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Copa do Mundo: Brasil pode ter mais três jogos em dias úteis; veja como fica expediente e salários

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/06/2026 17:44

Trabalho e Carreira Copa do Mundo: Brasil pode ter mais três jogos em dias úteis; veja como fica expediente e salários Jogos em horário comercial costumam mudar a rotina das empresas, mas a liberação depende de acordos e decisões internas. Por Rafaela Zem, g1 — São Paulo

Liberação de funcionários em dia de jogo ou flexibilização da jornada não é uma obrigação da empresa.

Como não existe uma regra, muita gente teme ser surpreendida por descontos, exigência de compensação ou até punições disciplinares.

Faltar apenas para assistir à partida, sem avisar ou negociar antes, não configura motivo para justa causa.

Para quem trabalha em regime de escala ou atua em setores essenciais — como saúde, transporte, segurança e serviços de atendimento ao público — o esquema é ainda mais rígido.

A classificação da Seleção Brasileira para as oitavas de final da Copa do Mundo de 2026 aumentou a expectativa dos torcedores, que já começam a reorganizar a rotina para acompanhar os próximos jogos.

Se chegar até a final, o time comandado por Carlo Ancelotti vai disputar quatro jogos até a decisão do título. Desses, três estão marcados para dias úteis.

Oitavas de final: 5 de julho (domingo), às 17hQuartas de final: 11 de julho (sábado), às 18hSemifinal: 15 de julho (quarta-feira), às 16hFinal: 19 de julho (sábado), às 18h

🔍 Sábado é considerado dia útil tanto pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), de 1943, quanto pela Constituição Federal de 1988.

Durante a Copa, é comum que empresas adotem medidas para acomodar o interesse dos funcionários pelos jogos do Brasil, com ajustes de escalas, mudanças no expediente e, em alguns casos, liberação dos trabalhadores.

Por isso, muitos trabalhadores ficam em dúvida sobre como agir e temem ser surpreendidos por descontos no salário, necessidade de compensar horas ou até punições.

➡️ Para ajudar no planejamento, o g1 conversou com advogados trabalhistas, que explicam como a legislação trata situações de liberação, acordos e faltas relacionadas à Copa.

O ponto de partida é direto: dia de jogo da seleção não é feriado. A legislação não prevê nenhuma exceção específica para a Copa do Mundo, e a jornada regular de trabalho continua valendo.

Ou seja, por lei, o expediente segue normalmente, independentemente do jogo, do horário ou da fase da competição.

Empresas como a startup GetNinjas, em São Paulo, enfeitou o ambiente de trabalho para a Copa do Mundo e permitirá que funcionários assistam aos jogos em casa ou no próprio escritório — Foto: Marcelo Brandt/G1

Muitos empregadores têm o costume de liberar a equipe durante os jogos, reduzir a jornada ou permitir que os funcionários assistam à partida no próprio ambiente de trabalho. Outras empresas mantêm o funcionamento normal e tratam o jogo como qualquer outra atividade externa ao expediente.

Quando a empresa decide liberar os funcionários sem desconto, a folga é considerada remunerada. Essa é uma prática comum em anos de Copa e pode ser adotada sem necessidade de acordo coletivo, desde que o empregador deixe clara a regra.

Em muitos casos, o expediente é suspenso por algumas horas e volta após a partida, o que exige organização interna para evitar prejuízos no atendimento ou no fluxo de trabalho.

O advogado Marcel Zangiácomo, sócio do escritório Galvão Villani, Navarro, Zangiácomo e Bardella Advogados, explica que a compensação pode ser exigida quando a empresa opta pela liberação parcial ou total em horário de expediente.

A compensação precisa ser combinada e respeitar os limites diários de jornada. Isso significa que o funcionário não pode ser obrigado a trabalhar além do permitido em lei, mesmo que a reposição seja consequência dos jogos da Copa.

Zangiácomo reforça que a compensação “não pode ultrapassar duas horas extras por dia” e que o acordo “precisa ser claro para evitar que o trabalhador seja surpreendido depois”.

Segundo ele, é possível compensar em até um ano, desde que feito o tipo correto de acordo — individual verbal, individual escrito ou coletivo, respectivamente.

Já a falta injustificada em dias de jogo continua sendo considerada uma ausência comum. O trabalhador pode sofrer desconto das horas e perder o descanso semanal remunerado.

Advertências ou suspensões podem ocorrer em caso de reincidência, mas os especialistas reforçam que faltar apenas para assistir a uma partida, sem avisar ou negociar antes, não configura motivo para justa causa.

