RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Após acordo histórico, agência internacional avalia liberar mais estoques de petróleo para conter crise

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/03/2026 14:54

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,227-1,54%Dólar TurismoR$ 5,449-1,29%Euro ComercialR$ 6,063-1,19%Euro TurismoR$ 6,340-0,84%B3Ibovespa182.275 pts3,44%MoedasDólar ComercialR$ 5,227-1,54%Dólar TurismoR$ 5,449-1,29%Euro ComercialR$ 6,063-1,19%Euro TurismoR$ 6,340-0,84%B3Ibovespa182.275 pts3,44%MoedasDólar ComercialR$ 5,227-1,54%Dólar TurismoR$ 5,449-1,29%Euro ComercialR$ 6,063-1,19%Euro TurismoR$ 6,340-0,84%B3Ibovespa182.275 pts3,44%Oferecido por

A Agência Internacional de Energia (IEA) voltou a sinalizar a possibilidade de liberar mais petróleo dos estoques estratégicos para conter os impactos da crise provocada pela guerra no Irã.

O diretor-executivo da entidade, Fatih Birol, afirmou que a medida pode ser adotada caso a situação se agrave.

A sinalização vem após uma ação considerada histórica. Em março, os países membros da IEA concordaram em liberar cerca de 400 milhões de barris de petróleo das reservas estratégicas — a maior retirada já feita pela agência.

A medida foi adotada como resposta direta à alta dos preços globais e às incertezas geradas pelo cenário geopolítico.

Mesmo com essa liberação, a agência avalia que o problema está longe de ser resolvido. A medida ajudou a aliviar parte da pressão no mercado, mas não eliminou os riscos associados à oferta global de petróleo.

A Agência Internacional de Energia (IEA) voltou a sinalizar a possibilidade de liberar mais petróleo dos estoques estratégicos para conter os impactos da crise provocada pela guerra no Irã. O diretor-executivo da entidade, Fatih Birol, afirmou que a medida pode ser adotada caso a situação se agrave.

“Se for necessário, faremos isso. Vamos observar as condições, analisar os mercados e discutir com nossos países membros”, afirmou Birol nesta segunda-feira (23), durante evento em Canberra, na Austrália, segundo a agência Reuters.

A sinalização vem após uma ação considerada histórica. Em março, os países membros da IEA concordaram em liberar cerca de 400 milhões de barris de petróleo das reservas estratégicas — a maior retirada já feita pela agência.

A medida foi adotada como resposta direta à alta dos preços globais e às incertezas geradas pelo cenário geopolítico.

Mesmo com essa liberação, a agência avalia que o problema está longe de ser resolvido. A medida ajudou a aliviar parte da pressão no mercado, mas não eliminou os riscos associados à oferta global de petróleo.

Birol reforçou que não há um preço específico que determine uma nova liberação de estoques. A decisão depende de uma análise ampla das condições do mercado e de alinhamento com os países membros.

Nos bastidores, a IEA também tem mantido conversas com autoridades internacionais para coordenar possíveis respostas à crise, além de acompanhar cadeias logísticas e a demanda global por energia.

Na semana passada, a agência sugeriu uma série de medidas para aliviar a pressão dos preços da energia sobre consumidores. Entre as sugestões estão trabalhar de casa e evitar viagens aéreas.

O contexto da crise envolve ainda a importância do Estreito de Ormuz, um dos principais pontos de passagem do petróleo no mundo. Qualquer instabilidade na região tem potencial para afetar diretamente o abastecimento global e pressionar ainda mais os preços.

Birol classificou o cenário atual como mais grave do que crises anteriores e destacou que o impacto sobre os mercados ainda está sendo subestimado.

Ele também alertou que os efeitos do conflito podem ser amplos e duradouros, com reflexos sobre a inflação e a atividade econômica em diversos países.

Fumaça sobe após um ataque à refinaria de petróleo da Bapco, em meio ao conflito entre os EUA e Israel com o Irã, na ilha de Sitra, Bahrein, em 9 de março de 2026. — Foto: REUTERS/Stringer TPX IMAGES OF THE DAY

Os preços do petróleo inverteram o sinal positivo visto pela manhã e passaram a operar em forte queda nesta segunda-feira, após novas declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

O presidente americano anunciou uma trégua de cinco dias com o Irã. Em publicação na rede Truth Social, afirmou que representantes dos dois países tiveram "conversas muito boas e produtivas" no fim de semana e que ordenou o adiamento de qualquer ataque à infraestrutura energética iraniana.

Mas a agência iraniana Fars, ligada à Guarda Revolucionária, afirmou que não há conversas em andamento entre autoridades de Teerã e dos Estados Unidos.

