RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Petrobras anuncia Marcelo Weick como presidente do conselho de administração até escolha de nome definitivo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/04/2026 22:31

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,146-0,25%Dólar TurismoR$ 5,345-0,3%Euro ComercialR$ 5,941-0,17%Euro TurismoR$ 6,184-0,21%B3Ibovespa188.162 pts0,06%MoedasDólar ComercialR$ 5,146-0,25%Dólar TurismoR$ 5,345-0,3%Euro ComercialR$ 5,941-0,17%Euro TurismoR$ 6,184-0,21%B3Ibovespa188.162 pts0,06%MoedasDólar ComercialR$ 5,146-0,25%Dólar TurismoR$ 5,345-0,3%Euro ComercialR$ 5,941-0,17%Euro TurismoR$ 6,184-0,21%B3Ibovespa188.162 pts0,06%Oferecido por

Marcelo Weick Pogliese será o presidente do conselho de administração da Petrobras até a eleição de um novo presidente do colegiado.

Ele substitui interinamente Bruno Moretti, que foi nomeado ministro do Planejamento e Orçamento pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Weick exercerá o cargo de presidente do colegiado até a próxima assembleia geral ordinária, em 16 de abril.

Ele já era conselheiro da Petrobras e também ocupa o posto de secretário da Secretaria Especial Para Assuntos Jurídicos da Casa Civil da Presidência da República.

Marcelo Weick Pogliese (ao centro), secretário de Assuntos Jurídicos da Casa Civil da Presidência da República (SAJ) — Foto: Henrique Raynal – CC

A Petrobras anunciou que Marcelo Weick Pogliese será o presidente do conselho de administração da empresa até a eleição de um novo presidente do colegiado.

Ele substitui interinamente Bruno Moretti, que foi nomeado ministro do Planejamento e Orçamento pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Weick exercerá o cargo de presidente do colegiado até a próxima assembleia geral ordinária, em 16 de abril.

Ele já era conselheiro da Petrobras e também ocupa o posto de secretário da Secretaria Especial Para Assuntos Jurídicos da Casa Civil da Presidência da República.

Pogliese entrou no conselho em agosto do ano passado na vaga deixada por Pietro Mendes, que renunciou ao cargo para se tornar diretor da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), vinculada ao MME.

🔎 O conselho de administração é o órgão que define as estratégias da empresa. Ele tem de 7 a 11 membros, indicados pelo governo federal (acionista controlador), por acionistas minoritários e por representantes dos empregados.

Marcelo Weick Pogliese é professor titular da Universidade Federal da Paraíba. Advogado de formação, possui pós-doutorado em direito público pela Universidade de Santiago de Compostela (Espanha), doutorado em direito pela Uerj e mestrado em direito pela UFRN.

Também já foi procurador-geral de João Pessoa, procurador-geral do estado da Paraíba e chefe da Casa Civil do governo paraibano, além de ter atuado como assessor especial da presidência na Petrobras.

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Medidas para frear alta dos combustíveis custarão R$ 30,5 bilhões; governo decide mexer na tributação dos cigarros para compensar parte dos gastos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/04/2026 20:22

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,146-0,25%Dólar TurismoR$ 5,345-0,3%Euro ComercialR$ 5,941-0,17%Euro TurismoR$ 6,184-0,21%B3Ibovespa188.162 pts0,06%MoedasDólar ComercialR$ 5,146-0,25%Dólar TurismoR$ 5,345-0,3%Euro ComercialR$ 5,941-0,17%Euro TurismoR$ 6,184-0,21%B3Ibovespa188.162 pts0,06%MoedasDólar ComercialR$ 5,146-0,25%Dólar TurismoR$ 5,345-0,3%Euro ComercialR$ 5,941-0,17%Euro TurismoR$ 6,184-0,21%B3Ibovespa188.162 pts0,06%Oferecido por

O governo federal estimou que as medidas que já estão em vigor e as que foram anunciadas nesta segunda-feira (6) para reduzir o impacto da guerra no Oriente Médio sobre o preço dos combustíveis no Brasil custarão R$ 30,5 bilhões.

isenção do PIS/Cofins sobre o diesel (R$ 20 bilhões);subvenção aos importadores e aos produtores brasileiros do combustível (R$ 10 bilhões);retirada dos impostos federais que incidem sobre o combustível de aviação (QAV) e sobre o biodiesel e apoio financeiro aos importadores de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) (R$ 500 milhões).

Segundo o ministro do Planejamento, Bruno Moretti, a maior parte da compensação dos gastos virá da arrecadação com tributos sobre a exportação de petróleo, participações e royalties.

