RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Petrobras faz nova descoberta de gás em poço exploratório na Colômbia

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 18/03/2026 10:12

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,199-0,58%Dólar TurismoR$ 5,399-0,63%Euro ComercialR$ 5,997-0,36%Euro TurismoR$ 6,242-0,43%B3Ibovespa180.410 pts0,3%MoedasDólar ComercialR$ 5,199-0,58%Dólar TurismoR$ 5,399-0,63%Euro ComercialR$ 5,997-0,36%Euro TurismoR$ 6,242-0,43%B3Ibovespa180.410 pts0,3%MoedasDólar ComercialR$ 5,199-0,58%Dólar TurismoR$ 5,399-0,63%Euro ComercialR$ 5,997-0,36%Euro TurismoR$ 6,242-0,43%B3Ibovespa180.410 pts0,3%Oferecido por

A Petrobras anunciou nesta quarta-feira (18) a descoberta de uma nova reserva de gás natural em águas profundas da Colômbia.

O poço Copoazu-1 fica a cerca de 36 quilômetros do litoral, em uma área de mar profundo, com quase 1 mil metros de profundidade.

Ele também está próximo de outros dois poços importantes já perfurados na região, o Sirius-1 e o Sirius-2, a cerca de 8 quilômetros de distância.

A Petrobras anunciou nesta quarta-feira (18) a descoberta de uma nova reserva de gás natural em águas profundas da Colômbia.

O poço Copoazu-1 fica a cerca de 36 quilômetros do litoral, em uma área de mar profundo, com quase 1 mil metros de profundidade.

Ele também está próximo de outros dois poços importantes já perfurados na região, o Sirius-1 e o Sirius-2, a cerca de 8 quilômetros de distância.

🔎 A Petrobras explora gás natural para garantir o abastecimento de energia, reduzir a dependência de importações, gerar receita e aproveitar recursos encontrados junto ao petróleo, além de contribuir como uma alternativa menos poluente no processo de transição energética.

Segundo a companhia, a nova descoberta indica que há ainda mais gás disponível no local do que se imaginava, o que pode ajudar a garantir o abastecimento de energia no futuro.

A perfuração começou em novembro de 2025 e continua em andamento. A Petrobras informou que a presença de gás foi confirmada por testes feitos durante a exploração e que novas análises ainda serão realizadas para entender melhor o volume e a qualidade desse recurso.

A Petrobras atua no bloco como operadora, com participação de 44,44%, em parceria com a Ecopetrol, que detém 55,56%.

A descoberta faz parte da estratégia da Petrobras de encontrar novas reservas de petróleo e gás, especialmente fora do Brasil, para atender à demanda de energia nos próximos anos.

Em 2024, a Petrobras e a Ecopetrol confirmaram a maior descoberta de gás da história da Colômbia no poço Sirius-2, com volume estimado acima de 6 trilhões de pés cúbicos. O achado poderia elevar em até 200% as reservas do país.

O projeto, localizado em águas profundas, ainda entraria nas etapas de desenvolvimento e licenciamento.

À época, a expectativa era iniciar a produção em cerca de três anos, com potencial de abastecer o mercado por uma década. O consórcio também previa investimentos bilionários para viabilizar a exploração e o transporte do gás até a costa.

A Petrobras informa uma nova descoberta de acumulação de gás no poço exploratório Copoazu-1, no Bloco GUA-OFF-0, localizado em águas profundas da Colômbia. Esta descoberta consolida a província gasífera e o potencial de gás no offshore colombiano, ao mesmo tempo em que adiciona um maior volume de gás para contribuir com a segurança energética da região.

O poço Copoazu-1 encontra-se a aproximadamente 36 quilômetros da costa, a uma lâmina d’água de 964 metros e a uma distância de 8 quilômetros dos poços Sirius-1 (descobridor) e Sirius-2 (de avaliação), o que ressalta sua relevância dentro do contexto exploratório do Bloco Gua-Off-0.

A perfuração do poço Copoazu-1 foi iniciada em 11/11/2025 e segue de maneira segura, em respeito ao meio ambiente e às pessoas.

Os intervalos portadores de gás foram constatados por meio de perfis elétricos e amostragem de fluido, confirmando presença de gás em outro objetivo além do objetivo principal, tornando a descoberta ainda mais relevante. Os intervalos portadores de gás serão posteriormente caracterizados por análises laboratoriais.

A atuação da Petrobras no Bloco GUA-OFF-0 está alinhada à estratégia de longo prazo da companhia, visando à recomposição das reservas de petróleo e gás por meio de exploração de novas fronteiras e atuação em parceria com outras empresas, assegurando o atendimento à demanda global de energia durante a transição energética.

A Petrobras, por meio de sua subsidiária Petrobras International Braspetro B.V – Sucursal Colômbia (PIB COL), atua como operadora do consórcio (participação de 44,44%), em parceria com a Ecopetrol S.A. (participação de 55,56%).

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Nvidia retoma produção de chips para clientes da China

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 18/03/2026 09:10

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,199-0,58%Dólar TurismoR$ 5,399-0,63%Euro ComercialR$ 5,997-0,36%Euro TurismoR$ 6,242-0,43%B3Ibovespa180.410 pts0,3%MoedasDólar ComercialR$ 5,199-0,58%Dólar TurismoR$ 5,399-0,63%Euro ComercialR$ 5,997-0,36%Euro TurismoR$ 6,242-0,43%B3Ibovespa180.410 pts0,3%MoedasDólar ComercialR$ 5,199-0,58%Dólar TurismoR$ 5,399-0,63%Euro ComercialR$ 5,997-0,36%Euro TurismoR$ 6,242-0,43%B3Ibovespa180.410 pts0,3%Oferecido por

A Nvidia retomou a produção de chips destinados especificamente ao mercado chinês, informou nesta terça-feira (17) seu diretor-executivo Jensen Huang.

No mês passado, uma autoridade do Departamento de Comércio dos Estados Unidos disse que ainda não havia sido realizada nenhuma venda de chips da Nvidia para empresas chinesas, uma situação que mudou, segundo Huang.

Além da autorização do governo americano, essas operações exigem a aprovação de autoridades chinesas. Segundo vários veículos, Pequim pretende aprová-las gradualmente, para limitar a dependência da tecnologia chinesa em relação aos produtos americanos.

Em abril de 2025, o governo americano proibiu inicialmente a Nvidia de exportar seus processadores para a China. Em agosto, um acordo foi firmado com a empresa californiana que prevê o pagamento de uma comissão ao Estado, que aumentou para 25% em dezembro.

A Nvidia retomou a produção de chips destinados especificamente ao mercado chinês, informou nesta terça-feira (17) seu diretor-executivo Jensen Huang, após a empresa americana receber pedidos autorizados pela China.