🛢️Perto das 14h (horário de Brasília), o barril do Brent, referência global, caía 9,23%, a US$ 101,84. Já o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, recuava 8,41%, a US$ 89,97.

Neste mês, países membros da Agência Internacional de Energia (IEA) concordaram em liberar 400 milhões de barris de petróleo para conter a alta dos preços globais. — Foto: Reuters

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C6 obtém decisão judicial e volta a operar consignado após bloqueio do INSS

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/03/2026 13:55

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,243-1,25%Dólar TurismoR$ 5,457-1,14%Euro ComercialR$ 6,081-0,9%Euro TurismoR$ 6,326-1,05%B3Ibovespa181.355 pts2,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,243-1,25%Dólar TurismoR$ 5,457-1,14%Euro ComercialR$ 6,081-0,9%Euro TurismoR$ 6,326-1,05%B3Ibovespa181.355 pts2,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,243-1,25%Dólar TurismoR$ 5,457-1,14%Euro ComercialR$ 6,081-0,9%Euro TurismoR$ 6,326-1,05%B3Ibovespa181.355 pts2,91%Oferecido por

O C6 obteve uma decisão cautelar favorável da Justiça que permite ao banco voltar a oferecer empréstimos consignados. Na semana passada, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) havia suspendido o registro de novas operações desse tipo pelo banco.

Na decisão que acolhe o pedido de tutela cautelar em caráter antecedente apresentado pelo Banco C6 Consignado S.A., proferida na última sexta-feira, o juiz federal Rodrigo de Godoy Mendes, da 6ª Vara Federal, apontou “desproporcionalidade” nas medidas adotadas pelo INSS.

Segundo ele, suspender a principal atividade da instituição até que valores ainda em discussão sejam devolvidos configura uma medida de força sem respaldo jurídico.

“Não é razoável nem proporcional. A impossibilidade de averbar novos contratos gera prejuízos financeiros diários e provável perda de participação de mercado”, acrescentou.

“O restabelecimento do acesso ao sistema de consignações não impede a regular continuidade do processo administrativo sancionador, desde que garantido o devido processo legal, também não obstando a posterior determinação de ressarcimento de valores pelos meios legais adequados, caso, ao final do procedimento, seja comprovada a ilicitude da conduta da instituição financeira”, argumentou.

Procurado nesta segunda-feira, o C6 confirmou a decisão, que corre em segredo de Justiça. O INSS não comentou de imediato.

A carteira de crédito expandida do C6 Bank somava R$ 89,3 bilhões no fim do ano passado. Desse total, os empréstimos consignados — modalidade em que as parcelas são descontadas diretamente do salário ou do benefício do cliente — representavam 45%, segundo dados do próprio banco.

O INSS havia suspendido, no início da semana passada, o recebimento de novos registros de crédito consignado do C6.

O instituto afirmou que a medida ocorreu por descumprimento de cláusulas do acordo firmado entre as duas entidades e informou que a suspensão permaneceria até que fossem devolvidos valores cobrados indevidamente em pacotes de serviços descontados dos benefícios pagos pelo INSS, com as devidas correções.

Na ocasião, o C6 — que tem como sócio o banco norte-americano JPMorgan Chase — afirmou que discordava integralmente da interpretação do INSS e que buscaria exercer seu direito de defesa na Justiça.

Na decisão, o juiz da 6ª Vara também cita a defesa apresentada pelo C6. O banco sustenta que os produtos oferecidos — como seguro de vida e pacotes de benefícios — são legais e que a contratação ocorreu de forma autônoma e opcional pelos clientes, sem caracterizar venda casada.

A decisão de Godoy Mendes determina a suspensão imediata dos efeitos do despacho do INSS publicado no último dia 16, “restabelecendo-se, por conseguinte, a habilitação e o acesso da parte requerente ao sistema para o recebimento de novas averbações de operações de crédito consignado administrado” pelo banco.

O magistrado também suspendeu temporariamente, até nova decisão, “a exigência de devolução de valores como condição imperativa para a continuidade das atividades da instituição”.

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Café: USP aponta benefício das chuvas para enchimento de grãos e reforça chance de safra recorde para o Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/03/2026 13:55

Piracicaba e Região Café: USP aponta benefício das chuvas para enchimento de grãos e reforça chance de safra recorde Volumes de chuvas elevados auxiliaram enchimento dos grãos de arábica e desenvolvimento final do robusta em março. Clima favorável mantém expectativa de colheita recorde, aponta Esalq de Piracicaba (SP). Por g1 Piracicaba e Região

Depois de um cenário desafiador, com altas temperaturas e poucas chuvas em dezembro, a safra brasileira de café 2026/27 segue beneficiada pelas condições climáticas favoráveis para o cultivo do grão desde janeiro deste ano na maioria das regiões produtoras monitoradas pelo Centro de Estudos em Economia Aplicada da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (Cepea-Esalq), o campus da USP em Piracicaba.

