RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Austrália e União Europeia fecham acordo comercial em meio à tensão global

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/03/2026 21:54

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,240-1,29%Dólar TurismoR$ 5,444-1,37%Euro ComercialR$ 6,085-0,82%Euro TurismoR$ 6,343-0,78%B3Ibovespa181.932 pts3,24%MoedasDólar ComercialR$ 5,240-1,29%Dólar TurismoR$ 5,444-1,37%Euro ComercialR$ 6,085-0,82%Euro TurismoR$ 6,343-0,78%B3Ibovespa181.932 pts3,24%MoedasDólar ComercialR$ 5,240-1,29%Dólar TurismoR$ 5,444-1,37%Euro ComercialR$ 6,085-0,82%Euro TurismoR$ 6,343-0,78%B3Ibovespa181.932 pts3,24%Oferecido por

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e o primeiro-ministro da Austrália, Anthony Albanese. — Foto: Reuters

Austrália e União Europeia assinaram nesta segunda-feira (23) — já terça-feira no horário local — um acordo comercial que conclui anos de negociações, enquanto a Europa busca diversificar seus mercados de exportação e ampliar laços para além de seus parceiros tradicionais.

As negociações entre Austrália e UE começaram em 2018, mas avançaram lentamente antes de ganhar impulso em meio ao aumento das tensões comerciais globais, em parte impulsionadas por tarifas dos EUA.

O acordo também reflete o esforço da UE para reduzir sua dependência da China, especialmente em minerais críticos — setor em que Pequim impôs controles de exportação sobre recursos estratégicos — e sinaliza o aumento do engajamento europeu no Indo-Pacífico, após acordos comerciais com a Indonésia, em setembro, e a Índia, em janeiro.

O acordo eliminará mais de 99% das tarifas sobre exportações de bens da UE para a Austrália, reduzindo em um bilhão de euros (US$ 1,16 bilhão) por ano os custos com tarifas para as empresas. Também reduzirá tarifas sobre importações de minerais críticos, segundo a UE.

“A UE e a Austrália podem estar geograficamente distantes, mas não poderíamos estar mais próximos em termos de como vemos o mundo”, disse a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, após se reunir com o primeiro-ministro Anthony Albanese em Canberra.

“Com essas novas e dinâmicas parcerias em segurança e defesa, assim como no comércio, estamos nos aproximando ainda mais.”

A Comissão Europeia, que supervisiona a política comercial do bloco de 27 países, espera que o acordo ajude a aumentar suas exportações totais para a Austrália em até 33% ao longo dos próximos 10 anos.

No setor de serviços, a UE terá maior acesso para telecomunicações e serviços financeiros, enquanto na agricultura as tarifas australianas cairão a zero para vinhos, espumantes, frutas, vegetais e chocolates desde o primeiro dia, e para queijos ao longo de três anos.

Para a carne bovina, a UE abrirá duas cotas tarifárias que totalizam 30.600 toneladas, com cerca de 55% do volume entrando livre de tarifas.

As negociações anteriores fracassaram em 2023, em grande parte devido a divergências sobre cotas da UE para importações de carne e proteções ao setor agrícola.

O comércio entre os dois lados é significativo, com empresas da UE exportando para a Austrália 37 bilhões de euros em bens em 2025 e 28 bilhões de euros em serviços em 2023.

Como bloco, a UE foi o terceiro maior parceiro comercial bilateral da Austrália em 2024, além de seu sexto maior destino de exportações, segundo dados oficiais. O bloco também foi a segunda maior fonte de investimento estrangeiro na Austrália em 2024.

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Governo dos EUA pede calma com alta do petróleo, mas empresários mostram ceticismo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/03/2026 20:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,240-1,29%Dólar TurismoR$ 5,444-1,37%Euro ComercialR$ 6,085-0,82%Euro TurismoR$ 6,343-0,78%B3Ibovespa181.932 pts3,24%MoedasDólar ComercialR$ 5,240-1,29%Dólar TurismoR$ 5,444-1,37%Euro ComercialR$ 6,085-0,82%Euro TurismoR$ 6,343-0,78%B3Ibovespa181.932 pts3,24%MoedasDólar ComercialR$ 5,240-1,29%Dólar TurismoR$ 5,444-1,37%Euro ComercialR$ 6,085-0,82%Euro TurismoR$ 6,343-0,78%B3Ibovespa181.932 pts3,24%Oferecido por

Um funcionário do alto escalão do governo dos Estados Unidos afirmou nesta segunda-feira (23) que os efeitos da guerra no Oriente Médio sobre os preços da energia serão temporários.

Até a próxima sexta-feira (27), a cidade americana de Houston sedia o CERAWeek, fórum que reúne 10 mil integrantes de um setor abalado pela guerra e pelo bloqueio do Estreito de Ormuz.

O governo de Donald Trump, envolvido no conflito contra o Irã ao lado de Israel, enfrenta a muito impopular alta dos preços em postos de gasolina a poucos meses das eleições de meio de mandato.

Grandes dirigentes do Golfo cancelaram sua participação no CERAweek por causa da guerra, entre eles, os das gigantes nacionais da Arábia Saudita (Saudi Aramco) e dos Emirados Árabes Unidos (Adnoc).

Um funcionário do alto escalão do governo dos Estados Unidos afirmou nesta segunda-feira (23) que os efeitos da guerra no Oriente Médio sobre os preços da energia serão temporários, uma opinião da qual discordam muitos empresários reunidos no maior evento mundial sobre energia.

