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Mega-Sena, concurso 2.985: três apostas levam prêmio e dividem R$ 104,5 milhões

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/03/2026 22:05

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena, concurso 2.985: três apostas levam prêmio e dividem R$ 104,5 milhões Veja os números sorteados: 06 – 08 – 21 – 32 – 41 – 60. Vencedores são de Camocim (CE), Catalão (GO) e Presidente Castelo Branco (PR). Por Redação g1 — São Paulo

O sorteio do concurso 2.985 da Mega-Sena foi realizado na noite desta terça-feira (17), em São Paulo. Três apostas acertaram as seis dezenas e vão dividir o prêmio de R$ 104.568.157,59.

Os vencedores são de Camocim (CE), Catalão (GO) e Presidente Castelo Branco (PR). Com a divisão do prêmio, cada um vai levar R$ 34.856.052,53.

A quina teve 96 apostas vencedoras, rendendo R$ 34.815,62 para cada. Já a quadra teve 4.494 ganhadores, que vão levar R$ 1.225,92 cada.

As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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Procons e ANP fiscalizam postos para combater preços abusivos do diesel; veja balanço

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/03/2026 22:05

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,199-0,58%Dólar TurismoR$ 5,399-0,63%Euro ComercialR$ 5,997-0,36%Euro TurismoR$ 6,242-0,43%B3Ibovespa180.410 pts0,3%MoedasDólar ComercialR$ 5,199-0,58%Dólar TurismoR$ 5,399-0,63%Euro ComercialR$ 5,997-0,36%Euro TurismoR$ 6,242-0,43%B3Ibovespa180.410 pts0,3%MoedasDólar ComercialR$ 5,199-0,58%Dólar TurismoR$ 5,399-0,63%Euro ComercialR$ 5,997-0,36%Euro TurismoR$ 6,242-0,43%B3Ibovespa180.410 pts0,3%Oferecido por

Uma gota de gasolina cai do bico de uma bomba de combustível em um posto. — Foto: Alain Jocard/AFP

A Agência Nacional do Petróleo (ANP) iniciou, nesta terça-feira (17), uma fiscalização para identificar possíveis preços abusivos em postos de combustíveis de nove estados, além do Distrito Federal.

A ação é realizada por fiscais da agência, em parceria com Procons municipais e estaduais dos seguintes locais:

Amazonas;Bahia;Distrito Federal;Mato Grosso;Minas Gerais;Pará;Paraná;Rio de Janeiro;Rio Grande do Sul;São Paulo.

AANP realizou hoje (17/3) uma operação de fiscalização em nove estados e no Distrito Federal, em conjunto com a Senacon e Procons estaduais e municipais, que são órgãos conveniados à ANP e podem autuar quem pratique infrações previstas na legislação da Agência.

As ações foram focadas na coleta de preços em postos de combustíveis para análise, pela Agência, sobre possíveis preços abusivos, em consonância com as atribuições recebidas pela Medida Provisória nº 1.340, publicada em 12/3/2026. Também foram verificados aspectos de qualidade dos combustíveis e quantidade fornecida pelas bombas. As equipes estiveram presentes em 22 cidades, no Amazonas, Bahia, Distrito Federal, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo.

De acordo com os dados preliminares, foram fiscalizados hoje 43 agentes econômicos, sendo 42 postos e uma distribuidora de combustíveis, nessas 22 cidades. Foram lavrados 13 autos de infração por motivos diversos. A ANP realizou notificações para envio, pelos postos à Agência, das notas fiscais de aquisição dos combustíveis dos últimos períodos.

Esses dados serão analisados pela ANP e, em caso de caracterização de preços abusivos, poderão gerar autuações, processos administrativos e, ao final dos processos, multas. As multas criadas pela MP 1.340/2026, que a ANP e seus órgãos conveniados podem aplicar, variam de R$ 50 mil e R$ 500 milhões de reais, dependendo da gravidade da conduta e do porte do eventual infrator.

Segundo a ANP, a fiscalização coletou os preços praticados nos postos desses estados para acompanhar a evolução do valor do diesel, especialmente após a medida provisória 1.340, publicada na última sexta-feira (13).

A medida zera os impostos federais PIS/Cofins sobre o diesel e pode reduzir o preço em R$ 0,32 por litro, além do pagamento de uma subvenção a produtores e importadores deste combustível, no valor de R$ 0,32, por litro.

