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Trump avalia reduzir sanções à Rússia para conter preços do petróleo, diz agência

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/03/2026 19:56

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,164-1,52%Dólar TurismoR$ 5,412-0,81%Euro ComercialR$ 5,996-1,45%Euro TurismoR$ 6,285-0,89%B3Ibovespa180.915 pts0,86%MoedasDólar ComercialR$ 5,164-1,52%Dólar TurismoR$ 5,412-0,81%Euro ComercialR$ 5,996-1,45%Euro TurismoR$ 6,285-0,89%B3Ibovespa180.915 pts0,86%MoedasDólar ComercialR$ 5,164-1,52%Dólar TurismoR$ 5,412-0,81%Euro ComercialR$ 5,996-1,45%Euro TurismoR$ 6,285-0,89%B3Ibovespa180.915 pts0,86%Oferecido por

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, considera aliviar as sanções ao petróleo russo e liberar estoques emergenciais para conter a disparada dos preços globais da commodity em meio à guerra no Oriente Médio.

A informação é da Reuters, citando fontes envolvidas nas discussões. Segundo a agência, as primeiras medidas podem ser anunciadas já na noite desta segunda-feira (9).

No início da noite, em declaração a jornalistas, o republicano afirmou que EUA estão suspendendo algumas sanções. Ele, no entanto, não especificou quais seriam.

O movimento reflete a preocupação da Casa Branca de que a alta dos preços do petróleo prejudique empresas e consumidores americanos. Os EUA terão eleições legislativas em novembro, e aliados republicanos de Trump esperam manter o controle do Congresso.

Desde que os EUA e Israel iniciaram ataques coordenados ao Irã, em 28 de fevereiro, os preços do petróleo dispararam.

Os contratos do WTI (referência do petróleo nos EUA) chegaram a saltar 30% na madrugada de domingo para segunda, atingindo US$ 119,48 por barril. Os preços do Brent (referência internacional), também superaram os US$ 119.

No fim de tarde desta segunda-feira, porém, os contratos futuros do Brent recuaram a US$ 89,06 por barril, enquanto os do WTI caíram a US$ 85,37.

A queda ocorreu após Trump afirmar que a guerra contra o Irã está "praticamente concluída" e pode acabar em breve. As declarações foram dadas em entrevista por telefone à CBS News.

"Acho que a guerra está praticamente concluída. Eles não têm Marinha, não têm comunicações, não têm Força Aérea", disse o republicano.

Além disso, as notícias de que Trump avalia um novo afrouxamento das sanções ao petróleo russo — o que pode aumentar a oferta — ajudaram a aliviar os preços. As medidas ainda não foram detalhadas.

O presidente americano participou nesta segunda-feira de uma ligação com Putin para discutir as guerras no Irã e na Ucrânia. A informação foi divulgada pelo governo russo.

O telefonema durou cerca de 1 hora. O Kremlin afirmou que a conversa foi construtiva e franca e declarou que Putin apresentou propostas para encerrar rapidamente o conflito contra o Irã.

Ainda de acordo com o governo russo, Trump voltou a expressar interesse de que a guerra na Ucrânia termine em breve.

Analistas e representantes da indústria americana afirmam que a Casa Branca tem poucas ferramentas realmente eficazes para reduzir, de forma rápida, os preços do petróleo.

Uma delas seria restabelecer o fluxo de petroleiros pelo Estreito de Ormuz, passagem marítima entre Irã e Omã por onde circula cerca de um quinto do petróleo mundial.

“O problema é que as opções vão de marginais a simbólicas ou profundamente imprudentes”, disse à Reuters uma das fontes que participa das discussões com a Casa Branca.

A turbulência nos mercados de energia ocorre em um momento sensível para Trump, que tem buscado manter os preços dos combustíveis baixos como um dos pilares de sua mensagem econômica aos eleitores.

Uma alta prolongada nos custos de petróleo e gasolina poderia se espalhar pela economia, elevando os custos de transporte e os preços ao consumidor.

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Com petróleo sob pressão, Trump avalia tomar o controle do Estreito de Ormuz

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/03/2026 18:55

Mundo Com petróleo sob pressão, Trump avalia tomar o controle do Estreito de Ormuz Rota estratégica liga produtores do Golfo ao mercado global. Declaração desta segunda-feira (9) ocorre em meio à escalada da guerra e à alta do barril de petróleo. Por Redação g1

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que está avaliando a possibilidade de assumir o controle do Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial.

A fala ocorre em meio à pressão do mercado e à alta do barril de petróleo, que se aproximou de US$ 120 e derrubou bolsas de valores ao redor do mundo.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que está avaliando a possibilidade de assumir o controle do Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial. A declaração foi dada em entrevista à CBS News nesta segunda-feira (9).

A fala ocorre em meio à pressão do mercado e à alta do barril de petróleo, que se aproximou de US$ 120 e derrubou bolsas de valores ao redor do mundo. A valorização do petróleo pode impactar diretamente a economia americana e influenciar as eleições de novembro nos EUA.

O preço do petróleo vem sendo pressionado pela guerra entre Irã, Israel e Estados Unidos. Forças iranianas ameaçaram atacar navios que atravessem a rota, localizada entre o território iraniano e a Península Arábica.

Segundo Trump, os Estados Unidos “poderiam fazer muita coisa” em relação ao estreito. Ele negou a alegação do Irã de que a via esteja fechada e afirmou que está pensando em assumir o controle da região.

O presidente também ameaçou destruir o Irã caso o país tente interferir no Estreito de Ormuz: “Eles já dispararam tudo o que tinham para disparar, e é melhor não tentarem nada esperto, ou será o fim daquele país”, disse.

“Se fizerem qualquer coisa errada, será o fim do Irã e vocês nunca mais ouvirão esse nome novamente.”

