RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Trabalhar de casa e evitar voos: agência internacional sugere medidas para conter alta da energia

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/03/2026 11:17

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2691,04%Dólar TurismoR$ 5,4550,51%Euro ComercialR$ 6,0900,78%Euro TurismoR$ 6,3240,39%B3Ibovespa179.333 pts-0,52%MoedasDólar ComercialR$ 5,2691,04%Dólar TurismoR$ 5,4550,51%Euro ComercialR$ 6,0900,78%Euro TurismoR$ 6,3240,39%B3Ibovespa179.333 pts-0,52%MoedasDólar ComercialR$ 5,2691,04%Dólar TurismoR$ 5,4550,51%Euro ComercialR$ 6,0900,78%Euro TurismoR$ 6,3240,39%B3Ibovespa179.333 pts-0,52%Oferecido por

A Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês) recomendou nesta sexta-feira (20) uma série de medidas para aliviar a pressão dos preços da energia sobre consumidores.

Segundo a entidade, a guerra entre Estados Unidos e Israel contra o Irã elevou os preços da energia e aumentou preocupações com a inflação em todo o mundo.

Guerra no Oriente Médio: ataques à indústria energética fizeram preços do petróleo e do gás natural dispararem na quinta-feira (19). — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

A Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês) recomendou nesta sexta-feira (20) uma série de medidas para aliviar a pressão dos preços da energia sobre consumidores. Entre as sugestões estão trabalhar de casa e evitar viagens aéreas.

Segundo a entidade, a guerra entre Estados Unidos e Israel contra o Irã elevou os preços da energia e aumentou preocupações com a inflação em todo o mundo.

As propostas, de acordo com a IEA, são ações que podem ser adotadas por governos, empresas e famílias para reduzir o impacto recente da alta nos preços.

Entre as medidas sugeridas estão o incentivo ao trabalho remoto, a redução dos limites de velocidade nas rodovias em pelo menos 10 km/h e a substituição de viagens de avião por outros meios de transporte, sempre que possível.

“Recentemente, lançamos a maior liberação já realizada de estoques emergenciais de petróleo da IEA — e estou em contato próximo com governos ao redor do mundo, incluindo grandes produtores e consumidores de energia, como parte da nossa diplomacia energética internacional”, afirmou o diretor-executivo da IEA, Fatih Birol, em comunicado.

“Além disso, o relatório de hoje apresenta um conjunto de medidas imediatas e concretas que podem ser adotadas pelo lado da demanda por governos, empresas e famílias para proteger os consumidores dos impactos desta crise”, acrescentou.

No dia 11 de março, a IEA decidiu liberar um volume recorde de 400 milhões de barris de petróleo de estoques estratégicos para conter a disparada dos preços globais do petróleo. Os Estados Unidos foram responsáveis pela maior parte da oferta.

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Petróleo recua com sinalizações dos EUA após disparada com guerra no Oriente Médio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/03/2026 11:17

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,3011,64%Dólar TurismoR$ 5,4720,81%Euro ComercialR$ 6,1161,22%Euro TurismoR$ 6,3360,58%B3Ibovespa177.375 pts-1,61%MoedasDólar ComercialR$ 5,3011,64%Dólar TurismoR$ 5,4720,81%Euro ComercialR$ 6,1161,22%Euro TurismoR$ 6,3360,58%B3Ibovespa177.375 pts-1,61%MoedasDólar ComercialR$ 5,3011,64%Dólar TurismoR$ 5,4720,81%Euro ComercialR$ 6,1161,22%Euro TurismoR$ 6,3360,58%B3Ibovespa177.375 pts-1,61%Oferecido por

O preço do petróleo perdeu força nesta sexta-feira (20) após sinais da Casa Branca para conter a crise de energia, depois de ter disparado na véspera com ataques a infraestruturas no Oriente Médio.

O barril tipo Brent — referência global — chegou a atingir US$ 119 ontem, caiu para cerca de US$ 107 ao longo do dia e fechou em alta de 1,18%, cotado a US$ 108, 65.

Ontem, o Irã atingiu instalações de produção de combustíveis em diferentes pontos do Oriente Médio, em resposta ao ataque de Israel a South Pars, maior campo de gás natural do mundo.

A queda ocorre após declarações de autoridades americanas. O secretário do Tesouro americano, Scott Bessent, afirmou que os Estados Unidos avaliam retirar sanções ao petróleo iraniano e liberar volumes adicionais de reservas estratégicas.

Já o presidente Donald Trump descartou o envio de tropas terrestres ao Oriente Médio e voltou a dizer que o conflito pode terminar em breve.

