RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Mega-Sena pode pagar R$ 8 milhões neste sábado

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 21/03/2026 01:14

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena pode pagar R$ 8 milhões neste sábado Apostas podem ser feitas até as 20h em lotéricas ou pela internet. Por Redação g1 — São Paulo

O concurso 2.987 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 8 milhões para os acertadores das seis dezenas. O sorteio ocorre às 21h deste sábado (21), em São Paulo.

A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

Há 6 horas Carros Por que setor fez alerta para risco de falta de diesel no BrasilHá 6 horasDólar sobe e fecha a R$ 5,30 com tensão no Oriente Médio; Ibovespa caiHá 6 horasEconomiaEUA suspendem sanções contra petróleo do Irã para tentar conter escalada de preços

Na prática, a medida permite a venda de petróleo iraniano que já está armazenado em navios no mar.

Há 7 horas Economia Blog da Ana FlorEm voto para manter Vorcaro preso, Gilmar cita Lava Jato e critica argumentos de Mendonça

Há 7 horas Mundo ‘Covardes. Nós vamos nos lembrar’, diz Trump sobre aliados da OtanHá 7 horasLíder supremo do Irã diz que matar alto escalão não acabará os aiatolásHá 7 horasNicholas Brendon, de ‘Buffy, a Caça-Vampiros’ morre aos 54 anos

Há 50 minutos Pop & Arte VÍDEO: fragmento de míssil iraniano atinge a Cidade Velha de Jerusalém

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Por que setor fez alerta para risco de falta de diesel no Brasil — e o que o governo está fazendo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 21/03/2026 01:14

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,3091,79%Dólar TurismoR$ 5,5201,71%Euro ComercialR$ 6,1351,55%Euro TurismoR$ 6,3931,49%B3Ibovespa176.219 pts-2,25%MoedasDólar ComercialR$ 5,3091,79%Dólar TurismoR$ 5,5201,71%Euro ComercialR$ 6,1351,55%Euro TurismoR$ 6,3931,49%B3Ibovespa176.219 pts-2,25%MoedasDólar ComercialR$ 5,3091,79%Dólar TurismoR$ 5,5201,71%Euro ComercialR$ 6,1351,55%Euro TurismoR$ 6,3931,49%B3Ibovespa176.219 pts-2,25%Oferecido por

Entidades do setor de combustíveis divulgaram nota conjunta em que pedem novas medidas ao governo federal para reduzir o risco de desabastecimento de diesel no Brasil.

A nota é assinada pela Fecombustíveis e pelo Sincopetro, que representam o varejo, pela Abicom, que reúne importadoras de petróleo, pela Refina Brasil, que representa refinarias, e pelo Sindicom e BrasilCom, que representam distribuidoras.

No documento, as entidades reconhecem um esforço inicial do governo federal para amenizar a forte alta do diesel, mas afirmam que as medidas anunciadas têm efeito limitado no preço final ao consumidor.

Na semana passada, o presidente Lula anunciou a isenção de impostos federais e uma ajuda financeira (a chamada subvenção) a produtores e importadores de diesel.

A previsão é gastar R$ 30 bilhões para reduzir em R$ 0,64 por litro o preço na bomba. Em contrapartida, passou a ser aplicado um imposto sobre a exportação de petróleo.

Entidades do setor de combustíveis divulgaram nesta sexta-feira (20) uma nota conjunta em que pedem novas medidas ao governo federal para reduzir o risco de desabastecimento de diesel no Brasil.

A nota é assinada pela Fecombustíveis e pelo Sincopetro, que representam o varejo, pela Abicom, que reúne importadoras de petróleo, pela Refina Brasil, que representa refinarias, e pelo Sindicom e BrasilCom, que representam distribuidoras.

No documento, as entidades reconhecem um esforço inicial do governo federal para amenizar a forte alta do diesel, mas afirmam que as medidas anunciadas têm efeito limitado no preço final ao consumidor.

Na semana passada, o presidente Lula anunciou a isenção de impostos federais e uma ajuda financeira (a chamada subvenção) a produtores e importadores de diesel. A previsão é gastar R$ 30 bilhões para reduzir em R$ 0,64 por litro o preço na bomba. Em contrapartida, passou a ser aplicado um imposto sobre a exportação de petróleo.

Mas, com o "desconto" bancado pelo governo, a Petrobras ganhou espaço para elevar o preço do diesel nas refinarias, acompanhando a alta do petróleo, sem repassar todo o impacto ao consumidor.

Por isso, as entidades pediram novas ações do governo para baixar os preços do diesel, que já subiram quase 20% desde o início da guerra.

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta sexta que o governo tem uma "série de medidas" que podem ser adotadas, a depender da evolução dos preços dos combustíveis com o desenrolar da guerra. (veja abaixo)

O governo anunciou corte de impostos e ajuda financeira para baratear o diesel. Mas isso vale para o diesel “A” (vendido pelas refinarias). O consumidor compra o diesel “B”, que é uma mistura de 85% diesel A e 15% biodiesel.

A Petrobras aumentou o diesel A em R$ 0,38 por litro na venda para as refinarias. Considerando a mistura, isso gera impacto de cerca de R$ 0,32 por litro no diesel vendido ao consumidor.

Nos leilões da Petrobras, o diesel está sendo vendido acima do preço de referência das próprias refinarias da empresa.

O valor do diesel não depende só das medidas do governo. Também entram na conta o preço do biodiesel, impostos estaduais (ICMS), custo do transporte, despesas operacionais e origem do combustível (nacional ou importado).

Uma parcela importante do diesel vem de refinarias privadas e importadores. Essas empresas seguem os preços do mercado internacional.

Resultado: mesmo com ações do governo, os preços continuam pressionados quando o petróleo sobe no exterior.

O setor vê um risco crescente de desabastecimento, principalmente se a Petrobras não alinhar seus preços ao mercado internacional e houver redução ainda maior na oferta de combustível.

Resultado: com menos produto disponível e preços desalinhados, o preço pode ficar ainda mais pressionado.

Em meio a uma severa alta dos preços do petróleo por conta da guerra no Oriente Médio, o governo corre contra o tempo para evitar um problema em ano de eleição: um repique da inflação.

Em questão de semanas, os ataques de EUA e Israel ao Irã espalharam um intenso conflito por toda a região. Um dos principais trunfos do Irã é o controle do Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial.

