RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Irã adverte sobre retaliação ‘devastadora’ após ameaças e ultimato de Trump; petróleo volta a subir

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/04/2026 07:56

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,167-0,24%Dólar TurismoR$ 5,364-0,42%Euro ComercialR$ 6,0010,25%Euro TurismoR$ 6,241-0,01%B3Ibovespa187.462 pts2,71%MoedasDólar ComercialR$ 5,167-0,24%Dólar TurismoR$ 5,364-0,42%Euro ComercialR$ 6,0010,25%Euro TurismoR$ 6,241-0,01%B3Ibovespa187.462 pts2,71%MoedasDólar ComercialR$ 5,167-0,24%Dólar TurismoR$ 5,364-0,42%Euro ComercialR$ 6,0010,25%Euro TurismoR$ 6,241-0,01%B3Ibovespa187.462 pts2,71%Oferecido por

O preço referência do barril de petróleo atingiu US$ 110 nesta segunda-feira (6) após a ameaça feita pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, contra o Irã no fim de semana.

O preço do Brent subiu inicialmente 1,6%, para US$ 110,85, antes de recuar ligeiramente durante as negociações da manhã na Ásia.

O aumento ocorreu depois que Trump ameaçou atacar pontes e usinas de energia iranianas caso o país não interrompa ataques contra navios que tentam cruzar o Estreito de Ormuz.

As principais bolsas de valores asiáticas registraram altas nesta segunda-feira. O índice Nikkei 225 do Japão subiu 1,6%, enquanto o índice Kospi da Coreia do Sul teve alta de 0,9%.

Donald Trump ameaça realizar uma nova grande onda de ataques ao Irã na próxima terça-feira (7/4), caso o Estreito de Ormuz não seja reaberto.

O preço referência do barril de petróleo atingiu US$ 110 nesta segunda-feira (6) após a ameaça feita pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, contra o Irã no fim de semana.

O preço do Brent subiu inicialmente 1,6%, para US$ 110,85, antes de recuar ligeiramente durante as negociações da manhã na Ásia.

O aumento ocorreu depois que Trump ameaçou atacar pontes e usinas de energia iranianas caso o país não interrompa ataques contra navios que tentam cruzar o Estreito de Ormuz.

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Donald Trump ameaça realizar uma nova grande onda de ataques ao Irã na próxima terça-feira (7/4), caso o Estreito de Ormuz não seja reaberto.

O Irã zombou do ultimato, que classificou como "ameaça desesperada, nervosa e estúpida".

Em uma postagem repleta de palavrões publicada no domingo em sua rede social Truth Social, Trump mencionou ataques à infraestrutura civil e disse que o Irã "viverá no inferno" se a importante rota marítima não for aberta.

"Terça-feira será o Dia da Usina Elétrica e o Dia da Ponte, tudo junto, no Irã. Não haverá nada igual!!! Abram o maldito Estreito, seus bastardos loucos, ou vocês viverão no inferno – AGUARDEM! Louvado seja Alá. Presidente DONALD J. TRUMP", escreveu o republicano.

Posteriormente, em uma nova publicação, Trump escreveu: "Terça-feira, 20h, horário do leste dos EUA!"

Isso corresponde às 3h30 da manhã de quarta-feira, no horário de Teerã, capital do Irã (ou 21h de terça-feira pelo horário de Brasília).

Não está claro a que se refere a segunda publicação de Trump nas redes sociais. A BBC solicitou esclarecimentos à Casa Branca.

Trump havia estipulado anteriormente um prazo até 6 de abril para que o Irã fechasse um acordo. Mas o americano já adiou por diversas vezes prazos que ele mesmo estabeleceu para a reabertura do estreito.

