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Casa na árvore, estúdio de tatuagem e kombi conversível: como hostel faturou quase R$ 4 milhões em um ano

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 17:48

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Casa na árvore, estúdio de tatuagem e kombi conversível: como hostel faturou quase R$ 4 milhões em um ano Empreendimento oferece aulas de yoga todas as manhãs, passeios de barco e de Kombi, além de festas e eventos todas as noites. Por Pegn — São Paulo

O Hostel da Vila, eleito "o melhor hostel do mundo" em 2023 pelo Hoscars Awards — prêmio anual promovido pelo Hostelworld, uma das maiores plataformas de reservas de hostels do mundo — tem chamado a atenção de turistas e viajantes.

Felipe Gamba, o empreendedor por trás do sucesso, chegou a viajar por mais de 65 países antes de se estabelecer em Ilha Bela, onde fez a primeira unidade do empreendimento. A segunda, localizada em Paraty e Ilha Grande, no Rio de Janeiro, é uma escuna-hostel itinerante com capacidade para 26 hóspedes.

"Eu estava buscando realmente um novo sentido para vida. Depois de você dar uma volta ao mundo, você acaba ficando um pouco enjoado da vida normal", explicou.

Durante suas viagens, o empreendedor percebeu que, enquanto os hostels eram populares no exterior, no Brasil ainda havia preconceito. Foi aí que ele viu uma oportunidade de inovar.

Parte do que garantiu o sucesso do empreendedor foi a aposta nos diferenciais: além das acomodações inusitadas, que vão desde casas em árvores, Kombis e até "yurt", que são cabanas tradicionais da Ásia Central, o lugar também oferece um bar próprio, coworking, estúdio de tatuagem e uma série de atividades para os hóspedes.

A variedade não só faz os hóspedes voltarem para experimentar novos ambientes, mas também rende fotos incríveis para as redes sociais. Tudo isso fez com que o Hostel da Vila faturasse quase R$ 4 milhões em um ano.

Além dos tradicionais quartos coletivos, existem hospedagens para casal em formato de veleiro, trailer e até de farol – escolhido por Felipe Ramos para sua primeira experiência em um hostel.

“Nosso principal objetivo é fazer as pessoas se conhecerem, interagirem, trocarem conhecimentos, culturas e novas ideias. Temos aulas de yoga todas as manhãs, passeios de barco e de Kombi, e festas e eventos todas as noites.”

Hostel localizado em Ilhabela (SP) foi considerado o 'Melhor do Mundo' em 2023 — Foto: Hostel da Vila/ Arquivo Pessoal

Endereço: Rua São Benedito, 202, Centro – Vila Ilhabela/SP – CEP: 11630-000 Recepção e atendimento: (12) 3896-2096Central de Vendas: (12) 98142-9140Site: www.hosteldavilailhabela.com.br Instagram: www.instagram.com/hosteldavilailhabela

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Entenda por que brasileiros estão bebendo menos e quais os impactos para a indústria

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 17:48

Empreendedorismo Entenda por que brasileiros estão bebendo menos e quais os impactos para a indústria Jovens de 18 a 34 anos puxaram o aumento da abstinência, abrindo espaço para novas tendências em bares e indústria. Por Rafaela Zem, g1 — São Paulo

64% dos adultos afirmaram não beber em 2025, um avanço expressivo em relação aos 55% registrados em 2023.

Entre os mais jovens, a mudança é ainda mais acentuada. A abstinência passou de 46% para 64% entre pessoas de 18 a 24 anos e de 47% para 61% no grupo de 25 a 34.

O álcool perdeu o papel de símbolo social entre os mais novos, que preferem investir tempo e energia em experiências ligadas à saúde, bem-estar e estabilidade emocional.

O segmento de cervejas sem álcool é o que mais cresce no país, com desempenho anual três vezes superior ao das cervejas tradicionais.

A Ambev, maior cervejaria do país, tem acompanhado de perto a virada de comportamento dos consumidores e ampliado o portfólio de produtos com teor alcoólico reduzido.

Uma nova pesquisa Ipsos-Ipec, realizada a pedido do Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (CISA), confirma um movimento que já aparecia no comportamento cotidiano de milhões de brasileiros: 64% dos adultos afirmaram não beber em 2025, um avanço expressivo em relação aos 55% registrados em 2023.

Entre os mais jovens, a mudança é ainda mais acentuada. A abstinência passou de 46% para 64% entre pessoas de 18 a 24 anos e de 47% para 61% no grupo de 25 a 34 anos.

Esses números ajudam a explicar histórias como a de Gabrielle Ribeiro, que aos 23 anos decidiu parar de consumir bebidas alcoólicas. Reuniu todas as garrafas que tinha em casa e as colocou dentro de um saco de lixo.

A influenciadora digital trocou as festas por noites de sono, os dias de ressaca por trilhas matinais e os copos de drinks por suplementos. Perdeu 16 quilos, passou a economizar até R$ 300 por semana e, de quebra, conquistou milhares de seguidores ao compartilhar a sua história nas redes sociais.

“Parar de beber foi a melhor coisa que eu fiz por mim. É mais interessante acordar no domingo e postar foto de uma medalha de corrida do que ficar com aquela ressaca moral”, conta.

Há quase um ano, Gabrielle Ribeiro decidiu parar de consumir bebidas alcoólicas por conta da saúde — Foto: Gabrielle Ribeiro

Gabrielle não está sozinha na decisão de não ingerir bebidas alcoólicas. Rayane Moreira, que afirma nunca ter se identificado com o álcool, diz que cresceu vendo os conflitos que a bebida causava em casa.

“Como é que eu vou beber para espairecer e trazer problemas para dentro de casa?”, questionava ainda na adolescência. Mesmo depois de deixar a religião que proibia o consumo, ela manteve a decisão de não beber. Hoje, em encontros sociais, prefere sucos, água ou drinks sem álcool — os chamados mocktails.

Histórias como as de Rayane e Gabrielle mostram um comportamento que tem sido mais frequente em gerações mais novas — e que tem mexido no mercado: os brasileiros estão bebendo menos e, quando bebem, consomem com mais critério.

Os dados também reforçam essa mudança no perfil do consumidor: o número de pessoas que ingerem bebida alcoólica uma vez por semana ou a cada quinze dias caiu 6 pontos percentuais na comparação com 2023. Entre quem ainda bebe, 39% consomem de uma a duas doses por ocasião.

Abaixo, entenda por que o país está bebendo menos, como esse comportamento aparece na vida das pessoas e de que forma o mercado se reorganiza para atender o novo consumidor brasileiro.

A geração Z é a que menos consome álcool. Dados de uma pesquisa da MindMiners feita com 3 mil pessoas indicam que, entre os jovens da geração, de 16 a 30 anos, apenas 45% afirmam beber.

O álcool perdeu o papel de símbolo social entre os mais novos, que preferem investir tempo e energia em experiências ligadas à saúde, bem-estar e estabilidade emocional.

58% dizem simplesmente não ter interesse;34% não gostam do sabor;30% preferem evitar os efeitos físicos e emocionais da bebida;19% citam a busca por qualidade de vida;17% mencionam razões religiosas.

O levantamento da MindMiners também relaciona a queda de consumo a questões financeiras. Entre os motivos apontados pelos jovens para reduzir o consumo, aparecem frases como: "Estou gastando muito dinheiro" e "Menos gasto com bebidas".

Além disso, a geração Z tem menor renda disponível, o que influencia diretamente a frequência e o volume de consumo.

De maneira geral, a mudança no comportamento dos consumidores não necessariamente representa uma ameaça à indústria de bebidas, mas sim uma reconfiguração do mercado, impulsionada por consumidores mais exigentes, moderados e abertos à experimentação.

Dados da Nielsen, por exemplo, indicam que o segmento de cervejas sem álcool é o que mais cresce no país, com desempenho anual três vezes superior ao das cervejas tradicionais.

Mesmo entre quem ainda consome álcool, há sinais de mudança: 41% dos entrevistados disseram ter alterado a frequência de consumo no último ano, e 43% pretendem reduzir ainda mais, motivados principalmente por saúde e questões econômicas, segundo dados da MindMiners.

🍸 Outro indicativo importante da mudança no perfil de consumo é a prática que ficou conhecida como "zebra stripe" — que é quando o consumidor alterna entre bebidas com e sem álcool. A prática, segundo especialistas, tem ganhado força no mercado, especialmente entre os jovens.

"A pessoa vai intercalando e, no final da noite, tomou seis cervejas, mas só três tinham álcool (…) isso permite prolongar o tempo de consumo sem perder o controle, reforçando a ideia de equilíbrio, que não significa restrição total, mas moderação consciente", explica o diretor de estratégia da Ambev, Gustavo Castro,

Além da moderação, o baixo consumo tem impulsionado a valorização da experiência e da qualidade.

Os consumidores estão dispostos a pagar mais por bebidas premium, que oferecem sabor, sofisticação e identidade.

"A busca por rótulos premium, como os uísques single malt (que cresceram 10% nos últimos três anos), mostra que o prazer está menos na embriaguez e mais na descoberta sensorial, se tornando até mesmo um hobby", afirma Maurício Porto, proprietário do bar Caledonia.

