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Jetour chega ao Brasil com SUVs híbridos a partir de R$ 199 mil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 18/03/2026 21:44

Carros Jetour chega ao Brasil com SUVs híbridos a partir de R$ 199 mil Marca chega com três SUVs, preços ficam entre R$ 199 mil e R$ 299 mil. Jetour já conta com centro de distribuição de peças e promete ter 100 pontos de venda até o fim de 2026 Por Carlos Cereijo, g1 — São Paulo

Jetour começa oficialmente operação no Brasil nesta quarta-feira (18) — Foto: Carlos Cereijo / g1

A Jetour iniciou nesta quarta-feira (18) oficialmente as operações no Brasil. A marca chinesa chega já com três modelos: S06, T1 e T2. E já promete lançar mais três novidades até o fim de 2026. A marca manteve os preços promocionais de pré-venda, mas só até o fim de abril.

A aposta da marca, que nasceu em 2018 como subsidiária da Chery, é ofererecer modelos bem equipados e com design que remete a aventura. Apesar disso, nenhum dos modelos apresentados tem tração nas quatro rodas.

Em fevereiro a Jetour já contava com 14 pontos de venda e, segundo a marca, a expectiva é chegar a 100 pontos, entre concessionárias e lojas, até o fim de 2026. Já existe um centro de distribuição de peças de reposição em Cajamar (SP).

Todos os modelos contam com sistema ADAS, que integra sensores e auxiliares para mitigar acidentes. Veja a seguir mais detalhes dos modelos da Jetour que já podem ser comprados.

O Jetour S06 chega como o modelo mais acessível da marca. Ele tem dimensões de SUV médio, concorre com BYD Song Plus e GWM Haval H6. Desenvolvido para ser o carro de maior volume da Jetour no Brasil, o S06 tem tecnologia de híbrido plug-in.

O S06 usa um motor 1.5 turbo a gasolina com 135 cv e 20,4 kgfm e motor elétrico de 204 cv e 31,6 kgfm. Em conjunto, o torque chega a 52 kgfm, permitindo acelerar de 0 a 100 km/h em 7,9 s.

A bateria de 19,43 kWh garante 70 km de alcance elétrico, segundo o Inmetro. A autonomia total pode atingir 1.200 km, dependendo das condições de uso.

No ciclo de teste PBEV, do Inmetro, o S06 recebeu nota A. registrando 36,2 km/l em modo elétrico na cidade e 28,9 km/l no ciclo rodoviário. Em modo híbrido a média de consumo é de 13,4 km/l.

A versão Advance, que custa R$ 199.900, chega com chave presencial com partida remota, ar‑condicionado digital de duas zonas e central multimídia de 12,8 polegadas com Apple CarPlay e Android Auto sem fio.

O modelo ainda oferece câmera 360°, sensores de estacionamento traseiros, rodas de 18 polegadas, iluminação full LED e banco do motorista com ajustes elétricos. Para completar, traz carregador por indução, além de cinco conexões USB e mais itens.

A versão Premium, que custa R$ 229.900, adiciona rodas diamantadas de 20 polegadas, a tela multimídia aumenta para 15,6" e o sistema de som Sony com nove alto‑falantes.

Nesta configuração os bancos dianteiros passam a oferecer aquecimento e resfriamento, além de ajustes elétricos mais completos com memória para o motorista. O conjunto de itens ainda tem teto solar panorâmico.

O Jetour T1 é mais um híbrido plug‑in. Combina o motor 1.5 turbo de 135 cv e 20,4 kgfm com um motor elétrico de 204 cv e 31,6 kgfm, totalizando 52 kgfm. A aceleração de 0 a 100 km/h ocorre em 8,7 s, a transmissão tem só 1 marcha.

Com bateria de 26,7 kWh toda carregada, o T1 oferece 88 km elétricos medidos pelo Inmetro. A autonomia combinada de até 1.200 km, somando tanque de 70 litros e bateria em 100%.

Segundo Inmetro, registra o equivalente a 34,7 km/l elétrico na cidade e 26,8 km/l na estrada, com nota A. Em modo híbrido, a média de consumo combinado é de 13 km/l. No mercado, o T1 encara versões topo de linha de Jeep Compass, GWM Haval H6, BYD Song Plus e até Ford Bronco Sport.

A versão Advance, que custa R$ 249.900, vem com central multimídia de 15,6 polegadas, cluster digital de 10,3" e carregador sem fio para celular, além de Apple CarPlay e Android Auto sem fio. O modelo inclui ainda ar‑condicionado digital, rodas de 19 polegadas e conjunto de faróis e lanternas em LED.

A versão Premium, que custa R$ 264.900, tem o seletor de marchas em cristal, o teto solar panorâmico elétrico e o porta‑malas com acionamento elétrico.

O pacote inclui ainda o sistema de som com nove alto‑falantes, banco do motorista com memória e função de acesso, que facilita a entrada e saída do veículo ao recuar automaticamente.

Para completar, o modelo oferece o Nap Mode, recurso que mantém o ar‑condicionado ligado com o carro estacionado, ideal para momentos de espera.

Assim como o S06, o T1 tem 8 anos de garantia para bateria e motores elétricos, 7 anos para o veículo e 10 revisões com valores fixos.

Este SUV, que é o mais caro do portfólio, também é híbrido plug‑in. São três motores: 1.5 turbo a gasolina de 135 cv e 20,4 kgfm, além de dois motores elétricos, de 102 cv e 17,3 kgfm e 122 cv e 22,4 kgfm, respectivamente. Juntos, eles entregam 62,2 kgfm de torque.