Até a publicação da medida, o preço do diesel já havia subido 11,8% e chegado a R$ 6,80, segundo levantamento da ANP.

Além dos preços do diesel, a fiscalização também vai verificar a quantidade de combustível fornecida pelas bombas e a qualidade do produto.

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Ministro da Justiça diz que PF abriu inquérito para apurar preços abusivos de combustíveis

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/03/2026 19:51

Política Ministro da Justiça diz que PF abriu inquérito para apurar preços abusivos de combustíveis Além disso, a Secretaria Nacional do Consumidor do MJ mobilizou os Procons de todos os estados para fiscalizar os postos de combustíveis. Por Mariana Assis, g1 — Brasília

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, anunciou nesta terça-feira (17) que a Polícia Federal instaurou inquérito para apurar preços abusivos de combustíveis. Além disso, a Secretaria Nacional do Consumidor mobilizou os Procons de todos os estados para a fiscalização.

"É inaceitável que a falsa alegação de impacto da guerra seja fator para incremento dos preços", disse o ministro.

Segundo o ministro, o Ministério de Minas e Energia e os ministérios públicos estaduais também participam do trabalho de fiscalização.

A Agência Nacional de Petróleo (ANP) iniciou, nesta terça, uma operação de fiscalização em nove estados e o Distrito Federal (DF) para verificar eventuais preços abusivos.

Além dos valores, a qualidade dos combustíveis e quantidade fornecida pelas bombas também estão na mira da fiscalização.

As equipes envolvidas na ação estão nos estados do Amazonas, Bahia, Distrito Federal, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo.

Na semana passada, o governo federal anunciou um pacote de medidas para conter o impacto da guerra no Irã no preço do diesel e, consequentemente, na inflação de produtos que dependem do combustível para chegar aos consumidores.

um decreto que zera as alíquotas do PIS/Cofins incidentes sobre óleo diesel, o que representa uma redução de R$ 0,32 por litro, segundo o governo;uma medida provisória que prevê o pagamento de uma subvenção a produtores e importadores de diesel, no valor de R$ 0,32, por litro;a tributação, via medida provisória, da exportação de petróleo com o objetivo de ampliar o refino interno e garantir o abastecimento da população;um decreto que determina que os postos de combustíveis adotem sinalização clara e visível ao consumidor, informando a redução dos tributos federais e do preço em função da subvenção.

Prodecon autua 10 postos de combustíveis em fiscalização sobre preço da gasolina em Petrolina — Foto: Divulgação/Ascom PMP

O pacote de ações entrou em vigor com a publicação dos textos no "Diário Oficial da União", em edição extra na quinta-feira (12). Com as medidas, o governo espera gerar um alívio de R$ 0,64 por litro de diesel nas bombas.

“A maior pressão vem do diesel, e não da gasolina. É com o diesel que estamos mais preocupados, pelo fato de afetar as cadeias produtivas de forma mais enfática. Escoamento da safra é feito por caminhões a diesel, o plantio é feito com maquinário que usa diesel”, disse o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, na ocasião.

De acordo com o governo federal, com o decreto que zera o PIS/Cofins sobre o diesel, são eliminados os dois únicos impostos federais cobrados sobre o combustível. A renúncia fiscal com a medida, segundo o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, será de cerca de R$ 20 bilhões.

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Ministra da Gestão diz que governo federal deve fazer aporte de capital nos Correios em 2027

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/03/2026 18:25

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,199-0,58%Dólar TurismoR$ 5,399-0,63%Euro ComercialR$ 5,997-0,36%Euro TurismoR$ 6,242-0,43%B3Ibovespa180.410 pts0,3%MoedasDólar ComercialR$ 5,199-0,58%Dólar TurismoR$ 5,399-0,63%Euro ComercialR$ 5,997-0,36%Euro TurismoR$ 6,242-0,43%B3Ibovespa180.410 pts0,3%MoedasDólar ComercialR$ 5,199-0,58%Dólar TurismoR$ 5,399-0,63%Euro ComercialR$ 5,997-0,36%Euro TurismoR$ 6,242-0,43%B3Ibovespa180.410 pts0,3%Oferecido por

A ministra da Gestão e Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, afirmou, nesta terça-feira (17), que o governo federal deve fazer um aporte de capital nos Correios em 2027.

