RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Greve na Lufthansa afeta milhares de passageiros na Alemanha

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/04/2026 13:51

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,065-0,73%Dólar TurismoR$ 5,283-0,22%Euro ComercialR$ 5,928-0,44%Euro TurismoR$ 6,195-0,08%B3Ibovespa195.302 pts1,61%MoedasDólar ComercialR$ 5,065-0,73%Dólar TurismoR$ 5,283-0,22%Euro ComercialR$ 5,928-0,44%Euro TurismoR$ 6,195-0,08%B3Ibovespa195.302 pts1,61%MoedasDólar ComercialR$ 5,065-0,73%Dólar TurismoR$ 5,283-0,22%Euro ComercialR$ 5,928-0,44%Euro TurismoR$ 6,195-0,08%B3Ibovespa195.302 pts1,61%Oferecido por

Comissários de voo da Lufthansa estão em greve desde a meia-noite até as 22h desta sexta-feira (10).

Nos aeroportos de Frankfurt e Munique, por exemplo, voos com destino a outras cidades europeias, como Milão, Bruxelas, Dublin e Nice, foram cancelados já pela manhã.

Além desses dois aeroportos, outros nove têm sido afetados pela greve, que atinge principalmente a empresa Cityline, subsidiária da Lufthansa em hubs regionais, com sede em Colônia.

Comissários de voo da companhia aérea alemã Lufthansa estão em greve desde a meia-noite até as 22h desta sexta-feira (10), em paralisação convocada pelo sindicato Organização Independente de Comissários (UFO, na sigla em alemão).

Com isso, centenas de voos foram ou estão sendo cancelados, e dezenas de milhares de passageiros, afetados.

Nos aeroportos de Frankfurt e Munique, por exemplo, voos com destino a outras cidades europeias, como Milão, Bruxelas, Dublin e Nice, foram cancelados já pela manhã.

Além desses dois aeroportos, outros nove têm sido afetados pela greve, que atinge principalmente a empresa Cityline, subsidiária da Lufthansa em hubs regionais, com sede em Colônia.

Somente no aeroporto de Frankfurt – o maior e mais importante do país –, foram cancelados 580 de um total de 1.350 voos previstos para esta sexta-feira, o que afetaria cerca de 72.000 passageiros, segundo informações da Fraport, que administra o aeroporto.

Somando outras companhias aéreas, o total de passageiros atingidos poderia chegar a mais de 100 mil.

Enquanto o diretor-executivo da Lufthansa, Jens Ritter, disse que a greve é "completamente desproporcional", os representantes do UFO argumentaram que a escalada foi inevitável devido a impasses nas negociações.

A paralisação ocorre depois de o sindicato rival Verdi ter garantido um acordo coletivo junto à Cityline que abrange 500 comissários e pilotos.

O acordo, alcançado após extensas negociações na semana passada, aumentará os salários básicos entre 20% e 35% em três etapas até março de 2029, incluindo dias extras de folga, mais férias, melhor planejamento de escalas e ampliação do apoio previdenciário, segundo o Verdi.

No entanto, a Lufthansa teria a intenção de encerrar as atividades da Cityline até o fim deste ano, o que causou indignação entre os funcionários – a medida colocaria em torno de 800 empregos em jogo.

A Lufthansa recomendou que os passageiros que têm passagem comprada para esta sexta-feira informem-se a respeito de seus voos, com bilhetes que podem ser remarcados ou reembolsados, além de direito a indenizações caso o atraso ultrapasse três horas.

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Veja dicas sobre o plantio de coco anão

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/04/2026 12:58

GLOBO RURAL Veja dicas sobre o plantio de coco anão Material foi elaborado pela Emater, de Minas Gerais, e reúne informações sobre a produção de coco. Por Globo Rural

Produtores interessados no plantio de coco anão podem conferir a cartilha da Emater, de Minas Gerais, sobre o tema.

O material mostra as variedades de coqueiro, o clima ideal, a preparação do solo e a adubação certa para você ter sucesso no seu pomar, além das pragas que ameaçam a produção de coco.

