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Agência da ONU limita número de carregadores portáteis em voos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/03/2026 22:05

Tecnologia Agência da ONU limita número de carregadores portáteis em voos Passageiros só poderão levar dois powebanks por voos, e não poderão carregá-los durante o voo. Por Redação g1

A Organização da Aviação Civil Internacional (ICAO), agência da ONU, informou que o uso de powerbanks será limitado a duas unidades por passageiro em voos a partir de sexta-feira (27).

Restrições ao uso de carregadores portáteis já vinham sendo adotadas por companhias aéreas, como a Lufthansa, e por países como a Coreia do Sul, após incidentes recentes.

A Organização da Aviação Civil Internacional (ICAO), agência da Organização das Nações Unidas (ONU), informou que o uso de powerbanks será limitado a duas unidades por passageiro em voos a partir de sexta-feira (27).

Sediada em Montreal, a ICAO costuma estabelecer padrões globais para a aviação, geralmente adotados por seus 193 países-membros. No caso das novas regras para powerbanks, porém, a aplicação será imediata.

Restrições ao uso de carregadores portáteis já vinham sendo adotadas por companhias aéreas, como a Lufthansa, e por países como a Coreia do Sul, após incidentes recentes — entre eles, um incêndio em um avião da Air Busan, em 2025.

No início deste ano, um caso semelhante aconteceu no Brasil, quando um avião da Latam precisou desviar a rota após um powerbank explodir a bordo (veja vídeo abaixo).

Outro caso parecido aconteceu em agosto de 2025, quando um carregador portátil pegou fogo em um avião que fazia o trajeto entre São Paulo e Amsterdã. Vídeos publicados nas redes sociais mostraram o interior da aeronave tomado por fumaça (veja abaixo).

Especialistas explicam que incidentes com baterias de íon de lítio — usadas em celulares, notebooks e powerbanks — são raros.

Ainda assim, podem acontecer e existem regras específicas da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para reduzir perigos durante o transporte desses equipamentos (saiba mais aqui).

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Bacalhau é peixe ou modo de preparo? Conheça curiosidades sobre o prato ‘queridinho’ da Páscoa

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/03/2026 17:44

Agro Bacalhau é peixe ou modo de preparo? Conheça curiosidades sobre o prato 'queridinho' da Páscoa Muito consumido na Semana Santa, o bacalhau virou tradição no Brasil após a chegada dos portugueses, no século 19. Saiba mais. Por Carol Lorencetti, g1

Ele é carnívoro, se alimenta de camarões e outros crustáceos, e costuma viver em grandes cardumes, em águas frias, bem abaixo da superfície do mar.

Com o tempo, o prato se tornou símbolo de datas importantes, como a Sexta-feira Santa, quando parte da população evita o consumo de carne vermelha.

Presença garantida na mesa de muitos brasileiros durante a Semana Santa, o bacalhau ainda desperta curiosidade. Afinal, que peixe é esse? De onde ele vem? E quando começou a ser consumido no Brasil?

Para responder a essas e outras perguntas, o g1 preparou uma lista de informações sobre o prato queridinho da Páscoa. Confira:

A bióloga Amanda Gomes explica que duas espécies de peixes podem ser chamadas de bacalhau: o gadus morhua, que vive no Oceano Atlântico, e o gadus macrocephalus, encontrado no Oceano Pacífico.

Bacalhau-do-Atlântico ou bacalhau-da-Noruega (Gadus morhua) é o maior exemplar. — Foto: Divulgação/Redes Sociais

Ele também é carnívoro, se alimenta de camarões e outros crustáceos, e costuma viver em grandes cardumes, em águas frias, bem abaixo da superfície do mar — a mais de 200 metros de profundidade.

Há quem diga que bacalhau é modo de preparo, mas, na verdade, ele é o peixe e o seu modo de preparo é chamado de salga.

Esse processo ficou popular por volta do ano 1000, quando os europeus começaram a vender bacalhau em larga escala.

A conservação do peixe no sal permitia que ele fosse levado em navios, durante longas viagens. O sal desidrata a carne e faz com que ela fique preservada por mais tempo.

O hábito de comer bacalhau no Brasil começou com a chegada da coroa portuguesa, no século 19. Com o tempo, o prato se tornou símbolo de datas importantes, como a Sexta-feira Santa, quando parte da população evita o consumo de carne vermelha.

