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Justiça derruba imposto de exportação a petroleiras

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/04/2026 23:15

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,103-1,01%Dólar TurismoR$ 5,294-1,24%Euro ComercialR$ 5,952-0,42%Euro TurismoR$ 6,200-0,38%B3Ibovespa192.201 pts2,09%MoedasDólar ComercialR$ 5,103-1,01%Dólar TurismoR$ 5,294-1,24%Euro ComercialR$ 5,952-0,42%Euro TurismoR$ 6,200-0,38%B3Ibovespa192.201 pts2,09%MoedasDólar ComercialR$ 5,103-1,01%Dólar TurismoR$ 5,294-1,24%Euro ComercialR$ 5,952-0,42%Euro TurismoR$ 6,200-0,38%B3Ibovespa192.201 pts2,09%Oferecido por

Uma vista de drone mostra uma plataforma de petróleo offshore na Baía de Guanabara, em Niterói, no estado do Rio de Janeiro. — Foto: Pilar Olivares / Reuters

A Justiça Federal do Rio de Janeiro emitiu uma liminar isentando a TotalEnergies, Repsol Sinopec, Petrogal (da Galp), Shell e Equinor de um imposto sobre as exportações de petróleo bruto, conforme mostra um documento judicial visto pela Reuters.

A decisão desta quarta-feira (8) afirma que o imposto de 12%, instituído há cerca de um mês após o salto nos preços do petróleo devido à guerra entre Estados Unidos-Israel e o Irã, pode ser inconstitucional. Uma decisão definitiva ainda está pendente.

Em sua decisão, o juiz afirmou que o próprio governo brasileiro reconheceu que o imposto foi criado para gerar receita, o que ele classificou como um "verdadeiro desvio de finalidade".

A isenção pode criar um problema para o governo, uma vez que a taxa visava cobrir perdas de arrecadação decorrentes de cortes de impostos sobre combustíveis. A estatal brasileira Petrobras, maior exportadora de petróleo do país, não é afetada pela decisão.

As críticas ao imposto aumentaram nesta quarta-feira (8), com o grupo de lobby do setor de petróleo, Instituto Brasileiro do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (IBP), afirmando que a taxa é um obstáculo a novos investimentos no país. Enquanto isso, as grandes petrolíferas enfatizaram que o Brasil precisa de "estabilidade" fiscal e regulatória.

"Este imposto não é oportuno, especialmente diante da necessidade de demonstrar que o Brasil é um destino atraente para investimentos de longo prazo no setor de petróleo e gás", disse o chefe do IBP, Roberto Ardenghy, nos bastidores de um evento na quarta-feira.

O Ministério de Minas e Energia do Brasil não respondeu imediatamente a um pedido de comentário. No início da quarta-feira, o ministro Alexandre Silveira defendeu o imposto como uma medida excepcional devido ao impacto do conflito no Oriente Médio nos preços dos combustíveis no Brasil.

Preços dos combustíveis exibidos em um posto de gasolina Shell em Copenhague, Dinamarca — Foto: Reuters

No mesmo evento em que o IBP e as petrolíferas criticaram o imposto, Silveira disse que as empresas estão lucrando com o conflito no Oriente Médio e podem "pagar um pouco mais" para ajudar o governo a subsidiar o combustível.

➡️ O imposto é uma taxa temporária projetada para durar até o final deste ano e visa aumentar o refino doméstico e garantir o abastecimento interno, informou o governo na época de seu lançamento.

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Visionário ou trambiqueiro? O americano que diz ter ficado milionário vendendo lotes na Lua

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/04/2026 20:08

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,103-1,01%Dólar TurismoR$ 5,294-1,24%Euro ComercialR$ 5,952-0,42%Euro TurismoR$ 6,200-0,38%B3Ibovespa192.201 pts2,09%MoedasDólar ComercialR$ 5,103-1,01%Dólar TurismoR$ 5,294-1,24%Euro ComercialR$ 5,952-0,42%Euro TurismoR$ 6,200-0,38%B3Ibovespa192.201 pts2,09%MoedasDólar ComercialR$ 5,103-1,01%Dólar TurismoR$ 5,294-1,24%Euro ComercialR$ 5,952-0,42%Euro TurismoR$ 6,200-0,38%B3Ibovespa192.201 pts2,09%Oferecido por

Dennis Hope se aproveitou, com muita habilidade, das "brechas legais" existentes nos tratados internacionais.

Ele enviou às Nações Unidas uma reivindicação de propriedade sobre a Lua, os outros oito planetas e suas luas.

Desde então, Hope vende terrenos na Lua, em hectares. E não só no nosso satélite, mas também terrenos em Marte, Vênus e Mercúrio.

Entre os proprietários, segundo ele, encontram-se estrelas de Hollywood, ex-presidentes americanos e grandes redes hoteleiras.

Dennis Hope passava por um divórcio quando teve a ideia milionária que mudou sua vida — Foto: BBC

Imagine que você acaba de se divorciar, está sem dinheiro e pensa em como poderia ganhar algo se tivesse uma propriedade de onde tirar proveito. Você, então, olha pela janela e exclama: "Vou vender a Lua."

Parece inacreditável, não? Mas foi exatamente o que pensou, em 1980, o americano Dennis Hope. E, após esse momento de inspiração, ele diz ter ficado milionário vendendo terrenos na Lua.

Hope se aproveitou, com muita habilidade, das "brechas legais" existentes nos tratados internacionais.

Hope contou, em entrevista concedida há alguns anos à revista Vice, que foi a uma biblioteca e consultou o Tratado sobre o Espaço Exterior, de 1967.