Na outra ponta dessa transformação estão as empresas, que viram na moderação uma oportunidade de ouro.

A Ambev, maior cervejaria do país — com faturamento anual em torno de R$ 77 bilhões —, tem acompanhado de perto a virada de comportamento dos consumidores e ampliado o portfólio de produtos com teor alcoólico reduzido.

O diretor de estratégia e insights, Castro, diz que o segmento de cervejas sem álcool da companhia cresceu 15% em volume de vendas no segundo trimestre de 2025, em relação ao mesmo período do ano anterior, e deve crescer cinco vezes mais rápido que o das cervejas tradicionais até 2028.

Marcas como Bud Zero, Corona Cero, Stella Pure Gold e Brahma Zero têm ganhado protagonismo e hoje estão entre as mais estratégicas para o futuro da Ambev.

A Corona Cero, em especial, simboliza bem essa nova fase: lançada no Brasil em 2022, ela é a primeira cerveja do mundo com infusão de vitamina D e apenas 51 calorias, unindo o sabor da cerveja à tendência de produtos associados ao bem-estar e à saúde.

A Diageo, gigante global de destilados premium, também reforçou seu movimento estratégico. Em setembro de 2024, a empresa comprou a marca de bebidas sem álcool Ritual Zero Proof, expandindo seu portfólio e consolidando sua liderança no mercado de destilados sem álcool nos Estados Unidos.

Por ora, o rótulo não está disponível no Brasil e há uma razão para isso: segundo a própria empresa, o consumidor brasileiro valoriza mais marcas já conhecidas e tende a experimentar versões 0.0 de bebidas familiares, em vez de marcas inéditas.

Exemplo disso é a Tanqueray 0.0%. A novidade mantém o perfil de sabor e os botânicos do gin tradicional, marca mais famosa da Diageo, mas sem álcool.

A empresa também investe em formação profissional, e mantém parcerias com bares que ditam tendências, ajudando a desenvolver novos cardápios e técnicas de coquetelaria.

O bar Caledonia também vê oportunidade nessa mudança de consumo. Originalmente dedicado à cultura do uísque, o bar se reinventou para acompanhar a crescente demanda por coquetéis sem álcool.

Maurício observa que a mudança não se dá por abstinência total, mas por uma escolha consciente de beber menos e melhor. Para ele, o maior desafio na criação de mocktails é simular a sensação do álcool — não necessariamente o sabor, mas a complexidade e a estrutura que ele confere à bebida.

Para isso, o bar investe em técnicas avançadas como clarificação, infusão de especiarias e uso de ingredientes sofisticados, como xaropes, soluções salinas e até salmoura de azeitona.

Hoje, o Caledonia oferece cinco opções de coquetéis sem álcool, que não se limitam a versões doces ou simplificadas.

“Não é porque ele é um drink não alcoólico que ele tem que ser um negócio doce de grudar o paladar. Paladar infantil e não alcoólico não são a mesma coisa”, pontua Maurício. A proposta é criar bebidas que sejam gostosas e complexas por si só, sem a pretensão de imitar os alcoólicos.

A evolução da carta de mocktails começou com o "Ginger Lemonade", inspirado no clássico Dark & Stormy, e ganhou força após um campeonato promovido pela Monin, fabricante de xaropes premium.

Em 2023, dois novos coquetéis foram incorporados, e em 2024, mais dois foram criados para ampliar a diversidade da oferta. O sucesso é evidente: há dias em que o estoque de mocktails se esgota, como aconteceu com o "Oliver Twist", que vendeu 50 unidades em um único dia.

Maurício vê essa transformação como parte de um movimento maior, em que o ato de beber se torna um hobby.

“Você não tá bebendo pra ficar doidão. Você tá bebendo pra entender um negócio, pra descobrir”, resume.

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A van dos sonhos dos empreendedores ganha forma na Toyota Hiace

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 17:48

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Especial Publicitário A van dos sonhos dos empreendedores ganha forma na Toyota Hiace O modelo chega ao mercado para oferecer desempenho e praticidade a quem depende do veículo para empreender. Por Toyota

Empreendedores que fazem da mobilidade o seu negócio conhecem a van da Toyota. — Foto: Divulgação

Para quem trabalha com transporte de passageiros, o veículo é mais do que um meio de locomoção: é a base de todo o negócio. E cada segmento desse mercado impõe suas próprias demandas e desafios diários.

Quem vive dessa rotina sabe: é preciso contar com um veículo que ofereça desempenho, conforto e, acima de tudo, tranquilidade para trabalhar sem imprevistos. Foi pensando nisso que Pedro Lins, apresentador do programa Pequenas Empresas & Grandes Negócios, convidou profissionais do setor de mobilidade para conhecer uma parceira feita para quem não pode parar: a Hiace, primeira van da Toyota no Brasil.

No transporte escolar, por exemplo, a prioridade é garantir a segurança. Pais e responsáveis precisam saber que seus filhos estão sendo levados por um profissional capaz e, acima de tudo, em um veículo confiável que não deixa ninguém na mão.

Já no transporte executivo, o conforto é um grande diferencial para atender passageiros exigentes, seja em traslados corporativos, fretados ou transfers de eventos. Aqui, cada detalhe, faz a diferença na experiência. E para quem trabalha com city tours, o objetivo é proporcionar memórias. Janelas amplas e bancos confortáveis ajudam a transformar o passeio em um momento agradável, com direito a boas fotos e histórias para contar.

No programa, Fabio, Dayane e Eduardo, empreendedores sobre rodas, contam qual seria a sua van dos sonhos.

O veículo que todo empreendedor do setor sonha une confiança, robustez e conforto. E é isso que a Toyota Hiace entrega. A confiança vem de uma história sólida: são 58 anos de tradição e mais de 6 milhões de unidades vendidas em 150 países, agora pela primeira vez disponível no Brasil.

O motor 2.8 turbo diesel, o mesmo da família Hilux, oferece 174 cavalos de potência e 45,8 kgfm de torque, garantindo força mesmo com todos os assentos ocupados. O câmbio automático de seis velocidades e a tração traseira ajudam a manter o desempenho e a estabilidade nas rotas mais exigentes.

Com capacidade para 15 passageiros mais o motorista, o interior foi pensado para o conforto de quem dirige e de quem embarca. Bancos reclináveis, espuma de alta densidade e saídas individuais de ar-condicionado tornam a experiência mais agradável. A posição de dirigir, semelhante à de um carro de passeio, traz mais ergonomia ao dia a dia.

Outro diferencial está no baixo custo de propriedade. As três primeiras revisões são gratuitas*, as peças têm ampla disponibilidade na rede Toyota e a garantia** do veículo é de até dez anos. Essas são vantagens que pesam a favor de quem faz da mobilidade o seu negócio.

A van da Toyota que leva o Pequenas Empresas & Grandes Negócios agora pode ser sua parceira na estrada do empreendedorismo.

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Donos de ‘achadinhos’: como perfis anônimos faturam até R$ 100 mil por mês

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 17:48

Empreendedorismo Donos de 'achadinhos': como perfis anônimos faturam até R$ 100 mil por mês Brasileiros comuns estão faturando alto com marketing de afiliados. Programas e estratégias fazem a diferença nesse mercado digital em expansão, mas especialistas que é preciso cuidado. Por Rafaela Zem, g1 — São Paulo

Pessoas comuns, de donas de casa a empreendedores, estão faturando até R$ 100 mil por mês usando marketing de afiliados em plataformas como Shopee e Magalu.

O modelo permite vender produtos sem estoque, sem loja física e sem precisar aparecer, transformando cliques em comissões reais e rendas significativas.

Perfis de “achadinhos” no Instagram e outras redes sociais usam vídeos curtos, lives e estratégias de SEO para conquistar seguidores e aumentar as vendas.

O sucesso depende de disciplina, estudo do mercado, testes contínuos e personalização do conteúdo, evitando erros comuns como excesso de links ou cópia de posts.

Especialistas alertam, no entanto, que o mercado exige cautela. A renda é instável e depende de campanhas, sazonalidade e mudanças nos algoritmos. Além disso, quem aposta no setor não tem salário fixo, férias ou benefícios.

No Instagram, eles parecem perfis despretensiosos: nada de selfies, sem vida pessoal, apenas uma sequência infinita de vídeos curtos com produtos que você nem imaginava precisar.

Mas, por trás de contas com nomes como "achadinhos", "armarinhos" e tantos outros, existe um negócio milionário💰.

Pessoas comuns — de donas de casa a pequenos empreendedores —, usam programas de afiliados de grandes marketplaces (plataformas que reúnem diversos vendedores em um só espaço) para transformar cliques em renda. E não é exagero: alguns chegam a faturar mais de R$ 100 mil por mês apenas recomendando produtos.

Mike Felipe é um exemplo. Sem mostrar o rosto e trabalhando de casa, começou com um perfil no Instagram e links da Shopee. Em menos de três anos, conquistou mais de 370 mil seguidores.

Nessas páginas, ele apresenta produtos e recebe uma comissão por cada venda realizada. Por mês, ele chega a faturar mais de R$ 100 mil, somando ganhos em plataformas como Shopee, Magalu, Mercado Livre, Amazon, Natura e Beleza na Web.