Duas postagens de Donald Trump na rede Truth Social neste domingo (5/4) — Foto: Reprodução/Truth Social

Na última quinta (2/4), os EUA já haviam atacado uma ponte em construção em Karaj, cidade a oeste de Teerã, no que foi considerada por alguns analistas uma ampliação dos alvos americanos e um possível primeiro passo para novos ataques à infraestrutura de água, energia e transporte do país do Oriente Médio.

Ao jornal The Wall Street Journal, Trump disse neste domingo que, se o Irã quiser manter o estreito fechado, "perderá todas as usinas de energia e todas as outras instalações que possui em todo o país".

À emissora Fox News, ele afirmou que está considerando "explodir tudo e tomar o controle do petróleo" do Irã se um acordo para encerrar a guerra não for alcançado rapidamente.

Mas, na entrevista com o correspondente-chefe de assuntos internacionais da Fox, Trey Yingst, o americano também disse que há uma "boa chance" de um acordo ser fechado na segunda-feira. "Eles estão negociando agora", disse ele.

O presidente do parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, afirmou no domingo que as "ações imprudentes de Trump estão arrastando os EUA para um inferno na Terra para todas as famílias".

Ghalibaf acusou Trump de seguir ordens do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e disse que "a única solução real é respeitar os direitos do povo iraniano e acabar com esse jogo perigoso".

O general Ali Abdollahi Aliabadi, do comando militar central do Irã, disse que a ameaça de Trump é uma "ameaça desesperada, nervosa e estúpida", acrescentando que "os portões do inferno se abrirão" para o líder americano.

Enquanto isso, Israel segue atacando instalações de infraestrutura civil iranianas — uma instalação petroquímica atacada no sábado (4/4) foi o alvo mais recente — e aguarda a aprovação dos EUA para atacar mais instalações de energia nesta semana, segundo autoridades de defesa.

Ataques conjuntos de EUA e Israel também atingiram o Aeroporto Internacional Qasem Soleimani, no sudoeste do Irã, no domingo.

O Irã, por sua vez, continuou a disparar drones e mísseis contra Israel e seus aliados no Golfo ao longo do fim de semana.

Um prédio residencial na cidade israelense de Haifa foi atingido diretamente por um míssil balístico no domingo. Quatro pessoas ficaram feridas.

Mais cedo, autoridades de Abu Dhabi informaram que estavam combatendo incêndios em uma instalação petroquímica operada pela empresa Borouge, causados ​​por destroços de um míssil iraniano.

O Kuwait afirmou que ataques com drones iranianos danificaram gravemente instalações de petróleo e petroquímicas. Usinas industriais e de combustíveis também foram alvejadas no Bahrein.

Esta não é a primeira vez que Trump dá um ultimato a Teerã, na tentativa de reabrir o Estreito de Ormuz. Desde o início da guerra, em 28 de fevereiro, ele já estabeleceu diferentes prazos para o regime dos aiatolás fechar um acordo.

1º prazo: Em 21 de março, Trump disse que "atacaria e obliteraria" usinas de energia, "começando pelas maiores", se o Irã não reabrisse a hidrovia em 48 horas.2º prazo: Dois dias depois, ele disse que houve "conversas muito boas e produtivas" entre os países e adiou os ataques contra a infraestrutura energética por cinco dias.3º prazo: Em 27 de março, Trump disse que adiaria os ataques às usinas de energia por 10 dias, "conforme solicitação do governo iraniano", estendendo o prazo para 6 de abril.

Aviso de 48 horas: No sábado (4/4), com o prazo de 6 de abril se aproximando, o presidente americano avisou que o Irã tinha "48 horas" antes que ele desencadeasse "o inferno".

Mais recente ameaça: Em uma postagem repleta de linguagem ofensiva, Trump reiterou essa ameaça neste domingo (5/4).

O Estreito de Ormuz é uma importante via comercial por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial.

Desde o início da guerra entre os EUA e Israel com o Irã, inúmeros navios foram atacados na região.

Cerca de 3 mil navios costumam navegar pelo estreito todos os meses, mas esse número diminuiu drasticamente no período recente, com o Irã ameaçando atacar petroleiros e outras embarcações.