O documento das Nações Unidas (ONU) define que o espaço sideral é um bem comum internacional, "província de toda a humanidade". Por isso, é proibido a qualquer nação reivindicar sua soberania territorial.

Concretamente, o artigo 2 determina que "a Lua e outros corpos celestes não estão sujeitos a apropriação nacional por reivindicação de soberania, uso ou ocupação, nem por nenhum outro meio".

Hope interpretou a determinação da seguinte forma: se é de todos, não é de ninguém. E, embora um país não pudesse reivindicá-lo, por que não uma pessoa física?

Por isso, ele se apropriou da Lua, como, segundo ele, "fizeram nossos antepassados, quando chegaram da Europa ao Novo Mundo", referindo-se à colonização europeia nas Américas.

A grande questão é como alguém pode "se apropriar" da Lua. E, novamente, Hope utilizou uma espécie de lacuna jurídica, ou melhor, da falta de resposta.

Ele enviou às Nações Unidas uma reivindicação de propriedade sobre a Lua, os outros oito planetas e suas luas.

Hope explicou que sua ideia era subdividir e vender as propriedades a quem quisesse adquirir. E deixou claro em seu pedido que, caso houvesse algum problema legal, ele fosse avisado.

Desde então, Hope vende terrenos na Lua, em hectares. E não só no nosso satélite, mas também terrenos em Marte, Vênus e Mercúrio.

Entre os proprietários, segundo ele, encontram-se estrelas de Hollywood, ex-presidentes americanos, como Ronald Reagan (1911-2004), Jimmy Carter (1924-2024) e George W. Bush, e grandes redes hoteleiras.

Hope contou à BBC em 2007 que vendia, em média, 1,5 mil terrenos por dia. E contou que a forma de escolher os lotes era fechando os olhos e apontando com o indicador um ponto no mapa da Lua.

Aparentemente, tão divertido quanto lucrativo. Ao site Politico, em 2019, ele calculou um lucro de cerca de US$ 12 milhões (cerca de R$ 62 milhões, pelo câmbio atual) com este que, segundo ele, é o seu único trabalho, desde 1995.

Hope começou a vender lotes na Lua e em alguns planetas. A imagem mostra os mapas dos terrenos disponíveis na Lua e em Marte, além da escritura de um lote no planeta vermelho. — Foto: AFP via Getty Images via BBC

"O menor lote que você pode comprar é de um acre [0,4 hectare, ou 4 mil m²]", explicou ele à Vice.

"O maior lote que vendemos é o que chamamos de uma propriedade de 'tamanho continental' de 5.332.740 acres [2.158.087 hectares], que custa US$ 13,331 milhões".

"Ainda não vendemos nenhum destes lotes, mas já vendemos muito terrenos de 1,8 mil e 2 mil acres [728 e 809 hectares]", prossegue Hope. "Temos 1,8 mil grandes corporações no planeta que nos compraram propriedades com propósitos específicos, incluindo as redes hoteleiras Hilton e Marriott."

Você certamente está se perguntando como isso se mantém ou qual garantia têm seus donos de que não irão ver seus terrenos serem subitamente desapropriados.

É claro que Hope e todos os proprietários pensaram o mesmo. E, obviamente, eles encontraram uma solução.

Hope explica que eles decidiram formar uma república democrática chamada "Governo Galáctico".

"Levamos três anos para redigir a Constituição, que foi publicada na internet em março de 2004", conta ele.

"Na época, contávamos com 3,7 milhões de proprietários e 173.562 votos para sua ratificação. Por isso, somos hoje uma nação soberana, com uma Constituição plenamente ratificada."

"Atualmente, mantemos relações diplomáticas com 30 governos do planeta", segundo Hope, "e estamos tentando fazer com que o maior número possível nos reconheça, pois nossa intenção é ingressar no Fundo Monetário Internacional."

Muito antes que o ser humano cogitasse a real possibilidade de colocar os pés na Lua, já se discutia o tema da propriedade dos corpos celestes.

Em 1936, Dean Lindsay reivindicou a propriedade não só da Lua, mas de todos os objetos extraterrestres. E, naquela época, também recebeu ofertas de compra.

O mesmo fez o advogado Jenaro Gajardo Vera. Nascido no Chile em 1919, ele defendia ter obtido a posse da Lua no dia 25 de setembro de 1954, como consta na documentação oficial assinada em cartório, na qual ele é mencionado como "dono da Lua".

O registro do bem é um documento assinado por um cartório da cidade agrícola de Talca, no centro do Chile. Ela fica a cerca de 255 km da capital do país, Santiago, onde está registrado no Arquivo Judicial. Diz o seguinte:

"Jenaro Gajardo Vera, advogado, é o dono, desde antes do ano de 1857, unindo sua posse à dos seus antecessores, do astro, satélite único da Terra, com diâmetro de 3.475,98 quilômetros, denominado LUA, cujos limites, por ser esferoidal, são: Norte, Sul, Oriente e Poente, espaço sideral. Define seu domicílio na rua 1 oriente 1270 e seu estado civil é solteiro. Jenaro Gajardo Vera. Carnê 1.487.45-K. Ñuñoa. Talca, 25 de setembro de 1954."

Ele próprio contou ao jornal americano The Evening Independent, em 1969, que quis tomar posse da Lua para entrar em uma associação local, o Clube Social de Talca.

Gajardo Vera declarou que as regras do clube determinavam que os membros da sociedade deveriam demonstrar a posse de algum bem. Carente de meios e ansioso para fazer parte desta sociedade, que reunia as pessoas abastadas da localidade, ocorreu ao advogado comprar a Lua.

