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Imposto de Renda 2025: começa consulta ao 4º lote de restituição; veja como fazer

Fonte: G1 Imposto de Renda | Publicado em: 26/03/2026 03:15

Economia Imposto de renda Imposto de Renda 2025: começa consulta ao 4º lote de restituição; veja como fazer Pagamentos serão feitos a partir de 29 de agosto. Serão contemplados mais de 1,8 milhão de contribuintes, com um crédito bancário total de R$ 2,9 bilhões. Por Isabela Bolzani, g1

Ao todo, 1.884.035 contribuintes serão contemplados, com um valor total de crédito de R$ 2,9 bilhões.

O lote também inclui restituições residuais de exercícios anteriores, e os pagamentos serão feitos a partir de 29 de agosto.

Os pagamentos das restituições do IRPF 2025 serão feitos em cinco lotes, segundo informações da Receita. O prazo para entrega das declarações começou em 17 de março.

A Receita Federal abriu nesta sexta-feira (22) a consulta ao 4º lote de restituição do Imposto de Renda 2025. As informações foram divulgadas pela Receita Federal.

Ao todo, serão contemplados 1.884.035 contribuintes, com um valor total de crédito de R$ 2,9 bilhões. O lote também inclui restituições residuais de exercícios anteriores, e os pagamentos serão feitos a partir de 29 de agosto.

13.515 idosos acima de 80 anos72.434 contribuintes entre 60 e 79 anos7.821 contribuintes com alguma deficiência física ou mental, ou moléstia grave22.841 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério312.915 contribuintes receberam prioridade por utilizarem a declaração pré-preenchida e optarem por receber a restituição via PIX.

Por fim, foram contempladas ainda 1.454.509 restituições destinadas a contribuintes não prioritários.

Os pagamentos das restituições do IRPF 2025 serão feitos em cinco lotes, segundo informações da Receita. O prazo para entrega das declarações começou em 17 de março.

1º lote: 30 de maio2º lote: 30 de junho3º lote: 31 de julho4º lote: 29 de agosto5º lote: 30 de setembro

Assim que a consulta estiver disponível, o contribuinte deve acessar a página da Receita na internet e clicar na opção "Meu Imposto de Renda". Em seguida, basta clicar em "Consultar a Restituição".

A página oferece orientações e os canais de prestação do serviço, permitindo uma consulta simplificada ou completa da situação da declaração, por meio do extrato de processamento, acessado no e-CAC. Caso identifique alguma pendência na declaração, o contribuinte pode retificá-la, corrigindo as informações.

A Receita Federal disponibiliza, também, aplicativo para tablets e smartphones que permite consultar diretamente nas bases da Receita Federal informações sobre liberação das restituições do IRPF e a situação cadastral de uma inscrição no CPF.

Em nota oficial, o Fisco afirma que "assume o compromisso de realizar pagamento de restituições apenas em conta bancária de titularidade do contribuinte". Assim, vale destacar que as rotinas de segurança da Receita impedem o pagamento caso ocorra erro nos dados bancários informados ou algum problema na conta de destino.

"Para não haver prejuízo ao contribuinte, a Receita oferece o serviço de reagendamento disponibilizado pelo Banco do Brasil pelo prazo de até um ano da primeira tentativa de crédito. Assim, o contribuinte poderá corrigir os dados bancários para uma conta de sua titularidade", afirma a nota.

Neste caso, o cidadão poderá reagendar o crédito dos valores pelo Portal BB, ou ligando para a Central de Relacionamento BB por meio dos telefones:

4004-0001 (capitais)0800-729-0001 (demais localidades) 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos)

Ao utilizar esse serviço o contribuinte deve informar o valor da restituição e o número do recibo da declaração. Depois, é só aguardar a nova tentativa de crédito. Caso o contribuinte não resgate sua restituição dentro do prazo, precisará fazer um requerimento pelo Portal e-CAC.

Ao realizar a consulta, o contribuinte também poderá saber se há alguma pendência em sua declaração que impeça o pagamento da restituição, ou seja, se ele caiu na chamada "malha fina".

Para saber se está na malha fina, os contribuintes também podem acessar o "extrato" do Imposto de Renda no site da Receita Federal no e-CAC (Centro Virtual de Atendimento).

Ao fazer o login, selecione a opção “Meu Imposto de Renda (Extrato da DIRPF)”. Na aba “Processamento”, escolha o item “Pendências de Malha”. Lá, você poderá verificar se sua declaração está na malha fina e verificar qual o motivo pelo qual ela foi retida.

Para acessar o extrato do IR, é necessário utilizar o código de acesso gerado na própria página da Receita Federal ou certificado digital emitido por autoridade habilitada.

As restituições de declarações que apresentam inconsistência (em situação de malha) são liberadas apenas depois de corrigidas pelo cidadão, ou após o contribuinte apresentar comprovação de que sua declaração está correta.

quem recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 33.888,00 em 2024. O valor é um pouco maior do que o da declaração do IR do ano passado (R$ 30.639,90) por conta da ampliação da faixa de isenção;contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 200 mil no ano passado;quem obteve, em qualquer mês de 2024, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas cuja soma foi superior a R$ 40 mil, ou com apuração de ganhos líquidos sujeitas à incidência do imposto;quem teve isenção de imposto sobre o ganho de capital na venda de imóveis residenciais, seguido de aquisição de outro imóvel residencial no prazo de 180 dias;quem teve, em 2024, receita bruta em valor superior a R$ 169.440,00 em atividade rural;quem tinha, até 31 de dezembro de 2024, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 800 mil;quem passou para a condição de residente no Brasil em qualquer mês e se encontrava nessa condição até 31 de dezembro de 2024;quem optou por declarar os bens, direitos e obrigações detidos pela entidade controlada, direta ou indireta, no exterior como se fossem detidos diretamente pela pessoa física;Possui trust no exterior;quem atualizou bens imóveis pagando ganho de capital diferenciado em dezembro/2024 (Lei nº 14.973/2024);quem auferiu rendimentos no exterior de aplicações financeiras e de lucros e dividendos;Deseja atualizar bens no exterior.

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Imposto de Renda 2025: 4º lote de restituição começa a ser pago nesta sexta; veja se vai receber

Fonte: G1 Imposto de Renda | Publicado em: 26/03/2026 03:15

Economia Imposto de renda Imposto de Renda 2025: 4º lote de restituição começa a ser pago nesta sexta; veja se vai receber Serão contemplados mais de 1,8 milhão de contribuintes, com um crédito bancário total de R$ 2,9 bilhões. Por Isabela Bolzani, g1 — São Paulo

Os pagamentos do 4º lote de restituições do Imposto de Renda 2025 começam nesta sexta-feira (29). As informações foram divulgadas pela Receita Federal.