Os iranianos alegam que, por conta dos ataques, o estreito foi fechado. Com o fluxo de comércio na região reduzido a menos da metade do habitual, o barril de petróleo saltou de cerca de US$ 60 no início do ano para US$ 115.

A disparada da matéria-prima pressiona diretamente a Petrobras, que é responsável por cerca de 45% do preço final do diesel no Brasil. Com o petróleo mais caro, a empresa precisa decidir entre repassar esse aumento — o que encarece o combustível para o consumidor — ou segurar os preços e reduzir suas margens de lucro.

Esse cenário expõe como a política de preços da estatal também tem sido usada para conter a inflação. Para evitar um repasse integral da alta, o governo federal lançou um pacote para segurar o preço dos combustíveis.

A isenção de PIS/Cofins representa apenas 5% do valor final do diesel. Para isso, inclusive, foi adicionada a subvenção: para dobrar o desconto.

O governo, então, apelou aos governadores para que cortassem os impostos estaduais sobre os combustíveis. No caso do diesel, o ICMS representa quase 20% do valor final. Seria um desconto extra de cerca de R$ 1,20.

Mas os governadores disseram “não”. O Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz) afirmou que isentar o ICMS prejudicaria o financiamento de políticas públicas e que cortes no imposto “não costumam ser repassados ao consumidor final”.

Diante disso, foi necessário apresentar uma nova proposta: os estados zeram o ICMS sobre importação do diesel até o fim de maio e o governo reembolsa metade do valor que não será arrecadado.

Pelas contas do Ministério da Fazenda, a isenção custará R$ 3 bilhões por mês, e o governo devolveria R$ 1,5 bilhão. Como mostrou o g1, os estados devem recusar proposta.

"Eu sigo muito confiante que a gente possa avançar, e não avançando, o que seria uma lástima, uma falta de compromisso, a gente iria para outros caminhos para não deixar a população desguarnecida", disse Dario Durigan, novo ministro da Fazenda.

A preocupação do governo não é à toa. O diesel é um combustível fundamental para a logística da economia brasileira. Quando o preço sobe, o impacto vai dos caminhoneiros ao valor dos alimentos, de produtos industriais e de serviços.

Há 7 horas Carros Por que setor fez alerta para risco de falta de diesel no BrasilHá 7 horasDólar sobe e fecha a R$ 5,30 com tensão no Oriente Médio; Ibovespa caiHá 7 horasEconomiaEUA suspendem sanções contra petróleo do Irã para tentar conter escalada de preços

Na prática, a medida permite a venda de petróleo iraniano que já está armazenado em navios no mar.

Há 8 horas Economia Blog da Ana FlorEm voto para manter Vorcaro preso, Gilmar cita Lava Jato e critica argumentos de Mendonça

Há 8 horas Mundo ‘Covardes. Nós vamos nos lembrar’, diz Trump sobre aliados da OtanHá 8 horasLíder supremo do Irã diz que matar alto escalão não acabará os aiatolásHá 8 horasNicholas Brendon, de ‘Buffy, a Caça-Vampiros’ morre aos 54 anos

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Gilmar Mendes vota para manter Vorcaro na prisão, mas critica voto de Mendonça

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/03/2026 22:06

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta sexta-feira (20) para manter a prisão de Daniel Vorcaro e outros investigados por tentativa de atrapalhar as investigações do caso Master.

O voto de Gilmar Mendes referendou as prisões, mas o decano fez alertas ao erros de outro escândalo, o da operação Lava Jato, mas acima de tudo explicitou divergências dentro da corte, afetada em cheio pela crise do caso Master.

Gilmar Mendes não citou a Lava Jato por acaso: o relator do caso Master no STF, André Mendonça, é visto até hoje não apenas como um juiz da ala punitivista, mas como um defensor da operação que foi desmontada dentro do Supremo.

É por isso que a principal crítica de Gilmar se deu pela alegação de que as prisões respondiam a um “clamor social” e a necessidade de “pacificação social”. O decano da corte chegou a dizer que houve apelo a “conceitos porosos e elásticos” para decretar as prisões.

"O apelo a conceitos porosos e elásticos para a decretação de prisões preventivas recomenda um olhar crítico. Afinal, em um passado recente, essas mesmas fórmulas foram indevidamente invocadas pela força-tarefa da Lava Jato para justificar os mais variados abusos e arbitrariedades contra aqueles que, ao talante dos investigadores, eram escolhidos como alvos de persecução penal ancorada em razões políticas e ideológicas", diz o ministro na decisão.

Em seu voto, Gilmar acompanhou a decisão de Mendonça, mas fez acenos à defesa. Reclamou da exposição de pessoas com quem Vorcaro trocou mensagens e defendeu que a prisão domiciliar de Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro.

O decano, presidente da Segunda Turma do STF, foi o último a votar. O julgamento começou no dia 13 de março, no plenário virtual, data em que foi formada maioria para manter a detenção.

Seu voto, também demonstrou que o caso Master será ambiente de tensão dentro da corte sob a relatoria de Mendonça.

As menções, em conversas e outros materiais de Vorcaro, a ministros do STF e seus familiares, colocou a corte em modo de autoproteção e sob intenso escrutínio da opinião pública e aumentou as desconfianças internas.

Por isso, o voto do decano aproveitou para fazer ressalvas sobre a fundamentação de medidas tomadas por Mendonça.

Mendes afirma que o relator usou "clichês" e seguiu "atalhos processuais" para justificar a prisão do banqueiro.

Vorcaro foi preso no dia 4 de março por ordem do ministro André Mendonça, que assumiu a relatoria das investigações do caso Master. Nesta quinta-feira (19), ele foi transferido da Penitenciária Federal em Brasília para a Superintendência da Polícia Federal.

"A meu ver, algumas das expressões usadas na decisão ora submetida a referendo são um retrato do que esses dispositivos buscam combater: o recurso a clichês que serviriam para justificar a prisão de qualquer pessoa que é acusada de um crime", diz Mendes.

"O alcance de bons resultados em investigações não pode se dar a partir de atalhos processuais, mas sim a partir da observância dos precisos limites da lei. Para o Estado, não há legitimidade fora da arena da legalidade, e atropelos ao direito de defesa e a regras processuais podem gerar espuma midiática e linchamentos morais no curto prazo, mas cobram um preço alto no futuro", afirma o decano.

