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PDV: por que empresas oferecem dinheiro para funcionários saírem do trabalho

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/03/2026 04:53

Trabalho e Carreira PDV: por que empresas oferecem dinheiro para funcionários saírem do trabalho Programa do Banco da Inglaterra chamou atenção ao oferecer quase R$ 1 milhão para alguns funcionários que aceitaram sair. Entenda como funcionam os programas de demissão voluntária e quais são os riscos para quem aceita. Por Rafaela Zem, g1 — São Paulo

Programas de demissão voluntária oferecem indenizações e benefícios para que funcionários optem por deixar a empresa por iniciativa própria.

A estratégia é usada por empresas em momentos de reestruturação, mudança tecnológica ou necessidade de reduzir custos.

Casos recentes, como no Banco da Inglaterra e no Google, mostram como organizações utilizam o mecanismo para ajustar equipes sem recorrer a demissões diretas.

Especialistas alertam que o modelo pode reduzir conflitos trabalhistas, mas também traz riscos, como a perda de profissionais experientes.

Para o trabalhador, aceitar o programa exige avaliar não apenas o valor da indenização, mas também o tempo de recolocação e o planejamento de carreira.

Receber uma indenização maior, manter benefícios por mais tempo e sair da empresa por escolha própria. Essa é a lógica dos programas de demissão voluntária (PDV), mecanismo cada vez mais usado por empresas que precisam reduzir equipes ou reorganizar suas operações.

Nos últimos meses, organizações de diferentes setores voltaram a adotar com frequência esse tipo de estratégia. O Banco da Inglaterra, por exemplo, ofereceu pacotes de desligamento que chamou atenção no mundo todo: £ 150 mil (cerca de R$ 900 mil) para funcionários que aceitaram sair voluntariamente da instituição.

Segundo reportagem da Bloomberg, cerca de 446 funcionários devem deixar o banco britânico e um em cada seis participantes do programa recebeu o valor máximo da indenização.

O agência também informou que os pagamentos foram calculados com base no salário final e no tempo de serviço de cada funcionário — o equivalente a um décimo do salário anual multiplicado pelos anos trabalhados.

Em média, os funcionários receberam cerca de £ 81 mil (R$ 560 mil), o que levou a um custo total estimado em £ 36 milhões (R$ 251 milhões).

Gigantes da tecnologia também têm recorrido a estratégias semelhantes. No início de 2026, o Google passou a oferecer pacotes de saída voluntária para parte dos funcionários da sua organização global de negócios, conhecida como GBO, que reúne áreas como vendas, soluções e desenvolvimento corporativo.

A iniciativa foi comunicada em um e-mail enviado pelo diretor de negócios da empresa, Philipp Schindler. O executivo afirmou que a companhia entra em 2026 “em posição forte”, mas que o cenário continua dinâmico e exige adaptação constante — especialmente diante da expansão da inteligência artificial.

De acordo com o Business Insider, o programa foi direcionado apenas a determinadas funções nos Estados Unidos. Equipes que atuam diretamente no atendimento a clientes ficaram de fora da iniciativa para evitar impactos na relação com os consumidores.

Esses exemplos ilustram uma estratégia cada vez mais comum no mundo corporativo: usar programas de demissão voluntária para ajustar o tamanho das equipes ou o perfil dos funcionários sem recorrer diretamente a cortes obrigatórios.

🔍 O programa de demissão voluntária é um mecanismo pelo qual a empresa oferece incentivos financeiros ou benefícios adicionais para que o próprio funcionário opte por encerrar o vínculo de trabalho.

Na prática, ele funciona como uma alternativa às demissões obrigatórias. Segundo Daniel Consani, CEO do Grupo Top RH, esse tipo de programa costuma aparecer em momentos de transformação organizacional.

“Normalmente ele surge em contextos de reestruturação, queda de receita, fusões ou mudanças estratégicas que exigem reorganização da força de trabalho”, afirma.

Embora a redução de custos seja um fator importante, Consani explica que o PDV geralmente faz parte de mudanças mais amplas dentro das empresas.

“Muitas organizações utilizam o programa para redesenhar estruturas, reduzir funções sobrepostas ou adaptar a equipe a novas prioridades estratégicas”, diz.

