RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Antes cotado para o Banco Central, Guilherme Mello será secretário-executivo do Ministério do Planejamento

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/04/2026 12:50

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,098-1,11%Dólar TurismoR$ 5,292-1,29%Euro ComercialR$ 5,962-0,27%Euro TurismoR$ 6,206-0,29%B3Ibovespa191.847 pts1,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,098-1,11%Dólar TurismoR$ 5,292-1,29%Euro ComercialR$ 5,962-0,27%Euro TurismoR$ 6,206-0,29%B3Ibovespa191.847 pts1,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,098-1,11%Dólar TurismoR$ 5,292-1,29%Euro ComercialR$ 5,962-0,27%Euro TurismoR$ 6,206-0,29%B3Ibovespa191.847 pts1,91%Oferecido por

Guilherme Mello, então secretário de política econômica do Ministério da Fazenda, durante encontro de ministros de finanças do G20 — Foto: André Ribeiro/TheNews2/Estadão Conteúdo

O governo informou nesta quarta-feira (8) que o atual secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Guilherme Mello, passará a exercer a função de secretário-executivo do Ministério do Planejamento e Orçamento.

Com a mudança, Mello passará a integrar a equipe do novo titular do Ministério do Planejamento, Bruno Moretti, que assumiu o cargo após a saída de Simone Tebet, que concorrerá a uma vaga no Senado pelo estado de São Paulo (SP).

Em fevereiro deste ano, o então ministro da Fazenda, Fernando Haddad, informou que indicou a Lula o nome de Guilherme Mello para a diretoria do Banco Central — instituição responsável por fixar a taxa básica de juros para conter a inflação.

Também em fevereiro, Mello se disse "lisonjeado" pela lembrança de seu nome e "feliz pela confiança do ministro". Mas acrescentou que não recebeu nenhum convite até o momento, e que, por isso, não tem comentários a fazer. Mas deixou seu nome está à disposição para o cargo.

A informação de que Mello foi indicado ao BC repercutiu mal entre analistas do mercado financeiro, receosos de que seu perfil considerado desenvolvimentista (a favor de um corte mais rápido dos juros) possa prejudicar o controle da inflação.

Ele tem graduação em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo (USP) e Ciências Econômicas pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Também é mestre em Economia Política pela PUC-SP, e doutor em Ciência Econômica pela Universidade Estadual de Campinas.

No começo deste mês, o governo brasileiro também indicou Guilherme Mello ao cargo de conselheiro de administração da Petrobras e solicitou que a indicação de Mello seja considerada à presidência do colegiado. A indicação do acionista controlador da companhia tem em vista a convocação da assembleia geral ordinária (AGO) para 16 de abril.

De acordo com o governo, a atual Subsecretária de Política Fiscal da Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Débora Freire, assumirá o comando da Secretaria, tornando-se a primeira mulher a ocupar o cargo em toda a história da Secretaria.

Ela atuará sob o comando do novo titular da pasta, Dario Durigan. Débora Freire é servidora pública federal e possui reconhecida trajetória acadêmica e técnica nas áreas de política fiscal, macroeconomia e distribuição de renda.

Há 2 horas Blog da Sandra Cohen EUA e Irã vão se reunir na sexta no Paquistão; veja o que se sabeHá 2 horas’TACO’: expressão ‘Trump sempre amarela’ volta a viralizarHá 2 horas’Muitos pontos já foram acordados’ com o Irã, diz Trump

Há 2 horas Mundo CRONOLOGIA: Trump pôs o mundo em suspense por 10 horasHá 2 horas🎧 O ASSUNTO: o que está por trás do recuo de TrumpHá 2 horasVaivém do câmbioDólar fraco ou real forte? Entenda por que a moeda está caindo

Há 3 horas G1 Explica Moeda inicia o dia em queda de 1% com o cessar-fogoHá 3 horasProcesso no SupremoMoraes pede para STF votar ação que questiona limites para delação

Há 28 minutos Política Ano eleitoralPL e Missão ganham mais filiados; MDB perde mais e PT também recua

Há 45 minutos Eleições 2026 Podemos e PL ganham parlamentares; PDT e União perdem parte da bancadaHá 45 minutosPartidos têm até hoje para indicar nomes para vaga de ministro no TCU; entenda processoHá 45 minutosRio de JaneiroVeja imagens do Velódromo ANTES e DEPOIS do incêndio em telhado

Há 43 minutos Rio de Janeiro Fogo não danificou estrutura; ninguém ficou feridoHá 43 minutosApós mais de 50 anosO que aconteceu com as bandeiras dos EUA deixadas na Lua?

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Conflito no Oriente Médio ameaça espaço para cortes de juros no Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/04/2026 12:50

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,098-1,11%Dólar TurismoR$ 5,292-1,29%Euro ComercialR$ 5,962-0,27%Euro TurismoR$ 6,206-0,29%B3Ibovespa191.847 pts1,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,098-1,11%Dólar TurismoR$ 5,292-1,29%Euro ComercialR$ 5,962-0,27%Euro TurismoR$ 6,206-0,29%B3Ibovespa191.847 pts1,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,098-1,11%Dólar TurismoR$ 5,292-1,29%Euro ComercialR$ 5,962-0,27%Euro TurismoR$ 6,206-0,29%B3Ibovespa191.847 pts1,91%Oferecido por

O diretor de Política Monetária do Banco Central (BC), Nilton David, afirmou nesta quarta-feira (8) que a alta de preços provocada pela guerra entre Estados Unidos e Israel contra o Irã pode limitar o espaço para novos cortes na taxa básica de juros (Selic).

Segundo o diretor, o nível da Selic tem hoje mais “gordura” do que havia há seis meses — ou seja, os juros estão altos o suficiente para permitir alguns cortes por parte do BC sem que a taxa saia de um patamar compatível com o controle da inflação.

Com o aumento dos preços de energia e a potencial alta da inflação global decorrente do conflito no Oriente Médio, no entanto, é possível que o espaço para cortes de juros diminua, o que pode limitar reduções adicionais da Selic à frente.

“O nível de juros hoje tem mais gordura do que tinha seis meses atrás. Obviamente, esse conflito atua no sentido oposto, pois provoca um choque relevante de preços, com chances reais de gerar efeitos de segunda ordem”, afirmou o diretor em evento promovido pelo Bradesco BBI, em São Paulo, acrescentando que a autarquia não pode “baixar a guarda”.

O BC reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual em março, para 14,75% ao ano. A instituição não deu indicação clara sobre os próximos passos, mas defendeu a manutenção dos juros em nível restritivo, ou seja, alto o suficiente para conter o avanços dos preços, diante do aumento das incertezas relacionadas à guerra com o Irã.

Diante da piora recente nas previsões de mercado para a inflação para 2027 e 2028, David afirmou que esse movimento nas expectativas indica a percepção de que o BC poderia não combater eventuais novas altas da inflação —, “o que é um equívoco”.

O diretor abordou ainda o avanço do dólar frente ao real desde o início da guerra entre Estados Unidos e Israel e o Irã, no fim de fevereiro.

Em sua avaliação, o movimento de desvalorização do real “não foi tão diferente” do observado em outros países. Ele lembrou que o Brasil já enfrentou episódios de maior oscilação no câmbio, como o observado na virada de 2024 para 2025.

