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EUA abrem investigação sobre práticas comerciais desleais de 60 países devido a trabalho forçado

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/03/2026 23:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2421,62%Dólar TurismoR$ 5,4261,19%Euro ComercialR$ 6,0361,11%Euro TurismoR$ 6,2630,82%B3Ibovespa179.284 pts-2,55%MoedasDólar ComercialR$ 5,2421,62%Dólar TurismoR$ 5,4261,19%Euro ComercialR$ 6,0361,11%Euro TurismoR$ 6,2630,82%B3Ibovespa179.284 pts-2,55%MoedasDólar ComercialR$ 5,2421,62%Dólar TurismoR$ 5,4261,19%Euro ComercialR$ 6,0361,11%Euro TurismoR$ 6,2630,82%B3Ibovespa179.284 pts-2,55%Oferecido por

Representante Comercial dos EUA, Jamieson Greer, fala à imprensa no dia em que participa de um almoço de trabalho com ministros do comércio da UE, em Bruxelas, Bélgica, 24 de novembro de 2025. — Foto: Piroschka van de Wouw/Reuters

O escritório do Representante Comercial dos EUA informou na noite de quinta-feira (12) que iniciou investigações sobre práticas comerciais desleais contra 60 países. Segundo o escritório, a investigação mira entender se os países falharam em tomar medidas contra o trabalho forçado.

🔍 A investigação é justificada com base na Seção 301, instrumento da Lei de Comércio de 1974, que permite ao governo dos EUA agir quando identifica ações "injustas" de outros governos, que prejudicam o comércio americano.

"Essas investigações determinarão se governos estrangeiros tomaram medidas suficientes para proibir a importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado e como a falha em erradicar essas práticas abomináveis impacta os trabalhadores e as empresas dos EUA", disse o Representante Comercial dos EUA, Jamieson Greer, em um comunicado.

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EUA permitem que países comprem petróleo russo retido no mar por 30 dias

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/03/2026 21:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2421,62%Dólar TurismoR$ 5,4261,19%Euro ComercialR$ 6,0361,11%Euro TurismoR$ 6,2630,82%B3Ibovespa179.284 pts-2,55%MoedasDólar ComercialR$ 5,2421,62%Dólar TurismoR$ 5,4261,19%Euro ComercialR$ 6,0361,11%Euro TurismoR$ 6,2630,82%B3Ibovespa179.284 pts-2,55%MoedasDólar ComercialR$ 5,2421,62%Dólar TurismoR$ 5,4261,19%Euro ComercialR$ 6,0361,11%Euro TurismoR$ 6,2630,82%B3Ibovespa179.284 pts-2,55%Oferecido por

Guerra no Oriente Médio: Agência Internacional de Energia anuncia a maior liberação de reservas de petróleo da história — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

Os Estados Unidos emitiram uma licença de 30 dias que permite a países comprar petróleo russo e produtos petrolíferos atualmente retidos no mar.

A medida, anunciada nesta quinta-feira (12), busca estabilizar os mercados globais de energia abalados pela guerra contra o Irã, segundo o secretário do Tesouro, Scott Bessent.

Bessent afirmou, em uma publicação no X, que a medida não proporcionará benefício financeiro significativo ao governo russo. O anúncio foi feito horas depois de os preços de referência do petróleo ultrapassarem US$ 100 por barril, atingindo o nível mais alto em quase quatro anos.

O anúncio ocorre um dia depois de o Departamento de Energia dos EUA informar que o país liberará 172 milhões de barris de petróleo de sua reserva estratégica em um esforço para conter a disparada dos preços após a guerra no Irã.

A medida faz parte de um compromisso mais amplo da Agência Internacional de Energia, formada por 32 países, de liberar 400 milhões de barris de petróleo.

A licença emitida nesta quinta-feira, que autoriza a entrega e a venda de petróleo bruto e derivados de origem russa carregados em navios até 12 de março, permanecerá válida até a meia-noite de 11 de abril no horário de Washington, segundo o texto da autorização publicado no site do Departamento do Tesouro.

O Tesouro dos EUA já havia concedido anteriormente uma isenção de 30 dias em 5 de março especificamente para a Índia, permitindo que Nova Délhi comprasse petróleo russo retido no mar.

Entre as medidas para conter os preços da energia, o presidente Donald Trump já ordenou que a U.S. International Development Finance Corporation ofereça seguros contra risco político e garantias financeiras para o comércio marítimo no Golfo e afirmou que a Marinha dos EUA poderia escoltar navios na região.

Ataques dos EUA e de Israel contra o Irã e a resposta posterior de Teerã ampliaram as tensões regionais e paralisaram o transporte marítimo pelo Estreito de Ormuz, interrompendo fluxos vitais de petróleo e gás do Oriente Médio e elevando os preços da energia.

Elevando os riscos para a economia global, o Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã afirmou que bloqueará embarques de petróleo do Golfo caso os ataques dos EUA e de Israel não cessem.

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Mega-Sena, concurso 2.983: resultado

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/03/2026 21:44

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena, concurso 2.983: prêmio acumula e vai a R$ 75 milhões Veja os números sorteados: 03 – 15 – 30 – 32 – 40 – 52. Quina teve 35 apostas ganhadoras; cada uma vai levar R$ 68.098,14. Por Redação g1 — São Paulo

O sorteio do concurso 2.983 da Mega-Sena foi realizado na noite desta quinta-feira (12), em São Paulo. Nenhuma aposta acertou as seis dezenas, e o prêmio para o próximo sorteio acumulou em R$ 75 milhões.

As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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Combustíveis: Lula repete fórmula de Bolsonaro e reduz impostos para conter preços em meio à alta do petróleo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/03/2026 21:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2421,62%Dólar TurismoR$ 5,4261,19%Euro ComercialR$ 6,0361,11%Euro TurismoR$ 6,2630,82%B3Ibovespa179.284 pts-2,55%MoedasDólar ComercialR$ 5,2421,62%Dólar TurismoR$ 5,4261,19%Euro ComercialR$ 6,0361,11%Euro TurismoR$ 6,2630,82%B3Ibovespa179.284 pts-2,55%MoedasDólar ComercialR$ 5,2421,62%Dólar TurismoR$ 5,4261,19%Euro ComercialR$ 6,0361,11%Euro TurismoR$ 6,2630,82%B3Ibovespa179.284 pts-2,55%Oferecido por

Com o acirramento da guerra no Oriente Médio e a escalada do preço do petróleo, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) zerou nesta quinta-feira (12) as alíquotas de PIS/Pasep e Cofins que incidem sobre o diesel e anunciou um incentivo aos produtores e importadores do combustível. 