O preço do petróleo perdeu força nesta sexta-feira (20) após sinais da Casa Branca para conter a crise de energia, depois de ter disparado na véspera com ataques a infraestruturas no Oriente Médio.

O barril tipo Brent — referência global — chegou a atingir US$ 119 ontem, caiu para cerca de US$ 107 ao longo do dia e fechou em alta de 1,18%, cotado a US$ 108, 65.

Ontem, o Irã atingiu instalações de produção de combustíveis em diferentes pontos do Oriente Médio, em resposta ao ataque de Israel a South Pars, maior campo de gás natural do mundo.

🔎Nesta sexta, por volta das 9h50 (horário de Brasília), o Brent era negociado a US$ 107,42 — ainda em patamar elevado, mas abaixo do pico recente —, em queda de 1,13%. Já o gás natural na Europa, que chegou a subir 35%, opera próximo da estabilidade, com leve alta de 0,08%.

A queda ocorre após declarações de autoridades americanas. O secretário do Tesouro americano, Scott Bessent, afirmou que os EUA avaliam retirar sanções ao petróleo iraniano e liberar volumes adicionais de reservas estratégicas.

Já o presidente Donald Trump descartou o envio de tropas terrestres ao Oriente Médio e voltou a dizer que o conflito pode terminar em breve.

Um comunicado conjunto de países como Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Holanda e Japão, indicando apoio à segurança da navegação no Estreito de Ormuz, também ajudou a reduzir a pressão sobre os preços.

"Expressamos nossa prontidão em contribuir com os esforços apropriados para garantir a passagem segura pelo Estreito", diz a declaração. "Saudamos o compromisso das nações que estão se engajando".

O comunicado é visto como um gesto ao governo de Donald Trump, que vinha criticando aliados após a recusa em enviar embarcações militares para escoltar navios no estreito. Na quinta-feira (19), o secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, chegou a classificar os países europeus como “ingratos”.

Apesar disso, a nota não detalha como será a atuação no Estreito de Ormuz, rota estratégica por onde passa cerca de 20% do petróleo consumido globalmente.

Apesar do alívio, o impacto da alta recente ainda é sentido globalmente. A Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês) recomendou medidas para reduzir o consumo de combustíveis, como incentivo ao trabalho remoto e menor uso de transporte aéreo.

No dia 11 de março, os 32 países-membros da agência internacional concordaram em disponibilizar 400 milhões de barris de petróleo de suas reservas de emergência para conter a alta do preço dos combustíveis provocada pela guerra no Oriente Médio.

É a maior liberação de reservas já feita pelos países da AIE. Até então, o recorde havia sido de 182,7 milhões de barris, após a invasão da Ucrânia pela Rússia, em 2022.

Governos também adotam ações locais: o Vietnã passou a estimular o uso de gasolina com etanol, mais barata, enquanto a Espanha anunciou corte de impostos sobre combustíveis.

Em entrevista à Fox Business, Chris Wright afirmou que, caso as sanções ao petróleo iraniano sejam suspensas, o combustível poderia chegar aos portos asiáticos em três a quatro dias, ampliando a oferta no mercado.

O preço do diesel no Brasil disparou cerca de 25% desde o início da guerra no Oriente Médio, chegando a uma média de R$ 7,22, segundo levantamento da TruckPag com dados de milhares de postos.

A alta acompanha o avanço do petróleo no mercado internacional e afeta diretamente o custo do combustível importado, que representa cerca de 30% do consumo nacional.

O aumento foi generalizado, com altas expressivas em estados de todas as regiões, e já pressiona a cadeia logística — impactando desde o transporte de cargas até o preço final de produtos e alimentos. Especialistas apontam que os efeitos na inflação devem começar a aparecer nas próximas semanas.

Mesmo com medidas do governo, como redução de tributos e subsídios, o repasse ainda não foi sentido nas bombas. A tendência do diesel segue atrelada à evolução do conflito e ao risco de interrupções no fornecimento global de energia.

Na quinta, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) pediu que a Petrobras aumente a oferta de combustíveis, mas afirmou não haver risco de desabastecimento no país.

A agência também adotou medidas para reforçar o monitoramento de estoques, importações e preços.

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Como melhorar a produção de ovos e frango caipira? Veja dicas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/03/2026 09:48

GLOBO RURAL Como melhorar a produção de ovos e frango caipira? Veja dicas Material foi elaborado pela Emater-MG e reúne recomendações sobre manejo, incluindo organização dos piquetes, alimentação do plantel. Por Globo Rural

Produtores interessados em melhorar a produção de ovos e frangos caipiras podem acessar gratuitamente uma cartilha com orientações técnicas sobre o tema.