Segundo pesquisadores do Cepea, na primeira quinzena de março, o volumes de chuvas elevados auxiliaram o enchimento dos grãos de arábica e ajudaram o desenvolvimento final do robusta.

📈Safra recorde: o clima favorável mantém expectativa de uma safra recorde de café para 2026/27, impulsionada sobretudo pela produção do café arábica.

Em boletim do Cepea publicado no fim de fevereiro deste ano, o Centro de Estudos da Esalq já apontava expectativas positivas para a atual temporada, que pode ser a primeira desde a safra 2020/21 a superar o patamar de 60 milhões de sacas no Brasil, somando as modalidades arábica e robusta. "O que seria um recorde", projeta o Centro de Estudos da Esalq.

No caso do robusta, pesquisadores do Cepea indicam que havia uma expectativa inicial menos promissora de produção para a atual temporada.

Contudo, com as condições climáticas também favoráveis, ainda que março registre chuvas menos volumosas que nos meses anteriores, agentes do setor consultados pelo Centro de Pesquisas têm passado a apostar em colheita próxima à observada na safra passada.

Em Campinas (SP), no interior de São Paulo, uma das regiões produtoras acompanhadas pelo Cepea, o volume elevado de chuva começou ainda em janeiro.

Na Estação do Taquaral, em Campinas (SP), o acumulado do mês chegou a 339 milímetros, valor 79 milímetros acima da média histórica, que é de 261 milímetros para o período, de acordo com dados do Centro Integrado de Informações Agrometeorológicas (Ciiagro).

Lavoura de café arábica no Sul de Minas Gerais — Foto: Lavoura de café arábica no Sul de Minas Gerais – Crédito: Divulgação

Dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), em fevereiro, foram registrados 154,5 milímetros de chuva no município de Marília, na região central do estado de São Paulo. Os maiores acumulados ocorreram na Mogiana Paulista, no Cerrado Mineiro e no Sul de Minas.

"Nas regiões produtoras de robusta, onde a colheita já pode ser iniciada a partir de abril, os volumes de chuvas em fevereiro estão bem inferiores aos observados em janeiro. Ainda assim, vale destacar que, em municípios mais ao norte do Espírito Santo, como Linhares, o excesso de precipitações no fim de janeiro pode ter prejudicado o desenvolvimento da safra em alguns talhões, influenciando o avanço de doenças", descreve o Cepea

Após um período de negociações restritas, com ausências de vendedores e compradores ativos no mercado doméstico, as vendas do setor cafeeiro voltaram a aquecer na primeira quinzena de janeiro de 2026.

As cotações dos cafés robusta e arábica, o mais consumido no Brasil, fecharam a R$ 1,2 mil e R$ 2,2 mil a saca, respectivamente. Os valores são considerados positivos e atendem os patamares desejáveis pelos produtores, segundo o Cepea.

Segundo o centro, o movimento de alta se intensificou a partir de 6 de janeiro, quando os contratos futuros (de março de 2026) registraram aumento de 1.450 pontos na Bolsa de Nova York (ICE Futures). O movimento na bolsa de valores aumentou o volume comercializado no mercado brasileiro.

Agentes consultados pelo Cepea indicam que, com a virada do ano, alguns agricultores tinham necessidade de fazer caixa, o que colaborou para o aumento da liquidez no período.

Embora o mercado tenha esteja em viés de retomada, o cenário de pouca chuva em importantes regiões produtoras do Brasil preocupa agentes do setor cafeeiro em relação à safra 2026/2027, segundo o boletim divulgado pelo Cepea.

"Dezembro foi marcado por temperaturas elevadas e baixa umidade, condição que pode comprometer a formação dos grãos, resultando em cafés chochos", analisa o Cepea.

O poder de compra de fertilizantes pelos produtores de café de São Paulo aumentou nos últimos meses de 2025.

Os preços da saca de 60 kg do café arábica operou em cerca de R$ 2,2 mil em outubro. Os valores do café robusta fecharam em torno dos R$ 1.350 a saca.

Com as cotações nesse patamar, os produtores de São Paulo precisavam de 1,16 saca de arábica do tipo 6 para adquirir uma tonelada do adubo em 2025.

💰Em outubro de 2024, era preciso 1,44 saca de café para compra de fertilizante. Desde o início dos levantamentos feitos pelo Cepea, em 2011, a média histórica indica a necessidade de 2,6 sacas de café para pagar uma tonelada de fertilizante.

"O poder de compra dos agricultores frente a importantes fertilizantes é considerado bom neste ano. Pesquisadores ressaltam que a retomada das chuvas nas regiões produtoras de café tende a viabilizar a realização de adubações nas lavouras, visando um bom desenvolvimento da safra 2025/26", detalham.

