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Governo anuncia pacote de medidas para conter impacto da guerra no Irã no preço do diesel; entenda

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/03/2026 13:15

Política Governo anuncia pacote de medidas para conter impacto da guerra no Irã no preço do diesel; entenda Lula assinou decretos e uma medida provisória com o objetivo de reduzir influência do conflito no Oriente Médio no preço do combustível, essencial para o escoamento da produção e abastecimento das cidades brasileiras. Por Alexandro Martello, Kellen Barreto, g1 — Brasília

O presidente Lula e ministros do governo anunciaram nesta quinta-feira (12) um pacote de medidas para conter o impacto da guerra no Irã no preço do diesel.

Entre as medidas assinadas por Lula, estão: zerar o PIS/Cofins sobre o diesel, subvenção a produtores e importadores e imposto de exportação sobre o petróleo.

De acordo com o governo federal, com o decreto que zera o PIS/Cofins sobre o diesel, são eliminados os dois únicos impostos federais cobrados sobre o combustível.

A renúncia fiscal com a medida, segundo o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, será de cerca de R$ 20 bilhões.

O pagamento da subvenção aos produtores importadores, segundo Haddad, deve custar cerca de R$ 10 bilhões aos cofres públicos.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ministros do governo anunciaram nesta quinta-feira (12) um pacote de medidas para conter o impacto da guerra no Irã no preço do diesel e, consequentemente, na inflação de produtos que dependem do combustível para chegar aos consumidores.

um decreto que zera as alíquotas do PIS/Cofins incidentes sobre óleo diesel, o que representa uma redução de R$ 0,32 por litro, segundo o governo;uma medida provisória que prevê o pagamento de uma subvenção a produtores e importadores de diesel, no valor de R$ 0,32;a tributação, via medida provisória, da exportação de petróleo com o objetivo de ampliar o refino interno e garantir o abastecimento da população;um decreto que determina que os postos de combustíveis adotem sinalização clara e visível ao consumidor, informando a redução dos tributos federais e do preço em função da subvenção.

De acordo com o governo federal, com o decreto que zera o PIS/Cofins sobre o diesel, são eliminados os dois únicos impostos federais cobrados sobre o combustível. A renúncia fiscal com a medida, segundo o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, será de cerca de R$ 20 bilhões.

A medida, assim como a subvenção a produtores e importadores, tem o objetivo de aliviar a pressão do conflito externo no preço do combustível que é essencial no transporte de cargas, no escoamento da produção agropecuária e abastecimento das cidades, e na mobilidade de brasileiros que utilizam o transporte coletivo.

O pagamento da subvenção aos produtores importadores, segundo Haddad, deve custar cerca de R$ 10 bilhões aos cofres públicos.

Com o imposto de exportação sobre o petróleo, o governo espera bancar a redução de impostos sobre o diesel com a elevação da arrecadação no momento de aumento do preço do produto no mercado internacional. E, de certa forma, "compartilhar" a renda excedente "com a sociedade brasileira".

O governo espera, conforme Haddad, arrecadar cerca de R$ 30 bilhões com o imposto de exportação sobre o petróleo e, assim, alcançar a neutralidade do impacto da redução do PIS/Cofins e do pagamento da subvenção a produtores e importadores de diesel. A previsão é de que dure até 31 de dezembro deste ano.

A medida provisória por Lula também confere novos instrumentos de fiscalização para a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). O objetivo é coibir práticas que prejudiquem o consumidor neste momento de tensão internacional.

A intenção do governo é evitar o aumento abusivo de preços e medidas de retenção de estoques que possam provocar escassez ou venda de produto com valores mais elevados.

Veja mudança de movimento no Estreito de Ormuz com conflito no Oriente Médio — Foto: Reprodução/TV Globo

O conflito no Oriente Médio se instalou após ataques coordenados de Estados Unidos e Israel contra alvos estratégicos em território iraniano, com o objetivo declarado de neutralizar o programa nuclear do país.

A magnitude da operação foi sentida de forma imediata com a notícia da morte de lideranças centrais do regime em Teerã, incluindo o líder supremo Ali Khamenei, o que desencadeou retaliações iranianas com mísseis contra bases americanas e infraestruturas em países aliados na região.

Essa instabilidade militar atingiu em cheio o Estreito de Ormuz, uma das principais vias do comércio energético mundial, por onde transita cerca de um quarto do petróleo global.

Com a paralisação do fluxo de petroleiros e a ameaça constante de novos ataques, o mercado de energia entrou em um estado de tensão, com oscilações no preço do petróleo.

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Google Maps vai ganhar assistente com IA para responder perguntas sobre lugares e rotas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/03/2026 13:15

Tecnologia Google Maps vai ganhar assistente com IA para responder perguntas sobre lugares e rotas ‘Ask Maps’, recurso integrado ao Gemini, será lançado inicialmente nos Estados Unidos e na Índia. O Google Maps também passará a mostrar representações em 3D de edifícios, viadutos e do terreno. Por Redação g1

O Google Maps vai ganhar uma nova versão com recursos de inteligência artificial integrados ao Gemini (IA do Google).