Até a próxima sexta-feira (27), a cidade americana de Houston sedia o CERAWeek, fórum que reúne 10 mil integrantes de um setor abalado pela guerra e pelo bloqueio do Estreito de Ormuz.

Mas estas perturbações são "temporárias", argumentou o secretário de Energia, Chris Wright, na abertura do evento, diante de um auditório lotado.

"Atualmente, estamos atravessando turbulências no curto prazo, mas as vantagens no longo prazo serão enormes. Pensem nos próximos anos e décadas para vocês e seus filhos: vão ver um mundo muito melhor", disse mais tarde ao canal de TV CNBC.

Trump durante encontro com a primeira-ministra do Japão na Casa Branca. — Foto: Reuters/Evelyn Hockstein

O governo de Donald Trump, envolvido no conflito contra o Irã ao lado de Israel, enfrenta a muito impopular alta dos preços em postos de gasolina a poucos meses das eleições de meio de mandato.

Entre as medidas tomadas para reduzir os preços, os Estados Unidos suspenderam parte das sanções impostas ao petróleo russo e iraniano destinadas a secar as fontes de receita destes países.

Paralelamente, Trump afirmou na Flórida que os Estados Unidos estavam negociando o fim das hostilidades com autoridades iranianas não identificadas, o que fez os preços do petróleo caírem cerca de 10%.

Grandes dirigentes do Golfo cancelaram sua participação no CERAweek por causa da guerra, entre eles, os das gigantes nacionais da Arábia Saudita (Saudi Aramco) e dos Emirados Árabes Unidos (Adnoc).

O magnata do petróleo Sultan Al-Jaber, diretor-geral da Adnoc, enviou uma mensagem de vídeo que contrastou com o tom tranquilizador dos americanos.

O bloqueio de fato do Estreito de Ormuz por parte do Irã constitui um "terrorismo econômico contra todos os países", declarou. "Não devemos permitir que nenhum país faça Ormuz refém, nem agora, nem no futuro", acrescentou.

O CEO da petroleira americana Chevron, Mike Wirth, considerou que os mercados da energia tenderam a subestimar o impacto do conflito, ao apostar em uma solução rápida.

"A Ásia, em particular, enfrenta preocupações reais em relação ao abastecimento" de petróleo e produtos derivados, assinalou. Mesmo depois do fim do conflito, "será preciso tempo para reconstruir as reservas", advertiu, ao que se somará o reparo da infraestrutura danificada.

Patrick Pouyanné, diretor-executivo do grupo francês TotalEnergies, previu preços do gás "muito elevados até o verão" do hemisfério Norte se o Estreito de Ormuz não for reaberto, e antecipou que a Europa precisaria de muito gás para encher suas reservas antes do inverno.

O governo americano também anunciou que vai reembolsar a TotalEnergies em cerca de US$ 1 bilhão (R$ 5,2 bilhões, na cotação atual) para compensar o abandono de suas duas concessões de projetos de parques eólicos marinhos nos Estados Unidos.

A gigante francesa de energia disse que vai reinvestir esta quantia em energias fósseis no país, especialmente em um projeto de gás natural liquefeito (GNL), um dos eixos principais de desenvolvimento do grupo.

Durante o governo do ex-presidente Joe Biden, os Estados Unidos avançaram na construção de parques eólicos, como parte de sua luta contra as mudanças climáticas.

Trump voltou atrás nessa iniciativa, alegando que os parques eólicos enfeiam a paisagem e produzem eletricidade cara. Desde o início de seu segundo mandato, em janeiro de 2025, ele reativou a produção de carvão e fomentou a de petróleo e gás.

Em Houston, o diretor-executivo da TotalEnergies afirmou que a energia eólica marinha "não é o método mais barato para produzir eletricidade" nos Estados Unidos.

"Este governo acredita nas realidades energéticas, não nos fantasmas climáticos", afirmou, por sua vez, o secretário do Interior de Trump, Doug Burgum.

Do lado de fora do fórum, quase 100 pessoas reclamavam dos danos ambientais causados pela indústria do petróleo, e do seu uso desmedido.

"Estamos ficando rapidamente sem água, e a grande maioria dos consumidores de água são instalações industriais, de combustíveis fósseis e petroquímicas", comentou a ativista ambiental Chloe Torres, 28, moradora do Texas.

"A guerra no Oriente Médio está ligada ao petróleo. Pela primeira vez, aqueles que ostentam o poder são descaradamente honestos em relação a isso", destacou o médico aposentado Michael Crouch, 79.

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Novo Ministro da Fazenda anuncia auxiliares; Rogério Ceron será secretário-executivo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/03/2026 20:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,240-1,29%Dólar TurismoR$ 5,444-1,37%Euro ComercialR$ 6,085-0,82%Euro TurismoR$ 6,343-0,78%B3Ibovespa181.932 pts3,24%MoedasDólar ComercialR$ 5,240-1,29%Dólar TurismoR$ 5,444-1,37%Euro ComercialR$ 6,085-0,82%Euro TurismoR$ 6,343-0,78%B3Ibovespa181.932 pts3,24%MoedasDólar ComercialR$ 5,240-1,29%Dólar TurismoR$ 5,444-1,37%Euro ComercialR$ 6,085-0,82%Euro TurismoR$ 6,343-0,78%B3Ibovespa181.932 pts3,24%Oferecido por

Desde 2023 no Executivo, Durigan ajudou nas chamadas "medidas de recomposição de receitas", ou seja, nos aumentos de tributos anunciados pelo governo nos últimos anos.

