RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Petrobras faz nova descoberta de petróleo em Marlim Sul, no pré-sal da Bacia de Campos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/03/2026 09:50

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,220-0,65%Dólar TurismoR$ 5,430-0,73%Euro ComercialR$ 6,035-0,86%Euro TurismoR$ 6,282-1,05%B3Ibovespa185.424 pts1,6%MoedasDólar ComercialR$ 5,220-0,65%Dólar TurismoR$ 5,430-0,73%Euro ComercialR$ 6,035-0,86%Euro TurismoR$ 6,282-1,05%B3Ibovespa185.424 pts1,6%MoedasDólar ComercialR$ 5,220-0,65%Dólar TurismoR$ 5,430-0,73%Euro ComercialR$ 6,035-0,86%Euro TurismoR$ 6,282-1,05%B3Ibovespa185.424 pts1,6%Oferecido por

A Petrobras anunciou nesta quinta-feira (26) uma nova descoberta de petróleo no campo de Marlim Sul, no pré-sal da Bacia de Campos.

Segundo comunicado da estatal, foi identificada presença de petróleo "de excelente qualidade" no poço exploratório perfurado 3-BRSA-1397-RJS.

O poço está localizado a 113km da costa na cidade de Campos dos Goytacazes (RJ), em profundidade d’água de 1.178 metros.

A Petrobras anunciou nesta quinta-feira (26) uma nova descoberta de petróleo no campo de Marlim Sul, no pré-sal da Bacia de Campos.

Segundo comunicado da estatal, foi identificada presença de petróleo "de excelente qualidade" no poço exploratório perfurado 3-BRSA-1397-RJS, localizado a 113km da costa na cidade de Campos dos Goytacazes (RJ), em profundidade d’água de 1.178 metros.

"O intervalo portador de petróleo foi constatado através de perfis elétricos, indícios de gás e amostragem de fluido. As amostras posteriormente seguirão para análises laboratoriais, que permitirão caracterizar as condições dos reservatórios e fluidos encontrados, possibilitando a continuidade da avaliação do potencial da área", disse a Petrobras.

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Dólar abre com foco na prévia da inflação no Brasil e na guerra no Oriente Médio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/03/2026 09:50

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,220-0,65%Dólar TurismoR$ 5,430-0,73%Euro ComercialR$ 6,035-0,86%Euro TurismoR$ 6,282-1,05%B3Ibovespa185.424 pts1,6%MoedasDólar ComercialR$ 5,220-0,65%Dólar TurismoR$ 5,430-0,73%Euro ComercialR$ 6,035-0,86%Euro TurismoR$ 6,282-1,05%B3Ibovespa185.424 pts1,6%MoedasDólar ComercialR$ 5,220-0,65%Dólar TurismoR$ 5,430-0,73%Euro ComercialR$ 6,035-0,86%Euro TurismoR$ 6,282-1,05%B3Ibovespa185.424 pts1,6%Oferecido por

O dólar iniciou a sessão desta quinta-feira (26) em alta, avançando 0,48% por volta das 9h05, sendo negociado a R$ 5,2477. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasieira, abre às 10h.

▶️ No cenário internacional, a escalada do conflito no Oriente Médio voltou a afetar os mercados nesta quinta-feira. A incerteza sobre um possível fim da guerra levou à alta do preço do petróleo e pressionou bolsas de valores ao redor do mundo.

Por volta das 8h49, o barril do petróleo Brent — referência internacional para os preços da commodity — subia 3,26%, a US$ 100,43. Já o West Texas Intermediate (WTI), referência nos Estados Unidos, avançava 3,27%, negociado a US$ 93,27.

▶️ Apesar de sinais de negociação, EUA e Irã ainda não chegaram a um acordo para encerrar o conflito. Na quarta-feira (25), os dois países apresentaram propostas diferentes para pôr fim à guerra, que completa um mês no próximo sábado (28).

▶️ No Brasil, o principal destaque da agenda econômica desta quinta-feira é a divulgação do IPCA-15 de março, indicador considerado uma prévia da inflação oficial. A expectativa do mercado é de alta de 0,29% em relação ao mês anterior.

▶️ Ainda pela manhã, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, concede entrevista sobre o Relatório de Política Monetária (RPM), ao lado do diretor de Assuntos Internacionais e de Gestão de Riscos Corporativos, Paulo Picchetti.

Os Estados Unidos enviaram ao Irã uma proposta para encerrar a guerra no Oriente Médio, segundo reportagem publicada pelo "The New York Times" na terça-feira (24).

De acordo com o jornal, o plano tem 15 pontos e trata de temas como o programa nuclear iraniano e o desenvolvimento de mísseis balísticos. A proposta teria sido encaminhada a Teerã por meio do Paquistão.

Ainda não está claro se Israel participou da elaboração do plano ou se concorda com seus termos. Também não há confirmação sobre a disposição das autoridades iranianas em aceitar a proposta.

A emissora israelense Channel 12 informou ter tido acesso ao documento e afirmou que as conversas incluem a possibilidade de um cessar-fogo de 30 dias para permitir negociações entre as partes.

Nesta quarta-feira (25), no entanto, o Irã rejeitou a proposta enviada pelo governo americano, chamando-o de "excessivo e desconectado da realidade", e afirmando que Trump não ditará o fim do conflito. As informações foram divulgadas pela TV estatal iraniana Press TV.

Teerã ainda ofereceu uma contraproposta e reiterou que continuará com o que chamou de "ações defensivas".

