RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Sony anuncia aumento global de preços do PlayStation 5 e outros dispositivos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/03/2026 13:53

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,235-0,4%Dólar TurismoR$ 5,445-0,08%Euro ComercialR$ 6,032-0,4%Euro TurismoR$ 6,291-0,08%B3Ibovespa182.487 pts-0,13%MoedasDólar ComercialR$ 5,235-0,4%Dólar TurismoR$ 5,445-0,08%Euro ComercialR$ 6,032-0,4%Euro TurismoR$ 6,291-0,08%B3Ibovespa182.487 pts-0,13%MoedasDólar ComercialR$ 5,235-0,4%Dólar TurismoR$ 5,445-0,08%Euro ComercialR$ 6,032-0,4%Euro TurismoR$ 6,291-0,08%B3Ibovespa182.487 pts-0,13%Oferecido por

A empresa japonesa de entretenimento Sony anunciou nesta sexta-feira (27) um aumento nos preços de alguns produtos da linha PlayStation.

O reajuste atinge os consoles PlayStation 5 (PS5), PS5 Pro e o PlayStation Portal, e passa a valer em todo o mundo a partir de 2 de abril. É o segundo aumento desse tipo em cerca de um ano.

"Considerando as pressões persistentes sobre a economia global, decidimos aumentar os preços do PS5, do PS5 Pro e do PlayStation Portal" em todo o mundo, "a partir de 2 de abril", afirmou o grupo no blog do PlayStation.

Na Europa, o preço dos consoles ficará 100 euros mais caro (cerca de R$ 603). O PlayStation Portal terá aumento de 30 euros (aproximadamente R$ 181), passando a custar 249,99 euros (cerca de R$ 1.500).

Nos Estados Unidos, os reajustes devem variar entre US$ 100 e US$ 150 (de cerca de R$ 523 a R$ 784), dependendo da versão do aparelho.

Parte da linha já havia sofrido reajuste recentemente. Em abril de 2025, a versão digital do PS5 ficou 50 euros mais cara na Europa. Na mesma época, os modelos com e sem leitor de Blu-ray também tiveram aumento no Reino Unido, Nova Zelândia e Austrália.

Lançado em 2020, o PlayStation 5 já vendeu mais de 92 milhões de unidades no mundo e está entre os consoles mais populares do mercado.

Mesmo assim, as vendas globais caíram 16% no período de outubro a dezembro, na comparação com o mesmo intervalo do ano anterior, apesar do lançamento do PS5 Pro em novembro de 2024.

Empresas do setor também enfrentam dificuldades para obter semicondutores, componentes eletrônicos usados na fabricação de consoles e outros dispositivos.

A escassez desses itens tende a elevar os custos de produção. Em maio, a Microsoft também anunciou aumento global nos preços dos consoles Xbox Series, citando as mesmas condições de mercado.

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Argentina consegue reverter condenação de US$ 16 bilhões nos EUA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/03/2026 13:53

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,239-0,33%Dólar TurismoR$ 5,447-0,05%Euro ComercialR$ 6,036-0,33%Euro TurismoR$ 6,291-0,08%B3Ibovespa182.766 pts0,02%MoedasDólar ComercialR$ 5,239-0,33%Dólar TurismoR$ 5,447-0,05%Euro ComercialR$ 6,036-0,33%Euro TurismoR$ 6,291-0,08%B3Ibovespa182.766 pts0,02%MoedasDólar ComercialR$ 5,239-0,33%Dólar TurismoR$ 5,447-0,05%Euro ComercialR$ 6,036-0,33%Euro TurismoR$ 6,291-0,08%B3Ibovespa182.766 pts0,02%Oferecido por

Um tribunal de apelações de Nova York anulou, nesta sexta-feira (27), uma decisão que obrigava a Argentina a pagar US$ 16,1 bilhões (R$ 84,2 bilhões) em indenizações pela nacionalização da petroleira YPF, ocorrida em 2012. A informação consta na decisão judicial obtida pela AFP.

A condenação havia sido determinada em 8 de setembro de 2023 pela juíza Loretta Preska, do Tribunal Federal do Distrito Sul de Manhattan.

Na ocasião, ela concluiu que a Argentina deveria compensar empresas que, segundo a decisão, foram prejudicadas pela forma como ocorreu a nacionalização da companhia.