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Trabalho doméstico com carteira assinada cai 21% em 10 anos no Brasil, diz governo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/04/2026 12:58

Trabalho e Carreira Trabalho doméstico com carteira assinada cai 21% em 10 anos no Brasil, diz governo Levantamento do Ministério do Trabalho mostra que mulheres e pessoas negras seguem maioria no setor; mudanças demográficas e avanço das diaristas ajudam a explicar a queda. Por Rayane Moura, g1 — São Paulo

O número de trabalhadores domésticos com carteira assinada no Brasil caiu 21,1% entre 2016 e 2025, de acordo com o Sumário Executivo da RAIS/eSocial, divulgado pelo Ministério do Trabalho e Emprego nesta sexta-feira (10).

O levantamento aponta que o Brasil contava com 1,64 milhão de trabalhadores domésticos formais em 2016. Esse número caiu para 1,30 milhão em 2025 — uma redução de quase 347 mil vínculos.

Historicamente marcado por alta informalidade, baixa proteção social e desigualdades de gênero e raça, o trabalho doméstico passou por mudanças importantes nas últimas décadas.

A queda no número de trabalhadores com carteira assinada é explicada por uma combinação de fatores. Segundo Paula Montagner, não há uma causa única, mas um conjunto de transformações estruturais que ajudam a entender esse movimento.

O número de trabalhadores domésticos com carteira assinada no Brasil caiu 21,1% entre 2016 e 2025, segundo o Sumário Executivo da RAIS/eSocial, divulgado pelo Ministério do Trabalho e Emprego nesta sexta-feira (10).

O levantamento aponta que o Brasil contava com 1,64 milhão de trabalhadores domésticos formais em 2016. Em 2025, esse número caiu para 1,30 milhão — uma redução de quase 347 mil vínculos.

Historicamente marcado por alta informalidade, baixa proteção social e desigualdades de gênero e raça, o trabalho doméstico passou por mudanças importantes nas últimas décadas.

A queda no número de trabalhadores com carteira assinada desde 2016 é explicada por uma combinação de fatores. Segundo Paula Montagner, subsecretária de Estatísticas e Estudos do Trabalho, não há uma causa única, mas um conjunto de transformações estruturais que ajuda a entender esse movimento.

Um dos principais fatores foi a mudança na legislação, a partir da PEC das Domésticas, de 2013, que ampliou direitos e elevou o custo da formalização ao equiparar a categoria aos demais trabalhadores formais.

A ampliação de obrigações, como controle de jornada, recolhimento de encargos e pagamento de benefícios, elevou o custo da formalização e dificultou a adaptação de parte dos empregadores.

A situação se agravou com a pandemia de Covid-19, a partir de 2020. O setor foi um dos mais afetados pela crise, tanto pela queda da renda das famílias quanto pelo isolamento social e pelo risco de contágio. Até hoje, o número de vínculos formais não voltou ao patamar anterior.

Também pesam mudanças demográficas. A redução do número de crianças nos domicílios diminuiu a demanda por empregadas mensalistas, mais comuns em lares com crianças pequenas, idosos ou pessoas doentes. Com os filhos mais velhos, muitas famílias passaram a dispensar esse tipo de contratação.

Outro fator é o custo da formalização, que leva parte dos empregadores a buscar alternativas para reduzir despesas. Isso impulsiona a informalidade ou a contratação como Microempreendedor Individual (MEI) — modalidade que, na prática, não se aplica à maior parte das atividades domésticas contínuas.

“Acredito que a diminuição da demanda por empregadas domésticas esteja relacionada à queda no número de filhos, à redução do tamanho das moradias e à tentativa de evitar custos como FGTS e contribuição previdenciária”, afirma a especialista.

Por fim, mudanças no modo de morar também influenciam. Apartamentos menores e a busca por mais privacidade têm levado famílias a optar por serviços pontuais, como diaristas, em vez de manter uma trabalhadora em tempo integral.

Em 2025, o trabalho doméstico formal no Brasil seguiu marcado por desigualdades de gênero, raça, idade e escolaridade, refletindo características históricas da ocupação. A presença feminina é amplamente predominante.

