RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

PIB da Argentina cresce 4,4% em 2025, mas Milei enfrenta desafios para estabilizar a economia

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/03/2026 16:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,3242,1%Dólar TurismoR$ 5,5271,84%Euro ComercialR$ 6,1491,77%Euro TurismoR$ 6,3991,58%B3Ibovespa175.506 pts-2,64%MoedasDólar ComercialR$ 5,3242,1%Dólar TurismoR$ 5,5271,84%Euro ComercialR$ 6,1491,77%Euro TurismoR$ 6,3991,58%B3Ibovespa175.506 pts-2,64%MoedasDólar ComercialR$ 5,3242,1%Dólar TurismoR$ 5,5271,84%Euro ComercialR$ 6,1491,77%Euro TurismoR$ 6,3991,58%B3Ibovespa175.506 pts-2,64%Oferecido por

O presidente da Argentina, Javier Milei, faz um discurso especial durante a 55ª reunião anual do Fórum Econômico Mundial em Davos, Suíça, em 23 de janeiro de 2025. — Foto: Reuters

O Produto Interno Bruto (PIB) da Argentina cresceu 4,4% em 2025, informou o Instituto Nacional de Estatísticas e Censos (Indec) nesta sexta-feira (20). O resultado representa uma recuperação em relação a 2024, quando a economia retraiu 1,3%, conforme valores revisados.

Esse foi o primeiro avanço do PIB sob a gestão do presidente ultraliberal Javier Milei, que assumiu o cargo em dezembro de 2023. É também a primeira alta desde 2022, ano em que o país cresceu 6%, durante o governo de Alberto Fernández.

Segundo o Indec, o crescimento foi puxado pela alta do consumo privado (7,9%), do consumo público (0,2%), das exportações (7,6%) e da formação bruta de capital fixo (16,4%) — indicador que mede os investimentos em obras, máquinas e equipamentos.

Pelo lado da oferta, os destaques foram o avanço da intermediação financeira (24,7%), a exploração de minas e pedreiras (8,0%) e hotéis e restaurantes (7,4%). Já pesca (-15,2%) e serviços domésticos em residências (-1,1%) registraram queda.

Especialistas ouvidos pelo g1 avaliam que, embora o resultado do PIB tenha sido positivo, ele ainda apresenta desafios estruturais, com crescimento concentrado em setores específicos e consumo interno ainda fraco — ou seja, os argentinos seguem consumindo pouco.

Apesar do avanço em 2025, o consumo segue em desaceleração nas avaliações trimestrais e ainda não recuperou a queda registrada no ano anterior, explica Tito Nolazco, diretor da Prospectiva Public Affairs Latam na Argentina. (leia mais abaixo)

Federico Servideo, diretor-presidente da Câmara de Comércio Argentino-Brasileira de São Paulo, explica que o consumo ainda baixo está diretamente ligado ao forte ajuste nas contas públicas promovido por Javier Milei.

"Do lado da demanda, o crescimento do PIB foi sustentado principalmente pelas exportações, enquanto o consumo interno permaneceu fraco e o gasto público foi reduzido devido ao ajuste fiscal", avalia.

A Argentina, que já enfrentava uma forte crise antes de 2023, passou por uma ampla reforma na economia sob o comando de Milei. Após assumir o cargo, ele paralisou obras federais e interrompeu o repasse de recursos aos estados, medidas que reduziram a atividade econômica em 2024.

No chamado Plano Motosserra, o presidente também retirou subsídios às tarifas de água, gás, luz, transporte público e serviços essenciais, provocando um aumento expressivo nos preços — com impacto direto no bolso dos consumidores. O cenário se arrastou ao longo de 2025.

Isso fez o controle da inflação se tornar a principal obsessão do governo, embora a tarefa tenha se mostrado difícil. O índice de preços avançou 211,4% em 2023 e 117,8% em 2024, afetando diretamente o consumo. Em 2025, a inflação caiu para 31,5%, mas analistas avaliam ainda não ser o suficiente para a estabilização econômica.

Tito Nolazco, da Prospectiva, destaca que Milei adotou medidas econômicas relevantes em seus dois primeiros anos de governo: implementou reformas pró-mercado, abriu a economia, eliminou restrições cambiais e reduziu a inflação.

"Ele ainda não consegue, porém, que essa estabilização macroeconômica se traduza em geração de empregos, aumento do consumo e dinamismo da economia", analisa.

Dados divulgados pelo Indec na quinta-feira (19) mostram que o desemprego subiu 1,1 ponto percentual em 2025, alcançando 7,5% — o maior nível desde a pandemia de Covid‑19. A taxa mede a proporção de pessoas sem trabalho que estão disponíveis e procurando emprego.

Os dados de 2025 indicam que a economia argentina atravessa um momento de transição, com sinais de reorganização após o forte ajuste macroeconômico promovido por Milei, avalia Federico Servideo, da Câmara de Comércio Argentino-Brasileira de São Paulo.

"Embora esses avanços tenham sido acompanhados de custos no curto prazo, especialmente sobre o consumo e a atividade industrial, a economia apresentou sinais de reorganização, com melhora de alguns fundamentos, como o controle fiscal e a desaceleração inflacionária", diz.

Conforme mostrou o g1, a Argentina registrou superávit nas contas públicas em 2024 e 2025, sob o governo Milei — ou seja, o país arrecadou mais do que gastou, mesmo considerando os juros da dívida. O país não alcançava dois anos consecutivos com resultado positivo desde 2008.

A reorganização da economia, porém, ainda não se dá de forma equilibrada entre os setores. Segundo Jimena Zuniga, analista de geoeconomia da América Latina da Bloomberg Economics, o crescimento se manteve forte em alguns segmentos, como energia e mineração, mas continuou fraco em outros.

"O setor manufatureiro e a maioria dos serviços — ou seja, os setores que empregam mais pessoas — permaneceram muito fracos. Por isso, embora as exportações tenham continuado crescendo sequencialmente, o consumo e o investimento praticamente não avançaram", analisa.

Tito Nolazco, da Prospectiva, avalia que o principal desafio do governo de Milei em 2026 será gerar resultados concretos para os cidadãos, em busca de garantir uma base sólida de apoio social para o próximo ano eleitoral.

O especialista projeta que o governo continuará com sua agenda de reformas no Congresso — muitas delas demandadas pelo setor privado —, mas ressalta que há um intervalo significativo entre a aprovação das medidas e seus efeitos reais na economia.

"Explicar isso à população será fundamental do ponto de vista da comunicação governamental", afirma.

Em fevereiro, Milei conseguiu aprovar no Congresso uma ampla reforma trabalhista que flexibiliza regras do mercado de trabalho. O governo comemorou o avanço de sua agenda de reformas, enquanto sindicatos e trabalhadores protestaram e prometeram disputas jurídicas.