Desde antes do início da guerra, os EUA defendem que o Irã limite o enriquecimento de urânio, etapa do processo nuclear que pode ser usada para produzir combustível, mas também para desenvolver armas. Washington também quer que Teerã reduza o alcance de seus mísseis, para diminuir possíveis ameaças a países aliados.

Os preços do petróleo voltaram a cair nesta quarta-feira, enquanto as bolsas globais registram alta, em meio a sinais de possível redução das tensões na guerra envolvendo o Irã.

Investidores acompanham as negociações entre o país e os EUA, que alimentam expectativas de que o conflito possa perder intensidade. Com a expectativa de uma redução das tensões, o petróleo voltou a cair.

O barril do Brent, referência internacional, tinha queda de 1,29% por volta das 17h30 (horário de Brasília), cotado a US$ 103,14 — ainda abaixo dos cerca de US$ 104 registrados no dia anterior. Já o West Texas Intermediate (WTI), dos EUA, caía 1,23%, a US$ 91,21.

Declarações do presidente americano, Donald Trump, sobre avanços nas conversas com Teerã nesta semana ajudaram a reforçar esse cenário.

Também contribui para esse movimento a decisão de adiar, na segunda-feira, o prazo para uma possível ação contra usinas de energia iranianas, anunciada após a reabertura do Estreito de Ormuz.

O Estreito de Ormuz é uma rota marítima usada para transportar grandes volumes de petróleo e gás natural liquefeito. Por isso, qualquer mudança na situação da região costuma afetar os preços dessas commodities, que vêm registrando fortes oscilações nos últimos dias.

Apesar desse movimento, o governo iraniano negou que negociações estejam em andamento, enquanto ataques no Oriente Médio continuam sendo registrados.

O Paquistão, por sua vez, se ofereceu para sediar eventuais conversas entre Washington e Teerã. Ao mesmo tempo, os EUA preveem enviar pelo menos mais mil soldados da 82ª Divisão Aerotransportada para a região nos próximos dias.

As bolsas ao redor do mundo registram alta nesta quarta-feira, em meio à expectativa de que a guerra entre EUA e Irã possa perder intensidade. A possibilidade de um cessar-fogo reduziu parte da tensão nos mercados, especialmente após dias de forte volatilidade nos preços do petróleo.

Os três principais índices de Wall Street fecharam em alta: o Dow Jones subiu 0,66%, enquanto o S&P 500 avançou 0,54% e o Nasdaq teve ganhos de 0,77%.

O possível arrefecimento do conflito trouxe alívio aos investidores. Nos últimos dias, a escalada das tensões havia pressionado os preços do petróleo, reacendendo preocupações com a inflação e com os rumos das taxas de juros definidas pelos bancos centrais.

🔎 Segundo a ferramenta CME FedWatch Tool, do CME Group, o mercado passou a esperar menos cortes de juros nos EUA. Atualmente, investidores não veem redução das taxas pelo Federal Reserve (Fed, o banco central americano) neste ano — cenário diferente do observado antes do início da guerra, quando havia expectativa de dois cortes.

Na Europa, os mercados também tiveram um dia positivo. O índice pan-europeu STOXX 600 avançou 1,42%, aos 585,80 pontos.

Entre os principais mercados do continente, o FTSE 100, do Reino Unido, subiu 1,42%. O CAC 40, da França, avançou 1,33%, enquanto o DAX, da Alemanha, teve alta de 1,41%.

Na Ásia, o índice de Shanghai subiu 1,3%, enquanto o CSI 300 — que reúne grandes empresas listadas em Xangai e Shenzhen — avançou 1,4%. Em Hong Kong, o Hang Seng Index teve alta de 1,1%.

No Japão, o Nikkei avançou 2,87%, a 53.749 pontos. Já na Coreia do Sul, o KOSPI subiu 1,59%, encerrando o dia aos 5.642 pontos.

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IPCA-15: preços sobem 0,44% em março, puxados por alimentação e despesas pessoais

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/03/2026 09:50

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,220-0,65%Dólar TurismoR$ 5,430-0,73%Euro ComercialR$ 6,035-0,86%Euro TurismoR$ 6,282-1,05%B3Ibovespa185.424 pts1,6%MoedasDólar ComercialR$ 5,220-0,65%Dólar TurismoR$ 5,430-0,73%Euro ComercialR$ 6,035-0,86%Euro TurismoR$ 6,282-1,05%B3Ibovespa185.424 pts1,6%MoedasDólar ComercialR$ 5,220-0,65%Dólar TurismoR$ 5,430-0,73%Euro ComercialR$ 6,035-0,86%Euro TurismoR$ 6,282-1,05%B3Ibovespa185.424 pts1,6%Oferecido por

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), indicador considerado uma prévia da inflação oficial do país, subiu 0,44% em março, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No acumulado dos últimos 12 meses, o índice registra alta de 3,90%, abaixo dos 4,10% observados no período anterior. Em março de 2025, o IPCA-15 havia sido de 0,64%.

Mesmo assim, o resultado de março ficou acima do esperado por economistas. As projeções indicavam uma alta mensal de 0,29% e um avanço de 3,74% no acumulado de 12 meses.

O levantamento do IBGE mostra que todos os nove grupos de produtos e serviços pesquisados tiveram aumento de preços em março.

A maior alta foi registrada no grupo Alimentação e bebidas, com avanço de 0,88%, o que exerceu o maior peso sobre o resultado do mês. Em seguida aparecem as Despesas pessoais, que incluem gastos como serviços e cuidados pessoais, com aumento de 0,82%.