A atualização pretende tornar o uso do aplicativo mais interativo, permitindo que usuários façam perguntas por voz sobre lugares e rotas.

A principal novidade é o recurso chamado Ask Maps, que funciona como um assistente virtual dentro do aplicativo.

O Google Maps vai ganhar uma nova versão com recursos de inteligência artificial integrados ao Gemini (IA do Google). Segundo a big tech, a atualização pretende tornar o uso do aplicativo mais interativo, permitindo que usuários façam perguntas por voz sobre lugares e rotas.

O anúncio foi feito nesta quinta-feira (7) e a novidade será lançada inicialmente nos Estados Unidos e na Índia, em celulares Android e iOS.

A principal novidade é o recurso chamado Ask Maps, que funciona como um assistente virtual dentro do aplicativo. Com ele, o usuário poderá fazer perguntas e receber sugestões diretamente no mapa.

De acordo com a empresa, seria possível perguntar, por exemplo, onde carregar o celular nas proximidades ou se existe uma quadra pública de tênis com iluminação para jogar à noite. O sistema então indicaria opções próximas.

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O Google afirma que o recurso usa informações do Maps sobre mais de 300 milhões de lugares, além de avaliações feitas por cerca de 500 milhões de usuários, para gerar recomendações.

A empresa também diz que a ferramenta poderá ajudar no planejamento de viagens. Ao informar um roteiro com vários destinos, o aplicativo poderia sugerir paradas no caminho, indicar horários de chegada e mostrar dicas deixadas por outros usuários.

Outra promessa é uma visualização mais detalhada das rotas. Segundo o Google, o mapa passará a mostrar representações em 3D de edifícios, viadutos e do terreno, além de destacar elementos da via, como faixas, semáforos e placas de parada. Veja no vídeo acima.

A companhia afirma que essa análise espacial seria feita pelos modelos do Gemini a partir de imagens recentes do mundo real, obtidas por serviços como o Street View e fotografias aéreas.

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Honda tem prejuízo de R$ 18,5 bilhões por errar estratégia de carros elétricos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/03/2026 12:01

Carros Honda tem prejuízo de R$ 18,5 bilhões por errar estratégia de carros elétricos Marca japonesa registra perdas pela primeira vez em quase 70 anos. Queda no mercado de eletrificados e cancelamento de três carros elétricos são principais razões. CEO e executivos da Honda devem contar próprios salários, diz agência. Por Da redação

A principal causa é a reestruturação de US$ 15,7 bilhões (R$ 80,9 bilhões) de sua estratégia para carros elétricos.

O CEO da Honda, Toshihiro Mibe, afirmou que a forte queda na demanda por veículos elétricos torna “muito difícil” manter a lucratividade.

A Honda registrou, segundo a Reuters, seu primeiro prejuízo anual em quase 70 anos como empresa listada em bolsa. A perda de US$ 3,6 bilhões (R$ 18,5 bilhões, em conversão direta) teve como principal causa a reestruturação de US$ 15,7 bilhões (R$ 80,9 bilhões) de sua estratégia para carros elétricos.

Analistas já previam perdas devido às mudanças nos planos de eletrificação da empresa. Mesmo assim, o valor apresentado surpreendeu o mercado, conforme explicou Julie Boote, analista da Pelham Smithers Associados, em entrevista à Reuters.

“O mais inesperado foi o cancelamento total da produção nos Estados Unidos, e não apenas sua redução. A Honda tinha metas ambiciosas para ampliar sua linha de veículos elétricos, mas essas expectativas foram prejudicadas pelas mudanças no mercado”, afirmou Boote.

De acordo com a Reuters, a Honda deve registrar uma perda anual de US$ 3,6 bilhões (R$ 18,5 bilhões) até o fim de março. A projeção anterior era de um lucro perto de US$ 3 bilhões (R$ 15,4 bilhões), mostrando uma mudança brusca nas expectativas.

Montagem de bateria na Fábrica da Honda em Marysville, Ohio, Estados Unidos — Foto: Divulgação / Honda

O CEO da Honda, Toshihiro Mibe, afirmou que a forte queda na demanda por veículos elétricos torna “muito difícil” manter a lucratividade. Após o comunicado, as ações da empresa listadas nos Estados Unidos recuaram 8% durante as negociações prévias à abertura do mercado.

Ainda segundo a Reuters, Toshihiro Mibe e Noriya Kaihara, vice-presidente da empresa, decidiram reduzir voluntariamente 30% de seus salários pelos próximos três meses. Outros executivos também farão cortes de aproximadamente 20%.