O negócio cresceu tanto que Mike abriu uma microempresa com cinco funcionários. Ainda assim, mantém uma postura discreta: não aparece nos vídeos, não faz transmissões ao vivo e não se identifica como influenciador.

Mike Fernandes fatura mais de R$ 100 mil anunciando produtos em seus perfis de achadinhos — Foto: Mike Fernandes/ Arquivo Pessoal

Como o anonimato não é negociável para Mike, ele contrata influenciadores por meio de plataformas especializadas para manter a produção de conteúdo. A marca que criou, Achados Ninjas, tornou-se referência.

Lourenço Menezes também deixou a carreira para se dedicar integralmente ao marketing de afiliados. Seus perfis de "achadinhos" seguem o mesmo padrão: nada de fotos pessoais, apenas produtos.

A única exceção ao anonimato são as lives dentro das plataformas de marketplace, que impulsionam ainda mais as vendas. Hoje, Lourenço comanda uma agência com mais de 350 afiliados e fatura dez vezes mais do que quando trabalhava como assessor político.

Já Larisse Oliveira, nascida na zona rural do Ceará, mudou de vida com vídeos sobre produtos infantis e de beleza. Seus conteúdos viralizaram, e ela passou a faturar até R$ 20 mil por mês.

Com o dinheiro do marketing de afiliados, já comprou uma casa, um carro e matriculou a filha na melhor escola da região.

Um afiliado fatura, em média, cerca de R$ 2,4 mil por mês, segundo o Sebrae. Mas o valor pode ser maior.

Os ganhos variam bastante conforme o perfil: há donas de casa, estudantes, aposentados, pequenos empreendedores e até influenciadores que apostam nesse modelo. O que todos têm em comum? A busca por uma renda extra com baixo investimento e risco mínimo.

O sucesso desse modelo de empreendedorismo é tão grande que tem atraído não apenas quem busca uma renda extra, mas também as próprias marcas.

Plataformas como Magazine Luiza e Shopee, por exemplo, estão investindo cada vez mais em programas de afiliados, já que o formato amplia o alcance das vendas e fortalece a presença digital das empresas sem elevar tanto os custos.

O 'Influenciador Magalu', por exemplo, já conta com mais de 5 milhões de CPFs cadastrados e não exige número mínimo de seguidores.

O programa da Shopee é ainda mais acessível: basta criar links e compartilhá-los. No marketplace asiático, os afiliados podem até se tornar gerentes de outros afiliados, recebendo comissões adicionais sobre as vendas geradas.

Os superafiliados vão além: criam agências de comunicação, administram diversos perfis com milhões de seguidores e canais de contato, contratam influenciadores para produzir vídeos e investem fortemente em estratégias de SEO e otimização de algoritmos.

Afinal, quanto mais pessoas visualizam os conteúdos dos “achadinhos”, maiores são as chances de conversão em vendas.

“Diferentemente de abrir uma loja física, o afiliado não precisa de estoque, não tem custos fixos altos e só ganha se vender. É um risco baixíssimo”, explica William Almeida, gestor de mercado digital do Sebrae.

Essas facilidades ajudam a explicar o crescimento acelerado desse tipo de empreendimento. Ainda assim, é preciso manter os pés no chão: estudar o mercado, testar estratégias e buscar aprimoramento contínuo são passos fundamentais para quem deseja se destacar. Além disso, outro fator importante é estar atento aos riscos que esse mercado oferece. (Veja mais abaixo)

Ao longo desta reportagem, você vai conhecer histórias de afiliados bem-sucedidos, entender como funcionam os programas e as comissões em diferentes marketplaces. Também vai descobrir os erros mais comuns de quem está começando — e receber dicas práticas para se destacar nesse universo.

🛒 Como funciona o marketing de afiliados?📜Como surgiu este modelo de negócio?👤 Qual o perfil dos afiliados?💡 Estratégias que funcionam🚀 Como se destacar (e evitar as armadilhas)⚠️ Cuidados e planejamento

"Cabe no bolso e funciona". A frase do gestor de mercado digital do Sebrae resume o apelo do marketing de afiliados no Brasil.

Em contraste com modelos tradicionais de negócio, esse sistema permite começar com custo quase zero, sem estoque, sem aluguel e sem burocracia.

O funcionamento é simples: o afiliado se cadastra em uma plataforma, escolhe produtos para divulgar e compartilha links personalizados. Se alguém comprar por meio desses links, ele recebe uma comissão.

No Magalu, os valores variam de 2% a 12%, dependendo da categoria — móveis, por exemplo, oferecem margens maiores. Já na Shopee, a comissão pode chegar a até 30%, somando o valor pago pela plataforma e uma comissão extra oferecida pelo vendedor.

Ambas as plataformas oferecem suporte completo. O Magalu cuida da entrega, pós-venda e pagamento ao afiliado, mesmo quando a venda é feita por um vendedor do marketplace. A Shopee, por sua vez, disponibiliza uma Central do Afiliado com conteúdos educativos, treinamentos e suporte técnico.

As comissões são liberadas conforme o desempenho do afiliado. Após a confirmação da compra feita pelo link de divulgação, o valor é processado e depositado em até sete dias, prazo necessário para validação da venda pelo marketplace.

Com a crescente procura, o marketing de afiliados se consolida como uma expressão da chamada “economia digital acessível”, já que exige baixo investimento inicial e dispensa custos com estoque, equipe ou estrutura física.

Em um cenário onde o tempo online é cada vez mais valioso, transformar esse tempo em renda tornou-se uma realidade palpável para milhões de brasileiros.

Além disso, o marketing de afiliados também tem atraído empresas de tecnologia e performance digital. A Lomadee, por exemplo, atua como uma ponte entre anunciantes e afiliados, oferecendo uma estrutura que permite centralizar a divulgação de produtos de múltiplas marcas.

"Temos afiliados de perfis diversos em especial de profissionais que buscam diversificar suas fontes de receita sem depender exclusivamente de grandes marketplaces", explica Hugo Alvarenga, sócio e CEO da Lomadee.

O marketing de afiliados começou a ganhar forma nos anos 1990, quando a Amazon lançou o primeiro programa do tipo. O funcionamento era direto: pessoas interessadas se cadastravam e passavam a divulgar os produtos da loja em seus próprios sites ou blogs.

Essa estratégia ajudava a ampliar a presença da marca na internet, aproveitando canais externos para alcançar novos públicos.

No Brasil, esse modelo começou a se desenvolver no final da década de 1990, acompanhando a popularização da internet.

As primeiras plataformas nacionais surgiram nesse período, entre o fim dos anos 1990 e o início dos anos 2000. Exemplos como a Lomadee e o Buscapé marcaram os primeiros passos do setor no país.

A partir de 2010, o mercado de afiliados passou por uma expansão acelerada, impulsionada principalmente pelo crescimento das redes sociais. Com mais pessoas produzindo conteúdo digital, o número de afiliados aumentou e a estratégia se diversificou.

Em 2023, o setor movimentou cerca de R$ 12 bilhões em vendas no Brasil, consolidando-se como uma ferramenta relevante no comércio eletrônico.

Hoje, é comum que afiliados recebam por cliques em links, downloads de materiais digitais ou inscrições em eventos, o que amplia as possibilidades de atuação e monetização dentro do ecossistema digital.

O perfil dos afiliados brasileiros é diverso e revela uma nova geração de empreendedores digitais.

Lourenço Menezes também deixou a carreira para se dedicar integralmente ao marketing de afiliados. — Foto: Lourenço Menezes/ Arquivo Pessoal

Segundo dados do Magalu, mais de 5 milhões de CPFs estão cadastrados em seu programa, com predominância de mulheres entre 30 e 40 anos. Já a Shopee aponta que 90% dos seus 5 milhões de afiliados começaram sua jornada digital por meio da plataforma, e 40% pretendem transformar os ganhos em renda principal.

Esses números ganham vida nas histórias de pessoas como Lourenço, que trocou o emprego fixo por uma agência com 350 afiliados.

Ele começou com um grupo no Telegram e, após meses de estudo e erros, aprendeu a atrair o público de forma estratégica. Hoje, sua renda mensal ultrapassa R$ 60 mil, e ele lidera um hub de afiliados dentro da Shopee.

Larisse saiu da zona rural do Ceará e encontrou no marketing de afiliados uma forma de mudar radicalmente sua realidade. Com vídeos simples e autênticos, usando sua própria voz e sotaque, ela viralizou nas redes e passou a faturar até R$ 20 mil por mês.

Essas trajetórias mostram que o marketing de afiliados deixou de ser apenas uma alternativa de renda e se tornou uma porta de entrada para o empreendedorismo digital brasileiro.

Não é preciso ser influenciador para ter sucesso como afiliado. William Almeida, do Sebrae, aponta três pilares fundamentais: vender o que se conhece, começar pequeno e testar sempre. Essa abordagem prática tem sido adotada por quem se destaca no mercado.

Mike aposta em SEO, vídeos curtos e uma ampla variedade de marketplaces. Seus vídeos são simples, focados no produto e viralizam sem que ele precise aparecer.