“VENCEMOS O PROCESSO DA YPF. O Tribunal acaba de reverter integralmente a sentença contra a Argentina: o melhor cenário possível”, escreveu.

Em 2012, o governo argentino expropriou 51% das ações da YPF, empresa que na época era parcialmente controlada pela petroleira espanhola Repsol.

Dois anos depois, a companhia espanhola recebeu US$ 5 bilhões (R$ 26 bilhões) para encerrar a disputa com o país.

A situação foi diferente para acionistas minoritários — investidores que tinham participações menores na empresa. Entre eles estavam a Petersen Energia e a Eton Park Capital, que juntos detinham 25,4% do capital da YPF.

Em 2015, essas empresas entraram na Justiça alegando que a Argentina deveria ter feito uma oferta pública de aquisição (OPA) — mecanismo pelo qual um comprador oferece adquirir ações de outros investidores — conforme previsto nas regras da companhia.

O presidente da Argentina, Javier Milei, em 7 de fevereiro de 2026 — Foto: REUTERS/Francisco Loureiro

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Veja como combater as principais pragas e doenças do maracujá

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/03/2026 13:53

GLOBO RURAL Veja como combater as principais pragas e doenças do maracujá Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) tem um folheto gratuito com as dicas. Por Globo Rural

A produtora rural Hilda escreveu ao Globo Rural pedindo ajuda para controlar problemas no cultivo do maracujá.

A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) tem um folheto gratuito com as informações sobre as principais pragas e doenças do maracujazeiro.

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Lucro da BYD cai quase 20%, mas chinesa segue à frente da Tesla nos elétricos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/03/2026 12:44

Carros Lucro da BYD cai quase 20%, mas chinesa segue à frente da Tesla nos elétricos Mesmo com queda no lucro, a expansão internacional da marca continua forte e, em 2024, a BYD superou a Tesla em receita, graças aos modelos híbridos. Por France Presse

A gigante chinesa de veículos elétricos BYD informou nesta sexta-feira (27) que seu lucro anual caiu 19,1% em 2025 na comparação com o ano anterior, em um cenário econômico marcado pela fraqueza do consumo interno.

Segundo comunicado enviado à Bolsa de Valores de Hong Kong, o lucro da BYD destinado aos acionistas somou 32,6 bilhões de yuans (R$ 24,6 bilhões) no ano passado, abaixo dos 40,3 bilhões de yuans (R$ 30,49 bilhões) registrados em 2024.

A BYD consolidou-se como a principal empresa no competitivo mercado chinês de veículos elétricos, o maior do mundo.

Embora a indústria chinesa de veículos elétricos lidere o mercado global, a concorrência interna tem reduzido os ganhos das empresas. Diante disso, muitas companhias — entre elas a BYD — passaram a direcionar seus esforços para o exterior.

A pressão regulatória também aumentou. Em maio, uma entidade do setor criticou as montadoras chinesas por estimularem uma guerra de preços, poucos dias depois de a BYD anunciar descontos.

No ano passado, a BYD teve receita de 804 bilhões de yuans (R$ 606 bilhões), um crescimento modesto de 3,5% em relação a 2024.

Em 2024, a receita anual da empresa superou a de sua rival americana, a Tesla, e ultrapassou a marca simbólica de US$ 100 bilhões (R$ 523 bilhões). Paralelamente, a expansão internacional da BYD vem ganhando ritmo.

Em setembro, a empresa vendeu mais de 13 mil veículos nos países da União Europeia, um salto de 272,1% em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo a Associação Europeia de Fabricantes de Automóveis.

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Operação Vem Diesel: se o valor do combustível não é tabelado, o que define um preço abusivo? Entenda

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/03/2026 10:48

Política Operação Vem Diesel: se o valor do combustível não é tabelado, o que define um preço abusivo? Entenda A Polícia Federal está nas ruas em uma operação para fiscalizar postos de combustíveis em 11 estados e no Distrito Federal. O objetivo é combater preços abusivos. 27/03/2026 10h28 Atualizado 27/03/2026

A Polícia Federal (PF) realiza, nesta sexta-feira (27), uma operação para fiscalizar postos de combustíveis em todo o território nacional.

O objetivo é combater preços abusivos. Mas se o valor do combustível não é tabelado, o que define um preço abusivo?.

De acordo com a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) e o Código de Defesa do Consumidor (CDC), um preço é considerado abusivo quando há elevação sem justa causa.