Para compensar a isenção do PIS Cofins do querosene de aviação (QAV) e do biodiesel, a equipe econômica decidiu aumentar a alíquota de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) que incide sobre cigarros.

Com essa mudança, o governo espera arrecadar R$ 1,2 bilhão no período em que a medida vai vigorar, dois meses. A alíquota subirá de 2,25% para 3,5% e o preço mínimo da carteira de cigarros passará de R$ 6,50 para R$ 7,50.

É esperado um decreto para zerar os impostos federais sobre o combustível de aviação e sobre o biodisel. Segundo os cálculos do governo, a economia será de R$ 0,07 por litro do combustível.

No caso do biodiesel, a economia será de R$ 0,02 por litro do combustível. O biodisel é um combustível renovável adicionado ao óleo diesel vendido nas bombas, em uma proporção de 15%.

A subvenção aos importadores do diesel foi negociada com os estados. De acordo com o ministro da Fazenda, Dario Durigan, no Palácio do Planalto, 25 estados aderiram à proposta, que prevê um desconto de R$ 1,20 por litro de diesel importado (R$ 0,60 de subsídio federal e R$ 0,60 estadual).

Segundo o governo, a medida será aplicada nos meses de abril e maio deste ano e terá custo de R$ 4 bilhões, sendo R$ 2 bilhões para a União e R$ 2 bilhões para os estados e o Distrito Federal.

O governo federal vai inicialmente fazer o pagamento da parte que cabe aos estados e depois vai reter o valor correspondente a cada um deles no Fundo de Participação dos Estados (FPE).

➡️ O FPE é formado por 21,5% da receita líquida do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

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Carne de paca: post em que Janja prepara prato para Lula gera dúvidas sobre consumo; entenda regras

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/04/2026 17:50

Agro Carne de paca: post em que Janja prepara prato para Lula gera dúvidas sobre consumo; entenda regras Após post de Janja, buscas sobre a legalidade do consumo do animal do Brasil cresceram na internet. No Brasil, a prática é permitida desde que a origem do animal seja de produtores autorizados. Por Redação g1 — São Paulo

Uma publicação da primeira-dama Rosângela Lula da Silva, conhecida como Janja, gerou dúvidas na internet sobre o consumo de carne de paca no Brasil.

No vídeo, Janja aparece cozinhando carne de paca para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante o feriado de Páscoa.

Uma publicação da primeira-dama Rosângela Lula da Silva, conhecida como Janja, gerou dúvidas na internet sobre o consumo de carne de paca no Brasil. A prática é permitida desde que a origem do animal seja de produtores autorizados.

No vídeo, Janja aparece cozinhando carne de paca para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante o feriado de Páscoa. Seguidores perguntaram sobre a legalidade do consumo do animal no país.

Diante da repercussão, Janja comentou a publicação cerca de uma hora depois, afirmando que a carne consumida era de origem legal.

“Ei, pessoal! A carne foi presente de um produtor legalizado. Hoje mesmo vimos no @globorural uma reportagem sobre a criação de pacas. Desde que proveniente de criadouros autorizados pelo Ibama, a carne de paca pode ser comercializada em nosso país”, disse.

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Após a publicação de Janja, as buscas sobre a legalidade do consumo do animal do Brasil cresceram na internet.

Segundo a legislação, a caça e a comercialização de animais silvestres, como a paca, são proibidas. Contudo, no caso de animais criados em cativeiros com licença do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente), o comércio é permitido.

O Globo Rural deste domingo (5) visitou uma criação de paca em Tatuí, no estado de São Paulo. O dono do criadouro explicou que a captura do animal na natureza é proibida e, para começar a criação, o proprietário precisa adquirir de criadores legalizados.

A autorização para o início do criadouro de paca demora cerca de um ano e é fiscalizado pelo governo. O Ibama também deve fiscalizar a criação e a comercialização.

Post de Janja gera dúvidas sobre consumo de carne da paca no Brasil — Foto: Reprodução/Instagram

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Governo anuncia subvenção à importação de gás liquefeito para reduzir impacto sobre o preço do botijão

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/04/2026 17:50

Política Governo anuncia subvenção à importação de gás liquefeito para reduzir impacto da guerra sobre o preço do botijão Medida para conter a alta do preço do gás de cozinha, anunciada nesta segunda-feira (6) na estreira do conflito no Oriente Médio, terá duração de dois meses, podendo ser prorrogada por outros dois. Por Isabella Calzolari, Mariana Assis

O governo federal anunciou nesta segunda-feira (6) um apoio financeiro aos importadores de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP).

