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Petrobras eleva preços do querosene de aviação em 55%, diz agência

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/04/2026 10:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,173-0,12%Dólar TurismoR$ 5,363-0,45%Euro ComercialR$ 6,0090,37%Euro TurismoR$ 6,2390,04%B3Ibovespa188.529 pts0,57%MoedasDólar ComercialR$ 5,173-0,12%Dólar TurismoR$ 5,363-0,45%Euro ComercialR$ 6,0090,37%Euro TurismoR$ 6,2390,04%B3Ibovespa188.529 pts0,57%MoedasDólar ComercialR$ 5,173-0,12%Dólar TurismoR$ 5,363-0,45%Euro ComercialR$ 6,0090,37%Euro TurismoR$ 6,2390,04%B3Ibovespa188.529 pts0,57%Oferecido por

A Petrobras elevou o preço médio de venda do querosene de aviação (QAV) em cerca de 55% para as distribuidoras em abril, segundo informações da agência Reuters.

Os ajustes do QAV da Petrobras ocorrem todo começo de mês, conforme previsto em contratos. O g1 procurou a Petrobras para confirmar o reajuste e também solicitou posicionamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Até a última atualização desta reportagem, porém, não havia recebido resposta.

Nesta semana, o Grupo Abra, holding que controla a companhia aérea Gol, também informou que a Petrobras elevaria os preços do querosene de aviação em 55% a partir desta quarta-feira (1º).

Segundo a empresa, o reajuste ocorre em meio à alta do petróleo no mercado internacional, impulsionada pela guerra envolvendo Estados Unidos e Israel contra o Irã.

Em março, o reajuste havia sido de 9,4%, também em decorrência dos preços do barril do petróleo no mercado internacional neste ano.

Se confirmado, o aumento pode ampliar a pressão sobre o setor aéreo brasileiro, em um momento em que duas das maiores companhias do país, Gol e Azul, ainda se recuperam de processos recentes de reestruturação de dívidas.

🔎 O querosene de aviação é um dos principais custos das companhias aéreas. No Brasil, ele representa mais de 30% das despesas operacionais do setor. A Petrobras, maior produtora de petróleo do país, responde pela maior parte do refino e pela oferta desse combustível no mercado nacional.

Nesta quarta-feira, o preço do barril de petróleo tipo Brent caía 1,80%, a US$ 102,10, por volta das 10h13. Ontem, o combustível fechou em US$ 103,97.

Desde o início da guerra, o preço do barril de petróleo saltou de cerca de US$ 60 para mais de US$ 115. Com isso, o produto caminha para encerrar março com a maior alta desde 1990.

A alta do combustível, associada à tensão no Oriente Médio, tem afetado companhias aéreas em diferentes países. Com custos maiores, empresas do setor tendem a repassar parte desse impacto para as passagens ou revisar suas projeções financeiras.

O diretor financeiro da Abra, Manuel Irarrazaval, afirmou que o aumento anunciado pela Petrobras para abril será “moderado” quando comparado à alta observada no mercado internacional.

Segundo ele, a política de reajustes mensais ajuda as companhias aéreas a lidar com variações nos custos ao longo do tempo.

Ainda assim, o executivo disse, em conferência com analistas, que a empresa pode precisar elevar os preços das passagens sempre que o combustível ficar mais caro. De acordo com ele, um aumento de US$ 1 por galão no preço do querosene de aviação pode exigir uma alta de cerca de 10% nas tarifas.

A Azul informou na semana passada que já aumentou o preço médio das passagens em mais de 20% ao longo de três semanas. A empresa também anunciou que pretende limitar o crescimento de sua operação para lidar com o aumento do combustível.

Entre as medidas previstas está a redução de 1% na oferta de voos domésticos no segundo trimestre.

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Após carga roubada de KitKat, Nestlé lança plataforma para usuário checar origem de chocolate

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 01/04/2026 10:47

Economia Negócios Após carga roubada de KitKat, Nestlé lança plataforma para usuário checar origem de chocolate Por Redação g1

Nestlé denuncia roubo de carga com 12 toneladas barras de KitKat na Europa — Foto: REUTERS/Hannah McKay/Foto ilustrativa/Foto de arquivo

A Nestlé lançou uma plataforma para rastrear unidades do chocolate KitKat após o roubo de uma carga de 12 toneladas do produto durante na Europa no último mês de março.

A plataforma chamada “rastreador de KitKat roubado” permite que o usuário utilize o código referente ao lote do produto para conferir se aquela unidade pertence à carga que foi roubada.

Em uma nota divulgada neste domingo (29), a KitKat confirmou que a carga do produto foi roubada no deslocamento entre a fábrica na área central da Itália e o destino final, na Polônia.

A empresa também afirmou que o abastecimento não será afetado e disse estar trabalhando de perto com as autoridades locais para auxiliar na investigação, mas tranquilizou os consumidores:

"A boa notícia: não há preocupações para a segurança do consumidor e o abastecimento não foi afetado", afirmam.

O caso aconteceu pouco tempo antes da Páscoa, o que gerou certa apreensão sobre a possibilidade de escassez justamente nessa data. (relembre abaixo)

A carga de 12 toneladas do chocolate KitKat desapareceu na semana passada durante uma viagem até centros de produção e distribuição, indicou.

A Nestlé confirmou em um comunicado que "um caminhão que transportava 413.793 unidades da sua nova linha de chocolates foi roubado durante o transporte na Europa".

"Sempre incentivamos as pessoas a fazerem uma pausa com o KitKat", comentou um porta-voz da marca, citando o slogan da barra de chocolate. "Mas parece que os ladrões levaram a mensagem muito a sério e roubaram mais de 12 toneladas do nosso chocolate", acrescentou.

O caminhão roubado saiu do centro da Itália e seguia para a Polônia, com a missão de distribuir as barras em vários países ao longo do trajeto.

A empresa não informou onde a mercadoria desapareceu, mas indicou que "o veículo e seu conteúdo continuam desaparecidos".

"As investigações prosseguem em estreita colaboração com as autoridades locais e os parceiros da cadeia de suprimentos", acrescentou.

Também advertiu que as barras de chocolate roubadas "podem entrar em canais de venda não oficiais nos mercados europeus".

A Nestlé destacou que é possível rastrear os produtos roubados escaneando os códigos de lote de cada barra.

"Se uma correspondência for localizada, o sistema apresentará instruções claras sobre como alertar a KitKat, que então compartilhará as provas de maneira adequada", indicou.

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Entenda o acordo entre governo e estados para subsidiar o diesel e conter a alta dos preços

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/04/2026 09:49

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,179-1,31%Dólar TurismoR$ 5,387-1,24%Euro ComercialR$ 5,985-0,46%Euro TurismoR$ 6,237-0,4%B3Ibovespa187.462 pts2,71%MoedasDólar ComercialR$ 5,179-1,31%Dólar TurismoR$ 5,387-1,24%Euro ComercialR$ 5,985-0,46%Euro TurismoR$ 6,237-0,4%B3Ibovespa187.462 pts2,71%MoedasDólar ComercialR$ 5,179-1,31%Dólar TurismoR$ 5,387-1,24%Euro ComercialR$ 5,985-0,46%Euro TurismoR$ 6,237-0,4%B3Ibovespa187.462 pts2,71%Oferecido por

O governo federal e os estados chegaram a um acordo para conceder apoio financeiro à importação de diesel, em uma tentativa de conter a alta dos preços do combustível no país.

