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CEO do Pinterest pede proibição de redes sociais para jovens menores de 16 anos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/03/2026 12:58

Tecnologia CEO do Pinterest pede proibição de redes sociais para jovens menores de 16 anos Declaração ocorre durante julgamento nos Estados Unidos sobre impactos das plataformas na saúde mental de adolescentes. Por Reuters

O CEO do Pinterest, Bill Ready, defendeu nesta sexta-feira (20) que líderes globais proíbam o uso de redes sociais por jovens menores de 16 anos.

Ready se manifestou enquanto ocorre, em Los Angeles, um julgamento sobre o impacto das redes sociais na vida de adolescentes.

Google e Meta enfrentam acusações de que seus aplicativos contribuem para uma crise de saúde mental entre jovens.

O CEO do Pinterest, Bill Ready, defendeu nesta sexta-feira (20) que líderes globais proíbam o uso de redes sociais por jovens menores de 16 anos. A declaração foi feita em uma postagem no LinkedIn.

Ready se manifestou enquanto ocorre, em Los Angeles, um julgamento sobre o impacto das redes sociais na vida de adolescentes. Google e Meta enfrentam acusações de que seus aplicativos contribuem para uma crise de saúde mental entre jovens. O júri está deliberando sobre o veredito.

"Precisamos de um padrão claro: nada de redes sociais para adolescentes menores de 16 anos, respaldadas por uma aplicação real da lei e responsabilidade pelos sistemas operacionais de celulares e pelos aplicativos que rodam neles", escreveu Ready em um ensaio publicado em sua conta do LinkedIn. Pinterest é uma plataforma de compartilhamento de imagens.

Ele citou como exemplo a legislação adotada na Austrália, que restringe o acesso de menores de 16 anos às plataformas. Procurado, o Pinterest não comentou a publicação.

Ao defender a medida, Ready adota uma posição diferente da maioria dos líderes das grandes empresas de tecnologia, que enfrentam pressão crescente de reguladores, tribunais e legisladores para mudar a forma como crianças e adolescentes usam seus produtos, diante dos impactos na saúde mental.

De acordo com o site da empresa, a idade mínima para criar uma conta no Pinterest nos Estados Unidos é de 13 anos.

Nos últimos anos, a plataforma tem buscado se consolidar entre a geração Z — grupo que inclui pessoas nascidas entre 1997 e 2012. Segundo a empresa de análise Apptopia, cerca de um terço dos usuários do Pinterest tem entre 17 e 25 anos.

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Petróleo recua com sinalizações dos EUA após disparada com guerra no Oriente Médio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/03/2026 11:17

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,3011,64%Dólar TurismoR$ 5,4720,81%Euro ComercialR$ 6,1161,22%Euro TurismoR$ 6,3360,58%B3Ibovespa177.375 pts-1,61%MoedasDólar ComercialR$ 5,3011,64%Dólar TurismoR$ 5,4720,81%Euro ComercialR$ 6,1161,22%Euro TurismoR$ 6,3360,58%B3Ibovespa177.375 pts-1,61%MoedasDólar ComercialR$ 5,3011,64%Dólar TurismoR$ 5,4720,81%Euro ComercialR$ 6,1161,22%Euro TurismoR$ 6,3360,58%B3Ibovespa177.375 pts-1,61%Oferecido por

O preço do petróleo perdeu força nesta sexta-feira (20) após sinais da Casa Branca para conter a crise de energia, depois de ter disparado na véspera com ataques a infraestruturas no Oriente Médio.

O barril tipo Brent — referência global — chegou a atingir US$ 119 ontem, caiu para cerca de US$ 107 ao longo do dia e fechou em alta de 1,18%, cotado a US$ 108, 65.

Ontem, o Irã atingiu instalações de produção de combustíveis em diferentes pontos do Oriente Médio, em resposta ao ataque de Israel a South Pars, maior campo de gás natural do mundo.

A queda ocorre após declarações de autoridades americanas. O secretário do Tesouro americano, Scott Bessent, afirmou que os Estados Unidos avaliam retirar sanções ao petróleo iraniano e liberar volumes adicionais de reservas estratégicas.

Já o presidente Donald Trump descartou o envio de tropas terrestres ao Oriente Médio e voltou a dizer que o conflito pode terminar em breve.

O preço do petróleo perdeu força nesta sexta-feira (20) após sinais da Casa Branca para conter a crise de energia, depois de ter disparado na véspera com ataques a infraestruturas no Oriente Médio.

O barril tipo Brent — referência global — chegou a atingir US$ 119 ontem, caiu para cerca de US$ 107 ao longo do dia e fechou em alta de 1,18%, cotado a US$ 108, 65.

Ontem, o Irã atingiu instalações de produção de combustíveis em diferentes pontos do Oriente Médio, em resposta ao ataque de Israel a South Pars, maior campo de gás natural do mundo.