Há 4 horas Carros Setor de combustíveis alerta para risco de desabastecimentoHá 4 horasDólar sobe e fecha a R$ 5,30 com tensão no Oriente Médio; Ibovespa caiHá 4 horasMinistro diz haver ‘série de medidas’ para conter alta dos combustíveis

Há 5 horas Economia Blog da Ana FlorEm voto para manter Vorcaro preso, Gilmar cita Lava Jato e critica argumentos de Mendonça

Há 5 horas Mundo ‘Covardes. Nós vamos nos lembrar’, diz Trump sobre aliados da OtanHá 5 horasLíder supremo do Irã diz que matar alto escalão não acabará os aiatolásHá 5 horas’The Economist’ ironiza ação militar de Trump: ‘Operação Fúria Cega’

Há 6 horas Mundo EUA enviam ao Oriente Médio navios anfíbios com 2.500 fuzileirosHá 6 horasIrã ameaça caçar militares dos EUA e de Israel ‘até de férias’; SIGAHá 6 horasVÍDEO: fragmento de míssil iraniano atinge a Cidade Velha de Jerusalém

Há 6 minutos Quina Lotofácil: 5 apostas vencem e cada uma leva mais de R$ 2,1 milhõesHá 6 minutosDupla Sena acumula e prêmio vai a R$ 35 milhõesHá 6 minutosResumão DiárioVorcaro perto da delação premiada, adeus a Chuck Norris e mais

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Governo Trump suspende sanções contra petróleo iraniano para tentar conter preços

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/03/2026 22:06

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,3091,79%Dólar TurismoR$ 5,5201,71%Euro ComercialR$ 6,1351,55%Euro TurismoR$ 6,3931,49%B3Ibovespa176.219 pts-2,25%MoedasDólar ComercialR$ 5,3091,79%Dólar TurismoR$ 5,5201,71%Euro ComercialR$ 6,1351,55%Euro TurismoR$ 6,3931,49%B3Ibovespa176.219 pts-2,25%MoedasDólar ComercialR$ 5,3091,79%Dólar TurismoR$ 5,5201,71%Euro ComercialR$ 6,1351,55%Euro TurismoR$ 6,3931,49%B3Ibovespa176.219 pts-2,25%Oferecido por

O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, afirmou nesta sexta-feira (20) que o país vai suspender temporariamente parte das sanções ao petróleo do Irã.

Na prática, a medida permite a venda de petróleo iraniano que já está armazenado em navios no mar.

Segundo Bessent, a autorização é pontual e terá duração limitada. Ele não detalhou quando a decisão entra em vigor nem por quanto tempo ficará válida.

Ele afirmou que os EUA usarão os barris iranianos contra Teerã para manter os preços sob controle enquanto dão continuidade à pressão sobre o país.

Com o início da guerra, em 28 de fevereiro, o petróleo disparou no mercado internacional e chegou a US$ 120 — o maior nível desde 2022. Depois, recuou, mas segue acima de US$ 100, ainda em nível bastante elevado.

O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, afirmou nesta sexta-feira (20) que o país vai suspender temporariamente parte das sanções ao petróleo do Irã, com o objetivo de conter a alta dos preços no mercado global.

Na prática, a medida permite a venda de petróleo iraniano que já está armazenado em navios no mar. Segundo Bessent, a autorização é pontual e terá duração limitada. Ele não detalhou quando a decisão entra em vigor nem por quanto tempo ficará válida.

"Ao liberar temporariamente essa oferta existente para o mercado global, os EUA colocarão rapidamente cerca de 140 milhões de barris de petróleo nos mercados internacionais, ampliando a disponibilidade de energia e ajudando a aliviar as pressões temporárias sobre a oferta causadas pelo Irã", publicou, no X, o secretário americano.

Ele afirmou que os EUA usarão os barris iranianos contra Teerã para manter os preços sob controle enquanto dão continuidade à pressão sobre o país.

Com o início da guerra, em 28 de fevereiro, o petróleo disparou no mercado internacional e chegou a US$ 120 — o maior nível desde 2022. Depois, recuou, mas segue acima de US$ 100, ainda em nível bastante elevado.

O governo de Donald Trump passou, então, a buscar formas de conter a alta da commodity, atento ao impacto no bolso dos eleitores americanos e às eleições legislativas de meio de mandato, marcadas para novembro. (leia mais)

⛽ O encarecimento do petróleo tende a pressionar os preços de gasolina e diesel e, em efeito cascata, outros produtos na economia americana — o que pode ampliar a insatisfação do eleitorado.

Um dos principais fatores da disparada da commodity é o bloqueio, pelo Irã, do Estreito de Ormuz, principal rota global do petróleo, por onde passa cerca de 20% do consumo mundial.

A região — que também responde por cerca de um quinto do comércio global de gás natural liquefeito (GNL) — registrou forte queda no tráfego de navios nas últimas semanas, após o Irã anunciar o bloqueio da área e ataques a petroleiros.

Ao anunciar a suspensão parcial das sanções, Scott Bessent afirmou que a autorização temporária para a venda de petróleo do Irã é restrita ao volume que já está em trânsito e não permite novas compras nem aumento da produção.

Ao anunciar a suspensão das sanções, Bessent reforçou que a autorização temporária para venda do petróleo iraniano é estritamente limitada ao petróleo que já está em trânsito "e não permite novas compras ou produção".

"Além disso, o Irã terá dificuldade para acessar qualquer receita gerada, e os Estados Unidos continuarão a manter pressão máxima sobre o país e sua capacidade de acessar o sistema financeiro internacional", declarou.

Na semana passada, os EUA já haviam adotado medida semelhante em relação ao petróleo da Rússia, ao autorizar temporariamente a venda de cargas que estavam paradas em navios no mar.

A licença, emitida pelo Departamento do Tesouro, permitiu a comercialização, até 11 de abril, de cargas de petróleo bruto e derivados embarcadas antes de 0h01 de 12 de março.

Segundo Kirill Dmitriev, enviado do Kremlin para assuntos econômicos, a medida deve liberar cerca de 100 milhões de barris de petróleo russo para o mercado.

O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, participa da 56ª reunião anual do Fórum Econômico Mundial (WEF) em Davos, Suíça — Foto: Reuters

O Irã é a cabeça da serpente do terrorismo global e, por meio da Operação Epic Fury do presidente Trump, estamos vencendo essa batalha crucial em um ritmo ainda mais rápido do que o previsto. Em resposta aos ataques terroristas do Irã contra a infraestrutura energética global, o governo Trump continuará a mobilizar o poder econômico e militar dos Estados Unidos para maximizar o fluxo de energia para o mundo, fortalecer a oferta global e buscar garantir a estabilidade dos mercados.