Hope mantém seu negócio de imóveis intergalácticos. Mas, ainda assim, especialistas afirmam que a Lua não é de ninguém, pelo menos de forma legítima.

O tratado internacional de 1967 estabelece que a exploração e uso do espaço deve beneficiar e ser do interesse de todos os países.

"Não", respondeu taxativamente, em 2019, a professora de Direito e especialista em direito internacional Claire Finkelstein, da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, ao portal de notícias WHY, associado à rede de rádio pública americana NPR.

Mas a resposta não é tão clara quando se trata de atividades comerciais no espaço, como a exploração de recursos.

"A lei internacional é ambígua em relação às empresas privadas que estabelecem operações de mineração no espaço", afirmou à BBC o professor de Ciências Planetárias Ian Crawford, do Birbeck College de Londres, para uma reportagem publicada em 2016.

Mas, até que isso aconteça, segundo o direito espacial, a Lua não é de ninguém e é de todos ao mesmo tempo.

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BTG Pactual fecha acordo para comprar o banco Digimais

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/04/2026 20:08

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,103-1,01%Dólar TurismoR$ 5,294-1,24%Euro ComercialR$ 5,952-0,42%Euro TurismoR$ 6,200-0,38%B3Ibovespa192.201 pts2,09%MoedasDólar ComercialR$ 5,103-1,01%Dólar TurismoR$ 5,294-1,24%Euro ComercialR$ 5,952-0,42%Euro TurismoR$ 6,200-0,38%B3Ibovespa192.201 pts2,09%MoedasDólar ComercialR$ 5,103-1,01%Dólar TurismoR$ 5,294-1,24%Euro ComercialR$ 5,952-0,42%Euro TurismoR$ 6,200-0,38%B3Ibovespa192.201 pts2,09%Oferecido por

O BTG Pactual fechou um acordo para comprar o Digimais, banco controlado pelo Grupo Record, do bispo evangélico Edir Macedo. A informação foi divulgada pelo BTG nesta quarta-feira (8), em comunicado a investidores.

O valor da operação não foi divulgado. A conclusão da transação está condicionada à abertura de oportunidade para que outros potenciais interessados no Digimais apresentem propostas concorrentes.

A transação também depende da obtenção de todas as aprovações regulatórias necessárias, incluindo as do Banco Central do Brasil (BC) e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), informou o BTG em comunicado.

O acordo segue as novas regras para instituições associadas ao Fundo Garantidor de Créditos (FGC), aprovadas no ano passado após a crise do Banco Master.

Em apresentação institucional, o Digimais afirma ser um banco focado em crédito, com forte ênfase no financiamento de automóveis. No ano passado, um ex-sócio do Banco Master anunciou a aquisição do Digimais, mas o negócio não foi concluído.

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É #FAKE mensagem de WhatsApp do TSE cobrando dinheiro para ‘regularizar pendências eleitorais’; trata-se de golpe

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/04/2026 17:49

Fato ou Fake É #FAKE mensagem de WhatsApp do TSE cobrando dinheiro para 'regularizar pendências eleitorais'; trata-se de golpe Texto com tom alarmista envia link que leva vítima a transferir dinheiro a criminosos. Ao Fato ou Fake, Tribunal Superior Eleitoral TSE disse não fazer 'qualquer tipo de cobrança para serviços de regularização eleitoral': 'Todos os serviços são gratuitos'. Por Redação g1

Circulam no WhatsApp mensagens enviadas em nome do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com alertas sobre supostas pendências no Cadastro de Pessoa Física (CPF) e um link para "regularização". É #FAKE.

Para convencer as vítimas de que o conteúdo é legítimo, o texto começa assim: "AVISO URGENTE TSE: Prezado (a), o título de eleitor vinculado ao CPF está IRREGULAR devido a pendências eleitorais".Veja a íntegra do material: "AVISO URGENTE TSE: Prezado (a), o título de eleitor vinculado ao CPF está IRREGULAR devido a pendências eleitorais. Para regularizar imediatamente, acesse: [link fraudulento]. Caso não resolva agora, você poderá sofrer bloqueio de serviços públicos, dificuldade para tirar passaporte, RG e CNH, restrições bancárias e impedimento de votar nas próximas eleições. Regularize urgente — Atendimento TSE. A sua fatura já está disponível".

O conteúdo tem diversos sinais de golpe: tom de urgência e ameaça (expressões como "AVISO URGENTE" e "REGULARIZE URGENTE"; consequências exageradas (bloqueio de serviços públicos e dificuldade para tirar documentos); generalização e falta de detalhes oficiais (como número de processo); link suspeito (o endereço fornecido não é um domínio oficial do governo, como tse.jus.br); e pedido de ação imediata por canal informal; uso indevido de autoridade (com citação órgãos oficiais). Veja detalhes ao final desta reportagem.

Ao clicar no link, o usuário chega a uma página falsa, com logomarca semelhante à da Justiça Eleitoral e o seguinte texto: "Quitação de multas. As multas eleitorais decorrentes da ausência às urnas ou de atos de trabalho eleitoral podem ser pagas pelo canal de Autoatendimento Eleitoral disponível nesta página. O pagamento está disponível exclusivamente nesse canal".

Abaixo, o usuário é induzido a "informar o CPF" em um campo preenchível e a clicar em "Consultar situação". Em seguida, ele chega a uma segunda página, que cita "débitos eleitorais em aberto", no total de R$ 66,80. Para saldar a suposta dívida, a vítima tem de clicar no campo "Quitar débitos agora", na parte inferior esquerda. Esse botão gera um QR Code para transferência via PIX – e o destinatário final do pagamento não é revelado.