🔎Nesta sexta, por volta das 9h50 (horário de Brasília), o Brent era negociado a US$ 107,42 — ainda em patamar elevado, mas abaixo do pico recente —, em queda de 1,13%. Já o gás natural na Europa, que chegou a subir 35%, opera próximo da estabilidade, com leve alta de 0,08%.

A queda ocorre após declarações de autoridades americanas. O secretário do Tesouro americano, Scott Bessent, afirmou que os EUA avaliam retirar sanções ao petróleo iraniano e liberar volumes adicionais de reservas estratégicas.

Já o presidente Donald Trump descartou o envio de tropas terrestres ao Oriente Médio e voltou a dizer que o conflito pode terminar em breve.

Um comunicado conjunto de países como Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Holanda e Japão, indicando apoio à segurança da navegação no Estreito de Ormuz, também ajudou a reduzir a pressão sobre os preços.

"Expressamos nossa prontidão em contribuir com os esforços apropriados para garantir a passagem segura pelo Estreito", diz a declaração. "Saudamos o compromisso das nações que estão se engajando".

O comunicado é visto como um gesto ao governo de Donald Trump, que vinha criticando aliados após a recusa em enviar embarcações militares para escoltar navios no estreito. Na quinta-feira (19), o secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, chegou a classificar os países europeus como “ingratos”.

Apesar disso, a nota não detalha como será a atuação no Estreito de Ormuz, rota estratégica por onde passa cerca de 20% do petróleo consumido globalmente.

Apesar do alívio, o impacto da alta recente ainda é sentido globalmente. A Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês) recomendou medidas para reduzir o consumo de combustíveis, como incentivo ao trabalho remoto e menor uso de transporte aéreo.

No dia 11 de março, os 32 países-membros da agência internacional concordaram em disponibilizar 400 milhões de barris de petróleo de suas reservas de emergência para conter a alta do preço dos combustíveis provocada pela guerra no Oriente Médio.

É a maior liberação de reservas já feita pelos países da AIE. Até então, o recorde havia sido de 182,7 milhões de barris, após a invasão da Ucrânia pela Rússia, em 2022.

Governos também adotam ações locais: o Vietnã passou a estimular o uso de gasolina com etanol, mais barata, enquanto a Espanha anunciou corte de impostos sobre combustíveis.

Em entrevista à Fox Business, Chris Wright afirmou que, caso as sanções ao petróleo iraniano sejam suspensas, o combustível poderia chegar aos portos asiáticos em três a quatro dias, ampliando a oferta no mercado.

O preço do diesel no Brasil disparou cerca de 25% desde o início da guerra no Oriente Médio, chegando a uma média de R$ 7,22, segundo levantamento da TruckPag com dados de milhares de postos.

A alta acompanha o avanço do petróleo no mercado internacional e afeta diretamente o custo do combustível importado, que representa cerca de 30% do consumo nacional.

O aumento foi generalizado, com altas expressivas em estados de todas as regiões, e já pressiona a cadeia logística — impactando desde o transporte de cargas até o preço final de produtos e alimentos. Especialistas apontam que os efeitos na inflação devem começar a aparecer nas próximas semanas.

Mesmo com medidas do governo, como redução de tributos e subsídios, o repasse ainda não foi sentido nas bombas. A tendência do diesel segue atrelada à evolução do conflito e ao risco de interrupções no fornecimento global de energia.

Na quinta, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) pediu que a Petrobras aumente a oferta de combustíveis, mas afirmou não haver risco de desabastecimento no país.

A agência também adotou medidas para reforçar o monitoramento de estoques, importações e preços.

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GAC GS3 aposta em preço agressivo para bater ‘campeões de venda’ como T-Cross e Creta; veja o teste

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/03/2026 11:17

Carros GAC GS3 aposta em preço agressivo para bater ‘campeões de venda’ como T-Cross e Creta; veja o teste SUV chinês é moderno e tem motor 1.5 turbo com 170 cv, um dos mais potentes do mercado. Mas pode perder vendas ao pecar no espaço do porta-malas. Por André Fogaça, g1 — São Paulo

O GAC GS3 marca não apenas a segunda leva de lançamentos da fabricante chinesa no Brasil, mas também uma nova fase: a chegada de um SUV a combustão em meio a tantos modelos asiáticos eletrificados.

Seus objetivos são claros, de embolar uma das maiores disputas do mercado nacional. Com porte de SUV compacto, ele disputa mercado com Hyundai Creta, Volkswagen T-Cross e Honda HR-V, mas com preço inicial de R$ 139.990.

Esse preço o coloca abaixo das versões de entrada dos rivais diretos e pouco acima dos modelos de categoria inferior, os subcompactos. Veja abaixo alguns exemplos.