Segundo a ministra, a medida está prevista no contrato de empréstimo firmado com um consórcio de bancos em dezembro de 2025.

Segundo Dweck, mesmo com um novo empréstimo, o aporte pode ajudar no processo de recuperação financeira da estatal.

A ministra da Gestão e Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, afirmou, nesta terça-feira (17), que o governo federal deve fazer um aporte de capital nos Correios em 2027. Além disso, afirmou que a estatal avalia uma nova captação de empréstimo.

Segundo a ministra, a medida está prevista no contrato de empréstimo de R$ 12 bilhões firmado com um consórcio de bancos em dezembro de 2025.

🔎 Um aporte do governo nos Correios significa que o governo federal, por meio de transferência direta do Tesouro Nacional, vai repassar recursos para a empresa.

"Olha, em relação ao aporte, isso estava, inclusive, previsto no contrato que foi assinado com os bancos, que tinha uma previsão de aporte da União. Só que no próprio contrato que foi assinado dizia que podia ser 2026 ou 2027, até 2027. Então, isso está sendo estudado. Provavelmente o aporte esse ano não deve acontecer, pode acontecer até 27", disse a ministra.

"Mas eles estão vendo eventualmente de algum complemento de empréstimo, isso que está sendo estudado", complementou a ministra durante a apresentação do balanço da segunda edição do CNPU.

Segundo Dweck, mesmo com um novo empréstimo, o aporte pode ajudar no processo de recuperação financeira da estatal. "Por isso é parte da equação também", explicou a ministra.

Em fevereiro, o Conselho Monetário Nacional (CMN) deu mais espaço para os Correios conseguirem captar um novo empréstimo com garantias da União. Pela decisão, os Correios poderão conseguir mais R$ 8 bilhões em empréstimo.

O empréstimo faz parte do plano de reestruturação dos Correios, após cinco bancos apresentarem proposta de financiamento.

Ao detalhar o plano de reestruturação dos Correios, no final do ano passado, o presidente da estatal, Emmanoel Rondon, afirmou que ainda seria necessário o empréstimo adicional de R$8 bilhões em 2026.

A ideia inicial da estatal era a tomada de um empréstimo de R$ 20 bilhões, que não foi autorizado pelo Tesouro Nacional em função da alta taxa de juros que havia sido proposta.

"O plano de reestruturação foi concebido com uma necessidade declarada de captação de recursos da ordem de R$ 20 bilhões. Então, a gente fez uma primeira rodada com bancos, recebemos oferta dos R$ 20 bilhões, mas a uma taxa que a gente entendeu que estava mais elevada", afirmou Rondon.

Correios vão precisar de mais R$ 8 bilhões em 2026; plano de reestruturação prevê 15 mil demissões e mil agências fechadas — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

O plano de reestruturação da empresa prevê corte de R$ 2 bilhões em gastos com pessoal, venda de imóveis e o fechamento de mil agências – atualmente os Correios têm cerca de 5 mil unidades.

A companhia vai implementar um programa de demissão voluntária (PDV) e espera, em até 2 anos, reduzir em 15 mil o número total de funcionários, o que representaria um corte de 18% na folha de pagamentos.

🔎 O PDV é um pacote de incentivos oferecido por uma empresa para que seus funcionários peçam demissão por vontade própria. Diferente de uma demissão comum, o PDV funciona como um acordo. Para a empresa, é uma forma de reduzir custos ou reestruturar o quadro de funcionários sem o impacto negativo de demissões em massa.

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ECA Digital: Google e Meta explicam como verificam idade de usuários

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/03/2026 18:25

Tecnologia ECA Digital: Google e Meta explicam como verificam idade de usuários no Brasil Lei obriga plataformas com acesso de menores a adotar mecanismos para adequar conteúdo à faixa etária. Por Redação g1

O Google e a Meta detalharam nesta terça-feira (17) como verificam a idade de usuários. As empresas se manifestaram no mesmo dia em que o Estatuto Digital da Criança e do Adolescente (ECA Digital) entrou em vigor.

A lei determina que plataformas direcionadas a crianças e adolescentes ou com acesso provável por esse público devem "adotar mecanismos para proporcionar experiências adequadas à idade".