À frente do Ministério da Fazenda, Dario Durigan terá de coordenar as ações da área econômica do governo durante a campanha presidencial de Lula à uma nova reeleição, período que costuma ser tenso, marcado por embates com a oposição e divulgação de notícias falsas.

Outro assunto da pauta econômica em 2026 é a regulamentação e a transição da reforma tributária.

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, anunciou, nesta segunda-feira (23) a nomeação de Rogério Ceron para o cargo de secretário-executivo da pasta. Até então, Ceron ocupava o posto de secretário do Tesouro Nacional.

"Tenho a alegria de compartilhar novidades na equipe do Ministério da Fazenda. Rogério Ceron será o novo secretário-executivo. Confio na sua capacidade de entrega, e destaco que seu trabalho à frente do Tesouro foi fundamental para avançarmos com nossa agenda nos últimos anos", disse o ministro, em uma rede social.

Como secretária-executiva adjunta, assume a professora da Universidade de São Paulo (USP), Úrsula Peres. Ela é especialista em políticas públicas.

Daniel Leal assumirá a chefia da pasta que cuida do Tesouro Nacional. A secretária de Prêmios e Apostas, por sua vez, será conduzida por Daniele Cardoso. A Secretaria de Assuntos Internacionais será dirigida por Mathias Alencastro.

"Ninguém faz nada sozinho. Somos um Ministério sério, unido e técnico. Mulheres e homens comprometidos em fazer a diferença todos os dias, trabalhando pela prosperidade das famílias brasileiras", afirmou Durigan.

Desde 2023 no Executivo, Durigan ajudou nas chamadas "medidas de recomposição de receitas", ou seja, nos aumentos de tributos anunciados pelo governo nos últimos anos, assim como na articulação e regulamentação da reforma tributária sobre o consumo e no fechamento de uma renegociação sobre a dívida dos estados, entre outros temas.

Antes da área econômica, trabalhou como consultor na Advocacia-Geral da União, entre 2017 e 2019, e no setor privado, entre 2020 e 2023, como diretor de Políticas Públicas do WhatsApp. Ele coordenava temas relacionados a políticas públicas e comunicação. Durigan também fez parte da equipe de Haddad em 2015 e 2016, na prefeitura de São Paulo.

Advogado formado pela Universidade de São Paulo (USP), o novo ministro da Fazenda tem perfil mais discreto, menos afeito aos holofotes. Entretanto, possui bom trânsito dentro do governo e é visto por interlocutores como bom articulador junto aos setores da economia real.

À frente do Ministério da Fazenda, Dario Durigan terá de coordenar as ações da área econômica do governo durante a campanha presidencial de Lula à uma nova reeleição, período que costuma ser tenso, marcado por embates com a oposição e divulgação de notícias falsas.

Temas como o fim da jornada 6 por 1, do Imposto de Renda sobre lucros e resultados dos trabalhadores, entre outros, devem entrar na pauta. A área econômica também citou, recentemente, a possível revisão de benefícios sociais e uma reforma de encargos sobre a folha de pagamentos.

Outro assunto da pauta econômica em 2026 é a regulamentação e a transição da reforma tributária. O governo trabalha para implementar a CBS, seu imposto sobre consumo, em 2027 e, para isso, divulga normas operacionais de transição neste ano (período de testes).

Na regulamentação da reforma tributária, embora boa parte dos temas já tenham sido abordados pelo Congresso, um deles, extremamente polêmico, ainda terá de ser debatido no Legislativo: o imposto seletivo, chamado de imposto do pecado.

Pelas regras, esse imposto será cobrado sobre produtos com externalidade negativa na economia, ou seja, que geram problemas sociais e repercussões de aumento de gastos, como bebidas alcoólicas e cigarros, entre outros. O problema é que tende a haver um aumento de preços desses produtos com a regulamentação, um debate que acontecerá em ano eleitoral.

Além disso, Durigan também terá de conduzir o processo orçamentário até o fim de 2026, período no qual o governo tem por meta retomar o superávit em suas contas (considerando os limites do arcabouço fiscal e o abatimento de precatórios).

Para este ano, a meta é de que as contas do governo tenham um saldo positivo de 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB), cerca de R$ 34,3 bilhões.

De acordo com o arcabouço fiscal, aprovado em 2023, há um intervalo de tolerância de 0,25 ponto percentual em relação à meta central.

Ou seja: a meta será considerada formalmente cumprida se o governo tiver saldo zero, ou se chegar a um superávit de R$ 68,6 bilhões.

O texto, no entanto, permite que o governo retire desse cálculo R$ 57,8 bilhões em despesas. E use esses recursos para pagar, por exemplo, precatórios (gastos com sentenças judiciais).

Na prática, portanto, a previsão é de que o governo tenha um rombo de R$ 23,3 bilhões nos cofres públicos em 2026 – mesmo que, para o cálculo oficial da meta, apresente um resultado positivo.

Se os números se confirmarem, as contas do governo devem ficar negativas durante todo o terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

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Com grupo enfraquecido em Minas Gerais, Zema vê PSD como opção para disputar Presidência da República

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/03/2026 19:17

A saída de Ratinho Júnior (PSD), governador do Paraná, da corrida para ser candidato à Presidência da República pelo PSD, anunciada nesta segunda-feira (23), intensificou a aproximação do partido com a Romeu Zema (Novo), pré-candidato a presidente pelo Novo.