Com as medidas, o governo espera, ao custo de R$ 30 bilhões, gerar um alívio de R$ 0,64 por litro de diesel nas bombas.

Para compensar, o governo do presidente Lula vai contar com o imposto de exportação sobre o petróleo.

Com a tributação, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, esperar alcançar a neutralidade do impacto da redução do PIS/Pasep e Cofins e do pagamento da subvenção a produtores e importadores de diesel.

O anúncio saiu na semana que antecede a próxima reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom), servindo como um sinal de que o governo federal está atento aos eventuais impactos na inflação, e com as eleições no horizonte. 

Em 2022, em meio à alta do petróleo com o início da guerra na Ucrânia após invasão russa, Jair Bolsonaro também zerou as alíquotas do PIS/Pasep e da Cofins sobre o diesel para reduzir o impacto para os consumidores.

O texto também alterou, a regra de incidência do Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias (ICMS) sobre combustíveis.

O ICMS, um tributo estadual, passou a incidir sobre os combustíveis uma única vez. Antes, o imposto sofria "efeito cascata", sendo cobrado mais de uma vez ao longo da cadeia de produção. 

Ainda em 2022, também ano eleitoral, Jair Bolsonaro sancionou outro texto. Desta vez, limitando a alíquota do ICMS, imposto de competência estadual, sobre itens como combustíveis, energia elétrica, comunicações e transporte coletivo em 17% ou 18%.

À época, governadores estimaram perda de cerca de R$ 100 bilhões com a medida. Em 2023, já na gestão Lula, o Supremo Tribunal Federal validou um acordo para que o governo federal repassasse R$ 27 bilhões aos estados para compensar a queda de arrecadação com as mudanças no ICMS.

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Associações de imprensa consideram preocupante decisão de Moraes que determinou busca e apreensão na casa de jornalista no Maranhão

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/03/2026 19:20

Economia Midia e Marketing Associações de imprensa consideram preocupante decisão de Moraes que determinou busca e apreensão na casa de jornalista no Maranhão Associações dizem que a decisão atinge diretamente o exercício do jornalismo e esperam que seja revista. Por Redação g1 — São Paulo

A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (ABERT), a Associação Nacional de Editores de Revistas (ANER) e a Associação Nacional de Jornais (ANJ) divulgaram nesta quarta-feira (12) uma nota conjunta na qual classificam como preocupante a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou busca e apreensão na residência do jornalista Luís Pablo Conceição Almeida, no Maranhão.

A medida foi tomada após a publicação, no "Blog do Luís Pablo", de informações sobre o suposto uso de um veículo oficial do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) pela família do ministro Flávio Dino, também integrante do STF.

Associações dizem que a decisão atinge diretamente o exercício do jornalismo e esperam que seja revista.

A nota destaca que a atividade jornalística é protegida pela Constituição, especialmente no que se refere ao sigilo da fonte. Para as entidades, qualquer medida que viole essa garantia deve ser vista como um ataque à liberdade de imprensa.

"O eventual cometimento de crime por profissionais do jornalismo deve ser investigado e punido na forma da lei, observados o direito de defesa e o devido processo legal, mas resguardadas as prerrogativas da atividade jornalística, que existem para proteger toda a sociedade", diz Marcelo Rech, presidente-executivo da ANJ.

A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) repudiou a decisão de Moraes, dizendo que a medida não coloca em risco apenas o jornalista diretamente atingido, mas todos os profissionais de imprensa no país.

Para a Abraji, a decisão, que classifica como insuficientemente fundamentada, cria um precedente preocupante para o exercício do jornalismo no Brasil.

"O ministro não aponta incorreção nas informações contidas nas três reportagens publicadas pelo jornalista, tampouco menciona as proteções constitucionais concedidas aos jornalistas no exercício da liberdade de imprensa", diz a nota.

"É importante ressaltar que, ainda que a informação divulgada fosse sigilosa, já ficou pacificado no Judiciário brasileiro que o jornalista tem o direito de publicar informações – sigilosas ou não – de interesse público. E não pode ser criminalizado por isso."

A Associação Internacional de Radiodifusão (AIR), que reúne mais de 17 mil emissoras de rádio e televisão nas Américas, divulgou nota em que manifesta preocupação com a decisão.

Na avaliação da entidade, o exercício da atividade jornalística, independentemente do meio ou da linha editorial, é protegido tanto por princípios constitucionais brasileiros quanto por padrões internacionais de liberdade de expressão.

"Nesse sentido, a AIR considera que qualquer medida que possa afetar tais garantias deve ser avaliada com o máximo rigor e cautela, a fim de evitar impactos que possam restringir ou desencorajar a atividade informativa e o debate público em uma sociedade democrática", diz a nota.

A Comissão de Defesa da Liberdade de Expressão e de Imprensa da Ordem dos Advogados do Brasil no Maranhão (OAB/MA) divulgou nota informando que foram apreendidos equipamentos utilizados no exercício da atividade jornalística, o que gera preocupação quanto à preservação da liberdade de imprensa.

"Nesse sentido, importante mencionar que segundo a jurisprudência do próprio Supremo, medidas de buscas e apreensão devem ser efetivadas com cautela e nos limites estritos à investigação eventualmente em curso, bem como a necessidade de observância ao texto constitucional quanto a preservação de sigilo de fonte e de proteção ao livre exercício profissional da atividade", diz a OAB.

A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (ABERT), a Associação Nacional de Editores de Revistas (ANER) e a Associação Nacional de Jornais (ANJ) consideram preocupante a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de determinar busca e apreensão na casa do jornalista maranhense Luís Pablo Conceição Almeida. A decisão foi tomada em razão de informações publicadas pelo jornalista no Blog do Luís Pablo sobre o suposto uso de veículo oficial do TJMA pela família do ministro Flávio Dino, também do STF.

A atividade jornalística, independentemente do veículo e de sua linha editorial, conta com a proteção constitucional do sigilo da fonte. Qualquer medida que eventualmente viole tal garantia deve ser entendida como um ataque ao livre exercício do jornalismo.

O fato de a decisão se inserir no chamado inquérito das fake news, que não tem objeto determinado ou prazo de duração, e ainda ser aplicada a uma pessoa que não conta com prerrogativa de foro, torna ainda mais grave a situação.