Em comunicado, o Google disse que está implementando no Brasil um modelo de estimativa de idade, que analisa a atividade dos usuários, como as buscas realizadas ou as categorias de vídeos assistidos.

"Esses sinais nos ajudam a determinar se aquela pessoa provavelmente tem mais ou menos de 18 anos e a aplicar proteções automáticas em nossos produtos, incluindo bloquear conteúdo com classificação 18+ no YouTube e Google Play, além da ativação do SafeSearch e o bloqueio de resultados inapropriados na Busca", disse a empresa.

Jovem usa o celular em Sidney, na Austrália; país aprovou lei que proíbe acesso de menores de 16 anos às redes sociais — Foto: Hollie Adams/Reuters

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O Google, que controla a loja de aplicativos Play Store, também afirmou que está expandindo o acesso de desenvolvedores a uma ferramenta que fornece sinais de faixa etária para aplicativos.

O ECA Digital determina que lojas de aplicativos e sistemas operacionais devem tomar medidas para aferir a idade ou a faixa etária dos usuários. Essa informação precisa ser repassada para plataformas como redes sociais, que precisarão oferecer experiência adequada para cada usuário.

Segundo a empresa, quando existem suspeitas de declaração incorreta ou tentativa de aumentar a idade na plataforma, usuários precisam fazer uma verificação com o envio de um documento ou de uma selfie em vídeo.

A empresa informou ainda que vai usar novos sinais de idade que serão obtidos por meio das lojas de aplicativos e que usuários podem denunciar contas suspeitas de serem de crianças.

O Reddit, que funciona como um fórum de discussão, disse que fará estimativas de idade para cumprir a legislação brasileira.

A plataforma afirmou ter implementado "métodos de garantia de idade para restringir totalmente o acesso a usuários menores de 16 anos e impedir que menores de 18 anos acessem conteúdo adulto".

Menores de 13 anos continuarão proibidos de usar a plataforma, e usuários com idade estimada entre 13 e 16 anos ficarão suspensos temporariamente até receberem consentimento dos pais. Por fim, usuários com idade estimada entre 16 e 17 anos precisam da verificação apenas para acessar conteúdo adulto na plataforma.

A Meta afirmou que, a partir desta semana, pais poderão ativar a supervisão da conta dos filhos sem precisar da aprovação do adolescente. Adultos que já monitoram as contas não precisam adotar medidas adicionais.

Pais também terão a opção de limitar transações financeiras de seus filhos e bloquear assinaturas, contribuições para arrecadações e compras de selos virtuais.

A supervisão é habilitada na seção Contas de Adolescentes, disponível para Instagram, Facebook, Messenger e Threads. A Meta também destacou o novo recurso do WhatsApp para pais limitarem quem pode falar com seus filhos.

O Google afirmou que menores de 16 anos precisarão ter o recurso de supervisão dos pais ativado para publicar vídeos ou comentários na plataforma.

A empresa destacou ainda que pais e adolescentes podem vincular suas contas no YouTube por meio da seção Central da Família e que adultos podem controlar tempo de tela e aplicativos baixados no aplicativo Family Link.

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Guerra no Irã: companhias aéreas sobem tarifas e cancelam voos após disparada do preço do querosene

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/03/2026 16:45

Turismo e Viagem Guerra no Irã: companhias aéreas sobem tarifas e cancelam voos após disparada do preço do querosene Alta do combustível já afeta companhias da Europa, Ásia e Oceania. Preço mais que dobrou desde janeiro. Por Redação g1

Companhias aéreas europeias começaram a subir preços e cortar voos após a disparada do querosene de aviação, pressionado pela guerra no Oriente Médio.

O movimento pode impactar diretamente os brasileiros, que usam com frequência companhias europeias em voos internacionais.

O combustível, que representa cerca de 40% dos custos das aéreas, dobrou de valor desde o início do ano.

Companhias aéreas europeias começaram a subir preços e cortar voos após a disparada do querosene de aviação, pressionado pela guerra no Oriente Médio. Empresas da Ásia seguem o mesmo caminho e já anunciam reajustes nas tarifas.

A escandinava SAS cancelou centenas de voos nesta semana e anunciou aumento temporário nas tarifas para compensar a alta do combustível. A maioria das suspensões atinge rotas domésticas na Noruega, com impacto menor na Suécia e Dinamarca.