No domingo (22), Zema passou o governo do Estado ao seu vice, Mateus Simões, que há poucos meses saiu do Novo e se filiou ao PSD.

Ratinho Junior (PSD) informou, nesta segunda-feira (23), que desistiu da pré-candidatura à Presidência da República e vai concluir o seu segundo mandato no governo do Paraná até dezembro de 2026.

A saída de Ratinho Júnior (PSD), governador do Paraná, da corrida para ser candidato à Presidência da República pelo PSD, anunciada nesta segunda-feira (23), intensificou a aproximação do partido com a Romeu Zema (Novo), pré-candidato a presidente pelo Novo.

No domingo (22), Zema passou o governo do Estado ao seu vice, Mateus Simões, que há poucos meses saiu do Novo e se filiou ao PSD.

No PSD, o caminho provável seria Ronaldo Caiado se tornar o novo candidato à Presidência. Há, entretanto, quem veja em Zema a força política do segundo maior colégio eleitoral do País, Minas. Zema é ainda cortejado pelo PL para ser vice de Flávio Bolsonaro.

O presidente nacional do Novo, Eduardo Ribeiro, diz que o acordo público segue sendo o Novo indicar o vice de Simões e ter Zema como candidato à Presidência.

Os governadores Romeu Zema (MG), Jorginho Mello (SC), Ratinho Junior (PR), Mauro Mendes (MT), Ibaneis Rocha (DF), Wilson Lima (AM), Tarcísio de Freitas (SP), Cláudio Castro (RJ) e Ronaldo Caiado (GO). — Foto: Agência Brasília

Ratinho Junior (PSD) informou, nesta segunda-feira (23), que desistiu da pré-candidatura à Presidência da República e vai concluir o seu segundo mandato no governo do Paraná até dezembro de 2026.

O governador era um dos três possíveis candidatos à Presidência do PSD. Com a desistência, os nomes cotados pelo partido são Eduardo Leite, governador do Rio Grande do Sul, e Ronaldo Caiado, governador de Goiás. O movimento também impacta na sucessão no Paraná.

Ratinho Junior era o pré-candidato do PSD com melhor desempenho nas pesquisas para as eleições presidenciais deste ano. Na Quaest mais recente, de março, ele aparecia com 7% das intenções de voto nos cenários de primeiro turno, contra 4% de Ronaldo Caiado e 3% de Eduardo Leite.

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Imposto de Renda 2026: Receita recebe mais de um milhão de declarações no primeiro dia

Fonte: G1 Imposto de Renda | Publicado em: 23/03/2026 19:17

Economia Imposto de renda Imposto de Renda 2026: Receita recebe mais de um milhão de declarações no primeiro dia Prazo de envio começou nesta segunda às 8h, e se estende até 29 de maio. Receita espera receber 44 milhões de declarações do Imposto de Renda deste ano. Por Mariana Assis, g1 — Brasília

A Receita Federal recebeu até às 17h30 desta segunda-feira (23) mais de um milhão de declarações do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) 2026.

Segundo a Receita, o ritmo de envio no primeiro dia foi superior ao registrado no ano passado, impulsionado pela disponibilização da declaração pré-preenchida já na abertura do prazo.

O programa do Imposto de Renda foi liberado para "download" na quinta da semana passada (19), mas a entrega das declarações só teve início às 8h de hoje.

O programa está disponível no próprio site da Receita Federal (clique aqui para acessar). A expectativa do órgão é receber 44 milhões de declarações dentro do prazo legal.

➡️Quem envia a declaração mais cedo recebe a restituição primeiro. Por outro lado, se houver erros ou omissões na entrega, o contribuinte perde a posição na fila — na prática, vai para o fim do calendário de restituições.

Neste ano, as restituições serão pagas em quatro lotes. Em 2025, foram cinco lotes de restituição do Imposto de Renda.

quem recebeu rendimentos tributáveis, sujeitos ao ajuste na declaração, cuja soma foi superior a R$ 35.584 no ano passado;contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 200 mil no ano passado;quem obteve, em qualquer mês de 2025, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas cuja soma foi superior a R$ 40 mil, ou com apuração de ganhos líquidos sujeitas à incidência do imposto;quem teve isenção de imposto sobre o ganho de capital na venda de imóveis residenciais, seguido de aquisição de outro imóvel residencial no prazo de 180 dias;quem teve, em 2025, receita bruta em valor superior a R$ 177.920 em atividade rural;quem tinha, até 31 de dezembro de 2025, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 800 mil;quem passou para a condição de residente no Brasil em qualquer mês e se encontrava nessa condição até 31 de dezembro de 2025;quem optou por declarar os bens, direitos e obrigações detidos pela entidade controlada, direta ou indireta, no exterior como se fossem detidos diretamente pela pessoa física;quem possui trust (acordo para que outra pessoa administre seus bens) no exterior;quem atualizou bens imóveis pagando ganho de capital diferenciado em dezembro/2025 (Lei nº 14.973/2024);quem auferiu rendimentos no exterior de aplicações financeiras e de lucros e dividendos;pessoa que deseja atualizar bens no exterior;quem optou pela isenção do imposto sobre a renda incidente sobre o ganho de capital auferido na venda de imóveis residenciais, caso o produto da venda seja aplicado na aquisição de imóveis residenciais localizados no país, no prazo de 180 dias, contado da celebração do contrato de venda, nos termos do art. 39 da Lei nº 11.196, de 21 de novembro de 2005.