A Honda, segunda maior montadora do Japão, também registrou prejuízos no mercado chinês. A empresa tem enfrentado dificuldades para competir com veículos mais avançados de concorrentes como a BYD.

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Stone demite mais de 300 funcionários e sindicato fala em ‘demissão em massa’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/03/2026 12:01

Trabalho e Carreira Stone demite mais de 300 funcionários e sindicato fala em 'demissão em massa' Empresa afirma que os desligamentos são 'um ajuste pontual' na estrutura. Com cerca de 11 mil a 12 mil funcionários, as demissões representam aproximadamente 3% do total do quadro. Por Redação g1 — São Paulo

A Stone, fintech de pagamentos e serviços financeiros digitais, demitiu mais de 300 trabalhadores na última terça-feira (10).

O número exato de desligados não foi confirmado, mas corresponde a cerca de 3% do quadro total, estimado entre 11 mil e 12 mil funcionários.

Em nota, a Stone afirmou que os desligamentos fazem parte de “um ajuste pontual em sua estrutura como parte do processo contínuo de simplificação e ganho de eficiência”.

O Sindicato dos Trabalhadores em Tecnologia da Informação de São Paulo (Sindpd-SP) afirmou que os desligamentos configuram uma “demissão em massa” e repudiou a conduta da companhia.

As dispensas ocorreram durante a negociação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) da categoria, o que levou o sindicato a acusar a empresa de prática antissindical.

A Stone, fintech de pagamentos e serviços financeiros digitais, demitiu mais de 300 trabalhadores na última terça-feira (10). O número exato de desligados não foi confirmado, mas corresponde a cerca de 3% do quadro total, estimado entre 11 mil e 12 mil funcionários.

Em nota, a Stone afirmou que os desligamentos fazem parte de “um ajuste pontual em sua estrutura como parte do processo contínuo de simplificação e ganho de eficiência”. A empresa também afirmou que “a operação segue normalmente, sem impacto para clientes ou parceiros”.

O Sindicato dos Trabalhadores em Tecnologia da Informação de São Paulo (Sindpd-SP) afirmou que os desligamentos configuram uma “demissão em massa” e repudiou a conduta da companhia.

As dispensas ocorreram durante a negociação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) da categoria, o que levou o sindicato a acusar a empresa de prática antissindical. Para a entidade, os desligamentos “representam um desrespeito ao processo de negociação coletiva em curso”.

Segundo o sindicato, a medida surpreendeu trabalhadores e representantes da categoria, já que o período deveria ser dedicado às negociações sobre condições de trabalho e direitos.

“Demissões coletivas nesse contexto fragilizam o ambiente de negociação e pressionam indevidamente os trabalhadores, comprometendo o equilíbrio necessário nas tratativas”, afirmou o Sindpd-SP em nota.

Ainda segundo a entidade, o Supremo Tribunal Federal (STF) já decidiu que demissões em massa devem ser precedidas de negociação com o sindicato da categoria. Para o Sindpd-SP, ao realizar os cortes durante o processo de negociação coletiva, a empresa teria desrespeitado esse entendimento.

Diante do caso, o Sindpd-SP informou que pretende adotar medidas na Justiça do Trabalho, incluindo o questionamento das demissões e um pedido de reintegração dos trabalhadores dispensados.

Antes dos desligamentos, a empresa havia reportado lucro trimestral de R$ 707 milhões, referente ao período encerrado em dezembro, alta de 12% em relação ao mesmo trimestre de 2024.

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Após STF impor controle mais rigoroso de emendas, Tesouro Nacional toma medida para facilitar rastreio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/03/2026 10:58

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2161,11%Dólar TurismoR$ 5,3950,62%Euro ComercialR$ 6,0110,69%Euro TurismoR$ 6,2290,26%B3Ibovespa180.122 pts-2,09%MoedasDólar ComercialR$ 5,2161,11%Dólar TurismoR$ 5,3950,62%Euro ComercialR$ 6,0110,69%Euro TurismoR$ 6,2290,26%B3Ibovespa180.122 pts-2,09%MoedasDólar ComercialR$ 5,2161,11%Dólar TurismoR$ 5,3950,62%Euro ComercialR$ 6,0110,69%Euro TurismoR$ 6,2290,26%B3Ibovespa180.122 pts-2,09%Oferecido por

A Secretaria do Tesouro Nacional publicou portaria no "Diário Oficial da União" desta quinta-feira (12) que facilita o rastreio de emendas parlamentares, ou seja, recursos destinados por deputados e senadores para seus redutos eleitorais a partir de recursos do orçamento.

O órgão informou ter atualizado a classificação das fontes ou destinações de recursos a ser utilizada por Estados, Distrito Federal e municípios para incluir codificação específica destinada à identificação das emendas parlamentares.

Foi criada uma informação Complementar Emendas Parlamentares (EP) e incluídos novos códigos de acompanhamento.