O argentino Gustavo Gagliano , 19 anos, trabalha como barbeiro em Copacabana — Foto: Marcos Serra Lima/g1

Para quem trabalha em regime de escala ou atua em setores essenciais — como saúde, transporte, segurança e serviços de atendimento ao público — o esquema é ainda mais rígido.

Segundo Zangiácomo, os setores com operação ininterrupta enfrentam ainda mais limites, porque “a empresa não pode comprometer atividades essenciais por causa da Copa”, o que exige planejamento prévio e diálogo para minimizar impactos.

Nessas situações, acordos individuais são mais comuns. Supervisores avaliam as condições operacionais e decidem caso a caso, o que torna fundamental que o trabalhador se antecipe e converse com antecedência.

Zangiácomo também alerta que assistir ao jogo sem autorização, mesmo dentro do local de trabalho, pode ser interpretado como indisciplina.

“Se a empresa determinou que não haverá pausa, o empregado precisa cumprir a orientação. Caso contrário, pode sofrer advertência e até suspensão”, afirma.

Os advogados destacam ainda que, em qualquer cenário, o diálogo é a melhor estratégia. A falta de uma regra única obriga empresas e funcionários a negociarem soluções práticas, evitando surpresas e conflitos. Documentar essas decisões ajuda a garantir segurança para as duas partes.

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IA do Google mostra Brasil eliminado antes do fim do jogo e erra placar contra o Japão

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/06/2026 17:44

Tecnologia IA do Google mostra Brasil eliminado antes do fim do jogo e erra placar contra o Japão Durante a partida, pesquisa sobre próximo jogo da seleção brasileira apresentava informação incorreta de que a equipe não tinha mais jogos na Copa do Mundo por ter sido eliminada. Por Redação g1

IA do Google mostrou Brasil eliminado pelo Japão antes do fim do jogo — Foto: Andrew Kelly/Reuters; AP Photo/Eric Smith

A inteligência artificial do Google cometeu um erro na tarde desta segunda-feira (29), durante a partida entre Brasil e Japão pelos 16 avos de final da Copa do Mundo.

Em uma pesquisa sobre o próximo jogo do Brasil, o Google afirmou que a equipe tinha sido eliminada pelo Japão com o placar de 1 a 0. (veja a imagem ao final)

A informação incorreta foi identificada pelo g1 às 16h05, cerca de 8 minutos após Gabriel Martinelli fazer o segundo gol do Brasil e 46 minutos depois de Casemiro empatar a partida.

Em outro teste por volta das 16h50, a IA do Google apresentou o placar atualizado e os detalhes corretos sobre a próxima partida.

Copa do Mundo: veja quando será próximo jogo do Brasil após se classificar, e quais os próximos se ganhar

No primeiro momento, o buscador disse que, "por ter sido derrotada, a seleção brasileira não tem novos jogos oficiais pelo torneio agendados no momento".

O Google apresentou como referências sites jornalísticos e ofereceu a opção de assistir aos melhores momentos da suposta "partida de despedida" da seleção brasileira.

O Brasil venceu o Japão por 2 a 1 e se classificou para as oitavas de final. A seleção jogará contra o ganhador de Costa do Marfim e Noruega e voltará a campo no próximo domingo (5), às 17h (horário de Brasília).

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Trump comemora decisão da Suprema Corte que lhe permite demitir funcionários de agências federais

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/06/2026 15:45

Mundo Trump comemora decisão da Suprema Corte que lhe permite demitir funcionários de agências federais Decisão amplia os poderes presidenciais sobre o governo e reverte o próprio precedente da Corte de 1935. Por Redação g1

O presidente dos EUA, Donald Trump, discursa em um comício para dar início à Great American State Fair (Grande Feira Estadual Americana) em celebração ao 250º aniversário da independência dos EUA, no National Mall, em Washington, D.C., EUA, 24 de junho de 2026. — Foto: Reuters/Evan Vucci

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, comemorou nesta segunda-feira (29) uma decisão da Suprema Corte que lhe permite demitir uma comissária da Federal Trade Commission (FTC), a agência federal independente que regula a concorrência no país.

A decisão expande os poderes presidenciais sobre o governo e reverte o próprio precedente da Corte de 1935, que havia reconhecido a autoridade do Congresso para proteger líderes de certas agências reguladoras de destituições presidenciais.

"Esta decisão era almejada pelos presidentes dos EUA desde a década de 1930", publicou Trump no Truth Social.

"É uma grande honra ser o presidente em exercício que obteve esta decisão histórica e sem precedentes", acrescentou.

A decisão foi uma vitória para o republicano, mas veio no mesmo dia que uma série de derrotas sobre temas variados relacionados ao mandato do republicano.