Cerca de um terço do comércio mundial de fertilizantes também passa pelo estreito, que é um canal vital para as importações do Oriente Médio, incluindo alimentos, medicamentos e suprimentos tecnológicos.

O bloqueio efetivo do estreito fez com que os preços do barril de petróleo disparassem. Há receios de que isso possa levar a uma forte alta da inflação mundial.

A secretária-geral da organização de direitos humanos Anistia Internacional, criticou a publicação repleta de palavrões de Trump, com novas ameaças à infraestrutura civil do Irã.

"Que mensagem revoltante", escreveu Agnes Callamard, em uma publicação no X (antigo Twitter). "Os civis iranianos serão os primeiros a sofrer com a destruição de usinas de energia e pontes", acrescentou.

"Sem eletricidade, aquecimento ou água; sem poder fugir dos ataques. Potencial para uma série de crimes de guerra em cascata."

A mensagem de Callamard vem a público dias depois de um grupo de mais de 100 especialistas em direito internacional ter assinado uma carta aberta expressando "profunda preocupação" com o que consideram graves violações do direito internacional pelos EUA, Israel e Irã na guerra.

Em resposta ao relatório, a Casa Branca disse que Trump estava tornando toda a região mais segura e desconsiderou o que chamou de "os ditos especialistas".

Em postagem no domingo (5/4), líder americano ameaçou atacar pontes e usinas de energia no Irã, se o Estreito de Ormuz não for reaberto até terça-feira — Foto: Reuters via BBC

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Como navios parados do outro lado do mundo atrapalham a sua vida aqui no Brasil? g1 explica

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/04/2026 04:47

Como navios parados do outro lado do mundo atrapalham a sua vida aqui no Brasil? g1 explica No g1 Explica, a repórter Renata Ribeiro explica e simplifica os temas que dominam o noticiário econômico e mexem diretamente com o nosso bolso. Por Renata Ribeiro, TV Globo — São Paulo

Navios parados em rotas estratégicas do outro lado do mundo podem parecer um problema distante – mas não são. Quando o transporte marítimo trava, mercadorias atrasam, fretes ficam mais caros e cadeias de produção inteiras são afetadas.

E isso chega direto ao Brasil. Com custos mais altos para importar insumos e exportar produtos, o impacto aparece nos preços de alimentos, eletrônicos, combustíveis e até no agronegócio. Em um país que depende do comércio internacional e do transporte, qualquer gargalo lá fora vira pressão aqui dentro, inclusive na inflação.

Neste vídeo, você vai entender como navios parados podem atrapalhar a sua vida no Brasil. Toda semana, o g1 Explica simplifica a economia, o mercado financeiro e a educação financeira, mostrando como tudo isso afeta o seu bolso.

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Presidente da Colômbia defende Pix após críticas dos EUA: ‘Peço ao Brasil que estenda o sistema’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/04/2026 02:50

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,167-0,24%Dólar TurismoR$ 5,364-0,42%Euro ComercialR$ 6,0010,25%Euro TurismoR$ 6,241-0,01%B3Ibovespa187.462 pts2,71%MoedasDólar ComercialR$ 5,167-0,24%Dólar TurismoR$ 5,364-0,42%Euro ComercialR$ 6,0010,25%Euro TurismoR$ 6,241-0,01%B3Ibovespa187.462 pts2,71%MoedasDólar ComercialR$ 5,167-0,24%Dólar TurismoR$ 5,364-0,42%Euro ComercialR$ 6,0010,25%Euro TurismoR$ 6,241-0,01%B3Ibovespa187.462 pts2,71%Oferecido por

O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, saiu em defesa do sistema de transferências instantâneas PIX e pediu que a ferramenta seja adotada em seu país. A manifestação foi feita em uma publicação na rede social X.