"O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) não realiza qualquer tipo de cobrança para serviços de regularização eleitoral. Todos os serviços são gratuitos. O TSE e os Tribunais Regionais Eleitorais não enviam boletos, não solicitam pagamentos nem cobram taxas por meio de mensagens, aplicativos, SMS ou e-mail. Também não solicitam dados pessoais ou bancários por esses canais. Em caso de dúvida, a orientação é acessar apenas os canais oficiais da Justiça Eleitoral. A emissão do primeiro título, a transferência de domicílio e a atualização de dados são gratuitas".

"O endereço do site oficial do TSE é https://www.tse.jus.br/ e o da Justiça Eleitoral é https://www.justicaeleitoral.jus.br/. O Tribunal reforça a importância de verificar as informações antes de compartilhá-las, como forma de prevenir golpes e combater a desinformação".

Na semana passada, o Fato ou Fake fez uma verificação semelhante: É #FAKE alerta de WhatsApp da Receita Federal que cobra dívida de CPF e ameaça bloquear PIX e conta bancária; trata-se de golpe.

Tom de urgência e ameaça – Expressões como “ÚLTIMO AVISO” e “PENDÊNCIA GRAVE” são usadas para causar medo e pressionar a pessoa a agir rapidamente, sem pensar.Consequências exageradas – Bloqueio de acesso a serviços públicos, dificuldade em tirar documentos. Generalização e falta de detalhes oficiais – Ausência de informações específicas confiáveis (como número de processo, canal oficial ou instruções verificáveis), substituídas por menções genéricas a uma "pendência".Link suspeito – O endereço fornecido não é um domínio oficial do Judiciário brasileiro (como “tse.jus”).Pedido de ação imediata por canal informal – Orientações como "clicar no link", "regularize urgente" e "A sua fatura está disponível" fogem totalmente da linguagem usada pelo Tribunal Superior Eleitoral. Uso indevido de autoridade – Tentativa de se legitimar citando o TSE — um recurso comum para parecer confiável.Contato via WhatsApp – Órgãos oficiais não utilizam mensagens diretas por aplicativos para cobrar regularizações dessa forma.

50 vídeos VEJA outras checagens feitas pela equipe do FATO ou FAKEAdicione nosso número de WhatsApp +55 (21) 97305-9827 (após adicionar o número, mande uma saudação para ser inscrito)

É #FAKE mensagem de WhatsApp do TSE cobrando dinheiro para ‘regularizar pendências eleitorais’; trata-se de golpe

Texto com tom alarmista envia link que leva vítima a transferir dinheiro a criminosos. Ao Fato ou Fake, Tribunal Superior Eleitoral TSE disse não fazer ‘qualquer tipo de cobrança para serviços de regularização eleitoral’: ‘Todos os serviços são gratuitos’.

Há 23 minutos Fato ou Fake É #FAKE que foto mostre helicóptero militar americano abatido em deserto no Irã; imagem foi criada com inteligência artificial

Conteúdo falso começou a circular após Forças iranianas atingirem dois helicópteros dos EUA que atuavam em resgate de pilotos. Ferramenta de detecção do Google aponta uso de IA da própria empresa para criar a imagem.

Há 2 horas Fato ou Fake É #FAKE que Neymar foi creditado como ‘ex-jogador’ em série da Netflix sobre Ronaldinho Gaúcho

Posts manipulam imagem de trailer de documentário para inserir legenda falsa, em inglês, dizendo: ‘NEYMAR JR. Ex-jogador brasileiro de futebol. Lenda do Barcelona’. Na versão oficial, essa referência não existe. Ao Fato ou Fake, pai do atacante desmentiu publicações.

Há 13 horas Fato ou Fake É #FAKE que vídeo mostre Trump admitindo ataque do Irã contra porta-aviões dos EUA; comentário foi sobre operação na Venezuela

Posts enganosos tiram de contexto discurso de 27 de março do presidente americano no qual ele falou sobre a caputura de Maduro, ocorrida no início deste ano.

Há 24 horas Fato ou Fake É #FAKE que Canadá tenha aprovado lei que torna citações da Bíblia ‘discurso extremista’ e ‘de ódio’

Projeto de Lei C-9 endurece punições contra crimes de ódio, mas não pune proclamação de versículos religiosos nem foi aprovado definitivamente.

Ontem Fato ou Fake É #FAKE alerta da Receita Federal que cobra dívida de CPF e ameaça bloquear PIX

Também é falso vídeo de onça-pintada com sucuri na boca parando trânsito em rodovia de Mato Grosso.

Ontem G1 Fato ou Fake É #FAKE que vídeo de astronautas da Artemis II foi gravado em estúdio com ‘fundo verde’ e efeitos visuais

Post manipulam trecho de entrevista de astronautas para sugerir que registro usou chroma key. Missão da Nasa em direção à Lua decolou na quarta-feira (dia 1º), com previsão de retorno na sexta-feira (10).

Há 2 dias Fato ou Fake É #FAKE que Lula deu bolsa de R$ 7 mil por mês e moradia gratuita a refugiados muçulmanos no Brasil

Post também tira de contexto vídeo gravado em 2024, após repatriação de brasileiros que moravam no Líbano. Ao Fato ou Fake, Ministério do Desenvolvimento Social informou que não há benefícios concecidos com base em nacionalidade ou religião.