🔎O GLP, também conhecido como “gás de cozinha” ou “gás de botijão”, é destinado principalmente ao uso doméstico.

O pagamento da subvenção será de R$ 850,00 sobre cada tonelada de GLP, com o custo de R$ 330 milhões.

Com a medida, o produto importado será comercializado com o mesmo preço daquele produzido no Brasil.

De acordo com o governo, o objetivo é reduzir o impacto dos conflitos no Oriente Médio sobre o preço dos combustíveis no mercado interno e sobre o dia a dia da população mais vulnerável.

A subvenção à compra externa do GLP, com duração de dois meses, podendo ser prorrogada por mais dois meses, está prevista em medida provisória que traz outras ações para tentar para frear alta nos preços de combustíveis.

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Leapmotor terá modelos B10 e C10 produzidos pela Stellantis em Pernambuco

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/04/2026 16:51

Carros Leapmotor terá modelos B10 e C10 produzidos pela Stellantis em Pernambuco Utilitários eletrificados utilizam tecnologia em que o motor a combustão funciona apenas como gerador para carregar a bateria que alimenta o motor elétrico. Por Reuters

A Stellantis anunciou nesta segunda-feira (6) que vai produzir dois veículos da marca chinesa Leapmotor em seu polo industrial em Goiana (PE).

Os modelos serão os utilitários eletrificados B10 e C10, que utilizam uma tecnologia em que o motor a combustão funciona como gerador para carregar a bateria que alimenta o motor elétrico.

Publicações especializadas citaram que a produção local ocorrerá a partir de 2027, mas a companhia não confirmou a informação ao ser questionada pela Reuters.

A Stellantis chama o sistema de propulsão pela sigla em inglês REEV, e afirma que já começou o desenvolvimento local de versão flex capaz de funcionar também com etanol em qualquer mistura com gasolina.

O grupo automotivo Stellantis anunciou nesta segunda-feira (6) que vai produzir dois veículos da marca chinesa Leapmotor em seu polo industrial em Goiana (PE).

Os modelos serão os utilitários eletrificados B10 e C10, que utilizam uma tecnologia em que o motor a combustão funciona apenas como gerador para carregar a bateria que alimenta o motor elétrico responsável pela tração do veículo.

Publicações especializadas citaram que a produção local ocorrerá a partir de 2027, mas a companhia não confirmou a informação ao ser questionada pela Reuters. Outros detalhes, como o nível de nacionalização dos veículos que serão produzidos em Pernambuco, não foram divulgados.

A Stellantis chama o sistema de propulsão pela sigla em inglês REEV, e afirma que já começou o desenvolvimento local de versão flex capaz de funcionar também com etanol em qualquer mistura com gasolina.

Segundo a Stellantis, a aplicação da motorização flex na tecnologia REEV "é pioneira no mundo".

"A produção local da Leapmotor em nossa fábrica de Goiana (PE) é uma peça fundamental na estratégia de consolidar e ampliar o alcance da marca no Brasil e América do Sul", disse o presidente da Stellantis para América do Sul, Herlander Zola, em comunicado à imprensa.

A Stellantis anunciou a chegada da marca chinesa ao Brasil no ano passado. O polo automotivo de Goiana produz atualmente modelos das marcas Jeep e RAM.

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Fundada em 2015 na cidade de Hangzhou, na China, a Leapmotor é uma fabricante de veículos eletrificados.

Com o apoio da Stellantis — dona de marcas como Fiat, Jeep, Peugeot, Citröen e Ram —, a empresa começou suas operações no mercado nacional em 2025 e conta com uma linha inicial de SUVs totalmente eletrificados.

A Stellantis é acionista da Leapmotor desde 2023. As duas companhias formaram em 2024 uma joint venture global — chamada Leapmotor International BV — para expandir a marca para além do mercado chinês.

O Brasil foi o primeiro mercado externo em que a Leapmotor passou a vender seus veículos. A operação começou com 36 concessionárias do grupo Stellantis, distribuídas em 29 cidades.