Federico Servideo, da Câmara de Comércio Argentino-Brasileira de São Paulo, destaca que o crescimento do PIB tem grande relevância política, ao sinalizar que o programa econômico de Milei pode ter interrompido, em certa medida, a crise argentina.

"Isso confere ao governo um ganho de credibilidade no curto prazo, especialmente junto a mercados e setores mais favoráveis às reformas", explica.

Ele, porém, pondera que esse resultado traz ressalvas: o crescimento de 2025 reflete, em grande parte, a recuperação após a forte queda de 2024 e apresenta dados concentrados e pouco inclusivos.

"A ausência de uma melhora consistente no emprego, no consumo e na atividade industrial limita o impacto político positivo do resultado", conclui.

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Em MG, Lula anuncia investimentos da Petrobras e defende exploração na Margem Equatorial

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/03/2026 16:02

Minas Gerais Em MG, Lula anuncia investimentos da Petrobras e defende exploração na Margem Equatorial De acordo com a estatal, aportes podem chegar a R$ 9 bilhões em 10 anos, com a geração de até 36 mil empregos. Presidente também defendeu nova fronteira de exploração de petróleo. Por Rodrigo Salgado, g1 Minas — Belo Horizonte

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está nesta sexta-feira (20) em Minas Gerais para anunciar a retomada de investimentos da Petrobras no estado.

A visita ocorreu na Refinaria Gabriel Passos (Regap), em Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

Durante o evento, Lula esteve acompanhado da presidente da Petrobras, Magda Chambriard, do senador Rodrigo Pacheco (PSD) e do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, além de outras autoridades.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está nesta sexta-feira (20) em Minas Gerais para anunciar investimentos da Petrobras no estado na cifra de R$ 9 bilhões ao longo da próxima década. Ele também voltou a defender a exploração de petróleo na Margem Equatorial brasileira.

A visita foi à Refinaria Gabriel Passos (Regap), em Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

No discurso, o presidente defendeu o papel estratégico da Petrobras para o desenvolvimento do país e destacou a importância da estatal na busca pela autossuficiência em petróleo.

Lula também voltou a defender a ampliação da exploração de petróleo no país, incluindo a chamada Margem Equatorial (faixa marítima que se estende do litoral do Amapá ao Rio Grande do Norte e é considerada uma nova fronteira exploratória).

"Estamos tentando resolver a exploração do petróleo na Margem Equatorial, e vamos saber se temos o petróleo, porque tem na Guiana, tem no Suriname, não é possível que Deus tenha deixado um pouquinho para nós", afirmou o presidente durante o discurso.

O projeto, no entanto, é alvo de críticas de ambientalistas, que apontam riscos à biodiversidade e a possíveis impactos em áreas sensíveis, como a foz do Rio Amazonas.

O presidente também comentou o cenário internacional, citando o conflito envolvendo os EUA, do presidente Donald Trump, e o Irã. Lula criticou os impactos das tensões geopolíticas nas economias brasileira e global.

Durante o evento, Lula esteve acompanhado da presidente da Petrobras, Magda Chambriard, do senador Rodrigo Pacheco (PSD) e do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, além de outras autoridades. O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), não participou da agenda.

Ao longo do dia, o presidente ainda cumpre agenda em Sete Lagoas, na Região Central do estado. À noite, embarca em Confins rumo a Bogotá, na Colômbia, onde participará da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac).

Esta é a segunda visita do presidente ao estado em 2026. A primeira foi no final de fevereiro, quando foi à Zona da Mata mineira durante as fortes chuvas que atingiram a região.

Lula discursa durante evento em Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. — Foto: Thamer Pimentel/TV Globo

Segundo a estatal, os investimentos na Regap podem chegar a R$ 9 bilhões ao longo da próxima década, com potencial de geração de até 36 mil postos de trabalho. Apenas no atual plano de negócios da empresa, entre 2026 e 2030, estão previstos R$ 3,8 bilhões em aportes e cerca de 8 mil empregos.

Os investimentos incluem a ampliação da produção de combustíveis e ações de transição energética, como a implantação do combustível sustentável de aviação (SAF) e a expansão do Diesel R.

Lula afirmou que a Regap vem produzindo apenas 60% de sua capacidade. A Petrobras já iniciou obras para elevar a capacidade da refinaria, hoje em 166 mil barris por dia, com aumento previsto de 25 mil barris até 2027 e estudos para expansão de até 50%.

A refinaria responde por cerca de 9% da produção de derivados da empresa e reúne 16 mil fornecedores, com contratos que somam cerca de R$ 28 bilhões.

Também entrou em operação a primeira usina fotovoltaica da Petrobras em refinarias, com investimento de R$ 63 milhões, capaz de atender cerca de 10 mil residências e reduzir a emissão de 8 mil toneladas de CO₂ por ano.

Segundo a estatal, a retomada dos investimentos ocorre após a saída da unidade do plano de desinvestimentos. O número de trabalhadores passou de cerca de 2 mil, em 2020 e 2021, para aproximadamente 3,8 mil atualmente.

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Amazon planeja primeiro celular mais de 10 anos após tentativa frustrada com Fire Phone

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/03/2026 16:02

Tecnologia Amazon planeja primeiro celular mais de 10 anos após tentativa frustrada com Fire Phone Conhecido internamente como Transformer, aparelho deve ser focado na assistente Alexa e em compras na Amazon. Empresa lançou outro smartphone em 2014, mas descartou projeto em pouco mais de um ano. Por Reuters

A Amazon planeja lançar um novo celular mais de 10 anos após o Fire Phone, considerado um de seus maiores fracassos.

O novo projeto é conhecido internamente como Transformer e está sendo desenvolvido pela unidade de dispositivos e serviços da Amazon.

O telefone é visto como um dispositivo capaz de se sincronizar com a Alexa e servir como um canal entre clientes e a Amazon ao longo do dia.

A Amazon lançou o Fire Phone em 2014 na esperança de enfrentar a Apple e a Samsung, mas descartou o projeto em pouco mais de um ano.

Representante da Amazon demonstra os recursos do Fire Phone, em foto de 18 de junho de 2014 — Foto: Reuters/Jason Redmond

A Amazon está se preparando para lançar um novo celular, mais de 10 anos depois de anunciar um aparelho que foi considerado um de seus maiores fracassos, revelou nesta sexta-feira (20) a agência Reuters.

O novo projeto é conhecido internamente como Transformer e está sendo desenvolvido pela unidade de dispositivos e serviços da Amazon, afirmaram à Reuters quatro fontes que pediram anonimato porque não estavam autorizadas a discutir assuntos internos.

O telefone é visto como um potencial dispositivo de personalização móvel capaz de se sincronizar com a assistente de voz Alexa e servir como um canal de contato com os clientes da Amazon ao longo do dia, explicaram as fontes.

