear nos EUA começou a produzir eletricidade de forma comercial porque os projetos enfrentam restrições de financiamento e riscos por serem os primeiros do tipo.

Mas a corrida por energia adequada para alimentar data centers em meio à crescente demanda da IA dá um novo impulso ao setor.

Os acordos com big techs dão às geradoras de energia "a certeza de receita que os bancos comerciais exigirão para a dívida de construção" de projetos de energia nuclear, disse Shioly Dong, analista da BMI, uma unidade da Fitch Solutions, em entrevista à Reuters.

O uso de eletricidade nos EUA deve aumentar 1% este ano e 3% no próximo, segundo a Administração de Informação Energética (EIA), impulsionado principalmente pela demanda de data centers.

Diante desse cenário, pequenos reatores modulares estão surgindo como alternativas nucleares mais fáceis de serem financiadas.

Isso porque eles têm uma escala modular e cronogramas de construção mais curtos que reduzem a exposição ao capital inicial, disse Tim Winter, gerente de portfólio do Gabelli Utilities Fund (GABUX) da empresa de investimentos Gabelli Funds.

"O setor precisa de alguém que assuma os riscos de custos excedentes e atrasos. O grau em que os hiperescaladores estiverem dispostos a fazer isso determinará o quanto de impulso (esses acordos dão ao setor)", acrescentou.

A demanda por IA está levando os clientes a firmarem contratos de longo prazo que possam apoiar o desenvolvimento de projetos, disse Bonita Chester, porta-voz da Oklo.

O acordo da empresa com a Meta, por exemplo, inclui financiamento para garantir combustível nuclear e avançar na primeira fase do projeto em Ohio.

O interesse de compradores de energia de longo prazo também atrai alguns investidores institucionais para o setor, que historicamente depende de apoio governamental e financiamento de capital de risco.

"Começamos a ouvir que os bancos estão ficando animados e interessados em fazer negócios nessa área, o que seria um grande desenvolvimento – ainda não tínhamos visto isso", disse Tess Carter, diretora associada da prática de energia e clima do Rhodium Group.

Mas esses investidores institucionais ainda não estão fazendo aportes de larga escala. Isso porque o setor, descrito como "nuclear avançado", ainda tem obstáculos incluindo altos riscos de construção e tecnologia.

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Uber enfrenta novo julgamento por agressão sexual após indenização de US$ 8,5 milhões

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 13/04/2026 15:11

Economia Negócios Uber enfrenta novo julgamento por agressão sexual após indenização de US$ 8,5 milhões Alvo de críticas recorrentes sobre segurança, plataforma não nega que o incidente tenha ocorrido. Em documentos judiciais, porém, sustenta que é uma empresa de software, e não uma "transportadora pública", categoria que inclui táxis. Por Reuters

Após o revés em um julgamento recente com júri federal, nos Estados Unidos, a Uber voltará ao tribunal na terça-feira (14) para enfrentar as acusações de uma segunda mulher que afirma ter sido agredida sexualmente por um motorista chamado pelo aplicativo.

O julgamento ocorrerá no tribunal federal de Charlotte, na Carolina do Norte, e deve durar cerca de três semanas. O caso pode indicar se o veredicto recente de US$ 8,5 milhões no Arizona foi um episódio isolado ou um sinal de problemas maiores para a Uber, que enfrenta mais de 3,3 mil ações semelhantes reunidas no mesmo tribunal federal.

Os dois processos são tratados como casos “pioneiros” — ações usadas como referência para orientar o andamento do restante do litígio.

As decisões desses julgamentos podem ajudar a definir o valor das demais ações em eventuais acordos ou em uma solução coletiva.

No processo que será analisado agora, a autora — que não teve o nome divulgado — afirma que o episódio ocorreu em março de 2019, pouco antes das 2h da manhã, ao chegar ao destino em Raleigh, na Carolina do Norte.

Segundo a ação, o motorista teria agarrado a parte interna de sua coxa e perguntado se poderia "ficar com ela". A mulher afirma que deixou o veículo imediatamente.