Alimentação e bebidas: 0,88%Habitação: 0,24%Artigos de residência: 0,37%Vestuário: 0,47%Transportes: 0,21%Saúde e cuidados pessoais: 0,36%Despesas pessoais: 0,82%Educação: 0,05%Comunicação: 0,03%

No grupo Alimentação e bebidas, que registrou alta de 0,88%, os preços dos alimentos consumidos em casa subiram com mais força em março. A chamada alimentação no domicílio passou de 0,09% em fevereiro para 1,10% em março.

🫐 Açaí (29,95%)🫘 Feijão-carioca (19,69%)🥚 Ovo de galinha (7,54%)🥛 Leite longa vida (4,46%)🥩 Carnes (1,45%)

Já a alimentação fora de casa, que inclui gastos em restaurantes, bares e lanchonetes, apresentou uma leve desaceleração: passou de 0,46% em fevereiro para 0,35% em março.

Dentro desse grupo, o preço das refeições subiu 0,31%, abaixo do aumento de 0,62% registrado no mês anterior. Já os lanches tiveram alta maior, passando de 0,28% para 0,50% no mesmo período.

No grupo Despesas pessoais, que avançou 0,82%, o resultado foi influenciado principalmente pelo aumento em serviços bancários (2,12%) e no custo do empregado doméstico (0,59%).

Já no grupo Saúde e cuidados pessoais, que registrou alta de 0,36%, os principais aumentos vieram dos planos de saúde (0,49%) e dos artigos de higiene pessoal, como produtos de cuidado diário, que subiram 0,38%.

No grupo Habitação, os preços passaram de 0,06% em fevereiro para 0,24% em março. Parte desse resultado foi influenciada pela energia elétrica residencial, que registrou alta de 0,29%.

O avanço reflete reajustes nas tarifas cobradas por concessionárias no Rio de Janeiro, com aumentos médios de 15,10% e 14,66%, em vigor desde 15 de março.

Apesar disso, no mês foi mantida a bandeira tarifária verde, sistema usado para indicar o custo da geração de energia elétrica e que, nesse caso, não prevê cobrança adicional na conta de luz.

No grupo Transportes, que subiu 0,21%, o principal destaque foi o aumento das passagens aéreas, que avançaram 5,94% e tiveram o maior impacto individual no resultado do índice no mês.

Também houve aumento no preço do ônibus intermunicipal, que registrou alta de 1,29%. Esse resultado inclui reajustes nas tarifas no Rio de Janeiro, entre 11,69% e 12,61%, em vigor desde 15 de fevereiro, e em Curitiba, com aumento de 7,27%, aplicado a partir de 16 de fevereiro.

Já os combustíveis, de forma geral, tiveram leve queda de 0,03% no período. Os preços do gás veicular (-2,27%), do etanol (-0,61%) e da gasolina (-0,08%) recuaram. Por outro lado, o óleo diesel registrou alta de 3,77%.

O IPCA-E, indicador que corresponde à soma dos resultados do IPCA-15 ao longo de três meses, registrou alta de 1,49% no trimestre.

O resultado ficou abaixo dos 1,99% observados no mesmo período de 2025, indicando um ritmo menor de aumento de preços na comparação anual.

Entre os grupos pesquisados, as maiores altas no trimestre foram registradas em Educação (6,45%), Despesas pessoais (5,95%) e Saúde e cuidados pessoais (5,87%).

Na outra ponta, as menores variações foram observadas em Artigos de residência, que teve queda de 0,22%, além de Comunicação (1,57%) e Alimentação e bebidas (2,17%).

Alimentação e bebidas: 2,17%Habitação: 5,54%Artigos de residência: -0,22%Vestuário: 5%Transportes: 2,41%Saúde e cuidados pessoais: 5,87%Despesas pessoais: 5,95%Educação: 6,45%Comunicação: 1,57%

inflação, consumo, mercado, preços, economia, alimentos, supermercado — Foto: Adriana Toffetti/Ato Press/Estadão Conteúdo

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Petróleo volta a atingir US$ 100 com guerra no Oriente Médio e derruba bolsas globais

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/03/2026 08:52

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,220-0,65%Dólar TurismoR$ 5,430-0,73%Euro ComercialR$ 6,035-0,86%Euro TurismoR$ 6,282-1,05%B3Ibovespa185.424 pts1,6%MoedasDólar ComercialR$ 5,220-0,65%Dólar TurismoR$ 5,430-0,73%Euro ComercialR$ 6,035-0,86%Euro TurismoR$ 6,282-1,05%B3Ibovespa185.424 pts1,6%MoedasDólar ComercialR$ 5,220-0,65%Dólar TurismoR$ 5,430-0,73%Euro ComercialR$ 6,035-0,86%Euro TurismoR$ 6,282-1,05%B3Ibovespa185.424 pts1,6%Oferecido por

A escalada da guerra no Oriente Médio voltou a impactar os mercados globais nesta quinta-feira (26). O preço do petróleo subiu, enquanto bolsas ao redor do mundo registraram queda, refletindo a incerteza sobre um possível fim do conflito.

🔎 Por volta das 7h49, o barril de petróleo tipo Brent operava em alta de 3,26%, a US$ 100,43, enquanto o West Texas Intermediate (WTI) avançava 3,27%, a US$ 93,27.

Apesar de sinais de negociação, Estados Unidos e Irã não chegaram a um acordo. Na quarta-feira (25), ambos apresentaram propostas diferentes para encerrar a guerra, que completa um mês no próximo sábado (28).

A Casa Branca enviou ao Irã um plano de paz com 15 pontos, incluindo a proibição de armas nucleares, limitação de mísseis, desativação de usinas de urânio e suspensão do financiamento a grupos como Hamas e Hezbollah.