O governo argumenta que, desta forma, "será possível identificar com mais clareza a origem e o fluxo desses recursos nas diferentes etapas da gestão orçamentária e financeira dos estados e municípios". A nova regra tem efeitos para a elaboração e execução dos orçamentos de 2027.

"A atualização promovida pela Portaria traz avanços relevantes para a governança fiscal e para a qualidade das informações das contas públicas. Entre os principais benefícios da medida estão a identificação mais clara dos recursos provenientes de emendas parlamentares e a melhoria no monitoramento da execução orçamentária e financeira, permitindo acompanhar com maior precisão o fluxo desses recursos", informou o Tesouro Nacional.

Segundo o governo, a portaria também "fortalece os mecanismos de controle e fiscalização ao facilitar a rastreabilidade das despesas associadas às emendas e aperfeiçoa a prestação de contas à sociedade, com informações fiscais mais detalhadas e qualificadas".

A mudança nas regras de identificação pelo Tesouro Nacional acontece após o Supremo Tribunal Federal (STF) ter vetado a liberação de emendas consideradas irregulares, na esteira do proibição do chamado "orçamento secreto" — adotado na gestão do presidente Jair Bolsonaro. Em 2024, por exemplo, foram suspensos R$ 4,2 bilhões em emendas.

No fim do ano passado, a corte também proibiu a liberação de emendas de alguns parlamentares, e, neste ano, foi vetada a destinação e execução de recursos de emendas para organizações não-governamentais e outras entidades do terceiro setor administradas ou vinculadas a parentes de parlamentares e de seus assessores.

Congresso aprova LDO com calendário de pagamento de R$ 13 bilhões em emendas parlamentares até as eleições de 2026. — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

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Cargill suspende exportação de soja do Brasil à China após mudança em inspeção

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/03/2026 10:58

Agro Cargill suspende exportação de soja do Brasil à China após mudança em inspeção Empresa é uma das maiores exportadoras do grão no país. O Ministério da Agricultura adotou uma inspeção mais rigorosa para soja destinada à China, após solicitação do governo chinês. Por Reuters

A Cargill suspendeu operações de exportação de soja do Brasil para China devido a mudanças na inspeção fitossanitária pelo governo brasileiro.

Segundo o presidente da empresa no Brasil e do Negócio Agrícola na América Latina, Paulo Sousa, o Ministério da Agricultura do Brasil adotou uma inspeção mais rigorosa para soja destinada à China, após solicitação do governo chinês.

Neste contexto, Cargill, uma das maiores exportadoras de soja a partir do Brasil, também suspendeu a compra do produto no mercado brasileiro, por conta das dificuldades de enviar o grão ao principal importador global da oleaginosa.

A Cargill suspendeu operações de exportação de soja do Brasil para China devido a mudanças na inspeção fitossanitária pelo governo brasileiro, disse o presidente da empresa no Brasil e do Negócio Agrícola na América Latina, Paulo Sousa, à Reuters, na quarta-feira (11) à noite.

Segundo ele, o Ministério da Agricultura do Brasil adotou uma inspeção mais rigorosa para soja destinada à China, após solicitação do governo chinês, e a nova fiscalização está dificultando cumprimento de normas pelos comerciantes e a obtenção da autorização para o embarque do produto.

Neste contexto, Cargill, uma das maiores exportadoras de soja a partir do Brasil, também suspendeu a compra do produto no mercado brasileiro, por conta das dificuldades de enviar o grão ao principal importador global da oleaginosa.

"Isso é um grande risco hoje para o fluxo de exportação brasileira de soja para a China", disse Sousa, nos bastidores da Argentina Week 2026, conferência organizada pelo Bank of America em Nova York.

Ele explicou que o ministério, em vez de usar amostra padrão para inspeção que o mercado usa, está fazendo a própria amostragem.

"Isso está gerando discrepância… com essas discrepâncias, os certificados fitossanitários que acompanham a carga, que são emitidos pelo ministério, em alguns casos não estão sendo emitidos…", disse.

Essa situação está "fazendo com que alguns navios", que tinham a China como destino, "tenham que ser levados para outro lugar".

"Se não resolver logo, vai levar à paralisação dos embarques para a China", ressaltou, acrescentando que a Cargill parou de fazer operações na última sexta-feira.

Ele disse que o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, está avaliando a situação com as entidades representativas dos exportadores e processadores, a Anec e a Abiove, buscando um acordo "sobre a maneira correta de fazer a amostra e a classificação da soja".

Algumas postagens no X nesta quarta-feira, feitas por corretores de grãos e agricultores brasileiros, citaram que quase não houve lances de comerciantes para comprar soja local.

A China é, de longe, o maior cliente da soja brasileira, comprando cerca de 80% dos grãos exportados pelo país sul-americano. O Brasil é o maior produtor e exportador mundial da oleaginosa.