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Técnicos do TCU concluem que não houve impropriedades, omissões ou negligências do BC na liquidação do Master

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/03/2026 17:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,240-1,29%Dólar TurismoR$ 5,444-1,37%Euro ComercialR$ 6,085-0,82%Euro TurismoR$ 6,343-0,78%B3Ibovespa181.932 pts3,24%MoedasDólar ComercialR$ 5,240-1,29%Dólar TurismoR$ 5,444-1,37%Euro ComercialR$ 6,085-0,82%Euro TurismoR$ 6,343-0,78%B3Ibovespa181.932 pts3,24%MoedasDólar ComercialR$ 5,240-1,29%Dólar TurismoR$ 5,444-1,37%Euro ComercialR$ 6,085-0,82%Euro TurismoR$ 6,343-0,78%B3Ibovespa181.932 pts3,24%Oferecido por

A área técnica do Tribunal de Contas da União (TCU) concluiu que não houve “impropriedades, omissões ou negligências” por parte do Banco Central (BC) na condução da liquidação extrajudicial do Banco Master, decretada em novembro de 2025.

A informação consta em relatório de auditoria revelado pelo jornal "O Estado de S. Paulo" e confirmado pela TV Globo.

A conclusão dos técnicos afasta a hipótese levantada pelo ministro relator do caso, Jhonatan de Jesus, de que haveria indícios de precipitação na decretação da liquidação.

O processo segue sob sigilo na Corte de Contas e ainda não há previsão de quando será levado ao plenário.

A área técnica do Tribunal de Contas da União (TCU) concluiu que não houve “impropriedades, omissões ou negligências” por parte do Banco Central (BC) na condução da liquidação extrajudicial do Banco Master, decretada em novembro de 2025.

A informação consta em relatório de auditoria revelado pelo jornal "O Estado de S. Paulo" e confirmado pela TV Globo.

No documento, os técnicos afirmam que a intervenção no banco de Daniel Vorcaro foi uma “medida imperativa, legal e tecnicamente fundamentada, adotada tempestivamente após o esgotamento fático das alternativas de recuperação e diante da insolvência e da possível prática de ilícitos pela instituição supervisionada".

A conclusão dos técnicos afasta a hipótese levantada pelo ministro relator do caso, Jhonatan de Jesus, de que haveria indícios de precipitação na decretação da liquidação.

Em dezembro de 2025, ao solicitar esclarecimentos ao BC sobre a fundamentação da medida, o ministro mencionou possíveis irregularidades e omissões na condução do processo envolvendo o Banco Master.

Uma análise preliminar do próprio TCU já havia apontado que não houve "inação" por parte do BC na decretação de liquidação extrajudicial do banco.

🗓️ O processo segue sob sigilo na Corte de Contas e ainda não há previsão de quando será levado ao plenário.

A TV Globo entrou em contato com a assessoria do ministro e do Banco Central, mas não houve manifestações até a publicação da matéria.

Em meados de dezembro de 2025, o ministro Jhonatan de Jesus determinou que, no prazo de até 72 horas, o Banco Central (BC) apresentasse esclarecimentos relacionados a supostos indícios de liquidação "precipitada" do Banco Master pela autoridade monetária.

Além disso, foi decretado sigilo sobre o processo. A medida causou estranheza no mercado financeiro visto que o Banco Master é privado, não público.

No prazo estabelecido, o BC precisou explicar a fundamentação e motivação para a liquidação; alternativas menos gravosas; Tratativas e cronologia; e Coerência interna e governança decisória.

No despacho, o ministro apontou supostos indícios que poderiam configurar como irregularidades e omissões do BC na condução do processo do Master.

Fachada do Banco Master no Itaim Bibi, na Zona Sul de São Paulo, no dia 19 de novembro de 2025 — Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

Um parecer técnico preliminar da área técnica apontou que não houve omissão ou inação do BC na condução dos trabalhos.

Posteriormente, foi determinada uma inspeção nos documentos do BC pelo ministro Jhonatan de Jesus, o que gerou uma crise entre as duas instituições.

No entendimento do ministro, faltavam informações para embasar as explicações dadas pela autoridade monetária sobre a liquidação, decretada em novembro.

O BC reagiu à decisão e recorreu, argumentando que o procedimento não poderia ser determinado por um único ministro, mas deveria ser submetido à deliberação do colegiado do TCU.

O ministro, no entanto, recuou e as partes chegaram a um acordo sobre a realização de um procedimento técnico nos documentos.

O procedimento já foi finalizado. Segundo apurou o g1, o parecer técnico do TCU não encontrou irregularidades na condução do procedimento realizado pelo BC.

O ministro relator ainda não formulou o seu parecer e, por consequência, o caso não foi levado a plenário ainda.

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Como Leonid Radvinsky levou OnlyFans a faturamento bilionário que mudou outras redes sociais

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/03/2026 17:44

Tecnologia Como Leonid Radvinsky levou OnlyFans a faturamento bilionário que mudou outras redes sociais Antes de ser comprado pelo empresário, o OnlyFans era um serviço de nicho. Foco em conteúdo adulto, pandemia e comissões vantajosas levaram à explosão da plataforma. Por Redação g1

O bilionário Leonid Radvinsky, morto nesta segunda-feira (23), liderou a mudança do OnlyFans de um serviço de nicho para um fenômeno mundial.