Também nesta segunda (29), a Suprema Corte proibiu Trump de demitir a diretora do Federal Reserve (Fed), Lisa Cook.

O republicano havia anunciado a demissão da diretora no ano passado, aumentando a pressão sobre o BC americano. Se tivesse conseguido, seria o primeiro presidente a destituir um integrante do Fed desde sua criação, em 1913.

🔎 Trump anunciou a demissão em agosto de 2025, mas a Justiça barrou a medida. A Casa Branca recorreu, e a Suprema Corte confirmou a decisão nesta segunda-feira (29).

A Suprema Corte também decidiu apoiar leis estaduais que permitem que cédulas enviadas pelo correio e recebidas após o dia da eleição sejam contabilizadas nas eleições de meio de mandato, marcados para novembro.

Os juízes, também por cinco votos a quatro, derrubaram a decisão de um tribunal inferior que havia considerado uma lei do Mississippi incompatível com as normas dos EUA que definem o calendário das eleições federais — para a Presidência, o Senado e a Câmara dos Representantes.

A Suprema Corte rejeitou ainda uma tentativa de Trump de anular a decisão de um júri de 2023 que concluiu que ele abusou sexualmente da escritora E. Jean Carroll e, posteriormente, a difamou.

Os juízes se recusaram a analisar o recurso do presidente dos EUA e confirmaram a decisão emitida por um tribunal inferior em 2024.

Na prática, com a decisão e os recursos esgotados, Trump agora terá que pagar US$ 5 milhões – o equivalente a R$ 25,8 milhões – à escritora.

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iFood pede investigação sobre estratégia da 99Food e Keeta

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/06/2026 15:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1670,000%Dólar TurismoR$ 5,3820,07%Euro ComercialR$ 5,9050,35%Euro TurismoR$ 6,1630,41%B3Ibovespa173.409 pts0,07%MoedasDólar ComercialR$ 5,1670,000%Dólar TurismoR$ 5,3820,07%Euro ComercialR$ 5,9050,35%Euro TurismoR$ 6,1630,41%B3Ibovespa173.409 pts0,07%MoedasDólar ComercialR$ 5,1670,000%Dólar TurismoR$ 5,3820,07%Euro ComercialR$ 5,9050,35%Euro TurismoR$ 6,1630,41%B3Ibovespa173.409 pts0,07%Oferecido por

O iFood pediu ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) que acompanhe de perto a atuação da Keeta e da 99Food no Brasil.

A empresa alega que essas plataformas têm muito dinheiro disponível e, por isso, conseguem oferecer descontos e até operar no prejuízo para conquistar mais espaço no mercado.

Para justificar o pedido, o iFood cita um estudo do próprio Cade sobre casos no exterior em que empresas usaram preços muito baixos e subsídios para ganhar clientes.

Na petição, o iFood afirma que a DiDi, dona da 99Food, e a Meituan, responsável pela Keeta, têm acesso facilitado a recursos financeiros baratos. Segundo a empresa, isso acontece por causa de políticas do governo chinês que incentivam a expansão de empresas para outros países.

Entre essas políticas, o iFood cita iniciativas como a Nova Rota da Seda e um programa voltado ao crescimento de empresas de tecnologia fora da China. De acordo com o documento, esses programas ajudam a financiar a expansão internacional dessas companhias.

O iFood também diz que DiDi e Meituan usam uma estratégia de crescimento baseada em dar descontos e aceitar prejuízos no curto prazo para ganhar mercado. Como exemplo, menciona um relatório do banco australiano Macquarie que aponta que os investimentos da DiDi no Brasil foram o principal motivo de um prejuízo de 470 milhões de dólares no último trimestre de 2025.

O documento também cita que a Meituan teve prejuízo de 3,4 bilhões de dólares em 2025. Além disso, lista casos em que outras empresas deixaram de atuar em alguns países depois da entrada dessas plataformas, como aconteceu em Hong Kong, Catar e Kuwait.

Com base no estudo do Cade e em exemplos de medidas adotadas em países como China, Índia, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Kuwait e Catar, o iFood pediu que o órgão solicite informações sobre os custos e os preços cobrados pelas plataformas que operam no Brasil.

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Desenrola Adimplentes: quem aderir ao programa não poderá usar bets por seis meses

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/06/2026 14:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1760,16%Dólar TurismoR$ 5,3860,15%Euro ComercialR$ 5,9130,48%Euro TurismoR$ 6,1670,47%B3Ibovespa173.326 pts0,02%MoedasDólar ComercialR$ 5,1760,16%Dólar TurismoR$ 5,3860,15%Euro ComercialR$ 5,9130,48%Euro TurismoR$ 6,1670,47%B3Ibovespa173.326 pts0,02%MoedasDólar ComercialR$ 5,1760,16%Dólar TurismoR$ 5,3860,15%Euro ComercialR$ 5,9130,48%Euro TurismoR$ 6,1670,47%B3Ibovespa173.326 pts0,02%Oferecido por

O governo lançou nesta segunda-feira (29) o Desenrola Adimplentes. O programa é voltado para trabalhadores informais e devedores do Fies sem dívidas vencidas.