Larisse usa sua própria voz e uma linguagem pessoal que cria identificação com o público. Já Lourenço investe em grupos de WhatsApp e lives como diferencial — chegou a fazer até 12 horas de transmissão em um único dia, tornando-se referência.

As transmissões ao vivo fazem parte das estratégias de social commerce — modelo que une redes sociais e comércio eletrônico.

A ideia é transformar a compra em uma experiência interativa, em que o consumidor vê o produto, conversa com o apresentador, tira dúvidas em tempo real e acompanha demonstrações práticas.

Essa dinâmica aproxima o público do vendedor e aumenta a confiança na hora da compra, o que se reflete diretamente nas vendas.

Vale pontuar que o afiliado bem-sucedido não depende de viralizações pontuais, mas sim de uma rotina de testes, ajustes e aprendizado contínuo. Como resume Almeida: “O segredo é testar, ver o que dá retorno e ajustar.”

Larisse Oliveira mudou de vida com vídeos sobre produtos infantis e de beleza. — Foto: Larisse Oliveira

O caminho do afiliado é promissor, mas exige estratégia e resiliência. Lourenço aprendeu isso na prática: forçar vendas não funciona.

Entre os erros mais comuns estão a falta de foco, o excesso de links, a cópia de conteúdos sem personalização e a desistência precoce. Para evitar essas armadilhas, é preciso entender que o marketing de afiliados exige disciplina, constância e propósito.

Mesmo com histórias de sucesso que impressionam, a maioria dos afiliados começa devagar. “Passei três meses para fazer R$ 50 de comissão”, relembra Lourenço.

Foi só depois de estudar o mercado, ajustar a forma de divulgação e entender o comportamento do público que começou a faturar entre R$ 1.500 e R$ 3.000 por mês — o suficiente para deixar o emprego fixo e viver só disso.

Por isso, as plataformas têm investido pesado em capacitação. O Magalu mantém um canal no Youtube com dicas e tutoriais gratuitos, enquanto a Shopee afirma ter treinado mais de 30 mil pessoas e aposta em programas como o “Indique e Ganhe”, que bonificam afiliados por trazer novos participantes, além de campanhas com cupons promocionais que ajudam a aumentar as conversões.

"É impossível vencer alguém que não desiste. A minha história é marcada por superações pessoais e profissionais. O sucesso não vem da sorte, mas da perseverança".

O marketing de afiliados oferece flexibilidade e potencial de ganhos, mas também traz riscos que exigem atenção, alerta Fábio Pina, da FecomercioSP.

A renda é instável e depende de campanhas, sazonalidade e mudanças nos algoritmos. Sem salário fixo, férias ou benefícios, o afiliado fica vulnerável a bloqueios de contas, falhas na entrega e aumento nos custos de anúncios.

Soma-se a isso a concorrência intensa e a dependência de plataformas: a entrada fácil no mercado eleva o custo de aquisição (CAC), e concentrar vendas em um único fornecedor ou canal aumenta o risco de perdas.

Para reduzir vulnerabilidades, planejamento financeiro é indispensável. A FecomercioSP recomenda manter uma reserva pessoal equivalente a seis meses de despesas e um capital de giro capaz de sustentar o negócio por três a seis meses.

Como o setor é sensível à economia — juros altos, inflação e crises reduzem vendas e margens —, ter caixa de segurança e diversificar produtos e canais ajuda a preservar receita.

Além disso, com a competição cada vez maior, não basta divulgar links: é preciso investir em marca, conteúdo e relacionamento para conquistar clientes e gerar fidelização.

Separar as finanças pessoais das empresariais e acompanhar métricas como CAC e LTV (que deve ser pelo menos três vezes maior) são práticas essenciais.

Segundo Pina, o marketing de afiliados deve ser encarado como complemento de renda e aprendizado, não como substituição imediata do emprego formal.

Faça a transição por etapas: só migre integralmente quando houver tração e reservas comprovadas.Construa ativos próprios: como marca, lista de contatos e comunidade, para reduzir dependência de plataformas.Controle métricas com disciplina: CAC, LTV e margem devem ser acompanhados diariamente ou semanalmente.Diversifique produtos e canais: e busque receita recorrente para reduzir riscos.Formalize a atividade: e planeje previdência e saúde antes da mudança.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Sem recepção e 100% digital: como funcionam os hotéis autônomos que chegam ao Brasil

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 17:48

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Sem recepção e 100% digital: como funcionam os hotéis autônomos que chegam ao Brasil Franquias oferecem quartos prontos em até 45 dias e operação 100% automatizada para quem viaja pelo país, com diárias de R$ 119. Por Pegn — São Paulo

Quem procura um lugar seguro para descansar depois de horas de viagem ao volante, pode se surpreender ao encontrar um hotel autônomo nas estradas brasileiras.

Sem recepção ou equipe fixa e com uma operação completamente digital, a ideia é simples: oferecer hospedagem rápida, acessível, segura e tecnológica para quem precisa de um descanso antes de seguir viagem.

📲 Tudo é feito pelo celular: o motorista acessa o site ou aplicativo do hotel, escolhe a unidade, faz o pagamento online e recebe uma senha para abrir a porta do quarto. Ao chegar, basta digitar o código na fechadura eletrônica. Não há contato humano.

“Eu estava abastecendo no posto e já pensando em parar. Vi a placa do hotel, entrei no site, fiz o cadastro e pronto. Cheguei com a senha, entrei e estava tudo arrumado”, conta Eduardo Puscar, que pagou R$119 pela diária.

A ideia surgiu da experiência de Anderson Souza, que passou anos viajando a trabalho. "Eu sempre viajei muito e nunca encontrei um local para dormir na rodovia, sem sair da rota", explica o empresário.

Para validar o modelo, Anderson investiu cerca de R$ 700 mil e chegou a morar seis meses à beira da estrada para entender todos os detalhes da operação. Hoje, ele lidera uma rede que com nove franquias em funcionamento nos estados de São Paulo, Santa Catarina e Paraná.

🤔 E a segurança? Anderson garante que as unidades ficam em locais com infraestrutura 24 horas, monitoramento e pátio seguro. Além disso, cada hotel tem câmeras externas.

Essa estrutura permite que o hóspede tenha tranquilidade mesmo sem a presença física de funcionários no local.

Para abrir uma franquia com cinco quartos, o investimento é de R$ 270 mil. A taxa média de ocupação gira em torno de 70%, com faturamento mensal próximo de R$ 21 mil. A margem de lucro chega a 50%, já que não há custos com recepção ou equipe fixa.

"Até 2026, queremos estar presentes em 70% dos estados brasileiros”. E não é só pelo negócio — o objetivo é também reduzir acidentes causados pelo sono nas estradas.

🚨 O cansaço é uma das principais causas de acidentes no Brasil. Oferecer pontos seguros para descanso pode salvar vidas.

A empresa aposta em rodovias e cidades pequenas, onde há demanda reprimida. Hoje, 80% dos municípios brasileiros têm menos de 90 mil habitantes e carecem de hotéis.

Unidades são instaladas em locais com infraestrutura 24 horas, possuem câmeras externas e fechaduras eletrônicas. — Foto: Hotelinbox

As estruturas dos quartos chegam prontas ou em kits que lembram brinquedos de encaixar. Em até 45 dias, o franqueado prepara a base e inicia a operação.

As paredes são feitas com placa cimentícia, lã de rocha e gesso, garantindo isolamento térmico e acústico. Essa solução facilita transporte e montagem, reduzindo custos e tempo de implantação.

"Com tecnologia, segurança e praticidade, os hotéis autônomos prometem mudar a forma como viajamos pelas estradas brasileiras", conclui Anderson.

📞 (41) 2018-0406📧 contato@hotelinbox.com.br🌐 hotelinbox.com.br📸 Instagram: @hotelinbox📘 Facebook: facebook.com/hotelinbox

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Mais de 340 mil empreendedores podem ser excluídos do Simples por dívidas, alerta Receita

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 17:48

Empreendedorismo Mais de 340 mil empreendedores podem ser excluídos do Simples por dívidas, alerta Receita Segundo o órgão, estão sendo enviados alertas para empreendedores sobre risco de exclusão de parcelamentos por inadimplência. Por Redação g1 — São Paulo

Receita Federal iniciou o envio de comunicados a mais de 340 mil contribuintes com parcelamentos em situação de inadimplência.

Desse total, aproximadamente 250 mil possuem mais de seis parcelas vencidas — condição que pode levar à exclusão do acordo.

Além das mensagens destinadas a contribuintes com risco de exclusão, a Receita também enviou 204 mil alertas para empresas com uma ou duas parcelas atrasadas no Simples Nacional.

Em outra frente, a Receita Federal ampliou as ferramentas disponíveis aos optantes do Simples Nacional ao liberar a antecipação de parcelas em todas as modalidades de parcelamento.

As antecipações podem ser feitas diretamente pelo Portal do Simples Nacional ou pelo Portal e-CAC, na opção “Emissão de parcela”. .

A Receita Federal iniciou o envio de comunicados a mais de 340 mil contribuintes com parcelamentos em situação de inadimplência.