A transmissão é de 3 marchas, capaz de ajustar automaticamente a entrega de força para priorizar eficiência ou desempenho. Com esse conjunto, o SUV acelera de 0 a 100 km/h em 7,5 segundos, desempenho compatível com modelos turbo de maior cilindrada.

Equipado com uma bateria de 26,7 kWh e um tanque de 70 litros, o SUV alcança até 1.100 km de autonomia total, combinando os modos elétrico e híbrido.

Nos testes do Inmetro no modo elétrico, o T2 marca o equivalente a 27,6 km/l na cidade e 23,4 km/l no ciclo rodoviário, conquistando nota A na classificação energética. Em modo híbrido tradicional, atinge média de 11 km/l.

A versão Advance, que custa R$ 289.900, vem central multimídia de 15,6 polegadas, cluster digital de 10,3" e carregador sem fio, além de Apple CarPlay e Android Auto sem fio. O conjunto inclui ainda ar‑condicionado digital, rodas de 19 polegadas e faróis e lanternas em LED, e outros itens.

Já a versão Premium, que custa R$ 299.900, adiciona o seletor de marchas em cristal, teto solar panorâmico elétrico e porta‑malas com acionamento elétrico, sistema de som com nove alto‑falantes, o banco do motorista com memória e função de acesso e o Nap Mode.

Além de vários assistentes de segurança, como controle automático de velocidade adaptativo e frenagem de emergência autônoma. Uma versão com tração integral está nos planos da marca para o segundo semestre de 2026. Os concorrentes do T2 também são GWM Tank 300, BYD Song Plus Premium e Ford Bronco Sport.

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Brasil faz maior leilão de energia da história, com 19 GW e R$ 64,5 bilhões em investimentos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 18/03/2026 19:57

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2460,9%Dólar TurismoR$ 5,4340,64%Euro ComercialR$ 6,0160,32%Euro TurismoR$ 6,2490,12%B3Ibovespa179.640 pts-0,43%MoedasDólar ComercialR$ 5,2460,9%Dólar TurismoR$ 5,4340,64%Euro ComercialR$ 6,0160,32%Euro TurismoR$ 6,2490,12%B3Ibovespa179.640 pts-0,43%MoedasDólar ComercialR$ 5,2460,9%Dólar TurismoR$ 5,4340,64%Euro ComercialR$ 6,0160,32%Euro TurismoR$ 6,2490,12%B3Ibovespa179.640 pts-0,43%Oferecido por

O Brasil negociou, em leilão nesta quarta-feira, 19 gigawatts (GW) em novos contratos para usinas termelétricas e hidrelétricas, garantindo negócios para empresas como Petrobras, Eneva, Axia e Copel. Foi a maior contratação já realizada pelo setor elétrico do país.

Ao todo, 100 empreendimentos, novos e existentes, foram contratados, somando cerca de R$ 64,5 bilhões em investimentos, segundo dados da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) com base em informações das empresas.

A nova capacidade, equivalente a quase 10% do parque instalado atual, busca garantir a segurança no fornecimento de energia já a partir deste ano.

Com o crescimento das energias eólica e solar nos últimos anos, o país passou a precisar também de usinas que possam entrar em operação rapidamente quando houver queda na geração dessas fontes, que variam conforme o clima.

O leilão viabilizou a recontratação de várias termelétricas já existentes, como Norte Fluminense e Santa Cruz, da Âmbar Energia (do grupo J&F), além de Nova Piratininga, Juiz de Fora, Seropédica, Termomacaé e Termobahia, da Petrobras.

Também foram contratadas usinas flutuantes a gás da turca Karpowership, além de projetos a carvão mineral da Eneva em Itaqui e Pecém.

Na área hidrelétrica, empresas como Axia, Engie Brasil, Copel e a chinesa SPIC garantiram contratos para instalar novas máquinas em usinas já existentes.

Esse foi o maior leilão de geração de energia já realizado no Brasil, tanto em volume quanto em investimentos. O recorde anterior havia sido em 2009, com o leilão da hidrelétrica de Belo Monte, de 11 GW de potência.

Já o único leilão de capacidade realizado até então, em 2021, contratou 4,6 GW e garantiu R$ 5,98 bilhões em investimentos.

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Brasil continua em 2º no ranking de maiores juros reais do mundo após decisão do Copom; veja lista

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 18/03/2026 19:57

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2460,9%Dólar TurismoR$ 5,4340,64%Euro ComercialR$ 6,0160,32%Euro TurismoR$ 6,2490,12%B3Ibovespa179.640 pts-0,43%MoedasDólar ComercialR$ 5,2460,9%Dólar TurismoR$ 5,4340,64%Euro ComercialR$ 6,0160,32%Euro TurismoR$ 6,2490,12%B3Ibovespa179.640 pts-0,43%MoedasDólar ComercialR$ 5,2460,9%Dólar TurismoR$ 5,4340,64%Euro ComercialR$ 6,0160,32%Euro TurismoR$ 6,2490,12%B3Ibovespa179.640 pts-0,43%Oferecido por

O Brasil continua a ter o segundo maior juro real do mundo após o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil (BC) decidir nesta quarta-feira (18) reduzir a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, para 14,75% ao ano.

🔎 O juro real é formado, entre outros pontos, pela taxa de juros nominal subtraída a inflação prevista para os próximos 12 meses. Assim, segundo levantamento compilado pelo MoneYou, os juros reais do país ficaram em 9,51%.

A liderança do ranking, antes ocupada pela Rússia, passou para a Turquia, que registrou uma taxa real de 10,38%. Os russos aparecem na terceira posição, com juros reais de 9,41%.