O material foi elaborado pela Emater-MG e reúne recomendações sobre manejo, incluindo organização dos piquetes, alimentação do plantel e cuidados com a saúde e o bem-estar animal.

50 vídeos Resumo do dia De segunda a sábado, as notícias que você não pode perder diretamente no seu e-mail.

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Dólar abre em alta com crise do petróleo e escalada da guerra no Oriente Médio no radar

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/03/2026 09:48

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,215-0,58%Dólar TurismoR$ 5,428-0,12%Euro ComercialR$ 6,0420,43%Euro TurismoR$ 6,3000,81%B3Ibovespa180.271 pts0,35%MoedasDólar ComercialR$ 5,215-0,58%Dólar TurismoR$ 5,428-0,12%Euro ComercialR$ 6,0420,43%Euro TurismoR$ 6,3000,81%B3Ibovespa180.271 pts0,35%MoedasDólar ComercialR$ 5,215-0,58%Dólar TurismoR$ 5,428-0,12%Euro ComercialR$ 6,0420,43%Euro TurismoR$ 6,3000,81%B3Ibovespa180.271 pts0,35%Oferecido por

O dólar abre nesta sexta-feira (20) em alta de 0,42%, a R$ 5,2373, com investidores atentos às tentativas dos Estados Unidos e de Israel para conter a crise de energia provocada pela guerra no Oriente Médio. O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

Em uma semana de forte volatilidade, o presidente dos EUA, Donald Trump, tentou sinalizar estabilidade ao mercado na quinta-feira, após ações da Casa Branca para conter a crise de energia, como a possível flexibilização de sanções ao petróleo iraniano e a liberação de reservas estratégicas.

▶️ As medidas ocorrem em meio a esforços de EUA e Israel para reduzir a aversão ao risco diante do temor de um conflito prolongado com o Irã. Após a disparada recente, um discurso do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, trouxe alívio ao indicar que a tensão pode não se estender.

▶️ Depois de ultrapassar US$ 115, o petróleo recua nesta sexta, embora ainda opere em patamar elevado.

🔎 O Brent — referência global — era negociado a US$ 108,01 por volta das 8h46 (horário de Brasília). Já o gás natural na Europa, que chegou a subir 35%, opera próximo da estabilidade, com leve alta de 0,08%.

▶️ A sexta-feira continua com poucos indicadores no cenário local. O principais bancos centrais — Federal Reserve, Banco Central Europeu, Banco da Inglaterra, Banco Nacional Suíço e Banco do Japão — optaram por manter os juros estáveis, enquanto monitoram os impactos econômicos do conflito.

▶️ No Brasil, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) cobrou mais oferta de combustíveis da Petrobras, mas disse não ver risco de desabastecimento. A ANP reforçou o monitoramento do mercado, enquanto distribuidoras apontam alta na demanda e menor oferta.

Enquanto isso, um levantamento mostra que o preço do diesel já chegou a uma média de R$ 7,22. No início da guerra do Oriente Médio, no final de fevereiro, o preço médio era de R$ 5,74.

▶️ No campo político, os investidores analisam a indicação do secretário-executivo Dario Durigan, número dois na hierarquia da pasta, para comandar o ministério até o fim do mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), após a saída de Haddad para concorrer ao governo de São Paulo.

A guerra no Oriente Médio entrou em uma nova fase, segundo o Irã, que anunciou ataques a instalações de energia ligadas aos Estados Unidos como resposta aos bombardeios contra sua própria infraestrutura, atribuídos a Israel com apoio americano.

A escalada teve início após o ataque ao campo de gás South Pars, no Irã — o maior do mundo —, e ganhou força com a retaliação iraniana, que atingiu estruturas energéticas em países como Catar e Arábia Saudita, incluindo uma importante unidade de processamento de gás no território catariano.

Diante desse cenário, os preços do petróleo dispararam nesta quinta-feira, com o barril superando US$ 115, enquanto o gás natural também subiu forte na Europa. O movimento reflete o temor de interrupções no fornecimento global de energia.

Nos EUA, o governo de Donald Trump teria apoiado a ofensiva inicial, mas tenta conter novos ataques a esse tipo de infraestrutura, enquanto avalia os próximos passos conforme a reação do Irã.

Ao declarar que o Irã está sendo "dizimado", Benjamin Netanyahu citou o arsenal iraniano de mísseis e drones como ponto estratégico.