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Aena vence leilão do Aeroporto do Galeão com lance de R$ 2,9 bilhões e assume concessão até 2039

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/03/2026 17:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2480,12%Dólar TurismoR$ 5,4550,04%Euro ComercialR$ 6,013-0,39%Euro TurismoR$ 6,262-0,5%B3Ibovespa182.514 pts0,53%MoedasDólar ComercialR$ 5,2480,12%Dólar TurismoR$ 5,4550,04%Euro ComercialR$ 6,013-0,39%Euro TurismoR$ 6,262-0,5%B3Ibovespa182.514 pts0,53%MoedasDólar ComercialR$ 5,2480,12%Dólar TurismoR$ 5,4550,04%Euro ComercialR$ 6,013-0,39%Euro TurismoR$ 6,262-0,5%B3Ibovespa182.514 pts0,53%Oferecido por

Movimento de passageiros no Aeroporto Internacional Tom Jobim, o Galeão. — Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

A empresa espanhola Aena venceu nesta segunda-feira (30) o leilão de venda assistida do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, o Galeão, e ficará responsável pela operação do terminal até 2039.

O certame, realizado pelo Ministério de Portos e Aeroportos, teve início às 15h, na sede da bolsa de valores de São Paulo, a B3. Além da Aena, disputaram a concessão o Zurich Airport e o consórcio RIOgaleão.

O valor mínimo de outorga — pago ao governo pelo direito de explorar o Galeão — foi fixado em R$ 932,8 milhões. O lance final, de R$ 2,9 bilhões, representou um ágio de 210,88%, após uma disputa acirrada.

Com o Galeão, a Aena passa a administrar 18 aeroportos no Brasil, sendo a maior concessionária aeroportuária do país em número de terminais. Entre eles estão o aeroporto de Congonhas, na capital paulista, e os de Recife (PE) e Maceió (AL).

A Aena irá assumir a operação do Galeão. Atualmente, a concessionária RIOgaleão — formada pela Vinci Compass e pela Changi Airports — detém 51% das ações, enquanto a Infraero controla os outros 49%.

Com a venda assistida, RIOgaleão e Infraero deixarão o negócio, permitindo que a nova operadora assuma integralmente a concessão.

🔎 Diferentemente da concessão tradicional, que parte de um projeto novo, a venda assistida envolve a relicitação de um contrato já existente, renegociado para viabilizar a troca de operador — caso do Galeão.

O contrato prevê que a Aena poderá explorar, manter e ampliar a infraestrutura do aeroporto, além de assumir os direitos e obrigações previstos no novo acordo.

A venda assistida do Galeão foi definida em acordo entre o governo, a RIOgaleão e o Tribunal de Contas da União (TCU). O contrato passou por mudanças em relação ao formato original de 2013, em uma tentativa de tornar o negócio mais atrativo para novos operadores.

a substituição de uma contribuição fixa por um pagamento variável de 20% sobre o faturamento até 2039, repassado à União como taxa de concessão;o fim da obrigação de construir uma terceira pista;a saída da Infraero da sociedade; ea criação de um mecanismo de compensação relacionado ao Aeroporto Santos Dumont (SDU), um dos principais concorrentes do Galeão. Ou seja, se o governo alterar as restrições de operação do SDU, o novo controlador do Galeão poderá solicitar compensação.

Segundo a RIOgaleão, embora o número de passageiros ainda esteja bem abaixo da capacidade do aeroporto, de 37 milhões por ano, o volume de viajantes tem aumentado ano a ano.

Em 2025, por exemplo, 17,9 milhões de pessoas passaram pelo Galeão, um aumento de 23,4% em relação ao ano anterior, quando foram 14,5 milhões. O número representa uma média de 49 mil passageiros por dia.

Além disso, o aeroporto registra cerca de 340 voos domésticos e 110 voos internacionais por dia, entre pousos e decolagens.