Naquele período, o dólar à vista chegou a superar R$ 6,20, em meio à piora das expectativas do mercado para a inflação no Brasil e ao fortalecimento da moeda americana no exterior.

De acordo com David, embora o real normalmente acompanhe os ciclos de alta e baixa das demais moedas no mundo, em muitos momentos sua variação é mais intensa.

Nesse contexto, ele acrescentou que a volatilidade dificulta o processo de trazer a inflação de volta para a meta e que as ações do Banco Central no mercado buscam justamente não ampliar essa volatilidade.

Há 2 horas Blog da Sandra Cohen EUA e Irã vão se reunir na sexta no Paquistão; veja o que se sabeHá 2 horas’TACO’: expressão ‘Trump sempre amarela’ volta a viralizarHá 2 horas’Muitos pontos já foram acordados’ com o Irã, diz Trump

Há 2 horas Mundo CRONOLOGIA: Trump pôs o mundo em suspense por 10 horasHá 2 horas🎧 O ASSUNTO: o que está por trás do recuo de TrumpHá 2 horasVaivém do câmbioDólar fraco ou real forte? Entenda por que a moeda está caindo

Há 3 horas G1 Explica Moeda inicia o dia em queda de 1% com o cessar-fogoHá 3 horasProcesso no SupremoMoraes pede para STF votar ação que questiona limites para delação

Há 28 minutos Política Ano eleitoralPL e Missão ganham mais filiados; MDB perde mais e PT também recua

Há 45 minutos Eleições 2026 Podemos e PL ganham parlamentares; PDT e União perdem parte da bancadaHá 45 minutosPartidos têm até hoje para indicar nomes para vaga de ministro no TCU; entenda processoHá 45 minutosRio de JaneiroVeja imagens do Velódromo ANTES e DEPOIS do incêndio em telhado

Há 43 minutos Rio de Janeiro Fogo não danificou estrutura; ninguém ficou feridoHá 43 minutosApós mais de 50 anosO que aconteceu com as bandeiras dos EUA deixadas na Lua?

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Produção de veículos no Brasil aumenta 27,6% no mês e bate recorde de antes da pandemia

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/04/2026 11:44

Carros Produção de veículos no Brasil aumenta 27,6% no mês e bate recorde de antes da pandemia Março foi o melhor mês de fabricação de carros, caminhões e comerciais leves desde outubro de 2019. Crescimento foi de 35,6% se comparado a março de 2025. Exportações também subiram. Por Redação g1

Fiat Toro passa pela linha de produção da Stellantis em Goiana, Pernambuco — Foto: Divulgação / Stellantis

A fabricação mensal de veículos no Brasil alcançou, em março, o maior nível desde outubro de 2019. Foram fabricadas 264,1 mil unidades no mês, um aumento de 35,6% em comparação a março de 2025. Em relação a fevereiro, a alta foi de 27,6%. Os dados são da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).

No acumulado do primeiro trimestre, a produção brasileira cresceu 6% em comparação com os três primeiros meses de 2025.

“Março foi um mês excepcional, sem feriados, com bom ritmo de produção e vendas. Ficamos entusiasmados, mas devemos aguardar se esse desempenho se repetirá nos próximos meses, para verificar se não foi um momento isolado de aquecimento pós-férias”, afirmou o presidente da Anfavea, Igor Calvet.

Em março, o volume de veículos exportados chegou a 40,4 mil unidades, o que representa um crescimento de 21,1% em relação a fevereiro. O resultado também ficou 1,1% acima do registrado em março de 2025.

Mesmo com esse avanço, as exportações acumuladas no primeiro trimestre ficaram 18,5% abaixo do mesmo período de 2025. Uma das principais razões foi a forte oscilação do mercado argentino.

Há 1 hora Mundo 🎧 O ASSUNTO: o que está por trás do recuo de TrumpHá 1 horaSIGA: Israel diz que Líbano está fora da trégua e faz ataquesHá 1 horaBlog da Sandra Cohen ANÁLISE: Trump faz planeta girar ao seu redor, mas manobra terá preço alto

Há 24 minutos Blog da Sandra Cohen EUA e Irã vão se reunir na sexta no Paquistão; veja o que se sabeHá 24 minutosCRONOLOGIA: as 10 horas em que Trump pôs o mundo em suspenseHá 24 minutos’TACO’: expressão ‘Trump sempre amarela’ volta a viralizarHá 24 minutosVaivém do câmbioDólar fraco ou real forte? Entenda por que a moeda está caindo

Há 2 horas G1 Explica Moeda inicia o dia em queda de 1% com o cessar-fogoHá 2 horasASSISTA: CPI ouve o presidente do BC, Galípolo, sobre o caso Master

Há 45 minutos Política Campos Neto também foi convocado, mas faltou pela 3ª vezHá 45 minutosJanela partidáriaPodemos e PL ganham parlamentares; PDT e União perdem parte da bancada

Há 5 horas Política PL e Missão ganham mais filiados em ano eleitoral; MDB e PT recuamHá 5 horasPartidos têm até hoje para indicar nomes para vaga de ministro no TCU; entenda processoHá 5 horasIncêndio no Parque OlímpicoFogo destrói telhado do Velódromo no Rio; estrutura não foi danificada

Há 6 horas Bom Dia Rio ‘Museu está praticamente preservado’, diz prefeito do RioHá 6 horasComplexo da MaréO pastor-belga-malinois que achou 48 toneladas de maconha escondidas

Há 25 minutos Rio de Janeiro Apreensão é uma das maiores da história do RJHá 25 minutosVídeos curtos do g1

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Em relatório sobre América Latina, Banco Mundial diz que Argentina se destaca e que Brasil ‘sofre’ com a perda de dinamismo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/04/2026 11:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,101-1,04%Dólar TurismoR$ 5,286-1,39%Euro ComercialR$ 5,966-0,19%Euro TurismoR$ 6,200-0,38%B3Ibovespa191.471 pts1,71%MoedasDólar ComercialR$ 5,101-1,04%Dólar TurismoR$ 5,286-1,39%Euro ComercialR$ 5,966-0,19%Euro TurismoR$ 6,200-0,38%B3Ibovespa191.471 pts1,71%MoedasDólar ComercialR$ 5,101-1,04%Dólar TurismoR$ 5,286-1,39%Euro ComercialR$ 5,966-0,19%Euro TurismoR$ 6,200-0,38%B3Ibovespa191.471 pts1,71%Oferecido por

O Banco Mundial divulgou nesta quarta-feira (8) um relatório sobre o panorama econômico regional para a América Latina e o Caribe, no qual avalia que a economia argentina se destaca, ao mesmo tempo em que o Brasil e o México sofrem com a perda de dinamismo em meio a "condições financeiras internas restritivas, espaço fiscal limitado e incerteza em relação à política comercial".

No documento, o organismo internacional avalia que as perspectivas de crescimento da América Latina e Caribe permanecem "limitadas", apesar de condições financeiras globais ligeiramente mais favoráveis e da sustentação dos preços das "commodities" (produtos básicos com cotação internacional, como petróleo e alimentos, entre outros).

E analisa que a falta de melhora em relação a 2025 "oculta perspectivas mais fracas para muitos países e implica ganhos de renda per capita praticamente estagnados". Diz, também, que o consumo segue na liderança, mas que "seu impulso é modesto, à medida que a renda real se recupera gradualmente e os custos reais de crédito continuam elevados".

