RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Governo convoca 14 distribuidoras para renovar concessões de energia por mais 30 anos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/04/2026 12:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,152-0,14%Dólar TurismoR$ 5,353-0,14%Euro ComercialR$ 5,946-0,08%Euro TurismoR$ 6,193-0,07%B3Ibovespa188.157 pts0,06%MoedasDólar ComercialR$ 5,152-0,14%Dólar TurismoR$ 5,353-0,14%Euro ComercialR$ 5,946-0,08%Euro TurismoR$ 6,193-0,07%B3Ibovespa188.157 pts0,06%MoedasDólar ComercialR$ 5,152-0,14%Dólar TurismoR$ 5,353-0,14%Euro ComercialR$ 5,946-0,08%Euro TurismoR$ 6,193-0,07%B3Ibovespa188.157 pts0,06%Oferecido por

O Ministério de Minas e Energia convocou 14 distribuidoras de energia elétrica para assinar a renovação de seus contratos de concessão. A medida garante às empresas a continuidade da prestação do serviço por mais 30 anos.

A convocação foi publicada nesta segunda-feira (6) no Diário Oficial da União. O despacho inclui três distribuidoras do grupo CPFL (CPFL Piratininga, RGE Sul e CPFL Paulista), duas da Equatorial (Maranhão e Pará) e três da Neoenergia (Cosern, Coelba e Elektro).

Também foram chamadas quatro concessionárias do grupo Energisa (Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Sergipe e Paraíba), além da EDP São Paulo e da Light.

O documento determina que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) disponibilize às empresas os aditivos contratuais. Após essa etapa, as concessionárias terão prazo de até 60 dias para assinar os novos termos.

Ao todo, 19 distribuidoras com contratos que vencem até 2031 passam por processo de renovação. As concessões estão sendo atualizadas com base em regras definidas pelo governo federal, que buscam ampliar as exigências de qualidade na prestação do serviço aos consumidores.

As 14 empresas convocadas agora se somam a outras duas que já firmaram novos contratos com o ministério: Neoenergia Pernambuco e EDP Espírito Santo.

Ainda faltam definições sobre as três distribuidoras operadas pelo grupo italiano Enel. A Aneel já recomendou a renovação das concessões no Rio de Janeiro e no Ceará.

Já a situação da Enel São Paulo segue em análise. A distribuidora é alvo de um processo que pode levar à caducidade do contrato, mecanismo que permite ao poder público encerrar a concessão antes do prazo previsto.

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Colheita de soja chega a 82% da área no Brasil, enquanto milho sofre com clima seco

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/04/2026 12:45

Agro Colheita de soja chega a 82% da área no Brasil, enquanto milho sofre com clima seco Consultoria aponta avanço de sete pontos percentuais na semana, mas destaca atraso em relação ao ano passado. Milho segunda safra no Paraná segue sob pressão de clima seco. Por Reuters

A colheita da soja da safra 2025/26 no Brasil alcançou 82% da área cultivada até quinta-feira da semana passada, segundo levantamento divulgado nesta segunda-feira pela consultoria AgRural. O avanço foi de sete pontos percentuais em relação à semana anterior.

Apesar do progresso, o ritmo segue abaixo do registrado no mesmo período do ano passado, quando os trabalhos já atingiam 87% da área plantada.

Neste momento, a colheita está mais concentrada nas regiões com calendário agrícola mais tardio, como o Matopiba — que reúne áreas produtoras de Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia — e no Rio Grande do Sul.

De acordo com a AgRural, no Matopiba o excesso de umidade nos grãos tem causado problemas de qualidade em parte das lavouras. A condição também tem dificultado o ritmo da colheita e a recepção da produção nos armazéns.

Enquanto isso, no Paraná, lavouras de milho da segunda safra continuam sob atenção por causa da baixa umidade do solo, agravada por temperaturas acima da média.

Segundo a consultoria, a situação é mais sensível no oeste do Estado, onde muitas lavouras já entraram na fase reprodutiva. Nessa etapa do ciclo, os produtores já começam a calcular possíveis perdas nas áreas mais afetadas pela estiagem.

O Paraná é o segundo maior produtor de milho do país, e na semana passada a AgRural já havia reduzido sua estimativa para a safra brasileira do cereal.

O relatório também aponta piora nas condições de umidade em outras regiões. No norte do Paraná, no sul de Mato Grosso do Sul e no sul de São Paulo, as lavouras começam a sentir maior pressão causada pela falta de chuva.

Nas demais áreas produtoras do centro-sul do país, porém, o cenário é mais favorável. As chuvas têm sido mais frequentes e o milho da safrinha 2026 apresenta bom desenvolvimento.

Ainda assim, a consultoria ressalta que o cereal precisa de precipitações regulares até maio para garantir bons níveis de produtividade.

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Volkswagen lança T-Cross Seleção por R$ 129.990; veja tudo da edição limitada do SUV

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/04/2026 11:44

Carros Volkswagen lança T-Cross Seleção por R$ 129.990; veja tudo da edição limitada do SUV Utilitário esportivo vem com motor 1.0 turbo de 128 cv e câmbio automático. Carroceria conta com detalhes que lembram os cinco mundiais conquistados pelo Brasil. Por Carlos Cereijo, g1 — Bragança Paulista (SP)

Enquanto o Brasil inteiro discute se Neymar deve ir à Copa do Mundo, a Volkswagen lança o T-Cross Seleção. A edição limitada do SUV custa R$ 129.990 e será vendida até o começo da competição.

A nova versão usa como base a Sense, destinada a compradores corporativos. O motor é 1.0 turbo flex, com 128 cavalos e torque de 20,4 kgfm. O câmbio é automático de seis marchas.

A lista de equipamentos de série tem como destaques ar-condicionado, direção elétrica, vidros elétricos, faróis e lanternas de LED, painel de instrumentos digital, multimídia de 10,1 polegadas, freios a disco nas quatro rodas, volante com comandos, sensores de estacionamento dianteiro e traseiro, seis airbags e assistente de partida em rampa.

Uma das novidades está escondida nos pneus Pirelli. Eles contam com a tecnologia Seal Inside, que evita o esvaziamento em caso de furo na banda de rodagem.