“O que estamos destruindo agora são as fábricas que produzem os componentes para fabricar esses mísseis e para produzir as armas nucleares que eles estão tentando desenvolver”, afirmou Netanyahu.

Na quarta-feira, o Banco Central do Brasil reduziu a taxa básica de juros (Selic) de 15% para 14,75% ao ano, no primeiro corte desde maio de 2024, decisão já esperada pelo mercado.

👉 Mesmo com a queda, o BC sinalizou cautela e não indicou novos cortes por conta das incertezas com a guerra no Oriente Médio, o preço do petróleo e os impactos na inflação. O comitê destacou que vai acompanhar os efeitos do conflito na economia antes de decidir os próximos passos.

🔎 O juro real é formado, entre outros pontos, pela taxa de juros nominal subtraída a inflação prevista para os próximos 12 meses.

A liderança do ranking, antes ocupada pela Rússia, passou para a Turquia, que registrou uma taxa real de 10,38%. Os russos aparecem na terceira posição, com juros reais de 9,41%.

Enquanto isso, nos EUA, o Federal Reserve manteve os juros entre 3,50% e 3,75% ao ano. Apesar das incertezas, o banco central americano ainda prevê um possível corte de 0,25 ponto ainda este ano, mas alertou que pode mudar de ideia se o cenário externo piorar com os conflitos.

👉 Juros altos nos EUA tendem a fortalecer o dólar e podem impactar países como o Brasil, pressionando a inflação e dificultando a queda dos juros por aqui.

Nesta quinta, o Banco da Inglaterra também decidiu manter os juros. A instituição avalia os riscos de inflação decorrentes da guerra, e alguns membros levantaram a possibilidade de um aumento.

Em Wall Street, as principais bolsas fecharam em queda. As perdas, que chegaram a ser mais intensas ao longo do pregão, perderam força diante da expectativa de investidores de que o conflito no Oriente Médio possa desacelerar.

O índice Dow Jones caiu 0,44%, enquanto o S&P 500 recuou 0,24% e o Nasdaq teve baixa de 0,28%. Os investidores também avaliaram os pedidos de auxílio-desemprego nos EUA, que caíram para 205 mil, abaixo do esperado, indicando um mercado de trabalho ainda estável, apesar das incertezas globais.

Na Europa, os mercados também fecharam em queda, refletindo as tensões geopolíticas e a cautela com a inflação.

No Reino Unido, o Banco da Inglaterra votou por unanimidade pela manutenção dos juros, diante dos riscos inflacionários ligados à guerra no Oriente Médio. Parte dos dirigentes, inclusive, sinalizou a possibilidade de novas altas, o que provocou uma forte venda de títulos públicos de curto prazo.

Entre as bolsas, o índice britânico FTSE 100 recuou 2,35%, enquanto o DAX, da Alemanha, caiu 2,76% e o CAC 40, da França, teve baixa de 2,03%.

Na Ásia, as bolsas também fecharam em queda nesta quinta-feira, com investidores mais cautelosos diante da escalada do conflito e das incertezas sobre a economia global.

Em Xangai, o principal índice recuou 1,4%, aos 4.006 pontos, após chegar a ficar abaixo dos 4.000 no intradia, enquanto o CSI300 caiu 1,6%, a 4.583 pontos.

Em Hong Kong, o Hang Seng perdeu 2%, aos 25.500 pontos, e, no Japão, o Nikkei registrou forte queda de 3,4%, aos 53.372 pontos. Também houve perdas na Coreia do Sul (-2,7%), Taiwan (-1,9%), Austrália (-1,6%) e Cingapura (-0,8%).

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De 10% para menos de 3%: como fazendas estão reduzindo a mortalidade de bezerras no Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/03/2026 06:47

GLOBO RURAL De 10% para menos de 3%: como fazendas estão reduzindo a mortalidade de bezerras no Brasil Projeto que monitora mais de 200 fazendas ajuda produtores a baixar índices de mortes, focando nos cuidados desde o nascimento e no conforto das vacas gestantes. Por Redação g1, Globo Rural

Um dos principais desafios das fazendas leiteiras no Brasil é a alta mortalidade de bezerras recém-nascidas.

Historicamente, as perdas giravam em torno de 10%, mas um projeto que reúne profissionais, universidades e institutos de pesquisa vem mostrando que é possível reduzir esse índice com investimento em estrutura e atenção ao manejo básico.

Desde 2017, o programa Alta Cria acompanha dados de mais de 200 propriedades em 10 estados, com forte presença em Minas Gerais. A proposta é transformar conhecimento técnico em soluções práticas para o produtor.