Isso ocorre quando o fornecedor aumenta o valor de produtos ou serviços de forma injustificada, obtendo vantagem excessiva. O aumento deve ser avaliado com base no equilíbrio e na boa-fé nas relações de consumo.

Por isso, algumas regras devem ser observadas como parâmetros para identificar a ocorrência de preços abusivos.

A Polícia Federal (PF) realiza, nesta sexta-feira (27), uma operação para fiscalizar postos de combustíveis em todo o território nacional. O objetivo é combater preços abusivos. Mas se o valor do combustível não é tabelado, o que define um preço abusivo?

⛽De acordo com a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) e o Código de Defesa do Consumidor (CDC), um preço é considerado abusivo quando há elevação sem justa causa.

🔎Isso ocorre quando o fornecedor aumenta o valor de produtos ou serviços de forma injustificada, obtendo vantagem excessiva. O aumento deve ser avaliado com base no equilíbrio e na boa-fé nas relações de consumo.

Por isso, algumas regras devem ser observadas como parâmetros para identificar a ocorrência de preços abusivos:

Aumento sem justificativa técnica: reajustes aplicados sem que tenha havido um aumento real nos custos da cadeia produtiva;Contexto de emergência ou calamidade: aumentos drásticos em situações de necessidade (ex: pandemia, desastres naturais) para lucrar sobre a urgência do consumidor;Uso de métodos indevidos: cobrança de preços que viola o equilíbrio contratual; Livre concorrência: é fundamental para garantir que os benefícios de eventuais reduções de custos nas refinarias ou distribuidoras sejam efetivamente repassados ao consumidor final, evitando aumentos abusivos e margens de lucro desleais.

Para verificar se houve abuso, órgãos de defesa do consumidor fazem uma análise técnica. Entre os principais pontos avaliados estão:

notas fiscais de compra e venda dos últimos meses;evolução dos preços ao longo do tempo (série histórica);custos na cadeia produtiva, da refinaria ao posto;comparação com outros estabelecimentos.

A apuração envolve diferentes órgãos. Os Procon de todos os estados recebem denúncias e monitoram preços localmente. Já a Secretaria Nacional do Consumidor coordena a política nacional.

Quando há suspeita de práticas como cartel ou abuso de poder econômico, o caso pode ser encaminhado ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica.

Forças de segurança realizaram ações de fiscalização nas capitais de 11 estados e no Distrito Federal, em equipes compostas por agentes da ANP, dos Procons estaduais e da PF.

São eles: São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Mato Grosso, Paraná, Minas Gerais, Paraíba, Rio Grande do Sul, Ceará, Tocantins e Goiás.

A operação é realizada em parceria com a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça e Segurança Pública; e a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Segundo a PF, a força-tarefa batizada de "Vem Diesel" tem como objetivo identificar práticas irregulares de aumento de preços nas bombas, fixação de valores entre empresas concorrentes na tentativa de controlar o mercado, e outras eventuais condutas abusivas que possam causar prejuízo ao consumidor.

Agentes federais apontam que irregularidades detectadas pelas equipes de fiscalização serão encaminhadas à PF para a devida investigação e responsabilização dos envolvidos.

A Agência Nacional do Petróleo afirmou hoje que o abastecimento de diesel no país está garantido até o final de abril

Conforme divulgou o g1, distribuidoras e postos de combustíveis têm aumentado suas margens de lucro mesmo após as medidas anunciadas pelo governo para conter os efeitos do conflito no Oriente Médio e a alta do petróleo.

LEIA TAMBÉM: Postos e distribuidoras ampliam margens de lucro com diesel em até 70% com a guerra no Irã

Nas últimas semanas, o governo anunciou a isenção de impostos federais (PIS e Cofins) sobre o diesel, o aumento do imposto de exportação sobre o petróleo, um incentivo financeiro a produtores e importadores (subvenção) e ações para fiscalizar o repasse dessas medidas ao consumidor.

Ainda assim, um levantamento do Instituto Brasileiro de Estudos Políticos e Sociais (Ibeps) mostra que, desde o início da guerra no Irã, em 28 de fevereiro, as margens de lucro dessas empresas aumentaram, em média, mais de 30% em produtos como diesel S-10, diesel S-500 e gasolina comum.

Os estados, por outro lado, têm resistido em reduzir o ICMS sobre o preço do combustível. O governo realiza nesta sexta-feira (27) uma nova reunião chefiada pelo Ministério da Fazenda para debater propostas de compensação.