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Tensão no Oriente Médio: EUA falam em retomar controle do Estreito de Ormuz e escolta de navios

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/03/2026 17:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2480,12%Dólar TurismoR$ 5,4550,04%Euro ComercialR$ 6,013-0,39%Euro TurismoR$ 6,262-0,5%B3Ibovespa182.522 pts0,53%MoedasDólar ComercialR$ 5,2480,12%Dólar TurismoR$ 5,4550,04%Euro ComercialR$ 6,013-0,39%Euro TurismoR$ 6,262-0,5%B3Ibovespa182.522 pts0,53%MoedasDólar ComercialR$ 5,2480,12%Dólar TurismoR$ 5,4550,04%Euro ComercialR$ 6,013-0,39%Euro TurismoR$ 6,262-0,5%B3Ibovespa182.522 pts0,53%Oferecido por

O porta-aviões USS Abraham Lincoln transitando pelo Estreito de Ormuz em 2019 — Foto: Zachary Pearson/U.S. Navy via AP

O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, afirmou nesta segunda-feira (30) que o país deve retomar o controle do Estreito de Ormuz e garantir a liberdade de navegação na região, considerada estratégica para o comércio global de petróleo.

Em entrevista ao programa “Fox & Friends”, da Fox News, Bessent disse que o mercado global segue bem abastecido, apesar das tensões recentes. Segundo ele, a circulação de navios já dá sinais de retomada.

“Com o tempo, os EUA vão retomar o controle do Estreito e haverá liberdade de navegação, seja por meio de escoltas dos EUA ou de uma escolta multinacional”, afirmou.

A declaração ocorre em um momento de incerteza sobre a segurança da rota, que liga o Golfo Pérsico ao restante do mundo e é responsável por escoar uma parcela significativa da produção de petróleo de grandes exportadores.

A fala de Bessent sinaliza confiança do governo americano em uma solução para a crise, embora ainda não haja prazo definido para a normalização completa do fluxo de embarcações. Ao mesmo tempo, reforça a pressão internacional por estabilidade na região.

Nos últimos dias, episódios envolvendo o tráfego marítimo e ações militares aumentaram a tensão. Dados de rastreamento indicam que dois navios porta-contêineres chineses conseguiram atravessar o estreito em uma nova tentativa de deixar o Golfo, após recuarem anteriormente.

Já no campo militar, o exército de Israel afirmou ter interceptado dois drones lançados do Iêmen. O ataque ocorreu após rebeldes houthis, alinhados ao Irã, dispararem mísseis contra Israel pela primeira vez desde o início da guerra envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã.

A instabilidade na região tem impacto direto sobre os preços do petróleo. O Estreito de Ormuz é considerado um dos principais gargalos logísticos do mundo, e qualquer interrupção ou risco elevado no transporte tende a encarecer o barril.

Segundo analistas, um eventual bloqueio também no Mar Vermelho — caso os houthis passem a atacar navios — poderia elevar os preços entre US$ 5 e US$ 10 por barril.

Esse movimento pressiona a inflação global, já que o aumento do custo dos combustíveis afeta cadeias produtivas em diversos países.

Em meio à escalada de tensão, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a pressionar o Irã. Ele exigiu que o país reabra o Estreito de Ormuz e alertou para possíveis ataques a instalações energéticas iranianas caso isso não ocorra.

Trump havia indicado anteriormente que poderia suspender ações contra a infraestrutura energética do Irã até 6 de abril, enquanto negociações ocorrem. Segundo ele, representantes dos dois países vêm se reunindo “direta e indiretamente”.

O governo iraniano, no entanto, classificou as propostas americanas como “irrealistas, ilógicas e excessivas” e voltou a lançar mísseis contra Israel.

Para analistas, o prazo estabelecido pelos EUA não foi suficiente para acalmar o mercado, que agora busca sinais concretos de redução das tensões.

Dados da consultoria Kpler mostram que as exportações de petróleo da Arábia Saudita redirecionadas para o porto de Yanbu, no Mar Vermelho, saltaram para 4,658 milhões de barris por dia na última semana.

Empresas do setor também monitoram a situação. A PetroChina, maior produtora de petróleo e gás da Ásia, afirmou que segue operando normalmente, embora cerca de 10% de seu fornecimento dependa da passagem pelo estreito.

Apesar disso, o fim de semana foi marcado por novos ataques na região, incluindo danos a um terminal em Omã e registros de mísseis no Kuwait e nas proximidades da Arábia Saudita.

O cenário, segundo especialistas, ainda é de cautela, com o mercado global atento aos próximos desdobramentos no Oriente Médio.