Uma massa colada dentro do pneu consegue preencher um eventual furo. Esse material "abraça" o causador do estrago e impede a perda de ar. A tecnologia funciona com objetos de até 4 milímetros de diâmetro.

A Volkswagen tem uma cor marcante chamada Amarelo Canário. Porém, ela está reservada para a nova picape da marca, a Tukan. A novidade aqui é o azul Norway, que não está disponível na versão Sense do T-Cross. Não gostou desse tom? O Seleção também pode ser branco, preto ou cinza.

As rodas de liga leve têm 17 polegadas e já são conhecidas da versão Comfortline. As maçanetas são pretas, e as capas dos retrovisores também. Na porta, um adesivo com a palavra ‘seleção’ vem acompanhado de cinco estrelas.

Na tampa traseira, o nome do Brasil vem junto com o logo da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). O T-Cross Seleção é discreto, e a mesma filosofia se repete no interior.

Em ano de Copa do Mundo, todo brasileiro vira técnico da Seleção. E o T-Cross vem com um detalhe para quem gosta de dar pitaco em esquema tático.

Na soleira da porta do lado esquerdo, aparecem cinco esquemas táticos com os números 58, 62, 70, 94 e 02.

Dá para ver o Brasil de 1970 com quatro camisas 10 juntos: Pelé, Tostão, Rivelino e Gerson. E o futebol pragmático do técnico Carlos Alberto Parreira em 1994, com duas linhas de quatro jogadores na defesa e no meio-campo.

E os três zagueiros Lúcio, Roque Júnior e Edmílson postados para encarar a Alemanha na final de 2002. Na verdade, Edmílson ficava na sobra, como líbero, e compunha o meio-campo na transição com a bola… Olha eu dando uma de técnico.

Na outra soleira de porta, a frase "gigantes pela própria natureza" faz alusão ao hino nacional. Os tapetes têm costura azul e discreta etiqueta amarela "seleção". As pedaleiras em alumínio são emprestadas da versão Highline.

Será que o T-Cross Seleção merece ser convocado para a sua garagem? A maioria dos itens é estética, com exceção dos pneus, que antes só estavam na versão Extreme, e das rodas maiores. No T-Cross Sense, elas usam calotas e têm 16 polegadas.

O preço de R$ 129.990 pode fazer muito cliente voltar a pensar na Seleção. No portfólio da Volkswagen, o próximo T-Cross é o 200 TSI, por R$ 161.490.

É verdade que aí a lista de equipamentos fica bem mais generosa. O T-Cross Seleção perde de 7 a 1 nesse quesito para o irmão mais caro. O 200 TSI vem, por exemplo, com ACC e frenagem de emergência.

O T-Cross Seleção vai chamar a atenção de quem busca um SUV econômico, com bom preço e com a esperança de marcar a conquista do hexa.

Motor: 1.0 turbo, quatro cilindros em linha, flexPotência: 128 cavalos (etanol) / 116 cavalos (gasolina)Torque: 20,4 kgfm (etanol e gasolina)Tanque de combustível: 49 litrosCâmbio: Automático 6 marchasTração: DianteiraSuspensão: McPherson (dianteira), eixo de torção (traseira)Direção: ElétricaFreios: Discos ventilados (dianteira) e discos sólidos (traseira)Consumo gasolina: 12,1 km/l (cidade) e 14,5 km/l (estrada)Consumo etanol: 8,5 km/l (cidade) e 10,2 km/l (estrada)0 a 100 km/h: 10 segundosVelocidade máxima: 192 km/hComprimento: 4,29 mLargura: 1,76 mAltura: 1,57 mEntre-eixos: 2,65 mPeso: 1.259 kg

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Petróleo cai após proposta de cessar-fogo entre EUA e Irã

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/04/2026 10:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,147-0,24%Dólar TurismoR$ 5,352-0,16%Euro ComercialR$ 5,949-0,04%Euro TurismoR$ 6,194-0,06%B3Ibovespa188.485 pts0,23%MoedasDólar ComercialR$ 5,147-0,24%Dólar TurismoR$ 5,352-0,16%Euro ComercialR$ 5,949-0,04%Euro TurismoR$ 6,194-0,06%B3Ibovespa188.485 pts0,23%MoedasDólar ComercialR$ 5,147-0,24%Dólar TurismoR$ 5,352-0,16%Euro ComercialR$ 5,949-0,04%Euro TurismoR$ 6,194-0,06%B3Ibovespa188.485 pts0,23%Oferecido por

Os preços do petróleo caíam na manhã desta segunda-feira (6) em meio a negociações entre Estados Unidos e Irã. Investidores permanecem cautelosos diante do risco de interrupções prolongadas no fornecimento global da matéria-prima.

Por volta das 9h45 (horário de Brasília), o barril do petróleo Brent, referência internacional, 0,33%, para US$ 108,67. Já o West Texas Intermediate (WTI), usado como referência nos EUA, caía 0,86%, para US$ 110,58 por barril.

As oscilações refletem a incerteza em torno da guerra e das negociações diplomáticas. EUA e Irã receberam um esboço de proposta para encerrar o conflito, mas Teerã rejeitou a reabertura imediata do Estreito de Ormuz, uma das rotas mais importantes para o transporte de petróleo no mundo.

A resposta americana veio em seguida. O presidente Donald Trump afirmou que poderia “fazer chover inferno” sobre o país caso um acordo não seja alcançado até o fim de terça-feira.

Já o governo iraniano disse ter definido suas próprias posições e exigências em resposta às propostas de cessar-fogo apresentadas por intermediários.

O Estreito de Ormuz é uma das rotas marítimas mais importantes para o transporte de petróleo no mundo. Por ele passam carregamentos de países como Iraque, Arábia Saudita, Catar, Kuwait e Emirados Árabes Unidos.

Desde o início da guerra, em 28 de fevereiro, a passagem permanece em grande parte interrompida após ataques iranianos contra embarcações na região.

Mesmo assim, alguns navios voltaram a atravessar o estreito nos últimos dias. Dados de navegação indicam que um petroleiro operado por Omã, um navio porta-contêineres de propriedade francesa e um navio de transporte de gás japonês passaram pela rota desde quinta-feira.