A iniciativa é voltada a trabalhadores informais, excluindo CLT, aposentados e servidores. Será permitido refinanciar a dívida e obter crédito adicional de até 50%.

Graduados adimplentes no Fies há 36 meses poderão obter crédito. Os juros serão de até 11% ao ano, com limite de R$ 180 mil.

Governo federal anuncia nova fase do Desenrola, programa para renegociação de dívidas — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

Quem aderir ao Desenrola Adimplentes, lançado nesta segunda-feira (29), terá o CPF bloqueado nas plataformas de apostas (bets) por seis meses. A mesma regra vale para os participantes do Fies Empreendedor, outra linha de crédito anunciada no mesmo evento, no Palácio do Planalto.

"Beneficiários do Desenrola Adimplentes e Fies Empreendedor aceitarão como contrapartida o bloqueio do CPF em plataformas de apostas por seis meses", informou o ministro da fazenda, Dario Durigan.

A exigência é uma forma de tentar evitar que o crédito mais barato oferecido pelo programa seja usado em apostas online — atividade que tem preocupado o governo pelo impacto no endividamento das famílias brasileiras.

O bloqueio será automático para quem aderir às novas linhas de crédito e impedirá o acesso às plataformas de apostas regulamentadas no país durante o período de seis meses. A medida atinge tanto os trabalhadores informais que renegociarem dívidas pelo Desenrola Adimplentes quanto os ex-alunos do Fies que buscarem crédito para empreender.

O Desenrola Adimplentes é voltado para quem ainda não está inadimplente, mas paga juros altos em financiamentos. O foco são trabalhadores informais — que não têm acesso ao consignado CLT, do servidor público ou do INSS — e estudantes com crédito do Fies que queiram empreender.

A expectativa é alcançar até 500 mil trabalhadores informais e 100 mil pessoas do Fies. A renegociação vale para o Crédito Pessoal Não Consignado, com saldo de até R$ 15 mil, ao menos quatro parcelas já pagas e no máximo 90 dias de atraso. A taxa máxima será de 1,99% ao mês.

Para os estudantes do Fies, os juros podem chegar a 11% ao ano (0,87% ao mês), com limite de R$ 180 mil para pessoas jurídicas e R$ 80 mil para pessoas físicas.

As linhas de crédito estarão disponíveis, inicialmente, na Caixa Econômica Federal e no Banco do Brasil. Os bancos privados ainda vão decidir se aderem ou não às condições. Leia mais aqui.

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Suprema Corte dos EUA proíbe Trump de demitir diretora do Fed

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/06/2026 12:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1810,26%Dólar TurismoR$ 5,3890,2%Euro ComercialR$ 5,9170,55%Euro TurismoR$ 6,1690,5%B3Ibovespa172.887 pts-0,24%MoedasDólar ComercialR$ 5,1810,26%Dólar TurismoR$ 5,3890,2%Euro ComercialR$ 5,9170,55%Euro TurismoR$ 6,1690,5%B3Ibovespa172.887 pts-0,24%MoedasDólar ComercialR$ 5,1810,26%Dólar TurismoR$ 5,3890,2%Euro ComercialR$ 5,9170,55%Euro TurismoR$ 6,1690,5%B3Ibovespa172.887 pts-0,24%Oferecido por

A Suprema Corte dos Estados Unidos proibiu o presidente Donald Trump de demitir a diretora do Federal Reserve (Fed), Lisa Cook.

O republicano havia anunciado a demissão da diretora no ano passado, aumentando a pressão sobre o BC americano. Se tivesse conseguido, seria o primeiro presidente a destituir um integrante do Fed desde sua criação, em 1913.

🔎 Trump anunciou a demissão em agosto de 2025, mas a Justiça barrou a medida. A Casa Branca recorreu, e a Suprema Corte confirmou a decisão nesta segunda-feira (29).

O presidente da Suprema Corte, John Roberts, e o também conservador Brett Kavanaugh formaram a maioria, ao lado dos três juízes liberais. Já Clarence Thomas, Samuel Alito, Neil Gorsuch e Amy Coney Barrett divergiram.

A decisão se soma a outro julgamento relevante, de 20 de fevereiro, quando a Corte derrubou grande parte das tarifas globais de Trump.