"Estamos retomando a fabricação", anunciou Huang, em entrevista coletiva realizada paralelamente à conferência anual da Nvidia.

No mês passado, uma autoridade do Departamento de Comércio dos Estados Unidos disse que ainda não havia sido realizada nenhuma venda de chips da Nvidia para empresas chinesas, uma situação que mudou, segundo Huang.

Como um ex-lavador de pratos criou a Nvidia, 1ª empresa da história a atingir US$ 5 trilhões em valor

Além da autorização do governo americano, essas operações exigem a aprovação de autoridades chinesas. Segundo vários veículos, Pequim pretende aprová-las gradualmente, para limitar a dependência da tecnologia chinesa em relação aos produtos americanos.

Em abril de 2025, o governo americano proibiu inicialmente a Nvidia de exportar seus processadores para a China. Em agosto, um acordo foi firmado com a empresa californiana que prevê o pagamento de uma comissão ao Estado, que aumentou para 25% em dezembro.

Desde então, no entanto, as entregas estavam paralisadas. No fim do mês passado, a Nvidia anunciou que não esperava nenhuma receita do mercado chinês no trimestre atual.

Para cumprir as restrições impostas pelo governo americano, que se recusa a permitir que a Nvidia venda seus produtos mais avançados para empresas chinesas, o grupo desenvolveu uma nova versão do processador H200.

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Quaest: 71% dos brasileiros são contra taxa mínima para entregas por aplicativo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 18/03/2026 09:10

Política Quaest: 71% dos brasileiros são contra taxa mínima para entregas por aplicativo Maioria teme aumento de preços e impacto sobre os mais pobres. Proposta prevê valor mínimo de R$ 10 por entrega e R$ 2,50 por quilômetro adicional. Por Redação g1

Pesquisa Quaest aponta que 71% dos entrevistados rejeitam a taxa mínima para entregas por aplicativo sugerida pelo governo.

Proposta prevê valor mínimo de R$ 10 por entrega e R$ 2,50 por quilômetro acima de 4 km, segundo o ministro Guilherme Boulos.

Pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (17) mostra que 71% dos entrevistados são contra a proposta do governo de implementar uma taxa mínima para pedidos de entrega por aplicativo.

O ministro Guilherme Boulos anunciou que o governo pretende propor um valor mínimo de R$ 10 por entrega e R$ 2,50 por quilômetro adicional acima de 4 km. A pesquisa questionou se os entrevistados já conhecem a proposta: 76% disseram que sim, conhecem, e 24% não conhecem.

Para 78% dos entrevistados, essa mudança levaria a um aumento de preços nos pedidos de entrega por aplicativo. Outros 17% acreditam que o preço ficaria igual, enquanto 5% acham que vai diminuir.

Além disso, 86% dizem que a mudança afetaria principalmente os brasileiros mais pobres, contra 14% que acreditam que o impacto seria maior sobre os mais ricos.

O levantamento foi realizado em parceria com a Associação Nacional dos Restaurantes (ANR) e ouviu 1.031 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 13 e 16 de março.

De acordo com Fernando Blower, Presidente Executivo da Associação Nacional de Restaurantes (ANR) a regulamentação dos entregadores é necessária mas deve ser feita com equilíbrio, "pensando em soluções que protejam os trabalhadores e a sustentabilidade do setor".

"A própria pesquisa mostra que a população não apoia a proposta colocada, especialmente diante do potencial impacto nos preços. Medidas como a fixação de valores mínimos podem afetar os consumidores, sobretudo os mais vulneráveis, e pressionar a operação de bares e restaurantes, em especial os de pequeno porte, que dependem do delivery”, aponta Blower.

Você diria que é a favor ou contra essa proposta de taxa mínima para os pedidos de entrega de empresas como Ifood, 99food, Rappi, Aiqfome e Keeta, entre outras?

Você acredita que, se essa proposta for aprovada, o preço dos pedidos feitos por aplicativo vai subir, ficar igual, ou diminuir?

Na sua opinião, quem será mais afetado pelo aumento no custo das entregas: as pessoas mais pobres ou as pessoas mais ricas?

O levantamento perguntou aos entrevistados se estariam dispostos a pagar mais pelas entregas de aplicativo caso essa proposta seja aprovada e os preços subam: 29% disseram que sim, pagaria mais pelas entregas, enquanto 71% responderam que não pagaria.

Questionados se o governo federal deveria se preocupar mais ou se preocupar menos em criar novas regras para o trabalho das empresas brasileiras, 40% responderam que deveria se preocupar mais, enquanto 60% disseram que deveria se preocupar menos.

Entregadores de aplicativo se concentram na porta de supermercados da Zona Sul do Rio — Foto: Marcos Serra Lima/G1

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Haddad se reúne nesta quarta com estados e debaterá impacto do ICMS sobre diesel

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 18/03/2026 09:10

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,199-0,58%Dólar TurismoR$ 5,399-0,63%Euro ComercialR$ 5,997-0,36%Euro TurismoR$ 6,242-0,43%B3Ibovespa180.410 pts0,3%MoedasDólar ComercialR$ 5,199-0,58%Dólar TurismoR$ 5,399-0,63%Euro ComercialR$ 5,997-0,36%Euro TurismoR$ 6,242-0,43%B3Ibovespa180.410 pts0,3%MoedasDólar ComercialR$ 5,199-0,58%Dólar TurismoR$ 5,399-0,63%Euro ComercialR$ 5,997-0,36%Euro TurismoR$ 6,242-0,43%B3Ibovespa180.410 pts0,3%Oferecido por

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta quarta-feira (18) que o governo pretende levar uma "proposta" para uma reunião com os estados sobre o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços de Transporte e Comunicação (ICMS) sobre diesel.

Na semana passada, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva já havia solicitado "boa vontade" dos governadores para reduzir também o ICMS, após o governo ter reduzido o PIS e a Cofins.Nesta semana, porém, os governadores informaram reduzirão o ICMS pois isso prejudicaria o financiamento de políticas públicas e também porque cortes no imposto "não costumam ser repassadas ao consumidor final".

"Temos reunião hoje com o Confaz, [que reúne governo e secretários de Fazenda dos estados] vamos fazer uma proposta para eles, mas não vou antecipar para não ser deselegante com os proprietários", afirmou o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, a jornalistas.

Ele não confirmou diretamente que pedirá redução do ICMS sobre combustíveis, conforme proposta do presidente Lula rejeitada pelos estados, mas observou que ações do governo já estão elevando a arrecadação do tributo estadual. São elas:

O ação contra o crime organizado, no setor de combustíveis, que está retirando empresas irregulares do setor, que não recolhiam corretamente os tributos, dando lugar a outras que funcionam corretamente.