Ao todo, mais de 1,8 milhão de contribuintes serão contemplados, com um valor total de crédito de R$ 2,9 bilhões. O lote também inclui restituições residuais de exercícios anteriores.

13.515 idosos acima de 80 anos72.434 contribuintes entre 60 e 79 anos7.821 contribuintes com alguma deficiência física ou mental, ou moléstia grave22.841 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério312.915 contribuintes que receberam prioridade por utilizarem a declaração pré-preenchida e optarem por receber a restituição via PIX.

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Os pagamentos das restituições do IRPF 2025 serão feitos em cinco lotes, segundo informações da Receita. O prazo para entrega das declarações começou em 17 de março.

1º lote: 30 de maio2º lote: 30 de junho3º lote: 31 de julho4º lote: 29 de agosto5º lote: 30 de setembro

Assim que a consulta estiver disponível, o contribuinte deve acessar a página da Receita na internet e clicar na opção "Meu Imposto de Renda". Em seguida, basta clicar em "Consultar a Restituição".

A página oferece orientações e os canais de prestação do serviço, permitindo uma consulta simplificada ou completa da situação da declaração, por meio do extrato de processamento, acessado no e-CAC. Caso identifique alguma pendência na declaração, o contribuinte pode retificá-la, corrigindo as informações.

A Receita Federal disponibiliza, também, aplicativo para tablets e smartphones que permite consultar diretamente nas bases da Receita Federal informações sobre liberação das restituições do IRPF e a situação cadastral de uma inscrição no CPF.

Em nota oficial, o Fisco afirma que "assume o compromisso de realizar pagamento de restituições apenas em conta bancária de titularidade do contribuinte". Assim, vale destacar que as rotinas de segurança da Receita impedem o pagamento caso ocorra erro nos dados bancários informados ou algum problema na conta de destino.

"Para não haver prejuízo ao contribuinte, a Receita oferece o serviço de reagendamento disponibilizado pelo Banco do Brasil pelo prazo de até um ano da primeira tentativa de crédito. Assim, o contribuinte poderá corrigir os dados bancários para uma conta de sua titularidade", afirma a nota.

Neste caso, o cidadão poderá reagendar o crédito dos valores pelo Portal BB, ou ligando para a Central de Relacionamento BB por meio dos telefones:

4004-0001 (capitais)0800-729-0001 (demais localidades) 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos)

Ao utilizar esse serviço o contribuinte deve informar o valor da restituição e o número do recibo da declaração. Depois, é só aguardar a nova tentativa de crédito. Caso o contribuinte não resgate sua restituição dentro do prazo, precisará fazer um requerimento pelo Portal e-CAC.

Ao realizar a consulta, o contribuinte também poderá saber se há alguma pendência em sua declaração que impeça o pagamento da restituição, ou seja, se ele caiu na chamada "malha fina".

Para saber se está na malha fina, os contribuintes também podem acessar o "extrato" do Imposto de Renda no site da Receita Federal no e-CAC (Centro Virtual de Atendimento).

Ao fazer o login, selecione a opção “Meu Imposto de Renda (Extrato da DIRPF)”. Na aba “Processamento”, escolha o item “Pendências de Malha”. Lá, você poderá verificar se sua declaração está na malha fina e verificar qual o motivo pelo qual ela foi retida.

Para acessar o extrato do IR, é necessário utilizar o código de acesso gerado na própria página da Receita Federal ou certificado digital emitido por autoridade habilitada.

As restituições de declarações que apresentam inconsistência (em situação de malha) são liberadas apenas após corrigidas pelo cidadão, ou após o contribuinte apresentar comprovação de que sua declaração está correta.

quem recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 33.888,00 em 2024. O valor é um pouco maior do que o da declaração do IR do ano passado (R$ 30.639,90) por conta da ampliação da faixa de isenção;contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 200 mil no ano passado;quem obteve, em qualquer mês de 2024, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas cuja soma foi superior a R$ 40 mil, ou com apuração de ganhos líquidos sujeitas à incidência do imposto;quem teve isenção de imposto sobre o ganho de capital na venda de imóveis residenciais, seguido de aquisição de outro imóvel residencial no prazo de 180 dias;quem teve, em 2024, receita bruta em valor superior a R$ 169.440,00 em atividade rural;quem tinha, até 31 de dezembro de 2024, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 800 mil;quem passou para a condição de residente no Brasil em qualquer mês e se encontrava nessa condição até 31 de dezembro de 2024;quem optou por declarar os bens, direitos e obrigações detidos pela entidade controlada, direta ou indireta, no exterior como se fossem detidos diretamente pela pessoa física;Possui trust no exterior;quem atualizou bens imóveis pagando ganho de capital diferenciado em dezembro/2024 (Lei n.º 14.973/2024);quem auferiu rendimentos no exterior de aplicações financeiras e de lucros e dividendos;Deseja atualizar bens no exterior.

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Imposto de Renda 2025: Receita antecipa pagamentos e diz que todos contribuintes com direito já receberam restituição

Fonte: G1 Imposto de Renda | Publicado em: 26/03/2026 03:15

Economia Imposto de renda Imposto de Renda 2025: Receita antecipa pagamentos e diz que todos contribuintes com direito já receberam restituição Com isso, segundo a Receita, não haverá mais um 5º lote. Contribuintes que indicaram ter direito à restituição e ainda não receberam os valores caíram na malha fina do Fisco. Por Alexandro Martello, g1 — Brasília

A Secretaria da Receita Federal informou nesta terça-feira (2) que antecipou a conclusão do pagamento das restituições do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) de 2025, ano-base 2024.

Os pagamentos estavam previstos, inicialmente, para cinco lotes, sendo o último deles em setembro. Mas o Fisco informou que já concluiu os depósitos neste mês de agosto, com o pagamento do 4º lote.

"Contribuintes que entregaram a declaração de ajuste anual do imposto de renda da pessoa física (DIRPF) no prazo e sem inconsistências já receberam os valores, mesmo com previsão inicial de cinco lotes", informou o órgão.

De acordo com a Receita Federal, a "eficiência no processamento das declarações permitiu que todos os contribuintes elegíveis recebessem seus valores até o lote de agosto".

Segundo o órgão, até o momento foram pagos R$ 36,9 bilhões em restituições neste ano, apuradas em 22,67 milhões de declarações de ajuste anual.

Para confirmar se foi incluído ou não no último lote do IR, pago em agosto, o contribuinte pode acessar a página da Receita na internet e fazer a consulta.

1º lote: 30 de maio2º lote: 30 de junho3º lote: 31 de julho4º lote: 29 de agosto5º lote: 30 de setembro (não está mais previsto)

Os contribuintes que indicaram ter direito à restituição e ainda não receberam os valores caíram na malha fina do Fisco, ou seja, tiveram a declaração retida para verificações.