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Governo anuncia pacote de medidas para tentar frear alta nos preços de combustíveis

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/04/2026 16:51

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,146-0,26%Dólar TurismoR$ 5,344-0,3%Euro ComercialR$ 5,942-0,16%Euro TurismoR$ 6,184-0,21%B3Ibovespa188.224 pts0,09%MoedasDólar ComercialR$ 5,146-0,26%Dólar TurismoR$ 5,344-0,3%Euro ComercialR$ 5,942-0,16%Euro TurismoR$ 6,184-0,21%B3Ibovespa188.224 pts0,09%MoedasDólar ComercialR$ 5,146-0,26%Dólar TurismoR$ 5,344-0,3%Euro ComercialR$ 5,942-0,16%Euro TurismoR$ 6,184-0,21%B3Ibovespa188.224 pts0,09%Oferecido por

O governo federal anunciou nesta segunda-feira (6) um pacote de medidas para conter a alta dos combustíveis diante da escalada do preço do petróleo.

As ações contemplam subvenção ao diesel importado, ao Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) e ao querosene da aviação.

A subvenção ao diesel prevê um desconto de R$ 1,20 por litro de diesel (R$ 0,60 de subsídio federal e R$ 0,60 estadual). O objetivo central é blindar o setor produtivo, especialmente o agronegócio, contra a disparada de preços causada pelo conflito entre Estados Unidos e Irã.

Governo federal propõe aos estados zerar ICMS sobre importação de diesel — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

A divisão busca repartir o custo da medida e facilitar a adesão dos governos estaduais, reduzindo a pressão sobre apenas um nível de governo.

Pelo lado dos estados, o subsídio será feito por meio do Fundo de Participação dos Estados (FPE). O fundo é usado pelo governo federal para repassar recursos mensalmente aos governos estaduais.

Agora, parte desse dinheiro será retido, em valor equivalente a R$ 0,60 por litro, que cada estado vai contribuir.

O FPE é formado por 21,5% da receita líquida do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

O benefício será direcionado aos importadores de diesel, empresas responsáveis por trazer o combustível do exterior para complementar a oferta no país.

Entre as medidas anunciadas estão uma Medida Provisória, um Projeto de Lei e decretos que buscam ampliar as ações de governo para conter os impactos da alta dos combustíveis decorrentes da guerra no Oriente Médio.

Medidas provisórias têm força de lei, mas depois precisam ser confirmadas pelo Congresso Nacional – que tem a prerrogativa de alterar o que foi proposto.

O governo também vai publicar um decreto que zera o PIS/Cofins que incidem sobre o biodiesel. Segundo o Palácio do Planato, a medida vai gerar uma economia de R$ 0,02 por litro do combustível.

O combustível renovável hoje é adicionado ao óleo diesel vendido nas bombas, em uma proporção de 15%.

O governo também subsidiará o gás de cozinha. Segundo o governo, haverá uma compensação relativa à diferença entre o preço nacional e o internacional, que será coberto por uma subneveção de até R$ 330 milhões.

Segundo o Ministério da Fazenda, o apoio financeiro não terá validade nos estados que não aderiram ao acordo com o governo federal. Segundo o ministro da Fazenda, Dario Durigan, 25 estados já aderiram ao programa.

"Alguns governadores me ligaram, independentemente do lado político, apontei o que a gente estava vendo, o que tinha que agir e felizmente, depois de muito dialogo, a gente viu 25 estados ja manifestando positivamente pela adesão ao programa. Dois estados ainda não se manifestaram pela adesão, espero que esses dois estados não deixem sua população com diesel mais caro e faço apelo para que todos os estados adiram", disse Durigan.

Diante do risco de as passagens aéreas aumentarem em até 20%, o governo federal anunciou que vai zerar o PIS/Cofins até o final do ano.

Também será lançada duas linhas de crédito. Uma delas será ofertada pelo Fundo Nacional da Aviação (Fnac) e terá valor total de até R$ 2,5 bilhões por mutuário e foco em reestruturação financeira das empresas

As tarifas de navegação também serão prorrogadas. As empresas pagarão as taxas referentes aos meses de abril, maio e junho somente no mês de dezembro.

A medida surge em meio à disparada do petróleo no mercado internacional, impulsionada por tensões no Oriente Médio, que aumentaram os custos e trouxeram incertezas sobre o abastecimento.

Como o Brasil ainda depende da importação de cerca de 30% do diesel que consome, o cenário externo tem impacto direto nos preços internos e no custo de vida da população.

Com o aumento do petróleo no mercado internacional, o custo do diesel sobe rapidamente, o que pode gerar risco de desabastecimento ou aumentos mais bruscos.

➡️A subvenção tenta suavizar esse impacto e dar mais estabilidade ao mercado no curto prazo, até o fim de maio. A ideia é atuar apenas durante o período mais crítico da alta de preços.