Em 2014, a Amazon lançou seu primeiro smartphone, na esperança de enfrentar a Apple e a Samsung. Em vez disso, o Fire Phone – supervisionado diretamente pelo fundador Jeff Bezos – foi descartado em pouco mais de um ano.

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O projeto Transformer é o mais novo capítulo de um esforço de anos para levar ao mercado a visão de longa data de Bezos de um assistente de computação onipresente acionado por voz, semelhante ao computador controlado por voz da série de ficção científica "Star Trek".

Bezos imaginou um smartphone com foco em compras e capacidade de competir com a Apple, oferecendo facilidades de entrega e descontos por meio da assinatura Prime.

Com o aparelho, a Amazon poderia obter ainda mais dados sobre os usuários. As informações seriam combinadas com o histórico de compras e as preferências de conteúdo. 

O esforço da Amazon para lançar um novo smartphone não foi relatado anteriormente. A Reuters não conseguiu determinar alguns detalhes, como o preço previsto do telefone, a receita projetada com o aparelho ou o investimento que a empresa está fazendo no projeto.

O cronograma para o projeto Transformer da Amazon também não está claro, e as fontes advertiram que ele poderia ser descartado se a estratégia mudar ou devido a preocupações financeiras.

Os recursos de personalização do novo telefone facilitariam comprar no site da Amazon, assistir ao Prime Video, acessar o Prime Music ou pedir comida em serviços de delivery parceiros como o Grubhub.

Um dos principais focos do Transformer é a integração de recursos de inteligência artificial no celular. Isso eliminaria a necessidade de lojas de aplicativos tradicionais, que exigem o download e o registro de aplicativos antes que eles possam ser usados.

A Alexa provavelmente seria um recurso ⁠central, mas não necessariamente o sistema operacional principal do telefone.

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Capa da Economist ironiza ação militar de Trump no Irã: ‘Operação Fúria Cega’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/03/2026 16:02

Mundo Capa da 'The Economist' ironiza ação militar de Trump no Irã: 'Operação Fúria Cega' Revista britânica brinca com o nome da ofensiva dos Estados e Israel no Oriente Médio – Epic Fury, Fúria Épica em português – e retrata o presidente dos Estados Unidos com um capacete de soldado cobrindo seus olhos. Por Redação g1

A revista britânica "The Economist" ironizou a ação militar dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã em sua capa desta semana.

Com a manchete "Operação Fúria Cega", uma referência ao nome da ofensiva – Epic Fury, Fúria Épica em português -, a publicação retratou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, com um capacete de soldado cobrindo seus olhos.

"A campanha imprudente contra o Irã enfraquecerá o presidente americano. Isso o deixará furioso. Fiquem avisados: ele é um péssimo perdedor", provocou a revista na legenda de sua publicação nas redes sociais.

Na reportagem, a Economist destaca que a guerra está minando três das principais armas de Trump em seu governo: "sua capacidade de impor sua própria realidade ao mundo, seu uso implacável de influência e seu domínio sobre o Partido Republicano".

Também diz que o regime iraniano está tendo sucesso em sua estratégia de prolongar o confronto e pressionar a indústria energética global com o bloqueio do Estreito de Ormuz, que levou o preço do petróleo a chegar aos US$ 110 por barril.

"O presidente demonstrou uma notável capacidade de distorcer os fatos e, certamente, insiste que já triunfou no Irã. Contudo, a guerra revela uma verdade própria. (…) O tempo está a favor do Irã", ressalta o texto.

Para a revista, uma guerra prolongada deve prejudicar também as eleições legislativas de meio de mandato, que ocorrerão em novembro, para o Partido Republicano, o do presidente americano.

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Consignado CLT completa um ano com R$ 84 bilhões emprestados e segue sem regulamentação do uso do FGTS como garantia

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/03/2026 16:02

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,3191,97%Dólar TurismoR$ 5,5151,6%Euro ComercialR$ 6,1451,68%Euro TurismoR$ 6,3771,22%B3Ibovespa175.165 pts-2,83%MoedasDólar ComercialR$ 5,3191,97%Dólar TurismoR$ 5,5151,6%Euro ComercialR$ 6,1451,68%Euro TurismoR$ 6,3771,22%B3Ibovespa175.165 pts-2,83%MoedasDólar ComercialR$ 5,3191,97%Dólar TurismoR$ 5,5151,6%Euro ComercialR$ 6,1451,68%Euro TurismoR$ 6,3771,22%B3Ibovespa175.165 pts-2,83%Oferecido por

O crédito consignado ao trabalhador com carteira assinada completa um ano de vigência neste sábado (21) com cerca de R$ 84 bilhões emprestados em novos contratos de crédito, segundo números do Ministério do Trabalho.

Considerando a migração de contratos antigos, o valor de operações na plataforma somou R$ 117,1 bilhões, acrescentou o governo federal.A expectativa inicial do governo era bem maior: emprestar R$ 100 bilhões em três meses de vigência da nova modalidade de crédito.

Segundo o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, o programa desempenhou um "papel fundamental" na inclusão financeira de trabalhadores que antes não tinham acesso a linhas formais de crédito.

"O Crédito do Trabalhador permitiu que pessoas que antes recorriam apenas a agiotas tivessem acesso a empréstimos seguros. Além disso, possibilitou que outros saíssem do cheque especial ou quitassem o Crédito Direto ao Consumidor (CDC), muitas vezes com juros elevados”, afirmou o ministro Luiz Marinho.

🔎 Os empréstimos são descontados da remuneração mensal do trabalhador, respeitado o limite legal da margem consignável (de até 35% da renda líquida para empréstimos e financiamentos).

No crédito ao trabalhador, a busca pelos empréstimos pode ser feita por meio do aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS Digital) ou, também, diretamente nas instituições financeiras.

A regulamentação do uso do saldo do FGTS dos trabalhadores como garantia aos empréstimos, algo prometido pelo governo como um diferencial da modalidade, uma forma de baixar os juros aos trabalhadores, porém, ainda não saiu do papel.

A promessa inicial era de que a regulamentação sairia até 15 de junho do ano passado, passando depois para 10 de setembro de 2025. Nesta semana, o Ministério do Trabalho informou que há uma expectativa é que isso seja implementado neste semestre, com regras específicas definindo seu funcionamento.

🔎 Quando a garantia do FGTS estiver em vigor, todos os trabalhadores poderão usar até 10% do saldo do FGTS como garantia e, também, 100% da multa rescisória na demissão sem justa causa (que equivale a 40% do valor do saldo) — algo que contribuirá para baratear os juros e para estimular os bancos a emprestarem mais recursos. Em caso de demissão, os bancos poderão pegar o FGTS dado como garantia.