Os contribuintes que não tiveram sua restituição liberada devem acessar a página da Receita Federal na internet e clicar em "Meu Imposto de Renda" para uma consulta completa da situação da declaração, por meio do “Extrato do Processamento”.

"Se identificar alguma pendência na declaração, o contribuinte pode retificar a declaração, corrigindo as informações que porventura estejam equivocadas", explicou a Receita Federal.

Há 6 horas Política Inelegível pelo TSECastro ainda pode disputar o Senado? Entenda os recursos possíveis

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Imposto de Renda 2025: consulta ao 5º lote de restituição começa nesta terça; veja como fazer

Fonte: G1 Imposto de Renda | Publicado em: 26/03/2026 03:15

Economia Imposto de renda Imposto de Renda 2025: consulta ao 5º lote de restituição começa nesta terça; veja como fazer Pagamentos serão feitos a partir de 30 de setembro. Serão contemplados 387,2 mil contribuintes, com um crédito bancário total de mais de R$ 1 bilhão. Por Redação g1 — São Paulo

Ao todo, 387,2 mil contribuintes serão contemplados, com um valor total de crédito de mais de R$ 1 bilhão. O lote também inclui restituições residuais de exercícios anteriores, e os pagamentos serão feitos a partir de 30 de setembro.

Do total, aproximadamente R$ 507,1 milhões serão destinados aos contribuintes prioritários. São eles:

15.604 idosos acima de 80 anos66.637 contribuintes entre 60 e 79 anos6.968 contribuintes com alguma deficiência física ou mental, ou moléstia grave16.926 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério234.920 contribuintes receberam prioridade por utilizarem a declaração pré-preenchida e optarem por receber a restituição via PIX.

Por fim, foram contempladas ainda 46.222 restituições destinadas a contribuintes não prioritários.

Os pagamentos das restituições do IRPF 2025 são feitos em cinco lotes. O prazo para entrega das declarações começou em 17 de março.

1º lote: 30 de maio2º lote: 30 de junho3º lote: 31 de julho4º lote: 29 de agosto5º lote: 30 de setembro

Assim que a consulta estiver disponível, o contribuinte deve acessar a página da Receita na internet e clicar na opção "Meu Imposto de Renda". Em seguida, basta clicar em "Consultar a Restituição".

A página oferece orientações e os canais de prestação do serviço, permitindo uma consulta simplificada ou completa da situação da declaração, por meio do extrato de processamento, acessado no e-CAC. Caso identifique alguma pendência na declaração, o contribuinte pode retificá-la, corrigindo as informações.

A Receita Federal disponibiliza, também, aplicativo para tablets e smartphones que permite consultar diretamente nas bases da Receita Federal informações sobre liberação das restituições do IRPF e a situação cadastral de uma inscrição no CPF.

Em nota oficial, o Fisco afirma que "assume o compromisso de realizar pagamento de restituições apenas em conta bancária de titularidade do contribuinte". Assim, vale destacar que as rotinas de segurança da Receita impedem o pagamento caso ocorra erro nos dados bancários informados ou algum problema na conta de destino.

"Para não haver prejuízo ao contribuinte, a Receita oferece o serviço de reagendamento disponibilizado pelo Banco do Brasil pelo prazo de até um ano da primeira tentativa de crédito. Assim, o contribuinte poderá corrigir os dados bancários para uma conta de sua titularidade", afirma a nota.

Neste caso, o cidadão poderá reagendar o crédito dos valores pelo Portal BB, ou ligando para a Central de Relacionamento BB por meio dos telefones:

4004-0001 (capitais)0800-729-0001 (demais localidades) 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos)

Ao utilizar esse serviço o contribuinte deve informar o valor da restituição e o número do recibo da declaração. Depois, é só aguardar a nova tentativa de crédito. Caso o contribuinte não resgate sua restituição dentro do prazo, precisará fazer um requerimento pelo Portal e-CAC.

Ao realizar a consulta, o contribuinte também poderá saber se há alguma pendência em sua declaração que impeça o pagamento da restituição, ou seja, se ele caiu na chamada "malha fina".

Para saber se está na malha fina, os contribuintes também podem acessar o "extrato" do Imposto de Renda no site da Receita Federal no e-CAC (Centro Virtual de Atendimento).

Ao fazer o login, selecione a opção “Meu Imposto de Renda (Extrato da DIRPF)”. Na aba “Processamento”, escolha o item “Pendências de Malha”. Lá, você poderá verificar se sua declaração está na malha fina e verificar qual o motivo pelo qual ela foi retida.

Para acessar o extrato do IR, é necessário utilizar o código de acesso gerado na própria página da Receita Federal ou certificado digital emitido por autoridade habilitada.

As restituições de declarações que apresentam inconsistência (em situação de malha) são liberadas apenas depois de corrigidas pelo cidadão, ou após o contribuinte apresentar comprovação de que sua declaração está correta.

quem recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 33.888,00 em 2024. O valor é um pouco maior do que o da declaração do IR do ano passado (R$ 30.639,90) por conta da ampliação da faixa de isenção;contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 200 mil no ano passado;quem obteve, em qualquer mês de 2024, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas cuja soma foi superior a R$ 40 mil, ou com apuração de ganhos líquidos sujeitas à incidência do imposto;quem teve isenção de imposto sobre o ganho de capital na venda de imóveis residenciais, seguido de aquisição de outro imóvel residencial no prazo de 180 dias;quem teve, em 2024, receita bruta em valor superior a R$ 169.440,00 em atividade rural;quem tinha, até 31 de dezembro de 2024, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 800 mil;quem passou para a condição de residente no Brasil em qualquer mês e se encontrava nessa condição até 31 de dezembro de 2024;quem optou por declarar os bens, direitos e obrigações detidos pela entidade controlada, direta ou indireta, no exterior como se fossem detidos diretamente pela pessoa física;Possui trust no exterior;quem atualizou bens imóveis pagando ganho de capital diferenciado em dezembro/2024 (Lei nº 14.973/2024);quem auferiu rendimentos no exterior de aplicações financeiras e de lucros e dividendos;Deseja atualizar bens no exterior.