A movimentação reflete a política do Irã de permitir a passagem de embarcações de países considerados mais próximos diplomaticamente.

Para o analista Ole Hvalbye, da SEB Research, o mercado ainda tenta avaliar os possíveis efeitos da situação.

“O mercado está tentando entender o que esperar daqui para frente. A principal notícia do fim de semana foi que alguns navios conseguiram atravessar o estreito”, disse.

Segundo ele, a disputa por petróleo também tem alterado o fluxo de abastecimento global, com a Europa perdendo parte das cargas para a Ásia em um cenário de oferta mais restrita.

Com a interrupção das exportações do Oriente Médio, refinarias passaram a procurar petróleo em outras regiões, principalmente nos EUA e no Mar do Norte, área produtora próxima ao Reino Unido.

Esse movimento aumentou a competição por cargas disponíveis. Como resultado, os prêmios pagos no mercado à vista pelo petróleo WTI americano atingiram níveis recordes, impulsionados pela disputa entre refinarias asiáticas e europeias.

Na Índia, refinarias chegaram a adiar paradas programadas para manutenção para garantir combustível suficiente para atender à demanda interna.

Em meio ao cenário de incerteza, a Opep+ — grupo que reúne países da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados como a Rússia — decidiu aumentar a produção em 206 mil barris por dia a partir de maio.

Ainda assim, analistas avaliam que o impacto dessa medida pode ser limitado enquanto o conflito continuar afetando o comércio global de petróleo.

“Os movimentos da Opep parecem enfrentar limitações relacionadas à disponibilidade de exportações”, afirmou Janiv Shah, analista da consultoria Rystad.

A Arábia Saudita também elevou o preço oficial de venda do petróleo Arab Light para a Ásia em maio. O valor foi fixado em um prêmio recorde de US$ 19,50 por barril acima da média de referência Oman/Dubai — aumento de US$ 17 em relação ao mês anterior, segundo a estatal Aramco.

Além das tensões no Oriente Médio, o fornecimento russo também sofreu interrupções recentes após ataques de drones ucranianos a terminais de exportação no Mar Báltico.

Segundo relatos da imprensa no domingo, o terminal de Ust-Luga retomou os carregamentos no sábado depois de vários dias de paralisação.

Ao mesmo tempo, as exportações do porto de Tuapse, no Mar Negro, devem subir para 794 mil toneladas métricas em abril. O volume representa um aumento diário de 8,7% em relação às 755 mil toneladas previstas para março, de acordo com dois traders e cálculos da Reuters.

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Dólar abre em queda com possível cessar-fogo entre Irã e EUA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/04/2026 09:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,167-0,24%Dólar TurismoR$ 5,364-0,42%Euro ComercialR$ 6,0010,25%Euro TurismoR$ 6,241-0,01%B3Ibovespa187.462 pts2,71%MoedasDólar ComercialR$ 5,167-0,24%Dólar TurismoR$ 5,364-0,42%Euro ComercialR$ 6,0010,25%Euro TurismoR$ 6,241-0,01%B3Ibovespa187.462 pts2,71%MoedasDólar ComercialR$ 5,167-0,24%Dólar TurismoR$ 5,364-0,42%Euro ComercialR$ 6,0010,25%Euro TurismoR$ 6,241-0,01%B3Ibovespa187.462 pts2,71%Oferecido por

O dólar iniciou a sessão desta segunda-feira (6) em queda, recuando 0,21% na abertura, sendo negociado a R$ 5,1489. O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

A semana começa com o cenário geopolítico novamente no centro das atenções dos mercados. Uma proposta para encerrar o conflito entre Irã e Estados Unidos passou a circular durante a noite.

▶️ Irã e Estados Unidos receberam uma proposta para encerrar as hostilidades, que poderia entrar em vigor já nesta segunda-feira, segundo informações da Reuters. O plano foi elaborado pelo Paquistão e prevê duas etapas: um cessar-fogo imediato e, depois, um acordo mais amplo para encerrar a guerra.

▶️ Ainda no cenário internacional, o presidente americano, Donald Trump, deve conceder uma coletiva às 14h (horário de Brasília). A fala ocorre após o republicano voltar a ameaçar ataques à infraestrutura energética iraniana caso o Estreito de Ormuz continue fechado.

▶️ Diante das incertezas sobre o conflito e o fluxo de petróleo, os preços da commodity operam em queda. Um pouco antes das 9h, o Brent recuava 0,6%, a US$ 108,39 por barril, enquanto o WTI caía 1,2%, ou US$ 1,33, para US$ 110,21.

▶️ No Brasil, o boletim Focus mostrou nova revisão para cima na projeção de inflação. A mediana para o IPCA de 2026 subiu para 4,36%, na quarta alta seguida nas estimativas de economistas consultados pelo Banco Central.

Após semanas de ataques no Oriente Médio, um plano de cessar-fogo entre Irã e Estados Unidos teria sido apresentado com mediação do Paquistão, segundo agências internacionais.

🔎A proposta prevê duas etapas: um cessar-fogo imediato, que poderia permitir a reabertura do Estreito de Ormuz (fechado há mais de um mês), seguido de um acordo mais amplo em até 15 a 20 dias para encerrar o conflito.

O plano inclui possíveis concessões do Irã sobre seu programa nuclear em troca de alívio de sanções.

Apesar de já ter elaborado uma resposta, Teerã indicou que não reabrirá o estreito apenas por um cessar-fogo temporário. Os EUA ainda não se posicionaram oficialmente.

A proposta surge em meio à escalada de tensões e preocupação global com o impacto no fluxo de petróleo. O plano, chamado provisoriamente de “Acordo de Islamabad”, pode envolver negociações presenciais no Paquistão e contatos diretos entre autoridades dos dois lados.

Nesta segunda-feira, antes da divulgação do possível plano de cessar-fogo, os preços do petróleo voltaram a subir, impulsionados pelas ameaças do presidente dos EUA, Donald Trump, contra o Irã no fim de semana. O movimento ocorreu após Trump afirmar que poderia atacar pontes e usinas de energia iranianas caso o país não interrompa os ataques a navios que cruzam o Estreito de Ormuz.