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CEO da Air Canada deixa cargo após ser criticado por não falar francês em vídeo sobre acidente que matou pilotos em Nova York

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/03/2026 15:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2500,16%Dólar TurismoR$ 5,445-0,13%Euro ComercialR$ 6,019-0,32%Euro TurismoR$ 6,256-0,59%B3Ibovespa182.468 pts0,5%MoedasDólar ComercialR$ 5,2500,16%Dólar TurismoR$ 5,445-0,13%Euro ComercialR$ 6,019-0,32%Euro TurismoR$ 6,256-0,59%B3Ibovespa182.468 pts0,5%MoedasDólar ComercialR$ 5,2500,16%Dólar TurismoR$ 5,445-0,13%Euro ComercialR$ 6,019-0,32%Euro TurismoR$ 6,256-0,59%B3Ibovespa182.468 pts0,5%Oferecido por

A Air Canada anunciou nesta segunda-feira (30) que seu CEO, Michael Rousseau, vai se aposentar ainda este ano.

A maior companhia aérea do Canadá, sediada na província francófona de Quebec, informou que Rousseau comunicou ao conselho que deixará o cargo até o fim do terceiro trimestre.

O Canadá é um país oficialmente bilíngue, e o primeiro-ministro Mark Carney afirmou que a decisão de aposentadoria de Rousseau é “apropriada”.

Mark Carney havia dito que a mensagem apenas em inglês demonstrava falta de compaixão e de discernimento. O premiê de Quebec e outras autoridades pediram a renúncia do executivo da companhia aérea.

A Air Canada anunciou nesta segunda-feira (30) que seu CEO, Michael Rousseau, vai se aposentar ainda este ano, após ser criticado por divulgar uma mensagem de condolências apenas em inglês após o acidente fatal ocorrido neste mês em Nova York.

A maior companhia aérea do Canadá, sediada na província francófona de Quebec, informou que Rousseau comunicou ao conselho que deixará o cargo até o fim do terceiro trimestre.

O Canadá é um país oficialmente bilíngue, e o primeiro-ministro Mark Carney afirmou que a decisão de aposentadoria de Rousseau é “apropriada”.

Mark Carney havia dito que a mensagem apenas em inglês demonstrava falta de compaixão e de discernimento. O premiê de Quebec e outras autoridades pediram a renúncia do executivo da companhia aérea.

“Saúdo a decisão do CEO da Air Canada, Michael Rousseau, de deixar o cargo. O conselho de administração da Air Canada terá de garantir que o próximo CEO fale francês”, afirmou o primeiro-ministro de Quebec, François Legault, em comunicado.

Forest e Mackenzie Gunther morreram quando o voo da Air Canada Jazz, vindo de Montreal, colidiu com um caminhão de bombeiros na pista logo após o pouso.

A maior companhia aérea do Canadá tem sede em Montreal. Rousseau já havia sido criticado anteriormente por não falar francês.

Ele divulgou sua mensagem de condolências em vídeo em inglês, com legendas em francês. O Gabinete do Comissário de Línguas Oficiais recebeu centenas de reclamações sobre o caso.

O ministro dos Transportes do Canadá, Steven MacKinnon, agradeceu a Rousseau em uma publicação nas redes sociais e afirmou que o governo continuará trabalhando de perto com a Air Canada para garantir que a empresa “ofereça um serviço seguro, confiável, acessível e bilíngue a todos os canadenses”.

Legault observou que, quando Rousseau foi nomeado presidente da companhia aérea em fevereiro de 2021, ele prometeu aprender francês.

A identidade de Quebec é motivo de controvérsia desde a década de 1760, quando os britânicos concluíram a tomada do território então chamado de Nova França. Cerca de 80% da população de Quebec fala francês.

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México negocia com empresas para vender petróleo a Cuba

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/03/2026 15:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2520,2%Dólar TurismoR$ 5,446-0,11%Euro ComercialR$ 6,021-0,26%Euro TurismoR$ 6,258-0,57%B3Ibovespa182.828 pts0,7%MoedasDólar ComercialR$ 5,2520,2%Dólar TurismoR$ 5,446-0,11%Euro ComercialR$ 6,021-0,26%Euro TurismoR$ 6,258-0,57%B3Ibovespa182.828 pts0,7%MoedasDólar ComercialR$ 5,2520,2%Dólar TurismoR$ 5,446-0,11%Euro ComercialR$ 6,021-0,26%Euro TurismoR$ 6,258-0,57%B3Ibovespa182.828 pts0,7%Oferecido por

Vista da refinaria da companhia de petróleo Pemex em Cadereyta, no México — Foto: Reuters/Daniel Becerril

O governo do México está em conversas com várias empresas privadas interessadas em comprar combustíveis da estatal Petróleos Mexicanos (Pemex) para revendê-los a companhias cubanas, informou a presidente Claudia Sheinbaum nesta segunda-feira (30).