No post, Petro respondeu a uma mensagem que mencionava declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que teria ameaçado impor sanções ao Brasil caso o PIX não fosse encerrado, sob o argumento de que o sistema prejudica empresas de cartão de crédito como Visa e Mastercard.

Ao comentar o tema, o presidente colombiano afirmou que o modelo brasileiro representa uma alternativa mais eficiente e criticou mecanismos usados pelos Estados Unidos no sistema financeiro internacional.

Na mesma publicação, o presidente colombiano fez duras críticas à lista de sanções do Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC), órgão do Tesouro americano. Segundo ele, o mecanismo "já não é uma arma contra o narcotráfico" e estaria sendo utilizado como instrumento de controle político.

Petro afirmou ainda que grandes líderes do tráfico internacional conseguem driblar o sistema e viver com luxo fora de seus países, enquanto a ferramenta seria usada para pressionar adversários políticos ao redor do mundo.

O presidente também voltou a defender uma governança global mais democrática e criticou conflitos internacionais, afirmando que guerras “não servem para nada” e geram perdas para toda a humanidade.

As declarações ocorrem em meio a um debate crescente sobre o papel do PIX no sistema financeiro global. Criado pelo Banco Central em 2020, o modelo brasileiro se consolidou como um dos principais meios de pagamento do país e vem sendo estudado para operações internacionais.

Na última quarta-feira (1º), um relatório divulgado pela Casa Branca ressaltou novamente o PIX como um sistema prejudicial às gigantes de cartão de crédito.

"O Banco Central criou e regula o PIX; stakeholders dos EUA temem que o BC [Banco Central] dê tratamento preferencial ao sistema, prejudicando fornecedores americanos de serviços de pagamentos eletrônicos. O uso do PIX é obrigatório para instituições com mais de 500.000 contas."

No documento que oficializou o processo, a gestão Trump não mencionou o PIX diretamente, mas fez referência a “serviços de comércio digital e pagamento eletrônico”, inclusive os oferecidos pelo Estado brasileiro.

"O Brasil parece se envolver em uma série de práticas desleais em relação a serviços de pagamento eletrônico, incluindo, mas não se limitando a favorecer seus serviços de pagamento eletrônico desenvolvidos pelo governo", disse o Escritório do Representante de Comércio dos EUA na época.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reagiu a críticas de Trump e afirmou que o Brasil não pretende recuar no uso do sistema.

O Banco Central, por sua vez, trabalha na expansão da ferramenta, incluindo a possibilidade de integração entre países no futuro.

"Os Estados Unidos fizeram um relatório nesta semana sobre o PIX, disseram que o PIX distorce o comércio internacional, porque o PIX acho que cria problema para a moeda deles", introduziu Lula.

"O que é importante a gente dizer para quem quiser nos ouvir. O PIX é do Brasil, e ninguém vai fazer a gente mudar o PIX pelo serviço que ele está prestando à sociedade brasileira", completou o petista.

Na sequência, Lula disse que o governo brasileiro, por própria iniciativa, pode até "aprimorar o PIX, para que, cada vez mais, ele possa atender às necessidades de mulheres e homens" que usam a ferramenta.

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Gel feito de algas por brasileiro vira nova aposta contra incêndios

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 06/04/2026 02:50

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Gel feito de algas por brasileiro vira nova aposta contra incêndios Tecnologia criada a partir de algas marinhas aumenta a eficiência da água no combate às chamas e já começa a ganhar espaço no agronegócio. Por PEGN

Ondas de calor e períodos prolongados de seca têm tornado os incêndios florestais cada vez mais frequentes e intensos.

Na América do Sul, as áreas queimadas se multiplicaram por 30 entre 2024 e 2025, segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).

Diante desse cenário, surgem também novas soluções para reduzir os impactos do fogo. Em Pernambuco, um pesquisador transformou anos de trabalho em laboratório em um negócio voltado justamente para enfrentar esse desafio climático.