O Irã rejeitou a proposta, chamando-a de “excessiva”, e apresentou sua própria contraproposta com cinco condições, como o fim das agressões, reparação de danos e controle sobre o Estreito de Ormuz.

Apesar das declarações, autoridades iranianas indicam alguma abertura para negociações, enquanto os EUA intensificam a pressão militar e diplomática na região.

Um dos principais pontos de preocupação é o Estreito de Ormuz, passagem estratégica por onde circula cerca de 20% do petróleo mundial. Desde o início da guerra, no fim de fevereiro, o tráfego na região praticamente parou, elevando o risco de escassez de energia e pressionando os preços.

Além disso, ataques recentes a estruturas de energia, tanto por Israel quanto pelo Irã, aumentaram o temor de impactos duradouros na oferta global de petróleo e gás.

Nesta quinta, Irã e Israel voltaram a trocar ataques. O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, informou que o comandante da Marinha da Guarda Revolucionária do Irã, Alireza Tangsiri, foi morto em um ataque aéreo em Bandar Abbas.

Tangsiri era apontado como responsável pelo fechamento do Estreito de Ormuz. O Irã ainda não confirmou oficialmente a morte.

Caso seja confirmada, a ação se soma à série de ataques contra autoridades iranianas de alto escalão realizados por Israel e EUA desde o início do conflito.

O governo iraniano, por sua vez, acusou EUA e Israel de bombardearem a Universidade de Tecnologia de Isfahan durante a madrugada, segundo comunicado divulgado pela agência estatal Tasnim, atribuído ao setor de imprensa da instituição.

Com esse cenário, as bolsas internacionais registraram queda. Na Europa, os principais índices recuaram cerca de 1%.

Na Ásia, todos os mercados fecharam em baixa: em Hong Kong, o índice caiu 1,9%, Xangai recuou 1,1% e o CSI300 perdeu 1,3%. No Japão, o Nikkei caiu 0,27%, enquanto na Coreia do Sul, o Kospi teve a maior baixa, de 3,22%.

Nos Estados Unidos, os futuros de ações também caíam, refletindo a cautela dos investidores diante das incertezas geopolíticas.

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Banco Central mantém projeção de alta do PIB de 2026 em 1,6% e aumenta estimativa de inflação

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/03/2026 08:52

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,220-0,65%Dólar TurismoR$ 5,430-0,73%Euro ComercialR$ 6,035-0,86%Euro TurismoR$ 6,282-1,05%B3Ibovespa185.424 pts1,6%MoedasDólar ComercialR$ 5,220-0,65%Dólar TurismoR$ 5,430-0,73%Euro ComercialR$ 6,035-0,86%Euro TurismoR$ 6,282-1,05%B3Ibovespa185.424 pts1,6%MoedasDólar ComercialR$ 5,220-0,65%Dólar TurismoR$ 5,430-0,73%Euro ComercialR$ 6,035-0,86%Euro TurismoR$ 6,282-1,05%B3Ibovespa185.424 pts1,6%Oferecido por

O Banco Central manteve em 1,6% sua projeção oficial de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano. A informação consta no relatório de Política Monetária, divulgado nesta quinta-feira (16).

➡️Se confirmado, o crescimento do BC projetado para o próximo ano será o menor desde 2020 (quando houve retração de 3,3% por conta da Covid-19).

➡️A autoridade monetária também elevou sua estimativa de inflação para este ano (veja mais abaixo nessa reportagem).

A instituição acrescentou, porém, que o recente conflito no Oriente Médio eleva o grau de incerteza ao redor das previsões e diz que, em caso de prolongamento, seus efeitos devem ficar mais nítidos. Neste caso, a expansão do PIB neste ano pode ser menor ainda.

"Embora alguns setores da economia brasileira, especialmente o petrolífero, possam se beneficiar, os efeitos agregados predominantes do conflito, na economia global e na doméstica, devem ser os usuais de um choque negativo de oferta, aumentando a inflação e diminuindo o crescimento [da economia]", informou o BC.

A autoridade monetária observou, ainda, que embora episódios de elevada tensão geopolítica sejam recorrentes, o novo conflito no Oriente Médio causou volatilidade, incerteza e aversão a risco nos mercados.

"Os preços do petróleo, do gás e de outros produtos subiram e permaneceram instáveis desde o início do conflito. Se o trânsito pelo Estreito de Ormuz continuar interrompido por tempo prolongado, ou se o conflito ganhar contorno regional, o impacto sobre os preços e sobre a atividade econômica [global] pode ser significativo e duradouro", acrescentou o BC.

➡️Com a eclosão da guerra no Oriente Médio, o Banco Central também aumentou sua estimativa de inflação deste ano, que passou de 3,5%, em dezembro do ano passado, para 3,9%.

A expectativa do BC ainda está abaixo da previsão do mercado financeiro, que é de 4,17% para 2026.

O início da guerra no Oriente Médio têm pressionado o mercado internacional de energia, com disparada no preço do petróleo para um patamar acima de US$ 100 por barril (contra US$ 72 antes do conflito).A alta do petróleo, por sua vez, já está impulsionando os preços dos combustíveis no país, com repercussão na inflação doméstica.

"O Comitê [de Política Monetária] considera os impactos dos conflitos no Oriente Médio de forma prospectiva [olhando pra frente], em particular seus efeitos sobre a cadeia de suprimentos global e os preços de 'commodities' [como petróleo] que afetam direta e indiretamente a inflação no Brasil", explicou o Banco Central.

