RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Volkswagen planeja cortar até 100 mil empregos, diz Financial Times

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/06/2026 08:44

Trabalho e Carreira Volkswagen planeja cortar até 100 mil empregos, diz Financial Times Se confirmado, o plano eliminará quase um em cada seis dos cerca de 625 mil empregos da empresa no mundo, tornando-se um dos maiores programas de demissão da história da indústria automobilística. Por Redação g1

A Volkswagen planeja cortar até 100 mil empregos e encerrar a produção em quatro fábricas na Alemanha, publicou o jornal inglês Financial Times nesta sexta-feira (26).

A medida marca uma intensificação do programa de corte de custos da companhia, pressionada pelo rápido avanço das montadoras chinesas no mercado global.

Se confirmado, o plano eliminará quase um em cada seis dos cerca de 625 mil empregos da empresa no mundo, tornando-se um dos maiores programas de demissão da história da indústria automobilística.

Se for implementado, o plano pode se tornar um dos maiores programas de demissão da história, superando os 74 mil empregos cortados pela General Motors nos anos 1990 e os 60 mil eliminados pela IBM em 1993.

A Volkswagen, sediada em Wolfsburg, já havia anunciado a intenção de eliminar 50 mil empregos na Alemanha até o fim de 2030 e reduzir em 500 mil veículos sua capacidade de produção no país.

Segundo uma fonte familiarizada com o plano, a nova proposta — revelada inicialmente pela revista alemã Manager Magazin — pode levar ao corte de mais 50 mil postos de trabalho, além do previsto anteriormente.

No passado, metas de redução de empregos na Volkswagen acabaram sendo suavizadas após negociações com os trabalhadores.

As novas medidas de reestruturação foram anunciadas logo após a venda da divisão de motores marítimos Everllence para a gestora americana Bain Capital, operação que deve render 7,4 bilhões de euros à companhia.

O presidente-executivo da Volkswagen, Oliver Blume, vem promovendo um enxugamento da estrutura do grupo para concentrar esforços no negócio principal de automóveis. A expectativa é que a empresa também venda outros ativos para reforçar o caixa, diante da pressão crescente sobre o setor.

No fim de 2024, a Volkswagen fechou um acordo histórico com os sindicatos para reduzir empregos e a capacidade de produção na Alemanha. Agora, a montadora afirma que as tarifas impostas pelos Estados Unidos, o conflito no Oriente Médio e o agravamento da situação no mercado chinês tornaram necessárias novas medidas.

Pelo plano anterior, a empresa fechou uma pequena fábrica em Dresden, no leste da Alemanha. Também busca um comprador para sua unidade em Osnabrück, cuja produção deve ser encerrada no próximo ano, e chegou a negociar a venda da fábrica com uma empresa ligada ao sistema de defesa antimísseis israelense Iron Dome.

A nova proposta prevê o fim da produção em outras quatro fábricas: as unidades da Volkswagen em Emden, Zwickau e Hanover, além da fábrica da Audi em Neckarsulm.

Blume já afirmou que fechar fábricas definitivamente não era sua opção preferida. Segundo ele, a empresa buscava soluções "inteligentes", como produzir nessas unidades modelos chineses da Volkswagen ou transferi-las para outras montadoras ou empresas do setor de defesa.

As montadoras europeias vêm perdendo espaço para as fabricantes chinesas, que responderam por quase 10% dos veículos novos vendidos na Europa nos cinco primeiros meses deste ano, segundo a associação europeia da indústria automobilística, Acea.

"Nunca o nível de risco foi tão alto", afirmou Blume aos acionistas durante a assembleia anual da Volkswagen, realizada na semana passada.

A empresa pretende economizar 6 bilhões de euros por ano até 2030 com a reestruturação e afirmou que a redução de custos continua sendo "a área em que há maior necessidade de ação".

A Volkswagen se recusou a comentar o novo plano ao Financial Times, cujos detalhes devem ser apresentados ao conselho de supervisão da companhia em 9 de julho.

"Os assuntos em questão são discutidos e aprovados pelos órgãos competentes de governança. Não vamos antecipar esse processo", afirmou a empresa.

Há 4 horas O Assunto 600, 760 e…. 1.0004 das 10 das redações nota mil do Enem geraram divergências entre corretores

Há 2 horas Educação Abandono escolar no 1º ano do ensino médio cai 40%, diz CensoHá 2 horasQuais estados mais reprovaram alunos em 2025? Veja ranking Há 2 horasImagens aéreas’Zona de desastre’: VÍDEO mostra La Guaira destruída após terremoto

Há 7 minutos Mundo Onde fica a área mais devastada pelos tremores na VenezuelaHá 7 minutosMortes sobem para 235; 2 brasileiros estão entre as vítimasHá 7 minutos’Trabalhando com as unhas’: morador de Caracas relata escassez em resgates

Há 5 horas Mundo Três dos maiores tremores da história foram na América do SulHá 5 horasCaprichoso 🔵⭐ x 🔴❤️ Garantido Festival de Parintins começa hoje com 3 noites de disputa entre bois

Há 6 horas 2026 O que Caprichoso e Garantido apresentam na 1ª noiteHá 6 horasIsabelle e Marciele demonstram confiança para dueloHá 6 horasVídeos curtos do g1

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Banco Central decreta liquidação extrajudicial da Sefer Investimentos, alvo de operação da PF

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/06/2026 08:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,177-0,47%Dólar TurismoR$ 5,389-0,37%Euro ComercialR$ 5,889-0,29%Euro TurismoR$ 6,144-0,18%B3Ibovespa171.990 pts0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,177-0,47%Dólar TurismoR$ 5,389-0,37%Euro ComercialR$ 5,889-0,29%Euro TurismoR$ 6,144-0,18%B3Ibovespa171.990 pts0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,177-0,47%Dólar TurismoR$ 5,389-0,37%Euro ComercialR$ 5,889-0,29%Euro TurismoR$ 6,144-0,18%B3Ibovespa171.990 pts0,87%Oferecido por

O Banco Central (BC) decretou nesta sexta-feira (26) a liquidação extrajudicial da Sefer Investimentos Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda., com sede em São Paulo. A empresa também era investigada no âmbito da Operação Compliance Zero, da Polícia Federal.

Na prática, isso significa que a instituição terá suas atividades encerradas sob supervisão do BC, sem passar por um processo de recuperação convencional.

Segundo a autoridade monetária, a medida foi tomada porque a empresa apresentava uma situação financeira comprometida e teria cometido graves violações das normas que regulam o funcionamento de instituições do setor.

O Banco Central informou ainda que continuará investigando o caso para apurar responsabilidades. As investigações podem resultar em sanções administrativas e no envio de informações a outros órgãos competentes.

Além disso, os bens dos controladores e dos ex-administradores da Sefer ficaram indisponíveis a partir desta sexta-feira.

Apesar da decisão, o BC destacou que a Sefer tem participação pequena no Sistema Financeiro Nacional.