Hoje, o Departamento do Tesouro está emitindo uma autorização pontual e de curto prazo que permite a venda de petróleo iraniano atualmente retido no mar.

No momento, o petróleo iraniano sancionado está sendo estocado pela China a preços baixos. Ao liberar temporariamente essa oferta existente para o mercado global, os Estados Unidos colocarão rapidamente cerca de 140 milhões de barris de petróleo nos mercados internacionais, ampliando a disponibilidade de energia e ajudando a aliviar as pressões temporárias sobre a oferta causadas pelo Irã. Em essência, usaremos os barris iranianos contra Teerã para manter os preços sob controle enquanto damos continuidade à Operação Epic Fury.

Essa autorização temporária e de curto prazo é estritamente limitada ao petróleo que já está em trânsito e não permite novas compras ou produção. Além disso, o Irã terá dificuldade para acessar qualquer receita gerada, e os Estados Unidos continuarão a manter pressão máxima sobre o país e sua capacidade de acessar o sistema financeiro internacional.

Até agora, o governo Trump tem trabalhado para levar cerca de 440 milhões de barris adicionais de petróleo ao mercado global, reduzindo a capacidade do Irã de explorar as interrupções no Estreito de Ormuz.

A agenda pró-energia do presidente Trump elevou a produção de petróleo e gás dos Estados Unidos a níveis recordes, fortalecendo a segurança energética e reduzindo os custos de combustíveis. Qualquer interrupção de curto prazo agora tende a se traduzir em ganhos econômicos de longo prazo para os americanos — porque não há prosperidade sem segurança.

Há 4 horas Carros Setor de combustíveis alerta para risco de desabastecimentoHá 4 horasDólar sobe e fecha a R$ 5,30 com tensão no Oriente Médio; Ibovespa caiHá 4 horasMinistro diz haver ‘série de medidas’ para conter alta dos combustíveis

Há 5 horas Economia Blog da Ana FlorEm voto para manter Vorcaro preso, Gilmar cita Lava Jato e critica argumentos de Mendonça

Há 5 horas Mundo ‘Covardes. Nós vamos nos lembrar’, diz Trump sobre aliados da OtanHá 5 horasLíder supremo do Irã diz que matar alto escalão não acabará os aiatolásHá 5 horas’The Economist’ ironiza ação militar de Trump: ‘Operação Fúria Cega’

Há 6 horas Mundo EUA enviam ao Oriente Médio navios anfíbios com 2.500 fuzileirosHá 6 horasIrã ameaça caçar militares dos EUA e de Israel ‘até de férias’; SIGAHá 6 horasVÍDEO: fragmento de míssil iraniano atinge a Cidade Velha de Jerusalém

Há 7 minutos Quina Lotofácil: 5 apostas vencem e cada uma leva mais de R$ 2,1 milhõesHá 7 minutosDupla Sena acumula e prêmio vai a R$ 35 milhõesHá 7 minutosResumão DiárioVorcaro perto da delação premiada, adeus a Chuck Norris e mais

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Elon Musk enganou investidores antes de comprar o Twitter, diz agência

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/03/2026 19:54

Tecnologia Elon Musk enganou investidores antes de comprar o Twitter, diz agência Elon Musk já enfrentou outros processos envolvendo marcas que atualmente controla, como o da Tesla em 2023. Na ocasião, o bilionário foi absolvido de uma acusação de que teria anunciado antes da hora a intenção de fechar o capital da montadora. Por Redação g1

Elon Musk no Fórum Econômico Mundial, em Davos (Suíça), em janeiro de 2026 — Foto: AP Photo/Markus Schreiber

Elon Musk foi acusado de enganar investidores do Twitter antes da compra da rede social, realizada em 2022 por US$ 44 milhões.

De acordo com a agência Bloomberg, um júri federal dos Estados Unidos concluiu que Musk induziu acionistas ao erro para que a compra da plataforma — posteriormente renomeada para X — fosse feita por um valor inferior ao estimado.

Há 2 horas Mundo ‘Covardes. Nós vamos nos lembrar’, diz Trump sobre aliados da OtanHá 2 horasLíder supremo do Irã diz que matar alto escalão não acabará os aiatolásHá 2 horas’The Economist’ ironiza ação militar de Trump: ‘Operação Fúria Cega’

Há 4 horas Mundo EUA enviam ao Oriente Médio navios anfíbios com 2.500 fuzileirosHá 4 horasIrã ameaça caçar militares dos EUA e de Israel ‘até de férias’; SIGAHá 4 horasVÍDEO: fragmento de míssil iraniano atinge a Cidade Velha de Jerusalém

Há 1 hora Mundo Presidente da Colômbia’Nunca falei com traficante’, diz Petro sobre investigação dos EUA contra ele

Há 3 horas Mundo Presidente da Colômbia é ‘alvo prioritário’ da Agência Antidrogas dos EUAHá 3 horasEx-presidente presoMoraes pede que PGR opine sobre prisão domiciliar para Bolsonaro

Há 33 minutos Política Luto no cinemaMorre Chuck Norris, lenda das artes marciais e dos filmes de ação

Há 5 horas TV e Séries ‘Verdadeira lenda: morte comove Stallone, Van Damme e outrosHá 5 horasOs filmes que transformaram o ator em símbolo do cinema de açãoHá 5 horasSucesso na webComo os ‘Norris Facts’ fizeram de Chuck Norris um mito da internet

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Setor de combustíveis alerta para risco de desabastecimento e pede ação do governo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/03/2026 17:46

Carros Setor de combustíveis alerta para risco de desabastecimento e pede ação do governo Entidades reconhecem um esforço inicial do governo federal em amenizar a expressiva alta do valor do diesel, mas diz que as ações anunciadas têm efeitos limitados no valor que o consumidor vai encontrar na bomba. Por Redação g1 — São Paulo

Entidades do setor de combustíveis divulgaram nota conjunta em que pedem novas medidas ao governo federal para reduzir o risco de desabastecimento de diesel no Brasil.

A nota é assinada pela Fecombustíveis e pelo Sincopetro, que representam o varejo, pela Abicom, que reúne importadoras de petróleo, pela Refina Brasil, que representa refinarias, e pelo Sindicom e BrasilCom, que representam distribuidoras.

No documento, as entidades reconhecem um esforço inicial do governo federal para amenizar a forte alta do diesel, mas afirmam que as medidas anunciadas têm efeito limitado no preço final ao consumidor.