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FGC começa a receber pedidos de ressarcimento de credores do Banco Pleno

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/03/2026 12:51

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,231-1,47%Dólar TurismoR$ 5,449-1,3%Euro ComercialR$ 6,073-1,03%Euro TurismoR$ 6,342-0,81%B3Ibovespa182.593 pts3,62%MoedasDólar ComercialR$ 5,231-1,47%Dólar TurismoR$ 5,449-1,3%Euro ComercialR$ 6,073-1,03%Euro TurismoR$ 6,342-0,81%B3Ibovespa182.593 pts3,62%MoedasDólar ComercialR$ 5,231-1,47%Dólar TurismoR$ 5,449-1,3%Euro ComercialR$ 6,073-1,03%Euro TurismoR$ 6,342-0,81%B3Ibovespa182.593 pts3,62%Oferecido por

O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) informou nesta segnda-feira (23) que os os depositantes e investidores do banco Pleno já podem entrar com o pedido de garantia pelo aplicativo do fundo.

"O número de credores com direito à garantia foi confirmado em 152 mil pessoas, com valor total de R$ 4,8 bilhões a ser pago pelo Fundo", informou o FGC, em nota.

O Banco Pleno teve a liquidação extrajudicial decretada pelo Banco Central, junto com a Pleno Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários, em fevereiro deste ano.

🔎 A liquidação extrajudicial ocorre quando o Banco Central encerra as atividades de um banco que não tem mais condições de operar. Um liquidante assume o controle, encerra as operações, vende os bens e paga os credores na ordem prevista em lei, até a extinção da instituição. O banco também deixa de integrar o sistema financeiro nacional.

As instituições faziam parte do grupo do Banco Master, mas foram vendidas no segundo semestre do ano passado ao empresário Augusto Lima, ex-sócio de Daniel Vorcaro.

Segundo o FGC, o Banco Pleno não faz mais parte do conglomerado Master. Assim, o liquidante irá apurar os valores a serem garantidos até o limite previsto na regulamentação.

O Pleno tinha participação pequena no sistema financeiro brasileiro. Dados do BC indicam que, até setembro do ano passado, o banco concentrava cerca de 0,04% de todos os ativos do setor, que somavam R$ 18,07 trilhões. Isso equivale a aproximadamente R$ 7,2 bilhões.

O FGC lembra que oferece garantia de até R$ 250 mil, por CPF ou CNPJ, para investimentos em produtos como conta corrente, poupança, CDB, RDB, LCI, LCA e LCD, por instituição financeira associada ou conglomerado.

Existe um teto de R$ 1 milhão, a cada período de quatro anos, para garantias pagas por CPF ou CNPJ.

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ONG quer banir carros a combustão de BMW e Mercedes, mas justiça nega

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/03/2026 12:51

Carros ONG quer banir carros a combustão de BMW e Mercedes, mas justiça nega Corte federal na Alemanha nega pedido de ambientalistas. ONG luta na justiça desde 2021 e também pede que montadoras tenham cota de emissões de carbono específica. Por Redação g1

Mercedes AMG GT 63 S é híbrido de 816 cv com motor a combustão 4.0 V8 — Foto: Divulgação / Mercedes-Benz

Nesta segunda-feira (23), a corte federal alemã em Karlsruhe negou o pedido de uma ONG que buscava proibir a venda de carros a combustão produzidos pela BMW e pela Mercedes-Benz a partir de 2030. O processo estava em andamento desde 2021 e já havia sido decidido a favor das montadoras em instâncias inferiores.

A organização Deutsche Umwelthilfe (DUH) argumenta ainda que existiria um limite específico de emissões de poluentes para BMW e Mercedes e que as empresas estariam ultrapassando esse “orçamento de carbono”.

A corte reafirmou o entendimento dos julgamentos anteriores: não há uma cota individual de emissões de carbono estabelecida para cada fábrica.

Um porta-voz da BMW afirmou à agência Reuters que a decisão oferece segurança jurídica às empresas que atuam na Alemanha.

Os ambientalistas da DUH entraram com o processo em 2021. Eles querem que as montadoras assumam um compromisso legal de parar a produção de carros a combustão a partir de 2030.

Eles também pedem que as fábricas emitam apenas uma “fatia justa” de CO₂ em suas operações. Porém, não existe nenhuma lei que defina qual seria essa parcela para empresas como BMW ou Mercedes.

O cálculo dessa “fatia” foi elaborado pela própria DUH com base em dados sobre aquecimento global. Essas informações vêm do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), criado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente.