A instituição está enquadrada no segmento S4, destinado a empresas de menor porte, e representa menos de 0,0004% dos ativos do sistema financeiro e cerca de 0,17% dos recursos administrados de terceiros.

Fundada em 1994 e controlada pela holding Sefer Participações em Instituições Financeiras Ltda., a Sefer Investimentos atua no mercado financeiro oferecendo serviços como administração de fundos, custódia de ativos, distribuição de investimentos e gestão de recursos.

Em seu site institucional, a empresa afirma ter mais de 30 anos de atuação e prestar serviços para dezenas de fundos de investimento, além de administrar bilhões de dólares em ativos.

A distribuidora é associada à Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (ANBIMA) desde 2005 e afirma seguir códigos de autorregulação do mercado de capitais.

A entidade, porém, registra que a instituição já foi alvo de um procedimento de apuração de irregularidades encerrado em 2017.

Antes de ter sua liquidação extrajudicial decretada pelo Banco Central, a Sefer Investimentos esteve entre os alvos da segunda fase da Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal em janeiro deste ano.

A investigação apura a suposta participação de fundos e corretoras de investimento em um esquema de fraude bilionária que teria sido liderado pelo Banco Master, posteriormente liquidado pelo Banco Central. O caso tramita no Supremo Tribunal Federal (STF).

Na ocasião, todos os investigados negaram ter cometido irregularidades. Em nota divulgada à época, a Sefer também afirmou que não havia praticado qualquer ato ilícito e declarou atuar exclusivamente na gestão e administração de recursos de terceiros, sem conceder crédito com recursos próprios.

Além disso, a empresa apareceu como uma das principais credoras citadas no pedido de recuperação judicial do Grupo Fictor.

O conglomerado informou dever cerca de R$ 430 milhões à corretora, mas a Sefer contestou essa informação e afirmou que não era credora do grupo.

Há 4 horas O Assunto 600, 760 e…. 1.0004 das 10 das redações nota mil do Enem geraram divergências entre corretores

Há 2 horas Educação Abandono escolar no 1º ano do ensino médio cai 40%, diz CensoHá 2 horasQuais estados mais reprovaram alunos em 2025? Veja ranking Há 2 horasImagens aéreas’Zona de desastre’: VÍDEO mostra La Guaira destruída após terremoto

Há 7 minutos Mundo Onde fica a área mais devastada pelos tremores na VenezuelaHá 7 minutosMortes sobem para 235; 2 brasileiros estão entre as vítimasHá 7 minutos’Trabalhando com as unhas’: morador de Caracas relata escassez em resgates

Há 5 horas Mundo Três dos maiores tremores da história foram na América do SulHá 5 horasCaprichoso 🔵⭐ x 🔴❤️ Garantido Festival de Parintins começa hoje com 3 noites de disputa entre bois

Há 6 horas 2026 O que Caprichoso e Garantido apresentam na 1ª noiteHá 6 horasIsabelle e Marciele demonstram confiança para dueloHá 6 horasVídeos curtos do g1

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

IBGE abre seleção com mais de 9 mil vagas temporárias; veja como participar

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/06/2026 05:48

Trabalho e Carreira Concursos IBGE abre seleção com mais de 9 mil vagas temporárias; veja como participar O Instituto divulgou dois editais na última semana: um com 8.238 vagas para o Censo Agropecuário e outro com 1.414 oportunidades para o mesmo levantamento e para o 1º Censo Nacional da População em Situação de Rua. Por Rayane Moura, g1 — São Paulo

O IBGE abriu dois processos seletivos simplificados que somam 9.652 vagas temporárias para o Censo Agropecuário 2026 e o 1º Censo Nacional da População em Situação de Rua.

O primeiro edital oferece 8.238 vagas de nível médio para cargos operacionais, administrativos e de supervisão, com salários entre R$ 2.128 e R$ 4.008.

O segundo reúne 1.414 oportunidades para Agente Censitário de Qualidade (nível médio) e Analista Censitário (nível superior), com remunerações de R$ 2.932 a R$ 5.255,40.

Os contratados terão direito a benefícios como auxílio-alimentação de R$ 1.192, e as inscrições seguem até 1º de julho (1º edital) e 15 de julho (2º edital).

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) está com inscrições abertas para dois processos seletivos simplificados que somam 9.652 vagas temporárias para atuação no 12º Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola e no 1º Censo Nacional da População em Situação de Rua.

As oportunidades estão distribuídas em dois editais distintos. O primeiro oferece 8.238 vagas para cargos operacionais e de supervisão de nível médio, com salários entre R$ 2.128 e R$ 4.008.

Já o segundo reúne 1.414 vagas para funções de qualidade e áreas especializadas, destinadas a candidatos de níveis médio e superior, com remunerações que variam de R$ 2.932 a R$ 5.255,40.

Além dos salários, os contratados terão direito a benefícios como auxílio-alimentação de R$ 1.192, auxílio-transporte, auxílio pré-escolar, férias proporcionais e 13º salário proporcional.

Em ambos os editais, estão previstas reservas de vagas para grupos específicos: 25% para pessoas pretas e pardas, 5% para pessoas com deficiência, 3% para indígenas e 2% para quilombolas.

As inscrições, assim como as datas das provas, variam conforme o edital. Isso porque cada processo seletivo é organizado por uma banca diferente. Abaixo, veja as principais diferenças entre eles:

Neste primeiro edital, são oferecidas 8.238 vagas temporárias em cinco funções para trabalhar no 12º Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola. Os salários variam entre R$ 2.128 e R$ 4.008, além dos benefícios.

As inscrições devem ser feitas exclusivamente pela internet, no site do Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC), responsável pela organização do processo seletivo. O prazo termina às 23h do dia 1º de julho. A taxa de inscrição é de R$ 53.

O edital prevê isenção da taxa para candidatos inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) e para doadores de medula óssea que atendam aos critérios estabelecidos.

A principal diferença deste edital é o perfil dos cargos. As vagas são voltadas principalmente para atividades de coleta de dados, supervisão de equipes, apoio administrativo e suporte tecnológico das operações censitárias. Confira a distribuição das vagas:

ter pelo menos 18 anos na data da contratação;estar em dia com as obrigações eleitorais;estar em dia com as obrigações militares, no caso dos homens;possuir aptidão física e mental para o exercício da função;atender aos demais requisitos previstos no edital.

Para os cargos de Agente Censitário Supervisor (ACS), Agente Censitário Regional (ACR) e Agente Operacional Regional (AOR), também é exigida Carteira Nacional de Habilitação (CNH) categoria B válida.

A prova objetiva terá duração de quatro horas e será aplicada no município escolhido pelo candidato no ato da inscrição, no dia 27 de setembro.

Para ser aprovado, será necessário obter pelo menos 18 pontos no total da avaliação e acertar ao menos uma questão em cada disciplina exigida para a função pretendida.

Os aprovados serão contratados inicialmente por até 12 meses para atuar nas operações do Censo Agropecuário 2026. Os contratos poderão ser prorrogados conforme a necessidade do IBGE, respeitado o limite máximo de 48 meses previsto na legislação federal para contratações temporárias.