Há 6 horas Política Inelegível pelo TSECastro ainda pode disputar o Senado? Entenda os recursos possíveis

Há 2 horas Eleições 2026 TSE confirma eleição indireta para governador do Rio de JaneiroHá 2 horasJustiça EleitoralEleições 2026: partidos têm até 15 de agosto para registrar candidatos

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Imposto de Renda 2025: quase 1,3 milhão de declarações ainda estão na malha fina do leão

Fonte: G1 Imposto de Renda | Publicado em: 26/03/2026 03:15

Economia Imposto de renda Imposto de Renda 2025: quase 1,3 milhão de declarações ainda estão na malha fina do leão Maior parte das retenções em malha neste ano se deve a deduções irregulares de despesas médicas, correspondendo a 32,6% do total. Contribuinte pode acessar o 'extrato' do IR no site da Receita Federal, no chamado e-CAC, para saber se há inconsistências ou pendências. Por Alexandro Martello, g1 — Brasília

Secretaria da Receita Federal informou nesta quarta-feira (1º) que 66% das declarações do Imposto de Renda 2025, ano-base 2024, que caíram na chamada malha fina do órgão já foram liberadas por terem sido regularizadas pelos próprios contribuintes.

Para saber se há alguma inconsistência ou pendência na declaração do IR, os contribuintes podem acessar o "extrato" do Imposto de Renda no site da Receita Federal, no chamado e-CAC (Centro Virtual de Atendimento).

Para acessar o extrato do IR, é necessário utilizar o código de acesso gerado na própria página da Receita Federal ou certificado digital emitido por autoridade habilitada.

As restituições de declarações que apresentam inconsistência (em situação de malha) são liberadas apenas depois de corrigidas pelo cidadão, por meio de uma declaração retificadora do IR, ou após o contribuinte apresentar comprovação ao Fisco de que sua declaração está correta.

A Receita Federal informou que, até o momento, 1.285.000 declarações do IR 2025 ainda estão na malha fina do órgão.

A Secretaria da Receita Federal informou nesta quarta-feira (1º) que 66% das declarações do Imposto de Renda 2025, ano-base 2024, que caíram na chamada malha fina do órgão já foram liberadas por terem sido regularizadas pelos próprios contribuintes.

Ao todo, o Fisco recebeu 45,64 milhões de declarações neste ano. Destas, 3,97 milhões foram retidas para verificações por conta de inconsistências, ou seja, ficaram retidas na malha fiscal. A maior parte já foi liberada, segundo a Receita, mas ainda permanece retida em malha 1,29 milhão de declarações, o que corresponde a 2,8% do total de documentos recebidos em 2025.

"A possibilidade de acesso à sua situação fiscal e a orientações para a correção de erros foram fundamentais para a promoção da conformidade", acrescentou o Fisco.

Erros no preenchimento dos dados da declaração do imposto de renda podem impedir o pagamento da restituição

32,6% — Deduções em despesas médicas: as despesas médicas são o principal motivo de retenção, correspondendo a 32,6% do total de retenções;30,8% — Omissão de rendimentos: Inclui rendimentos não declarados pelos titulares das declarações ou por seus dependentes;16% — Deduções, exceto despesas médicas: as demais deduções correspondem a 16,0% do total de retenções; e15,1% — Diferenças no Imposto Retido na Fonte (IRRF): Diferença entre os valores declarados pelos contribuintes e os informados pelas fontes pagadoras na Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte (Dirf).

Para saber se há alguma inconsistência ou pendência na declaração do IR, os contribuintes podem acessar o "extrato" do Imposto de Renda no site da Receita Federal, no chamado e-CAC (Centro Virtual de Atendimento).

Para acessar o extrato do IR, é necessário utilizar o código de acesso gerado na própria página da Receita Federal ou certificado digital emitido por autoridade habilitada.

As restituições de declarações que apresentam inconsistência (em situação de malha) são liberadas apenas depois de corrigidas pelo cidadão, por meio de uma declaração retificadora do IR, ou após o contribuinte apresentar comprovação ao Fisco de que sua declaração está correta.

Há 6 horas Política Inelegível pelo TSECastro ainda pode disputar o Senado? Entenda os recursos possíveis

Há 2 horas Eleições 2026 TSE confirma eleição indireta para governador do Rio de JaneiroHá 2 horasJustiça EleitoralEleições 2026: partidos têm até 15 de agosto para registrar candidatos

Há 36 minutos Eleições 2026 Operação FallaxPF diz que Grupo Fictor e CV usavam mesma estrutura para lavar dinheiro

Há 1 hora São Paulo Previsão do tempo 🌧️Com altas temperaturas, chuva deve atingir grande parte do Brasil hoje

Há 3 horas Meio Ambiente Veja a previsão na sua cidadeHá 3 horasAnálise do plenárioSTF analisa hoje a decisão de Mendonça de prorrogar CPI do INSS; entenda

Há 2 horas Política Blog da Julia DuailibiVorcaro deve apresentar proposta de delação dentro de 3 semanas

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Imposto de Renda: nova isenção gera ganho mensal de até R$ 313; veja simulação por faixa salarial

Fonte: G1 Imposto de Renda | Publicado em: 26/03/2026 03:15

Economia Imposto de renda Imposto de Renda: nova isenção gera ganho mensal de até R$ 313; veja simulação por faixa salarial A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (1º) o projeto que amplia a isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil por mês. Caso seja aprovado pelo Senado e sancionado pelo presidente Lula, trabalhadores com salário de até R$ 7.350 também serão beneficiados. Entenda. Por André Catto, g1 — São Paulo

Os trabalhadores que recebem R$ 5 mil por mês (R$ 60 mil ao ano) terão ganhos de R$ 312,89 na renda mensal a partir de 2026 com a isenção do Imposto de Renda aprovada nesta quarta-feira (1º) pela Câmara dos Deputados.

Na prática, esses são os valores que deixarão de ser descontados todos os meses, por faixa salarial, a partir de janeiro de 2026, caso o PL 1.087/25 seja aprovado pelo Senado e sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Em um ano, considerando também o décimo terceiro salário, a economia pode chegar a R$ 4.067 para quem recebe R$ 5 mil mensais, segundo cálculos de Welinton Mota, diretor da Confirp Contabilidade.

O projeto aprovado pela Câmara ainda prevê um desconto progressivamente menor para rendas entre R$ 5.001 e R$ 7.350.

Os trabalhadores que recebem R$ 5 mil por mês (R$ 60 mil ao ano) terão ganhos de R$ 312,89 na renda mensal a partir de 2026 com a isenção do Imposto de Renda aprovada nesta quarta-feira (1º) pela Câmara dos Deputados. O texto ainda precisa passar pelo Senado.

Veja a seguir os acréscimos mensais por faixa salarial. Os cálculos foram elaborados por Welinton Mota, diretor da Confirp Contabilidade, com base no projeto aprovado.

Na prática, esses são os valores que deixarão de ser descontados todos os meses, por faixa salarial, a partir de janeiro de 2026, caso o PL 1.087/25 seja aprovado pelo Senado e sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Em um ano, considerando também o décimo terceiro salário, a economia pode chegar a R$ 4.067 para quem recebe R$ 5 mil mensais, segundo cálculos de Welinton Mota. Na prática, isso representa um aumento anual equivalente a 81,35% do salário de um mês.