Os comentários da presidente mexicana ocorrem após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmar que não tinha “nenhum problema” com o envio de petróleo russo a Cuba, depois de ter impedido a chegada à ilha de petróleo venezuelano e também de outros países, como o México, sob ameaça de tarifas aduaneiras.

“Há [empresas] privadas que se aproximaram de nós, por exemplo, para poder comprar combustível da Pemex e levá-lo elas mesmas às [empresas] privadas de Cuba (…) Há várias empresas, não apenas uma”, afirmou Sheinbaum durante sua coletiva de imprensa matinal.

No fim de fevereiro, o Departamento do Tesouro dos Estados Unidos anunciou que a venda de gás e outros combustíveis a Cuba poderia ser autorizada se destinada ao setor privado para suas atividades.

Sem citar nomes, a chefe de Estado mexicana indicou que se trata de empresas que atuam no transporte e na exportação de combustíveis.

Ela acrescentou que, em Cuba, existem empresas privadas, como redes hoteleiras, que precisam desses combustíveis e fazem acordos com essas companhias.

Pequenas e médias empresas privadas existem em Cuba desde 2021, após mais de meio século de proibição oficial. Em março passado, o governo de Havana também autorizou a criação de empresas mistas entre o Estado e o setor privado.

A ilha comunista enfrenta uma forte escassez de petróleo e está imersa em uma longa crise econômica e política, agravada pela falta de produtos básicos e pela multiplicação dos apagões, devido ao bloqueio de petróleo imposto por Washington.

Nesta segunda-feira, a Rússia informou que o petroleiro Anatoly Kolodkin, carregado com 730 mil barris de petróleo bruto, havia chegado a Cuba.

A interrupção do abastecimento de petróleo da Venezuela, seu principal fornecedor, ocorreu após a operação militar na qual os Estados Unidos depuseram o presidente Nicolás Maduro, em janeiro.

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Plano de demissão dos Correios tem adesão de 2,3 mil funcionários; número abaixo da meta

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/03/2026 15:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2500,15%Dólar TurismoR$ 5,446-0,12%Euro ComercialR$ 6,019-0,31%Euro TurismoR$ 6,256-0,6%B3Ibovespa182.541 pts0,54%MoedasDólar ComercialR$ 5,2500,15%Dólar TurismoR$ 5,446-0,12%Euro ComercialR$ 6,019-0,31%Euro TurismoR$ 6,256-0,6%B3Ibovespa182.541 pts0,54%MoedasDólar ComercialR$ 5,2500,15%Dólar TurismoR$ 5,446-0,12%Euro ComercialR$ 6,019-0,31%Euro TurismoR$ 6,256-0,6%B3Ibovespa182.541 pts0,54%Oferecido por

O Plano de Desligamento Voluntário (PDV) dos Correios registrou 2.347 adesões de funcionários até a manhã desta segunda-feira (30).

O número está bem abaixo da meta, que previa que 10 mil pessoas deixassem a empresa este ano, além da projeção de outros cinco mil em 2027.

O PDV é um pacote de incentivos oferecido por uma empresa para que seus funcionários peçam demissão por vontade própria.

Os Correios enfrentam uma crise sem precedentes e, na tentativa de equilibrar as contas, anunciaram, no fim de 2025, um amplo programa de reestruturação.

Correios prorrogam programa de demissões voluntárias até 7 de abril; adesão está bem abaixo da meta

Até a manhã desta segunda-feira (30), o Plano de Desligamento Voluntário (PDV) dos Correios registrou 2.347 adesões de funcionários, segundo a estatal. O número está bem abaixo da meta, que previa que 10 mil pessoas deixassem a empresa este ano, além da projeção de outros cinco mil em 2027.

🔎O PDV é um pacote de incentivos oferecido por uma empresa para que seus funcionários peçam demissão por vontade própria. Diferente de uma demissão comum, o PDV funciona como um acordo. Para a empresa, é uma forma de reduzir custos ou reestruturar o quadro de funcionários sem o impacto negativo de demissões em massa.