Na mesma entrevista, Trump afirmou que a guerra contra o Irã deve acabar em breve, pois está “praticamente concluída”. Após as declarações sobre o possível fim do conflito, a cotação do petróleo passou a cair.

Estreito de Ormuz: guerra no Oriente Médio coloca em risco rota vital do petróleo mundial; conheça

Localizada entre Omã e o Irã, a passagem é responsável pelo transporte de cerca de 20% de todo o petróleo comercializado no mundo e serve de rota para navios que saem da região produtora rumo à Ásia, à Europa e às Américas.

A história do Estreito de Ormuz é marcada por sua importância como corredor comercial e, mais recentemente, como ponto estratégico para a energia mundial.

Desde a Antiguidade, a passagem conectava a Pérsia, a Mesopotâmia e a Índia ao Oceano Índico. Nos séculos XVI e XVII, potências europeias disputaram o controle da região para proteger suas rotas marítimas.

No século XX, a descoberta de grandes reservas de petróleo no Golfo Pérsico ampliou a relevância do estreito. Após a Segunda Guerra Mundial, ele se consolidou como via essencial para o transporte de petróleo do Oriente Médio para outros continentes.

Durante a guerra entre Irã e Iraque (1980-1988), navios petroleiros foram atacados, e os EUA passaram a escoltar embarcações na região.

Desde então, o estreito é um dos principais focos de tensão geopolítica. O Irã já ameaçou fechá-lo em resposta a sanções e conflitos com os EUA e Israel, embora nunca tenha interrompido a navegação por longos períodos.

Atualmente, uma fatia expressiva do petróleo consumido no mundo passa por Ormuz, além de grande parte do gás exportado pelo Catar, o que faz com que qualquer conflito na região impacte os preços da energia e os mercados globais.

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Como funcionam os programas que recuperam mensagens de celulares e são usados pela PF em investigações

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/03/2026 17:34

Tecnologia Como funcionam os programas que recuperam mensagens de celulares e são usados pela PF em investigações Polícia Federal consegue acessar dados de celulares mesmo com aparelhos desligados e tem técnica para evitar que informações sejam apagadas remotamente. Por Victor Hugo Silva, g1

A Polícia Federal tem equipamentos que acessam dados de celulares mesmo com os aparelhos desligados e tem técnica para evitar que informações sejam apagadas remotamente.

Programas como o israelense Cellebrite e o americano Greykey, ambos de uso restrito, conseguem acessar dados de celulares como arquivos e mensagens.

Eles funcionam em dispositivos com os sistemas operacionais iOS (iPhone) e Android até mesmo quando eles estão bloqueados.

Para preservar o dispositivo, a PF usa um recipiente que funciona como uma Gaiola de Faraday, conceito da física usado para tratar de espaços em que não há entrada nem saída de ondas eletromagnéticas.

A Polícia Federal tem equipamentos que acessam dados de celulares sem a senha e ainda que eles estejam desligados. E usa técnicas para recuperar até mensagens apagadas.

Programas como o israelense Cellebrite e o americano Greykey, ambos de uso restrito, conseguem acessar mensagens e arquivos em iPhones e dispositivos Android até mesmo quando eles estão bloqueados.

Outra ferramenta é o IPED (Indexador e Processador de Evidências Digitais), programa criado por peritos da PF em 2012. Ele consegue fazer varreduras em celulares apreendidos e permite buscar rapidamente informações em conversas e arquivos.

Uma etapa importante para a investigação é preservar o dispositivo em um recipiente sem entrada e saída de ondas eletromagnéticas, seguindo o conceito da física conhecido como Gaiola de Faraday.

Esse recipiente, que pode ser uma bolsa ou uma caixa, por exemplo, tem no interior um revestimento metálico que bloqueia sinais externos, como o de internet. O objetivo é evitar que o dono do aparelho consiga apagar dados remotamente.

"O equipamento fica ligado, mas não consegue se comunicar com o Wi-Fi, com a antena da rede de celular. Não há contato com o mundo exterior, o que é o ideal", explicou ao g1 Wanderson Castilho, perito em segurança digital, em uma reportagem de janeiro de 2026.

Segundo Castilho, a técnica usada para extrair os dados varia de acordo com a condição do dispositivo:

se estiver com a tela bloqueada, é possível usar programas como Greykey e Cellebrite, que tentam descobrir a senha de bloqueio e baixar informações ao se conectarem com o aparelho por um cabo USB; se estiver desligado ou danificado, pode-se adotar a técnica conhecida como chip off, em que componentes como o chip de memória são desmontados do aparelho e as informações contidas nele são transferidas para outro dispositivo.

A licença de programas como Greykey e Cellebrite pode custar cerca de US$ 50 mil por ano (R$ 270 mil), revelou Castilho.

Cellebrite UFED é o dispositivo que se conecta ao celular para extrair informações como arquivos e mensagens — Foto: Divulgação/Cellebrite

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Apesar de arquivos e mensagens não serem apagados da memória com o passar do tempo, o ideal é que a extração por meio desses programas seja feita o quanto antes.

Peritos têm essa pressa porque alguns registros que ajudam a acessar o material ficam em uma espécie de memória temporária do aparelho, disse Castilho. É o caso da senha de bloqueio da tela, que é salva.

"Com algumas ferramentas, é possível achar essa senha e quebrá-la de um jeito muito mais fácil. Se desligar e ligar, fica mais difícil de quebrar".

Alguns celulares são reiniciados automaticamente para evitar a extração da senha. A empresa que criou o Greykey disse em 2024 que uma atualização no iPhone faz o aparelho se desligar e ligar por conta própria se estiver bloqueado por mais de três dias.

O IPED, criado na Polícia Federal, facilita a pesquisa por informações presentes em um celular e é capaz até mesmo de extrair texto de imagens.