Há 3 dias Fato ou Fake É #FAKE que site Domínio Público, do MEC, será desativado por ‘falta de acessos’

Portal que disponibiliza milhares de obras gratuitamente é alvo de boatos sobre desativação há anos na internet. Ao Fato ou Fake, Ministério da Educação desmentiu a alegação.

Há 6 dias Fato ou Fake É #FAKE alerta de WhatsApp da Receita Federal que cobra dívida de CPF e ameaça bloquear PIX e conta bancária; trata-se de golpe

Texto com tom alarmista envia link enganoso que leva a pessoa a transferir dinheiro a criminisos. Ao Fato ou Fake, Receita diz que site oficial da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional é o único meio para quitar pendências; veja a checagem passo a passo.

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Meta revela Muse Spark, primeiro modelo de IA de sua equipe de superinteligência; veja como ele funciona

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/04/2026 16:45

Tecnologia Meta revela Muse Spark, primeiro modelo de IA de sua equipe de superinteligência; veja como ele funciona Modelo está disponível no aplicativo e no site do Meta AI e, nas próximas semanas, será liberado nos assistentes de IA de Instagram, Facebook e WhatsApp. Por Redação g1

A Meta apresentou nesta quarta-feira (8) o Muse Spark, o primeiro modelo de inteligência artificial de sua equipe de supertalentos na área.

O Muse Spark está disponível no aplicativo e no site do Meta AI. Nas próximas semanas, ele substituirá os modelos Llama usados nos chatbots de Instagram, Facebook e WhatsApp e na coleção de óculos inteligentes da Meta.

Ele foi criado pelo Meta Superintelligence Labs (MSL), uma equipe criada em 2025 a partir de uma disputa por talentos e uma reestruturação interna para alcançar rivais na corrida de IA.

O chefe da equipe é Alex Wang, presidente-executivo da Scale AI, que foi contratado pela Meta em um acordo de US$ 14,3 bilhões. O departamento inclui ainda engenheiros que foram atraídos por pacotes salariais de centenas de milhões de dólares.

Segundo a Meta, o novo modelo é capaz de usar vários agentes ao mesmo tempo para realizar uma tarefa. Em pesquisas sobre viagens, por exemplo, um agente cria o roteiro, outro compara cidades e um terceiro busca atividades para crianças, explicou a empresa.

O modelo também consegue analisar imagens sem que elas sejam descritas por usuários. Em uma demonstração, ele fez uma estimativa do total de calorias de uma refeição a partir de uma foto.

O Muse Spark conta ainda com um modo de compras, que reúne links para produtos, e com um modo que busca informações em redes sociais, que destaca posts públicos com base na localização e no tema da conversa.

"Este modelo inicial é pequeno e rápido por design, mas capaz o suficiente para raciocinar sobre questões complexas em ciência, matemática e saúde. É uma base sólida, e a próxima geração já está em desenvolvimento", afirmou a empresa em uma publicação no blog.

Muse Spark, modelo de IA da Meta, faz estimativa de calorias de refeição a partir de uma foto — Foto: Divulgação/Meta

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Conflito no Oriente Médio derruba exportações de carne bovina e de frango para a região

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/04/2026 16:45

Agro Conflito no Oriente Médio derruba exportações de carne bovina e de frango para a região Apesar disso, setores fecharam o mês no positivo, compensando perdas em outros mercados. Por Redação g1

As dificuldades de navegação no Oriente Médio, em meio à escalada de tensão entre EUA, Israel e Irã, impactou diretamente as exportações do agro brasileiro para mercados-chave da região.

As vendas de carne bovina para os Emirados Árabes Unidos em março, por exemplo, despencaram 49% em volume em relação a igual mês do ano passado.

Para outros destinos da região, as exportações de carne bovina tiveram quedas mais intensas, como Catar (-55,3%), Jordânia (-44,8%), Iraque (-42,5%) e Kuwait (-34,4%.

Imagem ilustrativa de uma carne bovina; vendas para o Oriente Médio caíram após o conflito. — Foto: Foto de David Foodphototasty na Unsplash

As dificuldades de navegação no Oriente Médio, em meio à escalada de tensão entre EUA, Israel e Irã, impactou diretamente as exportações do agro brasileiro para mercados-chave da região.

As vendas de carne bovina para os Emirados Árabes Unidos em março, por exemplo, despencaram 49% em volume em relação a igual mês do ano passado, segundo dados divulgados pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) nesta quarta-feira (8).

Os Emirados são o terceiro maior comprador da carne bovina brasileira no Oriente Médio. O primeiro é o Egito, para onde as exportações caíram 16% em março, e o segundo é a Arábia Saudita, que registrou uma retração menor no mês (-7,6%).

Para outros destinos da região, as exportações de carne bovina tiveram quedas mais intensas, como Catar (-55,3%), Jordânia (-44,8%), Iraque (-42,5%) e Kuwait (-34,4%).

Apesar da forte queda para o Oriente Médio, as exportações totais do Brasil fecharam o mês com alta de 9,1% em relação a março do ano passado, totalizando 270,8 mil toneladas. Em receita, as exportações renderam US$ 1,48 bilhão, avanço de 26% na mesma comparação.

China: 335,3 mil toneladas (+41,8%);EUA: 107,4 mil toneladas (+13,4%);Chile: 39,0 mil toneladas (+4,9%);União Europeia: 26,0 mil toneladas (+3,2%);Rússia: 33,9 mil toneladas (+4,2%).

Em março, as vendas brasileiras para o Oriente Médio caíram 18,5% em volume na comparação com fevereiro, mês anterior à escalada do conflito, segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

Na região, a Arábia Saudita é o principal destino. Em março, o país importou 38,7 mil toneladas de frango, volume 5,3% menor que o registrado no mesmo mês do ano passado.