De acordo com o levantamento, as mulheres representam 88,6% dos vínculos formais, somando cerca de 1,15 milhão de trabalhadoras, enquanto os homens correspondem a apenas 11,4%. O dado reforça o caráter fortemente feminizado da atividade, tradicionalmente associada às tarefas de cuidado e aos serviços do lar.

No recorte por escolaridade, há concentração nos níveis intermediários. A maior parte tem ensino médio completo (545,5 mil vínculos), seguida por trabalhadores com ensino fundamental incompleto (350 mil) e ensino fundamental completo (218,8 mil).

Ainda há cerca de 22 mil analfabetos, o que evidencia a persistência da baixa escolarização no setor. Já o ensino superior é minoritário, com pouco mais de 33 mil vínculos.

A jornada semanal indica predominância de contratos longos: cerca de 867,8 mil trabalhadores atuam por 41 horas ou mais, enquanto 223,2 mil cumprem jornada de 40 horas. Regimes reduzidos, com até 30 horas ou entre 31 e 39 horas semanais, são menos frequentes.

Do ponto de vista racial, os dados evidenciam desigualdades históricas do mercado de trabalho. Trabalhadores pretos (41,6%) e pardos (13,5%) somam mais da metade da categoria, enquanto pessoas brancas representam 44,5%.

A distribuição etária mostra um perfil envelhecido. A maior concentração está entre 40 e 59 anos, com destaque para a faixa de 50 a 59 anos (450,5 mil vínculos). Pessoas com 60 anos ou mais somam 172,7 mil.

Já os jovens são minoria: apenas 353 trabalhadores têm até 17 anos, e cerca de 80 mil estão entre 18 e 29 anos. Em termos de ocupação, a maioria atua em serviços gerais (991,3 mil vínculos), seguida por babás (124,7 mil) e cuidadoras de idosos (75,9 mil).

A remuneração média da categoria atingiu, em 2025, o maior nível dos últimos seis anos, chegando a R$ 2.047,92. Segundo Paula Montagner, o avanço está diretamente ligado à política de valorização do salário mínimo, que serve como principal referência de rendimentos no setor.

A especialista ressalta que casos de remunerações muito elevadas são raros e não representam a realidade da categoria. Assim, o aumento recente acompanha os reajustes do salário mínimo e não indica, necessariamente, uma mudança estrutural na valorização da ocupação.

Em 2020, durante a pandemia de Covid-19, muitas empregadas domésticas com carteira assinada perderam seus empregos e, como alternativa, passaram a atuar como diaristas no modelo de Microempreendedora Individual (MEI).

Segundo o Ministério do Empreendedorismo, em 2025 havia 309 mil diaristas registradas como MEIs no Brasil. Essas profissionais prestam serviços domésticos até dois dias por semana, com pagamento por diária, realizando atividades como faxina, limpeza, lavagem de roupas e preparo de refeições.

“Ao se tornar MEI, a empregada faz uma contribuição previdenciária reduzida, de apenas R$ 85, o que é bem inferior à contribuição de quando ela era registrada. Isso pode prejudicar a aposentadoria”, completa Montagner.

Segundo Mariana Almeida, analista técnica de políticas sociais do MTE, o trabalho doméstico é fundamental tanto na vida cotidiana quanto na atividade produtiva das mulheres no Brasil.

Ela destaca que, apesar do avanço na escolaridade, é urgente implementar políticas que melhorem as condições de trabalho no setor, assegurando maior proteção social e valorização salarial.

Já Dercylete Lisboa, coordenadora-geral de Fiscalização do Trabalho, afirma que o estudo pode orientar as ações da Inspeção do Trabalho em diferentes estados e regiões.

Além da fiscalização, ela ressalta que os dados são essenciais para promover a conscientização sobre a relevância do trabalho doméstico e do trabalho de cuidados.