Em relatório divulgado nesta quarta-feira, o MoneYou afirmou que o Brasil ainda enfrenta incertezas inflacionárias, em meio a preocupações com os gastos do governo. O cenário, segundo a instituição, ficou ainda mais incerto com a guerra no Oriente Médio.

A Argentina, que passou por um forte choque econômico sob o governo de Javier Milei, permaneceu na quarta posição do ranking.

Nesta quarta-feira, o Copom anunciou sua decisão de cortar a taxa básica de juros em 0,25 ponto percentual, para 14,75% ao ano. Trata-se da primeira redução desde maio de 2024.

Considerando os juros nominais (sem descontar a inflação), a taxa brasileira manteve a quarta posição.

Turquia: 37,00%Argentina: 29,00%Rússia: 15,50%Brasil: 14,75%Colômbia: 10,25%México: 7,00%África do Sul: 6,75%Hungria: 6,25%Índia: 5,25%Indonésia: 4,75%Chile: 4,50%Filipinas: 4,25%Israel: 4,00%Hong Kong: 4,00%Austrália: 3,85%Polônia: 3,75%Reino Unido: 3,75%Estados Unidos: 3,75%República Tcheca: 3,50%China: 3,00%Malásia: 2,75%Coreia do Sul: 2,50%Nova Zelândia: 2,25%Canadá: 2,25%Alemanha: 2,15%Áustria: 2,15%Espanha: 2,15%Grécia: 2,15%Holanda: 2,15%Portugal: 2,15%Bélgica: 2,15%França: 2,15%Itália: 2,15%Taiwan: 2,00%Suécia: 1,75%Dinamarca: 1,60%Tailândia: 1,00%Cingapura: 0,88%Japão: 0,75%Suíça: 0,00%

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Copom reduz a taxa básica de juros da economia, a Selic, de 15% para 14,75% ao ano

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 18/03/2026 19:57

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2460,9%Dólar TurismoR$ 5,4340,64%Euro ComercialR$ 6,0160,32%Euro TurismoR$ 6,2490,12%B3Ibovespa179.640 pts-0,43%MoedasDólar ComercialR$ 5,2460,9%Dólar TurismoR$ 5,4340,64%Euro ComercialR$ 6,0160,32%Euro TurismoR$ 6,2490,12%B3Ibovespa179.640 pts-0,43%MoedasDólar ComercialR$ 5,2460,9%Dólar TurismoR$ 5,4340,64%Euro ComercialR$ 6,0160,32%Euro TurismoR$ 6,2490,12%B3Ibovespa179.640 pts-0,43%Oferecido por

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) decidiu nesta quarta-feira (18) reduzir a taxa básica de juros da economia, a Selic, em 0,25 ponto percentual, de 15% para 14,75% ao ano.

Essa era a expectativa da maior parte do mercado financeiro, que projetava uma redução de 0,25 ponto percentual, para 14,75% ao ano.

A taxa básica de juros da economia é o principal instrumento do BC para tentar conter as pressões inflacionárias, que tem efeitos, principalmente, sobre a população mais pobre.

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) decidiu nesta quarta-feira (18) reduzir a taxa básica de juros da economia, a Selic, em 0,25 ponto percentual, de 15% para 14,75% ao ano. Essa é a primeira diminuição da Selic desde maio de 2024.

Essa era a expectativa da maior parte do mercado financeiro, que projetava uma redução de 0,25 ponto percentual, para 14,75% ao ano.

🔎 A taxa básica de juros da economia é o principal instrumento do BC para tentar conter as pressões inflacionárias, que tem efeitos, principalmente, sobre a população mais pobre.

O comitê entende que a decisão "é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta ao longo do horizonte relevante. Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego".

Por conta dos conflitos no Oriente Médio, o Comitê não indicou novos cortes nas próximas reuniões.

Na decisão, o Copom afirma que, no cenário atual, "os passos futuros do processo de calibração da taxa básica de juros possam incorporar novas informações que aumentem a clareza sobre a profundidade e a extensão dos conflitos no Oriente Médio, assim como seus efeitos diretos e indiretos sobre o nível de preços ao longo do tempo".

O começo do processo de queda dos juros no Brasil ocorre apesar das incertezas internacionais, decorrentes da guerra no Oriente Médio — que tem pressionado o petróleo para mais de US$ 100 por barril, contra US$ 72 antes do conflito.

A disparada do petróleo, por sua vez, já está impulsionando os preços dos combustíveis no país, apesar de a Petrobras ainda não ter anunciado reajustes. A expectativa do mercado para a inflação em 2026 já subiu na semana passada.

Na decisão, o Copom afirma que os conflitos no Oriente Médio afetam "direta e indiretamente" a inflação no Brasil e que os riscos para a inflação, tanto de alta quanto de baixa, que já se encontravam mais elevados do que o usual, se intensificaram após o início dos conflitos.

"O Comitê considera os impactos dos conflitos no Oriente Médio de forma prospectiva, em particular seus efeitos sobre a cadeia de suprimentos global e os preços de commodities que afetam direta e indiretamente a inflação no Brasil", diz o comunicado.

A reunião desta quarta teve dois votos a menos, por causa das saídas do diretor de Organização do Sistema Financeiro, Renato Gomes, e do diretor de Política Econômica, Diogo Guillen. O governo ainda não indicou substitutos.

Para definir os juros, a instituição atua com base no sistema de metas. Se as projeções de inflação estão em linha com as metas, é possível baixar os juros. Se estão acima, o Copom tende a manter ou subir a Selic.