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PF faz operação em 11 estados e no DF para combater preços abusivos em postos de combustíveis

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/03/2026 09:52

Política PF faz operação em 11 estados e no DF para combater preços abusivos em postos de combustíveis Objetivo é coibir práticasque possam gerar prejuízo ao consumidor por conta do aumento de preços. Ação conta com apoio da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), e da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Por Fábio Amato, Ana Flávia Castro, TV Globo e g1 — Brasília

A Polícia Federal (PF) realiza, nesta sexta-feira (27), uma operação de fiscalização de postos de combustíveis em todo o território nacional. O objetivo é combater reajustes indevidos nos preços, em meio à guerra no Oriente Médio.

A operação é realizada em parceria com a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça e Segurança Pública; e a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Segundo a PF, a força-tarefa batizada de "Vem Diesel" tem como objetivo identificar práticas irregulares de aumento de preços nas bombas, fixação de valores entre empresas concorrentes na tentativa de controlar o mercado, e outras eventuais condutas abusivas que possam causar prejuízo ao consumidor.

⛽De acordo com a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) e o Código de Defesa do Consumidor (CDC), um preço é considerado abusivo quando há elevação sem justa causa.

🔎Isso ocorre quando o fornecedor aumenta o valor de produtos ou serviços de forma injustificada, obtendo vantagem excessiva. O aumento deve ser avaliado com base no equilíbrio e na boa-fé nas relações de consumo.

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São eles: São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Mato Grosso, Paraná, Minas Gerais, Paraíba, Rio Grande do Sul, Ceará, Tocantins e Goiás.

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Desemprego fica em 5,8% no trimestre terminado em fevereiro, diz IBGE

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/03/2026 09:52

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2560,69%Dólar TurismoR$ 5,4500,37%Euro ComercialR$ 6,0560,34%Euro TurismoR$ 6,2960,23%B3Ibovespa182.733 pts-1,45%MoedasDólar ComercialR$ 5,2560,69%Dólar TurismoR$ 5,4500,37%Euro ComercialR$ 6,0560,34%Euro TurismoR$ 6,2960,23%B3Ibovespa182.733 pts-1,45%MoedasDólar ComercialR$ 5,2560,69%Dólar TurismoR$ 5,4500,37%Euro ComercialR$ 6,0560,34%Euro TurismoR$ 6,2960,23%B3Ibovespa182.733 pts-1,45%Oferecido por

A taxa de desemprego no Brasil ficou em 5,8% no trimestre encerrado em fevereiro, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD Contínua), divulgada nesta sexta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O resultado representa uma alta em relação ao trimestre anterior, encerrado em novembro de 2025 (5,2%), e representa uma queda de 1 ponto percentual na comparação com o mesmo período do ano passado, quando a taxa era de 6,8%.

Sergundo o IBGE, 6,2 milhões de pessoas buscaram trabalho sem sucesso no trimestre, 600 mil a mais do que o trimestre encerrado em janeiro. Mesmo assim, a taxa é a menor para um trimestre encerrado em fevereiro desde o início da série histórica em 2012.

Já o rendimento real habitual de todos os trabalhos, que atinge novamente patamar recorde, chegando a R$ 3.679, aumento de 2,0% no trimestre e de 5,2% no ano.

Taxa de desocupação: 5,8%Taxa de subutilização: 14,1%População desocupada: 6,2 milhõesPopulação ocupada: 102,1 milhõesPopulação fora da força de trabalho: 66,6 milhõesPopulação desalentada: 2,7 milhõesEmpregados com carteira assinada: 39,2 milhõesEmpregados sem carteira assinada: 13,3 milhõesTrabalhadores por conta própria: 26,1 milhõesTrabalhadores informais: 38,3 milhões

Segundo o instituto, a população ocupada chegou a 102,1 milhões. O total representa uma queda de 0,8% no trimestre anterior, com 874 mil pessoas e menos no mercado de trabalho.

Com isso, o nível de ocupação — que mede a parcela da população em idade de trabalhar que está empregada — ficou em 58,4%, com queda de 0,6 no trimestre (59,0%) 0,4 acima do registrado um ano antes.

A população subocupada por insuficiência de horas — pessoas que trabalham menos do que gostariam — somava 4,4 milhões no trimestre encerrado em fevereiro, praticamente estável.