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Justiça mantém suspensão do imposto de exportação de petróleo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/04/2026 12:58

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Uma vista de drone mostra uma plataforma de petróleo offshore na Baía de Guanabara, em Niterói, no estado do Rio de Janeiro. — Foto: Pilar Olivares / Reuters

O Tribunal Regional Federal da 2ª Região negou um recurso da União e manteve a liminar que suspendeu a cobrança de imposto de exportação de petróleo para algumas das principais petroleiras estrangeiras que atuam no Brasil, conforme decisão judicial publicada na noite de quinta-feira (9).

Segundo a desembargadora Carmen Silvia Lima de Arruda, o governo “falhou em demonstrar o risco de perigo concreto, grave e atual decorrente da manutenção da decisão questionada”. Ela acrescentou que não haveria prejuízo em aguardar o julgamento final do mérito da ação.

As petroleiras Shell, TotalEnergies, Equinor, Petrogal e Repsol Sinopec obtiveram nesta semana decisões judiciais que suspenderam os efeitos do imposto.

Juntas, elas produziram, em média, 791.486 barris de petróleo por dia (bpd) em fevereiro, o equivalente a cerca de 20% da produção total do país no período, de acordo com os dados mais recentes da Agência Nacional do Petróleo (ANP). Em fevereiro, o Brasil registrou produção recorde de 4,061 milhões de bpd.

A Petrobras, principal produtora do país, ainda não contestou judicialmente o imposto de exportação. Atualmente, a estatal responde por aproximadamente 60% da produção nacional, com cerca de 2,5 milhões de bpd.

A alíquota de 12% foi instituída por medida provisória pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, como parte de um conjunto de ações voltadas a reduzir os efeitos da alta nos preços internacionais do petróleo e dos combustíveis sobre os consumidores brasileiros, em meio ao conflito no Oriente Médio.

De acordo com uma fonte com conhecimento do assunto, o governo deve recorrer ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) na tentativa de derrubar a liminar concedida às petroleiras.

Procurados, o Ministério de Minas e Energia e a Advocacia-Geral da União (AGU) não se manifestaram imediatamente.

Em evento realizado nesta semana no Rio de Janeiro, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, defendeu a cobrança do imposto ao afirmar que as companhias do setor estão “ganhando muito” com a valorização do petróleo no mercado internacional.

O governo pretende utilizar a arrecadação do tributo para custear despesas bilionárias, como os subsídios ao diesel, criados para conter os impactos da alta dos combustíveis provocada pela guerra no Irã.

Por outro lado, representantes de petroleiras afirmaram nesta semana que as mudanças na política fiscal do setor aumentam a percepção de risco para investimentos no Brasil.

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Governo proíbe lote de alecrim por presença de insetos vivos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/04/2026 11:44

Agro Governo proíbe lote de alecrim por presença de insetos vivos Anvisa identificou infestação de insetos vivos no lote 0108, levando à suspensão imediata da venda e distribuição do produto em todo o país. Por Redação g1

O governo federal proibiu nesta sexta-feira (10) um lote de alecrim da marca Nati Sul após constatar a presença de insetos vivos no produto.

O veto ocorreu por meio da Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa) e foi publicado na edição de hoje do Diário Oficial da União.

Segundo a agência, o lote 0108 do alecrim Nati Sul foi recolhido e teve sua venda, distribuição e uso suspensos após análises em laboratório identificarem “a presença de insetos vivos (infestação) e de pelo inteiro e fragmento de pelo de animal não identificado”.

O laudo foi emitido pelo Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen-SC) e indicou “falhas nas condições higiênico-sanitárias e no cumprimento das boas práticas de fabricação, configurando alimento infestado por artrópodes e contendo matérias estranhas indicativas de falhas de boas práticas e potencial risco à saúde”.

O g1 questionou a MK Ervas Chás Especiarias, apontada como fabricante do alecrim, sobre o recolhimento e aguarda posicionamento.

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Cofundador e presidente da Dolce & Gabbana renuncia ao cargo

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 10/04/2026 11:44

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Stefano Gabbana deixará seus cargos na grife italiana e na holding que controla a empresa a partir de 1º de janeiro.

Gabbana, de 63 anos, fez sua tradicional reverência no último desfile da marca, em fevereiro, ao lado de Dolce.