🛢️ Por volta das 9h18, o barril do tipo Brent caía 0,28%, cotado a US$ 108,72, após ter superado US$ 110,85 mais cedo. Já o WTI recuava 0,88%, a US$ 110,56.

Além do diesel, a disparada do petróleo em meio à guerra também pressiona o preço do querosene de aviação, um dos principais custos do setor aéreo.

Para conter o impacto nas passagens — que podem subir até 20% —, o governo avalia zerar os impostos federais (PIS/Cofins) sobre o combustível. A medida integra um pacote elaborado pelo Ministério de Portos e Aeroportos e encaminhado ao Ministério da Fazenda.

Entre as propostas também estão a criação de linhas de crédito de até R$ 400 milhões via Banco do Brasil para companhias aéreas e o adiamento de tarifas de navegação aérea pagas à Força Aérea Brasileira.

A pressão sobre os preços vem após a Petrobras elevar em mais de 50% o valor do combustível, refletindo a alta do petróleo no cenário internacional em meio à guerra no Oriente Médio.

O setor aéreo alerta para impactos relevantes, enquanto o governo tenta reduzir os efeitos para consumidores.

Analistas do mercado financeiro voltaram a elevar a projeção de inflação para 2026 pela quarta semana seguida, segundo o Boletim Focus do Banco Central do Brasil (BC).

A estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu para 4,36%, pressionada principalmente pela alta do petróleo em meio à guerra no Oriente Médio.

Apesar disso, o mercado manteve a expectativa de queda da taxa Selic, hoje em 14,75% ao ano, com previsão de 12,5% no fim de 2026;As projeções para o PIB seguem estáveis, com crescimento de 1,85% neste ano;No câmbio também não mudou, com o dólar estimado em R$ 5,40 ao fim de 2026.

As bolsas asiáticas fecharam sem direção única nesta segunda, com investidores acompanhando as tensões entre EUA e Irã, mas dando mais peso à possibilidade de um acordo de paz.

No Japão, o principal índice, o Nikkei, subiu 0,55%, enquanto na Coreia do Sul o KOSPI avançou 1,36%.

Mesmo após novas ameaças do presidente Donald Trump, o mercado reagiu com relativa calma, apostando que negociações podem evitar uma escalada maior do conflito.

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Beneficiários de programas sociais sem cadastro biométrico ganham mais prazo para fazer nova identidade

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/04/2026 09:45

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O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) informou nesta segunda-feira (6) que foi estabelecido um novo cronograma para o uso das bases biométricas na concessão ou renovação de benefícios sociais.

De acordo com a pasta, os beneficiários de programas sociais que ainda não têm nenhum cadastro biométrico terão de emitir a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) até janeiro de 2027.

Já quem é beneficiário ou tem cadastro biométrico do Tribunal Superior Eleitoral ou da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) ou passaporte, a CIN só passará a ser obrigatória em janeiro de 2028.

➡️Antes da mudança, as pessoas que buscassem um benefício poderiam ser impactadas a partir de maio deste ano.

Segundo o governo, a mudança serve para que os cidadãos tenham mais tempo para fazer o cadastro biométrico de forma gratuita a partir da CIN. Além disso, garante que nenhuma pessoa será prejudicada.

O primeiro passo para a emissão da carteira de identidade nacional, de acordo com o Ministério da Gestão, é acessar o gov.br/identidade, entrar no link de agendamento de seu estado e marcar a coleta da biometria.

No dia da emissão, o governo explicou que é necessário levar a certidão de nascimento ou de casamento.

Caso seja do interesse, a versão digital da CIN também possibilita a inclusão de outros documentos, como a CNH ou o título de eleitor.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

BYD Dolphin ganha nova versão mais potente e maior para enfrentar rivais como a Chevrolet no Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/04/2026 09:45

Carros BYD Dolphin ganha versão mais potente e maior para enfrentar rivais como a Chevrolet no Brasil Nova versão do hatch compacto traz motor mais potente, carroceria maior e mudanças importantes no lado interno para reacelerar o crescimento nas vendas. Por André Fogaça, g1 — São Paulo

A BYD anunciou, nesta segunda-feira (6), uma nova versão do Dolphin. O carro continua com visual externo quase inalterado, mas recebeu mudanças no interior para se adaptar melhor a um mercado cada vez mais disputado.

O hatch também ficou mais equipado e potente, além de ganhar alguns centímetros de comprimento. As mudanças servem para dar mais fôlego ao modelo e ajudá‑lo a enfrentar uma concorrência que não existia quando ele chegou ao mercado.

Por fora, o novo BYD Dolphin recebeu um novo desenho da iluminação em LED e ficou 15,5 centímetros mais comprido. A mudança se deve ao novo para-choque, que também modificou algumas linhas do visual.

Apesar do aumento no comprimento, o carro manteve todas as demais medidas, incluindo o mesmo entre-eixos de um Toyota Corolla.

A primeira versão do Dolphin chegou ao Brasil em junho de 2023. Mesmo contando com apenas metade do ano para as vendas, o modelo registrou um volume 3,7 vezes maior que o do segundo colocado no ranking de carros 100% elétricos da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE):

BYD Dolphin: 6.812 emplacamentos;Volvo XC40: 1.802 emplacamentos;BYD Yuan Plus: 1.756 emplacamentos;BYD Seal: 1.040 emplacamentos;Volvo C40: 841 emplacamentos.

O bom desempenho seguiria no mesmo ritmo, não fosse a chegada do BYD Dolphin Mini. Embora seja um modelo completamente diferente, o hatch compacto herdou o nome Dolphin e conquistou o público brasileiro com um preço ainda mais acessível.

Resultado: desde 2024, tornou-se o carro elétrico mais vendido do país e ocupa esse cargo até então.

O sucesso é tão grande que, em 2025, o Dolphin Mini registrou o dobro de emplacamentos do Dolphin tradicional. Já o modelo seguinte no ranking, considerando a soma das vendas do BYD Yuan Plus e Pro, não alcançou sequer 40% do volume obtido pelo Dolphin no mesmo período:

BYD Dolphin Mini: 32.486 emplacamentos;BYD Dolphin: 15.237 emplacamentos;BYD Yuan Plus: 6.029 emplacamentos.