Em setores que passam por mudanças tecnológicas rápidas, por exemplo, o mecanismo pode facilitar a transição para novos modelos de negócio.

Ou seja, nem sempre o PDV é aberto a todos os funcionários. Em muitos casos, a empresa direciona o programa para áreas ou cargos específicos. Segundo Consani, isso acontece porque o instrumento normalmente está ligado a um reposicionamento estratégico da organização.

“Empresas tendem a oferecer pacotes voluntários em departamentos que serão reduzidos, automatizados ou substituídos por novas competências.”

O caso do Google ilustra essa lógica. A empresa direcionou o programa para determinadas funções dentro da sua organização global de negócios, enquanto manteve outras equipes fora da iniciativa.

Segundo o Business Insider, cargos ligados diretamente ao atendimento de clientes não foram incluídos no programa justamente para evitar impactos na relação com os consumidores.

Esse tipo de segmentação permite que a empresa ajuste sua estrutura sem comprometer áreas consideradas críticas para o futuro.

No Brasil, a implementação desse tipo de iniciativa segue regras específicas. Para que o PDV seja oferecido, o plano deve estar previsto em acordo ou convenção coletiva firmados entre a empresa e o sindicato da categoria.

O programa também precisa ser formalizado por escrito. Além disso, a adesão deve partir do próprio trabalhador — ou seja, cabe ao funcionário manifestar interesse em participar.

Essa característica reforça o objetivo do mecanismo: transformar um momento delicado em uma negociação estruturada entre empresa e trabalhador.

Uma das principais vantagens do programa de demissão voluntária é reduzir o impacto social e organizacional das demissões. Quando o desligamento ocorre por adesão voluntária, o processo tende a gerar menos conflitos trabalhistas e menos desgaste na relação entre empresa e colaboradores.

Outro benefício importante é a previsibilidade financeira. Ao oferecer incentivos previamente definidos, a empresa consegue estimar melhor o custo das saídas e planejar com mais clareza a reorganização das equipes.

Além disso, programas desse tipo costumam reduzir o risco de disputas judiciais ligadas aos desligamentos.

Para que isso funcione, porém, a forma como o processo é conduzido faz diferença. Segundo Consani, o papel do RH é fundamental para garantir que o programa seja transparente.

“O colaborador precisa entender exatamente o que está sendo oferecido e não pode se sentir pressionado a aderir. Também é importante que exista suporte ao funcionário durante o processo.”

Essa abordagem também ajuda a evitar interpretações equivocadas sobre a iniciativa. “Quando o processo é conduzido de forma humanizada, fica claro que não se trata de uma decisão em que apenas a empresa sai ganhando”, afirma.

Um dos principais é a perda inesperada de profissionais estratégicos. Em muitos casos, trabalhadores mais qualificados ou com maior empregabilidade são justamente os que têm mais facilidade para aderir ao programa e encontrar novas oportunidades.

“Existe o risco de saída de talentos importantes e de perda de conhecimento estratégico”, afirma Consani. Isso pode gerar impactos na continuidade operacional da empresa e dificultar a transferência de conhecimento entre equipes.

Outro problema possível é a perda da chamada memória organizacional — o conjunto de experiências acumuladas pelos profissionais ao longo dos anos. Esse fator pode ser especialmente crítico em empresas com processos técnicos ou regulatórios complexos, explica Consani.

Programas de demissão voluntária também podem influenciar o ambiente de trabalho. “Quando existe transparência e comunicação clara sobre os motivos da decisão, o efeito tende a ser mais controlado.”

Por outro lado, quando o programa é percebido apenas como uma tentativa de reduzir custos, ele pode gerar insegurança entre os funcionários que permanecem na empresa. Isso acontece porque o PDV frequentemente sinaliza um período de mudanças e incertezas dentro da empresa.

O programa também não é uma solução universal. Em empresas que enfrentam problemas estruturais de gestão ou produtividade, um PDV pode apenas reduzir custos no curto prazo sem resolver as causas reais da ineficiência.

Em empresas que enfrentam problemas estruturais de gestão ou produtividade, um PDV pode apenas reduzir custos no curto prazo sem resolver as causas reais da ineficiência.

