RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

‘Temos proposta de acordo em nível federal’, diz encarregado dos EUA sobre minerais críticos no Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 18/03/2026 15:08

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2040,1%Dólar TurismoR$ 5,4090,18%Euro ComercialR$ 5,995-0,03%Euro TurismoR$ 6,2430,01%B3Ibovespa181.048 pts0,35%MoedasDólar ComercialR$ 5,2040,1%Dólar TurismoR$ 5,4090,18%Euro ComercialR$ 5,995-0,03%Euro TurismoR$ 6,2430,01%B3Ibovespa181.048 pts0,35%MoedasDólar ComercialR$ 5,2040,1%Dólar TurismoR$ 5,4090,18%Euro ComercialR$ 5,995-0,03%Euro TurismoR$ 6,2430,01%B3Ibovespa181.048 pts0,35%Oferecido por

Os Estados Unidos e o Brasil estão com negociações abertas para fechar um acordo sobre as cadeias de suprimento de minerais críticos.

Quem afirmou, nesta quarta-feira (18), que as conversas estão em andamento foi Gabriel Escobar, encarregado de negócios norte-americano por aqui.

A declaração foi feita após a assinatura de um acordo preliminar separado com o estado de Goiás e antes de um evento promovido pela embaixada dos EUA que reuniu investidores americanos e empresas brasileiras interessadas na produção de minerais críticos.

Os EUA têm buscado ampliar o acesso a reservas de minerais críticos, especialmente às cadeias de terras raras, hoje amplamente dominadas por empresas da China.

Mesmo com algumas tensões diplomáticas entre os países, os Estados Unidos e o Brasil estão com negociações abertas para fechar um acordo sobre as cadeias de suprimento de minerais críticos. Quem afirmou, nesta quarta-feira (18), que as conversas estão em andamento foi Gabriel Escobar, encarregado de negócios norte-americano por aqui.

A declaração foi feita à agência Reuters após a assinatura de um acordo preliminar separado com o estado de Goiás e antes de um evento promovido pela embaixada dos EUA que reuniu investidores americanos e empresas brasileiras interessadas na produção de minerais críticos. Entre os participantes estavam Citi e Anglo American.

“Temos uma proposta de acordo em nível federal. Já tivemos discussões iniciais, mas ainda estamos aguardando avanços”, disse Escobar, durante o evento.

Os EUA têm buscado ampliar o acesso a reservas de minerais críticos, especialmente às cadeias de terras raras, hoje amplamente dominadas por empresas da China.

As negociações ocorrem em meio a um momento de atrito entre Washington e Brasília, que acabou esvaziando o evento da embaixada.

Autoridades brasileiras se retiraram após o desgaste nas relações, intensificado quando um integrante do governo americano pediu para visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro na prisão — o que foi interpretado pelo governo brasileiro como tentativa de interferência em assuntos internos. O pedido foi barrado sob a justificativa de “falsificação” dos motivos da visita.

Amostras de terras raras: Óxido de cério, Bastnasita, óxido de neodímio e carbonato de lantânio — Foto: REUTERS/David Becker

Segundo a Reuters, o Brasil recebeu em fevereiro uma proposta de memorando de entendimento. O documento, no entanto, teria sido enviado inicialmente com o nome de outro país, erro posteriormente corrigido.

As negociações seguem com o escritório do representante de Comércio dos EUA e podem avançar em uma eventual visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a Washington.

Um encontro entre Lula e Donald Trump, que estava previsto para este mês, foi adiado em meio ao conflito envolvendo Irã, Estados Unidos e Israel, além das tensões bilaterais.

Nos bastidores, integrantes do governo brasileiro criticaram a decisão dos EUA de firmar acordo direto com o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, adversário político de Lula. A iniciativa foi vista como uma tentativa de contornar o governo federal.

O acordo prevê cooperação em áreas como mapeamento de potencial mineral, conexão de mineradoras locais com tecnologia americana e aprimoramento regulatório, segundo o governo estadual.

Goiás concentra reservas de lítio e nióbio e abriga a única empresa em operação comercial de terras raras no país, a Serra Verde, com apoio dos EUA.

De acordo com o governo estadual, a parceria busca estimular o processamento local e a agregação de valor, incluindo a separação de terras raras — uma prioridade também para o governo Lula, segundo um integrante do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio.

Autoridades americanas veem potencial para investimentos bilionários e já identificaram mais de 50 projetos de mineração no Brasil que podem ajudar a diversificar a oferta global e reduzir a dependência da China nesse mercado estratégico.

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Ministério dos Transportes diz que vai intensificar ações contra empresas que descumprem tabela do frete

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 18/03/2026 13:51

Política Ministério dos Transportes diz que vai intensificar ações contra empresas que descumprem tabela do frete Somente nos dois primeiros meses de 2026, 40 mil infrações foram registradas, segundo ministro. Governo prepara instrumento para aumentar a capacidade de aplicação de punições. Por Túlio Amâncio, Luiz Felipe Barbiéri, GloboNews e g1 — Brasília

Ministério dos Transportes diz que governo vai intensificar ações contra empresas que descumprem tabela do frete

O Ministério dos Transportes informou nesta quarta-feira (18) que está intensificando, por meio da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), o cerco contra empresas que descumprem a tabela do frete.