Sem a regulamentação do uso das garantias, a taxa de juros média da modalidade ao setor privado operou, durante esse primeiro ano de vigência, no dobro dos empréstimos consignados aos servidores públicos e aos aposentados e pensionistas.

➡️Em janeiro deste ano, última informação disponibilizada pelo Banco Central, o juro do consignado CLT somou 3,85% ao mês, contra 1,81% ao mês dos aposentados e 1,79% ao mês dos servidores públicos.

Mas a taxa do empréstimo da linha CLT ao setor privado ficou menor do que o cheque especial (7,52% ao mês) e cartão de crédito rotativo (14,81% ao mês), ambos registrados também em janeiro.

Questionado pelo g1, o Ministério do Trabalho e Emprego admite que as garantias são um fator "importante para a queda de juros", mas acrescenta que "não dá para comparar os juros do consignado do setor público com a iniciativa privada".

"O banco quando dá crédito para um trabalhador de carteira assinada ele calcula o risco, porque esse trabalhador pode perder o emprego, bem diferente do servidor público, que não perde o emprego", avaliou o governo federal, por meio de nota.

De acordo com ranking disponibilizado pelo Banco Central, em sua página na internet, entre 25 de fevereiro e 3 de março, a taxa de juros da modalidade aos trabalhadores do setor privado varia de 1,62% a 7,07% ao mês.

➡️ As taxas médias divulgadas pelo BC não garantem que esse será o juro final para os trabalhadores. O valor efetivo dependerá da análise de risco feita pelas instituições financeiras, considerando fatores como garantia oferecida, tempo de trabalho e histórico de crédito.

➡️ Especialistas recomendam que os trabalhadores pesquisem amplamente no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital, incentivando a concorrência entre os bancos antes de contratar um empréstimo.

Apesar dos juros mais altos, o governo informou que o governo não deve fixar teto para os juros do consignado ao setor privado, algo que existe na modalidade para os aposentados e pensionistas.

"Há uma outra proposta que vai evitar juros abusivos. As instituições serão notificadas e, se não se adequarem, serão suspensas e até excluídas do programa", diz o Ministério do Trabalho.

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) tem defendido que não é necessário fixar um teto para os juros, pois as taxas cobradas, segundo a entidade, serão mais baixas com a garantia dos recursos do FGTS.

Para Fernanda Garibaldi, diretora executiva da Zetta, uma associação criada por empresas de tecnologia com objetivo de promover a competitividade, a ampliação do consignado privado depende do avanço do que ela chama de "pilares estruturais do programa".

"A ausência de avanços na operacionalização dessas garantias pode limitar o potencial do programa", destaca Fernanda Garibaldi, da Zetta,, que adiciona que também há preocupações sobre o "fluxo operacional a ser implementado das garantias que pode limitar a efetividade dos mecanismos para redução de risco do crédito e diminuição das taxas de juros".

Outros fatores, segundo ela, incluem fortalecimento da fiscalização e uma implementação das garantias com "fluxo simplificado", além da contratação do crédito, com esse mecanismo, via canal da própria instituição financeira.

"O acesso a dados mais completos, especialmente sobre os empregadores, é essencial para uma precificação mais adequada do risco e para a identificação de possíveis distorções ou práticas abusivas", complementou a especialista.

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China flexibiliza regra sobre plantas daninhas na soja brasileira, e cargas devem ser liberadas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/03/2026 14:50

Agro China flexibiliza regra sobre plantas daninhas na soja brasileira, e cargas devem ser liberadas Nos últimos dias, país asiático devolveu cerca de 20 navios brasileiros por não estarem de acordo com regras sanitárias do país. Por Paula Salati, g1 — São Paulo

Autoridades da China aceitaram flexibilizar regras em relação à presença de ervas daninhas em carregamentos de soja importados do Brasil.

A informação consta em um documento da Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA), do Ministério da Agricultura, publicado nesta sexta-feira (20) no Sistema Eletrônico de Informações (SEI) do governo federal.

Nos últimos dias, o país asiático devolveu cerca de 20 navios brasileiros carregados com soja por conterem ervas daninhas proibidas na China.

No documento, a SDA explica que, em uma reunião com as autoridades chinesas, o governo brasileiro explicou "que não é possível atestar a ausência absoluta de sementes de plantas daninhas em soja, dado as características de produção".

O texto acrescenta que "as autoridades chinesas entenderam e aceitaram que não será adotado o critério de tolerância zero" nas cargas que saem do Brasil.

Diante desse cenário, o governo brasileiro determinou a certificação de navios mesmo quando houver presença de plantas daninhas apontada em laudos laboratoriais.

Apesar da flexibilização, ainda não há um limite numérico oficial definido para a tolerância de ervas daninhas.

Segundo o documento, o percentual aceitável será discutido futuramente em negociações bilaterais entre representantes dos dois países.

Até lá, a avaliação seguirá baseada em análise de risco e em medidas de mitigação, de acordo com o destino do produto.

Nos últimos dias, a China devolveu cargas de soja enviadas pelo Brasil que descumpriram regras sanitárias do país, enquanto a Cargill – uma das maiores exportadoras de grãos – cancelou embarques para o parceiro asiático no dia 12 deste mês.

Principal destino da soja brasileira, a China responde por cerca de 80% das exportações do produto.

Cerca de 20 navios brasileiros foram devolvidos pela China recentemente por apresentarem grãos de soja misturados a ervas daninhas proibidas no país asiático. Diante da situação, representantes do Ministério da Agricultura devem viajar à China na próxima semana para tratar do tema.

Na terça-feira (17), o ministro da Agricultura do Brasil, Carlos Fávaro, disse em coletiva de imprensa que a qualidade da soja brasileira “é inquestionável”, mas que a preocupação dos chineses é legítima.

Ele afirmou ainda que vai propor à China a criação de um protocolo sanitário específico para o comércio de soja.

Apesar de o caso ter ganhado repercussão nos últimos dias, a situação não é nova, afirma Raphael Bulascoschi, analista do mercado de soja da StoneX Brasil.

"O problema começou no final do ano passado, quando o GACC, órgão responsável pela fiscalização na China, informou ao governo brasileiro que carregamentos estavam chegando com excesso de sementes proibidas e materiais estranhos", diz Bulascoschi.

"Recentemente, a China voltou a cobrar o Ministério da Agricultura de forma mais dura, o que levou o governo a adotar uma 'postura de tolerância zero' para evitar tensões diplomáticas e a emitir certificados fitossanitários com mais rigor", acrescenta.

Na prática, diz ele, o Ministério passou a fazer inspeções mais frequentes e deixou de emitir certificados para carregamentos que não cumprem as exigências.

"Sem esse certificado, as empresas ficam impedidas de entregar a carga na China e de receber o pagamento", explica.

Segundo Bulascoschi, foi nesse contexto que a Cargill decidiu interromper as exportações para a China.