"O principal fator limitante é o investimento, que permanece contido, enquanto as empresas aguardam sinais mais claros sobre o ambiente externo e os arcabouços de políticas internas. A Argentina emergiu como a principal exceção positiva, à medida que a estabilização e as reformas melhoraram as expectativas e as condições financeiras", diz o documento.

No relatório, o Banco Mundial projeta um crescimento real do Produto Interno Bruto (PIB) de 3,6% para a Argentina neste ano, contra 4,4% em 2025 e tombo de 1,3% em 2024. Em comparação, a estimativa para a expansão da economia brasileira é de 2,2% em 2025, contra 2,8% no ano passado e 3,4% em 2024.

De perfil liberal, o presidente argentino, Javier Milei, tem levado adiante, nos últimos anos, uma agenda de reformas econômicas para conter a inflação e estimular o crescimento do país. Segundo o Banco Mundial, a Argentina "se destaca nesse contexto [da região]".

"Um ajuste decisivo liderado pela política fiscal — passando de um grande déficit em 2023 para superávits primários e globais, isso por meio da racionalização dos gastos, do combate ao desperdício e às ineficiências administrativas, além do redirecionamento dos subsídios energéticos baseados em preços, deixando de contemplar as famílias de maior renda — tem contribuído para ancorar as expectativas de inflação e reduzir o risco soberano [taxa de juros]", diz o documento.

Entre as medidas adotadas, o Banco Mundial cita, por exemplo: a reforma tributária, o Regime de Incentivo a Grandes Investimentos (RIGI), que visa grandes projetos nos setores de energia, com redução de tributos e estímulo às exportações, além da aprovação da reforma do mercado de trabalho, bem como os "esforços contínuos para melhorar o ambiente de negócios e o marco regulatório", estimulando investimentos.

"Outrossim, têm surgido âncoras externas complementares, tendo em vista que no dia 5 de fevereiro de 2026, os Estados Unidos e a Argentina lançaram uma estrutura estratégica para fortalecer as cadeias de suprimento de minerais críticos vinculando explicitamente instrumentos de financiamento e demanda dos EUA ao RIGI da Argentina", acrescentou o Banco Mundial.

Acrescenta, porém, que "riscos negativos permanecem significativos, especialmente diante das grandes necessidades de financiamento externo da Argentina em um contexto de reservas internacionais líquidas negativas e ainda limitado acesso aos mercados internacionais de dívida".

O organismo internacional concluiu que, de modo geral, uma maior clareza em relação à âncora fiscal e à agenda de reformas contribuiu para ancorar as expectativas, melhorar as condições financeiras e promover a recuperação do consumo e do investimento privados" na Argentina.

No relatório sobre a América Latina, o Banco Mundial avalia que a queda dos juros no começo deste ano e os preços de "commodities" vantajosos "permanecem insuficientes para superar o entrave causado por tensões comerciais persistentes, incertezas em matéria de políticas, espaço fiscal limitado e demanda privada fraca" no Brasil.

"Nesse contexto, espera-se que o Brasil desacelere ainda mais em relação a 2025, à medida que as condições financeiras restritivas — com as taxas de juros permanecendo elevadas até o início de 2026— e o ambiente externo fraco pressionam o crédito, o investimento e o comércio. Consequentemente, uma melhora mais perceptível deverá ocorrer apenas se as condições monetárias se normalizarem e as pressões globais diminuírem", diz o organismo internacional.

Nos últimos anos, durante o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, foram elevados vários tributos mas, mesmo assim, o almejado superávit primário do governo (sem contar juros da dívida) ainda não foi alcançado por conta do aumento de gastos, principalmente com benefícios sociais – apesar da aprovação de uma nova regra para a contas públicas que previa trajetória positiva ao fim do mandato.

Analistas avaliam que o aumento de despesas no governo Lula contribuiu para pressionar a inflação no Brasil, obrigando o Banco Central a elevar a taxa básica de juros em um primeiro momento, e impedindo um corte mais rápido posteriormente — com o objetivo justamente de conter a expansão econômica (e a inflação, por tabela).

O Banco Mundial diz, ainda, que entre as grandes economias sul-americanas, a demanda doméstica vem enfraquecendo nos países em que as condições monetárias permanecem restritivas (juros altos) e o espaço fiscal é limitado — "principalmente no Brasil, onde taxas reais elevadas continuam a restringir o crédito, o investimento e os gastos discricionários [despesas livres do governo]".

O organismo internacional analisa, também, que a inadimplência de crédito vem aumentando gradualmente, refletindo os efeitos defasados das elevadas taxas reais de juros e das condições mais fracas para tomadores mais vulneráveis. "Ainda assim, os níveis de inadimplência permanecem moderados em termos históricos", acrescenta.

O governo brasileiro trabalha, neste momento, em um ano eleitoral, em um novo programa para reduzir o nível de endividamento da população. A estratégia envolve unificar as dívidas de cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal em uma só, que seria refinanciada com descontos que iriam de 30% a 80% nos juros, com possibilidade de os bancos chegarem a um desconto de até 90%.

Dentro do mesmo programa de refinanciamento de dívidas, o governo analisa autorizar o uso de recursos do FGTS para pagamento de dívidas, mas com limites para evitar uma sangria dos recursos. As duas medidas foram admitidas pelo próprio ministro da Fazenda, Dario Durigan.

Há 1 hora Mundo 🎧 O ASSUNTO: o que está por trás do recuo de TrumpHá 1 horaSIGA: Israel diz que Líbano está fora da trégua e faz ataquesHá 1 horaBlog da Sandra Cohen ANÁLISE: Trump faz planeta girar ao seu redor, mas manobra terá preço alto

Há 24 minutos Blog da Sandra Cohen EUA e Irã vão se reunir na sexta no Paquistão; veja o que se sabeHá 24 minutosCRONOLOGIA: as 10 horas em que Trump pôs o mundo em suspenseHá 24 minutos’TACO’: expressão ‘Trump sempre amarela’ volta a viralizarHá 24 minutosVaivém do câmbioDólar fraco ou real forte? Entenda por que a moeda está caindo

Há 2 horas G1 Explica Moeda inicia o dia em queda de 1% com o cessar-fogoHá 2 horasASSISTA: CPI ouve o presidente do BC, Galípolo, sobre o caso Master

Há 45 minutos Política Campos Neto também foi convocado, mas faltou pela 3ª vezHá 45 minutosJanela partidáriaPodemos e PL ganham parlamentares; PDT e União perdem parte da bancada

Há 5 horas Política PL e Missão ganham mais filiados em ano eleitoral; MDB e PT recuamHá 5 horasPartidos têm até hoje para indicar nomes para vaga de ministro no TCU; entenda processoHá 5 horasIncêndio no Parque OlímpicoFogo destrói telhado do Velódromo no Rio; estrutura não foi danificada

Há 6 horas Bom Dia Rio ‘Museu está praticamente preservado’, diz prefeito do RioHá 6 horasComplexo da MaréO pastor-belga-malinois que achou 48 toneladas de maconha escondidas

Há 25 minutos Rio de Janeiro Apreensão é uma das maiores da história do RJHá 25 minutosVídeos curtos do g1