As entidades subscritas esperam a revisão da medida, que viola o preceito constitucional do sigilo da fonte e a própria liberdade de imprensa.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EMISSORAS DE RÁDIO E TELEVISÃO (ABERT)ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE EDITORES DE REVISTAS (ANER)ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE JORNAIS (ANJ)

A Abraji repudia a determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) de busca e apreensão na residência do jornalista do Maranhão Luis Pablo Conceição Almeida, autor do blog Luis Pablo. A decisão foi proferida pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, após solicitação da Polícia Federal endossada pela Procuradoria-Geral da República, e o mandado foi cumprido pela PF na terça-feira, 10 de março. A medida coloca não apenas o repórter sob risco, mas todos os jornalistas brasileiros. A ordem, insuficientemente fundamentada, cria um precedente preocupante para o exercício do jornalismo no Brasil.

Em seu papel de defender o direito de investigação jornalística, a Abraji observa, inicialmente, que medidas invasivas contra jornalistas devem ser excepcionalíssimas e devidamente fundamentadas. É basilar considerar a condição de jornalista e os parâmetros de proteção da liberdade de imprensa, um primado inafastável do Estado Democrático de Direito. Em uma democracia, é salutar a cobrança de transparência sobre o possível uso irregular de recursos públicos, e nenhuma investigação jornalística que tenha essa natureza pode ser criminalizada sem indícios materiais claros. Há também um outro fator preocupante, o do efeito cascata que esta decisão pode gerar em tribunais país afora. No Brasil, em pleno ano de 2026, não se pode inibir o escrutínio de autoridades públicas, incluindo, como não poderia deixar de ser, as do Poder Judiciário.

O ministro não aponta incorreção nas informações contidas nas três reportagens publicadas pelo jornalista, tampouco menciona as proteções constitucionais concedidas aos jornalistas no exercício da liberdade de imprensa. É importante ressaltar que, ainda que a informação divulgada fosse sigilosa, já ficou pacificado no Judiciário brasileiro que o jornalista tem o direito de publicar informações – sigilosas ou não – de interesse público. E não pode ser criminalizado por isso.

O jornalismo deve ser exercido com responsabilidade, prezando pela verificação das informações e a preservação da segurança dos envolvidos. No entanto, ao autorizar a busca e apreensão de celulares e computadores de um jornalista, o ministro também pode acabar por violar o direito ao sigilo da fonte, garantia constitucional de jornalistas no Brasil. Luis Pablo é legalmente e regularmente registrado como jornalista. A Abraji espera que as autoridades reavaliem a decisão e retornem os bens de Luis Pablo sem violar as informações de seus dispositivos, assegurando a preservação do sigilo da fonte e das garantias constitucionais da atividade jornalística.

A Associação Internacional de Radiodifusão (AIR), que reúne mais de 17 mil emissoras de rádio e televisão nas Américas, manifesta sua preocupação diante da decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) do Brasil, Alexandre de Moraes, de determinar medidas de busca na residência do jornalista Luís Pablo Conceição Almeida, em razão de informações publicadas no Blog do Luís Pablo.

A medida teria sido adotada em relação a reportagens jornalísticas que mencionavam o suposto uso de um veículo oficial do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão por familiares do ministro do STF Flávio Dino.

A AIR recorda que o exercício da atividade jornalística, independentemente do meio em que se realize ou de sua linha editorial, encontra-se protegido por princípios constitucionais e pelos padrões internacionais de liberdade de expressão, incluindo a garantia do sigilo profissional e da proteção das fontes jornalísticas, elementos essenciais para o livre exercício do jornalismo.

Nesse sentido, a AIR considera que qualquer medida que possa afetar tais garantias deve ser avaliada com o máximo rigor e cautela, a fim de evitar impactos que possam restringir ou desencorajar a atividade informativa e o debate público em uma sociedade democrática.

Como estabelece a Declaração de Princípios sobre Liberdade de Expressão da Comissão Interamericana de Direitos Humanos, a intimidação, pressão ou qualquer forma de interferência contra jornalistas ou meios de comunicação constitui grave violação ao direito fundamental à liberdade de expressão e ao direito da sociedade de receber informação.

A AIR exorta que essa medida seja revista à luz dos princípios constitucionais brasileiros e dos padrões internacionais de direitos humanos que protegem o exercício do jornalismo e a liberdade de expressão.

A Comissão de Defesa da Liberdade de Expressão e de Imprensa da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Maranhão (OAB/MA) acompanha as informações relativas ao cumprimento de mandado de busca e apreensão na residência de jornalista maranhense, ocorrido em 10 de março de 2026, por determinação do Supremo Tribunal Federal, no âmbito de investigação que tramita sob sigilo de justiça.

Segundo informações divulgadas, durante a diligência foram apreendidos equipamentos utilizados no exercício da atividade jornalística, entre eles computador e aparelhos celulares, o que causa preocupação institucional, na medida em que o Artigo 5º, incisos IV, IX e XIV da Constituição Federal assegura a liberdade de expressão e de imprensa como garantias fundamentais.

Nesse sentido, importante mencionar que segundo a jurisprudência do próprio Supremo, medidas de buscas e apreensão devem ser efetivadas com cautela e nos limites estritos à investigação eventualmente em curso, bem como a necessidade de observância ao texto constitucional quanto à preservação de sigilo de fonte e de proteção ao livre exercício profissional da atividade.

Destarte, a Comissão reafirma seu compromisso com a proteção da liberdade de imprensa e com a defesa das garantias constitucionais que asseguram o livre exercício do jornalismo, mantendo-se vigilante na salvaguarda dos direitos dos jornalistas e profissionais da comunicação que atuam no Estado do Maranhão, especialmente no que diz respeito à defesa de bandeiras históricas da OAB, tais como a indispensável observância do devido processo legal, do contraditório e da ampla defesa, bem como o pleno acesso da defesa aos autos, nos termos da Constituição e da legislação vigente.