🚚A Tabela do Frete, oficialmente chamada de Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas, é uma norma que estabelece o valor mínimo que deve ser pago pelo serviço de transporte de cargas no Brasil. O objetivo é impedir que o frete seja negociado por valores que não paguem nem o custo da viagem.

Segundo o governo, a fiscalização tem gerado autuações em cerca de 20% das abordagens, revelando um cenário de irregularidade no setor.

Somente nos dois primeiros meses de 2026, 40 mil infrações foram registradas. A lista das empresas que acumulam os maiores valores em multas por descumprimento da tabela inclui companhias do setor de alimentos, bebidas e logística.

O ministro Renan Filho destacou que o objetivo agora é transformar a multa, que hoje é vista por muitas empresas apenas como um "custo operacional" ou "passivo regulatório", em uma punição com impacto real.

Para isso, o governo prepara um instrumento jurídico para aumentar a capacidade de aplicação da lei ("enforcement") do ambiente regulatório.

A principal mudança será o impedimento de contratar frete. Caso a empresa seja reincidente ou apresente um volume alto de irregularidades, tanto o embarcador – quem vende o produto – quanto o transportador poderão ser proibidos de operar.

"O cumprimento da tabela do frete é fundamental para que os custos da entrega estejam compensados. Muitos caminhoneiros sentem um achatamento no valor recebido, o que compromete a renda, a segurança e a sustentabilidade da atividade", afirmou o ministro Renan Filho.

suspensão imediata do registro de empresas que descumprirem a tabela;cassação do registro em caso de reincidência;fiscalização permanente e integral (100% das operações) sobre as transportadoras que forem identificadas como reincidentes.

Atualmente, a ANTT não possui instrumento legal para suspender as atividades de transporte como forma de sanção direta por multas de tabela.

Com a nova regulamentação, a ideia é que a irregularidade deixe de ser vantajosa financeiramente. A responsabilidade será estendida a toda a cadeia, garantindo que o contratante também responda pelo valor justo do serviço prestado ao caminhoneiro.

Motoristas de caminhão têm demonstrado insatisfação com a elevação do preço do diesel, uma consequência da guerra no Irã.

O governo já anunciou medidas para conter impactos do conflito no Oriente Médio nos preços, e tenta fazer com que as ações sejam refletidas nas bombas dos postos de combustíveis.

O presidente da Câmara, Hugo Motta (União-PB), disse que a alta no preço dos combustíveis é motivo de preocupação por parte do parlamento, mas que o governo tem adotado medidas para tentar equilibrar os valores e evitar o impacto para o consumidor.

"O que posso garantir é que a Câmara estará atenta, como esteve também quando tivemos as tarifas impostas ao Brasil", argumentou.

Nesse contexto, o presidente da Câmara disse que não descarta a adoção de medidas para auxiliar na manutenção da estabilidade dos preços, entretanto ele não detalhou que tipo de medidas seriam essas.

"Penso que o momento é de união. Não queremos desequilíbrios nos preços do país, queremos que a estabilidade seja mantida. Não queremos que os caminhoneiros sejam prejudicados pela alta do petróleo", afirmou.

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Fundo da Reag recebeu R$ 1 bilhão de empresas ligadas à lavagem de dinheiro do PCC

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 18/03/2026 12:51

Política Fundo da Reag recebeu R$ 1 bilhão de empresas ligadas à lavagem de dinheiro do PCC Dados foram recebidos pela CPI do Crime Organizado. Fundo enviou R$ 180 milhões para uma empresa que teve o cunhado de Vorcaro, Fabiano Zettel, como diretor entre 2021 e 2024. Por Vinícius Cassela, Caetano Tonet, Vladimir Netto, g1 e TV Globo — Brasília

Comunicados bancários enviados ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF) apontam que o Fundo de Investimento em Direito Creditório (FIDC) Gold Style, administrado pela Reag, recebeu R$ 1 bilhão de empresas apontadas pela Polícia Federal como parte do esquema de lavagem de dinheiro do Primeiro Comando da Capital (PCC) no mercado financeiro.

De acordo com dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), o fundo é administrado, controlado, gerido, custodiado e distribuído pela Reag, administradora de fundos de investimentos e que é apontada pela Polícia Federal em envolvimentos no esquema de fraudes do Banco Master.

Os dados foram enviados pelo Coaf à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado, no Senado. As transações correspondem a um período entre 2023 e 2025.

Segundo publicações feitas à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o Fundo Gold Style tem um ativo de R$ 2 bilhões.

Dentre o que foi repassado à Gold Style, estão R$ 759,5 milhões feitos pela Aster Petróleo, distribuidora de combustíveis ligada ao PCC.

De acordo com as investigações da operação Carbono Oculto, a distribuidora era usada na engrenagem do grande esquema de lavagem de dinheiro e sonegação de impostos em todo o setor de combustíveis de oito estados brasileiros.