Se confirmada a projeção, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficará abaixo do registrado no último ano — quando somou 4,26%.

➡️ Para 2027, a expectativa do BC subiu de 3,1% para 3,3%;➡️ Para 2028, a instituição projetou uma inflação de 3,1%.

Desde o início de 2025, com a adoção do sistema de meta contínua, o objetivo é manter a inflação em 3%, sendo considerada dentro da meta se variar entre 1,50% e 4,50%.

🔎Para atingir as metas de inflação, o BC calibra o nível da taxa de juros, atualmente em 14,75% ao ano, tendo por base projeções para os próximos anos. Neste momento, o BC já está mirando na meta na meta considerando o terceiro trimestre de 2027.

🔎 Por que isso importa? Quanto maior a inflação, menor é o poder de compra da população — especialmente entre quem recebe salários mais baixos. Isso ocorre porque os preços sobem, enquanto os salários não acompanham esse aumento.

➡️Por conta do conflito no Oriente Médio, o Banco Central informou nesta semana que a política de juros terá de se manter "contracionista" (restritiva), o que indica que o ciclo de cortes de juros pode ser mais contido (em relação ao que era estimado antes do conflito no Oriente Médio).

Ao contrário do ocorrido em janeiro, quando sinalizou um corte de juros em sua reunião seguinte, o Copom evitou, desta vez, dar indicações sobre suas próximas decisões a respeito da taxa básica de juros, a Selic.

"Mantido o compromisso fundamental de garantia da convergência da inflação à meta dentro do horizonte relevante para a política monetária [definição do juro para conter a inflação], o Comitê estabeleceu que a magnitude e a duração do ciclo de calibração serão determinadas ao longo do tempo, à medida que novas informações forem incorporadas às suas análises", informou o Banco Central.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Conflito no Oriente Médio afeta crescimento global e eleva a inflação no mundo, aponta relatório

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/03/2026 08:52

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,220-0,65%Dólar TurismoR$ 5,430-0,73%Euro ComercialR$ 6,035-0,86%Euro TurismoR$ 6,282-1,05%B3Ibovespa185.424 pts1,6%MoedasDólar ComercialR$ 5,220-0,65%Dólar TurismoR$ 5,430-0,73%Euro ComercialR$ 6,035-0,86%Euro TurismoR$ 6,282-1,05%B3Ibovespa185.424 pts1,6%MoedasDólar ComercialR$ 5,220-0,65%Dólar TurismoR$ 5,430-0,73%Euro ComercialR$ 6,035-0,86%Euro TurismoR$ 6,282-1,05%B3Ibovespa185.424 pts1,6%Oferecido por

Contêineres de carga empilhados na Terminal Island, no porto de Los Angeles, Califórnia, EUA, em 24 de fevereiro de 2026 — Foto: REUTERS/Mike Blake

O conflito no Oriente Médio já impacta a economia global e reduziu as perspectivas de crescimento, segundo relatório divulgado nesta quinta-feira (26) pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

De acordo com a entidade, a guerra — que afeta o fluxo de petróleo pelo Estreito de Ormuz — aumentou o risco de alta da inflação e interrompeu uma trajetória de recuperação mais forte da economia mundial.

Antes da escalada do conflito com o Irã, a OCDE avaliava que o crescimento global poderia superar as expectativas, mas essa perspectiva praticamente desapareceu.

A projeção agora é de desaceleração do PIB global, que deve passar de 3,3% em 2025 para 2,9% em 2026. Em 2027, a estimativa é de leve recuperação, para 3,0%.

Segundo o relatório, o aumento nos preços de energia e a incerteza em torno da guerra compensam fatores positivos, como investimentos em tecnologia e condições comerciais mais favoráveis.

As estimativas consideram que a pressão no mercado de energia deve diminuir gradualmente a partir de meados de 2026, com queda nos preços do petróleo, gás e fertilizantes.

A projeção para 2026 foi mantida em relação à estimativa de dezembro da OCDE. No entanto, dados preliminares indicavam que o crescimento global poderia ter sido revisado para cima em cerca de 0,3 ponto percentual, caso o conflito não tivesse se intensificado — avanço que acabou anulado pelos impactos da guerra.

Para o Brasil, a OCDE reduziu as projeções de crescimento em 0,2 ponto percentual para 2026 e em 0,1 ponto para 2027. A expectativa é de alta de 1,5% e 2,1% do PIB, respectivamente.

A inflação também deve subir. Nos países do G20, a previsão é de que fique em 4,0% em 2026 — 1,2 ponto percentual acima do estimado anteriormente — antes de recuar para 2,7% em 2027.

Nos Estados Unidos, a OCDE projeta desaceleração do crescimento econômico, de 2,0% em 2026 para 1,7% em 2027. O avanço dos investimentos em inteligência artificial deve perder força diante da redução da renda real e do consumo.

A inflação americana também deve ser maior que o previsto, chegando a 4,2% em 2026 — alta de 1,2 ponto percentual em relação à projeção anterior.

Na China, a previsão é de crescimento de 4,4% em 2026 e 4,3% em 2027, em linha com estimativas anteriores.

Já na zona do euro, a OCDE revisou para baixo as projeções. O crescimento deve ser de 0,8% em 2026 e 1,2% em 2027, pressionado pelos custos mais altos de energia.

No Japão, a expectativa é de crescimento de 0,9% em 2026 e 2027, sem mudanças, já que o aumento no custo das importações de energia compensa o investimento das empresas.