Além disso, o instrumento pode ser inadequado em setores que já enfrentam escassez de mão de obra qualificada.

Dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) indicam que áreas como tecnologia, engenharia e saúde convivem com déficit de profissionais. Nesses casos, estimular saídas voluntárias pode gerar mais dificuldade para repor talentos do que economia efetiva.

Para os trabalhadores, a decisão de aderir a um programa de demissão voluntária exige análise cuidadosa. Segundo Consani, o ideal é avaliar o pacote com uma visão estratégica de carreira — e não apenas financeira.

“Muitas pessoas olham primeiro para o valor da indenização. Mas é fundamental considerar quanto tempo pode levar para se recolocar no mercado.”

Ainda de acordo com o CEO do Grupo Top, o trabalhador deve considerar fatores como plano de saúde, previdência complementar e estabilidade financeira da família.

“Um pacote que parece vantajoso no curto prazo pode não ser suficiente se o profissional não tiver um plano claro de transição de carreira”, afirma.

Por outro lado, há grupos que tendem a ser mais beneficiados por esse tipo de programa. Profissionais próximos da aposentadoria, por exemplo, costumam avaliar o programa como uma oportunidade de antecipar a saída do mercado de trabalho com segurança financeira.

O pacote também pode ser interessante para trabalhadores que já planejavam mudar de carreira ou abrir um negócio próprio. Em muitos casos, profissionais utilizam os recursos da rescisão como capital inicial para iniciar um novo projeto profissional.

Consani afirma que o erro mais comum é tomar a decisão de forma precipitada. Muitos se concentram apenas no valor imediato da indenização e deixam de avaliar fatores importantes, como planejamento financeiro, custo de vida e chances de recolocação.

“Em momentos de transição profissional, decisões impulsivas podem gerar impactos duradouros na trajetória de carreira”, afirma Consani.

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Quanto tempo você precisa trabalhar para comprar comida? Veja as horas por capital

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/03/2026 03:12

Agro Quanto tempo você precisa trabalhar para comprar comida? Veja as horas por capital Pesquisa da Conab e do Dieese também mostra quanto do salário mínimo é gasto com alimentos. Por Paula Salati, g1 — São Paulo

São Paulo é a capital onde as pessoas precisam trabalhar mais horas por mês para comprar alimentos da cesta básica: um total de 115 horas e 45 minutos.

Na outra ponta do ranking está Aracaju, onde são necessárias 76 horas e 23 minutos de trabalho para comprar a cesta básica.

Em fevereiro deste ano, um trabalhador que recebe salário mínimo precisou comprometer, em média, 46,13% do rendimento líquido para comprar a cesta básica nas 27 capitais pesquisadas.

São Paulo lidera o ranking de comprometimento da renda: 56,88% do salário mínimo é gasto com a cesta básica. — Foto: Reprodução

Você já parou para pensar quantas horas por mês é preciso trabalhar para comprar comida? Ou que porcentagem do salário mínimo é gasta com alimentos básicos?

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) faz esse cálculo para cada capital do país, em parceria com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

O relatório de fevereiro mostrou que São Paulo é a capital onde as pessoas precisam trabalhar mais horas por mês para comprar alimentos da cesta básica: 115 horas e 45 minutos. Em seguida aparecem Rio de Janeiro (112h14) e Florianópolis (108h14).

Na outra ponta do ranking está Aracaju, onde são necessárias 76 horas e 23 minutos de trabalho para comprar a cesta básica.

Em fevereiro deste ano, um trabalhador que recebe salário mínimo precisou comprometer, em média, 46,13% do rendimento líquido para comprar a cesta básica nas 27 capitais pesquisadas. O cálculo considera o salário já com o desconto de 7,5% da contribuição para a Previdência Social.

São Paulo também lidera o ranking de comprometimento da renda: 56,88% do salário mínimo é gasto com a cesta básica. Já Aracaju aparece no fim da lista, com 37,54% do salário comprometido (veja abaixo).

O relatório também estima qual deveria ser o salário mínimo necessário para cobrir as despesas básicas de uma família. Em fevereiro, esse valor deveria ter sido de R$ 7.164,94 — cerca de quatro vezes maior que o piso atual de R$ 1.621.