"Dada a situação atual no Oriente Médio, incluindo o aumento acentuado e repentino nos preços globais de combustível, estamos adotando medidas para fortalecer nossa resiliência", declarou a SAS em comunicado à AFP.

Outras gigantes europeias, como Air France-KLM e Lufthansa, também enfrentam pressão de custos. Parte do impacto é amortecida por contratos de hedge — compra antecipada de combustível a preços fixos —, mas o efeito da alta já começa a aparecer nas tarifas.

O movimento pode impactar diretamente os brasileiros, que usam com frequência companhias europeias em voos internacionais.

Na Ásia-Pacífico, empresas seguem na mesma direção. A australiana Qantas anunciou reajustes nas passagens, com alta média de cerca de 5% nos voos internacionais, segundo a imprensa local.

Já a Air India informou que vai ampliar a cobrança de sobretaxas de combustível em voos domésticos e internacionais. A taxa chegará a US$ 125 em rotas para a Europa e a US$ 200 para a América do Norte.

Além dos preços mais altos, companhias também reduziram operações no Oriente Médio por razões de segurança.

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Um Boeing 787 Dreamliner da Air India com matrícula VT-ANB sobrevoa Tóquio, Japão, em 27 de abril de 2025 — Foto: Koki Takagi via REUTERS

O avanço dos preços do querosene explica a pressão. O combustível, que representa cerca de 40% dos custos das aéreas, dobrou de valor desde o início do ano.

Na segunda-feira, o preço médio global chegou a US$ 173,91 por barril, segundo o índice Platts — mais que o dobro do registrado em janeiro.

A alta é mais intensa do que a do petróleo bruto porque o querosene depende de refino e tem menor prioridade que gasolina e diesel, segundo a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA).

O barril de Brent, referência global do petróleo, gira em torno de US$ 100 após a escalada do conflito. O fechamento do Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de 20% da produção mundial, agravou a crise de oferta.

As companhias afirmam que os reajustes são necessários para evitar prejuízos. A Air India, por exemplo, declarou que sem a aplicação de sobretaxas, alguns voos não cobririam os custos operacionais e teriam de ser cancelados.

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Congresso Nacional promulga acordo entre Mercosul e União Europeia

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/03/2026 16:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,207-0,43%Dólar TurismoR$ 5,403-0,57%Euro ComercialR$ 6,008-0,18%Euro TurismoR$ 6,246-0,36%B3Ibovespa180.088 pts0,12%MoedasDólar ComercialR$ 5,207-0,43%Dólar TurismoR$ 5,403-0,57%Euro ComercialR$ 6,008-0,18%Euro TurismoR$ 6,246-0,36%B3Ibovespa180.088 pts0,12%MoedasDólar ComercialR$ 5,207-0,43%Dólar TurismoR$ 5,403-0,57%Euro ComercialR$ 6,008-0,18%Euro TurismoR$ 6,246-0,36%B3Ibovespa180.088 pts0,12%Oferecido por

O Congresso Nacional promulgou nesta terça-feira (17) o acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia (UE).

O acordo, assinado em 17 de janeiro no Paraguai após mais de 25 anos de negociação, prevê a redução ou eliminação gradual de tarifas de importação e exportação, que chegam a mais de 90% do comércio total entre os blocos.

Além disso, estabelece regras comuns para comércio de produtos industriais e agrícolas, investimentos e padrões regulatórios.

Apesar do acordo entre os dois blocos, é necessário que cada país internalize as regras para que essas possam valer.

O Congresso Nacional promulgou nesta terça-feira (17) o acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia (UE), que cria uma das maiores zonas de livre comércio do mundo.

O acordo, assinado em 17 de janeiro no Paraguai após mais de 25 anos de negociação, prevê a redução ou eliminação gradual de tarifas de importação e exportação, que chegam a mais de 90% do comércio total entre os blocos.

Além disso, estabelece regras comuns para comércio de produtos industriais e agrícolas, investimentos e padrões regulatórios.

Apesar do acordo entre os dois blocos, é necessário que cada país internalize as regras para que essas possam valer. O tratado entre os dois blocos foi aprovado no Senado Federal em 4 de março, concluindo o processo de votação no parlamento brasileiro iniciado na Câmara dos Deputados.