Ele usa o mesmo princípio de radares de trânsito que tiram uma foto da placa do carro e transformam a informação em texto para ela ser identificada no sistema, explicou ao Fantástico o presidente da Associação dos Peritos em Computação Forense, Marcos Monteiro.

"Todas as imagens são identificadas e transformadas em texto. A ferramenta já pega as imagens, extrai os textos que ali existem, correlaciona ou organiza isso de uma forma legível. E, quando você vai fazer uma busca textual, por exemplo, ela vai identificar esses dados", disse Monteiro.

O programa permite fazer buscas por padrões como CPF e valores monetários, o que ajuda a agilizar investigações. E consegue analisar mensagens apagadas, o que não inclui as que têm visualização única.

O código-fonte do IPED está disponível na internet desde 2019, permitindo que mais desenvolvedores contribuam com melhorias da ferramenta.

Uma alternativa é usar o chip off, técnica de força bruta em que o aparelho pode ser desmontado para retirar componentes importantes para a investigação ou transferir dados para outros dispositivos.

"O celular está desligado daquela forma como vemos a tela, mas você precisa mandar pulsos elétricos para fazer a extração", disse Castilho.

"Desmonta, tira a tela, pega os componentes, principalmente a memória, e faz uma espécie de remontagem para fazer a extração".

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Combustível vai aumentar no Brasil? Entenda o impacto da alta do petróleo com a guerra no Irã

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/03/2026 17:34

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,164-1,52%Dólar TurismoR$ 5,412-0,81%Euro ComercialR$ 5,996-1,45%Euro TurismoR$ 6,285-0,89%B3Ibovespa180.913 pts0,86%MoedasDólar ComercialR$ 5,164-1,52%Dólar TurismoR$ 5,412-0,81%Euro ComercialR$ 5,996-1,45%Euro TurismoR$ 6,285-0,89%B3Ibovespa180.913 pts0,86%MoedasDólar ComercialR$ 5,164-1,52%Dólar TurismoR$ 5,412-0,81%Euro ComercialR$ 5,996-1,45%Euro TurismoR$ 6,285-0,89%B3Ibovespa180.913 pts0,86%Oferecido por

O preço do petróleo ultrapassou os US$ 100 por barril, atingindo o maior nível desde fevereiro de 2022, quando começou o conflito entre Rússia e Ucrânia.

A alta ocorre em meio à intensificação das tensões, que envolvem países e rotas estratégicas para a produção e o transporte de petróleo e gás.

O fechamento do Estreito de Ormuz, uma das principais vias globais de escoamento da commodity, elevou o temor de restrições na oferta mundial e de diversos produtos derivados.

No Brasil, além dos impactos indiretos sobre transporte, indústria e agronegócio, a alta do petróleo pode pressionar os preços dos combustíveis e da energia.

Apesar da alta recorde do petróleo com o início da guerra no Irã, os preços dos combustíveis registraram leve aumento no Brasil nos últimos dias.

Desde o início da guerra entre Estados Unidos e Irã no Oriente Médio, o preço do petróleo ultrapassou os US$ 100 por barril, atingindo o maior nível desde fevereiro de 2022, quando começou o conflito entre Rússia e Ucrânia.

A alta ocorre em meio à intensificação das tensões, que envolvem países e rotas estratégicas para a produção e o transporte de petróleo e gás. O fechamento do Estreito de Ormuz, uma das principais vias globais de escoamento da commodity, elevou o temor de restrições na oferta mundial e de diversos produtos derivados.

No Brasil, além dos impactos indiretos sobre transporte, indústria e agronegócio, a alta do petróleo pode pressionar os preços dos combustíveis e da energia. O g1 consultou analistas para avaliar se esse movimento pode resultar em reajustes.

Apesar da alta recorde do petróleo com o início da guerra no Irã, os preços dos combustíveis registraram leve aumento no Brasil nos últimos dias.

🚗 Segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a gasolina passou de R$ 6,28 para R$ 6,30 entre a última semana de fevereiro e 7 de março, enquanto o diesel aumentou de R$ 6,03 para R$ 6,08 no mesmo período.

Segundo especialistas, a alta do petróleo no mercado internacional poderia gerar reajustes maiores nos combustíveis. No entanto, esses aumentos não costumam ocorrer de forma imediata, pois a política atual da Petrobras permite reduzir parte das oscilações externas no curto prazo.

🔎 Desde 2023, quando o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) abandonou a política de paridade de importação (PPI), a Petrobras passou a adotar um modelo de preços que considera fatores como cotações internacionais, custos de produção e condições do mercado interno.💰 Por isso, a companhia ajusta os preços de forma gradual, sem seguir automaticamente as oscilações do mercado internacional. Na prática, isso significa que altas ou quedas do petróleo nem sempre são repassadas de imediato ao consumidor.

De acordo com Marcos Bassani, analista de investimentos e sócio da Boa Brasil Capital, a nova política reduziu a frequência de reajustes.

“Quando o petróleo sobe rapidamente, os combustíveis no Brasil podem ficar temporariamente mais baratos que no mercado internacional. Isso mostra que a Petrobras está absorvendo parte do impacto externo para evitar aumentos bruscos”, afirma.

O preço do petróleo influencia os combustíveis porque é a principal matéria-prima usada na produção de gasolina e diesel. Como é negociado globalmente em dólar, a alta do barril ou da moeda americana tende a elevar os custos.

Ainda assim, o petróleo não é o único fator que determina o valor pago pelo consumidor. Segundo a Petrobras, o preço final também inclui impostos, a mistura obrigatória de biocombustíveis e os custos de transporte, distribuição e venda.