🗓️ Na sexta-feira (27), os Correios anunciaram a prorrogação do prazo de adesão ao programa até 7 de abril. Anteriormente, o período se encerraria nesta terça-feira (31).

Os Correios enfrentam uma crise sem precedentes e, na tentativa de equilibrar as contas, anunciaram, no fim de 2025, um amplo programa de reestruturação. (entenda a crise)

O plano inclui medidas como a contratação de empréstimos, a revisão do modelo de negócios e a implementação do próprio PDV, entre outras ações.

Segundo a estatal, a decisão busca “oferecer mais tempo e segurança” para que os empregados analisem as novas condições de assistência médica, incluindo a ampliação regional do Plano Família da Postal Saúde.

Apontado como um dos principais pilares do processo de reestruturação, o PDV tem como meta reduzir o quadro de pessoal em até 15 mil funcionários até 2027.

Em crise financeira histórica, Correios abrem prazo para funcionários pedirem demissão — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

A situação da empresa vem se deteriorando nos últimos quatro anos. Em 2022, a empresa fechou o balanço com um prejuízo de mais de R$ 700 milhões. Em 2024, o déficit pulou para R$ 2,5 bilhões. O rombo de 2025 ainda não foi oficialmente fechado.

Para manter as operações, os Correios contrataram um empréstimo de R$ 12 bilhões com cinco bancos e receberam no início de 2026 R$ 10 bilhões desse total. A operação só foi concluída após o Tesouro Nacional oferecer garantias, segundo a estatal.

O dinheiro será usado para quitar dívidas imediatas e sustentar a operação, mas a empresa admite que pode precisar de mais R$ 8 bilhões ao longo do ano.

No fim de 2025, o presidente dos Correios, Emmanoel Rondon, disse que o resultado negativo de 2026 pode chegar a R$ 23 bilhões se o ciclo de perdas não for interrompido.

Na tentativa de equilibrar as contas, os Correios anunciaram, no fim de 2025, um amplo programa de reestruturação. O programa prevê corte de R$ 2 bilhões em gastos com pessoal, venda de imóveis e fechamento de cerca de mil agências — hoje a empresa tem aproximadamente 5 mil unidades.

Segundo Rondon, o modelo econômico-financeiro da empresa deixou de ser viável. O plano busca reverter uma sequência de 12 trimestres consecutivos de prejuízos.

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Como as criptomoedas estão movimentando a guerra na Rússia e no Irã?

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/03/2026 14:52

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2490,13%Dólar TurismoR$ 5,445-0,14%Euro ComercialR$ 6,016-0,36%Euro TurismoR$ 6,256-0,59%B3Ibovespa182.614 pts0,58%MoedasDólar ComercialR$ 5,2490,13%Dólar TurismoR$ 5,445-0,14%Euro ComercialR$ 6,016-0,36%Euro TurismoR$ 6,256-0,59%B3Ibovespa182.614 pts0,58%MoedasDólar ComercialR$ 5,2490,13%Dólar TurismoR$ 5,445-0,14%Euro ComercialR$ 6,016-0,36%Euro TurismoR$ 6,256-0,59%B3Ibovespa182.614 pts0,58%Oferecido por

Grupos ligados à Rússia e ao Irã estão utilizando cada vez mais criptomoedas para financiar a compra de drones e componentes militares de baixo custo.

Os drones disponíveis comercialmente se tornaram centrais para as guerras travadas ao redor do mundo, principalmente na Ucrânia e Oriente Médio.

Como os drones de baixo custo estão amplamente disponíveis em plataformas globais de comércio eletrônico, muitas vezes é um desafio para as autoridades rastrearem quem está por trás das compras e qual pode ser sua intenção com os produtos.

Embora a maioria das compras de drones seja feita de maneira tradicional, as redes de aquisição estão se cruzando cada vez mais com o blockchain, o registro digital no qual as criptomoedas se baseiam.

Um drone atinge um prédio residencial durante um ataque russo com mísseis e drones, em meio à ofensiva da Rússia contra a Ucrânia, em Kiev — Foto: Gleb Garanich/Reuters

Grupos ligados à Rússia e ao Irã estão utilizando cada vez mais criptomoedas para financiar a compra de drones e componentes militares de baixo custo, de acordo com um novo relatório da empresa de análise de blockchain Chainalysis.