“O ideal é não passar de 3% de mortalidade. Já temos produtores que saíram da média de 10% e hoje trabalham com 2% ou até 1%”, afirma o zootecnista Rafael Azevedo, coordenador do projeto.

Em Coromandel (MG), os irmãos Fernando e Henrique Silva assumiram a fazenda da família após a morte do avô, em 2008 (veja reportagem completa no vídeo acima).

Apesar da tradição na atividade, eles perceberam que seria necessário profissionalizar a gestão para se manter no mercado.

Os investimentos em genética e conforto animal fizeram a produtividade saltar de 17 para 43 litros de leite por vaca por dia. Ainda assim, a mortalidade das bezerras continuava sendo um problema.

Segundo especialistas, as causas são diversas: doenças no umbigo e diarreia nos primeiros dias de vida; problemas respiratórios até os 90 dias; e a chamada tristeza parasitária, transmitida pelo carrapato, a partir dos três meses.

Para reverter esse cenário, os produtores investiram R$ 550 mil em um novo sistema de criação. O antigo modelo, com sombreamento a campo, deu lugar a 96 casinhas individuais, que protegem melhor os animais do clima e da umidade.

O manejo também mudou. O protocolo passou a incluir cura do umbigo com iodo, pesagem e o fornecimento de colostro — o primeiro leite — em até duas horas após o nascimento, essencial para garantir a imunidade das bezerras.

A cerca de 200 km dali, em Carmo do Paranaíba (MG), o produtor Eldes Braga conseguiu reduzir ainda mais as perdas. Em um rebanho com cerca de 350 nascimentos por ano, apenas seis bezerras morrem — o equivalente a cerca de 1,7%.

A mudança veio quando ele passou a focar no cuidado com as vacas ainda na gestação. O produtor investiu em um galpão exclusivo para os animais prenhes, com sistema de resfriamento por água e ventilação, para reduzir o estresse térmico.

Além do conforto, as vacas recebem alimentação específica, com proteínas e nutrientes que ajudam a fortalecer a imunidade da mãe e da cria. O resultado também aparece na produção: as novilhas passaram a parir mais pesadas, com média de 670 kg, o que contribui para maior produção de leite na fase de lactação.

Para os produtores, a principal lição é que a atividade leiteira exige cada vez mais profissionalização.

O bom manejo das bezerras garante a reposição do rebanho e a substituição de animais menos produtivos, o que sustenta a rentabilidade no longo prazo.

Desde 2024, os pesquisadores do projeto também iniciaram um levantamento semelhante voltado para fazendas de gado de corte.

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Preço médio do diesel dispara 25% e já chega a R$ 7,22 no Brasil, mostra levantamento

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/03/2026 05:52

Carros Preço médio do diesel dispara 25% e já chega a R$ 7,22 no Brasil, mostra levantamento Pesquisa foi feita com mais de 4,6 mil pontos de venda em todo o Brasil, com resultados divididos por estados. O litro do combustível custava R$ 5,74 no início da guerra no Oriente Médio. Por Redação g1 — São Paulo

As informações da empresa vêm de mais de 143 mil transações de compra de diesel em 4.664 postos.

Cerca de 94% desses postos estão em rodovias. Nos últimos 30 dias, 81,9% dessas transações foram feitas por caminhões.

O levantamento da TruckPag mostra que alguns estados tiveram subidas expressivas desde 28 de fevereiro.

Uma gota de gasolina cai do bico de uma bomba de combustível em um posto de gasolina em Vélizy-Villacoublay, perto de Paris. — Foto: Alain Jocard/AFP

Um levantamento da TruckPag, empresa que faz gestão de frotas, mostra que o preço do diesel no Brasil já chegou a uma média de R$ 7,22 nesta quarta-feira (19). No início da guerra do Oriente Médio, no final de fevereiro, o preço médio era de R$ 5,74.

As informações da empresa vêm de mais de 143 mil transações de compra de diesel em 4.664 postos. Cerca de 94% desses postos estão em rodovias. Nos últimos 30 dias, 81,9% dessas transações foram feitas por caminhões.

Na última semana a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) já havia registrado aumento de 11% no preço do diesel, comparado à semana anterior.

Os dados oficiais de preços da ANP são publicados semanalmente. Os preços são coletados nos três primeiros dias úteis da semana, analisados e divulgados, geralmente, na sexta-feira. Isso causa algum atraso para mostrar variações bruscas.