O comunicado foi feito pelo Banco do Brasil, em agosto de 2024, antes da deflagração da operação.

Além da Aster, a Gold também recebeu R$ 158 milhões da BK Bank, uma fintech apontada pelas investigações da Polícia Federal como um dos núcleos financeiros usados pelo PCC para lavar dinheiro.

O fundo também recebeu R$ 175 milhões da Inovanti Instituição de Pagamento, fintech apontada em comunicados bancários ao Coaf como uma instituição que movimentou mais de R$ 778 milhões de pessoas físicas e jurídicas investigadas pela Operação Carbono Oculto.

Um comunicado feito ao Caof pela Reag, administradora do fundo, informou que, além dos valores recebidos, a Gold Style enviou R$ 180 milhões para a Super Empreendimentos, empresa que teve o cunhado de Vorcaro, Fabiano Zettel, como diretor entre 2021 e 2024.

O comunicado foi feito uma semana após a primeira fase da Operação Carbono Oculto, em setembro de 2025.

A Reag também foi alvo da Operação Compliance Zero, a mesma que investiga o Banco Master e que levou o banqueiro Daniel Vorcaro à prisão em 4 de março.

Banco Central (BC) decreta liquidação extrajudicial da Reag Investimentos — Foto: Reprodução/Instagram

A suspeita dos investigadores é que a empresa atuou na estruturação e administração de uma "ciranda" de fundos suspeitos de movimentar recursos de forma atípica, inflar resultados e ocultar riscos, com indícios de fraude e lavagem de dinheiro.

A empresa também foi alvo da operação Carbono Oculto, que investiga um esquema bilionário de fraudes e lavagem de dinheiro no setor de combustíveis, atribuído a integrantes PCC.

A suspeita é que o PCC utilizou a estrutura de fundos da Reag para lavar dinheiro com um único cotista. O mecanismo dificulta a identificação dos beneficiários finais desses recursos.

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Governo federal descarta ajudar BRB em capitalização de recursos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 18/03/2026 12:51

O Ministério da Fazenda e o Palácio do Planalto descartam uma federalização do Banco de Brasília (BRB) ou mesmo o uso de recursos públicos para auxiliar na capitalização do banco controlado pelo governo do Distrito Federal.

Nas últimas semanas, o BRB chegou a procurar diretamente a Caixa Econômica Federal, segundo fontes do governo ouvidas pelo blog, mas qualquer decisão teria que vir do governo federal, já que a Caixa é 100% estatal.

Outra solução aventada no mercado financeiro seria a entrada do Banco do Brasil (BB) no negócio, via federalização, mas o governo também descarta a possibilidade.

Questionado pelo Tribunal de Contas da União (TCU), o BB negou haver qualquer estudo sobre federalização (leia mais abaixo).

A atual administração do banco reconheceu a necessidade de capitalização acima de R$ 8 bilhões, mas investidores do mercado financeiro já falam em cifras que ultrapassam R$ 15 bilhões.

A credibilidade do banco junto ao mercado financeiro é essencial para que investidores comprem cotas do fundo imobiliário que o BRB tenta viabilizar com imóveis repassado pelo GDF, mas que são tema de polêmica jurídica.

O BRB precisa apresentar, até o fim de março o orçamento de 2025, números que serão dissecados pelo mercado e pelo Banco Central para determinar a viabilidade do banco seguir com liquidez para continuar atuando.

A crise no BRB ficou exposta a partir das investigações da tentativa de compra do Master pelo BRB, negada pelo Banco Central. Há indícios de que o Master vendeu ao BRB R$ 12 bilhões em carteiras de crédito falsas ou sem lastro.

Justiça do DF determina suspensão da lei que permite uso de terrenos públicos como garantia para empréstimos do BRB — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

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Após ouvir ‘não’, Trump ameaça deixar aliados resolverem bloqueio do Estreito de Ormuz sozinhos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 18/03/2026 12:51

Mundo Após ouvir 'não', Trump ameaça deixar aliados resolverem bloqueio do Estreito de Ormuz sozinhos Em mensagem em rede social, o presidente dos EUA afirmou que seu país não precisa do estreito, vital para o transporte mundial de petróleo, e, portanto, vai "deixar que os países que o utilizam" encontrem uma solução. Por France Presse

Donald Trump sugeriu nesta quarta-feira (18) que poderia deixar os aliados garantirem por conta própria liberação da passagem pelo Estreito de Ormuz.

O Irã fechou o estreito em resposta aos ataques americanos e israelenses, fazendo o preço do petróleo disparar.

Cerca de 20% de todo o petróleo transportado no mundo passa pela região, além de entre 20% e 25% do comércio global de gás natural.

Uma interrupção prolongada no fluxo de navios no Estreito de Ormuz deve provocar efeitos diretos na economia global – incluindo a dos EUA.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sugeriu nesta quarta-feira (18) que poderia deixar os aliados dos Estados Unidos garantirem por conta própria a livre passagem pelo Estreito de Ormuz.