Fiat Pulse Impetus Turbo: R$ 151.490;Renault Kardian Iconic, versão topo de linha: R$ 149.990;Volkswagen Tera Highline, versão topo de linha: R$ 144.390;Honda HR-V EX, versão de entrada: R$ 166.400;Hyundai Creta Comfort Safety, versão de entrada: R$ 156.590;Volkswagen T-Cross Sense, versão de entrada: R$ 161.490.

Além do preço, o GAC GS3 aposta em um motor 1.5 turbo, de 170 cv, enquanto os principais concorrentes usam blocos 1.0 turbo. A marca também tenta atrair clientes com visual esportivo e bom acabamento interno, com destaque para a enorme central multimídia de 14,5 polegadas.

O g1 passou uma tarde com o GS3 para entender como um comprador acostumado a SUVs de marcas como Volkswagen e Hyundai pode se sentir ao volante de um modelo chinês.

É difícil passar pelo GS3 sem dedicar alguns segundos ao visual. Ele faz questão de parecer esportivo, e essa proposta aparece de forma clara em quase todas as linhas, predominantemente retas.

No desenho da carroceria, as curvas ficam restritas à lateral das portas, ao capô, pequeno difusor abaixo do vidro do porta-malas e ao teto. Todo o restante aposta em ângulos retos, incluindo a lanterna traseira, a luz de rodagem diurna e os espelhos laterais.

A proposta esportiva também aparece na parte inferior do para-choque traseiro, que traz difusores de ar posicionados entre ponteiras cromadas, solução visual comum em modelos de perfil mais esportivo como BMW M2, Golf GTI, Audi RS3 e um tanto de Porsches.

E há outro traço herdado de muitos esportivos: o porta-malas pequeno, com apenas 341 litros. É um volume baixo até mesmo para um SUV compacto de entrada.

Por outro lado, o espaço que falta para bagagens se reflete em mais conforto para as pernas de quem vai no banco traseiro. Um adulto de 1,90 metro não encosta os joelhos no banco da frente. Somado a isso, o túnel central quase plano ajuda a melhorar o conforto dos passageiros.

Por dentro, o visual não é tão minimalista quanto outros chineses. Os botões físicos e ajustes manuais chamam a atenção porque estão cada vez mais raros. Por outro lado, a central multimídia e o painel digital — esse de sete polegadas — deixam clara a proposta moderna do carro, típica de chineses.

Também foge do padrão em um SUV de quase R$ 140 mil o acabamento de bons materiais em quase todas as áreas ao alcance das mãos. Até a lateral do câmbio, área onde a perna costuma encostar, é revestida com material macio. Há diferentes texturas de acabamento, inclusive no plástico que envolve a área do câmbio.

Há um capricho também na ergonomia. Todos os controles e comandos do ar-condicionado estão onde devem estar: ao alcance dos dedos. Os botões têm textura, o que ajuda o motorista a identificá-los pelo tato, sem precisar desviar os olhos da estrada. Eles também são levemente inclinados, solução semelhante à usada pela Peugeot.

Outro ponto que remete à marca francesa é o ângulo da central multimídia, voltada para o motorista. Ainda assim, o passageiro consegue ver o conteúdo sem dificuldade, já que a tela mantém cores e brilho mesmo quando observada de lado.

Para o motorista, a visualização é completa sem a necessidade de virar muito o rosto. A sensação lembra a de uma tela levemente curvada de cinema, que permite enxergar todo o conteúdo com menos movimento da cabeça.

WhatsApp.mídia responde rapidamente, como se espera desse tipo de carro, mas falta um controle de volume dedicado para o passageiro. Quem vai ao lado precisa deslizar o dedo na tela para ajustar o som.

Esse comando ocupa parte da tela e chega a cobrir o mapa, algo que também acontece quando a seta é acionada. Nesse momento, câmeras laterais exibem imagens dos pontos cegos, recurso semelhante ao usado pela Honda, mas disponível nos dois lados do GS3.

Não é difícil perder uma saída na estrada, justamente porque o mapa não aparece na central, ocupada pela imagem da câmera da direita. A qualidade da imagem é excelente, mas acaba atrapalhando a navegação.

Há, sim, um ajuste para evitar essa situação, e o formato mais largo dos retrovisores laterais ajuda a compensar a ausência de um sensor de ponto cego. Assim que outro carro surge no limite do espelho, ele já fica visível quando o motorista olha para o lado.

Apesar de o motor 1.5 turbo, mais forte que todos os concorrentes diretos, foi nas retomadas que o g1 sentiu pouca empolgação ao volante do GS3.

Em arrancadas, como nas saídas de semáforo, o desempenho é muito bom, ajudado pelo torque disponível a partir de 1.500 giros. O GS3 se mostra ágil nesse cenário, mas em retomadas, como ao acelerar novamente a partir de 60 km/h, a sensação de esportividade diminui.

Nessas situações, há um atraso proposital de quase dois segundos na resposta do GS3. O termo não é por acaso: o diretor de engenharia da GAC, Leonardo Lukacs, explicou que esse ajuste na resposta ao acelerar foi adotado para atender às regras de emissão de gases no Brasil.