Desde o início de 2025, com o início do sistema de meta contínua, o objetivo foi fixado em 3% e será considerado cumprido se a inflação oscilar entre 1,5% e 4,5%.

Com a inflação ficando seis meses seguidos acima da meta em junho, o BC teve de divulgar uma carta pública explicando os motivos.

Ao definir a taxa de juros, o BC olha para o futuro, ou seja, para as projeções de inflação, e não para a variação corrente dos preços, ou seja, dos últimos meses.

Isso ocorre porque as mudanças na taxa Selic demoram de seis a 18 meses para ter impacto pleno na economia.

Neste momento, por exemplo, a instituição já está mirando na meta considerando o terceiro trimestre de 2027.

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Há 2 horas São Paulo Justiça torna tenente-coronel réu por feminicídio e fraude processualHá 2 horas13 pontos e fotos da perícia que embasaram a prisão de tenente-coronel

Há 4 horas São Paulo Nascido em Taubaté e há mais de 20 anos na PM: quem é o réuHá 4 horasPolicial preso chamava esposa de ‘burra’ e dizia que ‘lugar de mulher é em casa’

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Selic recua para 14,75%, mas Copom não projeta novos cortes em meio à guerra no Oriente Médio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 18/03/2026 19:57

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2460,9%Dólar TurismoR$ 5,4340,64%Euro ComercialR$ 6,0160,32%Euro TurismoR$ 6,2490,12%B3Ibovespa179.640 pts-0,43%MoedasDólar ComercialR$ 5,2460,9%Dólar TurismoR$ 5,4340,64%Euro ComercialR$ 6,0160,32%Euro TurismoR$ 6,2490,12%B3Ibovespa179.640 pts-0,43%MoedasDólar ComercialR$ 5,2460,9%Dólar TurismoR$ 5,4340,64%Euro ComercialR$ 6,0160,32%Euro TurismoR$ 6,2490,12%B3Ibovespa179.640 pts-0,43%Oferecido por

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) decidiu nesta quarta-feira (18) reduzir a taxa básica de juros, a Selic, em 0,25 ponto percentual, de 15% para 14,75% ao ano.

Por outro lado, o BC deixou de indicar novos cortes nas próximas reuniões por conta da guerra no Oriente Médio.

Ainda assim, o comitê entende que a decisão de cortar a Selic "é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta ao longo do horizonte relevante".

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) decidiu nesta quarta-feira (18) reduzir a taxa básica de juros, a Selic, em 0,25 ponto percentual, de 15% para 14,75% ao ano. É o primeiro corte desde maio de 2024.

Por outro lado, o BC deixou de indicar novos cortes nas próximas reuniões por conta da guerra no Oriente Médio. O conflito foi citado quatro vezes no comunicado como fonte de incerteza para as decisões futuras.

"No cenário atual, caracterizado por forte aumento da incerteza, o Comitê reafirma serenidade e cautela na condução da política monetária, de forma que os passos futuros do processo de calibração da taxa básica de juros possam incorporar novas informações que aumentem a clareza sobre a profundidade e a extensão dos conflitos no Oriente Médio, assim como seus efeitos diretos e indiretos sobre o nível de preços ao longo do tempo", diz o Copom.

O conflito tem pressionado o preço do petróleo para mais de US$ 100 por barril, elevando os preços dos combustíveis no país. O BC reforçou que a guerra no Oriente Médio afeta a cadeia global de suprimentos e os preços de commodities, o que influencia a inflação no Brasil.

Por isso, o comitê decidiu aguardar novos desdobramentos para avaliar quanto tempo o conflito vai durar e quais serão seus efeitos sobre a economia.

"Os riscos para a inflação, tanto de alta quanto de baixa, que já se encontravam mais elevados do que o usual, se intensificaram após o início dos conflitos no Oriente Médio", diz o comunicado.

Mesmo assim, o Copom iniciou o ciclo de cortes porque o período prolongado de juros altos já mostrou efeitos na desaceleração da economia. Agora, o comitê indica que pode ajustar o ritmo dos cortes conforme novas informações tragam mais clareza sobre o conflito.

O comitê entende que a decisão de cortar a Selic "é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta ao longo do horizonte relevante. Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego".

Lucas Sigu, sócio-fundador da Ciano Investimentos, afirma que a decisão indica que o Banco Central está mais confortável com o comportamento da inflação, mas ainda atua com cautela.

"A guerra pode se prolongar, o que pode frear os planos do Copom de continuar cortando a Selic de forma mais intensa. Isso porque tensões no Oriente Médio e no mercado de commodities tendem a pressionar custos e juros no mundo", diz.

"Se, por outro lado, o conflito perder força e o risco geopolítico diminuir, é provável que a economia brasileira consiga levar a inflação para perto da meta de 3,3% no terceiro trimestre de 2027, mantendo juros mais baixos por mais tempo."

Para Bruna Centeno, economista da Blue3 Investimentos, o principal ponto a monitorar será o aumento dos preços dos combustíveis e os efeitos ao longo da cadeia.

Ela aguarda a ata do Copom, que deve trazer mais detalhes na próxima semana, sobre a possibilidade de manter cortes de 0,25 ponto ou adotar ajustes mais graduais. "Em relação à postura, vimos um comitê alinhado na estratégia, com a maioria defendendo o início dos cortes de 0,25 ponto. Não houve muitas surpresas", afirmou.