Comissão de Defesa da Liberdade de Expressão e de Imprensa Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Maranhão (OAB/MA)

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Associação Internacional de Radiodifusão manifesta preocupação com decisão de Moraes contra jornalista no Maranhão

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/03/2026 19:20

Economia Midia e Marketing Associação Internacional de Radiodifusão manifesta preocupação com decisão de Moraes contra jornalista no Maranhão Ministro do Supremo Tribunal Federal determinou busca e apreensão na residência do jornalista Luís Pablo Conceição Almeida. Por Redação g1 — São Paulo

A Associação Internacional de Radiodifusão (AIR), que reúne mais de 17 mil emissoras de rádio e televisão nas Américas, divulgou nota nesta quinta-feira (12) em que manifesta preocupação com a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou busca e apreensão na residência do jornalista Luís Pablo Conceição Almeida, no Maranhão.

A medida foi tomada após a publicação, no "Blog do Luís Pablo", de informações sobre o suposto uso de um veículo oficial do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) pela família do ministro Flávio Dino, também integrante do STF.

Na avaliação da entidade, o exercício da atividade jornalística, independentemente do meio ou da linha editorial, é protegido tanto por princípios constitucionais brasileiros quanto por padrões internacionais de liberdade de expressão.

"Nesse sentido, a AIR considera que qualquer medida que possa afetar tais garantias deve ser avaliada com o máximo rigor e cautela, a fim de evitar impactos que possam restringir ou desencorajar a atividade informativa e o debate público em uma sociedade democrática", diz a nota.

A entidade cita a Declaração de Princípios sobre Liberdade de Expressão da Comissão Interamericana de Direitos Humanos, segundo a qual a intimidação, a pressão ou qualquer forma de interferência contra jornalistas ou meios de comunicação constitui grave violação ao direito fundamental à liberdade de expressão e ao direito da sociedade de receber informação.

"A AIR exorta que essa medida seja revista à luz dos princípios constitucionais brasileiros e dos padrões internacionais de direitos humanos que protegem o exercício do jornalismo e a liberdade de expressão", afirma.

A Associação Internacional de Radiodifusão (AIR), que reúne mais de 17 mil emissoras de rádio e televisão nas Américas, manifesta sua preocupação diante da decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) do Brasil, Alexandre de Moraes, de determinar medidas de busca na residência do jornalista Luís Pablo Conceição Almeida, em razão de informações publicadas no Blog do Luís Pablo.

A medida teria sido adotada em relação a reportagens jornalísticas que mencionavam o suposto uso de um veículo oficial do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão por familiares do ministro do STF Flávio Dino.

A AIR recorda que o exercício da atividade jornalística, independentemente do meio em que se realize ou de sua linha editorial, encontra-se protegido por princípios constitucionais e pelos padrões internacionais de liberdade de expressão, incluindo a garantia do sigilo profissional e da proteção das fontes jornalísticas, elementos essenciais para o livre exercício do jornalismo.

Nesse sentido, a AIR considera que qualquer medida que possa afetar tais garantias deve ser avaliada com o máximo rigor e cautela, a fim de evitar impactos que possam restringir ou desencorajar a atividade informativa e o debate público em uma sociedade democrática.

Como estabelece a Declaração de Princípios sobre Liberdade de Expressão da Comissão Interamericana de Direitos Humanos, a intimidação, pressão ou qualquer forma de interferência contra jornalistas ou meios de comunicação constitui grave violação ao direito fundamental à liberdade de expressão e ao direito da sociedade de receber informação.

A AIR exorta que essa medida seja revista à luz dos princípios constitucionais brasileiros e dos padrões internacionais de direitos humanos que protegem o exercício do jornalismo e a liberdade de expressão.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Por que as pessoas estão abandonando os fones de ouvido sem fio?

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/03/2026 16:54

Tecnologia Por que as pessoas estão abandonando os fones de ouvido sem fio? Os fones de ouvido com fio deveriam ter desaparecido junto com os novos celulares sem entradas específicas. Em vez disso, estão voltando com força, enquanto consumidores buscam melhor qualidade de som e a tecnologia de um tempo mais simples. Por Thomas Germain

Quando a Apple eliminou a entrada de fones dos iPhones em 2016, eu entrei em modo de resistência. Não ia deixar uma gigante ditar meus hábitos de escuta, então comprei um Android e me mantive firme no cabo.

Porém, meu celular deu seu último suspiro exatamente no mesmo mês em que o Google — um dos últimos resistentes — anunciou que também tiraria a entrada de fones de seus aparelhos.

Parecia um sinal cósmico de derrota. Então voltei para o iPhone, joguei meus fones com fio na gaveta e me juntei às hordas do Bluetooth.

Recentemente, um movimento discreto vem crescendo, baseado em uma verdade controversa: fones de ouvido com fio são melhores do que os de Bluetooth. As vendas dispararam nos últimos meses.

Talvez os consumidores tenham percebido que, muitas vezes, conseguem obter um som de melhor qualidade, e pelo mesmo preço, com um modelo com fio — mas esse não é um movimento apenas entre os audiófilos, aquelas pessoas muito exigentes com a qualidade do som.

Os fones com fio viraram uma tendência cultural, um ressurgimento que alguns associam a uma reação maior contra a tecnologia.

Seja por motivos práticos, políticos ou estéticos, uma coisa é clara: os fones com fio estão de volta.

"Eu me converti", diz Aryn Grusin, assistente social de Portland, no Oregon, nos EUA, apaixonada por fones com fio.

Há alguns meses, ela pegou emprestado o par de fones antigos do noivo e nunca mais voltou atrás. "Acho simplesmente reconfortante. Gosto de mostrar ao mundo que estou ouvindo alguma coisa."

Grusin não está sozinha. Depois de cinco anos seguidos de queda, as compras de fones de ouvido com fio explodiram na segunda metade de 2025, segundo a empresa de análise Circana, e a receita com fones com fio cresceu 20% nas primeiras seis semanas de 2026.

"Parece que muita gente está meio que se voltando contra a tecnologia porque ela está ficando avançada demais", diz Grusin.

"Acho que existe um sentimento coletivo de: 'não gosto do rumo que isso está tomando', e estamos todos voltando para o último lugar onde nos sentíamos confortáveis."

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A qualidade do som pode ser uma grande vantagem da vida com fio, diz Chris Thomas, editor especial do site de avaliações de fones SoundGuys. "Essa é a tecla na qual venho batendo há muitos anos", afirma.

Segundo Thomas, os fones sem fio melhoraram muito, mas os melhores geralmente vêm de marcas de nicho voltadas para audiófilos.

Quando se trata de produtos mais populares, daqueles que você encontra em uma loja de eletrônicos, ele diz que você consegue um som melhor pelo mesmo valor se optar por uma boa opção com fio.