Atualmente, o Dolphin enfrenta uma concorrência que não existia na época de seu lançamento. Em abril de 2026, quem busca um hatch compacto encontra outras opções relevantes, com preços próximos, como:

Geely EX2: a partir de R$ 123.800;Chevrolet Spark EUV: a partir de R$ 156.660;GWM Ora 03: a partir de R$ 169.

Como mostra o gráfico acima, as vendas do Dolphin cresceram 120% de 2023 para 2024. Já em 2025, o avanço foi bem menor, com alta de apenas 1,57%.

Pouco e por isso o Dolphin precisava de uma novidade importante em 2026 para voltar a chamar atenção de futuros compradores e, assim, ganhar mercado como já fez no passado recente.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Governo estuda zerar imposto do querosene de aviação para baratear passagens aéreas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/04/2026 08:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,167-0,24%Dólar TurismoR$ 5,364-0,42%Euro ComercialR$ 6,0010,25%Euro TurismoR$ 6,241-0,01%B3Ibovespa187.462 pts2,71%MoedasDólar ComercialR$ 5,167-0,24%Dólar TurismoR$ 5,364-0,42%Euro ComercialR$ 6,0010,25%Euro TurismoR$ 6,241-0,01%B3Ibovespa187.462 pts2,71%MoedasDólar ComercialR$ 5,167-0,24%Dólar TurismoR$ 5,364-0,42%Euro ComercialR$ 6,0010,25%Euro TurismoR$ 6,241-0,01%B3Ibovespa187.462 pts2,71%Oferecido por

O novo ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, afirmou que o governo estuda zerar os impostos federais (PIS/Cofins) sobre o querosene de aviação, como parte de um pacote de medidas para conter o avanço no preço das passagens aéreas.

Como informou o g1, os preços das passagens podem subir até 20% com a alta do querosene de aviação (QAV), segundo especialistas.

Na última semana, o Ministério de Portos e Aeroportos apresentou ao Ministério da Fazenda um pacote de medidas para tentar evitar essa alta de preços. As propostas incluem ações emergenciais voltadas ao setor de aviação.

➡️A criação de linhas de crédito para as empresas aéreas com recursos aportados pelo Tesouro.

A proposta seria a partir de uma linha operada pelo Banco do Brasil, em que as companhias poderão acessar até R$ 400 milhões, com prazo de pagamento até o final do ano.

➡️Outra proposta prevê zerar a cobrança de PIS/Cofins sobre o querosene de aviação, um dos principais custos das companhias.

➡️O pacote também inclui a postergação do pagamento das tarifas de navegação aérea à Força Aérea Brasileira (FAB).

A previsão é que representantes dos ministérios se reúnam na terça-feira (7) para definir as medidas que devem ser adotadas.

A Petrobras anunciou na quarta-feira (1º) um aumento de mais de 50% no preço médio do combustível vendido às distribuidoras a partir deste mês, o que impacta diretamente os custos de operação das companhias aéreas.

A medida reflete o avanço do petróleo no mercado internacional, impulsionado pela guerra no Oriente Médio, que envolve Estados Unidos e Israel contra o Irã.

🔎 Para suavizar os efeitos do aumento e, possivelmente, conter os preços ao consumidor, a Petrobras anunciou um mecanismo de parcelamento dos pagamentos das distribuidoras. Além disso, o governo avalia outras medidas para reduzir os impactos.

A Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) afirmou nesta quarta-feira que o reajuste no preço do querosene de aviação pode gerar “consequências severas” para o setor — sem mencionar eventual aumento nos preços das passagens.

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Programas sociais turbinados e isenção do IR: os bilhões que Lula vai injetar na economia em ano eleitoral

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/04/2026 08:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,167-0,24%Dólar TurismoR$ 5,364-0,42%Euro ComercialR$ 6,0010,25%Euro TurismoR$ 6,241-0,01%B3Ibovespa187.462 pts2,71%MoedasDólar ComercialR$ 5,167-0,24%Dólar TurismoR$ 5,364-0,42%Euro ComercialR$ 6,0010,25%Euro TurismoR$ 6,241-0,01%B3Ibovespa187.462 pts2,71%MoedasDólar ComercialR$ 5,167-0,24%Dólar TurismoR$ 5,364-0,42%Euro ComercialR$ 6,0010,25%Euro TurismoR$ 6,241-0,01%B3Ibovespa187.462 pts2,71%Oferecido por

O presidente Lula adotou um conjunto de medidas para aumentar o poder de compra da população, aquecer a economia e reduzir o impacto da alta dos preços dos combustíveis.

Parte dessas medidas vai significar alívio direto no bolso dos brasileiros neste ano, como a redução do Imposto de Renda para a classe média e a ampliação de benefícios para os mais pobres.

O aumento da isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil e a redução da alíquota para quem ganha até R$ 7.350 devem evitar a arrecadação de algo entre R$ 30 bilhões e R$ 40 bilhões.

Já o Gás do Povo e o Luz do Povo devem somar, neste ano, um alívio de R$ 15,5 bilhões no bolso de famílias de baixa renda.

Além do alívio direto no bolso, o governo Lula adotou, ao longo de 2025, medidas para estimular o acesso a crédito barato, que terão impacto neste ano.

Os bilhões que Lula vai injetar na economia em ano eleitoral: programas sociais turbinados e isenção do IR — Foto: Ricardo Stuckert / PR via BBC

Com uma disputada eleição presidencial pela frente, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) adotou um conjunto de medidas para aumentar o poder de compra da população, aquecer a economia e reduzir o impacto da alta dos preços dos combustíveis, devido à guerra envolvendo Estados Unidos e Irã.

Por outro lado, as medidas devem pressionar a inflação no país e dificultar a redução dos juros pelo Banco Central, afirmam economistas ouvidos pela reportagem.

Parte dessas medidas vai significar alívio direto no bolso dos brasileiros neste ano, como a redução do Imposto de Renda para a classe média e a ampliação de benefícios para os mais pobres, através dos novos programas Gás do Povo (distribuição de botijões) e Luz do Povo (descontos na conta de energia).