O executivo disse que as novas inspeções começaram no início da semana passada. Há negociações em andamento, mas até agora nenhuma solução foi encontrada, afirmou.

O Ministério da Agricultura do Brasil não respondeu a um pedido de comentário na noite de quarta-feira.

A Anec, associação brasileira de exportadores de grãos, afirmou em nota na quarta-feira que há preocupações entre os exportadores sobre como eles conseguirão adequar suas operações ao novo sistema de inspeção, especialmente no período de pico das exportações de soja do Brasil.

"De forma geral, a principal preocupação do setor segue sendo a soja e como a cadeia conseguirá se adequar às novas exigências no médio prazo. A Anec permanece em diálogo com o Mapa (ministério) e acompanhando a evolução do tema junto às autoridades competentes", disse.

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Greve da Lufthansa cancela voos para o Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/03/2026 10:58

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1910,63%Dólar TurismoR$ 5,3840,41%Euro ComercialR$ 5,9890,32%Euro TurismoR$ 6,2190,11%B3Ibovespa180.758 pts-1,75%MoedasDólar ComercialR$ 5,1910,63%Dólar TurismoR$ 5,3840,41%Euro ComercialR$ 5,9890,32%Euro TurismoR$ 6,2190,11%B3Ibovespa180.758 pts-1,75%MoedasDólar ComercialR$ 5,1910,63%Dólar TurismoR$ 5,3840,41%Euro ComercialR$ 5,9890,32%Euro TurismoR$ 6,2190,11%B3Ibovespa180.758 pts-1,75%Oferecido por

A greve de 48 horas de pilotos da Lufthansa que começou nesta quinta-feira (12) levou ao cancelamento de voos para o Brasil.

Segundo o site da companhia aérea, dois voos que partiriam de Frankfurt com destino a São Paulo foram cancelados nesta quinta e sexta-feira.

Além disso, dois voos partindo de São Paulo para Frankfurt na sexta e no sábado também foram cancelados.

A greve afeta partidas na Alemanha operadas pela companhia aérea principal da Lufthansa, bem como por sua subsidiária de carga Lufthansa Cargo e pela transportadora regional Lufthansa CityLine.

A companhia garantiu que metade dos voos programados nos dias de paralisação deverão operar normalmente. Já em voos de longa distância, 40% das rotas devem ser afetadas.

A greve de 48 horas de pilotos da Lufthansa que começou nesta quinta-feira (12) levou ao cancelamento de voos para o Brasil.

Segundo o site da companhia aérea, dois voos que partiriam de Frankfurt com destino a São Paulo foram cancelados nesta quinta e sexta-feira. Além disso, dois voos partindo de São Paulo para Frankfurt na sexta e no sábado também foram cancelados.

A greve afeta partidas na Alemanha operadas pela companhia aérea principal da Lufthansa, bem como por sua subsidiária de carga Lufthansa Cargo e pela transportadora regional Lufthansa CityLine.

A companhia garantiu que metade dos voos programados nos dias de paralisação deverão operar normalmente. Já em voos de longa distância, 40% das rotas devem ser afetadas.

A Lufthansa anunciou ainda que usará aeronaves maiores. Os passageiros afetados pelo cancelamento serão notificados por e-mail. Quem não for comunicado, pode presumir que seus voos não foram afetados.

O sindicato havia evitado uma paralisação na semana passada devido às tensões que afetam as viagens aéreas para o Oriente Médio, imerso numa guerra envolvendo vários países, que deixou milhares de pessoas presas na região, sem poder viajar. Desta vez, os voos para a região ficarão isentos da greve.

A disputa gira em torno das demandas por maiores contribuições patronais para os planos de pensão da empresa. Segundo o presidente do sindicato Vereinigung Cockpit, Andreas Pinheiro, ainda não há proposta significativa na mesa para atender às preocupações dos pilotos. De acordo com Pinheiro, a greve deve cancelar cerca de 300 voos por dia.

A paralisação marca a segunda rodada de greve. Os pilotos da companhia aérea principal da Lufthansa pararam por um dia em fevereiro, forçando o cancelamento de mais de 800 voos e afetando cerca de 100 mil passageiros.

A Lufthansa propôs então reformas neutras em termos de custo para o sistema de pensões da empresa, seguidas por discussões com um mediador externo sobre a organização mais ampla das operações de voo e as perspectivas de carreira para os pilotos.

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Recuperação extrajudicial não afetará operação nas unidades, diz Raízen

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/03/2026 09:45

Piracicaba e Região Recuperação extrajudicial não afetará operação nas unidades, diz Raízen Empresa afirmou que plano busca criar "ambiente jurídico mais seguro" para negociar e reorganizar as dívidas financeiras do grupo e que as operações seguem normalmente. Por g1 Piracicaba e região

A Raízen anunciou, nesta quarta-feira (11), um pedido de recuperação extrajudicial por conta de dívidas que chegam a R$ 65,1 bilhões.