Roberts, que redigiu a decisão da Corte, afirmou que Trump "deixou de conceder a Cook as proteções processuais às quais ela tinha direito por lei.

"Sem essas proteções, ela não poderia contestar adequadamente as acusações que o presidente fez contra ela", afirmou.

Os membros do Conselho de Governadores do Federal Reserve "não servem por mera liberalidade do presidente; em vez disso, cumprem mandatos escalonados de 14 anos e só podem ser destituídos 'por justa causa'", acrescentou Roberts.

Em agosto, Trump citou suspeitas não comprovadas de fraude imobiliária ao tentar demitir Cook — a primeira mulher negra a ocupar o cargo. Ela afirma que a medida foi motivada por divergências sobre a condução dos juros por parte do Fed.

Os juízes também rejeitaram um pedido do Departamento de Justiça para liberar a demissão imediata, enquanto segue o processo aberto por Cook. Ela nega as acusações.

O Fed é o banco central mais influente do mundo e define o custo do crédito nos Estados Unidos e, indiretamente, em outros países. A instituição tem sido alvo de críticas de Trump desde seu retorno à presidência, em janeiro de 2025.

A pressão de Trump sobre Cook e uma investigação separada contra o então presidente do Fed, Jerome Powell, representam o maior desafio recente à independência do banco central.

O mandato de Powell como presidente do Fed terminou em 15 de maio, mas ele segue no conselho. Kevin Warsh, indicado por Trump, foi confirmado pelo Senado e assumiu o cargo dias depois.

Ao criar o Fed, em 1913, o Congresso aprovou a chamada Lei da Reserva Federal. A norma prevê proteção contra interferência política e estabelece que membros do conselho só podem ser demitidos pelo presidente por “justa causa”. O termo, no entanto, não é claramente definido na lei.

Trump tentou demitir Cook em 25 de agosto de 2025, ao publicar uma carta nas redes sociais citando acusações levantadas por Bill Pulte, chefe da Agência Federal de Financiamento Imobiliário e aliado do presidente. As alegações envolviam imóveis da diretora em Michigan e na Geórgia.

Pulte escreveu nas redes sociais: “Acredito que Lisa Cook será indiciada por fraude hipotecária”.

Em setembro, a juíza federal Jia Cobb decidiu que a tentativa de Trump de demitir Cook sem aviso prévio ou possibilidade de defesa provavelmente violou seu direito ao devido processo legal, garantido pela Constituição dos EUA.

Segundo a magistrada, as acusações também não seriam motivo suficiente para a demissão, já que se referem a fatos anteriores ao mandato dela.

O Tribunal de Apelações em Washington também rejeitou o pedido de Trump para suspender a decisão.

A disputa ocorre em um momento de forte pressão política sobre o banco central. Trump tem pressionado o banco central a reduzir os juros mais rápido e de forma mais intensa no combate à inflação. Ele também criticou repetidamente Jerome Powell por não atender a essas demandas.

O caso levanta dúvidas sobre a autonomia do Fed para definir os juros sem interferência política — algo considerado essencial para manter a inflação sob controle.

Como integrante do conselho do Fed, Cook participa das decisões sobre juros ao lado de outros diretores e dos presidentes dos bancos regionais da instituição.

Em decisões recentes, a Suprema Corte tem ampliado o poder do presidente sobre agências federais e pode rever um precedente de 1935 que protege esses órgãos contra demissões políticas.

Ainda assim, a Corte indicou que o Fed pode ser tratado como uma exceção. Em decisão de maio de 2025, os ministros destacaram que o banco central tem estrutura e histórico distintos.

Tanto o caso de Cook quanto a disputa sobre as tarifas expõem as consequências da postura mais agressiva de Trump ao ampliar os limites do poder presidencial desde seu retorno ao cargo, em janeiro de 2025.

Trump também usou o poder executivo para promover mudanças rápidas em áreas como imigração, serviço militar e emprego federal. Até agora, a Suprema Corte tem permitido que a maioria dessas medidas avance, mesmo sob questionamentos judiciais, embora a decisão sobre as tarifas tenha sido uma exceção relevante.

No caso das tarifas, o tribunal derrubou um dos principais pontos da agenda econômica de Trump ao invalidar taxas impostas a quase todos os parceiros comerciais dos EUA. As medidas haviam sido justificadas com base em uma lei de 1977 voltada a situações de emergência — algo inédito entre presidentes americanos.

Trump reagiu com críticas duras à decisão, dizendo estar “absolutamente envergonhado” de alguns ministros. Ele também chamou indicados republicanos da Corte — incluindo dois escolhidos por ele — que votaram contra sua posição de “tolos” e “lacaios” dos democratas.