A pesquisa do IPCC, usada pelos ambientalistas, estima quanto carbono o planeta pode liberar sem que a temperatura global aumente mais do que 1,7 grau Celsius. De acordo com os cálculos, as metas atuais de emissões das empresas não seriam suficientes.

A Daimler, dona da marca Mercedes, disse na ocasião que não via cabimento no argumento usado pelos ambientalistas. Já a BMW disse na época que suas metas de compromisso com o clima estavam à frente da indústria.

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Devolução de navios pressiona Brasil a negociar padrão da soja com a China; entenda

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/03/2026 11:44

Agro Brasil discute com China inspeção de cargas de soja A viagem ocorre após uma série de entraves recentes nas exportações. Nos últimos dias, cerca de 20 navios brasileiros foram devolvidos pelos chineses por conterem ervas daninhas consideradas proibidas no país asiático. Por Redação g1 — São Paulo

Uma missão do Ministério da Agricultura do Brasil iniciou nesta segunda-feira (23) negociações com autoridades da China para discutir regras de inspeção fitossanitária da soja brasileira, segundo informações confirmadas por autoridades.

A viagem ocorre após uma série de entraves recentes nas exportações. Nos últimos dias, cerca de 20 navios brasileiros foram devolvidos pelos chineses por conterem ervas daninhas consideradas proibidas no país asiático.

Diante do impasse, autoridades chinesas concordaram em flexibilizar parte das exigências sanitárias.

Em documento da Secretaria de Defesa Agropecuária, o governo brasileiro informou que não será mais adotado o critério de tolerância zero para a presença dessas impurezas nas cargas.

Ainda assim, não há definição de um limite numérico para a tolerância, que deve ser discutido em novas rodadas de negociação entre os dois países. Até lá, a liberação dos carregamentos seguirá baseada em análise de risco.

O endurecimento das exigências havia provocado dificuldades para exportadores brasileiros, que relataram problemas na emissão de certificados fitossanitários — documento essencial para o envio da soja ao exterior.

Na semana passada, o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, afirmou que o Brasil não flexibilizou a fiscalização dos embarques destinados à China, contrariando reportagens publicadas na imprensa.

Procurado nesta segunda-feira, o ministério informou que as conversas com os chineses estão em estágio inicial e que ainda não há decisões definitivas.

As negociações devem continuar ao longo da semana, com a participação dos secretários de Defesa Agropecuária, Carlos Goulart, e de Comércio e Relações Internacionais, Luis Rua.

A China é o principal destino da soja brasileira e responde por cerca de 80% das exportações do produto. Apesar dos episódios recentes, analistas avaliam que o impacto tende a ser pontual e não deve comprometer o volume total embarcado ao longo do ano.

Nos últimos dias, a China devolveu cargas de soja enviadas pelo Brasil que descumpriram regras sanitárias do país, enquanto a Cargill – uma das maiores exportadoras de grãos – cancelou embarques para o parceiro asiático no dia 12 deste mês.

Principal destino da soja brasileira, a China responde por cerca de 80% das exportações do produto.

Cerca de 20 navios brasileiros foram devolvidos pela China recentemente por apresentarem grãos de soja misturados a ervas daninhas proibidas no país asiático. Diante da situação, representantes do Ministério da Agricultura devem viajar à China na próxima semana para tratar do tema.

Na semana passada, Fávaro disse em coletiva de imprensa que a qualidade da soja brasileira “é inquestionável”, mas que a preocupação dos chineses é legítima.

Ele afirmou ainda que vai propor à China a criação de um protocolo sanitário específico para o comércio de soja.

Apesar de o caso ter ganhado repercussão nos últimos dias, a situação não é nova, afirma Raphael Bulascoschi, analista do mercado de soja da StoneX Brasil.

"O problema começou no final do ano passado, quando o GACC, órgão responsável pela fiscalização na China, informou ao governo brasileiro que carregamentos estavam chegando com excesso de sementes proibidas e materiais estranhos", diz Bulascoschi.

"Recentemente, a China voltou a cobrar o Ministério da Agricultura de forma mais dura, o que levou o governo a adotar uma 'postura de tolerância zero' para evitar tensões diplomáticas e a emitir certificados fitossanitários com mais rigor", acrescenta.

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Falha em versões antigas do iPhone pode permitir espionagem e roubo de dados

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/03/2026 11:44

Tecnologia Falha em versões antigas do iPhone pode permitir espionagem e roubo de dados Ferramenta de espionagem chamada “Darksword” foi identificada em dezenas de sites e pode explorar falhas em versões antigas do sistema do iPhone. Pesquisadores dizem que milhões de aparelhos ainda podem estar vulneráveis; Apple recomenda atualização de dispositivos. Por Redação g1 — São Paulo

Pesquisadores de segurança digital identificaram um programa de espionagem (spyware) capaz de invadir iPhones e coletar informações dos usuários. A ferramenta foi encontrada recentemente em dezenas de sites na Ucrânia e pode explorar falhas em versões antigas do sistema operacional dos aparelhos.