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PIX fora do ar? Clientes de bancos reclamam de instabilidade

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 18/03/2026 18:36

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2460,9%Dólar TurismoR$ 5,4340,64%Euro ComercialR$ 6,0160,32%Euro TurismoR$ 6,2490,12%B3Ibovespa179.640 pts-0,43%MoedasDólar ComercialR$ 5,2460,9%Dólar TurismoR$ 5,4340,64%Euro ComercialR$ 6,0160,32%Euro TurismoR$ 6,2490,12%B3Ibovespa179.640 pts-0,43%MoedasDólar ComercialR$ 5,2460,9%Dólar TurismoR$ 5,4340,64%Euro ComercialR$ 6,0160,32%Euro TurismoR$ 6,2490,12%B3Ibovespa179.640 pts-0,43%Oferecido por

Clientes de diferentes bancos usaram as redes sociais nesta quarta-feira (18) para reclamar de instabilidade no PIX.

A plataforma Downdetector, que monitora serviços online, registrou forte aumento de queixas a partir das 15h30. O pico foi atingido às 16h26, com 945 ocorrências.

O maior volume de reclamações veio de clientes do Nubank. Na plataforma, os relatos passaram de 700 por volta das 16h20.

O g1 entrou em contato com o Banco Central do Brasil (BC), responsável pelo sistema de pagamentos instantâneos, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.

Em nota, o Nubank informou que houve uma instabilidade temporária, que já foi "integralmente solucionada".

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

TCU determina que MEC suspenda pagamentos do Pé-de-Meia a beneficiários mortos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 18/03/2026 18:36

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2460,9%Dólar TurismoR$ 5,4340,64%Euro ComercialR$ 6,0160,32%Euro TurismoR$ 6,2490,12%B3Ibovespa179.640 pts-0,43%MoedasDólar ComercialR$ 5,2460,9%Dólar TurismoR$ 5,4340,64%Euro ComercialR$ 6,0160,32%Euro TurismoR$ 6,2490,12%B3Ibovespa179.640 pts-0,43%MoedasDólar ComercialR$ 5,2460,9%Dólar TurismoR$ 5,4340,64%Euro ComercialR$ 6,0160,32%Euro TurismoR$ 6,2490,12%B3Ibovespa179.640 pts-0,43%Oferecido por

O Tribunal de Contas da União (TCU) determinou que o Ministério da Educação (MEC) suspenda os pagamentos de incentivos financeiros do programa Pé-de-Meia a beneficiários identificados com CPFs vinculados a pessoas falecidas entre 2009 e 2023.

A decisão também prevê o bloqueio dos valores depositados em contas poupança desses beneficiários. A pasta terá 60 dias para realizar os bloqueios.

A medida se estende ainda à suspensão de incentivos destinados a estudantes identificados como falecidos nos anos de 2024 e 2025.

📚 Criado em 2024, o programa Pé-de-meia oferece incentivo financeiro a estudantes do ensino médio. Entre seus objetivos estão o combate à evasão escolar e a redução da desigualdade no acesso à universidade e ao mercado de trabalho.

Por meio do Pé-de-Meia, o estudante recebe um incentivo mensal de R$ 200, que pode ser sacado em qualquer momento — Foto: Divulgação/Governo Federal

O MEC também deverá analisar casos em que há indícios de renda familiar per capita superior ao limite estabelecido pelo programa. Caso seja confirmada a inelegibilidade, os pagamentos deverão ser interrompidos e os recursos já depositados em cadernetas de poupança bloqueados.

Outras determinações envolvem estudantes beneficiados que não pertenciam a famílias inscritas no Bolsa Família e que ingressaram no Pé-de-Meia no primeiro semestre de 2024, antes da ampliação do programa.

Se confirmado que esses estudantes não estavam inscritos no Bolsa Família em janeiro de 2024 e não integravam famílias de baixa renda à época da análise de elegibilidade, o MEC deverá suspender os pagamentos e bloquear os valores já creditados.

O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome também terá 60 dias para avaliar inconsistências relacionadas à utilização de CPFs de pessoas falecidas vinculados a beneficiários do Pé-de-Meia.

Além disso, a pasta deverá reavaliar situações de beneficiários do Pé-de-Meia no primeiro semestre de 2024 que também recebem o Bolsa Família, mas cuja renda familiar per capita ultrapassa meio salário mínimo — limite previsto nas regras do programa.

Confirmadas as inconsistências, e após eventual atualização cadastral, as famílias deverão ser desligadas do Bolsa Família.

O ministério deverá ainda revisar casos em que a renda registrada na Relação Anual de Informações Sociais (Rais) de responsáveis por estudantes possa impactar o cálculo da renda familiar per capita no Cadastro Único (CadÚnico).

Caso as irregularidades sejam confirmadas, o ministério deverá promover a correção ou atualização dos dados cadastrais, com o objetivo de garantir maior precisão e confiabilidade às informações utilizadas na execução de políticas públicas.

As medidas foram tomadas após uma auditoria da Corte identificar inconsistências no programa. Também foram emitidas recomendações aos órgãos.

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Lula assina decretos que regulamentam ECA Digital; veja principais pontos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 18/03/2026 17:44

Política Lula assina decretos que regulamentam ECA Digital; veja principais pontos Decreto proibe rolagem infinita do feed e reprodução automática de vídeos. Regra estabelece obrigações aos provedores de redes sociais para proteger menores de idade. Por Ana Clara Alves, TV Globo e g1 — Brasília

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou nesta quarta-feira (18) três decretos para regulamentar o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) Digital.

🔎 O ECA Digital, sancionado por Lula em setembro do ano passado, obriga redes sociais a adotarem medidas para prevenir o acesso de crianças e adolescentes a conteúdo prejudicial, incluindo exploração sexual, violência, danos à saúde mental, pornografia e a promoção de bebidas alcoólicas, tabaco e jogos de azar.