⛽O diesel é o principal combustível usado no transporte de cargas no Brasil. Por isso, quando seu preço sobe, há um efeito em cadeia na economia.

O custo maior do frete, por sua vez, tende a ser repassado para alimentos, produtos industrializados e serviços, pressionando a inflação.

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Governo lança medidas para conter aumento do querosene de aviação; alta deve elevar preço de passagens aéreas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/04/2026 16:51

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,146-0,26%Dólar TurismoR$ 5,344-0,3%Euro ComercialR$ 5,942-0,16%Euro TurismoR$ 6,184-0,21%B3Ibovespa188.224 pts0,09%MoedasDólar ComercialR$ 5,146-0,26%Dólar TurismoR$ 5,344-0,3%Euro ComercialR$ 5,942-0,16%Euro TurismoR$ 6,184-0,21%B3Ibovespa188.224 pts0,09%MoedasDólar ComercialR$ 5,146-0,26%Dólar TurismoR$ 5,344-0,3%Euro ComercialR$ 5,942-0,16%Euro TurismoR$ 6,184-0,21%B3Ibovespa188.224 pts0,09%Oferecido por

O governo federal anunciou, nesta segunda-feira (06) um pacote de medidas para reduzir os impactos no preço do querosene de aviação em meio à escala do preço do produto.

O combustível é um insumo sensível para aviação, visto que, de acordo com a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), passou a representar cerca de 45% do custo operacional das companhias aéreas após o aumento anunciada pela Petrobras na última semana.

As medidas são: redução do PIS/Cofins sobre o querosene de aviação, redução do ICMS sobre o querosene de aviação e redução do Imposto de Importação sobre o querosene de aviação.

Na semana passada, a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) afirmou que o reajuste no preço do querosene de aviação pode gerar “consequências severas” para o setor — sem mencionar eventual aumento nos preços das passagens.

O governo federal anunciou, nesta segunda-feira (06) um pacote de medidas para reduzir os impactos no preço do querosene de aviação em meio à escala do preço do produto.

O combustível é um insumo sensível para aviação, visto que, de acordo com a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), passou a representar cerca de 45% do custo operacional das companhias aéreas após o aumento anunciada pela Petrobras na última semana.

zerar Pis/Cofins para as empresas aéreas, o que gera uma economia de R$ 0,07 por litro do combustível;prorrogação do pagamento da tarifa de navegação, as empresas pagarão apenas em dezembro as tarifas da Força Aérea Brasileira referentes aos meses de abril, maio e junho;duas linhas de crédito.

A primeira linha de crédito conta com recursos do Fundo Nacional de Aviação Civil (FNAC), com valor total de até R$ 2,5 bilhões por mutuário e foco em reestruturação financeira das empresas.

Os financiamentos serão operados pelo Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ou instituição por ele habilitada.

A segunda linha de crédito terá foco no capital de giro de seis meses, com recursos de R$ 1 bilhão, e condições financeiras e elegibilidade a serem definidas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), com risco da União.

As linhas se somam ao mecanismo já adotado pela Petrobras de mitigação do aumento do preço do QAV, anunciado na semana passada.

Na semana passada, a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) afirmou que o reajuste no preço do querosene de aviação pode gerar “consequências severas” para o setor — sem mencionar eventual aumento nos preços das passagens.

Segundo a entidade, a nova alta, somada ao reajuste de 9,4% aplicado desde 1º de março, faz com que o combustível passe a representar 45% dos custos operacionais das companhias aéreas. Até então, a fatia superava 30%.

"A medida tem consequências severas sobre a abertura de novas rotas e a oferta de serviços, restringindo a conectividade do país e a democratização do transporte aéreo", diz, em nota, a Abear.

A declaração ocorreu poucas horas após a confirmação oficial de que a Petrobras elevaria os preços às distribuidoras. Os ajustes do QAV ocorrem no início de cada mês, conforme previsto em contrato.

Ao todo, mais de 80% do querosene de aviação consumido no Brasil é produzido no país. Ainda assim, os preços seguem a paridade internacional, o que amplia os efeitos das oscilações do barril de petróleo.

Avião da Azul decola do aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro. — Foto: Ricardo Moraes/ Reuters

Desde o início da guerra, o preço do barril de petróleo saltou de cerca de US$ 70 para mais de US$ 115.

Nesta quarta-feira, o preço do barril Brent caía 0,35%, a US$ 100,23. Ontem, o combustível fechou em US$ 103,97.

Embora a Abear tenha citado os impactos dos choques externos sobre os custos das companhias aéreas, a associação não mencionou diretamente a possibilidade de um aumento nos preços das passagens aos consumidores.