O software malicioso foi apelidado de “Darksword” por especialistas das empresas de segurança digital Lookout e iVerify, em parceria com pesquisadores do Google.

Segundo estudos divulgados na última semana, o programa pode ser usado para acessar dados do telefone e até informações guardadas em carteiras digitais de criptomoedas.

🕵️‍♂️ O ataque acontece quando o usuário acessa determinados sites criados para explorar falhas de segurança no sistema do iPhone. Ao entrar nessas páginas, o programa malicioso pode ser ativado e passar a acessar o aparelho, permitindo a coleta de dados do dispositivo.

Este é o segundo caso identificado neste mês envolvendo ferramentas desse tipo voltadas para dispositivos da Apple.

No início de março, pesquisadores já haviam revelado outro programa de espionagem digital, chamado “Coruna”, que também explorava falhas no sistema dos iPhones.

Segundo os especialistas, a existência de duas ferramentas diferentes descobertas em pouco tempo indica que está crescendo o mercado de programas capazes de invadir celulares para roubar informações.

“Agora existe uma cadeia confirmada de ferramentas desse tipo que acabaram nas mãos de grupos possivelmente criminosos interessados em ganhos financeiros”, afirmou Justin Albrecht, pesquisador da Lookout, à Reuters.

Pesquisadores do Google disseram ter identificado campanhas de ataque que usaram o Darksword contra alvos em países como Arábia Saudita, Turquia, Malásia e Ucrânia.

De acordo com a empresa, algumas dessas operações estariam associadas a um fornecedor comercial de tecnologia de vigilância chamado PARS Defense, sediado na Turquia. A empresa não respondeu a pedidos de comentário feitos pela Reuters.

Os especialistas também descobriram que o programa era distribuído principalmente para usuários que utilizavam versões do sistema do iPhone entre iOS 18.4 e iOS 18.6.2, lançadas entre março e agosto do ano passado.

Ainda não se sabe quantos aparelhos podem estar vulneráveis. No entanto, estimativas baseadas em dados públicos indicam que entre 220 milhões e 270 milhões de iPhones ainda utilizam versões do sistema que podem ser exploradas, segundo as empresas iVerify e Lookout.

A Apple afirma que as falhas usadas nesses ataques já foram corrigidas em atualizações mais recentes do sistema. Segundo a empresa, usuários que mantêm o iPhone com o software atualizado já estão protegidos contra esse tipo de exploração.

Em comunicado publicado na quinta-feira (19), a Apple afirmou que os ataques identificados exploram versões antigas do iOS por meio de conteúdos maliciosos na internet, como links ou sites comprometidos.

A empresa disse ter investigado os casos e liberado atualizações de segurança para corrigir as vulnerabilidades assim que elas foram identificadas.

A companhia reforça que manter o sistema atualizado é a principal medida para proteger os dados do usuário.

Segundo a Apple, aparelhos com versões recentes do iOS não estavam expostos a esses ataques, e o navegador Safari também passou a bloquear automaticamente os endereços usados nas campanhas identificadas.

"Se o seu iPhone não estiver com a versão mais recente do software, atualize o iOS para proteger seus dados.

Pesquisadores de segurança identificaram recentemente ataques baseados na web que têm como alvo versões desatualizadas do iOS por meio de conteúdos maliciosos na internet. Por exemplo, se você estiver usando uma versão antiga do iOS e clicar em um link malicioso ou acessar um site comprometido, os dados armazenados no seu iPhone podem correr risco de serem roubados.

Investigamos cuidadosamente esses problemas assim que foram identificados e lançamos atualizações de software o mais rápido possível para as versões mais recentes do sistema operacional, a fim de corrigir as vulnerabilidades e interromper esse tipo de ataque.

Se o software do seu iPhone estiver atualizado, você já está protegido. Manter o sistema atualizado é a medida mais importante que os usuários podem tomar para preservar a segurança dos produtos Apple, e dispositivos com software atualizado não estavam em risco nesses ataques relatados.

Aparelhos com o Modo de Bloqueio (Lockdown Mode) ativado também estão protegidos contra esses ataques específicos, mesmo que utilizem versões mais antigas do software. Ainda assim, recomendamos que o dispositivo seja atualizado para a versão mais recente do iOS o quanto antes.

Dispositivos com as versões mais recentes e atualizadas do iOS 15 até o iOS 26 já estão protegidos. Caso você não tenha atualizado o software recentemente, atualize o iOS no seu iPhone.

Em 11 de março de 2026, lançamos uma atualização de software para iOS 15 e iOS 16 com o objetivo de ampliar a proteção para aparelhos mais antigos que não conseguem instalar as versões mais recentes do sistema.