A lei que protege crianças e adolescentes na internet começou a valer nesta terça-feira (17) e precisava de decretos para regulamentar alguns pontos.

a regulamentação do ECA, com mais detalhamento das regras e das responsabilidades;a criação de um centro na Polícia Federal para receber denúncias de potenciais crimes contra crianças e adolescentes provenientes das plataformas;a nova estrutura da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD).

O decreto que detalha a regulamentação proibe as chamadas "práticas manipulativas" em contas de crianças e adolescentes nas redes sociais. Com isso, ficam vedados rolagem infinita de feed, reprodução automática de vídeos, sistemas de recompensa e notificações de jogos, por exemplo.

O decreto prevê que plataformas terão que adotar medidas concretas para evitar que crianças e adolescentes desenvolvam dependência digital.

Serão proibidos recursos que "prendem" o usuário sem ele perceber, como a rolagem infinita de feed sem pausas naturais e a reprodução automática de vídeos, por exemplo.

Também serão vedadas práticas manipulativas e que exploram fragilidades emocionais ou cognitivas dos jovens — criação senso de urgência falso ou usar pressão emocional para manter o usuário na plataforma, por exemplo.

Além disso, jogos com caixas de recompensa, conhecidas como "loot boxes", precisarão verificar a idade e confirmar que o usuário não é menor de idade.

Para que os jogos continuem disponibilizados para crianças e adolescentes, as empresas devem: oferecer uma versão do jogo sem a recompensa, realizar restrição geográfica no território brasileiro ou restringir totalmente a funcionalidade para usuários crianças e adolescentes.

O decreto também vai exigir que as plataformas usem um método confiável de verificação de idade, a ser organizado pela ANPD.

Com isso, não será mais possível que a criança informe uma data de nascimento falsa para acessar conteúdos proibidos, como conteúdo de exploração sexual, serviços de acompanhantes, entre outros.

Os dados usados na verificação de idade deverão ser protegidos e não poderão ser compartilhados com terceiros. Além disso, serão removidos aplicativos que não possuam mecanismo de verificação de idade funcional.

Os “influenciadores mirins” — crianças e adolescentes que aparecem de forma habitual em conteúdos patrocinados ou impulsionados nas redes — ganhou uma regulamentação específica no decreto do ECA Digital.

A partir de agora, plataformas que monetizem ou impulsionem conteúdos que explorem, de forma habitual, a imagem ou a rotina de uma criança ou adolescente precisam exigir dos responsáveis uma autorização judicial prévia.

Também será criado o Centro Nacional de Triagem de Notificações dentro da Polícia Federal para receber, filtrar e encaminhar às autoridades competentes denúncias de conteúdos como abuso sexual infantil, sequestro e aliciamento de menores.

Será a primeira unidade policial que irá concentrar e agilizar denúncias de crimes nas plataformas.

Plataformas serão obrigadas a remover esse tipo de conteúdo imediatamente, sem precisar de ordem judicial, quando a denúncia vier: da própria vítima ou sua família, do Ministério Público ou de organizações da sociedade civil reconhecidas na área de defesa de criança.

Plataformas não poderão mais usar o perfil comportamental de crianças, como gostos, histórico e tempo de tela, para direcionar anúncios publicitários a elas.

O decreto proibe ainda técnicas como análise emocional, realidade aumentada e realidade virtual com fins publicitários voltados ao público infantojuvenil.

Além disso, a ANPD deverá regulamentar formas de previnir e mitigar o acesso, a exposição, a recomendação ou a facilitação de contato de crianças com jogos de azar, apostas de quota fixa, loterias, produtos de tabaco, bebidas alcoólicas, narcóticos e demais produtos e serviços de comercialização proibida a crianças e adolescentes.

criar uma versão do serviço sem esse conteúdo. Dessa forma, não será necessário mecanismos para verificar a idade; ouimplementar meios de verificação de idade obrigatória, sendo proibida a autodeclaração.

Lojas como App Store e Google Play deverão impedir a disponibilização de aplicativos que promovam, ofertem ou viabilizem o acesso a apostas que não tenham autorização dos órgãos reguladores brasileiro.

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Socorro da União a bancos em crise sem aval do Congresso opõe Fazenda e base de Lula na Câmara

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 18/03/2026 17:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2460,9%Dólar TurismoR$ 5,4340,64%Euro ComercialR$ 6,0160,32%Euro TurismoR$ 6,2490,12%B3Ibovespa179.904 pts-0,28%MoedasDólar ComercialR$ 5,2460,9%Dólar TurismoR$ 5,4340,64%Euro ComercialR$ 6,0160,32%Euro TurismoR$ 6,2490,12%B3Ibovespa179.904 pts-0,28%MoedasDólar ComercialR$ 5,2460,9%Dólar TurismoR$ 5,4340,64%Euro ComercialR$ 6,0160,32%Euro TurismoR$ 6,2490,12%B3Ibovespa179.904 pts-0,28%Oferecido por

A base do governo na Câmara articula a retirada da previsão de socorro da União a a bancos em crise sem aval do Congresso de um projeto sobre uma nova resolução bancária.

A proposta está na pauta da Casa presidida por Hugo Motta (Republicanos-PB) e pode ser votada nesta quarta-feira (18).

A retirada do socorro da União sem autorização do Congresso seria uma derrota para o Ministério da Fazenda, que defende a medida.

O projeto, enviado ao Congresso pelo governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), voltou a tramitar após a crise de insolvência do Banco Master. No texto, há previsão para empréstimos da União para bancos em crise.