Diante do cenário, a OCDE recomendou aos bancos centrais que mantenham cautela e aos governos que adotem medidas de apoio focadas e temporárias para proteger as famílias dos impactos da inflação.

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Galinha leva 25 horas para produzir um ovo; entenda o processo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/03/2026 05:44

GLOBO RURAL Galinha leva 25 horas para produzir um ovo; entenda o processo Ovo tem diferentes tamanhos ao longo da vida da ave. Por Globo Rural

A formação de um ovo passa por várias etapas e leva, em média, 25 horas. Por isso, a galinha costuma botar apenas um ovo por dia.

Você sabe o que é a gema? Ela é um óvulo da ave, liberado pelo ovário. Esse é o primeiro passo na formação do ovo.

Quando a ave inicia a postura, ela ainda é jovem. Por isso, o oviduto é estreito, gerando ovos pequenos, explica a zootecnista da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), Bruna Belosoff.

A medida que a ave cresce, o canal se dilata. Com isso, os ovos ficam maiores e passam a pesar entre 60 e 65 gramas, que é a média.

Essa mudança acontece porque, no desenvolvimento da ave, os hormônios ainda não estão totalmente regulados.

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Café brasileiro, dono estrangeiro: quem controla as marcas mais populares no país

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/03/2026 05:44

Agro Café brasileiro, dono estrangeiro: quem controla as marcas mais populares no país Quatro empresas com capital estrangeiro controlam mais da metade do mercado no país, incluindo marcas como Pilão, 3 Corações, Melitta e Nescafé. Por Marcelo Tuvuca

Quatro empresas que têm capital estrangeiro (3 Corações, JDE Peet’s, Melitta e Nestlé) dominam 55,6% do mercado de café no Brasil.

Marcas populares como Pilão, Melitta, Café do Ponto e Caboclo pertencem a multinacionais com fábricas no país.

A entrada de estrangeiras cresceu com a expansão dos supermercados e a nacionalização das marcas regionais, nas décadas de 1990 e 2000.

Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), o café moído vendido no Brasil é feito com grãos 100% nacionais, comprados de produtores e cooperativas locais.

O Brasil é o maior produtor de café do mundo e os grãos cultivados no país abastecem não apenas o mercado externo, mas também as marcas vendidas aqui.

Apesar disso, muitos dos cafés encontrados nas prateleiras dos supermercados brasileiros pertencem a empresas estrangeiras.

É o caso do Café Pilão, da holandesa JDE Peet’s, gigante do setor que foi adquirida em agosto de 2025 pela norte-americana Keurig Dr Pepper.

Outras marcas populares, como Melitta, 3 Corações, Café Brasileiro, Café do Ponto e Caboclo, também são controladas por empresas com capital estrangeiro. A suíça Nestlé, dona do Nescafé e do Nespresso, também atua fortemente no país.

O ☕conversou com Celírio Inácio, diretor executivo da Associação Brasileira da Indústria do Café (Abic), para entender o cenário.

Segundo a Abic, com base em dados da Nielsen, quatro empresas concentram 55,6% do mercado de café no Brasil:

☕3 Corações: Líder do mercado, a empresa é uma joint-venture entre a brasileira São Miguel Holding e a israelense Strauss, com 50% de participação cada. Controla marcas como 3 Corações, Café Brasileiro, Iguaçu e Santa Clara, e tem nove fábricas no Brasil.

☕JDE Peet’s: A holandesa JDE (de Jacobs Douwe Egberts) está no Brasil desde 1998 e é dona do Café Pilão, L’OR, Café do Ponto, Café Pelé e Caboclo. Tem quatro fábricas e ocupa a segunda posição no mercado.

☕Melitta: Dona do café do mesmo nome, a Melitta é uma empresa alemã que chegou ao Brasil em 1968 como fabricante de filtros de café. Em 1980, passou a vender o café com a marca própria; hoje, tem quatro fábricas e ocupa o terceiro lugar no mercado.

☕Nestlé: A multinacional suíça está no Brasil desde 1921. Lançou o Nescafé no país nos anos 1950 e hoje lidera o mercado de cápsulas com o Nespresso. Tem uma fábrica dedicada ao café no Brasil e é quarta maior empresa do setor.

☕Camil: A empresa brasileira de alimentos tem participação significativa no mercado de café, no qual entrou em 2021. Ela detém as marcas Bom Dia, Seleto e União, com uma fábrica em Varginha (MG).

Segundo a Abic, a entrada das multinacionais no setor de café foi gradual. Nestlé e Melitta, por exemplo, começaram no Brasil com outros produtos antes de investir no café.

Já a holandesa JDE Peet’s chegou ao Brasil no fim da década de 1990 adquirindo marcas já consolidadas, como Café do Ponto e Pilão.

A multinacional israelense Strauss Group, por sua vez, entrou no país em 2000 ao comprar a Café Três Corações. Cinco anos depois, se juntou ao São Miguel Holding, do café Santa Clara, para formar o grupo 3 Corações.

A presença das multinacionais coincidiu com a disseminação de grandes supermercados pelo país nas décadas de 1990 e 2000, que popularizou marcas de café antes restritas a algumas regiões.

“Até então, o mercado de café era regional e caseiro”, diz o diretor da Abic. “Mas com os supermercados chegando a quase todos os estados e cidades, o café acompanhou esse movimento, tornando as marcas regionais conhecidas em outros lugares.”

Com o mercado mais estruturado, as empresas estrangeiras passaram a investir no setor. “Elas são atraídas pelo grande faturamento interno, pelas vendas e pela facilidade de matéria-prima à disposição”, diz Celírio.