O cálculo é feito com base no custo da cesta básica mais cara do país, que naquele mês foi a de São Paulo.

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Plataformas devem verificar idade de usuários a partir desta terça; veja como vai funcionar

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/03/2026 01:30

Tecnologia Plataformas devem verificar idade de usuários a partir desta terça; veja como vai funcionar ECA Digital exige verificação de idade mais rígida e proíbe a autodeclaração em sites e aplicativos. Objetivo é impedir acesso indevido de crianças e adolescentes a determinados serviços online. Por Victor Hugo Silva, g1

Redes sociais e outros serviços online com conteúdo impróprio para crianças e adolescentes devem verificar a idade de usuários a partir desta terça-feira (17).

A medida está prevista no Estatuto Digital da Criança e do Adolescente (ECA Digital), sancionado em setembro de 2025.

O ECA Digital determina que as plataformas direcionadas a crianças e adolescentes ou com acesso provável por esse público devem "adotar mecanismos para proporcionar experiências adequadas à idade".

A autodeclaração – o botão "Sim, tenho mais de 16 anos" – está proibida pela lei. Assim, plataformas devem adotar métodos de verificação mais robustos.

Redes sociais e outros serviços online com conteúdo impróprio para crianças e adolescentes devem verificar a idade de usuários a partir desta terça-feira (17). E não podem usar bloqueios simples, como o botão "Sim, tenho mais de 18 anos".

A medida está prevista no Estatuto Digital da Criança e do Adolescente (ECA Digital), sancionado em setembro de 2025. A discussão Ele também ficou conhecido como Lei Felca porque a aprovação aconteceu após o vídeo do influenciador sobre adultização.

O ECA Digital determina que as plataformas direcionadas a crianças e adolescentes ou com acesso provável por esse público devem "adotar mecanismos para proporcionar experiências adequadas à idade".

A lei determina que lojas de aplicativos e sistemas operacionais devem tomar medidas para aferir a idade ou a faixa etária dos usuários. Essa informação deverá ser enviada para plataformas como redes sociais, que precisarão oferecer experiência adequada para aquela pessoa.

Mas o ECA Digital diz que as plataformas também são responsáveis por impedir o acesso indevido de crianças e adolescentes.

A autodeclaração – o botão "Sim, tenho mais de 16 anos" – está proibida pela lei. Assim, serviços online devem adotar métodos de verificação mais robustos, incluindo:

👨‍💻 análise de comportamento, que faz estimativa de faixa etária com base na navegação do usuário; 🤳 envio de selfie, que estima a idade aproximada a partir de técnicas de reconhecimento facial; 🪪 envio de documentação, que permite confirmar a idade exata.

Um decreto do governo federal vai regulamentar os requisitos mínimos de transparência e segurança dos mecanismos de verificação de idade.

Essa verificação não acontecerá em todas as plataformas, mas será exigida em serviços online que podem colocar menores de idade em risco, disse ao g1 a coordenadora do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), Renata Mielli.

"Ela será utilizada para os provedores de aplicação direcionados a crianças e adolescentes e para os que oferecem risco à integridade física e mental, possibilidade de exploração e vendem produtos não adequados para crianças e adolescentes", afirmou.

Jovem usa o celular em Sidney, na Austrália; país proibiu acesso de menores de 16 anos às redes sociais — Foto: Hollie Adams/Reuters

Ao exigir a verificação de idade em determinados serviços sem autodeclaração, o ECA Digital cria um novo fator de proteção a crianças e adolescentes na internet, avaliou Mielli.

"As lojas de aplicativos precisam adotar medidas para vedar o acesso irrestrito de crianças e adolescentes a conteúdos inadequados. Há uma combinação entre a aferição da idade, a classificação indicativa da aplicação e a supervisão parental", afirmou.

Como funciona a verificação de idade de Roblox, Discord, YouTube e outrasMenores de 16 anos terão que vincular redes sociais com as de seus pais

Ainda de acordo com o ECA Digital, a verificação deve garantir a privacidade dos usuários e não pode usar os dados para fins além da verificação de idade.