Desse total, aproximadamente 250 mil possuem mais de seis parcelas vencidas — condição que pode levar à exclusão do acordo, conforme as regras vigentes.

Segundo o Receita, mesmo quando há risco de cancelamento, a perda do parcelamento não impede a regularização do débito em âmbito administrativo.

Pelo contrário, a orientação é para que o contribuinte busque a quitação imediata das parcelas pendentes, evitando novos encargos, acréscimos legais e honorários que podem elevar significativamente o valor total devido.

Além das mensagens destinadas a contribuintes com risco de exclusão, a Receita também enviou 204 mil alertas para empresas com uma ou duas parcelas atrasadas no Simples Nacional.

Nesses casos, trata-se apenas de um aviso preventivo, para evitar que a dívida evolua para uma situação mais grave.

💸 O Simples Nacional é um regime especial para o pagamento de impostos que reúne seis tributos federais. Criado em 2006 com o objetivo de simplificar a cobrança, ele tem uma carga tributária reduzida e é voltado para pequenas empresas.

➡️ A verificação da situação fiscal e os pedidos de renegociação podem ser feitos de forma totalmente digital pelo Portal de Serviços da Receita Federal, no menu “Meus Parcelamentos do Simples”, ou pelo Portal do Simples Nacional.

Em outra frente, a Receita Federal ampliou as ferramentas disponíveis aos optantes do Simples Nacional ao liberar a antecipação de parcelas em todas as modalidades de parcelamento, inclusive no Programa de Reescalonamento do Pagamento de Débitos no Simples Nacional (RELP-SN).

Agora, contribuintes podem antecipar pagamentos dos parcelamentos ordinário, especial, do Programa Especial de Regularização Tributária (PERT-SN) e Programa de Reescalonamento do Pagamento de Débitos (RELP-SN).

As antecipações podem ser feitas diretamente pelo Portal do Simples Nacional ou pelo Portal e-CAC, na opção “Emissão de parcela”.

O sistema permite escolher quantas parcelas serão antecipadas — inclusive a quitação total do acordo.

O Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) gerado incluirá a parcela do mês vigente somada às parcelas antecipadas.

A Receita destaca que antecipar pagamentos pode reduzir o impacto dos juros futuros, encerrar o parcelamento mais cedo e facilitar o planejamento financeiro — mas não dispensa o pagamento da parcela do mês seguinte, a menos que o acordo seja totalmente quitado.

Ambas iniciativas reforçam a estratégia do órgão de prevenir a inadimplência, incentivar a regularização de débitos e aprimorar o relacionamento com o contribuinte.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Afroempreendedores atingem renda média recorde de R$ 2,4 mil por mês

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 17:48

Empreenda com Sebrae Especial Publicitário Afroempreendedores atingem renda média recorde de R$ 2,4 mil por mês Afroempreendedores atingem renda média recorde de R$ 2,4 mil por mês Por Sebrae

Para Bárbara Aguiar, empreender é libertar. Apoiar o afroempreendedorismo? É fortalecer. — Foto: Acervo de Bárbara Aguiar

Afroempreendedorismo é representatividade. É valorização. É comunidade. Dele vem o conceito de black money, um movimento que propõe algo simples, mas revolucionário: fazer o dinheiro circular entre pessoas negras e fortalecer suas iniciativas. Segundo o Sebrae, estima-se que o empreendedorismo negro movimente quase R$ 2 trilhões por ano em todo o país.

A pesquisa “O novo retrato do negro empreendedor brasileiro sob a ótica da PNAD Contínua” (2025) mostra que esse impacto só tende a crescer. O número de afroempreendedores com CNPJ vem aumentando e alcançou 24,7% dos negócios formalizados no último trimestre de 2024. Nesse período, o grupo atingiu seu valor recorde de rendimento médio na série histórica: R$ 2.477.

No entanto, os desafios permanecem. Esse valor ainda é 46,5% menor do que o rendimento médio dos brancos donos de negócio (R$ 4.607). Além disso, apenas 29,1% contribuem para a Previdência, quase a metade do número observado entre brancos, e somente 10,1% atuam como empregadores, já que a maioria trabalha por conta própria.

Mesmo diante dos obstáculos, o afroempreendedorismo segue se fortalecendo como um movimento de transformação, ascensão e potência coletiva. E é nessa construção que o Sebrae atua junto aos empreendedores, abrindo caminhos para capacitar e apoiar negócios, assim como foi com a Bárbara.

A empreendedora Bárbara Diana da Silva Aguiar, 44 anos, nasceu em Salvador (BA). Ela começou a trançar cabelos afro aos seis anos. Todos os penteados e cuidados eram feitos no salão de beleza da mãe, Bárbara Ramos, em um espaço improvisado na varanda da casa da avó, Hildete. E isso sempre a deixou pensativa.

"Eu via grandes salões nos shoppings sempre bem estruturados, com equipes grandes. Já os cuidados com cabelos cacheados e crespos, de mulheres pretas para mulheres pretas, aconteciam na cozinha à beira do fogão, no chão da sala… Isso me incomodou por muitos anos. Foi quando decidi: quero aprender como ter um salão digno para mulheres pretas. Então fui estudar administração", conta.

Bárbara cresceu em um ambiente voltado à valorização negra, fortalecida por sua tia Ana Meire, integrante do primeiro bloco afro do Brasil, o Ilê Aiyê, que transmitia à família o orgulho das raízes e da cultura afro-brasileira. “Recebi uma educação racial desde a infância, que ensina a reconhecer quem você é e amar quem você é, com seu cabelo crespo, com seus lábios grossos, com seu nariz grande e sua pele preta", relembra.

Por um tempo, Bárbara atuava com a mãe, fazendo permanentes e alisamentos. Até ser questionada pela mesma tia: “É você que está alisando os cabelos dos pretos?”. A pergunta, aparentemente simples, fez Bárbara relembrar os ensinamentos que ouviu e se reconectar à sua ancestralidade.

Em 2008, prestes a realizar sua formatura, Bárbara encontrou um braço parceiro para sua jornada empreendedora. "Minha turma não tinha recursos para pagar um espaço. Foi quando mandamos um ofício para o prédio do Sebrae, explicando que era uma turma de administração, e cederam o espaço para nossa colação de grau. Desde então, criei uma ligação com a instituição e fiz diversos cursos", lembra.

Um ano se passou e Bárbara abriu seu primeiro negócio no bairro do Tororó: o salão Yalodê. "No culto africano, Yalodê é o título dado à representante feminina. Nós nascemos com o intuito de ser um salão de estilização de cabelos crespos e cacheados, representando a identidade dessas mulheres, valorizadas por seus cabelos naturais", explica a empreendedora. Dali em diante, alisamento nenhum entrou em seu salão.

Com especialidade em cortes a seco e de máquina e em estilizações como tranças, dreads, megahair, penteados afro, apliques, próteses capilares, tratamentos personalizados e cronograma capilar, ali a valorização da beleza não significaria fugir das origens.

Mergulhando em aprendizado, Bárbara abraçou o Sebrae e não soltou mais. Fez cursos de atendimento, gestão de pessoas, participou de mentorias e do programa Sebrae Delas. Em cada capacitação, aprendeu mais sobre ampliação do negócio e liderança. “A faculdade me ensinou educação financeira para o meu negócio, mas a parte de estrutura, de se manter no mercado e desenvolver cada processo de gestão, de estratégia e de planejamento, quem me deu foi o Sebrae”, conta. Com o apoio da instituição, também criou site e panfletos do salão, além de começar a desenvolver um infoproduto para expandir o alcance do Yalodê.

Mas o caminho nem sempre foi fácil. Entre burocracias para formalizar o negócio, negativas de crédito e a falta de capital de giro, Bárbara precisou enfrentar vários "nãos". “Eu ia aos bancos tentar financiamento e sempre ouvia que precisava de movimentação na conta ou de sócios. Mas como movimentar uma conta se eu ainda estava começando?”, lembra. Mesmo com o salão já de pé e seis pessoas contratadas, o dinheiro não era suficiente para manter tudo funcionando.

Foi aí que entrou em modo de sobrevivência: trabalhou como promotora de eventos, panfletou em praias e sinaleiras e vendeu o próprio carro para cobrir as despesas. Também contou com o apoio de amigas, que emprestaram dinheiro, e do namorado, que pediu rescisão do emprego para ajudar a pagar o primeiro aluguel. A persistência deu frutos: em cerca de um ano, o Yalodê se reergueu e cresceu “de forma majestosa”, como ela mesma diz.

O acesso ao crédito no Brasil ainda reflete desigualdades raciais. Segundo Eraldo Ricardo dos Santos, gerente adjunto de diversidade e inclusão do Sebrae Nacional, instituições financeiras consideram garantias e o CEP da residência ao avaliar pedidos. Como grande parte da população negra não possui imóveis e vive em áreas consideradas vulneráveis, suas pontuações tendem a ser mais baixas. Esse cenário ajuda a explicar por que obstáculos enfrentados por empreendedores negros, como Bárbara em 2009, continuam presentes. A pesquisa “O financiamento nos pequenos negócios no Brasil 2025” aponta que 46% das pessoas negras que solicitaram empréstimo não obtiveram aprovação, enquanto 12% ainda aguardam resposta. Os números evidenciam o desafio de obter recursos, reforçando a determinação de quem segue empreendendo apesar das barreiras.