O produto é misturado à água e cria uma camada protetora sobre a vegetação. Essa barreira ajuda a evitar a propagação do fogo e aumenta a eficiência do combate às chamas.

Ondas de calor e períodos prolongados de seca têm tornado os incêndios florestais cada vez mais frequentes e intensos. Na América do Sul, as áreas queimadas se multiplicaram por 30 entre 2024 e 2025, segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).

Diante desse cenário, surgem também novas soluções para reduzir os impactos do fogo. Em Pernambuco, um pesquisador transformou anos de trabalho em laboratório em um negócio voltado justamente para enfrentar esse desafio climático.

Formado em química industrial, o empreendedor José Yago Rodrigues sempre imaginou seguir carreira acadêmica. O plano era se tornar pesquisador e professor universitário.

Mas a experiência em projetos de recuperação ambiental abriu caminho para algo diferente: criar uma startup de soluções tecnológicas para o meio ambiente.

“Meu sonho era virar pesquisador. Quando a gente entra no mestrado e no doutorado, normalmente tem essa expectativa”, afirma José Yago.

A virada aconteceu em 2019, após o desastre ambiental causado pelo derramamento de óleo que atingiu o litoral do Nordeste e afetou mais de 130 cidades e cerca de 3.600 quilômetros de praias.

Na época, José Yago participou de uma equipe que desenvolveu uma manta de gel capaz de absorver o óleo na água, usando alginato de sódio — um composto extraído de algas marinhas também utilizado na indústria alimentícia.

O material funciona como uma esponja seletiva, absorvendo o óleo enquanto a água passa. A experiência mostrou ao pesquisador que a tecnologia poderia ser adaptada para outras aplicações ambientais.

Foi então que surgiu a ideia de criar um novo produto: um biogel capaz de ajudar no combate a incêndios florestais e agrícolas.

O produto é misturado à água e cria uma camada protetora sobre a vegetação. Essa barreira ajuda a evitar a propagação do fogo e aumenta a eficiência do combate às chamas.

Segundo o empreendedor, o gel amplifica a capacidade da água de apagar incêndios. “A gente desenvolveu um gel capaz de apagar um incêndio mais rápido, usando menos água. Ele é biodegradável, atóxico e seguro”, explica José Yago.

O produto pode ser aplicado com equipamentos usados por bombeiros, como bombas costais, caminhões-pipa ou drones, o que amplia as possibilidades de uso no campo.

O biogel foi patenteado em 2021, quando Rodrigues decidiu criar uma empresa para levar a tecnologia ao mercado.

A startup recebeu investimentos por meio de editais de fomento do governo de Pernambuco e também de programas federais de apoio à inovação.

Mesmo assim, transformar pesquisa em negócio trouxe novos desafios. “Empreender é um desafio diário. A gestão da empresa e a parte financeira são obstáculos para quem vem do mundo acadêmico”, diz o fundador.

Hoje, o gel já começou a ser utilizado por produtores rurais. Um deles é Vicente Henrique de Albuquerque, produtor de cana-de-açúcar em Pernambuco, que testou o produto nas plantações.

Segundo ele, o material ajudou a reduzir riscos de incêndio na lavoura. “A gente fez o teste e viu que o produto realmente atinge a expectativa e diminui o impacto do risco de incêndio na produção”, afirma.

Além de ajudar a conter o avanço das chamas, o produto também reduz significativamente o consumo de água.

Em um incêndio de grandes proporções em uma plantação do tamanho de um campo de futebol, o combate tradicional exigiria cerca de 50 mil litros de água.

Com a adição do biogel, esse volume pode cair para aproximadamente 7 mil litros, uma economia de até 85%.

Atualmente, a fábrica da startup tem capacidade para produzir 20 mil litros de gel por mês. O produto é vendido em embalagens de 20 litros, que custam cerca de R$ 2 mil.