O Irã fechou o estreito em resposta aos ataques americanos e israelenses, fazendo o preço do petróleo disparar.

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➡️ Contexto: O Estreito de Ormuz é uma faixa marítima liga o Golfo de Omã ao Golfo Pérsico. Cerca de 20% de todo o petróleo transportado no mundo passa pela região, além de entre 20% e 25% do comércio global de gás natural. Grande parte dessa energia segue para países asiáticos como Japão, Coreia do Sul, Índia e China.

Em uma mensagem em sua plataforma Truth Social, Trump afirmou que seu país não precisa do estreito e, portanto, vai "deixar que os países que o utilizam" encontrem uma solução.

"Eu me pergunto o que aconteceria se 'acabássemos' com o que resta do Estado terrorista iraniano e deixássemos os países que o utilizam – e não nós – responsáveis pelo chamado 'Estreito'. Isso despertaria alguns de nossos 'aliados' indiferentes", escreveu.

Apesar da fala de Trump, uma interrupção prolongada no fluxo de navios no Estreito de Ormuz deve provocar efeitos diretos na economia global – incluindo a dos EUA.

U.S. President Donald Trump speaks as he meets with Irish Taoiseach (Prime Minister) Micheal Martin at the White House in Washington, D.C. — Foto: REUTERS/Evan Vucci

Os aliados europeus e asiáticos dos EUA recusaram os repetidos pedidos de Trump por navios caça-minas e outros equipamentos para liberar o estreito.

Esta última declaração na Truth Social sugere que os Estados Unidos podem abandonar a situação por completo, deixando que outros países lidem com as consequências.

O Irã tenta usar seu controle sobre a passagem marítima como forma de pressionar os Estados Unidos e Israel contra ataques que dizimaram sua Marinha, atingiram milhares de alvos em todo o país e mataram seus principais líderes.

Embora apenas algumas embarcações comerciais tenham sido atingidas por fogo iraniano, a ameaça foi suficiente para paralisar a navegação, fazendo com que os preços mundiais do petróleo disparassem.

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Trump suspende lei centenária que impõe restrições ao transporte marítimo de petróleo durante guerra no Oriente Médio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 18/03/2026 12:51

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2020,05%Dólar TurismoR$ 5,399-0,63%Euro ComercialR$ 5,997-0,36%Euro TurismoR$ 6,242-0,43%B3Ibovespa179.979 pts-0,24%MoedasDólar ComercialR$ 5,2020,05%Dólar TurismoR$ 5,399-0,63%Euro ComercialR$ 5,997-0,36%Euro TurismoR$ 6,242-0,43%B3Ibovespa179.979 pts-0,24%MoedasDólar ComercialR$ 5,2020,05%Dólar TurismoR$ 5,399-0,63%Euro ComercialR$ 5,997-0,36%Euro TurismoR$ 6,242-0,43%B3Ibovespa179.979 pts-0,24%Oferecido por

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, suspendeu temporariamente nesta quarta-feira (18) uma lei marítima centenária para tentar conter a alta nos custos de energia após a escalada da guerra no Oriente Médio.

A medida ocorre depois que ataques conjuntos dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã ampliaram o conflito na região.

A decisão concede uma isenção de 60 dias da chamada Jones Act. Durante esse período, navios com bandeira estrangeira poderão transportar cargas entre portos dos EUA.

Segundo a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, a medida busca reduzir “interrupções de curto prazo no mercado de petróleo” provocadas pela guerra.

“Essa ação permitirá que recursos vitais, como petróleo, gás natural, fertilizantes e carvão, cheguem com mais facilidade aos portos americanos pelos próximos 60 dias”, afirmou em comunicado.

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Governo propõe que estados isentem ICMS na importação de diesel até maio e compensará metade das perdas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 18/03/2026 12:51

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2020,05%Dólar TurismoR$ 5,399-0,63%Euro ComercialR$ 5,997-0,36%Euro TurismoR$ 6,242-0,43%B3Ibovespa179.979 pts-0,24%MoedasDólar ComercialR$ 5,2020,05%Dólar TurismoR$ 5,399-0,63%Euro ComercialR$ 5,997-0,36%Euro TurismoR$ 6,242-0,43%B3Ibovespa179.979 pts-0,24%MoedasDólar ComercialR$ 5,2020,05%Dólar TurismoR$ 5,399-0,63%Euro ComercialR$ 5,997-0,36%Euro TurismoR$ 6,242-0,43%B3Ibovespa179.979 pts-0,24%Oferecido por

Governo tenta conter alta no diesel, resultado do conflito no Oriente Médio — Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O governo federal propôs aos estados zerar o ICMS sobre importação do diesel até o fim de maio, mas a definição ainda não foi tomada. A informação é do secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan.

De acordo com estimativas do Ministério da Fazenda, a isenção do ICMS na importação do diesel custará R$ 3 bilhões até o fim de maio, dos quais o governo se compromete a ressarcir R$ 1, 5 bilhão aos estados.