Plataformas que não demonstrarem estar agindo para proteger crianças e adolescentes poderão ser punidas com advertência, multa de até 10% do faturamento ou R$ 50 milhões por infração, suspensão ou proibição no Brasil.

A aplicação da lei será monitorada pela Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD), que fez um levantamento sobre diferentes ferramentas de verificação de idade na internet, como a inferência a partir do tipo de conteúdo acessado e a análise de documentos.

O ECA Digital entraria em vigor em setembro de 2026, mas foi antecipado para 17 de março por uma medida provisória do presidente Lula, aprovada pelo Congresso.

As plataformas não serão prejudicadas por essa diminuição do prazo porque eventuais sanções serão aplicadas em etapas, disse Mielli, do CGI.br. E, como acontece com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), as empresas têm o direito de se defender em processos administrativos.

"Para aplicar qualquer sanção pecuniária [financeira], existem sanções anteriores. Tem um processo que precisa ser seguido com procedimentos de fiscalização, notificação e advertência", explicou.

"A lei não foi feita apenas para redes sociais e jogos online, mas é claro que são esses grandes players que representam o maior risco para crianças e adolescentes. Essas empresas possuem ferramentas para [realizar] aferição de idade em outras praças nas quais elas prestam esse serviço, então, não é uma novidade para nenhuma delas".

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Mega-Sena pode pagar R$ 105 milhões nesta terça-feira

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/03/2026 01:30

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena pode pagar R$ 105 milhões nesta terça-feira Apostas podem ser feitas até as 20h em lotéricas ou pela internet. Por Redação g1 — São Paulo

O concurso 2.985 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 105 milhões para os acertadores das seis dezenas. O sorteio ocorre às 21h desta terça-feira (17), em São Paulo.

A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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ECA Digital começa a valer e impõe novas regras para crianças e jovens em redes sociais, jogos e sites

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/03/2026 01:30

Tecnologia ECA Digital começa a valer e impõe novas regras para crianças e jovens em redes sociais, jogos e sites Regras foram sancionadas por Lula em setembro. Nova lei cria regras contra a adultização de crianças e adolescentes na internet, aplicativos ou plataformas específicas. Por Ana Clara Alves, Lígia Vieira, TV Globo

O ECA Digital entra em vigor nesta terça-feira (17). A lei foi sancionada pelo presidente Lula em setembro e tinha prazo de seis meses para começar a vigorar.

As normas passam a valer para todo produto ou serviço digital que possa ser acessado por crianças ou adolescentes, independentemente do setor ou modelo de negócio.

O ECA Digital cria um marco jurídico para a proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital, com medidas voltadas à segurança online, proteção de dados, prevenção de riscos e responsabilização de plataformas por conteúdos ilícitos e práticas abusivas.

O descumprimento das medidas pode levar a multas que vão de R$ 10 por usuário cadastrado na plataforma até um limite de R$ 50 milhões, dependendo da infração.

A lei que protege crianças e adolescentes na internet entra em vigor nesta terça-feira (17). O texto, que ficou conhecido como ECA Digital, foi sancionado pelo presidente Lula em setembro e tinha prazo de seis meses para começar a vigorar.

As normas passam a valer para todo produto ou serviço digital que possa ser acessado por crianças ou adolescentes, independentemente do setor ou modelo de negócio.

De acordo com o Ministério dos Direitos Humanos, o ECA Digital cria um marco jurídico para a proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital, com medidas voltadas à segurança online, proteção de dados, prevenção de riscos e responsabilização de plataformas por conteúdos ilícitos e práticas abusivas.

Alguns trechos ainda precisam de regulamentação para detalhar atribuições e formas de aplicação da lei. O decreto com essas regras deve ser publicado ainda nesta terça-feira.

A mudança também afeta a estrutura do governo. A Autoridade Nacional de Proteção de Dados foi transformada em agência reguladora e terá atribuições ligadas ao Estatuto Digital da Criança e do Adolescente.

O órgão ainda deverá publicar regras para detalhar pontos-chave da lei, como a verificação de idade e a vinculação de contas de adultos com menores de 16 anos.

O descumprimento das medidas pode levar a multas que vão de R$ 10 por usuário cadastrado na plataforma até um limite de R$ 50 milhões, dependendo da infração. As empresas também poderão ter as atividades suspensas temporária ou definitivamente.