O g1 procurou a companhia, que informou que suas entidades representativas — a Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) e a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) — publicariam uma nota conjunta.

No entanto, as entidades não têm dado explicações. Na nota conjunta, publicada na quinta-feira (12), disseram apenas que acompanham "de forma atenta" os "recentes desdobramentos" das exportações de soja.

Analistas da Hedgepoint Global Markets avaliam que o caso é pontual e não deve afetar o volume de soja exportado para a China.

"A fila de navios nos portos brasileiros continua forte, com cerca de 17 milhões de toneladas de soja, sendo 10 milhões destinadas à China", afirma Thais Italiani, gerente de Inteligência de Mercado.

"Até agora, não há registro de atrasos relevantes na saída de navios, o que indica que se trata de ajustes pontuais no processo de inspeção das cargas", acrescentou.

Luiz Fernando Gutierrez Roque, coordenador de Inteligência de Mercado de Grãos e Oleaginosas da Hedgepoint Global Markets, afirma que 20 navios com cargas de soja representam entre 1,2 milhão e 1,5 milhão de toneladas.

"É pouco diante das 112 milhões de toneladas que o Brasil deve exportar no total no ano", conclui.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

A empresa comandada por bilionária brasileira no centro de polêmicas sobre ‘apostas em guerra’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/03/2026 12:58

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2841,31%Dólar TurismoR$ 5,5001,33%Euro ComercialR$ 6,1000,95%Euro TurismoR$ 6,3580,92%B3Ibovespa177.373 pts-1,61%MoedasDólar ComercialR$ 5,2841,31%Dólar TurismoR$ 5,5001,33%Euro ComercialR$ 6,1000,95%Euro TurismoR$ 6,3580,92%B3Ibovespa177.373 pts-1,61%MoedasDólar ComercialR$ 5,2841,31%Dólar TurismoR$ 5,5001,33%Euro ComercialR$ 6,1000,95%Euro TurismoR$ 6,3580,92%B3Ibovespa177.373 pts-1,61%Oferecido por

A mineira Luana Lopes Lara ganhou destaque internacional no final do ano passado ao ser apontada pela revista Forbes como "a bilionária mais jovem do mundo que construiu sua própria fortuna".

Mas neste ano, a Kalshi, empresa cofundada por Lara — e da qual ela tem 12% de participação e trabalha como diretora de operações (COO) —, surgiu no noticiário em meio a polêmicas.

A Kalshi é uma das maiores empresas dos chamados prediction markets — ou mercados de previsão — um setor que explodiu em popularidade nos Estados Unidos, tendo movimentando mais de US$ 44 bilhões em transações no último ano.

Empresas como a Kalshi estão mudando o mercado de apostas nos EUA, onde até 2018 era proibido realizar apostas esportivas. Apostas em eleições eram proibidas até 2024.

Recentemente apostas ligadas a ações militares envolvendo Irã, Venezuela e Israel despertaram a atenção pública para a Kalshi e outras empresas do segmento.

A mineira Luana Lopes Lara ganhou destaque internacional no final do ano passado ao ser apontada pela revista Forbes como "a bilionária mais jovem do mundo que construiu sua própria fortuna".

Uma reportagem da revista destacava a trajetória singular de Lara — seus anos como bailarina do Bolshoi, suas medalhas em olimpíadas brasileiras de astronomia e matemática, seus estudos na prestigiosa universidade americana Massachusetts Institute of Technology (MIT) e a fundação de uma empresa considerada inovadora — que culminou em uma fortuna pessoal estimada em US$ 1,3 bilhão.

Mas neste ano, a Kalshi, empresa cofundada por Lara — e da qual ela tem 12% de participação e trabalha como diretora de operações (COO) —, surgiu no noticiário em meio a polêmicas.

A Kalshi é uma das maiores empresas dos chamados prediction markets — ou mercados de previsão — um setor que explodiu em popularidade nos Estados Unidos, tendo movimentando mais de US$ 44 bilhões em transações no último ano.

Empresas como a Kalshi estão mudando o mercado de apostas nos EUA, onde até 2018 era proibido realizar apostas esportivas. Apostas em eleições eram proibidas até 2024.

Na Kalshi, e outras empresas rivais como a Polymarket, os usuários podem especular sobre diversas questões — como o resultado de eleições locais, se o banco central dos EUA reduzirá as taxas de juros ou qual ano Jesus voltará à Terra.

Essas empresas não estão enquadradas nos EUA como negócios de apostas e jogos de azar. Diferentemente das bets (firmas de apostas tradicionais), em que as probabilidades são definidas pela própria empresa, as plataformas de mercados de previsão funcionam mais como uma bolsa de valores, permitindo que os usuários apostem uns contra os outros no resultado de eventos futuros por meio de algo chamado de "contratos de eventos". Esses eventos sempre têm como resultado um cenário de "sim" ou "não".

Esse modelo permitiu que essas empresas ficassem sob supervisão dos reguladores financeiros nacionais da Comissão de Negociação de Futuros de Commodities (CFTC).

Mas críticos dos mercados de previsões afirmam que essas plataformas realizam, na verdade, operações de apostas esportivas e jogos de azar — e que estariam tentando se "disfarçar" como "bolsas de negociações" para evitar regras e impostos mais rigorosos enfrentados pelas bets, que são regulamentadas pelos Estados.

A divergência sobre quem deve fiscalizar os aplicativos gerou dezenas de batalhas judiciais nos EUA, à medida que os Estados começam a reivindicar seu direito de regulamentar essas empresas, em vez de deixar a supervisão a cargo da CFTC.

No Brasil, há relatos de que brasileiros conseguem usar essas plataformas usando remessas internacionais com criptomoedas ou cartões internacionais.

Segundo o jornal Folha de S. Paulo, as plataformas de apostas tradicionais — as bets brasileiras — que pagaram por outorgas de R$ 30 milhões para operar no Brasil, vêm solicitando, em reuniões com o governo, que a Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda bloqueie a operação de plataformas como a Kalshi.

Elas argumentam que essas empresas não poderiam operar no Brasil por não terem sede no país e nem terem pago pela outorga. Em entrevista ao jornal Valor Econômico, a fundadora da Kalshi disse que a empresa está em expansão e que estuda a possibilidade de abrir um escritório no Brasil.

Recentemente apostas ligadas a ações militares envolvendo Irã, Venezuela e Israel despertaram a atenção pública para a Kalshi e outras empresas do segmento.

Em teoria, essas apostas infringem as regras financeiras dos EUA, que proíbem a negociação de contratos relacionados a guerra, terrorismo, assassinato, jogos de azar ou outras atividades ilegais. As apostas realizadas no âmbito das empresas desse mercado de previsões poderiam ser consideradas contratos desse tipo, perante a lei, argumentam os críticos.