Ele também explicou outros dois pontos que reduzem a esportividade sugerida pelo design do GS3: não há trocas manuais no câmbio de dupla embreagem, banhado a óleo, com sete marchas, nem saída de escapamento integrada às ponteiras cromadas — as saídas do escapamento ficam escondidas atrás das ponteiras, direcionadas para baixo.

Segundo Leonardo Lukacs, a ausência de trocas manuais, seja pelo câmbio ou por aletas atrás do volante, foi uma decisão de projeto. “Se houver demanda, o hardware permite que [as trocas manuais] sejam desenvolvidas. A mudança é simples.”

No caso da saída do escapamento voltada para baixo, e não integrada à ponteira cromada, o executivo também citou exigências da regulamentação.

“Todo carro tem que passar por pass-by noise. E, quando a saída é para baixo, é mais fácil passar do que para cima. Se você tiver ela para cima, além do risco de não passar, a temperatura do equipamento pode danificar qualquer parte plástica”, disse.

Conhecida como “ruído de passagem”, essa medição usa microfones para verificar se o veículo ultrapassa o limite máximo de som permitido. O teste é obrigatório para a homologação de todos os carros vendidos oficialmente no Brasil e é conduzido pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) em conjunto com o Ibama.

A ausência de trocas manuais de marcha, o escapamento com ponteiras apenas decorativas e, sobretudo, o atraso nas retomadas de velocidade pesam contra a esportividade, que é um dos principais atrativos do GS3.

Mesmo com essas ressalvas, o GS3 se mostra mais ágil e potente do que o Volkswagen Nivus GTS, por exemplo. O SUV de proposta esportiva da Volkswagen custa mais caro que a versão topo de linha do GS3:

O Nivus leva vantagem no porta-malas, ponto em que o GS3 perde para muitos dos SUVs concorrentes. Ele também é superior no acerto de suspensão, embora a diferença seja menor do que a vista em outros modelos chineses.

No teste, considerando uma escala em que de um lado está a maciez excessiva típica de alguns carros chineses e, do outro, a rigidez maior dos modelos da Volkswagen, o GS3 se posiciona mais próximo do padrão da Volks.

Embora o GS3 tenha mostrado firmeza e bom controle da carroceria em velocidades mais altas na rodovia Anhanguera, que liga São Paulo (SP) a Campinas (SP), o volante se revelou leve demais.

Tanto em baixas quanto em altas velocidades, a sensação transmitida pelo volante lembra algo artificial, pouco consistente. Essa leveza vem de uma assistência elevada, que ajuda bastante em manobras e estacionamentos, especialmente para quem não usa o sistema automático para baliza que o carro tem.

Em contrapartida, pode causar insegurança até mesmo em vias com limite de 40 km/h. Um ajuste para tornar a direção elétrica mais firme conforme a velocidade aumenta seria suficiente para corrigir esse comportamento.

O maior ativo do GAC GS3 é o preço. Ele custa menos do que os concorrentes, oferecendo mais potência, acabamento macio em várias áreas, câmera de visão 360 graus, visual esportivo, bom desempenho e um pacote tecnológico robusto. A principal desvantagem segue sendo o porta-malas.

Quem tem família grande, costuma viajar com frequência ou precisa de espaço para carrinho de bebê pode desgostar do lançamento. Em praticamente todos os outros cenários, o GS3 se destaca por entregar mais e cobrar menos.

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Dona da Hellmann’s, Unilever negocia venda de área bilionária de alimentos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/03/2026 11:17

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,3001,62%Dólar TurismoR$ 5,4720,81%Euro ComercialR$ 6,1141,2%Euro TurismoR$ 6,3360,58%B3Ibovespa177.458 pts-1,56%MoedasDólar ComercialR$ 5,3001,62%Dólar TurismoR$ 5,4720,81%Euro ComercialR$ 6,1141,2%Euro TurismoR$ 6,3360,58%B3Ibovespa177.458 pts-1,56%MoedasDólar ComercialR$ 5,3001,62%Dólar TurismoR$ 5,4720,81%Euro ComercialR$ 6,1141,2%Euro TurismoR$ 6,3360,58%B3Ibovespa177.458 pts-1,56%Oferecido por

A Unilever está em negociações para vender sua divisão de alimentos para a concorrente menor McCormick & Company.

A companhia, listada em Londres, informou nesta sexta-feira (20) que recebeu uma proposta da McCormick, que também confirmou estar em conversas sobre uma eventual transação envolvendo esse negócio.

As tratativas indicam uma possível aceleração da estratégia do CEO Fernando Fernandez de focar a empresa nas áreas de beleza e cuidados pessoais, após a separação da divisão de sorvetes no ano passado.

A área de alimentos respondeu por cerca de um quarto das vendas da Unilever em 2025, com receita superior a 12,9 bilhões de euros (US$ 14,91 bilhões).