Além de ter melhor custo em relação à qualidade de áudio, fones com fio têm outras vantagens — Foto: Serenity Strull/Getty Images via BBC

Além disso, mesmo os melhores fones Bluetooth podem não entregar seu desempenho máximo por causa de conexões ruins ou problemas de compatibilidade com o seu dispositivo.

De alguma forma, o Bluetooth parece ter se tornado profundamente pouco atraente. Não acredite só em mim. Pergunte à atriz e diretora Zoë Kravitz.

"Bluetooth não funciona", disse Kravitz em uma entrevista recente — e não é só com fones de ouvido, mas com conexões Bluetooth em geral.

"Está estragando momentos importantes. Imagine quantas vezes você está com alguém em um encontro, tentando criar um clima, e então precisa 'esquecer a rede'. Em um encontro!"

Emaranhados de fio dos fones de ouvido são vistos por alguns como um símbolo cultural — Foto: Moritz Scholz/Getty Images via BBC

Na verdade, fones de ouvido com fio viraram agora um acessório de moda indispensável em alguns círculos.

Há até uma conta popular no Instagram sobre o assunto chamada Wired It Girls (algo como "as it girls dos fones com fio"), dedicada a mulheres que parecem chiques e despreocupadas com os cabos pendurados nas orelhas — de pessoas comuns a celebridades como as cantoras Ariana Grande e Charli XCX.

Os fones de ouvido com fio se tornaram tão onipresentes entre ricos e famosos que alguns já veem esses emaranhados de plástico e metal como um símbolo cultural.

Um usuário de redes sociais publicou um tuíte viral com fotos dos atores Robert Pattinson e Lily‑Rose Depp usando fones com fio. "Está virando uma questão de classe", escreveu. "Usar fones sem fio 24 horas por dia me diz que você não é dono de terras."

Claro, há algo libertador em ouvir música sem estar preso a um cabo. Mas as baterias acabam justamente no pior momento. Os minúsculos fones do tipo earbuds (intra-auriculares) se perdem. Os dispositivos não emparelham.

"As pessoas dizem que é mais fácil, mas nunca parece mais fácil para mim", diz Ailene Doloboff, uma editora de diálogos na indústria cinematográfica em Los Angeles, nos EUA. "Com Bluetooth sempre tem uma etapa a mais."

Os fones de ouvido com fio entram para uma lista de tecnologias aparentemente obsoletas que voltaram com força nos últimos anos, justamente quando mergulhamos na próxima era digital.

Pessoas jovens e mais velhas estão adotando produtos retrô como DVDs, fitas cassete, antigas TVs de tubo e até máquinas de escrever. Em um show recente, vi um cara na plateia gravando o espetáculo não com um celular, mas com uma câmera de filme 16 mm dos anos 1970.

"Não sei por quê, mas todos nós, coletivamente, tivemos essa virada. Acho que a presença da IA está deixando as pessoas mais inquietas", diz Grusin.

"O que é irônico, de certa forma. Fico desconfortável com a tecnologia e então quero usar outra tecnologia. Mas talvez os fones com fio sejam o mais perto do analógico que conseguimos chegar."

Mas hoje já é possível comprar fones com fio que vêm com conexão USB ou Lightning integrada. Ou então usar fones com o tradicional conector de 3,5 mm por meio de um adaptador para a porta de carregamento.

A Apple removeu a entrada de fones de ouvido de seus telefones em 2016, com o lançamento do iPhone 7, o que muitos viram como o fim da escuta com fio.

Mas nem mesmo a Apple abandonou totalmente os fones com fio. "Ah, nós ainda vendemos esses", disse o diretor-executivo da empresa, Tim Cook — o homem que acabou com a entrada de fones nos celulares — à minha colega da BBC Zoe Kleinman há alguns anos. "As pessoas ainda compram."

Fui a uma loja da Apple no caminho de casa depois do trabalho para comprar um par barato com fio e conexão USB. Um funcionário me disse que tem vendido mais fones com fio do que nunca.

Passei alguns dias usando os fios. Gostei da sensação. Estar ligado ao meu dispositivo me fazia sentir um pouco mais presente ao ouvir, e eles também ficaram mais confortáveis nos meus ouvidos do que os fones mais pesados do meu conjunto Bluetooth.

Nunca perdi meu par de fones Bluetooth. O estojo dos meus AirPods é volumoso o suficiente para que eu sempre perceba quando não está comigo.

Já os fones com fio, leves como uma pluma, não. Eles escaparam do meu bolso em algum lugar nas ruas do meu bairro. Espero que tenham encontrado um lar mais amoroso.

Determinado, pensei que um upgrade talvez me tornasse mais cuidadoso. Então, visitei uma loja especializada em fones de ouvido em Nova York chamada Audio 46, escondida em uma estreita fachada comercial.

"Muita gente está aderindo à tendência. Eles chegam dizendo: 'Acho que fones com fio são melhores, quero experimentar'", diz Czernikowski.

"Mas às vezes ficam preocupados em perder a conveniência do Bluetooth. Eu digo que o Bluetooth pode ser muito bom — você não precisa abrir mão disso."

Czernikowski me deixou experimentar alguns dos fones Bluetooth mais sofisticados da loja, com uma qualidade de som incrível — e preços igualmente impressionantes. Eram suficientes para fazer até os audiófilos mais devotos babarem.

"Mas, para ser justa, os fones com fio — muitos deles — são melhores e há muito mais opções para escolher", diz ela. "E eles têm qualidades superiores que não ficam limitadas pela necessidade de ter tecnologia Bluetooth dentro deles."

Eu pretendia comprar algo barato. Com cerca de um minuto de conversa, porém, Czernikowski me convenceu a experimentar um par ao preço de US$ 130 (R$ 675) de uma marca chinesa especializada, com um cabo grosso, bonito e trançado.

"Não faça concessões", diz ela. Eles soam excelentes pelo preço, mas a BBC não recomenda produtos como parte do seu compromisso com a imparcialidade. Então, você terá que fazer sua própria pesquisa.

Entreguei meu cartão de crédito, comprei um maldito adaptador USB para usar com os fones e saí para a rua para plugá-los.