"Nós temos um trabalho a fazer em relação a ICMS, que é justamente o combate a essas quadrilhas, a essas organizações criminosas que estão sendo expulsas do mercado. Então isso é um dado positivo, que a arrecadação aumenta sem que o imposto aumente", declarou o ministro.

O trabalho da fiscalização da que está sendo implementado pela Agência Nacional do Petróleo (ANP), medida anunciada na semana passada com o objetivo de garantir o repasse da redução dos impostos federais ao preço do combustível.

"Vejam você que a gasolina [preço] nao foi alterada no caso da Petrobras. A Petrobras não mudou a preço da gasolina. No entanto, os especuladores estão aproveitando esse clima tenso em função da guerra para tirar proveito da situação e prejudicando a economia popular", disse Haddad.

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Governo prepara medidas para endurecer fiscalização do frete; anúncio deve ser feito nesta quarta

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 18/03/2026 09:10

Política Governo prepara medidas para endurecer fiscalização do frete; anúncio deve ser feito nesta quarta Executivo tem se articulado para evitar uma nova greve de caminhoneiros diante da escalada dos preços do diesel. Por Túlio Amâncio, g1 e GloboNews — Brasília

O governo federal deve anunciar na manhã desta quarta-feira (18), no Ministério dos Transportes, um pacote de medidas para endurecer a fiscalização do piso mínimo do frete e punir empresas que descumprem a regra.

O anúncio será feito pelo ministro dos Transportes, Renan Filho, e pelo diretor-geral da ANTT, Guilherme Sampaio (veja detalhes abaixo).

O Executivo tem se articulado para evitar uma nova greve de caminhoneiros diante da escalada dos preços do diesel.

🔎Preço mínimo do frete: É uma tabela obrigatória, criada após a greve dos caminhoneiros de 2018, que estabelece quanto um frete precisa custar no mínimo, dependendo do tipo de carga, distância percorrida, número de eixos e outras variáveis. Foi criada para impedir que caminhoneiros rodem “no prejuízo”.

LEIA TAMBÉM: Procons e ANP fiscalizam postos para combater preços abusivos na venda de diesel; veja resultado

suspensão imediata do registro de empresas que descumprirem a tabela;cassação do registro em caso de reincidência;divulgação pública, ainda hoje, dos nomes das principais empresas infratoras;fiscalização permanente e integral (100% das operações) sobre as transportadoras que forem identificadas como reincidentes.

De acordo com auxiliares do Ministério dos Transportes, a avaliação é que a baixa efetividade da fiscalização atual facilita que empresas paguem fretes abaixo do piso.

Ministro dos Transportes, Renan Filho, durante uma coletiva de imprensa. — Foto: TV Globo/Reprodução

Apesar da desoneração federal anunciada na semana passada — que zerou PIS e Cofins sobre o diesel — o governo reconhece que o efeito prático da medida pode ser pequeno se os estados não reduzirem o ICMS.

Governadores resistem à ideia e alegam perdas fiscais acumuladas. Ao fazer o anúncio na semana passada sobre as medidas relativas ao imposto do diesel, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fez um pedido para que os estados baixassem o ICMS de combustíveis.

Nesta quarta, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que se reunirá com estados para pedir novamente a redução sobre o ICMS.

Interlocutores da área econômica avaliam que, sem a colaboração dos estados, o preço final do diesel seguirá alto, alimentando a insatisfação da categoria e aumentando o risco de greve.

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Dólar abre com foco na Superquarta e guerra no Oriente Médio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 18/03/2026 09:10

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,199-0,58%Dólar TurismoR$ 5,399-0,63%Euro ComercialR$ 5,997-0,36%Euro TurismoR$ 6,242-0,43%B3Ibovespa180.410 pts0,3%MoedasDólar ComercialR$ 5,199-0,58%Dólar TurismoR$ 5,399-0,63%Euro ComercialR$ 5,997-0,36%Euro TurismoR$ 6,242-0,43%B3Ibovespa180.410 pts0,3%MoedasDólar ComercialR$ 5,199-0,58%Dólar TurismoR$ 5,399-0,63%Euro ComercialR$ 5,997-0,36%Euro TurismoR$ 6,242-0,43%B3Ibovespa180.410 pts0,3%Oferecido por

O dólar inicia esta quarta-feira (18) sob forte influência da “Superquarta”, com investidores divididos entre as decisões de juros no Brasil e nos Estados Unidos e a escalada da guerra no Oriente Médio, que mantém o petróleo pressionado. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

▶️ Os investidores seguem atentos às decisões de juros no Brasil e nos Estados Unidos (EUA), que serão anunciadas na chamada “Superquarta”. Por aqui, a maior parte do mercado projeta um corte de 0,25 ponto percentual, levando a Selic, taxa básica da economia, a 14,75% ao ano. Se confirmada, será a primeira redução da Selic desde maio de 2024 — ou seja, após quase dois anos.

▶️ Já o Federal Reserve (Fed, banco central americano) deve manter os juros inalterados. Sem perspectiva clara de trégua nos ataques envolvendo EUA, Israel E Irã, economistas avaliam que os impactos, tanto locais quanto globais, vão depender da duração do conflito.

▶️ Até agora, no entanto, não há sinais de arrefecimento da guerra, que já dura três semanas. Com o Estreito de Ormuz no centro das tensões, os EUA informaram ter usado bombas de penetração profunda contra sistemas antiembarcação do Irã ao longo da principal rota global de petróleo.

▶️ O objetivo é reabrir o estreito, fechado por Teerã desde o início da guerra. Enquanto isso, o petróleo segue pressionado, com preços acima de US$ 100, aumentando os riscos para a inflação global.

🛢️ Por volta das 8h51, o barril do tipo petróleo Brent subia 0,72%, a US$ 104,16, enquanto o WTI avançava 1,15%%, a US$ 94,43.

▶️ Ontem, a França se alinhou a outros países da OTAN e rejeitou o pedido dos Estados Unidos para ajudar a liberar o Estreito de Ormuz. A decisão contradiz a declaração de Donald Trump de que Paris apoiaria a iniciativa. O presidente americano chamou a recusa dos aliados de “erro muito tolo”.

▶️ No Brasil, os efeitos da guerra já chegam aos consumidores. O reajuste recente do diesel pela Petrobras, somado à alta do petróleo, aumentou a pressão sobre os custos de transporte e levou caminhoneiros a ameaçarem uma nova paralisação. O Ministério da Justiça já disse que Polícia Federal vai investigar preços abusivos de combustíveis. Procon também está de olho.

Após uma breve trégua, os preços do petróleo voltaram a subir nesta terça-feira. Embora o apelo de Trump pela reabertura do tráfego no Estreito de Ormuz e a liberação de reservas estratégicas por outros países tenham reduzido a pressão sobre a commodity, o efeito durou pouco.