Em 2025, a empresa faturou R$ 150 mil, mas a expectativa é crescer rapidamente após obter todas as certificações necessárias para comercialização. A projeção da startup é alcançar R$ 2 milhões de faturamento em 2026.

A empresa também firmou parceria com uma organização do Reino Unido que financia projetos de inovação tecnológica com impacto ambiental. A colaboração pode abrir portas para a expansão internacional da tecnologia.

A meta de Rodrigues é transformar o empreendimento em um polo de pesquisa aplicada. “A ideia é transformar um artigo científico em uma nota fiscal — em um produto que possa contribuir para a sociedade”, afirma.

📍 Endereço: Av. Professor Moraes Rego, no. 1235, PARQ TEC UFPE -Cidade Universitária Recife / PE – CEP : 50.740-465📞 Telefone: (83) 99937-8901📧 E-mail: arqueatec@gmail.com🌐 Site: www.arqueatec.com.br📸 Instagram: https://www.instagram.com/arqueatec

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Quais são os próximos feriados de 2026? (Spoiler: restam oito)

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/04/2026 00:44

Trabalho e Carreira Quais são os próximos feriados de 2026? (Spoiler: restam oito) Dos oito feriados restantes, sete podem render emendas com fins de semana e mais dias de descanso. Veja o calendário. Por Rayane Moura, g1 — São Paulo

Abril teve feriadão com Sexta-feira Santa e Páscoa e já deixa trabalhadores de olho nas próximas folgas.

O próximo é Tiradentes (21), que cai em uma terça-feira, e a segunda (20) é ponto facultativo para servidores federais.

Depois da combinação entre a Sexta-feira Santa (3) e a Páscoa, no domingo (5), que garantiu a muitos trabalhadores um feriadão prolongado de três dias, já tem gente pensando no próximo período de descanso.

Agora, restam oito feriados no ano, sendo que sete deles podem ser emendados para prolongar os dias de descanso.

O próximo feriado é o Dia de Tiradentes, em 21 de abril, que cai em uma terça-feira. Com isso, quem conseguir folga na segunda (20), considerada ponto facultativo para os servidores públicos federais, pode aproveitar um descanso prolongado — de sábado a terça.

20 de abril (segunda-feira): ponto facultativo (servidores públicos federais)21 de abril (terça-feira): Dia de Tiradentes

Apesar de ser um feriado nacional, nem todos são beneficiados. A legislação trabalhista permite o funcionamento de atividades em setores considerados essenciais.

⚠️ Mas atenção: quem for escalado para trabalhar na data tem direitos assegurados, como remuneração em dobro ou folga compensatória.

Ao todo, 2026 terá 10 feriados nacionais, sendo que 9 cairão em dias úteis. Este é um dos calendários mais favoráveis dos últimos anos para quem deseja planejar folgas prolongadas ao longo do ano.

Depois de abril, o próximo feriado nacional será 1º de maio (Dia do Trabalhador), que cairá em uma sexta-feira e pode permitir emenda para quem folga aos fins de semana.

Outra possibilidade de emenda é o Corpus Christi, em 4 de junho, considerado ponto facultativo nacional. Ou seja, cada estado ou município tem autonomia para decretar a data como feriado religioso, desde que haja regulamentação local.

Nas cidades onde a data é considerada feriado, a regra é a dispensa do trabalhador. Caso seja necessário trabalhar, há direito ao pagamento em dobro ou à folga compensatória.