Sim. No caso do café torrado e moído, 100% do produto vendido no Brasil é nacional, segundo a Abic. Cerca de 22 milhões de sacas de café são destinadas ao consumo interno.

As empresas compram os grãos diretamente dos produtores ou de cooperativas, buscando os grãos adequados para cada marca. Depois, o café é industrializado nas fábricas e distribuído para os pontos de venda.

“As empresas precisam ter várias fontes de compra para oferecer aquele tipo de café específico que será produzido. É um mercado muito disputado”, resume Celírio.

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Dario Durigan: o que esperar do ministro da Fazenda, em meio à guerra, diesel caro e ano eleitoral

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/03/2026 05:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,220-0,65%Dólar TurismoR$ 5,430-0,73%Euro ComercialR$ 6,035-0,86%Euro TurismoR$ 6,282-1,05%B3Ibovespa185.424 pts1,6%MoedasDólar ComercialR$ 5,220-0,65%Dólar TurismoR$ 5,430-0,73%Euro ComercialR$ 6,035-0,86%Euro TurismoR$ 6,282-1,05%B3Ibovespa185.424 pts1,6%MoedasDólar ComercialR$ 5,220-0,65%Dólar TurismoR$ 5,430-0,73%Euro ComercialR$ 6,035-0,86%Euro TurismoR$ 6,282-1,05%B3Ibovespa185.424 pts1,6%Oferecido por

Dario Durigan, nomeado na semana passada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para comandar o Ministério da Fazenda, assume o cargo sem causar surpresa no mercado. Ex-número dois da pasta, ele substitui Fernando Haddad, que deixou Brasília para disputar o governo de São Paulo.

Ao menos por enquanto, a notícia foi bem recebida pelo mercado. Para especialistas ouvidos pelo g1, o principal papel de Durigan será priorizar as contas públicas em ano eleitoral e executar as diretrizes já estabelecidas.

“O Durigan participou ativamente da agenda econômica desde o início. Agora, à frente do ministério, ele deve manter o legado de Haddad, principalmente na sustentação fiscal”, afirma Erich Decat, analista político.

Com passagem pela Advocacia-Geral da União (AGU) e pelo setor privado, Durigan participou de medidas de aumento de arrecadação — como o aumento de impostos —, além da articulação da reforma tributária sobre o consumo e da renegociação da dívida dos estados.

Mas um novo desafio deve marcar sua gestão. Com a guerra no Oriente Médio pressionando os preços do petróleo e do diesel, ele terá a missão de evitar um novo repique da inflação que possa prejudicar a campanha de Lula por um quarto mandato no Palácio do Planalto.

Dario Durigan, novo ministro da Fazenda, durante Trilha de Finanças do G20 em 2024 — Foto: Diogo Zacarias/MF

Entre os principais desafios está assegurar o cumprimento das metas e evitar ruídos que possam afetar a confiança do mercado.

“A prioridade é previsibilidade. O mercado não reage bem a mudanças abruptas, então o foco precisa estar na continuidade das diretrizes fiscais e na clareza da execução”, avalia Raphael Costa, administrador de empresas e especialista em gestão empresarial do Grupo 220.

“Mais do que anunciar novas medidas, o momento pede reforço do compromisso com metas já definidas, especialmente no controle de gastos. Em cenários de curto prazo, consistência costuma valer mais do que inovação.”

Como o g1 já mostrou, o espaço para os gastos livres dos ministérios será apertado neste ano, o que tende a levar a bloqueios de despesas dos ministérios.

💵 Isso porque o arcabouço fiscal limita o crescimento real das despesas do governo até 2,5% ao ano. Como gastos obrigatórios crescem acima desse ritmo, o espaço para investimentos e despesas livres fica cada vez menor.

Além disso, há outro desafio relevante no horizonte: o arcabouço fiscal perdeu força e há a possibilidade de uma discussão de um novo modelo a partir de 2027. Na avaliação de Decat, o modelo atual já dá sinais de esgotamento por ter sido sustentado, em grande parte, por aumento de impostos.

“Esse é um dos pontos mais frágeis do legado de Haddad. O arcabouço teve duração curta e dependeu fortemente da arrecadação. Por isso, o debate eleitoral deve girar em torno de qual será o novo modelo fiscal a partir de 2027”, afirma.

Segundo o analista, Durigan deve participar dessas discussões, mas sem protagonismo. “A tendência é que ele atue na linha da continuidade, sem força política para liderar esse debate ou definir o novo desenho.”

Apesar da experiência técnica, há dúvidas sobre o peso político de Durigan para conduzir agendas mais complexas. “Vejo o Durigan mais na linha da continuidade, mas sem muito espaço para liderar grandes reformas estruturais”, diz Decat.

Esse cenário pode dificultar negociações com o Congresso, especialmente em um ambiente mais fragmentado e próximo das eleições.

No curto prazo, a tramitação de pautas econômicas deve avançar lentamente. O calendário eleitoral tende a esvaziar o Congresso e reduzir o espaço para temas mais sensíveis.

Entre os assuntos em andamento está a Proposta de Emendas à Constituição (PEC) que reduz a jornada de trabalho, conhecida como PEC do 6×1. A expectativa é que o debate se arraste e só ganhe força após o período eleitoral.

Outro tema com baixa chance de avanço é o chamado “imposto do pecado”, que enfrenta resistência de setores econômicos e falta de consenso político.

🔎 O Imposto Seletivo (IS), criado na reforma tributária, tem como objetivo desestimular o consumo de produtos prejudiciais à saúde e ao meio ambiente. A cobrança deve atingir itens como cigarros, bebidas alcoólicas e açucaradas, veículos poluentes, mineração e apostas, com previsão de entrada em vigor em 2027.