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Inflação na Argentina fica em 2,9% em fevereiro, maior nível em quase um ano

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/03/2026 16:54

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2461,68%Dólar TurismoR$ 5,4281,24%Euro ComercialR$ 6,0411,19%Euro TurismoR$ 6,2660,86%B3Ibovespa179.760 pts-2,29%MoedasDólar ComercialR$ 5,2461,68%Dólar TurismoR$ 5,4281,24%Euro ComercialR$ 6,0411,19%Euro TurismoR$ 6,2660,86%B3Ibovespa179.760 pts-2,29%MoedasDólar ComercialR$ 5,2461,68%Dólar TurismoR$ 5,4281,24%Euro ComercialR$ 6,0411,19%Euro TurismoR$ 6,2660,86%B3Ibovespa179.760 pts-2,29%Oferecido por

A inflação na Argentina foi de 2,9% em fevereiro, segundo o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), divulgado nesta quinta-feira (12) pelo Instituto Nacional de Estatísticas e Censos (Indec). O resultado veio acima da expectativa de economistas.

O dado ficou estável em relação a janeiro e manteve a inflação no maior patamar em quase um ano. No acumulado em 12 meses até fevereiro, o indicador chegou a 33,1%, acima dos 32,4% registrados no mês anterior.

Os setores com maiores altas em fevereiro foram habitação, água, eletricidade, gás e outros combustíveis (6,8%) e alimentos e bebidas não alcoólicas (3,3%). Na sequência, aparecem bens e serviços diversos (3,3%), restaurantes e hotéis (3%) e equipamentos e manutenção do lar (2,6%).

Nesta semana, o presidente Javier Milei reiterou sua promessa de reduzir a inflação a zero e afirmou que isso deve ocorrer até agosto. Paralelamente, autoridades argentinas se reúnem com representantes da Casa Branca, nos Estados Unidos, em busca de novos apoios econômicos.

Pesquisa recente do Banco Central da Argentina mostrou que analistas ainda esperam desaceleração da inflação, embora o consenso das previsões para o fim do ano tenha subido em relação ao levantamento anterior, de janeiro.

Os dados da série histórica do Indec mostram que o índice oficial de preços da Argentina apresentou forte melhora no ritmo mensal ao longo de 2024, primeiro ano da gestão Milei.

Em 2025, no entanto, a taxa mensal permaneceu entre 2% e 3%, com poucas leituras abaixo de 2%. O cenário se tornou menos favorável e aumentou as preocupações do governo a partir de maio, quando os números passaram a indicar uma aceleração gradual da inflação.

A Argentina passou por um forte ajuste econômico sob o comando de Milei. No segundo semestre de 2025, uma crise política afetou as expectativas, e o líder argentino buscou o apoio de Donald Trump, nos Estados Unidos, para conter a instabilidade nos mercados e no câmbio. (leia mais abaixo)

A Argentina, que já vinha enfrentando uma forte recessão, passa por uma ampla reforma econômica. Após tomar posse, em dezembro de 2023, Milei decidiu paralisar obras federais e interromper o repasse de dinheiro para os estados.

Foram retirados subsídios às tarifas de água, gás, luz, transporte público e serviços essenciais. Com isso, houve um aumento expressivo nos preços ao consumidor.

O país também observou uma intensificação da pobreza no primeiro semestre de 2024, com 52,9% da população nessa situação. Já no primeiro semestre de 2025, o percentual caiu para 31%.

Por outro lado, o presidente conseguiu uma sequência de superávits (arrecadação maior do que gastos) e retomada da confiança de parte dos investidores.

No terceiro trimestre de 2025, no entanto, Milei passou a enfrentar uma forte crise política após um escândalo envolvendo Karina Milei, secretária-geral da Presidência e irmã do presidente.

Um áudio gravado por um ex-aliado de Javier Milei, no qual Karina é acusada de corrupção, vazou para a imprensa e está sendo investigado pela Justiça. Leia mais aqui.

Em meio à crise, Javier Milei sofreu uma dura derrota, em setembro, nas eleições da província de Buenos Aires — a mais importante da Argentina, que concentra quase 40% do eleitorado nacional.

Os reflexos foram sentidos no mercado: os títulos públicos, as ações das empresas e o peso argentino despencaram um dia após o pleito.

Com o resultado, a moeda argentina atingiu seu menor valor histórico até então, cotada a 1.423 por dólar. Ao longo de 2025, o peso derreteu quase 40% frente ao dólar, encerrando a 1.451,50, em um cenário bastante prejudicial para a inflação.

O pessimismo no mercado surgiu após investidores demonstrarem preocupação de que o governo de Javier Milei não conseguiria avançar com sua agenda de cortes de gastos e reestruturação das contas públicas na Argentina.

A partir de então, ocorreram sucessivas quedas do peso em relação ao dólar, levando o Banco Central da Argentina a retomar intervenções no câmbio para controlar a disparada da moeda norte-americana. (leia mais abaixo)

A volatilidade só começou a ceder depois que o governo dos EUA anunciou apoio à Argentina. Em 20 de outubro, os países oficializaram um acordo de swap cambial de US$ 20 bilhões. Além disso, foi prometido outro incentivo do mesmo valor, elevando o socorro financeiro para US$ 40 bilhões.

Na prática, as medidas aumentam o volume de dólares nas reservas argentinas e buscam recuperar a confiança dos investidores.

Após a confirmação do apoio financeiro pelo governo de Donald Trump, Javier Milei obteve, em 26 de outubro, uma vitória importante nas eleições para a Câmara dos Deputados e o Senado, o que ajudou a conter a disparada do dólar — e pode garantir a continuidade das reformas do atual governo.

Milei anunciou pacote de medidas para tentar aumentar a circulação de dólares na economia argentina — Foto: Agustin Marcarian/Reuters

No início do governo Milei, a melhora nos indicadores econômicos fez com que o líder alcançasse, em 11 abril, um acordo de US$ 20 bilhões em empréstimos junto ao Fundo Monetário Internacional (FMI). A primeira parcela, de US$ 12 bilhões, foi disponibilizada ao país poucos dias depois.

O repasse dos recursos representa um voto de confiança do fundo internacional no programa econômico do presidente argentino. Os valores anunciados se somam a dívidas antigas do país junto ao FMI, que já superavam os US$ 40 bilhões.

Nesse cenário, reduzir a inflação é fundamental para o governo do líder argentino, que deseja eliminar completamente os controles de capitais que prejudicam os negócios e os investimentos. Para isso, Milei quer que a inflação permaneça abaixo de 2% ao mês.