Como em outras disputas legais, o governo defendeu uma interpretação mais ampla dos poderes presidenciais no caso de Cook. Segundo esse entendimento, bastaria ao presidente apontar um motivo para a demissão para que a decisão estivesse dentro de sua “discricionariedade”.

Os advogados de Cook argumentaram que dar esse poder ao presidente poderia comprometer a independência do Fed, gerar instabilidade nos mercados e abrir precedente para interferência política na definição de juros.

Assim como Cook, Jerome Powell classificou a ação do governo contra ele como uma tentativa de pressão sobre o Fed. O caso envolvia uma investigação sobre possíveis estouros de orçamento na reforma de dois prédios históricos da instituição, em Washington.

Em 13 de março, um juiz bloqueou as intimações emitidas por um promotor nomeado por Trump, ao considerar que a apuração poderia representar uma tentativa indevida de pressionar o banco central a reduzir os juros. A investigação foi arquivada em 24 de abril.

Trump já chamou Powell publicamente de “imbecil”, “grande perdedor” e “muito incompetente”.

Em janeiro, Trump nomeou Kevin Warsh para liderar o Fed. Ele já havia feito parte da diretoria da instituição. A cerimônia de posse contou com a presença de ministros da Suprema Corte, como Clarence Thomas e Brett Kavanaugh.

O Departamento de Justiça arquivou a investigação após críticas de aliados republicanos, que apontaram o caso como um ataque à independência do Fed.

No ano passado, Bill Pulte pediu ao Departamento de Justiça a abertura de uma investigação criminal contra Cook por suspeita de fraude hipotecária. Não há indicação de que o caso tenha avançado.

Enquanto Pulte insistia nas acusações, a Reuters apurou que familiares dele adotaram prática semelhante em declarações de residência. Esse tipo de benefício garante desconto em impostos a imóveis usados como residência principal. A autoridade tributária local informou que Cook não violou as regras, apesar das alegações.

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Campo de Búzios bate recorde e atinge 1,2 milhão de barris por dia

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/06/2026 11:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1820,27%Dólar TurismoR$ 5,3810,04%Euro ComercialR$ 5,9170,54%Euro TurismoR$ 6,1540,27%B3Ibovespa173.496 pts0,12%MoedasDólar ComercialR$ 5,1820,27%Dólar TurismoR$ 5,3810,04%Euro ComercialR$ 5,9170,54%Euro TurismoR$ 6,1540,27%B3Ibovespa173.496 pts0,12%MoedasDólar ComercialR$ 5,1820,27%Dólar TurismoR$ 5,3810,04%Euro ComercialR$ 5,9170,54%Euro TurismoR$ 6,1540,27%B3Ibovespa173.496 pts0,12%Oferecido por

Petrobras: a FPSO P-78 é a sétima plataforma em operação no campo de Búzios, no pré-sal da Bacia de Santos — Foto: Divulgação/Petrobras

O campo de Búzios, no pré-sal da Bacia de Santos, atingiu na última sexta-feira (26) produção média de 1,2 milhão de barris por dia de petróleo. O volume foi alcançado três dias após o campo registrar 1,1 milhão de barris diários, impulsionado pela entrada de novas plataformas. A informação foi divulgada pela Petrobras à Reuters.

“O novo recorde foi alcançado com a ampliação das atividades das plataformas P-78 e P-79, que ainda estão em fase de aumento gradual da produção até atingir a capacidade máxima (‘ramp up’) de 180 mil barris por dia cada uma”, afirmou a companhia.

O campo de Búzios, o maior em águas profundas do mundo, conta com oito unidades de produção em operação: as plataformas P-74, P-75, P-76, P-77, P-78 e P-79, além dos navios-plataforma (FPSOs) Almirante Barroso e Almirante Tamandaré.

Ao todo, o campo terá 12 FPSOs em operação. Estão em construção as unidades P-80, P-82 e P-83, e a plataforma Búzios 12 está em processo de licitação, segundo a Petrobras.

O aumento da produção vem em um momento de pressão nos preços do petróleo no mercado internacional.

Apesar de a commodity ter caído mais de 10% na última semana, em meio ao maior otimismo por conta do memorando de entendimento assinado entre Estados Unidos e Irã, uma escalada das tensões no último final de semana voltou a pressionar as cotações.

Washington e Teerã fizeram uma nova troca de ataques na última sexta-feira (26), colocando em xeque o cessar-fogo implementado pelo memorando de entendimento assinado na última semana.

O Irã classificou a ofensiva como uma "violação clara" do cessar-fogo e ameaçou "paralisar todos os processos diplomáticos", enquanto o presidente americano, Donald Trump, voltou a fazer ameaças.