Críticos vêm exigindo medidas mais rigorosas contra os aplicativos, que, segundo eles, facilitam a especulação sobre a guerra — que seria potencialmente ilegal —, gerando riscos à segurança nacional e abrindo a porta para casos de informações privilegiadas e corrupção.

"Basicamente, as apostas em quase tudo foram liberadas e se transformaram em algo muito macabro, como a morte de um chefe de Estado", disse Craig Holman, lobista de assuntos governamentais do grupo de defesa Public Citizen, que recentemente apresentou uma queixa contra empresas do mercado de previsões.

Alguns casos ganharam notoriedade nos últimos dias. No mês passado, um homem do Estado de Montana apostou na Kalshi US$ 10 (cerca de R$ 45) na probabilidade de o líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, ser deposto até 1º de março.

Ele decidiu pela aposta após ver notícias sobre o aumento das entregas de pizza perto do Pentágono enquanto navegava na internet de madrugada — um indício de que militares americanos estariam planejando uma grande operação iminente.

A aposta nos eventos ligados ao aiatolá Khamenei acabaram sendo canceladas pela Kalshi. Mas no começo do mês, a empresa foi processada em uma ação coletiva por não pagar US$ 54 milhões a pessoas que fizeram as apostas sobre o aiatolá.

A empresa tem regras que proíbem apostas envolvendo mortes de pessoas. Mas, segundo as pessoas que estão processando a Kalshi na Califórnia, a plataforma teria continuado aceitando contratos mesmo depois que as notícias da morte de Khamenei começaram a circular.

Um porta-voz da Kalshi disse, segundo a agência de notícias Reuters, que as regras da empresa não mudaram e eram claras desde o início, pois "incluíam todas as precauções… para garantir que as pessoas não pudessem negociar com base no resultado da morte".

"Nós até reembolsamos todas as taxas e perdas líquidas do nosso próprio bolso — na ordem de milhões de dólares — para garantir que nenhuma pessoa perdesse dinheiro neste mercado", disse o porta-voz.

Empresas como a Kalshi permitem que usuários ganhem dinheiro especulando sobre eventos como o fechamento do Estreito de Ormuz durante a guerra — Foto: Getty Images via BBC

Em janeiro, apostas na Polymarket (uma plataforma rival da Kalshi, que utiliza criptomoedas) de que o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, deixaria o poder até o fim do mês aumentaram nas horas que antecederam a sua prisão pelo governo americano.

Um apostador ganhou quase meio milhão de dólares com a captura de Maduro, levantando questionamentos sobre se alguém lucrou com informações privilegiadas sobre a operação dos EUA.

O congressista Ritchie Torres, democrata de Nova York, apresentou um projeto de lei que busca proibir funcionários do governo de fazer negociações em mercados de previsão se tiverem "informações relevantes não públicas" relacionadas a uma aposta.

O setor foi alvo de fiscalização e questionamentos por parte de reguladores durante o governo Biden. Mas recebeu uma acolhida mais favorável durante a presidência de Trump. Donald Trump Jr., filho do presidente, atua em funções de consultoria na Kalshi e possui investimentos na Polymarket.

Um porta-voz da Kalshi afirmou que o site "proíbe explicitamente qualquer forma de negociação com informação privilegiada, incluindo funcionários do governo negociando em mercados de previsão relacionados a atividades governamentais".

Nesta semana, a procuradora-geral do Arizona acusou formalmente a Kalshi de aceitar apostas que seriam ilegais no Estado em resultados eleitorais e eventos esportivos.

"A Kalshi pode se apresentar como um 'mercado de previsão', mas o que ela realmente faz é operar um negócio de jogos de azar ilegal e aceitar apostas em eleições no Arizona, o que viola a lei do Estado", disse a procuradora-geral Kristin Mayes. "Nenhuma empresa tem o direito de decidir quais leis seguir."

Muitos americanos usam a Kalshi para apostar em eleições, como no caso do último pleito para prefeito de Nova York — Foto: Getty Images via BBC

A Kalshi enfrenta problemas legais parecidos em vários outros Estados, onde os órgãos reguladores entraram com processos acusando a plataforma de operar jogos de azar sem licença.

A promotoria alega que a Kalshi aceitou apostas no resultado da eleição presidencial dos EUA de 2028, na eleição para governador do Arizona em 2026 e suas primárias republicanas, e na eleição para secretário de Estado do Arizona em 2026.

Entre as apostas específicas citadas estava uma de US$ 2 sobre se (o vice-presidente) J.D. Vance venceria a presidência em 2028.

As demais acusações alegam que a Kalshi operava um negócio de apostas esportivas sem licença, aceitando apostas de apenas US$ 1 em jogos da NFL, NBA, basquete universitário e Super Bowl.

A Kalshi, com sede em Nova York, se defende dessas acusações alegando que suas atividades não são jogos de azar, mas algo mais próximo da negociação de mercado, e que isso a colocaria fora do alcance das autoridades estaduais.

A empresa se posiciona como uma bolsa de "contratos de eventos" regulamentada pelo governo federal, em vez de uma casa de apostas esportivas tradicional.

"Essas acusações são infundadas e estamos ansiosos para combatê-las no tribunal", disse a empresa.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

CEO do Pinterest pede proibição de redes sociais para jovens menores de 16 anos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/03/2026 12:58

Tecnologia CEO do Pinterest pede proibição de redes sociais para jovens menores de 16 anos Declaração ocorre durante julgamento nos Estados Unidos sobre impactos das plataformas na saúde mental de adolescentes. Por Reuters

O CEO do Pinterest, Bill Ready, defendeu nesta sexta-feira (20) que líderes globais proíbam o uso de redes sociais por jovens menores de 16 anos.

Ready se manifestou enquanto ocorre, em Los Angeles, um julgamento sobre o impacto das redes sociais na vida de adolescentes.

Google e Meta enfrentam acusações de que seus aplicativos contribuem para uma crise de saúde mental entre jovens.

O CEO do Pinterest, Bill Ready, defendeu nesta sexta-feira (20) que líderes globais proíbam o uso de redes sociais por jovens menores de 16 anos. A declaração foi feita em uma postagem no LinkedIn.

Ready se manifestou enquanto ocorre, em Los Angeles, um julgamento sobre o impacto das redes sociais na vida de adolescentes. Google e Meta enfrentam acusações de que seus aplicativos contribuem para uma crise de saúde mental entre jovens. O júri está deliberando sobre o veredito.

"Precisamos de um padrão claro: nada de redes sociais para adolescentes menores de 16 anos, respaldadas por uma aplicação real da lei e responsabilidade pelos sistemas operacionais de celulares e pelos aplicativos que rodam neles", escreveu Ready em um ensaio publicado em sua conta do LinkedIn. Pinterest é uma plataforma de compartilhamento de imagens.