O ECA Digital prevê que a proteção de crianças e adolescentes na internet seja uma responsabilidade compartilhada entre pais, Estado e plataformas digitais.

Para Igor Luna, coordenador do grupo de trabalho de Crianças e Adolescentes da Câmara Brasileira da Economia Digital, a proteção de menores no ambiente digital deve ser uma responsabilidade compartilhada.

"O poder público estabelece regras e coordena políticas de proteção. As plataformas devem aplicar ferramentas e mecanismos de segurança adequados. Já famílias e educadores têm papel importante no acompanhamento do uso da tecnologia e no desenvolvimento do letramento digital", afirma.

Maria Mello, gerente do eixo digital do Instituto Alana, afirma que a entrada em vigor do Estatuto reafirma, no ambiente digital, o princípio da prioridade absoluta e da proteção integral de crianças e adolescentes.

Ela também ressalta que a responsabilidade do Estado não se limita apenas à agência que vai regular as regras.

"A ANPD agora se torna uma agência. A ideia é que tenha mais autonomia e mais força para acompanhar o processo de adequação das empresas. A fiscalização é fundamental, não apenas por parte da ANPD, mas também do sistema de Justiça", diz a especialista.

"De forma mais ampla, a comunidade escolar também precisa discutir o tema e se apropriar dessa nova lei, produzindo reflexões e materiais sobre seu conteúdo para gestores, famílias e para as próprias crianças e adolescentes."

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Imposto de Renda 2026: quem é obrigado a declarar?

Fonte: G1 Imposto de Renda | Publicado em: 17/03/2026 00:15

Economia Imposto de renda Imposto de Renda 2026: quem é obrigado a declarar? Prazo para entrega da declaração vai de 23 de março a 29 de maio. Expectativa da Receita é de que cerca de 44 milhões de declarações sejam entregues neste ano. Por Redação g1 — São Paulo

A Receita Federal apresentou nesta segunda-feira (16) as regras do Imposto de Renda 2026, referente ao ano-base 2025.

O prazo para entrega da declaração vai de 23 de março a 29 de maio, e os contribuintes poderão baixar o programa a partir da próxima sexta-feira (20).

quem recebeu rendimentos tributáveis, sujeitos ao ajuste na declaração, cuja soma foi superior a R$ 35.584,00 no ano passado;contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 200 mil no ano passado;quem obteve, em qualquer mês de 2025, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas cuja soma foi superior a R$ 40 mil, ou com apuração de ganhos líquidos sujeitas à incidência do imposto;quem teve isenção de imposto sobre o ganho de capital na venda de imóveis residenciais, seguido de aquisição de outro imóvel residencial no prazo de 180 dias;quem teve, em 2025, receita bruta em valor superior a R$ 177.920,00 em atividade rural;quem tinha, até 31 de dezembro de 2025, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 800 mil;quem passou para a condição de residente no Brasil em qualquer mês e se encontrava nessa condição até 31 de dezembro de 2025;quem optou por declarar os bens, direitos e obrigações detidos pela entidade controlada, direta ou indireta, no exterior como se fossem detidos diretamente pela pessoa física;quem possui trust (acordo para que outra pessoa administre seus bens) no exterior;quem atualizou bens imóveis pagando ganho de capital diferenciado em dezembro/2025 (Lei nº 14.973/2024);quem auferiu rendimentos no exterior de aplicações financeiras e de lucros e dividendos;deseja atualizar bens no exterior;quem optou pela isenção do imposto sobre a renda incidente sobre o ganho de capital auferido na venda de imóveis residenciais, caso o produto da venda seja aplicado na aquisição de imóveis residenciais localizados no país, no prazo de 180 dias, contado da celebração do contrato de venda, nos termos do art. 39 da Lei nº 11.196, de 21 de novembro de 2005.

Como baixar o programa?Até quando vai o prazo de declaração do Imposto de Renda 2026?Quando vou poder fazer a declaração pré-preenchida?A isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil já está valendo?Quando vou receber a restituição?Quem tem prioridade para receber a restituição?Quais os documentos necessários para fazer a declaração?O que é o 'cashback' anunciado pelo Fisco?Quais são os limites para dedução?