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Guerras impõem custos econômicos profundos e prolongados aos países, diz pesquisa do FMI

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/04/2026 11:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,102-1,05%Dólar TurismoR$ 5,287-1,37%Euro ComercialR$ 5,966-0,2%Euro TurismoR$ 6,200-0,38%B3Ibovespa191.508 pts1,73%MoedasDólar ComercialR$ 5,102-1,05%Dólar TurismoR$ 5,287-1,37%Euro ComercialR$ 5,966-0,2%Euro TurismoR$ 6,200-0,38%B3Ibovespa191.508 pts1,73%MoedasDólar ComercialR$ 5,102-1,05%Dólar TurismoR$ 5,287-1,37%Euro ComercialR$ 5,966-0,2%Euro TurismoR$ 6,200-0,38%B3Ibovespa191.508 pts1,73%Oferecido por

Pessoas observam um prédio destruído após um ataque, em meio ao conflito entre os EUA e Israel com o Irã, em Teerã, Irã, 21 de março de 2026. — Foto: Alaa Al-Marjani/Reuters

Guerras causam perdas econômicas grandes e persistentes nos países onde há combates, com a produção caindo cerca de 7% em cinco anos em média e cicatrizes econômicas que duram mais de uma década, afirmou o Fundo Monetário Internacional em uma pesquisa divulgada nesta quarta-feira (8).

O FMI examinou o custo dos conflitos ativos – agora nos níveis mais altos desde o final da Segunda Guerra Mundial – e as consequências macroeconômicas de aumentos acentuados nos gastos militares em dois capítulos de seu próximo relatório Perspectiva Mundial.

Os capítulos não abordam a guerra no Oriente Médio ou o cessar-fogo de duas semanas anunciado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na noite de terça-feira, mas oferecem uma visão abrangente das economias em tempos de guerra desde 1946 e dados sobre os gastos com armas de 164 países.

Em 2024, o ano mais recente para o qual há dados disponíveis, mais de 35 países passaram por conflitos em seus territórios e cerca de 45% da população mundial vivia em países afetados por conflitos.

"Além de seu devastador custo humano, guerras impõem custos econômicos grandes e duradouros e representam difíceis compensações macroeconômicas, especialmente para os países onde há combates", disse o FMI em um blog divulgado na mesma época.

Países envolvidos em conflitos externos podem evitar a destruição física em seu próprio solo e grandes perdas econômicas, mas os países vizinhos ou os principais parceiros comerciais sentirão o choque, disse o FMI.

"Perdas de produção decorrentes de conflitos persistem mesmo depois de uma década e normalmente excedem aquelas associadas a crises financeiras ou desastres naturais graves", disse o capítulo do FMI.

O FMI deve cortar sua previsão de crescimento global e aumentar as projeções de inflação como resultado da guerra do Irã, disse a diretora-gerente Kristalina Georgieva à Reuters na segunda-feira.

Na terça-feira, o presidente do Banco Mundial, Ajay Banga, disse que a guerra resultará em algum grau de crescimento mais lento e inflação mais alta, independentemente da rapidez com que termine.

O FMI disse que conflitos contribuem para a depreciação sustentada da taxa de câmbio, perdas de reservas e aumento da inflação, uma vez que o aumento dos desequilíbrios externos ampliou o estresse macroeconômico.

Há 1 hora Mundo 🎧 O ASSUNTO: o que está por trás do recuo de TrumpHá 1 horaSIGA: Israel diz que Líbano está fora da trégua e faz ataquesHá 1 horaBlog da Sandra Cohen ANÁLISE: Trump faz planeta girar ao seu redor, mas manobra terá preço alto

Há 24 minutos Blog da Sandra Cohen EUA e Irã vão se reunir na sexta no Paquistão; veja o que se sabeHá 24 minutosCRONOLOGIA: as 10 horas em que Trump pôs o mundo em suspenseHá 24 minutos’TACO’: expressão ‘Trump sempre amarela’ volta a viralizarHá 24 minutosVaivém do câmbioDólar fraco ou real forte? Entenda por que a moeda está caindo

Há 2 horas G1 Explica Moeda inicia o dia em queda de 1% com o cessar-fogoHá 2 horasASSISTA: CPI ouve o presidente do BC, Galípolo, sobre o caso Master

Há 45 minutos Política Campos Neto também foi convocado, mas faltou pela 3ª vezHá 45 minutosJanela partidáriaPodemos e PL ganham parlamentares; PDT e União perdem parte da bancada

Há 5 horas Política PL e Missão ganham mais filiados em ano eleitoral; MDB e PT recuamHá 5 horasPartidos têm até hoje para indicar nomes para vaga de ministro no TCU; entenda processoHá 5 horasIncêndio no Parque OlímpicoFogo destrói telhado do Velódromo no Rio; estrutura não foi danificada

Há 6 horas Bom Dia Rio ‘Museu está praticamente preservado’, diz prefeito do RioHá 6 horasComplexo da MaréO pastor-belga-malinois que achou 48 toneladas de maconha escondidas

Há 25 minutos Rio de Janeiro Apreensão é uma das maiores da história do RJHá 25 minutosVídeos curtos do g1

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Funcionário da Meta é acusado de baixar 30 mil fotos privadas de usuários do Facebook

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/04/2026 10:51

Tecnologia Funcionário da Meta é acusado de baixar 30 mil fotos privadas de usuários do Facebook Homem teria criado script para driblar sistemas internos da empresa; caso foi comunicado à polícia e é investigado no Reino Unido. Por Redação g1

Um funcionário da Meta em Londres foi detido sob suspeita de baixar 30 mil imagens privadas de usuários do Facebook, segundo o jornal britânico The Guardian. O homem, cuja identidade não foi divulgada, também foi demitido, confirmou a empresa.

De acordo com o Guardian, a Meta informou que a violação foi descoberta há mais de um ano e que, assim que tomou conhecimento do caso, comunicou o fato à polícia.

A empresa afirmou ainda que os usuários afetados foram notificados e que seus sistemas de segurança foram atualizados.

"Após descobrirmos o acesso impróprio de um funcionário há mais de um ano, imediatamente demitimos o indivíduo, notificamos os usuários, encaminhamos o caso às autoridades policiais e reforçamos nossas medidas de segurança. Estamos cooperando com a investigação em andamento", disse um porta-voz da big tech ao Guardian.

Documentos judiciais citados pela agência de notícias Press Association indicam que o funcionário teria criado um script para contornar os sistemas internos de detecção da Meta, permitindo o download das imagens.