"É muito provável que eles nunca aprendam a lição. É possível que, um dia, já não possamos agir com prudência e sejamos obrigados a concluir, por meio da força militar, a missão que iniciamos com tanto sucesso. Se isso acontecer, a República Islâmica do Irã deixará de existir", disse o presidente no TruthSocial no último sábado (27).

No domingo (29), os dois países concordaram em suspender as hostilidades recentes no Golfo e retomar as negociações sobre a disputa em torno do Estreito de Ormuz. A expectativa é que haja uma nova reunião em Doha, no Catar, na terça-feira (30).

Com a escalada das tensõeso barril do Brent, referência internacional, operava em alta de 0,96% perto das 11h desta segunda-feira (29), cotado a US$ 72,68. Já o West Texas Intermediate (WTI), dos EUA, avançava 1,23% no mesmo horário, a US$ 70,08 o barril.

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Como saber se você ganha bem ou mal? (Dica: o valor do salário não conta a história toda…)

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/06/2026 11:44

g1 explica Como saber se você ganha bem ou mal? (Dica: o valor do salário não conta a história toda…) No g1 Explica, a repórter Renata Ribeiro explica e simplifica os temas que dominam o noticiário econômico e mexem diretamente com o nosso bolso. Por Renata Ribeiro, TV Globo — São Paulo

Ganhar bem ou mal não é apenas uma questão de salário. Na economia, a renda é relativa e pode ser analisada pSaber se você ganha bem ou mal vai além do valor que aparece no contracheque.

Para a economia, a renda é um conceito relativo: pode ser medida por critérios diferentes, como onde você se encontra na distribuição de renda do país, o seu poder de compra e o quanto resta ao fim de cada mês. É o custo de vida que revela quanto o seu rendimento realmente vale.

A estabilidade também entra na conta. Entradas esporádicas de dinheiro não sustentam um padrão de vida no longo prazo. No fim das contas, o que faz diferença é o equilíbrio do orçamento: há quem ganhe muito, gaste mal e viva no aperto, enquanto uma renda mais modesta, porém bem administrada, oferece mais previsibilidade e tranquilidade.

Neste vídeo, você confere as três formas principais de avaliar se ganha bem ou mal. Toda semana, o g1 Explica descomplica a economia, o mercado financeiro e a educação financeira, mostrando o impacto de tudo isso no seu bolso.

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Desenrola Adimplentes: governo lança nova etapa do programa para trabalhadores informais e devedores do Fies; veja regras

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/06/2026 11:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1830,23%Dólar TurismoR$ 5,3800,03%Euro ComercialR$ 5,9180,49%Euro TurismoR$ 6,1530,24%B3Ibovespa172.980 pts-0,18%MoedasDólar ComercialR$ 5,1830,23%Dólar TurismoR$ 5,3800,03%Euro ComercialR$ 5,9180,49%Euro TurismoR$ 6,1530,24%B3Ibovespa172.980 pts-0,18%MoedasDólar ComercialR$ 5,1830,23%Dólar TurismoR$ 5,3800,03%Euro ComercialR$ 5,9180,49%Euro TurismoR$ 6,1530,24%B3Ibovespa172.980 pts-0,18%Oferecido por

O governo federal lançou nesta segunda-feira (29) o chamado Desenrola Adimplentes, programa voltado para a população que ainda não está com dívidas bancárias vencidas, mas que paga juros mais elevados em seus financiamentos.

De acordo com o governo, o foco são trabalhadores informais e, também, estudantes com crédito do Fies empreendedores.

A nova modalidade do programa foi lançada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante evento no Palácio do Planalto.

"Beneficiários do Desenrola Adimplentes e FIES Empreendedor aceitarão como contrapartida o bloqueio do CPF em plataformas de apostas por 6 meses", informou o governo federal.

Essa é uma nova fase do Desenrola 2.0, lançado em maio e direcionado para pessoas que ganham até cinco salários mínimos, ou seja, R$ 8.105, com débitos junto às instituições financeiras, além de agricultores, empresas de pequeno porte e devedores do Fies.

Durante a apresentação nesta segunda-feira, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, também mencionou as novas regras para o crédito consignado para trabalhadores do setor privado. A modalidade foi regulamentada na última sexta-feira (26).

Segundo a equipe econômica, a medida abrange trabalhadores informais, não incluindo trabalhadores CLT, aposentados, pensionistas nem servidores.

Além de refinanciar o débito antigo, será possível ter, ainda, um crédito adicional de até 50% do saldo devedor da dívida original.