A saída de Gabbana foi noticiada inicialmente pela Bloomberg, que informou que o estilista também avaliava alternativas para sua participação de cerca de 40% na empresa.

Os credores da Dolce & Gabbana buscam uma injeção de até 150 milhões de euros em novos recursos, diz agência.

A Dolce & Gabbana anunciou, nesta sexta-feira (10), que o cofundador Stefano Gabbana deixará seus cargos na grife italiana e na holding que controla a empresa a partir de 1º de janeiro, confirmando informações anteriores de que ele havia renunciado à presidência.

"As renúncias não têm impacto sobre as atividades criativas realizadas para o grupo por Stefano Gabbana", disse o grupo em um comunicado.

O diretor-executivo Alfonso Dolce, irmão do cofundador Domenico Dolce, foi nomeado novo presidente, segundo registro da empresa na Câmara de Comércio de Milão.

Gabbana, de 63 anos, fez sua tradicional reverência no último desfile da marca, em fevereiro, ao lado de Dolce. A apresentação contou ainda com a presença da musa de longa data dos estilistas, a cantora Madonna, que assistiu ao evento na primeira fila.

A saída de Gabbana foi noticiada inicialmente pela Bloomberg, que informou que o estilista também avaliava alternativas para sua participação de cerca de 40% na empresa, antes do início das negociações de dívidas com bancos.

Segundo a Bloomberg, os credores da Dolce & Gabbana buscam uma injeção de até 150 milhões de euros em novos recursos, dentro de um processo mais amplo de refinanciamento da dívida total da empresa, estimada em 450 milhões de euros (cerca de R$ 2,6 bilhões).

A empresa, assessorada pelo banco Rothschild, estuda formas de levantar novos recursos, incluindo a venda de ativos, como imóveis, e a renovação de licenças, segundo uma fonte próxima ao assunto, confirmando reportagem da Bloomberg.

A Dolce & Gabbana não quis comentar, pois "as negociações com os bancos ainda estão em andamento".

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Nubank adquire naming rights do estádio do Palmeiras; nome será escolhido pela torcida

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 10/04/2026 11:44

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A WTorre firmou, nesta sexta-feira (10), um acordo com o banco digital Nubank para a aquisição dos naming rights do estádio do Palmeiras.

Com isso, a arena — conhecida como Allianz Parque nos últimos 13 anos — passará por uma mudança de nome, que será definido por meio de votação popular.

O contrato terá vigência até 2044, período durante o qual a WTorre mantém os direitos de exploração do estádio.

Embora não tenha participado da negociação, o clube segue com direito a uma fatia das receitas geradas, atualmente fixada em 15%.

A WTorre firmou, nesta sexta-feira (10), um acordo com o banco digital Nubank para a aquisição dos naming rights do estádio do Palmeiras.

🔎 Naming rights (direito de nome, em português) é uma estratégia em que uma marca adquire o direito de dar nome a um espaço para ampliar visibilidade e associação com o público.

Com isso, a arena — conhecida como Allianz Parque nos últimos 13 anos — passará por uma mudança de nome, que será definido por meio de votação popular.

O contrato terá vigência até 2044, período durante o qual a WTorre mantém os direitos de exploração do estádio. Após esse prazo, a gestão e o controle da arena passam integralmente ao Palmeiras.

Embora não tenha participado da negociação, o clube segue com direito a uma fatia das receitas geradas, atualmente fixada em 15%.

Em meio ao anúncio, o Nubank lançou uma campanha para definir o novo nome da arena do Palmeiras, convidando o público a participar diretamente da escolha (clique aqui).

Por meio de uma plataforma online, os participantes podem votar em uma das três opções disponíveis: Nubank Parque, Nubank Arena e Parque Nubank.

Cada voto é vinculado ao CPF, e os nomes escolhidos ainda passarão por aprovação antes de serem exibidos. A ação também prevê um limite de participações.

Além da votação, a proposta é destacar o nome dos participantes na arena antes mesmo da definição oficial.

Mais cedo, a Allianz Brasil, até então detentora dos direitos, anunciou o encerramento antecipado do contrato de naming rights do Allianz Parque, após 13 anos de parceria com a WTorre.