Ao menos três países europeus recusaram nesta segunda-feira (16) o pedido do presidente dos EUA para que enviassem navios militares ao Estreito de Ormuz.

Ao longo do dia, Trump recebeu negativas de vários aliados, com destaque para a Alemanha, que rejeitou qualquer participação da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) na crise.

Nesta terça, o assessor econômico da Casa Branca, Kevin Hassett, disse à emissora "CNBC" que petroleiros estão "começando a passar aos poucos" pelo Estreito de Ormuz, reiterando a posição do governo Trump de que a guerra com o Irã deve durar semanas, e não meses.

No entanto, ataques recentes à infraestrutura energética de outros países em meio à guerra vêm comprometendo o escoamento global de petróleo.

Segundo a Reuters, o carregamento no porto de Fujairah, nos Emirados Árabes Unidos, foi parcialmente interrompido após um terceiro ataque em quatro dias provocar incêndio no terminal de exportação, enquanto o campo de gás Shah segue com operações suspensas.

Com isso, a produção do terceiro maior produtor da Opep caiu mais da metade, intensificando a pressão sobre os preços da energia e agravando a crise no mercado internacional.

Enquanto isso, a guerra continua. Israel afirmou ter matado Ali Larijani, chefe do Conselho Supremo de Segurança do Irã e uma das principais figuras do regime, em um bombardeio de precisão em Teerã.

A ação teria ocorrido na noite de segunda-feira, segundo autoridades israelenses, mas não foi confirmada pelo governo iraniano.

Aliado próximo da liderança do país, Larijani vinha ganhando ainda mais influência em meio à guerra contra EUA e Israel, que seguem realizando ataques frequentes ao território iraniano.

O Índice Geral de Preços-10 (IGP-10), divulgado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), mostrou que os preços, em geral, caíram 0,24% em março, marcando mais um mês de recuo. No acumulado de um ano, a queda já chega a 2,53%.

👉 O IGP-10 é muito usado como referência para reajustes de contratos, como aluguel, energia e alguns serviços, porque capta tanto o que acontece na indústria quanto no bolso do consumidor.

Segundo a FGV, esse movimento foi puxado principalmente pela redução nos preços de produtos básicos no atacado, como alimentos e matérias-primas.

Para o consumidor, os preços ficaram praticamente estáveis, enquanto os custos da construção ainda subiram, mas de forma mais moderada.

Pesquisa da Genial/Quaest divulgada nesta terça-feira aponta que 56% dos brasileiros já definiram o voto para presidente, enquanto 43% ainda podem mudar de candidato.

O nível de decisão é mais alto entre eleitores de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), com mais de 60% afirmando que a escolha é definitiva.

O levantamento também mostra que homens e eleitores mais velhos tendem a ter decisão mais consolidada, enquanto mulheres, jovens e eleitores do Sudeste aparecem mais indecisos, indicando um cenário ainda aberto para mudanças na disputa eleitoral.

Em Wall Street, os mercados fecharam em alta de olho no impasse no Estreito de Ormuz e à espera da decisão do Federal Reserve (Fed), o banco central americano, sobre os juros americanos nesta quarta-feira.

Na Ásia, os mercados fecharam em baixa, pressionados pelas incertezas em torno da guerra no Oriente Médio, que deixaram os investidores mais cautelosos em relação a ativos de maior risco.

Em Xangai, o índice local caiu 0,9%, enquanto o CSI300, que reúne empresas listadas em Xangai e Shenzhen, recuou 0,7%. Já em Hong Kong, o Hang Seng avançou 0,1%, e em Tóquio, o Nikkei caiu 0,1%.

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Guerra do Irã vai impedir queda do juro no Brasil? Entenda o que é a Selic e como ela afeta o seu bolso

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 18/03/2026 08:00

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,199-0,58%Dólar TurismoR$ 5,399-0,63%Euro ComercialR$ 5,997-0,36%Euro TurismoR$ 6,242-0,43%B3Ibovespa180.410 pts0,3%MoedasDólar ComercialR$ 5,199-0,58%Dólar TurismoR$ 5,399-0,63%Euro ComercialR$ 5,997-0,36%Euro TurismoR$ 6,242-0,43%B3Ibovespa180.410 pts0,3%MoedasDólar ComercialR$ 5,199-0,58%Dólar TurismoR$ 5,399-0,63%Euro ComercialR$ 5,997-0,36%Euro TurismoR$ 6,242-0,43%B3Ibovespa180.410 pts0,3%Oferecido por

Guerra do Irã vai impedir queda do juro no Brasil? Entenda o que é a Selic e como ela afeta o seu bolso — Foto: Getty Images via BBC

O tão aguardado ciclo de queda dos juros no Brasil — que muitos esperavam que começaria nesta quarta-feira (17) — pode não mais acontecer agora, ou ser mais lento do que se imaginava.

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) define nesta quarta-feira a taxa básica de juros da economia brasileira, a Selic. Desde junho do ano passado, a Selic está em 15% — seu patamar mais alto em quase 20 anos.

O motivo dessa alta era a preocupação com a inflação brasileira, que dava sinais de que poderia ultrapassar a meta tolerada no país, de 4,5% ao ano. Como as expectativas de inflação vinham caindo esse ano, esperava-se que o juro — principal instrumento das autoridades monetárias para segurar aumentos de preço na economia — também caísse.

O próprio Banco Central havia dito em janeiro, a sua primeira reunião deste ano, que os juros poderiam começar a cair agora em março.

"O comitê antevê, em se confirmando o cenário esperado, iniciar a flexibilização da política monetária em sua próxima reunião, porém reforça que manterá a restrição adequada para assegurar a convergência da inflação à meta", disse a ata da reunião do Copom da ocasião.

No entanto o "cenário esperado" citado na nota não se confirmou. Em 28 de fevereiro, os EUA e Israel atacaram o Irã, dando início a uma guerra que vem provocando aumento no preço internacional do petróleo, diante das incertezas sobre o fornecimento global de combustíveis. Antes da guerra, o preço referência do barril de petróleo estava abaixo de US$ 80 — agora ele tem sido cotado acima de US$ 100 em vários dias.

E essa incerteza já teve repercussões na economia brasileira. A Petrobras anunciou na semana passada o aumento do preço do diesel — para colocar os preços domésticos em linha com os custos internacionais. E o governo federal anunciou a isenção que alguns tributos, na tentativa de conter grandes aumentos de preço.

O temor do governo é que, se a guerra durar por muito tempo e o preço internacional do petróleo seguir em patamar elevado, a alta de combustíveis no Brasil provoque inflação. Combustíveis são um componente importante no preço de diversos produtos, como alimentos.