A decisão, segundo ele, será tomada até o dia 28 de março, quando está marcada uma reunião presencial sobre o assunto em São Paulo.

🔎Como o ICMS é um imposto estadual, cada estado tem autonomia para tomar suas decisões sobre tributos, de modo que eles não são obrigados a baixar o imposto.

De acordo com os cálculos do Ministério da Fazenda, a isenção do ICMS na importação do diesel custará R$ 3 bilhões até o fim de maio, dos quais o governo se compromete a ressarcir R$ 1, 5 bilhão aos estados (metade do valor).

"Há um desafio em razão da guerra da importação de diesel. O Brasil tem de importar 27% do diesel consumido no Brasil, e a importação tem se descasado do preço interno por conta a guerra, do 'brent' [preço do petróleo], do frete eo seguro. O que tem dificultado de [as importadoras] fechar os contratos", disse Durigan, do Ministério da Fazenda.

O governo tenta conter o aumento no preço do diesel, que já ficou mais caro para os distribuidores. Na semana passada, o Executivo anunciou redução de impostos federais sobre o diesel, além de subsídios para produtores e importadores. A preocupação do Planalto é com os custos logísticos e seu impacto nos preços de alimentos e outros produtos.

Ao mesmo tempo em que negocia com os estados, o governo preparou um pacote de medidas para endurecer a fiscalização do piso mínimo do frete e punir empresas que descumprem a regra.

➡️O Executivo, com isso, tem se articulado também para evitar uma nova greve de caminhoneiros diante da escalada dos preços do diesel.

Em manifestação pública divulgada no início desta semana por meio do Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz) avaliou que a redução do ICMS sobre o combustível prejudicaria o financiamento de políticas públicas.

Os governos estaduais alegaram, ainda, que cortes no imposto estadual sobre o combustível "não costumam ser repassados ao consumidor final".

"Esse debate precisa ser conduzido com responsabilidade social, econômica e federativa. A busca por medidas de alívio ao cidadão é necessária, mas deve levar em conta seus efeitos concretos sobre o financiamento de políticas públicas essenciais custeadas pelos estados e municípios, como saúde, educação, segurança pública, transporte e infraestrutura", diz o Comsefaz, em nota.

O Comsefaz acrescentou que a "reiterada prática mostra, com nitidez, que reduções de preços como as reduções tributárias não costumam ser repassadas ao consumidor final".

E cita publicação do Instituto de Pesquisa em Petróleo, Gás e Biocombustíveis (Ineep) do fim de 2025, segundo a qual "parte relevante do esforço tende a ser absorvida ao longo da cadeia de distribuição e revenda, limitando seu efeito nas bombas".

"Não há, portanto, base empírica consistente para sustentar que uma nova perda do ICMS resultaria em benefício efetivo para a população, não entregando o efeito de fato esperado. Insistir nessa premissa desconsidera a dinâmica real do mercado de combustíveis e pode impor aos estados uma perda fiscal concreta, sem a correspondente contrapartida social", dizem os secretários de Fazenda dos estados.

O Comitê avalia que o resultado de uma redução no ICMS faria com que a população acabasse "arcando com uma dupla perda".

"De um lado, não recebe, de forma efetiva, a redução esperada no preço final dos combustíveis. De outro, suporta os efeitos da supressão de receitas públicas essenciais ao financiamento de políticas e serviços indispensáveis", acrescenta a entidade.

O início da guerra no Oriente Médio têm pressionado o mercado internacional de energia, com disparada no preço do petróleo para um patamar acima de US$ 100 por barril (contra US$ 72 antes do conflito).

A alta do petróleo, por sua vez, já está impulsionando os preços dos combustíveis no país, apesar de a Petrobras ainda não ter anunciado reajustes. A expectativa do mercado para a inflação em 2026 já subiu na semana passada.

O conflito no Oriente Médio se instalou após ataques coordenados de Estados Unidos e Israel contra alvos estratégicos em território iraniano, com o objetivo declarado de neutralizar o programa nuclear do país.

A magnitude da operação foi sentida de forma imediata com a notícia da morte de lideranças centrais do regime em Teerã, incluindo o líder supremo Ali Khamenei, o que desencadeou retaliações iranianas com mísseis contra bases americanas e infraestruturas em países aliados na região.

Essa instabilidade militar atingiu em cheio o Estreito de Ormuz, uma das principais vias do comércio energético mundial, por onde transita cerca de um quarto do petróleo global.

Com a paralisação do fluxo de petroleiros e a ameaça constante de novos ataques, o mercado de energia entrou em um estado de tensão, com oscilações no preço do petróleo.

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Brasil registra maior abate de bovinos da história pelo 2º ano consecutivo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 18/03/2026 11:46

Agro Brasil registra maior abate de bovinos da história pelo 2º ano consecutivo Foram 42,9 milhões de cabeças abatidas em 2025; aumento foi puxado pela maior oferta de fêmeas e avanço em quase todos os estados. Por Paula Salati, g1 — São Paulo

Pelo segundo ano consecutivo, o abate de bovinos no Brasil atingiu o maior nível da série histórica. Em 2025, foram abatidas 42,94 milhões de cabeças, um aumento de 8,2% em relação a 2024.