"Num choque como esse, onde os preços subiram quase 1% ao dia, essa janela de atraso da ANP é significativa", explica Kassio Seefeld, CEO da TruckPag.

“Na prática, nossos dados mostram que o preço transacionado no posto já subiu quase R$ 1,50 na média nacional desde 28 de fevereiro”, diz Seefeld.

O levantamento da TruckPag mostra que alguns estados tiveram subidas expressivas desde 28 de fevereiro. Na região Norte, Tocantins viu o litro do diesel aumentar 37,1%. Já no Nordeste, o Piauí registrou alta de 28%.

O diesel em Goiás registrou a maior subida no Centro-Oeste, com 29,2%. São Paulo teve aumento de 27% e ficou no topo no Sudeste. Na região Sul, Santa Catarina teve o maior aumento: 29,9%.

Os preços do barril do petróleo e derivados registraram fortes altas nas últimas semanas. Ataques a refinarias e reservas, além do impasse pelo Estreito do Ormuz, pressionam o mercado.

“Cerca de 30% do diesel consumido no Brasil é importado e precificado direto no mercado internacional. Quando o barril sobe 80% em 20 dias, esse diesel chega mais caro no porto e a distribuidora não tem como absorver. O repasse vai para o posto, e do posto vai para o transportador”, explica Seefeld.

O diesel é um combustível fundamental para a logística da economia brasileira. Quando o preço sobe, o impacto vai dos caminhoneiros ao valor dos alimentos, de produtos industriais e de serviços.

Segundo especialistas ouvidos pelo g1, essa pressão sobre a inflação brasileira pode começar a aparecer em cerca de um mês, a depender da intensidade do conflito e de quanto pode durar o fechamento do Estreito de Ormuz.

Nas últimas semanas, o governo federal anunciou diminuição de tributos e um subsídio de R$ 0,32 para o diesel. Porém o efeito ainda não é sentido nas bombas dos postos.

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Como funciona o robô humanoide projetado para identificar alvos e usar armas em guerras

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/03/2026 03:44

Tecnologia Como funciona o robô humanoide projetado para identificar alvos e usar armas em guerras O robô Phantom-01 está sendo desenvolvido pela empresa americana Foundation Future Industries com foco em fins de defesa. Segundo a companhia, decisões sobre ataques continuarão sendo de humanos. Por Redação g1

Uma empresa americana está construindo um robô humanoide com o uso militar como objetivo a longo prazo.

Batizado de Phantom-01, ele consegue transportar cargas de até 40 kg e andar com velocidade de até 6,1 km/h.

A ideia é que ele consiga lidar de forma autônoma com logística, navegação e até mesmo identificação de alvos em um conflito.

A fabricante afirma que o Phantom-01 poderá usar armas no futuro, mas que ataques dependerão da aprovação humana.

Uma empresa americana está construindo um robô humanoide para fins militares. O objetivo é que ele consiga lidar de forma autônoma com logística, navegação e até mesmo identificação de alvos em um conflito.

Batizado de Phantom-01, ele foi criado pela Foundation Future Industries, uma empresa de São Francisco, nos Estados Unidos, que o classifica como o seu primeiro robô humanoide voltado ao mercado.

O robô tem 1,80 m de altura e pesa 80 kg. Segundo a fabricante, ele foi projetado para transportar cargas de até 40 kg e andar com velocidade de até 6,1 km/h, mais rápido do que a maioria dos humanos.

No momento, o Phantom-01está sendo treinado para fins não letais, como a movimentação de materiais e execução de tarefas em fábricas. Mas o uso militar é o objetivo da fabricante a longo prazo, adiantou à Reuters Sankaet Pathak, criador da Foundation Future Industries.

"Nosso objetivo é construir robôs totalmente autônomos. É definitivamente um processo, então leva tempo para chegarmos lá", afirmou.

"Eventualmente, sim, queremos que os robôs também sejam capazes de identificar alvos e, então, usar armas", disse Pathak. "Não vemos um cenário em que eles dispensem a supervisão humana".

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O executivo comparou o robô com drones de guerra que podem se mover e identificar alvos por conta própria, mas dependem da ação humana para realizar ataques.

"É necessário um comando humano antes de executar qualquer operação que envolva o uso de armas", explicou Pathak.

"Mas até esse momento, que inclui muitas tarefas de pegar, colocar e mover objetos, necessárias em logística, manufatura e gerenciamento de suprimentos em cenários de guerra ou defesa, é importante serem realizadas de forma autônoma".