"Estamos dizendo em alto e bom som que estamos fazendo um sacrifício enorme aqui, uma engenharia econômica, para evitar que os efeitos da irresponsabilidade das guerras cheguem ao povo brasileiro", disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na semana passada, ao anunciar as medidas do governo.

Desde o começo da guerra no Irã, agentes de mercado passaram a acreditar que haverá aumento da inflação no Brasil.

O mais recente boletim Focus do Banco Central — que reúne expectativas de mais de cem instituições financeiras do Brasil — divulgado na segunda-feira (17/3) mostra que o mercado espera que a inflação IPCA termine o ano em 4,1%. Há uma semana, a previsão do mercado era de 3,91%.

Já a expectativa do mercado para a Selic no final de 2026 subiu de 12,13% para 12,25% em uma semana. Isso significa que se o mercado entende que o ciclo de queda dos juros será menos intenso do que se previa antes da guerra.

Entre corretoras havia uma expectativa antes do início da guerra de que haveria um corte de 0,5 ponto percentual nos juros brasileiros. Esta semana algumas instituições revisaram suas previsões para um corte mais gradual, de 0,25 ponto percentual. E outras já esperam que o Copom sequer promova qualquer corte.

"Acreditamos que o Copom manterá a taxa Selic em 15% nesta semana", diz um relatório da XP publicado na segunda-feira. "Acreditamos que, se o Copom não estiver confiante para cortar a taxa de juros em 0,5 ponto percentual, é melhor deixá-la inalterada e fazê-lo com mais embasamento em abril."

A taxa Selic (sigla para Sistema Especial de Liquidação e de Custódia) serve como referência para todas as taxas de juros do mercado brasileiro e é definida pelo Copom, grupo composto pelo presidente e diretores do Banco Central. Eles se reúnem para definir a trajetória da Selic.

A Selic é o principal instrumento de política monetária usado pelo Banco Central para controlar a inflação. O Banco Central tem autonomia em relação ao governo federal para definir a Selic.

Quando a taxa sobe, os juros cobrados em financiamentos, empréstimos e no cartão ficam mais altos e isso desencoraja o consumo — o que, por sua vez, estimula uma queda na inflação. Por outro lado, se a inflação está baixa e o BC reduz os juros, isso barateia os empréstimos e incentiva o consumo.

Para definir o que fazer com a Selic, o BC avalia as condições da inflação, da atividade econômica, das contas públicas e o cenário externo — sempre com o objetivo de manter a inflação dentro da meta.

O instrumento é usado por todos os governos e autoridades monetárias. O Federal Reserve (Fed), o banco central dos Estados Unidos, define os juros básicos da economia americana. O Banco Central Europeu faz o mesmo com os juros nos países que compõem a zona do euro.

Desde a pandemia, o mundo passou por um aumento da inflação — como reflexo de desequilíbrios na cadeia de produção combinados com um aumento do consumo. Nesses anos, a inflação bateu recorde de mais de quatro décadas em países europeus e nos EUA.

No Brasil, um ciclo de alta começou em março de 2021 e durou até agosto de 2023, com escalada do juro de 2% para 13%. Por um ano depois disso, o juro chegou a cair para 10,5%.

Mas desde setembro de 2024, o juro vem subindo, no atual ciclo de alta. Foram oito aumentos consecutivos na Selic, atingindo em junho do ano passado o patamar de 15%, que se mantém inalterado desde então. Esse nível é o maior registrado no Brasil desde julho de 2006.

O objetivo do Copom é fazer a inflação brasileira ficar dentro da meta, que também é definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

O regime de metas de inflação, o câmbio flutuante e a meta fiscal compõem o chamado "tripé macroeconômico", anunciado em 1999 como a nova estrutura da política econômica brasileira.

Isso depois de o Brasil ter superado, com o Plano Real (1994), um período traumático de hiperinflação, durante o qual os preços chegavam a aumentar 80% em um único mês.

A ideia da meta é que uma inflação previsível, estável e baixa possa ajudar a economia a crescer mais, reduzindo as incertezas.

Se não houvesse aumento nos juros, as pessoas estariam expostas à inflação alta, o que provocaria uma queda nos padrões de vida de todos. Os preços de bens e serviços subiriam, e os salários das pessoas não acompanhariam essa alta.

A meta, inicialmente fixada em 8% ao ano em 1999, foi sendo gradualmente reduzida ao longo dos anos. Para 2026, o Conselho Monetário Nacional (CMN) definiu a meta de inflação anual em 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 pontos percentuais. O que significa que o CMN "tolera" uma inflação de 4,5% em 2026.

Antigamente o cumprimento da meta era avaliado ao final de cada ano. Mas desde 2024, a meta é contínua, ou seja, precisa ser cumprida mês a mês. A meta é considerada descumprida quando a inflação acumulada em doze meses se desvia por seis meses consecutivos do intervalo de tolerância.

Quando ela é descumprida, a autoridade monetária precisa publicar uma carta e uma nota técnica explicando os motivos do desvio da inflação, as providências para assegurar o retorno aos limites estabelecidos e o prazo estimado desse retorno.

Fica mais caro pegar dinheiro emprestadoTorna-se mais atraente poupar e investir dinheiro em renda fixa

Sobre empréstimos, juros altos afetam principalmente pessoas que tomam financiamentos para comprar casa ou carro — e também consumidores que têm dívidas com cartão de crédito.

O mesmo acontece com empresas: juros altos não incentivam tomada de empréstimos para realizar investimentos.

E governos também sofrem: juros elevados prejudicam as finanças públicas, já que os países também tomam empréstimos ao emitir títulos de dívida (uma das formas como governos se financiam — a outra é arrecadação de impostos).

Juros mais altos acabam sendo vantajosos para quem tem dinheiro para emprestar e investir. Mas é preciso tomar cuidado. Os investimentos e poupanças precisam ter taxa de retorno superior à inflação para que haja um ganho real.

Por outro lado, para quem não tem dinheiro guardado, a vida fica bem mais difícil, e o fosso entre ricos e pobres tende a aumentar. Por isso, quando os juros estão elevados, a desigualdade sobe.

"Classes de renda inferiores se prejudicam mais com maiores taxas de inflação já que não contam com instrumentos de proteção financeira", diz nota do ministério da Fazenda que explica o regime de metas do país.