Analistas do Barclays estimam o valor da divisão entre 28 bilhões e 31 bilhões de euros, apesar do crescimento mais lento em relação ao restante da companhia.

A Unilever está conversando para vender sua área de alimentos para a McCormick & Company, dona de temperos, em um possível acordo que reuniria marcas conhecidas como Hellmann’s e Knorr com o molho picante Cholula, segundo a agência de notícias Reuters.

A empresa confirmou que recebeu uma proposta, e as negociações seguem em andamento — o que fez suas ações subirem cerca de 1%.

A venda faz parte da estratégia de focar mais em produtos de beleza e cuidados pessoais. Hoje, a área de alimentos ainda representa uma parte importante do negócio, mas vem enfrentando dificuldades porque muitas pessoas estão reduzindo o consumo de alimentos industrializados.

Além disso, especialistas alertam para os impactos desses produtos na saúde, e o uso de remédios para emagrecimento também tem levado as pessoas a comerem menos.

Mesmo sendo uma divisão grande — avaliada em até 31 bilhões de euros (US$ 33,8 bilhões) — ela cresce mais devagar. Ainda assim, não há garantia de que o negócio será fechado, e os detalhes não foram divulgados.

A Unilever e a Kraft Heinz chegaram a conversar sobre uma possível união, que juntaria marcas conhecidas como Hellmann’s e ketchup Heinz em uma só empresa, mas o acordo não saiu do papel, segundo o Financial Times.

A ideia mostra que as duas companhias estão enfrentando dificuldades, já que as pessoas têm consumido menos alimentos industrializados e mudado seus hábitos.

Enquanto a Unilever vem diminuindo sua atuação nessa área, a Kraft Heinz também tenta reorganizar seus produtos para voltar a crescer.

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Como melhorar a produção de ovos e frango caipira? Veja dicas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/03/2026 09:48

GLOBO RURAL Como melhorar a produção de ovos e frango caipira? Veja dicas Material foi elaborado pela Emater-MG e reúne recomendações sobre manejo, incluindo organização dos piquetes, alimentação do plantel. Por Globo Rural

Produtores interessados em melhorar a produção de ovos e frangos caipiras podem acessar gratuitamente uma cartilha com orientações técnicas sobre o tema.

O material foi elaborado pela Emater-MG e reúne recomendações sobre manejo, incluindo organização dos piquetes, alimentação do plantel e cuidados com a saúde e o bem-estar animal.

50 vídeos Resumo do dia De segunda a sábado, as notícias que você não pode perder diretamente no seu e-mail.

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Preço médio do diesel dispara 25% e já chega a R$ 7,22 no Brasil, mostra levantamento

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/03/2026 05:52

Carros Preço médio do diesel dispara 25% e já chega a R$ 7,22 no Brasil, mostra levantamento Pesquisa foi feita com mais de 4,6 mil pontos de venda em todo o Brasil, com resultados divididos por estados. O litro do combustível custava R$ 5,74 no início da guerra no Oriente Médio. Por Redação g1 — São Paulo

As informações da empresa vêm de mais de 143 mil transações de compra de diesel em 4.664 postos.

Cerca de 94% desses postos estão em rodovias. Nos últimos 30 dias, 81,9% dessas transações foram feitas por caminhões.

O levantamento da TruckPag mostra que alguns estados tiveram subidas expressivas desde 28 de fevereiro.

Uma gota de gasolina cai do bico de uma bomba de combustível em um posto de gasolina em Vélizy-Villacoublay, perto de Paris. — Foto: Alain Jocard/AFP

Um levantamento da TruckPag, empresa que faz gestão de frotas, mostra que o preço do diesel no Brasil já chegou a uma média de R$ 7,22 nesta quarta-feira (19). No início da guerra do Oriente Médio, no final de fevereiro, o preço médio era de R$ 5,74.

As informações da empresa vêm de mais de 143 mil transações de compra de diesel em 4.664 postos. Cerca de 94% desses postos estão em rodovias. Nos últimos 30 dias, 81,9% dessas transações foram feitas por caminhões.

Na última semana a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) já havia registrado aumento de 11% no preço do diesel, comparado à semana anterior.

Os dados oficiais de preços da ANP são publicados semanalmente. Os preços são coletados nos três primeiros dias úteis da semana, analisados e divulgados, geralmente, na sexta-feira. Isso causa algum atraso para mostrar variações bruscas.

"Num choque como esse, onde os preços subiram quase 1% ao dia, essa janela de atraso da ANP é significativa", explica Kassio Seefeld, CEO da TruckPag.

“Na prática, nossos dados mostram que o preço transacionado no posto já subiu quase R$ 1,50 na média nacional desde 28 de fevereiro”, diz Seefeld.

O levantamento da TruckPag mostra que alguns estados tiveram subidas expressivas desde 28 de fevereiro. Na região Norte, Tocantins viu o litro do diesel aumentar 37,1%. Já no Nordeste, o Piauí registrou alta de 28%.