Somente após a ratificação por todos é que o tratado estará plenamente em vigor. Até lá, o acordo pode entrar em funcionamento em momentos distintos em cada país, a depender do avanço dos processos internos.

O acordo criará uma das maiores áreas de livre comércio do mundo, ligando os dois blocos em um mercado que atinge de 700 milhões de pessoas.

A expectativa é que o tratado comercial passe a integrar melhor os mercados dos dois blocos, ampliando o fluxo de bens e investimentos entre a América do Sul e a zona do euro.

Na mesma data da votação no Senado, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou um decreto que regulamenta a aplicação de medidas chamadas de "salvaguardas bilaterais", mecanismos de proteção comercial para acordos de livre comércio ou acordos que prevejam alguma preferência tarifária.

A medida foi uma resposta a regulamentação de salvaguardas feita pelo Parlamento Europeu após a assinatura do acordo.

No caso brasileiro, no entanto, as regras valem para tratados comerciais no geral e não apenas para a relação bom a União Europeia.

Série especial do JN mostra como o agronegócio brasileiro está enfrentando as mudanças climáticas — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

Apesar de a maioria dos Estados-membros da UE ter se mostrado favorável à assinatura, o acordo ainda enfrenta resistência de alguns países, que apontam possíveis impactos sobre o setor agrícola.

Depois de o bloco europeu ter confirmado a aprovação do tratado entre os Estados-membros, a ministra da agricultura da França, Annie Genevard, afirmou que adotará medidas unilaterais caso o setor agrícola e pecuário do país seja colocado em risco pelo acordo comercial.

Genevard citou como exemplo a recente suspensão, por um ano, da importação para a França de alguns produtos agrícolas tratados com substâncias proibidas na União Europeia, principalmente de origem sul-americana.

Países como Alemanha e Espanha apoiam o tratado por enxergarem oportunidades de ampliar exportações, reduzir a dependência da China e garantir acesso a minerais estratégicos.

Já a França — que garantiu apoio de alguns países, como Polônia, Irlanda e Áustria — se opõe, principalmente por temer prejuízos ao setor agrícola diante da concorrência de produtos sul-americanos mais baratos. Agricultores e ambientalistas também criticam o acordo.

O texto final tenta equilibrar esses interesses, com salvaguardas para a agricultura europeia e exigências ambientais mais rígidas.

Para o Mercosul, o Brasil tem papel central: precisa comprovar avanços em sustentabilidade e controle ambiental para facilitar a ratificação e ampliar o acesso ao mercado europeu.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Governo fará nova rodada de corte de tarifas de importação após pedidos de empresas, diz secretário do MDIC

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/03/2026 16:01

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,198-0,6%Dólar TurismoR$ 5,399-0,65%Euro ComercialR$ 5,998-0,34%Euro TurismoR$ 6,240-0,46%B3Ibovespa180.184 pts0,17%MoedasDólar ComercialR$ 5,198-0,6%Dólar TurismoR$ 5,399-0,65%Euro ComercialR$ 5,998-0,34%Euro TurismoR$ 6,240-0,46%B3Ibovespa180.184 pts0,17%MoedasDólar ComercialR$ 5,198-0,6%Dólar TurismoR$ 5,399-0,65%Euro ComercialR$ 5,998-0,34%Euro TurismoR$ 6,240-0,46%B3Ibovespa180.184 pts0,17%Oferecido por

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva realizará uma nova rodada de cortes no Imposto de Importação, revertendo, ainda que de forma temporária, parte das elevações de tarifas aplicadas anteriormente neste ano.

A redução das tarifas a zero será aplicada imediatamente, por até quatro meses, mediante solicitação de empresas que comprovarem a ausência de produção nacional dos itens.

O prazo para envio das solicitações pelas empresas vai até 31 de março, quando todos os pedidos serão encaminhados ao Comitê Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Gecex-Camex).

O aumento do Imposto de Importação foi decidido em fevereiro e inicialmente atingiu mais de 1.200 bens de capital, informática e telecomunicações, com o argumento de estimular a indústria nacional.

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) realizará uma nova rodada de cortes no Imposto de Importação, revertendo, ainda que de forma temporária, parte das elevações de tarifas aplicadas anteriormente neste ano, afirmou à Reuters o secretário de Desenvolvimento Industrial do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Uallace Moreira.