O projeto aprovado pela Câmara ainda prevê um desconto progressivamente menor para rendas entre R$ 5.001 e R$ 7.350 (veja na tabela acima). Com isso, esse público também será beneficiado, mesmo que em menor escala.

Quem recebe R$ 7 mil por mês, por exemplo, deverá ter ganhos de R$ 19,98 mensais e de R$ 259,69 no ano, considerando o décimo terceiro salário.

Já os contribuintes que recebem acima dessa faixa não serão impactados pelas mudanças, pois a tabela progressiva do Imposto de Renda não foi alterada. Nada muda também para quem ganha até R$ 3.036 — parcela já isenta pela tabela em vigor.

"Se a pessoa ganhar acima de R$ 7.350, ela não vai ter redução alguma: seguirá a tributação normal da tabela progressiva", pontua Welinton Mota, da Confirp.

🔎 Hoje, estão isentos do Imposto de Renda os contribuintes com renda tributável de até R$ 3.036 por mês — equivalente a dois salários mínimos. Com a proposta, essa faixa de isenção será ampliada para rendimentos de até R$ 5 mil mensais.

A ampliação da faixa de isenção do IR foi uma promessa de campanha do presidente Lula. Se sancionada sem novas mudanças, deve incluir cerca de 10 milhões de contribuintes na lista de isenção a partir de 2026, ano de eleições.

Caso o projeto seja posteriormente sancionado, o Brasil terá mais de 26,6 milhões de contribuintes isentos do Imposto de Renda (aproximadamente 65% dos declarantes).

mais de 15,2 milhões de declarantes isentos atualmente;quase 2 milhões de pessoas isentas pela Lei n.º 15.191/25, que eleva a atual faixa de isenção para quem ganha até dois salários-mínimos por mês; equase 10 milhões de contribuintes que passarão a ser isentos com o PL 1.087/25.

Em 2026, a isenção do IR para quem recebe até R$ 5 mil terá um impacto estimado de R$ 25,8 bilhões. Para compensar a queda na arrecadação, a Câmara manteve a proposta do governo de aplicar uma alíquota progressiva de até 10% sobre rendimentos anuais superiores a R$ 600 mil.

Com a progressão do imposto, a alíquota máxima para pessoas de alta renda será aplicada a quem tiver ganhos anuais a partir de R$ 1,2 milhão. Segundo o projeto, a cobrança não irá atingir contribuintes que já pagam a alíquota de 27,5% do IR — ou seja, que já têm esse desconto em folha.

"Atualmente, os lucros e dividendos são isentos do IR. O projeto prevê que, a partir de 2026, eles sejam tributados em 10%, desde que a distribuição mensal para um mesmo sócio da empresa seja acima de R$ 50 mil", explica Welinton Mota, da Confirp Contabilidade.

Em março, o governo federal propôs ampliar a faixa de isenção do Imposto de Renda, a partir de 2026, de R$ 3.036 (dois salários mínimos) para R$ 5 mil.Além de ampliar a faixa de isenção, a equipe econômica também propôs uma isenção parcial para valores entre R$ 5 mil e R$ 7 mil por mês.Para compensar a perda de arrecadação com a ampliação da faixa de isenção do IR para rendimentos até R$ 5 mil mensais, o governo pretende taxar os super-ricos — ou seja, aqueles com renda mensal superior a R$ 50 mil (equivalente a R$ 600 mil por ano).O projeto do governo, relatado pelo deputado Arthur Lira (PP-AL), impede que a cobrança sobre dividendos de pessoa física e empresa supere 34% para empresas e 45% para financeiras.Em paralelo, há outro projeto de isenção do IR em tramitação no Senado, apresentado por Renan Calheiros (PP-AL). O texto, originalmente apresentado em 2019, foi resgatado sob o argumento de que o texto da Câmara estava parado.Uma disputa política entre Lira e Renan é o pano de fundo da articulação dos projetos. Os dois devem concorrer ao Senado em 2026.

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Imposto de Renda: calculadora mostra quanto você deixará de pagar com nova isenção

Fonte: G1 Imposto de Renda | Publicado em: 26/03/2026 03:15

Economia Imposto de renda Imposto de Renda: calculadora mostra quanto você deixará de pagar com nova isenção O Senado aprovou nesta quarta-feira (5/11) o projeto que amplia a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil por mês. Trabalhadores com salário de até R$ 7.350 também serão beneficiados. A medida deverá ser sancionada pelo presidente Lula e entrar em vigor em 2026. Por André Catto, g1 — São Paulo

O Senado aprovou nesta quarta-feira (5) um projeto que amplia a faixa de isenção do Imposto de Renda (IR) para quem ganha até R$ 5 mil por mês.

O texto deverá ser sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para entrar em vigor em janeiro de 2026.

Além da isenção de IR para pessoas com renda mensal até R$ 5 mil (R$ 60 mil ao ano), o projeto prevê um desconto progressivamente menor para quem ganha até R$ 7.350 mensais.

O g1 elaborou, com o apoio da Confirp Contabilidade, uma calculadora que mostra quanto você vai deixar de pagar de IR a partir de janeiro de 2026.

O Senado aprovou nesta quarta-feira (5) um projeto que amplia a faixa de isenção do Imposto de Renda (IR) para quem ganha até R$ 5 mil por mês. O texto deverá ser sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para entrar em vigor em janeiro de 2026.

Além da isenção de IR para pessoas com renda mensal até R$ 5 mil (R$ 60 mil ao ano), o projeto prevê um desconto progressivamente menor para quem ganha até R$ 7.350 mensais. (veja mais abaixo)

O g1 elaborou, com o apoio da Confirp Contabilidade, uma calculadora que mostra quanto você vai deixar de pagar de IR a partir de janeiro de 2026.

🔎 A calculadora indica a redução do Imposto de Renda para rendimentos de até R$ 7.350 mensais, mas não considera a sobretaxa aplicada a quem recebe acima de R$ 50 mil por mês.

Na prática, esses são os valores que deixarão de ser descontados do salário todos os meses a partir de janeiro de 2026, caso o PL 1.087/25 avance.

O ganho para quem tem salário de R$ 5 mil será de R$ 312,89 por mês. Em um ano, considerando também o décimo terceiro salário, a economia pode chegar a R$ 4.067. Na prática, isso representa um aumento anual equivalente a 81,35% do salário de um mês. (veja exemplos mais abaixo)

O projeto aprovado ainda prevê uma mudança na sistemática de cobrança do IR para quem ganha até R$ 7.350, com desconto progressivamente menor para rendas a partir de R$ 5.001. Com isso, esse público também será beneficiado, mesmo que em menor escala.