Na semana passada, o presidente Lula anunciou a isenção de impostos federais e uma ajuda financeira (a chamada subvenção) a produtores e importadores de diesel.

A previsão é gastar R$ 30 bilhões para reduzir em R$ 0,64 por litro o preço na bomba. Em contrapartida, passou a ser aplicado um imposto sobre a exportação de petróleo.

Entidades do setor de combustíveis divulgaram nesta sexta-feira (20) uma nota conjunta em que pedem novas medidas ao governo federal para reduzir o risco de desabastecimento de diesel no Brasil.

A nota é assinada pela Fecombustíveis e pelo Sincopetro, que representam o varejo, pela Abicom, que reúne importadoras de petróleo, pela Refina Brasil, que representa refinarias, e pelo Sindicom e BrasilCom, que representam distribuidoras.

✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1

No documento, as entidades reconhecem um esforço inicial do governo federal para amenizar a forte alta do diesel, mas afirmam que as medidas anunciadas têm efeito limitado no preço final ao consumidor.

Na semana passada, o presidente Lula anunciou a isenção de impostos federais e uma ajuda financeira (a chamada subvenção) a produtores e importadores de diesel. A previsão é gastar R$ 30 bilhões para reduzir em R$ 0,64 por litro o preço na bomba. Em contrapartida, passou a ser aplicado um imposto sobre a exportação de petróleo.

"Esses instrumentos naturalmente têm relevância para minimizar pressões de custo. Contudo, seus efeitos no preço final ao consumidor dependem da estrutura de formação do preço do diesel comercializado no país, bem como das condições de suprimento e tributação ao longo de toda cadeia", diz o texto.

Isso porque, com o "desconto" bancado pelo governo, a Petrobras ganhou espaço para elevar o preço do diesel nas refinarias, acompanhando a alta do petróleo, sem repassar todo o impacto ao consumidor.

Mas, segundo as entidades, o resultado é que o diesel vendido nos postos não está ficando mais barato.

Primeiro porque as medidas afetam o preço do diesel “A”, vendido pela Petrobras às distribuidoras.O consumidor compra o “diesel B”, composto por 85% de diesel “A” e 15% de biodiesel. Por isso, os incentivos não são repassados automaticamente nem de forma integral ao produto vendido nos postos, dizem as associações.

Segundo as entidades, o aumento de R$ 0,38 no diesel “A”, anunciado pela Petrobras, representaria cerca de R$ 0,32 por litro no diesel “B”, que é o produto comprado pelos consumidores.

Outro exemplo citado pelas entidades são os leilões realizados pela Petrobras, nos quais o diesel “A” tem sido negociado entre R$ 1,80 e R$ 2 por litro. Esse valor, dizem, está acima do preço de referência das refinarias da própria companhia.

A nota também destaca que parte relevante do abastecimento nacional vem de refinarias privadas e de importadores. Essas empresas não atuam na extração de petróleo no Brasil e praticam preços do diesel “A” de acordo com as referências internacionais.

De acordo com a nota, o tamanho do efeito das medidas determinadas pelo governo depende de fatores como a proporção da mistura obrigatória, o custo do biodiesel, o ICMS, o frete, os custos operacionais e a origem do produto.

“Diante desse cenário se faz necessária a adoção de providências, com a maior brevidade possível, de modo a evitar o agravamento dos riscos de desabastecimento nacional”, diz o texto.

Em meio a uma severa alta dos preços do petróleo por conta da guerra no Oriente Médio, o governo corre contra o tempo para evitar um problema em ano de eleição: um repique da inflação.

Um levantamento da TruckPag, empresa que faz gestão de frotas, mostra que o preço do diesel no Brasil já chegou a uma média de R$ 7,22. No início da guerra do Oriente Médio, no final de fevereiro, o preço médio era de R$ 5,74.

Em questão de semanas, os ataques de EUA e Israel ao Irã espalharam um intenso conflito por toda a região. Um dos principais trunfos do Irã é o controle do Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial.

Os iranianos alegam que, por conta dos ataques, o estreito foi fechado. Com o fluxo de comércio na região reduzido a menos da metade do habitual, o barril de petróleo saltou de cerca de US$ 60 no início do ano para US$ 115.

A disparada da matéria-prima pressiona diretamente a Petrobras, que é responsável por cerca de 45% do preço final do diesel no Brasil. Com o petróleo mais caro, a empresa precisa decidir entre repassar esse aumento — o que encarece o combustível para o consumidor — ou segurar os preços e reduzir suas margens de lucro.

Esse cenário expõe como a política de preços da estatal também tem sido usada para conter a inflação. Para evitar um repasse integral da alta, o governo federal lançou um pacote para segurar o preço dos combustíveis.

A isenção de PIS/Cofins representa apenas 5% do valor final do diesel. Para isso, inclusive, foi adicionada a subvenção: para dobrar o desconto.

O governo, então, apelou aos governadores para que cortassem os impostos estaduais sobre os combustíveis. No caso do diesel, o ICMS representa quase 20% do valor final. Seria um desconto extra de cerca de R$ 1,20.

Mas os governadores disseram “não”. O Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz) afirmou que isentar o ICMS prejudicaria o financiamento de políticas públicas e que cortes no imposto “não costumam ser repassadas ao consumidor final”.

Diante disso, foi necessário apresentar uma nova proposta: os estados zeram o ICMS sobre importação do diesel até o fim de maio e o governo reembolsa metade do valor que não será arrecadado.

Pelas contas do Ministério da Fazenda, a isenção custará R$ 3 bilhões por mês, e o governo devolveria R$ 1,5 bilhão. Como mostrou o g1, os estados devem recusar proposta.

A preocupação do governo não é à toa. O diesel é um combustível fundamental para a logística da economia brasileira. Quando o preço sobe, o impacto vai dos caminhoneiros ao valor dos alimentos, de produtos industriais e de serviços.

Por isso, o governo também reforçou a fiscalização da tabela do frete no Brasil, para garantir que os caminhoneiros não rodem “no prejuízo” e buscando impedir uma nova paralisação da categoria, que agravaria ainda mais a situação.

O economista Fábio Romão, sócio da Logos Economia, afirma que os aumentos indiretos causados pela alta do diesel podem elevar a inflação em 0,11 ponto percentual em 2026.