Há 2 horas Mundo EUA e Irã vão se reunir na sexta no Paquistão; veja o que se sabeHá 2 horasEntenda se os EUA podem ser punidos pelas ameaças de TrumpHá 2 horas’TACO’: expressão ‘Trump sempre amarela’ volta a viralizarHá 2 horasTrump diz que negocia 15 pontos com Irã e que muitos ‘já foram acordados’

Há 16 minutos Mundo 🎧 O ASSUNTO: o que está por trás do recuo de TrumpHá 16 minutosSIGA: Israel diz que Líbano está fora da trégua e faz ataquesHá 16 minutosVaivém do câmbioDólar fraco ou real forte? Entenda por que a moeda está caindo

Há 1 hora G1 Explica Moeda inicia o dia em queda de 1% com o cessar-fogoHá 1 horaJanela PartidáriaPodemos e PL ganham parlamentares; PDT e União perdem parte da bancada

Há 4 horas Política PL e Missão ganham mais filiados em ano eleitoral; MDB e PT recuamHá 4 horasPartidos têm até hoje para indicar nomes para vaga de ministro no TCU; entenda processoHá 4 horasIncêndio no Parque OlímpicoFogo destrói telhado do Velódromo no Rio; estrutura não foi danificada

Há 5 horas Bom Dia Rio ‘Museu está praticamente preservado’, diz prefeito do RioHá 5 horasComplexo da MaréPolícia faz uma das maiores apreensões de drogas em uma única operação no RJ

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Petróleo despenca após anúncio de cessar-fogo entre EUA e Irã: como isso afeta o Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/04/2026 10:51

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,087-1,32%Dólar TurismoR$ 5,283-1,45%Euro ComercialR$ 5,951-0,46%Euro TurismoR$ 6,194-0,47%B3Ibovespa192.014 pts1,99%MoedasDólar ComercialR$ 5,087-1,32%Dólar TurismoR$ 5,283-1,45%Euro ComercialR$ 5,951-0,46%Euro TurismoR$ 6,194-0,47%B3Ibovespa192.014 pts1,99%MoedasDólar ComercialR$ 5,087-1,32%Dólar TurismoR$ 5,283-1,45%Euro ComercialR$ 5,951-0,46%Euro TurismoR$ 6,194-0,47%B3Ibovespa192.014 pts1,99%Oferecido por

Os preços globais do petróleo caíram e os mercados de ações dispararam depois que os Estados Unidos e o Irã prometeram um acordo de cessar-fogo de duas semanas que inclui a reabertura da importante via navegável do estreito de Ormuz.

O preço do petróleo Brent, referência internacional, caiu cerca de 13%, para US$ 94,80 (R$ 488,48) o barril, enquanto o petróleo negociado nos EUA caiu mais de 15%, para US$ 95,75 (R$ 493,40).

Mas os preços permanecem mais altos do que antes do início do conflito, em 28 de fevereiro — na época, o barril era negociado a cerca de US$ 70 (R$ 360,97).

O Brasil pode se beneficiar desse novo cenário, já que a baixa do petróleo Brent invariavelmente deve atingir o mercado nacional, que contava, até então, com ajuda apenas de um pacote do governo federal para segurar o encarecimento dos combustíveis no país e o impacto da alta do querosene no preço das passagens aéreas.

O diesel preocupa o governo Lula (PT), por ser o principal combustível que alimenta o transporte de mercadorias e da safra agrícola do Brasil. O Palácio do Planalto já havia anunciado, em 12 de março, R$ 30 bilhões para mitigar seu encarecimento.

O objetivo era garantir um desconto de R$ 0,64 por litro no preço na bomba, ao aliar redução de impostos e uma subvenção de R$ 0,32 por litro produzido no Brasil ou importado.

A subvenção é um incentivo dado diretamente às empresas pelo governo. Nesse segundo conjunto de ações anunciado agora, a gestão Lula ampliou esse subsídio, que chegará a R$ 1,12 para o litro produzido no país.

Há ainda a isenção dos impostos federais (PIS e Cofins) para o querosene de aviação (QAV) — gerando economia de R$ 0,07 por litro de combustível —, duas linhas de crédito no valor de R$ 9 bilhões para o setor e a prorrogação para dezembro das tarifas de navegação da Força Aérea Brasileira referentes a abril, maio e junho.

O problema é que este pacote se vê ameaçado, principalmente as medidas ligadas ao diesel, que ainda não chegaram integralmente aos consumidores por limitações na implementação da subvenção.

Isso porque três grandes empresas do setor (Vibra — a antiga BR Distribuidora —, Ipiranga e Raízen), responsáveis por metade das importações privadas de diesel, não aderiram à política.

A falta de adesão estaria relacionada à obrigação de seguir limites para o preço do diesel, estabelecidos pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a partir de valores de mercado.

Nesse sentido, portanto, uma queda dos preços globais pode ajudar a contornar a falta de adesão do pacote governamental.

Petróleo despenca após anúncio de cessar-fogo entre EUA e Irã: como isso afeta o Brasil — Foto: Costfoto/NurPhoto via Getty Images

Os principais índices de ações da região Ásia-Pacífico subiram na manhã de quarta-feira (8/4).

O Nikkei 225 do Japão subiu 5%, enquanto o Kospi da Coreia do Sul saltou quase 6%. O índice Hang Seng de Hong Kong subiu 2,8%, enquanto o ASX 200 da Austrália teve alta de 2,7%.

O custo da energia havia disparado nessa região, já que o fornecimento de petróleo e gás do Oriente Médio foi severamente interrompido depois que o Irã ameaçou atacar navios que tentassem usar o estreito de Ormuz.

Apesar de suas ameaças, Trump provavelmente estava receoso de deixar os preços da energia aumentarem mais ainda ao intensificar o conflito, diz Xavier Smith, da empresa de pesquisa de mercado AlphaSense.

Isso poderia ter levado a uma "ferida econômica autoinfligida" que poucos arriscariam, especialmente considerando a pressão iminente dos índices de aprovação sobre a liderança de Trump, disse Smith, que é diretor de pesquisa.

Mais petroleiros retidos perto do estreito podem conseguir passar pela hidrovia durante o cessar-fogo, proporcionando algum alívio para os mercados nas próximas semanas, afirma o analista Saul Kavonic, da empresa de serviços financeiros MST Marquee.

Apesar do conflito, alguns navios passaram pelo estreito de Ormuz, embora em número muito menor do que o habitual.

Países asiáticos — incluindo Índia, Malásia e Filipinas — negociaram passagem segura para seus navios nas últimas semanas.

A China também admitiu que vários de seus navios cruzaram o estreito desde o início da guerra. E um navio porta-contentores com bandeira de Malta, pertencente à empresa francesa CMA CGM, cruzou a rota marítima, confirmou na sexta-feira a organização de mídia BFM TV, que pertence à empresa de navegação.

Um navio japonês transportando gás natural também conseguiu sair do estreito, confirmou a gigante do transporte marítimo MOL.

Kavonic afirmou que, embora haja um cessar-fogo em vigor, ainda é improvável que a produção de energia no Oriente Médio seja totalmente retomada até que haja confiança em um acordo de paz duradouro.

Ele acrescentou que a retomada da produção também pode levar meses devido aos danos causados ​​à infraestrutura energética da região.

O Irã atacou infraestruturas energéticas e industriais em toda a região rica em petróleo em retaliação aos ataques dos EUA e de Israel.

A reparação dos danos pode levar anos e custar mais de US$ 25 bilhões, de acordo com a empresa de pesquisa Rystad Energy.

Os preços da energia dispararam em meados de março, após os ataques ao polo industrial de Ras Laffan, no Catar, que produz cerca de um quinto do gás natural liquefeito do mundo.

Os proprietários do polo disseram que os ataques reduziram a capacidade de exportação do país em 17% e que levará até cinco anos para reparar os danos.

A Ásia foi particularmente afetada pelas consequências econômicas da guerra com o Irã, já que muitos países dependem fortemente da energia do Golfo.

Governos e empresas em toda a região anunciaram medidas nas últimas semanas para lidar com os altos preços da energia e a escassez de combustível.