A medida surge em meio à disparada do petróleo no mercado internacional, impulsionada por tensões no Oriente Médio, que aumentaram os custos e trouxeram incertezas sobre o abastecimento.

Como o Brasil ainda depende da importação de parte do diesel que consome, o cenário externo tem impacto direto nos preços internos e no custo de vida da população.

Diante disso, União e governos estaduais decidiram atuar de forma conjunta para reduzir esse efeito no curto prazo e garantir maior estabilidade no fornecimento.

A proposta estabelece uma subvenção total de R$ 1,20 por litro de diesel importado. Esse valor será dividido igualmente entre os entes federativos: R$ 0,60 pagos pela União e R$ 0,60 pelos estados.

O governo federal e pelo menos 20 estados chegaram a um acordo para conceder apoio financeiro à importação de diesel, em uma tentativa de conter a alta dos preços do combustível no país.

A medida surge em meio à disparada do petróleo no mercado internacional, impulsionada por tensões no Oriente Médio, que aumentaram os custos e trouxeram incertezas sobre o abastecimento.

Como o Brasil ainda depende da importação de parte do diesel que consome, o cenário externo tem impacto direto nos preços internos e no custo de vida da população.

Diante disso, União e governos estaduais decidiram atuar de forma conjunta para reduzir esse efeito no curto prazo e garantir maior estabilidade no fornecimento.

O que foi decidido?Qual será o valor do subsídio?Quem terá direito ao benefício?Qual é o objetivo da medida?Por quanto tempo o subsídio vai valer?Os estados são obrigados a participar?Como será a participação dos estados?Por que o governo não reduziu impostos diretamente?Essa medida substitui outras ações já anunciadas?Por que o diesel está subindo?Qual é o impacto disso para a população?O acordo já está valendo?

O governo federal e os estados apresentaram uma proposta conjunta para criar uma subvenção — ou seja, um apoio financeiro — ao diesel importado.

A medida foi discutida no âmbito do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), presidido pelo Ministério da Fazenda, e do Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz), em São Paulo, e tem como objetivo reduzir os impactos da alta internacional do petróleo sobre o mercado interno.

Na prática, o poder público passa a arcar com parte do custo do combustível importado, tentando evitar repasses mais intensos ao consumidor final.

A proposta estabelece uma subvenção total de R$ 1,20 por litro de diesel importado. Esse valor será dividido igualmente entre os entes federativos: R$ 0,60 pagos pela União e R$ 0,60 pelos estados. Somado ao subsídio anterior concedido pela União, de R$ 0,32, a subvenção total chega a R$ 1,52.

A divisão busca repartir o custo da medida e facilitar a adesão dos governos estaduais, reduzindo a pressão sobre apenas um nível de governo.

O benefício será direcionado aos importadores de diesel, empresas responsáveis por trazer o combustível do exterior para complementar a oferta no país.

Como o Brasil ainda depende da importação para atender parte da demanda interna, o apoio busca garantir que essas operações continuem ocorrendo mesmo em um cenário de preços elevados no mercado internacional.

O principal objetivo é garantir a previsibilidade e a segurança no abastecimento de diesel no país, além de conter a pressão de alta nos preços. Com o aumento do petróleo no mercado internacional, o custo do diesel sobe rapidamente, o que pode gerar risco de desabastecimento ou aumentos mais bruscos.

A medida terá caráter temporário e deve vigorar por até dois meses. O prazo limitado foi definido para evitar que a política se torne permanente e gere um impacto duradouro nas contas públicas.

A ideia é atuar apenas durante o período mais crítico da alta de preços, preservando o caráter emergencial da ação.

Não. A adesão à proposta é voluntária, o que significa que cada estado pode decidir se participa ou não do programa. Apesar disso, a maioria já sinalizou apoio. Levantamento do g1 mostra que pelo menos 20 estados indicaram adesão à proposta.

A expectativa do governo é que a ampla participação aumente a efetividade da medida no controle dos preços.

A contribuição dos estados será proporcional ao volume de diesel consumido em cada unidade da federação. Ou seja, estados com maior consumo tendem a arcar com uma parcela maior do custo.

Além disso, ficou definido que as cotas dos estados que optarem por não participar não serão redistribuídas entre os demais, preservando o caráter voluntário do acordo.

Uma proposta inicial previa zerar o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre a importação de diesel, com compensação parcial da União pelas perdas de arrecadação dos estados.

No entanto, a ideia enfrentou resistência, já que os governos estaduais argumentaram que ainda se recuperam de perdas anteriores e que a redução do imposto poderia afetar o financiamento de serviços públicos.

Diante disso, a alternativa encontrada foi o subsídio direto, considerado mais viável politicamente.

Não. A subvenção se soma a outras iniciativas já adotadas pelo governo federal para conter a alta do diesel. Entre elas estão a isenção de tributos federais, como PIS e Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), e um subsídio anterior concedido pela União, de R$ 0,32.

O conjunto de medidas busca reduzir o impacto acumulado da alta internacional do petróleo sobre os preços internos.

A alta do diesel está diretamente ligada ao aumento do preço do petróleo no mercado internacional. Esse movimento foi intensificado por tensões e conflitos no Oriente Médio, que afetaram rotas estratégicas de transporte, como o Estreito de Ormuz.

Com menos oferta ou maior risco logístico, os preços sobem, e esse aumento acaba sendo repassado para combustíveis como o diesel.

O diesel é o principal combustível usado no transporte de cargas no Brasil. Por isso, quando seu preço sobe, há um efeito em cadeia na economia. O custo maior do frete tende a ser repassado para alimentos, produtos industrializados e serviços, pressionando a inflação.

Ainda não. A proposta precisa ser formalizada por meio de uma medida provisória (MP), que deve detalhar as regras de funcionamento do programa. Só após essa etapa a subvenção poderá começar a ser aplicada na prática.

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Dólar abre atento a sinais de possível trégua na guerra no Irã

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/04/2026 09:49

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,179-1,31%Dólar TurismoR$ 5,387-1,24%Euro ComercialR$ 5,985-0,46%Euro TurismoR$ 6,237-0,4%B3Ibovespa187.462 pts2,71%MoedasDólar ComercialR$ 5,179-1,31%Dólar TurismoR$ 5,387-1,24%Euro ComercialR$ 5,985-0,46%Euro TurismoR$ 6,237-0,4%B3Ibovespa187.462 pts2,71%MoedasDólar ComercialR$ 5,179-1,31%Dólar TurismoR$ 5,387-1,24%Euro ComercialR$ 5,985-0,46%Euro TurismoR$ 6,237-0,4%B3Ibovespa187.462 pts2,71%Oferecido por

O dólar iniciou a sessão desta quarta-feira (1º) em queda, recuando 0,44% na abertura, aos R$ 5,1561. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

O clima nos mercados globais segue influenciado pelos desdobramentos da guerra envolvendo Irã, Estados Unidos e Israel. Sinais de possível redução das tensões têm sustentado o otimismo dos investidores e pressionado os preços do petróleo.