Durante o período de trabalho, os contratados passarão por avaliações periódicas de desempenho. Entre os critérios observados estão assiduidade, produtividade, cumprimento de prazos e qualidade das atividades executadas.

1º de julho — Encerramento das inscrições;21 de setembro — Divulgação do cartão de convocação da prova;27 de setembro — Aplicação da prova objetiva;28 de setembro — Divulgação do gabarito preliminar;3 de novembro — Resultado definitivo da prova objetiva;18 de dezembro — Resultado final da seleção.

Neste segundo edital, são oferecidas 1.414 vagas temporárias para atuação no 12º Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola e no 1º Censo Nacional da População em Situação de Rua.

Do total de oportunidades, 1.020 vagas são destinadas ao cargo de Analista Censitário e 394 ao de Agente Censitário de Qualidade. As remunerações variam conforme a função:

Agente Censitário de Qualidade (ACQ) — exige ensino médio completo e oferece salário de R$ 2.932;Analista Censitário (AC) — exige nível superior em áreas específicas e oferece salário de R$ 5.255,40.

Em ambos os cargos, a jornada é de 40 horas semanais. Os contratados também terão direito a auxílio-alimentação de R$ 1.192, auxílio-transporte, auxílio pré-escolar, férias proporcionais e 13º salário proporcional.

As vagas para Analista Censitário contemplam diversas áreas de formação, como Agronomia, Assistência Social, Biblioteconomia, Cartografia, Ciência de Dados, Ciências Contábeis, Ciências Sociais, Design Educacional, Tecnologia da Informação, Economia, Engenharia de Produção, Estatística, Geografia, Geoprocessamento, Jornalismo e outras especialidades.

Os contratos terão duração inicial de até 12 meses, podendo ser prorrogados conforme a necessidade das operações censitárias, até o limite de 48 meses.

As inscrições começaram em 17 de junho e seguem até as 23h59 de 15 de julho, pelo site do Instituto Avalia, banca organizadora da seleção.

A taxa de inscrição é de R$ 41,76 para Agente Censitário de Qualidade e de R$ 37,50 para Analista Censitário. O edital também prevê isenção para inscritos no CadÚnico e doadores de medula óssea que cumpram os requisitos estabelecidos.

As provas objetivas terão duração de quatro horas e serão aplicadas em todas as capitais do país e no Distrito Federal no dia 30 de agosto. Os exames serão realizados em turnos diferentes:

15 de julho — Encerramento das inscrições;24 de agosto — Divulgação do cartão de convocação da prova;30 de agosto — Aplicação da prova objetiva;31 de agosto — Divulgação do gabarito preliminar;25 de setembro — Resultado definitivo da prova objetiva;6 de novembro — Resultado final da seleção.

Há 1 hora Eleições 2026 🎧 PodcastO ASSUNTO: o que vídeo de Michelle expõe sobre a família Bolsonaro

Há 1 hora O Assunto ANA FLOR: Mendonça segue na relatoria de pedido de apuração sobre ‘Dark Horse’Há 1 horaRastro de destruiçãoOnde está a ‘zona de desastre’ e qual a situação atual do país

Há 1 hora Mundo Mortes sobem para 235; Itamaraty confirma 2 brasileiros entre as vítimasHá 1 horaVÍDEO: Comissário da Gol registra instantes após terremoto em Caracas

Há 5 horas Mundo Resgates dramáticos e luta contra o tempo: vídeos mostram destruição no paísHá 5 horas’Trabalhando com as unhas’: morador de Caracas relata escassez em resgates

Há 2 horas Mundo Três dos maiores tremores da história foram na América do Sul; relembreHá 2 horasMulher de jogador é achada morta em meio a escombros; filha foi resgatada

Há 9 horas Mundo ‘Nosso prédio caiu’: Jogador da Argentina procura por famíliaHá 9 horasVÍDEO: Cão só com cabeça fora de escombros recebe água em resgateHá 9 horasTragédia na Venezuela

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

‘Ajoelhei e pedi a Deus que me desse água’: como a irrigação transformou ‘corredor da miséria’ em Goiás em polo de frutas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/06/2026 04:45

GLOBO RURAL 'Ajoelhei e pedi a Deus que me desse água': como a irrigação transformou 'corredor da miséria' em Goiás em polo de frutas Projeto que reúne Codevasf, Embrapa e agricultores familiares leva irrigação, gera renda e ajuda a transformar o município de Flores de Goiás. Por Globo Rural

A frase da agricultora Júlia Pereira de Andrade resume a realidade que, durante anos, marcou a vida de milhares de famílias no Vão do Paranã, no nordeste de GO. Em um assentamento da reforma agrária em Flores de Goiás, ela passou dois anos sem água dentro da própria propriedade.

"A gente tinha que sair para buscar água para tomar banho e fazer o uso doméstico. Foram dois anos assim. No momento em que eu consegui perfurar esse poço, que eu vi água dentro da minha chácara, para mim foi o bem maior que Deus me deu", conta.

A água que um dia faltou para as necessidades mais básicas hoje irriga pés de maracujá e manga que garantem renda à família. A história de Júlia simboliza a transformação em curso numa região historicamente conhecida como "Corredor da Miséria", apelido associado aos altos índices de pobreza e às secas frequentes.

Com investimentos em irrigação, assistência técnica e fruticultura, agricultores familiares do Vão do Paranã estão conseguindo produzir durante todo o ano e mudar a realidade econômica de suas propriedades.

Vão do Paranã, no nordeste de Goiás, antes conhecido por muitos como o "corredor da miséria", começa a colher os frutos de um investimento que leva água e tecnologia a pequenos assentamentos da reforma agrária. — Foto: Globo Rural

O projeto, desenvolvido pela Embrapa e financiado pela Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), já beneficia 80 produtores rurais. A iniciativa recebeu R$ 23 milhões em investimentos e tem como meta atender 250 famílias e irrigar 500 hectares na região.

A mudança foi possível graças a uma característica geográfica do Vão do Paranã. Cercada pela Chapada dos Veadeiros e pela Serra Geral de Goiás, a região favorece o acúmulo de água subterrânea, facilitando a perfuração de poços artesianos para irrigação.

"O produtor passa a ter uma fonte de renda ao longo de todo o ano", explica o pesquisador da Embrapa José Carlos Sousa.

Do campo à geladeira: por que há tanto desperdício de alimentos, enquanto milhões passam fome no Brasil'Não conhecia rúcula, salsa, couve': como a agricultura mudou vidas em um deserto alimentar do Brasil

Antes da chegada da fruticultura irrigada, a produção da família de Júlia se limitava a pequenas roças voltadas ao consumo próprio. O marido, João, precisava buscar renda fora da propriedade.

Hoje, a realidade é diferente. O casal participa do projeto de fruticultura irrigada e cultiva maracujá e manga em dois hectares.

O modelo prevê um hectare de maracujá, cultura que começa a produzir em cerca de seis meses, garantindo retorno financeiro mais rápido. O outro hectare é destinado à manga, que leva aproximadamente quatro anos para entrar em produção, mas pode permanecer produtiva por décadas.