A alta do petróleo, impulsionada pela guerra no Oriente Médio, é a situação em que o ministro será testado de fato. O governo avalia alternativas para conter o impacto nos preços.

Na terça-feira (24), Durigan informou que o governo propôs um subsídio aos importadores de diesel para tentar segurar o preço nas bombas. A medida prevê o pagamento de R$ 1,20 por litro até o fim de maio, sendo metade bancada pela União e metade pelos estados.

Como cerca de 30% do diesel consumido no Brasil é importado, a alta internacional é rapidamente repassada às bombas e pode elevar o custo do transporte e a inflação.

A redução de impostos ou novos programas de incentivo, porém, dependem de articulação com os estados, o que torna o processo mais complexo.

Até o momento, a troca no comando da Fazenda não provocou turbulências, já que a expectativa é de continuidade. Para especialistas, o mercado entende que não há mudanças relevantes no curto prazo.

Ainda assim, há cautela em relação ao futuro. A partir de 2027, caso o atual governo seja reeleito, devem ganhar força dúvidas sobre a capacidade de Durigan de liderar uma agenda mais ampla — ou até mesmo de que ele será o ministro escolhido.

Outro desafio será lidar com a pressão por medidas imediatas em ano eleitoral, o que pode entrar em conflito com a responsabilidade com as contas públicas.

“Historicamente, isso ocorre em diferentes ciclos e não é exclusivo de um governo. O impacto depende de como essas medidas são estruturadas”, avalia Raphael Costa.

“Se houver desalinhamento com a sustentabilidade fiscal, o mercado reage rapidamente. Por outro lado, quando há equilíbrio entre a agenda econômica e as demandas sociais, os efeitos podem ser administrados. O ponto-chave é entender até que ponto decisões de curto prazo comprometem o médio e o longo prazo.”

Com perfil técnico e discreto, Durigan assume a Fazenda como um nome de continuidade. No curto prazo, o desafio será manter a previsibilidade e atravessar o período eleitoral sem rupturas.

Já no médio prazo, o cenário é mais incerto e dependerá tanto do ambiente político quanto das decisões que serão tomadas a partir de 2027.

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Receita Federal já recebeu mais de 100 mil declarações do IR no início do prazo

Fonte: G1 Imposto de Renda | Publicado em: 26/03/2026 04:45

Economia Imposto de renda Receita Federal já recebeu mais de 100 mil declarações do IR no início do prazo Prazo de envio começou nesta segunda-feira (17), às 8h, e se estende até 30 de maio. O Fisco espera receber 46,2 milhões de declarações do Imposto de Renda 2025, ano-base 2024, dentro do prazo legal. Por Alexandro Martello, g1 — Brasília

Quem não entregar dentro do prazo fixado está sujeito a uma multa mínima de R$ 165,74 e a um valor máximo correspondente a 20% do imposto sobre a renda devido.

Fisco informou que espera receber 46,2 milhões de declarações do IR 2025, ano-base 2024, contra 42,4 milhões no ano passado.

Nas primeiras horas de apresentação do Imposto de Renda 2025, ano-base 2024, a Receita Federal já recebeu mais de 100 mil declarações das pessoas físicas.

💻 O prazo de envio começou nesta segunda-feira (17), às 8h, e se estende até 30 de maio. O recebimento de 100 mil declarações foi registrado às 9h15.

Quem não entregar dentro do prazo fixado está sujeito a uma multa mínima de R$ 165,74 e a um valor máximo correspondente a 20% do imposto sobre a renda devido.

➡️O Fisco informou que espera receber 46,2 milhões de declarações do Imposto de Renda 2025, ano-base 2024, contra 42,4 milhões no ano passado.

De acordo com o supervisor do programa do Imposto de Renda 2025, José Carlos da Fonseca, pagamentos e rendimentos já estão disponíveis na declaração pré-preenchida a partir desta segunda-feira.

As demais informações dos contribuintes, entretanto, como previdência, saldos bancários e de investimentos, informações dos cartórios, contas e novas aplicações financeiras, estão previstas para serem informadas pelo Fisco na declaração pré-preenchida a partir do dia 1º de abril.

🔎Na declaração pré-preenchida, a Receita Federal mostra ao contribuinte informações de rendimentos, deduções, bens e direitos e dívidas e ônus reais – que são carregadas automaticamente, sem a necessidade de digitação.

A Receita prioriza a data de entrega das declarações e também observa uma fila de prioridades para alguns grupos, que recebem a restituição antes de todo o resto (mesmo que tenham entregado a declaração nos últimos dias do prazo).

Quem envia a declaração mais cedo recebe a restituição primeiro. Por outro lado, se houver erros ou omissões na entrega, o contribuinte perde a posição na fila — ou seja, vai para o fim do calendário de restituições.

idosos acima de 80 anos;idosos entre 60 e 79 anos;contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave;contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério;utilizaram a pré-preenchida E optaram por receber a restituição por PIX;contribuintes que adotarem a declaração pré-preenchida OU optarem por receber a restituição via PIX.

Para receber via PIX, é preciso que a chave informada no momento da declaração seja o CPF do contribuinte. PIX vinculados ao e-mail ou ao telefone, por exemplo, não podem ser usados.

1º LOTE: 30 de maio;2º LOTE: 30 de junho;3º LOTE: 31 de julho;4º LOTE: 29 de agosto;5º LOTE: 30 de setembro.

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