“O primeiro impacto, mais imediato, será o aumento do próprio diesel, já neste mês. Entre os efeitos indiretos, o aumento será espraiado ao longo dos próximos seis meses”, diz Romão.

Há 13 minutos Mundo ‘Covardes. Nós vamos nos lembrar’, diz Trump sobre aliados da OtanHá 13 minutosLíder supremo do Irã diz que matar alto escalão não acabará os aiatolásHá 13 minutos’The Economist’ ironiza ação militar de Trump: ‘Operação Fúria Cega’

Há 2 horas Mundo EUA enviam ao Oriente Médio navios anfíbios com 2.500 fuzileirosHá 2 horasIrã ameaça caçar militares dos EUA e de Israel ‘até de férias’; SIGAHá 2 horasPresidente da Colômbia’Nunca falei com narcotraficante’, diz Petro sobre investigação dos EUA contra ele

Há 1 hora Mundo Presidente da Colômbia é ‘alvo prioritário’ da Agência Antidrogas dos EUAHá 1 horaDesespero VÍDEO: homem rouba carro com bebê de 2 meses dentro na Zona Norte de SP

Há 10 horas São Paulo ‘Meu filho está bem’, diz mãe; suspeito foi preso Há 10 horasLuto no cinemaMorre Chuck Norris, lenda das artes marciais e dos filmes de ação

Há 3 horas TV e Séries ‘Verdadeira lenda: morte comove Stallone, Van Damme e outrosHá 3 horasOs filmes que transformaram o ator em símbolo do cinema de açãoHá 3 horasSucesso na webComo os ‘Norris Facts’ fizeram de Chuck Norris um mito da internet

Há 5 horas Cinema Ator defendeu uso de armas e apoiou TrumpHá 5 horasPrimeira alta desde 2022PIB da Argentina cresce 4,4%, mas Milei tem desafios para estabilizar a economia

Há 2 horas Economia Desabamento em 2024Caminhões e moto são arremessados após ponte ruir entre TO e MA; ASSISTA

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Preço médio do diesel sobe quase 20% nos postos desde o início da guerra e chega a R$ 7,26, diz ANP

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/03/2026 17:46

Carros Preço médio do diesel sobe quase 20% nos postos desde o início da guerra e chega a R$ 7,26, diz ANP O levantamento vale para o período de 15 a 21 de março e ainda não reflete o desconto anunciado pelo governo federal nem o último reajuste divulgado pela Petrobras. Guerra no Oriente Médio elevou o preço do barril de petróleo, matéria-prima da produção de combustíveis. Por André Fogaça, g1 — São Paulo

Uma gota de gasolina cai do bico de uma bomba de combustível em um posto de gasolina em Vélizy-Villacoublay, perto de Paris. — Foto: Alain Jocard/AFP

Em meio a uma severa alta dos preços do petróleo por conta da guerra no Oriente Médio, o preço médio do litro do diesel nos postos de combustíveis do país subiu mais de 19,41% em duas semanas, mostram dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgados nesta sexta-feira (20).

A pesquisa se refere à semana de 15 a 21 de março. Nesse período, o preço médio no Brasil subiu 6,76%, passando de R$ 6,80 para R$ 7,26.

Há 13 minutos Mundo ‘Covardes. Nós vamos nos lembrar’, diz Trump sobre aliados da OtanHá 13 minutosLíder supremo do Irã diz que matar alto escalão não acabará os aiatolásHá 13 minutos’The Economist’ ironiza ação militar de Trump: ‘Operação Fúria Cega’

Há 2 horas Mundo EUA enviam ao Oriente Médio navios anfíbios com 2.500 fuzileirosHá 2 horasIrã ameaça caçar militares dos EUA e de Israel ‘até de férias’; SIGAHá 2 horasPresidente da Colômbia’Nunca falei com narcotraficante’, diz Petro sobre investigação dos EUA contra ele

Há 1 hora Mundo Presidente da Colômbia é ‘alvo prioritário’ da Agência Antidrogas dos EUAHá 1 horaDesespero VÍDEO: homem rouba carro com bebê de 2 meses dentro na Zona Norte de SP

Há 10 horas São Paulo ‘Meu filho está bem’, diz mãe; suspeito foi preso Há 10 horasLuto no cinemaMorre Chuck Norris, lenda das artes marciais e dos filmes de ação

Há 3 horas TV e Séries ‘Verdadeira lenda: morte comove Stallone, Van Damme e outrosHá 3 horasOs filmes que transformaram o ator em símbolo do cinema de açãoHá 3 horasSucesso na webComo os ‘Norris Facts’ fizeram de Chuck Norris um mito da internet

Há 5 horas Cinema Ator defendeu uso de armas e apoiou TrumpHá 5 horasPrimeira alta desde 2022PIB da Argentina cresce 4,4%, mas Milei tem desafios para estabilizar a economia

Há 2 horas Economia Desabamento em 2024Caminhões e moto são arremessados após ponte ruir entre TO e MA; ASSISTA

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Novo ministro da Fazenda aguarda resposta dos estados em proposta sobre diesel e diz que ‘impacto da guerra será o mínimo possível’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/03/2026 17:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,3091,79%Dólar TurismoR$ 5,5201,71%Euro ComercialR$ 6,1351,55%Euro TurismoR$ 6,3931,49%B3Ibovespa176.219 pts-2,25%MoedasDólar ComercialR$ 5,3091,79%Dólar TurismoR$ 5,5201,71%Euro ComercialR$ 6,1351,55%Euro TurismoR$ 6,3931,49%B3Ibovespa176.219 pts-2,25%MoedasDólar ComercialR$ 5,3091,79%Dólar TurismoR$ 5,5201,71%Euro ComercialR$ 6,1351,55%Euro TurismoR$ 6,3931,49%B3Ibovespa176.219 pts-2,25%Oferecido por

O novo ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta sexta-feira (20) que ainda aguarda resposta dos estados sobre a proposta do governo federal de zerar o ICMS, imposto estadual, sobre importação do óleo diesel até o fim de maio.

O objetivo seria conter a escalada do preço do diesel diante da guerra no Oriente Médio. Pela proposição do Ministério da Fazenda, metade da perda de arrecadação dos estados seria compensada pela União.

De acordo com estimativas do Ministério da Fazenda, a isenção do ICMS na importação do diesel custará R$ 3 bilhões por mês até o fim de maio, dos quais o governo se compromete a ressarcir R$ 1,5 bilhão por mês aos estados. A decisão será tomada até o fim de março.