Quem recebe R$ 7 mil por mês, por exemplo, deverá ter ganhos de R$ 46,61 mensais e de R$ 605,87 no ano, considerando o décimo terceiro salário.

Já os contribuintes que recebem acima dessa faixa não serão impactados pelas mudanças, pois a tabela progressiva do Imposto de Renda não é alterada pelo projeto. Nada muda também para quem ganha até R$ 3.036 — parcela já isenta pela tabela em vigor.

"Se a pessoa ganhar acima de R$ 7.350, ela não vai ter redução alguma: seguirá a tributação normal da tabela progressiva", pontua Welinton Mota, da Confirp.

🔎 Hoje, estão isentos do Imposto de Renda os contribuintes com renda tributável de até R$ 3.036 por mês — equivalente a dois salários mínimos. Com a proposta, essa faixa de isenção será ampliada para rendimentos de até R$ 5 mil mensais.

A ampliação da faixa de isenção do IR foi uma promessa de campanha do presidente Lula. O projeto deve incluir cerca de 10 milhões de contribuintes na lista de isentos a partir de 2026, ano de eleições.

A proposta foi apresentada pelo governo em março deste ano. O Planalto trabalha para concluir a análise do texto até o fim de 2025, para que a nova isenção entre em vigor já em 2026.

A proximidade do prazo para concluir a análise foi um dos fatores que levaram o relator da proposta no Senado, Renan Calheiros (MDB-AL), a não fazer mudanças no conteúdo do projeto aprovado pela Câmara dos Deputados.

Caso o projeto seja posteriormente sancionado, o Brasil terá mais de 26,6 milhões de contribuintes isentos do Imposto de Renda (aproximadamente 65% dos declarantes).

mais de 15,2 milhões de declarantes isentos atualmente;quase 2 milhões de pessoas isentas pela Lei n.º 15.191/25, que eleva a atual faixa de isenção para quem ganha até dois salários-mínimos por mês; equase 10 milhões de contribuintes que passarão a ser isentos com o PL 1.087/25.

Em 2026, a isenção do IR para quem recebe até R$ 5 mil terá um impacto estimado de R$ 25,8 bilhões. Para compensar a queda na arrecadação, a Câmara manteve a proposta do governo de aplicar uma alíquota progressiva de até 10% sobre rendimentos anuais superiores a R$ 600 mil.

Com a progressão do imposto, a alíquota máxima para pessoas de alta renda será aplicada a quem tiver ganhos anuais a partir de R$ 1,2 milhão. Segundo o projeto, a cobrança não irá atingir contribuintes que já pagam a alíquota de 27,5% do IR — ou seja, que já têm esse desconto em folha.

"Atualmente, os lucros e dividendos são isentos do IR. O projeto prevê que, a partir de 2026, eles sejam tributados em 10%, desde que a distribuição mensal para um mesmo sócio da empresa seja acima de R$ 50 mil", explica Welinton Mota, da Confirp Contabilidade.

Em março, o governo federal propôs ampliar a faixa de isenção do Imposto de Renda, a partir de 2026, de R$ 3.036 (dois salários mínimos) para R$ 5 mil.Além de ampliar a faixa de isenção, a equipe econômica também propôs uma isenção parcial para valores entre R$ 5 mil e R$ 7 mil por mês.Para compensar a perda de arrecadação com a ampliação da faixa de isenção do IR para rendimentos até R$ 5 mil mensais, o governo pretende taxar os super-ricos — ou seja, aqueles com renda mensal superior a R$ 50 mil (equivalente a R$ 600 mil por ano).O projeto do governo, relatado pelo deputado Arthur Lira (PP-AL), impede que a cobrança sobre dividendos de pessoa física e empresa supere 34% para empresas e 45% para financeiras.Em paralelo, havia outro projeto de isenção do IR em tramitação no Senado, apresentado por Renan Calheiros (PP-AL). O texto, originalmente apresentado em 2019, foi resgatado sob o argumento de que o texto da Câmara estava parado.Uma disputa política entre Lira e Renan é o pano de fundo da articulação dos projetos. Os dois devem concorrer ao Senado em 2026.

Imposto de Renda 2023: prazo para declaração vai de 15 de março a 31 de maio. — Foto: Marcos Serra/ g1

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Isenção do IR: cobrança mínima para a alta renda começa em R$ 0,10 com nova regra; entenda

Fonte: G1 Imposto de Renda | Publicado em: 26/03/2026 03:15

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,220-0,65%Dólar TurismoR$ 5,430-0,73%Euro ComercialR$ 6,035-0,86%Euro TurismoR$ 6,282-1,05%B3Ibovespa185.424 pts1,6%MoedasDólar ComercialR$ 5,220-0,65%Dólar TurismoR$ 5,430-0,73%Euro ComercialR$ 6,035-0,86%Euro TurismoR$ 6,282-1,05%B3Ibovespa185.424 pts1,6%MoedasDólar ComercialR$ 5,220-0,65%Dólar TurismoR$ 5,430-0,73%Euro ComercialR$ 6,035-0,86%Euro TurismoR$ 6,282-1,05%B3Ibovespa185.424 pts1,6%Oferecido por

Pessoas físicas com renda anual superior a R$ 600 mil — o equivalente a mais de R$ 50 mil por mês — estarão sujeitas a uma tributação mínima de até 10%.

Dessa forma, quem recebe um pouco acima do limite pagará uma alíquota reduzida, e o valor do imposto aumentará de forma gradual conforme a renda cresce.

A proposta busca corrigir uma distorção comum entre os contribuintes de maior renda: muitos declaram um pró-labore baixo, sujeito a poucos impostos, enquanto a maior parte dos ganhos vem da distribuição de lucros, que atualmente isenta.

O projeto prevê ampliar a faixa de isenção do Imposto de Renda de R$ 3.036 (dois salários-mínimos) para R$ 5 mil mensais a partir de 2026.

A ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil mensais será compensada pela criação de uma cobrança mínima para os contribuintes considerados de alta renda.

Segundo o projeto de lei 1087/25, pessoas físicas com renda anual superior a R$ 600 mil — o equivalente a mais de R$ 50 mil por mês — estarão sujeitas a uma tributação mínima de até 10%, aplicada apenas sobre o valor que exceder esse limite.

Dessa forma, quem recebe um pouco acima do limite pagará uma alíquota reduzida, e o valor do imposto aumentará de forma gradual conforme a renda cresce. (veja abaixo)

🔎 A nova tributação recai sobre lucros e dividendos, que hoje são isentos do Imposto de Renda. Já quem tem apenas o salário como fonte de renda não será afetado, pois continua sujeito à tabela progressiva do IR, com retenção em folha de até 27,5%.

O projeto foi aprovado pela Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (1º) e agora será encaminhado ao Senado, onde ainda pode passar por alterações.