Em algumas propriedades, a produtividade do maracujá já alcança 30 toneladas por safra, o dobro da média nacional.

Os resultados financeiros começaram a aparecer rapidamente. Júlia afirma que faturou cerca de R$ 15 mil em apenas dois meses com a venda de maracujá e abóbora cultivados na propriedade. O dinheiro ajudou a custear despesas da casa e o financiamento utilizado para implantar o pomar.

Em outras propriedades, a renda permitiu investimentos em energia solar, eletrodomésticos e melhorias na infraestrutura rural.

Aos 19 anos, Daniel Rodrigues, formado em agropecuária, decidiu permanecer na propriedade da família após a implantação do sistema irrigado.

"Agora meu foco é conseguir plantar mais frutíferas para mim quando eu tiver uma idade mais avançada, não trabalhar tanto e ter uma renda ainda melhor", diz.

Sem compradores fixos, muitos dependem de atravessadores e convivem com oscilações de preço e incertezas na venda da produção.

Para tentar resolver o problema, agricultores da região criaram uma cooperativa e aguardam a conclusão de uma agroindústria financiada pelo governo estadual.

A expectativa é que, no futuro, maracujá e manga sejam processados localmente e transformados em polpas, agregando valor à produção.

Até agora, o projeto beneficiou 80 agricultores, dos quais cerca de 30 já estão em fase de colheita.

O modelo já despertou interesse de outras regiões do país e deverá ser replicado em comunidades rurais da Bahia, Mato Grosso e Minas Gerais.

Para agricultores como Edgar Rodrigues, que hoje se define como um pequeno empresário rural, o futuro parece promissor.

"Eu sonho alto", afirma. "Ainda vou ver essas mangas sendo vendidas para os Estados Unidos e para onde mais for preciso."

Uma região historicamente marcada pela seca e por baixos índices de desenvolvimento humano está passando por uma transformação profunda por meio da fruticultura irrigada.

O Vão do Paranã, no nordeste de Goiás, antes conhecido por muitos como o "corredor da miséria", começa a colher os frutos de um investimento que leva água e tecnologia a pequenos assentamentos da reforma agrária.

Para produtores como Dona Júlia, a chegada da água foi uma bênção. Há dez anos, ela vivia em um barraco de madeirite e precisava buscar água fora para atender às necessidades básicas.

"Água é tudo, água é vida", afirma ela, que hoje vê sua chácara produzir toneladas de frutas após a perfuração de um poço artesiano.

A região favorece o acúmulo de água subterrânea devido ao relevo formado pela Chapada dos Veadeiros e pela Serra Geral de Goiás, o que facilita a abertura de poços para irrigação. Esse recurso permite que os produtores tenham renda durante todo o ano, superando a rigorosa estação seca do Cerrado.

O projeto conta com um investimento de R$ 23 milhões da Codevasf e um modelo técnico desenvolvido pela Embrapa.

Cada agricultor selecionado recebe um kit de irrigação e assistência técnica para cultivar dois hectares:

Um hectare de maracujá: cultura de ciclo curto que começa a produzir em seis meses, garantindo renda mais rápida.Um hectare de manga: projeto de longo prazo, que deve começar a produzir em quatro anos, funcionando como uma espécie de "aposentadoria" para o produtor.

A produtividade tem impressionado. Em algumas propriedades, a colheita de maracujá chega a 30 toneladas por safra, o dobro da média nacional.

O sucesso financeiro já é visível. Dona Júlia relata ter faturado cerca de R$ 15 mil em apenas dois meses com a venda de maracujás e abóboras.

O dinheiro tem sido usado para pagar o financiamento do projeto e melhorar a qualidade de vida da família, com a compra de eletrodomésticos e painéis de energia solar.

Além do aspecto financeiro, o projeto tem ajudado a combater o êxodo rural. Daniel, de 19 anos e formado em agropecuária, decidiu permanecer na terra da família para aplicar os conhecimentos adquiridos e as novas tecnologias.

Para outros, como Seu João, a fruticultura permitiu abandonar o trabalho temporário em fazendas distantes e passar a trabalhar na própria propriedade.

Apesar do otimismo, os produtores ainda enfrentam gargalos, especialmente na comercialização. Sem um comprador fixo, muitos dependem de atravessadores, o que reduz a lucratividade e gera incertezas sobre o preço final.

Para enfrentar esse desafio, está em curso a criação de uma cooperativa e a construção de uma agroindústria pelo governo estadual.

A expectativa é que o maracujá e a manga sejam processados no próprio local, transformados em polpa e comercializados com maior valor agregado.

Atualmente, o projeto beneficia 80 produtores, mas a meta é alcançar 250 famílias e 500 hectares irrigados.

Devido ao sucesso da iniciativa em Goiás, o modelo já possui acordos para ser replicado em comunidades rurais da Bahia, de Mato Grosso e de Minas Gerais.

Para agricultores como Seu Edgar, que hoje se sente um "pequeno empresário", o futuro é promissor.

"A gente sonha alto", diz ele, que espera ver suas mangas conquistando o mercado internacional nos próximos anos.

De corredor da miséria a polo de fruticultura: irrigação transforma vida de agricultores no Vão do Paranã, em Goiás — Foto: Reprodução Globo Rural

Há 3 horas Mundo Resgates dramáticos e luta contra o tempo: vídeos mostram destruição no paísHá 3 horasOnde está a ‘zona de desastre’ e qual a situação atual do país

Há 2 horas Mundo Mortes sobe para 235; há cerca de 200 presos em escombrosHá 2 horasJapão empata com Suécia e vai enfrentar Brasil na 2ª fase

Há 6 horas Copa do Mundo Holanda vence Tunísia e enfrenta Marrocos no mata-mataHá 6 horas Equador tem virada heróica sobre Alemanha e também avançaHá 6 horas’Trabalhando com as unhas’: morador de Caracas relata escassez em resgates

Há 15 minutos Mundo Três dos maiores tremores da história foram na América do Sul; relembreHá 15 minutosTragédia na Venezuela

Há 8 horas Mundo ‘Nosso prédio caiu’: Jogador da Argentina procura por famíliaHá 8 horasVÍDEO: Cão só com cabeça fora de escombros recebe água em resgateHá 8 horas’Não me sinto seguro para seguir’: Alex Escobar deixa a cobertura da Copa

Há 6 horas Copa do Mundo ⚽⚽⚽França x Noruega e Espanha x Uruguai: veja os jogos de hoje e onde assistir

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Mel que pode custar R$ 600 o litro: entenda por que o produto de abelhas sem ferrão é mais caro

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/06/2026 03:44

Agro Mel que pode custar R$ 600 o litro: entenda por que o produto de abelhas sem ferrão é mais caro Brasil tem mais de 250 espécies do inseto, que produzem méis raros e com sabores únicos — alguns lembram até madeira ou queijo. Por Rayane Macedo, g1

Essas abelhas, que são nativas do Brasil, fazem menos mel por formarem colônias menores e terem menor tempo de atividade diária.