A recuperação extrajudicial é um acordo em que a empresa renegocia parte das dívidas diretamente com alguns credores, sem a mediação da Justiça.

O objetivo é criar um ambiente jurídico mais seguro para negociar e reorganizar as dívidas financeiras do grupo, além de valores devidos entre empresas do próprio grupo, de acordo com a empresa.

A Raízen afirmou que a renegociação envolve apenas parte das dívidas financeiras e não afeta as operações da companhia.

A Raízen anunciou nesta quarta-feira (11) que entrou com um pedido de recuperação extrajudicial, em meio a negociações com credores para renegociar dívidas e reforçar o caixa da empresa — Foto: Divulgação

Após anunciar, nesta quarta-feira (11), um pedido de recuperação extrajudicial por conta de dívidas que chegam a R$ 65,1 bilhões, a Raízen defendeu que a medida não afetará operação em suas unidades.

🔎 A recuperação extrajudicial é um acordo em que a empresa renegocia parte das dívidas diretamente com alguns credores, sem a mediação da Justiça, em busca de maior prazo ou melhores condições de pagamento para reorganizar as finanças e evitar problemas mais graves, como a falência.

O objetivo é criar um ambiente jurídico mais seguro para negociar e reorganizar as dívidas financeiras do grupo, além de valores devidos entre empresas do próprio grupo, de acordo com a empresa.

"Todas as operações da companhia continuam sendo conduzidas normalmente, incluindo o atendimento a clientes, a relação com fornecedores e a execução de seus planos de negócios", informou a Raízen.

Expansão, dívida alta e resultados em queda: entenda a crise da RaízenConheça a Raízen, empresa que opera os postos Shell no Brasil

Em comunicado, a empresa informou que o pedido foi protocolado na Justiça de São Paulo e foi estruturado em acordo com seus principais credores quirografários — aqueles que têm valores a receber da empresa, mas não contam com garantias, como imóveis ou máquinas.

Nessa categoria de credores podem estar bancos, investidores ou fornecedores que concederam crédito sem exigir garantias.

Segundo a companhia, o plano já conta com a adesão de credores que representam mais de 47% dessas dívidas, percentual suficiente para apresentar o pedido de recuperação extrajudicial.

A partir de agora, a empresa terá até 90 dias para obter o apoio mínimo necessário para que o plano seja aprovado pela Justiça e passe a valer para todos os credores incluídos na negociação.

O plano pode incluir aporte de dinheiro pelos acionistas, transformação de parte das dívidas em ações da empresa, troca de débitos por novos prazos de pagamento, mudanças na estrutura da companhia e venda de ativos.

A Raízen afirmou que a renegociação envolve apenas parte das dívidas financeiras e não afeta as operações da companhia. Leia a nota na íntegra:

"A Raízen informa que protocolou nesta quarta-feira (11) pedido de homologação de um plano de recuperação extrajudicial, voltado à reorganização de parte de suas obrigações financeiras junto a credores da companhia.

A proposta foi estruturada em diálogo com esses credores e tem como objetivo estabelecer um ambiente jurídico adequado para a negociação e implementação de ajustes em determinadas obrigações financeiras, no âmbito da estratégia da companhia de otimização de sua estrutura de capital.

A empresa ressalta que o escopo da recuperação extrajudicial é estritamente financeiro e não envolve dívidas ou obrigações operacionais. Dessa forma, permanecem integralmente preservadas as relações da Raízen com clientes, fornecedores, revendedores e demais parceiros de negócios, que seguem regidas normalmente pelos respectivos contratos.

Todas as operações da companhia continuam sendo conduzidas normalmente, incluindo o atendimento a clientes, a relação com fornecedores e a execução de seus planos de negócios.

O plano apresentado prevê prazo de até 90 dias para a obtenção das adesões necessárias à sua homologação, nos termos da legislação aplicável.

A Raízen manterá seus acionistas e o mercado informados acerca de quaisquer desdobramentos relevantes relacionados a este tema."

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O escândalo que levou à demissão do chef estrelado de um dos melhores restaurantes do mundo

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 12/03/2026 09:45

Empreendedorismo Guia do empreendedor O escândalo que levou à demissão do chef estrelado de um dos melhores restaurantes do mundo René Redzepi já havia pedido desculpas depois que ex-funcionários do restaurante dinamarquês o acusaram de criar um ambiente de trabalho tóxico. Por BBC

Segundo relatos da imprensa, ex-funcionários acusaram o chef René Redzepi de criar ambiente de trabalho tóxico, com abuso verbal e físico — Foto: Getty Images

O chef principal do Noma, um dos restaurantes mais bem avaliados do mundo, pediu demissão em meio a alegações de abuso.

René Redzepi anunciou sua saída nas redes sociais, dizendo: "Após mais de duas décadas construindo e liderando este restaurante, decidi me afastar e permitir que nossos extraordinários líderes agora guiem o restaurante para seu próximo capítulo."