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PIB acima do esperado, dívida em alta: o balanço da gestão Haddad em 10 gráficos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 18/03/2026 06:03

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,199-0,58%Dólar TurismoR$ 5,399-0,63%Euro ComercialR$ 5,997-0,36%Euro TurismoR$ 6,242-0,43%B3Ibovespa180.410 pts0,3%MoedasDólar ComercialR$ 5,199-0,58%Dólar TurismoR$ 5,399-0,63%Euro ComercialR$ 5,997-0,36%Euro TurismoR$ 6,242-0,43%B3Ibovespa180.410 pts0,3%MoedasDólar ComercialR$ 5,199-0,58%Dólar TurismoR$ 5,399-0,63%Euro ComercialR$ 5,997-0,36%Euro TurismoR$ 6,242-0,43%B3Ibovespa180.410 pts0,3%Oferecido por

Economia teve resultados melhores do que o esperado nos últimos anos — com crescimento do PIB, inflação controlada e mercado de trabalho aquecido.

Mesmo assim, a relação entre o ministro Fernando Haddad (PT) e o mercado financeiro continuou marcada por altos e baixos.

Pouco mais de três anos após assumir o Ministério da Fazenda, economistas avaliam que Haddad não avançou em reformas importantes para melhorar a economia no longo prazo.

O principal problema foi a dificuldade de controlar os gastos públicos, marcada por revisões e mudanças nas metas.

Nesta reportagem, veja o que os números da economia mostram sobre a passagem de Haddad pelo Ministério da Fazenda.

A economia teve resultados melhores do que o esperado nos últimos anos — com crescimento do PIB, inflação controlada e mercado de trabalho aquecido. Mesmo assim, a relação entre o ministro Fernando Haddad (PT) e o mercado financeiro continuou marcada por altos e baixos.

Pouco mais de três anos após assumir o Ministério da Fazenda, economistas avaliam que Haddad não avançou em reformas importantes para melhorar a economia no longo prazo. O principal problema foi a dificuldade de controlar os gastos públicos, marcada por revisões e mudanças nas metas.

Nesta reportagem, veja o que os números da economia mostram sobre a passagem de Haddad pelo Ministério da Fazenda.

Embora Haddad tenha conquistado parte do mercado financeiro no início do mandato — com um discurso focado em melhorar as contas públicas e controlar gastos — seus planos acabaram enfrentando resistências dentro do próprio governo.

Nos primeiros dias de governo, em 2023, Haddad chegou a afirmar que “não aceitaria” o déficit previsto para aquele ano e que trabalharia para reduzi-lo.

“Um dos méritos de Haddad é que ele sempre buscou dialogar com o mercado e com analistas, explicando a agenda econômica e os objetivos do governo”, afirma Alessandra Ribeiro, sócia e diretora de macroeconomia da Tendências Consultoria.

A aprovação do arcabouço fiscal, ainda em 2023, foi um passo importante para mostrar o compromisso do ministro com as contas públicas. Mas o resultado fiscal daquele ano — com déficit de R$ 249 bilhões — acabou pesando na avaliação do mercado.

Segundo o economista-chefe da Warren Investimentos e ex-secretário da Fazenda de São Paulo, Felipe Salto, embora Haddad tenha herdado despesas do governo Bolsonaro (PL) que precisaram ser pagas em 2023, o ministro também tem parte da responsabilidade pelo aumento dos gastos naquele ano.

“Ele manteve regras que aumentam despesas automaticamente e não discutiu mudanças em benefícios como aposentadorias, abono salarial, seguro-desemprego e BPC. Isso também aumentou a pressão sobre as contas públicas”, afirma Salto.

No ano seguinte, o déficit caiu para R$ 47,6 bilhões — uma redução de mais de 80% em relação a 2023. Mesmo assim, problemas no orçamento, dificuldade para cortar gastos e a autorização de despesas fora da meta fiscal voltaram a reduzir a confiança do mercado em Haddad.

Em abril de 2024, por exemplo, o governo propôs reduzir as metas de superávit primário para os anos seguintes no projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). Com isso, o superávit que era esperado para 2025 passou a ser previsto apenas para 2026.

A medida abriu espaço para aumento dos gastos públicos e foi duramente criticada pelo mercado financeiro.

“A mudança foi mal recebida pelo mercado, e com razão. Ela mudou o caminho esperado para as contas públicas e reacendeu a percepção de que o governo poderia recorrer a manobras contábeis para ajustar o resultado fiscal”, afirma Salto, da Warren.

Apesar dos esforços de Haddad para manter a confiança nas contas públicas, especialistas dizem que faltaram medidas concretas para cortar despesas.

O ministro fez uma nova tentativa de cortar gastos em novembro de 2024, ao anunciar um pacote de medidas que previa economizar R$ 70 bilhões em dois anos.

O gesto, porém, não foi suficiente para recuperar a confiança do mercado. Isso porque também foi anunciado, no mesmo dia, o aumento da faixa de isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil. A promessa de campanha de Lula foi vista imediatamente como um novo gasto.

“O governo também enfrentou dificuldades para reduzir gastos por causa do Congresso. Haddad tentou discutir várias propostas, mas muitas acabaram sendo enfraquecidas pelos próprios parlamentares”, diz André Galhardo, economista-chefe da consultoria Análise Econômica.

Entre as medidas que ajudaram a aumentar a arrecadação estão mudanças em impostos, como o aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) e a chamada “taxa das blusinhas”, que passou a cobrar imposto de importação de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50.

“Ainda que o ministro tenha adotado algumas medidas corretas para aumentar a arrecadação, elas não foram suficientes para mostrar estabilidade da dívida. O ponto mais sensível, que seria controlar o crescimento das despesas obrigatórias, não foi enfrentado”, diz Ribeiro, da Tendências.

Segundo dados do Banco Central, desde o início do mandato de Haddad a dívida bruta do governo em relação ao PIB subiu cerca de sete pontos percentuais, para 78,66%. Para este ano, a previsão do Tesouro Nacional é que a dívida chegue a 83,6%.

“Não chegamos a uma situação fiscal desastrosa, mas o déficit primário do governo ainda não é compatível com uma trajetória sustentável da dívida”, completa Salto.

Apesar das dificuldades para cortar gastos, os especialistas ouvidos pelo g1 reconhecem o mérito de Haddad na defesa e na aprovação da reforma tributária, após três décadas de discussões no Congresso.

A reforma, aprovada em dezembro de 2023, criou um imposto sobre valor agregado (IVA), definiu uma cesta básica nacional isenta de tributos e estabeleceu o Imposto Seletivo, conhecido como “imposto do pecado”.

“Essa é uma reforma extremamente difícil e que, no início, poucos acreditavam que sairia do papel. Ainda não é o modelo ideal, mas deve gerar efeitos positivos para a economia ao longo do tempo e conta a favor de Haddad”, afirma Ribeiro, da Tendências.

Os especialistas, porém, dizem que ainda há um longo caminho para completar a reforma tributária no país.

Segundo o economista e coordenador do curso de administração pública da Fundação Getulio Vargas (FGV), Nelson Marconi, uma parte importante que ainda precisa ser discutida é a reforma sobre a renda.