Inspirada pela avó Hildete, que dizia “No quintal de casa tem tudo o que o seu cabelo precisa para se fortalecer”, Bárbara aprendeu que cada fio precisa de um cuidado diferente. Essa sabedoria guiou seu caminho e se tornou a base do salão, que herdou esse conhecimento para desenvolver tratamentos específicos e produtos. Assim, desenvolveu dois cremes de pentear, um ativador de cachos e o seu carro-chefe: o tratamento Espuma Black. Esse método hidrata, modela e nutre cabelos crespos e cacheados sem química, reduzindo o frizz e estimulando o crescimento.

"O propósito do Instituto Yalodê é transformar", diz empreendedora. — Foto: Acervo de Bárbara Aguiar

Foi nesse momento de aprendizado e construção que a maternidade trouxe novos desafios: em 2014 seu filho Akani recebeu o diagnóstico de autismo. Isso a fez repensar a vida e o negócio. “Eu não sabia o que era neurodivergência, e o preconceito que eu pensava que meu filho ia sentir me dava muito medo”, lembra. Por um tempo cogitou deixar o salão, mas o conselho do pai, que trabalhava com pessoas com deficiência, mudou sua perspectiva: “Não esconda seu filho da sociedade”. Foi assim que entendeu que tinha dois filhos que precisavam de cuidado: o biológico, Akani, e o Yalodê, seu sonho.

Transformando dor em força, Bárbara ressignificou o salão. Ao todo, o Yalodê percorreu três endereços em Salvador e sobreviveu a crises, incluindo violência urbana. No pós-pandemia, floresceu no Pelourinho, firmando raízes em um território histórico. Evoluiu de salão Yalodê para o Instituto Yalodê em 2025. Hoje, o Instituto oferece produtos, serviços e capacitação para cuidados de cabelos crespos e cacheados, com cursos voltados a mulheres negras, mulheres surdas e pessoas LGBTQIA+, atendendo cerca de 35 a 40 clientes por mês e turmas de 25 a 30 alunas.

Guiada pelo princípio africano Sankofa, que ensina a olhar para o passado para construir o futuro, Bárbara celebra o local: “Eu vejo o meu povo, vejo a ancestralidade, a arte, a cultura. É o lugar certo”. O Instituto conta com uma equipe diversa, formada por seis profissionais permanentes e oito mentores que ministram os cursos, mantendo o compromisso de transformar vidas por meio da estética afro.

O portfólio do Yalodê também cresce: Bárbara lança em poucos dias uma linha completa de shampoo, condicionador e máscara, produtos liberados, enriquecidos com biotina, colágeno e filtro solar. Todo o trabalho do Instituto Yalodê rendeu reconhecimentos importantes, como o Certificado de Diversidade da Prefeitura de Salvador e o terceiro lugar no Prêmio Sebrae Mulher de Negócios 2025, na fase regional.

Mas, acima dos prêmios, o que move Bárbara é maior: "O propósito do Yalodê é que em cada salão de beleza tenha pelo menos uma especialista em cabelo crespos e cacheados. É formar especialistas em estética afro, seja no nosso estado ou fora dele", finaliza.

Equidade e inovação são as premissas do aplicativo de Milena, Páginas Pretas Classificados. — Foto: Acervo de Milena de Sá

O propósito de fortalecer o afroempreendedorismo segue vivo em outras iniciativas. Inspirada pela mesma visão de dar espaço e visibilidade a talentos negros, Milena dos Santos de Sá, 41 anos, natural do Rio de Janeiro, fundou o aplicativo Páginas Pretas Classificados. A plataforma conecta clientes e empresas aos empreendedores negros por meio de anúncios e nas redes sociais, criando um ecossistema que promove o desenvolvimento econômico.

"Sou da época do Páginas Amarelas. No classificado não aparecia os rostos dos profissionais, exatamente como acontecia com as pessoas negras na década de 80. Cresci vendo poucas referências negras na TV. O Páginas Pretas Classificados é o oposto! Mostramos em nossos canais de comunicação quem são os profissionais que fazem parte da nossa rede", explica a empreendedora.

Milena cursou Relações Internacionais e trabalhou por 11 anos com comércio exterior, importação e exportação, mas a correria do dia a dia a fez refletir sobre a falta de tempo para acompanhar seu filho. Em 2020, começou a divulgar seu trabalho como tradutora freelance em grupos nas redes sociais. Por ali, percebeu que muitos profissionais negros faziam o mesmo. Inspirada por experiências pessoais, como quando foi barrada em um restaurante na Gávea por ser negra, criou uma solução que começou como uma simples planilha compartilhada, e hoje é app com geolocalização, compra, contratação e curadoria para valorizar empreendimentos liderados por pessoas negras.

Em parceria com Gabriel da Veiga, desenvolvedor de software, Milena criou o aplicativo, que, depois de aproximadamente um ano de desenvolvimento, passou a funcionar oficialmente em 5 de setembro de 2021. Hoje a plataforma conta com 433 profissionais e negócios cadastrados, com cerca de 10 novos cadastros por mês e reúne todos os gêneros, classes sociais, idades e níveis de experiência.

O acesso é gratuito e permite contato direto com os profissionais via aplicativo de mensagens, potencializando oportunidades e conexões. “70% dos empreendimentos cadastrados são de mulheres, muitas responsáveis pelo sustento da família. O comentário geral da experiência dos usuários é de conseguir realizar o seu trabalho com orgulho, ser visto e respeitado", ressalta Milena.

Para realizar o cadastro no aplicativo é simples. O profissional ou negócio interessado deve fornecer nome, telefone, e-mail, CPF, CNPJ (caso possua), nome do empreendimento e dados dos produtos e/ou serviços.

Embora Milena não tenha enfrentado dificuldades para conseguir emprego devido a um bom networking, ela observa que muitos profissionais negros enfrentam barreiras na contratação. “É importante que as empresas de RH focadas em empregabilidade dos profissionais negros garantam a equidade no mercado de trabalho. Uma das maiores queixas é a desconfiança na capacitação do profissional apenas pelo fato de ser negro", enfatiza.

Enquanto desenvolvia o aplicativo, Milena conheceu o Sebrae por meio do programa Empreendedoras Tech, que foi um diferencial para o desenvolvimento do Páginas Pretas Classificados. “Tive a oportunidade de estruturar o negócio com estratégia e tranquilidade, pois tinha acesso à bolsa de estudos. Isso faz toda a diferença para quem atua com um empreendimento de impacto, porque permite dedicar-se às metodologias, testá-las e aprimorar. Sem recursos, você precisa focar primeiro em levantar fundos para se manter”, explica.

Desde então, Milena participou de diversas iniciativas e mentorias, como o Projeto Sebrae Afroempreendedorismo, a Maratona de Ciências Comportamentais e atualmente acompanha o Sebrae Startups. Toda essa visão inspirou Milena a também impulsionar o crescimento do Páginas Pretas Classificados. Dessa forma, a plataforma oferece mentorias com especialistas nas áreas de gestão de negócios, contabilidade, marketing, finanças, jurídico e inteligência artificial. Ela também promove palestras sobre letramento racial, saúde e bem-estar, experiências com massoterapia, eventos culturais e serviços de catering, unindo diversidade e inclusão às estratégias de ESG e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das empresas parceiras.

Milena também promove eventos culturais com os empreendedores da rede de seu aplicativo. — Foto: Acervo de Milena de Sá

Segundo a empreendedora, a maior carência dos profissionais que atendem é em gestão de negócios e marketing. “Um dos principais motivos de mortalidade dos negócios está relacionado às dificuldades com gestão. É o que mais gera dúvidas entre empreendedores e exige atenção constante, adaptação e acompanhamento diário”, observa. Para ampliar trocas de conhecimento, ela criou um grupo de networking on-line, onde empreendedores podem fazer parcerias, trocar ideias e compartilhar oportunidades.

Nos últimos anos, Milena tem colecionado reconhecimentos e oportunidades que fortalecem o Páginas Pretas Classificados. O negócio foi destaque em eventos como o Web Summit Rio, Rio Innovation Week e Expo Favela, além de participar de programas de aceleração e impacto, como Dima Ventures, Afropreneurs Djassi Africa, Impact Hub, MDIC, IBMEC e Ciências Comportamentais do MGI.

Mais recentemente, a plataforma foi convidada a ser embaixadora do Festival Cria Brasil, encontro de economia criativa e inovação realizado no Museu do Amanhã. E neste ano, Milena foi premiada. “Esse reconhecimento é a prova de que o esforço e a dedicação dos últimos quatro anos, entre os desafios de ser mãe e empreendedora, têm gerado impacto real na valorização do empreendedorismo negro e na construção de uma sociedade mais equitativa e diversa", comenta sobre o terceiro lugar na etapa estadual do Prêmio Sebrae Mulher de Negócios 2025.