Logo após o acordo com o FMI, o banco central da Argentina anunciou uma redução dos controles cambiais, o chamado “cepo”. A flexibilização determinou o fim da paridade fixa para o peso argentino e introduziu o "câmbio flutuante" — quando o valor da moeda é determinado pela oferta e demanda do mercado.

Com isso, o governo de Javier Milei passou a ensaiar o fim do sistema de restrição cambial que estava em vigor desde 2019, limitando a compra de dólares e outras moedas estrangeiras pelos argentinos. A deterioração recente nos mercados, porém, fez o país voltar a intervir no câmbio. (leia abaixo)

Nos últimos meses, o governo e o Banco Central da Argentina lançaram medidas de naturezas monetária, fiscal e cambial para injetar dólar no país, com o objetivo de fortalecer o cumprimento do acordo com o FMI para a recuperação econômica.

Em maio de 2025, o governo também anunciou sua decisão de permitir que os cidadãos utilizem dólares mantidos fora do sistema financeiro — ou seja, guardados "debaixo do colchão" — sem a obrigatoriedade de declarar a origem dos recursos.

Em 10 de junho, lançou medidas como a flexibilização no uso de pesos e dólares no mercado de títulos públicos e um plano de captação de empréstimo de US$ 2 bilhões com emissões de títulos. Além disso, se comprometeu a reduzir a emissão de moeda pelo BC.

Já na semana anterior às eleições de Buenos Aires — e em meio à forte queda do peso frente ao dólar —, o governo de Milei anunciou sua intervenção no mercado de câmbio.

O secretário de Finanças, Pablo Quirno, afirmou em 2 de setembro que o Tesouro Nacional atuaria diretamente na compra e venda de dólares para garantir oferta suficiente e evitar desvalorizações abruptas.

O objetivo do governo é estabilizar a inflação, reforçar as reservas comerciais, melhorar o câmbio e atrair investimentos, enquanto avança no rigoroso ajuste econômico promovido por Milei.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Entenda como são formados os preços do diesel e como impactam o bolso do consumidor

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/03/2026 14:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2171,12%Dólar TurismoR$ 5,4120,92%Euro ComercialR$ 6,0130,72%Euro TurismoR$ 6,2510,62%B3Ibovespa179.670 pts-2,34%MoedasDólar ComercialR$ 5,2171,12%Dólar TurismoR$ 5,4120,92%Euro ComercialR$ 6,0130,72%Euro TurismoR$ 6,2510,62%B3Ibovespa179.670 pts-2,34%MoedasDólar ComercialR$ 5,2171,12%Dólar TurismoR$ 5,4120,92%Euro ComercialR$ 6,0130,72%Euro TurismoR$ 6,2510,62%B3Ibovespa179.670 pts-2,34%Oferecido por

O governo anunciou nesta quinta-feira (12) uma série de medidas para tentar conter os efeitos da escalada de preços do petróleo na inflação brasileira e para mitigar os riscos de desabastecimento do diesel no país.

decreto que zera as alíquotas do PIS/Cofins sobre o diesel — que representa uma redução de R$ 0,32 por litro;aumento do imposto de exportação sobre o petróleo;medida provisória que prevê o pagamento de uma ubvenção (incentivo) aos produtores e importadores de diesel, no valor de R$ 0,32 por litro; enovas medidas para fiscalizar o repasse do custo das medidas ao consumidor.

A medida vem em meio a relatos de que o aumento do petróleo no mercado internacional — reflexo do conflito no Oriente Médio — já começouo a impactar os preços dos combustíveis nos postos. Uma pesquisa feita pela Edenred Mobilidade, por exemplo, indicou que os preços do diesel dispararam mais de 7% na primeira semana de março em relação aos últimos sete dias de fevereiro.

O caso virou alvo de investigação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), após sindicatos do setor indicarem aumento ou previsão de alta nos preços da gasolina e do diesel em várias regiões, mesmo sem mudança nos valores praticados pela Petrobras nas refinarias.

Entenda nesta reportagem como são formados os preços do diesel e quais são os possíveis impactos da alta do petróleo na inflação brasileira.

Uma série de fatores influenciam o cálculo dos preços cobrados dos consumidores nas bombas. A maior fatia da composição de preços responde pela parcela de remuneração das refinarias. Veja abaixo como o preço é formado:

Remuneração das refinarias: 45,5%;Imposto estadual (ICMS): 19%; Distribuição e revenda: 17,2%; Biodiesel: 13%; e Impostos federais (PIS/Cofins): 5,2%.

Como o g1 já mostrou, o diesel é o principal combustível usado no transporte de cargas no Brasil. Por isso, quando o preço sobe, o custo do frete tende a aumentar — e acaba sendo repassado ao longo da cadeia produtiva.

“Quando há uma alta mais forte no preço do petróleo, é comum que os primeiros efeitos apareçam no diesel. Como ele é o principal combustível do transporte rodoviário de cargas, qualquer aumento de custo tende a se refletir rapidamente nesse mercado", disse o diretor de frete da Edenred Mobilidade, Vinicios Fernandes.

Nas últimas semanas, os preços do petróleo dispararam no mercado internacional com a escalada do conflito entre Estados Unidos, Israel e Irã e o fechamento do Estreito de Ormuz — rota por onde passa mais de 20% do comércio global da commodity.

Na segunda-feira (9), o barril chegou perto de US$ 120, mas acabou recuando nos dias seguintes para a casa dos US$ 90. Nesta quinta-feira, os contratos de abril do barril do Brent, referência internacional, já voltavam a se aproximar dos US$ 100 de novo, com uma alta de mais de 7%.

Como consequência, a alta dos combustíveis pode chegar ao consumidor na forma de produtos e serviços mais caros.

Além disso, caso os preços do petróleo se mantenham elevados por um período mais prolongado de tempo, outros efeitos também começam a ser vistos na economia — como o aumento das taxas de juros, por exemplo.

Segundo o estrategista de ações da XP, Rafael Figueiredo, contou ao g1 ao avaliar os efeitos da alta do petróleo no país, existe uma faixa considerada mais favorável para o desempenho da economia e da bolsa brasileira: quando o barril fica entre US$ 60 e US$ 70, o impacto costuma ser positivo.

“Valores acima de US$ 90 ou US$ 100 pioram o desempenho, porque o impacto inflacionário acaba superando os benefícios da balança comercial”, afirmou à época.

Como mostrou a reportagem do g1, os efeitos de um petróleo mais caro por mais tempo costumam aparecer primeiro no mercado financeiro.