Esses méis também têm ganhado espaço na alta gastronomia, por conta do sabor mais ácido e da textura mais líquida.

Atualmente, são conhecidas mais de 250 espécies das abelhas sem ferrão no país, e cerca de 100 têm iniciativas de criação.

Quanto você pagaria por um litro de mel? O produto pode ser encontrado por até R$ 600 quando feito pelas abelhas sem ferrão.

🍯Por que o produto é mais caro? essas abelhas, que são nativas do Brasil, fazem menos mel por formarem colônias menores e terem menor tempo de atividade diária.

“O litro do mel da abelha-africanizada [que tem ferrão] custa, em média, R$ 47. Já o das abelhas sem ferrão começa em R$ 120 e pode chegar a R$ 600 o litro”, explica Fábia de Mello, pesquisadora da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

Esses méis também têm ganhado espaço na alta gastronomia, por conta do sabor mais ácido e da textura mais líquida. Isso ocorre porque eles contêm mais água, o que favorece a fermentação natural.

Esse processo, combinado ao tipo de abelha e aos potes de cerume onde o mel é armazenado, contribui para criar sabores únicos, alguns lembram até madeira ou queijo, explica Kátia Aleixo, bióloga e mestra em entomologia (estudo dos insetos).

Mas, nos supermercados, é mais comum encontrar apenas alguns tipos de méis, geralmente produzidos por abelhas africanizadas (com ferrão). Em muitos casos, o rótulo nem informa qual é a flor que dá origem ao mel — o que significa que o produto é um blend, ou seja, uma mistura de diferentes méis.

Isso, porém, não reflete a enorme diversidade existente no Brasil. Há variações de cor, textura e sabor — que vai do mais doce ao mais ácido. Conheça mais abaixo as diferenças do produto.

Abelha da espécie Apis mellifera (abelha-africanizada) — Foto: Muhammad Mahdi Karim / Wikimedia Commons

Atualmente, são conhecidas mais de 250 espécies das abelhas sem ferrão no país, e cerca de 100 têm iniciativas de criação, segundo a bióloga Kátia Aleixo.

Diferente do mel das abelhas africanizadas, que recebe o nome da florada, o mel das abelhas sem ferrão é identificado pela espécie que o produz. Entre os mais conhecidos estão os méis de jataí, mandaçaia, tiúba e borá

Entre as com ferrão, a abelha-africanizada é a espécie mais comum no Brasil, embora não seja nativa do país. Ela forma colônias maiores, trabalha por mais horas ao longo do dia e, por isso, produz mais mel.

Os tipos de mel produzidos por ela são classificados conforme a florada, ou seja, as flores das quais as abelhas coletam o néctar. Entre os principais estão: laranjeira, eucalipto, silvestre, cipó-uva e bracatinga.

Considerado uma iguaria, tem sabor suave com um leve toque salgado — que lembra queijo. Conforme a bióloga Kátia Aleixo, vai bem com saladas, pratos salgados e carnes leves, como peixe.

Esse tipo de mel tem cor clara, gosto suave com leve acidez e aroma que lembra madeira. É valorizado por propriedades medicinais e encontrado em várias regiões do país.

É um mel claro, quase transparente em alguns casos, com sabor suave e leve toque cítrico. Produzido principalmente no Sul e Sudeste.

Tem sabor bem doce e aparência translúcida. Possui aroma marcante de flores e é produzido especialmente no Maranhão e Pará.

De coloração clara e sabor levemente ácido, esse mel é comum no Brasil, sendo produzido principalmente em São Paulo e Minas Gerais.

De cor mais escura, é rico em minerais e tradicionalmente usado como expectorante. É produzido nas regiões Sul e Sudeste.

Também chamado de melato, é um mel produzido a partir de um líquido açucarado liberado por pequenos insetos (cochonilhas) que se alimentam da seiva da árvore de bracatinga, típica da Região Sul do Brasil.

Tem coloração escura, menor teor de glicose e é rico em minerais, segundo a Associação Brasileira de Estudos das Abelhas (A.B.E.L.H.A).

Quase transparente, esse mel é produzido principalmente em regiões de Cerrado, como em Minas Gerais.

No Brasil, os méis mais comercializados são os produzidos pelas abelhas-africanizadas — Foto: Pexels/Pixabey

Há 3 horas Mundo Resgates dramáticos e luta contra o tempo: vídeos mostram destruição no paísHá 3 horasOnde está a ‘zona de desastre’ e qual a situação atual do país

Há 2 horas Mundo Mortes sobe para 235; há cerca de 200 presos em escombrosHá 2 horasJapão empata com Suécia e vai enfrentar Brasil na 2ª fase

Há 5 horas Copa do Mundo Holanda vence Tunísia e enfrenta Marrocos no mata-mataHá 5 horas Equador tem virada heróica sobre Alemanha e também avançaHá 5 horasTrês dos maiores tremores da história foram na América do Sul; relembre

Há 7 horas Mundo ‘Nosso prédio caiu’: Jogador da Argentina procura por famíliaHá 7 horasVÍDEO: Cão só com cabeça fora de escombros recebe água em resgateHá 7 horasTragédia na Venezuela

Há 5 horas Copa do Mundo ⚽⚽⚽França x Noruega e Espanha x Uruguai: veja os jogos de hoje e onde assistir

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Xbox, MacBook e iPad mais caros? Veja quanto os preços vão subir neste ano

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/06/2026 03:44

Tecnologia Xbox, MacBook e iPad mais caros? Veja quanto os preços vão subir neste ano Escassez de memória e armazenamento, impulsionada pela corrida da inteligência artificial, levou as empresas a reajustar preços de computadores, tablets e consoles. Por Redação g1 — São Paulo

A quinta-feira (25) não está sendo fácil para o consumidor. Duas gigantes da tecnologia anunciaram aumentos significativos nos preços de seus produtos.

A Apple elevou os preços de iPads e MacBooks, alegando que já não consegue absorver a forte alta dos custos de chips de memória e armazenamento. Já a Microsoft, dona da marca Xbox, informou que, a partir de 1º de agosto, os consoles ficarão até 33% mais caros.

A Apple esclareceu que o reajuste, impulsionado pela expansão dos data centers voltados à inteligência artificial, não afeta o iPhone, principal produto da empresa.

Já o MacBook Neo, notebook de entrada lançado para competir com modelos mais baratos equipados com Windows e Chromebooks, teve o preço inicial elevado de US$ 599 para US$ 699 (cerca de R$ 3.634, sem impostos).

MacBook Neo: de US$ 599 para US$ 699 (de R$ 3.114 para R$ 3.634);MacBook Air (512 GB): de US$ 1.099 para US$ 1.299 (de R$ 5.715 para R$ 6.755);MacBook Pro (1 TB): de US$ 1.699 para US$ 1.999 (de R$ 8.835 para R$ 10.395);iPad Air (128 GB): de US$ 599 para US$ 749 (de R$ 3.114 para R$ 3.894).