"A Abear tem defendido a implementação de mecanismos que permitam diminuir os impactos do aumento do QAV, garantindo o desenvolvimento do transporte aéreo, a conectividade nacional e a sustentabilidade econômica das operações", conclui a nota.

A Petrobras, por sua vez, anunciou em comunicado uma iniciativa para suavizar os efeitos do reajuste do querosene de aviação.

A estatal afirmou que, em abril, as distribuidoras pagarão alta equivalente a 18%. A diferença até os cerca de 54% previstos em contrato será parcelada em seis vezes, a partir de julho.

"Essa medida visa preservar a demanda pelo produto e mitigar os efeitos do reajuste no setor de aviação brasileiro, assegurando o bom funcionamento do mercado", informou a Petrobras.

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Governo anuncia medidas para enfrentar efeitos da guerra sobre combustíveis

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/04/2026 16:51

Política Ao vivo Encerrada Especial Publicitário Governo zera imposto sobre querosene de aviação para tentar conter alta das passagens aéreas; ASSISTA Os ministros da Fazenda, Portos e Aeroportos, Planejamento e Orçamento falam no Palácio do Planalto. Carregando

Últimos destaques Resumo Logo g1Atualizado há 10 minutos porRedação G1O governo federal anunciou um pacote de medidas para reduzir os impactos no preço do querosene de aviação em meio à escala do preço do produto. O combustível é um insumo sensível para aviação, visto que, de acordo com a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), passou a representar cerca de 45% do custo operacional das companhias aéreas após o aumento anunciada pela Petrobras na última semana.

Atualizado há 18 minutos porRedação G1A subvenção ao diesel prevê um desconto de R$ 1,20 por litro de diesel (R$ 0,60 de subsídio federal e R$ 0,60 estadual). O objetivo central é blindar o setor produtivo, especialmente o agronegócio, contra a disparada de preços causada pelo conflito entre Estados Unidos e Irã.

Atualizado há 19 minutos porRedação G1"A gente viu 25 estados já manifestando positivamente pela adesão ao programa, dois estados ainda não se manifestaram pela adesão, espero que esses dois estados não deixem sua população com diesel mais caro e faço apelo para que todos os estados adiram", diz o ministro.

Atualizado há 20 minutos porRedação G1Ministro da Fazenda, Dario Durigan fala sobre medidas do governo junto aos estados para derrubar o preço do diesel.

Atualizado há 22 minutos porRedação G1Em primeira medida anunciada, o ministro Alexandre Silveira, de Minas e Energia, diz que a MP do Diesel vai interditar estabelecimentos por aumento abusivo no preço dos combustíveis.

Atualizado há 42 minutos porRedação G1Segundo apuração da GloboNews, regras para subsídio do diesel devem ser definidas hoje e publicadas em Medida Provisória.

Atualizado há 49 minutos porRedação G1Hoje, às 16h, no Salão Leste do Planalto, os ministros Dario Durigan (Fazenda), Bruno Moretti (Planejamento e Orçamento) e Alexandre Silveira (Minas e Energia) concedem coletiva com anúncio de medidas de enfrentamento aos efeitos da guerra sobre o setor de combustíveis no Brasil.

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Apple, 50 anos: 3 sucessos e 3 fracassos da empresa em sua história

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/04/2026 15:25

Tecnologia Apple, 50 anos: 3 sucessos e 3 fracassos da empresa em sua história A gigante da tecnologia completa 50 anos de existência. A BBC consultou diversos analistas para conhecer os maiores sucessos e fracassos da Apple ao longo da sua história. Por BBC

Poucas empresas conseguiram definir como as pessoas usam a tecnologia no seu dia a dia tão categoricamente quanto a Apple.

A empresa comemorou seus 50 anos de fundação na semana passada. Ela foi fundada por dois Steves, em uma garagem de São Francisco, no Estado americano da Califórnia.

Seu sucesso foi realmente estrondoso, mas a companhia também foi marcada por alguns fiascos notáveis.

Atualmente, cerca de uma a cada três pessoas do planeta tem um produto da Apple. Para Emma Wall, estrategista-chefe de investimentos da empresa de serviços financeiros Hargreaves Lansdown, este sucesso tem muito a ver com o marketing da empresa, além do seu próprio hardware.