O OnlyFans ainda patinava em seus primeiros anos, sem um foco muito definido e com uso aos mais diversos tipos de conteúdo, de cursos a performances artísticas.

A rede social foi comprada em 2018 por Radvinsky, que tinha longa experiência no mercado de pornografia online, e passou a atrair mais criadores de conteúdo adulto.

A explosão veio na pandemia, com mais pessoas em busca de ganhar dinheiro em casa e mais seguidores dispostos a pagar por conteúdo adulto.

O bilionário ucraniano-americano Leonid Radvinsky, dono do OnlyFans morto nesta segunda-feira (23), contribuiu com a mudança da rede social de um serviço de nicho para um fenômeno mundial que levou a mudanças em outras plataformas.

Hoje conhecido pelo conteúdo adulto, o OnlyFans ainda patinava nos primeiros anos. O serviço criado em 2016 pelo britânico Tim Stokely não tinha um foco muito definido e era usado para cobrar acesso aos mais diversos tipos de conteúdo, de cursos a performances artísticas, por exemplo.

A rede social foi comprada em 2018 por Radvinsky, que obteve uma participação majoritária. Com sua longa experiência no mercado de pornografia online, a plataforma passou a atrair mais criadores de conteúdo adulto.

A explosão veio durante a pandemia, quando mais pessoas buscavam formas de ganhar dinheiro em casa e seguidores se mostraram mais dispostos a pagar por conteúdo adulto.

Da infância na Ucrânia até a lista da Forbes: quem foi Leonid Radvinsky, dono do OnlyFansFalha em versões antigas do iPhone pode permitir espionagem e roubo de dadosComo funciona o robô humanoide projetado para identificar alvos e usar armas em guerras

O OnlyFans tinha 13 milhões de contas de fãs e 348 mil contas de influenciadores em 2019, segundo os documentos oficiais da empresa.

Ao final de 2020, o cenário era muito maior: a rede social tinha 82 milhões de usuários e 1,6 milhão de criadores de conteúdo.

Foi na pandemia que celebridades como a rapper Cardi B e a atriz Bella Thorne criaram suas contas no OnlyFans. Mas, em vez de conteúdo pornográfico, elas publicam fotos de suas rotinas e de bastidores de seus trabalhos.

Influenciadores também foram atraídos pelas comissões vantajosas do OnlyFans: a rede social fica com 20% dos ganhos com assinaturas, enquanto os 80% restantes vão direto para os criadores.

Outras redes sociais costumam ficar com comissões maiores ou pagar uma quantia menor com base no número de visualizações.

Com o sucesso do modelo de assinaturas do OnlyFans, plataformas como o Instagram e o X também anunciaram recursos para usuários pagarem por conteúdo exclusivo de seus influenciadores favoritos.

O OnlyFans alcançou 377 milhões de contas de fãs e 4,6 milhões de contas de criadores de conteúdo no final de 2024, segundo documentos mais recentes apresentados pela empresa para reguladores britânicos.

A empresa registrou US$ 7,2 bilhões em pagamentos com assinaturas. Como a maior parte do valor é destinada a criadores, a companhia terminou o ano com faturamento de US$ 1,4 bilhão.

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Demanda da inteligência artificial pode pressionar oferta de energia nos EUA, diz executiva do Google

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/03/2026 16:46

Tecnologia Demanda da inteligência artificial pode pressionar oferta de energia nos EUA, diz executiva do Google Executiva da Alphabet afirma que o país pode não expandir a geração de eletricidade na mesma velocidade da demanda da inteligência artificial; empresa investe em energia nuclear e outras soluções para seus centros de dados. Por Reuters

Os Estados Unidos podem não estar ampliando a geração de energia elétrica com rapidez suficiente para atender à crescente demanda da inteligência artificial. O alerta foi feito nesta segunda-feira (23) por Ruth Porat, presidente e diretora de investimentos da Alphabet, empresa controladora do Google.

"Estamos preocupados com o fato de não estarmos a todo vapor em termos de energia", disse ela durante a conferência CERAWeek, realizada em Houston.

Segundo a executiva, o país provavelmente precisará recorrer a diferentes fontes de energia para dar conta da demanda.

Recentemente, a Alphabet tomou uma medida pouco comum para uma empresa de tecnologia: comprou uma companhia do setor elétrico para ajudar a sustentar seus planos de crescimento.

A empresa também vem investindo em reatores nucleares avançados — uma nova geração de usinas nucleares — e firmando contratos de resposta à demanda, mecanismo em que grandes consumidores de eletricidade reduzem temporariamente o uso de energia nos momentos de maior consumo.

Esse tipo de medida envolve, por exemplo, os data centers, grandes instalações cheias de computadores que armazenam e processam dados usados por serviços digitais e sistemas de inteligência artificial.

Em um dos projetos, a empresa firmou um acordo com a fornecedora de energia NextEra Energy para reativar uma usina nuclear que havia sido fechada no Estado de Iowa. A energia gerada será destinada ao funcionamento de seus data centers.

Ameaça da inteligência artificial de substituir o trabalho humano gera insegurança — Foto: Noah Berger/AP Images/picture alliance

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

CNH ‘comum’ para veículos elétricos pesados é aprovada em comissão da Câmara

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/03/2026 16:46

Carros CNH 'comum' para veículos elétricos pesados é aprovada em comissão da Câmara Projeto deve liberar motoristas com CNH categoria B a dirigir veículos elétricos e híbridos com até 4.250 kg de peso. Limite atual é de 3.500 kg. Modelos da Cadillac, Chevrolet e Hummer se encaixam na lei. Por Carlos Cereijo, André Fogaça, g1 — São Paulo

Deputado Pedro Aihara (PRD-MG), autor do projeto de lei, diz que o objetivo é compensar o peso extra das baterias de modelos elétricos.