Dispositivos com iOS 13 ou iOS 14 precisam ser atualizados para iOS 15 para receber essas proteções. Esses aparelhos também receberão, nos próximos dias, um alerta adicional para a instalação de uma Atualização Crítica de Segurança.

O sistema Apple Safe Browsing, do navegador Safari, vem ativado por padrão e bloqueia os domínios de internet maliciosos identificados nesses ataques.

Nota: usuários que não conseguem atualizar seus aparelhos podem considerar ativar o Modo de Bloqueio (Lockdown Mode), quando disponível, para se proteger contra conteúdos maliciosos na internet e outras ameaças."

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Morre Leonid Radvinsky, bilionário e dono do OnlyFans, aos 43 anos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/03/2026 10:57

Tecnologia Morre Leonid Radvinsky, bilionário e dono do OnlyFans, aos 43 anos Dono da plataforma, conhecida por publicar conteúdo explícito, tratava um câncer. Empresário ucraniano-americano transformou plataforma em fenômeno global. Por Redação g1

Nascido em 1982 em Odessa, cidade da Ucrânia que na época era parte da União Soviética, ele se mudou com a família para os EUA quando criança.

Radvinsky era dono da plataforma desde 2018, quando comprou uma participação majoritária na empresa. Ele também era dono da empresa-mãe do OnlyFans, a Fenix International Ltd.

Foi com a presença de Leonid na empresa que a plataforma se tornou um fenômeno cultural ao permitir que criadores de conteúdo cobrassem diretamente por seu conteúdo.

Morreu nesta segunda-feira (23), o dono do OnlyFans, o bilionário ucraniano-americano Leonid Radvinsky, aos 43 anos. A informação foi confirmada pela empresa à Bloomberg.

Nascido em 1982 em Odessa, cidade da Ucrânia que na época era parte da União Soviética, ele se mudou com a família para os EUA quando criança.

“Estamos profundamente tristes em anunciar a morte de Leo Radvinsky. Leo faleceu em paz após uma longa batalha contra o câncer”, disse a empresa em comunicado. “A família pediu privacidade neste momento difícil.”

Radvinsky era dono da plataforma desde 2018, quando comprou uma participação majoritária na empresa.

Foi com a presença de Leonid na empresa que a plataforma se tornou um fenômeno cultural ao permitir que criadores de conteúdo cobrassem diretamente por seu conteúdo.

O OnlyFans foi fundado em 2016 e ganhou fama ao hospedar material que é considerado inapropriado na maioria das redes sociais, crescendo muito durante a pandemia.

De acordo com a Bloomberg, Radvinsky estava negociando vender uma participação da empresa, mas as conversas ainda estavam em estágio inicial.

Discreto nas redes sociais e avesso a entrevistas, Radvinsky morava na Flórida, nos EUA, e acumulava uma fortuna de 4,7 bilhões, segundo a revista Forbes, em seu ranking de bilionários de 2025. Ele despontava como a 870ª mais rica do mundo.

O negócio de Radvinsky começou quando ele ainda era estudante de economia da Northwestern University, nos Estados Unidos, e fundou, no fim dos anos 1990, uma empresa chamada Cybertania. Segundo a Forbes, ele comandava sites que disponibilizavam senhas hackeadas.

Em 2018, o ucraniano comprou uma participação na OnlyFans, fundado em 2016, e então pertencente à família Stokely, do Reino Unido.

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Da infância na Ucrânia até a lista da Forbes: quem foi Leonid Radvinsky, bilionário dono do OnlyFans

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/03/2026 10:57

Tecnologia Da infância na Ucrânia até a lista da Forbes: quem foi Leonid Radvinsky, bilionário dono do OnlyFans Dono da plataforma tratava um câncer e morreu aos 43 anos. A informação foi confirmada pela empresa, que tem sede em Londres. Por Redação g1 — São Paulo

Nascido na cidade de Odesa, na Ucrânia, Radvinsky era proprietário do OnlyFans, plataforma fundada em 2016.

Na lista dos bilionários da Forbes, publicada no início de março, Radvinsky ocupava a 870º posição do ranking que reúne os mais ricos do munco.

Morreu nesta segunda-feira (23), o criador do OnlyFans, Leonid Radvinsky, aos 43 anos. A informação foi dada pela empresa, que tem sede em Londres.

“Estamos profundamente tristes em anunciar a morte de Leo Radvinsky. Leo faleceu em paz após uma longa batalha contra o câncer”, disse a empresa em comunicado. “A família pediu privacidade neste momento difícil.”