A redução das tarifas a zero será aplicada imediatamente, por até quatro meses, mediante solicitação de empresas que comprovarem a ausência de produção nacional dos itens. O governo terá um prazo para avaliar cada pedido e decidir se o corte será mantido posteriormente, explicou.

“Se for comprovada a ausência de produção nacional, a tarifa ficará em zero. Esse processo inicial é automático: a empresa que fizer o pedido e comprovar que não há produção local terá a redução de imediato”, afirmou.

Segundo o secretário, esse direito se aplica aos itens que antes tinham alíquotas inferiores a 7,2% e que, pela nova regra, passaram a ser taxados em 7,2%.

O prazo para envio das solicitações pelas empresas vai até 31 de março, quando todos os pedidos serão encaminhados ao Comitê Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Gecex-Camex).

A validação dos cortes ocorrerá em reunião extraordinária do colegiado, segundo o secretário, que prevê a chegada de “muitos” pedidos.

O aumento do Imposto de Importação foi decidido em fevereiro e inicialmente atingiu mais de 1.200 bens de capital, informática e telecomunicações, com o argumento de estimular a indústria nacional, medida que gerou reação política negativa.

Cerca de 350 itens passaram a ter alíquota de 7,2%, enquanto o restante permaneceu com tarifas mais altas, de até 20%.

No fim de fevereiro, o governo já havia revertido o aumento de tarifas para 125 produtos, sendo que 105 retomaram a alíquota zero.

Para 15 itens, a mudança foi definitiva, enquanto os demais ainda serão avaliados para decidir se o benefício temporário será mantido.

O aumento do imposto de importação também gera mais receita para o governo, segundo uma fonte da área econômica, que afirmou que o tema foi discutido com esse objetivo. No entanto, Moreira negou essa interpretação na entrevista.

“O governo nunca considerou essa medida sob a perspectiva de arrecadação”, defendeu. “O documento que fundamentou a decisão foca exclusivamente no mérito da política industrial e na preocupação com a perda de densidade produtiva.”

Segundo o secretário, as importações de bens de capital e tecnologia pelo Brasil cresceram mais de US$ 20 bilhões nos últimos três anos, contribuindo para a deterioração das transações correntes e impactando a produção nacional.

O debate sobre a produção de itens com tecnologia incorporada ocorre em meio a incertezas sobre a implementação do Redata, política destinada a atrair data centers ao país, que foi criada por medida provisória, mas perdeu validade no Congresso Nacional.

Na entrevista, Moreira afirmou que o governo ainda avalia juridicamente o tema para que a política volte a vigorar.

Segundo ele, a solução pode envolver o envio de um projeto de lei complementar ao Legislativo, que só passa a valer após aprovação pela maioria absoluta de deputados e senadores, seguida da sanção presidencial.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

CNU 2025: veja perfil dos aprovados e próximos passos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/03/2026 16:01

Trabalho e Carreira Concursos CNU 2025: veja perfil dos aprovados e próximos passos Dados incluem informações sobre a distribuição regional dos aprovados, a faixa etária e o nível de escolaridade. Por Redação g1 — São Paulo

O governo federal apresentou, nesta terça-feira (17), o balanço oficial do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU), consolidando os principais números do maior processo seletivo já realizado para o serviço público federal.

A ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, conduziu a coletiva e detalhou os dados de desempenho.

Ao todo, o CNU 2025 registrou 761.545 inscritos. Os índices de abstenção chamaram atenção: 42% dos candidatos faltaram à primeira prova, e 21% não compareceram à segunda etapa.

Apesar disso, o governo avalia que a adesão se manteve elevada, considerando a dimensão inédita do certame e seu alcance nacional.

Os dados consolidados também mostraram a predominância feminina entre os participantes: 60% dos inscritos eram mulheres. Além disso, 33% concorreram por vagas reservadas a políticas de ação afirmativa.

O governo divulgou ainda os primeiros recortes sobre quem conseguiu aprovação para as 3.649 vagas ofertadas em 32 órgãos:

Foram selecionadas pessoas de 578 cidades de todos os 27 estados, o que reforça o caráter nacional da seleção.40,5% das pessoas aprovadas pertencem aos grupos de pretos, pardos, indígenas, quilombolas ou pessoas com deficiência — um avanço em relação ao CPNU anterior, que registrou 33,6% nesse segmento.48,4% das pessoas aprovadas são mulheres, percentual superior ao registrado no CPNU 1, que havia sido de 37%.