Em 24 de março, as Filipinas, que importam 98% de seu petróleo do Oriente Médio, tornaram-se o primeiro país a declarar estado de emergência energética nacional depois que os preços da gasolina mais que dobraram.

Muitas companhias aéreas da região aumentaram as tarifas e reduziram os voos em resposta à alta dos preços do combustível de aviação.

Os países em desenvolvimento da Ásia foram especialmente afetados pelo conflito, pois muitos não têm refinarias próprias ou reservas de petróleo suficientes, diz Ichiro Kutani, do Instituto de Economia de Energia do Japão.

"O cessar-fogo é uma boa notícia para os países asiáticos. Se for mantido, os preços do petróleo retornarão aos níveis normais, embora isso leve tempo."

Há 2 horas Mundo EUA e Irã vão se reunir na sexta no Paquistão; veja o que se sabeHá 2 horasEntenda se os EUA podem ser punidos pelas ameaças de TrumpHá 2 horas’TACO’: expressão ‘Trump sempre amarela’ volta a viralizarHá 2 horasTrump diz que negocia 15 pontos com Irã e que muitos ‘já foram acordados’

Há 16 minutos Mundo 🎧 O ASSUNTO: o que está por trás do recuo de TrumpHá 16 minutosSIGA: Israel diz que Líbano está fora da trégua e faz ataquesHá 16 minutosVaivém do câmbioDólar fraco ou real forte? Entenda por que a moeda está caindo

Há 1 hora G1 Explica Moeda inicia o dia em queda de 1% com o cessar-fogoHá 1 horaJanela PartidáriaPodemos e PL ganham parlamentares; PDT e União perdem parte da bancada

Há 4 horas Política PL e Missão ganham mais filiados em ano eleitoral; MDB e PT recuamHá 4 horasPartidos têm até hoje para indicar nomes para vaga de ministro no TCU; entenda processoHá 4 horasIncêndio no Parque OlímpicoFogo destrói telhado do Velódromo no Rio; estrutura não foi danificada

Há 5 horas Bom Dia Rio ‘Museu está praticamente preservado’, diz prefeito do RioHá 5 horasComplexo da MaréPolícia faz uma das maiores apreensões de drogas em uma única operação no RJ

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Shell sinaliza menor produção de gás em meio à guerra no Irã

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/04/2026 10:51

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,087-1,32%Dólar TurismoR$ 5,283-1,45%Euro ComercialR$ 5,951-0,46%Euro TurismoR$ 6,194-0,47%B3Ibovespa192.014 pts1,99%MoedasDólar ComercialR$ 5,087-1,32%Dólar TurismoR$ 5,283-1,45%Euro ComercialR$ 5,951-0,46%Euro TurismoR$ 6,194-0,47%B3Ibovespa192.014 pts1,99%MoedasDólar ComercialR$ 5,087-1,32%Dólar TurismoR$ 5,283-1,45%Euro ComercialR$ 5,951-0,46%Euro TurismoR$ 6,194-0,47%B3Ibovespa192.014 pts1,99%Oferecido por

A Shell anunciou nesta quarta-feira (8) produção de gás mais fraca no primeiro trimestre e um impacto na liquidez de curto prazo. Segundo a empresa, esses problemas seriam compensados em parte por um aumento na comercialização de petróleo mais forte.

O petróleo Brent, referência global, subiu para máximas de vários anos, perto de US$120 por barril, depois que os ataques israelenses e norte-americanos contra o Irã começaram no final de fevereiro, seguidos pelo fechamento do Estreito de Ormuz por Teerã e por ataques aos vizinhos do Golfo.

A unidade de produção de gás Pearl, da Shell, no Catar, pode levar cerca de um ano para ser reparada por completo.

A Shell disse que a volatilidade dos preços das commodities causou grandes oscilações nos valores dos estoques, levando o capital de giro (uma medida de liquidez dos ativos correntes menos os passivos ) para algo entre menos US$10 bilhões e menos US$15 bilhões no trimestre.

A Shell disse que espera que as movimentações de capital de giro se revertam com o tempo se os preços do petróleo e do gás diminuírem.

Os analistas do RBC disseram que a escala da oscilação evidenciou o quanto as condições atuais do mercado se tornaram incomuns, mas acrescentaram que o balanço patrimonial da Shell deve absorver o choque.

A Shell espera que os resultados comerciais de seu negócio de produtos químicos e produtos, que inclui a comercialização de petróleo, sejam significativamente mais altos do que no trimestre anterior.

Os ganhos ajustados em sua divisão de marketing, incluindo postos de combustível, também devem aumentar.

O RBC elevou sua estimativa de lucro líquido para o primeiro trimestre da Shell em 7%, para US$ 6,8 bilhões, e espera um salto de 31% no fluxo de caixa operacional, excluindo o capital de giro, para US$ 17,1 bilhões.

Os analistas do UBS elevaram suas estimativas para o lucro líquido do primeiro trimestre em 18%, para US$ 6,9 bilhões, e em 30% para o fluxo de caixa operacional, excluindo os efeitos do capital de giro, para US$ 16,3 bilhões.

No entanto, a Shell reduziu sua previsão para a produção integrada de gás no primeiro trimestre para 880 mil – 920 mil barris de óleo equivalente por dia, de 920 mil -980 mil anteriormente.

A perspectiva de produção de gás natural liquefeito de petróleo (GNL) da Shell ficou dentro das projeções anteriores, já que as restrições na Austrália e as interrupções no Catar foram compensadas por um aumento no GNL Canadá.

Há 2 horas Mundo EUA e Irã vão se reunir na sexta no Paquistão; veja o que se sabeHá 2 horasEntenda se os EUA podem ser punidos pelas ameaças de TrumpHá 2 horas’TACO’: expressão ‘Trump sempre amarela’ volta a viralizarHá 2 horasTrump diz que negocia 15 pontos com Irã e que muitos ‘já foram acordados’

Há 16 minutos Mundo 🎧 O ASSUNTO: o que está por trás do recuo de TrumpHá 16 minutosSIGA: Israel diz que Líbano está fora da trégua e faz ataquesHá 16 minutosVaivém do câmbioDólar fraco ou real forte? Entenda por que a moeda está caindo

Há 1 hora G1 Explica Moeda inicia o dia em queda de 1% com o cessar-fogoHá 1 horaJanela PartidáriaPodemos e PL ganham parlamentares; PDT e União perdem parte da bancada

Há 4 horas Política PL e Missão ganham mais filiados em ano eleitoral; MDB e PT recuamHá 4 horasPartidos têm até hoje para indicar nomes para vaga de ministro no TCU; entenda processoHá 4 horasIncêndio no Parque OlímpicoFogo destrói telhado do Velódromo no Rio; estrutura não foi danificada

Há 5 horas Bom Dia Rio ‘Museu está praticamente preservado’, diz prefeito do RioHá 5 horasComplexo da MaréPolícia faz uma das maiores apreensões de drogas em uma única operação no RJ

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Crise de energia por guerra com o Irã não será curta, diz União Europeia

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/04/2026 10:51

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,087-1,32%Dólar TurismoR$ 5,283-1,45%Euro ComercialR$ 5,951-0,46%Euro TurismoR$ 6,194-0,47%B3Ibovespa192.014 pts1,99%MoedasDólar ComercialR$ 5,087-1,32%Dólar TurismoR$ 5,283-1,45%Euro ComercialR$ 5,951-0,46%Euro TurismoR$ 6,194-0,47%B3Ibovespa192.014 pts1,99%MoedasDólar ComercialR$ 5,087-1,32%Dólar TurismoR$ 5,283-1,45%Euro ComercialR$ 5,951-0,46%Euro TurismoR$ 6,194-0,47%B3Ibovespa192.014 pts1,99%Oferecido por

Cerca de 8,5% do gás natural liquefeito, 7% do petróleo e 40% do combustível do bloco passam pelo Estreito de Ormuz.