No caso da gasolina, por exemplo, a parcela ligada à Petrobras representa cerca de 28,7% do preço final. Considerando o preço médio nacional recente de R$ 6,30 por litro, segundo a ANP, isso equivale a cerca de R$ 1,81.

O restante corresponde a impostos federais e estaduais, à mistura de etanol anidro e aos custos de distribuição e venda até os postos.

No diesel, a participação da Petrobras é maior: cerca de 46% do preço final. Em um valor médio de R$ 6,08 por litro, isso representa cerca de R$ 2,80, enquanto o restante inclui impostos, biodiesel e custos de transporte.

Gasolina combustível etanol diesel posto de combustíveis bomba — Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Embora a política atual da Petrobras permita adiar parte dos repasses, analistas destacam que essa estratégia tem limites.

“Se o petróleo permanecer em nível elevado por muito tempo, a Petrobras tende a reajustar os preços para recuperar margens”, diz Bassani.

Outro fator de pressão é a dependência brasileira de importações, especialmente de diesel. Se a diferença entre os preços internos e os internacionais ficar muito grande, importadores podem reduzir a oferta no país.

Para Johnny Martins, vice-presidente do SERAC, conflitos em regiões produtoras costumam provocar alta global do petróleo e aumentar as oscilações nos mercados. “Qualquer risco de interrupção na produção, no transporte ou na exportação gera insegurança. E, quando há insegurança, o preço sobe”, afirma.

Segundo ele, como o petróleo é negociado em dólar, altas no barril ou na moeda americana elevam o custo dos combustíveis e afetam toda a cadeia produtiva, especialmente transporte e logística. Com o diesel mais caro, por exemplo, o frete aumenta — o que pode encarecer produtos e serviços para o consumidor.

Na avaliação de João Abdouni, analista da Levante Inside Corp, a Petrobras pode continuar adiando parte dos repasses enquanto aguarda a estabilização dos preços.

“A empresa tende a esperar antes de realizar reajustes, que podem ocorrer nos próximos dias caso os preços se mantenham em níveis mais elevados”, afirma.

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Petróleo cai após novas falas de Trump sobre guerra no Oriente Médio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/03/2026 17:34

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,164-1,52%Dólar TurismoR$ 5,412-0,81%Euro ComercialR$ 5,996-1,45%Euro TurismoR$ 6,285-0,89%B3Ibovespa180.913 pts0,86%MoedasDólar ComercialR$ 5,164-1,52%Dólar TurismoR$ 5,412-0,81%Euro ComercialR$ 5,996-1,45%Euro TurismoR$ 6,285-0,89%B3Ibovespa180.913 pts0,86%MoedasDólar ComercialR$ 5,164-1,52%Dólar TurismoR$ 5,412-0,81%Euro ComercialR$ 5,996-1,45%Euro TurismoR$ 6,285-0,89%B3Ibovespa180.913 pts0,86%Oferecido por

Um navio da marinha é visto navegando no Estreito de Ormuz, por onde passa grande parte do petróleo e gás do mundo, em 1º de março de 2026. — Foto: SAHAR AL ATTAR / AFP

Os preços do petróleo passaram a cair nesta segunda-feira (9) após novas declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre a guerra no Oriente Médio.

Por volta das 17h, os contratos futuros do Brent (referência internacional do petróleo) recuavam mais de 3%, a US$ 89,90 por barril, enquanto os do WTI (referência do petróleo nos EUA) caíam mais de 4%, a US$ 86, em negociações após o fechamento.

A queda ocorre após Trump afirmar que a guerra contra o Irã pode acabar em breve e que está "praticamente concluída". As declarações foram dadas em entrevista por telefone à CBS News.

Além disso, fontes ouvidas pela Reuters afirmaram que o governo de Trump avalia um novo afrouxamento das sanções ao petróleo russo — o que aumentaria a oferta.

O presidente americano ligou nesta segunda-feira para Putin para discutir as guerras no Irã e na Ucrânia, informou o governo russo.

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Indústria, varejo e turismo: entenda como a guerra no Irã está transformando os negócios globais

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/03/2026 14:28

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,223-0,44%Dólar TurismoR$ 5,435-0,39%Euro ComercialR$ 6,049-0,61%Euro TurismoR$ 6,283-0,93%B3Ibovespa179.425 pts0,03%MoedasDólar ComercialR$ 5,223-0,44%Dólar TurismoR$ 5,435-0,39%Euro ComercialR$ 6,049-0,61%Euro TurismoR$ 6,283-0,93%B3Ibovespa179.425 pts0,03%MoedasDólar ComercialR$ 5,223-0,44%Dólar TurismoR$ 5,435-0,39%Euro ComercialR$ 6,049-0,61%Euro TurismoR$ 6,283-0,93%B3Ibovespa179.425 pts0,03%Oferecido por

A guerra entre os EUA e Israel contra o Irã está abalando empresas em todo o mundo, elevando os preços da energia, restringindo o fornecimento de matérias-primas essenciais e levantando dúvidas sobre a confiabilidade das rotas comerciais cruciais para o fluxo de mercadorias.

A guerra fechou grande parte do espaço aéreo da região e paralisou os aeroportos de Dubai e Doha, dois dos mais movimentados do mundo, deixando dezenas de milhares de passageiros retidos e forçando as companhias aéreas a cancelar cerca de 40 mil voos.

Remessas que vão desde produtos frescos a peças de avião estão em suspenso, uma vez que o conflito no Oriente Médio comprime a capacidade de carga e aumenta os preços dos fretes.

O conflito colocou em risco a imagem cuidadosamente construída do Oriente Médio como um destino turístico seguro e sofisticado, após bilhões em investimentos nos últimos anos, de Abu Dhabi a Dubai.