Foi aprovado em comissão da Câmara dos Deputados um projeto que permite motoristas com carteira de habilitação B dirigir carros elétricos e híbridos com até 4.250 kg. Hoje o limite de peso para esse tipo de CNH é de 3.500 kg para qualquer tipo de veículo.

O texto passou pela Comissão de Viação e Transportes e se aplica a veículos elétricos, híbridos e com tração predominantemente elétrica. O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) poderá definir outros critérios por regulamento. Vale lembrar que hoje não é obrigatório fazer aulas teóricas para conseguir a CNH.

O deputado Pedro Aihara (PRD-MG), autor do projeto de lei, diz que o objetivo é compensar o peso extra das baterias de modelos elétricos. O relator Hugo Leal (PSD-RJ) incluiu no texto a categoria de veículos híbridos com tração predominantemente elétrica, mas sem especificações.

“A própria justificação do projeto menciona que veículos elétricos e híbridos superarão os movidos à combustão até 2030, demonstrando que ambas as tecnologias merecem tratamento isonômico”, argumentou Leal.

Agora o projeto, que começou a tramitar em março de 2025, será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. O texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado para virar lei.

Outro projeto também aprovado em comissão propõe criar CNH separada para carros automáticos e manuais.

Quem tem a categoria B na CNH pode dirigir veículos que pesam até 3.500 kg e levam até oito assentos, excluído o do motorista.

Pelos critérios atuais do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), estes carros elétricos e híbridos precisariam de motoristas com categoria C ou superior — para caminhões e ônibus.

A Chevrolet Silverado EV continua sendo uma picape de grandes dimensões e bastante pesada. Ela não chega aos mesmos níveis de potência e força do “primo” Hummer EV, mas seus dois motores elétricos entregam 760 cv e 108,5 kgfm de torque.

Picape totalmente elétrica, desenvolvida e fabricada nos Estados Unidos por uma subsidiária da GM. O Hummer EV impressiona pelos números em praticamente todos os aspectos.

Possui três motores elétricos de 338 cv cada, totalizando 1.014 cv, e entrega 165,9 kgfm de torque — força equivalente à soma de quase três Ford F-150, a maior picape que a Ford comercializa no Brasil e que, juntas, alcançam cerca de 170 kgfm.

O único veículo desta lista que não é uma picape é o Cadillac Escalade IQ. Trata-se de um SUV de luxo com números impressionantes, incluindo peso de até 4.241 kg, dependendo da versão. Grande parte dessa massa vem do conjunto de baterias, que garante autonomia de até 748 km por carga.

A potência chega a 750 cv, o que permite ao utilitário acelerar de 0 a 100 km/h em 4,7 segundos, 0,2 segundo mais rápido que o Porsche 718 Cayman.

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Guerra no Irã: como países tentam conter o impacto da crise de energia nas famílias

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/03/2026 15:50

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,225-1,6%Dólar TurismoR$ 5,438-1,49%Euro ComercialR$ 6,078-0,97%Euro TurismoR$ 6,336-0,9%B3Ibovespa182.237 pts3,41%MoedasDólar ComercialR$ 5,225-1,6%Dólar TurismoR$ 5,438-1,49%Euro ComercialR$ 6,078-0,97%Euro TurismoR$ 6,336-0,9%B3Ibovespa182.237 pts3,41%MoedasDólar ComercialR$ 5,225-1,6%Dólar TurismoR$ 5,438-1,49%Euro ComercialR$ 6,078-0,97%Euro TurismoR$ 6,336-0,9%B3Ibovespa182.237 pts3,41%Oferecido por

O forte aumento nos preços do petróleo, em meio à guerra entre Estados Unidos e Israel contra o Irã, acendeu o alerta de governos em todo o mundo para uma possível alta global da inflação.

O petróleo é matéria-prima de combustíveis — como gasolina, diesel, querosene de aviação e gás de cozinha — e de diversos insumos, como plásticos, borracha, fertilizantes e medicamentos.

Isso gera um efeito em cadeia, pressionando os custos de produção e a logística da indústria e do agronegócio.

Além do transporte, o agro também sofre com o custo de funcionamento das máquinas agrícolas e com o encarecimento dos fertilizantes químicos.

A produção de energia elétrica também tende a ser impactada, especialmente nas termelétricas — que geram energia a partir de combustíveis e costumam ser acionadas em períodos de seca, quando os reservatórios das hidrelétricas ficam mais baixos.

O forte aumento nos preços do petróleo, em meio à guerra entre Estados Unidos e Israel contra o Irã, acendeu o alerta de governos em todo o mundo para uma possível alta global da inflação.

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Além do transporte, o agro também sofre com o custo de funcionamento das máquinas agrícolas e com o encarecimento dos fertilizantes químicos. A produção de energia elétrica também tende a ser impactada, especialmente nas termelétricas — que geram energia a partir de combustíveis e costumam ser acionadas em períodos de seca, quando os reservatórios das hidrelétricas ficam mais baixos.