O crescimento foi registrado em todos os trimestres do ano na comparação com os mesmos períodos do ano anterior, reforçando a trajetória de alta observada desde 2022. O resultado também supera o recorde anterior, alcançado em 2024.

Um dos principais fatores por trás do avanço foi o aumento no abate de fêmeas, que subiu pelo quarto ano consecutivo. Em 2025, a alta foi de 18,2% na comparação anual.

O aumento dos abates foi um dos fatores que segurou o aumento de preço de carne bovina ao consumidor, no ano passado.

Brasil registra maior abate de bovinos da história pelo 2º ano consecutivo — Foto: Gustavo Wanderley/g1

Pelo segundo ano consecutivo, o abate de bovinos no Brasil atingiu o maior nível da série histórica. Em 2025, foram abatidas 42,94 milhões de cabeças, um aumento de 8,2% em relação a 2024.

O crescimento foi registrado em todos os trimestres do ano na comparação com os mesmos períodos do ano anterior, reforçando a trajetória de alta observada desde 2022. O resultado também supera o recorde anterior, alcançado em 2024.

Um dos principais fatores por trás do avanço foi o aumento no abate de fêmeas, que subiu pelo quarto ano consecutivo. Em 2025, a alta foi de 18,2% na comparação anual.

O aumento dos abates foi um dos fatores que segurou o aumento de preço de carne bovina ao consumidor, no ano passado.

No total, foram abatidas 3,25 milhões de cabeças a mais do que em 2024. O avanço ocorreu em 26 das 27 unidades da federação.

Entre os estados com maior participação na produção nacional, os maiores aumentos foram registrados em:

São Paulo: +629,22 mil cabeçasPará: +472,77 mil cabeçasRondônia: +364,43 milGoiás: +244,87 mil cabeçasMato Grosso: +199,21 mil cabeçasMato Grosso do Sul: +175,09 mil cabeças

O Mato Grosso manteve a liderança no ranking nacional de abate de bovinos, com 17,1% de participação. Em seguida aparecem São Paulo (11,1%) e Goiás (9,9%).

No recorte do 4º trimestre de 2025, foram abatidas 11,04 milhões de cabeças. O número representa alta de 14% em relação ao mesmo período de 2024, mas queda de 2,7% frente ao 3º trimestre do próprio ano.

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Chinesa GAC anuncia produção de veículos no Brasil a partir de 2027

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 18/03/2026 10:47

Carros Chinesa GAC anuncia produção de veículos no Brasil a partir de 2027 A fábrica em Catalão (GO) tem parceria da HPE, que já produz modelos da Mitsubishi. A capacidade de produção esperada é de 50 mil unidades por ano. Por André Fogaça — São Paulo

A GAC confirmou nesta quarta-feira (18) que vai iniciar a produção de veículos no Brasil a partir de 2027. A fábrica é da HPE Automotores e está localizada em Catalão (GO). Lá já são produzidos modelos da Mitsubishi. A previsão é de uma capacidade de produção de até 50 mil veículos da GAC por ano.

Segundo a montadora, já existe uma equipe de pesquisa e desenvolvimento no Brasil. A missão desse time é adaptar os produtos ao mercado nacional e às necessidades dos clientes. A GAC já conta com centro de distribuição de peças em Cajamar (SP)

Para estabelecar a marca e operação no Brasil, a GAC diz que vai investir US$ 1,3 bilhão até 2030 (R$ 6,76 bilhões, em conversão direta).

"A produção local no Brasil representa um passo importante em nossa estratégia global e reforça nossa confiança no potencial do setor industrial brasileiro”, afirmou Lu Guojie, vice-presidente da GAC International.

Segundo o executivo, a cooperação com a HPE Automotores vai combinar a experiência de manufatura local com a tecnologia global da GAC.

Nas dimensões, o GS3 tem porte de SUV que já virou figurinha comum nas ruas brasileiras. No visual, porém, mira em um caminho pouco explorado tanto por chinesas como por marcas tradicionais: a esportividade.

Isso fica claro no escapamento com ponteira dupla cromada na traseira, junto de difusores — solução típica de carros esportivos.

Outro elemento que reforça a proposta esportiva está nas linhas. As curvas são raras: quase tudo é marcado por ângulos retos. Isso aparece nos vincos da carroceria, no aerofólio traseiro, no desenho dos faróis e das lanternas, e chega até aos retrovisores.

Lembra o visual cheio de linhas retas das Lamborghinis mais antigas, como a Diablo? É mais ou menos esse o caminho. Há também um toque de retrofuturismo, que traz o DMC DeLorean na lembrança, famoso pelo desenho quase todo formado por ângulos retos.

Comparar o novo SUV com modelos americanos ou europeus não é por acaso. Por fora, o GS3 foge do minimalismo tão associado aos carros chineses. Para quem vê rapidamente, ele pode até lembrar modelos recentes da Hyundai, Peugeot ou da Renault, sobretudo pela grande tomada de ar frontal.