Os Estados Unidos lançaram um arsenal de armamentos contra alvos iranianos, incluindo mísseis de cruzeiro Tomahawk, caças furtivos e, pela primeira vez em combate, drones de ataque unidirecional de baixo custo, modelados a partir de projetos iranianos.

A guerra entre os EUA e Israel contra o Irã está abalando empresas em todo o mundo, elevando os preços da energia, restringindo o fornecimento de matérias-primas essenciais e levantando dúvidas sobre a confiabilidade das rotas comerciais cruciais para o fluxo de mercadorias, desde alimentos até peças de automóveis.

A guerra fechou grande parte do espaço aéreo da região e paralisou os aeroportos de Dubai e Doha, dois dos mais movimentados do mundo, deixando dezenas de milhares de passageiros retidos e forçando as companhias aéreas a cancelar cerca de 40 mil voos — a maior interrupção no setor de viagens desde a pandemia de Covid-19.

Os governos estão se mobilizando para repatriar os cidadãos, e os aeroportos estão retomando gradualmente as operações, mas apenas com uma fração da capacidade normal.

Jatos particulares surgiram como uma alternativa para viajantes isolados no Golfo, enquanto outros embarcaram em longas viagens de táxi pelo deserto até Riade, na Arábia Saudita, na esperança de voar para casa de lá.

Remessas que vão desde produtos frescos a peças de avião estão em suspenso, uma vez que o conflito no Oriente Médio comprime a capacidade de carga e aumenta os preços dos fretes.

O fechamento do espaço aéreo do Golfo teve um impacto rápido nas redes de companhias aéreas e afetou negativamente as ações do setor.

Os preços das passagens aéreas entre a Ásia e a Europa dispararam, algumas companhias aéreas, incluindo a Wizz Air e a Lufthansa, alteraram rotas, e a Ryanair registrou um aumento na demanda por voos de curta distância, já que os europeus estão optando por ficar mais perto de casa durante a Páscoa.

Alguns preços do combustível de aviação, a segunda maior despesa para as companhias aéreas depois da mão de obra, dobraram desde o início do conflito, aumentando a pressão sobre as empresas aéreas.

As companhias aéreas americanas, que abandonaram a prática de proteção contra os custos de combustível, podem ser as mais afetadas caso a guerra se prolongue. As companhias aéreas europeias e asiáticas mantêm estratégias ativas de proteção contra os custos de combustível.

Para os pilotos, a guerra com o Irã está tornando os céus ainda mais perigosos, aumentando a pressão sobre aqueles que os sobrevoam devido a eventos que vão desde incursões de drones até rotas de voo comprimidas pelo conflito.

O conflito colocou em risco a imagem cuidadosamente construída do Oriente Médio como um destino turístico seguro e sofisticado, após bilhões em investimentos nos últimos anos, de Abu Dhabi a Dubai. O turismo movimenta cerca de US$ 367 bilhões R$ 1,9 trilhão) anualmente na região.

Também revelou o quanto o transporte aéreo global depende de um punhado de centros principais, liderados por Dubai, o aeroporto internacional mais movimentado do mundo .

Em Dubai e outros importantes centros comerciais do Oriente Médio, muitas lojas estavam fechadas ou operando com uma equipe reduzida na semana passada.

Os Estados Unidos lançaram um arsenal de armamentos contra alvos iranianos, incluindo mísseis de cruzeiro Tomahawk, caças furtivos e, pela primeira vez em combate, drones de ataque unidirecional de baixo custo, modelados a partir de projetos iranianos.

O Pentágono também utilizou serviços de inteligência artificial da Anthropic, incluindo suas ferramentas Claude, durante o ataque.

Na semana passada, o Pentágono classificou o laboratório de IA como um "risco para a cadeia de suprimentos", proibindo que contratados do governo utilizem sua tecnologia em projetos para as Forças Armadas dos EUA. Essa decisão foi tomada após meses de disputa sobre a insistência da empresa em medidas de segurança que, segundo o Departamento de Defesa, foram excessivas.

O presidente dos EUA, Donald Trump, reuniu-se com executivos de sete empresas contratadas do setor de defesa em 6 de março, enquanto o Pentágono trabalha para repor os suprimentos reduzidos pelos ataques dos EUA ao Irã e outras operações militares recentes.

A fundição catariana Qatalum começou a interromper suas operações na semana passada, enquanto a Aluminium Bahrain informou ter suspendido os embarques e declarado força maior por não conseguir transportar metal pelo Estreito de Ormuz. A região do Golfo responde por cerca de 8% do fornecimento global de alumínio.

Os preços do alumínio na Bolsa de Metais de Londres dispararam após a notícia, enquanto os prêmios físicos na Europa e nos Estados Unidos atingiram máximas em vários anos.

Os produtores de níquel na Indonésia, que dependem do Oriente Médio para 75% do enxofre que utilizam, podem ter que reduzir a produção, já que o transporte marítimo no Golfo está sendo cada vez mais afetado pelo conflito.

Remessas de roupas da Inditex, proprietária da Zara, e de outras grandes varejistas de vestuário estão retidas em aeroportos de Bangladesh e da Índia, devido às restrições impostas pelo conflito aos voos de carga aérea.

O sul da Ásia é uma potência na fabricação de roupas, e as marcas de fast fashion do mundo todo dependem de fábricas em Bangladesh, Índia e Paquistão para um fluxo constante de novas camisetas, vestidos e calças jeans.

A crise também está aumentando a pressão sobre o setor de luxo , que já enfrenta dificuldades para se recuperar da desaceleração da demanda, com grupos como Richemont e Zegna entre os mais afetados.

Autoridades sul-coreanas alertaram que um conflito prolongado poderia interromper o fornecimento de materiais essenciais para a fabricação de semicondutores provenientes do Oriente Médio, incluindo o hélio, fundamental para a produção de chips e que não possui substituto viável.