Ex-funcionários acusaram o chef de criar um ambiente de trabalho tóxico, praticando abuso verbal e físico, de acordo com relatos da imprensa.

O restaurante de alta gastronomia, com sede na Dinamarca, estava se preparando para inaugurar uma sede temporária em Los Angeles. Mas após as alegações de abuso e a realização de protestos em frente ao local onde o restaurante estava instalado, os patrocinadores da nova unidade desistiram.

"Um pedido de desculpas não é suficiente; assumo a responsabilidade pelas minhas ações", disse Redzepi em um comunicado publicado no Instagram.

"Para quem estiver se perguntando o que isso significa para o restaurante, deixe-me ser claro: a equipe do Noma hoje é a mais forte e inspiradora que já foi", acrescentou.

"Estamos abertos há 23 anos e tenho muito orgulho da nossa equipe, da nossa criatividade e da direção que o Noma está tomando."

Redzepi também renunciou ao conselho da MAD, uma organização sem fins lucrativos que ele fundou em 2011 e que afirma em seu site que se concentra em ajudar aqueles que são novos no setor de restaurantes.

Uma reportagem recente do New York Times afirmou que dezenas de ex-funcionários acusaram o chef de criar uma cultura abusiva na cozinha e um ambiente de trabalho tóxico, que incluía ameaças verbais e maus-tratos físicos no restaurante que ele fundou em 2003.

"Para ser honesto, acho que as repercussões de ficar em silêncio são piores do que eu manifestar e me solidarizar com meus colegas contra a violência", disse Jason Ignacio White, ex-funcionário do Noma.

White disse ter testemunhado abusos generalizados durante os anos em que trabalhou para o famoso chef.

Dias depois das acusações serem trazidas à tona, Redzepi respondeu às alegações nas redes sociais, dizendo: "Àqueles que sofreram sob minha liderança, meu mau julgamento ou minha raiva, peço profundas desculpas e tenho trabalhado para mudar".

Ele disse que "gritou e empurrou pessoas, agindo de maneiras inaceitáveis" e compartilhou que fez terapia e encontrou maneiras melhores de controlar sua raiva.

Mas protestos ocorreram em frente à unidade temporário do Noma, no bairro de Silver Lake, em Los Angeles. Grupos de defesa dos direitos trabalhistas pediram a renúncia de Redzepi.

"Quem quer comer em um ambiente de abuso?", disse Saru Jayaraman, membro da organização One Fair Wage (Um Salário Justo, em português), à CBS News, parceira da BBC nos EUA. "Quem quer comer comida que vem das lágrimas e do suor de pessoas que estão sofrendo?"

Vários patrocinadores do restaurante, incluindo a American Express, se retiraram do projeto que levaria o restaurante a Los Angeles por 16 semanas.

As reservas para o evento pop-up nos EUA custavam US$ 1.500 (R$ 7.800) por pessoa e esgotaram em poucos minutos.

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Dólar abre com inflação no Brasil, dados dos EUA e petróleo no radar

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/03/2026 09:20

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1590,04%Dólar TurismoR$ 5,3620,1%Euro ComercialR$ 5,969-0,33%Euro TurismoR$ 6,212-0,33%B3Ibovespa183.969 pts0,28%MoedasDólar ComercialR$ 5,1590,04%Dólar TurismoR$ 5,3620,1%Euro ComercialR$ 5,969-0,33%Euro TurismoR$ 6,212-0,33%B3Ibovespa183.969 pts0,28%MoedasDólar ComercialR$ 5,1590,04%Dólar TurismoR$ 5,3620,1%Euro ComercialR$ 5,969-0,33%Euro TurismoR$ 6,212-0,33%B3Ibovespa183.969 pts0,28%Oferecido por

O dólar iniciou a sessão desta quinta-feira (12) em leve alta de 0,29%, cotado a R$ 5,1720. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

▶️ No Brasil, a atenção está voltada para a divulgação da inflação de fevereiro, medida pelo IPCA. A previsão é de alta de 0,6% em relação a janeiro. Com isso, o aumento dos preços nos últimos 12 meses deve chegar a 3,77%.

▶️ Nos Estados Unidos, os investidores acompanham novos dados sobre a economia do país. Entre eles estão o resultado da balança comercial e o número de pedidos de seguro-desemprego feitos na última semana, que deve ficar próximo de 215 mil, nível semelhante ao registrado na semana anterior.

▶️ No cenário internacional, o preço do petróleo voltou a se aproximar da marca de US$ 100 após um ataque a petroleiros em águas do Iraque. O episódio aumentou as preocupações sobre possíveis problemas no transporte e no fornecimento de petróleo no mercado global.

▶️ Diante da tensão, na véspera, a Agência Internacional de Energia (AIE) informou que pretende liberar 400 milhões de barris de petróleo de suas reservas estratégicas para tentar reduzir os impactos do conflito no Oriente Médio.