Bandeiras da União Europeia tremulam em frente à sede da Comissão Europeia, em Bruxelas. — Foto: REUTERS/Yves Herman

A crise de energia causada pela guerra envolvendo o Irã não terá vida curta, segundo afirmou uma porta-voz da Comissão Europeia nesta quarta-feira (8).

A porta-voz da Comissão Europeia Anna-Kaisa Itkonen disse à agência Reuters que cerca de 8,5% do GNL (gás natural liquefeito) do bloco, 7% de seu petróleo e 40% de seu combustível de aviação e diesel viajam pelo Estreito de Ormuz, ao qual o Irã bloqueou o acesso durante a guerra.

"O que já podemos prever é que essa crise não será de curta duração", disse a porta-voz da UE. "É um ponto de estrangulamento muito importante, obviamente."

Na terça (7), Estados Unidos e Irã chegaram a um acordo de cessar-fogo por duas semanas. Em troca, o Irã se comprometeu a reabrir o Estreito de Ormuz, que voltou a registrar circulação de dezenas de embarcações nesta quarta, segundo o site Vessel Finder.

A trégua fez com o que o preço do petróleo despencasse, caindo para abaixo de US$ 100 por barril nesta quarta. Por volta das 9h15, os preços futuros do Brent caíam 16,43%, para US$ 94,26 o barril, enquanto o WTI recuava 20%, para US$ 92,30 o barril.

Apesar do cessar-fogo temporário, o fim da guerra ainda depende de um acordo definitivo entre Irã e Estados Unidos, gerando incerteza sobre possíveis consequências do conflito.

Há 2 horas Mundo EUA e Irã vão se reunir na sexta no Paquistão; veja o que se sabeHá 2 horasEntenda se os EUA podem ser punidos pelas ameaças de TrumpHá 2 horas’TACO’: expressão ‘Trump sempre amarela’ volta a viralizarHá 2 horasTrump diz que negocia 15 pontos com Irã e que muitos ‘já foram acordados’

Há 16 minutos Mundo 🎧 O ASSUNTO: o que está por trás do recuo de TrumpHá 16 minutosSIGA: Israel diz que Líbano está fora da trégua e faz ataquesHá 16 minutosVaivém do câmbioDólar fraco ou real forte? Entenda por que a moeda está caindo

Há 1 hora G1 Explica Moeda inicia o dia em queda de 1% com o cessar-fogoHá 1 horaJanela PartidáriaPodemos e PL ganham parlamentares; PDT e União perdem parte da bancada

Há 4 horas Política PL e Missão ganham mais filiados em ano eleitoral; MDB e PT recuamHá 4 horasPartidos têm até hoje para indicar nomes para vaga de ministro no TCU; entenda processoHá 4 horasIncêndio no Parque OlímpicoFogo destrói telhado do Velódromo no Rio; estrutura não foi danificada

Há 5 horas Bom Dia Rio ‘Museu está praticamente preservado’, diz prefeito do RioHá 5 horasComplexo da MaréPolícia faz uma das maiores apreensões de drogas em uma única operação no RJ

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

O que sucesso de assistente de IA na China diz sobre ambições do país

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/04/2026 10:51

Tecnologia O que sucesso de assistente de IA na China diz sobre ambições do país Na China, assistente de IA gerou onda de 'criação de lagostas', que é o nome usado para treinamento da ferramenta pelos usuários, de acordo com as suas necessidades. Por BBC

O assistente de IA OpenClaw despertou um frenesi na China em março, com seus usuários "criando lagostas" (treinando a ferramenta de acordo com as suas necessidades) — Foto: REUTERS/Florence Lo

Ele esteve tão imerso no uso do assistente de inteligência artificial (IA) OpenClaw (conhecido na China pelo nome de "lagosta") que não sabia se estava falando com IA ou com jornalistas.

Depois de respondermos que não era o caso, o jovem engenheiro de TI explicou como havia "mergulhado" na IA e, especialmente, no OpenClaw.

Incentivada pela liderança chinesa, a segunda maior economia do mundo abraçou a inteligência artificial, despertando curiosidade e preocupação.

Construído com dados e tecnologia em domínio público, o código é disponível para quem quiser personalizá-lo para trabalhar com modelos chineses de IA. Esta é uma enorme vantagem, pois os modelos ocidentais não são acessíveis na China, como o ChatGPT e o Claude.

Por isso, o OpenClaw despertou um frenesi no país, com cada vez mais pessoas experimentando o código.

Wang foi uma dessas pessoas. Ele não compartilhou seu nome completo porque mantém, como negócio paralelo, uma loja online que vende gadgets digitais no TikTok, o que é proibido na China.

Ele diz que ficou impressionador quando percebeu, pela primeira vez, o que sua "lagosta" (construída com o código do OpenClaw e alterada para seu uso) podfia fazer.

Carregar produtos na loja do TikTok é trabalhoso. Ele precisa adicionar imagens, escrever títulos e descrições, definir preços e descontos, se inscrever em campanhas e enviar mensagens para influenciadores. Normalmente, ele consegue administrar cerca de 12 listagens por dia.

Mas a sua "lagosta", ainda em fase de testes, pode fazer até 200 listagens em apenas dois minutos, segundo ele.

"É assustador, mas também é fascinante", ele conta. "Minha lagosta é melhor nisso do que eu."

"Ela escreve melhor e pode comparar meus preços instantaneamente com cada concorrente, algo que eu nunca teria tempo de fazer."

O OpenClaw já havia explodido na comunidade global de tecnologia. O CEO (diretor-executivo) da Nvidia, Jensen Huang, chamou a ferramenta de "o próximo ChatGPT". Seu desenvolvedor, Peter Steinberger, entrou recentemente para a OpenAI.

Mas o entusiasmo que transformou o OpenClaw em tendência foi "exclusivamente chinês", segundo Wendy Chang, do centro de estudos MERICS.

Wang chamou a OpenClaw de "a resposta da era da IA para as pessoas comuns". E as gigantes chinesas da tecnologia aparentemente concordam, já que estão publicando aplicativos construídos com base no OpenClaw.

Do centro de tecnologia de Shenzhen, no sul do país, até a capital, Pequim, centenas de pessoas fizeram fila no lado de fora da sede das empresas Tencent e Baidu, em busca de versões personalizadas gratuitas.

Entre os interessados estavam desde estudantes do ensino médio até aposentados. Muitos deles estavam curiosos para saber mais sobre as "lagostas".

Alguns usuários online contam que as usaram para investir em ações. As "lagostas" analisaram qual o melhor momento para comprar e vender e até fecharam os negócios, mesmo correndo o risco de terem prejuízo.