A população subocupada por insuficiência de horas — pessoas que trabalham menos do que gostariam — somava 4,5 milhões no trimestre encerrado em janeiro e permaneceu estável tanto na comparação com o trimestre anterior quanto em relação ao mesmo período do ano passado.

Já a população fora da força de trabalho chegou a 66,6 milhões de pessoas. O contingente cresceu 0,9% no trimestre, com o acréscimo de 608 mil pessoas, e 1,4% frente ao mesmo trimestre do ano anterior (mais 942 mil pessoas).

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Banco Central decreta liquidação extrajudicial de instituições do conglomerado Entrepay

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/03/2026 09:03

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Banco Central decreta liquidação extrajudicial de instituições do conglomerado Entrepay — Foto: Reprodução/Redes Sociais

O Banco Central do Brasil (BC) decretou nesta sexta-feira (27) a liquidação extrajudicial da Entrepay Instituição de Pagamento e, por extensão, das empresas Acqio Adquirência Instituição de Pagamento e Octa Sociedade de Crédito Direto, que integram o conglomerado Entrepay.

Em dezembro de 2025, o conglomerado representava cerca de 0,009% do total de ativos do Sistema Financeiro Nacional (SFN).

A decisão foi motivada pelo “comprometimento da situação econômico-financeira” da Entrepay, além de irregularidades no cumprimento das normas que regem o setor e prejuízos considerados capazes de expor credores a risco anormal.

O Banco Central destacou ainda que, por se tratarem de instituições de pagamento e de sociedade de crédito direto, as empresas não realizam captação de recursos por meio de instrumentos cobertos pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC).

Com a liquidação extrajudicial, a autoridade passa a conduzir o processo de encerramento ordenado das atividades das instituições, com o objetivo de proteger credores e preservar a estabilidade do sistema financeiro.

O BC informou que seguirá com a apuração de responsabilidades dentro de suas competências legais. O resultado das investigações poderá levar à aplicação de sanções administrativas e ao encaminhamento de informações a outros órgãos competentes.

"Nos termos da lei, ficam indisponíveis os bens dos controladores e dos ex-administradores das instituições objeto da liquidação decretada", afirmou o Banco Central.

Fundada em 2022, a Entrepay Instituição de Pagamento é uma empresa de tecnologia voltada ao setor de pagamentos, que oferece serviços que vão do processamento à adquirência para empresas interessadas em operar ou expandir suas atividades financeiras no Brasil.

🔎Na prática, a companhia fornece a infraestrutura que permite que negócios aceitem pagamentos com cartão, conectando estabelecimentos, bandeiras e bancos, além de processar e liquidar as transações com segurança.

Com sede em São Paulo, a Entrepay também mantém um portal para desenvolvedores, voltado à integração de sistemas e à ampliação de sua atuação no mercado digital.

A empresa faz parte do Grupo Entre, ecossistema que reúne companhias de tecnologia e serviços financeiros, como Entre Investimentos, Acqio, Octa, Pmovil, Leads Securitizadora, Bcodex e iniciativas de mídia como a IstoÉ. O grupo foi fundado por Antonio Carlos Freixo Júnior, que atua como CEO.

Criado em 2016, o Grupo Entre cresceu por meio da aquisição de empresas nos segmentos de meios de pagamento e crédito, formando uma estrutura que afirma reunir 26 companhias e cerca de 700 funcionários. Em 2022, a holding adquiriu a operação brasileira da Global Payments, dando origem à Entrepay.

A Entrepay passou a ser alvo de críticas após o aumento de relatos de lojistas sobre demora no repasse de valores de vendas feitas via maquininhas, conforme noticiado pelo site NeoFeed.

Segundo a reportagem, a empresa possui parceria com o Banco do Nordeste para fornecer equipamentos a participantes do Crediamigo, programa de microcrédito voltado a pequenos empreendedores. A instituição financeira confirmou os atrasos e atribuiu o problema a falhas operacionais da Entrepay.

Em dezembro do ano passado, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) analisou casos de possíveis irregularidades no mercado financeiro, uma delas ligada ao grupo Entrepay.

No principal processo, a autarquia rejeitou um acordo de cerca de R$ 21,3 milhões apresentado por empresas e executivos, incluindo Entre Investimentos, Banco Master e Viking Participações.