▶️ Nos EUA, o presidente Donald Trump afirmou que o conflito com o Irã pode chegar ao fim em duas a três semanas, mesmo sem um acordo formal com Teerã. O republicano também declarou na terça-feira que o país deixará o território persa “muito em breve”.

Com a possibilidade de desescalada da guerra, os preços do petróleo recuam no mercado internacional. Um pouco antes das 9h (horário de Brasília), os contratos do barril do Brent para junho caíam 2,37%, negociados a US$ 101,51.

▶️ No Brasil, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o governo fará esforços para evitar uma alta no preço do diesel, combustível que influencia o custo dos alimentos. Ele também declarou que a guerra no Irã não pode prejudicar os brasileiros.

Para tentar segurar o preço do diesel, o governo federal e os estados anunciaram uma subvenção para importadores do combustível. O incentivo será de R$ 1,20 por litro importado, sendo metade bancada pela União e metade pelos estados.

▶️ Na agenda econômica, os investidores acompanham a divulgação de dados de emprego no setor privado dos EUA, medidos pela ADP, além dos índices de gerentes de compras (PMI) da indústria calculados pela S&P Global e pelo Instituto para Gestão da Oferta (ISM).

Donald Trump disse a assessores que está disposto a encerrar a guerra contra o Irã mesmo com o Estreito de Ormuz fechado. As informações foram reveladas pelo jornal "The Wall Street Journal" na segunda-feira (30), com base em relatos de autoridades.

Segundo a reportagem, nos últimos dias, Trump e conselheiros avaliaram que uma operação para reabrir totalmente a rota marítima — por onde passa grande parte do petróleo mundial — prolongaria o conflito além do prazo de seis semanas prometido pelo presidente.

O bloqueio do Estreito de Ormuz pelo Irã tem pressionado os preços do petróleo e afetado diversos setores ao redor do mundo.O impacto pode prejudicar a economia dos Estados Unidos em um ano de eleições para a Câmara e o Senado.

Diante disso, Trump teria afirmado que os EUA devem focar nos principais objetivos da guerra: enfraquecer a marinha iraniana e reduzir a capacidade de mísseis do país. A partir daí, os ataques seriam reduzidos, em uma tentativa de pressionar o Irã a reabrir o Estreito de Ormuz.

Já nesta terça-feira, os EUA anunciaram que sobrevoaram o Irã pela primeira vez desde o início da guerra com bombardeiros B-52. As aeronaves têm capacidade nuclear e são consideradas a "espinha dorsal" da força de bombardeiros estratégicos americanos.

As informações foram reveladas primeiro pelo jornal The New York Times. A ação no espaço aéreo iraniano sugere enfraquecimento das forças do Irã, já que esse tipo de aeronave, apesar de potente, é mais vulnerável a sistemas de defesa antiaérea.

Segundo o general Dan Caine, chefe do Estado-Maior Conjunto dos EUA, os B-52 devem ser usados para bombardear cadeias de suprimentos que abastecem instalações de construção de mísseis, drones e navios do Irã.

As bolsas ao redor do mundo operam em alta nesta quarta-feira após sinais de possível redução das tensões na guerra envolvendo Irã, EUA e Israel.

O movimento ganhou força depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou na terça-feira que os ataques americanos ao Irã podem terminar em duas ou três semanas.

Com a perspectiva de diminuição do conflito, o preço do petróleo recuou e chegou a cair brevemente abaixo de US$ 100 por barril, o que ajudou a sustentar o clima mais positivo nos mercados.

Em Wall Street, os contratos futuros das bolsas operam em alta. Os futuros do Dow Jones e do S&P 500 avançavam 0,4%, enquanto os do Nasdaq subiam 0,6%.

Na Europa, as principais bolsas também registravam ganhos nas primeiras negociações do dia. O índice FTSE 100, do Reino Unido, subia 1,8%, para 10.356,41 pontos. O CAC 40, da França, avançava 1,3%, para 7.920,89, e o DAX, da Alemanha, ganhava 1,6%, para 23.052,89.

Na Ásia, os mercados fecharam em alta. Em Hong Kong, o Hang Seng avançou 2,2%, para 25.339,45 pontos, enquanto o índice composto de Xangai terminou o dia com alta de 1,5%, aos 3.948,55 pontos. Já o Nikkei, de Tóquio, subiu 5,2%, para 53.739,68 pontos.

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Quando cai o quinto dia útil de abril? Confira as datas de pagamento dos trabalhadores CLT

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/04/2026 08:53

Trabalho e Carreira Quando cai o quinto dia útil de abril? Confira as datas de pagamento dos trabalhadores CLT Regra trabalhista define prazo máximo para o depósito e considera sábados na contagem dos dias úteis. Por Redação g1 — São Paulo

Para o pagamento de salários, a contagem dos dias úteis inclui os sábados e desconsidera apenas domingos e feriados.

A regra está prevista no artigo 459 da Consolidação das Leis do Trabalho, que determina que o empregador deve efetuar o pagamento até o quinto dia útil do mês seguinte ao trabalhado.

Se a empresa não cumprir o prazo, o trabalhador pode cobrar judicialmente o valor devido, com correção monetária.

Um novo mês começa e, como de costume, muitos trabalhadores já enxergam no horizonte o pagamento de seus salários. Muitas empresas mantêm o costume de fazer o depósito nos primeiros dias de cada mês — mas quando cai o quinto dia útil de abril neste ano?

Neste mês, a data será no dia 7, terça-feira. Para o pagamento de salários, a contagem dos dias úteis inclui os sábados e desconsidera apenas domingos e feriados. A regra está prevista no artigo 459 da Consolidação das Leis do Trabalho, que determina que o empregador deve efetuar o pagamento até o quinto dia útil do mês seguinte ao trabalhado.

1° dia útil: 1º de abril, quarta-feira;2° dia útil: 2 de abril, quinta-feira;3 de abril, sexta-feira — FERIADO;3° dia útil: 4 de abril, sábado;4° dia útil: 6 de abril, segunda-feira5° dia útil: 7 de abril, terça-feira.

Neste ano, a maioria das datas de pagamento para trabalhadores com carteira assinada cai em dias úteis da semana. Veja abaixo:

Abril: Terça-feira, dia 7Maio: Quinta-feira, dia 7Junho: Sexta-feira, dia 5Julho: Segunda-feira, dia 6Agosto: Quinta-feira, dia 6Setembro: Sexta-feira, dia 4 (5º dia útil no sábado)Outubro: Terça-feira, dia 6Novembro: Sexta-feira, dia 6 (5º dia útil no sábado)Dezembro: Sexta-feira, dia 4 (5º dia útil no sábado)

De acordo com o artigo 459 da Consolidação das Leis do Trabalho, o pagamento deve ser feito até o quinto dia útil do mês seguinte. Se a empresa não cumprir o prazo, o trabalhador pode cobrar judicialmente o valor devido, com correção monetária. O sindicato também pode entrar com ação contra o empregador.