➡️ No Brasil, o presidente Lula anunciou a isenção de impostos federais e uma ajuda financeira (a chamada subvenção) a produtores e importadores de diesel, em uma tentativa de conter o impacto dos preços do petróleo para os consumidores.

Segundo a agência de notícias Reuters, um funcionário do governo indiano informou que o país deve rever suas exportações de combustível se necessário. O objetivo seria garantir a disponibilidade nos mercados globais.

De acordo com o Ministério das Relações Exteriores, a Índia avalia os pedidos de fornecimento de combustível de seus vizinhos e somente aprovará as exportações se tiver volumes excedentes.

Além disso, o país também proibiu os consumidores de gás natural canalizado de manter, obter ou reabastecer cilindros domésticos de gás liquefeito de petróleo.

O governo ainda invocou poderes de emergência para ordenar às refinarias que maximizem a produção de GLP e reduzir a venda do produto para a indústria, a fim de evitar a escassez para as 333 milhões de residências que utilizam o GLP para cozinhar.

A Coreia do Sul flexibilizou os limites da capacidade de geração de energia a carvão e elevou a utilização de usinas nucleares para até 80%.

Além disso, o governo sul-coreano também considera a possibilidade de distribuir vouchers adicionais de energia para apoiar as famílias mais vulneráveis.

A China proibiu as exportações de combustíveis refinados para se antecipar a uma possível escassez de combustível no mercado interno, segundo informou a agência de notícias Reuters.

O país também passou a liberar suprimentos de fertilizantes de reservas comerciais nacionais antes do plantio da primavera.

A Austrália passou a liberar gasolina e diesel de suas reservas domésticas para aliviar a escassez que afeta as cadeias de suprimentos rurais, bem como a mineração e a agricultura.

O Japão pediu que a Austrália, seu maior fornecedor de gás natural liquefeito, aumente a produção para evitar a falta do produto no país.

Os líderes da União Europeia divulgaram uma série de medidas temporárias para atenuar o impacto da subida dos preços da energia.

Além de possíveis cortes de impostos sobre a eletricidade, a região também propôs taxas mais baixas de rede e apoio estatal como possíveis soluções a curto prazo.

Bangladesh informou que busca bilhões em financiamento externo para garantir as importações de combustível e gás natural liquefeito necessários ao país.

A Sérvia anunciou que vai reduzir os impostos especiais de consumo sobre o petróleo bruto em um total de 60%.

O governo do país também estendeu a proibição de exportação de petróleo bruto e derivados de petróleo para proteger seu mercado de escassez e aumentos repentinos de preços.

A primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, afirmou que a Itália está considerando reduzir os impostos especiais de consumo para suavizar os preços dos combustíveis e está pronta para aumentar os impostos sobre as empresas responsáveis ​​por lucrar indevidamente com a crise energética.

O Camboja está importando mais combustível de fornecedores em Singapura e na Malásia para compensar a falta de abastecimento do Vietnã e da China.

A Malásia aumentará os gastos com subsídios à gasolina de 700 milhões de ringgits (moeda local, equivalente a US$ 178,5 milhões) para 2 bilhões de ringgits (US$ 510 milhões). O objetivo é manter o preço fixo do combustível.

A Tailândia discutiu com o governo russo a possibilidade de comprar petróleo bruto, afirmou um vice-primeiro-ministro do país, reiterando que o governo tentaria limitar o preço do diesel no mercado interno a 33 baht (US$ 1,02) por litro.

A Agência de Planejamento da Tailândia também afirmou que o governo congelará os preços de alguns produtos e fornecerá apoio aos agricultores.

A Grécia vai oferecersubsídios para combustíveis e fertilizantes, além de descontos em passagens de ferry, num total de 300 milhões de euros (US$ 346 milhões), em abril e maio, para proteger consumidores e agricultores, afirmou o primeiro-ministro Kyriakos Mitsotakis.

A Eslovênia limitou temporariamente a compra de combustível para combater a escassez nos postos de gasolina doméstico, causada em parte pelo abastecimento transfronteiriço e pelo armazenamento excessivo devido à guerra com o Irã.

As Filipinas anunciaram um plano para importar petróleo russo na próxima semana pela primeira vez em cinco anos, segundo informações da agência de notícias Reuters.

O plano também prevê reduzir as contas de energia elétrica, à medida que os preços do GNL disparam, incentivando a geração de energia a carvão e regulamentando as tarifas de eletricidade.

O Vietnã fará a transição completa para gasolina com etanol antes do previsto, como parte de seus esforços para reduzir o uso de combustíveis fósseis, segundo um documento do governo.

O presidente da Indonésia, Prabowo Subianto, afirmou que pretende aumentar a produção de carvão do país. Além disso, indicou que o governo consiera a implementação de um imposto sobre lucros extraordinários nas exportações.

O governo da Macedônia do Norte decidiu reduzir o Imposto sobre o Valor Agregado (IVA) sobre os combustíveis para conter a alta dos preços nos postos de gasolina.

Segundo o primeiro-ministro Hristijan Mickoski, o tributo será reduzido de 18% para 10%. A medida entrou em vigor nesta segunda-feira (23) e terá duração de duas semanas.

O Sri Lanka informou que vai trazer medidas adicionais de racionamento de combustível para reduzir as filas e garantir o fornecimento extra de petróleo, afirmou um alto funcionário à Reuters.

Crise do petróleo: entenda por que a ofensiva do Irã no mar ameaça o mercado global — Foto: Reprodução/TV Globo

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