O contribuinte poderá baixar os programas do Windows, Multiplataforma (zip) e Outros (Mac, Linux, Solaris). O programa estará disponível no próprio site da Receita Federal a partir de sexta-feira (20).

Acesse o site da Receita Federal e clique na opção "Baixar programa" para baixar a versão para Windows ou escolher uma das demais opções;Depois que o computador fizer o download do programa de instalação, uma caixa de introdução será aberta. Nessa aba, a orientação da Receita é que você finalize todos os programas em execução antes de prosseguir. Feito isso, basta clicar em "Avançar";Em seguida, selecione a pasta onde pretende instalar o programa no seu computador. Você também tem a opção de criar uma pasta própria para o download, se quiser. Depois, clique em "Avançar" novamente;Confirme as configurações para a pasta de destino. Para facilitar, selecione a opção de "criar atalho na área de trabalho" — dessa forma, um ícone para o programa será criado. Em seguida, clique em "Avançar";Pronto! A Instalação está concluída. Agora, basta clicar em "Terminar".

Os contribuintes que preferirem fazer a declaração por dispositivos móveis precisarão baixar o aplicativo da Receita Federal.

▶️ ATENÇÃO: Essa opção não pode ser usada, entre outros, por contribuintes que tenham recebido rendimento:

de rendimentos tributáveis recebidos do exterior;que tenham ganhos de capital na alienação de bens ou direitos;que tenham ganhos de capital na alienação de bens ou direitos adquiridos em moeda estrangeira;que tenham ganhos de capital na alienação de moeda estrangeira em espécie; entre outros. Para ver todos os limites da declaração online e por aplicativo, clique aqui.

Quem não entregar a declaração dentro do prazo fixado está sujeito a uma multa, que varia de um valor mínimo de R$ 165,74 até um montante máximo, que corresponde a 20% do imposto devido.

De acordo com a Receita Federal, a declaração pré-preenchida estará disponível desde o primeiro dia do prazo de entrega, em 23 de março.

🔎 Na declaração pré-preenchida, a Receita Federal apresenta ao contribuinte informações sobre rendimentos, deduções, bens e direitos, além de dívidas e ônus reais — dados que são carregados automaticamente, sem necessidade de digitação.

Neste ano, além das informações já disponibilizadas em anos anteriores, a declaração pré-preenchida também passará a informar:

recuperação das informações de pagamento (DARFs);informações do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) de renda variável (comum e day-trade);informações do eSocial – empregados domésticos;otimização na recuperação das informações dos dependentes (núcleo familiar).

Para optar pela declaração pré-preenchida, o contribuinte precisa ter uma conta de nível prata ou ouro no gov.br.

Não. A isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil por mês foi aprovada pelo governo no final do ano passado. A medida também prevê um desconto progressivamente menor para rendas de até R$ 7.350 mensais.

Apesar de entrar em vigor a partir de janeiro deste ano, as novas regras só serão declaradas no ano que vem. Isso porque a declaração deste ano se refere aos rendimentos recebidos em 2025.

"Rendimentos que estão sendo recebidos neste ano vão estar sujeitos a ajustes, confirmação, na declaração do ano que vem. Na declaração deste ano, o contribuinte tem que considerar aquilo recebido no ano passado", explicou o supervisor do Imposto de Renda da Receita Federal, José Carlos da Fonseca.

Diferentemente de anos anteriores, as restituições de 2026 serão pagas em quatro lotes. Segundo a Receita Federal, cerca de 80% dos pagamentos devem ser feitos nos dois primeiros lotes, ou seja, até o fim de junho.

A Receita prioriza a data de entrega da declaração, mas também segue uma fila de prioridades para alguns grupos, que recebem a restituição antes dos demais — mesmo que tenham enviado o documento nos últimos dias do prazo.

Quem envia a declaração mais cedo recebe a restituição primeiro. Por outro lado, se houver erros ou omissões, o contribuinte perde a posição na fila e vai para o fim do calendário de restituições.

idosos acima de 80 anos;idosos entre 60 e 79 anos;contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave;contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério;contribuintes que adotarem a declaração pré-preenchida e optarem por receber a restituição via PIX;contribuintes que adotarem a declaração pré-preenchida ou optarem por receber a restituição via PIX.