Em casos de atrasos recorrentes, a Justiça do Trabalho entende que há descumprimento do contrato, o que pode justificar a rescisão indireta — quando o funcionário deixa o emprego com direito às verbas de uma demissão sem justa causa.

Além disso, a empresa pode ser autuada pelo Ministério do Trabalho e Emprego, com multa por trabalhador prejudicado, e ainda ser alvo de investigação pelo Ministério Público do Trabalho.

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O país da Europa que promete milhares de empregos a brasileiros e vistos que saem em 2 semanas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/04/2026 08:53

Trabalho e Carreira O país da Europa que promete milhares de empregos a brasileiros e vistos que saem em 2 semanas A Finlândia, o 'país mais feliz do mundo', quer contratar 140 mil trabalhadores até 2035 para a área de tecnologia, e os brasileiros estão entre os principais alvos dessas vagas. Mas o que é preciso para trabalhar lá? Por Pedro Martins — Londres

Torcedor da Finlândia em jogo de tênis na cidade espanhola de Málaga, em 2024 — Foto: Clive Brunskill/Getty Images for ITF

Se todos os brasileiros que vivem na Finlândia se reunissem, não encheriam uma única arquibancada de um estádio de futebol — são, afinal, 2.611 pessoas, segundo o Ministério das Relações Exteriores. Mas, daqui a alguns anos, talvez lotem um estádio inteiro.

O governo finlandês diz que as empresas do país planejam contratar 140 mil trabalhadores até 2035 para a área de tecnologia, e os brasileiros estão entre os principais alvos dessas vagas, ao lado de indianos e vietnamitas.

Para isso, a Finlândia pretende agilizar a concessão de vistos, reduzindo o prazo de emissão para até duas semanas, caso o estrangeiro tenha uma proposta de trabalho, e negocia com o Brasil um acordo bilateral de previdência social.

Na prática, isso permitiria que os brasileiros que trabalharem na Finlândia, que lidera o ranking dos países mais felizes do mundo, mantenham o direito à aposentadoria no Brasil caso decidam retornar.

A expectativa de preencher 140 mil vagas, com brasileiros entre os profissionais visados, se ancora em duas mudanças profundas no mercado de trabalho finlandês.

A primeira é o crescimento do setor de tecnologia no país, com o surgimento de startups ligadas a pesquisadores recém-formados e também de empresas que buscam uma alternativa ao alto custo de operação em outras partes da Europa.

A segunda é a dificuldade de contratar e manter trabalhadores da Rússia e da Ucrânia, que eram parte importante da mão de obra estrangeira na Finlândia, em razão da guerra que já dura quatro anos e não tem previsão de término.

Quem diz isso é Laura Lindemann, diretora do Work in Finland, órgão governamental voltado à promoção do mercado finlandês e à atração de estrangeiros, ao explicar por que os brasileiros passaram a ser buscados.

"Avaliamos diferentes países sob a perspectiva das empresas finlandesas e da internacionalização — onde elas estão, para onde exportam ou querem exportar — e também onde há grande oferta de profissionais", afirma Lindemann.

"Também foi considerado o fato de a Finlândia já estar presente no país, com escritório da Business Finland, uma embaixada, ou seja, não é preciso começar tudo do zero. As conexões entre Finlândia e Brasil já existem."

Biblioteca Central de Helsinque Oodi, em Helsinque, capital da Finlândia — Foto: Kimmo Brandt/EPA/Shutterstock

Mas há ainda um terceiro fator — e, talvez, o mais importante: a Finlândia depende da imigração para evitar o encolhimento populacional, afirma a executiva, amparando-se em dados do Statistics Finland, órgão que tem como seu equivalente no Brasil, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Hoje, nove em cada dez municípios finlandeses registram mais mortes do que nascimentos. "A Finlândia está envelhecendo, e não pode haver um gargalo para o crescimento do país por falta de talentos", diz Lindemann.

"Estimamos que, nos próximos anos, 1 milhão de finlandeses vão se aposentar. É um número enorme para um país com pouco menos de 6 milhões de habitantes."

Auroras boreais em Rovaniemi, na Lapônia, um dos maiores atrativos turísticos da Finlândia — Foto: Alexander Kuznetsov/Handout via Reuters

Atualmente, há quase 800 vagas abertas, segundo o Work in Finland. A instituição reúne grande parte das oportunidades em seu portal, mas há posições oferecidas apenas nos sites das empresas — por isso, os interessados devem ampliar a busca.

As oportunidades envolvem formações em diversos campos, segundo Lindemann. "Todas as áreas das ciências naturais são necessárias — matemática, física, química —, porque são importantes para o setor de deep tech, que concentra os novos negócios na Finlândia."

"Deep tech significa que há pesquisa e, a partir dela, surgem inovações que são comercializadas. Inteligência artificial, computação quântica, semicondutores, microchips, tecnologia voltada à saúde — estamos falando desse campo", diz a executiva.

"Empresas como a IQM, a Bluefors e a SemiQon trabalham com isso e estão se expandindo rapidamente."

É preciso, portanto, ter interesse em pesquisa. No país, aliás, pesquisadores que estão fazendo um doutorado são tratados como profissionais e, em sua maioria, são funcionários das universidades.

"Nossas universidades e empresas trabalham muito próximas, e o setor público também atua bastante com elas, financiando a pesquisa e o desenvolvimento desses ecossistemas", diz Lindemann.

Ela acrescenta que o setor de desenvolvimento de software, embora também seja valorizado, está em profunda transformação por causa do avanço da inteligência artificial.

"Então, nesta área, não basta ter apenas habilidades básicas. É preciso ter algo a mais."

Todas as posições requerem domínio do inglês. Para obter um visto de trabalho, não há exigência de um nível mínimo padronizado de proficiência, como ocorre no Reino Unido, por exemplo. Mas é preciso saber se comunicar com fluidez.

Lindemann diz que o finlandês e o sueco — línguas oficiais do país, a depender da região — são diferenciais importantes, mas não obrigatórios.

Espera-se, contudo, que o profissional tenha interesse em aprender ao menos o finlandês após se mudar, principalmente se tiver interesse em assumir posições de liderança no futuro.

Lindemann pontua que a Finlândia enfrenta uma taxa de desemprego de quase 11%, bem mais alta do que a do Brasil, por exemplo.

Mas afirma que trabalhadores estrangeiros, com competências diferentes das disponíveis localmente, podem ajudar o país a superar esses desafios.

"Especialmente em uma situação como esta, de alto desemprego, precisamos de crescimento — e é por isso que precisamos dos melhores talentos para gerá-lo", diz a executiva.