O aumento da isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil e a redução da alíquota para quem ganha até R$ 7.350, mudanças que começaram a valer em janeiro, devem evitar a arrecadação de algo entre R$ 30 bilhões e R$ 40 bilhões, segundo projeções de instituições financeiras, como BTG Pactual e ARX Investimentos, beneficiando 15 milhões de pessoas.

Questionado pela BBC News Brasil, o Ministério da Fazenda disse que não tem uma projeção atualizada do impacto da mudança.

"É quase um 14º salário", disse Lula em novembro, ao exaltar a economia que trabalhadores com renda próxima a R$ 5 mil terão com a isenção.

Já o Gás do Povo e o Luz do Povo devem somar, neste ano, um alívio de R$ 15,5 bilhões no bolso de famílias de baixa renda, uma alta de R$ 3,6 bilhões em relação a 2025, segundo dados do próprio governo federal.

Os dois programas, criados no ano passado, ampliaram políticas já existentes para acesso gratuito a botijões e descontos na conta de energia. As políticas foram rebatizadas e se tornaram vitrines do governo Lula.

No caso do Gás do Povo, o programa mais que triplicou as famílias atendidas em 2026, de 4,5 milhões para 15 milhões. Os beneficiários têm direito a recargas de 4 a 6 botijões por ano, a depender do tamanho das famílias. O valor médio nacional do botijão está em R$ 110, segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis.

Já o número de residências beneficiadas pelo Luz do Povo deve passar de 16,7 milhões para 20,9 milhões ao longo de 2026, segundo o Ministério de Minas e Energia.

O programa garante gratuidade na conta de energia para famílias com renda de até meio salário-mínimo por pessoa e consumo de até 80 kWh por mês. E dá um desconto de 11,8% na conta das famílias com renda de até um salário-mínimo por pessoa e consumo mensal de até 120 kWh.

Além do alívio direto no bolso, o governo Lula adotou, ao longo de 2025, medidas para estimular o acesso a crédito barato, que terão impacto neste ano.

A novidade que deve movimentar mais recursos é o Crédito do Trabalhador, linha de crédito consignado criada em março de 2025 e que vem crescendo. Nessa modalidade, trabalhadores formais conseguem contrair empréstimos usando até 10% do seu saldo do FGTS como garantia — isso reduz o risco de inadimplência, diminuindo também os juros cobrados.

Neste ano, até 16 de março, haviam sido concedidos R$ 26 bilhões de novos empréstimos, cerca de metade de todo o valor liberado em 2025 (R$ 53 bilhões), segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego.

Além das operações novas, trabalhadores também migraram para o programa R$ 41 bilhões em empréstimos antigos que tinham juros mais caros.

A projeção da ARX Investimentos é que serão liberados, no total, R$ 134 bilhões em novas operações em 2026.

"A estratégia do governo para maximizar o dividendo político-eleitoral é atuar em várias frentes. Então, tem de benefícios sociais até medidas que vão manter a economia aquecida, como a expansão do crédito", afirma o economista-chefe da ARX Investimentos, Gabriel Leal de Barros.

Os estímulos ocorrem em um momento de desaceleração da atividade econômica. Segundo economistas consultados pelo Banco Central semanalmente no Boletim Focus, o mercado prevê expansão de 1,8% do PIB (Produto Interno Bruto) em 2026, resultado pior que os de 2025 (2,3%) e de 2024 (3,4%).

Procurado pela reportagem, o Palácio do Planalto não quis se manifestar. Lula e seus ministros costumam rebater as críticas de que as medidas sociais e econômicas mirem a eleição de 2026. O governo argumenta que ações como o aumento da isenção do IR e a oferta de empréstimo consignado melhoram a vida dos trabalhadores.

"As pessoas agora podem ter crédito barato para sair do endividamento. Sair da mão do agiota, do banco que cobra até 10%, 12%, para procurar o crédito mais barato que elas puderem encontrar", disse Lula no ano passado, sobre o Crédito do Trabalhador.

Barros destaca também o crescimento do Minha Casa Minha Vida (MCMV), programa do governo Lula com maior aprovação popular — 90% de apoio, segundo pesquisa de dezembro do instituto Quaest.

O MCMV, que oferece empréstimo subsidiado para compra de imóveis com recursos do FGTS e outros fundos públicos, alcançou orçamento recorde de R$ 180 bilhões em 2025 e deve continuar crescendo em 2026.

Segundo o Ministério das Cidades, o programa já contratou mais de 1,9 milhão de unidades desde 2023, com investimento público superior a R$ 300 bilhões, e a meta é chegar a 3 milhões até o final de 2026 — ou seja, a previsão de novos contratos para este ano é quase o dobro da média dos três primeiros anos de mandato.

Dentro desse plano de expansão, o governo anunciou na semana passada a ampliação das faixas de renda atendidas pelas quatro modalidades do MCMV, assim como o aumento do valor dos imóveis que podem ser financiados.

Com isso, o limite de renda passou de R$ 12 mil para R$ 13 mil, e o valor máximo do imóvel aumentou de R$ 500 mil para R$ 600 mil, elevando o potencial de beneficiários.

No ano passado, o governo já havia lançado duas novidades para o setor habitacional. Uma delas foi a criação da faixa 4 do MCMV, no final de março, para atender famílias de maior renda.

E a outra foi o programa Reforma Casa Brasil, que oferece financiamentos para obras residenciais, no valor de R$ 5 mil a R$ 30 mil, com juros subsidiados, para famílias com ganhos de até R$ 9,6 mil por mês.

A previsão da ARX Investimentos é que apenas essas duas novas políticas vão movimentar R$ 46 bilhões neste ano, ante apenas R$ 8 bilhões no ano passado.

Segundo Gabriel de Barros, há ainda outras medidas que, embora não signifiquem dinheiro ou crédito direto para as famílias, também devem contribuir para estimular a atividade econômica em 2026, como a forte expansão dos empréstimos do BNDES.

Em 2025, as operações do banco somaram R$ 169,7 bilhões, aumento de 27% frente a 2024 e de 74% ante 2022. Para 2026, a expectativa é que o valor liberado ultrapasse R$ 200 bilhões.

"Isso ajuda o governo eleitoralmente, porque vai gerar emprego, vai gerar renda, o PIB vai ficar resiliente", reforça.