A empresa também aumentou os preços das duas versões do HomePod e do Apple TV. Após o anúncio, as ações da Apple caíam quase 5%, enquanto os papéis da Dell recuavam mais de 8%.

MacBook Neo exibido em evento da Apple em Nova York nesta quarta (04) — Foto: Shannon Stapleton/Reuters

Para os gamers, o reajuste também pesa no bolso. Segundo a Microsoft, os consoles Xbox terão aumento de US$ 100 nos modelos de 512 GB e de US$ 150 nas versões de 1 TB.

Xbox Series S 512 GB: de US$ 399,99 para US$ 499,99 (de cerca de R$ 2.080 para R$ 2.600);Xbox Series S 1 TB: de US$ 449,99 para US$ 599,99 (de cerca de R$ 2.340 para R$ 3.120);Xbox Series X Digital 1 TB: de US$ 599,99 para US$ 749,99 (de cerca de R$ 3.120 para R$ 3.900);Xbox Series X 1 TB (com leitor): de US$ 649,99 para US$ 799,99 (de cerca de R$ 3.380 para R$ 4.160).

Os aumentos dão continuidade aos reajustes iniciados no ano passado. Em outubro de 2025, a Microsoft já havia elevado o preço dos consoles entre US$ 20 e US$ 70 nos Estados Unidos.

“Infelizmente, os custos de armazenamento e memória para consoles aumentaram mais de 2,5 vezes, e esperamos que eles dobrem novamente até o segundo semestre de 2027”, afirmou a companhia.

Os anúncios mostram que nem mesmo a Apple, considerada uma referência em eficiência de cadeia de suprimentos, conseguiu escapar da disparada dos preços da memória, que começa a afetar toda a indústria de eletrônicos.

Fabricantes de memória, como a Micron, têm priorizado o fornecimento para empresas de chips voltados à inteligência artificial, como a Nvidia. A estratégia elevou os lucros dessas fabricantes, mas reduziu a oferta de componentes para produtores de computadores, smartphones e outros eletrônicos.

“Nunca vimos um aumento no preço de componentes tão grande e tão rápido”, afirmou a Apple em comunicado. “Até agora conseguimos proteger nossos clientes desses aumentos, mas chegamos a um ponto em que precisamos começar a elevar os preços de diversos produtos.”

A Microsoft afirma que a crise também atinge em cheio o mercado de consoles. “Toda a indústria de eletrônicos de consumo enfrenta a atual crise de componentes, mas os efeitos são especialmente severos para os consoles”, disse a empresa.

Segundo a companhia, diferentemente de celulares, computadores e outros dispositivos, os consoles normalmente não são vendidos com lucro, mas por um preço inferior ao seu custo de fabricação.

Há 3 horas Mundo Resgates dramáticos e luta contra o tempo: vídeos mostram destruição no paísHá 3 horasOnde está a ‘zona de desastre’ e qual a situação atual do país

Há 2 horas Mundo Mortes sobe para 235; há cerca de 200 presos em escombrosHá 2 horasJapão empata com Suécia e vai enfrentar Brasil na 2ª fase

Há 5 horas Copa do Mundo Holanda vence Tunísia e enfrenta Marrocos no mata-mataHá 5 horas Equador tem virada heróica sobre Alemanha e também avançaHá 5 horasTrês dos maiores tremores da história foram na América do Sul; relembre

Há 7 horas Mundo ‘Nosso prédio caiu’: Jogador da Argentina procura por famíliaHá 7 horasVÍDEO: Cão só com cabeça fora de escombros recebe água em resgateHá 7 horasTragédia na Venezuela

Há 5 horas Copa do Mundo ⚽⚽⚽França x Noruega e Espanha x Uruguai: veja os jogos de hoje e onde assistir

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Brasil cria protocolo para voltar a exportar carne bovina à União Europeia; veja como vai funcionar

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/06/2026 03:44

GLOBO RURAL Brasil cria protocolo para voltar a exportar carne bovina à União Europeia; veja como vai funcionar Medida busca atender às novas exigências do bloco, que passará a cobrar, a partir de 3 de setembro, garantias de que os animais destinados à exportação não receberam antimicrobianos em nenhuma fase da vida. Por Globo Rural

O governo brasileiro criou um novo protocolo para tentar manter a carne bovina nacional no mercado da União Europeia.

A medida busca atender às novas exigências do bloco, que passará a cobrar, a partir de 3 de setembro, garantias de que os animais destinados à exportação não receberam antimicrobianos em nenhuma fase da vida.

Sem conseguir comprovar esse requisito até o momento, o Brasil continua fora da lista de países autorizados a exportar produtos de origem animal para a União Europeia após essa data.

Para atender à nova exigência, o Ministério da Agricultura publicou, em 29 de maio, uma portaria criando o Protocolo de Certificação para Bovinos Livres do Uso de Medicamentos Antimicrobianos.

A adesão é voluntária, mas será necessária para quem pretende continuar exportando carne ao mercado europeu.

➡️ O processo prevê a contratação de uma certificadora credenciada, assinatura de termo de adesão, elaboração de planos sanitário e nutricional, além da comprovação de controle sobre o uso dos medicamentos proibidos.

Após análise documental e vistoria na propriedade, a certificadora poderá emitir o certificado em até sete dias.

Segundo a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), o setor ainda está em fase de adaptação e, até o momento, não há propriedades certificadas sob o novo protocolo.

"O protocolo é recente. O que está acontecendo agora é que os produtores estão procurando as certificadoras para iniciar o processo", afirma a entidade.

Veto à carne do Brasil: por que a União Europeia quer mais controle sobre antibióticos na pecuária

O principal desafio está na cadeia da carne bovina e envolve a monensina, uma substância amplamente utilizada na alimentação de bovinos confinados.

Em um confinamento no Gama (DF), cerca de 2 mil animais estão na fase final de engorda. Até o abate, cada um deve atingir aproximadamente 500 quilos. Para isso, recebem diariamente uma dieta balanceada, composta por farelo de algodão, derivados de milho e soja, além de suplementos minerais.

"Ela é uma aliada nossa porque melhora a conversão alimentar. Sem o produto, a gente não consegue o mesmo ganho de peso", afirma a pecuarista responsável pela propriedade.

Quando utilizada como medicamento, a monensina ajuda a controlar parasitas que causam diarreia, principalmente em bezerros. Na alimentação, porém, sua função é melhorar a eficiência digestiva dos animais.

"Ela reduz a população de bactérias menos eficientes e favorece o desenvolvimento de bactérias benéficas no trato digestivo", explica o médico-veterinário Álvaro de Castro.

"O produtor vai analisar se o prêmio pago por esse mercado compensa o investimento necessário. Se compensar, ele vai atender. Se não compensar, não faz sentido entrar para ter prejuízo", avalia uma pecuarista.

Em Bela Vista de Goiás, a produtora Luana Peixoto engorda cerca de 100 animais destinados à exportação. Entre os principais mercados estão a China e a União Europeia.