Ele citou como exemplo a legislação adotada na Austrália, que restringe o acesso de menores de 16 anos às plataformas. Procurado, o Pinterest não comentou a publicação.

Ao defender a medida, Ready adota uma posição diferente da maioria dos líderes das grandes empresas de tecnologia, que enfrentam pressão crescente de reguladores, tribunais e legisladores para mudar a forma como crianças e adolescentes usam seus produtos, diante dos impactos na saúde mental.

De acordo com o site da empresa, a idade mínima para criar uma conta no Pinterest nos Estados Unidos é de 13 anos.

Nos últimos anos, a plataforma tem buscado se consolidar entre a geração Z — grupo que inclui pessoas nascidas entre 1997 e 2012. Segundo a empresa de análise Apptopia, cerca de um terço dos usuários do Pinterest tem entre 17 e 25 anos.

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Dona da Hellmann’s, Unilever negocia venda de área bilionária de alimentos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/03/2026 11:17

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,3001,62%Dólar TurismoR$ 5,4720,81%Euro ComercialR$ 6,1141,2%Euro TurismoR$ 6,3360,58%B3Ibovespa177.458 pts-1,56%MoedasDólar ComercialR$ 5,3001,62%Dólar TurismoR$ 5,4720,81%Euro ComercialR$ 6,1141,2%Euro TurismoR$ 6,3360,58%B3Ibovespa177.458 pts-1,56%MoedasDólar ComercialR$ 5,3001,62%Dólar TurismoR$ 5,4720,81%Euro ComercialR$ 6,1141,2%Euro TurismoR$ 6,3360,58%B3Ibovespa177.458 pts-1,56%Oferecido por

A Unilever está em negociações para vender sua divisão de alimentos para a concorrente menor McCormick & Company.

A companhia, listada em Londres, informou nesta sexta-feira (20) que recebeu uma proposta da McCormick, que também confirmou estar em conversas sobre uma eventual transação envolvendo esse negócio.

As tratativas indicam uma possível aceleração da estratégia do CEO Fernando Fernandez de focar a empresa nas áreas de beleza e cuidados pessoais, após a separação da divisão de sorvetes no ano passado.

A área de alimentos respondeu por cerca de um quarto das vendas da Unilever em 2025, com receita superior a 12,9 bilhões de euros (US$ 14,91 bilhões).

Analistas do Barclays estimam o valor da divisão entre 28 bilhões e 31 bilhões de euros, apesar do crescimento mais lento em relação ao restante da companhia.

A Unilever está conversando para vender sua área de alimentos para a McCormick & Company, dona de temperos, em um possível acordo que reuniria marcas conhecidas como Hellmann’s e Knorr com o molho picante Cholula, segundo a agência de notícias Reuters.

A empresa confirmou que recebeu uma proposta, e as negociações seguem em andamento — o que fez suas ações subirem cerca de 1%.

A venda faz parte da estratégia de focar mais em produtos de beleza e cuidados pessoais. Hoje, a área de alimentos ainda representa uma parte importante do negócio, mas vem enfrentando dificuldades porque muitas pessoas estão reduzindo o consumo de alimentos industrializados.

Além disso, especialistas alertam para os impactos desses produtos na saúde, e o uso de remédios para emagrecimento também tem levado as pessoas a comerem menos.

Mesmo sendo uma divisão grande — avaliada em até 31 bilhões de euros (US$ 33,8 bilhões) — ela cresce mais devagar. Ainda assim, não há garantia de que o negócio será fechado, e os detalhes não foram divulgados.

A Unilever e a Kraft Heinz chegaram a conversar sobre uma possível união, que juntaria marcas conhecidas como Hellmann’s e ketchup Heinz em uma só empresa, mas o acordo não saiu do papel, segundo o Financial Times.

A ideia mostra que as duas companhias estão enfrentando dificuldades, já que as pessoas têm consumido menos alimentos industrializados e mudado seus hábitos.

Enquanto a Unilever vem diminuindo sua atuação nessa área, a Kraft Heinz também tenta reorganizar seus produtos para voltar a crescer.

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GAC GS3 aposta em preço agressivo para bater ‘campeões de venda’ como T-Cross e Creta; veja o teste

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/03/2026 11:17

Carros GAC GS3 aposta em preço agressivo para bater ‘campeões de venda’ como T-Cross e Creta; veja o teste SUV chinês é moderno e tem motor 1.5 turbo com 170 cv, um dos mais potentes do mercado. Mas pode perder vendas ao pecar no espaço do porta-malas. Por André Fogaça, g1 — São Paulo

O GAC GS3 marca não apenas a segunda leva de lançamentos da fabricante chinesa no Brasil, mas também uma nova fase: a chegada de um SUV a combustão em meio a tantos modelos asiáticos eletrificados.

Seus objetivos são claros, de embolar uma das maiores disputas do mercado nacional. Com porte de SUV compacto, ele disputa mercado com Hyundai Creta, Volkswagen T-Cross e Honda HR-V, mas com preço inicial de R$ 139.990.

Esse preço o coloca abaixo das versões de entrada dos rivais diretos e pouco acima dos modelos de categoria inferior, os subcompactos. Veja abaixo alguns exemplos.

Fiat Pulse Impetus Turbo: R$ 151.490;Renault Kardian Iconic, versão topo de linha: R$ 149.990;Volkswagen Tera Highline, versão topo de linha: R$ 144.390;Honda HR-V EX, versão de entrada: R$ 166.400;Hyundai Creta Comfort Safety, versão de entrada: R$ 156.590;Volkswagen T-Cross Sense, versão de entrada: R$ 161.490.

Além do preço, o GAC GS3 aposta em um motor 1.5 turbo, de 170 cv, enquanto os principais concorrentes usam blocos 1.0 turbo. A marca também tenta atrair clientes com visual esportivo e bom acabamento interno, com destaque para a enorme central multimídia de 14,5 polegadas.

O g1 passou uma tarde com o GS3 para entender como um comprador acostumado a SUVs de marcas como Volkswagen e Hyundai pode se sentir ao volante de um modelo chinês.

É difícil passar pelo GS3 sem dedicar alguns segundos ao visual. Ele faz questão de parecer esportivo, e essa proposta aparece de forma clara em quase todas as linhas, predominantemente retas.

No desenho da carroceria, as curvas ficam restritas à lateral das portas, ao capô, pequeno difusor abaixo do vidro do porta-malas e ao teto. Todo o restante aposta em ângulos retos, incluindo a lanterna traseira, a luz de rodagem diurna e os espelhos laterais.

A proposta esportiva também aparece na parte inferior do para-choque traseiro, que traz difusores de ar posicionados entre ponteiras cromadas, solução visual comum em modelos de perfil mais esportivo como BMW M2, Golf GTI, Audi RS3 e um tanto de Porsches.

