RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Trump anuncia taxação de 50% a países que fornecerem armas ao Irã

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/04/2026 09:50

Mundo Trump anuncia taxação de 50% a países que fornecerem armas ao Irã O anúncio foi feito em uma publicação nas redes sociais, um dia após o acordo de cessar-fogo de duas semanas com Teerã. Por Redação g1

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta quarta-feira (9) que vai aplicar tarifas extras de 50% sobre produtos de qualquer país que comercialize armas militares com o Irã.

✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsAppAO VIVO: Acompanhe as últimas notícias da guerra

Um dia após anunciar o acordo de cessar-fogo com Teerã, Trump afirmou em um post na rede Truth Social:

"O país que fornecer armas militares ao Irã será imediatamente taxado em 50% sobre todos os produtos vendidos aos Estados Unidos da América, com efeito imediato. Não haverá exclusões ou isenções!".

➡️ O cessar-fogo ao que ambas as partes chegaram nesta terça-feira (7) prevê uma pausa nos ataques ao território iraniano durante duas semanas. Em troca, o Irã se comprometeu a reabrir o Estreito de Ormuz, que já registra movimentação intensa nesta quarta.

Em declarações na rede social, o presidente norte-americano também afirmou que "muitos pontos já foram acordados" com o Irã, negou que Teerã enriquecerá urânio e que os EUA e o Irã trabalharão juntos para retirar o estoque iraniano de urânio enriquecido.

"Não haverá enriquecimento de urânio, e os Estados Unidos, em cooperação com o Irã, vão escavar e remover todo o “material nuclear” profundamente enterrado (bombardeiros B-2). Esse material está sob vigilância por satélite extremamente rigorosa (Força Espacial!). Nada foi tocado desde a data do ataque. Estamos, e estaremos, discutindo tarifas e alívio de sanções com o Irã. Muitos dos 15 pontos já foram acordados", afirmou na rede social Truth Social.

A continuidade do programa de enriquecimento de urânio iraniano, que Teerã garante ser apenas para fins pacíficos, é uma das exigências do plano apresentado pelo regime do Irã para que a trégua seja definitiva.

Há 1 hora Mundo EUA e Irã vão se reunir na sexta no Paquistão; veja o que se sabeHá 1 horaEntenda se os EUA podem ser punidos pelas ameaças de TrumpHá 1 hora’TACO’: expressão ‘Trump sempre amarela’ volta a viralizarHá 1 horaTrump anuncia taxação de 50% a países que fornecerem armas ao Irã

Há 24 minutos Mundo 🎧 O ASSUNTO: o que está por trás do recuo de TrumpHá 24 minutosVaivém do câmbioDólar fraco ou real forte? Entenda por que a moeda está caindo

Há 27 minutos G1 Explica Moeda inicia o dia em queda de 1% com o cessar-fogoHá 27 minutosJanela PartidáriaPodemos e PL ganham parlamentares; PDT e União perdem parte da bancada

Há 3 horas Política PL e Missão ganham mais filiados em ano eleitoral; MDB e PT recuamHá 3 horasPartidos têm até hoje para indicar nomes para vaga de ministro no TCU; entenda processoHá 3 horasApós mais de 50 anosO que aconteceu com as bandeiras dos EUA deixadas na Lua?

Há 38 minutos Ciência Por que há mais gelo em partes da Lua? Estudo sugere origem da águaHá 38 minutosVídeos curtos do g1

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Dólar inicia o dia em queda de 1% com cessar-fogo entre EUA e Irã no radar

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/04/2026 09:50

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1550,17%Dólar TurismoR$ 5,3610,3%Euro ComercialR$ 5,9770,62%Euro TurismoR$ 6,2240,64%B3Ibovespa188.259 pts0,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,1550,17%Dólar TurismoR$ 5,3610,3%Euro ComercialR$ 5,9770,62%Euro TurismoR$ 6,2240,64%B3Ibovespa188.259 pts0,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,1550,17%Dólar TurismoR$ 5,3610,3%Euro ComercialR$ 5,9770,62%Euro TurismoR$ 6,2240,64%B3Ibovespa188.259 pts0,05%Oferecido por

O dólar iniciou a sessão desta quarta-feira (8) em queda, recuando 1,39% um pouco depois da abertura, aos R$ 5,0831. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

Os mercados ao redor do mundo acompanham os desdobramentos do conflito no Oriente Médio. Um acordo temporário entre Estados Unidos e Irã ajudou a reduzir parte das tensões e passou a influenciar o comportamento dos preços no mercado internacional.

▶️ No exterior, investidores repercutem a decisão de EUA e Irã estabelecerem um cessar-fogo de duas semanas, que inclui a reabertura do Estreito de Ormuz. A suspensão temporária dos ataques teve reflexo imediato no mercado de petróleo, que registrou queda na noite de terça-feira.

Pouco antes das 9h (horário de Brasília), o barril do Brent, referência global, recuava 15,31%, para US$ 92,54. Já o WTI, usado como referência nos EUA, caía 17,26%, para US$ 93,43.

▶️ O acordo foi anunciado pelo primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, que atua como mediador do conflito. As negociações entre os países estão previstas para ocorrer em Islamabad, capital paquistanesa.

▶️ Além da questão geopolítica, investidores também aguardam a ata da última reunião do Federal Reserve (Fed), o banco central dos EUA. O documento detalha as discussões que levaram à decisão de manter os juros no país.

▶️ No Brasil, a agenda desta quarta-feira inclui a participação do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, na CPI do Crime Organizado, prevista para começar às 9h.

O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou nesta terça-feira (7) uma trégua temporária nas tensões com o Irã. Segundo ele, o governo americano decidiu adiar por duas semanas um ultimato que previa novos ataques, abrindo espaço para negociações entre os dois países.

Trump havia estabelecido prazo até 21h de ontem (horário de Brasília) para que o Irã aceitasse um acordo e garantisse a reabertura completa da passagem marítima.

Em publicação na rede Truth Social, o presidente americano afirmou que resolveu suspender temporariamente as ações militares após um pedido de autoridades do Paquistão, que atuam como mediadoras nas conversas entre os dois países.

O primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, anunciou que as negociações ocorrerão em Islamabad, capital do país. O objetivo é buscar um entendimento mais amplo entre as partes.

De acordo com autoridades da Casa Branca, o acordo de trégua também envolve Israel. Veículos da imprensa israelense afirmaram ainda que o cessar-fogo inclui o Líbano.

Trump declarou que os objetivos militares dos EUA no Irã já foram alcançados e que as negociações para um acordo definitivo de paz estariam avançadas.

Segundo ele, Washington recebeu de Teerã uma proposta com 10 pontos, considerada uma base possível para negociação. O presidente afirmou ainda que a maior parte das divergências entre os dois países já teria sido resolvida.

Do lado iraniano, o ministro das Relações Exteriores, Abbas Araghchi, confirmou que um acordo foi fechado. Ele afirmou que o Irã vai suspender ações defensivas, desde que os ataques contra o país também sejam interrompidos.

Araghchi acrescentou que, durante o período de trégua, a navegação pelo Estreito de Ormuz será considerada segura, embora com algumas condições.

Nos EUA, os principais índices de Wall Street já indicavam um dia positivo antes mesmo da abertura do pregão.

No pré-mercado, os contratos futuros do S&P 500 subiam 2,7%, enquanto os do Dow Jones avançavam 2,6%. Já os futuros do Nasdaq registravam alta de 3,4%.

Na Europa, os mercados também apresentavam ganhos expressivos. Por volta das 9h30 (horário de Brasília), o índice pan-europeu STOXX 600 avançava 4,05%, aos 614,52 pontos.

Entre as principais bolsas da região, o CAC 40, da França, subia 4,5% por volta do meio-dia. O DAX, da Alemanha, avançava quase 5%, enquanto o FTSE 100, do Reino Unido, registrava alta de 2,9%.

Na Ásia, os mercados também fecharam em alta. O Hang Seng, de Hong Kong, subiu 3,1%, para 25.893,02 pontos, enquanto o Shanghai Composite, da China, avançou 2,7%, para 3.995,00 pontos.

O Nikkei 225, do Japão, terminou o pregão com alta de 5,4%, aos 56.308,42 pontos. Já o Kospi, da Coreia do Sul, registrou ganho de 6,9%, aos 5.872,34 pontos.

Há 1 hora Mundo EUA e Irã vão se reunir na sexta no Paquistão; veja o que se sabeHá 1 horaEntenda se os EUA podem ser punidos pelas ameaças de TrumpHá 1 hora’TACO’: expressão ‘Trump sempre amarela’ volta a viralizarHá 1 horaTrump anuncia taxação de 50% a países que fornecerem armas ao Irã

Há 24 minutos Mundo 🎧 O ASSUNTO: o que está por trás do recuo de TrumpHá 24 minutosVaivém do câmbioDólar fraco ou real forte? Entenda por que a moeda está caindo

Há 27 minutos G1 Explica Moeda inicia o dia em queda de 1% com o cessar-fogoHá 27 minutosJanela PartidáriaPodemos e PL ganham parlamentares; PDT e União perdem parte da bancada

Há 3 horas Política PL e Missão ganham mais filiados em ano eleitoral; MDB e PT recuamHá 3 horasPartidos têm até hoje para indicar nomes para vaga de ministro no TCU; entenda processoHá 3 horasApós mais de 50 anosO que aconteceu com as bandeiras dos EUA deixadas na Lua?