O diesel em Goiás registrou a maior subida no Centro-Oeste, com 29,2%. São Paulo teve aumento de 27% e ficou no topo no Sudeste. Na região Sul, Santa Catarina teve o maior aumento: 29,9%.

Os preços do barril do petróleo e derivados registraram fortes altas nas últimas semanas. Ataques a refinarias e reservas, além do impasse pelo Estreito do Ormuz, pressionam o mercado.

“Cerca de 30% do diesel consumido no Brasil é importado e precificado direto no mercado internacional. Quando o barril sobe 80% em 20 dias, esse diesel chega mais caro no porto e a distribuidora não tem como absorver. O repasse vai para o posto, e do posto vai para o transportador”, explica Seefeld.

O diesel é um combustível fundamental para a logística da economia brasileira. Quando o preço sobe, o impacto vai dos caminhoneiros ao valor dos alimentos, de produtos industriais e de serviços.

Segundo especialistas ouvidos pelo g1, essa pressão sobre a inflação brasileira pode começar a aparecer em cerca de um mês, a depender da intensidade do conflito e de quanto pode durar o fechamento do Estreito de Ormuz.

Nas últimas semanas, o governo federal anunciou diminuição de tributos e um subsídio de R$ 0,32 para o diesel. Porém o efeito ainda não é sentido nas bombas dos postos.

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Como funciona o robô humanoide projetado para identificar alvos e usar armas em guerras

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/03/2026 03:44

Tecnologia Como funciona o robô humanoide projetado para identificar alvos e usar armas em guerras O robô Phantom-01 está sendo desenvolvido pela empresa americana Foundation Future Industries com foco em fins de defesa. Segundo a companhia, decisões sobre ataques continuarão sendo de humanos. Por Redação g1

Uma empresa americana está construindo um robô humanoide com o uso militar como objetivo a longo prazo.

Batizado de Phantom-01, ele consegue transportar cargas de até 40 kg e andar com velocidade de até 6,1 km/h.

A ideia é que ele consiga lidar de forma autônoma com logística, navegação e até mesmo identificação de alvos em um conflito.

A fabricante afirma que o Phantom-01 poderá usar armas no futuro, mas que ataques dependerão da aprovação humana.

Uma empresa americana está construindo um robô humanoide para fins militares. O objetivo é que ele consiga lidar de forma autônoma com logística, navegação e até mesmo identificação de alvos em um conflito.

Batizado de Phantom-01, ele foi criado pela Foundation Future Industries, uma empresa de São Francisco, nos Estados Unidos, que o classifica como o seu primeiro robô humanoide voltado ao mercado.

O robô tem 1,80 m de altura e pesa 80 kg. Segundo a fabricante, ele foi projetado para transportar cargas de até 40 kg e andar com velocidade de até 6,1 km/h, mais rápido do que a maioria dos humanos.

No momento, o Phantom-01está sendo treinado para fins não letais, como a movimentação de materiais e execução de tarefas em fábricas. Mas o uso militar é o objetivo da fabricante a longo prazo, adiantou à Reuters Sankaet Pathak, criador da Foundation Future Industries.

"Nosso objetivo é construir robôs totalmente autônomos. É definitivamente um processo, então leva tempo para chegarmos lá", afirmou.

"Eventualmente, sim, queremos que os robôs também sejam capazes de identificar alvos e, então, usar armas", disse Pathak. "Não vemos um cenário em que eles dispensem a supervisão humana".

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O executivo comparou o robô com drones de guerra que podem se mover e identificar alvos por conta própria, mas dependem da ação humana para realizar ataques.

"É necessário um comando humano antes de executar qualquer operação que envolva o uso de armas", explicou Pathak.

"Mas até esse momento, que inclui muitas tarefas de pegar, colocar e mover objetos, necessárias em logística, manufatura e gerenciamento de suprimentos em cenários de guerra ou defesa, é importante serem realizadas de forma autônoma".

Ainda segundo o executivo, o Phantom-01 foi projetado para operar com um computador integrado, em vez de depender da comunicação com uma rede externa. Desse jeito, a empresa espera fazer o robô ficar menos exposto a ataques cibernéticos.

A segunda geração do robô deverá ser revelada em abril pela Foundation Future Industries. A empresa disse que a nova versão é mais fácil de ser fabricada em larga escala e que espera vender milhares de unidades ainda este ano.

No mercado de robôs humanoides, o Phantom-01 enfrenta a concorrência do Optimus, da Tesla, Digit, da Agility Robotics, e Apollo, da Apptronik, por exemplo.