O famoso escritor e comediante chinês Li Dan contou aos seus milhões de seguidores no Douyin (a versão chinesa do TikTok) que ficou tão imerso no OpenClaw que chegava a sonhar que falava com sua lagosta.

O CEO da Cheetah Mobile, Fu Sheng, compartilhou incansavelmente nas redes sociais como ele "criou sua lagosta" — a expressão adotada para descrever o treinamento do assistente para atender necessidades específicas.

Quando o aplicativo chinês DeepSeek explodiu no mundo da IA, no início do ano passado, parecia que muitas pessoas haviam sido pegas de surpresa. Ele também é uma plataforma de código aberto, desenvolvida por engenheiros do país, formados em universidades chinesas de elite.

O DeepSeek surgiu após anos de investimentos para desenvolver tecnologia básica, incluindo a IA, que só aumentaram após o sucesso do aplicativo.

O que a ferramenta demonstrou foi o apetite inovador dos chineses para buscar oportunidades de pesquisa e inovação, apesar das restrições à importação de tecnologia avançada. E também comprovou como as pessoas estão ansiosas para adotar plataformas de código aberto.

Sua popularidade não passou despercebida pelo governo chinês. Diversas cidades e regiões forneceram incentivos para que os empresários usassem o OpenClaw nas suas companhias.

A cidade de Wuxi, no leste do país, ofereceu até cinco milhões de yuans (US$ 726 mil, cerca de R$ 3,7 milhões) para usos do aplicativo, como em robôs, na produção industrial.

"Todos na China sabem que o governo define o passo e diz a você onde estão as oportunidades", explica Rui Ma, fundador da newsletter Tech Buzz China.

"É prático para a maioria das pessoas. Provavelmente, é um plano melhor, simplesmente seguir as diretrizes do governo, em vez de tentar realmente descobrir sozinho."

Nos últimos anos, as companhias de tecnologia, grandes e pequenas, partiram para a corrida pela IA, apoiadas por subsídios para aluguel de escritórios, subvenções e empréstimos.

Da fabricação ao transporte, da assistência médica aos eletrônicos domésticos, as empresas chinesas buscam integrar a IA aos seus produtos e operações.

"Este é o espírito da AI Plus", afirma Chang, em referência à estratégia nacional chinesa de integração da IA pelas indústrias. "Pegue a IA e aplique em toda parte."

Mas a concorrência é acirrada. A imprensa chinesa apelidou de "Guerra dos 100 Modelos" o processo que levou ao surgimento de mais de 100 modelos de IA desde 2023, com apenas 10 ainda em contenção.

As plataformas chinesas de IA ainda estão atrás das suas concorrentes ocidentais, segundo os especialistas. Mas a distância está diminuindo.

Por isso, para as autoridades chinesas, promover a OpenClaw é uma medida estratégica, segundo a ex-pesquisadora da OpenAI, Jenny Xiao.

Grande parte do entusiasmo inicial diminuiu, quando os usuários começaram a calcular os custos envolvidos (já que a interação com o assistente ocasiona gastos) e devido às preocupações de segurança.

No mês passado, autoridades de cibersegurança de Pequim alertaram sobre os sérios riscos relacionados à instalação e ao uso inadequado do OpenClaw. Desde então, cada vez mais agências governamentais começaram a proibir os funcionários de instalar a ferramenta.

Com isso, a tendência logo deixou de ser a oferta de instalação, mas sim a sua remoção. E este tipo de contradição não é incomum no sistema vertical chinês, segundo Ma.

Muitas vezes, os governos concorrem pela aprovação de Pequim, adotando ferramentas alinhadas aos desejos da liderança do Partido Comunista, mas acabam retrocedendo quando surgem as dificuldades.

"É desordem com controle", define Ma. Ele destaca que a intervenção de Pequim não sinaliza desnecessariamente seu desestímulo.

Para começar, as startups de IA podem ajudar a combater um problema importante no país, que é a taxa de desemprego entre os jovens, de mais de 16%.

Muitos incentivos governamentais relacionados ao OpenClaw (alguns deles com subsídios de até 10 milhões de yuans, cerca de US$ 1,5 milhão ou R$ 7,5 milhões) mencionam "empresas individuais" — ou seja, start-ups, administradas por uma pessoa, com a ajuda da IA.

"Quem tem mais probabilidade de criar uma empresa individual? Provavelmente, os jovens que enfrentam um mercado de trabalho difícil", explica Xiao.

O medo de ficar para trás também é forte na China, considerando a intensa concorrência pelos empregos.

"Alguns afirmam que, em 2026, se você não 'criar lagostas', já perdeu na linha de partida", diz um comentário publicado no jornal estatal People's Daily.

"É realmente apavorante", afirma o programador de TI Jason. Sua equipe só contrata pessoas com experiência no uso de ferramentas de IA. "A maioria das pessoas está saindo e muito poucos contratados estão chegando."

Wang concorda que esta é uma época assustadora. "Qualquer pessoa pode ser substituída", mas ele não parece extremamente preocupado.

'Provavelmente não vou precisar trabalhar e este pode se tornar meu emprego em tempo integral", ele conta, em referência aos seus negócios no TikTok.

E se as "lagostas" puderem administrar suas próprias lojas e o expulsarem? "Vou usar a IA para encontrar outro negócio."

Por que CEOs de tecnologia de repente estão culpando a IA por demissões em massa?6 conselhos de especialistas sobre como falar com a IA para obter as melhores respostasLevei 20 minutos para enganar ChatGPT e Gemini – e os fiz contar mentiras sobre mim'Empresas de IA não têm plano de negócios nem substância real para sustentar seu valor'Moltbook, a nova rede social criada apenas para IA (e não para humanos) — e as dúvidas e preocupações que ela tem geradoPor que cada vez mais analistas falam em 'bolha' da inteligência artificial prestes a estourar

Há 2 horas Mundo EUA e Irã vão se reunir na sexta no Paquistão; veja o que se sabeHá 2 horasEntenda se os EUA podem ser punidos pelas ameaças de TrumpHá 2 horas’TACO’: expressão ‘Trump sempre amarela’ volta a viralizarHá 2 horasTrump diz que negocia 15 pontos com Irã e que muitos ‘já foram acordados’

Há 16 minutos Mundo 🎧 O ASSUNTO: o que está por trás do recuo de TrumpHá 16 minutosSIGA: Israel diz que Líbano está fora da trégua e faz ataquesHá 16 minutosVaivém do câmbioDólar fraco ou real forte? Entenda por que a moeda está caindo

Há 1 hora G1 Explica Moeda inicia o dia em queda de 1% com o cessar-fogoHá 1 horaJanela PartidáriaPodemos e PL ganham parlamentares; PDT e União perdem parte da bancada

Há 4 horas Política PL e Missão ganham mais filiados em ano eleitoral; MDB e PT recuamHá 4 horasPartidos têm até hoje para indicar nomes para vaga de ministro no TCU; entenda processoHá 4 horasIncêndio no Parque OlímpicoFogo destrói telhado do Velódromo no Rio; estrutura não foi danificada

Há 5 horas Bom Dia Rio ‘Museu está praticamente preservado’, diz prefeito do RioHá 5 horasComplexo da MaréPolícia faz uma das maiores apreensões de drogas em uma única operação no RJ

0

PREVIOUS POSTSPage 2 of 4NEXT POSTS