Ela acrescenta que muitas das pessoas hoje sem trabalho não podem ser contratadas para as vagas abertas porque não atendem aos requisitos.

Com o envelhecimento da população, muitos não têm formação em áreas mais contemporâneas, como computação quântica, hoje entre as mais aquecidas no país.

"Os empregadores precisam primeiro verificar se há talentos disponíveis na Finlândia ou na União Europeia. Somente se não encontrarem ninguém é que podem contratar fora", diz Lindemann.

"Mas, quando se trata de pesquisadores, não há esse tipo de restrição, porque essas empresas dependem essencialmente de talentos internacionais. Elas precisam dos melhores do mundo em suas áreas."

A Finlândia não espera que os brasileiros deixem seu país sem dar nada em troca, diz a diretora do Work in Finland.

Lindemann lista algumas diferenças entre os dois países no que diz respeito ao mercado de trabalho, que, em sua avaliação, proporcionam um equilíbrio mais saudável entre vida pessoal e profissional.

A começar pela jornada de trabalho, em geral de 37,5 horas semanais, contra as 44 do Brasil. Há ainda de 25 a 30 dias úteis de férias, e não 30 dias corridos — o que, na prática, significa mais descanso.

Mas talvez a maior diferença esteja na licença parental. Para as mães, é de cerca de dez meses e meio, contra quatro meses no Brasil; para os pais, são cerca de cinco meses, ante os atuais cinco dias úteis no Brasil (recentemente ampliados para 10 dias a partir do próximo ano e progressivamente ampliados até chegar a 20 dias a partir de 2029).

Não é raro ver um brasileiro se surpreender ao descobrir que a Finlândia está no topo do ranking dos países mais felizes do mundo, enquanto o Brasil, tão associado à alegria, hoje ocupa a 32ª posição.

É importante, diz a diretora do Work in Finland, saber o que esperar do país antes de decidir se mudar para lá.

Trata-se de um lugar frio, onde as temperaturas podem chegar a -20°C, e, no inverno, a noite pode durar quase o dia todo.

Isso acontece porque o ranking da felicidade se baseia em uma única pergunta, em que os entrevistados avaliam suas vidas com notas de zero a dez.

Eles são instigados a imaginar uma escada, em que o topo representa a melhor vida possível, e a base, a pior. Então, respondem em que degrau consideram estar hoje.

São feitos ainda questionamentos sobre liberdade e emoções, que não são usados para ordenar os países, mas para entender por que cada um ocupa determinada posição e o que puxa sua nota para cima ou para baixo.

Não é, portanto, uma pesquisa que pergunta se alguém se sente alegre ou se sorri com frequência, mas algo que busca avaliar a qualidade de vida. Em geral, são entrevistadas cerca de mil pessoas por país a cada ano.

"Um dos motivos pelos quais os brasileiros deveriam se mudar para a Finlândia é a alegria que poderiam trazer, somada à felicidade finlandesa", diz Lindemann.

"Também temos alegria, mas seria positivo ter esse tipo de atitude diante da vida que os brasileiros têm. Seria uma combinação perfeita."

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

SpaceX reúne 21 bancos para mega IPO com codinome Projeto Apex

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/04/2026 08:53

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,179-1,31%Dólar TurismoR$ 5,387-1,24%Euro ComercialR$ 5,985-0,46%Euro TurismoR$ 6,237-0,4%B3Ibovespa187.462 pts2,71%MoedasDólar ComercialR$ 5,179-1,31%Dólar TurismoR$ 5,387-1,24%Euro ComercialR$ 5,985-0,46%Euro TurismoR$ 6,237-0,4%B3Ibovespa187.462 pts2,71%MoedasDólar ComercialR$ 5,179-1,31%Dólar TurismoR$ 5,387-1,24%Euro ComercialR$ 5,985-0,46%Euro TurismoR$ 6,237-0,4%B3Ibovespa187.462 pts2,71%Oferecido por

A SpaceX está trabalhando com pelo menos 21 bancos em sua aguardada oferta pública inicial, disseram fontes familiarizadas com o assunto na terça-feira (31).

A listagem, cujo codinome interno é Projeto Apex, deve ser uma das estreias mais acompanhadas do mercado de ações em Wall Street.

A expectativa é que a oferta pública, prevista para junho, avalie a empresa de foguetes controlada pelo fundador e presidente-executivo Elon Musk em US$ 1,75 trilhão.

Morgan Stanley, Goldman Sachs, JPMorgan Chase, Bank of America e Citigroup atuam como coordenadores principais da oferta.

A SpaceX está trabalhando com pelo menos 21 bancos em sua aguardada oferta pública inicial, disseram fontes familiarizadas com o assunto na terça-feira (31), formando um dos maiores grupos de subscrição dos últimos anos.

A listagem, cujo codinome interno é Projeto Apex, deve ser uma das estreias mais acompanhadas do mercado de ações em Wall Street. A expectativa é que a oferta pública, prevista para junho, avalie a empresa de foguetes controlada pelo fundador e presidente-executivo Elon Musk em US$ 1,75 trilhão.

Morgan Stanley, Goldman Sachs, JPMorgan Chase, Bank of America e Citigroup atuam como coordenadores principais da oferta — ou seja, são os bancos responsáveis por liderar a operação —, segundo as fontes, que pediram anonimato porque o processo não é público.

Cerca de metade dos bancos envolvidos ainda não havia sido divulgada. O tamanho do grupo destaca a dimensão e a complexidade da oferta planejada.

Allen & Co Barclays BTG Pactual do Brasil Deutsche Bank ING Groep, da Holanda Macquarie Mizuho Needham & Co Raymond James Royal Bank of Canada Société Générale Banco Santander Stifel UBS Wells Fargo William Blair

Espera-se que os bancos atuem junto a investidores institucionais, clientes de alta renda e varejo, além de operarem em diferentes regiões geográficas, informou a Reuters anteriormente.

A SpaceX, sediada no Texas, não respondeu imediatamente ao pedido de comentário. Bank of America, Barclays, Deutsche Bank, Goldman Sachs, JPMorgan, Mizuho, Santander e Wells Fargo não quiseram comentar. Os demais bancos também não responderam aos pedidos.

Nos últimos anos, grandes consórcios em ofertas públicas iniciais tornaram-se mais comuns em operações de grande porte.

A fabricante de chips ARM Holdings trabalhou com cerca de 30 bancos em sua listagem de 2023, enquanto o Alibaba Group reuniu um grupo de tamanho semelhante de instituições para sua estreia recorde em 2014.

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Buquês comestíveis, gigantes ou de açúcar: empreendedores inovam com presente clássico e faturam até R$ 1,4 milhão

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 01/04/2026 06:58

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Buquês comestíveis, gigantes ou de açúcar: empreendedores inovam com presente clássico e faturam até R$ 1,4 milhão De flores feitas de açúcar a arranjos gigantes com mil rosas e buquês de cupcakes, empreendedores em São Paulo, Brasília e Salvador mostram como a criatividade pode transformar um presente tradicional em um negócio lucrativo — e cheio de significado. Por PEGN

Em São Paulo, flores que parecem naturais são, na verdade, feitas de açúcar. Em Brasília, buquês gigantes com até mil rosas viraram sensação nas redes sociais.