"Eu sigo muito confiante que a gente possa avançar, e não avançando, o que seria uma lástima, uma falta de compromisso, a gente iria para outros caminhos para não deixar a população desguarnecida", disse Durigan a jornalistas.

Dario Durigan foi nomeado como novo ministro da Fazenda nesta sexta-feira (20), após o antigo titular da pasta, Fernando Haddad, ter deixado o cargo para concorrer ao governo de São Paulo nas próximas eleições. Ele era secretário-executivo da pasta, o número dois na linha de comando, até então.

Segundo ele, o governo segue muito atento para que o custo da guerra para os brasileiros, incluindo os caminhoneiros, que dependem do diesel para o transporte de cargas, assim como as famílias, "seja o mínimo possível'.

O novo ministro da Fazenda afirmou ainda que o governo tem uma "série de medidas" que podem ser adotadas, a depender da evolução dos preços dos combustíveis com o desenrolar da guerra.

Questionado por jornalistas sobre o alerta de importadores, distribuidores e representantes do setor de combustíveis de que pode faltar diesel no país se providências imediatas não forem tomadas, diante da defasagem do preço praticado no país em relação às cotações internacionais, Durigan afirmou que isso não acontecerá.

Há 14 minutos Mundo ‘Covardes. Nós vamos nos lembrar’, diz Trump sobre aliados da OtanHá 14 minutosLíder supremo do Irã diz que matar alto escalão não acabará os aiatolásHá 14 minutos’The Economist’ ironiza ação militar de Trump: ‘Operação Fúria Cega’

Há 2 horas Mundo EUA enviam ao Oriente Médio navios anfíbios com 2.500 fuzileirosHá 2 horasIrã ameaça caçar militares dos EUA e de Israel ‘até de férias’; SIGAHá 2 horasPresidente da Colômbia’Nunca falei com narcotraficante’, diz Petro sobre investigação dos EUA contra ele

Há 1 hora Mundo Presidente da Colômbia é ‘alvo prioritário’ da Agência Antidrogas dos EUAHá 1 horaDesespero VÍDEO: homem rouba carro com bebê de 2 meses dentro na Zona Norte de SP

Há 10 horas São Paulo ‘Meu filho está bem’, diz mãe; suspeito foi preso Há 10 horasLuto no cinemaMorre Chuck Norris, lenda das artes marciais e dos filmes de ação

Há 3 horas TV e Séries ‘Verdadeira lenda: morte comove Stallone, Van Damme e outrosHá 3 horasOs filmes que transformaram o ator em símbolo do cinema de açãoHá 3 horasSucesso na webComo os ‘Norris Facts’ fizeram de Chuck Norris um mito da internet

Há 5 horas Cinema Ator defendeu uso de armas e apoiou TrumpHá 5 horasPrimeira alta desde 2022PIB da Argentina cresce 4,4%, mas Milei tem desafios para estabilizar a economia

Há 2 horas Economia Desabamento em 2024Caminhões e moto são arremessados após ponte ruir entre TO e MA; ASSISTA

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Capa da Economist ironiza ação militar de Trump no Irã: ‘Operação Fúria Cega’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/03/2026 16:02

Mundo Capa da 'The Economist' ironiza ação militar de Trump no Irã: 'Operação Fúria Cega' Revista britânica brinca com o nome da ofensiva dos Estados e Israel no Oriente Médio – Epic Fury, Fúria Épica em português – e retrata o presidente dos Estados Unidos com um capacete de soldado cobrindo seus olhos. Por Redação g1

A revista britânica "The Economist" ironizou a ação militar dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã em sua capa desta semana.

Com a manchete "Operação Fúria Cega", uma referência ao nome da ofensiva – Epic Fury, Fúria Épica em português -, a publicação retratou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, com um capacete de soldado cobrindo seus olhos.

"A campanha imprudente contra o Irã enfraquecerá o presidente americano. Isso o deixará furioso. Fiquem avisados: ele é um péssimo perdedor", provocou a revista na legenda de sua publicação nas redes sociais.

Na reportagem, a Economist destaca que a guerra está minando três das principais armas de Trump em seu governo: "sua capacidade de impor sua própria realidade ao mundo, seu uso implacável de influência e seu domínio sobre o Partido Republicano".

Também diz que o regime iraniano está tendo sucesso em sua estratégia de prolongar o confronto e pressionar a indústria energética global com o bloqueio do Estreito de Ormuz, que levou o preço do petróleo a chegar aos US$ 110 por barril.

"O presidente demonstrou uma notável capacidade de distorcer os fatos e, certamente, insiste que já triunfou no Irã. Contudo, a guerra revela uma verdade própria. (…) O tempo está a favor do Irã", ressalta o texto.

Para a revista, uma guerra prolongada deve prejudicar também as eleições legislativas de meio de mandato, que ocorrerão em novembro, para o Partido Republicano, o do presidente americano.

Há 2 horas Mundo Irã ameaça caçar militares dos EUA e de Israel ‘até de férias’; SIGAHá 2 horasEUA dizem que podem ‘eliminar’ ilha com petróleo do Irã se Trump der a ordemHá 2 horasBlog da Sandra Cohen Dinamarca planejou explodir pistas de pouso na Groenlândia em caso de invasão dos EUA

Há 2 horas Blog da Sandra Cohen Trump sugere dar à Venezuela status de estado dos EUAHá 2 horasLuto no cinemaMorre Chuck Norris, lenda das artes marciais e dos filmes de ação

Há 1 hora TV e Séries ‘Verdadeira lenda: morte comove Stallone, Van Damme e outrosHá 1 horaOs filmes que transformaram o ator em símbolo do cinema de açãoHá 1 horaDesabamento em 2024Caminhões e moto são arremessados após ponte ruir entre TO e MA; ASSISTA

Há 7 horas Tocantins 3 vítimas do desabamento seguem desaparecidas; famílias não foram indenizadasHá 7 horasDesespero VÍDEO: homem rouba carro com bebê de 2 meses dentro na Zona Norte de SP

Há 8 horas São Paulo ‘Meu filho está bem’, diz mãe; suspeito foi preso Há 8 horasRéu por feminicídioCâmeras mostram tenente-coronel constrangendo PMs que preservavam apartamento

Há 20 minutos São Paulo ‘Aliviada só de ver esse monstro preso’, diz mãe da PM mortaHá 20 minutosGeraldo disse que esposa deveria retribuir com sexo suas contribuições em dinheiroHá 20 minutosRio de JaneiroGranada deixada em ponto de ônibus no Rio explode e deixa 8 feridos

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Em MG, Lula anuncia investimentos da Petrobras e defende exploração na Margem Equatorial

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/03/2026 16:02

Minas Gerais Em MG, Lula anuncia investimentos da Petrobras e defende exploração na Margem Equatorial De acordo com a estatal, aportes podem chegar a R$ 9 bilhões em 10 anos, com a geração de até 36 mil empregos. Presidente também defendeu nova fronteira de exploração de petróleo. Por Rodrigo Salgado, g1 Minas — Belo Horizonte

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está nesta sexta-feira (20) em Minas Gerais para anunciar a retomada de investimentos da Petrobras no estado.