Segundo o texto, em situações em que a inviabilidade dos bancos configure risco de crise sistêmica, risco de ameaça à solidez ou impacte a estabilidade ou o funcionamento regular do Sistema Financeiro Nacional, o Conselho Monetário Nacional poderá aprovar, por meio de norma infralegal, a realização de empréstimos da União.

O entendimento da Fazenda, é que a autorização do Congresso poderia retardar o socorro a bancos em um momento de crise que demandaria resposta rápida. Mas o tema repercutiu mal entre os partidos de esquerda.

Apesar do posicionamento da Fazenda, a base governista é contra o socorro desde que o projeto entrou em pauta.

“Quando o banco tem lucro, ele não distribui. Quando o banco tem prejuízo a sociedade paga a conta?", afirmou o líder do PT, Pedro Uczai (SC).

“Se o relator não retirar esses artigos, vamos fazer obstrução. Quem vai colocar a digital ali de apoiar uma instituição financeira falida com dinheiro público?”, acrescentou o petista.

O posicionamento é acompanhado pelo líder do PSB na Câmara, Jonas Donizete (PSB-SP). “Só irá [a voto], por parte do governo, se retirar os artigos que preveem colocar dinheiro público para cobrir o rombo [dos bancos]. Para a população é horrível. É como se o governo tivesse bancando", afirmou.

O líder do PSOL na Casa, Tarcísio Motta (RJ), também se posicionou contra o socorro decidido apenas pela autoridade reguladora, alegando perda de prerrogativas do Congresso.

"Nem mesmo no Programa de Estímulo à Reestruturação e ao Fortalecimento do Sistema Financeiro Nacional (Proer) foi aprovado socorro a bancos sem aprovação do Congresso. Nesse novo projeto, só há consulta posterior ao Senado", disse.

O PROER foi um programa para recuperação de bancos instituído pelo governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso em 1995.

"Ao dizer que a consulta é só ao Senado, o projeto impede que uma prerrogativa da Câmara, que é se posicionar sobre o empréstimo", disse Tarcísio Motta.

Diante da insatisfação de partidos da base aliada, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, decidiu ceder.

“Nós concordamos em suprimir esses dispositivos, porque realmente não são necessários", disse Haddad nesta tarde, após reunião com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).

“Numa situação extrema, como está previsto ali, você tem outros mecanismos [para o socorro]. Primeiro que [o empréstimo da União] é um mecanismo raríssimo. E, em segundo caso, nós podemos sentar com o congresso nacional e conversar", acrescentou o ministro.

Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, defende tributação maior das bets no Brasil. — Foto: Reuters via BBC

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Fed mantém juros dos EUA na faixa de 3,50% a 3,75% ao ano em meio à guerra no Oriente Médio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 18/03/2026 15:52

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2210,41%Dólar TurismoR$ 5,4180,33%Euro ComercialR$ 5,9980,01%Euro TurismoR$ 6,2450,04%B3Ibovespa180.802 pts0,22%MoedasDólar ComercialR$ 5,2210,41%Dólar TurismoR$ 5,4180,33%Euro ComercialR$ 5,9980,01%Euro TurismoR$ 6,2450,04%B3Ibovespa180.802 pts0,22%MoedasDólar ComercialR$ 5,2210,41%Dólar TurismoR$ 5,4180,33%Euro ComercialR$ 5,9980,01%Euro TurismoR$ 6,2450,04%B3Ibovespa180.802 pts0,22%Oferecido por

Foto de arquivo: O presidente dos EUA, Donald Trump, observa Jerome Powell, seu indicado para presidir o Federal Reserve (Fed), durante discurso na Casa Branca, em Washington, EUA, em 2 de novembro de 2017. — Foto: REUTERS/Carlos Barria/Foto de arquivo

O Federal Reserve (Fed), banco central dos Estados Unidos, manteve a taxa de juros do país inalterada na faixa de 3,50% a 3,75% ao ano — menor nível desde setembro de 2022. A decisão, anunciada nesta quarta-feira (18), veio em linha com a expectativa do mercado financeiro.

Foi a segunda reunião consecutiva em que o banco central americano manteve a taxa no mesmo nível. Em 28 de janeiro, o Fed interrompeu um ciclo de três cortes seguidos, citando incertezas nas perspectivas econômicas.

A guerra no Oriente Médio e a consequente disparada do preço do petróleo no mercado global tiveram grande peso na decisão desta quarta-feira. A principal preocupação do banco central americano é o impacto sobre a inflação no país. (leia mais abaixo)

Apesar do cenário incerto, autoridades do Fed mantiveram a previsão de um corte de 0,25 ponto percentual em 2026. Dos 19 membros do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês), 12 projetam ao menos uma redução, enquanto sete preveem a taxa no nível atual.

➡️ A política de juros nos EUA tem reflexos no Brasil. Com as taxas em nível historicamente elevado, cresce a pressão para que a Selic, taxa básica de juros brasileira, permaneça em patamar alto por mais tempo, além de gerar efeitos sobre o câmbio. (leia mais abaixo)

A decisão desta quarta-feira foi a décima desde que Donald Trump assumiu como 47º presidente dos EUA, em 20 de janeiro de 2025. Desde a posse, houve três cortes de juros, em meio a um cenário econômico incerto, com conflitos geopolíticos e a guerra tarifária promovida pelo republicano.

O Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) informou, em comunicado, que a atividade econômica dos EUA tem se expandido em um ritmo sólido, enquanto a criação de empregos permaneceu baixa e a taxa de desemprego mudou pouco nos últimos meses.