Os animais serão abatidos no fim de agosto, mas a pecuarista ainda não sabe se conseguirá embarcar a produção para o bloco europeu.

"Neste momento, a gente ainda não sabe quais serão os próximos passos. Vamos focar no mercado chinês, mas esperamos uma definição dos órgãos brasileiros e da União Europeia", afirma.

Para se adequar às novas exigências, ela terá de substituir a monensina utilizada na alimentação do rebanho e buscar uma nova certificação.

"A gente teria que substituir esse produto que usamos hoje na fazenda e correr atrás desse processo de certificação", diz.

Segundo especialistas do setor, existem alternativas à monensina, como óleos essenciais, probióticos e outros aditivos naturais.

"O custo desses produtos é muito próximo ao dos aditivos tradicionais. A eficiência depende muito da dieta, do manejo e do perfil de cada propriedade. É um trabalho que precisa ser planejado para garantir resultados no campo", explica o diretor comercial de uma empresa do setor.

Em nota, a Comissão Europeia informou que continua negociando com o Brasil, mas ressaltou que as regras que restringem o uso de antimicrobianos foram definidas em 2023 e que os países exportadores tiveram tempo suficiente para se adequar.

Já a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec) informou que trabalha em conjunto com o Ministério da Agricultura para atender às exigências do bloco e que uma missão técnica europeia deve visitar o Brasil no segundo semestre para avaliar os avanços e concluir o processo de habilitação.

Há 3 horas Mundo Resgates dramáticos e luta contra o tempo: vídeos mostram destruição no paísHá 3 horasOnde está a ‘zona de desastre’ e qual a situação atual do país

Há 2 horas Mundo Mortes sobe para 235; há cerca de 200 presos em escombrosHá 2 horasJapão empata com Suécia e vai enfrentar Brasil na 2ª fase

Há 5 horas Copa do Mundo Holanda vence Tunísia e enfrenta Marrocos no mata-mataHá 5 horas Equador tem virada heróica sobre Alemanha e também avançaHá 5 horasTrês dos maiores tremores da história foram na América do Sul; relembre

Há 7 horas Mundo ‘Nosso prédio caiu’: Jogador da Argentina procura por famíliaHá 7 horasVÍDEO: Cão só com cabeça fora de escombros recebe água em resgateHá 7 horasTragédia na Venezuela

Há 5 horas Copa do Mundo ⚽⚽⚽França x Noruega e Espanha x Uruguai: veja os jogos de hoje e onde assistir

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Google libera mudança de endereços do Gmail no Brasil; veja como fazer

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/06/2026 03:44

Tecnologia Google libera mudança de endereços do Gmail no Brasil; veja como fazer Usuários que escolherem um novo endereço ainda terão direito sobre endereço antigo, que também poderá ser usado para acessar a conta. Por Redação g1

O Google começou a liberar mudanças em endereços do Gmail (o trecho antes de "@gmail.com") para usuários no Brasil.

Usuários que escolherem um novo endereço ainda terão direito sobre seu antigo e-mail, que funcionará como um endereço alternativo.

Gmail e outros serviços do Google apresentaram instabilidade — Foto: Stephen Phillips via Unsplash

O Google começou a permitir no Brasil as mudanças em endereços do Gmail (o que fica antes de "@gmail.com"). A novidade tinha sido liberada em abril para usuários nos Estados Unidos.

A opção de mudar endereços chega mais de 20 anos após o Google criar seu serviço de e-mail e foi comemorada pelo CEO da empresa, Sundar Pichai. "2004 foi um bom ano, mas seu endereço do Gmail não precisa ficar preso a ele", escreveu o executivo, em abril.

Usuários que mudarem de endereço no Gmail usarão a nova versão para fazer login em serviços como Google Fotos e Google Drive, caso a conta também seja usada para usar essas ferramentas.

Outra opção oferecida pelo Google é alterar como o seu nome é exibido para pessoas que veem seus e-mails. Esse recurso está disponível há mais tempo e pode ser alterado no Gmail (saiba mais abaixo).

Para conferir se você pode mudar seu endereço do Gmail, acesse myaccount.google.com/google-account-email pelo computador e faça o login, se não estiver conectado.

Em testes do g1, a página apresentou o botão "Alterar e-mail da Conta do Google". Basta clicar sobre ele, digitar o novo endereço no campo "Nome de usuário" e selecionar "Mudar o e-mail".

Durante a mudança, é preciso inserir um endereço que ainda não é usado por ninguém. E, se ela não estiver disponível para você, o Google informará que ainda "não é possível mudar essa configuração para sua conta".

Com a alteração, você ainda terá direito sobre seu antigo e-mail, que funcionará como um endereço alternativo e poderá ser usado para acessar a sua conta.

O Google informa ainda que após a mudança, você receberá e-mails enviados para os dois endereços e não poderá criar um novo e-mail terminado em "@gmail.com" para a conta durante 12 meses.

Para continuar com seu endereço de e-mail, mas mudar como outras pessoas veem o seu nome, siga estes passos:

Acesse o Gmail pelo computador;Clique em "Configurações" (símbolo de engrenagem no canto superior direito);Clique em "Ver todas as configurações";Selecione "Contas e importação" ou "Contas";Em "Enviar e-mail como", selecione "Editar informações";Em "Nome", escreva como você deseja se apresentar no Gmail;Clique em "Salvar alterações".

Há 3 horas Mundo Resgates dramáticos e luta contra o tempo: vídeos mostram destruição no paísHá 3 horasOnde está a ‘zona de desastre’ e qual a situação atual do país

Há 2 horas Mundo Mortes sobe para 235; há cerca de 200 presos em escombrosHá 2 horasJapão empata com Suécia e vai enfrentar Brasil na 2ª fase

Há 5 horas Copa do Mundo Holanda vence Tunísia e enfrenta Marrocos no mata-mataHá 5 horas Equador tem virada heróica sobre Alemanha e também avançaHá 5 horasTrês dos maiores tremores da história foram na América do Sul; relembre

Há 7 horas Mundo ‘Nosso prédio caiu’: Jogador da Argentina procura por famíliaHá 7 horasVÍDEO: Cão só com cabeça fora de escombros recebe água em resgateHá 7 horasTragédia na Venezuela

Há 5 horas Copa do Mundo ⚽⚽⚽França x Noruega e Espanha x Uruguai: veja os jogos de hoje e onde assistir

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Bolsas da Ásia despencam após investidores venderem ações de IA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/06/2026 02:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,177-0,47%Dólar TurismoR$ 5,389-0,37%Euro ComercialR$ 5,889-0,29%Euro TurismoR$ 6,144-0,18%B3Ibovespa171.990 pts0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,177-0,47%Dólar TurismoR$ 5,389-0,37%Euro ComercialR$ 5,889-0,29%Euro TurismoR$ 6,144-0,18%B3Ibovespa171.990 pts0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,177-0,47%Dólar TurismoR$ 5,389-0,37%Euro ComercialR$ 5,889-0,29%Euro TurismoR$ 6,144-0,18%B3Ibovespa171.990 pts0,87%Oferecido por

Um operador de câmbio passa por uma tela que exibe o Índice Composto de Preços das Ações da Coreia (KOSPI) e a taxa de câmbio entre o dólar americano e o won sul-coreano na sala de operações cambiais da sede do Hana Bank em Seul, Coreia do Sul — Foto: Ahn Young-joon / AP

As bolsas da Ásia fecharam em forte queda nesta sexta-feira (26), lideradas pelos mercados do Japão e da Coreia do Sul, em meio a uma onda de venda de ações de empresas ligadas à inteligência artificial (IA).