Há 39 minutos Ciência Por que há mais gelo em partes da Lua? Estudo sugere origem da águaHá 39 minutosVídeos curtos do g1

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Por que Amado Batista e a BYD entraram na ‘lista suja’ do trabalho escravo — e o que acontece agora

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/04/2026 08:54

Trabalho e Carreira Por que Amado Batista e a BYD entraram na 'lista suja' do trabalho escravo — e o que acontece agora Cadastro do governo inclui casos após decisão definitiva; entenda as irregularidades apontadas, como funciona a fiscalização e quais as consequências para os empregadores. Por Redação g1 — São Paulo

A nova atualização da chamada "lista suja" do trabalho escravo chamou atenção por quem passou a constar no cadastro: uma das maiores montadoras de carros elétricos do mundo, a BYD, e um dos cantores mais populares, Amado Batista.

A inclusão no cadastro não é automática nem resulta apenas de uma fiscalização ou denúncia. Os nomes só passam a constar na lista após o encerramento de todas as etapas administrativas, com julgamento definitivo e sem possibilidade de recurso.

Em regra, cada nome permanece no cadastro por dois anos. Após esse período, o empregador é retirado da lista, desde que não haja reincidência. Na atualização desta segunda (6), por exemplo, 225 nomes foram excluídos por terem cumprido esse prazo.

Nesta rodada, o governo incluiu 169 novos empregadores, o que elevou o total do cadastro para cerca de 613 nomes. Ao todo, os novos casos resultaram no resgate de 2.247 trabalhadores.

A nova atualização da chamada "lista suja" do trabalho escravo, divulgada pelo governo federal nesta segunda‑feira (6), chamou atenção não apenas pela quantidade de novos nomes incluídos, mas também por quem passou a constar no cadastro: uma das maiores montadoras de carros elétricos do mundo, a BYD, e um dos cantores mais populares da música sertaneja, Amado Batista.

📌 A "lista suja" é um cadastro mantido pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) desde 2004. O documento é divulgado duas vezes por ano, sempre em abril e outubro, com o objetivo de dar transparência às ações de fiscalização contra o trabalho análogo à escravidão no Brasil.

A inclusão no cadastro não é automática nem resulta apenas de uma fiscalização ou denúncia. Os nomes só passam a constar na lista após o encerramento de todas as etapas administrativas, com julgamento definitivo e sem possibilidade de recurso.

Em regra, cada nome permanece no cadastro por dois anos. Após esse período, o empregador é retirado da lista, desde que não haja reincidência. Na atualização divulgada nesta segunda‑feira, por exemplo, 225 nomes foram excluídos por terem cumprido esse prazo.

Nesta rodada, o governo incluiu 169 novos empregadores, o que elevou o total do cadastro para cerca de 613 nomes. Ao todo, os novos casos resultaram no resgate de 2.247 trabalhadores.

Os episódios incluídos ocorreram entre 2020 e 2025, em 22 estados brasileiros, com maior concentração em Minas Gerais, São Paulo, Bahia, Paraíba e Pernambuco. As atividades econômicas mais recorrentes foram serviços domésticos, criação de gado, construção civil e atividades agrícolas.

Entre as novas autuações, duas ocorreram em propriedades do cantor Amado Batista, no município de Goianápolis (GO).

Os autos envolvem o Sítio Recanto da Mata, voltado ao cultivo de milho, com quatro trabalhadores, e o Sítio Esperança, dedicado à pecuária leiteira, com dez trabalhadores.

No caso do cultivo de milho, os auditores encontraram trabalhadores sem registro, que relataram jornadas entre 12 e 16 horas diárias, de segunda a domingo, além da falta de pagamento dos salários desde outubro.

Ainda segundo as autuações, os trabalhadores pernoitavam em um galpão sem camas, dormindo sobre colchões no chão, sem roupas de cama, armários individuais ou espaço adequado para as refeições.

Já na propriedade voltada à produção de leite, não houve resgate imediato porque, inicialmente, a equipe não identificou trabalho forçado ou condições degradantes.

No entanto, a análise posterior de documentos revelou jornadas que chegavam a 18 horas diárias, o que configurou condição análoga à escravidão por jornada exaustiva, mesmo sem o resgate físico dos trabalhadores, segundo o MTE.

Em nota, a assessoria do cantor afirmou que são falsas as informações sobre o resgate de 14 trabalhadores. Disse ainda que houve apenas uma fiscalização em uma área arrendada para o plantio de milho e que as irregularidades envolveram uma empresa terceirizada.

O comunicado menciona a assinatura de um Termo de Ajuste de Conduta, o cumprimento das obrigações trabalhistas e a realização de melhorias estruturais nas propriedades.

Apesar disso, com a conclusão do processo administrativo, o nome de Amado Batista foi incluído na “lista suja”.

A BYD passou a integrar a "lista suja" após um caso registrado em dezembro de 2024, durante a construção da fábrica da montadora em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador.

Ao todo, 220 trabalhadores chineses foram encontrados em situação considerada análoga à escravidão. Segundo as autoridades, eles viviam amontoados em alojamentos sem condições mínimas de conforto e higiene e eram vigiados por seguranças armados, que impediam a saída do local.

Os relatos indicam a retenção de passaportes e contratos que previam jornadas exaustivas, sem descanso semanal.

O Ministério Público do Trabalho da Bahia também apontou que os funcionários ingressaram no Brasil de forma irregular, com vistos para serviços especializados que não correspondiam às atividades efetivamente desempenhadas na obra.

À época, a BYD afirmou que as irregularidades foram cometidas por uma construtora terceirizada, a Jinjiang Construction Brazil Ltda., e anunciou o encerramento do contrato.

A empresa declarou não tolerar violações à legislação brasileira nem à dignidade humana e determinou a transferência de parte dos trabalhadores para hotéis da região.

No fim de 2025, o o Ministério Público do Trabalho firmou um acordo no valor de R$ 40 milhões com a montadora e duas empreiteiras, após ajuizar uma ação civil pública por trabalho análogo à escravidão e tráfico de pessoas. Mesmo assim, com a conclusão do processo administrativo, a BYD acabou incluída no cadastro.

Procurada após a atualização da lista, a empresa não se manifestou até a última atualização da reportagem.

As fiscalizações são conduzidas por auditores-fiscais do trabalho e podem envolver ações conjuntas com outros órgãos, como Ministério Público do Trabalho, Defensoria Pública da União, Polícia Federal e polícias estaduais.

Quando uma fiscalização identifica trabalhadores em condição análoga à escravidão — o que inclui jornadas exaustivas, condições degradantes, trabalho forçado ou restrição de liberdade, ainda que sem cárcere físico —, é lavrado um auto de infração.

Cada auto resulta na abertura de um processo administrativo. O empregador tem direito à defesa em duas instâncias. Somente após a conclusão desse processo, com decisão definitiva, o nome é incluído na “lista suja”.

Desde julho de 2024, uma portaria passou a permitir que alguns empregadores evitem a entrada no cadastro ou deixem a lista antes dos dois anos, desde que firmem um Termo de Ajuste de Conduta, com indenização mínima de 20 salários mínimos por trabalhador e investimento em programas de apoio às vítimas.

Quem opta por esse caminho passa a integrar outro cadastro, o de Empregadores em Ajustamento de Conduta, mas pode retornar à “lista suja” em caso de descumprimento do acordo ou reincidência.

Denúncias de trabalho escravo podem ser feitas de forma remota pelo Sistema Ipê, lançado em maio de 2020 pela Secretaria de Inspeção do Trabalho em parceria com a Organização Internacional do Trabalho.

O sistema é o canal específico para denúncias de trabalho análogo à escravidão. O denunciante não precisa se identificar: basta acessar a plataforma e inserir o maior número possível de informações.

A proposta é que, a partir dessas informações, a fiscalização avalie se o caso de fato configura trabalho análogo à escravidão e, se necessário, realize as verificações no local.

Há 18 minutos Mundo EUA e Irã vão se reunir na sexta no Paquistão; veja o que se sabeHá 18 minutosEntenda se os EUA podem ser punidos pelas ameaças de TrumpHá 18 minutos’TACO’: expressão ‘Trump sempre amarela’ volta a viralizarHá 18 minutos🎧 PodcastO ASSUNTO: o que está por trás do recuo de Trump

Há 5 horas O Assunto Ações europeias operam em alta e com otimismoHá 5 horasBolsas asiáticas sobem em resposta ao cessar-fogoHá 5 horasVaivém do câmbioDólar fraco ou real forte? Entenda por que a moeda americana está caindo

Há 7 horas G1 Explica Governo oficializa medidas para tentar frear preços de combustíveisHá 7 horas’É guerra, não ganância’: o que ameaça pacote de Lula para o dieselHá 7 horasCPI do Crime OrganizadoMaster pagou R$ 80 milhões a escritório de esposa de Moraes, aponta Receita

Há 6 horas Política Janela PartidáriaPodemos e PL ganham parlamentares; PDT e União perdem parte da bancada

Há 2 horas Política PL e Missão ganham mais filiados em ano eleitoral; MDB e PT recuamHá 2 horasPartidos têm até hoje para indicar nomes para vaga de ministro no TCU; entenda processoHá 2 horasBilhões de anosPor que há mais gelo em partes da Lua? Estudo sugere origem da água

Há 2 horas Ciência O que aconteceu com as bandeiras dos EUA deixadas na Lua?Há 2 horasVídeos curtos do g1

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Governo proíbe venda da marca de azeite Afonso

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/04/2026 08:54

Agro Governo proíbe venda da marca de azeite Afonso Produto tem origem desconhecida, foi reprovado em teste de qualidade e empresa importadora está irregular na Receita Federal. Por Redação g1, g1 — São Paulo

A medida foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) e determinada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

A decisão determina a proibição da comercialização, distribuição, fabricação, importação, propaganda e uso do produto “aceite de oliva virgem extra – Afonso”.