E há outro traço herdado de muitos esportivos: o porta-malas pequeno, com apenas 341 litros. É um volume baixo até mesmo para um SUV compacto de entrada.

Por outro lado, o espaço que falta para bagagens se reflete em mais conforto para as pernas de quem vai no banco traseiro. Um adulto de 1,90 metro não encosta os joelhos no banco da frente. Somado a isso, o túnel central quase plano ajuda a melhorar o conforto dos passageiros.

Por dentro, o visual não é tão minimalista quanto outros chineses. Os botões físicos e ajustes manuais chamam a atenção porque estão cada vez mais raros. Por outro lado, a central multimídia e o painel digital — esse de sete polegadas — deixam clara a proposta moderna do carro, típica de chineses.

Também foge do padrão em um SUV de quase R$ 140 mil o acabamento de bons materiais em quase todas as áreas ao alcance das mãos. Até a lateral do câmbio, área onde a perna costuma encostar, é revestida com material macio. Há diferentes texturas de acabamento, inclusive no plástico que envolve a área do câmbio.

Há um capricho também na ergonomia. Todos os controles e comandos do ar-condicionado estão onde devem estar: ao alcance dos dedos. Os botões têm textura, o que ajuda o motorista a identificá-los pelo tato, sem precisar desviar os olhos da estrada. Eles também são levemente inclinados, solução semelhante à usada pela Peugeot.

Outro ponto que remete à marca francesa é o ângulo da central multimídia, voltada para o motorista. Ainda assim, o passageiro consegue ver o conteúdo sem dificuldade, já que a tela mantém cores e brilho mesmo quando observada de lado.

Para o motorista, a visualização é completa sem a necessidade de virar muito o rosto. A sensação lembra a de uma tela levemente curvada de cinema, que permite enxergar todo o conteúdo com menos movimento da cabeça.

WhatsApp.mídia responde rapidamente, como se espera desse tipo de carro, mas falta um controle de volume dedicado para o passageiro. Quem vai ao lado precisa deslizar o dedo na tela para ajustar o som.

Esse comando ocupa parte da tela e chega a cobrir o mapa, algo que também acontece quando a seta é acionada. Nesse momento, câmeras laterais exibem imagens dos pontos cegos, recurso semelhante ao usado pela Honda, mas disponível nos dois lados do GS3.

Não é difícil perder uma saída na estrada, justamente porque o mapa não aparece na central, ocupada pela imagem da câmera da direita. A qualidade da imagem é excelente, mas acaba atrapalhando a navegação.

Há, sim, um ajuste para evitar essa situação, e o formato mais largo dos retrovisores laterais ajuda a compensar a ausência de um sensor de ponto cego. Assim que outro carro surge no limite do espelho, ele já fica visível quando o motorista olha para o lado.

Apesar de o motor 1.5 turbo, mais forte que todos os concorrentes diretos, foi nas retomadas que o g1 sentiu pouca empolgação ao volante do GS3.

Em arrancadas, como nas saídas de semáforo, o desempenho é muito bom, ajudado pelo torque disponível a partir de 1.500 giros. O GS3 se mostra ágil nesse cenário, mas em retomadas, como ao acelerar novamente a partir de 60 km/h, a sensação de esportividade diminui.

Nessas situações, há um atraso proposital de quase dois segundos na resposta do GS3. O termo não é por acaso: o diretor de engenharia da GAC, Leonardo Lukacs, explicou que esse ajuste na resposta ao acelerar foi adotado para atender às regras de emissão de gases no Brasil.

Ele também explicou outros dois pontos que reduzem a esportividade sugerida pelo design do GS3: não há trocas manuais no câmbio de dupla embreagem, banhado a óleo, com sete marchas, nem saída de escapamento integrada às ponteiras cromadas — as saídas do escapamento ficam escondidas atrás das ponteiras, direcionadas para baixo.

Segundo Leonardo Lukacs, a ausência de trocas manuais, seja pelo câmbio ou por aletas atrás do volante, foi uma decisão de projeto. “Se houver demanda, o hardware permite que [as trocas manuais] sejam desenvolvidas. A mudança é simples.”

No caso da saída do escapamento voltada para baixo, e não integrada à ponteira cromada, o executivo também citou exigências da regulamentação.

“Todo carro tem que passar por pass-by noise. E, quando a saída é para baixo, é mais fácil passar do que para cima. Se você tiver ela para cima, além do risco de não passar, a temperatura do equipamento pode danificar qualquer parte plástica”, disse.

Conhecida como “ruído de passagem”, essa medição usa microfones para verificar se o veículo ultrapassa o limite máximo de som permitido. O teste é obrigatório para a homologação de todos os carros vendidos oficialmente no Brasil e é conduzido pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) em conjunto com o Ibama.

A ausência de trocas manuais de marcha, o escapamento com ponteiras apenas decorativas e, sobretudo, o atraso nas retomadas de velocidade pesam contra a esportividade, que é um dos principais atrativos do GS3.

Mesmo com essas ressalvas, o GS3 se mostra mais ágil e potente do que o Volkswagen Nivus GTS, por exemplo. O SUV de proposta esportiva da Volkswagen custa mais caro que a versão topo de linha do GS3:

O Nivus leva vantagem no porta-malas, ponto em que o GS3 perde para muitos dos SUVs concorrentes. Ele também é superior no acerto de suspensão, embora a diferença seja menor do que a vista em outros modelos chineses.

No teste, considerando uma escala em que de um lado está a maciez excessiva típica de alguns carros chineses e, do outro, a rigidez maior dos modelos da Volkswagen, o GS3 se posiciona mais próximo do padrão da Volks.

Embora o GS3 tenha mostrado firmeza e bom controle da carroceria em velocidades mais altas na rodovia Anhanguera, que liga São Paulo (SP) a Campinas (SP), o volante se revelou leve demais.

Tanto em baixas quanto em altas velocidades, a sensação transmitida pelo volante lembra algo artificial, pouco consistente. Essa leveza vem de uma assistência elevada, que ajuda bastante em manobras e estacionamentos, especialmente para quem não usa o sistema automático para baliza que o carro tem.

Em contrapartida, pode causar insegurança até mesmo em vias com limite de 40 km/h. Um ajuste para tornar a direção elétrica mais firme conforme a velocidade aumenta seria suficiente para corrigir esse comportamento.

O maior ativo do GAC GS3 é o preço. Ele custa menos do que os concorrentes, oferecendo mais potência, acabamento macio em várias áreas, câmera de visão 360 graus, visual esportivo, bom desempenho e um pacote tecnológico robusto. A principal desvantagem segue sendo o porta-malas.

Quem tem família grande, costuma viajar com frequência ou precisa de espaço para carrinho de bebê pode desgostar do lançamento. Em praticamente todos os outros cenários, o GS3 se destaca por entregar mais e cobrar menos.

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