Assim como Milena foi a conexão entre pessoas negras e oportunidades de trabalho, o Sebrae fez o mesmo ao se unir ao Movimento pela Equidade Racial (Mover) no projeto Mover Mais Negócios. "O projeto busca conectar os afroempreendedores às empresas que fazem parte do Grupo Mover, criando pontes reais de oportunidade dentro das cadeias de fornecimento", explica Fau Ferreira, gerente nacional de Afroempreendedorismo do Sebrae.

As formações dentro do projeto são gratuitas e se dividem em três jornadas: para quem está começando, para MEIs e para microempresários. Os temas abrangem gestão, inovação, sustentabilidade, planejamento estratégico, finanças, comunicação em vendas e até o uso da inteligência artificial. Além das trilhas, o programa também promove oportunidades de conexão por meio das rodadas de negócios, reduzindo as distâncias entre empreendedores negros e grandes corporações. Conheça mais dessa iniciativa aqui.

O Sebrae acredita que apoiar o empreendedorismo negro é impulsionar o desenvolvimento do país de forma mais justa. “Ao apoiar negócios comandados por pessoas negras, estamos criando oportunidades e construindo um futuro mais inclusivo. A atuação está centrada em promover a igualdade e o crescimento para uma parcela significativa da população", destaca o presidente Décio Lima.

Cada unidade do Sebrae atua de forma próxima às comunidades, adaptando suas metodologias às realidades de cada estado brasileiro. Com esse propósito, o Sebrae tem fortalecido ações voltadas a empreendedores pretos, oferecendo capacitação, informações estratégicas e apoio para que seus negócios cresçam de forma sustentável.

E-book gratuito, produzido pelo Sebrae Rio, traz informações estratégicas para micro e pequenas empresas sobre diversos setores da economia brasileira.

Vídeo sobre estruturação de negócios e formas de gestão para apoiar empreendedores negros a ocuparem seus espaços de forma competitiva.

Artigo que analisa o contexto histórico e atual do afroempreendedorismo e suas principais portas e obstáculos.

E-book gratuito que explica o movimento afroempreendedor e seu impacto na reconstrução de narrativas culturais, políticas e socioeconômicas.

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Empresas superam desafios de fuso e fronteira em contratações internacionais

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 17:48

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Especial Publicitário Empresas superam desafios de fuso e fronteira em contratações internacionais Aquisição de talentos pelo mundo se torna parte central da estratégia empresarial. Por Deel

Não muito tempo atrás, contratar talentos significava competir dentro da sua cidade ou do seu próprio país. Hoje, as fronteiras do recrutamento mudaram drasticamente. Os avanços na tecnologia e o trabalho remoto abriram o acesso a uma força de trabalho global, dando às empresas a chance de encontrar a melhor pessoa para uma determinada função, independentemente da sua localização.

No entanto, fazer contratações inteligentes em diferentes fusos horários não se resume a simplesmente postar uma vaga e esperar pelo melhor: requer a compreensão de novos quadros jurídicos, diferentes abordagens de recrutamento e formas inovadoras de gerir e expandir equipes.

Veja de forma mais aprofundada como as empresas podem explorar o mercado de talentos global fora de seu fuso horário.

Um dos maiores obstáculos que as empresas enfrentam ao contratar no exterior é navegar pelas leis trabalhistas internacionais. Cada país tem suas próprias regulamentações sobre contratos, benefícios e impostos. Quaisquer erros por parte das empresas podem ser dispendiosos, não apenas financeiramente, mas também para a reputação.

De acordo com o Relatório Global de Contratações Internacionais 2024 da Deel, a contratação nacional aumentou 53%, mas a contratação internacional continua a crescer à medida que empresas percebem os benefícios do recrutamento sem fronteiras. Para tornar isso sustentável, a conformidade é fundamental. O trabalho remoto permite que as empresas acessem talentos globais mais facilmente do que nunca. De fato, 82% das novas contratações feitas através da plataforma Deel são para posições remotas. Isso sublinha a tendência crescente do trabalho remoto e a capacidade de contratar talentos sem limitações geográficas.

Desde a elaboração de contratos em conformidade, a gestão da folha de pagamento em várias moedas até o fornecimento de pacotes de benefícios adequados, a Deel pode cuidar de tudo. Ao simplificar processos complexos, a plataforma inovadora permite que empresários se concentrem no que realmente importa: a construção da equipe certa. A boa notícia é que a Deel foi criada para atender empresas de todos os tamanhos, de startups em crescimento a grandes multinacionais. Não é preciso ser uma corporação global para acessar essa tecnologia e contratar talentos em qualquer lugar do mundo. Além disso, as soluções de imigração da Deel agilizam o processo de obtenção de vistos e autorizações de trabalho, aliviando o estresse associado para empresas e funcionários, garantindo o gerenciamento adequado desses procedimentos.

Como mais empresas continuam a implementar políticas de DEI (Diversidade, Equidade e Inclusão), a diversidade e a inclusão são uma prioridade para os departamentos de RH. Dados mostram que as empresas que priorizam a diversidade cultural e étnica nas suas equipes são geralmente mais lucrativas e podem ter maior desempenho dos funcionários, além de maior retenção.

Contratar além das fronteiras significa abrir a porta para novas culturas, novas línguas e novas formas de pensar. Essa diversidade não apenas preenche lacunas de competências, ela fortalece as equipes. Os expatriados, por exemplo, podem trazer um conhecimento local extremamente valioso, tornando a entrada em novos mercados mais rápida e suave.

Chegar a esses candidatos exige que as empresas repensem os seus processos de recrutamento. Contar apenas com canais tradicionais e locais gera o risco de perder os melhores talentos. Métodos digitais, como entrevistas remotas e avaliações online, ajudam empresas a conectarem-se com os candidatos onde quer que estejam.

A Deel apoia essa mudança, oferecendo uma experiência de contratação perfeita e econômica para empresas e funcionários. Ao lidar com o cumprimento e a carga administrativa em segundo plano, ela permite que as equipes de RH se concentrem em encontrar e integrar as pessoas certas.

Contratar alguém no exterior é apenas o primeiro passo. O verdadeiro desafio está em gerir essa pessoa de forma eficiente no longo prazo. As equipes distribuídas em diferentes locais dependem de confiança, de uma comunicação clara e de ferramentas que tornem a colaboração perfeita em diferentes fusos horários. Sem os sistemas certos, mesmo as melhores contratações globais podem ter dificuldade em se integrar totalmente no negócio.

A Deel serve como uma plataforma completa de gestão da força de trabalho internacional com confiança. Desde operações de RH, folha de pagamento a análise de desempenho, tudo é simplificado e concentrado em um só lugar usando ferramentas proprietárias baseadas em IA.

Com suporte disponível 24h em mais de 150 países, a Deel ajuda empresas a gerir suas equipes de forma eficiente e faz com que suas equipes globais se sintam valorizadas e apoiadas.

O mercado de talentos global é vasto, e as oportunidades que traz são enormes, mas fazer as contratações mais inteligentes fora do fuso horário local exige mais do que boas intenções: exige a compreensão do cumprimento das regras, a priorização da diversidade, o compromisso com o recrutamento inclusivo e a adoção das ferramentas de gestão certas.

As empresas dispostas a abraçar esse futuro têm a oportunidade de construir e fortalecer equipes mais diversificadas, que podem impulsionar o crescimento em diferentes mercados. Com a Deel como parceira, é possível remover a complexidade da contratação global e concentrar-se no que os melhores talentos podem alcançar.

Descubra como aproveitar a força de trabalho global e gerir equipes de forma eficiente. Agende uma demo com a Deel.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Budweiser aposta em show gratuito do Maroon 5 para cativar clientes; entenda a estratégia da marca

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 17:48

Empreendedorismo Budweiser aposta em show gratuito do Maroon 5 para cativar clientes; entenda a estratégia da marca Banda americana se apresenta para 3 mil convidados selecionados. Grandes empresas têm investindo em experiências exclusivas que vão além do seu negócio principal para conquistar fidelidade do consumidor. Por Rafaela Zem, g1 — São Paulo

A Budweiser, que faz parte da cervejaria Ambev, promove um show gratuito com a banda americana Maroon 5.

Quem se animou com a ideia, porém, vai ter que se conformar: não houve venda de ingressos e quem vai assistir precisou passar por uma seletiva organizada pela marca.

A proposta do projeto Bud Live é realizar shows exclusivos no Brasil com clima intimista, “reduzindo a distância tradicional entre o público e os artistas”.

A iniciativa se aproxima de um dos shows de Bruno Mars, em São Paulo, cuja entrada foi condicionada a doações para as vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul, também promovido pela marca.

O objetivo dessas estratégias vai desde criar experiências exclusivas que aproximem consumidores até reforçar a identidade da marca, mas envolve uma série de desafios.

Nesta sexta-feira (5), a marca de cerveja Budweiser, que faz parte da cervejaria Ambev, promove um show gratuito com a banda americana Maroon 5. Quem se animou com a ideia, porém, vai ter que se conformar: não houve venda de ingressos e quem vai assistir precisou passar por uma seletiva organizada pela marca.