Para completar o pacote esportivo, o GS3 chega ao Brasil com uma única motorização. É um motor 1.5 turbo que gera 170 cv, aliado a um câmbio automatizado de dupla embreagem. Entre SUVs de dimensões semelhantes, perde apenas para o 1.6 turbinado do Hyundai Creta na versão mais cara.

Além do visual ousado, as dimensões colocam o GS3 20 centímetros à frente do Volkswagen T-Cross em comprimento, com 9 centímetros a mais de largura e o mesmo entre-eixos. Na prática, pela fita métrica, ele se aproxima mais de SUVs médios como o Volkswagen Taos.

Se por fora o GS3 não parece chinês, por dentro a origem aparece apenas no minimalismo das texturas do acabamento do painel. No restante, a inspiração é claramente ocidental.

No Brasil o GS3 chega em duas versões, onde a única diferença está na quantidade de itens de série em cada uma:

Central multimídia de 14,6 polegadas;Painel de instrumentos digital;Faróis de LED com acendimento automático;Câmera de ré;Freio de estacionamento eletrônico;Rodas de liga leve com 18 polegadas;Chave presencial.

Piloto automático adaptativo;Frenagem automática de emergência;Assistente de permanência em faixa;Câmera 360 graus;Teto solar panorâmico;Rodas de liga leve com 19 polegadas.

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Casa, filhos e renda: mulheres recorrem ao próprio negócio para ‘dar conta de tudo’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 18/03/2026 10:12

Empreendedorismo Guia do empreendedor Casa, filhos e renda: mulheres recorrem ao próprio negócio para 'dar conta de tudo' Pesquisa do Consulado da Mulher mostra que maioria das mulheres empreende por necessidade, enfrenta jornadas extensas, baixa renda e dificuldade de acesso a políticas de cuidado. Por Redação g1 — São Paulo

Pesquisa inédita do Consulado da Mulher, em parceria com a Vert.se e a Be.Labs, analisou as condições em que as atividades de nanoempreendedorismo feminino são desenvolvidas.

O levantamento foi realizado em duas etapas, com 120 mulheres em grupos qualitativos e 371 participantes em um questionário nacional.

Mais de 85% dessas mulheres têm filhos, e 29% cuidam de três ou mais. Mais da metade convive com crianças em idade escolar ou pré-escolar.

Para 75% das entrevistadas, abrir o próprio negócio foi uma resposta direta a crises como desemprego, queda de renda, maternidade ou dificuldade de conciliar um emprego formal com a rotina doméstica.

Casa, filhos e renda: mulheres recorrem ao próprio negócio para conciliar a rotina — Foto: Freepik

Antes de se consolidar como negócio, o nanoempreendedorismo feminino no Brasil tem funcionado, em muitos casos, como uma estratégia de adaptação à realidade econômica e social. É o que mostra uma pesquisa inédita do Consulado da Mulher, em parceria com a Vert.se e a Be.Labs, que analisou as condições em que essas atividades são desenvolvidas.

Não se trata de pequenos negócios no sentido tradicional, mas de uma engrenagem de sobrevivência — marcada pela informalidade, pela sobreposição de jornadas, pela baixa possibilidade de crescimento e pela falta estrutural de apoio.

"O que encontramos não foi um grupo de empreendedoras no sentido tradicional", diz a diretora-executiva do Consulado da Mulher, Adriana Carvalho. "Foi um contingente de mulheres criando soluções econômicas em um cenário de limitações".

Nanoempreendedores são pessoas físicas que atuam em pequena escala, com faturamento anual de até R$ 40,5 mil, como trabalhadoras informais ou autônomas. Criada pela reforma tributária, a categoria reduz burocracias, dispensa CNPJ e garante isenção do novo imposto sobre consumo como forma de incentivar a formalização.

O levantamento foi realizado em duas etapas, com 120 mulheres em grupos qualitativos e 371 participantes em um questionário nacional, e indica que esse “empreender” quase sempre começa antes do negócio: começa na vida.

Mais de 85% dessas mulheres têm filhos, e 29% cuidam de três ou mais. Mais da metade convive com crianças em idade escolar ou pré-escolar. Ao mesmo tempo, muitas assumem responsabilidades com outros membros da família, especialmente idosos.

Não por acaso, 61% têm entre 30 e 49 anos — faixa associada à chamada geração sanduíche, marcada pela sobreposição de demandas de cuidado.

“Essa mulher está no auge da pressão de tempo”, afirma Adriana. “Ela não tem margem. Então, o trabalho precisa caber na vida — e não o contrário. Com o empreendedorismo, elas têm autonomia para decidir: ‘no dia tal, não vou aceitar a encomenda’ ou ‘não vou fazer porque tenho outra prioridade’".

Essa dinâmica ajuda a explicar por que o empreendedorismo surge menos como escolha e mais como adaptação.

Para 75% das entrevistadas, abrir o próprio negócio foi uma resposta direta a crises como desemprego, queda de renda, maternidade ou dificuldade de conciliar um emprego formal com a rotina doméstica.