Os drones disponíveis comercialmente se tornaram centrais para as guerras travadas ao redor do mundo, principalmente na Ucrânia e Oriente Médio. Como os drones de baixo custo estão amplamente disponíveis em plataformas globais de comércio eletrônico, muitas vezes é um desafio para as autoridades rastrearem quem está por trás das compras e qual pode ser sua intenção com os produtos.

Embora a maioria das compras de drones seja feita de maneira tradicional, as redes de aquisição estão se cruzando cada vez mais com o blockchain, o registro digital no qual as criptomoedas se baseiam, descobriu a Chainalysis. Esse registro permite que os investigadores mapeiem o caminho de uma transação desde sua origem até seu destino.

🪙 O que é blockchain? Blockchain é um tipo de banco de dados digital que registra informações em blocos encadeados e protegidos por criptografia. Esses registros são compartilhados entre vários computadores, o que dificulta fraudes e alterações, garantindo mais transparência e segurança nas transações.

LEIA MAIS: Como Irã criou drones 'suicidas' de baixo custo para provocar caos no Oriente Médio

Os pesquisadores de blockchain da Chainalysis conseguiram rastrear o fluxo de criptomoedas de carteiras individuais conectadas a desenvolvedores de drones ou grupos paramilitares para a compra de drones de baixo custo e seus componentes de fornecedores em sites de comércio eletrônico.

Desde a invasão da Ucrânia pela Rússia em 2022, grupos pró-Rússia arrecadaram mais de US$ 8,3 milhões em doações de criptomoedas, e os drones estão entre as compras especificamente discriminadas feitas com essas doações, segundo o levantamento.

"No blockchain, há essa oportunidade incrível, uma vez que você identificou o fornecedor, de ver a atividade da contraparte e fazer avaliações que ajudam a esclarecer essa utilização e a intenção por trás da compra", disse Andrew Fierman, chefe de inteligência de segurança nacional da Chainalysis.

A Chainalysis conseguiu comparar transações com moedas digitais valendo entre US$ 2.200 e US$ 3.500 com os preços exatos de drones e componentes em plataformas de comércio eletrônico, disse Fierman.

"Vimos tudo, desde a solicitação dos drones e das peças e quanto eles estavam querendo obter, até as fotos que mostravam que eles compraram esses produtos", disse ele.

O estudo também descobriu que grupos ligados ao Irã estão usando criptomoedas para adquirir peças de drones e vender equipamentos militares. Ele destacou especificamente uma carteira de criptomoedas com conexões com o Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã, comprando peças de drones de um fornecedor com sede em Hong Kong.

Sem dúvida, o volume total de criptomoedas vinculado à aquisição de drones continua pequeno em comparação com os gastos militares gerais, mas o levantamento afirma que o blockchain poderia ajudar as autoridades a rastrearem melhor as compras que, de outra forma, poderiam permanecer obscuras.

"O blockchain pode fornecer muitas informações que não estão necessariamente disponíveis tradicionalmente", disse Fierman.

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Juiz suspende parte da reforma trabalhista de Milei; jornada de 12h e regras sobre greves são afetadas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/03/2026 14:03

Trabalho e Carreira Juiz suspende parte da reforma trabalhista de Milei; jornada de 12h e regras sobre greves são afetadas Decisão provisória atinge 82 artigos da lei e barra mudanças em jornada, demissões e atuação de sindicatos; Governo de Milei ainda pode recorrer. Por Redação g1 — São Paulo

Parlamentares da oposição discutem com o presidente da Câmara dos Deputados da Argentina — Foto: REUTERS/Alessia Maccioni

A Justiça da Argentina suspendeu trechos da reforma trabalhista do presidente Javier Milei que previam mudanças nas regras de trabalho e direitos dos trabalhadores. A decisão é provisória e atinge 82 artigos da lei, segundo a agência de notícias France Presse (AFP).

ampliação da jornada de trabalho para até 12 horas diárias, com possibilidade de compensação conforme a demanda, sem pagamento de horas extras;redução do valor das indenizações por demissão;possibilidade de parcelamento das indenizações;restrições ao direito de greve;regras que dificultavam o reconhecimento de vínculo empregatício.

A reforma foi aprovada pelo Senado argentino no fim de fevereiro, após uma sessão marcada por tensão, protestos nas ruas e divergências entre parlamentares.