Phantom-01, robô desenvolvido pela americana Foundation Future Industries — Foto: Reuters/Aleksandra Michalska

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‘Tomatinhos’ no pé de batata? Entenda fenômeno que assustou produtor em MG

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/03/2026 01:44

GLOBO RURAL 'Tomatinhos' no pé de batata? Entenda fenômeno que assustou produtor em MG Fenômeno natural tem explicação genética; especialistas alertam que os frutos não devem ser consumidos. Por Redação g1, Globo Rural

Um produtor de batatas de Patrocínio (MG) levou um susto ao ver pequenos frutos verdes, semelhantes a tomates, surgirem em sua plantação de batata.

Apesar de parecer incomum, o fenômeno tem explicação científica: trata-se da frutificação natural da batata.

Segundo a agrônoma Fernanda Quintanilha, da Embrapa Clima Temperado, a semelhança com o tomate ocorre porque as duas plantas pertencem à mesma família botânica, a das solanáceas.

Apesar do aspecto, os frutos não devem ser consumidos, pois são tóxicos, alerta a pesquisadora (veja detalhes no vídeo acima).

Se não servem para o consumo humano, esses frutos têm grande valor para a ciência. Dentro de cada um dos “tomatinhos” há centenas de sementes botânicas.

Na Embrapa, elas são usadas em programas de melhoramento genético da batata. A partir dessas sementes, surgem os primeiros clones de novos materiais, que passam por avaliações para identificar características desejáveis para o cultivo.

Após cerca de uma década de pesquisas, um desses materiais pode ser lançado no mercado como uma nova cultivar.

Para o produtor comum, como Alberto, a recomendação é cautela. Embora seja possível gerar uma planta a partir dessas sementes, o resultado é imprevisível devido à grande variação genética.

Em muitos casos, a planta pode nem produzir tubérculos — as batatas consumidas — ou apresentar características bem diferentes do esperado.

Por isso, para a produção, a orientação é manter o uso das tradicionais batatas-semente, e não das sementes presentes nos frutos.

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CEO do Santander Brasil decide deixar cargo; Finkelsztain, da B3, será o substituto

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/03/2026 23:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,215-0,58%Dólar TurismoR$ 5,428-0,12%Euro ComercialR$ 6,0420,43%Euro TurismoR$ 6,3000,81%B3Ibovespa180.271 pts0,35%MoedasDólar ComercialR$ 5,215-0,58%Dólar TurismoR$ 5,428-0,12%Euro ComercialR$ 6,0420,43%Euro TurismoR$ 6,3000,81%B3Ibovespa180.271 pts0,35%MoedasDólar ComercialR$ 5,215-0,58%Dólar TurismoR$ 5,428-0,12%Euro ComercialR$ 6,0420,43%Euro TurismoR$ 6,3000,81%B3Ibovespa180.271 pts0,35%Oferecido por

O presidente-executivo do Santander Brasil, Mário Leão, comunicou ao banco que está deixando o cargo, que será ocupado por Gilson Finkelsztain, atualmente presidente-executivo da B3, anunciou nesta quinta-feira (19) a divisão brasileira do espanhol Santander.

A saída de Finkelsztain foi confirmada pela B3 em fato relevante separado ao mercado, com a operadora da bolsa de valores de São Paulo citando decisão de comum acordo entre o executivo e o conselho de administração da companhia.

Leão, que estava há onze anos no grupo, incluindo os últimos cinco como CEO, deixará o cargo até julho, enquanto Finkelsztain, que lidera a B3 desde 2017, sairá no final do primeiro semestre, em ambos os casos para assegurar uma transição organizada. O Santander não informou a razão da saída de Leão.

"Nossa organização atingiu um nível de maturidade que permite conduzir este processo sucessório de forma estruturada e planejada, em um momento bastante oportuno. Isso garantirá a continuidade da execução da nossa estratégia por meio de uma equipe que tenho orgulho de ter liderado", afirmou Leão em nota divulgada pelo Santander.

"A sucessão será conduzida de forma transparente e organizada e contará com a participação direta do Sr. Mario Leão, que seguirá liderando o Santander Brasil até a conclusão do processo, prevista para meados de 2026, garantindo, assim, uma transição cuidadosa e estruturada", afirmou o Santander.

"Sob a liderança de Mario, o banco completou um ciclo estratégico bem-sucedido, acelerando a estratégia de transformação operacional do banco, diversificando ainda mais suas operações com foco na rentabilidade sustentável e crescente, e com forte ênfase no relacionamento e na experiência dos clientes", afirmou o Santander em comunicado à imprensa.

Leão desempenhou um papel importante na transformação do Santander Brasil e no fortalecimento de seu posicionamento no Brasil, afirmou a presidente-executiva do Santander, Ana Botín.

A executiva destacou ainda que a experiência e o reconhecimento no setor financeiro brasileiro de Finkelsztain o tornam bem qualificado para liderar a próxima fase de crescimento "neste mercado tão relevante, à medida que seguimos executando nossa estratégia e promovendo crescimento com rentabilidade".