Os ataques com drones que danificaram alguns dos centros de dados da Amazon nos Emirados Árabes Unidos e no Bahrein levantaram questões sobre as cadeias de suprimentos de tecnologia e o ritmo de expansão das grandes empresas de tecnologia na região.

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Haddad deixará Fazenda na próxima semana para concorrer ao governo de São Paulo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/03/2026 14:28

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, deixará o comando da pasta na próxima semana para concorrer ao governo de São Paulo, segundo fontes próximas ao ministro ouvidas pelo blog.

A previsão é que Haddad deixe o governo na quinta-feira (19), a tempo de cumprir o período estabelecido pela Constituição.

🗓️ Pela legislação eleitoral brasileira, ministros que desejam disputar eleições precisam se desincompatibilizar — ou seja, deixar seus cargos oficiais — até seis meses antes da votação: o que neste ano ocorre no início de abril.

Apesar de ter demonstrado resistência, Haddad aceitou o pedido de Lula, que disse precisar dele na disputa ao Palácio dos Bandeirantes, contra o atual governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro.

O acirramento da disputa presidencial, em especial depois da divulgação da pesquisa Datafolha no último sábado (7), foram o argumento final para convencer o ministro.

Datafolha: Tarcísio lidera todos os cenários para governador no 1º e no 2º turno. Datafolha: Lula tem 46% e Flávio Bolsonaro 43% das intenções de voto no 2º turno, diz pesquisa

Haddad argumentava, em conversas internas do governo, que Lula estava em uma situação bem mais positiva na corrida presidencial do que em 2022, quando disputou com Bolsonaro ocupando a cadeira de presidente.

Por isso, a presença dele na disputa em São Paulo, importante colégio eleitoral, tem sido considerada fundamental para o governo.

Outro ponto importante é que, de acordo com pesquisa Datafolha divulgada no domingo (8), Haddad apresenta um desempenho melhor que outras possibilidades ventiladas pelo governo, como o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e a ministra Simone Tebet (MDB).

O ministro da Fazenda, no entanto, ainda aparece atrás de Tarcísio nas intenções de voto. O atual governador do estado tem 44% das intenções de voto, na pesquisa, ante 31% do ministro da Fazenda.

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Agência Internacional de Energia pede liberação emergencial de estoques de petróleo do G7

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/03/2026 12:54

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,216-0,53%Dólar TurismoR$ 5,433-0,43%Euro ComercialR$ 6,045-0,66%Euro TurismoR$ 6,307-0,55%B3Ibovespa180.055 pts0,39%MoedasDólar ComercialR$ 5,216-0,53%Dólar TurismoR$ 5,433-0,43%Euro ComercialR$ 6,045-0,66%Euro TurismoR$ 6,307-0,55%B3Ibovespa180.055 pts0,39%MoedasDólar ComercialR$ 5,216-0,53%Dólar TurismoR$ 5,433-0,43%Euro ComercialR$ 6,045-0,66%Euro TurismoR$ 6,307-0,55%B3Ibovespa180.055 pts0,39%Oferecido por

A Agência Internacional de Energia (AIE) pediu a liberação coordenada de reservas emergenciais de petróleo, informou a ministra das finanças japonesa, Satsuki Katayama a jornalistas nesta segunda-feira (9).

O pedido teria sido feito durante uma reunião online com os ministros das Finanças do G7 (grupo das sete democracias mais ricas do mundo).

Os ministros e representantes da AIE (Agência Internacional de Energia) foram acompanhados por executivos da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), bem como do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional (FMI) disse Katayama.

Ainda segundo a ministra japonesa, o G7 realizará em breve uma reunião de ministros da energia para discutir novas medidas.

A Agência Internacional de Energia (AIE) pediu a liberação coordenada de reservas emergenciais de petróleo, informou a ministra das finanças japonesa, Satsuki Katayama a jornalistas nesta segunda-feira (9).

O pedido teria sido feito durante uma reunião online com os ministros das Finanças do G7 (grupo das sete democracias mais ricas do mundo). A medida serviria para apoiar o fornecimento global de energia e conter os preços da commodity.

"A AIE pediu que cada país realizasse uma liberação coordenada de reservas de petróleo", disse Katayama. "Em resposta à situação atual […] o G7 concordou em continuar monitorando de perto os desenvolvimentos no mercado de energia e em tomar as medidas necessárias para apoiar o fornecimento global de energia, incluindo a liberação de reservas de petróleo."

Os ministros e representantes da AIE (Agência Internacional de Energia) foram acompanhados por executivos da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), bem como do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional (FMI) disse Katayama.

"Todos estão acompanhando de perto os desdobramentos nos mercados financeiros, no comércio e nos mercados como um todo", afirmou o ministro das finanças alemão, Lars Klingbeil, reforçando que o uso dessa estratégia dependerá de como o mercado da commodity deve evoluir.

"Veremos se e quando será o momento certo para seguir essa opção estratégica", completou.

Ainda segundo a ministra japonesa, o G7 realizará em breve uma reunião de ministros da energia para discutir novas medidas.

Os preços do petróleo atingiram níveis não vistos desde meados de 2022 nesta segunda-feira (9), com alguns dos principais produtores reduzindo a oferta e o mercado sendo tomado por temores de interrupções prolongadas no transporte marítimo devido à crescente guerra entre os EUA e Israel com o Irã.

Os países membros da AIE (Agência Internacional de Energia) que são importadores líquidos de petróleo são obrigados a manter em estoque o equivalente a pelo menos 90 dias de importações de petróleo.

Veja abaixo a quantidade que cada país do G7 tem em estoque. Vale destacar, no entanto, que a quantidade que pode ser liberada por dia é limitada pela infraestrutura local.