Segundo o comunicado, o produto tem origem desconhecida e traz no rótulo como importadora a empresa Comercio de Generos Alimenticios Cotinga Ltda., que está com o CNPJ irregular na Receita Federal desde agosto de 2024.

O governo federal proibiu nesta quarta-feira (8) a venda de azeites da marca Afonso após identificar que os produtos têm origem desconhecida e irregularidades na empresa responsável pela importação da marca.

A medida foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) e determinada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

➡️A decisão determina a proibição da comercialização, distribuição, fabricação, importação, propaganda e uso do produto “aceite de oliva virgem extra – Afonso”.

Segundo o comunicado, o produto tem origem desconhecida e traz no rótulo como importadora a empresa Comercio de Generos Alimenticios Cotinga Ltda., que está com o CNPJ irregular na Receita Federal desde agosto de 2024.

Além disso, uma tentativa de inspeção no endereço da empresa, realizada pela Vigilância Sanitária de Curitiba, constatou que o estabelecimento não está mais em funcionamento no local.

Outro ponto apontado foi a reprovação em teste de qualidade. O azeite apresentou resultado insatisfatório na análise do índice de refração, um dos parâmetros utilizados para verificar a autenticidade e a pureza do produto.

Diante das irregularidades, as autoridades determinaram a apreensão do produto e a retirada do mercado.

Há 18 minutos Mundo EUA e Irã vão se reunir na sexta no Paquistão; veja o que se sabeHá 18 minutosEntenda se os EUA podem ser punidos pelas ameaças de TrumpHá 18 minutos’TACO’: expressão ‘Trump sempre amarela’ volta a viralizarHá 18 minutos🎧 PodcastO ASSUNTO: o que está por trás do recuo de Trump

Há 5 horas O Assunto Ações europeias operam em alta e com otimismoHá 5 horasBolsas asiáticas sobem em resposta ao cessar-fogoHá 5 horasVaivém do câmbioDólar fraco ou real forte? Entenda por que a moeda americana está caindo

Há 7 horas G1 Explica Governo oficializa medidas para tentar frear preços de combustíveisHá 7 horas’É guerra, não ganância’: o que ameaça pacote de Lula para o dieselHá 7 horasCPI do Crime OrganizadoMaster pagou R$ 80 milhões a escritório de esposa de Moraes, aponta Receita

Há 6 horas Política Janela PartidáriaPodemos e PL ganham parlamentares; PDT e União perdem parte da bancada

Há 2 horas Política PL e Missão ganham mais filiados em ano eleitoral; MDB e PT recuamHá 2 horasPartidos têm até hoje para indicar nomes para vaga de ministro no TCU; entenda processoHá 2 horasBilhões de anosPor que há mais gelo em partes da Lua? Estudo sugere origem da água

Há 2 horas Ciência O que aconteceu com as bandeiras dos EUA deixadas na Lua?Há 2 horasVídeos curtos do g1

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

China reage à inclusão da montadora de carros elétricos BYD em ‘lista suja’ do trabalho escravo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/04/2026 07:49

Trabalho e Carreira China reage à inclusão da montadora de carros elétricos BYD em 'lista suja' do trabalho escravo Documento público expõe 169 empregadores. Inclusão se dá após processo administrativo concluído, sem recurso; nomes ficam por 2 anos e saída depende de regularização e ausência de novos casos. Por Rayane Moura — São Paulo

O governo da China reagiu à inclusão da montadora de carros elétricos chinesa BYD na "lista suja" do trabalho nesta terça-feira (7).

A lista reúne nomes de empregadores flagrados submetendo trabalhadores a condições análogas à escravidão.

O Ministério das Relações Exteriores da China declarou que o país vê com grande importância a proteção dos direitos e interesses dos trabalhadores.

Na nova lista, foram adicionados 169 novos empregadores ao cadastro, o que representa um aumento de 6,28% em relação à última atualização.

Entre os novos nomes incluídos estão o cantor Amado Batista e a montadora chinesa de carros elétricos BYD.

O governo da China reagiu à inclusão da montadora de carros elétricos chinesa BYD na "lista suja" do trabalho nesta terça-feira (7). A lista reúne nomes de empregadores flagrados submetendo trabalhadores a condições análogas à escravidão.

O Ministério das Relações Exteriores da China declarou que o país vê com grande importância a proteção dos direitos e interesses dos trabalhadores. "A china sempre exigiu que empresas chinesas operem de acordo com as leis e regulamentos", responderam.

Na nova lista, foram adicionados 169 novos empregadores ao cadastro, o que representa um aumento de 6,28% em relação à última atualização. Desse total, 102 são pessoas físicas (patrões) e 67 são empresas (pessoas jurídicas).

Entre os novos nomes incluídos estão o cantor Amado Batista e a montadora chinesa de carros elétricos BYD. Com a atualização, o total de empregadores listados passa a cerca de 613.

📃 A “lista suja” é um documento público divulgado semestralmente pelo Ministério do Trabalho, em abril e outubro, que dá visibilidade às ações de combate ao trabalho escravo. Empregadores entram após processo administrativo concluído, sem recurso; permanecem por 2 anos e só saem se não tiverem novos casos e estiverem com a situação regularizada.

Nessa nova atualização, as atividades econômicas com o maior número de empregadores incluídos na lista foram:

Serviços domésticos (23); Criação de bovinos para corte (18);Cultivo de café (12);Construção de edifícios (10);Serviço de preparação de terreno, cultivo e colheita (6).

No total, os novos casos incluídos no cadastro resultaram no resgate de 2.247 trabalhadores em situações de exploração e de trabalho análogo à escravidão.

A atualização também excluiu 225 empregadores que completaram os dois anos de permanência no cadastro.

Os casos incluídos nesta atualização ocorreram entre 2020 e 2025, em 22 unidades da Federação. Os estados com maior número de empregadores foram:

Minas Gerais (35);São Paulo (20);Bahia (17);Paraíba (17);Pernambuco (13);Goiás (10);Mato Grosso do Sul (10);Rio Grande do Sul (9);Mato Grosso (7);Paraná (6);Pará (5);Santa Catarina (4);Maranhão (4);Acre (2);Distrito Federal (2);Espírito Santo (2);Rio de Janeiro (2);Amazonas (1);Ceará (1);Rondônia (1);Sergipe (1).

Ao todo, 220 trabalhadores haviam sido contratados para atuar na construção da fábrica da empresa em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador (BA).

Os trabalhadores chineses foram encontrados amontoados em alojamentos sem condições adequadas de conforto e higiene e eram vigiados por seguranças armados, que impediam a saída do local.

Segundo as autoridades, os passaportes eram retidos e os contratos incluíam cláusulas ilegais, como jornadas exaustivas e ausência de descanso semanal.

Um dos trabalhadores ouvidos pelo Ministério Público do Trabalho da Bahia (MPT-BA) associou um acidente com uma serra ao cansaço causado pela falta de folgas.

O MPT-BA também apontou que todos os trabalhadores entraram no país de forma irregular, com vistos para serviços especializados que não correspondiam às atividades desempenhadas na obra.

Na ocasião, a BYD informou que a construtora terceirizada Jinjiang Construction Brazil Ltda cometeu irregularidades e que, por isso, decidiu encerrar o contrato com a empresa.

A montadora afirmou ainda que não tolera desrespeito à legislação brasileira nem à dignidade humana e determinou a transferência de parte dos trabalhadores para hotéis da região.

No fim de 2025, o Ministério Público do Trabalho da Bahia (MPT-BA) firmou um acordo de R$ 40 milhões com a montadora chinesa e duas empreiteiras, após ajuizar ação civil pública por trabalho análogo à escravidão e tráfico de pessoas.

Após o acordo, a BYD afirmou manter um compromisso inegociável com os direitos humanos e informou que iria se manifestar nos autos da ação movida pelo órgão. (leia a íntegra da nota da ocasião)

O g1 procurou a BYD para comentar a inclusão na "lista suja", mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.

No caso do cantor Amado Batista, ele aparece em duas autuações registradas em Goianápolis, na Região Metropolitana de Goiânia (GO).

Uma delas envolve o Sítio Esperança, com 10 trabalhadores, e a outra menciona o Sítio Recanto da Mata, com quatro trabalhadores. Os casos ocorreram em 2024.

Em nota enviada ao g1, a assessoria do cantor afirmou que são “completamente falsas e inverídicas” as informações sobre o resgate de 14 trabalhadores em propriedades vinculadas ao artista.