A visita ocorreu na Refinaria Gabriel Passos (Regap), em Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

Durante o evento, Lula esteve acompanhado da presidente da Petrobras, Magda Chambriard, do senador Rodrigo Pacheco (PSD) e do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, além de outras autoridades.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está nesta sexta-feira (20) em Minas Gerais para anunciar investimentos da Petrobras no estado na cifra de R$ 9 bilhões ao longo da próxima década. Ele também voltou a defender a exploração de petróleo na Margem Equatorial brasileira.

A visita foi à Refinaria Gabriel Passos (Regap), em Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

No discurso, o presidente defendeu o papel estratégico da Petrobras para o desenvolvimento do país e destacou a importância da estatal na busca pela autossuficiência em petróleo.

Lula também voltou a defender a ampliação da exploração de petróleo no país, incluindo a chamada Margem Equatorial (faixa marítima que se estende do litoral do Amapá ao Rio Grande do Norte e é considerada uma nova fronteira exploratória).

"Estamos tentando resolver a exploração do petróleo na Margem Equatorial, e vamos saber se temos o petróleo, porque tem na Guiana, tem no Suriname, não é possível que Deus tenha deixado um pouquinho para nós", afirmou o presidente durante o discurso.

O projeto, no entanto, é alvo de críticas de ambientalistas, que apontam riscos à biodiversidade e a possíveis impactos em áreas sensíveis, como a foz do Rio Amazonas.

O presidente também comentou o cenário internacional, citando o conflito envolvendo os EUA, do presidente Donald Trump, e o Irã. Lula criticou os impactos das tensões geopolíticas nas economias brasileira e global.

Durante o evento, Lula esteve acompanhado da presidente da Petrobras, Magda Chambriard, do senador Rodrigo Pacheco (PSD) e do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, além de outras autoridades. O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), não participou da agenda.

Ao longo do dia, o presidente ainda cumpre agenda em Sete Lagoas, na Região Central do estado. À noite, embarca em Confins rumo a Bogotá, na Colômbia, onde participará da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac).

Esta é a segunda visita do presidente ao estado em 2026. A primeira foi no final de fevereiro, quando foi à Zona da Mata mineira durante as fortes chuvas que atingiram a região.

Lula discursa durante evento em Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. — Foto: Thamer Pimentel/TV Globo

Segundo a estatal, os investimentos na Regap podem chegar a R$ 9 bilhões ao longo da próxima década, com potencial de geração de até 36 mil postos de trabalho. Apenas no atual plano de negócios da empresa, entre 2026 e 2030, estão previstos R$ 3,8 bilhões em aportes e cerca de 8 mil empregos.

Os investimentos incluem a ampliação da produção de combustíveis e ações de transição energética, como a implantação do combustível sustentável de aviação (SAF) e a expansão do Diesel R.

Lula afirmou que a Regap vem produzindo apenas 60% de sua capacidade. A Petrobras já iniciou obras para elevar a capacidade da refinaria, hoje em 166 mil barris por dia, com aumento previsto de 25 mil barris até 2027 e estudos para expansão de até 50%.

A refinaria responde por cerca de 9% da produção de derivados da empresa e reúne 16 mil fornecedores, com contratos que somam cerca de R$ 28 bilhões.

Também entrou em operação a primeira usina fotovoltaica da Petrobras em refinarias, com investimento de R$ 63 milhões, capaz de atender cerca de 10 mil residências e reduzir a emissão de 8 mil toneladas de CO₂ por ano.

Segundo a estatal, a retomada dos investimentos ocorre após a saída da unidade do plano de desinvestimentos. O número de trabalhadores passou de cerca de 2 mil, em 2020 e 2021, para aproximadamente 3,8 mil atualmente.

50 vídeos Belo Horizonte Betim Luiz Inácio Lula da Silva Lula Rodrigo Pacheco Romeu Zema Sete Lagoas Resumo do dia De segunda a sábado, as notícias que você não pode perder diretamente no seu e-mail.

Há 2 horas Mundo Irã ameaça caçar militares dos EUA e de Israel ‘até de férias’; SIGAHá 2 horasEUA dizem que podem ‘eliminar’ ilha com petróleo do Irã se Trump der a ordemHá 2 horasBlog da Sandra Cohen Dinamarca planejou explodir pistas de pouso na Groenlândia em caso de invasão dos EUA

Há 2 horas Blog da Sandra Cohen Trump sugere dar à Venezuela status de estado dos EUAHá 2 horasLuto no cinemaMorre Chuck Norris, lenda das artes marciais e dos filmes de ação

Há 1 hora TV e Séries ‘Verdadeira lenda: morte comove Stallone, Van Damme e outrosHá 1 horaOs filmes que transformaram o ator em símbolo do cinema de açãoHá 1 horaDesabamento em 2024Caminhões e moto são arremessados após ponte ruir entre TO e MA; ASSISTA

Há 7 horas Tocantins 3 vítimas do desabamento seguem desaparecidas; famílias não foram indenizadasHá 7 horasDesespero VÍDEO: homem rouba carro com bebê de 2 meses dentro na Zona Norte de SP

Há 8 horas São Paulo ‘Meu filho está bem’, diz mãe; suspeito foi preso Há 8 horasRéu por feminicídioCâmeras mostram tenente-coronel constrangendo PMs que preservavam apartamento

Há 20 minutos São Paulo ‘Aliviada só de ver esse monstro preso’, diz mãe da PM mortaHá 20 minutosGeraldo disse que esposa deveria retribuir com sexo suas contribuições em dinheiroHá 20 minutosRio de JaneiroGranada deixada em ponto de ônibus no Rio explode e deixa 8 feridos

0

PREVIOUS POSTSPage 87 of 151NEXT POSTS