Você precisará ter em mãos informes de rendimentos da empresa em que trabalha, de instituições financeiras e de outras rendas recebidas no ano passado.

Informes de rendimentos de instituições financeiras, inclusive corretora de valores;Informes de rendimentos de salários, pró-labore, distribuição de lucros, aposentadoria, pensões etc.;Informes de rendimentos de aluguéis de bens móveis e imóveis recebidos de jurídicas etc.;Informações e documentos de outras rendas recebidas, tais como doações, heranças, dentre outras;Livro Caixa e DARFs de Carnê-Leão;Informes de rendimentos de participações de programas fiscais (Nota Fiscal Paulista, Nota Fiscal Paulistana, dentre outros).

Documentos que comprovem a compra e venda de bens e direitos ocorridas no ano-calendário;Cópia da matrícula do imóvel e/ou escritura de compra e venda;Boleto do IPTU;Documentos que comprovem a posição acionária de cada empresa, se houver.

Controle de compra e venda de ações, inclusive com a apuração mensal de imposto (indispensável para o cálculo do Imposto de Renda sobre Renda Variável);DARFs de Renda Variável;Informes de rendimento auferido em renda variável.

Recibos de pagamentos de plano de saúde (com CNPJ da empresa emissora);Despesas médicas e odontológicas em geral (com CNPJ da empresa emissora);Comprovantes de despesas com educação (com CNPJ da empresa emissora, com a indicação do aluno);Comprovante de pagamento de previdência social e privada (com CNPJ da empresa emissora);Recibos de doações efetuadas;Recibos de empregada doméstica (apenas uma), contendo número NIT;Recibos de pagamentos efetuados a prestadores de serviços.

Nome, CPF, grau de parentesco e data de nascimento dos dependentes;Endereços atualizados;Cópia completa da última Declaração de Imposto de Renda Pessoas Física entregue;Dados da conta para restituição ou débitos das cotas de imposto apurado, caso haja;Atividade profissional exercida atualmente.

O contribuinte também pode precisar incluir informações complementares sobre alguns tipos de bens — como imóveis e veículos, por exemplo —, além de dados de conta-corrente e aplicações financeiras.

Imóveis: data de aquisição, área do imóvel, Inscrição municipal (IPTU), registro de inscrição no órgão público e registro no cartório de Imóveis;Veículo, aeronaves e embarcações: número do Renavam e/ou registro no correspondente órgão fiscalizador;Contas correntes e aplicações financeiras: CNPJ da instituição financeira.

Segundo o secretário da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, haverá um tipo de "cashback" do Imposto de Renda 2026, voltado para contribuintes específicos.

não precisa declarar neste ano de forma obrigatória (por estar fora da faixa de renda) e que, por isso, não enviará a declaração;teve alguma retenção na fonte em 2025; eque teria direito à restituição do IR.

Sem o envio da declaração de ajuste no prazo legal, essas pessoas normalmente ficariam sem a restituição. Neste ano, porém, a Receita depositará os valores automaticamente, em um lote no mês de julho.

Segundo a Receita Federal, os contribuintes podem optar por dois modelos na entrega do documento: o simplificado ou o completo, que têm limites para dedução.

A regra para fazer a declaração simplificada continua a mesma. Quem optar por ela terá um desconto "padrão" de 20% na renda tributável.

Este abatimento substitui todas as deduções legais da declaração completa, entre elas aquelas de gastos com educação e saúde.

Quem teve gastos altos em 2025 com dependentes e saúde, por exemplo, pode optar por fazer a declaração completa do Imposto de Renda, pois esses gastos são dedutíveis.

Dependentes: o valor máximo é de R$ 2.275,08 por dependente, o mesmo do ano passado.Educação: nas despesas com educação (ensino infantil, fundamental, médio, técnico e superior, o que engloba graduação e pós-graduação), o limite de dedução permaneceu em R$ 3.561,50 por dependente.Despesas médicas: as deduções continuam sem limite, ou seja, o contribuinte pode declarar todo o valor gasto e deduzi-lo do Imposto de Renda.

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