De acordo com a nota, não houve resgate de trabalhadores, e todos os funcionários seguem exercendo suas atividades normalmente.

A assessoria informou ainda que, em 2024, houve uma fiscalização em uma fazenda arrendada para o plantio de milho. Na ocasião, foram identificadas irregularidades na contratação de quatro trabalhadores vinculados a uma empresa terceirizada responsável pela abertura da área de plantio.

Ainda segundo o posicionamento, foi firmado um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) com o Ministério Público do Trabalho (MPT), e todas as obrigações trabalhistas teriam sido integralmente cumpridas e quitadas.

Sobre a existência de duas propriedades, a nota informa que não houve resgate de trabalhadores no Sítio Esperança. A assessoria afirmou ainda que foram apontadas melhorias relacionadas à moradia e às áreas de convivência, que, segundo a nota, já foram realizadas e concluídas.

A nota também indicou que todos os trabalhadores estão devidamente registrados e recebem regularmente seus direitos trabalhistas e encargos legais. Por fim, informou que estão sendo adotadas medidas administrativas para o encerramento de eventuais procedimentos de autuação.

Os nomes dos empregadores só são incluídos no cadastro após a conclusão do processo administrativo que analisou o caso, com decisão definitiva e sem possibilidade de recurso. (Entenda mais abaixo).

Em regra, cada nome permanece na lista por um período de dois anos. No entanto, uma portaria publicada em julho de 2024 criou novas regras que permitem a retirada antecipada do cadastro ou até mesmo a não inclusão do nome.

Essa possibilidade existe para empregadores que assinarem um termo de ajustamento de conduta, comprometendo-se a indenizar as vítimas com ao menos 20 salários mínimos, e a investir em programas de apoio aos trabalhadores resgatados.

Nesses casos, os empregadores passam a integrar outra lista, o Cadastro de Empregadores em Ajustamento de Conduta. No entanto, podem voltar à “lista suja” caso descumpram os compromissos assumidos ou reincidam na prática de condições análogas à escravidão.

A "lista suja" foi criada em 2004, mas enfrentou impasses nos governos de Michel Temer (MDB) e Jair Bolsonaro (PL). A divulgação do cadastro chegou a ser suspensa entre 2014 e 2016, até que o Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu a constitucionalidade do documento.

O Grupo Especial de Fiscalização Móvel (GEFM), que atua em todo o território nacional, completou 30 anos em 2025. Desde sua criação, em 1995, mais de 68 mil trabalhadores foram resgatados de condições análogas à escravidão.

Ao longo das operações, mais de R$ 160 milhões em verbas salariais e rescisórias foram assegurados aos trabalhadores. Esse resultado é fruto da atuação da Auditoria-Fiscal do Trabalho, responsável pela coordenação do GEFM.

O que a lei considera trabalho análogo à escravidãoSobrevivente de trabalho escravo em vinícolas vira fiscal

Auditores-fiscais do trabalho do MTE realizam constantemente ações de combate ao trabalho análogo à escravidão, que podem contar com a participação de integrantes da Defensoria Pública da União, dos Ministérios Públicos Federal e do Trabalho, da Polícia Federal, Polícia Rodoviária, entre outras forças policiais.Quando, durante essas ações, são encontrados trabalhadores em condição análoga à escravidão, um auto de infração é lavrado.Cada auto de infração gera um processo administrativo, no qual as irregularidades são apuradas e os empregadores têm direito à defesa.Pessoas físicas ou jurídicas só são incluídas na “lista suja” quando o processo administrativo que julgou o auto específico de trabalho análogo à escravidão em relação àquele empregador é concluído, com decisão sem possibilidade de recurso.

Denúncias de trabalho escravo podem ser feitas de forma remota pelo Sistema Ipê, lançado em maio de 2020 pela Secretaria de Inspeção do Trabalho em parceria com a Organização Internacional do Trabalho.

O sistema é o canal específico para denúncias de trabalho análogo à escravidão. O denunciante não precisa se identificar: basta acessar o sistema e inserir o maior número possível de informações.

A proposta é que, a partir dessas informações, a fiscalização avalie se o caso de fato configura trabalho análogo à escravidão e, se necessário, realize as verificações no local.

Há 20 minutos Mundo Guerra abala Oriente Médio e pressiona economia global; veja linha do tempoHá 20 minutos’TACO’: expressão ‘Trump sempre amarela’ volta a viralizarHá 20 minutos🎧 PodcastO ASSUNTO: o que está por trás do recuo de Trump

Há 4 horas O Assunto Ações europeias operam em alta e com otimismoHá 4 horasBolsas asiáticas sobem em resposta ao cessar-fogoHá 4 horasVaivém do câmbioDólar fraco ou real forte? Entenda por que a moeda americana está caindo

Há 6 horas G1 Explica Governo oficializa medidas para tentar frear preços de combustíveisHá 6 horas’É guerra, não ganância’: o que ameaça pacote de Lula para o dieselHá 6 horasCPI do Crime OrganizadoMaster pagou R$ 80 milhões a escritório de esposa de Moraes, aponta Receita

Há 5 horas Política Bilhões de anosPor que há mais gelo em partes da Lua? Estudo sugere origem da água

Há 1 hora Ciência O que aconteceu com as bandeiras dos EUA deixadas na Lua?Há 1 horaVídeos curtos do g1

Há 53 minutos copa sul-americana Cruzeiro vence o Barcelona de Guayaquil na estreia da LibertadoresHá 53 minutosFluminense fica no empate com o La GuairaHá 53 minutosCom reservas, Vasco empata com Barracas CentralHá 53 minutosg1 Jogos

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Petróleo despenca nesta quarta e vai abaixo de US$100 após Trump anunciar cessar-fogo de duas semanas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/04/2026 07:49

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1550,17%Dólar TurismoR$ 5,3610,3%Euro ComercialR$ 5,9770,62%Euro TurismoR$ 6,2240,64%B3Ibovespa188.259 pts0,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,1550,17%Dólar TurismoR$ 5,3610,3%Euro ComercialR$ 5,9770,62%Euro TurismoR$ 6,2240,64%B3Ibovespa188.259 pts0,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,1550,17%Dólar TurismoR$ 5,3610,3%Euro ComercialR$ 5,9770,62%Euro TurismoR$ 6,2240,64%B3Ibovespa188.259 pts0,05%Oferecido por

Petroleiro Anatoly Kolodkin, de bandeira russa, manobra após chegar a Cuba com carregamento de petróleo em 31 de março de 2026. — Foto: REUTERS/Norlys Perez

O preço do petróleo caiu abaixo de US$ 100 por barril nesta quarta-feira (8), depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou um cessar-fogo de duas semanas com o Irã sujeito à reabertura imediata e segura do Estreito de Ormuz.

Por volta das 7h26, os preços futuros do Brent caíam 13,7%, para US$ 94,26 o barril, enquanto o WTI recuava 16%, para US$ 94,80 o barril.

Os preços do diesel europeu de referência também recuavam, com queda de US$ 271,50, ou 17,8%, para US$ 1.256,25 por tonelada métrica.

A reviravolta de Trump ocorreu pouco antes do fim de seu prazo para que o Irã abrisse o Estreito de Ormuz, por onde transitam 20% do petróleo do mundo, ou enfrentaria ataques generalizados à sua infraestrutura civil.

"Este será um CESSAR-FOGO de dois lados!", escreveu ele nas mídias sociais, depois de publicar mais cedo na terça-feira que "uma civilização inteira morrerá esta noite" se suas exigências não fossem atendidas.

O Irã disse que interromperá seus ataques se os ataques contra ele pararem e que o trânsito seguro pelo Estreito de Ormuz seria possível por duas semanas em coordenação com as forças armadas iranianas, de acordo com uma declaração do ministro das Relações Exteriores, Abbas Araqchi.

“Em teoria, os 10 a 13 (milhões de barris por dia) de oferta de petróleo bruto e derivados retidos atrás do Estreito deveriam agora ser liberados gradualmente”, disse Tamas Varga, analista da corretora PVM Oil.

“Se o status quo anterior a março será restabelecido depende inteiramente de a trégua poder ser transformada em uma paz permanente durante as negociações no Paquistão.”

Vários países do Golfo Pérsico identificaram lançamentos de mísseis e ataques de drones ou emitiram alertas para que os civis se abrigassem.

"Mesmo com um acordo de paz, o Irã pode se sentir encorajado a ameaçar o Estreito de Ormuz com mais frequência no futuro, e o mercado precificará um risco maior para o Estreito de Ormuz daqui para frente", disse Saul Kavonic, analista da MST Marquee.

A guerra dos Estados Unidos e Israel com o Irã provocou o maior aumento mensal do preço do petróleo da história em março, de mais de 50%.