Apesar disso, o desempenho total do setor foi positivo. As exportações somaram 504,3 mil toneladas em março, alta de 6% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram embarcadas 476 mil toneladas.

“Apesar da queda comparativa registrada no Oriente Médio, os expressivos volumes comprovam que o fluxo de exportações segue acessando a região por meio das rotas alternativas", analisa o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

"São mais de 100 mil toneladas enviadas aos mercados da região no mês de março, com mais de 45 mil toneladas destinadas aos países diretamente impactados pelo fechamento do Estreito de Ormuz", acrescenta.

"As gestões de facilitação realizadas pelo Ministério da Agricultura e pelo setor têm sido efetivas, garantindo oferta de alimentos para as áreas hoje atingidas pela Guerra do Golfo. No restante dos mercados, a demanda segue crescente, em especial, nos principais destinos da Ásia”, acrescenta.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

TikTok construirá segundo data center de 1 bilhão de euros na Finlândia

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/04/2026 15:48

Tecnologia TikTok construirá segundo data center de 1 bilhão de euros na Finlândia Projeto integra iniciativa europeia de 12 bilhões de euros, ampliando proteção para mais de 200 milhões de usuários e prevendo operação total até 2027. Por Reuters

O TikTok planeja investir 1 bilhão de euros na construção de um segundo data center na Finlândia em menos de um ano, transferindo o armazenamento de dados de usuários europeus para o continente, segundo afirmaram executivos da empresa nesta quarta-feira.

A empresa anunciou um novo investimento de 1 bilhão de euros em um centro de dados com capacidade inicial de 50 megawatts (MW) e capacidade potencial total de 128 MW em Lahti, localizada no sul da Finlândia.

O investimento faz parte da "iniciativa de soberania de dados europeia de 12 bilhões de euros da empresa, que oferece proteções líderes do setor para os dados de mais de 200 milhões de usuários europeus", disse o TikTok à Reuters.

O anúncio ocorre após a ByteDance, controladora chinesa do TikTok, evitar uma proibição nos Estados Unidos, em janeiro, relacionada a preocupações com a proteção de dados, e enquanto os países europeus intensificam a pressão sobre as empresas de mídia social para proteger crianças de algoritmos viciantes.

A Finlândia tornou-se um polo de atração para data centers, à medida que empresas como Microsoft e Google buscam reduzir custos de energia e cumprir metas climáticas, atraídas pelo clima frio do país, pela eletricidade de baixo custo e baixa emissão de carbono e por um ambiente regulatório estável e favorável aos negócios dentro da União Europeia.

No entanto, políticos finlandeses ficaram alarmados com o plano do TikTok de construir seu primeiro centro na Finlândia, após a Reuters ter revelado a informação em abril do ano passado.

Embora o Ministério da Defesa da Finlândia tivesse aprovado o investimento em 2024, os políticos não haviam sido informados.

O então ministro da Economia da Finlândia, Wille Rydman, pediu no ano passado que o projeto fosse "reconsiderado" devido a preocupações com a segurança e à falta de transparência em relação aos planos da empresa.

"No mínimo, espero que esta empresa de desenvolvimento imobiliário reconsidere mais uma vez se realmente deseja o TikTok como inquilino", disse Rydman à emissora pública finlandesa Yle, referindo-se ao parceiro local do TikTok.

O TikTok afirmou que os dados de seus usuários europeus estão atualmente armazenados com medidas de segurança reforçadas em três data centers na Noruega, Irlanda e Estados Unidos.

Seu primeiro data center finlandês, em Kouvola, deverá entrar em operação até o final deste ano, e o segundo, até 2027.

"No contexto de Lahti, o investimento é substancial. Estamos satisfeitos que um contrato de locação principal foi assinado e que o projeto está progredindo conforme planejado", disse o prefeito de Lahti, Niko Kyynarainen, em comunicado.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Preço dos ovos na quaresma é o menor dos últimos três anos em polo produtor de SP, aponta USP

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/04/2026 15:01

Piracicaba e Região Preço dos ovos na quaresma é o menor dos últimos três anos em polo produtor de SP, aponta USP Centro de pesquisa em Piracicaba (SP) registrou como maior valor R$ 174,03 para uma caixa com 30 dúzias de ovos brancos. No ano anterior, o valor dos ovos brancos em Bastos (SP) chegou a R$ 210. Por Aline Nascimento*, g1 Piracicaba e Região

O valor médio registrado pelo setor durante a quaresma de 2026 é o menor dos últimos três anos em Bastos (SP), principal polo produtor do estado de São Paulo.

É o que apontam os dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), em Piracicaba (SP).

O levantamento considera o preço dos ovos comerciais — ou seja, vendidos ao comerciante — de uma caixa com 30 dúzias, para pagamento à vista.

Durante a quaresma de 2026, o Cepea registrou como maior valor R$ 174,03 para os ovos brancos, entre 17 e 23 de março, e R$ 201,78 para os ovos vermelhos, entre 17 e 19 de março.

Mesmo com a alta de até 21% no preço dos ovos em março, um movimento comum devido à substituição da carne vermelha, o valor médio registrado pelo setor durante a quaresma de 2026 é o menor dos últimos três anos em Bastos (SP), principal polo produtor do estado de São Paulo.

É o que apontam os dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), em Piracicaba (SP). O levantamento considera o preço dos ovos comerciais — ou seja, vendidos ao comerciante — de uma caixa com 30 dúzias, para pagamento à vista.