O índice Nikkei 225, de Tóquio, caiu 4,4%, enquanto o Kospi, da Coreia do Sul, recuou 7,7%. Em Hong Kong, o Hang Seng perdeu 1,9%, e o índice Shanghai Composite, da China, caiu 2,1%.

A queda ocorre após uma sequência de fortes valorizações impulsionadas pelo entusiasmo em torno da inteligência artificial. No início da semana, tanto o Nikkei quanto o Kospi haviam atingido máximas históricas.

Segundo analistas, o movimento desta sexta não reflete uma piora nas perspectivas para o setor de IA, mas sim uma realização de lucros. Isso acontece quando investidores vendem ações que subiram muito para garantir os ganhos obtidos, prática comum após períodos de forte valorização.

Avanço das ferramentas de inteligência artificial aumenta riscos da exposição de imagens de crianças nas redes

A correção também foi influenciada pela volatilidade recente nos mercados globais, que têm reagido rapidamente a novidades envolvendo inteligência artificial, além de outros fatores, como o reajuste de preços anunciado pela Apple.

Na quinta-feira (25), as bolsas dos Estados Unidos fecharam sem direção única. Enquanto diversas empresas de inteligência artificial voltaram a registrar alta, as ações da Apple caíram após a companhia anunciar aumento de preços em vários de seus produtos.

A venda em massa desta sexta não significa que a inteligência artificial esteja "distribuindo dividendos" ou que o setor tenha perdido força. O movimento indica apenas que parte dos investidores optou por embolsar os lucros acumulados depois da forte valorização recente das ações do setor.

A fabricante de chips de memória Micron Technology ultrapassou, nesta quinta-feira (25), pela primeira vez, o valor de mercado da Meta e, por um breve período, também o da Tesla, após divulgar uma previsão financeira acima das expectativas para o quarto trimestre.

As ações da empresa subiam 18,4%, elevando seu valor de mercado para US$ 1,398 trilhão. No mesmo momento, a Meta era avaliada em US$ 1,392 trilhão, enquanto a Tesla tinha valor de mercado de US$ 1,4 trilhão.

Na quarta-feira (24), a Micron projetou receita e lucro para o quarto trimestre acima das estimativas do mercado, o que impulsionou a recuperação das ações após uma recente queda.

Logo da Micron em ilustração. A empresa superou Meta e Tesla em valor de mercado impulsionada pela demanda por chips para inteligência artificial. — Foto: Dado Ruvic/Reuters

A empresa também informou que seus clientes já comprometeram US$ 22 bilhões em pedidos para garantir o fornecimento de chips de memória.

A Micron ultrapassou a marca de US$ 1 trilhão em valor de mercado em 26 de maio, após a entrada da sul-coreana Samsung Electronics nesse grupo.

As fabricantes de chips de memória vêm sendo impulsionadas pelo interesse dos investidores em empresas que fornecem componentes para os investimentos das grandes empresas de tecnologia em infraestrutura de inteligência artificial.

Há 2 horas Mundo Resgates dramáticos e luta contra o tempo: vídeos mostram destruição no paísHá 2 horasOnde está a ‘zona de desastre’ e qual a situação atual do país

Há 1 hora Mundo Mortes sobe para 235; há cerca de 200 presos em escombrosHá 1 horaJapão empata com Suécia e vai enfrentar Brasil na 2ª fase

Há 4 horas Copa do Mundo Holanda vence Tunísia e enfrenta Marrocos no mata-mataHá 4 horas Equador tem virada heróica sobre Alemanha e também avançaHá 4 horasTrês dos maiores tremores da história foram na América do Sul; relembre

Há 6 horas Mundo ‘Nosso prédio caiu’: Jogador da Argentina procura por famíliaHá 6 horasVÍDEO: Cão só com cabeça fora de escombros recebe água em resgateHá 6 horasTragédia na Venezuela

Há 4 horas Copa do Mundo ⚽⚽⚽França x Noruega e Espanha x Uruguai: veja os jogos de hoje e onde assistir

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Vale mais amortizar o financiamento ou aplicar o dinheiro? Entenda como fazer a conta

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/06/2026 02:44

g1 explica Vale mais amortizar o financiamento ou aplicar o dinheiro? Entenda como fazer a conta No g1 Explica, a repórter Renata Ribeiro explica e simplifica os temas que dominam o noticiário econômico e mexem diretamente com o nosso bolso. Por Renata Ribeiro, TV Globo — São Paulo

Quem recebe um dinheiro extra pode ficar em dúvida entre amortizar o financiamento da casa ou investir o valor. A decisão depende do custo de oportunidade, ou seja, de qual das opções oferece o maior benefício financeiro.

A comparação deve levar em conta os juros do financiamento, a rentabilidade do investimento, além dos impostos, da inflação e dos riscos. Se o rendimento líquido do investimento superar o custo da dívida, investir pode ser a melhor escolha.

Especialistas afirmam que amortizar o financiamento costuma ser mais indicado quando os juros são altos ou a situação financeira está mais apertada. Já investir tende a fazer mais sentido para quem já tem uma reserva de emergência, paga juros baixos e consegue obter uma rentabilidade superior ao custo do financiamento.

Toda semana, o g1 Explica simplifica a economia, o mercado financeiro e a educação financeira, mostrando como tudo isso afeta o seu bolso.

Há 2 horas Mundo Resgates dramáticos e luta contra o tempo: vídeos mostram destruição no paísHá 2 horasOnde está a ‘zona de desastre’ e qual a situação atual do país

Há 1 hora Mundo Mortes sobe para 235; há cerca de 200 presos em escombrosHá 1 horaJapão empata com Suécia e vai enfrentar Brasil na 2ª fase

Há 4 horas Copa do Mundo Holanda vence Tunísia e enfrenta Marrocos no mata-mataHá 4 horas Equador tem virada heróica sobre Alemanha e também avançaHá 4 horasTrês dos maiores tremores da história foram na América do Sul; relembre

Há 6 horas Mundo ‘Nosso prédio caiu’: Jogador da Argentina procura por famíliaHá 6 horasVÍDEO: Cão só com cabeça fora de escombros recebe água em resgateHá 6 horasTragédia na Venezuela

Há 4 horas Copa do Mundo ⚽⚽⚽França x Noruega e Espanha x Uruguai: veja os jogos de hoje e onde assistir

0

PREVIOUS POSTSPage 77 of 311NEXT POSTS