A decisão, segundo a companhia, foi tomada em comum acordo e faz parte de uma estratégia mais ampla de reposicionamento da Allianz no Brasil, com foco na expansão nacional e no fortalecimento da marca em diferentes regiões e canais.

A meta da empresa é dobrar o tamanho da operação brasileira, além de duplicar o faturamento e triplicar o lucro até 2027. Em 2025, a Allianz Brasil registrou receita de cerca de R$ 12 bilhões, o que representa um crescimento de 23% em relação ao ano anterior.

Em comunicado, o CEO Eduard Folch destacou que a decisão reflete o momento de expansão da companhia. Segundo ele, o encerramento do contrato com o estádio abre espaço para ações mais amplas e próximas do público em todo o país.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

SpaceX, de Musk, teve prejuízo de quase US$ 5 bilhões em 2025, diz site

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/04/2026 10:45

Tecnologia SpaceX, de Musk, teve prejuízo de quase US$ 5 bilhões em 2025, diz site Prejuízo bilionário incluiria resultados da xAI, startup de IA de Elon Musk incorporada à SpaceX, segundo site; empresa se prepara para abrir capital Por Reuters

A SpaceX, de Elon Musk, que se prepara para abrir um IPO, registrou um prejuízo de quase US$ 5 bilhões (cerca de R$ 25,5 bilhões) em 2025, com receita superior a US$ 18,5 bilhões, informou o site The Information na quinta-feira (9), citando fontes.

🔎 Um IPO é a primeira oferta pública de ações de uma empresa, quando parte do capital é vendida a investidores. O objetivo é captar recursos para expandir operações, investir em projetos ou reduzir dívidas.

Segundo a reportagem, o prejuízo inclui os resultados da xAI, adquirida pela empresa em fevereiro. O negócio, que cria a empresa privada mais valiosa do mundo, engloba as ambições cada vez mais caras do bilionário de avançar nos campos da IA e da exploração espacial.

Procurada pela Reuters, a SpaceX não retornou aos contatos da agência de notícias para comentar a informação do The Information.

A empresa entrou de forma confidencial com pedido de abertura de capital nos Estados Unidos em março. No ano passado, teve lucro de cerca de US$ 8 bilhões, com receita entre US$ 15 bilhões e US$ 16 bilhões, segundo a Reuters.

Hoje ela é a empresa de lançamentos mais ativa do mundo e tem como objetivo tornar viáveis as viagens interplanetárias. A companhia também planeja implantar centros de dados de inteligência artificial em órbita.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Tribunal de comércio dos EUA avalia legalidade da tarifa global de 10% de Trump

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/04/2026 10:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,065-0,73%Dólar TurismoR$ 5,283-0,22%Euro ComercialR$ 5,928-0,44%Euro TurismoR$ 6,195-0,08%B3Ibovespa195.302 pts1,61%MoedasDólar ComercialR$ 5,065-0,73%Dólar TurismoR$ 5,283-0,22%Euro ComercialR$ 5,928-0,44%Euro TurismoR$ 6,195-0,08%B3Ibovespa195.302 pts1,61%MoedasDólar ComercialR$ 5,065-0,73%Dólar TurismoR$ 5,283-0,22%Euro ComercialR$ 5,928-0,44%Euro TurismoR$ 6,195-0,08%B3Ibovespa195.302 pts1,61%Oferecido por

Um tribunal de comércio dos EUA analisará, nesta sexta-feira (10), a legalidade de um imposto global de importação de 10% adotado pelo governo Trump.

Segundo diversos estados e pequenas empresas, a medida contorna uma decisão da Suprema Corte que invalidou a maior parte das tarifas anteriores impostas pelo presidente americano.

Um grupo de 24 Estados — em sua maioria governados por democratas — e duas pequenas empresas acionaram a Justiça para barrar as novas tarifas, em vigor desde 24 de fevereiro.

Um tribunal de comércio dos Estados Unidos analisará, nesta sexta-feira (10), a legalidade de um imposto global de importação de 10% adotado pelo governo Trump.