O concurso recebeu inscrições de 4.951 municípios, com provas aplicadas em 228 cidades. A proposta central da seleção — ampliar o acesso, padronizar regras e democratizar a entrada no serviço público federal — foi destacada como um dos pilares da edição.

A organização foi conduzida pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, em parceria com a Escola Nacional de Administração Pública (Enap). A execução das provas e fases do concurso foi responsabilidade da Fundação Getulio Vargas (FGV).

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Lycra entra com pedido de recuperação judicial sob dívida de US$ 1,2 bilhão

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 17/03/2026 13:51

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,196-0,64%Dólar TurismoR$ 5,398-0,67%Euro ComercialR$ 5,992-0,43%Euro TurismoR$ 6,238-0,48%B3Ibovespa181.480 pts0,89%MoedasDólar ComercialR$ 5,196-0,64%Dólar TurismoR$ 5,398-0,67%Euro ComercialR$ 5,992-0,43%Euro TurismoR$ 6,238-0,48%B3Ibovespa181.480 pts0,89%MoedasDólar ComercialR$ 5,196-0,64%Dólar TurismoR$ 5,398-0,67%Euro ComercialR$ 5,992-0,43%Euro TurismoR$ 6,238-0,48%B3Ibovespa181.480 pts0,89%Oferecido por

A The Lycra Company, fabricante de spandex — popularmente conhecido como Lycra — e outros tecidos elásticos, entrou com pedido de recuperação judicial nos Estados Unidos nesta terça-feira (17), com uma dívida de US$ 1,2 bilhão (US$ 6,2 bilhões).

Os credores concordaram em fornecer US$ 75 milhões em novos financiamentos e eliminar a maior parte dos US$ 1,53 bilhão em dívidas existentes, segundo registros do tribunal.

A empresa afirmou que a reestruturação não afetará suas operações, clientes, fornecedores ou funcionários.

A Lycra disse contar com apoio quase unânime dos credores e espera concluir o processo de recuperação em até 45 dias.

Sediada em Wilmington, estado norte-americano do Delaware, a empresa vinha enfrentando dificuldades há anos, após sua aquisição em 2019 pela chinesa Ruyi Textile e pela Fashion International Group Limited, segundo registros judiciais.

A The Lycra Company, fabricante de spandex — popularmente conhecido como Lycra — e outros tecidos elásticos, entrou com pedido de recuperação judicial nos Estados Unidos nesta terça-feira (17), com uma dívida de US$ 1,2 bilhão (US$ 6,2 bilhões).

Os credores concordaram em fornecer US$ 75 milhões em novos financiamentos e eliminar a maior parte dos US$ 1,53 bilhão em dívidas existentes, segundo registros do tribunal.

A empresa afirmou que a reestruturação não afetará suas operações, clientes, fornecedores ou funcionários.

A Lycra disse contar com apoio quase unânime dos credores e espera concluir o processo de recuperação em até 45 dias.

Sediada em Wilmington, estado norte-americano do Delaware, a empresa vinha enfrentando dificuldades há anos, após sua aquisição em 2019 pela chinesa Ruyi Textile e pela Fashion International Group Limited, segundo registros judiciais.

Ainda assim, a empresa continuou a apresentar desempenho inferior devido à queda na demanda, à concorrência de produtos genéricos de spandex mais baratos, a tarifas nos EUA e a disputas legais com os antigos proprietários na China.

🔎A Lycra, fibra elástica criada em 1958 pela DuPont nos Estados Unidos, revolucionou a indústria têxtil ao oferecer tecidos que esticam e retornam à forma original.

Inicialmente chamada de spandex, a fibra ganhou espaço em roupas íntimas e trajes esportivos na década de 1960, graças ao conforto e à flexibilidade.

Ao longo dos anos, a Lycra conquistou outros segmentos, como moda praia, moda fitness e vestuário de desempenho, tornando-se referência global em tecidos elásticos.

A companhia mantém oito fábricas, três laboratórios de pesquisa e 11 escritórios na América do Norte, Europa, Ásia e América do Sul, empregando cerca de 2 mil pessoas no mundo todo. No Brasil, a companhia possui fábrica em Paulínia (SP) e na cidade de São Paulo (SP).

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