A proposta do projeto Bud Live é realizar shows exclusivos no Brasil com clima intimista, “reduzindo a distância tradicional entre o público e os artistas”. A iniciativa se aproxima de um dos shows de Bruno Mars, em São Paulo, cuja entrada foi condicionada a doações para as vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul, também promovido pela marca.

Segundo Mari Santos, diretora de marketing da Budweiser no Brasil, a iniciativa é um desdobramento da trajetória que a marca já construiu no universo da música, com patrocínios a turnês internacionais e festivais, como o Lollapalooza e Planeta Atlântida.

“Temos maturidade e conhecimento desse mercado graças a essa trajetória, mas é desafiador. O setor de entretenimento envolve agenda dos artistas, logística e disponibilidade de voos”, afirma Mari Santos.

A iniciativa da Ambev acompanha uma tendência crescente nos departamentos de marketing de grandes empresas, em que marcas passam a cruzar fronteiras e investir em áreas que vão além de seu negócio principal.

A Cacau Show, por exemplo, investiu cerca de R$ 2 bilhões para construir um parque de diversões. A Natura transformou a Casa Natura Musical em um espaço cultural para encontros com o público.

O objetivo dessas estratégias vai desde criar experiências exclusivas que aproximem consumidores até reforçar a identidade da marca, mas envolve uma série de desafios.

⚠️ Ao oferecer algo tão exclusivo, a marca assume riscos importantes: como lidar com a frustração de quem fica de fora? E se o evento não entregar a experiência prometida? Como evitar uma repercussão negativa?

A seguir, você vai entender o que as marcas buscam ao se aventurar em um ramo tão distinto de seu negócio original e quais são os ganhos potenciais dessa estratégia.

O projeto se diferencia dos modelos tradicionais de patrocínio porque, desta vez, a marca controla todo o processo: escolhe o artista, define a narrativa e coordena toda a operação.

Mari Santos, da Budweiser, explica que a equipe global financia os custos ligados aos artistas e à estrutura, enquanto a equipe brasileira cuida da comunicação e da seleção dos fãs.

“Poderíamos cobrar ingresso, mas não estamos fazendo isso porque a intenção é oferecer algo ao fã”, diz. “Percebemos uma lacuna: os artistas vêm ao Brasil, mas se apresentam para grandes públicos, sem proximidade real.”

Segundo a executiva, o objetivo é gerar “engajamento e relevância cultural”. Por isso, o sucesso não será medido por bilheteria, mas por métricas como volume de conversas nas redes sociais e associação espontânea entre a Budweiser e o universo musical.

O especialista em branding Marcos Henrique Bedendo afirma que eventos como esse são exemplos de uma estratégia ousada de marketing de experiência, mas também arriscada. A criação de um evento proprietário coloca a marca no centro da ação.

“Experiências têm impacto mais duradouro do que campanhas tradicionais. Elas criam memórias que permanecem”, diz. A força dessas memórias pode aumentar a preferência pela marca e influenciar vendas no longo prazo.

Justamente por isso, os riscos são evidentes. A própria Ambev enfrentou um revés recente nesse sentido em setembro deste ano, quando realizou o Spaten Fight Night.

O evento de boxe criado pela marca terminou em confusão generalizada após a luta entre Popó e Wanderlei Silva. A desclassificação de Wanderlei, seguida por uma briga no ringue, acabou dominando a repercussão e desviando o foco do propósito original do show.

Além do desgaste público, o episódio mostrou como, em iniciativas em que a marca assina toda a experiência, eventuais falhas tendem a ser imediatamente associadas a ela.

Por trás de uma proposta ousada, há obstáculos que podem comprometer seu sucesso. O primeiro é o custo elevado: trazer artistas internacionais para shows intimistas, sem cobrança de ingresso, exige investimento milionário.

“Não é um evento barato. Há custos com artista, estrutura, segurança e alimentação. É extremamente caro”, alerta Bedendo.

Outro ponto crítico é a gestão da frustração. A proposta de exclusividade, com apenas 3 mil fãs presentes, gera uma demanda muito maior que a oferta.

“Milhares de pessoas ficarão de fora, e isso pode gerar sentimentos negativos. Se não houver transparência nos critérios de seleção, a frustração pode superar o engajamento”, diz Marcos.

Ele compara o cenário a promoções que geraram insatisfação recente, como as miniaturas da Fórmula 1 do McDonald’s, que esgotaram rapidamente e provocaram revolta nas redes sociais.

“Alta demanda e baixa oferta exigem estratégias para mitigar frustrações, como comunicação clara e critérios objetivos”, afirma.

Segundo o especialista, há também o risco de expectativas elevadas. Quando o ingresso é gratuito e obtido por seleção, o público espera uma experiência impecável.

Qualquer falha — na organização, na logística ou até em fatores externos, como o clima — pode gerar repercussão negativa.

“Quando se cria uma experiência tão exclusiva, a pressão aumenta. Se algo dá errado, a marca fica diretamente associada ao fracasso”, explica. “O custo do mico também recai sobre a empresa. Se o evento é mal executado, a marca sofre junto.”

Por fim, o especialista destaca a equação custo-benefício. Eventos gratuitos precisam gerar retorno em engajamento e percepção de marca.

“Será que esse benefício compensa? Será que leva a vender mais cerveja? É uma equação difícil”, questiona Marcos.

Para ele, o sucesso do Bud Live dependerá da capacidade da Budweiser de oferecer uma experiência impecável e gerenciar riscos, garantindo que o impacto positivo supere eventuais problemas.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Ex-alcoólatra vira gari e fatura mais de R$ 7 mil por mês ao reciclar garrafas PET

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 17:48

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Ex-alcoólatra vira gari e fatura mais de R$ 7 mil por mês ao reciclar garrafas PET Giorggio Abrantes teve a ideia de negócio quando estava internado em uma clínica de reabilitação na Paraíba. Ele fabrica vassouras ecológicas e cordas de varal. Por Pegn — São Paulo

O gari Giorggio Abrantes transformou a luta contra o alcoolismo em inspiração para criar um negócio sustentável.

Ele fatura cerca de R$ 7,5 mil por mês com uma máquina feita por ele mesmo para reciclar garrafas PET.

Com o equipamento, o “gari ecológico” fabrica vassouras e cordas de varal com material reciclado.

A ideia surgiu enquanto ele estava internado em uma clínica de reabilitação para tratar o alcoolismo.

Além de empreender, Giorggio também compartilha o conhecimento. No YouTube, ele ensina passo a passo como construir e usar as máquinas.

Morador de Aparecida, no alto sertão da Paraíba, o gari Giorggio Abrantes transformou a luta contra o alcoolismo em inspiração para criar um negócio sustentável e hoje fatura cerca de R$ 7,5 mil por mês com uma máquina feita por ele mesmo para reciclar garrafas PET.

Com o equipamento, o “gari ecológico”, como ficou conhecido nas redes sociais, fabrica vassouras e cordas de varal com material reciclado.

Os produtos custam entre R$ 10 e R$ 35 e, além de ajudar no sustento da família, ainda incentivam o reaproveitamento de resíduos nas ruas que ele mesmo ajuda a manter limpas.

“Eu trabalho varrendo a rua e encontro muitas garrafas diariamente. Então resolvi aproveitar o que eu achava e fabricar algo bom, sustentável”, conta Giorggio.

A ideia surgiu enquanto ele estava internado em uma clínica de reabilitação para tratar o alcoolismo. Ao sair, decidiu pôr o plano em prática.

Reuniu R$ 14 mil por meio de uma vaquinha online e doações, comprou ferramentas, aprendeu a soldar e começou a construir as primeiras máquinas.

O sucesso veio quando ele passou a postar vídeos mostrando o processo nas redes sociais. Os comentários se multiplicaram e, com eles, os pedidos para comprar o equipamento. Foi aí que Giorggio percebeu que poderia transformar o talento em negócio.

“De tanto o pessoal perguntar onde conseguia as máquinas, resolvi aprender a soldar e fazer eu mesmo para vender”, lembra.

Hoje, ele vende cada máquina por cerca de R$ 354 e já enviou encomendas para diversos estados, além de países como Itália e Moçambique.

Os fios produzidos com a reciclagem das garrafas ainda viraram matéria-prima para artesãos que criam bolsas, chapéus e outros acessórios.

Além de empreender, Giorggio também compartilha o conhecimento. No YouTube, ele ensina passo a passo como construir e usar as máquinas — e já soma mais de 1 milhão de inscritos.

“Tem um ditado que diz que ‘a mãe da invenção é a necessidade’. Tudo que fiz veio da vontade de superar as dificuldades e seguir em frente”, resume o gari que virou exemplo de reinvenção.

Giorggio Abrantes usou profissão de gari para empreender na Paraíba — Foto: TV Globo/Reprodução

Endereço: Rua João Júnior Alves de Oliveira, s/n Aparecida/PB – CEP: 58823-000Telefone: (83) 98114-5480E-mail: gariecologico@gmail.comFacebook: https://www.facebook.com/gariecologicoInstagram: https://www.instagram.com/giorggio_gariecologico

Giorggio Abrantes teve a ideia de negócio quando estava internado em uma clínica de reabilitação na Paraíba. — Foto: Giorggio Abrantes

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