Nascido na cidade de Odesa, na Ucrânia, Radvinsky era proprietário do OnlyFans, plataforma fundada em 2016 que, originalmente, funcionava como uma rede social em que criadores podiam cobrar pelo acesso a qualquer tipo de post — de cursos a performances artísticas. Apesar disso, o site estourou mesmo em meados de 2020, com a compra e venda de conteúdo erótico.

Discreto nas redes sociais e avesso à entrevistas, Radvinsky morava na Flórida, nos EUA. Uma biogafia de um site atribuído ao bilionário, afirmava que ele passou "as últimas duas décadas construindo empresas de software e contribuindo para o movimento de código aberto".

Segundo a BBC, Radvinsky doou mais de US$ 1,3 milhão — R$ 6,7 milhões — em criptomoedas para seu país de origem, que foi invadido pela Rússia no início de 2022.

Além do OnlyFans, Leonid também era dono da Leo, um fundo de capitla de risco fundado em 2009, que foca no investimento em empresas de tecnologia.

Na lista dos bilionários da Forbes, publicada no início de março, Radvinsky ocupava a 870º posição do ranking que reúne os mais ricos do munco, seu patrimônio era de US$ 4,7 bilhões — aproximadamente R$ 24,8 bilhões de reais.

A morte do bilionário gera dúvidas sobre quem assumirá o comando do OnlyFans. Não há informações públicas sobre se Leonid tinha filhos, e a empresa também não divulgou quem deverá assumir seu lugar na gestão ou no controle do negócio.

Em janeiro deste ano, a Reuters noticiou que Radvinsky estava em negociações para vender sua participação majoritária para uma empresa de investimentos chamada Architect Capital por cerca de US$ 5,5 bilhões — cerca de R$ 29,2 bilhões. Mas as conversas ainda estavam em estágio inicial.

Logo do OnlyFans é visto em computador. Plataforma é conhecida por conteúdo erótico — Foto: Andrew Kelly/Reuters

Além da carreria em computação, a biografia de Radvinsky no site afirma que io bilionário doava "muito tempo, esforço e dinheiro para causas sem fins lucrativos, como iniciativas de código aberto e instituições de caridade tradicionais".

Entusiasta de assuntos ligados a helicóptero, Radvinsky se considerava como um "aspirante a piloto com cerca de 95 horas de voo, principalmente em um Bell 206B-3 JetRanger".

O negócio de Radvinsky começou quando ele ainda era estudante de economia da Northwestern University e fundou, no fim dos anos 1990, uma empresa chamada Cybertania. Segundo a Forbes, ele comandava sites que disponibilizavam senhas hackeadas.

Em 2018, o ucraniano comprou uma participação na OnlyFans, fundado em 2016, e então pertencente à família Stokely, do Reino Unido.

Abaixo, reveja reportagem do g1, publicada em fevereiro de 2022, sobre ex-BBBs que possuem perfil no OnlyFans:

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Governo cria catálogo para aproximar empresas de defesa de compradores estrangeiros

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/03/2026 10:57

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,265-0,82%Dólar TurismoR$ 5,495-0,46%Euro ComercialR$ 6,105-0,5%Euro TurismoR$ 6,376-0,27%B3Ibovespa179.428 pts1,82%MoedasDólar ComercialR$ 5,265-0,82%Dólar TurismoR$ 5,495-0,46%Euro ComercialR$ 6,105-0,5%Euro TurismoR$ 6,376-0,27%B3Ibovespa179.428 pts1,82%MoedasDólar ComercialR$ 5,265-0,82%Dólar TurismoR$ 5,495-0,46%Euro ComercialR$ 6,105-0,5%Euro TurismoR$ 6,376-0,27%B3Ibovespa179.428 pts1,82%Oferecido por

O governo federal lança, nesta segunda-feira (23), um catálogo inédito da Base Industrial de Defesa (BID) com o objetivo de ampliar a presença de empresas brasileiras no mercado internacional.

A iniciativa, apresentada pelo ministro da Defesa, José Mucio Monteiro, reúne informações estratégicas sobre produtos e fabricantes nacionais e busca facilitar a conexão com investidores, delegações estrangeiras e compradores do setor, em meio ao crescimento das exportações militares do país.

Disponível em português e inglês, o catálogo reúne empresas e produtos estratégicos para a projeção global do setor. O material é voltado a autoridades civis e militares, investidores, compradores e delegações estrangeiras.

Os números da defesa em 2025 explicam o lançamento do novo catálogo setorial: um recorde de US$ 3,4 bilhões em exportações e presença em 147 países.

Ao todo, a publicação reúne 154 empresas e 364 produtos, destacando a diversidade da produção nacional, que inclui embarcações, blindados e aeronaves.

O levantamento evidencia a maturidade de uma indústria que combina diversidade tecnológica com forte desempenho comercial no exterior.

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