Segundo diversos Estados e pequenas empresas, a medida contorna uma decisão da Suprema Corte que invalidou a maior parte das tarifas anteriores impostas pelo presidente americano.

Um grupo de 24 estados — em sua maioria governados por democratas — e duas pequenas empresas acionaram a Justiça para barrar as novas tarifas, em vigor desde 24 de fevereiro. Um painel formado por três juízes ouvirá os argumentos nesta sexta-feira.

No segundo mandato, Trump transformou as tarifas em um dos pilares de sua política externa, alegando ter ampla autoridade para aplicá-las sem a aprovação do Congresso.

O governo sustenta que a cobrança global é uma resposta legal e adequada ao déficit comercial persistente, resultado do fato de os Estados Unidos importarem mais do que exportam.

🔎 As tarifas foram implementadas com base na Seção 122 da Lei de Comércio de 1974, que permite a aplicação de taxas de até 15% por um período de até 150 dias em casos de “grandes e graves déficits na balança de pagamentos” ou para evitar uma desvalorização iminente do dólar.

Os autores das ações, no entanto, argumentam que essa autoridade se limita a emergências monetárias de curto prazo.

Eles afirmam ainda que déficits comerciais recorrentes não se enquadram na definição econômica de “déficits na balança de pagamentos”, conforme apontam os processos apresentados ao Tribunal de Comércio Internacional, em Nova York.

As novas tarifas foram anunciadas em 20 de fevereiro, no mesmo dia em que a Suprema Corte impôs uma derrota significativa a Trump ao derrubar um amplo conjunto de tarifas anteriores.

Na decisão, o tribunal concluiu que a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional não concede ao presidente a autoridade que ele alegava ter.

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Allianz encerra naming rights com estádio do Palmeiras após 13 anos

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 10/04/2026 10:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,065-0,73%Dólar TurismoR$ 5,283-0,22%Euro ComercialR$ 5,928-0,44%Euro TurismoR$ 6,195-0,08%B3Ibovespa195.302 pts1,61%MoedasDólar ComercialR$ 5,065-0,73%Dólar TurismoR$ 5,283-0,22%Euro ComercialR$ 5,928-0,44%Euro TurismoR$ 6,195-0,08%B3Ibovespa195.302 pts1,61%MoedasDólar ComercialR$ 5,065-0,73%Dólar TurismoR$ 5,283-0,22%Euro ComercialR$ 5,928-0,44%Euro TurismoR$ 6,195-0,08%B3Ibovespa195.302 pts1,61%Oferecido por

A Allianz Brasil anunciou nesta sexta-feira (10) o encerramento antecipado do contrato de naming rights do Allianz Parque, após 13 anos de parceria com a WTorre.

Segundo a empresa, a decisão foi tomada em comum acordo e marca o fim de um ciclo considerado "bem-sucedido", que consolidou a arena como referência no mercado brasileiro.

🔎 Naming rights (direito de nome, em português) é uma estratégia em que uma marca adquire o direito de dar nome a um espaço para ampliar visibilidade e associação com o público.

O movimento faz parte de um reposicionamento da seguradora, que passa a adotar uma nova estratégia de marca voltada à expansão nacional.

O plano prevê dobrar o tamanho da operação no Brasil, além de alcançar a meta de duplicar o faturamento e triplicar o lucro até 2027.

Em 2025, a companhia registrou receita de cerca de R$ 12 bilhões, alta de 23% na comparação anual.

A nova fase inclui o aumento dos investimentos em marketing, com reforço em mídia tradicional e digital, além da ampliação de iniciativas em esportes e cultura.

“Somos profundamente gratos por tudo o que o Allianz Parque nos proporcionou e reconhecemos a importância do investimento para a consolidação da marca no país. No entanto, vivemos um período de crescimento acelerado e decidimos encerrar esse ciclo para iniciar uma nova fase”, afirmou o CEO Eduard Folch, em comunicado.

O executivo também agradeceu ao Sociedade Esportiva Palmeiras e aos torcedores, destacando a relevância da parceria. A WTorre classificou o movimento como uma evolução natural da relação entre as partes.

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