É importante destacar que a cobrança mínima de imposto começa logo acima de R$ 600 mil — especificamente a partir de R$ 600.000,01 ao ano. Nesse valor, a alíquota é praticamente nula (0,000000%), e o imposto devido também é de R$ 0,00, embora tecnicamente já haja incidência.

Quem ganha R$ 600.001,00 paga cerca de R$ 0,10, com alíquota de 0,000017%;Uma renda um pouco maior, de R$ 600.010,00 ao ano, passa a ter alíquota de 0,000167%, gerando imposto de R$ 1,00;Quem recebe R$ 601 mil por ano terá alíquota de 0,0167%, equivalente a R$ 100,17 de imposto;Com R$ 602 mil anuais, a alíquota sobe para 0,0333%, resultando em R$ 200,67 de imposto mínimo;Para uma renda de R$ 605 mil, a alíquota mínima é de 0,0833%, correspondendo a R$ 504,17 de imposto;Quem recebe R$ 610 mil por ano terá alíquota de 0,1667%, com imposto mínimo de R$ 1.016,67;Com R$ 615 mil anuais, a alíquota chega a 0,25%, e o imposto mínimo será de R$ 1.537,50.

A proposta busca corrigir uma distorção comum entre os contribuintes de maior renda: muitos declaram um pró-labore baixo, sujeito a poucos impostos, enquanto a maior parte dos ganhos vem da distribuição de lucros, que atualmente isenta.

De acordo com Wesley Santiago, especialista em tributos e diretor da Macro Contabilidade e Consultoria, a medida passa a considerar toda a renda do contribuinte no cálculo do Imposto de Renda, já que esses perfis normalmente informam valores tributáveis menores.

“A lógica é que, no ajuste da Declaração de Imposto de Renda da Pessoa Física (DIRPF), seja calculado o total da renda de cada contribuinte, considerando o imposto já recolhido na fonte ou sob tributação exclusiva”, diz Santiago.

🔎 Dados de 2022 do Ministério da Fazenda mostram que a alíquota média efetiva do Imposto de Renda de quem ganha mais de R$ 600 mil por ano é de somente 2,54%. Esse grupo representa aproximadamente 0,13% dos contribuintes.

Se esse cálculo mostrar que a contribuição alcançou ou superou 10% do total, não haverá cobrança extra nem direito à restituição;Por outro lado, se a alíquota efetiva ficar abaixo de 10%, será cobrado um valor complementar.

O projeto prevê ampliar a faixa de isenção do Imposto de Renda de R$ 3.036 (dois salários-mínimos) para R$ 5 mil mensais a partir de 2026. A proposta inclui ainda isenção parcial para rendimentos acima de R$ 5 mil e até R$ 7,35 mil, beneficiando parte dos trabalhadores com maior renda formal.

Para compensar a perda de arrecadação com essa medida, a Receita Federal passará a tributar contribuintes de alta renda — chamados pelo governo de “super-ricos”, ou seja, aqueles com rendimento mensal acima de R$ 50 mil, equivalente a R$ 600 mil por ano.

No cálculo do imposto adicional a ser cobrado desses contribuintes, será considerada toda a renda recebida no ano, incluindo salário, aluguéis, dividendos e outros rendimentos.

Assim, não haverá um imposto específico para dividendos – mas eles passarão a ser incluídos na tributação da renda total da pessoa física.

ganhos com poupança;títulos isentos (LCI, LCA, LCD, CRI, CRAs, FIIs, Fiagros e debêntures incentivadas);herança;aposentadoria;pensão de moléstia grave, venda de bens;outros rendimentos mobiliários isentos;indenizações.

Há 6 horas Política Inelegível pelo TSECastro ainda pode disputar o Senado? Entenda os recursos possíveis

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Câmara aprova isenção de Imposto de Renda até R$ 5 mil – o que acontece agora?

Fonte: G1 Imposto de Renda | Publicado em: 26/03/2026 03:15

Economia Imposto de renda Câmara aprova isenção de Imposto de Renda até R$ 5 mil – o que acontece agora? Projeto aprovado por deputados federais nesta quarta-feira (01/10) foi apresentado pelo governo Lula; agora, senadores vão avaliar e votar o texto. Por Mariana Alvim

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (01/10), por unanimidade, a isenção do Imposto de Renda (IR) para pessoas que ganham até R$ 5 mil mensais, além de uma redução para aqueles que ganham entre R$ 5 mil e R$ 7.350.

O projeto de lei (PL) aprovado, prioritário para o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), agora segue para o Senado.

Em nota à BBC News Brasil, o Ministério da Fazenda afirmou que está trabalhando para que o projeto seja aprovado no Congresso até o fim do ano, para já valer para o ano-calendário de 2026 (o ano em que os rendimentos foram recebidos, os quais são declarados no ano-exercício; ou seja, a isenção se aplicaria ao imposto declarado em 2027).

"Segundo a Constituição, o IR deve observar somente a anterioridade anual, ou seja, o prazo legal para aprovação do PL para que produza efeitos a partir de 2026 é o final deste ano", escreveu o ministério.

O caminhar do projeto foi alinhado por Lula com os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), em reunião na terça (30/09).

O projeto aprovado na Câmara foi relatado pelo deputado federal Arthur Lira (PP-AL). O texto foi enviado pelo governo ao Legislativo em março.

Haddad, Motta e Lula em março, durante cerimônia que marcou o envio do projeto da isenção ao Congresso — Foto: Ricardo Stuckert/PR

O Senado também havia avançado com um projeto parecido, que estava parado há quatro anos e foi aprovado na semana passada na Comissão de Assuntos Econômicos, após o senador Renan Calheiros (MDB-AL) assumir sua relatoria.

Um ponto que causou apreensão no governo nesta quarta-feira, na véspera da aprovação na Câmara, foi a compensação da isenção.

Pelo projeto do governo e aprovado na Câmara, será criado um imposto mínimo de até 10% para contribuintes pessoa física com ganhos a partir de R$ 50 mil ao mês — ou R$ 600 mil ao ano —, de forma a compensar a perda de arrecadação com a isenção para rendas mais baixas.

A alíquota subiria gradativamente de zero a 10%, com o patamar máximo incidindo apenas sobre contribuintes com ganhos acima de R$ 1,2 milhão ao ano.

Segundo dados do governo federal, 141,4 mil pessoas passariam a contribuir pelo patamar mínimo do imposto — ou 0,06% da população total do país.

O governo afirma que essas pessoas, que recebem mais de R$ 600 mil por ano e que não contribuem atualmente com alíquota efetiva de até 10%, pagam atualmente uma alíquota efetiva média de 2,54%.