Fachada da loja da Apple em Manhattan, em Nova York, em 21 de julho de 2015 — Foto: REUTERS/Mike Segar

Tim Cook se isola como CEO mais longevo da Apple; veja as diferenças para Steve JobsApple, 50 anos: funcionário mais antigo ganhou ações que hoje valem milhões

Wall acredita que eles desenvolveram algo "bastante novo na época — a ideia de que a marca é tão importante quanto a linha de produtos."

A série de sucessos da Apple, sem dúvida, diminuiu após a morte do visionário Steve Jobs (1955-2011), um dos seus fundadores. A empresa passou a se concentrar mais em aprimorar sua tecnologia já existente.

Ken Segall, diretor criativo de Jobs por 12 anos, declarou à BBC que o atual executivo-chefe da Apple, Tim Cook, fez um "trabalho incrível" de adaptação com o passar do tempo, mantendo a rentabilidade da empresa.

Mas ele destaca que muitos puristas da Apple ainda não se sentem tão animados com a fase atual da companhia, pois "eles se lembram da antiga Apple, que era Steve Jobs."

Com a Apple completando meio século de existência, pedimos a especialistas e analistas da tecnologia que observassem algumas das mudanças mais significativas trazidas pela empresa para o mundo da tecnologia e as ocasiões em que ela, indiscutivelmente, errou o alvo.

Longe de ser o primeiro aparelho de música digital portátil na época do seu lançamento, em 2001, o iPod é um dos "produtos mais simbólicos da Apple", segundo Craig Pickerill, do blog The Apple Geek — não apenas pelo que ele foi, mas "pelo que ele mudou".

"Os aparelhos de MP3 eram desajeitados, sua armazenagem era limitada e gerenciar sua biblioteca de músicas parecia dar trabalho", relembra ele. "O iPod mudou tudo isso quase da noite para o dia."

O iPod foi lançado em 2001 e abriu o caminho para que o download legal de música digital se tornasse o padrão do setor — Foto: Getty Images via BBC

O design de anel de clique diferenciava o aparelho, que introduziu a biblioteca iTunes, abrindo o caminho para que o download legal de música digital se tornasse o padrão do setor.

Lançado em 2007, o iPod Touch foi projetado pela mesma equipe que viria a inventar o iPhone — que rapidamente superou o iPod.

"Sem o iPod, a Apple provavelmente não teria o apoio financeiro e a maturidade operacional necessárias para assumir a complexidade da indústria do smartphone", afirma o analista de tecnologia Francisco Jeronimo, da empresa de pesquisa de mercado IDC.

Mais de 200 milhões de iPhones são vendidos todos os anos. São cerca de sete aparelhos comprados a cada segundo, em algum lugar do planeta.

Para Ben Wood, da empresa de análise de mercado CCS Insight, o iPhone é o "Hotel Califórnia dos smartphones". Quando você tem um, é "muito improvável que você saia" do ecossistema da Apple para um aparelho concorrente, com sistema Android.

"iPod, telefone e comunicador via internet. Não são aparelhos separados, este é um aparelho", declarou Steve Jobs, radiante com a primeira versão do celular nas mãos, ao apresentá-lo ao mundo em 2007.

'iPod, telefone e comunicador via internet': Steve Jobs apresentou a primeira versão para o mundo em 2007 — Foto: AFP via Getty Images

Como muitos produtos revolucionários da Apple, o iPhone não foi o primeiro exemplo da sua espécie. Outros telefones já tinham capacidade de acesso à internet ou telas sensíveis ao toque.

Mas a jornalista especializada em tecnologia Kara Swisher defende que seu "belo marketing" ajudou a catapultar o aparelho para o público.

"Ele fez você pensar no iPhone não como um aparelho tecnológico, mas como um dispositivo de romance", afirma ela.

Mas seu sucessor, Tim Cook, assumiu com um propósito condizente com seu predecessor: produzir o melhor relógio de pulso do mundo.

Em termos de receita gerada para a Apple (cerca de US$ 15 bilhões, ou R$ 78 bilhões), é difícil argumentar que o smartwatch mais vendido do mundo não tenha atingido seu objetivo.

"Como negócio isolado, o Apple Watch ficaria confortavelmente entre as 250 a 300 maiores empresas dos Estados Unidos", segundo Wood.

O sucessor de Jobs, Tim Cook, queria produzir o melhor relógio de pulso do mundo — Foto: Getty Images via BBC

Seu primeiro protótipo era relativamente básico, mas seus modelos futuros também foram pioneiros na tecnologia de saúde vestível. Funções como o monitoramento cardíaco fizeram dele um importante promotor da tecnologia de saúde e fitness.