Estados Unidos: possuem 415,4 milhões de barris de petróleo bruto na Reserva Estratégica de Petróleo, em 27 de fevereiro, segundo a Administração de Informação Energética dos EUA. Além disso, os EUA têm 439,3 milhões de barris de reservas comerciais em mãos privadas.

Japão: 260 milhões de barris de petróleo bruto em estoques governamentais, de um total de aproximadamente 470 milhões de barris de equivalente em petróleo no país no final de dezembro. O estoque governamental equivale a 146 dias de importações, segundo o Ministério de Recursos Naturais e Energia do Japão. Outros 180 milhões de barris de combustíveis equivalentes a petróleo estão em estoques privados (dos quais 90 milhões de barris são de petróleo bruto).

Alemanha: O governo alemão detém 110 milhões de barris de petróleo bruto e 67 milhões de barris de produtos petrolíferos refinados, que podem ser liberados em poucos dias, segundo o Ministério da Economia da Alemanha.

França: Cerca de 120 milhões de barris de petróleo bruto e derivados no final de 2024, segundo os dados mais recentes disponíveis publicamente. Desse total, aproximadamente 97 milhões de barris são detidos pela SAGESS, entidade governamental, sendo cerca de 30% petróleo bruto, 50% gasóleo, 9% gasolina, 7,8% querosene de aviação e uma parte de óleo combustível. Os outros 39 milhões de barris são detidos pelas empresas petrolíferas do país.

Itália: A lei exige que o país mantenha reservas de cerca de 76 milhões de barris de petróleo, o que representa 90 dias da média das importações líquidas de petróleo italianas em 2024. O Ministério da Economia da Itália não respondeu a um pedido de comentário sobre o número exato.

Reino Unido: Cerca de 38 milhões de barris de petróleo bruto e 30 milhões de barris de produtos refinados, em 26 de fevereiro, segundo o Departamento de Segurança Energética e Net Zero. O governo cumpre sua obrigação exigindo que a indústria mantenha níveis mínimos de estoque. Em julho de 2025, cerca de 15% dos estoques estavam armazenados em território britânico para atender às exigências de outros países ou mantidos no exterior por meio do sistema de bilhetes da AIE (Agência Internacional de Energia) como opções de compra de petróleo estrangeiro em caso de crise.

O Canadá não possui reservas estratégicas de petróleo e não é obrigado a tê-las pela AIE (Agência Internacional de Energia), por ser um exportador líquido de petróleo. Quarto maior produtor mundial de petróleo bruto, o Canadá bombeou mais de 5 milhões de barris por dia em dezembro. A maior parte de suas exportações destina-se aos Estados Unidos.,

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Trump comprou mais de US$ 1,1 milhão em títulos da Netflix e da Warner Bros no auge da disputa com a Paramount

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/03/2026 12:54

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,216-0,53%Dólar TurismoR$ 5,433-0,43%Euro ComercialR$ 6,045-0,66%Euro TurismoR$ 6,307-0,55%B3Ibovespa180.055 pts0,39%MoedasDólar ComercialR$ 5,216-0,53%Dólar TurismoR$ 5,433-0,43%Euro ComercialR$ 6,045-0,66%Euro TurismoR$ 6,307-0,55%B3Ibovespa180.055 pts0,39%MoedasDólar ComercialR$ 5,216-0,53%Dólar TurismoR$ 5,433-0,43%Euro ComercialR$ 6,045-0,66%Euro TurismoR$ 6,307-0,55%B3Ibovespa180.055 pts0,39%Oferecido por

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, comprou mais de US$ 1,1 milhão (R$ 5,8 milhões) em títulos da Netflix nos últimos três meses.

As aquisições ocorreram enquanto o presidente republicano e seus funcionários da área regulatória criticavam a Netflix na imprensa.

Não está claro se Trump lucrou ou perdeu dinheiro com os títulos da Netflix, que pagavam uma taxa de juros de 5,375% e vencem em novembro de 2029.

O negócio, que teria deixado a empresa combinada com cerca de US$ 85 bilhões em dívidas, pressionou imediatamente os títulos da Netflix.

Trump também adquiriu entre US$ 500.002 (R$ 2,6 milhões) e US$ 1 milhão (R$ 5,3 milhões) em títulos da Warner Bros em duas operações nos dias 12 e 16 de dezembro.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, comprou mais de US$ 1,1 milhão (R$ 5,8 milhões) em títulos da Netflix nos últimos três meses, enquanto a gigante do streaming lutava contra a Paramount Skydance para comprar a Warner Bros Discovery, de acordo com informações do governo americano.

Trump comprou mais de US$ 500 mil (R$ 2,6 mihões) em títulos da Netflix em duas transações nos dias 12 e 16 de dezembro, e outros US$ 600 mil (R$ 3,2 milhões) em outras duas negociações nos dias 2 e 20 de janeiro, conforme mostram os documentos divulgados pelo governo.

A Casa Branca informou uma faixa de valores, em vez de quantias exatas, entre pouco mais de US$ 1,1 milhão e US$ 2,25 milhões (R$ 11,9 milhões).

As aquisições ocorreram enquanto o presidente republicano e seus funcionários da área regulatória criticavam a Netflix na imprensa, questionando se o acordo resistiria ao escrutínio antitruste e pressionando a companhia a demitir a membro do conselho Susan Rice, ex-assessora do ex-presidente democrata Barack Obama.

Não está claro se Trump lucrou ou perdeu dinheiro com os títulos da Netflix, que pagavam uma taxa de juros de 5,375% e vencem em novembro de 2029, já que o documento não revela se ou quando o presidente vendeu os ativos.

O negócio, que teria deixado a empresa combinada com cerca de US$ 85 bilhões em dívidas, pressionou imediatamente os títulos da Poder Executivo de investir em empresas que tenham negócios com o governo. Acredita-se que ele tenha comprado os títulos por meio de um fundo fiduciário administrado por seus filhos.