O governo calcula que perderá R$ 25,8 bilhões em 2026 com a ampliação da isenção do Imposto de Renda — mas que a tributação mínima das altas rendas gerará receita de R$ 25,2 bilhões.

Segundo reportagem do portal ICL Notícias, uma emenda apresentada na Comissão de Agricultura propôs, por exemplo, a eliminação do imposto para os mais ricos e exigiu que a isenção fosse compensada pelo corte de gastos do governo.

Outras tentaram alterar o regime tributário para beneficiar o agronegócio, como uma emenda que incluiria na isenção a receita bruta de atividade rural até R$ 508 mil anuais, com correção inflacionária.

Arthur Lira e Fernando Haddad em 18 de abril de 2023 — Foto: TON MOLINA/FOTOARENA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO

De mais de cem emendas apresentadas ao projeto, o relator Arthur Lira aceitou três, que tratam de detalhes sobre a cobrança do imposto de até 10% para os mais ricos e sobre a base de cálculo da tributação mínima do IR para cartórios e para empresas que aderem ao programa educacinal Prouni.

O limite atual de isenção para todos os brasileiros é de R$ 2.259 e, nos ganhos acima disso, são cobradas alíquotas progressivas até 27,5%. Mas o governo Lula usa um mecanismo de "desconto simplificado" que faz com que, na prática, a isenção beneficie quem ganha até dois salários mínimos (R$ 3.036).

Opositores chamam a proposta de "eleitoreira" e criticam seu impacto sobre o equilíbrio fiscal do governo.

Uma reportagem da BBC News Brasil com dados de um levantamento inédito do Sindifisco Nacional, sindicato que representa os auditores-fiscais da Receita Federal, mostrou que os super-ricos brasileiros (contribuintes com ganhos milionários) pagam proporcionalmente menos da metade do IR da classe média.

Os dados revelam que a tributação da renda dos contribuintes mais ricos apresentou tendência de queda nas duas últimas décadas, recuando quase 40% entre 2007 e 2023, devido aos ganhos mais elevados com dividendos — lucros distribuídos pelas empresas a acionistas que não são tributados no país desde 1996.

Por outro lado, brasileiros de ganho intermediário estão pagando cada vez mais imposto, devido ao congelamento da tabela do IR, que tem ficado defasada em relação à inflação.

Com isso, desde 2009, brasileiros milionários, com ganhos mensais acima de 320 salários mínimos, passaram a pagar proporcionalmente menos IR que a classe média — e a diferença entre os dois grupos vem aumentando ao longo dos anos.

Caso a proposta do governo seja aprovada no Congresso, brasileiros milionários passarão a pagar um patamar similar ao IR da classe média.

*Com informações de Daniel Gallas, da BBC News Brasil em Londres; e de Mariana Schreiber, da BBC News Brasil em Brasília

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Isenção do IR vai beneficiar 15 milhões, enquanto 150 mil de alta renda pagam a diferença

Fonte: G1 Imposto de Renda | Publicado em: 26/03/2026 03:15

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A ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda promete alterar de forma significativa o peso da tributação sobre diferentes grupos de contribuintes no Brasil.

Segundo dados da Receita Federal, a mudança representa um impacto direto sobre o universo de 40 milhões de declarantes.

O economista Bruno Carazza, comentarista do Jornal da Globo, destacou que cerca de 15 milhões de contribuintes deixarão de pagar ou passarão a recolher menos imposto.

Segundo ele, o desenho do projeto, no entanto, também deixa claro a dimensão da desigualdade de renda no Brasil. Um grupo estimado entre 140 mil e 150 mil pessoas — aqueles que ganham mais de R$ 50 mil mensais — passará a financiar a conta.

Esse contingente, ainda que pequeno, concentra parte significativa da renda do país e será atingido por alíquotas progressivas que podem chegar a 10%.

A ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda promete alterar de forma significativa o peso da tributação sobre diferentes grupos de contribuintes no Brasil. Segundo dados da Receita Federal, a mudança representa um impacto direto sobre o universo de 40 milhões de declarantes.

O economista Bruno Carazza, doutor em direito econômico pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), e comentarista do Jornal da Globo, destacou que cerca de 15 milhões de contribuintes deixarão de pagar ou passarão a recolher menos imposto.

🔎 Prevista para valer a partir de 2026, a medida prevê que quem ganha até R$ 5 mil mensais ficará isento do pagamento. Já rendas entre R$ 5 mil e R$ 7.350 terão uma isenção parcial, com descontos na alíquota.🔎 Atualmente, a tabela do Imposto de Renda funciona de forma progressiva. Ou seja, conforme o valor da renda aumenta, o contribuinte passa a pagar um imposto maior sobre aquela parcela de rendimentos. Hoje, estão isentos os contribuintes com renda tributável de até R$ 3.036 por mês — equivalente a dois salários mínimos.

Segundo ele, o desenho do projeto, no entanto, também deixa claro a dimensão da desigualdade de renda no Brasil: enquanto milhões de trabalhadores que ganham até R$ 7.350 serão beneficiados, um grupo estimado entre 140 mil e 150 mil pessoas — aqueles que ganham mais de R$ 50 mil mensais, ou R$ 600 mil por ano — passará a financiar a conta.

“Essa medida dá concretude à ideia de retirar os mais pobres da base de cobrança e transferir a responsabilidade para os mais ricos”, afirmou.

Esse contingente, ainda que pequeno, concentra parte significativa da renda do país e será atingido por alíquotas progressivas que podem chegar a 10%.

Carazza lembra que, após duas décadas de cobrança "mais suave", os contribuintes de alta renda voltarão a ter uma participação proporcional maior no sistema tributário.

Isso porque, no Brasil, diversos mecanismos reduzem a carga efetiva sobre os mais ricos, como a isenção de lucros e dividendos e a menor tributação sobre aplicações financeiras.

“Quanto maior a renda, menor é a proporção de imposto paga no país. O projeto busca corrigir essa distorção, estabelecendo um patamar mínimo de 10%”, aponta o economista.

🔎 A nova tributação recai sobre lucros e dividendos, que hoje são isentos do Imposto de Renda. Já quem tem apenas o salário como fonte de renda não será afetado, pois continua sujeito à tabela progressiva do IR, com retenção em folha de até 27,5%.

Apesar do avanço, o economista ressalta que a proposta ainda mantém brechas importantes. Continuam isentos, por exemplo, valores transmitidos por herança, seguros de vida e planos de previdência privada.

Apesar disso, para Carazza, a expectativa é que o debate em torno da reforma tributária avance gradualmente para reduzir privilégios e ampliar a justiça fiscal.

“A medida sinaliza uma mudança no modelo de arrecadação, ampliando o alcance da isenção para milhões de contribuintes de renda média e transferindo parte da responsabilidade para os que estão no topo da pirâmide econômica”, reforça o economista.

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