O caso envolve suspeitas de operações fraudulentas com cotas de um fundo imobiliário. Mesmo com recomendação favorável de um comitê técnico, o colegiado decidiu não aceitar a proposta, o que faz com que o processo continue e ainda possa resultar em punições, como multas e até impedimento de atuação no mercado.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Como o Irã usa o Estreito de Ormuz com arma de guerrilha econômica global

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/03/2026 08:02

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A simples ameaça de instalação de minas marítimas ou de ataques com mísseis ou drones foi suficiente para desencorajar companhias de navegação e seguradoras — Foto: Getty Images via BBC

Até o dia 28 de fevereiro de 2026, o Irã, com uma produção diária de cerca de 4,5 milhões de barris de petróleo cru e condensados, controlava o equivalente a 4% da oferta global do produto.

Depois dos ataques norte-americanos e israelenses, a república islâmica passou a dispor de 20% do petróleo mundial.

A chave para esse incremento não é econômica ou política, mas militar, e reside no domínio sobre um corredor marítimo de 150 a 170 quilômetros entre os golfos Pérsico e de Omã: o Estreito de Ormuz.

Situado na margem norte do estreito — ao sul, está Omã, sultanato que historicamente mantém relações amistosas com Teerã —, o Irã pode atingir com facilidade embarcações que usam o estreito para escoar a produção petrolífera do Golfo, responsável por um quinto da oferta mundial de óleo.

A situação foi sintetizada na capa da edição de 28 de março da revista britânica The Economist, que mostra um mapa-múndi de papel amassado em formato de funil por uma mão que ostenta um anel com a bandeira iraniana, sob o título "Vantagem para o Irã".

Embora tenha ameaçado fechar o estreito anteriormente, esta é a primeira vez que o Irã adota a medida de fato — alegando que vale apenas para "nações hostis" como Estados Unidos, Israel e seus aliados.

Desde o início da Guerra do Irã, apenas algumas dezenas de petroleiros tiveram sinal verde para cruzar o estreito — em tempos de paz, esse é volume de tráfego de um único dia na região.

Para bloquear a passagem pelo local, as forças armadas iranianas não precisam de grandes recursos dissuasórios: a simples ameaça de instalação de minas marítimas ou de ataques com mísseis ou drones é suficiente para desencorajar companhias de navegação e seguradoras.

Nos estudos de segurança e defesa, o gesto iraniano recebe um nome sofisticado: guerra assimétrica.

O termo designa um tipo de conflito armado no qual as estratégias e meios militares das potências envolvidas não são equivalentes, ou seja, quando há profunda disparidade de objetivos e recursos entre os beligerantes.

"Apesar de ser uma potência média, o Irã não consegue travar uma guerra em pé de igualdade com os Estados Unidos e, por isso, desenvolveu a capacidade de lutar de forma assimétrica", explica Eduardo Svartman, professor do Programa de Pós-graduação em Estudos Estratégicos Internacionais (PPGEEI) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e ex-presidente da Associação Brasileira de Estudos de Defesa (Abed).

Entre os recursos utilizados pela república islâmica, explica o pesquisador, a principal é o apoio a forças irregulares como o Hezbollah no Líbano e os houthis no Iêmen.

No conflito atual, o Irã decidiu dificultar, limitar ou restringir a circulação de navios por Ormuz a fim de "impor custos que serão dirigidos aos Estados Unidos e a seus aliados", explica Svartman.

"O estreito não é chave apenas para a produção de petróleo cru. Fertilizantes, polímeros e outros derivados também transitam a bordo dos navios que o atravessam."

As características de Ormuz, com uma profundidade máxima de cem metros e canais de navegação de apenas três quilômetros em cada direção, permitem que o bloqueio seja efetivado até mesmo por meio de drones, afirma o professor.

Para Juliano Cortinhas, professor do Instituto de Relações Internacionais da Universidade de Brasília (UnB), o uso da guerra assimétrica por parte do Irã era previsível diante dos ataques dos Estados Unidos e de Israel.

"Cada país usa o que tem. O Irã teve a sua soberania atacada, estava pronto para esse cenário e tinha uma capacidade de impor perdas aos Estados Unidos e seus aliados maior do que esses imaginavam", sustenta.

A abordagem da guerra pelo Irã, se não chegou a surpreender o governo americano, deixou evidentes os erros de cálculo da maior potência militar do mundo, avalia Cortinhas.