Há 20 minutos Mundo Guerra abala Oriente Médio e pressiona economia global; veja linha do tempoHá 20 minutos’TACO’: expressão ‘Trump sempre amarela’ volta a viralizarHá 20 minutos🎧 PodcastO ASSUNTO: o que está por trás do recuo de Trump

Há 4 horas O Assunto Ações europeias operam em alta e com otimismoHá 4 horasBolsas asiáticas sobem em resposta ao cessar-fogoHá 4 horasVaivém do câmbioDólar fraco ou real forte? Entenda por que a moeda americana está caindo

Há 6 horas G1 Explica Governo oficializa medidas para tentar frear preços de combustíveisHá 6 horas’É guerra, não ganância’: o que ameaça pacote de Lula para o dieselHá 6 horasCPI do Crime OrganizadoMaster pagou R$ 80 milhões a escritório de esposa de Moraes, aponta Receita

Há 5 horas Política Bilhões de anosPor que há mais gelo em partes da Lua? Estudo sugere origem da água

Há 1 hora Ciência O que aconteceu com as bandeiras dos EUA deixadas na Lua?Há 1 horaVídeos curtos do g1

Há 53 minutos copa sul-americana Cruzeiro vence o Barcelona de Guayaquil na estreia da LibertadoresHá 53 minutosFluminense fica no empate com o La GuairaHá 53 minutosCom reservas, Vasco empata com Barracas CentralHá 53 minutosg1 Jogos

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Ações europeias sobem com a onda de alívio após o cessar-fogo no Oriente Médio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/04/2026 05:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1550,17%Dólar TurismoR$ 5,3610,3%Euro ComercialR$ 5,9770,62%Euro TurismoR$ 6,2240,64%B3Ibovespa188.259 pts0,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,1550,17%Dólar TurismoR$ 5,3610,3%Euro ComercialR$ 5,9770,62%Euro TurismoR$ 6,2240,64%B3Ibovespa188.259 pts0,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,1550,17%Dólar TurismoR$ 5,3610,3%Euro ComercialR$ 5,9770,62%Euro TurismoR$ 6,2240,64%B3Ibovespa188.259 pts0,05%Oferecido por

As ações europeias subiram mais de 3% nesta quarta-feira (8), após uma trégua de duas semanas no Oriente Médio desencadear um rali de alívio nos mercados globais, aumentando as esperanças de que o fluxo de petróleo e gás pelo Estreito de Hormuz possa ser retomado em breve.

O índice pan-europeu STOXX 600 avançou 3,6%, para 611,73 pontos às 07h13 GMT, caminhando para sua melhor sessão em um ano, caso o ritmo atual se mantenha.

Os mercados regionais também acompanharam o movimento: o DAX da Alemanha subiu 4,6%, enquanto o FTSE 100 de Londres avançou 2,3%.

A reação foi imediata após o presidente dos EUA, Donald Trump, concordar com uma trégua de duas semanas com o Irã, menos de duas horas antes do prazo dado a Teerã para reabrir o Estreito de Hormuz — por onde transita 20% do petróleo mundial — ou enfrentar ataques devastadores à sua infraestrutura civil.

Além do alívio imediato, investidores aguardam para ver se a trégua pode abrir caminho para uma resolução duradoura.

Os mercados de energia também reagiram rapidamente: os futuros do Brent caíram 15%, ficando abaixo de US$ 100 por barril, trazendo algum alívio após semanas de preços elevados.

As ações europeias vinham sob forte pressão desde o início da campanha militar EUA-Israel contra o Irã em 28 de fevereiro, com a dependência do continente de importações de petróleo pelo estreito bloqueado ampliando os impactos.

Setores ligados a viagens, indústria e bancos avançaram entre 5% e 7%, já que costumam ser os principais beneficiados pela queda nos custos de energia e nos rendimentos dos títulos.

Investidores agora voltam a atenção para os dados de vendas no varejo e preços ao produtor da zona do euro, previstos para mais tarde, que podem oferecer mais pistas sobre o impacto econômico da recente volatilidade nos mercados de energia.

Há 2 horas O Assunto Trump adia ultimato e suspende ataques contra o Irã por duas semanasHá 2 horasIrã confirma acordo com os EUA e indica reabertura do Estreito de OrmuzHá 2 horasEUA e Irã expõem condições para fim da guerra e declaram vitória com trégua

Há 3 horas Mundo Guerra abala Oriente Médio e pressiona economia global; veja linha do tempoHá 3 horas’Cessar-fogo de duas semanas não inclui o Líbano’, diz Netanyahu; SIGAHá 3 horasEntenda se os EUA podem ser punidos pelas ameaças de Trump ao Irã

Há 3 horas Mundo ‘TACO’: expressão ‘Trump sempre amarela’ volta a viralizar após cessar-fogoHá 3 horasChegou a cair 16%Petróleo despenca após Trump suspender ataques ao Irã; veja detalhes

Há 38 minutos Economia Ações europeias sobem com a onda de alívio após o cessar-fogoHá 38 minutosBolsas asiáticas sobem em resposta ao cessar-fogo no IrãHá 38 minutosGoverno publica MP com medidas para tentar frear preços de combustíveis

Há 3 horas Economia ‘É guerra, não ganância’: o que ameaça pacote de Lula para segurar preço do dieselHá 3 horasg1 ExplicaDólar fraco ou real forte? Entenda por que a moeda americana está caindo

Há 4 horas G1 Explica Loteria 🍀Mega-Sena acumula prêmio principal em R$ 20 milhões; veja dezenas

Há 7 horas Mega-Sena Lotofácil: ninguém acerta os 15 números e prêmio vai a R$ 6 milhõesHá 7 horasQuina também acumula, em R$ 9 milhões; confira o resultadoHá 7 horasFutebol ⚽São Paulo derrota o Boston River fora de casa na estreia da Sul-Americana

Há 4 horas copa sul-americana Cruzeiro vence o Barcelona de Guayaquil na estreia da LibertadoresHá 4 horasFluminense fica no empate com o La GuairaHá 4 horasCom reservas, Vasco empata com Barracas CentralHá 4 horasFora do realitySamira é eliminada do ‘BBB’ com 51,24% da média dos votos

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

ASAP, brainstorming, mindset: entenda os principais termos do ‘corporativês’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/04/2026 05:08

Trabalho e Carreira ASAP, brainstorming, mindset: entenda os principais termos do ‘corporativês’ Lista reúne expressões comuns no trabalho e explica seus significados; especialistas avaliam quando o uso ajuda ou atrapalha a comunicação. Por Rayane Moura, g1 — São Paulo

O “corporativês” é uma linguagem marcada por jargões e expressões, muitas vezes em inglês, usadas no dia a dia do trabalho.

Termos como asap, brainstorming, mindset, call, feedback e deadline se tornaram comuns em empresas brasileiras.

Segundo especialistas, o uso de expressões em inglês no ambiente corporativo é reflexo da globalização e da influência de multinacionais.

Esses termos foram incorporados à rotina das empresas como atalhos para conceitos complexos, mas nem sempre são compreendidos por todos.

Veja o que significam os termos do ‘corporativês’ usados no ambiente de trabalho — Foto: Reprodução/Freepik

Quem acessou as redes sociais nos últimos dias provavelmente se deparou com uma ferramenta de tradução que viralizou: o “LinkedIn Speak”, do Kagi Translate. A função usa inteligência artificial (IA) para transformar frases do cotidiano em versões mais formais, no estilo da linguagem corporativa.

O recurso reacendeu o debate sobre o chamado “corporativês” — linguagem marcada por jargões e expressões, muitas vezes em inglês, usadas no dia a dia do trabalho. Termos como ASAP, brainstorming, mindset, call, feedback e deadline se tornaram comuns em empresas brasileiras.

🤔 Mas por que essas palavras se popularizaram tanto – e até que ponto ajudam ou atrapalham a comunicação no trabalho?

Segundo especialistas ouvidos pelo g1, o uso de expressões em inglês no ambiente corporativo é reflexo da globalização e da influência de multinacionais, especialmente dos Estados Unidos, onde surgem grande parte das metodologias de gestão e inovação.

Com o inglês consolidado como língua dos negócios, muitos termos acabam sendo incorporados ao ambiente de trabalho sem tradução. Mas esse hábito, apesar de comum, pode prejudicar a compreensão e criar barreiras internas.

O uso de jargões corporativos em inglês se consolidou no Brasil com a chegada de multinacionais e com a influência de conteúdos sobre gestão e negócios – como livros, cursos e metodologias – produzidos majoritariamente nesse idioma.

Com o avanço da globalização, essas expressões passaram a fazer parte da rotina das empresas como uma forma rápida de resumir conceitos mais complexos.

O fenômeno também está ligado à cultura organizacional e, em alguns casos, à insegurança profissional — e já impacta diretamente o engajamento, a produtividade e até a saúde mental dos trabalhadores.

Apesar de funcionarem como atalhos na comunicação, esses termos nem sempre são compreendidos por todos. Isso pode gerar ruído e até exclusão dentro das equipes.

“Embora a intenção original seja criar uma linguagem comum que agilize processos, o efeito prático frequentemente resulta em ruído e exclusão”, afirma Eliane Aere, presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-SP).

Segundo a especialista, sem o chamado letramento corporativo, essas expressões deixam de facilitar a comunicação e passam a criar barreiras internas. “Na prática, elas funcionam como ‘atalhos mentais’ para conceitos complexos, mas, sem compreensão adequada, acabam prejudicando a comunicação”, diz.

Eliane afirma que é comum que profissionais cometam erros ou enfrentem dificuldades por não entenderem expressões usadas no trabalho. Para ela, o problema se agrava quando o funcionário precisa tentar adivinhar o que o líder quis dizer, o que gera perda de tempo e dificulta o trabalho em equipe.