“O governo poderia ter feito uma reforma tributária mais ampla, que também incluísse a tributação da renda e a revisão de despesas e desonerações. A taxa de 10% sobre a renda dos mais ricos é um passo, mas ainda é insuficiente”, afirma.

A dificuldade para implementar um plano de gastos mais alinhado ao que o mercado esperava, porém, não impediu que Haddad entregasse crescimento e inflação melhores do que o previsto.

Durante seu mandato, o PIB cresceu acima das projeções do mercado em todos os anos. A inflação também ficou dentro do intervalo de tolerância da meta em dois dos três anos em que esteve à frente da Fazenda — muito em virtude do rigor do Banco Central em manter juros mais altos, apesar das pressões do governo federal.

“A economia tem apresentado um desempenho positivo, com crescimento elevado. Mesmo com a desaceleração em 2025, a atividade ainda cresceu bastante para o padrão recente do país”, avalia Salto.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o PIB do Brasil cresceu 2,3% em 2025. O resultado representa uma desaceleração em relação ao ano anterior, mas marcou o quinto ano seguido de crescimento da economia.

Parte dessa desaceleração também é reflexo dos juros elevados, que estão em 15% ao ano desde junho de 2025.

"A política monetária restritiva [juros altos] e o alto endividamento das famílias, que bateu recorde no ano passado, têm puxado um pouco o consumo para baixo", afirmou Rebeca Palis, coordenadora de contas nacionais do instituto, em coletiva de imprensa para falar sobre o resultado do PIB. Segundo ela, o alto nível da Selic foi o "vilão" do PIB no ano passado.

“Além disso, o fato de Haddad ter respeitado a autonomia do Banco Central e permitido que a instituição atuasse sem interferência também é um ponto positivo”, afirma Salto.

Nesse ponto, o ministro também ajudou a manter a inflação controlada nos últimos anos — mesmo com uma meta considerada exigente, de 3%.

Comparação entre a inflação acumulada em 12 meses e a evolução da taxa básica de juros. — Foto: Arte/g1

“Hoje vemos as expectativas caminhando para níveis mais baixos, e em nenhum momento houve descontrole da inflação ou sinal de que o governo tenha abandonado o compromisso de mantê-la sob controle”, completa.

Por fim, os especialistas consultados pelo g1 também destacam os bons resultados do mercado de trabalho e da renda como parte do legado de Haddad.

“Esse é um indicador ligado ao crescimento da economia e que também ficou melhor do que o mercado previa. O mercado de trabalho está realmente muito positivo”, avalia Alessandra Ribeiro, da Tendências.

Segundo o IBGE, a taxa média de desemprego no Brasil ficou em 5,6% em 2025 — o menor nível da série histórica, iniciada em 2012.

Já o rendimento médio real das pessoas ocupadas foi estimado em R$ 3.560, alta de 5,7% em relação a 2024.

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Como prints do bloco de notas criaram mais rastros de conversa entre Vorcaro e Moraes

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 18/03/2026 04:49

Tecnologia Como prints do bloco de notas criaram mais rastros de conversa entre Vorcaro e Moraes Programas usados pela Polícia Federal recuperam mensagens e arquivos salvos em celulares. Segundo especialista, tentativa do banqueiro de esconder conversas pode, na verdade, ter ajudado a investigação. Por Victor Hugo Silva, g1 — São Paulo

Programas usados em investigações da Polícia Federal podem desbloquear celulares e recuperar o conteúdo de conversas no WhatsApp.

No caso Master, peritos analisaram mensagens enviadas como imagens de visualização única no WhatsApp, segundo o jornal O Globo.

O banqueiro fazia prints de mensagens escritas no bloco de notas e enviava o material pelo WhatsApp, de acordo com o jornal.

Segundo especialista em segurança digital ouvido pelo g1, a estratégia pode deixar mais rastros no aparelho e gerar mais provas para a perícia.

Montagem mostra Daniel Vorcaro, dono do banco Master, e Alexandre de Moraes, ministro do STF — Foto: Reprodução/Rosinei Coutinho/STF

Programas usados em investigações da Polícia Federal podem desbloquear celulares e recuperar o conteúdo de conversas no WhatsApp. Em alguns casos, conseguem até acessar imagens apagadas pelo dono do aparelho.

Na investigação do caso Master, a PF realizou uma análise técnica para obter mensagens trocadas em 17 de novembro entre Daniel Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), informou o jornal "O Globo" em 6 de março.

A conversa incluía prints com mensagens escritas pelo banqueiro no aplicativo de bloco de notas e enviadas pelo WhatsApp como imagens de visualização única. O jornal afirmou que teve acesso ao conteúdo obtido por um software da PF que exibe, de forma conjunta, mensagens e arquivos, o que permitiu reverter a visualização única.

Em nota enviada anteriormente, Moraes afirmou que os prints de mensagens de Vorcaro não aparecem como enviados a ele e que uma análise técnica indicou que as imagens de visualização única não correspondem aos contatos do ministro.

O perito em segurança digital Wanderson Castilho explicou ao g1 que a estratégia de Vorcaro de criar capturas de tela do bloco de notas para ocultar o conteúdo das conversas pode, na prática, ter contribuído para criar mais evidências.

"É até mais fácil recuperar imagens do que a conversa propriamente dita. Quando ele transformou a conversa em imagem, deixou um rastro maior", afirmou.

O aplicativo bloco de notas; A galeria de fotos que armazena a captura de tela;Pastas ocultas que podem manter arquivos temporariamente no dispositivo.

Tanto o bloco de notas quanto a galeria de fotos possuem lixeiras que guardam arquivos excluídos por alguns dias. Mesmo depois de removidos da lixeira, esses arquivos podem deixar rastros na memória do aparelho.

"Conseguimos analisar todas essas correlações e chegar à mensagem de visualização única que, em tese, ninguém mais conseguiria ver", disse Castilho.

A estrutura do WhatsApp, que armazena as conversas no próprio aparelho e não em um servidor externo, permite que autoridades recuperem mensagens quando estão com o dispositivo em mãos, explicou o perito.

O WhatsApp usa criptografia de ponta a ponta, que impede o acesso às mensagens por terceiros, incluindo a própria plataforma. As conversas são protegidas por uma espécie de cadeado, aberto apenas com as chaves armazenadas no celular de cada usuário.

"A segurança está no caminho que as mensagens percorrem. Quando chegam aos aparelhos, elas são descriptografadas e ficam legíveis para qualquer pessoa", resumiu o perito.

Programas como o israelense Cellebrite e o americano GrayKey, ambos de uso restrito, conseguem acessar mensagens e arquivos em iPhones e celulares Android mesmo quando estão bloqueados.