"Os bens do presidente Trump estão em um fundo administrado por seus filhos", disse a porta-voz da Casa Branca, Anna Kelly. "Não há conflitos de interesse."

O negócio, que teria deixado a empresa combinada com cerca de US$85 bilhões (R$ 449,5 bilhões) em dívidas, pressionou imediatamente os títulos da Netflix. Eles estavam sendo negociados a US$ 1,03 e US$ 1,04 por valor de face quando Trump os comprou, em 12 e 16 de dezembro, e a US$ 1,04 e US$ 1,03 em sua segunda rodada de compras, em 2 e 20 de janeiro, segundo dados compilados pela LSEG.

Trump também adquiriu entre US$ 500.002 (R$ 2,6 milhões) e US$ 1 milhão (R$ 5,3 milhões) em títulos da Warner Bros em duas operações nos dias 12 e 16 de dezembro. Na ocasião, os títulos eram negociados a 91,75 centavos de dólar e 92 centavos de dólar. Agora, valem 95 centavos. Se ele manteve esses papéis, estaria "no lucro" agora.

Dias depois do anúncio da fusão da Warner com a Netflix, em 5 de dezembro, Trump começou a questionar a viabilidade do acordo, dizendo a jornalistas que a concentração de poder de mercado "poderia ser um problema".

A Paramount, dirigida pelo filho de Larry Ellison, aliado de Trump e megadoador republicano, tornou pública sua oferta hostil de aquisição em 8 de dezembro, dando início a uma guerra de lances entre as duas empresas.

A Netflix desistiu da disputa após a Paramount apresentar uma oferta de US$ 110 bilhões (R$ 528,8 bilhões) há cerca de duas semanas. A transação com a Paramount será financiada por US$ 39 bilhões (R$ 206,2 bilhões) em novas dívidas fornecidas por Bank of America, Citigroup e Apollo, de acordo com o anúncio feito pelas empresas em 27 de fevereiro.

Os últimos relatórios do Escritório de Ética Governamental dos EUA, datados de 27 de fevereiro, foram publicados online na semana passada.

Trump, um investidor imobiliário, já declarou anteriormente mais de US$1 bilhão em ativos. Ele mantém interesses comerciais que abrangem criptomoedas, clubes de golfe e outros contratos de licenciamento.

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Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/03/2026 12:16

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,206-0,72%Dólar TurismoR$ 5,454-0,03%Euro ComercialR$ 6,030-0,89%Euro TurismoR$ 6,302-0,63%B3Ibovespa178.642 pts-0,4%MoedasDólar ComercialR$ 5,206-0,72%Dólar TurismoR$ 5,454-0,03%Euro ComercialR$ 6,030-0,89%Euro TurismoR$ 6,302-0,63%B3Ibovespa178.642 pts-0,4%MoedasDólar ComercialR$ 5,206-0,72%Dólar TurismoR$ 5,454-0,03%Euro ComercialR$ 6,030-0,89%Euro TurismoR$ 6,302-0,63%B3Ibovespa178.642 pts-0,4%Oferecido por

Os preços do petróleo dispararam, enquanto as bolsas de valores caíram diante do temor de que a escalada da guerra entre Estados Unidos e Israel contra o Irã restrinja a oferta de energia e prejudique indústrias ao redor do mundo.

A seguir, as medidas que governos estão adotando ou pretendem adotar para reduzir o impacto da guerra em suas economias.

O presidente sul-coreano, Lee Jae Myung, afirmou nesta segunda-feira que as autoridades vão impor um teto aos preços domésticos dos combustíveis pela primeira vez em quase 30 anos.

O país também buscará fontes de energia além dos carregamentos que passam pelo Estreito de Ormuz e poderá ampliar, se necessário, um programa de estabilização de mercado de 100 trilhões de won (US$ 67 bilhões), acrescentou.

O governo japonês instruiu uma instalação nacional de armazenamento de reservas de petróleo a se preparar para uma possível liberação de petróleo bruto, disse à Reuters, no domingo, Akira Nagatsuma, membro do partido de oposição Aliança Reformista Centrista.

O Vietnã planeja eliminar tarifas de importação sobre combustíveis para garantir o abastecimento em meio às interrupções, informou o governo, acrescentando que a medida deve vigorar até o fim de abril.

A Indonésia vai aumentar os recursos destinados a subsídios a combustíveis no orçamento, disse o ministro das Finanças nesta segunda-feira.

O país atualmente reservou 381,3 trilhões de rúpias (US$ 22,5 bilhões) para subsídios de energia e para compensar a estatal Pertamina e a concessionária de energia PLN por manterem alguns preços de combustíveis e tarifas de eletricidade em níveis acessíveis.

A Indonésia, maior produtora mundial de óleo de palma, pode retomar um plano para lançar o B50 — mistura de 50% de biodiesel à base de óleo de palma e 50% de diesel convencional —, afirmou uma autoridade do Ministério de Energia.

A China solicitou às refinarias que suspendam a assinatura de novos contratos de exportação de combustíveis e que tentem cancelar embarques já comprometidos, disseram fontes com conhecimento do assunto na semana passada.

A orientação não se aplica ao abastecimento de querosene de aviação para voos internacionais, ao fornecimento de combustível marítimo em regime aduaneiro nem a remessas para Hong Kong ou Macau, acrescentaram as fontes.

Bangladesh fechará todas as universidades a partir de segunda-feira, antecipando as férias do Eid al-Fitr como parte de medidas emergenciais para economizar eletricidade e combustíveis.

Na sexta-feira, Bangladesh, que depende de importações para 95% de suas necessidades energéticas, impôs limites diários às vendas de combustíveis após corrida às compras e formação de estoques.

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