A Uber, que já enfrentou outras controvérsias relacionadas à segurança, não nega que o episódio tenha ocorrido.

Nos documentos apresentados à Justiça, porém, a empresa afirma que atua como uma companhia de software, e não como uma "transportadora pública", categoria que inclui serviços de táxi e que, pela lei da Carolina do Norte, tem obrigação legal de proteger passageiros.

A empresa também argumenta que os motoristas que usam a plataforma são contratados independentes. Por esse motivo, segundo a defesa, a Uber não poderia ser responsabilizada pelas ações individuais desses profissionais.

▶️ A discussão sobre se os motoristas devem ser considerados funcionários ou prestadores independentes acompanha a empresa desde o início de suas operações, tanto nos EUA quanto em outros países. O tema já motivou diversos processos judiciais e debates entre legisladores, mas ainda não há consenso.

O julgamento na Carolina do Norte será conduzido pelo juiz distrital dos Estados Unidos Charles Breyer. Ele normalmente atua em San Francisco e também supervisiona o conjunto de processos movidos contra a Uber.

Em comunicado divulgado na sexta-feira (10), um porta-voz da empresa afirmou que o episódio discutido nesse julgamento nunca havia sido relatado à Uber nem às autoridades policiais e só se tornou conhecido quando a ação judicial foi apresentada.

"A agressão sexual é um crime horrível que levamos extremamente a sério. Continuamos focados em investir em tecnologia, políticas e parcerias que fortaleçam a segurança, ajudem a prevenir danos e apoiem as vítimas", disse o porta-voz.

No caso do Arizona, que resultou em condenação recente, a autora — moradora de Oklahoma — afirmou que um motorista da Uber a assediou e depois a estuprou durante uma corrida em 2023.

Em fevereiro, um júri concluiu que o motorista atuava como agente da Uber e responsabilizou a empresa por suas ações. A mulher recebeu US$ 8,5 milhões por danos morais, mas o júri rejeitou o pedido de indenização punitiva.

Os advogados da autora haviam solicitado mais de US$ 140 milhões. A Uber pediu ao juiz Breyer, que também presidiu esse julgamento, que anulasse o veredicto ou determinasse um novo julgamento.

Além desses casos, a empresa enfrenta mais de 500 processos com acusações semelhantes em tribunais estaduais da Califórnia. Até agora, apenas um deles foi levado a julgamento.

Em setembro, o júri concluiu que a Uber não havia adotado medidas para proteger a segurança da autora, mas decidiu que essa falha não foi um fator determinante para os danos alegados.

Passageira com aplicativo da Uber aberto no celular, em foto ilustrativa. — Foto: BRUNO FERNANDES/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO

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Fiat Toro tem recall no Brasil por risco de incêndio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/04/2026 11:47

Carros Fiat Toro tem recall no Brasil por risco de incêndio Problema na instalação do chicote elétrico da picape pode danificar fios e, em casos mais graves, provocar mau funcionamento do motor e princípio de chamas. Por Redação g1

A Stellantis, dona da marca Fiat, anunciou um recall para a Toro no Brasil por problemas na instalação do chicote elétrico. A campanha é para unidades com motor diesel do modelo 2026.

Segundo a Fiat, existe a possibilidade de contato entre o suporte da caixa de transmissão e o chicote elétrico. Isso pode provocar danos aos fios e, por consequência, acender luzes de aviso no painel e prejudicar o funcionamento do motor.

Em casos mais severos, esse contato dos fios pode causar o desligamento do motor ou até gerar um princípio de incêndio.

A solução para o problema, segundo a empresa, é a instalação de uma proteção no chicote elétrico dianteiro e, caso necessário, a reparação do componente.

O serviço pode ser agendado a partir desta segunda-feira (13) em concessionárias da Fiat. O cliente não paga nada pelo reparo, que leva aproximadamente duas horas para ser concluído. Veja os números de chassi envolvidos na campanha.

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