A especialista explica que há uma diferença entre usar termos técnicos quando necessário e exagerar no uso de jargões. Segundo ela, o problema está no uso por modismo.

Palavras como “feedback”, por exemplo, muitas vezes são usadas de forma vaga no dia a dia, como uma simples opinião. No entanto, em métodos de gestão, o termo tem um significado mais estruturado, ligado ao desenvolvimento do profissional.

“Quando o RH não explica bem esses conceitos, cria-se confusão sobre o que é feedback de verdade e sobre o desempenho do colaborador”, afirma.

Segundo ela, o uso do “corporativês” também pode estar ligado à busca por status ou à insegurança no ambiente profissional.

Os efeitos aparecem na produtividade: falhas na comunicação geram retrabalho, desencontro de expectativas e perda de eficiência.

Para a especialista, usar uma linguagem mais simples e clara é essencial para criar ambientes de trabalho mais inclusivos e produtivos.

“É essencial investir em comunicação clara e adaptar a forma de falar ao nível de entendimento de cada pessoa”, explica.

Preferir o português sempre que houver tradução direta e clara;Explicar conceitos técnicos quando forem inevitáveis;Criar um ambiente em que fazer perguntas não gere constrangimento.

O executivo Denis Caldeira, da área de tecnologia e negócios, afirma que, apesar de o inglês ter se tornado a principal língua dos negócios, é recomendável que, sempre que possível, os termos sejam explicados — justamente para não excluir quem não está familiarizado com esse vocabulário.

“O comunicador deve saber com quem está falando e adaptar a linguagem. Não o contrário”, afirma.

Caldeira alerta ainda que esse tipo de linguagem pode gerar confusão. Expressões como “mindset de ownership”, por exemplo, podem ter significados diferentes para cada pessoa, o que causa frustração quando as expectativas não estão claras.

Para o executivo, simplificar a comunicação é possível – e necessário. “O líder moderno é aquele que consegue explicar ideias complexas de forma simples”, afirma.

Uma das estratégias, diz Caldeira, é o chamado “filtro da vovó”: explicar o trabalho de um jeito que qualquer pessoa consiga entender.

O executivo explica, ainda, que o uso excessivo de jargões também acende um alerta para a saúde mental no trabalho.

“O sentimento de ‘não falar a língua da empresa’ pode gerar ansiedade e síndrome do impostor”, diz.

Apesar disso, o executivo reconhece que o “corporativês” faz parte da cultura de muitas organizações. “A simplicidade é inclusiva e acolhedora, mas, na prática, muitas vezes é mais fácil buscar adaptação do que mudar a cultura da empresa”, conclui.

A seguir, o g1 lista os principais termos do “corporativês” e explica seus significados com a ajuda de especialistas:

Alignment (Alinhamento) – É quando todos estão na mesma página sobre objetivos e prioridades.ASAP (o mais rápido possível) – Usado para indicar urgência, mas pode ser vago, por isso o ideal é definir um prazo claro.Backlog (Lista de pendências) – É uma lista organizada de tudo o que precisa ser feito.Benchmark (Referência de mercado) – Comparação com outras empresas para melhorar resultados.Brainstorm (Tempestade de ideias) – Momento para sugerir ideias livremente, sem críticas.Briefing (Resumo do projeto) – Documento ou conversa inicial com as informações essenciais para executar um trabalho.Budget (Orçamento) – Planejamento de quanto dinheiro pode ser gasto.Call (Reunião) – Conversa, geralmente online, para tratar de assuntos de trabalho.Compliance (Conformidade) – Cumprimento de leis, normas e regras internas da empresa.Deadline (Prazo final) – Data limite para entregar algo.Deep dive (Análise aprofundada) – Análise detalhada de um tema.Deliverable (Entregável) – Resultado final de um trabalho.Feedback (Retorno) – Retorno ou orientação para melhorar um trabalho ou desempenho.Follow-up (Acompanhamento) – Verificação sobre o andamento de uma tarefa ou demanda.Go-live (Entrar no ar) – Momento em que um projeto começa a funcionar.Hands-off (Pouca intervenção) – Quando o gestor dá autonomia e interfere pouco.Hands-on (Mão na massa) – Quando o profissional participa diretamente da execução.Headcount (Número de funcionários) – Quantidade de pessoas em uma equipe.High level (Visão geral) – Explicação ampla, sem entrar em detalhes.Hiring (Contratação) – Processo de contratar novos funcionários.Kick-off (Início do projeto) – Primeira reunião para começar um trabalho.KPI (Indicador de desempenho) – Métrica usada para medir resultados.Layoff (Demissão em massa) – Corte de vários funcionários ao mesmo tempo.Mindset (Mentalidade) – Forma de pensar e agir diante do trabalho.Networking (Rede de contatos) – Construção e manutenção de relações profissionais.OKR (Metas e resultados) – Sistema para definir objetivos e medir resultados.Onboarding (Integração) – Processo de adaptação de novos funcionários.One-on-one / 1:1 (Reunião individual) – Reunião entre gestor e colaborador.Ownership (Responsabilidade) – Assumir responsabilidade por uma tarefa ou projeto.Pipeline (Fluxo de processos) – Conjunto de etapas de um processo, geralmente relacionado a vendas ou projetos.Quick win (Ganho rápido) – Resultado positivo obtido em pouco tempo.Report (Relatório) – Documento com dados e análises.Roadmap (Plano futuro) – Planejamento das próximas etapas de um projeto.Sprint (Período curto de trabalho) – Intervalo definido para executar tarefas específicas.Soft skills (Habilidades comportamentais) – Competências pessoais, como comunicação e liderança.Stakeholder (Parte interessada) – Pessoa ou grupo impactado por um projeto.Top-down (De cima para baixo) – Modelo em que decisões partem da liderança.Touch base (Alinhar rapidamente) – Contato rápido para atualização de informações.Turnover (Rotatividade) – Entrada e saída de funcionários.Workflow (Fluxo de trabalho) – Sequência de etapas para realizar uma tarefa.

Há 2 horas O Assunto Trump adia ultimato e suspende ataques contra o Irã por duas semanasHá 2 horasIrã confirma acordo com os EUA e indica reabertura do Estreito de OrmuzHá 2 horasEUA e Irã expõem condições para fim da guerra e declaram vitória com trégua

Há 2 horas Mundo Guerra abala Oriente Médio e pressiona economia global; veja linha do tempoHá 2 horas’Cessar-fogo de duas semanas não inclui o Líbano’, diz Netanyahu; SIGAHá 2 horasEntenda se os EUA podem ser punidos pelas ameaças de Trump ao Irã

Há 2 horas Mundo ‘TACO’: expressão ‘Trump sempre amarela’ volta a viralizar após cessar-fogoHá 2 horasChegou a cair 16%Petróleo despenca após Trump suspender ataques ao Irã; veja detalhes

Há 2 horas Economia FMI alerta para efeitos duradouros da guerra na economia globalHá 2 horasBolsas asiáticas sobem em resposta ao cessar-fogo no IrãHá 2 horasGoverno publica MP com medidas para tentar frear preços de combustíveis

Há 2 horas Economia ‘É guerra, não ganância’: o que ameaça pacote de Lula para segurar preço do dieselHá 2 horasg1 ExplicaDólar fraco ou real forte? Entenda por que a moeda americana está caindo

Há 3 horas G1 Explica Loteria 🍀Mega-Sena acumula prêmio principal em R$ 20 milhões; veja dezenas

Há 6 horas Mega-Sena Lotofácil: ninguém acerta os 15 números e prêmio vai a R$ 6 milhõesHá 6 horasQuina também acumula, em R$ 9 milhões; confira o resultadoHá 6 horasReality showSamira é eliminada do ‘BBB 26’ com 51,24% da média dos votos

Há 5 horas Pop & Arte Separe o guarda-chuva! 🌧️☔Cidade de SP deve ter quarta com risco de temporal e ventos de até 80 km/h

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

‘É guerra, não ganância’: o que ameaça o pacote de Lula para segurar o preço do diesel

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/04/2026 04:05

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1550,17%Dólar TurismoR$ 5,3610,3%Euro ComercialR$ 5,9770,62%Euro TurismoR$ 6,2240,64%B3Ibovespa188.259 pts0,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,1550,17%Dólar TurismoR$ 5,3610,3%Euro ComercialR$ 5,9770,62%Euro TurismoR$ 6,2240,64%B3Ibovespa188.259 pts0,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,1550,17%Dólar TurismoR$ 5,3610,3%Euro ComercialR$ 5,9770,62%Euro TurismoR$ 6,2240,64%B3Ibovespa188.259 pts0,05%Oferecido por

O presidente Lula anunciou na segunda-feira (6/4) um novo conjunto de medidas para tentar segurar o encarecimento dos combustíveis no país.

O diesel é foco especial de preocupação, por ser o principal combustível que alimenta o transporte de mercadorias e da safra agrícola do Brasil.

Especialistas do setor dizem que as medidas anunciadas devem mitigar a alta do produto, mas terão efeito limitado pela incerteza do cenário internacional.