Já em Salvador, cupcakes decorados substituem flores em arranjos comestíveis. Apesar das diferenças, os três empreendedores têm algo em comum: criatividade e empreendedorismo.

Conheça negócios inovadores que reinventaram buquê com ideias que misturam arte, gastronomia e marketing. Empresários estão provando que esse presente pode ir muito além do tradicional.

Dar flores é um gesto clássico em datas especiais, mas alguns empreendedores brasileiros estão provando que o buquê pode ir muito além do tradicional. Em três cidades do país, negócios inovadores reinventaram esse presente com ideias que misturam arte, gastronomia e marketing.

Em São Paulo, flores que parecem naturais são, na verdade, feitas de açúcar. Em Brasília, buquês gigantes com até mil rosas viraram sensação nas redes sociais.

Já em Salvador, cupcakes decorados substituem flores em arranjos comestíveis. Apesar das diferenças, todos têm algo em comum: criatividade e empreendedorismo.

Na capital paulista, a empreendedora Rossana Schrappe transformou a delicadeza das flores em uma forma de arte comestível. No ateliê, ela cria buquês feitos de açúcar, modelados manualmente para imitar flores naturais.

“Quem é que não gosta de uma flor? Agora, quando a pessoa descobre que ela é feita de açúcar, fica encantada. Tem o apelo visual e também o da doçura”, diz a empreendedora.

O negócio começou quando Rossana decidiu buscar uma nova atividade profissional e fez cursos de bolos decorados. A habilidade manual e o interesse pela estética das flores acabaram definindo o caminho do empreendimento.

A ideia do buquê surgiu quase por acaso, quando uma amiga pediu um presente diferente para alguém hospitalizado. Rossana criou então o primeiro arranjo de flores de açúcar — e percebeu o potencial do produto.

Com investimento inicial de cerca de R$ 200 mil, ela abriu um ateliê especializado em bolos decorados e buquês artísticos. As peças são feitas com açúcar impalpável e outros ingredientes que garantem resistência e acabamento delicado.

Os buquês podem custar a partir de R$ 2 mil, já que cada flor é feita manualmente e exige horas de trabalho e estudo botânico para reproduzir cores e formatos com fidelidade.

“Eu virei uma espécie de botânica. Estudo flores, desmonto pétalas, observo cores. Meu diferencial é a delicadeza e a similaridade com a flor natural”, afirma.

Em Brasília, a estratégia foi oposta: em vez da delicadeza minuciosa, a aposta foi no impacto visual. Os empreendedores Camilla Cauhi e Matheus Fonseca criaram uma floricultura que ficou conhecida pelos buquês gigantes, que podem chegar a mil rosas.

Matheus cresceu em meio ao universo das flores, já que seus pais têm uma floricultura há mais de quatro décadas na capital federal. Camilla, por sua vez, sempre trabalhou com vendas. Ao unirem as habilidades, decidiram abrir um negócio próprio.

No começo, a operação era totalmente online. Mas os primeiros passos foram difíceis. “A gente errou muito no início. Perdemos dinheiro e tivemos problemas de logística”, conta Camilla.

Em um dos episódios, o casal chegou a perder R$ 8 mil após um investimento mal planejado em equipamentos. Com o tempo, os empreendedores reorganizaram a operação e decidiram apostar em um diferencial: buquês cada vez maiores.

Hoje, os arranjos variam bastante de tamanho. Um buquê com 50 rosas custa cerca de R$ 900, enquanto um com 100 rosas chega a R$ 1.800. Já as versões gigantes, com mil rosas, podem custar até R$ 18 mil.

O marketing digital teve papel fundamental no crescimento do negócio. Vídeos bem-humorados e bastidores do trabalho nas redes sociais ajudaram a atrair seguidores e clientes. A estratégia deu resultado: a empresa hoje registra faturamento anual de cerca de R$ 1,4 milhão.

Em Salvador, a empreendedora Patrícia Seixas encontrou inspiração nas redes sociais para criar um negócio diferente: buquês feitos de cupcakes. A ideia surgiu quando ela viu na internet uma noiva segurando um arranjo de bolinhos decorados.

Na época, Patrícia trabalhava como executiva de contas e viajava constantemente pela Bahia e Sergipe. O novo projeto começou como uma renda extra.

“Eu vi aquele buquê de cupcakes e me encantei. Pensei que poderia ser uma alternativa de renda”, conta.

O investimento inicial foi pequeno: cerca de R$ 2 mil. Mas empreender na capital baiana trouxe um desafio inesperado: o calor. As primeiras receitas derretiam rapidamente, o que exigiu testes e adaptações.

Patrícia passou a desenvolver uma massa e cobertura mais resistentes ao clima local, além de buscar cursos de confeitaria para aperfeiçoar a decoração dos cupcakes.

Hoje, os buquês custam em média R$ 140, e o negócio gera faturamento anual de cerca de R$ 72 mil. Mais do que vender doces, ela diz que o produto entrega emoção.

“Eu não vendo apenas um bolo. Eu vendo uma experiência. Não é só vender, é emocionar”, afirma.

📍 Endereço: Rua Odilon Dorea 249 – Brotas Salvador/ BA – CEP 40.285.450📞 Telefone: (71)99965-7354📧 E-mail: patriciavss71@gmail.com📸 Instagram: https://www.instagram.com/bukecake

📍 Endereço: QRSW 4 lote 1 – comercio local – Sudoeste / Octogonal / Cruzeiro – Sudoeste Brasília/DF – CEP: 70675-400📞 Telefone: (61) 98164-1195📧 E-mail: millacauhi.fonseca25@gmail.com🌐 Site: www.floriculturabrasilia.com.br📸 Instagram: https://www.instagram.com/flores_em_brasilia/

📍 Endereço: Rua Peixoto Gomide 1677 studio 4 -Jardim Paulista – São Paulo/SP – CEP: 01409-003📧 E-mail: homemadecakes@homemadecakes.com.br📸 Instagram: https://www.instagram.com/homemadecakes/📘 Facebook: https://www.facebook.com/homemadeflowersbyrossana?locale=pt_BR

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Licença-paternidade ampliada não vale de imediato; veja quando regra chega a 20 dias

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/04/2026 06:15

Trabalho e Carreira Licença-paternidade ampliada não vale de imediato; veja quando regra chega a 20 dias Mudança sancionada pelo presidente Lula tem uma regra de transição e entra em vigor de forma escalonada até 2029. Nova lei também cria o salário‑paternidade e amplia o acesso ao benefício. Por Redação g1 — São Paulo

A lei que amplia a licença-paternidade de cinco para até 20 dias, sancionada nesta terça-feira (31) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), não entra em vigor de uma só vez.

