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Alckmin diz que decisão da Suprema Corte dos EUA é ‘importante’ para o Brasil e que tarifa global de 10% preserva competitividade

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Alckmin diz que decisão da Suprema Corte dos EUA é ‘importante’ para o Brasil e que tarifa global de 10% preserva competitividade

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 03:46

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O vice-presidente Geraldo Alckmin, que também é ministro da Indústria e Comércio, comemorou nesta sexta-feira (20) a decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos que derrubou o tarifaço imposto por Donald Trump no ano passado.

Alckmin classificou a decisão judicial como "muito importante para o Brasil". Após a decisão do tribunal, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou uma nova tarifa global de 10%, com efeito imediato.

Geraldo Alckmin destacou que a nova tarifa valerá para todos os países, o que coloca o Brasil em iguais condições de competitividade com seus concorrentes.

"Os 10% global é para todos. Nós não perdemos competitividade, se é 10% geral. O que estava acontecendo é que o Brasil estava com uma tarifa de 40% que ninguém mais tinha", afirmou Alckmin.

Antes da decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos, 22% das exportações brasileiras pagavam a sobretaxa de 40%. Caso também fossem cobrados os 10% anunciados por Trump sobre os produtos, isso poderia levar a tarifa para 50%

Com a derrubada do tarifaço, essa sobretaxa de 40% é zerada. A medida alcança produtos como armamentos, máquinas de linha amarela (equipamentos pesados para construção civil), máquinas agrícolas, motores, madeira e  café solúvel.

Além disso, alimentos como pescado, cereais, mel, açúcar e tabaco também deixarão de pagar a tarifa.

A decisão desta sexta-feira não afeta os produtos taxados pela secção 232, como aço e alumínio. Assim, as tarifas de 40% seguem em vigor para esses itens.

O vice-presidente disse, ainda, que "a negociação continua, o diálogo continua e abriu avenida para comércio exterior mais forte".

Em março, os presidentes Lula e Trump vão se reunir em Washington. Sobre o encontro, Alckmin afirmou que, além das questões tarifárias, outros temas como minerais críticos devem pautar a conversa.

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