No ano passado, Finkelsztain foi indicado como membro do conselho de administração do Santander Brasil, mas desistiu da nomeação. Além da B3, ele acumula experiência em instituições como Citibank e J.P. Morgan, além do próprio Santander Brasil, onde trabalhou entre 2011 e 2013.

"Volto ao Santander Brasil muito feliz para assumir a liderança do banco neste momento", afirmou Finkelsztain. "Nosso foco será transformar a base sólida em entregas relevantes para clientes, acionistas e para a sociedade. O Brasil é um mercado de grandes oportunidades e estou entusiasmado com o potencial do que podemos construir nos próximos anos."

De acordo com a B3, a permanência de Finkelsztain no cargo nos próximos meses busca assegurar "a adequada transição de suas responsabilidades e a continuidade das operações e da execução da estratégia da companhia".

"Durante sua gestão, a B3 consolidou-se como uma das principais infraestruturas de mercado financeiro do mundo, conduzindo uma transformação profunda em seu modelo de negócios, cultura organizacional e papel no desenvolvimento econômico do Brasil", afirmou o grupo em nota à imprensa.

A B3 disse que informará oportunamente o nome do sucessor, uma vez concluído o processo em curso, afirmou a companhia.

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ANP cobra oferta maior de combustíveis da Petrobras, mas não vê indícios de falta de produtos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/03/2026 21:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,215-0,58%Dólar TurismoR$ 5,428-0,12%Euro ComercialR$ 6,0420,43%Euro TurismoR$ 6,3000,81%B3Ibovespa180.271 pts0,35%MoedasDólar ComercialR$ 5,215-0,58%Dólar TurismoR$ 5,428-0,12%Euro ComercialR$ 6,0420,43%Euro TurismoR$ 6,3000,81%B3Ibovespa180.271 pts0,35%MoedasDólar ComercialR$ 5,215-0,58%Dólar TurismoR$ 5,428-0,12%Euro ComercialR$ 6,0420,43%Euro TurismoR$ 6,3000,81%B3Ibovespa180.271 pts0,35%Oferecido por

Ainda assim, a diretoria da agência aprovou, nesta quinta-feira (19), um conjunto de medidas para reforçar o monitoramento do mercado nacional de gasolina e diesel, com o objetivo de garantir o abastecimento.

Segundo a ANP, as ações buscam, “diante do cenário internacional, intensificar o acompanhamento de estoques e importações e prevenir eventuais problemas futuros”.

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) cobrou nesta quinta-feira (19) a Petrobras aumente a oferta de combustíveis no Brasil. Mas afirmou não ver indícios de desabastecimento no setor.

Ainda assim, a diretoria da agência aprovou, nesta quinta-feira (19), um conjunto de medidas para reforçar o monitoramento do mercado nacional de gasolina e diesel, com o objetivo de garantir o abastecimento.

Segundo a ANP, as ações buscam, “diante do cenário internacional, intensificar o acompanhamento de estoques e importações e prevenir eventuais problemas futuros”.

Entre as ações está o envio de notificação à Petrobras, determinando que a empresa oferte de forma imediata os volumes de combustíveis referentes aos leilões de diesel e de gasolina pura de março de 2026, que haviam sido cancelados.

Além disso, a Petrobras deverá apresentar à ANP informações detalhadas sobre importações previstas, produtos a serem ofertados, preços de compra e venda, locais de internalização, datas de chegada e identificação dos navios, entre outros dados.

Sobreaviso: Produtores, importadores e distribuidores deverão enviar regularmente à ANP informações sobre estoques e importações até o encerramento da medida. De acordo com a ANP, o mecanismo permitirá um monitoramento mais dinâmico do abastecimento e subsidiará eventuais ações preventivas. Envio de informações ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) sobre a situação atual do abastecimento nacional para avaliação do órgão.Flexibilização de regras de estoque: a ANP estabeleceu a obrigatoriedade de manutenção de estoques médios semanais de gasolina pura e de diesel (S10 e S500) por produtores e distribuidores. Segundo a ANP, com a flexibilização as empresas poderão disponibilizar os combustíveis ao mercado sem a exigência de manter os níveis mínimos de estoque.Notificação sobre abusividade de preços: produtores, distribuidores e importadores deverão adotar todas as medidas "operacionalmente cabíveis para preservação do abastecimento".

Em carta endereçada ao governo federal mais cedo, o Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis relatou que as distribuidoras associadas têm observado "aumento relevante da demanda por produtos".

"Porém, relatam cortes nas cotas de fornecimento e negativa de pedidos adicionais nos meses de março e abril por parte da Petrobras, o que estressa o fluxo regular de produtos”, afirmou.

Segundo o sindicato, o volume importado de Diesel S-10 vem aumentando ano após ano e as distribuidoras seguem cumprindo seu papel de supridoras estruturais do mercado.

"O cenário de momento aponta a necessidade de um aumento abrupto do uso de produto importado o que gera disrupção e stress na cadeia logística a partir dos portos”, disse o Sindicom.

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