A mudança será implementada de forma gradual, com regras de transição que começam a valer em 2027 e só atingem o prazo máximo em 2029.

Até lá, pais de recém-nascidos, crianças adotadas ou sob guarda precisam ficar atentos ao cronograma, às situações em que o benefício pode ser ampliado e às novas garantias previstas na legislação.

A ampliação da licença-paternidade era discutida no Congresso Nacional há mais de uma década e encerra uma espera de 38 anos pela regulamentação de um direito previsto na Constituição de 1988.

O texto sancionado cria o chamado salário‑paternidade, incorpora o benefício às regras da Previdência Social e amplia o número de trabalhadores que poderão ter acesso ao afastamento remunerado.

A lei que amplia a licença-paternidade de cinco para até 20 dias, sancionada nesta terça-feira (31) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), não entra em vigor de uma só vez.

A mudança será implementada de forma gradual, com regras de transição que começam a valer em 2027 e só atingem o prazo máximo em 2029. Até lá, pais de recém-nascidos, crianças adotadas ou sob guarda precisam ficar atentos ao cronograma, às situações em que o benefício pode ser ampliado e às novas garantias previstas na legislação.

A ampliação da licença-paternidade era discutida no Congresso Nacional há mais de uma década e encerra uma espera de 38 anos pela regulamentação de um direito previsto na Constituição de 1988.

O texto sancionado cria o chamado salário‑paternidade, incorpora o benefício às regras da Previdência Social e amplia o número de trabalhadores que poderão ter acesso ao afastamento remunerado.

10 dias, a partir de 1º de janeiro de 2027;15 dias, a partir de 1º de janeiro de 2028;20 dias, a partir de 1º de janeiro de 2029.

➡️ Até o início de 2027, permanece válida a regra atual, que garante cinco dias corridos de licença-paternidade, pagos pela empresa.

A transição, segundo parlamentares e especialistas, foi desenhada para permitir a adaptação gradual das empresas e do sistema previdenciário ao novo modelo.

Quem paga durante a fase de transição?Quem terá direito à licença-paternidade ampliada?Em que situações o benefício pode ser negado?Como fica em casais homoafetivos?O trabalhador terá estabilidade?Como fica o Programa Empresa Cidadã?Avanço histórico

Uma das principais mudanças trazidas pela nova lei é a criação do salário‑paternidade, que passa a ter natureza de benefício previdenciário, nos moldes do salário‑maternidade.

Na prática, a empresa continuará pagando o salário do trabalhador durante o período de afastamento e, depois, será reembolsada pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O empregado terá direito à remuneração integral ou ao valor equivalente à média dos últimos seis salários de contribuição.

A regra também permite que a licença seja emendada às férias, mas não autoriza a divisão do período.

Outra mudança relevante é a ampliação do número de trabalhadores que passam a ter acesso ao benefício. Além dos empregados com carteira assinada, a nova lei inclui:

trabalhadores autônomos;empregados domésticos;microempreendedores individuais (MEIs);demais segurados do INSS.

Pela nova lei, o benefício poderá ser negado ou suspenso em casos de violência doméstica ou familiar, além de situações de abandono material — quando o pai deixa de prestar assistência financeira à criança.

O salário-paternidade também poderá ser suspenso caso o trabalhador não se afaste efetivamente de suas atividades durante o período da licença.

Falecimento da mãe: O pai ou companheiro passa a ter direito ao período da licença-maternidade, que varia de 120 a 180 dias.Criança com deficiência: Caso o recém-nascido — ou a criança ou adolescente adotado — tenha deficiência, a licença-paternidade será ampliada em um terço. Na prática, isso pode representar cerca de 13, 20 ou aproximadamente 27 dias, dependendo da fase de implementação da nova regra.Adoção ou guarda unilateral: Quando o pai adota sozinho a criança ou obtém a guarda sem a participação da mãe ou de um companheiro, ele também terá direito ao período equivalente ao da licença-maternidade.Parto antecipado: A licença-paternidade também será estendida e garantida nesses casos, independente do motivo para atencipação do parto.Internação da mãe ou do recém-nascido: O início da licença poderá ser adiado e passará a contar apenas após a alta hospitalar da mãe ou da criança.Ausência do nome da mãe no registro civil: Se no registro de nascimento não constar o nome da mãe, o pai terá direito a uma licença equivalente à licença-maternidade de 120 dias, além da estabilidade no emprego prevista nesses casos.

O Supremo Tribunal Federal já decidiu, em casos específicos, pela concessão de licença-maternidade em casais homoafetivos. No entanto, a aplicação das regras para casais formados por dois homens ainda depende de análise caso a caso.

De acordo com a nova lei, um dos integrantes do casal poderá receber a equiparação à licença e ao salário-maternidade.

O texto também estabelece que, em casos de adoção por casais homoafetivos, uma pessoa poderá usufruir do período referente à licença-maternidade, enquanto a outra terá direito ao período vinculado à licença-paternidade.

Assim como ocorre com as trabalhadoras grávidas, o projeto cria uma proteção contra demissão sem justa causa.

A proposta proíbe a demissão arbitrária durante o período da licença e também por até 30 dias após o retorno ao trabalho.

Caso o trabalhador seja dispensado nesse período, poderá ter direito à reintegração ao emprego ou a uma indenização equivalente ao dobro da remuneração referente ao período de estabilidade.

Empresas participantes do Programa Empresa Cidadã poderão continuar ampliando a licença-paternidade em 15 dias adicionais em troca de deduções no Imposto de Renda.

Com a nova lei, porém, esses 15 dias passarão a ser somados aos 20 dias previstos na legislação, e não mais aos cinco dias atualmente garantidos.

Para a Coalizão Licença-Paternidade (CoPai), a sanção do projeto representa “uma grande vitória da sociedade” e um passo fundamental para incentivar a cultura do cuidado compartilhado.

“O Brasil vive um cenário em que milhões de crianças crescem sem a presença cotidiana do pai. Hoje, cerca de 6 milhões de crianças não têm o nome do pai na certidão de nascimento”, afirma a entidade.

Especialistas, porém, avaliam que a mudança ainda é limitada. Para a advogada Ana Gabriela Burlamaqui, o país segue distante de modelos adotados em países como Suécia, Noruega e Islândia, que avançaram para sistemas de licença parental compartilhada.

"A ampliação para 20 dias representa um avanço, mas ainda é tímida. O cuidado com o recém-nascido continua concentrado quase exclusivamente na mulher", diz.

O debate, avaliam especialistas, está longe de se encerrar, mas a nova lei inaugura uma mudança estrutural ao reconhecer, pela primeira vez, a paternidade como um direito social com proteção própria.

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Volvo EX30 Ultra Twin Motor: como anda o SUV mais rápido já registrado pela marca no Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/04/2026 04:46

Carros Volvo EX30 Ultra Twin Motor: como anda o SUV mais rápido já registrado pela marca no Brasil O modelo traz um motor elétrico adicional e ultrapassa os 400 cv, entregando a agilidade de um esportivo compacto, como o Golf GTI. Ainda assim, é um dos veículos mais 'baratos' da marca. Por André Fogaça, g1 — Piracicaba (SP)

O Volvo EX30 Ultra Twin Motor quebra uma lógica comum do mercado automotivo: a de que os carros mais rápidos também são, necessariamente, os mais caros da marca.