No caso do diesel, o Palácio do Planalto já havia anunciado em 12 de março um pacote de R$ 30 bilhões para mitigar seu encarecimento.

A subvenção é um incentivo dado diretamente às empresas pelo governo. Nesse segundo conjunto de ações anunciado agora, a gestão Lula ampliou esse subsídio, que chegará a R$ 1,12 para o litro produzido no país.

Especialistas dizem que as medidas anunciadas pelo governo devem mitigar a alta do combustível, mas terão efeito limitado. — Foto: Agência Brasil via BBC

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou na segunda-feira (6/4) um novo conjunto de medidas para tentar segurar o encarecimento dos combustíveis no país e o impacto da alta do querosene no preço das passagens aéreas, devido à disparada internacional do valor do petróleo após o conflito envolvendo Estados Unidos e Irã.

O diesel é foco especial de preocupação, por ser o principal combustível que alimenta o transporte de mercadorias e da safra agrícola do Brasil. Em 2018, uma greve dos caminhoneiros em protesto contra o encarecimento do diesel provocou um tombo na atividade econômica.

Especialistas do setor dizem que as medidas anunciadas devem mitigar a alta do produto, mas terão efeito limitado pela incerteza do cenário internacional e a resistência de grandes importadoras a aderir aos subsídios oferecidos pelo governo e aceitar limites aos preços praticados.

No caso do diesel, o Palácio do Planalto já havia anunciado em 12 de março um pacote de R$ 30 bilhões para mitigar seu encarecimento. O objetivo era garantir um desconto de R$ 0,64 por litro no preço na bomba, ao aliar redução de impostos e uma subvenção de R$ 0,32 por litro produzido no Brasil ou importado.

A subvenção é um incentivo dado diretamente às empresas pelo governo. Nesse segundo conjunto de ações anunciado agora, a gestão Lula ampliou esse subsídio, que chegará a R$ 1,12 para o litro produzido no país.

Já no caso do importado, o desconto subirá para R$ 1,52 nos Estados que aderirem à proposta e bancarem metade do subsídio extra de R$ 1,20.

O efeito do primeiro pacote, no entanto, ainda não chegou integralmente aos consumidores, justamente por limitações na implementação da subvenção.

Isso porque três grandes empresas do setor (Vibra — antiga BR Distribuidora —, Ipiranga e Raízen), responsáveis por metade das importações privadas de diesel, não aderiram à política.

A falta de adesão das maiores distribuidoras estaria relacionada à obrigação de seguir limites para o preço do diesel, estabelecidos pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) a partir de valores de mercado.

Segundo o ex-presidente da ANP David Zylbersztajn, que também já atuou no conselho de administração da Vibra, as empresas teriam receio de não poder elevar seus preços no patamar que julgarem necessário, caso o petróleo continue subindo.

A cotação internacional do barril já avançou mais de 50% desde o fim de fevereiro, quando o conflito teve início, voltando a superar US$ 110 nesta semana.

"As distribuidoras dizem que não querem fechar o valor porque não sabem quanto vai custar o preço de importação. Se elas aderirem, elas têm obrigação, quase como se fosse um tabelamento. E aí, no caso, não faz o menor sentido você tomar um risco de mercado com um valor pré-fixado", disse Zylbersztajn à BBC News Brasil.

"Todo mundo tem direito de ganhar dinheiro, todo mundo tem direito de ter sua empresa, seu posto de gasolina, ter o seu lucro, agora, ninguém pode ter lucro às custas do sofrimento dos outros", disse o presidente, no dia 20 de março.

Pouco depois, no dia 26, Lula afirmou que "estão aumentando o óleo diesel, mesmo com a gente dando subsídio".

Com a ampliação da subvenção, o governo também anunciou na segunda-feira o fortalecimento da fiscalização da ANP. Uma medida provisória (MP) inclui penalidades maiores para elevação abusiva de preço e recusa de fornecimento de combustível em contextos de conflitos geopolíticos ou de calamidade.

Além disso, um projeto de lei encaminhado em regime de urgência constitucional cria um novo tipo penal para coibir o aumento abusivo de preços, podendo acarretar de dois a cinco anos de prisão.

Para David Zylbersztajn, ex-presidente da ANP, os rumos do conflito entre EUA e Irã são incertos e Lula está errado em sua crítica no setor.

"Tem [analista com] expectativa de que o barril vai chegar a US$ 200. Eu acho que não, você tem fluxos ainda de petróleo que estão acontecendo [apesar do bloqueio do Irã ao Estreito de Ormuz]. Mas é totalmente imprevisível", avalia.

"O governo está atribuindo culpas a quem não tem culpa. O governo deveria estar sendo mais transparente com a sociedade, no sentido de que tem uma situação de guerra, e não dizer que a culpa é da ganância [das empresas]. Não tem ganância porque você não tem cartel."

Segundo dados da ANP, o preço médio do diesel S10 no país subiu 16% em março, para R$ 7,06. Já o preço da gasolina comum cresceu 4,6%, chegando a R$ 6,59 o litro.

O engenheiro químico Felipe Coutinho, presidente da Associação dos Engenheiros da Petrobras (AEPET), critica o papel das grandes distribuidoras.

Na sua visão, foi um erro a privatização da BR Distribuidora durante os governos de Michel Temer e Jair Bolsonaro, quando a empresa ligada à Petrobras foi vendida e se tornou Vibra.

"A não adesão das grandes distribuidoras à primeira subvenção significa exatamente o que tenho alertado sistematicamente: o mercado de distribuição de combustíveis no Brasil é um oligopólio que, após a privatização da antiga BR Distribuidora, perdeu qualquer agente moderador que pudesse forçar a concorrência em benefício do consumidor", disse.

Na visão dele, as grandes distribuidoras calcularam que valia mais a pena não receber o subsídio e manter suas margens de lucro elevadas, do que repassar o desconto ao consumidor final.

"Elas têm poder de mercado suficiente para ditar as regras. A medida foi desenhada de forma ingênua, ao acreditar que o mercado se autorregularia".

Para Coutinho, a solução estrutural para a vulnerabilidade brasileira à volatilidade internacional do petróleo passaria por ampliar a capacidade de refino de combustíveis da Petrobras e reverter a privatização da BR Distribuidora.

A ideia de ampliar o refino da estatal é alvo antigo de controvérsias, algo que se intensificou após as denúncias de desvios na construção de refinarias pela Operação Lava Jato durante governos passados do PT.

Para além das investigações de corrupção, especialistas se dividem sobre a vantagem econômica de a Petrobras investir em mais capacidade de refino, sendo que a exploração de petróleo é uma atividade mais lucrativa.

"Entre exploração, refino e distribuição, refino é o que tem a menor margem de retorno. Se você tem um mercado predominantemente atendido pela produção doméstica e uma parte importada, esse é o melhor dos mundos. Para que você vai alocar capital numa coisa que dá um retorno três vezes menor do que o outro [exploração]? É ruim para o país", argumenta Zylbersztajn.

Felipe Coutinho, da AEPET, reconhece que hoje a lucratividade da Petrobras com exploração de petróleo é bem superior à do refino, mas discorda que isso seja determinante para estabelecer as prioridades da empresa.

Além disso, argumenta que o refino pode ser uma atividade lucrativa se a estatal investir em tecnologia da mesma forma que fez para explorar o pré-sal.

Na sua leitura, isso não foi feito nos últimos anos porque a gestão da empresa optou por distribuir um volume grande de dividendos a acionistas, em vez de investir em tecnologia de refino mais lucrativa.

"A Petrobras não é uma empresa privada qualquer. Ela é uma estatal com obrigação de soberania energética. A empresa tem a obrigação de garantir que o diesel, a gasolina e o GLP cheguem ao consumidor brasileiro a preços justos e com segurança de suprimento", defende.

Outro ponto antigo de controvérsia é o valor praticado pela Petrobras na venda de combustíveis no país. Em momentos de disparada do petróleo, a empresa, controlada pelo governo federal, costuma comercializar gasolina e diesel a preços mais baixos que os produtos importados, minimizando o impacto da crise externa no bolso dos brasileiros.

Críticos dessa política dizem que isso desestimula outras empresas a importar o produto, o que poderia causar desabastecimento no país. Além disso, a política de manter preços artificialmente baixos no passado provocou prejuízos à empresa, principalmente no governo Dilma Rousseff.

"No passado, ela foi muito usada e deu no que deu. Foi uma tragédia. A Petrobras quase quebrou, teve a maior dívida corporativa do mundo", lembra Zylbersztajn.

Segundo levantamento da consultoria StoneX, na segunda-feira (6/4) o litro do diesel estava sendo vendido a R$ 3,04 pela Petrobras, 84% mais barato que o valor do importado.

Já no caso da gasolina, o preço do litro da estatal estava em R$ 1,98, ou 78% mais barato que o trazido de fora.

Apesar disso, não há sinais de risco de desabastecimento por enquanto, afirmou Bruno Cordeiro, especialista em inteligência de mercado da StoneX.

"Isso (a diferença de preço) acaba gerando um desincentivo à importação. É claro que em um contexto de safras grandes, de indústria aquecida, o mercado tem que buscar garantir o pleno abastecimento. E a gente vê que os indicadores de importação, apesar de estarem abaixo do normal, seguem operando em um patamar em que não há risco de desabastecimento".