Crédito Pessoal Não ConsignadoAo menos 4 parcelas já pagasEm dia ou com no máximo 90 dias de atrasoSaldo igual ou inferior a R$ 15 mil

Taxa máxima de juros: 1,99% a.m.Prazo: equivalente ao prazo remanescente da dívida original, com possibilidade de ampliação do prazo até no máximo 6 meses, a depender do prazo remanescente da dívida originalLimite da Prestação: Nova prestação de no máximo 90% da prestação da dívida original

O Ministério da Fazenda informou, ainda, que haverá novas linhas de crédito para pessoas físicas e empresas adimplentes no Fies.

Segundo o governo, parte relevante do público alvo conclui cursos associados à profissões autônomas, necessitando de capital inicial para exercer suas atividades, sendo que parte já possui CNPJ.

O objetivo financiar atividade empreendedora. O graduado, estando adimplente há pelo menos 36 meses, sem nenhuma renegociação, poderá buscar o crédito.

Os juros poderão ser de até 11% ao ano (0,87% ao mês), com limite de R$ 180 mil para pessoas jurídicas e de R$ 80 mil para pessoas físicas. O prazo máximo será de 96 e 60 meses, respectivamente.

Governo federal anuncia Desenrola Adimplentes, nova fase de programa para renegociação de dívidas — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

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De ator a empreendedor: ele criou cabine acústica portátil e fatura R$ 15 mil por mês

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 29/06/2026 11:44

Pequenas Empresas & Grandes Negócios De ator a empreendedor: ele criou cabine acústica portátil e fatura R$ 15 mil por mês Ideia surgiu na pandemia para gravações em casa e virou negócio em São Paulo; com investimento de R$ 4 mil, produto já atende profissionais de voz. Por PEGN

Diego Rodda, ator e engenheiro de som, criou uma cabine acústica portátil para gravar dublagens fora de estúdios profissionais.

A ideia surgiu da necessidade de gravações remotas durante a pandemia. Com investimento inicial de R$ 4 mil, o protótipo evoluiu rapidamente, e a primeira encomenda veio por indicação de uma colega.

Hoje, as cabines são personalizadas conforme o ambiente e o tipo de uso, com preços a partir de R$ 1.800. Diego concentra todas as etapas do negócio: cria, fabrica, vende e atende os clientes.

A divulgação é feita principalmente no boca a boca, estratégia que já resultou na venda de 55 unidades em 2025 e em faturamento médio de cerca de R$ 15 mil por mês.

O que começou como uma solução improvisada durante a pandemia se transformou em um negócio para o ator e engenheiro de som Diego Rodda, em São Paulo.

Ao precisar gravar dublagens fora de estúdios profissionais, ele desenvolveu uma cabine acústica portátil — hoje vendida para locutores, dubladores e músicos. A ideia nasceu da necessidade.

Com produções exigindo gravações remotas, Diego decidiu criar uma estrutura compacta que garantisse qualidade sonora dentro de casa. Em cerca de 25 dias, ele desenvolveu o primeiro modelo.

“Eu sempre projetei cabines grandes para estúdios, mas nunca tinha reduzido. Resolvi estudar mais a fundo e criar uma solução que fosse leve e portátil”, afirma.

Com investimento inicial de cerca de R$ 4 mil, o protótipo evoluiu rapidamente. A primeira encomenda veio por indicação de uma colega — e foi o ponto de virada para transformar a ideia em negócio.

Hoje, as cabines são personalizadas conforme o ambiente e o tipo de uso, com preços a partir de R$ 1.800. Há diferentes modelos, desde versões abertas até estruturas com maior isolamento acústico, além de opções compactas para mesa.

Diego concentra todas as etapas do negócio: cria, fabrica, vende e atende os clientes. A divulgação é feita principalmente no boca a boca, estratégia que já resultou na venda de 55 unidades em 2025 e faturamento médio de cerca de R$ 15 mil por mês.

“Hoje vale a pena financeiramente. A cada cabine, eu penso em como reduzir custos e facilitar para o cliente”, diz.

A portabilidade é um dos principais diferenciais. As cabines podem ser montadas por uma única pessoa em poucos minutos e transportadas com facilidade, o que amplia o uso em diferentes ambientes.

Com a demanda crescente, o empreendedor planeja expandir a operação e contratar funcionários. Para ele, o negócio é resultado direto da necessidade de criar soluções. “A criatividade vem da necessidade. Quando você precisa, você cria”, afirma.

📍 Endereço: Rua Juiciã, 17, Imirim São Paulo/SP – CEP: 02463-060📞 Telefone: (11) 9-7864-7393📧 E-mail: diegorodda@gmail.com📸 Instagram: https://www.instagram.com/diegorodda/

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