Muito longe de ser barato, o valor é menos da metade do imponente EX90, o modelo mais caro da Volvo, que custa R$ 849.950 e acelera de 0 a 100 km/h em 4,9 segundos.

A pergunta é: por que apimentar logo o modelo mais barato da marca? A aposta da Volvo é fazer o EX30 ir além do papel de porta de entrada e ser uma experiência cativante para quem gosta de performance.

O Volvo EX30 Ultra Twin Motor quebra uma lógica comum do mercado automotivo: a de que os carros mais rápidos também são, necessariamente, os mais caros da marca. O modelo acelera de 0 a 100 km/h em míseros 3,6 segundos, custando nem tão míseros R$ 309.950.

Muito longe de ser barato, o valor é menos da metade do imponente EX90, o modelo mais caro da Volvo, que custa R$ 849.950 e acelera de 0 a 100 km/h em 4,9 segundos. Esse EX30 "turbinado" também custa menos que os R$ 329.950 do EX40.

A pergunta é: por que apimentar logo o modelo mais barato da marca? A aposta da Volvo é fazer o EX30 ir além do papel de porta de entrada e oferecer uma experiência atraente para quem gosta de desempenho.

O novo modelo tem dois motores, um em cada eixo, que juntos entregam 428 cv de potência. São 156 cv a mais que a versão tradicional do EX30. Agora, cada eixo traciona um par de rodas, formando um sistema de tração integral, em vez da tração traseira do modelo mais simples.

O g1 dirigiu o novo EX30 em trechos urbanos e de estrada. Em ambos os cenários, foi fácil perceber o desempenho do novo conjunto.

Pisou, o EX30 responde imediatamente em qualquer situação. O modelo não teve dificuldade em ultrapassagens ou arrancadas, o que ficou evidente nas saídas de pedágio ao longo do test-drive. O maior cuidado era conter a empolgação até o limite de 120 km/h da rodovia.

A performance é superior ao clássico Golf GTI, por exemplo — e o modelo ainda é mais barato. O hatch esportivo da Volkswagen custa R$ 430 mil e leva 6,1 segundos para ir de 0 a 100 km/h, quase o dobro do tempo.

A pegada esportiva deixa a suspensão do EX30 um pouco rígida, e uma calibração mais macia seria bem-vinda no uso urbano. Na estrada, o acerto funciona muito bem.

Nas curvas mais rápidas, a tração integral e os sistemas de assistência ao motorista garantem a segurança esperada de um Volvo. Ao longo do trajeto, não houve sensação de perda de controle em condições normais de condução.

Esse limite só é ultrapassado se o motorista insistir muito, já que sistemas como controle de estabilidade e distribuição de torque entram em ação para manter o carro sob controle.

A sensação ao dirigir lembra a de um kart: posição de condução mais baixa, carro curto e respostas rápidas.

No design, é quase impossível distinguir a nova versão das demais do EX30, exceto pelo tamanho das rodas: no Ultra Twin Motor, elas são de 20 polegadas, enquanto no modelo de entrada são de 19.

Mesmo com foco em desempenho, o Volvo EX30 Ultra Twin Motor mantém porte de SUV compacto, com dimensões próximas às de modelos conhecidos do mercado, como:

Volkswagen Tera: o EX30 é 8 centímetros mais comprido;Honda WR-V: o EX30 é 9 centímetros mais curto;Jeep Renegade: o EX30 é 3 centímetros mais curto.

Não há informações exibidas à frente do motorista, já que o painel de instrumentos simplesmente não existe;Tudo fica concentrado na central multimídia, que oferece amplo espaço para informações em sua tela de 12,3 polegadas;“Tudo” é literal: velocímetro, indicadores de luzes e sistemas de assistência à condução ficam ali. Para conferir a velocidade, é necessário desviar o olhar para a tela lateral;Ao olhar para a velocidade, o sistema alerta que é preciso manter a atenção na estrada;Os ajustes dos retrovisores também ficam na central, e não em botões na porta. Para subir ou descer o espelho, é preciso acessar o menu, selecionar a função e usar os comandos do volante;Até a abertura do porta-luvas é feita apenas pela tela.

Todo esse minimalismo, aliado à menor carroceria já oferecida pela Volvo no Brasil e à ausência de itens presentes em modelos maiores — como o sensor a laser do EX90, usado para ampliar a percepção do ambiente no trânsito —, contribui para que o carro tenha um preço mais baixo.

Há uma curva de aprendizado para se adaptar aos comandos concentrados na tela. No teste, foi necessário passar algum tempo com o carro antes da viagem para memorizar onde ficam funções básicas, como o acesso ao porta-luvas.

A ausência de botões físicos para o ar-condicionado já parece uma tendência consolidada, mas a falta de comandos dedicados para o porta-luvas e os retrovisores ainda incomoda. Nada, porém, pesa tanto quanto o velocímetro no centro da tela — que nem sequer aparece com números grandes, como nos modelos da Mini.

Em testes desse tipo, realizados durante lançamentos, raramente há tempo para explorar o sistema de som dos carros. Com o Volvo EX30, porém, isso foi possível, e a soundbar frontal chamou a atenção pela fidelidade sonora.

Foram ouvidas músicas de rock e eletrônica, com forte presença de sintetizadores. Nas faixas com instrumentos acústicos, o chimbal e os vocais se mostraram nítidos e mantiveram a definição, mesmo com graves bem presentes.

Nas faixas de synthwave, que combinam instrumentos eletrônicos com saxofone, a experiência se aproximou da de um show ou de um ambiente com caixas de som de alta fidelidade.

Considerando as limitações naturais de um carro — como o ruído externo, que ainda chega à cabine mesmo com bom isolamento —, a impressão é a de um sistema de som muito competente.

Recentemente, o EX30 passou por uma crise de imagem após a Volvo comunicar um amplo programa de recall do carro por risco de incêndio.

⚠️ De forma resumida: a Volvo identificou um problema na fabricação do conjunto de baterias do EX30. Segundo o comunicado de recall, as células internas podem entrar em curto-circuito, o que provoca superaquecimento e pode evoluir para incêndio.

Na segunda quinzena de fevereiro, a Volvo afirmou que são 40.323 os modelos envolvidos no recall e que a troca da bateria, única solução para o problema, vai custar cerca de US$ 200 milhões à companhia.

O g1 questionou a Volvo se o novo modelo já chega ao mercado dentro do programa de recall, já que ele tem a mesma capacidade de bateria da versão com dois motores.

“Trocamos o fornecedor. O antigo fornecedor trabalhou para lotes específicos e o problema foi nesse lote. Agora já é outro fornecedor e não tem o mesmo problema", disse Marcelo Godoy, presidente da Volvo no Brasil.

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