💰 No mercado: pode haver maior pressão sobre os títulos da dívida pública, manutenção de juros elevados por mais tempo e mais cautela das empresas na hora de investir.👥 Na economia real: se esse ambiente se prolongar, os impactos tendem a chegar de forma indireta ao dia a dia da população, com crédito mais caro, menor geração de empregos e crescimento econômico mais lento.

Uma gota de gasolina cai do bico de uma bomba de combustível em um posto de gasolina em Vélizy-Villacoublay, perto de Paris. — Foto: Alain Jocard/AFP

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Lula anuncia que governo não cobrará impostos sobre diesel e que taxará exportação de petróleo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/03/2026 13:15

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2161,11%Dólar TurismoR$ 5,4130,95%Euro ComercialR$ 6,0080,64%Euro TurismoR$ 6,2500,61%B3Ibovespa179.426 pts-2,47%MoedasDólar ComercialR$ 5,2161,11%Dólar TurismoR$ 5,4130,95%Euro ComercialR$ 6,0080,64%Euro TurismoR$ 6,2500,61%B3Ibovespa179.426 pts-2,47%MoedasDólar ComercialR$ 5,2161,11%Dólar TurismoR$ 5,4130,95%Euro ComercialR$ 6,0080,64%Euro TurismoR$ 6,2500,61%B3Ibovespa179.426 pts-2,47%Oferecido por

O anúncio foi feito pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante coletiva de imprensa no Palácio do Planalto.

Segundo o Planalto, a medida elimina os únicos dois impostos federais atualmente cobrados sobre o combustível.

Isso representa, ainda segundo o governo, uma redução de R$ 0,32 dos tributos PIS e Cofins. Outros R$ 0,32 vem da subvenção. Dessa forma, a redução terá impacto de R$ 0,64 por litro.

De acordo com estimativas da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), o PIS, Pasep e a Cofins representam, que, juntos, cerca de 10,5% no valor do diesel comercializado.

Diante da guerra no Oriente Médio e da escalada no preço do petróleo, com a possibilidade de desabastecimento de óleo diesel no país, o governo federal anunciou nesta quinta-feira (12) a redução de impostos sobre o combustível.

aumento do imposto de exportação sobre o petróleo;subvenção (incentivo) aos produtores e importadores de diesel;além de ações para fiscalizar o repasse do custo das medidas ao consumidor.

O anúncio foi feito pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante coletiva de imprensa no Palácio do Planalto.

🔎Segundo o Planalto, a medida elimina os únicos dois impostos federais atualmente cobrados sobre o combustível.

🔎Isso representa, ainda segundo o governo, uma redução de R$ 0,32 dos tributos PIS e Cofins. Outros R$ 0,32 vem da subvenção. Dessa forma, a redução terá impacto de R$ 0,64 por litro.

De acordo com estimativas da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), o PIS, Pasep e a Cofins representam, que, juntos, cerca de 10,5% no valor do diesel comercializado.

"Os produtores que estão auferindo lucros extraordinários vão contribuir com imposto de exportação extraordinário, e consumidores não serão afetados", disse o ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

Um dos decretos assinados pelo presidente zera as alíquotas de PIS e Cofins sobre o diesel para importação e comercialização, enquanto outro ato do governo eleva o imposto de exportação sobre petróleo.

Também foram assinadas medidas provisórias unindo o "armazenamento injustificado" e o "aumento abusivo do preço" dos combustíveis — que passarão a ser fiscalizados pela Agência Nacional do Petróleo (ANP).

"Essa coletiva é uma reparação para o que acontece no Brasil e no mundo, muito causado pela irresponsabilidade das guerras no mundo. O preço do petróleo está fugindo ao controle, isso significa aumento de combustível, e nos EUA já subiu 20%", disse Lula em conversa com jornalistas.

"Estamos fazendo uma engenharia econômica para evitar que os efeitos da irresponsabilidade das guerras cheguem ao povo. Vamos fazer tudo o que for possível", prosseguiu.

Além do ministro da Fazenda, os ministros Rui Costa, da Casa Civil; Wellington César Lima e Silva, da Justiça e Segurança Pública; e Alexandre Silveira, de Minas e Energia, participaram da coletiva e deram declarações.

Antes do anúncio, governo avaliava alternativas para reduzir os impactos da volatilidade sobre o combustível, considerado estratégico para o transporte de cargas e para a inflação.

A preocupação no Planalto é a de evitar repasses bruscos ao consumidor e ao setor produtivo, que podem pressionar os custos logísticos e afetar os preços de alimentos e outros produtos.

De acordo com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, o governo deixará de arrecadar R$ 20 bilhões neste ano com a zeragem do PIS e Cofins sobre o óleo diesel, e, também, outros R$ R$ 10 bilhões com as subvenções (estímulos) à produção e importação do combustível.

Por outro lado, acrescentou ele, a expectativa é de arrecadar outros R$ 30 bilhões com a exportação de petróleo neste ano — se a guerra perdurar todo este tempo, considerando uma alíquota de 12%.

A ideia, segundo ele, é que os efeitos fiscais das medidas se anulem, sem impacto no orçamento de 2026. O governo busca, neste ano, atingir um superávit em suas contas (considerando o intervalo da regra fiscal e abatimento de precatórios).

🔎Subvenções são espécies de benefícios concedidos às empresas com o objetivo de atrair investimentos ou reduzir custos de produção. Na prática, esses incentivos podem incluir descontos, isenções ou reduções de imposto estadual, funcionando como um tipo de apoio financeiro indireto dos governos locais.

Novo líder supremo do Irã ameaça EUA e anuncia ataque a bases americanas no Oriente MédioIsrael ameaça 'tomar territórios' no Líbano e diz para Exército preparar expansão de operação contra Hezbollah

Fumaça sobe após ataque à refinaria de petróleo da Bapco em Sitra, no Bahrein, em 9 de março de 2026. — Foto: REUTERS/Stringer

O movimento do governo ocorre em meio às tensões geopolíticas que têm pressionado o mercado internacional de energia.

Conflitos no Oriente Médio e a instabilidade em regiões produtoras de petróleo aumentaram a volatilidade dos preços no exterior, o que tende a impactar o valor dos combustíveis no Brasil.

Diante desse cenário, o governo Lula discute medidas para reduzir os efeitos dessas oscilações no Brasil. Nesta semana, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, se reuniram com o presidente por pelo menos três dias seguidos para tratar do tema.

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