O outro lado dessa política de expansão do poder de compra das famílias e da oferta de crédito, nota o economista, é o aumento da pressão sobre a inflação e os juros.

A taxa Selic, fixada pelo Banco Central e que serve de referência para os juros cobrados no país, subiu de 10,50% ao ano em julho de 2024 para 15% ao ano em junho de 2025, maior patamar desde 2006.

A taxa continua a maior em vinte anos, após sofrer um pequeno corte na última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), neste mês, para 14,75% ao ano.

"Essa quantidade de grana movimentando a economia fez com que a Selic tivesse que ser 15%. Não fosse isso [as medidas do governo], poderia ser muito menor", afirma Barros.

A preocupação é compartilhada pelo economista Samuel Pessoal, pesquisador da FGV e do BTG Pactual, que aponta também o impacto das medidas no aumento da dívida pública.

Isso ocorre, explica, tanto pelo aumento das despesas do governo, como pelo aumento da taxa Selic, que serve de referência para correção da dívida.

Segundo dados do Banco Central, a dívida pública cresceu de 71,7% do PIB em dezembro de 2022, antes de Lula assumir a presidência, para 78,7% do PIB em janeiro deste ano.

"Quando você aumenta o consumo agregado, sendo que a economia já está operando a pleno emprego, isso gera pressão inflacionária. Aí tem que ter mais juros e a dívida pública vai crescer mais", afirma Pessoa.

Outros economistas têm uma visão menos crítica das ações do governo. Para Nelson Marconi, professor da FGV Eaesp (Escola de Administração de Empresas de São Paulo), o problema da alta da dívida pública está relacionado a uma meta de inflação baixa, fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

Na sua visão, isso obriga o Banco Central a manter os juros que corrigem a dívida muito elevados. Por outro lado, como a Selic alta esfria a economia, isso leva o governo a adotar mais medidas para estimular o crescimento do país, avalia.

A meta de inflação para 2026 é de 3%, com margem de tolerância até 4,5%. O IPCA, índice de preços do IBGE, fechou fevereiro com alta acumulada em 12 meses de 3,81%. A previsão do Boletim Focus é que o índice feche 2016 acima de 4%.

Segundo os dois economistas ouvidos, esse cenário torna mais desafiador para o presidente eleito em outubro reduzir despesas e aumentar o superávit primário (economia para pagar juros da dívida). "O que está sendo feito não é sustentável", critica Barros.

A guerra envolvendo Estados Unidos e Irã também aumentou a pressão sobre a inflação devido à disparada global do barril de petróleo, que chegou a ser negociado a US$ 119 em março, maior valor desde 2022, quando teve início a guerra entre Rússia e Ucrânia.

O governo já adotou medidas para tentar segurar o preço do diesel, diante de temores de uma greve de caminhoneiros no país similar a que ocorreu em 2018, paralisação que provocou um tombo na economia.

O objetivo do governo é garantir um desconto de R$ 0,64 por litro no preço na bomba, ao aliar redução de impostos e subvenção a importadores. O pacote terá um custo de R$ 30 bilhões, que será compensado com um novo imposto sobre a exportação de petróleo.

A guerra também pressiona o preço dos botijões de gás, com a associação de revendedores pressionando o governo a tomar medidas para não prejudicar o programa Gás do Povo.

Para o cientista político Rafael Cortez, da Tendências Consultoria, as políticas sociais e econômicas adotadas pelo governo Lula podem não se converter em vitória nas urnas.

Na sua avaliação, o peso da economia na definição da eleição diminuiu nos últimos pleitos, quando a política brasileira se tornou muito polarizada entre o lulismo e o bolsonarismo.

Ele lembra que Jair Bolsonaro não conseguiu se reeleger em 2022, mesmo lançando um pacote de medidas de R$ 41 bilhões em agosto daquele ano (o equivalente a cerca de R$ 46 bilhões hoje), a poucos meses da eleição.

Isso foi possível após seu governo conseguir aprovar no Congresso uma controversa alteração constitucional que declarava "estado de emergência" no país para driblar restrições à criação de novos benefícios às vésperas do pleito. A justificativa para a medida era a alta no preço dos combustíveis por causa da guerra na Ucrânia.

A mudança ficou conhecida como PEC Kamikaze e permitiu ampliar o Auxílio-Gás e o Auxílio Brasil (substituto do Bolsa Família) e criar benefícios temporários para caminhoneiros e taxistas. Depois, em 2024, o STF considerou essa PEC inconstitucional.

Seu governo criou também uma modalidade controversa de consignado para beneficiários do Auxílio Brasil entre o primeiro e o segundo turno presidencial, liberando R$ 9,5 bilhões em outubro de 2022 (o equivalente a cerca de R$ 11 bilhões hoje) em empréstimos para os segmentos mais pobres da população. Após a eleição, os desembolsos caíram fortemente e o programa acabou no início de 2023.

Apesar das medidas, Bolsonaro não conseguiu se reeleger, devido ao elevado índice de rejeição a seu governo, que analistas atribuem, em boa parte, à sua atuação na pandemia de covid-19, quando se posicionou contra a vacinação e medidas sanitárias.

"Ele começou com promessas ultraliberalizantes, uma política econômica ortodoxa. Depois, houve uma degradação da popularidade dele na pandemia, por sua postura na questão sanitária. A partir disso, ele entra na fase de populismo de gastos. Até mudança na Constituição ele fez", aponta Cortez.

Após derrotar Bolsonaro em 2022, o petista deve enfrentar em outubro o filho mais velho do ex-presidente, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Pesquisas eleitorais indicam que, se a eleição fosse hoje, ambos estariam empatados em um eventual segundo turno.

Cortez nota que as principais novidades do governo estão em iniciativas para a classe média, como o aumento da isenção do Imposto de Renda. Na sua leitura, porém, a forte polarização da sociedade e a vantagem bolsonarista nesse grupo podem dificultar a conversão dessas políticas em votos.

"Não importa o que [Lula] faça. Um dos efeitos da polarização é diminuir o número de eleitores dispostos a mudar de ideia. Não é que o voto econômico não importa, mas ele não é mais suficiente para a vitória do incumbente em 2026 como era no passado".