Justamente para tentar minimizar o impacto dessa diferença de preço, o governo está oferecendo um subsídio um pouco maior para o litro importado.

O primeiro pacote de medidas, que reduziu impostos federais e ofereceu o subsídio de R$ 0,32 ao litro de diesel tem custo estimado de R$ 30 bilhões, caso vigore até o fim do ano, valor que será bancado com um novo imposto sobre exportação de petróleo.

Já a subvenção extra de R$ 0,80 para o litro produzido no país terá um custo de até R$ 12 bilhões, caso dure quatro meses, prazo máximo inicial previsto.

E o subsídio adicional de R$ 1,20 para o diesel importado deve durar dois meses, segundo previsão do governo federal, ao custo de R$ 4 bilhões, que serão igualmente divididos entre a União e os Estados beneficiados.

Há 39 minutos O Assunto Trump adia ultimato e suspende ataques contra o Irã por duas semanasHá 39 minutosIrã confirma acordo com os EUA e indica reabertura do Estreito de OrmuzHá 39 minutosEUA e Irã expõem condições para fim da guerra e declaram vitória com trégua

Há 1 hora Mundo Guerra abala Oriente Médio e pressiona economia global; veja linha do tempoHá 1 hora’Cessar-fogo de duas semanas não inclui o Líbano’, diz Netanyahu; SIGAHá 1 horaEntenda se os EUA podem ser punidos pelas ameaças de Trump ao Irã

Há 1 hora Mundo ‘TACO’: expressão ‘Trump sempre amarela’ volta a viralizar após cessar-fogoHá 1 horaChegou a cair 16%Petróleo despenca após Trump suspender ataques ao Irã; veja detalhes

Há 1 hora Economia FMI alerta para efeitos duradouros da guerra na economia globalHá 1 horaBolsas asiáticas sobem em resposta ao cessar-fogo no IrãHá 1 horaGoverno publica MP com medidas para tentar frear preços de combustíveis

Há 53 minutos Economia ‘É guerra, não ganância’: o que ameaça pacote de Lula para segurar preço do dieselHá 53 minutosg1 ExplicaDólar fraco ou real forte? Entenda por que a moeda americana está caindo

Há 2 horas G1 Explica Loteria 🍀Mega-Sena acumula prêmio principal em R$ 20 milhões; veja dezenas

Há 5 horas Mega-Sena Lotofácil: ninguém acerta os 15 números e prêmio vai a R$ 6 milhõesHá 5 horasQuina também acumula, em R$ 9 milhões; confira o resultadoHá 5 horasReality showSamira é eliminada do ‘BBB 26’ com 51,24% da média dos votos

Há 4 horas Pop & Arte Separe o guarda-chuva! 🌧️☔Cidade de SP deve ter quarta com risco de temporal e ventos de até 80 km/h

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Criação de pacas para produção de carne exige autorização ambiental; investimento pode chegar a R$ 400 mil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/04/2026 04:05

GLOBO RURAL Criação de pacas para produção de carne exige autorização ambiental; investimento pode chegar a R$ 400 mil Animais devem ser adquiridos exclusivamente de criadores autorizados. A captura na natureza é proibida. Por Redação g1, Globo Rural

A paca (Cuniculus paca), um roedor nativo do continente americano e parente da capivara e da cutia, tem despertado interesse crescente entre produtores rurais que buscam diversificar suas atividades por meio da criação comercial de animais silvestres.

Diferente da cutia, a paca é maior, tem listras características na barriga e hábitos estritamente noturnos, descansando durante o dia.

Para iniciar um criadouro, a etapa mais importante é obter autorização oficial, já que se trata de um animal da fauna silvestre.

O investimento inicial estimado para uma criação com 15 matrizes, incluindo instalações, assessoria técnica e aquisição dos animais, é de cerca de R$ 60 mil.

A paca (Cuniculus paca), um roedor nativo do continente americano e parente da capivara e da cutia, tem despertado interesse crescente entre produtores rurais que buscam diversificar suas atividades por meio da criação comercial de animais silvestres.

Diferente da cutia, a paca é maior, tem listras características na barriga e hábitos estritamente noturnos, descansando durante o dia.

Para iniciar um criadouro, a etapa mais importante é obter autorização oficial, já que se trata de um animal da fauna silvestre.

Em Minas Gerais, por exemplo, o órgão responsável é o Instituto Estadual de Florestas (IEF). O processo exige a elaboração de um projeto técnico, assinado por um profissional habilitado — como biólogo, zootecnista ou veterinário — e pode levar cerca de um ano para ser concluído.

Os animais que vão formar o plantel inicial devem ser adquiridos exclusivamente de criadores autorizados. A captura na natureza é proibida.

O investimento inicial estimado para uma criação com 15 matrizes, incluindo instalações, assessoria técnica e aquisição dos animais, é de cerca de R$ 60 mil.

Projetos maiores, com galpões estruturados, podem alcançar custos de construção na ordem de R$ 400 mil.

Recintos: as baias recomendadas têm cerca de 30 m², com capacidade para seis a oito animais;Bem-estar: cada recinto deve ter uma mini piscina, com limpeza diária, importante para a regulação da temperatura corporal e o comportamento social das pacas;Ambiente: é necessária uma caixa-ninho com duas saídas, simulando tocas, além de galhos disponíveis para roedura, já que os dentes dos animais crescem continuamente.

Parte in natura: frutas, legumes, tubérculos e verduras — estas últimas limitadas a duas vezes por semana para evitar diarreias;Parte seca: mistura de farelos com 40% de milho, 40% de trigo e 20% de soja, para garantir aporte proteico;Grãos: milho em grão oferecido separadamente, para auxiliar no desgaste dos dentes.

O manejo sanitário inclui vermifugação a cada três meses, para prevenir problemas digestivos e perda de peso.

As pacas vivem em grupos familiares, geralmente com duas fêmeas para cada macho. A introdução de novos animais deve ser feita de forma gradual, com adaptação ao cheiro, para evitar brigas.

A reprodução é considerada lenta. A gestação dura até quatro meses e normalmente resulta em apenas um filhote por cria.

O desmame ocorre aos três meses. Depois, o animal passa pelas fases de recria (até os 7 meses) e engorda (até os 12 meses), quando atinge peso entre 7 kg e 9 kg, considerado adequado para abate.

O controle do plantel é feito por meio da aplicação obrigatória de um microchip, com 15 dígitos, sob a pele do animal, permitindo identificação individual.

Carne: frigoríficos pagam cerca de R$ 100 por quilo do animal vivo. No entanto, a viabilidade depende de escala, já que é necessário um volume mínimo de animais;

Reprodutores: a venda de matrizes para outros criadores pode ser mais lucrativa, com preços entre R$ 2.500 e R$ 3.000 por animal.

A carne de paca é valorizada pela maciez e suculência, com sabor levemente adocicado, frequentemente comparado ao da carne suína.

O preparo costuma incluir marinadas com alho, limão e especiarias, geralmente feitas de um dia para o outro, antes de ser frita ou assada.

Antes de iniciar a atividade, especialistas recomendam estudar o mercado local e identificar potenciais compradores.

Criação de pacas para produção de carne exige autorização ambiental; veja como funciona — Foto: Reprodução/Globo Rural

Há 40 minutos O Assunto Trump adia ultimato e suspende ataques contra o Irã por duas semanasHá 40 minutosIrã confirma acordo com os EUA e indica reabertura do Estreito de OrmuzHá 40 minutosEUA e Irã expõem condições para fim da guerra e declaram vitória com trégua

Há 1 hora Mundo Guerra abala Oriente Médio e pressiona economia global; veja linha do tempoHá 1 hora’Cessar-fogo de duas semanas não inclui o Líbano’, diz Netanyahu; SIGAHá 1 horaEntenda se os EUA podem ser punidos pelas ameaças de Trump ao Irã

Há 1 hora Mundo ‘TACO’: expressão ‘Trump sempre amarela’ volta a viralizar após cessar-fogoHá 1 horaChegou a cair 16%Petróleo despenca após Trump suspender ataques ao Irã; veja detalhes

Há 1 hora Economia FMI alerta para efeitos duradouros da guerra na economia globalHá 1 horaBolsas asiáticas sobem em resposta ao cessar-fogo no IrãHá 1 horaGoverno publica MP com medidas para tentar frear preços de combustíveis

Há 53 minutos Economia ‘É guerra, não ganância’: o que ameaça pacote de Lula para segurar preço do dieselHá 53 minutosg1 ExplicaDólar fraco ou real forte? Entenda por que a moeda americana está caindo

Há 2 horas G1 Explica Loteria 🍀Mega-Sena acumula prêmio principal em R$ 20 milhões; veja dezenas

Há 5 horas Mega-Sena Lotofácil: ninguém acerta os 15 números e prêmio vai a R$ 6 milhõesHá 5 horasQuina também acumula, em R$ 9 milhões; confira o resultadoHá 5 horasReality showSamira é eliminada do ‘BBB 26’ com 51,24% da média dos votos

Há 4 horas Pop & Arte Separe o guarda-chuva! 🌧️☔Cidade de SP deve ter quarta com risco de temporal e ventos de até 80 km/h

0

PREVIOUS POSTSPage 3 of 4NEXT POSTS