Ainda segundo o executivo, o Phantom-01 foi projetado para operar com um computador integrado, em vez de depender da comunicação com uma rede externa. Desse jeito, a empresa espera fazer o robô ficar menos exposto a ataques cibernéticos.

A segunda geração do robô deverá ser revelada em abril pela Foundation Future Industries. A empresa disse que a nova versão é mais fácil de ser fabricada em larga escala e que espera vender milhares de unidades ainda este ano.

No mercado de robôs humanoides, o Phantom-01 enfrenta a concorrência do Optimus, da Tesla, Digit, da Agility Robotics, e Apollo, da Apptronik, por exemplo.

Phantom-01, robô desenvolvido pela americana Foundation Future Industries — Foto: Reuters/Aleksandra Michalska

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Fraude no INSS: Aposentados e pensionistas podem contestar descontos indevidos até esta sexta

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/03/2026 02:55

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,215-0,58%Dólar TurismoR$ 5,428-0,12%Euro ComercialR$ 6,0420,43%Euro TurismoR$ 6,3000,81%B3Ibovespa180.271 pts0,35%MoedasDólar ComercialR$ 5,215-0,58%Dólar TurismoR$ 5,428-0,12%Euro ComercialR$ 6,0420,43%Euro TurismoR$ 6,3000,81%B3Ibovespa180.271 pts0,35%MoedasDólar ComercialR$ 5,215-0,58%Dólar TurismoR$ 5,428-0,12%Euro ComercialR$ 6,0420,43%Euro TurismoR$ 6,3000,81%B3Ibovespa180.271 pts0,35%Oferecido por

CPMI sobre desconto ilegal de benefícios quer ouvir dez ex-presidentes do INSS — Foto: Reprodução/TV Globo

Aposentados e pensionistas podem contestar descontos indevidos ligados a fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) até esta sexta-feira (20).

Segundo o último balanço divulgado pelo órgão, em 16 de março, mais de 6 milhões de pessoas contestaram as cobranças, sendo que 4,3 milhões já aderiram ao acordo.

Mais de 750 mil beneficiários ainda estão aptos a ingressar na negociação. Ao todo, foram devolvidos aos segurados em todo o país quase R$ 3 bilhões.

contestaram descontos indevidos e não receberam resposta da entidade responsável em até 15 dias úteis;receberam resposta considerada irregular, como assinaturas falsas ou gravações de áudio no lugar de comprovantes válidos;sofreram descontos entre março de 2020 e março de 2025;possui processo judicial em andamento, desde que ainda não tenham recebido os valores — nesse caso, é preciso desistir da ação para aderir ao acordo, que é de natureza administrativa.

A adesão, que é gratuita, pode ser feita pelo aplicativo Meu INSS ou presencialmente, nas agências dos Correios. A contestação, por sua vez, também pode ser realizada pela Central 135.

Contestar o desconto indevido por meio dos canais oficiais.Aguardar a resposta da entidade, com prazo de 15 dias úteis.Se a entidade não responder, o sistema libera automaticamente a opção de adesão.Em caso de resposta irregular, o INSS também irá liberar a adesão.Aderir ao acordo por meio do app Meu INSS ou nas agências dos Correios. A Central 135 não está habilitada para essa opção.

Caso a entidade responda a contestação, os documentos estarão em análise. Segundo o INSS, o beneficiário será notificado e poderá aceitar a justificativa, contestar por suspeita de falsidade idológica ou declarar que não rconhece a assinatura.

O instituto informa que, se houver nova contestação, a entidade terá até cinco dias úteis para devolver os valores.

Se não devolver, o caso vai passar por uma auditoria e o beneficiário poderá contar com apoio jurídico das Defensorias Públicas Estaduais para buscar as medidas judiciais cabíveis.

O INSS informou que realizará automaticamente a contestação dos descontos indevidos para beneficiários em situações específicas que ainda não solicitaram o reembolso.

Esse procedimento, chamado de contestação de ofício, segundo o INSS, contempla idosos com 80 aos ou mais, indígenas e quilombolas.

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O legado de Fernando Haddad na economia – O Assunto #1684

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/03/2026 02:55

Podcasts O Assunto O legado de Fernando Haddad na economia – O Assunto #1684 Nos pouco mais de três anos em que comandou a Fazenda, Haddad conseguiu viabilizar a aprovação de pautas como o arcabouço fiscal e a reforma tributária. Por Natuza Nery — São Paulo

Nesta quinta-feira (19), Fernando Haddad encerrou sua gestão à frente do Ministério da Fazenda. No mesmo evento, o presidente Lula anunciou o substituto: o então número 2 da pasta, Dario Durigan, que ocupava o posto de secretário-executivo. Horas depois, o PT confirmou que Haddad é pré-candidato ao governo de São Paulo.