21 de abril, Dia de Tiradentes (terça-feira)1º de maio, Dia do Trabalhador (sexta-feira)7 de setembro, Independência do Brasil (segunda-feira)12 de outubro, Nossa Senhora Aparecida (segunda-feira)2 de novembro, Finados (segunda-feira)15 de novembro, Proclamação da República (domingo)20 de novembro, Dia da Consciência Negra (sexta-feira)25 de dezembro, Natal (sexta-feira)

20 de abril (segunda-feira)4 de junho, Corpus Christi (quinta-feira)5 de junho (sexta-feira)28 de outubro, Dia do Servidor Público (quarta-feira)24 de dezembro, véspera de Natal (após 13h) (quinta-feira)31 de dezembro, véspera de Ano Novo (após 13h) (quinta-feira)

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Imposto de Renda 2026: veja como obter o informe de rendimentos no banco, empresa e INSS

Fonte: G1 Imposto de Renda | Publicado em: 06/04/2026 00:44

Economia Imposto de renda Imposto de Renda 2026: veja como obter o informe de rendimentos no banco, empresa e INSS Saiba onde acessar o comprovante, como solicitar às fontes pagadoras e o que fazer se houver erros ou ausência de dados na declaração. Por Redação g1 — São Paulo

O prazo para entrega da declaração do Imposto de Renda 2026, referente ao ano-base 2025, já começou.

O comprovante reúne salários, benefícios, aplicações financeiras e impostos pagos ao longo do ano, sendo a base para prestar contas à Receita Federal.

O informe de rendimentos deve ser obtido junto a todas as fontes pagadoras ao longo do ano, como empresas, bancos, corretoras, planos de previdência e o Instituto Nacional de Seguro Social (INSS), no caso de aposentados e pensionistas.

Cada uma dessas instituições é responsável por fornecer um documento com os valores pagos ou informados à Receita Federal.

O prazo para entrega da declaração do Imposto de Renda 2026, referente ao ano-base 2025, já começou — e um dos documentos mais importantes para o contribuinte é o informe de rendimentos.

O comprovante reúne salários, benefícios, aplicações financeiras e impostos pagos ao longo do ano, sendo a base para prestar contas à Receita Federal.

O informe de rendimentos deve ser obtido junto a todas as fontes pagadoras ao longo do ano, como empresas, bancos, corretoras, planos de previdência e o Instituto Nacional de Seguro Social (INSS), no caso de aposentados e pensionistas.

Cada uma dessas instituições é responsável por fornecer um documento com os valores pagos ou informados à Receita Federal.

🔎 Esse comprovante reúne dados essenciais para a declaração, como rendimentos tributáveis, valores isentos, imposto retido na fonte, saldos em conta e aplicações financeiras.

Por isso, é fundamental reunir todos os informes antes de começar a preencher a declaração, evitando erros ou omissões.

O informe de rendimentos dos bancos pode ser acessado de forma simples pelos canais digitais ou solicitado diretamente à instituição. A forma mais comum é pelo aplicativo ou pelo internet banking, onde o documento geralmente fica disponível em formato PDF.

Segundo Márcia Cleide Ribeiro, advogada especializada em Direito Tributário e Previdenciário, é importante saber onde procurar.

“Os bancos costumam disponibilizar o informe em áreas como ‘Imposto de Renda’, ‘Documentos’, ‘Comprovantes’ ou ‘Serviços’. Caso o cliente não encontre, ele pode solicitar pelo atendimento, gerente ou canais oficiais como telefone e WhatsApp”, explica.

O documento traz informações como saldo em conta, aplicações financeiras, rendimentos, juros e imposto retido, que são essenciais para preencher corretamente a declaração e evitar inconsistências.

Aposentados e pensionistas podem acessar o informe de rendimentos do INSS pelo site ou aplicativo Meu INSS, utilizando a conta gov.br.

Após o login, basta buscar pela opção “Extrato de Imposto de Renda”, onde é possível visualizar, baixar e imprimir o documento.

O acesso é totalmente digital e não exige ida a uma agência. Além disso, em muitos casos, o informe também pode ser obtido no banco onde o benefício é pago.

Esse documento traz os valores recebidos ao longo do ano, além de possíveis descontos e retenções, sendo indispensável para quem precisa declarar.

No caso de trabalhadores com carteira assinada, o informe de rendimentos deve ser fornecido pela empresa, independentemente de o funcionário ainda estar empregado ou não.