O colegiado destacou que a inflação continua "um pouco elevada" e citou incertezas em relação à economia, em meio à guerra entre os EUA e Israel contra o Irã, iniciada em 28 de fevereiro.

"A incerteza sobre a perspectiva econômica continua elevada. As implicações dos acontecimentos no Oriente Médio para a economia dos EUA são incertas", diz o texto.

O Fomc afirmou ainda que "continuará monitorando as implicações das informações recebidas para a perspectiva econômica" e que está "preparado para ajustar a postura da política monetária, conforme apropriado, caso surjam riscos que possam dificultar o alcance de seus objetivos".

Com o início da guerra, em 28 de fevereiro, o petróleo disparou no mercado internacional e chegou a atingir US$ 120, o maior valor desde 2022. Depois, recuou, mas segue na casa dos US$ 100, ainda em nível bastante elevado.

Trump passou, então, a buscar formas de conter a alta da commodity, atento ao impacto no bolso dos eleitores americanos e às eleições legislativas de meio de mandato, marcadas para novembro. (leia mais)

Petróleo mais caro costuma significar gasolina e diesel mais caros — e, em efeito cascata, pressões sobre os preços de diversos produtos nos EUA. O cenário preocupa, em especial, o Fed, que tem mandato duplo: controlar a inflação e manter o mercado de trabalho aquecido.

"O Comitê está fortemente comprometido em apoiar o máximo emprego e em trazer a inflação de volta ao objetivo de 2%", declarou o Fomc nesta quarta-feira. Atualmente, a taxa está em 2,4%.

Dados da associação automobilística AAA mostram que o preço da gasolina já subiu quase 25% desde que o republicano iniciou a guerra, atingindo o maior valor desde outubro de 2023.

🚢 O fator central da disparada dos preços é o bloqueio do Estreito de Ormuz, principal rota global do petróleo, por onde passa cerca de 20% do consumo mundial. A região — responsável também por cerca de um quinto do comércio global de gás natural (GNL) — registrou forte queda no tráfego de navios após o Irã anunciar o bloqueio e ataques a petroleiros.

O fluxo da commodity na região passou a preocupar Trump, que pediu apoio de outros países para monitorar e "cuidar" da passagem — solicitação rejeitada por seus aliados europeus e asiáticos.

Trump reagiu à negativa dizendo que não precisa da ajuda “de ninguém” para seguir na guerra contra o Irã e controlar Ormuz. “Nós não precisamos deles [países da Otan, aliança militar liderada pelos EUA], mas eles deveriam ter ajudado. Estão cometendo um erro muito tolo."

Ele também declarou que "não demorará muito" para a liberação da rota do petróleo, em um cenário que permanece incerto.

Enquanto isso, a pressão do presidente dos EUA por cortes de juros continua. Nesta semana, ele afirmou que o Fed deveria realizar uma “reunião especial” para reduzir as taxas “imediatamente”.

A declaração foi feita poucos dias depois de um juiz federal americano bloquear, na última sexta-feira (13), intimações contra Jerome Powell, no âmbito de uma disputa judicial relacionada à sua atuação à frente do Fed.

Trump é um crítico recorrente de Powell, cujo mandato se encerra em maio. Esta deve ser a penúltima decisão de juros do Fed sob seu comando.

Para substituí-lo, o republicano indicou o economista Kevin Warsh, considerado por Trump o nome ideal para conduzir cortes nas próximas reuniões.

A nomeação ainda precisa ser aprovada pelo Senado e, se confirmada, Warsh pode já presidir a decisão de junho.

No segundo semestre de 2025, Trump intensificou as críticas ao Federal Reserve e passou a se dedicar à indicação de nomes alinhados à sua agenda econômica para a diretoria da instituição.

Em setembro, o republicano nomeou Stephen Miran para substituir Adriana Kugler, diretora que antecipou sua saída e deixou o cargo em agosto.

Enquanto isso, a Suprema Corte ainda analisa a tentativa do republicano de demitir Lisa Cook do cargo de diretora do Fed, em uma decisão que pode ser anunciada nas próximas semanas.

Caso a Justiça confirme a demissão de Lisa Cook, Trump terá garantido ao menos duas indicações para a diretoria do Fed , além do presidente da instituição.

Em meio às movimentações no Fed, caso Trump alcance maioria de aliados no conselho da instituição — que tem sete membros —, ele terá maior influência sobre a aprovação das nomeações nos 12 bancos regionais. Assim, ampliaria sua interferência sobre as decisões de juros.

Mais uma vez, a decisão de juros nesta quarta não foi unânime. Além do presidente do Fed, Jerome Powell, e do vice, John C. Williams, nove diretores votaram para manter a taxa inalterada. Apenas Stephen Miran, nomeado por Trump, se posicionou a favor de um corte de 0,25 ponto percentual.

Os juros, ainda considerados elevados nos EUA, mantêm os rendimentos das Treasuries, os títulos públicos americanos, em níveis mais atraentes.

Por serem considerados os investimentos mais seguros do mundo, as Treasuries com rentabilidades elevadas despertam o interesse de investidores estrangeiros, que direcionam recursos aos EUA e fortalecem o dólar.

Em outra perspectiva: apesar de diversas variáveis interferirem nessa lógica, o movimento tende a reduzir o volume de investimentos estrangeiros no Brasil, desvalorizando o real em relação à moeda americana.

Além disso, o dólar em nível elevado aumenta a pressão sobre a inflação por aqui, com reflexos na manutenção de juros altos pelo Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central do Brasil.

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