Durante a quaresma de 2026, o Cepea registrou como maior valor R$ 174,03 para os ovos brancos, entre 17 e 23 de março, e R$ 201,78 para os ovos vermelhos, entre 17 e 19 de março. No ano anterior, o valor dos ovos brancos em Bastos chegou a R$ 210 — veja abaixo:

2024Vermelho: R$ 203,65Branco: R$ 176,662025Vermelho: R$ 239,73Branco: R$ 210,742026Vermelho: R$ 201,78Branco: R$ 174,03

Queda acumulada em 2025 e reflexo em janeiro de 2026Ao longo do ano anterior, os preços caíram em boa parte dos meses. Como reflexo desse movimento, conforme o Cepea, janeiro de 2026 registrou a menor média para o mês dos últimos seis anos em diversas regiões acompanhadas pelo centro.Mercado enfraquecido:O mercado de ovos iniciou 2026 com preços mais enfraquecidos e abaixo dos observados em no ano anterior, e o movimento de alta observado em fevereiro e março não foi suficiente para que a média de preços desta quaresma superasse há de anos anteriores.

Preços dos ovos têm queda durante a quaresma em Bastos (SP), aponta o Cepea — Foto: Claudia Assencio/g1

Segundo o Cepea, a procura por ovos perdeu força a partir da segunda quinzena de março, período em que tradicionalmente há redução no consumo.

As cotações recuaram em todas as regiões acompanhadas pelos pesquisadores nos últimos dias da quaresma, após alta contínua desde 18 de fevereiro — confira a variação em Bastos no gráfico abaixo:

As elevações registradas na primeira quinzena de março garantiram aumento na média em relação a fevereiro, mas, segundo os pesquisadores, não foram suficientes para manter os preços firmes até o fim do mês.

Apesar da oferta controlada, segundo os pesquisadores, o menor volume de negócios foi determinante para pressionar os preços. Com a baixa liquidez, compradores intensificaram pedidos de redução nos valores, resultando na queda das cotações.

A diferença entre os preços dos ovos brancos e vermelhos aumentou ao longo do mês de março em todas as regiões acompanhadas pelo centro em Piracicaba. Na região de Santa Maria de Jetibá–ES, principal município produtor do Brasil, o diferencial superou os 40% de fevereiro.

Conforme o Cepea, o aumento da diferença entre os preços das duas variedades de ovos reflete a menor oferta interna, sobretudo dos vermelhos. Veja a diferença de preços durante todo o ano de 2026 em Santa Maria de Jetibá, abaixo:

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WhatsApp, Instagram e Facebook registram instabilidade nesta quarta (8)

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/04/2026 15:01

Tecnologia WhatsApp, Instagram e Facebook registram instabilidade nesta quarta (8) Usuários começaram a reportar lentidão nas três redes da Meta a partir de 12h, segundo o site Downdetector. Por Redação g1

Os aplicativos WhatsApp, Instagram e Facebook, todos da Meta, estão registrando instabilidade na tarde desta quarta-feira (8), segundo o site Downdetector, plataforma que monitora falhas em sites e redes sociais.

O WhatsApp teve mais de 2.000 notificações de instabilidade por volta das 14h; Instagram e Facebook ultrapassaram 200 notificações.

O g1 entrou em contato com a Meta, dona do WhatsApp, Instagram e Facebook, para comentar sobre o problema. Não houve resposta até a última atualização deste texto.

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Guerra no Oriente prejudica exportações de pimenta e café, e produtores têm dificuldade de negociar produtos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/04/2026 15:01

Espírito Santo Agronegócios Guerra no Oriente prejudica exportações de pimenta e café, e produtores têm dificuldade de negociar produtos Cessar-fogo de duas semanas foi interrompido e, com isso, o Irã voltou a fechar o Estreito de Ormuz, uma das principais rotas do comércio global. Isso afeta diretamente os produtos exportados pelo Espírito Santo. Por Ana Elisa Bassi, Roger Santana, g1 ES e TV Gazeta

Cessar-fogo anunciado entre Estados Unidos, Israel e Irã, na terça-feira (7), trouxe alívio aos mercados internacionais. Mas não durou muito.

Nesta quarta (8), o Irã voltou a fechar o Estreito de Ormuz após acordo ter sido rompido com novos ataques dos Estados Unidos.

Especialistas avaliam que o cenário segue instável e pode mudar rapidamente, mantendo o ambiente de cautela.

Mas o conflito afeta também a economia capixaba. Produtores têm tido dificuldades de exportar pimenta e café para países da região.

O Oriente Médio é um mercado estratégico para o agronegócio capixaba. Em 2025, o Espírito Santo exportou US$ 186,2 milhões para a região.

Em 2025, o Espírito Santo exportou US$ 186,2 milhões para o Oriente Médio, com destaque para o café e a pimenta-do-reino. — Foto: TV Gazeta

O cessar-fogo anunciado entre Estados Unidos, Israel e Irã nesta terça-feira (7) durou pouco e o cenário de guerra continua causando mortes e gerando incertezas econômicas que afetam também o Espírito Santo. Produtores de pimenta e café têm enfrentado dificuldades de exportar e fazer novos negócios com países daquela região.

O cessar-fogo de terça trouxe certo alívio aos mercados internacionais. Mas a trégua, que deveria ser de duas semanas, durou menos de 24 horas. O Irã acusou os Estados Unidos de fazer novos ataques. Como consequência, o país árabe voltou a fechar o Estreito de Ormuz, uma das principais rotas do comércio global.