O documento costuma ser disponibilizado automaticamente, mas, se isso não acontecer, é possível solicitá-lo.

“O pedido pode ser feito ao RH, ao departamento pessoal ou ao setor financeiro, por e-mail, WhatsApp corporativo ou pelo portal do colaborador. O ideal é sempre formalizar essa solicitação”, orienta Márcia.

O informe reúne dados como salários, bônus, descontos e imposto retido, sendo fundamental para garantir que a declaração esteja correta.

Sim. Mesmo após o desligamento, a empresa continua obrigada a fornecer o informe de rendimentos referente ao período em que o trabalhador atuou.

“A obrigação da fonte pagadora permanece, independentemente do vínculo atual. O ex-funcionário pode solicitar o documento normalmente pelos canais oficiais da empresa”, afirma a advogada.

O envio pode ser feito de forma digital, e, se necessário, o contribuinte pode solicitar uma via impressa.

Se a empresa não enviar o documento, o primeiro passo é reforçar a solicitação por escrito, preferencialmente por e-mail ou outro canal que permita comprovar o pedido. Isso é importante caso seja necessário tomar medidas posteriores.

“A empresa tem obrigação legal de fornecer o informe. Se não cumprir, pode sofrer penalidade. Por isso, o contribuinte deve guardar provas da solicitação”, afirma a especialista.

Caso o problema persista, é possível consultar os dados na Receita Federal, por meio do Meu Imposto de Renda ou do e-CAC. Ainda assim, esses dados podem não estar completos, e o ideal é insistir no envio do documento correto.

A declaração pré-preenchida pode facilitar bastante o processo, pois reúne automaticamente informações enviadas por empresas, bancos e outras instituições à Receita Federal. No entanto, ela não substitui o informe de rendimentos.

Segundo Ribeiro, a pré-preenchida deve ser vista como uma ferramenta de apoio, e não como uma fonte definitiva. O contribuinte precisa conferir todos os dados antes de enviar a declaração”.

Isso porque podem existir informações incompletas, desatualizadas ou até incorretas, o que pode gerar problemas futuros.

Se houver divergência entre os dados do informe de rendimentos e da declaração pré-preenchida, o correto é revisar cuidadosamente e ajustar manualmente as informações com base nos documentos oficiais.

O contribuinte deve sempre dar prioridade ao informe da fonte pagadora. Quando houver diferença, é necessário corrigir os dados na declaração para evitar inconsistências.

Ignorar essas diferenças pode aumentar o risco de cair na malha fina. Caso a declaração já tenha sido enviada com erro, o contribuinte deve fazer uma retificação o quanto antes.

Priorize os documentos oficiais: use como base o informe de rendimentos, além de comprovantes de planos de saúde e de corretoras;Corrija a pré-preenchida: ajuste manualmente os valores para que fiquem iguais aos do informe;Confira os dados da empresa: se as informações do eSocial ou da fonte pagadora estiverem corretas, a diferença pode ser um atraso na atualização da Receita;Espere, se necessário: quando a fonte pagadora corrige os dados, a pré-preenchida pode levar alguns dias para atualizar — mas você pode inserir os valores corretos por conta própria;Evite problemas com a Receita: fazer ajustes não leva à malha fina; o risco está em enviar a declaração com dados errados;Se já enviou com erro: o ideal é fazer uma declaração retificadora o quanto antes para corrigir as informações.

Sim. Quem teve rendimentos de mais de uma fonte pagadora ao longo do ano precisa reunir um informe de cada uma delas. Isso inclui empresas, bancos, INSS, corretoras e outras instituições financeiras.

“Cada fonte pagadora informa seus próprios dados, e todos precisam ser considerados na declaração. Por isso, é essencial organizar todos os informes antes de preencher”, diz Márcia.

A conferência deve ser feita separadamente, garantindo que todos os valores estejam corretos e completos.

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