O texto avançou como uma das principais apostas do governo para flexibilizar o mercado de trabalho. Desde então, sindicatos passaram a questionar a legalidade de vários pontos e recorreram à Justiça.

Segundo informações publicadas pelos jornais La Nación e Clarín, o juiz do trabalho Raúl Horacio Ojeda suspendeu a aplicação de 82 artigos de mais de 200 que a lei contém, atendendo a um pedido da Confederação Geral do Trabalho (CGT). A decisão é provisória e vale até o julgamento definitivo do caso.

A suspensão é temporária. Ou seja, o caso ainda será analisado no mérito e os artigos ficam sem efeito. O governo pode recorrer para tentar reverter a decisão.

"Com a concessão da medida cautelar, ambas as partes (Estado e CGT) procurarão chegar à sentença definitiva o mais rápido possível e em paz social", afirma o juiz Raúl Ojeda em sua decisão.

De acordo com os jornais La Nación e Clarín, a disputa mantém o embate entre o governo Milei, que defende a flexibilização das regras trabalhistas, e os sindicatos, que veem perda de direitos nas mudanças aprovadas pelo Congresso.

A decisão atinge o núcleo da reforma, que alterava regras de jornada, demissões e organização do trabalho.

Entre os pontos suspensos estão a possibilidade de ampliar a jornada diária com compensação de horas, a redução e o parcelamento das indenizações e as restrições ao direito de greve, como a exigência de funcionamento mínimo durante paralisações, de acordo com o La Nación.

A reforma também previa mudanças nas formas de contratação. Parte dessas regras deixa de valer com a decisão.

Ficam suspensas ainda medidas que dificultavam o reconhecimento de vínculo empregatício e ampliavam a classificação de trabalhadores como autônomos, incluindo profissionais de aplicativos. Também perde efeito a regra que eliminava o princípio de interpretação da lei em favor do trabalhador, segundo o La Nación.

De acordo com o Clarín, deixam de valer regras que limitavam assembleias, reduziam a atuação de representantes e restringiam a proteção sindical. Também ficam suspensas as medidas que priorizavam acordos firmados dentro das empresas, abrindo espaço para negociações com possível redução salarial.

A decisão ainda interrompe outros pontos relevantes da reforma. Segundo o La Nación, seguem sem efeito:

a revogação da lei do teletrabalho;a criação de banco de horas por acordo individual;o fracionamento obrigatório das férias;a criação do Fundo de Assistência ao Trabalhador (FAL), que substituiria indenizações.

O juiz avaliou que o fundo não garantiria proteção adequada e poderia gerar impactos na Previdência.

Ao Clarín, ele citou o “perigo da demora” e afirmou que a aplicação das regras poderia causar danos irreparáveis caso a lei seja considerada inconstitucional no julgamento final.

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Pix fora do ar? Usuários do Banco do Brasil reclamam de instabilidade no serviço nesta segunda-feira (30)

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/03/2026 14:03

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2450,07%Dólar TurismoR$ 5,443-0,17%Euro ComercialR$ 6,012-0,4%Euro TurismoR$ 6,254-0,62%B3Ibovespa183.493 pts1,07%MoedasDólar ComercialR$ 5,2450,07%Dólar TurismoR$ 5,443-0,17%Euro ComercialR$ 6,012-0,4%Euro TurismoR$ 6,254-0,62%B3Ibovespa183.493 pts1,07%MoedasDólar ComercialR$ 5,2450,07%Dólar TurismoR$ 5,443-0,17%Euro ComercialR$ 6,012-0,4%Euro TurismoR$ 6,254-0,62%B3Ibovespa183.493 pts1,07%Oferecido por

De acordo com o site Downdetector, que monitora falhas em plataformas digitais, houve um pico de reclamações por volta das 12h30.

Usuários relatam dificuldade para realizar transferências via Pix nesta segunda-feira (30). De acordo com o site Downdetector, que monitora falhas em plataformas digitais, houve um pico de reclamações por volta das 12h30. O serviço também registrou aumento nas queixas relacionadas ao Banco do Brasil no mesmo período.

“O Banco do Brasil informa que o Pix Pagamento está momentaneamente indisponível. O BB lamenta o ocorrido e atua para restabelecer o serviço com a maior brevidade possível”, disse o banco em comunicado.

Downdetector registra diversas reclamações sobre o Pix nesta segunda-feira — Foto: Reprodução/Downdetector

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