"A máquina de guerra, de poder militar absoluto dos Estados Unidos dá a essas pessoas que têm pouca capacidade analítica a impressão de que podem fazer qualquer coisa. No mundo atual de guerras assimétricas e tecnologias emergentes, isso não é mais possível porque a resistência também é facilitada pelo uso desses recursos."

Segundo Cortinhas, o presidente dos EUA, Donald Trump, cercou-se de colaboradores que tinham como principal credencial a afinidade ideológica com o chefe e não a competência, como o secretário de Defesa, Pete Hegseth.

Além disso, lembra o professor, a inteligência norte-americana parece ter falhado ao não dispor de uma avaliação precisa da capacidade iraniana de defesa.

As falhas na campanha norte-americana contra o Irã não decorrem de simples improvisação, na opinião de Svartman.

"Deve haver uma salinha no Pentágono [sede do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, em Washington, D.C.] cheia de planos para dar conta do Estreito de Ormuz desde a Revolução Islâmica. Planejamento militar certamente há. A questão é que, enquanto o planejamento militar é mais técnico, a decisão de usar o poder militar é política", argumenta.

Uma das possibilidades, cogita Svartman, é de que o governo norte-americano tenha confiado na versão propalada pela inteligência de Israel de que, se a cúpula do regime fosse eliminada por meio de ataques aéreos, uma revolução eclodiria naturalmente no país.

Lembrando que Trump havia prometido durante a campanha eleitoral não empregar forças terrestres no exterior, Svartman explica que o poder aéreo, embora importante, não é onipotente.

"Há limites do que se pode obter com ataques aéreos. Uma mudança de regime ou da postura do regime existente não se produziu, e esse timing está começando a ficar caro para os Estados Unidos."

Além de compensar a inferioridade bélica, a guerra assimétrica pode servir ao Irã como forma de conferir certa ambiguidade ao conflito, diz Maria Eduarda Dourado, mestre em Relações Internacionais pela Universidade Estadual da Paraíba.

"[A guerra assimétrica] dificulta o reconhecimento pela comunidade internacional das ações iranianas como atos formais de guerra", afirma.

Para a pesquisadora, responder a ameaças assimétricas requer o abandono da mentalidade militar convencional.

"A lógica da vitória militar convencional deve ser substituída por outra de resiliência e dissuasão multidimensional. A ideia central é tornar o ataque do inimigo inútil, caro ou politicamente impossível", explica Maria Eduarda.

"A eficácia do controle de Ormuz depende menos da destruição física do adversário e mais da capacidade de sustentar narrativas e coalizões internacionais. A presença da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) torna-se importante, visto que transformará a disputa entre Estados Unidos e Irã em uma questão de segurança coletiva."

Ex-embaixador no Irã e com passagens pelas embaixadas brasileiras no Iraque e no Kuwait, o embaixador aposentado Sérgio Tutikian lembra que a ameaça de fechamento do Estreito de Ormuz é feita pelo regime de Teerã desde a Guerra Irã-Iraque, de 1980 a 1988.

O próprio diplomata alerta para esse risco em conversas e entrevistas desde janeiro de 2022, quando os EUA mataram o general iraniano Qassem Soleimani, 62 anos, no aeroporto de Bagdá, no Iraque.

Tutikian diz que, se eventuais operações terrestres dos EUA na região do Golfo forem estendidas até junho, quando se inicia o verão na região, as forças norte-americanas enfrentarão temperaturas de até 50ºC.

"Quase todos os países da região têm a mesma temperatura, com a exceção do Bahrein, de clima mais ameno. A umidade relativa do ar é de 100% no verão, causando dor de cabeça. A própria água do Golfo Pérsico é quente", explica.

Entre as localidades do Golfo que Tutikian visitou ao servir na região, está a ilha iraniana de Kharg, sede de importantes instalações de distribuição de petróleo e cogitada como possível objetivo de uma invasão terrestre dos Estados Unidos.

"Quando estive no Irã pela primeira vez, nos anos 1970, a ilha era basicamente um ponto turístico."

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Postos e distribuidoras ampliam margens de lucro com diesel em até 70% com a guerra no Irã

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/03/2026 06:00

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Distribuidoras e postos de combustíveis têm aumentado suas margens de lucro mesmo após as medidas anunciadas pelo governo para conter os efeitos do conflito no Oriente Médio e a alta do petróleo.