O balanço da gestão registra vitórias e derrotas. Haddad ganhou a pecha de ser um ministro que aumentou excessivamente os impostos e viu a dívida pública subir 7 pontos percentuais no período – está em quase 79% do PIB. Nos índices macroeconômicos, ele deixa o cargo com a inflação dentro do teto da meta, desemprego na menor taxa da série histórica e recorde na renda média do brasileiro. E o PIB cresceu acima das expectativas em todos os anos.

Nos pouco mais de três anos em que comandou a Fazenda, Haddad conseguiu viabilizar a aprovação de pautas como o arcabouço fiscal, a reforma tributária e a isenção de imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil.

Neste episódio, Natuza Nery conversa com Thomas Traumann para analisar o legado de Haddad na economia brasileira. Ele, que é comentarista da GloboNews, colunista do jornal O Globo e autor do livro “O pior emprego do mundo: 14 ministros da Fazenda contam como tomaram as decisões que mudaram o Brasil e mexeram no seu bolso”, explica o que deu certo e o que deu errado nesses três anos – e projeta os desafios da economia brasileira para a eleição e após.

Convidado: Thomas Traumann, comentarista da GloboNews, colunista do jornal O Globo e autor do livro “O pior emprego do mundo: 14 ministros da Fazenda contam como tomaram as decisões que mudaram o Brasil e mexeram no seu bolso”.

Haddad deixa o Ministério da Fazenda: veja os principais marcos da gestãoPIB acima do esperado, dívida em alta: o balanço da gestão Haddad em 10 gráficosEm evento em São Paulo, Lula confirma Dario Durigan como substituto de HaddadQuem é Dario Durigan, que vai assumir Ministério da FazendaPT anuncia pré-candidatura de Haddad ao governo de SP

O podcast O Assunto é produzido por: Luiz Felipe Silva, Sarah Resende, Carlos Catelan, Luiz Gabriel Franco e Juliene Moretti. Colaboraram neste episódio Arthur Stabile e Janize Colaço. Apresentação: Natuza Nery.

O Assunto é o podcast diário produzido pelo g1, disponível em todas as plataformas de áudio e no YouTube. Desde a estreia, em agosto de 2019, o podcast O Assunto soma mais de 168 milhões de downloads em todas as plataformas de áudio. No YouTube, o podcast diário do g1 soma mais de 14,2 milhões de visualizações.

Haddad durante discurso no lançamento do Plano Safra para agricultura familiar — Foto: Reprodução/Canal Gov

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‘Tomatinhos’ no pé de batata? Entenda fenômeno que assustou produtor em MG

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/03/2026 01:44

GLOBO RURAL 'Tomatinhos' no pé de batata? Entenda fenômeno que assustou produtor em MG Fenômeno natural tem explicação genética; especialistas alertam que os frutos não devem ser consumidos. Por Redação g1, Globo Rural

Um produtor de batatas de Patrocínio (MG) levou um susto ao ver pequenos frutos verdes, semelhantes a tomates, surgirem em sua plantação de batata.

Apesar de parecer incomum, o fenômeno tem explicação científica: trata-se da frutificação natural da batata.

Segundo a agrônoma Fernanda Quintanilha, da Embrapa Clima Temperado, a semelhança com o tomate ocorre porque as duas plantas pertencem à mesma família botânica, a das solanáceas.

Apesar do aspecto, os frutos não devem ser consumidos, pois são tóxicos, alerta a pesquisadora (veja detalhes no vídeo acima).

Se não servem para o consumo humano, esses frutos têm grande valor para a ciência. Dentro de cada um dos “tomatinhos” há centenas de sementes botânicas.

Na Embrapa, elas são usadas em programas de melhoramento genético da batata. A partir dessas sementes, surgem os primeiros clones de novos materiais, que passam por avaliações para identificar características desejáveis para o cultivo.

Após cerca de uma década de pesquisas, um desses materiais pode ser lançado no mercado como uma nova cultivar.

Para o produtor comum, como Alberto, a recomendação é cautela. Embora seja possível gerar uma planta a partir dessas sementes, o resultado é imprevisível devido à grande variação genética.

Em muitos casos, a planta pode nem produzir tubérculos — as batatas consumidas — ou apresentar características bem diferentes do esperado.

Por isso, para a produção, a orientação é manter o uso das tradicionais batatas-semente, e não das sementes presentes nos frutos.

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