Atualmente, acredita-se que o Apple Watch venda mais unidades todos os anos do que toda a tradicional indústria de relógios de pulso suíços.

De certa forma, o computador pessoal Apple Lisa, lançado em 1983 pelo alto preço de cerca de US$ 10 mil (cerca de R$ 52 mil, pelo câmbio atual), foi inovador.

Ele foi um dos primeiros PCs a incorporar uma interface gráfica de usuário (GUI, na sigla em inglês) e um mouse.

O Apple Lisa foi lançado em 1983 por cerca de US$ 10 mil (R$ 52 mil) — Foto: Science & Society Picture Library via BBC

Mas o analista de tecnologia Paolo Pescatore afirma que o computador, destinado às empresas, era "caro demais", o que impediu seu sucesso comercial.

O fracasso, para ele, demonstrou que "estar à frente na curva não é suficiente se o produto estiver mal posicionado".

A Apple aprenderia com seus erros ao lançar o Macintosh original, um ano depois, com preço relativamente melhor para o consumidor final, de US$ 2.495 (cerca de R$ 13 mil, pelo câmbio atual).

O teclado com design "borboleta" da Apple foi um mecanismo introduzido nos laptops em 2015. Para Pickerill, ele foi um "raro deslize de confiabilidade".

Usado em aparelhos como o MacBook Air, o design consistia em equipar os teclados com teclas de encaixe bilateral que pareciam asas de borboleta.

O design do teclado foi um 'raro deslize de confiabilidade' — Foto: Bloomberg via Getty Images/BBC

Mas ele dividiu opiniões. Algumas pessoas afirmavam que o mecanismo dificultou a digitação nos teclados, dando a impressão de que a Apple estaria "priorizando a pouca espessura e não a durabilidade", segundo Pickerell.

Para Wood, um fracasso notável e muito mais recente da Apple foi o headset Vision Pro, o primeiro lançamento importante da empresa desde o Apple Watch.

Wood acredita que a grande aposta da Apple na realidade aumentada acabou sendo muito "complicada", sem conteúdo que permitisse igualar o sucesso de outros produtos da empresa.

O site de notícias de tecnologia The Information afirma que a companhia reduziu a produção do headset de US$ 3,5 mil (cerca de R$ 18 mil) poucos meses após o lançamento, devido à baixa demanda e à grande quantidade de estoque não vendido.

O fracasso significa que a Apple "provavelmente será cautelosa para entrar rapidamente em áreas relacionadas, como óculos inteligentes", segundo Wood.

A grande aposta da Apple na realidade aumentada acabou sendo muito 'complicada' — Foto: Getty Images via BBC

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Tribunal italiano ordena Netflix a reembolsar clientes por reajustes ilegais

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/04/2026 12:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,152-0,14%Dólar TurismoR$ 5,353-0,14%Euro ComercialR$ 5,946-0,08%Euro TurismoR$ 6,193-0,07%B3Ibovespa188.157 pts0,06%MoedasDólar ComercialR$ 5,152-0,14%Dólar TurismoR$ 5,353-0,14%Euro ComercialR$ 5,946-0,08%Euro TurismoR$ 6,193-0,07%B3Ibovespa188.157 pts0,06%MoedasDólar ComercialR$ 5,152-0,14%Dólar TurismoR$ 5,353-0,14%Euro ComercialR$ 5,946-0,08%Euro TurismoR$ 6,193-0,07%B3Ibovespa188.157 pts0,06%Oferecido por

O Tribunal de Roma acatou uma ação movida pelo Movimento dos Consumidores da Itália contra os aumentos de preços aplicados pela Netflix. Os juízes consideraram abusivas e injustas as cláusulas que permitiam a alteração dos valores das assinaturas do streaming entre 2017 e janeiro de 2024.

Segundo o jornal "Corriere della Sera", cada assinante terá direito à redução do valor atual da assinatura, ao reembolso de quantias pagas indevidamente e a uma indenização por danos.

No plano premium, os aumentos considerados ilegais — aplicados em 2017, 2019, 2021 e 2024 — somam atualmente 8 euros por mês. Já no plano padrão, os reajustes totalizam 4 euros mensais.

Com isso, um cliente premium que manteve a assinatura contínua desde 2017 pode ter direito a cerca de 500 euros em reembolso, enquanto um assinante do plano padrão pode receber aproximadamente 250 euros.

Em nota, a Netflix informou que irá recorrer da decisão: “Levamos os direitos do consumidor muito a sério e acreditamos que nossos termos sempre estiveram em conformidade com a legislação e as práticas italianas”, explicou a Reuters.

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