"Tem um problema político maior que é uma leitura [da população] de falta de novidade no governo. E se a gente pega as pesquisas eleitorais, quase todas estão mostrando que o Lula não merece um novo mandato. Então, acho que esse é um desafio para esse contágio eleitoral [das medidas do governo]", continua.

Segundo pesquisa de março do instituto Quaest, Lula e Flávio Bolsonaro aparecem empatados em um eventual segundo turno, com 41% de intenção de votos cada.

Os últimos levantamentos da Quaest mostram que o apoio a Lula no grupo que ganha de dois a cinco salários-mínimos (R$ 3.242 a R$ 8.105) — em boa parte beneficiado pela mudança no IR — recuou de 46% em agosto de 2025 para 38% em março de 2026.

Agora, o petista aparece numericamente atrás de Flávio Bolsonaro nesse grupo, já que a intenção de voto no senador subiu de 35% para 41% no mesmo período.

Já entre os que ganham mais de cinco salários-mínimos (R$ 8.105), a vantagem de Flávio é ainda maior, aparecendo com 52% ante 33% de Lula na última pesquisa.

O petista, por outro lado, mantém vantagem no eleitor com ganho de até dois salários-mínimos (R$ 3.242), marcando 52% contra 32% do senador.

Ao defender suas ações, o presidente Lula diz que seu governo atua pelos trabalhadores e os grupos mais pobres.

O aumento da isenção do IR, por exemplo, foi uma promessa de campanha do petista e foi aprovado com amplo apoio no Congresso.

"Quando o bem comum está acima de interesses menores, é possível unir o Brasil em torno de grandes causas", defendeu o então ministro da Fazenda, Fernando Haddad, quando a mudança na tributação foi promulgada.

Para compensar as perdas de arrecadação, o governo aumentou impostos dos mais ricos, medida que deve impactar, em contraste, apenas 141 mil pessoas, segundo o Ministério da Fazenda.

A medida é elogiada por especialistas em desigualdade de renda, como o economista Sergio Gobetti e o sociólogo Marcelo Medeiros, pesquisadores do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

Enquanto o governo amplia algumas políticas, o maior programa social criado por Lula não teve crescimento em seu terceiro mandato.

O Bolsa Família teve uma grande expansão durante o governo de Jair Bolsonaro, com o objetivo de minimizar o crescimento da pobreza durante a pandemia de covid-19, momento em que o programa mudou de nome para Auxílio Brasil.

Após sua eleição, Lula resgatou o nome original, mas manteve o novo valor do benefício, de ao menos R$ 600 por família. Depois disso, o benefício não teve qualquer reajuste, nem mesmo correção inflacionária.

Com a redução das famílias atendidas, hoje em 18,7 milhões, o valor total transferido caiu de R$ 170 bilhões em 2024 para R$ 160 bilhões em 2025 — valor que deve ser mantido em 2026, segundo o Orçamento da União.

Outra ação que deve se manter estável em 2026 é o Pé de Meia, criado em 2024. Com orçamento anual de R$ 12 bilhões, o programa transfere renda para estudantes do Ensino Médio de famílias pobres, como forma de evitar o abandono escolar.

Lula chegou a prometer universalizar o benefício para todos os estudantes de Ensino Médio da rede pública neste ano, mas, devido às restrições orçamentárias, não há previsão de cumprimento da promessa.

Procurado pela reportagem, o Ministério da Educação apenas informou que o orçamento anual do programa continua em R$ 12 bilhões.

Em entrevista à BBC News Brasil em outubro, o ministro Camilo Santana disse que a universalização demandaria mais R$ 5 bilhões, segundo cálculos iniciais da pasta.

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Em meio a guerra, analistas do mercado sobem estimativa de inflação pela 4ª semana seguida

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/04/2026 08:44

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Analistas do mercado financeiro elevaram de novo a estimativa para a inflação em 2026. Esta é a quarta semana seguida de aumento.

As expectativas fazem parte do Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (6) pelo Banco Central (BC), com base em pesquisa realizada na última semana com mais de 100 instituições financeiras.

A explicação é que a guerra no Oriente Médio fez disparar o preço do petróleo — que opera nesta segunda acima de US$ 100 — e, por isso, tem potencial de pressionar a inflação brasileira (via aumento dos combustíveis).

De acordo com a pesquisa do BC, o mercado passou a projetar que a inflação oficial, medida pelo IPCA, some 4,36% neste ano, contra a projeção anterior de 4,31%.

Se confirmada a projeção, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficará abaixo do registrado no último ano — quando somou 4,26%.

➡️ Para 2027, a expectativa subiu de 3,84% para 3,85%;➡️ Para 2028, a previsão subiu de 3,57% para 3,60%.➡️ Para 2029, a estimativa continuou em 3,50%.

Desde o início de 2025, com a adoção do sistema de meta contínua, o objetivo é manter a inflação em 3%, sendo considerada dentro da meta se variar entre 1,50% e 4,50%.

🔎 Por que isso importa? Quanto maior a inflação, menor é o poder de compra da população — especialmente entre quem recebe salários mais baixos. Isso ocorre porque os preços sobem, enquanto os salários não acompanham esse aumento.

Mesmo com aumento da projeção de inflação neste ano e nos próximos, o mercado financeiro continuou projetando queda dos juros.

Atualmente, a taxa está em 14,75% ao ano — após o primeiro corte em quase dois anos (autorizado na semana passada pelo BC).

Para o fim de 2026, a estimativa do mercado para a taxa Selic permaneceu em 12,50% ao ano na última semana, embutindo uma redução no decorrer de 2026.Para o fechamento de 2027, a projeção do mercado foi mantida em 10,50% ao ano.Para o fim de 2028, a estimativa dos analistas continuou em 10% ao ano.

Para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2026, a estimativa do mercado de crescimento permaneceu em 1,85%.

O resultado oficial do PIB do ano passado foi uma expansão de 2,3%, conforme divulgação oficial do IBGE.

➡️ O Produto Interno Bruto (PIB) é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir o desempenho da economia.

O mercado financeiro manteve sua estimativa para a taxa de câmbio, ao fim deste ano, estável em R$ 5,40.

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