E essa tensão só aumenta as incertezas para exportadores do Espírito Santo. Especialistas avaliam que o cenário segue instável e pode mudar rapidamente, mantendo o ambiente de cautela para quem depende do comércio exterior.

O Oriente Médio é um mercado estratégico para o agronegócio capixaba. Em 2025, o Espírito Santo exportou US$ 186,2 milhões para a região, com destaque para o café (US$ 119,6 milhões) e a pimenta-do-reino (US$ 56,1 milhões).

Em 2026, até fevereiro, as vendas somaram US$ 29,2 milhões, alta de 34,1% em relação ao mesmo período do ano anterior. As possíveis perdas do conflito ainda não foram contabilizadas.

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Segundo o analista de mercado Marcus Magalhães, o cessar-fogo anunciado no início da semana até representou um alívio momentâneo, mas não garantiu estabilidade. A situação muda tão rápido que as falas do especialistas foram feitas minutos antes de o cessar-fogo ter sido novamente interrompido.

"A dinâmica da guerra é muito rápida. O que aconteceu agora não assegura que o cenário vai se manter, mas traz, num primeiro momento, a sensação de que algo positivo pode acontecer", afirmou.

Horas após o início da trégua, a movimentação no Estreito de Ormuz voltou a ser intensa, navios também voltaram a circular pela região, o que poderia reduzir custos de frete e riscos nas operações.

O abre e fecha do estreito elevam o preço do petróleo, encarecendo o transporte e pressionando os insumos como fertilizantes. E tudo isso afeta diretamente a competitividade dos produtos exportados pelo Espírito Santo.

"O que acontece num primeiro momento é que o preço do petróleo desaba. Na semana passada, vimos o barril a US$ 120; nesta terça (7) à noite, chegou a US$ 93. O dólar também foi para R$ 5,06, uma cotação não vista há pelo menos dois anos no Brasil. A gente pode ter a ansiedade da economia global perdendo força e, quem sabe, os bancos centrais pelo mundo mais seguros. Podemos ter também uma redução na pressão sobre fertilizantes e outros custos de produção. Isso ajuda a aliviar as expectativas negativas na economia global", explicou o analista.

O tempo de viagem entre portos capixabas e o Oriente Médio pode chegar a 30 dias, o que significa que cargas já embarcadas ainda enfrentam reflexos do período de instabilidade.

"Para um navio sair de Vitória e chegar ao Oriente Médio é, no mínimo, 30 dias. Muitas das cargas que estavam e estão a caminho podem chegar ao porto de destino se as coisas continuarem como estão. O fluxo marítimo pode voltar à sua normalidade nas próximas semanas".

O especialista fez uma analogia com um "cristal trincado" para se referir à sensação de incerteza que deve permanecer nos próximos dias.

"Podemos dizer que vivemos hoje um 'cristal trincado'. Você pode polir, mas a marca não sai. A região sempre vai ficar com o receio do que pode acontecer. Podemos ter, mais pra frente, um petróleo mais baixo do que os US$ 120, porém mais alto do que o praticado antes da guerra, tudo pelo cristal trincado que ficou para as questões energéticas", explicou.

Em 2025, cerca de 15% da pimenta-do-reino exportada pelo Espírito Santo teve como destino o Oriente Médio, segundo dados da Secretaria de Estado de Agricultura — Foto: TV Gazeta

A situação é mais delicada no mercado de pimenta-do-reino. O Espírito Santo é o maior produtor do país, com mais de 12 mil propriedades, principalmente no norte do estado. A safra de 2026 já foi colhida e está pronta para exportação, mas parte da produção enfrenta dificuldade para encontrar destino.

Exportadores relatam que, desde o início do conflito, têm buscado novos mercados fora da área afetada, como Europa, África e Ásia.

"Estamos dando preferência a outros continentes para continuar vendendo nossas especiarias", afirmou o exportador José Tarcísio Malacarne Júnior.

O principal entrave é a qualidade do produto destinado ao Oriente Médio, que costuma ser menos exigente. Redirecionar essa mercadoria para mercados mais rigorosos é um desafio.

"É um produto de menor qualidade. O grande desafio é encontrar novos compradores que aceitem essas características", explicou o exportador Frank Moro.

Em 2025, cerca de 15% da pimenta-do-reino exportada pelo Espírito Santo teve como destino o Oriente Médio, segundo dados da Secretaria de Estado de Agricultura.

Além da queda na demanda, exportadores também enfrentaram aumento no custo do frete marítimo e do seguro das cargas, já que embarcações passaram a buscar rotas alternativas para evitar áreas de risco.

"Se o cliente precisar muito da mercadoria, ele paga mais caro pelo transporte. Caso contrário, precisamos redirecionar ou até trazer o produto de volta", disse Malacarne.

Mesmo com a trégua, a avaliação do mercado é de que a instabilidade deixou marcas. Para especialistas, o cenário ainda exige cautela, já que qualquer nova escalada no conflito pode voltar a pressionar custos e afetar o fluxo de exportações.

Durante a trégua, delegações dos Estados Unidos e do Irã vão se reunir no Paquistão para negociar um fim definitivo da guerra entre os dois países.

A reunião para discutir o fim definitivo da guerra entre os países ocorrerá na sexta-feira (10) e foi anunciada pelo primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, que atua como mediador do conflito. As negociações ocorrerão na capital paquistanesa Islamabad.

O Governo do Espírito Santo disse segue monitorando os desdobramentos do conflito e seus reflexos sobre o comércio exterior, acompanhando os dados para avaliar os impactos e orientar a atuação diante de um cenário internacional mais volátil.

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