Outra ferramenta é o IPED (Indexador e Processador de Evidências Digitais), programa criado por peritos da PF em 2012. Ele faz varreduras em celulares apreendidos e permite buscar rapidamente informações em conversas e arquivos.

Se estiver com a tela bloqueada, podem ser usados programas como GrayKey e Cellebrite, que tentam descobrir a senha e baixar informações ao se conectar ao aparelho por cabo USB;Se estiver desligado ou danificado, pode-se usar a técnica chamada chip-off, na qual o chip de memória é removido do aparelho e as informações contidas nele são transferidos para outro dispositivo.

Apesar de arquivos e mensagens não desapareçam imediatamente da memória, o ideal é que a extração com esses programas seja feita o quanto antes.

Peritos têm pressa porque alguns registros que ajudam a acessar o material ficam em uma espécie de memória temporária do aparelho, explicou Castilho. É o caso da senha de bloqueio da tela, por exemplo.

Alguns celulares são reiniciados automaticamente para dificultar a extração da senha. A empresa que criou o GrayKey informou em 2024 que uma atualização do iPhone faz o aparelho reiniciar automaticamente se permanecer bloqueado por mais de três dias.

O IPED, criado pela Polícia Federal, facilita a busca por informações em um celular e consegue até extrair texto de imagens.

O sistema usa um princípio semelhante ao de radares de trânsito que fotografam placas e transformam os números em texto para identificação no sistema, explicou ao Fantástico o presidente da Associação dos Peritos em Computação Forense, Marcos Monteiro.

"Todas as imagens são identificadas e transformadas em texto. A ferramenta já pega as imagens, extrai os textos que ali existem, correlaciona ou organiza isso de uma forma legível. E, quando você vai fazer uma busca textual, por exemplo, ela vai identificar esses dados", disse Monteiro. (veja no vídeo abaixo)

O programa permite fazer buscas por padrões, como CPF e valores monetários, o que ajuda a agilizar investigações. Ele também consegue analisar mensagens apagadas, mas não as que têm visualização única.

O código-fonte do IPED está disponível na internet desde 2019, permitindo que desenvolvedores contribuam com melhorias na ferramenta.

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Por que a China devolveu cargas de soja do Brasil e uma grande exportadora cancelou embarques

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 18/03/2026 04:49

Agro Por que a China devolveu cargas de soja do Brasil e uma grande exportadora cancelou embarques Principal destino da soja brasileira, a China responde por cerca de 70% das exportações do produto. Por Paula Salati, g1 — São Paulo

Cerca de 20 navios brasileiros foram devolvidos pela China por apresentarem grãos de soja misturados a ervas daninhas proibidas no país asiático.

Diante da situação, representantes do Ministério da Agricultura devem viajar à China na próxima semana para tratar do tema.

A Cargill – uma das maiores exportadoras de grãos – cancelou embarques para o parceiro asiático no dia 12 deste mês.

Analistas da Hedgepoint Global Markets avaliam que o caso é pontual e não deve afetar o volume de soja exportado para a China.

Nos últimos dias, a China devolveu cargas de soja enviadas pelo Brasil que descumpriram regras sanitárias do país, enquanto a Cargill – uma das maiores exportadoras de grãos – cancelou embarques para o parceiro asiático no dia 12 deste mês.

Principal destino da soja brasileira, a China responde por cerca de 70% das exportações do produto.

Cerca de 20 navios brasileiros foram devolvidos pela China por apresentarem grãos de soja misturados a ervas daninhas proibidas no país asiático. Diante da situação, representantes do Ministério da Agricultura devem viajar à China na próxima semana para tratar do tema.

Apesar de o caso ter ganhado repercussão nos últimos dias, a situação não é nova, afirma Raphael Bulascoschi, analista do mercado de soja da StoneX Brasil.

"O problema começou no final do ano passado, quando o GACC, órgão responsável pela fiscalização na China, informou ao governo brasileiro que carregamentos estavam chegando com excesso de sementes proibidas e materiais estranhos", diz Bulascoschi.

"Recentemente, a China voltou a cobrar o Ministério da Agricultura de forma mais dura, o que levou o governo a adotar uma 'postura de tolerância zero' para evitar tensões diplomáticas e a emitir certificados fitossanitários com mais rigor", acrescenta.

Na prática, diz ele, o Ministério passou a fazer inspeções mais frequentes e deixou de emitir certificados fitossanitários para carregamentos que não cumprem as exigências. "Sem esse certificado, as empresas ficam impedidas de entregar a carga na China e de receber o pagamento", explica.

Segundo Bulascoschi, foi nesse contexto que a Cargill decidiu interromper as exportações para a China.

O g1 procurou a companhia, que informou que suas entidades representativas — a Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) e a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) — publicariam uma nota conjunta.

No entanto, as entidades não têm dado explicações. Na nota conjunta, publicada na quinta-feira (12), disseram apenas que acompanham "de forma atenta" os "recentes desdobramentos" das exportações de soja. (veja no final da reportagem)

O Ministério da Agricultura disse ao g1 que se reuniu com as principais tradings (comercializadoras de grãos) e associações do país e que, juntos, atuam para "superar eventuais dificuldades" e "assegurar os elevados padrões de qualidade dos produtos brasileiros".

Analistas da Hedgepoint Global Markets avaliam que o caso é pontual e não deve afetar o volume de soja exportado para a China.

"A fila de navios nos portos brasileiros continua forte, com cerca de 17 milhões de toneladas de soja, sendo 10 milhões destinadas à China", afirma Thais Italiani, gerente de Inteligência de Mercado.

"Até agora, não há registro de atrasos relevantes na saída de navios, o que indica que se trata de ajustes pontuais no processo de inspeção das cargas", acrescentou.

Luiz Fernando Gutierrez Roque, coordenador de Inteligência de Mercado de Grãos e Oleaginosas da Hedgepoint Global Markets, afirma que 20 navios com cargas de soja representam entre 1,2 milhão e 1,5 milhão de toneladas.

"É pouco diante das 112 milhões de toneladas que o Brasil deve exportar no total no ano", conclui.

"A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (ABIOVE) e a Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (ANEC) informam que estão acompanhando, de forma atenta e com preocupação, os recentes desdobramentos relacionados aos embarques de soja destinados ao mercado chinês.

Diante desse cenário, a ABIOVE e a ANEC reafirmam que seguem atuando de forma colaborativa e mantendo diálogo constante com as autoridades competentes e com as demais entidades da cadeia produtiva para buscar soluções que garantam a fluidez do comércio, a previsibilidade das operações, prezando pela segurança jurídica e fortalecimento das relações comerciais internacionais e pela garantia dos requisitos de fitossanidade."

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