Mesmo quando existe a possibilidade de um emprego formal, ele não elimina o problema. A origem da sobrecarga não está apenas no mercado de trabalho, mas na estrutura social.

Cerca de 70% das entrevistadas são as principais responsáveis pelo trabalho doméstico. Entre as 60% que vivem com parceiros, a divisão de tarefas segue desigual. Em muitos casos, a presença de um companheiro não reduz a carga de cuidado.

“Há uma ideia de que é uma escolha ficar em casa empreendendo. Não é”, diz Adriana. “É o que cabe dentro de uma rotina em que tudo depende dela.”

A pesquisa também evidencia recortes raciais e sociais. Segundo o levantamento, 71% das nanoempreendedoras são mulheres negras, proporção superior à observada no empreendedorismo feminino em geral.

E diferentemente do estereótipo, segundo a pesquisa, o grupo não é marcado por baixa escolaridade. Quase 40% têm ensino superior completo ou pós-graduação.

“Elas têm formação, mas não têm condições de permanecer no mercado”, diz Adriana. “O problema não é preparo. É sustentação — especialmente pela falta de creches e políticas públicas de cuidado.”

Essa ruptura entre formação e inserção se reflete na renda. Embora 78% dos negócios faturem até R$ 3 mil por mês e 83% das famílias vivam com até três salários mínimos — sendo mais da metade abaixo de dois.

Para Adriana, os dados indicam uma fragilidade estrutural: o faturamento do negócio frequentemente se confunde com a renda familiar. Em mais da metade dos casos, não há separação entre finanças pessoais e do negócio. Custos operacionais, tempo de trabalho e despesas indiretas não entram no cálculo.

“O dinheiro entra e sai no mesmo lugar”, afirma Adriana. “E isso cria uma sensação de ganho que não corresponde à realidade.”

O resultado é um modelo de subsistência, com baixa capacidade de acumulação e crescimento limitado — um retrato do chamado “piso pegajoso”, que mantém essas mulheres na base da pirâmide econômica.

Ainda assim, os negócios apresentam longevidade. Mais de 78% existem há mais de três anos, 41% ultrapassam seis anos e cerca de 20% têm mais de uma década de atividade.

Grande parte se concentra em atividades de baixa barreira de entrada e compatíveis com a rotina doméstica. O setor de alimentação reúne 51% dos casos. Somados alimentação, artesanato, costura e manufatura, predominam atividades manuais e intensivas em trabalho.

Mais de 60% dedicam mais de cinco horas diárias ao negócio, e 31% trabalham mais de oito horas por dia. Quando somadas às atividades de cuidado — às quais 37% destinam mais de cinco horas diárias —, as jornadas podem ultrapassar 10 horas por dia.

“Elas trabalham o tempo inteiro”, diz Adriana. “A flexibilidade existe, mas vem acompanhada de uma carga contínua.”

Mesmo diante de uma rotina exaustiva, marcada por sobrecarga e instabilidade financeira, cerca de 60% das entrevistadas afirmam não desejar voltar ao regime CLT, sobretudo pela falta de flexibilidade.

Na saúde mental, 59% relatam ansiedade, estresse ou depressão, e 44% afirmam que esses quadros surgiram após o início do negócio. A instabilidade da renda e a responsabilidade integral pela sustentação da casa aparecem como fatores centrais.

Na saúde física, 46% relatam dores ou limitações, principalmente na coluna, pescoço, pernas e braços — padrão associado a atividades repetitivas e longas jornadas sem suporte ergonômico.

Já na dimensão social, a pesquisa aponta o papel das redes de apoio informais. Mais de 80% se identificam como cristãs e, para 92%, a fé é um elemento importante para lidar com as dificuldades do negócio.

Em muitos casos, a igreja também funciona como espaço de sociabilidade e apoio prático, sendo citada por 53% como canal de divulgação e venda de produtos.

Apesar de cumprirem um papel relevante no cotidiano dessas mulheres, as redes informais têm alcance limitado quando se trata de garantir estabilidade e crescimento dos negócios.

Ainda de acordo com a pesquisa, a formalização ainda avança de forma limitada. Cerca de 44% estão formalizadas, enquanto 47,7% permanecem na informalidade.

Entre os principais obstáculos estão o custo fixo, citado por aproximadamente um terço das entrevistadas, além da insegurança em relação à estabilidade da renda.

Entre as mulheres que participaram de programas de capacitação oferecidos pelo Consulado da Mulher, os resultados indicam mudanças relevantes.

Nesse grupo, 83% relataram aumento de renda, 66% passaram a se considerar mais independentes financeiramente e mais de 80% apontaram avanços no desenvolvimento pessoal e profissional. Além disso, 70% afirmaram ter conseguido melhorar o equilíbrio entre trabalho e família.

“O que muda é a forma como elas se enxergam. Elas deixam de se ver como alguém que faz um complemento de renda e passam a se reconhecer como alguém que tem um negócio.”

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