▶️ Ao mesmo tempo, o Irã afirmou que o mundo deveria se preparar para um petróleo a US$ 200 por barril. A declaração foi feita enquanto forças iranianas atingiam navios mercantes na quarta-feira, o que elevou as preocupações com um possível choque nos preços da commodity.

Os preços do petróleo voltaram a subir nesta quarta-feira (11), conforme investidores continuavam a avaliar os reflexos do conflito no Oriente Médio na economia mundial.

As preocupação giram em torno do fechamento do Estreito de Ormuz, uma das principais rotas marítimas da região e por onde passam ao menos 20% de todo o comércio global de petróleo. Nesta quarta-feira, o comando militar iraniano alertou que o mundo deve e preparar para que os preços da commodity atinjam os US$ 200 por barril.

Na terça-feira (10), a inteligência dos Estados Unidos identificou que o Irã planeja instalar minas navais no canal. A informação foi publicada pela CBS News, com base em relatos de autoridades americanas.

Além disso, uma nova embarcação foi atingida no entorno do Estreito nesta quarta-feira, marcando o 13º ataque a navios na região.

Com isso, os preços do petróleo marcavam mais um dia de alta nesta quarta. Perto das 17h, o barril do Brent, referência internacional, subia 5% nos contratos para abril, a US$ 92,19. O West Texas Intermediate (WTI) dos EUA também tinha alta de 5% no mesmo horário, a US$ 87,62 por barril.

Segundo economistas, o desafio para os governos será garantir que o petróleo continue circulando pelo Estreito de Ormuz ou por caminhos alternativos.

Especialistas também afirmam que a liberação de reservas estratégicas — estoques mantidos por países para situações de emergência — pode ajudar a reduzir a pressão no curto prazo. Ainda assim, a medida não resolve o problema se o conflito continuar afetando o abastecimento global.

Nesta quarta-feira, a Alemanha informou que pretende liberar parte de suas reservas após um pedido da Agência Internacional de Energia (AIE). A organização solicitou que países membros disponibilizem, ao todo, cerca de 400 milhões de barris.

No Brasil, a divulgação de uma nova pesquisa eleitoral Genial/Quaest também ficou no radar. O levantamento indicou que o presidente Lula (PT) lidera em dois dos cenários de 1º turno avaliados, mas empata tecnicamente com o senador Flávio Bolsonaro (PL) em outros cincos.

Os percentuais de intenção de voto de Lula variam entre 36% e 39%. Os de Flávio vão de 30% a 35%. Nos dois cenários em que Lula lidera e que Flávio Bolsonaro fica em segundo lugar a diferença entre eles é de 7 pontos percentuais. A menor diferença entre os dois é de 1 ponto.

Além dos nomes de Lula e Flávio, também foram pesquisados entre os sete cenários os pré-candidatos Ratinho Júnior (PSD), Ronaldo Caiado (PSD), Eduardo Leite (PSD), Romeu Zema (Novo), Renan Santos (Missão) e Aldo Rebelo (DC).

A pesquisa também mostrou que Lula e Flávio Bolsonaro apareceram empatados numericamente pela primeira vez no 2º turno, ambos com 41% das intenções de voto.

Os mercados financeiros ao redor do mundo operaram com atenção redobrada nesta quarta-feira, em meio às incertezas provocadas pela guerra envolvendo Irã, EUA e Israel e aos possíveis efeitos do conflito sobre os preços da energia e o crescimento da economia global.

Em Wall Street, investidores também acompanharam a divulgação de novos dados de inflação, que mostraram que os preços ao consumidor subiram em fevereiro dentro do esperado.

No fechamento, os três índices tiveram sinais mistos: o Dow Jones e o S&P 500 fecharam em queda de 0,61% e 0,08%, respectivamente, enquanto o Nasdaq Composite avançou 0,08%.

Na Europa, o clima foi de cautela e a maioria dos índices de ações fecharam em queda. Entre as principais bolsas Velho Continente, o DAX, da Alemanha, caiu 1,37%, enquanto o CAC 40, da França, perdeu 0,19% e o FTSE 100, do Reino Unido, teve queda de 0,56%.

Na Ásia, o desempenho foi misto. Parte das bolsas fechou em alta, enquanto outras registraram pequenas quedas, em um dia marcado pela cautela dos investidores diante do cenário internacional.

O índice Hang Seng, de Hong Kong, caiu 0,2%, encerrando o dia em 25.898,76 pontos. Já o índice de Xangai, na China, subiu 0,3%, para 4.133,43 pontos.

No Japão, o Nikkei 225 avançou 1,4%, fechando em 55.025,37 pontos. Na Coreia do Sul, o Kospi também terminou o dia em alta de 1,4%, aos 5.609,95 pontos, após ter chegado a subir mais de 3% durante o pregão.

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