Nas últimas semanas, o governo anunciou a isenção de impostos federais sobre o diesel, o aumento do imposto de exportação sobre o petróleo, um incentivo financeiro a produtores e importadores (subvenção) e ações para fiscalizar o repasse dessas medidas ao consumidor. (leia mais aqui)

Ainda assim, um levantamento do Instituto Brasileiro de Estudos Políticos e Sociais (Ibeps) mostra que, desde o início da guerra no Irã, em 28 de fevereiro, as margens de lucro dessas empresas aumentaram, em média, mais de 30% em produtos como diesel S-10, diesel S-500 e gasolina comum.

O diesel S-500, usado principalmente por veículos mais antigos, teve alta de 71,6% no período.No diesel S-10, usado por veículos mais novos, o aumento foi de 45%.Na gasolina comum, a margem de lucro subiu 32,2%.

Os dados utilizados são do Ministério de Minas e Energia (MME), no Relatório Mensal do Mercado de Derivados de Petróleo.

Embora o movimento recente acompanhe a disparada dos preços do petróleo no mercado internacional durante a guerra, o aumento das margens de distribuidoras e postos ocorre desde 2021, segundo o Ibeps.

No diesel S-500, a alta é de 238,8% no período.No diesel S-10, o aumento foi de 111,8%.Na gasolina comum, a margem de lucro subiu 90,7%.

Segundo o economista do Ibeps Eric Gil Dantas, dois fatores explicam a alta das margens ao longo do tempo. "O primeiro foi a alta de preços entre 2021 e 2022, quando os derivados atingiram os maiores valores reais da história do país", afirma.

Naquele período, a Petrobras adotava o Preço de Paridade de Importação (PPI), política que simulava o preço de importação e trouxe grande volatilidade ao mercado, com fortes reajustes — tanto para cima quanto para baixo.

"Essa tendência de alta, junto com a volatilidade dos preços e a perda de referência para os consumidores, permitiu que as margens crescessem sem serem percebidas. Mas isso não acabou com o período de maior volatilidade: as margens continuaram subindo ao longo de 2023, mesmo com poucos reajustes", explica o economista.

O segundo fator, diz Dantas, foi a privatização da BR Distribuidora e da Liquigás, as únicas estatais em setores altamente concentrados.

"Com isso, perdeu-se a possibilidade de manter margens mais próximas do aceitável. A BR e a Liquigás tinham grande poder para determinar essas margens e, após serem privatizadas, isso se perdeu", completa.

Questionada sobre o aumento das margens e se o setor tende a se beneficiar de choques nos preços internacionais do petróleo, a Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e Lubrificantes (Fecombustíveis) não respondeu até a publicação desta reportagem.

Já a Associação das Distribuidoras de Combustíveis (Brasilcom) afirmou que "não se manifesta sobre a formação de preços, pois essa é uma questão estratégica de cada associada, sem interferência da entidade."

Desde o início da guerra entre Estados Unidos e Irã no Oriente Médio, o preço do petróleo ultrapassou US$ 100 por barril, atingindo o maior nível desde fevereiro de 2022, quando começou o conflito entre Rússia e Ucrânia.

A alta recente ocorre porque a guerra envolve países localizados em rotas estratégicas para a produção e o transporte de petróleo e gás. O Irã controla o Estreito de Ormuz, por onde passam cerca de 20% de todo o petróleo consumido no mundo.

O fluxo na região está muito reduzido por conta do conflito. Com a menor oferta mundial de petróleo, os preços disparam no mercado internacional.

O petróleo mais caro eleva também o preço dos derivados. O diesel, combustível fundamental para a logística da economia brasileira, espalha o aumento de custos dos caminhoneiros ao valor dos alimentos, de produtos industriais e de serviços.

Na semana passada, um levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) indicou que o preço médio do litro do diesel nos postos do país subiu quase 20% em cerca de 15 dias. O número será atualizado pela agência nesta sexta-feira (27).

Além do transporte, o agronegócio sofre com o custo de operação das máquinas agrícolas e com o encarecimento dos fertilizantes químicos, que representam parte relevante das importações brasileiras vindas do Irã.

Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) indicam que adubos e fertilizantes químicos responderam por 93,5% do total importado pelo Brasil do país do Oriente Médio em janeiro deste ano.

Há impacto também na produção de energia elétrica, especialmente nas termelétricas, que geram energia a partir de combustíveis e costumam ser acionadas em períodos de seca, quando os reservatórios das hidrelétricas ficam mais baixos.

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